Existem cinco que você considera completamente normais, mas a verdade é que eles vão acabar com sua produtividade no longo prazo e além disso ainda vão te deixar muito menos inteligente. E nesse vídeo eu vou te mostrar como eliminar cada um deles antes que seja tarde demais. Ah, já adianto que o terceiro hábito é o que você menos percebe.
Ele parece não ofensivo, ele parece muitas vezes até saudável, mas é um dos que mais destrói o seu cérebro sem você perceber. Então vamos começar. O hábito um é começar o dia de modo reativo.
O primeiro hábito que você precisa eliminar é começar o dia checando o celular antes de qualquer coisa. Você abre os seus olhos, a primeira coisa que você tá fazendo é vendo o seu celular. E eu sei que você faz isso.
A maioria das pessoas fazem. [roncando] O celular tá na mesinha do lado, o alarme toca no celular. Então você já cancela o alarme e já vai começa a ver o que é que está acontecendo no seu WhatsApp, no Instagram, no e-mail, antes mesmo de você levantar da cama.
Eu sei que você tem ótimas justificativas para isso. Nossa, mas se mandaram coisa do trabalho. Nossa, mas eu preciso ver o que que tá acontecendo hoje.
Vai que vai que uma bomba explodiu. Ainda não tô sabendo. Mas o que acontece no seu cérebro nesse momento é determinante para tudo que vai vir depois do seu dia.
E se janela de aproximadamente de 20 a 30 minutos após o despertar, onde as ondas cerebrais que ainda estão no padrão alfa, que é um estado de consciência relaxada, criativa e altamente receptiva. Nesse estado, o córtex préfrontal, no caso, meu cérebro tá destruído, mas é a parte da frente, a parte dianteira do seu cérebro, é como se fosse essa parte bem aqui, ela está começando a se ativar e o cérebro está especialmente aberto para ser mais intencional, para focar mais e para ter a capacidade de fazer um planejamento mais profundo. Quando você entra o cedo no seu celular, ainda nesse momento, durante os primeiros 20, 30 minutos do despertar, você sequestra essa janela.
Você bombeia o cérebro de estímulos externos, notificações, demandas de outras pessoas, informações completamente desnecessárias. E o córtex pré-frontal, ao invés de acordar no ritmo certo, ele é imediatamente colocado no modo reativo, respondendo ao mundo ao invés de direcionar o seu próprio mundo. Vamos lá, deixa mostrar como é que a ciência comprovou isso.
Estudos da Universidade de Sussex mostraram que pessoas que checam o celular nos primeiros 30 minutos do dia relatam níveis muito maiores de ansiedade e dificuldade de foco ao longo do dia inteiro. Do dia inteiro, não só pela manhã. O custo cumulativo aqui é muito real.
Você treina o seu cérebro todos os dias a entrar em modo reativo logo de manhã. E com o tempo isso vai virar um padrão. E o seu cérebro em modo reativo crônico, vai perder a capacidade de pensamento estratégico, de planejamento de longo prazo e principalmente de foco profundo.
Ah, Júlia, mas como é que eu elimino isso da minha vida? Os primeiros 30 minutos do dia são seus, completamente seus, semu celular, sem notificação, sem absolutamente nada. Você vai usar esse tempo por você quiser, para fazer silêncio, para orar, para ler um livro, para planejar o seu dia, para escrever motivos de gratidão, para se exercitar, para comer.
Qualquer coisa que venha de dentro e não de fora, estímulos externos. Essa decisão parece pequena, eu sei, mas se feita todos os dias vai mudar a qualidade do seu dia inteiro. Esse é apenas o primeiro hábito e ele já é muito transformador, mas esse aqui, esse aqui vai te surpreender.
O segundo hábito é nunca deixar o seu cérebro descansar. Esse é um dos hábitos que a maioria das pessoas nem consideram um hábito ruim. Pelo contrário, parece uma pessoa eficaz e produtiva.
Ela nunca fica entediada. É você está no elevador e você está resolvendo coisas onde? No seu celular.
Você espera o café ficar pronto e já tem um podcast no ouvido. Você está no trânsito e você está no trânsito fazendo reunião e qualquer janela de silêncio, de tédio ou de espera, você preenche imediatamente com algum estímulo. Eu sei, parece muito produtivo, parece que você está aproveitando o seu tempo, mas o que a neurociência mostra é justamente o oposto.
E eu sei que parece paradoxal, mas não é. O nosso cérebro, ele tem um modo que os pesquisadores chamam de rede de modo padrão. É o estado que o seu cérebro entra quando você não está focado em nenhuma tarefa externa, quando você está caminhando sem ouvir música, sem fazer nada, apenas caminhando.
Ou quando você tá tomando um banho, olhando pela janela ou vendo a água cair, ou seja, você está completamente focado naquilo que você está fazendo. E durante muito tempo, é curioso, os cientistas acharam que esse modo era uma espécie de modo desligado, onde o nosso cérebro descansava, mas eles descobriram que não. A rede de modo padrão, quando você tá focado naquilo que você está fazendo e nada externamente tá afetando você, é onde acontece a consolidação da memória, a integração das experiências que você viveu e a resolução criativa dos problemas e a geração de insites.
Ou seja, é literalmente onde o seu cérebro processa tudo que você viveu. Ele conecta pontos que antes não estavam conectados, produz as suas melhores ideias e pensamentos. O que acontece é que nós nunca ficamos entediados.
E por nós nunca ficarmos interdiados, a gente acaba nunca dando tempo e espaço pro nosso cérebro fazer esse tipo de trabalho. E a consequência é que muitas vezes a nossa memória fica fragmentada, porque experiências não foram integradas dentro do nosso cérebro. A nossa criatividade muitas vezes é sabotada, porque os pontos daquilo que a gente ouviu e absorveu nunca foram conectados, porque o nosso cérebro nunca ficou parado.
E sabe aquela sensação constante de estar sempre ocupado, mas nunca chegando em nenhum lugar? Tudo isso é consequência de você nunca parar. OK, Júlia, mas como que eu elimino esse hábito ruim da minha vida?
É muito simples. Você vai proteger períodos de óscio todos os dias, sem culpa, sem tentar colocar coisas dentro dele, caminhada sem fone, silêncio no café da manhã, 10 minutos no final do dia sem tela nenhuma. oração sem precisar ficar borrotando pregações no fundo.
E o que você precisa entender é que isso não é perda de tempo, isso é manutenção da sua mente. É um tempo que a sua mente precisa para se tornar mais inteligente. Esse foi o segundo hábito.
Mas o terceiro hábito, ele é muito curioso, é simplesmente negligenciar o movimento físico. E esse, na minha opinião, é o mais subestimado de todos, porque as pessoas pensam em exercício como questão de corpo físico e não de cérebro. E isso tá completamente errado.
O neurocientista John Rayy passou anos estudando o efeito do movimento físico na cognição e ele documentou isso o livro chamado Spark. O que ele encontrou mudou completamente o que a ciência entende sobre aprendizado, foco e saúde mental. Ele mostrou que o exercício aeróbico, por exemplo, ele estimula a produção de algo chamado BDNF, que é uma proteína chamada de fertilizante cerebral.
O PDNF ele promove crescimento de novos neurônios, fortalece conexões que já existem no seu cérebro e ele é diretamente responsável pela capacidade de aprender e reter informação. Quando você se move, quando você faz exercício, seu cérebro literalmente ele cresce exatamente como um músculo que se desenvolve e hipertrofia, a mesma coisa. Só que o inverso também é verdade.
O sendetarismo crônico reduz a produção de BDNF dessa proteína e consequentemente ele reduz o volume do hipocampo que é a região central da memória. E ele aumenta a neuroinflamação que está associada ao declínio cognitivo, ou seja, você ficar burro. a depressão e também associado à ansiedade.
A gente acha que a consequência do sedentarismo aparece no espelho, mas isso não é verdade. É óbvio que você consegue perceber os efeitos no espelho. Só que antes de aparecer no espelho, ele começa a aparecer na memória que começa a falhar, no foco que você não tem mais capacidade de sustentar, na capacidade de aprender que vai diminuindo sem que você perceba.
Você não vai conseguir mais ligar nem concatenar os pontos. E talvez você não esteja percebendo isso hoje, porque às vezes o processo ele é sutil. Mas eu te prometo que se você está vivendo esse hábito ruim, esse processo tá acontecendo.
Só que a boa notícia é que esse é um dos danos mais fáceis de reverter da lista. 20 minutos de movimento aeróbico três vezes por semana já gera um impacto muito grande na sua cognição em poucos meses. Então, como que eu elimino isso, Júlia?
É muito simples. Você vai parar de tratar exercício como se fosse uma questão apenas estética. você vai começar a tratar como se fosse algo cerebral e neurológico, porque de fato é, não precisa ser academia ou um protocolo personalizado, sofisticado.
Você precisa fazer de modo consistente aquilo que já foi falado. O BBNF que eu trouxe aqui, ele não se acumula numa sessão de um treino bem feito, ele se acumula com o hábito consistente feito ao longo do tempo. Nós estamos chegando nos dois hábitos mais importantes de todos.
O quarto hábito é guardar tudo que você sente, provavelmente o que vai ser mais difícil de você executar, mas consequentemente talvez seja um dos mais poderosos, justamente por isso. Esse é o hábito de engolir emoções difíceis. A frustração que você não processa, a mágoa que você empurra para baixo, o perdão que você nunca liberou, aquele sentimento que você nunca lidou com a maturidade e enfrentou ele, a ansiedade que você ignora, a raiva que você guarda, talvez há décadas, você segue em frente.
E na sua cabeça, por você tá tocando a sua vida, tudo parece bem, tanto para você quanto para as outras pessoas. Só que isso vai acumulando o tempo inteiro, mágoas, sentimentos ruins dentro do seu sistema emocional. A neurociência clara sobre o que acontece quando você suprime uma emoção de forma crônica.
Um psicólogo chamado Jamie Gross da Universidade de Stanford, ele estudou os efeitos da superação emocional, que é isso de você sucumbir os seus sentimentos por décadas e os achados são bizarros. Ele fala que suprimir a emoção não elimina a emoção, ela continua ativa o seu sistema nervoso. Presta bem atenção, consumindo seus recursos cognitivos, ou seja, aumentando o cortisol, que é o hormônio do estresse, sobrecarregando o seu sistema imunológico.
E tem mais, o esforço de suprimir uma emoção ativa afeta diretamente o córtex préfrontal, que é a mesma região que você usa para pensar, decidir e racionalizar e também se concentrar. Cada vez que você guardar o que você deveria estar expressando ou sentindo, você está usando a sua capacidade mental que poderia ir pro seu trabalho, paraa criatividade, para as pessoas que você ama e você está basicamente eliminando essa capacidade mental. James Pin Baker, um psicólogo da Universidade do Texas, fez pesquisas mostrando que pessoas que escrevem sobre as suas experiências emocionais, que foram desafiadoras, difíceis, delicadas, por apenas quatro dias consecutivos, conseguiram apresentar melhoras no seu sistema imunológico, na qualidade do sono, no humor e até no desempenho cognitivo.
Não porque elas escreveram bem, mas porque elas processaram aquilo que elas sentiram. O custo cumulativo de guardar tudo isso é muito grande. Você não vai ficar mais forte guardando, você fica mais pesado.
E esse peso consome energia que você não consegue perceber que ela tá indo embora, mas você sente falta dela em tudo. Então, Júlio, como é que eu consigo eliminar esse hábito? Você não precisa de terapia imediatamente, você não precisa uma conversa difícil de manhã, você não precisa fazer altos diários e colocar tudo para fora.
Você começa com algo simples, talvez 10 minutos, escrevendo o que você tá sentindo, sem julgar, sem destino, só processando aquilo que você tá sentindo e contando a causa, a origem e a consequência. Só que só isso já vai tirar a sobrecarga emocional que o seu cérebro, talvez há anos está acumulando. E nós chegamos agora no quinto e mais importante hábito de todos.
E ele, na minha opinião, é o que mais custa e o que mais rouba de você longo prazo. O dano não é apenas no cérebro, o dano é na sua vida. E esse é o hábito de adiar grandes decisões.
Você sabe aquela conversa que precisa acontecer? Você sabe aquela mudança que precisa ser feita, aquele relacionamento que precisa terminar, talvez aquele funcionário que você tem que demitir? Você sabe aquele caminho não tá funcionando, que você tem que fazer uma mudança de rota?
Mas você adir amanhã, quando o momento for melhor, quando você esver mais preparado, quando você tiver mais certeza ou quando as coisas estiverem mais estáveis. E o que a neurociência mostra sobre isso é perturbador. Cada decisão que você reconhece como necessária e não toma ocupa um espaço muito grande na sua memória.
Bluma Zigernick documentou nos anos 20 o que hoje nós chamamos do efeito zigernick. Nada mais são do que tarefas incompletas e decisões adiadas, elas ficam dentro do nosso cérebro. em um loop, um loop que basicamente não acaba e por isso ele acaba consumindo a energia mental mesmo quando você não está conscientemente pensando nessas tarefas.
Ou seja, você tem cinco decisões grandes que você adiou. São cinco loops rodando em paralelo todos os dias dentro da sua mente. Cinco é como se fossem cinco avas abertas dentro do seu computador que estão sugando a energia e a bateria do seu computador e você nem percebe porque elas estão por trás de várias outras abas.
É por isso que talvez você se sente mentalmente cansado, mesmo sem ter feito nada concreto. Não é preguiça, é o peso das coisas que você decidiu adiar por um longo tempo. E o custo vai muito além da energia que você perde.
Cada ano que passa com uma decisão importante, readiada, é um ano de vida que você seguiu na direção errada, que você não vai conseguir alcançar a vida dos seus sonhos e os seus objetivos por não ter tomado a decisão que você já deveria ter tomado. Com o tempo, o custo de mudar fica muito maior, de reajustar a rota fica muito mais difícil, porque mais coisas foram construídas sobre uma base que estava errada. Então, Júlia, como é que eu elimino esse quinto hábito?
É muito simples. Você faz uma lista das decisões que você tá adiantando e você não vai fazer essa lista necessariamente para fazer todas essas ações hoje, porque talvez você nem consiga, mas para fechar os loops dentro do seu cérebro. Ou seja, você vai trazer a consciência disso e você vai endereçar e falar: "Até dia tal eu irei fazer isso".
Você vai construir um plano de ação para executar cada uma dessas coisas e sua intenção explícita de solucionar e botar um ponto final em coisa que você estava anos adianto, já consegue tirar boa parte da sobrecarga mental que seu cérebro estava consumindo. Ou seja, começar o dia no modo reativo, nunca deixar o cérebro descansar, negligenciar o movimento físico, guardar tudo que você sente e adiar as decisões que mais importa. Todos esses hábitos estão destruindo a sua vida, mesmo que eles não pareçam graves quando olhados isoladamente.
E é por isso que eles são tão perigosos, é porque eles são sutis e eles parecem muitas vezes até produtividade, só que eles não são produtivos. É um dano silencioso, progressivo, acumulativo e quanto mais tempo passa, mais difícil é de reverter. Mas a boa notícia é que você tá vendo isso agora e que ainda dá tempo.
Se eu pudesse te dar uma dica antes de você sair desse vídeo, é pare urgentemente de utilizar o seu tempo que você tem disponível para consumir. A maioria das pessoas elas perdem e utilizam seu tempo nas redes sociais consumindo, consumindo informação, consumindo notícia, consumindo vídeos, consumindo dopamina. E ao invés disso existe um outro caminho.
Na minha opinião, existem dois tipos de pessoas. as pessoas que entendem que isso aqui é uma ferramenta de consumo, ou seja, que você utiliza o celular para consumir informação e receber informação. Mas existe um outro tipo de pessoas, as pessoas que utilizam isso aqui como ferramenta de produção, as pessoas que entendem que se hoje nós passamos toda a nossa atenção dentro do celular, nós precisamos entender como que nós podemos nos posicionar nas redes sociais aqui dentro do celular, que é onde nós passamos todo o nosso dia olhando e destinando a nossa atenção de modo intencional.
Eu sei que você tem uma profissão, eu sei que talvez você é um profissional liberal, um empresário, só que eu sei que você não está se posicionando como um produtor de conteúdo, mas sim como um consumidor de conteúdo. E você nunca vai ter resultado enquanto você não aprender a produzir conteúdo de modo estratégico para monetizar mais e para ter mais resultado nas redes sociais. E é por isso que eu gravei um vídeo onde se eu fosse recomendar para qualquer pessoa que quer começar hoje a produzir conteúdo do zero nas redes sociais e transformar isso aqui e não mais um lugar onde você perde tempo, mas um lugar onde você faz dinheiro e ganha tempo, eu clicaria aqui agora nesse vídeo que tá aparecendo aqui na tela.
Nesse vídeo eu vou te explicar absolutamente tudo que você precisa saber e como que você pode começar hoje, literalmente hoje, não amanhã, agora a produzir conteúdo de modo intencional e a ganhar o dinheiro que você nunca ganhou, porque ninguém nunca te ensinou dentro das redes sociais. Meu nome é Júlia Vieira e eu tô com você de hoje até a sua vida extraordinária.