Os senhores Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas apresentam o Caldeirão Furado. Oi! [vinheta] Fala aí, bruxões.
Beleza? Tá no ar, mais um episódio do quadro Matérias de Hogwarts. Pra você que está chegando agora ou que não viu o primeiro episódio, no quadro Matérias de Hogwarts, a gente vai falar um pouco sobre as matérias de Hogwarts e o que é ensinado nelas.
Pelo menos um apanhado geral ali, um basicão do que é ensinado. O primeiro episódio foi sobre como funcionavam, no geral, todos os ano letivos e o que os bruxos tinham que aprender, quais matérias eles eram obrigados a ter. E hoje, a gente vai começar falando sobre a matéria Feitiços.
Feitiços é uma entre as sete matérias em Hogwarts que são obrigatórias até o quinto ano letivo. É uma matéria indispensável na formação de jovens bruxos. Nos tempos antigos, a magia era praticada de forma muito mais aberta e muito mais livre.
Na Grécia e no Egito, por exemplo, existem tumbas protegidas com feitiços que ninguém imagina. Tanto que existe a profissão desfazedor de feitiços, que é uma galera que trabalha pro Gringotes lá. E sempre tenta desvendar, e descobrir, e criar feitiços para tentar quebrar esses feitiços aí.
Que protegem esses locais e encontrar algum possível tesouro. A magia nem sempre foi ensinada e controlada formalmente. Em milhares de anos, era completamente comum bruxos terem diversas manifestações de magia descontroladas.
Alguns eram capazes de viver sua vida, até que relativamente normal. Mas outros não conseguiam fazer isso. Outros acabavam pendendo pra caminhos muito obscuros.
E algumas ações de bruxos acabaram sendo tão importantes, tão grandiosas que foram até para em mitologia trouxas. E o controle da magia passou a ser mais amplo quando os bruxos começaram a utilizar varinhas. Uma das famílias mais antigas envolvidas na fabricação e venda de varinhas para esses fins é a família Olivaras, que fabrica varinhas desde 382 antes de Cristo.
Obviamente, existiam outros povos que faziam varinhas, mas não pra esse fim, de comercializar. Mas antes de existir essa prática da fabricação, da confecção de varinhas, existia um grande medo sobre esse artefato, de executar feitiços de uma forma ruim. Ou até mesmo explodir, ou causar algum dano.
Alguns bruxos até tinham medo que a varinha falhasse, ou algo do tipo. No momento em que eles precisassem. Um feitiço, como eu já disse aqui no Caldeirão Furado, nada mais é do que uma manifestação controlada e intencional de magia.
Além de ser um termo bem geral, bem genérico, pra qualquer tipo de manifestação mágica. Existem diversos tipos de feitiços com as mais variadas funções e funcionalidades. E os feitiços são divididos em dois grupos.
E dentro desses dois grupos, existem sete categorias. E dentro dessas sete categorias existem subcategorias. Os dois grupos de feitiços são: os feitiços estáticos e os feitiços dinâmicos.
O feitiço lumos é um exemplo de um feitiço estático. Que nada mais é do que um feitiço que não precisa de uma conexão com o alvo depois que o lançamento do feitiço termina. O lumos não é um feitiço difícil de se executar, é um feitiço simples.
E assim que o encantamento lumos é falado, o feitiço acontece, acabou, nada mais é necessário. Já a diferença de um feitiço estático pra um feitiço dinâmico é que o feitiço dinâmico, ele requer uma conexão com o alvo, de lançamento, até depois do fim do lançamento do feitiço. Por exemplo, o feitiço reparo, não é só lançar o feitiço reparo e acabou.
É necessário uma conexão, além do lançamento, pra que o feitiço seja executado de forma perfeita. Então, o bruxo que lança o feitiço reparo, que é um feitiço dinâmico, ele precisa ficar concentrado ali, até depois do lançamento do feitiço pra que ele seja executado de forma perfeita. Agora, dentro desses dois grupos, existem as sete categorias de feitiços que eu falei.
Que são feitiços de transfiguração, os encantamentos, as azarações, os feitiços de ataque, os feitiços de proteção e cura, os contra feitiços e as maldições. Os feitiços de transfiguração são os mais complexos. Tanto que existe a matéria transfiguração, né?
E depois, no vídeo sobre transfiguração eu vou explicar melhor, mais detalhado. Mas também existem quatro tipos de transfiguração e tal. Que vai ficar pro episódio de transfiguração.
Mas essa é, sim, umas das áreas mais difíceis, mais complicadas da magia. O feitiço de transfiguração altera o que um alvo é, ele transfigura a sua essência, a sua natureza. Um exemplo de um feitiço de transfiguração é um evanesco.
Evanesco vem do latim e significa desaparecer. E pras mentes mais simplistas, esse é exatamente o feitiço que faz algo desaparecer. Mas o feitiço evanesco é um feitiço de transfiguração, então o que ele faz?
Ele transfigura, ele altera, ele transforma, as partículas, as moléculas de um ser ou um objeto, em moléculas de ar. O objeto não deixa de existir. Tá, ele literalmente desaparece.
Mas é muito mais complexo, ele não deixa de existir. Por isso quando a Aldrava lá da torre da Corvinal, pergunta pra Minerva, ala pra Minerva o enigma perguntando pra onde iam os objetos desaparecidos, a Minerva responde sabiamente que os objetos desaparecidos iam para o não ser. Ou seja, para o todo.
E isso prova que os objetos não deixam de existir, eles são transformados em moléculas de ar. Embora a gente não veja as moléculas de ar, elas estão aqui. Olha como os feitiços de transfiguração são complexos.
Não pensem que é fácil, simplesmente muito fácil transfigurar alguma coisa. É extremamente complexo e difícil. Uma vez que o objeto ou o ser seja transfigurado aí, com o evanesco, pra moléculas de ar, ele só pode ser trazido de volta à sua forma se ele estiver dentro das leis de Gamp, das leis elementares de transfiguração de Gamp.
Já os encantamentos, diferente dos feitiços de transfiguração, alteram o que o objeto ou ser faz. Ele adiciona uma propriedade a um objeto ou um ser. Os encantamentos é a categoria com mais subcategorias.
Existem várias subcategorias dentro da categoria de encantamentos. Como encantamentos de defesa, que é o expelliarmus. Ou até mesmo o patrono que também é um encantamento.
Existem encantamentos de ataque, e por aí vai. O wingardium leviosa é um exemplo de encantamento. Ele adiciona uma propriedade a um objeto, ele faz esse objeto flutuar.
O objeto não flutua naturalmente. Então o wingardium leviosa é um encantamento que adiciona essa propriedade a este objeto. E o wingardium leviosa, por sua vez, é um encantamento do grupo dos feitiços dinâmicos.
Que é preciso manter uma conexão com o alvo, mesmo depois de finalizar o lançamento. De fazer o encantamento, que é falar as palavras "wingardium leviosa". Precisa manter aquela conexão pra que o alvo continue flutuando.
Agora, falando sobre azarações, essa é uma categoria um pouquinho confusa, por conta de tradução. Mas eu vou tentar explicar de uma forma bem fácil de entender. No idioma original, em inglês, existem jinxes, e os hexes, e os curses.
Jinxes e hexes foram traduzidos, os dois, como azaração. E curses são maldições, são as maldições. Porém, tem um grande diferença, não dá pra colocar só como azaração.
Porque o jinxes é um tipo de azaração bem leve, que só causa um desconforto. E é, na maioria das vezes, divertido. Como tarantallegra que deixa as pernas descontroladas lá, mexendo, e precisa de um contra feitiço.
Já os hexes, ou hexes são bem mais pesados, eles causam dano, machucam. Alguns podem ser considerados até como feitiços de ataque. O densaugeo é um hex que faz os dentes crescerem anormalmente, como presas.
E precisa ficar um tempo, até, em ala hospitalar, pra reverter. Qu até o feitiço, que não tem tradução, chamado bat-bogey. Que faz com que morcegos saiam do nariz da vítima.
Esse segundo, esse dos morcegos, em uma criatura menor que um ser humano, pode ser fatal, inclusive. E lembra que eu falei que existem as subcategorias dentro? Pois é.
Dentro da categoria de azarações que foram colocados, na tradução aí, no mesmo barco os jinkes e os hexes, tem as anti azarações e as contra azarações. E as azarações de defesa, que são ensinadas em Defesa Contra as Artes das Trevas. E apesar de parecer ser a mesma coisa, são coisas diferentes.
A anti azaração é feita para prevenir uma azaração, antes dela ser lançada. É como se fosse uma proteção, antes da azaração ser lançada, a anti azaração pode ser lançada pra proteger. Já a contra azaração é pra depois que a azaração já foi lançada.
Por exemplo, lá, a Tarantallegra foi lançada. Então eu uso a contra azaração pra finalizar o efeito do feitiço. E essas duas primeiras subcategorias servem só para azarações.
Já as azarações de defesa, servem também para não-seres ou criaturas. Como o riddikulus, por exemplo, que é pra usar contra um bicho papão e é uma azaração. Parece um pouco complicado.
. . Mas, na verdade, é um pouco mesmo.
Mas não é tão impossível de entender. Então tem uma grande diferença do jinx pro hex. O hex, às vezes, é até considerado.
. . Tem alguns que são até considerados feitiços das trevas.
A próxima categoria é a de feitiços de ataque. Bom, como o nome da categoria já diz, bem sugestivo, o feitiço de ataque serve para atacar um oponente. A maioria dos hex, lá das azarações, são feitiços de ataque.
Porque convenhamos, o feitiço de ataque, ele é pra causar dano. Por mais nobre que seja usado, em uma batalha ou em um duelo, ele é usado pra causar dano. Por que se fosse para se defender, o feitiço seria de defesa, certo?
Os feitiços de ataque são mais usados em duelos. Aliás, são bem usados no dia-a-dia aí, de um bruxo. Quer dizer, não no dia-a-dia, né?
Porque. . .
só se for um bruxo bem briguento. Um exemplo de feitiço de ataque é o oppugno, que faz objetos ou animais atacarem um alvo. Já dentro da categoria de contra feitiços, com um nome, também, muito sugestivo, se enquadra qualquer feitiço que é usado contra outro feitiço.
E isso, obviamente, abrange subcategorias das azarações. Como as anti azarações, contra azarações e tal. Tudo isso é contra feitiço.
Um exemplo de contra feitiço, é a contra maldição que o Snape usa lá, em 1991, tentando proteger o Harry na vassoura, no jogo de quadribol. A contra maldição lá. E o Quirrell.
. . a azaração que o Quirrell tá fazendo tentando derrubar o menino.
Dentro dos contra feitiços existe o contra feitiço geral que é o finite ou finite incantatem. O finite incantatem é conhecido como o contra feitiço geral. Porque ele serve pra finalizar muito feitiço, muito feitiço, uma gama muito grande de feitiços.
É claro que existem as exceções, né? Feitiços extremamente complexos. Como por exemplo lá, o da Caverna de Cristal, pra proteger a horcrux do Voldemort.
Ali, um finite não ia adiantar de nada. Mas de uma forma geral, pra feitiços mais básicos aí, existe o finite incantatem, conhecido como contra feitiço geral. Uma das categorias, como eu falei também, são as maldições.
E se engana você que pensa que existem somente as maldições imperdoáveis. Não, elas são imperdoáveis, porque é impossível de se defender. "Ah, Caco, mas lá no filme lá, a Bellatrix protegeu do avada kedavra e tal".
Mas, mano, isso é filme. A gente tá falando de livro. Pra vocês terem noção, o Dumbledore se defende de um avada kedavra usando um objeto, uma estátua.
Colocando na frente. É assim que ele se defende e defende o Harry lá na batalha do Ministério da Magia. Ou seja, não existe um feitiço que pare um avada kedavra.
E as maldições imperdoáveis, se praticadas e o bruxo for apanhado, ele ganha uma prisãozinha perpétua em Azkaban. Mas existem várias outras maldições que não são passíveis de uma punição como essa. Tipo, o sectumsempra que era uma maldição, inclusive, nem registrada.
Era uma maldição. . .
Não que as outras sejam, mas elas eram mais conhecidas. E o sectumsempra era pouquíssimo conhecida, ela nunca foi declarada imperdoável. Nem sei se chegou ao conhecimento do Ministério da Magia, essa maldição, depois.
Mas existe também o reducto, o reducto é uma maldição. O confringo é uma maldição também. E nem sempre são usadas por bruxos de caráter duvidoso.
A Hermione mesmo usa o confringo, o Harry usa o confringo. A Gina usa o reducto. As maldições podem ser colocadas ali, como feitiços do estilo jinx e hex.
Mas em níveis muito superiores, que causa danos muito superiores. Muito piores do que as outras categorias. E a última categoria dos feitiços são os feitiços de cura e proteção, que são colocados na mesma categoria também.
Dentro dos feitiços de proteção estão desde feitiços escudos em duelo. Como o protego, ou até mesmo feitiços pra proteger um local. Ou proteger alguém de ouvir uma conversa, o abaffiato é um feitiço de proteção, por exemplo.
O fianto duri, ou repello Inimicum, ou repello trouxatum são feitiços de proteção. E entre os feitiços de cura, tem os mais simples e os mais complexos. Que são praticados, geralmente, por que tem muita experiência e conhecimento na área da medicina bruxa.
Um exemplo do feitiço de cura é o episkey, que a Luna usa pra consertar o nariz do Harry. Alguns contra feitiços também entram na categoria de feitiços de cura. Como por exemplo, o vulnera sanentur que é o contra feitiço da maldição sectumsempra.
Que é o feitiço Snape usa pra curar o Drco lá, quando ele é atingido pelo sectumsempra, lançado pelo Harry. Parece bem complicado, porque tem as categorias. E existem feitiços que se enquadram em mais de uma categoria, de subcategoria.
Mas tudo é bem explicadinho pros alunos em Hogwarts. E eles vão aprendendo por níveis, até que eles consigam pegar tudo e colocar em prática. Durante o primeiro ano letivo, os alunos aprendem a introdução aos feitiços.
Noções básicas de conjuração, propriedades e movimentos da varinha. O poder dos encantamentos, a importância da concentração, as categorias de feitiços. Aí, eles aprendem tudo na teoria, na prática, até chegar no final do ano e prestar prova.
E colocar lá, bonitinho, se eles aprenderam ou não. No quinto ano, depois de prestar os N. O.
M. s, Níveis Ordinários em Magia, dependendo da nota que ele tira, ele pode escolher se ele vai continuar estudando Feitiços no sexto ano ou não. Se ele for prestar o N.
I. E. M.
de Feitiços, ele continua estudando. Ou ele pode tirar essa matéria da grade, se ele não vai usar pra prestar N. I.
E. M. .
Se a profissão que vai seguir, que ele pretende seguir, não precisa daquela prova. Ele pode optar por tirar da sua grade de matérias. E durante o sexto ano, os alunos começam a aprender feitiços, a praticar feitiços não verbais.
Que são extremamente complexos, difíceis e que requer muito estudo e muita concentração. Então esse é um resumo bem básico, bem, bem básico, sobre o que os alunos aprendem em Feitiços. As categorias e.
. . Tem muita coisa, não dá pra eu fazer um vídeo com tudo o que eles aprendem.
Porque senão, cara, ia dar um vídeo de cinco, seis horas, sem zoeira. Eu espero que vocês tenham gostado! Vamos fazer o seguinte?
Depois desse vídeo aqui, eu vou fazer um quiz lá no meu Instagram, sobre esse vídeo. Um quiz sobre Feitiços. Um N.
O. M. sobre Feitiços.
Será que vocês vão passar? Será que vocês vão acertar? Será que vocês vão conseguir a pontuação máxima?
Eu quero saber. O meu Instagram é @cacocardassi. E eu vou fazer lá nos stories, depois que esse vídeo aqui for lançado.
Se você gostou, não esquece de deixar o like aqui, ó. Me ajuda pra caramba! E não esquece de se inscrever.
Deixa, também, nos comentários qual é a próxima matéria que você quer ver aqui, no Matérias de Hogwarts. E por favor, não fique me perguntando quando vai sair o próximo Matérias de Hogwarts. Porque eu já expliquei que esses vídeos são mais complexos, mais complicados de se montar o roteiro, e eles levam um pouco mais de tempo.
Então eles têm um intervalo de um mês a um mês e meio, de um pro outro, beleza? A gente se vê no próximo episódio do Caldeirão Furado. E eu espero que vocês tenham prestado atenção nesta aula, viu?
Porque tomaremos nota. A gente se vê num próximo do Caldeirão e até lá, Malfeito Feito!