O a pessoa batendo uma bananinha num copo de vidro assim, uma bananinha de plástico aí fazendo tic. Aí você coloca ele no hook do seu criativo e ele valida e vende 1 milhão e meio dia. Aí você fala: "Caralho". E isso aí faz com que uma escala de um criativo acertado vire 15 criativos acertados e a proporção de ser gigantesca. E eu tenho alguns elementos que eu acho que sejam interessantes deles estarem no hooks. Quais seriam esses elementos? >> Vocês são bom mesmo, hein? Vocês são boas mesmo. [ __ ] que loucura. Essa parada aí
que tu falou agora é muito avançado, né? Por isso que os donos de operação aí estão pagando aí salários aí de jogador de futebol para vocês, cara. >> Bruna Campolina, Luía Veloso e Bruna Rodrigues. >> Três das maiores copywritters de criativos do Brasil, juntas para revelar os segredos dos anúncios que vendem sete Dígitos por dia. Qual que é a primeira coisa que tu faz quando tu vai escrever um anúncio? >> Todo mundo começa o criativo falando, né? Normal. >> Uhum. >> O que que eu pensei? Falei assim: "Cara, tá todo mundo falando e se eu
começar só fazendo a receita >> e colocar um SMR e aí certinho é validou". Eu eu apelidei isso de estrutura invisível universal, que é o Quê? Ele funciona em vários nichos. Teve muito anúncio meu que não tinha CTA, que eu falava assim: "Se eu botar um CTA aqui, eu vou estragar esse anúncio." >> Que [ __ ] é essa de de não ter CTA no criativo? Como assim? Que o que que isso quer dizer? Não adianta nada você ter formato validado, uma cópia validada e uma edição ali pode estragar o seu criativo. Você pode não
validar ele por conta da edição. O que que eu sempre faço quando eu mando pros meus editores? Eu consegui validar uma VSL que a retenção no primeiro minuto dela bateu 84%. Eu nunca tinha visto isso. Eu nunca tinha visto isso na minha vida. Eu acho sinceramente que é por causa desse tipo de coisa que de verdade tá, que eu acho que o Brasil tá liderando o marketing direto global hoje em dia. Já parou para pensar o quão importante é o criativo aí pro teu funil de vendas? Olha, a verdade é que se o teu criativo
ele não parar a pessoa e fazer ela Assistir o teu VSL, então olha, teu VSL pode estar escrito até mesmo em chinês, não importa, porque ninguém nunca vai assistir ele em primeiro lugar. E é por isso que hoje eu trouxe três mulheres que são especialistas em criativos. A primeira delas é a Bruna Campolina. E a Bruna, ela tem a própria operação dela, onde ela constantemente fatura mais de R 1 milhão deais por dia. Ela mesmo que escreve os criativos. Ela vai contar como que ela faz isso lá. A segunda Pessoa é a Bruna Rodriguez, que
é copywritter de criativos lá do Grupo Six. A história da Bruna é interessante porque ela começou no mercado faz apenas 10 meses, mas apesar disso ela já recebe comissões de seis dígitos todo mês. Isso é prova que os criativos delas realmente funcionam. E finalmente a gente tem também a Luía Veloso, que também é copywriter lá do Group Six e também recebe seis gistos de comissão todo mês. Eu trouxe elas, pessoal, porque essas Mulheres aí elas estão na linha de frente, fazendo criativo todo santo dia, fazendo acontecer e vendendo. E elas vão conseguir te explicar melhor
do que ninguém o que que tu precisa fazer para conseguir criar criativos de alta conversão, porque elas sabem o que tá funcionando hoje agora. E se você não conhece o podcast Segredo da Escala, a gente traz toda semana pessoas que já escalaram seus negócios, já escalam suas ofertas e também seus criativos para que Você que tá em casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, se o podcast for bom, aplicar no teu negócio e escalar ele também. E esse podcast ele foi criado pelo Veturb, que é uma empresa pessoal que eu tive o prazer
de ser um dos cofundadores. Se você não conhece o Veturb, nós somos uma hospedagem de vídeos 100% focada em aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Se tu tem um vídeo de vendas, então tu precisa hospedar ele no Veturb, Assim como milhares de pessoas aqui no Brasil e no mundo fazem. E também, tá, inclusive os maiores players do mercado digital. Todos eles fazem isso porque eles sabem que eles vendem mais usando Veturb. Então, se tu ainda não tá no Veturb, clica aqui na descrição, cria a tua conta 100% gratuita e veja o quão mais
tu vai vender só de usar o Veturb. Beleza? Mas agora vamos lá pro nosso podcast. Então, sejam todas bem-vindas. E a primeira pergunta que eu queria Fazer aqui é pra Bruna, que eu vou chamar de Bruna um, a Bruna Rodrigues, né? Bruna, eh, tu começou no mercado vai fazer 10 meses, né? >> 10 meses. >> 10 meses super recente. E olha que doido, cara, tu já tá aqui no podcast do Beturb, né? E, cara, por que que tu acha que tu ficou tão boa assim, tão rápido em criar anúncios? Qual que tu acha que é
o teu segredo? O >> meu segredo, vamos lá. Hã, Bom, eu acredito que ter estratégias, ter estratégias certas, ã, me levaram a ter resultados muito rápidos, né, diferente e de outras pessoas do mercado que também tiveram resultados, mas acredito que ã não tão rápidos quanto eu tive. E então quando eu comecei a escrever, eu comecei no mercado como copywritter aprendiz, nem como júnior foi, como os m muitos, muitas pessoas hoje já começam como júnior, né? Eu não comecei como júnior, comecei lá com o Thagão de aprendiz. >> O Thiago, quem? >> O Thiago Filemon. >>
Cara, agora faz uma coisa aqui, ó. Olha pra câmera aí, ó, e fala pr o o meu Thagão, meu editor de vídeo, colocar o episódio do teu Thagão na tela. Fala aí, >> Thagão. Coloca o episódio do Thiago Filemon aí. >> Pronto, vai aparecer na tela, tá, pessoal? Tem um podcast de criativos bem legal que vai aparecer e tem também o Segundo podcast do ETURB que é o de V de vendas, tá aí na tela, quem quiser ver depois desse, tá? Obviamente, mas enfim, volta aí. >> Ã, então eu comecei como copywritter aprendiz. O Thiago
Filemon me treinou e a única coisa que ele fazia comigo era revisar os meus criativos. Ele não me passou nenhum método, nada. Eu não tinha feito nenhuma. A única imersão, na verdade, que eu tinha feito era do Jo Cobata, se eu não me engano, também tem, Né, um episódio dele aqui, só que eu não tinha aplicado ainda as estratégias dele. E aí quando eu comecei, o método dele, quando eu comecei no mercado, ã, a primeira coisa que eu pensei foi: "Eu quero ter, eu quero me diferenciar das outras pessoas e eu quero ter resultados rápidos
e muitos resultados". Então, a partir daí eu pensei, tá, como que eu vou fazer para chegar nisso? E aí eu comecei comecei de fato a montar as minhas estratégias e eu acredito que Essa foi a minha, digamos assim, vantagem justa que eu tive de outras pessoas que já estavam no mercado e não teve e os mesmos resultados que eu tive. Então foi estratégias. >> Uhum. Tu falou que o Thiago o Filemon, né, ele te ajudou bastante. Eu sei que ele teve bastante influência aqui na na tua vida também, né? >> Muita. >> Que a Bruna
Campolina, Bruna do >> E tu chegou a aprender com ele também, Luía? >> Demais. Tu fez mentoria, essas coisas, não é? Uhum. >> Cara, olha só como o Thiagão uma pessoa influente no mundo de copo, né? Que legal, né? Né? >> O que que tu aprendeu com o Thiagão assim? Aliás, tu tu acha que tu ficou boa por causa dele ou não? >> Eu acho que ele me ajudou muito a ficar boa, >> sem dúvida. E eu sou muito grata a ele Por isso. >> Então, eu falei que eu entrei no marketing por conta do
Thiago, né? Nesse podcast aí que você falou pro pessoal assistir, que foi o podcast 2 do Veturb. Cara, quando eu assisti aquele podcast, eu falei: "Meu Deus, surreal. Eh, eu preciso entender isso aqui melhor". Eu mandei uma mensagem para ele, ele me respondeu super solista e tal. E aí a partir dali eu comecei, comprei alguns cursos dele, comprei imersão de criativo E tal. E aí, como a gente é conterrâneo, a gente é da mesma cidade, a gente acabou se aproximando muito hoje, inclusive somos vizinhos, então assim, ele ele revisava as minhas copes, ele me ajudava
muito, então assim, ele foi fundamental, >> mas de bobeira assim, tipo, do nada, porque eu não sei vocês, mas para mim isso é meio impressionante, sabe? Tipo, >> é muito impressionante, cara. É, tu mandou mensagem, ele respondeu e não só Respondeu, como ainda te ajudou. >> Responde. Sim. Aí que que, ó, o que aconteceu? Eu queria comprar uma mentoria na época porque eu queria, sei lá, >> queria gastar dinheiro. >> É, não, eu queria >> tava igual a Lu aqui na Itália. É, >> não, eu queria aprender com alguém que realmente pudesse, né, que realmente
soubesse do que tava falando ali. E eu senti nele essa confiança a partir desse Podcast. E aí eu falei com ele, ó, eu e meu marido, né, que nós somos sócios, a gente falou, tá querendo comprar sua mentoria. E ele falou: "Cara, não compra minha mentoria, entra no CF, que é um close friends do WhatsApp dele." A gente entrou e aí entramos em outra mentoria que foi do Saraiva, que também tem episódio dele aqui, que também foi muito importante pra gente. Mas aí quando a gente estava nesse processo de escrever a nossa primeira oferta, a
gente foi na Cara de pau mesmo. Thiago, será que você pode revisar pra gente aqui? Dar uma olhadinha porque a gente sabe, sabe quanto ele é bravo, né? E ele não posso sim. E ele revisou mesmo, tipo, de fazer anotações, eu tiraria isso, eu colocaria isso e tal. E aí a gente validou essa nossa primeira oferta que a gente rodou, que foi no Brasil, infopruto, a gente validou. >> Coisa boa. >> E teve a, claro, a mão dele, né? Ajudou Demais. >> Eu acho que uma lição que dá para tirar aí de ti, tá? E
duas lições, porque eu tô querendo entender, né? Como é que vocês ficaram boas? Tu mesmo, cara, para mim é surreal, sabe? Tipo 10 meses, vai se [ __ ] >> Demorei 11 anos, pessoal, para aprender alguma coisa. Mulher que 10 meses, 10 meses aqui já tá aqui. >> Mas essa variável número um, eh, que é a variável do mentor, eu achei ela bem Interessante, tá? E curiosamente foi o mesmo mentor. E a variável número dois, eu achei interessante a tua cara de pau. Uhum. >> De tu mandar, porque cara, aquela coisa, né? O não, tu
já tem. >> Exatamente isso que eu pensei, não? E meu marido ficava assim comigo, ó, manda uma mensagem porque mulher é mais fácil, às vezes ele responde. Aí eu falei: "Mas então vou falar que eu sou casada para ele não achar que eu tô dando em cima Dele, né?" Aí eu falei: "Ó, eu eu e meu marido, a gente assistiu o seu podcast". Aí ele respondeu e ele é um querido hoje, ele é um amigão nosso. Sim. >> É, é interessante também. abrou eh comentou isso aí que ela mandou mensagem. Uma das coisas que aconteceu
também comigo foi justamente isso, porque eu fiz a formação eh cop do Thiago Filemon e aí com duas semanas ali que a formação tava rodando, eu mandei mensagem para ele direto para ele. Eu Escrevi uns criativos e falei assim para ele: "Ô Thaago, será que você podia correr o olho?" Eu lembro até hoje que eu mandei essa mensagem para ele em setembro, eu acho que dia 12 ou dia 13 de setembro do ano passado. E aí ele foi, olhou, me mandou uns áudios aqui, nem a Bruna falou, ele me responde e aí ele me falou
assim: "Bruna, olha, você escreve bem, só que tem muita coisa aqui para ajustar, mas eu acho que você tá no caminho certo. Daí foi onde tudo Aconteceu, começou a acontecer". >> Então, todo mundo quer cara de pau que fiz o mesmo jeito. >> É, talvez esse esse seja o nosso segredo, né? >> É. >> O que que tu fez? Conta aí, >> né? nessa mesma COP pro ali e tudo mais, ele tinha umas aulas ali que ele revisava, então a gente fazia call e aí trazia a COP e ele ia revisando e eu falei para
ele revisar e aí foi muito Bom que foi a primeira coisa minha assim que foi realmente revisada. Na verdade o Diogo, Diogo Gomes tinha revisado já algumas coisas, me ajudou muito também. E aí o Filemon ia lendo e cada parágrafo ele, nossa Luía, tu escreve bem e eu tipo assim, eita, escrevo bem. E aí ele ia lendo, ia lendo, ia lendo. Aí depois disso a gente foi se aproximando, porque ele viu um potencial em mim. Aí futuramente a gente fechou a mentoria, foi quando eu passei a Entender mais sobre o mercado em si, não só
sobre COP, porque o Thiago ele tem muito isso, ele tem a skill de COP, mas ele tem a skill de empresário também, >> dúvida. >> Então ele consegue analisar um funil como ninguém. Ele sabe o que cada métrica quer dizer. E quando eu olhei para isso, eu falei: "Aí é um segredo". Porque todo mundo foca muito em COP, mas o que a COP produz em dados? O que é que os dados dizem pra gente pra gente Otimizar a COP? Eu não vi essa conexão entre a COP e os dados. E aí eu falei: "É aí
que eu vou entrar e esse seria o meu diferencial". >> Sem dúvida. As skills elas têm o efeito composto referente ao ao resultado que elas produzem. Daí se tu sabe cópia, legal, tu ganha uma granda boa. >> Se tu sabe cópia e tráfego, tu ganha muito mais. Se tu sabe cópia, tráfego e gestão, >> Uhum. >> Aí tu é o chefe de vocês aí, entendeu? Tipo Luca, entendeu? Ou Alice, sei lá. >> Verdade. >> E daí é daí isso é meio interessante, né? pensar em em combar as skills. Mas cara, que curioso. Então, vocês três,
vocês vieram de mentorias, vocês poderiam dizer que esse é o a maneira principal que vocês aprenderam, então, pelo que eu entendi, né? >> É, sim. >> É isso aí, né? >> Sim. >> E, cara, eu tenho um primo, tá, que é o Samuel, Samuca, tadinho. Eh, é porque o pessoal vai achar que eu tô que eu fico falando mal dele aí, que eu no outro episódio eu eu falei umas coisas lá, enfim. Mas cara, ele tá com 17, é, vai fazer 18 agora, tá? terminando terceiro ano do ensino médio e ele já fez o curso
do Anthony e o curso da Amanda. >> Sim. >> Eh, eu assumo, né, que com a experiência de vocês hoje vocês já estão boas em eh também treinar outras pessoas ou mentorar outras pessoas para que elas fiquem boas. E como que vocês acham que é? Vou perguntar para ti, Bruna, Bruna do Bruna Campolina, que tem duas Brunas aqui, né, pessoal? A gente tá com a fartura de Bruno aqui, mas eh o o que que tu acha que é esse caminho, tá? Por exemplo, pro meu primo, pro Samuel, para ele conseguir e e também para quem
tá Vendo a gente aqui e quer eventualmente sonar um copo de criativo ou só ficar bom nisso ou treinar sua própria equipe. O que que tu acha que é um caminho pra pessoa ficar boa em COP de criativos? Cara, eu acho é uma coisa que a gente tava falando hoje que no Off, antes de qualquer coisa e talvez as pessoas não demido, eu acho que a mentalidade é muito importante. >> Eh, cara, eu acho que que é comum aqui Entre nós três que as três são muito fortes mentalmente, assim, eh, validar um criativo não é
assim tão fácil. A gente certamente vai matar um leão por dia todos os dias, mas se a gente tiver a mente forte, a confiança de que a gente sabe o que a gente tá fazendo que vai dar certo, aí as coisas destravam e acontecem. Então acho que esse é o primeiro ponto, cara. Se você for uma pessoa extremamente insegura, que na primeira porrada que você vai tomar, Você vai desistir, nem entra, porque você vai tomar muitas porradas. Todas nós aqui tomamos >> e isso vai acontecer. Então, acho que esse é o primeiro passo. >> Mas
como que desenvolve isso? >> É uma é uma boa pergunta. Eu acho que eu eu já eu sempre fui assim, sabe? Eu sempre fui uma pessoa extremamente é determinada e confiante assim e muito disciplinada. Então qualquer coisa que eu vá fazer e no digital não foi Diferente, desistir para mim nunca foi uma opção, sabe? Antes de entrar no digital eu era concursada e eu falei: "Eu vou passar nessa prova desse concurso, eu vou estudar mais do que todo mundo e eu vou passar". E eu não só passei como eu passei em primeiro lugar. >> Caramba,
parabéns. >> Obrigada. Porque eu eu tenho essa mente forte e isso não sei, talvez venha da minha criação, talvez eu tenha puxado do meu pai ou da minha mãe, não sei. Mas >> fala que é da mãe, ela não tá atrás. >> É, é da minha mãe. Mas assim, eh, é uma coisa que veio em mim, mas que se alguém que esteja assistindo não tem, então tente começar a trabalhar isso. >> Uhum. >> Sabe, tem vários conteúdos aí que falam sobre sobre essa questão da mentalidade, da importância. Inclusive, o Thiago Flamemão é uma pessoa que
fala muito disso. >> Pois é, o próprio Thagão igual ele tá Batendo. Esse dio ele falou para mim que meu mindset tava ruim. Eu quase falei: "Ah, vai ser desgraçado". >> Ele fala muito disso. Então assim, eu acho que isso é a primeira coisa que a pessoa tem que trabalhar. >> E aí depois eu acho que o segundo passo é, cara, você precisa ter alguém que saiba muito e que esteja disposto a entregar muito para você. E você tem duas formas de fazer isso. Se você for amigo da pessoa, o que dificilmente vai Ser se
você for iniciante, ou se você pagar alguém para te ensinar, né, que foi no caso que todos nós fizemos aqui. Eu eu acho isso hoje fundamental, tá? Ah, talvez a pessoa não tenha dinheiro para pagar uma mentoria individual, mas tem muitos cursos bons aí, tem muita gente que tá disposta a ensinar com ticket mais baixo, sabe? Mas assim, chegar e começar sem nunca ter visto nada, sem nunca ter estudado nada, te falo que é impossível. >> Sim. É, o Samuel, meu primo, ele tem uma grande vantagem porque ele tem eu, né? E daí eu consigo
ajudar ele >> e até a a Luía aqui, né? Antes ela fazer a viagem dela lá pr pra Europa, tal, mas ela falou que ela ia ajudar o Samuel, né? Vou. >> É só que tipo, nem todo mundo tem essa moral, né, de conseguir o teu celular assim de de bobeira. >> É. Não. >> E daí para para as pessoas que não têm Assim, o que que tu acha que elas devem fazer para ficar bom, rápido? >> Ler muito criativo, identificar padrão nos criativos. Eu acho que, óbvio, você ter um mentor, você ter uma coisa
é muito bom. Mas quando você tá ali todo santo dia lendo e entendendo os padrões daquele mercado e anotando aqueles padrões e identificando quais são os formatos, quais são os avatares, quais são os ângulos e tentando entender o porqu de cada coisa tá onde tá. Então, Pô, eu analisei que aquele ângulo ali, por que que esse ângulo funciona com o meu público? Aí entra a parte da psicologia que tu falou, né, Bruna, que é muito isso. Então, quando eu vou escrever, eu não só vejo aquilo ali como palavras, eu tento entender porque que aquilo ali
funcionou, porque que aquilo ali não funcionou. Então, antes de qualquer teoria de COP, para mim identificar padrões hoje é o que pode levar um copywritter a ter um resultado Em um mês. >> Por exemplo, teu primo, acho muito difícil ele não ter um resultado bom em um mês comigo ensinando ele. >> [ __ ] viu, Samuel? Ah, mas não duvida dele, tá? E o bicho é [ __ ] o cara é, >> eu não duvido não, porque é muito isso, tipo, não, >> mas não duvida pro por ruim. Ah, >> não tô brincando, Samuca, cara.
É que eu preciso fazer piada aqui no podcast. O podcast meu é um podcast divertido, Velho. >> Tá todo mundo achando que você tá dando moral para ele não duvido não. O menino é bom não, >> não, não. Ele faz cada besteira assim, ó. Tu >> não, mas a gente vai desenrolar porque ele ter essa cabeça analítica de pensar, cara, eu vi cinco anúncios, os cinco tem uma mulher numa cozinha fazendo uma receita. Eu vou fazer o sexto um homem na garagem. >> Não faz sentido. >> Não faz sentido, né, >> cara? Isso é muito
forte, assim, é o que a gente faz todos os dias na empresa, analisar padrões do que. E o mercado, gente, ele é muito dinâmico. Então, o que funcionou há dois meses atrás, talvez hoje já não esteja mais funcionando. Então, você precisa estar atento todos os dias, minerando ali, entendendo o que que tá, o que que tá funcionando hoje, buscar buscar esses Padrões e tentar bater o controle, né? e entra na estratégia que a Bruna falou, que a estratégia é justamente essa. Eu analiso um padrão, daí eu replico esse padrão e eu tento encontrar um novo
padrão. >> Então é sempre esse jogo de proporção entre identificar o padrão, colocar o padrão para rodar, pegar novas coisas a partir do que a gente entende sobre o público. Aonde é que acha isso? No orgânico. Então a gente não precisa Criar. Ah, copyright é criativo. Eu sou zero criativa, eu sou boa de identificar padrão. >> Então eu vou no orgânico e identifico uma nova trend. Cara, por que que essa trend funcionou? O que que eles estão querendo saber? Como que eu posso pegar essa trend e colocar dentro do meu criativo para disfarçar aquela venda,
porque é o principal, né? Disfarçar a venda. >> E se você consegue lançar esse novo Padrão, você sai na frente e arrebenta, né? Porque uma coisa é replicar padrões. Agora quando você consegue criar um ali, é absurdo. Criativo que eu mais que eu mais vendi foi isso. Eu vi uma coisa que tava funcionando no orgânico, peguei todos os padrões do que tava funcionando e falei: "Vou pegar esse tempero aqui, vou colocar nisso aqui, pode ser que dê certo". E aí foi uma loucura. Engraçado, comigo também foi a mesma coisa. O criativo, o meu primeiro criativo
que Fez 1 milhão dia em menos de 24 horas, ele tinha um novo formato que ninguém ainda tava explorando. E eu achei esse formato no orgânico. Ele tinha, lógico, um contexto, né, com o com o tema ali do criativo, com o nicho do criativo. E aí foi onde deu muito certo. Então você, digamos assim, você surfa uma onda que ninguém tá surfando ainda, até porque o Facebook é leilão, né? Então, quando tu começa ali com aquele formato que foi o SMR que tu até trouxe, cara, era uma Loucura. Foram 30 dias, 1 milhão todo dia.
>> Ó, eh, >> loucura demais. >> A gente vai, sem sombra de dúvidas, tá, entrar nessa parte de estratégia. E, pessoal, vocês viram como o meu trabalho tá fácil, cara, agora com esse negócio do mesa redonda assim, eu não não faço mais nada, mano. Só chego aqui, olho para vocês e falo bem-vindos ao podcast. Segue a vida. É só contratar o estúdio Aqui, pessoal, e deixar as pessoas falar. Eh, cara, ó, a gente já vai falar de tudo, sei que vocês falaram, tá? Eu já anotei aqui, só que tem uma coisa assim que eu que
eu não entendi que daí eu quero entender um pouco mais, tá? Porque vocês falaram assim, ou pelo menos tu falou, cara, pra pessoa ficar boa, ela precisa ler muitos anúncios e começar a identificar padrão, né? >> Beleza. Eh, porém, pra gente ler os Anúncios, eu preciso ter os anúncios. >> Perfeito. >> E antes de e além disso, né, não basta só ter anúncios, tem que ter anúncios. Bons, porque senão tu vai botar um monte de padrão ruim na tua cabeça e vai fazer o contrário, né? Tipo, ah, não, olha só, isso aqui, esses anúncios aqui
são muito, tipo, ah, tem isso aqui, mas é tudo uma merda que não funcionou. >> Aí, beleza. Eh, como que eu acho isso? Anúncios bons para eu conseguir daí ler Todo dia e aí identificar os padrões e aí ficar eh melhor? >> Cara, hoje tá muito fácil. Quando eu comecei no mercado não era tão fácil. Hoje tem swipe, paga R$ 200, tudo na mão. Ou então tu pega o teu Instagram e coloca uma VPN e começa a lidar com aquilo ali e >> consumindo conteúdo vai chegar ou então chega na biblioteca de anúncio e normalmente
quando a gente tem uma oferta escalada todo mundo sabe que o Nosso mercado não é uma coisa tão grande assim. Então, todo, por exemplo, a do Artur Pink Sal, era só chegar na biblioteca e colocar Pink Sal, vários anúncios, tá? Como é que eu vou saber que o anúncio é bom quando o anúncio é ruim? Vai naquela biblioteca. As bibliotecas também, eu acho que nós sabemos de quem são as bibliotecas. Então você vai pegando, é, >> vocês sabem das empresas grandes, né? das empresas grandes. Exatamente. Tem Como mapear milhares e milhares de >> Não, não
tem, mas dá para entender. E aí tem aquele anúncio no YouTube que ele tem mais visualizações, mas enfim, fazer o spy tá ali no mercado todo dia e aí chega com amigo, troca ideia, tu ah, tu viu esse anúncio aqui e aí quando tu vê vai entendendo sobre o mercado. É parecido com prova do Enem. Pode ter 1000 aulas de física. Se você não pega ali para fazer e realmente pensar sobre aquilo, não tem como. Tu é viver o Mercado, é largar tudo, botar a cabeça e você vai ter acesso. Então, seria essa minha resposta
>> na teoria do marketing direto. Eh, porque esse negócio aí de analisar COPS que funcionam, isso é uma coisa extremamente antiga, >> certo? >> Papo de 100 anos atrás, tá? >> Sim. E aí na teoria do marketing direto tem alguns critérios que o pessoal usa. Então geralmente um deles, tá, é o tempo Que o anúncio tá no ar. >> Uhum. >> Então se um anúncio ele tá rodando há um ano, ele tem mais chances de ser um anúncio bom se ele foi, se ele tá rodando há um dia. >> Eh, a quantidade de dinheiro que
foi gasta no anúncio, então seria um anúncio que ele tem muito engajamento ou muitas cópias, tá? >> Sim. eh lá lá no na fer na biblioteca de Anúncios, a tendência é ele ter também ele ser um anúncio validado, porque a pessoa tá trabalhando com ele. >> E eu digo isso porque e esses critérios eu acho eles bem interessantes, tá? Só que hoje em dia, como eu falei para vocês, eu não tô mais no game. Vocês usam esses critérios assim também para analisar? Porque >> sim, >> é >> quando a gente abre uma biblioteca de Anúncio
e aí tem vários inícios diferentes pro mesmo corpo, >> você já viu que uma variação ali, >> pô, se a pessoa gastou energia fazendo variação para um anúncio, possivelmente é porque que aquele anúncio trouxe resultado. Se trouxe resultado, ele é passível de ser analisado. Então, basicamente é isso. >> No caso, se tu vê então eh só explicando o pessoal que que não entendeu, tá? Daí eu vou eh enfim, vou vou repetir o que Tu falou. Uhum. Se um anúncio ele tem muitos começos diferentes, muitos ângulos, variações, >> a pessoa gastou tempo para otimizar ele. >>
Isso. >> Logo anúncio bom, porque se ele fosse ruim nem seria otimizado em primeiro lugar. >> Exatamente. >> Isso aqui, ó, faz tiro, pessoal. Só uma boa. >> Mas eu acho que assim, o o que a gente Mais analisa lá na empresa quando a gente vai fazer mineração em biblioteca de anúncio, é justamente isso que você falou, há quanto tempo esse criativo tá ativo >> e quantas duplicações ele tem ali. Você vê um criativo ele que tem 900 campanhas ativas. É, e em nível de escala assim, eh, puxando esses critérios, eu, o que que eu
olho hoje? A minha principal ferramenta de spy é biblioteca de anúncios, até porque ela não tem delay, Né? Ela não tem aquele tempo de atraso. >> Ã, então se você sobe o criativo, o gestor de tráfego, ele subiu o criativo ontem, ele já vai aparecer no outro dia na biblioteca de anúncios no Metaedads. Ã, uso também o Deep Tub, que é uma ferramenta muito boa, mas infelizmente, né, tem esse delayzinho, no entanto, ã, dá para achar muita coisa boa. E critérios, o que que eu olho para saber se um criativo ele é um criativo em
potencial ou não? Ah, primeira coisa, o Número de dias que ele tá, né, rodando ali. Então, a partir de 5 dias, eu já considero que ele é um criativo em potencial a partir de 5 dias. Antes disso, eu não considero. Por quê? Porque pode ser um teste de criativo, um teste de criativo, uma pré-escala, alguma coisa nesse sentido. Então, acima de 5 dias eu já começo a olhar para ele. Ã, em segundo lugar, o número de variações. Então, o criativo ele tem ali acima de 10 de de variações, não, de desculpa, de Cópia, acima de
10 cópias naquele criativo, 10, 15 também já é um criativo em potencial. eu começo a olhar para ele. E aí em terceiro lugar a questão que a Luía falou em variações. Às vezes ele tem o mesmo corpo, só que ele tem muitas variações, tanto variações a nível de edição, tanto variações a nível de COP. Então esse é um criativo muito que tem muito potencial para ser baixado e analisado. E uma coisa que a gente falou um dia desses é que a gente olha Empresas diferentes, de bibliotecas diferentes usando a mesma estrutura de COP. Então a
gente olha para aquela estrutura de COP depois de analisar e fala assim: "Cara, o que é que tem aqui? Que duas empresas diferentes com avatares diferentes, com estratégias diferentes, era tudo diferente, mas tem alguma coisa similar ali que a gente identifica que fez com que os dois anúncios dessem certo. E aí entra muito nesse processo de análise de padrão. >> Uhum. Uhum. >> Mas basicamente seria isso. >> Entendi. Tá. Maravilha. Eh, eu queria saber agora, tá? trocando, passando pro próximo tópico. E daí eu queria fazer a pergunta para você, pra Luía, antes da viagem aí,
tá achando que que é só viajar a vida? Tem que gerar um conteúdo. É, então tem que trabalhar também. >> Eh, cara, como que é o teu processo? Aliás, qual que é a primeira coisa que Tu faz quando tu vai escrever um anúncio? Tá? A primeira coisa que eu faço é justamente o que a gente estava falando, que é identificar padrão no mercado. Então eu vou pra biblioteca e passo ali uma, duas horas identificando o padrão e analisando, buscando novos argumentos, novos jeitos de dizer a coisa. Eh, um dia desse eu vi um criativo que
no meio do criativo ele já colocava o CTA. E aí eu parei para pensar, falei assim: "Pô, Que interessante, talvez realmente a retenção média daquela operação seja um minuto". E o cara encaixou um CTA ali porque ele queria trazer, já que o CTA não tava chegando, não tava dando tempo. Então eu vou identificando essas coisas e aí é como eu vou enchendo o meu cérebro de informação e aí depois eu vou para orgânico para entender, tá beleza, tá acontecendo um padrão no pago, esse padrão tá dentro do orgânico porque a principal função de um anúncio
para mim É o entretenimento. é fazer a pessoa est ali porque ela quer tá ali, não porque, enfim, a gente tá precisando prometer mundos e fundos de coisas que não vão acontecer porque ela tá não, ela tá achando legal, tá ali a atriz ou então o lipsink tá desenvolvendo uma coisa legal e a pessoa tá intertida. Então eu olho primeiro o pago, depois eu olho o orgânico. A partir disso eu vou identificar bigas que funciona no mercado. Então pr emagrecimento, o Segredo das celebridades é uma bigidia super validada. E aí eu pego e começo a
identificar, pô, tem cinco anúncios que estão batendo nessa bigadia, então essa é uma bigadia que eu vou abordar. Como que eu vou abordar essa bigadia? E aí entra da identificação de padrão que eu fiz. Eu notei que eu tive, eu analisei 20 anúncios. Desse 20, desses 20, 15 era uma mulher na cozinha com ingredientes. Eu vou pegar aqueles padrões e vou colocar numa bigadia e vou fazendo Várias análises combinatórias. Então eu pego esses elementos que eu identifiquei de padrão e aí eu vou brifando. Minha leva número um vai ter três bigadias, três formatos diferentes. Eu
vou começar com essa estrutura invisível e aí a partir disso eu vou montando a o como se fosse um Lego. Vou encaixando peça sobre peça, faço esse brief e aí depois disso a COP, não sei se vocês têm isso também, mas depois que eu tomo essas decisões, eu simplesmente escrevo. Eu não tenho Tanto aquela coisa de ficar, ah, não vou colocar essa palavra ou então essa palavra é uma conversa, como a gente falou. Então eu tento conversar com a pessoa que tá ali. Mas basicamente meu processo se resume é isso. >> Bem resumido, hein? Porque
tu falou um monte de coisa aí que eu que a gente tem que explicar agora, pessoal. Aí tu falou que tu falou que tem uma coisa que é a bigidia, tá? >> Isso >> para para quem não sabe o que que é bigadidia, >> é como que tu explicaria isso aí? Porque nem eu sei explicar direito, tá? Esse negócio aí. Big ideia é a única coisa que faz a pessoa tá ali. Quando a gente tá na rede social, nosso cérebro todo o tempo tá pensando: "Eu fico ou eu passo? Eu fico ou eu passo?" Então,
a Bigaidia eh isso hoje, né? a gente fala de de rede social, mas antigamente a Bigadia ela entrava nas cartas nas cartas de Venda e aí tava ali presente nas headlines, mas quando você vai ver um conteúdo, tem uma coisa central que tá te tá te prendendo ali e que não tem para onde correr. Então, pô, o cara vai ver um anúncio. Por mais que a gente fale uma série de coisas naquele anúncio, tem uma única coisa que tá aprendendo aquela pessoa. No caso do exemplo que eu dei, o segredo das celebridades. Essa eu tô
trazendo porque é a mais fácil de todas. A mulher, ela Não tá ali por conta das promessas, dos benefícios, de tudo. Ela quer saber qual o segredo das celebridades. As promessas, os benefícios, eh, e contra as objeções, vão ser coisas que vão fazer eh aquilo ali ter mais eficiência ou não. Mas é aquele comportamento padrão do usuário. Quando a gente tá na rede social, a gente olha para um anúncio ou então a gente olha para um conteúdo orgânico, em 3 segundos a gente já entende se a gente quer continuar Naquele vídeo ou se a gente
quer até menos de 3 segundos. Eu tô aqui no Instagram, eu olho, eu já sei se eu quero ficar ou não, porque o meu cérebro já identificou a mensagem central e já entendeu se ele quer ou não ver aquilo ali. Então, a bigadia é isso, é a mensagem central daquele anúncio. >> Uhum. Eh, vocês concordam que a gente poderia talvez definir ou dizer que a Big ID é como se fosse a roupa que os benefícios Eles usam, porque o mesmo benefício ele pode se vestir de várias maneiras. Aí uma dessas maneiras de tu apresentar ele
seria falando do segredo das celebridades. Ou tu poderia apresentar, sei lá, como uma descoberta ou como uma outra coisa, mas no fim é uma desculpa para contar para pessoas os benefícios. Será que será que seria isso? Não, >> não sei. Eu acho que seria o contrário. >> Como assim? >> Eu acho que, por exemplo, se a gente Fosse trazer essa analogia de roupa ou não, a bigadia seria tu e o benefício teria seria a tua jaqueta. Então não importa se a tua jaqueta tá aqui ou não. Se tu tivesse aqui sem a jaqueta, a gente
estaria com o mesmo podcast. >> Então a big ela é essencial. A jaqueta, que no caso é o benefício, não. >> Então eu trocaria. >> Hum. E o que que tu acha sobre isso? >> Olha, eh, Big ideia, né? Eu acho que o Que muit das pessoas e conhecem no nosso mercado é que a Big ID é meio que como se fosse comparado ao ângulo do anúncio. Ele é o tema central. É tipo, é como se fosse uma fonte de água, é de onde tudo vai nascer. Então, se eu escolho falar sobre segredo das celebridades,
eh, no nicho de emagrecimento ou no nicho de rejuvenecimento, aquilo ali é a minha bigide e é como se fosse o meu ângulo central. Todo o anúncio vai girar em torno daquilo ali. Aí eu só vou vir com Os principais elementos, a promessa, o CTA, os benefícios e tudo vai girar em torno dessa bigidea. >> Uhum. E no >> eu já acho que o ângulo é uma forma de falar a big. Porque eu posso falar dos segredos das celebridades, eu posso usar o ângulo contrário. Eu posso falar dos segredos das celebridades e falar em promessa.
Então, bigadia, o ângulo ele para mim ele entra ali como uma forma de mostrar. Por isso que quando a gente varia um ângulo de um anúncio, ele tem tanta capacidade, porque tu tá pegando aquela coisa que já funciona e mostrando de uma nova forma, como formato também, né? Só que o ângulo ele atua em psicologia e o formato ele atua também em psicologia porque não tem como separar, mas é muito mais visual. Então a pessoa para ali, ela olha e ela decide se ela quer ficar ou não. E aí vem a psicologia do ângulo que
tenta prender ela ali, mas tudo em Torno de uma bigadia. >> Então para mim seria >> seria isso. >> Tu tens algum alguma definição referente a esse negócio da bigadia do anúncio aí também? Não, eu eu concordo com o que as meninas falaram, principalmente com o que a que a Luía falou, mas assim, eu acho que sim, a Bigid ela é fundamental ali, é vai ser o tema central ali do seu anúncio, só que ao mesmo tempo, e aí eu vou discordar de você respeitosamente, >> não pode, >> porque eu acho que se, eh, cara,
os benefícios, se você não vender naquele criativo um benefício que seja algo novo para ela, algo mais fácil, algo mais prático, mais barato, Se aquilo ali não tiver no seu criativo, não adianta você colocar uma bigadia já, né, assim, validada, sem colocar um benefício que realmente faça sentido pra pessoa parar ali e querer clicar e Entrar na sua VSL, sabe? >> Então eu acho que sim, a Bigadidia tá ali, às vezes a gente escreve até sem ver porque é num processo muito automático, né? >> Verdade. >> Mas essa questão do benefício para mim é uma
coisa que que é forte assim, que tem que importa, sabe? Que é fundamental também. Eu sempre na minha cabeça, tá? A Big ID é mais um motivo pelo qual a pessoa vai clicar para ver o teu Conteúdo. E geralmente é um é um é um benefício de curiosidade, geralmente é uma coisa interessante. Isso. E aí que é uma coisa que >> se a pessoa ela poderia clicar eh para ver aquilo ali mesmo que ela não fosse do mercado. Tinha uma que eu criei há um tempo atrás que era que era uma advertorial. Há um tempo
atrás, não, sei lá, 8 anos, não sei, faz tempinho. É, vocês nem eram não nascidas, não. Brincadeira. Eh, mas era sobre uma mulher que foi presa. Aí, cara, a mulher foi presa por emagrecer. Não, que [ __ ] é essa, velho? Como que alguém é preso por emagrecer? >> Vamos usar isso aí. >> E daí? E cara, isso é muito curioso assim. Então, eh, e mesmo se a pessoa não tivesse no mercado de emagrecimento, ela pensar como que essa pessoa foi presa por emagrecer, que [ __ ] >> E aí quando tu mistura isso, essa
ideia interessante com um benefício, >> aí aí vira esse vira esse combo. >> É, exatamente, >> né? A minha concepção é essa, mas cara, pensa num num termo que é difícil de definir, tá? Esse negócio da bigadia. Eh, as pessoas têm muita dificuldade. Até hoje eu não sei direito, tá? Tem gente que fala esse negócio aí da brigadia que não, que o Ângulo é Madrid de falar brigadia, não sei o quê. Cara, Eu só excluí brigadia da minha vida. Acabou, não tem mais isso aí, não uso mais. >> Eu trouxe porque todo mundo excluía. >>
Aí eu pensei assim, cara, >> não sei, esses caras antigos aí, esses caras sempre falaram sobre bigadia, existe algo por trás. E aí eu comecei a refletir. Então, antes de dormir, eu ficava, cara, que que é bigadinha? Por que que as pessoas clicam no anúncio? Porque que todos os meus alunos que eu Falo da mesma coisa validam? >> Pô, eu deveria ter te contratado, cara. Ia ter muito mais dinheiro hoje. Vacilei. Moleque. Aproveita aí a lei Luca pessoal. É, aliás, eu a Luca, tá, pessoal, tem um podcast que conheço também, são os donos do grupo
Six, vai aparecer aí na tela, que é o pessoal lá na empresa que a Luía trabalha. Então, enfim, quem quiser aprender um pouco mais. Mas, cara, a segunda coisa que tu citou, tá, foi estrutura invisível. >> Tu usou esse termo? usei. >> Eh, pras pessoas aí que não sabem o que que é estrutura invisível, o que que é isso? Explica aí. >> Eu aprendi esse termo com Vacuda, que é um cara muito muito muito bom de COP. E aí quando ele explicou isso, para mim abriu um leque de possibilidades. Porque o que que é uma
estrutura invisível? Quando você tá escrevendo uma COP ou qualquer texto argumentativo, você tá colocando frases que querem induzir Alguma coisa. Então, cada frase é um bloco de argumentação psicológica para induzir um pensamento e fazer aquela pessoa chegar à conclusão que tu quer que ela chegue. O DK chama isso na no marketing teses de gradualização. Provavelmente ele aprendeu com algum desses caras grandes aí que eu não vou lembrar quem. >> Codin Fortes. >> Pronto, esse cara mesmo. E aí é estrutura invisível. Exatamente isso, Cara. Beleza. Eu falei aqui do meu do meu hook numa bigadia. Depois
disso, eu vou falar o quê? Vou falar uma prova. Eu vou combater uma objeção. Eu eu fiz uma promessa tão forte que precisa que eu combata logo com ceticismo. Então eu vou falar alguma coisa que tire aquela armadura que a pessoa tá roubando. Então eu vou calculando uma coisa como um jogo de xadrez. Eu faço um movimento pensando no movimento que o adversário vai fazer e já pensando em como que eu vou trazer Aquilo ali. Então é basicamente isso. A estrutura invisível é: "Pô, vou começar com uma prova, depois dessa prova eu posso então trazer
um benefício, porque eu já aprovei, a pessoa tá mais aberta a pegar o meu benefício. Ah, depois do benefício é bom eu trazer o quê? Uma segunda prova, porque eu trouxe um benefício bem fora do comum. Então essa estrutura é a sequência lógica argumentativa que tu vai colocando ali. E aí acho que essa essa assim eu Respondo, né? Eu preciso explicar mais. >> Não responde. Acho que sim. >> Não. Perfeito. Então >> eh a não ser que tu queira falar mais. Para mim o trabalho para mim é melhor, né, pessoal? Porque daí em vez de
eu f eu ficar falando, falando. >> Tá. É, o que eu posso falar mais sobre isso é que dentro dessa estrutura invisível, que é uma coisa que eu e a Bruna a gente faz, que a gente troca muita ideia sobre isso, é que dá para Variar essa estrutura e ter várias variantes de uma mesma bigadia. Então, pô, eu validei uma bigadia ali e eu validei com uma estrutura invisível, eu olho para aquilo ali e falo: "Tá, isso aqui funciona". Como, como que isso aqui pode ficar melhor? Se eu trouxe uma promessa e combatir o ceticismo,
imagina se em vez de uma promessa e combater o ceticismo, eu boto uma prova. Já é uma variante daquilo ali passiva de ser validada e de me trazer dinheiro. E aí Eu vou variando e fazendo essa análise combinatória e isso aumenta muito a assertividade porque eu não preciso variar demais. Eu vou variando dentro do que já funciona e extraindo o máximo de uma coisa que eu já sei que me traz resultado. >> Uhum. E isso aí faz com que uma escala de um criativo acertado vire 15 criativos acertados e a proporção de ser gigantesca. Tá,
deixa eu ver se eu entendi, tá? Porque eu não sei se eu Entendi 100%. Mas eh antes disso, [ __ ] mano, vocês são boa mesmo, hein? Vocês são boas mesmo. [ __ ] que loucura. Essa parada aí que tu falou agora é muito avançado, né? >> Eu demorei muito tempo para entender isso aí, mas muito, muito, muito, muito. Pessoal, isso aqui é avançado, avançadíssimo, tá? O V era a mesma coisa, só que em vez de ser, sei lá, 500 palavras aí é 8000, entendeu? >> Exato. >> Mas é exatamente isso daí, cara. E é
uma arte, entendeu? >> Mas deixa eu ver se eu entendi, então, tá? Eh, a primeira coisa que tu faz é a pesquisa e aí tu falou lá que tu vai no tráfego pago, depois tu falou do orgânico, eu já esqueci aquilo lá, mas eu vou perguntar depois sobre isso. E aí tu falou que tu olha essa estrutura invisível. Isso. >> E daí essa estrutura invisível Essencialmente é a ordem que os argumentos foram colocados. Exatamente. >> Isso em outros anúncios que estão rodando, estão lá escalados, correto? >> Exatamente. Perfeito. >> Tá? E aí essa estrutura aqui
que tu achou, essa ordem dos argumentos, é essa fórmula de COP que tu vai usar pros teus anúncios. >> Sim. E aí o que tu vai variar são os elementos dentro daquela fórmula ali. Então, por exemplo, a pessoa começa com Uma promessa, depois elemento de prova, depois, sei lá, alguma coisa com curiosidade, depois mais promessa, mais prova. E daí o que tu vai variar vai ser esse elemento de prova. Tipo, ah, isso aqui é aqui ele colocou um estudo científico, vou botar uma demonstração ou um depoimento ou não sei o quê. >> Também olha, olha
o tanto de variável. Eu posso manter a estrutura invisível e variar os elementos dentro. quanto eu posso manter os elementos dentro e Variar a estrutura invisível, >> sem dúvida. >> Então são muitos leques ali, por isso que eu não sei, eu acho, não sei se tu faz isso, mas sempre que eu escrevo, eu tenho um caderninho ou um doc e aí eu vou anúncio, anúncio um, bigadia x, estrutura invisível, faço ali uma sequência. O que que eu quero testar aqui? Qual que é a pergunta que eu quero responder? que antes de escrever sempre tem uma
pergunta que eu quero responder. Esse formato aqui ele é validado? Beleza? Quero saber essa pergunta. Como é que eu faço para saber se esse formato é validado? Eu vou trazer vários ângulos dentro de uma bigia com várias estruturas e vou trazer o maior leque de possibilidades para aquele formato. Se nada validar o não, eu já eu tenho daquilo ali. Para que que eu vou fazer uma segunda leva com outro formato? Não tem porquê. Então, as pessoas elas têm muita sede na validação e pouca sede no Conhecimento do público para o que funciona na oferta. Eu
sou o contrário. Eu quero saber o que funciona porque a validação vai vir. Eu não me preocupo se eu vou validar ou não, porque quanto mais informação eu tenho, mais fácil vai ser de validar, porque o meu leque que era gigantesco, vai afunilando e vai ter uma hora que eu vou ter tantas respostas, ah, eu sei que é esse formato, eu sei que é esse ângulo, eu sei que é essa estrutura invisível, vai Ter uma hora que vai chegar. Então eu acho que a mentalidade das pessoas escrevendo é muito na sorte. Vou escrever isso aqui,
pá, pá, pá, fiz uma leva, ah, será que vai validar? Não, eu não trabalho assim. Eu não conseguiria colocar o meu futuro na sorte. Eu precisaria de um método realmente documentado ali para eu entender. Tanto que eu até zoava com meu gestor de tráfego, o Lucas, que eu falava >> Lucas Reg, >> não, o Lucas Peixoto. >> Ah, tá. Isso eu não conheço. >> Ele é muito brabo também. Abraço aí pro Lucas, então. >> Abraço pro Lucas, que ele é, eu não teria escalado tanto sem ele. Então, Lucas, valeu. Eh, eu falava assim, essa leva
três vão validar. Ele que é isso, Luí? Tá se achando demais. Eu falei, escuta aí o que eu tô te falando. Aí a gente subia e tudo mais, validava ele, pô, tu é [ __ ] Mas por isso não era sorte. Eu realmente já tinha várias perguntas respondidas que me levavam a uma resposta. Então, não é sorte para mim. COP e a Bruna é muito parecida comigo. Concordo. Eu acho que COP, ã, é uma, é uma matemática. E quando você entende todos esses fundamentos, você cria uma obra de arte que vai te dar muito Rium.
>> Então, é justamente isso que a Luía falou, por exemplo, ã, fazendo a pesquisa, fazendo muito spy todos os Dias, beleza? você vai conseguir encontrar padrões e dentro desses padrões eles se classificam entre eles. Tem uns ah alguns padrões que são melhores, padrões de ângulos, de formatos, que se você usar em qualquer outra leva de anúncios, a probabilidade, as chances daquilo daquilo ali validar são muito maiores. Então, o meu jogo de anúncios não é só escrita, ele é um jogo matemático. É por isso que eu que a gente entrou o podcast falando assim: "Ai, é
por que que você acha que você deu tão certo no mercado em tão pouco tempo?" Por conta de estratégias, entende? Essas estratégias é justamente isso, é analisar padrões, analisar estruturas invisíveis. E aí você, quando você junta tudo isso, você só vai tomando as decisões de, ah, eu vou usar isso em qual momento? Aqui é o momento mais ideal nessa leva. Como que tá a oferta agora? Tá escalando pouco? Tá escalando muito? média, o que que a Gente quer? Então, a gente vai fazendo essas combinações, entende? >> É, porque muita gente fala assim: "Ah, o jogo
do criativo é um jogo de volume e de fato é". Mas assim, e aí você vai ficar colocando criativo para jogo sem nenhuma estratégia, né? sem entender seu público. >> Cara, a coisa que eu mais que eu falo que eu mais gasto tempo e não é nem perder tempo, é gastar tempo, é realmente entendendo o meu público, Entendendo o que naquele momento ele tá procurando no orgânico, o que ele, o que tá, o que tem milhões de visualizações ali, por que aquilo funciona. Eu pego muito na íntegra. Às vezes a o a maioria dos meus
hooks que escalaram sete dígitos por dia são hooks na íntegra de um um corte de um vídeo no Instagram com 24 milhões de visualizações, porque se aquilo chamou a atenção da pessoa lá, vai chamar aqui no tráfego pago também. Uhum. >> Sabe? Então e isso é entender o seu público, o que que seu público tá consumindo, o que que ele gostaria de ver, porque ninguém tá ali no Instagram, no Facebook querendo comprar, né? né? Tá todo mundo se divertindo. Isso é um anúncio, de alguma forma tem que ser sedutor a ponto da pessoa parar, assistir,
clicar e assistir ainda uma VSL de 40 minutos, 50 minutos, >> entendeu? E é o que a gente tava falando hoje. Você começa o, eu tem muita gente Que fala assim: "Ah, eu acho que a VSL é mais importante que criativo". Cara, eu não acho. Eu acho que VSL é tão importante quanto criativo. Você começa, a sua primeira venda, você faz ali no criativo. Você compra a atenção da pessoa, leva ela pra sua VSL. E se você não conseguir fazer isso, não adianta te dar uma oferta validada na mão. Se você não tiver bons criativos,
você não vai extrair nada dessa VCL, sabe? Aí eu acho que as pessoas não dão uma devida Importância para criativo. >> E é o que também não colocar, eh, todo mundo começa o criativo falando, né? Normal. >> Uhum. >> O que que eu pensei? Falei assim: "Cara, tá todo mundo falando e se eu começar só fazendo a receita >> e colocar um SMR?" Imagina a curiosidade, a pessoa, eu não vou dizer nada para ela, ela vai, tá, mas o que que ela tá fazendo? aonde que isso aqui Quer levar. Então, eu passei 20 segundos da
atriz colocando várias coisas e fazendo vários sons. E nos comentários eh tinha eu não consigo parar de assistir porque é muito mais sobre o que não colocar do que o que colocar. E aí para tomar essa decisão, eu uso a premissa de isso aqui vai tirar a cara de que vai traz, na verdade vai trazer o a de anúncio. Eu não coloco. Teve muito anúncio meu que não tinha CTA, que eu falava assim: "Se eu botar um CTA aqui, Eu vou estragar esse anúncio e eu não quero estragar meu anúncio, pô, ficou tão bonitinho, eu
tive tanto trabalho ali." E aí eu pôs CTA aqui, não tá combinando como é que ela tá tendo esse envolvimento todo e chega, clica no botão, vou anunciar a live funcionava. Então é uma coisa que ninguém pensa, não é sobre o que colocar. São tantas informações no mercado, é promessa, é benefício, é ângulo, que a pessoa olha pro anúncio e ela não pensa na Possibilidade de que não precisa ter tudo aquilo. >> Ela aquela aquela aquele conteúdo, ele precisa aprender e levar para um lugar. Não precisa ter uma, uma explicação gigantesca de um mecanismo do
problema. Às vezes não precisa, é muito mais sobre o que não colocar, porque a sedução, que foi o termo que tu usou, ela tá muito mais no imaginário do que a pessoa tá pensando do que do que a gente fala. E a sedução ela ela cresce nisso, >> em fazer a pessoa plantar expectativas, porque quando ela clica no botão, ela tá com uma expectativa. Então é muito mais sobre a curiosidade que você gerou para ela chegar em algum lugar do que propriamente sobre todas as informações que você trouxe. E isso eu acho que ninguém fala,
ninguém fala. É uma coisa que eu queria trazer aqui, porque todo mundo, ah, tem que ter isso, tem que ter aquilo, cara. Mas tá legal o anúncio, assiste o anúncio, tá interessante, você Tá presa naquilo ali, é um conteúdo que vai viralizar na rede? Pô, se não for, não pode. >> É, não adianta. Você pode colocar tudo ali que não vai funcionar. >> Tá conversando com o seu público, né? Ele tá interagindo com você. que é por isso que às vezes o CTA nem sempre ele cabe no anúncio, porque aquela questão que a gente tava
conversando no off e o anúncio para ele ser bom, ele precisa ser uma conversa legal. E uma conversa Legal é o conteúdo por trás, né, que a gente entrega. Então é isso, é uma conversa como se você tivesse conversando com a outra pessoa e aí você gerou a curiosidade ali, aguou, né, a pessoa para vender a a visualização da sua VSL. É, eu acho que não só o que a gente escreve também, né? Porque aqui a gente tá falando muito de COP, do que que do que que tem que ter, do que que não precisa
ter, mas cara, o formato é uma das coisas mais fundamentais. >> Mais fundamentais, >> tá? Pera aí. A gente já vai entrar nesse negócio aí do do formato do resto. E cara, eu tinha outra coisa para perguntar, mas que que [ __ ] é essa de de não ter CTA no criativo? Como assim? Que o que que isso quer dizer? Tipo, não tem CTA, é um um vídeo e acabou. >> E as pessoas clicam dali voluntariamente? >> Clicam. Cara, isso é muito doido. Mas o CTR ele é menor. >> Hum. Não necessariamente. Não necessariamente. >>
Mas vocês conseguem me dar um exemplo assim para eu poder visualizar na minha cabeça o que que é isso? O que que é um criativo sem CTA? >> Cara, é um criativo que ele traz uma coisa curiosa, mas ele não necessariamente induz a uma ação. Só que ele é tão curioso que a pessoa olha e quer clicar. Por isso que é tão poderoso, porque quando tu tá induzindo, Eh, tipo, ah, pega esse copo, coloca aqui, mas imagina fazer a pessoa querer pegar o copo e colocar, ela entra naquela VSL muito mais disposta, porque ela é
que tomou a decisão. >> Uhum. Se não forçou ela. Fazendo uma analogia pro pessoal entender. Um anúncio sem CTA é como se ele fosse um episódio de uma novela na televisão. É a o episódio da novela, ele não tem um CTA no final e fala assim: "Ai, amanhã Você vai assistir o próximo capítulo". Não, a novela ela termina com algo muito curioso. Eh, você deixou uma expectativa tão grande ali que você não precisa fazer um CTA na pessoa e ela assiste por livro espontâneo à vontade no outro dia. No outro dia ela tá ali para
assistir. É a mesma questão do anúncio. A pessoa vai tocar ali em algum lugar porque ela quer saber qual é a próxima fase. >> Uhum. >> E aí em vez de terminar com uma ação, Termina com uma curiosidade, com uma promessa, não falando alguma coisa. E aí ela se obriga a clicar. E aí o poder disso é muito maior, ao meu ver, porque ela que tomou a decisão. >> É isso. Sem dúvida. Isso é uma coisa que eu nunca vi muito interessante. Eh, porque eu até fiquei pensando, cara, como que a pessoa vai saber que
tem alguma alguma coisa para clicar em primeiro lugar, sabe? E daí, tipo, sei lá, às vezes eu fico pensando o quanto Que as pessoas sabem, mas enfim. >> Mas é isso aí, o Facebook resolve porque aparece lá o saiba mais. >> Exatamente. É, aparece. É, sem dúvida. Daí, mas enfim, cara. que eu já vi assim de acontecer de gente clicar em botão. É só tu ver, coloca lá no teu opção uma assinatura lá e coloca bem grande em vermelho. É uma assinatura. >> A pessoa vai clicar, >> cara, que vai ter de low clicando lá,
sabe? Tipo, se tu não falar, os caras Não fazem, velho. >> Então eu fiquei impression impressionado assim que, pô, não tem CTA e os caras mesmo assim clicam, sabe? Isso é muito interessante. Eh, mas cara, então assim, ó, pelo que eu entendi, tá, eu perguntei para ti qual que era a primeira coisa que tu faz quando tu vai criar anúncios. E pelo que eu entendi, tu começa a pesquisar o mercado para tu ter esse benchmark >> de coisas que estão funcionando agora. E Aí tu falou de bigidia, que seria daí sobre o que que o
anúncio vai falar, pelo que eu entendi. >> Depois tu falou de estrutura invisível, ou seja, qual que é o a ordem de argumento que aquela brigadia ali vai ter. >> E aí com isso tu vai tu vai eh ter pelo menos uma ideia de quais anúncios que eh estão funcionando agora. E aí tem uma ideia do que de como que o teu poderia ser para funcionar também. >> E aí a gente tem também para analisar isso, né? aqueles critérios lá que a Bruna Rodriguez falou sobre, ah, quanto tempo que ele tá rodando, tem variação ou
não tem? E, enfim, essas coisas. Só que depois, cara, tu falou que tu olha o orgânico também. >> Uhum. >> Eh, tu pode falar um pouco mais sobre isso? Para que que serve tu olhar o orgânico, sendo que em teoria tu já tem o que tu queria ali do do pago? Como que É feito isso? Eh, a Bruna Campolina aqui falou que ela vai e pega o celular de fato, fica ali mexendo, sabe? até que ela cortou um começo na íntegra de um vídeo viral. Daí eu queria entender um pouco mais do do de como
funciona esse negócio do orgânico aí no teu processo de pesquisa inicial, >> tá? Eh, quando eu olho pro pago, eu quero entender o que tá funcionando. Só que entender o que tá funcionando e replicar não necessariamente garante a Validação, porque tá todo mundo fazendo. Então, o que que eu preciso? Eu preciso da base. E aí, o que que o orgânico vai me dar? Ele vai me dar a arquitetura da minha casa. Então, é como se o pago me trouxesse a estrutura da minha casa. Eu sei que a minha casa vai ter um quarto, um banheiro,
o básico e no orgânico eu vou trazer a arquitetura. Então eu vou trazer a fachada diferente e a pessoa vai olhar para aquilo ali e ela vai ver de uma forma diferente. Porque acho que Todo mundo já sabe aqui que quando a gente tá ali no Instagram, a gente identifica quando é um anúncio. Só que tem anúncio que é tão bom que a gente vai identificar depois. E qual que é o nosso objetivo? fazer a pessoa identificar depois de a gente já ter plantado a curiosidade. Então, trazer isso do orgânico, ele vai trazer esse poder
da pessoa tirar a armadura que ela tá, porque ninguém quer ver um patrocinado, ninguém quer comprar nada, Tá todo mundo relaxando no Instagram, no YouTube. Então, quando eu trago um conteúdo orgânico, um formato do orgânico e mascaro a minha base ali, eu dou tempo para que a minha psicologia atue dentro da pessoa. Então, é meio que isso. Eu pego a base e tento trazer formas de mostrar aquilo ali. Essas formas podem ser em COP, então pode ser uma trend, um jeito de falar ou então um formato. A Bruna é muito boa de formato, então ela
sempre tá ali no na rede Social e isso é muito importante. Eu percebo que tudo tem isso, provavelmente também, que é de est na rede social analisando, tá? Isso aqui eu posso usar, isso aqui eu não posso usar, isso aqui eu posso usar, isso aqui não posso usar. Ah, isso aqui daria muito bom. A gente até criou um canal no Instagram que a gente fica se mandando, ó, essa essa essa esse jeito de falar, esse avatar, é esse formato, a forma como ela colocou. Então são várias coisas. Por quê? Porque A gente não quer que
pareça um anúncio. A gente não quer que cause o que o bif fala que é aquele efeito de dois caras numa moto, porque ali a gente já perdeu a pessoa. Então os dois entram nessa, >> dois caras numa moto. Esse muito bom, muito bom para brasileiro entender, né? >> Bom, é muito bom. Achei isso muito bom. Quando eu vi ele falando isso, eu falei: "Pô, o pior isso aí mesmo, >> cara. Eh, pelo que eu entendi, então tu procura, aliás, antes de eu fazer minha Pergunta, tá? Eh, explica pro pessoal aí que tá em casa
o que que é formato, >> tá? O formato para mim é a forma, mas assim o jeito de apresentar um conteúdo. Então, por exemplo, eh, o formato que a Bruna validou era, eu acredito que é esse, se não, se se eu tiver errado, tu me corrige, mas era um professor com um quadro explicando uma coisa. Podia ser um professor olhando pra câmera, só que ele tava com um quadro explicando uma coisa. Então, o formato é o jeito que eu Tô mostrando aquilo ali. É, foi isso, né, Bruna? Exatamente. O formato é basicamente é isso que
a Luía explicou. Ã, a gente tem um um áudio, né, uma mensagem de vendas e o formato ele é a embalagem, né? Como e a embalagem ela é responsável por apresentar o produto. Como que você vai apresentar o produto? Então, seria mais ou menos isso. >> Exatamente isso. E quando você consegue identificar formatos eh virais em no orgânico, A gente cria essa familiaridade. Quando a pessoa tá ali no Instagram, vê o seu anúncio, ela ela se sente familiarizada com aquilo, ela já tá habituada a ver aquilo ali e aí vem vem nesse ponto que você
falou, né? Ela vai demorar a perceber que aquilo é um anúncio e talvez até ela perceber se já conseguiu através da sua COP, >> já conseguiu gerar curiosidade, >> é, gerar curiosidade, fazer ela entrar na sua VSL, >> sabe? Então assim, sei lá, um formato e aí é é muito entender o seu público e entender o que que funciona para o seu público, porque a gente tá, né, tem diversas opções de nichos aí, mas por exemplo, quando a gente, hoje a gente não roda mais Brasil, mas no Brasil um formato que funcionava demais na época
pra gente era podcast, porque passava ali uma autoridade, porque as pessoas já estavam habituadas a assistir programas sobre emagrecimento em formato de Podcast. Bom, se essa pessoa tá no podcast, ela sabe o que ela tá falando, né? Ela é boa no que ela tá, no que ela, ela entende do que ela tá, tá falando ali. Eh, Estados Unidos a gente usa muito GC, né? Igual você falou, ah, uma mulher fazendo uma receitinha, manuseando ali o ingrediente que tá ali, vamos supor, você falou, sal rosa, uma pessoa fazendo uma coisa curiosa com sal rosa enquanto fala
numa cozinha, sabe? Isso e isso a gente, essas ideias todas Eu pelo menos tiro do orgânico, sabe? O que eu vejo ali que tá funcionando e tem muita coisa louca lá, né? tipo completamente fora do padrão assim que a gente fala: "Pô, isso aqui e eu acho que a gente vai ficando com olhar treinado, sabe? >> Chega uma hora que você olha e fala assim: "Cara, eu tenho certeza que isso aqui vai funcionar. Eu tenho certeza que se eu colocar esse hook aqui, por exemplo, no meu num num corpo meu Alivalidado, vai explodir, o hook
hate vai lá em cima e eu vou conseguir." Uhum. >> Sabe? >> Então, a >> Qual que é o qual qual existe algum critério que que vocês usam para fazer essa eh identificação? Ou seja, para tu saber que tu tá de fato treinado, por exemplo, uma coisa que eu faço, tá, que eu fazia, né? Eu já não faço mais. Mas, cara, eu eu não consigo dizer: "Ah, isso Aqui vai funcionar. Eu nunca tive nunca fui tão bem treinado assim quanto vocês, por exemplo." No entanto, eu percebo assim, cara, se isso aqui me chamou atenção, pode
ser que chame a atenção de outras pessoas também. E aí, aí é isso que eu uso. Fico ali, tipo, eu pego, eu uso o shorts do YouTube. Uhum. >> Sei lá por, tá? Eh, acho que o o Real no Instagram tem muita besteira e não não consegue entrar na minha cabeça. Muito viciante. O short do YouTube, ele é mais Bobinho, mas eu fico ali e tal e quando eu acho alguma coisa interessante, quando eu tava anunciando pro Veturb, né, que a gente teve um webinário, aí eu salvava aquilo ali, mandava lá pro num grupo que
eu tinha lá. E daí esse é o meu treinado, sabe? Eu basicamente vejo, cara, o que que me deixa curioso? Vocês têm alguma outra alguma outra algum critério, alguma outra coisa assim que que é esse treinado de vocês? >> Eu acho que sim, o número de Visualizações ele já diz muito, né? Se você pegar um criativo, um criativo, um vídeo no orgânico que tem milhões e milhões de visualizações, poxa, isso aqui tá chamando atenção. E não é só minha, é de muita gente, porque tem muita gente vendo esse vídeo. Então esse é o meu principal
critério. Assim, >> o meu também é o número de views e não só o número de views. Ah, porque às vezes só o número de views significa que aquilo foi muito curioso e às vezes só Curiosidade não se sustenta, mas é em contrapartida o número de views e o número de interações que aquele anúncio teve em relação a curtidas, a comentários, se aquele é conteúdo orgânico, aquele shorts, aquele res no TikTok, no YouTube, enfim, no Instagram e tem ah uma elevado número de e muitas curtidas e muitos comentários, o pessoal interage bem, significa que aquele
conteúdo agradou a grande massa, digamos assim. Então, eu sei que aquilo, A probabilidade, as chances daquilo dá certo no pago também. Se eu encaixar uma estrutura invisível legal ali, uma cópia interessante dentro daquele formato que tá viralizado, que o pessoal interagiu muito, a probabilidade de dar certo comigo também é muito grande. >> Uhum. E também se aquilo se repete, é muito raro a gente ver um vídeo viralizado de uma coisa quando é realmente boa. >> Você começa a ver, >> ah, você começa a ver vários daquilo. Então é, é o que eu falei, identificar padrão,
>> treinar ali, identificar o padrão. Pô, eu vi um vídeo viralizado >> da mulher fazendo um hack de gelo, por exemplo. >> Aí eu vejo o outro, aí eu vejo o outro. Pô, aquilo ali é interessante de fazer um hook visual. >> Uma estratégia que eu faço muito, que eu acredito que seja a mesma que vocês Fazem. Por exemplo, eu tô escrevendo uma, vou vou escrever uma VSL, o truque da banana e aí eu coloco lá TikTok banana viral. E aí, gente, aparece umas coisas que você fala: "Não é possível que isso aqui tenha tanta
visualização." >> Tipo a pessoa batendo uma bananinha num copo de vidro assim, uma bananinha de plástico aí fazendo tic tic tic tic tic. Aí você coloca ele no hook do seu criativo e ele valida e vende 1 milhão e meio diia. Aí você fala: "Caralho, como É que pode? >> Tu acabaste de criar o corte do podcast, tá? É esse aí, pessoal. Esse vai ser o corte do preview". Ó, Thagão, já pega isso aí, ó. Exatamente igual, não sei o quê. Pega a banana, tiki, 1 milhão de dia, [ __ ] Exatamente isso aí. Tem
um palavrão, não deveria, né? >> Ficar à vontade. Estamos aqui para isso. >> Ai, mas é exatamente, >> mas não é. E tem umas coisas muito loucas. É por isso, é igual você falou, Às vezes uma coisa que me chamou muita atenção, então eu acho que pode chamar atenção de outras pessoas. Cara, não necessariamente, porque tem umas coisas muito loucas que talvez não chamariam a sua atenção e estão chamando atenção de muita gente, tá chamando atenção do seu público, sabe? E a gente tem que tentar olhar ali com olhar, né? Cois aleatórias. O anúncio que
eu falei era atriz fazendo assim, ó. >> Ah, então eu já escalei um assim, tá? >> No Brasil isso aqui >> era. É, ah, não vou entregar o gancho, mas enfim. Era manuseando lá o que eu o que eu da minha VSL lá. E ela fazia tic tic tic tic tic e abria e tinha lá o meu ingrediente dentro. E aí no Brasil esse criativo vendeu 100.000 dias. E 100.000 dias no Brasil ali. >> Nossa, é bem bom. >> Bastante. >> Muito bom. Muito bom. Eh, cara, olha só, vocês Qual a rede social que tu
mais usa? É o TikTok. >> É o TikTok. >> E tu também? >> TikTok e YouTube. Eu acho que 50. Eu gosto dos dois porque assim, hoje nós trabalhamos com as duas fontes de tráfego, né? Então, ah, ok. Às vezes a COP ela é a mesma coisa, só que eu tenho que pensar também nessa adaptação de formato, porque o formato do YouTube ele é diferente do TikTok. >> Uhum. Sim. É, a gente ainda não roda o YouTube, a gente roda TikTok e Facebook, então acho que é por isso que eu fico ali mais focada no
>> E tu tu é do tu tu usa mais TikTok? Não, >> não, uso mais Instagram. >> Cara, eu eu tava criando um padrão aqui que eu também sou bom nesse negócio aí de identificar padrão, né? E cara, essa combinação aí é é porque eu tô impressionado assim com o conhecimento de vocês, sabe? Eu tô tentando entender Como que funcionou. E eu acho que mulher tende a ver mais rede social, eh, TikTok, essas coisas, pelo menos eu acho, né? Mais por dentro, >> cara. Mas olha que loucura. Se eu te falar que eu nunca tive
uma conta no TikTok, eu nunca abri o TikTok antes de entrar no marketing. Você acredita? >> Eu eu acredito. >> É, eu também não. Eu criei TikTok para fazer Spy. >> Exatamente. E eu inclusive não uso ele No meu celular, só no computador, só trabalho. >> Eu celular é o Instagram. Eu achava que vocês eram tipo heav users assim do do TikTok, usava um monte e daí o orgânico por osmose pelo fato de tá enfiado ali 24 horas por dia. >> É estratégico, João. É que como a gente já vem falando, eh, cara, eu vou
usar isso daqui, ã, não como um usuário comum, mas tipo assim, eu vou usar isso daqui ao meu favor, vou fazer a Engenharia reversa, o contrário, tipo assim, eu vou com uma visão de produtora, entende >> isso, não de só consumidor, >> mas eu acho que ser mulher ajuda, >> porque para mim é muito mais fácil saber se uma coisa é interessante ou não, se eu tô escrevendo pro público feminino. >> Hum. >> Muito mais. Tanto que minha maior validação é para emagrecimento, porque é muito mais de boa saber os incômodos. Eu Sei quando engorda
um pouquinho já fica assim. Sente dor que te pega que se alguém te falar ali que vai te doer, né? Já teve amiga que tu conversou para falar sobre aquela dor. Então tu pega aquela conversa e tu traz para um anúncio. Eu já fiz isso. Não vou dizer com que amigasão, mas já fiz isso. Já tava aqui uma amiga desabafando comigo. Ah, não sei que eu falei. Essa dor aqui é boa. Essa dessa mesmo que vai pr anúncio. >> Cara, já fiz isso também, tá? É, é impressionante. E agora que a gente tá escrevendo pra
rejuvenescimento, meu Deus, é bom demais. >> Eu escrevi muito pra rejuvenecimento. Recomendo. Quero tirar umas dúvidas. A >> Ah, eu já não sei mais [ __ ] nenhuma daí, mas o que eu souber eu comp >> Você tem um swipe de rejuvene? Já não >> ajuda, já ajuda. Eu quero também. >> Eh, Bruna Rodrigues, eh, tu falou que tu Usa o Deep Tube >> para fazer a pesquisa do tráfego pago, correto? >> E agora tu falou mais uma vez que tu usa o Ô, Bruna, se tu quiser mais água, tem ali, tá? >> Não, tá
tranquilo por enquanto. >> É. E daí tu falou que o para para achar coisa no orgânico, tu usa o TikTok no desktop. >> Exato. >> Cara, qual que é o teu stack de Ferramentas que tu usa da mesma maneira como tu tem ali o DeipTube, biblioteca de anúncio, não sei o quê, para tu fazer essa pesquisa do orgânico, tem alguma coisa que tu usa a mais ou a menos >> do orgânico? Não, basicamente no orgânico o que que eu tenho de ferramentas? é um Google Docs mesmo em branco que eu vou colocando ali, selecionando ou
muit das vezes a própria a própria rede social, Ela te ela tem algumas funcionalidades como salvar, criar coleções. Então, dentro, por exemplo, dentro do meu TikTok hoje eu tenho várias coleções. Eu tenho coleções de receitinhas, eu tenho coleções de antes e depois, eu tenho eh coleções de avatares. >> Eu quero a senha desse TikTok aí, hein? Tikt é bom, hein? É poderoso. >> É, então ali dentro da própria ferramenta eu tenho essas Funcionalidades que eu uso ao meu favor. Eu vou salvando tudo que eu acho interessante dentro dessas coleções, entende? Ou às vezes eu pego,
abro um doc mesmo ali em branco e vou eh selecionando, né, os links que me interessam mais. É basicamente isso. >> Uhum. >> Assim, no YouTube também. O YouTube ele te permite, se eu não me engano, criar eh playlists, alguma coisa assim. E dentro dessas playlists eu vou criando Ai aqui eu vou são os avatares que mais me interessam aqui é só pro nicho de emagrecimento, programas do nicho de emagrecimento que eu achei o formato interessante. Aqui eu tenho playlist só de formato, só de avatares. Então dentro da própria rede social eu vou fazendo isso.
>> Entendi. >> O que eu uso de diferente seria o Twitter. O Twitter ele traz trends ali, então dá para saber os assuntos que Estão em alta e usar aquele assunto para pegar e canalizar energia. Então, uma coisa legal de fazer também é tá muito em alta alguma coisa, eu quero aquela energia me trazendo dinheiro, como é que eu vou usar? Eu vou pegar aquele conteúdo e vou pegar e trazer, acho que a gente fez isso com a microlad da Kelly Clarkson, que era uma coisa que tava em alta. A gente viu ali, eu vi
no Twitter, vi no Google Trends. E o engraçado dessa Microlad é que eu e a Bruna, a gente Validou a mesma microlad com o mesmo vídeo. Uma não fez o spy da outra >> e as duas foram as que mais venderam. Copes diferentes, completamente diferentes. Mas o formato foi superior, os o formato é superior a tudo. >> Eh, essa microlade. Eu acho que esse vídeo, se for somar nós duas, tu falou que ele chegou a 40, >> 30, 30 milhões. >> É comigo ele passou dos 100, então foram Sei lá, 130 milhões com o único
vítimo. >> [ __ ] surreal. Olha só, pessoal, como as mulher, cara, elas só não domina o mundo porque elas estão focado em essas porras de italha aí, etc. que cara, elas estão até fazendo microlad hoje em dia, pessoal. Olha que loucura. Não é mais só criativo. Legal. Vou falar disso aí também depois. E cara, é sobre esse negócio do Twitter que tu falou aí, tu tá familiar com aqueles eh aqueles threads que tem lá no Twitter que geralmente o cara fala: "Segue o fio". E daí é uma copzinha bem curtinha. Eh, tal pessoa fez
tal coisa, não sei o quê, não sei o quê. O que ela fez depois vai te surpreender. Veja como não sei o quê. Sabe essa cópia aí? >> Sim. Sim. Eh, tu já tentou botar isso aí num anúncio, pegar aquela cópia ali e em termos de cópia mesmo, de de comunicação, de escrita, botar uma estuda com aquela >> Nunca. Nunca, >> cara, aquilo ali é tão chamativo e e é e é puro. Aquilo ali te chama atenção >> com base no texto, não tem nenhum hook visual. Ó, já vai anotar escalar milhões. É, exatamente. Eu
>> quero comissão disso aí, entendeu? Por isso que eu tô falando, cara. Se eu tivesse no game, esquece, entendeu? Ia saber, >> ó. Confia, confia. >> Ele ia brigar pelo segundo. Ia brigar Pelo segundo lugar. Terceiro, terceiro. >> Não, eu ia brigar pelo primeiro. D trabalho ali, tá? Eh, mas cara, eu acho, eu acho que é uma boa, sabe, esse negócio. Eu queria saber se alguém já tinha testado isso daí, porque eu acho que é tão poderoso esse negócio. >> Próxima semana eu te falo. É, a próxima semana. >> Testa aí, me diz. Aí, próxima.
>> Agora é ela e mais um monte de gente vai testar. Você terá feedback. Saiu Episódio. Já deu. >> É, ela deve testar. É, vai testar antes de sair o episódio. Então, pessoal, quer testar antes dela, testa aí, fala se funcionou, tá? Mas cara, eh, Bruna Campolina, tu tens alguma outra ferramenta que tu usa para fazer essa esse benchmark, essa pesquisa aí no orgânico? >> Cara, não, basicamente eu uso o TikTok, o Google Trends é muito importante, eu uso muito ali para ver o que tá em a Google Trends. >> O que que tu busca
lá exatamente? busco, sei lá, emagrecimento, por exemplo, se eu vou escrever sobre o meu nicho e aí você vai ver ali o que que tá aí, você pode colocar, né, tipo nos últimos 30 dias, nos últimos 3s meses e aí você vê ali o que tá mais em alta que as pessoas estão falando. Então, por exemplo, o Pink Salt, que é que é, né, um gancho que escalou muito aí ultimamente, cara, ele ficou muito tempo No Google Trends ali, no número um, sabe? E aí é o que a mesma coisa que a gente falou de
criativo, se você consegue ser o primeiro a pegar isso aí e falar: "Pô, isso aqui tá dando bom, as pessoas estão pesquisando sobre isso, eu vou escrever uma VSL e se você for o primeiro, você vai surfar uma onda absurda, entendeu? A gente fez isso aqui no Brasil. A gente escalou um gancho que ninguém tinha escalado e aí a gente Surfou a onda sozinho muito tempo. E na verdade no Brasil a gente surfou sozinho o tempo inteiro, que eu acho que mais ninguém conseguiu escalar esse gancho aqui. Agora nos Estados Unidos esse gancho já é
>> o Google TR também é um hack de spy. SP >> é um hack de spy que pouquíssimas pessoas sabem. >> Eu não sei. Tô aqui para saber. >> Eita. Não sei se eu posso dar brincando. >> Fala aí. Fala aí. >> Quando uma oferta ela tá muito escalada, ela acaba sendo muito pesquisada no Google. Então quando a gente vai lá e bota o loss, é óbvio que vai aparecer a oferta que tá mais escalada no nicho, porque >> aparece até o nome do expert, né, muitas vezes. >> Então aparece o nome do expert e
a partir dali é só pegar aquele termo que tá e colocar na biblioteca de anúncio. >> Ah, é. Se tu botar o o Lá no no Facebook Lá no Ads library, não, no Trends, desculpa, >> vai aparecer o nome do expert do SL escalado. >> Aham. Aparece, não aparece aparece só aparece o nome chiclete que eu chamo gigante. Aparece >> tem outro hack também, mas não sei. Acho que a fala fal por, pô, tu não vai pra Itália já não tá aposentada aí? >> Não tô aposentada não. >> Tem que comprar a Ferrari ainda, pô.
>> Então, mas aí aí >> falta Ferrari, >> tá? Manda, manda aí, manda aí, conta aí. >> Mas o que é que nos Estados Unidos tem muito esses comentaristas de Google que eles pegam e começam a bater, tacar o pau em alguma oferta que tá muito viral. E aí é só ir seguindo esses caras porque você vai saber. Aqui no Brasil tinha um abençoado que fazia isso também, né? >> E aí eu uso demais. Eu quero saber qual Oferta que tá. Eu vou lá. >> Instagram não era. Eu esqueci o nome dele. >> Ele aí
eu tenho salvo os canais. Foi até o Rafa, é que me falou isso >> que Rafa, >> esqueci o nome, o sobrenome dele. >> Ih, viu, Rafa? Tu não é ninguém, ó. Dá essa dica aí para >> Não, ele é o Ele é o tif do Saraiva. Ele é o tif do Saraiva. Acho que é. >> É. Ah, então não sei quem é. Não, >> não, ele é, ele é muito bravo. Ele falou: "Luía, isso aí é, isso aí é ouro, tá? Nem sei se eu podia falar. Foi mal, Rafa." >> É, cara, achei muito
interessante esse esse hackzinho aí. É muito bom. Na minha época, a gente colocava o nome do produto para saber o quão escalado ele tava, se a oferta tava escalando agora, se tava morrendo, porque daí tu via a pesquisa da palavra-chave do produto de fato, sabe? >> Sim. >> E daí a gente fazia isso daí. Eh, cara, eu perguntei isso, tá? Porque existem ferramentas de pesquisa do orgânico. Tem uma, por exemplo, que é que eu conheço que é o TikTok Creative Center, Centro Criativo do TikTok. E eu sei que tem uma pessoa, pelo menos, que me
falou que pesquisa lá, que é o Lucas Nobrega. >> Uhum. >> Que do Clube da Conversão, não sei se Vocês conhecem ele, >> mas vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? O podcast que eu fiz com o Lucas e ele fala sobre isso lá. Aí, por isso que eu perguntei para vocês se vocês tinham alguma dessas ferramentas assim de pesquisa do orgânico, porque cara, sei lá o que que é aquele algoritmo ali, sabe? A quantidade de coisa que que eles devem recomendar para as pessoas e cada pessoa tem o seu feed específico. >> E daí,
eh, e eu sempre de orgânico, né, eu sempre usei a o raiz ali, cara, pegar o celular, ficar passando. >> Eu uso o raiz também. É, também. >> Mas eu fiquei pensando, será que ela tem algum algum hack, alguma coisa, sabe? Por isso que eu perguntei. >> É. Opa, desculpa interromper aqui. Eu só queria te falar que se tu tem dificuldade em encontrar anúncios campeões aí para você modelar, então Cara, tu vai ficar muito feliz em saber que a Bruna Campolina, a Luía e também a Bruna Rodrigues liberaram um swipe file exclusivo lá pra comunidade
do Veturb. Lá vai ter vários anúncios que estão escalados que tu vai poder modelar. Então, se tu já é cliente do Tubeturb, tu já tem acesso a esse material, é só ir lá na nossa Academy, clicar lá e daí tu vai poder acompanhar esse wifi, vai poder começar a modelar seus anúncios. Porém, se tu ainda não é cliente Veturb, Então cara, vai aparecer um QR code aqui na tela, tu pode escanear esse QR code e criar a tua conta 100% gratuita do Veturb, tá? Tu vai ter 14 dias para testar e também para acessar o
S file File e de quebra tu ainda vai ganhar 15% de desconto nos primeiros dois meses, uma vez que tu vire cliente do VTURB, beleza? Então é só escanear o Qcode está na tela ou então clicar no link da descrição para desbloquear o teu Swipe File, beleza? E agora vamos de volta pro Podcast. E assim, eh, nesse período aí do do benchmark aí, tá, que vocês estão fazendo, eh, o, o, o que que o que que a gente pode dizer que é sucesso, tipo, nessa etapa aí? Porque a Bruna Rodrigues falou: "Cara, eu vou ter
uma folha e essa folha aqui eu vou colocar aqui eh ah, o o esse conteúdo, não sei o que e tal". Tu falou que tu cria as listas lá também, que tu vai salvando. Mas assim, o que que vocês Recomendam que a pessoa tenha de fato? Tipo, o que que ela produziu e quanto que ela produziu? Tipo, ela achou um anúncio, ela achou 100, ela achou um conteúdo viral, achou 100, como é que é? Eh, para para daí de fato ela poder progredir pr pra segunda parte. O que que é o resultado assim dessa sessão
inicial? >> Boa, boa. Olha, no meu caso, ã, inclusive quando eu comecei a escrever um, e eu me baseava por números, né? Então, o meu dia ele começava assim, eu começava fazendo spy, principalmente na biblioteca de anúncios. Todo santo dia. >> Todo santo dia. Durante três meses os meus primeiros três meses como cópio, eu fiz e fiz spy todos os dias, inclusive aos finais de semana, que inclusive é os melhores dias para se fazer, porque é onde o pessoal mais escala, entendeu? Às vezes o pessoal passa a semana inteira preparando, testando, vendo, né, qual a
qual as melhores campanhas, melhores Criativos. Aí chega ali sexta, quinta, sexta, >> é onde mais cala. Pod cont aconteceu. >> E aí eu pegava, fazia spy e todos os dias. Então eu selecionava pelo menos ali de sete a 10 anúncios todos os dias e colocava no meu briefing. Então eh desses 7 a 10 anúncios, eu ia identificar os padrões, iria identificar a estrutura invisível, eh os formatos, ã os ângulos, né, que ou big ideias. Eh, Então eu iria listando isso e a partir dali eu tinha o meu ponto de partida para daí sim começar a
escrever, para não começar a escrever no escuro, sabe? Aí abri um doc aqui e vou começar. Na verdade, a última coisa que eu faço no meu processo é a escrita, inclusive. Então, ai, geralmente eu passo a manhã toda pesquisando, fazendo pesquisa, ver o que que tá vendo o que que tá acontecendo no mercado, o que que tá acontecendo no orgânico, o que que tá no Pago. E daí sim ali na parte da tarde ou por volta de 11 horas, 1 hora da tarde, daí sim eu começo a escrever a minha leva de criativos. >> Uhum.
É, comigo é bem parecido, só que eu não tenho um número fixo. É, também não. >> Eu, pá, identifiquei quatro padrões de formato, identifiquei três padrões de ângulo, já tenho material para trabalhar, a partir daí eu vou. Não tenho um número, ah, preciso de 20, Preciso de 30, não. Depende do mercado que eu tô atuando. Tô atuando no emagrecimento. Eu vou precisar de um número maior porque eu tenho mais anunciantes. Agora eu tô atuando em memória. Não é um nicho tão forte assim. Agora tá legal, mas eu não vou ter tanto espaço amostral. Então não
tenho tanto espaço amostral, não tem tanta necessidade de perder tempo ali, porque tem um tem acho que a gente tem um feeling, né, de pô, já tenho conteúdo Aqui, eu já posso começar a escrever ou então não, ainda preciso ir mais. Então tem que ter o feeling ali da de fazer todo dia e entender, pô, já tenho várias combinações para traçar para eu ter um uma coisa que vai me trazer um resultado. Tenho, beleza, parei aqui. >> Então aqui eu eu faço assim, não tenho um número específico? >> Eu faço exatamente assim também. >> É
interessante. Eh, tem um copywriter antigo que não sei se vocês conhecem, Mas é o o John Caples, sabe? Já usei um gancho dele e explodiu. Foi um um dos meus primeiros criativos, inclusive, que eu acertei no nicho de emagrecimento, foi com o hul dele. >> Ah, é >> com aquele do piano. >> Ele falava assim: "Ah, is é >> as". Eu me sentei, >> eles viram quando eu me sentei no piano, mas quando eu comecei a tocar, >> exatamente. >> Tu usou esse ângulo? [ __ ] essa >> usei emagrecimento e funcionou. >> Mentira. Verdade.
>> [ __ ] velho. >> Já escalei absurdamente com esse com esse hook dele. >> Então, se isso é verdade, por que que tu não contou aí pr pra audiência do Vetub aí que tu que tu usa anúncios antigos aí para reaproveitar os ângulos? >> Uso também anúncios antigos. Inclusive, eu já passei, eu já passei muito isso em Algumas eh caus que eu dei, né, no mercado, em mentorias, que funciona basicamente assim. Eh, não é sempre, mas às vezes eu pego alguns swipes antigos, eh, ou esses sites antigos e, eh, sempre busco extrair alguma coisa
deles ali, mas na maioria das vezes vai ser a red headline, né, que eles falavam antes e ali que eu vou pegar e adaptar para ser o meu hook. Inclusive, funciona muito. Se você quer acertar uma leva de criativo, uma boa estratégia é Justamente essa, é pegar coisas que já funcionaram. Ah, poxa, esse do John Capes, eu acho que esse esse anúncio dele já tem muito tempo, muito tempo. >> Para caramba sei lá, jornal isso aí muito, >> sei lá, 50 anos mais que isso, >> é mais que isso. Então, eh, se você quer ter
uma boa assertividade, uma boa estratégia também é justamente essa, você pegar de um a dois hooks ali da sua leva e colocar e essas headlines Antigas, adaptar para ser o seu hook. Eu tenho uma pergunta para ti. >> Eu tenho várias para vocês. >> Por que que tu acredita que isso funciona com base nesses 11 anos de cópia aí que tu tem? >> Por que que eu acredito que isso funciona? É >> porque aquela cópia é uma cópia que ela converte naturalmente e, ou seja, ela tem elementos que fazem com que ela cumpra o papel
dela, ela Consegue puxar a pessoa, mostrar um benefício, gerar curiosidade. E isso já foi validado porque funcionou no passado, tanto que tá um swipe, os mercados eles são a soma de desejos das pessoas. Então, o mesmo desejo que a pessoa tinha no passado, o desejo que tem hoje. Daí, porém, o que acontece é que o formato que tava sendo entregue naquela época, eh, obviamente, ela não funciona mais hoje. >> Uhum. Então, uma coisa assim muito simples é simplesmente pegar uma mensagem que já funciona e pegar aquela mesma mensagem ali e adaptar essa mensagem para o
formato atual, que foi exatamente o que ela falou, que curiosamente, tá? Curiosamente, quem aí eh se vocês forem no site swiped, swiped. Tá ligado? >> Conheço muito bom os inclusive. >> Então, se vocês forem no spad.com aí Aparece, coloca aí na tela, Thagão, o link aí, viu? Assim que tem que fazer, pessoal. A gente pode comandar o Thagão aqui para ele colocar o que quiser. Aí ele colocou aí. Mas cara, se vocês forem lá e vocês colocarem lá waits, vai aparecer um advertorial que ele fala assim: "Mulher de Atlanta é investigada e quase presa por
perder 73 pounds, 73 libras, que curiosamente foi o foi o gancho que eu tinha falado para vocês, entendeu? Então quando eu digo Que eu criei, eu não criei [ __ ] nenhuma. Eu vi aquela COP lá e eu peguei aquela COP lá que eu achei muito interessante e trouxe para para hoje em dia. E detalhe, tá? Vocês entendem que dá para aprender um monte de gente por um monte de coisa, né? Dá para falar que que a mulher e foi presa porque não tinha rugas, foi presa porque não sei o quê, foi presa que ganhou
dinheiro demais. Eu chamo isso de eh gancho universal, porque tu pode plugar Qualquer nicho ali. >> Uhum. Aí, essencialmente foi isso. Mas, cara, eh, existem vários tipos de formatos antigos, né? Tem os bucalogs, que eram livros, os magalogs, que eram revistas, e lá tem muita, muita, muita, muita, muita copy boa. >> Cara, isso é muito legal, né? Porque eu falo assim, às vezes a pessoa que tá iniciando agora, que tá querendo começar, ela ela chega tentando inventar A roda, sabe? >> É, sem dúvida. >> E, cara, tem tanta gente boa que não tá tentando inventar
a roda, gente muito melhor que você, sabe? Então, começa por aí. >> Sim. Vê aí o que já validou, dá uma nova roupagem, >> sabe? >> É melhor fazer rodar. Para que que eu vou inventar? >> Exatamente. Exataram rodar. >> Já inventaram? >> Já inventaram. >> Tem um conceito que eu falo muito que é respeitar a conversão. >> Uhum. >> E aí essas cópias antigas, cara, imagina, não, eh, hoje em dia eu não sei quantos criativos que vocês produzem aí, tá, por dia, mas eu sei que a operação do Artur, por exemplo, Artur PC, >>
que tem dois podcasts aqui com ele, tá pessoal? O Artur é um dos caras mais Escalados que eu conheço aí no mercado digital. Já faturou nove dígitos em um único mês. Eu não sei se tu acredita nisso, tá? Talvez tu ach pode achar que é mentira, que é muito, as pessoas acham que é mentira. E cara, eu não sei se eu acharia que é mentira se se eu tivesse, sei lá, vendo pela primeira vez, porque é meio >> é que o B, o bif falou isso uma vez, acho que até aqui no podcast, ou a
pessoa acha que você é mentiroso ou que Você é muito metido, né, para ficar falando por aí que vocês falam, né? Então, tipo, quem tá fora do mercado, >> po ser, mas enfim, ele é brabo, tá? Vai aparecer na tela. Eh, ele solta anúncio para [ __ ] tá? mais de 200 anúncios. Então, para isso acontecer, vocês entendem que eh o quanto maior o volume, né, tende a diminuir a qualidade. >> Nem sempre acontece, mas tende. >> E aí eh antigamente quando o cara ia soltar uma dessas campanhas, ele tinha Que fazer uma COP, só
uma, tá? E a COP não tinha tempo infinito, não é um vídeo, cara. Se se a tua COP tem 10.000 palavras, custa X. Tem 20.000 1 palavras, vai ter que imprimir o dobro de folhas, o peso para enviar pra casa, pra casa da pessoa já é maior. >> Uhum. >> Então já o teu o teu CPC já muda. >> Uhum. >> Entendeu? Imagina tu ser punido por pelo pela quantidade de texto que tem na tua Mensagem. Então cópias mais curtas são mais baratas de tu enviar. Então a cópia do cara assim, ó, cada palavra que
tá ali, ela merece tá ali. E ela foi uma cópia que foi revisada e revisada e revisada. E daí o cara juntou todo esse negócio para criar um livro, uma revista ou uma carta para mandar pra casa de alguém. Aí imagina isso, tá? Hoje o que que a gente faz? Aperta ali, o cara tá quase dormindo aqui, ele clica no botão, não sei o quê. Os gingos lá de você, se Bobear, pagam até com Apple Pay, é só dar dois toquinhos aqui. Tchum tum. Comprou, acabou. Se bobear é assim, tá? Não sei. >> E aí,
antigamente não, o cara tinha que sair da casa dele, botar o negócio no correio. Então, cara, essas cópias antigas aí, elas são extremamente bem feitas, muito, muito, muito bem feitas, muito bem escritos. E no meu processo antigamente, tá, eu não fazia muita eh, no começo eu nem Olhava, acho que que que orgânico, eu olhava pago e cópia antiga. >> Uhum. >> E eu adaptava as cópias antigas nas estruturas do pago. Era isso que eu fazia. Eu achei muito interessante ter citado isso daí. Eh, esse teu conhecimento tá de cópias antigas, isso é uma coisa que
não que tá incluído no teu dia a dia, tu fica estudando ali eventualmente ou até semanalmente ou é uma coisa que, cara, eu já internalizei Porque eu já vi muita cópia antiga, então eu consigo eventualmente puxar uma coisa que eu vi lá no passado para hoje? João, não, não é algo internalizado no meu processo, inclusive vejo menos do que gostaria, porque hoje eu tenho um volume de trabalho muito grande, então não me sobra muito tempo. No no entanto, isso daí veio muito do Thiago, porque ele sempre me falou que isso era muito bom, né, de
eu pegar ali, eh, olhar swipes antigos, olhar anúncios antigos, Eh, para identificar padrões também ou retirar algumas coisas, eh, que já estão muito validadas, né, já passaram ali pelo teste do tempo e trazer ã pro pago. Então, foi isso que eu fiz. E aí, um dos primeiros testes que eu fiz foi justamente com essa redline do John Caples, né, daquele anúncio do piano que ele tem lá. Inclusive, eu acho que eu fui uma das primeiras pessoas a usar no mercado. Depois o pessoal, tá louca, velho. Eu nunca vi isso. Eu achei muito Elegante, na verdade,
tá, tu ter usado isso daí, porque essa headline, na minha opinião, é uma obra de arte. Ela é muito bonita. >> É uma obra de arte. Eu ainda brinquei essa, foi semana passada no meu Instagram que eu tava respondendo algumas caixinhas que tem COP que é tão obra de arte que merecia estar no lugar da Monalisa lá no Lou. Sério? Deveria. >> De tão obra de arte que é. E esse anúncio dele é literalmente uma obra de Arte. Então eu pensei assim: "Ah, eu vou testar isso, eu vou testar, vale a pena o teste". E
foi quando deu muito bom. Exatamente. >> Jogou o fino ali, ó. Eu nunca vi alguém eh eu já vi gente tipo meio que tá fazer alguma coisa ali e tal, brincar, mas nunca alguém fazer a ponto de dar certo, sabe? Que interessante isso. Legal, parabéns. >> Muito bom. Dá certo. >> Vocês t alguma coisa com cópia antiga? Não. Vocês chegam a verificar? >> Já vi mais. Eu já usei também. Eu não lembro de quem que era, mas aquela bigadinha das francesas que fumam e comem com porcos e são magras. >> Vai testar esse anúncio. Z
recentemente, não sei se a gente chegou a trocar ideia sobre isso, Bruna, por isso eu peguei. Mas recentemente eu coloquei para jogo isso aí, porque é aquilo que tu falou, né? São crenças, são coisas imutáveis. Ali vai tendo mudança de formato, vai Tendo formas diferentes de apresentar, mas a crença vai ficando ali. Então é só a gente pegar as crenças e reaproveitar aquilo ali, >> dar uma nova roupagem, né? emos e aí a gente ganha dinheiro infinito. >> É, eu gosto disso daí. >> E o interessante de cópias antigas e alguns anúncios, você falou um
termo interessante ã de eh estrutura universal. Existem alguns ganchos e Assim como ganchos, corpos de anúncios validados que eles são e eu apelidei isso de estrutura invisível universal, que é o quê? Ele funciona em vários nichos. Eu acho que a cópia é tão persuasiva ali, é o emblocamento, né, de elementos, ah, que ele funciona para vários nichos. Eu já fiz esse teste, tem um corpo de diabetes que eu trouxe para outros, eh, nichos, memória, e que funciona igual. >> Uhum. >> Entende? É bem interessante também. >> Eu concordo 100%. E até assim, ó, se a
gente for brincar aí na teoria, né, se a gente pensar for for uma uma escada para cima disso daí, tu vai ver que da mesma maneira como essa essa estrutura aí que tu falou, ela funciona para vários nichos, tem uma outra em cima dessa que provavelmente essa que tu falou segue essa principal que eu tô falando que funciona para todos os nichos e sempre funcionou, que é o Aida atenção, Interesse, desgiação. No fim das contas, mano, é isso daí, tá ligado? se resume a isso >> é meio bizarro, mas demora para tu chegar nessa conclusão,
sabe? Sabe aquelas coisas que tu estura, estura, estura, estuda um monte, não sei o quê, não sei o quê e tal, tal. Aí depois, tipo assim, >> é daí, daí é que a conclusão que chega no passado era a mesma que tu tinha no começo, só que agora tu sabe por que é Assim, entendeu? >> Aí isso é muito curioso. Mas cara, eh, eu queria que a gente fosse e que que a gente começasse a falar agora sobre criar anúncios de fato, tá? Porque até agora o que que a gente já fez aqui? O que
que eu aprendi a fazer até agora, que que vocês, as minhas três mentoras aqui, eh, me ensinaram. Cara, eu aprendi a fazer pesquisa, entendi como é que vocês pesquisam, tá? E aí eu criei aqui o meu documento, eu tenho aqui os Formatos que tá funcionando, tal, as estruturas invisíveis aqui de anúncios. Então, eu sei a ordem que eles estão colocando os argumentos e agora eu quero começar a escrever. Eh, só que assim, antes disso, eu pensei em mais uma coisa, tá? Que daí eu queria só voltar numa no último elementozinho da pesquisa. que é é
esse quesito de elementos virais, tá? Porque tu, Bruna, tu falou para mim, Bruna Campolina, no caso, tu Falou para mim que, cara, ah, teve um criativo que eu fiz aqui, que eu achei um negócio escalado aqui numa num conteúdo orgânico e eu só pluguei aquele conteúdo ali, eh, tipo, ah, da banana taque tac batendo ali. E daí botei isso no anúncio e o negócio funcionou. Então assim, eh, eu acho que essa parte aqui, tá, que essa parte da seleção do do desses materiais, ela parece ser a coisa mais importante do processo, >> sem dúvida, >>
né? Tá correto isso? Não. >> É. >> E daí, e eu achei isso muito doido, cara, porque eu acho que eu eu não sei se eu iria selecionar esse vídeo viral, sabe? E daí minha pergunta é: "Cara, da da onde que vem isso?" E tipo assim, é é é simplesmente views e comentários que ah, esse esse vídeo aqui ele vale a pena ir pra minha pesquisa. Tem alguma outra coisa que que vale a Pena ir para lá que vocês não falaram? Eu acho >> é o hack de ser mulher. É, eu acho que é muito
intuitivo, João, de verdade. É muito intuitivo. A gente bate o olho em alguma coisa e a gente vê ali, cara, isso é isso é curioso. Isso vai prender atenção. Porque na verdade quando eu pego o hulzinho ali da banana tec tec tec na no copo, o que que eu quero naqueles três primeiros segundos? Eu quero pegar atenção e levar ela pro Resto do meu criativo ali. Levar a pessoa pro resto do meu criativo. E se esse é um vídeo extremamente visualizado, que tem comentários, que várias curtidas, cara, isso aqui tá chamando atenção. Por quê? potencial.
>> Sinceramente, não sei, mas ele tem um potencial. >> Uhum. >> Sabe? Então é é eu acho que vai dessa questão intuitiva mesmo da gente veio e falar assim: "Cara, eu eu hoje consigo Bater o olho e falar assim: "Cara, isso aqui vai ficar muito bom como um hook, isso aqui vai funcionar". >> Sabeum? >> Às vezes antes mesmo de ver o número de visualizações ali, eu já consigo ver que, pô, isso aqui é legal. É, eu já validei coisa que não tinha o número de visualização, mas eu falei: "Hum, >> isso aqui é a
gente sente, é difícil até de explicar porque é muito intuitivo mesmo. Acho que É de Claron é justamente isso. Ela não tem um número de view, só que a gente teve o mesmo feeling. >> Exatamente. É porque o formato é interessante. Tinha o que >> vocês vão revelar o que é isso aí, né, mano? O que que é essa K? Vídeo da K Clarkson. Eu eu também já usei esse vídeo aí para mir. Tipo, como que o homem vai saber quem é K Clarkson? É, >> é, mas assim, >> ela tinha uma música do, eu
esqueci, mas eu sei que que >> é o aquele que ela tá com a com a up que ela fala não, nãoar, foi outra coisa. >> Aquele vídeo não tem 200. mil visualizações, não tem. É ele, eu só senti que aquilo ali ia dar. E quando eu conversei com a Bruna que a gente ficou assim, Bruna, tu usou o mesmo vídeo? Usei. Bora ver as cops. Cops totalmente diferentes. Mas tu viu que eu tava escalando? Não, não vi. Tu viu? a gente Teve simplesmente o mesmo, a mesma decisão em operações completamente diferentes, com ofertas completamente
diferentes. >> Eu acho que assim, ô João, para uma pessoa que é iniciante chegar nisso é um conjunto de fatores. É assim, ó, é que nem a Bruna falou, você fica com o olho treinado. E o que que você faz para você ter o olho treinado? Pesquisa todos os dias, espal todos os dias, vê o que tá funcionando todos os dias. Depois de uns Dois a três meses, é impossível você não eh ter o seu, já estar com o seu olho treinado para isso, para olhar para aquele vídeo, para aquele resim: "Poxa, isso daqui pode
dar muito bom, vai dar muito bom". Então, basicamente é essa a fórmula, entendeu? Muita pesquisa, muito spy por ali uns 2, 3 meses, 4 meses, principalmente quando você é iniciante. E aí você vai começar identificando esses padrões, entende? >> Uhum. Ó, e eu vendo o que vocês estão falando, tá? O que que eu entendi? Eu entendi que tu, Bruna Campolina, tu vai pesquisar elementos que chamem a atenção, ferramentas, tá, que chamem a atenção, formas de chamar atenção que vão estar lá nos conteúdos orgânicos. >> Sim. >> Que seja que case com a mensagem que tu
quer falar. >> Tu deu o exemplo do negócio da banana ali batendo aqui. Tic tique tque da Banana. Então, cara, se se a tua cópia de banana casa, então tu consegue plugar esse negócio no começo do anúncio para chamar atenção. >> Isso é uma coisa até curiosa que é bom falar assim, porque tem muita gente que fala, o criativo não precisa ter nenhuma congruência com a VSL, tal, ou às vezes o gancho não precisa ter uma congruência com o Bor ali. E tudo bem, isso pode ser uma verdade, mas pela minha experiência e dentro da
minha operação que acontece, 99% dos criativos que a gente valida tem essa congruência, sabe? Tanto de de Hulk em relação ao B, quanto do criativo como um todo em relação ao VSL, porque quando a pessoa tá ali no seu criativo, ela começou a ver aquele ganchinho ali, aquele ganchinho chamou atenção e aí o Bor é uma continuação daquilo ali, tá falando daquilo ali, você tem mais chance de continuar aprendendo ela. E se o seu e se se o início da sua VSL, se ela é uma continuação do final ali do Seu criativo, os tem uma
métrica assim no Veturb, não tem? Que você consegue olhar a retenção da VSL por cada criativo? >> Sem dúvida. >> Uhum. Não, isso, isso é muito massa, porque aí você consegue ver que aquele criativo >> que tá congruente ali, que ele termina, por exemplo, ele fala até o nome do seu expert. Ah, e aí aí eu vi um vídeo do expert fulano de tal falando do truque e Tal e aí na VCL já, eu vi um podcast do fulano de tal e aí ele já começa o podcast, você concorda que a sua VSL ali tá
sendo uma continuação do seu criativo e provavelmente a retenção vai melhorar muito. É o que o que acontece comigo, assim, o que a minha experiência me diz. Então, para mim sempre, eu sempre faço com essa congruência, porque para mim é o que mais funciona. >> E é uma forma de não colocar o CTA. >> Uhum. >> Porque a gente só fala que vai ter o conteúdo, a gente não fala pra pessoa clicar e aí gera aquela coisa de tá, qual é o conteúdo? Ela clica e abre um podcast. Retenção no primeiro minuto, 70%. >> Isso.
70%. Eu consegui validar uma VSL que a retenção no primeiro minuto dela bateu 84%. Eu nunca tinha visto isso. Eu nunca tinha visto isso na minha vida. >> Rasou. Nunca vi. >> E aí os criativos sempre falando ali, Sempre sendo congruente, sabe? >> Muito bom. Muito bom. Ela que acaba de quebrar um paradigma do mercado, porque o mercado, principalmente o mercado americano, >> é, o pessoal fala que não tem que ter congruência, tipo, eu já escalei muito criativo que não tem congruência, mas esse ponto que a Bru falou também faz muito sentido, >> cara. O
que que é não ter congruência? Tu consegue me dar um exemplo para para Realmente entender não tem mesmo? >> É você começar falando de banana no criativo e na tua VSL e fala de sol rosa. Não tem concluência. >> É desse nível a parada. Definível a parada. E cara, eu acredito que funciona, porque tem muita gente que fala que funciona, funciona, mas eu já eu já vendi assim porque eu errei, eu botei o link errado >> e deu certo, né? Você fala: "Cara, esse povo é muito doido, né? Como é que esse Povo >> é?"
Então, por isso aí, esse mesmo povo aí do criativo não congruente, estão falando que eles, ah, não, o cara não falou para eu clicar, mas eu tenho que clicar, entendeu? >> Aí isso acho muito doido. >> É, >> aí sei lá, vai entender a cabeça deles, né? >> Vai entender. Do americano principalmente. Eles são bem, >> é, esses aí são completamente fora da casinha. Exatamente. >> É a curiosidade. >> É >> curiosidade, gente. >> Mas assim, ó, isso que tu falou de ah eh eu procurar ali a alguma coisa que para a pessoa tal que
tem uma certa congruência, eh pelo que eu tô entendendo, cara, tu tá buscando ferramentas que vão cumprir a função do anúncio. E curiosamente essa Ferramenta foi esse vídeo aí da banana que vai cumprir a função de pegar a atenção. >> Sim, >> foi isso que eu entendi. >> É, ele ele eles foi o meu hook ali, né? O que comprou a atenção do meu criativo. >> Sim. Eu eu não eu não sei se isso daí eu não eu não classificaria isso como é esse negócio de feeling ou de intuição, tá? Porque para mim, a não
ser que tenha mais coisa, mas para mim tá bem claro, Mano, é uma ferramenta para pegar atenção. Já esse esse negócio que vocês falaram da da cantora ali da Kelly Clarkson >> Uhum. >> Eu também analiso como se fosse exatamente a mesma coisa, que é o quê? É uma coisa curiosa. >> Uhum. >> Que a pessoa é uma promessa indireta que ela diz, né? falar, pô, não, eu não emagreci com isso, então tá. Com que que Tu emagreceu? Então >> isso >> é uma promessa indireta, curiosa e com elemento de prova embutido. >> Uhum. >>
Dois elementos de prova, na verdade. Primeiro que é uma pessoa famosa. Segundo que provavelmente ela deveria estar magra, né? >> Magra, entrevistada por outra pessoa famosa >> que também ficou magra. Exatamente. Duas Que >> emagreceu. Então, olha só quantos eh motivos pelos quais a pessoa tem para clicar eh nesse nesse nesse vídeo aí. Só, só por isso, só pelo fato de ser todas essas coisas comunicaram super rápido. >> Uhum. >> Então assim, se eu fosseão, né? >> É, se eu fosse templatizar o que vocês estão falando, cara, é basicamente encontrar ferramentas que cumpram essas Psicológicas.
>> E daí é basicamente tu conseguir analisar isso, >> não nos olhos de vocês, mas sim no nos olhos de quem vai comprar. É. E aí eu acho que talvez vocês sejam muito boas em se colocar no lugar da pessoa que vai comprar >> para saber que não, pô, ela ela sabe quem é a Kelly, não sei o que aí, Kelly Clarkson. >> Uhum. >> Que eu eu confesso que >> sabe que ela emagreceu, que eu nem sabia disso, eu sabia que ela existia caus música lá que ela fez no passado, mas nem sabia que
ela emagreceu, sei lá, tanto faz. >> É, mas eu acho que esse é o ponto mais fundamental aí de tudo que a gente falou até agora. É isso. Se vocês colocar no lugar do seu L ali e entender, né, literalmente se colocar no lugar dele e entender o que que ele >> viver as suas dor, >> viver as suas dores, ver, né, ele criar uma identificação ali com o que você tá falando, é literalmente conversar com ele, né, >> conversar com ele, entender as dores, >> né, se essa aqui tá, se se essa parte de
planejamento ela é a parte mais importante de todas, e eu considero que é, se se eu tiver, vocês vocês me corrigem, tá bom? Acho que também, >> tá? Se se ela é a parte mais importante, O que que eu não perguntei, tá? O que que tá faltando para mim? Eu sou o cópio de vocês e, mano, eu fiz a minha pesquisa aqui. >> O que mais que eu deveria me atentar antes de eu começar a escrever? Que senão eu vou mandar o lóp pro editor, ele vai fazer uma edição ruim, não vai validar e aí
o o Luca lá e o Alê vão brigar comigo, entendeu? Eu não quero. >> É, e eles brigam, tá? Luc é bravo. >> Imagino, eu imagino. Claro. E daí? É, Então eu não quero que eles me deem esporro, sabe? Não. >> E aí o o que o que mais que eu deveria ter ali no meu na minha pesquisa ali no meu arsenal? O que que eu deveria ter identificado? Tem alguma coisa que eu deixei passar que eu não perguntei? >> Tem comunicação, o jeito de falar. A gente falou sobre a estrutura psicológica das coisas, mas
tá, como que a gente vai apresentar aquilo? >> Tem uma avatar, tem uma atriz que a Gente usa que tudo que a gente coloca para essa mulher valida. Por quê? É o jeito que ela fala. Então, não é só o que você tá falando, mas é o jeito que você tá falando. Você pode trazer uma argumentação de uma prova. Ah, eu vou trazer uma prova de que alguém emagreceu. Eu posso trazer isso contando uma história. Ah, minha tia que mora não sei aonde, emagreceu porque a prima dela, olha o tanto que isso é íntimo. Eu
tô falando da minha tia, eu tô falando Da minha prima, isso é comunicação, é a forma como você fala o que já existe no mercado. >> Eh, tem vários outros exemplos também de fazer, mas um CTA, uma forma de esconder o CTA que eu usava muito, eh, trazer coisas que são óbvias. Cara, eu tô com preguiça de explicar essa receita aqui. Eu não sou exper, eu não sei explicar. Então, eu vou só deixar o vídeo aqui. Eu já contei para você, já fiz minha parte. É, olha essa comunicação para eu dizer Para ela clicar. É
totalmente diferente do padrão. Então, saber identificar também a comunicação que você vai trazer, o jeito de falar, não ter pressa em trazer os argumentos, fazer aquilo ali ser realmente um entretenimento para aquela pessoa. >> Uhum. Tá. Eu eu disso aí que tu falou, eu entendi que a que a comunicação é importante, tá? >> Sim. >> Mas mas como que eu que eu decido se Essa comunicação é boa, se ela é ruim para ela ir ali pro meu briefing ali de pro meu planejamento? >> Cara, tá aqui no orgânico, viu vários vídeos. Depois que tu assiste
10 vídeos, tu já consegue entender o jeito que aquele público quer aquela aquela coisa. Então não é basicamente trazer aquilo pro briefing, é de você ver muito daquilo ali e cara vai entrando na tua cabeça o jeito de falar, entendeu? As pessoas não param para Raciocinar sobre isso. >> Identificam os elementos, mas e o jeito de falar? E o jeito que eu vou fazer aquela mensagem ser transmitida. Então, é como se fosse uma roupagem de tudo que foi decidido. E isso aí é veio várias vezes, todo dia, aquela coisa, Bruna, passou três meses todo dia
entrando nas redes sociais, entrando no pago, como que ela não vai pegar essa comunicação? E complementando essa questão da comunicação, é importante ressaltar Também que ã cada nicho tem uma comunicação específica. Por exemplo, eu já escrevi muito pro nicho de diabetes. O nicho de diabetes, ã, os criativos que mais validam, que mais validavam, era trazendo a comunicação com um ar mais de autoridade. Exato. >> Entende? Não essa forma mais descontraída como emagrecimento tem. Que emagrecimento, ah, é como se eu tivesse conversando com a Bru, falando assim: "Ai, Bru, e aí, você tá gostando daquela Receitinha?
Quantos quilos você emagreceu?" Aí ela fala assim: "Nossa, eu já perdi 10 kg". E aí eu falo assim: "Nossa, eu também já perdi 10 kg". Então é algo muito descontraído. Agora diabetes já não encaixaria tão bem isso. Ah, eu vou escrever para memória, talvez também não. Rejuvenecimento, eh, neuropatia. Então, cada nicho tem a sua peculiaridade em termos de comunicação também. E eu acho que é uma dificuldade dos COPS >> eh entender que cada nicho tem o seu jeito de falar. Tem, >> já vi, já vi cop meu pegando neuropatia, que é um nicho que é
voltado para uma doença. Se é uma doença, tem várias crenças científicas naquilo ali. Então, a pessoa precisa de mais verdades, escrevendo como se estivesse escrevendo para emagrecimento. >> É, mas isso tudo entraí no que a gente falou de entender o seu público, né? para quem que você tá vendendo, o que Que esse público espera >> né? >> Então é ex >> é o mais fundamental assim, acredito. >> Existe um conceito em em na teoria de COP, né, que fala que tu tem que se comunicar usando as palavras que o teu próprio cliente ele usaria. E
porque daí a pessoa, tu vai ter mais credibilidade, porque o leitor ele vai saber que o escritor entende da vida dele. >> Uhum. Às vezes mais do que ele mesmo, né? >> Mas o ideal é esse. >> É, >> mas eh tu usar as mesmas palavras do teu nicho é bom para dar esse ar de credibilidade de que tu entende. >> Isso vale até pra gente, tá? Tipo, ah, oferta, criativo, validar, Roy, não sei o quê. >> A gente tem o nosso jeito de falar. com nós, tá, do mercado, do mercado digital Aqui, do mercado
de resposta direta, a gente tem isso muito bem definido e tu já sabe claramente, tipo, ah, tá rodando alguma coisa que rodando, que que é isso? Eu tô tipo rodando, tô pegando, >> fazendo isso aqui, sabe? [ __ ] é essa? >> Verdade. Aham. >> Então, né? Eh, então assim, ó, isso daí eu eu conheço, tá? E, cara, de fato, eu lembro que quando eu ia vender pra rede de vencimento, eu lembro que que eu Escrevia assim, rico dinheirinho. >> Uhum. Porque era uma coisa que eu via as mulheres escrevendo, tal, e daí eu usei
o mesmo termo ali. Eh, aí o que tu tá me falando, tá, Luía e Bruna e outra Bruna também, o que você estão me falando é isso em usar as palavras deles. >> É, >> calma aí, >> desculpa, >> tem problema. Tu minha convidada, pode fazer o que aí. Eh, é isso ou então é esse outro negócio que vocês falaram, tá? Porque eu entendi outra coisa. >> Uhum. que é o a a forma de tu o o tom da conversa, porque tipo, eu posso ter um tom formal e ainda usar as mesmas palavras do público,
eu posso ter um tom formal e usar outras palavras. Então eu não entendi se vocês estão falando de palavras ou de tom de fato ou são os dois. >> Os dois. >> É, dos dois. E isso é uma coisa muito louca, né? Porque às vezes você vai contratar duas atrizes diferentes. >> Uhum. >> Para gravar a mesma COP e uma vai validar e a outra não. >> Sem dúvida, >> cara. essa impressão >> pela forma como ela vai falar ali, ela vai criar uma identificação melhor com o público e ela vai vender e a outra
não vai vender e é a mesma cópia, entendeu? >> Então não é só o a o a escrita, mas é também a forma como você fala. >> Uhum. É >> o que que vocês acham de eu colocar no meu briefing aqui, tá? eu simplesmente pegar os anúncios que mais eh, aliás, os conteúdos no orgânico que eu mais vi funcionando e anúncios e aí ver esses dois, vê a maneira como eles falam, a maneira de contar a história, o tom e também as palavras que eles usam. Isso aí já é suficiente para começar a Escrever? H,
eu além da comunicação que a Luía falou, eu acrescentaria um outro elemento muito importante. Ã, inclusive o mercado veio, começou a falar mais disso agora, que é o avatar. Ã, tipo, eu já peguei COP em que tava vendendo 100k dia, troquei o avatar e vendeu 1 milhão dia. Sim. só pela troca do avatar, porque o público ele gera mais identificação. Eu falo muito pra Luía que, tipo assim, ó, ah, a depender Do nicho, o avatar ele é o reflexo do que o seu lead quer ser, principalmente emagrecimento. Se eu coloco uma mulher muito acima do
peso, não a o seu prospect ele não se identifica com não se identifica com aquele avatar. Então, eu tenho que buscar algo que seja como um espelho para ela, que ela tá olhando e é o que ela busca. ser. Então, o avatar eh eu acrescentaria ainda na minha pesquisa >> essa de essa essa identificação de Características dos avatares na minha pesquisa. Ai, eu busquei, tô escrevendo para o nicho de emagrecimento, tanto no pago quanto no orgânico, quais são as características eh que mais apareceram, que estão mais em evidência? É uma mulher 30, 35 mais ou
entre 30, 40 anos é uma mulher loira. Essa mulher ela é muito magra. Essa mulher ela tem cabelo curto, ela tem cabelo longo. Por exemplo, eu já coloquei avatar emagrecimento, mulher 40 mais cabelo Curtinho, que não validava. Você podia pegar psicologia COP validado, estrutura invisível validada e colocar com ela que não validava. Então o avatar é um elemento muito, muito importante para você buscar maiores probabilidades eh daquele criativo validar além do fator COP. >> Uhum. É, >> quando tu diz avatar, é a pessoa que tá narrando ali. OK. É, para quem não sabe, o pessoal,
eu já sabia, tá? Mas eu quero Deixar >> ridiculamente claro para tu que tá em casa aí. E se tu gosta disso, do fato de eu deixar de eu tentar, né, deixar mais fácil para ti, cara, comenta aqui embaixo. Eh, na não comenta não, só deixa um like aí e tá bom já o suficiente. Eh, cara, interessante esse negócio do avatar que tu falou e faz sentido para mim, tá, ele ser extremamente eh importante. E o tu, eu não sei se tu consegue elencar, tá? Mas se fosse para fazer um ranking desses elementos, o o
que que tu acha que é a coisa mais importante? Depois a segunda, depois a terceira, o que que a pessoa deveria focar mais nessa parte da pesquisa? Porque tipo, ela pode esmiçar e aparecer na pesquisa com, sei lá, um formato, uma estrutura, 10 avatares ou pode ter 10 formatos, uma estrutura e um avatar. Sabe o que o que que a pessoa deve Focar? >> O o que que é o mais importante depois do no quando o criativo for pra fase de teste de fato? Olha, eu acho que são trê três coisas mais importantes. Ah, primeiro,
COP, com certeza. Ah, cop na na maior parte das vezes, para mim, com a única exceção que ela não é o 8020, quando você tem uma super estrutura. Muit das vezes a cópia ela não é o fator mais importante quando você tem uma super estrutura. >> Explica pro pessoal o que que é uma super estrutura. uma superestrutura é algo, é como se fosse uma crença que, eh, boa parte das pessoas, a grande massa já acredita. Por exemplo, eh as pessoas acreditam que as celebridades elas têm um segredinho, ã, para deixar a pele eh para não
envelhecer tão rápido, para chegar aos 50, 60 anos com pele de 30, de 40. ou as pessoas acreditam muito que os japoneses, mesmo comendo eh eh arroz, sushi todos os dias, ainda assim Continuam magros. Então, é uma crença ali que todo mundo eh acredita. Ou, por exemplo, ai os suíços, por que que os suíços, mesmo comendo muito chocolate o nível de diabetes é um dos menores do mundo? Então isso é uma super estrutura >> boa. >> Eh, então, eh, fora esse elemento de super estrutura, a COP para mim é o 8020 ainda, ã, o formato
em segundo plano e por terceiro, o avatar, a escolha do avatar. Então, na minha pesquisa, no meu Briefing, teria isso, as estruturas mais validadas, segundo o o os formatos mais validados. E por fim, eh, eu colocaria ali esse elemento do avatar. >> Uhum. >> Né? um pouquinho diferente porque eu considero a bigadidia, não necessariamente a COP. Então, aprendi isso com Derck inclusive, que é que a Bigadia é o nome chiclete, mas a pergunta paradoxal ali. Então, eu pego Aquela bigadia e aquilo ali para mim é o norte do meu briefing. Então, uma análise combinatória é
uma pirâmide, então o norte do meu briefing vai ser essa essa bigadia. Depois eu vou pensar nos formatos. Aí entra na segunda cadeia. de variações. Depois os formatos vem os avatares e aí por último vem a estrutura invisível e por último vem ali um CTA. Por exemplo, é muito raro eu variar o CTA. Eu vejo que as pessoas elas não têm esse cálculo mental de Esforço. Então, cara, qual é o meu maior potencial de alavancagem? Ah, meu maior potencial de alavancagem é um formato novo. Para que que eu tô perdendo tempo pensando como é que
eu vou fazer meu meu CTA, sendo que a maioria das pessoas nem vão chegar lá. Então, uma coisa que eu faço muito nesse processo é de pensar, essa pergunta que tu fez foi muito boa, realmente. Eh, o segredo, acho que da gente é saber onde colocar a energia. >> A gente sabe onde colocar a energia, Onde é que é o 8020 da coisa. Então, a gente consegue fazer mais, com mais qualidade, com menos esforço. E aí tem até um colega meu que falou assim: "Cara, Luía, então quer dizer que, pô, tu é preguiçosa, tá tudo
igual, porque a gente foi revisar meus meus meus criativos ali e era tudo o mesmo CTA. CTA. Eu falei: "Cara, vou perder tempo para que fazendo CTA novo". Assim, quem que viu meu CTA? >> Provavelmente ninguém viu meu CTA. É Ali, sei lá, um minuto de cópia mais ou menos ali no CTA. Quando agora pergunto pr ela como que você se tornou copywiter sendo preguiçoso e vendendo mais de 100 milhões. Pois é. Tá aí, tá aí o Hul. >> Tá aí o Hul. Pois é. Mesmo CTA ali. >> Pergunta paradoxal, né? >> É pergunta paradoxal.
Exatamente. E é muito isso de não aquela coisa do esforço, eu não não quero me esforçar muito, eu quero ter resultado. >> Exatamente. >> E aí essa coisa da alavancagem das coisas, eu aprendi isso com o Derck, que é um cara assim altamente esforçado, zero preguiçoso >> para [ __ ] >> E eu peguei esse raciocínio dele, ele sempre pensa como fazer mais com menos esforço. E isso traz um poder muito grande pra escala. Acho que por isso que eu também tive o resultado desse ano rápido ali e porque eu sempre focava na que até
aquele livro que a gente gosta Muito, né? É a única coisa, >> a única coisa. >> A única coisa é um livro que abriu minha mente, eu acordo todo dia e taco. É a única coisa que eu vou fazer hoje que vai mudar tudo. E aí eu foco em fazer aquilo ali. Sim. >> E aí fico de boa, deixa a Bruna trabalhando. >> Boa. Muito bom. >> Aí eu sei da única coisa também trabalho pouco. >> Aí ferrou, né? Daí tipo tu já fal: "Ah, eu só vou fazer a única coisa". Mas aí tu não
faz. Aí for, ô Bruna Campolina e cara eh na na tua pesquisa, tá? O que que tu considera que é o mais importante? O que que tu tu busca mais? Pra gente finalizar essa parte do briefing aqui, onde que as pessoas devem gastar o tempo delas, na tua opinião? Aliás, onde não? Onde que tu gasta teu tempo? Cara, eu gasto, eu gasto muito tempo. É o que a gente, porque as meninas estavam falando, ah, eu acho que a cópia é mais importante, aí depois vem, cara, um não vai funcionar sem o outro, sabe? Então, acho
que você tem que gastar muita energia nessas três coisinhas aí. Você vai gastar muita energia minerando ali no no orgânico e vendo o que tá funcionando. Vai gastar muita energia na sua copa, identificando padrões e ver o que que funciona. E vai gastar energia Também, mas talvez menos, procurando um avatar que que geralmente performa melhor. Talvez o avatar menos, mas as outras duas é muita energia que eu gasto, sabe? E eu acho que todo mundo deveria gastar porque uma coisa não vai funcionar sem a outra. >> Uhum. >> Sabe? Então acho que >> é isso.
>> Agora avatar é poderoso, tá? >> É poderoso demais. Mas é o que a gente falou, tem COP que não valida com um avatar que valida com outro. Mas aí vai até da sua da sua já experiência de identificar, pô, talvez essa COP não tenha validado por conta desse avatar e eu vou testar com outro aqui. Exatamente. >> Porque eu já sei que esse padrão aqui funciona, eu já sei que esse formato aqui é bom. >> E aí as Isso é outra coisa louca, né? Porque as pessoas pensam assim, gente, eu conheço gente que tem
muito a mãe edição, assim de coisa de cinema, de ter trabalhado em série e tal, >> e que achava que ia dominar o criativo por conta disso, porque a edição seria perfeita. impecável. E cara, isso não significa nada, >> nada, >> nada. Você não precisa ter um criativo super bem editado, com monte de efeito, não é isso. É o que a gente falou, sabe? É por isso que essa essa pesquisa no orgânico é muito importante. Você vai simplesmente replicar o que as pessoas estão vendo lá. E na maioria das vezes é muito simples, muito simples,
né? >> Eu quase não tenho instrução de edição. >> Eu também não. Deixa eu te falar. Eu eu falo, eu, na verdade, a minha instrução é não coloca muito cinematográfico. Se for um GC, deixa o negócio fluir mais naturalmente. Ali é o que a pessoa já tá acostumada a ver. Por que que você vai Ficar tocando um monte de cinematografia? Se orgânico não tem isso, entendeu? >> É, os meus são assim também. Na verdade, eu só copio e vou colando, colando, colando, colando, colando, colando. >> Preguiçosa. >> Preguiçosa. >> Os preguiçosos é que ganham dinheiro,
cara. É maravilha. Tá, então vou assumir que o briefing tá bom. Se não vai dar, culpa de vocês, porque vocês falaramí >> é não sei. Calma, ainda tem que escrever agora, né? Mas a princípio a pesquisa é, então, >> eh, o que que eu faço agora, cara? Como é que eu eu traduzo esse briefing aqui em COP? Eu acho que a primeira coisa que a gente vai decidir é qual que é a mídia que a gente vai escrever, né? Se vai ser TikTok, YouTube. >> Sim. >> Eh, como que funciona hoje na nas operações De
vocês? Eh, todo o briefing ele serve para todas as mídias ou um briefing é briefing por mídia, ou como é que é o negócio? >> Na nossa operação a gente roda Facebook e TikTok, né? Então são briefings diferentes, até porque os criativos eles são diferentes, né? O que o público pede em uma plataforma é diferente em outra. E e o TikTok às vezes é mais chato também para provar, então tem coisa que vai passar ali no Facebook e não vai Passar no TikTok. Então é é diferente. Mas eu acho que agora escrever ficou fácil depois
de todo esse material que você tem, né? >> Uhum. >> Se você conseguir identificar o padrão ali que funciona do que, né? você já fez uma longa pesquisa, gastou um tempo danado fazendo isso. Agora você vai simplesmente colocar no papel ali tudo que você aprendeu, sempre pensando em eu estou conversando Com alguém que quer emagrecer ou com alguém que quer rejuvenecer, sabe? Você a todo momento quando eu tô escrevendo, eu penso na pessoa que tá que vai assistir o meu vídeo e que é um potencial comprador. Eu preciso me comunicar com ele. Eu não preciso
escrever um um português ou um inglês perfeito, sem nenhum erro, não. Eu preciso me comunicar com ele, falar a língua dele. Quando ele escutar o que eu tô falando, ele precisa falar: "Poxa, Essa pessoa tá falando comigo", sabe? É isso é muito forte assim quando você quando você fala algo e a pessoa sente que você tá falando diretamente com ela e não com com uma um público muito grande, mas com ela. Isso é muito forte, sabe? Então eu sempre penso nisso quando eu tô escrevendo. >> Uhum. >> É essa parte. Agora eu iria pra matemática,
começaria a fazer, pegaria aquilo que a gente falou antes da Alavancagem e começaria 60% da minha leva, eu vou bater nessa bigadia. Uhum. >> Então o meu briefing vai precisar de eu vou fazer 10, então são seis na bigadia, beleza? Aí eu começo ali, é de um, é de dois, é de três, é de quatro, é de cinco. Primeiro bigadia, já defini a bigadia, vou pro segundo. Aí, ah, eu quero testar três tipos de avatar, então eu vou três de cada ali, um eu pego e coloco quatro. Ah, eu quero testar dois tipos de formato,
divido 50 e 50. vou Fazendo essas combinações e aí depois que eu deixo tudo montado a partir do que eu tirei. Então, beleza, a gente fez a pesquisa. Depois da pesquisa, a gente analisou a nossa escala de alavancagem e montou as proporções. Fiz o brief de cada coisa. A partir desse brief começo a escrever. Então, tem essa etapa entre a pesquisa e a escrita. >> Uhum. >> Para mim, no meu caso também é meio parecido com o da Luía. Então, depois Que eu tenho toda essa parte de pesquisa, eu vou sentar e daí sim eu
vou analisar eh de forma estratégica e decidir, OK, quais para mim, no meu caso, ã, eu seleciono os ângulos, né, que mais estão rodando. Ai, eh, para mim o ângulo ai é o segredo das celebridades, é o segredo da vovó coreana em rejuvenecimento, é o segredo das coreanas, né, para ter uma pele e eh sem rugas mesmo aos 40, 50, é uma receitinha, é uma notícia, né? Vai girar Ali em torno de uma notícia. Então, eu faço essa definição dos ângulos, eh, e aí sim eu parto pra matemática. OK? E se eu tenho 10 criativos
para escrever, ã, quantos que vão ser mais focado nessa ideia que mais tá validada, né? Aí é segredo das celebridades, OK? Então eu vou usar isso. E eh em paralelo a isso, tem uma coisa que eu faço que eu não sei se é muito comum fazerem no mercado, mas eu eh combo ângulos. Hum. >> Então essa essa questão de você combar Ângulos, eu já validei muito criativo, assim, um dos meus criativos que mais escalou emagrecimento, ele tinha um ângulo de segredo das celebridades e e uma história emocional. Era uma mulher ali que o marido rejeitou
porque ela tava muito acima do peso e que ela foi em busca de uma solução. Mas ela não foi em busca de qualquer solução, ela foi em busca da solução que as celebridades usam para poder emagrecer de forma rápida. Então, essa questão de combar Ângulos funciona muito bem. Então, matematicamente eu vou fazendo essas definições ali e dentro a minha leva, eu sempre tô testando algo novo. Eu tô testando um formato ou eu tô testando um avatar com características diferentes. Ah, emagrecimento é muito comum mulher, mas por que não testar um homem também? Em rejuvenescimento a
mesma coisa. É mais comum mulher, mas por que não testar um homem? Então eu defino isso matematicamente, né? primeiro, primeiro Não, antes de começar a escrever de fato. >> Sim. E outra coisa que eu acho que é que vocês fazem também, mas que a gente não falou, é para cada corpo de criativo que eu escrevo, vão ali pelo menos três hooks para cada corpo. >> Uhum. Sim, >> né? Então isso, isso também é importante porque às vezes vai validar um >> justo. >> E aí tem uma coisa que eu faço, hoje a Gente tá fazendo
quatro hooks, né? Hook, >> eu sempre defino um número ali, ou meu hook um ou meu hook, seguindo a mesma estratégia, porque na hora que eu colho os dados é muito rápido identificar se aquilo ali funciona, porque se eu trouxe cinco corpos com quatro hooks cada, e eu percebo que o meu quarto hook, que foi um hul que eu trouxe do orgânico, tá sempre validando, pô, aquele ângulo, aquele hook validou em cinco corpos diferentes, eu vou aumentar a proporção De teste para cima dele. Então é esse jogo também do dado que a gente é, provavelmente
tu também usa demais, >> muito assim, a gente faz todos os dias uma daily lá na empresa com as eu e as cops justamente para verificar esses dados aí, porque às vezes você vai ter um criativo que vai estar com hook rate altíssimo, mas ele não validou >> não. >> E aí o que que a gente faz muito? A gente faz essa engenharia aí. A gente Pega esse ganchinho >> Uhum. né? Que isso é muito bom >> e taca lá no criativo que já tá validado. Eu adoro quando tem um um anúncio validado que o
Hulate é baixo. >> Aham. >> Nossa, eu fico feliz da vida. Bom se eu pegar >> feliz da vida. Quando o Lucas chega assim, Luía, esse esse tá convertendo, mas tá com rook rate de 40% eu, beleza. Mina de ouro. Pega um gancho validado, Aumento o rook rate, a matemática. Se eu tenho 40% e tá com ruas do se eu aumento aquilo ali para 70% colocando um clickbait, a tendência é que aumente, porque eu vou parar mais pessoas vê um anuncio já pensar, vou pra Itália. >> Exatamente. >> Pagou minha viagem para >> pagou Itália
próxima semana. Amém. Essa questão de matemática também nos hooks é bem importante, porque na minha leva de anúncios, eh, se eu tenho, ã, um corpo Com quatro hooks para escrever, eu nunca, eh, vou deixar o meu anúncio, aquele anúncio, independente se ele tem uma COP nova, uma estrutura nova, sem um hul validado para eu isolar essa variável, porque se ele não der certo, eu sei que o problema tava no corpo, porque eu já tinha usado um hook validado. Então, pelo menos é 30 ou 50% dos meus hooks sempre vão validados, independente se o meu corpo
ele é novo ou se ele é modelado é do mercado, Porque eu já isolo essa variável e assim eu aumento as minhas chances de validar o meu criativo. Então, todo criativo meu, ele tem de um a dois hooks já validados, é, anteriormente, ou de swipes antigos ou de do de criativos que já rodaram no mercado há alguns meses atrás, para eu isolar essa variável e garantir eh que o problema não vai ser para depois chegar na análise e eu falar assim: "Ai, o problema foi o body ou o problema foi o Hul?" Não, eu já
deixo Essa e variável isolada. E uma coisa legal também que a gente faz é que quando a gente vai lançar uma oferta, justamente para isolar essa variável, a gente traz pelo menos 50% daqueles anúncios ali bem padrão. >> Eu faço isso também >> porque assim, a gente não precisa que a oferta valide já vendendo tanto. A gente quer saber onde que a gente vai otimizar. >> Então, pô, a gente vai trazer metade Daquilo ali validado. Se não vender, pô, eu sei que é oferta, problema eu já descarto. Porque é muito essa mentalidade, né, de descartar
logo o que tá ruim e focar no que tá bom. Exatamente. Onde colocar energia? >> É, onde colocar energia. É sempre um cálculo de vale minha energia, não vale minha energia. Vale minha energia, não vale minha energia. >> Eu também faço muito isso que a Bruna trouxe. Sempre trago ali um quarto hook, Até porque isso barateia o teste criativo, porque tu garante que uma venda vai acontecer naquele corpo >> e hoje em dia a gente gasta ali em torno de R$ 1.000 por >> anúncio para testar nos Estados Unidos. E aí o não trazer uma
venda, não ficar empatado, isso pega o o RAS ali daquela oferta e e desce muito. >> Desce muito. >> E ter essa estratégia matemática ali de testar criativo e continuar fazendo Caixa girar sem tornar aquilo tão prejudicial pro rosto geral, é uma coisa que quase nenhum copywritter tem. >> É, eu acho que essa é uma diferença nossa também. a gente consegue ser bem analítica em relação, né, assim, aos dados mesmo. A gente não tá ali só focado em escrever, escrever, escrever e mandar predição e bora ver o que que vai dar, não >> sabe? Então,
todos os dias na empresa a gente faz uma reunião 8 horas da manhã e Analisa todos os dados do que aconteceu com os os criativos de teste do dia anterior. Então, quais foram as métricas deles? Vendeu, não vendeu, mas como é que tá o hook rate aqui? Como é que tava o o custo por por initiate aqui, o custo por clique? Então a gente consegue fazer essa análise e ver e às vezes reaproveitar um hul às vezes já descartar de cara na criativa que as métricas dele estão caríssimas, não vai rolar, então esquece, vamos partir
para Outro, sabe? Então é isso, não é só simplesmente sentar e escrever e esperar, não. >> Olha, eh eu vou perguntar bastante, tá, sobre essa parte de de análise e então vocês não vão vão fugir do laço, não, tá? Vai ter mais perguntas. Perfeito. >> Eh, porém eu anotei umas perguntas aqui, tá? Sobre o que vocês eh falaram e muitos usaram o termo leva, na minha leva de anúncios, tal. Eh, para quem não Para quem não sabe, tá, eu sei o que é isso, mas para quem não sabe o que que é o que que
é essa leva de anúncios, quantos anúncios que vão ali? E aí, eh, a Bruna Campolina falou que ela faz um gancho, três ganchos para cada corpo de anúncio, pelo menos, né? Eh, eu queria que vocês falasse também dos elementos que tem ali, porque além dos ganchos, pelo que eu entendi, vai ter a bigadia também do daquele criativo. Então, vai ter meio que uma Bigadia com três ganchos e um corpo, depois a mesma bigadia com outros ganchos e um corpo. Eu eu não sei se eu entendi 100%. >> E mais um formato e mais um avatar.
[ __ ] >> É, então bigadidia, no caso da Bruna é ângulo, mas assim, eu defino a bigadidia, daí eu vou pro formato, daí eu defino o formato, aí eu vou para avatar, daí eu defino o ângulo de cada hook e a estrutura invisível que eu vou Usar. Então é nessa escadinha. E aí se eu preciso fazer uma leva, ah, quanto quantos anúncios vem nessa leva? Qual que qual que é a capacidade da empresa? A empresa tem a intenção de testar quantos anúncios na semana? a gente tem a intenção de testar pelo menos 100 anúncios
por oferta. Então, se a gente quer testar isso, a gente precisa de pelo menos ali se o dia tem tanto, vai fazendo esse cálculo a partir do objetivo, pelo menos pra gente, eu faço Assim, chego pro meu gestor e falo assim: "Cara, quanto que a gente precisa testar?" Ou então eu mesmo defino e aí ah, a gente tem essa meta. A partir disso a gente divide pela quantidade de copywritter que a gente tem. A partir disso vira uma leva, eu passo pro copywriter e desse número ele vai definir a proporção matemática estratégia estratégica para aquele
brief. Uhum. >> Basicamente é isso, >> tá? Deixa eu ver se eu entendi. Então, a primeira coisa é bigidia ou ângulo. Então, vocês estão falando da mesma coisa, só com termos diferentes. >> É, a gente define de forma diferente, pelo que eu percebi, >> tá? que seria, por exemplo, o segredo das celebridades. Vou falar sobre isso. >> Central, a ideia central do anúncio. >> Eu vou, esse anúncio aqui vai falar sobre o segredo das celebridades, né? >> Maravilha. >> Aí em depois disso tu vai definir o avatar que tem o formato. >> Formato. Isso >>
que é um formato só. >> Um formato só por corpo. >> Por corpo. >> Entendi. Então é um formato ali só, tipo, ah, vai ser o formato aqui de caixinha de pergunta, por exemplo. Pode ser? >> Isso? Perfeito. Pode. >> Tá. Então depois eu vou definir o Avatar. Aham. >> Tá beleza. Então, a princípio, o que que a gente teria? Imagina que o Avatar sou eu mesmo. Uhum. >> O João da Casa Campos, o próprio. >> E aí o formato é que a gente pergunta e a brigadia é o segredo das celebridades, >> tá? Então
eu iria gravar um criativo eu me filmando assim com uma caixinha de pergunta que tá ali escrito ali. Eh, João, qual que é o segredo aí das celebridades para bom? Sei lá, para tipo e sei lá, para emagrecer. >> Emagrecer. Aham. >> Aí, pô, esse criativo pelo jeito não vai ficar bom, né? >> Tipo, imagina eu ali. É, >> mas aí, beleza. Daí sim, eh, e eu iria daí ter depois isso daí seria o começo do criativo. >> Uhum. E depois vocês falaram que teriam três ganchos. >> É, o ganchinho vai ser antes de tudo
isso aí, né? >> O que que é? Então, exatamente isso que eu não entendi. O o que que é o gancho exatamente? Seria o vídeo batendo da banana ali? O >> Sim, é um exemplo de gancho. O gancho vai ser ali os primeiros segundinhos ali do seu criativo >> que não vai ser necessariamente aparecer eu com a caixinha de pergunta. >> Não necessariamente. >> Aí você po você pode ter um gancho ali falado, né? Tipo, narrando uma receitinha, você pode ter um gancho com ASMR, que foi esse caso da bananinha. Você pode ter um gancho,
sei lá, se for de emagrecimento, sei lá, um clickbait de um gordinho caindo, >> entendeu? Eu gosto de dividir entre Hook visual e hook de cop. O Filemon, ele definiu o Hul de Cop como ângulo mais benefício. Então o ângulo, o jeito que eu vou falar, eu vou falar de forma Contrária, eu vou falar perrengue cobado, eu vou fazer uma promessa. >> Perrengue cobiçado. >> É, o Diogo, Diogo criou isso aí, eu acho muito forte, que é justamente uma coisa que a pessoa queria muito acontecer e ela falar aquilo de forma ruim. >> O a
coisa do do ser presa, né? Fui presa, fui presa porque fiquei magra. Tomei tanto. >> É um perrinho que a pessoa quer viver porque ela quer emagrecer. >> Fui barrado na minha viagem da Itália. >> Pronto. Porque emagreci demais. Então é uma coisa que a pessoa quer viver. Eu tô falando da mesma coisa. Emagrecer é porque eu tomei algum shot, porque eu fiz alguma coisa. Então a big é. >> Uhum. >> Tô falando aquilo de formas diferentes. Então entra o ângulo. E aí o que a Bruna trouxe aí foi o o hook visual que entra
antes de tudo. >> É. >> E assim, às vezes nem nem sempre só visual. É, tem algumas coisas que funcionam bastante. Por exemplo, se tá todo mundo escalando o truque da banana e aí todo mundo que tá querendo emagrecer já viu isso em algum lugar. Eu gosto muito de fazer algo meio contrainttuitivo assim, conspiratório. Então, cara, não testa esse troque da banana se você quiser emagrecer, não testa. Aí, ali você já fez uma coisa diferente do que as pessoas estão Fazendo. Você já pegou atenção, por tá todo mundo falando para eu usar, >> sabe? Então,
eu gosto de usar esses hookzinhos assim meio contrainttuitivos. ângulo, esse ângulo contrário, ele é muito poderoso mesmo. Já usei muito, é, é muito roubado. >> E aí, uma coisa que a gente tava falando é que as pessoas elas pensam muito no contrário, em COP, mas e o visual >> a gente tava trocando ideia. Imagina, tá todo mundo aqui fazendo receita na Cozinha, imagina se eu simplesmente pego um vinagre de maçã que tava muito viralizado e tiro ele, sei lá, da privada. É completamente contitivo, porque é um alimento tirando da privada. >> É. Quem sabe? >>
Sem dúvida. É, quem sabe. Testa aí, pessoal, pra gente o que aconteceu. >> É, >> mas cara, pelo que eu entendi, então, tá? Eh, voltando aqui, a Bigadia é o Segredo das celebridades para emagrecer, >> certo? >> Aí o formato é caixinha de pergunta. >> Uhum. >> O avatar sou eu mesmo e aí vão ter três ângulos que eu vou enfiar antes de começar o criativo de fato, tá? Exatamente. >> Então, a minha lido, ela não é o ângulo, ela é só a lead do criativo de fato, que seria daí o corpo do criativo ou
não? >> Não, a le do seu criativo, >> porque assim, ó, pelo o que que eu entendi, tá? E daí se se eu tiver errado, vocês me corrijam, >> tá? >> O que eu entendi vai ser que eu iria fazer o criativo aqui. Eh, por exemplo, ó, muita gente me pergunta qual que é o segredo das celebridades para emagrecer, é tal e tal coisa. E aí e discorre o criativo. A gente vai colocar antes disso um gancho. Sim, >> né? >> Aí, por exemplo, pode aparecer alguém ali batendo uma banana, que nem tu falou. Depois
que apareceu aquilo ali por 3 segundos, eu consegui reter a pessoa. Aí entra o criativo de fato. >> Uhum. Isso. >> Quando eu digo lad do criativo, eu tô falando esse primeiro texto ali falado. >> Sim. >> Isso daí faz parte do corpo do criativo também. >> Sim. Sim. Faz parte do corpo. >> Entendi. Então o gancho pode ser qualquer coisa que tu só vai enfiar no começo do criativo mesmo e manda bala. >> Uhum. >> Cara, que loucura. Eu acho que eu nunca vi um criativo desse assim de tipo uma coisa estranha que depois
para e vira um caixinha de pergunta. Mas pelo jeito é uma coisa que vocês fazem frequentemente, né? >> Frequentemente. Eu faço isso mais para Variar uma coisa que eu já validei. >> É, eu faço muito para variar também. Então, eu já validei. Eu acho que tu tá separando a bigadia do gancho. E na verdade é uma coisa só. A bigadia ela tá dentro do gancho, entendeu? Então, se eu vou falar do segredo das celebridades, eu vou trazer um gancho, ou seja, um jeito de falar aquilo ali com benefício, falando em cima de um tema que
é a bideia. Então, isso aí seria a lead. Depois a gente entra pro corpo, que é a Sequência argumentativa para gerar o clique. E esse hook visual, ele entraria, pô, validez isso aqui, vou fazer variações. E aí eu quero atrair diferentes públicos, no caso de emagrecimento, posso trazer um hack de cozinha para atrair as pessoas que assistem hack de cozinha e aí depois eu vou e coloco o meu criativo. Ou então eu posso trazer um vídeo de uma pessoa que funcionou muito, uma pessoa mais gorda ali caindo. >> É, isso funciona muito. >> Nossa, funcionou
demais. Cico derrubando o pessoal. Cara, tem uns vídeos viralizados da boda. >> Nossa, muito engraçado. >> Eh, mas cara, vocês conseguem me dar um exemplo do do que que seria esse criativo? Então, assumindo que é esses parâmetros aí que eu falei de cara, segredo celebridades, avatar, é o João >> e o formato caixinha de pergunta. O o Que que seria o negócio que eu iria enviar pra validação? >> Seria o conjunto dos ganchos. mais o corpo. E aí dentro disso tudo tem o formato e o avatar, entende? Você tem a cópia do gancho, a copia
do seu corpo, você formou o teu criativo, certo? Na verdade, formou quatro criativos, porque a gente considera que um corpo com três eh hooks são, na verdade três eh três criativos, né? Ou se você tem um corpo com quatro hooks, você tem ali quatro Criativos. Então, esses criativos, eh, você vai mandar eles com o formato, né? Aí, é uma mulher com uma receitinha ou é uma mulher dando uma notícia, estilo formato notícia, eh, ou é uma mulher num carro falando ali com o público, né? Ou é o formato GC, a pessoa pega o celular, começa
a gravar dentro da casa dela ou andando na rua, esse formato. Então, é isso. E aí você vai colocar o formato, ã, dentro do formato tem o avatar. a gente escolhe o avatar e aí manda pr pra Próxima etapa que é a edição do criativo. >> Sim. E assim, ó, eh, para ficar ainda mais claro, tá, pro pessoal que tá em casa, será que vocês conseguem dar exemplos do que que seriam possíveis ganchos para esse criativo super bobinho aí que eu falei? Ou até mesmo, tá, se alguém quiser explicar algum outro criativo e quiser falar:
"Cara, a gente usou essa variável, esse negócio e tais ângulos". Porque eu queria assim, ó, que O pessoal de casa realmente conseguisse visualizar eh na prática, sabe qual que é o resultado que esse processo produz? >> Tá, vamos pegar aí que você tá falando, por exemplo, sobre um criativo cujo tema central seja o segredo das celebridades. Você pode colocar ali no seu hookzinho algum corte de alguma famosa que emagreceu, >> aquele daquele clarkson ali, >> por exemplo. >> Entendi. >> Sabe o que que eu gosto muito de fazer para gerar essa congruência? Às vezes eu
coloco uma headlinezinha ali, sabe? Uhum. >> Eu coloco uma tardinha ali que a pessoa vai ler e vai falar: "Ah, é disso que ela tá falando". >> E aí ela tem mais chance dela continuar também. >> Mas esse seria um exemplo, por exemplo, de um de um bom gancho para para um criativo, cujo o tema central seja, >> uma notícia, um podcast também, ai tem o nos Estados Unidos tem muito talk show, podcasts, então você vai lá, tira os primeiros, segundos, um corte interessante. Não tem os cortes aqui que faz uns podcasts? Pois é, você
vai pegar um corte daquele de um podcast fora, ah, estão falando da OPRA aqui, que a Opra emagreceu 30 libras, então você vai retirar aquilo e vai adicionar nos primeiros segundos eh do teu criativo. >> Uhum. >> Ou então não. Ou então simplesmente olhar e falar assim: "Ah, eu quero falar do segredo das celebridades e eu quero usar o ângulo contrário". E aí vai num criativo que acho que todo mundo deve conhecer no mercado. Eh, não faça isso se você quer isso. Uma um jeito de dizer. Então, ah, não misture vinagre de maçã com, sei
lá, com sal. Se você não quiser perder 20 kg em duas semanas, pronto, tem um gancho. A partir daí, eu vou para onde? Vou explicar o que é Aquilo ali. Como assim? Gerei uma dúvida em cima de uma coisa. E aí a pessoa começa a falar em cima daquela comunicação, em cima daquele formato, em cima daquela bigadinha. >> O Hulk vai basicamente pegar a atenção da pessoa ali. É, é essa a função dele, né? >> Que era a função que a Redline tinha antigamente, né? Exatamente. >> Ele vem, é como se você for, no seu
funil, você tem vendas de visualização e Começa pelo teu Hook. É como se fosse uma cascata. O Hul vende a visualização pro corpo do anúncio. O corpo do anúncio vende a visualização pra VSL. >> Nossa, que exemplo bom. Cascata faz todo sentido. Faz muito sentido mesmo. Muito bom esse exemplo. >> Pelo que eu tô entendendo. Então, cara, como eu falei para vocês, eu tô aqui para aprender, entendeu? Era tudo mentira aqui, eu paguei o almoço para vocês para ganhar mentoria, sabe? Essas Câmeras nem estão gravando, na verdade. >> Só eu que vou ficar com esse
conteúdo. >> Não, não tem nada. Na verdade, é só eu que vou receber o a gravação aqui da mentoria. >> Ainda bem que eu pedi um drink. >> É, exatamente. É, fez fez valer. >> Fez valer. >> Opa, desculpa interromper o teu episódio aqui rapidinho. Eu só queria te pedir, tá, se tu quiser me ajudar aqui no podcast, que é para tu pegar e se Inscrever aqui no canal. Isso é 100% de graça, tá? Obviamente não paga nada para fazer isso. Eu tô te pedindo isso porque eu vi que 57,8% de vocês aí que estão
em casa assistem o podcast, mas infelizmente não se inscrevem no canal. E aí, cara, se tu não se inscreve, o canal não cresce, o YouTube não entrega isso aqui para mais pessoas e a gente não consegue atrair mais convidados aqui pro podcast para criar um conteúdo legal para ti. Então, Cara, se tu quer me ajudar, por favor, clica aqui embaixo, tá, em se inscrever e vamos tentar diminuir esse valor aí, vamos tentar chegar nos 50%, colocar essa meta pra gente poder crescer o canal aqui do Veturb e ele trazer mais conteúdo para ti, para que
tu possa ganhar ainda mais dinheiro, beleza? Então, de volta pro episódio. >> Mas pelo que eu tô entendendo, então, o Hul, ah, e ele vai ser alguma coisa que chama atenção. Então, ele por si só não É uma coisa que tu tá variando o formato, ele é só uma coisa que existe isoladamente. >> Exato. >> Por exemplo, eh, só que só que nesse caso dela daria para variar o formato, por exemplo, porque, ah, não faz tal coisa se você não quer emagrecer, daria para ter infinitos formatos de apresentar esse Hul. Sim, >> exato. >> Olha
como tá ficando complexo o negócio, sabe? >> Eh, então tem hooks que tu acha e tem hooks que tu manipula, tipo esse aí, néum? >> Tá. Pergunta número um. O que que funciona mais? Achar o Hul e no orgânico aí na selva, procurar ele ou manipular, criar, fabricar, como é o caso aí? Eu, João, eu tive muito mais resultado fabricando os meus hooks, tá? >> Eu também. É, >> cara, eu os dois, tá? >> É, eu os dois bem, os dois performam bem, tanto eu manipulando ali, no entanto, essa manipulação, olha só que que interessante,
OK? Que eu vou criar os meus hooks, vou manipular os meus hooks, mas não necessariamente eles são totalmente do zero. Muito provavelmente eles vão vir e da minha pesquisa, de coisas que eu pesquisei no orgânico, no pago. Então, Eu só vou manipular aquilo ali e fazer o meu hook. Mas o meu também é 50%. Eu já usei eh hooks, eh já trouxe muito do orgânico, já trouxe muito de cópios antigas, eh também já fabriquei os meus hooks, já modelei os meus hooks, criei os meus hooks. >> É, é que mesmo quando a gente não pega
na íntegra ali no orgânico, né, a gente, mesmo quando a gente tá criando os nossos nossos hooks, a gente tá pegando alguma ideia que a gente viu dali. >> Você meio que já tá enviezado, digamos assim. >> É. Às vezes tem um hul que ele é muito bom no orgânico, só que ela tá falando que vai perder dois pounds. 2 pounds não vai. >> É, >> vou botar 20. >> Faz um >> coloca um zero. Segurança ali. >> É, eu quero validar isso aqui. Não vou botar dois. >> Boa, boa. Isso aí. >> Segredo para
validação. Exagero. Exagerar, >> cara. Eh, deixa eu fazer uma outra. Tipo assim, ó. Eh, deixa, deixa eu contar uma experiência. Na verdade, eu tinha um, uma oferta, né, de colágeno, tive várias, na verdade. Depois que eu vi que esse mecanismo funcionava, eu pensei: "Caralho, eu queria um monte de coisa para para em cima disso, tal". Eu Cheguei a ter uma marca de cosméticos que era a de Atena, não sei se vocês já já viram. >> E e cara, eu lembro que tinha uma cópia que eu escrevi que eu tava batendo em colágeno, que eu basicamente
falava: "Olha, colágeno não funciona porque não tem que comer, tem que passar no rosto". Essa era a tese do da mensagem de vendas, resumidamente. E aí eu eu pensava, cara, eu preciso de um anúncio. E e aí tem aquela copy eh clássica, né, que a própria Luía falou, que era: "Ah, se você não quer tal coisa, tipo, eh, não faça isso, sabe?" Aí, no meu caso, eu usei mais ou menos isso que eu falei assim: "Se o teu colágeno estiver nessa lista, pare imediatamente de tomar ele >> e depois pare urgentemente. >> Eh, ou então
tipo, alerta, eh, não consuma colágenos eh da dessas marcas. Então, variações desse tipo. E aí naquela Época, tá? Nossa, mei velho, mas naquela época a gente rodava imagem, a gente nem rodava vídeo. >> Uhum. Apesar de que hoje em dia, tá pessoal, tem gente ainda rodando imagem, ganhando muita grana, né? Verdade, verdade. >> Então o negócio tá, enfim, é cíclico. Não, mas já já exploraram no podcast de Facebook. É, já contaram até dar imagem de exemplo aqui. É mesmo. >> Claro, pô. Não, aqui o pessoal entrega Tudo, não tem esse quase tudo, né? Algumas coisas
o pessoal não >> é >> não, porque eles não podem entregar, mas a grande maioria. >> Mas cara, eu eu peguei e essa lista, tá? Que era uma lista lá de coisa que eu achei na internet, uma panela do Excel. Eu imprimi e eu botei assim e tirei uma foto com o meu celular te e daí eu botei essa essa foto que eu tirei dessa lista que eu imprimi no Facebook lá e cara Vendeu um monte um CTR absurdo. >> Muito legal. >> É, eu criei o Hook, sabe? >> Uhum. >> E eu criei esse
Hul com certos princípios na minha cabeça. E daí, qual foi o princípio que eu criei? Cara, basicamente eu queria eh eu considero isso como um elemento de prova, porque eu falo: "Seu colágio não tá tiver nessa lista, pare de tomar ele." Tá, mas que lista? Daí eu mostrei uma lista, existe Uma lista, então >> eh isso aumenta a credibilidade da mensagem, tem vários nomes ali, então aumenta eh não só existe uma lista, como tem colagem, então aumenta a curiosidade também. Então naquela época eu pensei nisso para conseguir criar esse esse esse gancho, digamos, tá? que
como eu falei na época era imagem e tal, mas é a mesma coisa. Aí minha pergunta é: existem critérios que vocês usam para fabricar os ganchos? Eh, e quais são Esses critérios? Conta aí pro pessoal de casa. >> Primeira curiosidade, como eu dei o exemplo ali daquele do SMR, foi basicamente eu criei aquilo ali. Como que eu criei? Pô, eu quero chamar a atenção das pessoas, quero usar o o princípio da curiosidade. Curiosidade, ela vem do que não se tem, não do que se tem. Quando se tem, não se tem curiosidade. A curiosidade ela vem
da escassez de informações. Então, a partir Desse princípio, eu falei: "Não, não vou colocar nenhuma palavra nesse hook". Por quê? Porque eu queria que a pessoa imaginasse, porque tem um princípio também eh em tudo que a gente vai fazer, que quanto mais esforço você coloca uma coisa, mais você tende a permanecer naquilo. É tipo a fila, se tu passou 3 horas numa fila, não importa se vai passar mais cinco, porque tu já passou três. >> Tu chamou isso aí que de princípio, Desculpa. >> É, >> tu chama, tu falou palavra princípio, tá? >> Agora eu
não lembro. >> Ah, tudo bem. Mas enfim, existe isso aí que é do tempo. Então eu queria que as pessoas passassem mais tempo ali imaginando o que é que eu tava querendo dizer, porque quanto mais esforço mental elas colocassem naquilo Ali, maior a tendência delas permanecerem. E aí >> foi um criativo, eu acho que é o criativo que não sei não, mas eu acho que é o que mais vendeu no mês ali. Não sei se teve algum que vendeu mais que ele, mas >> e esse criativo é muito doido. >> Ele é >> esse criativo
aí, cara. Quando eu vi, tá, esse criativo, eu aí eu pensei: "Caralho, o mercado Evoluiu". Uhum. >> Porque eu eu acho que eu jamais assim, eu jamais nem nos meus sonhos mais loucos, eu eu ia imaginar botar a mulher tec te tec tec tec tec e tipo, e eu não ia pensar nem fazer isso, fazer e funcionar. Uhum. >> Aí [ __ ] isso é muito distante da minha realidade, sabe? Criativo para mim é cara é >> tinha tanta certeza que ia funcionar que eu fiz 10 assim, >> cara. Surreal, surreal. >> 10. >> É
esse negócio que tu falou, tá? que tu chamou de princípio. Eh, isso aí, beleza, pode ser um princípio e tem um termo para isso que é viés cognitivo. >> Ah, verdade. É, >> é viés cognitivo. >> E daí, e o ser humano tem vários desses, tá? Esse do tempo é um que é o viés do comprometimento. >> Uhum. >> Que basicamente quanto mais comprometido tá com uma coisa, eh, mais a gente tende a fazer aquilo ali. A gente acha, não, já tô h tanto tempo nesse negócio, pô, eu tô na faculdade aqui, já vai fazer
4 anos, só falta seis meses para me formar, não vou terminar. Mas isso daí é um bug que tem na mente da pessoa, um erro que a pessoa usa para para ela continuar fazendo a aquelação que ela tá tomando. Na prática, o que que é o Correto? O correto seria tu decidir a partir do teu futuro. Então, pô, vou ficar seis meses na faculdade aqui, mas eu não vou aprender [ __ ] nenhuma fazer nada, cara. O mais correto é tu parar, tu cortar a perda ali de cara. E aí tem vários desses, tá? Tem
o viés da confirmação. >> Uhum. >> Tu falar pra pessoa uma coisa que ela já acredita. E se tu fizer isso, a pessoa ela ela tende a acreditar mais em ti, Porque eh ela pensou: "Pô, tudo que ele tá falando é verdade, aí se tu fala nove coisas ali que são verdade, na décima tu pode induzir ela em em alguma outra coisa". Existe uma lista, tá, desses e vieses cognitivos que eu acho que é bem interessante, tá? Pessoal, tu que tá em casa, tu decorar todos eles, porque não tem só esse aí que tu falou
do tempo, sabe? Tem vários outros aí que vão te deixando e mais persuasivo, porque tu consegue pegar esses atalhos na cabeça Da pessoa. E daí, Luía, é a pergunta que eu tenho para te falar é o seguinte: onde que tu descobriu esse negócio aí do do viés, do do comprometimento? Isso é uma coisa que veio de maneira intuitiva para ti? Tu tu estudou? Como é que foi? Porque eu acho que tem pessoas que são pessoas mais persuasivas que elas meio que t isso nelas, sabe? E daí eu acho que alguém analisou, tipo, aquele cara faz
tal coisa e daí estudou e daí surgiu o princípio daquilo ali. >> Eu percebo que eu tenho vários que eu que eu olho e que eu sei, mas eu só fui descobrir que que isso já existe depois que eu estudei essa parada do VS cognitivo. >> É, comigo foi assim, eu parei para analisar mesmo de comportamento meu, de vídeo no YouTube também. Eu assisto muita coisa de tudo, não sei te dizer exatamente de onde eu tirei esse conhecimento, mas eu já li muito livro de persuasão, as armas da persuasão, eh, Objeções, tem mais outros que
eu não lembro, mas tirei daí do conhecimento mesmo geral. Não sei te dizer de onde, >> mas foi basicamente isso. >> Eu achei bem poderoso isso que tu falou, porque tu usou um viés cognitivo para fabricar um gancho. >> Isso. >> O gancho é uma das coisas mais importantes. >> Exato. >> Quantos outros viés cognitivos não existem? E quanto, quantos outros ganchos tu não poderia fazer, uma vez que tu tem a clareza deles? >> Uhum. >> Eu acho que deve ter uns 30, tá? Desses viéses cognitivos aí ou 20, poucos. Não é, não é uma
lista pequena não, tá, pessoal? >> Coloca aí, Thagão, na tela aí. A lista de viés cognitivos tem lá no no Wikipedia, Wikipedé, sei lá. Aí tu tu Coloca aí e em inglês é cognitive bias, tu coloca aí que vai aparecer. E tem até um livro, tá? vai recomendar o pessoal de casa e o pessoal aqui também que é o Seeking Wisdom, buscando sabedoria do Peter Bavelin. Coloca aí na tela, Thagão. É um preto que é de de Munger até Darwin, a subline dele, que ele fala justamente como se tornar uma pessoa mais sábia e vencer
esses viés cognitivos para que daí tu não tu não, esses atalhos eles não consigam te Afetar de ou se te bom, vai te afetar, né, mas tu consegue pelo menos reconhecer ele. Lembrei de onde eu tirei. Previsivelmente irracional. >> Boa. >> É um livro. >> Pronto. Lembrei. Graças a Deus. Tava tentando lembrar, mas foi exatamente disso. Ele trouxe lá o exemplo da fila. E aí eu pensei, cara, faz muito sentido. >> Eh, usei ele também para fazer um teste De preço >> de uma de uma outra coisa, mas não tem nada a ver com criativo.
Não vou falar também. >> É, cara, assim, ó, pode falar, tá? Se gerar valor, desde que a gente não fique, sei lá, 15 horas aí. Mas eh e só uma coisa assim, ó, eu eu lembro que quando eu estudei isso, eu me tornei um copywritter melhor, porque eu comecei a a aplicar isso, tá? Eu sempre explicava pro pessoal, ó, a Tua COP tem que tem que essa comunicação, mas tem que botar psicologia como se fosse um tempero, botar sal, pimenta ali e tal. E aí eu lembro, tinha até uma cópia minha, tá? que era era
três segredos que as mulheres que envelhecem sem ruga sabem e você não. Essa era a headline. E aí eu falava, a Lídia era assim: "Sabia que tem três segredos que que as mulheres que envelhecem se enrugas sabem? Eh, mas não querem que você Saiba?" E daí o que que a pessoa quer saber depois? Ela quer saber quais são os segredos, né? >> Uhum. Só que daí eu falava que os segredos não são, porque daí a pessoa ainda sente que ela tá progredindo, que ela tá recebendo valor, que ela tá aprendendo alguma coisa, que não tá
perdendo o tempo dela, porém eu não conto qual o segredo. Então eu falo assim: "Ah, o primeiro é ele não é tal coisa, não é isso, não é isso. Você Provavelmente na sua geladeira, o segundo ele é muito barato, mas muita gente paga caro. >> E o terceiro você nem vai acreditar porque deve est em tal lugar aí na sua casa agora. Depois, [ __ ] que [ __ ] é essa?" >> Então foi usando esse negócio aí, entendeu? do viés do comprometimento. E aí, cara, uma dica que eu dou, tá, para tu ficar bem
alto nível assim, cara, estuda essas paradas aí e ver como Aplicar outros desses na tua copia, invés de confirmação, poderosíssimo, tá? Eh, esse do comprometimento também é [ __ ] É por isso que esse que o gancho funciona, porque esses 3 segundos aí que a gente compra da pessoa nos dá mais alguns segundos ali para daí tu tu começar com a tua cópia e puxar ainda mais a pessoa fazendo a venda em cascata lá que a a Bruna Rodrigues falou. E mas enfim, eh, eu quis, eu quis comentar isso porque eu achei muito Interessante. E
cara, eh, Bruna, Bruna Rodrigues, tu tem algum critério que tu usa para fabricar ganchos? >> Para fabricar ganchos? >> É, >> ã, critério, critério. Eu, na verdade, eu tenho alguns elementos que eu acho que e sejam interessantes deles estarem no Hooks, não necessariamente todos. Então, o meu critério é baseado nesses elementos. Quais seriam esses elementos? Para mim, o fator curiosidade é muito Importante para você prender a atenção da pessoa. Um, um segundo elemento, ã, é a segmentação. Eu preciso segmentar o meu público porque senão eu pego um público muito desqualificado para levar pro meu anúncio
e em consequência também pra minha VSL. Então, se eu não segmento o meu público certo, isso vai me trazer problemas futuro. Ã, benefícios, nem sempre, mas benefícios, ã, eh, são outros elementos. E aí entra benefícios ou eles podem ser emocionais, Funcionais, dimensionais, eh, promessa e deixa eu ver, ã, ou algum tom emocional também, algum elemento ali que traga a emoção a depender do nicho. Então, para mim, um hul forte, ele tem esse eh ele tem boa parte desses elementos, não necessariamente todos, mas ele é construído em cima desses elementos. Então, quando eu vou construir o
o meu hook, eh, o meu critério é, eu fiz o hook, ele tem esses elementos ou boa parte desses elementos, para mim é um Hook que é válido testar. >> Uhum. >> Então, meu critério é em cima disso. >> Uhum. E tu, Bruna, tu tens algum critério para pr para esse para essa questão da fabricação de de Hooks? Cara, eu acho que é basicamente, eu foco muito nessa questão da curiosidade, já que a intenção dele ali é realmente prender a atenção da pessoa e levar ela para dentro do criativo. E essa questão do benefício ou
da Promessa, caso tenha, porque nem sempre tem também, né? Nem sempre a gente coloca, >> sempre tem, >> mas precisa ser uma coisa tão tão atraente a ponto da pessoa falar assim: "Cara, eu não posso deixar isso passar". Sabe? E a dificuldade disso é que as pessoas vêm anúncios o dia inteiro, então você precisa tentar dar uma carinha diferente ali, mostrar que o seu é melhor e mais fácil e mais barato, Entendeu? Então eu sempre foco nisso. Por que que esse meu hook aqui vai chamar mais atenção do que qualquer outro hook que qualquer outra
pessoa esteja escrevendo, sabe? >> Sim. >> Por que a pessoa vai querer continuar vendo o meu criativo? Então eu foco muito nisso, na curiosidade e num benefício que tem que ser que ela ela tem que olhar e falar: "Cara, eu não posso perder essa Oportunidade, eu tenho que ver esse vídeo, eu tenho que continuar vendo." >> Uhum. >> Eh, >> e aí depende do nicho também, que tem nicho que adoram uma dor. >> É, tem nicho que adoram uma dor. >> Tem nicho que adoram o que a gente contou que é dor, mas tem nicho
que não. Então entra tudo naquela coisa da pesquisa de entender para quem que a gente tá comunicando. >> É. E sobre essa questão da dor, até o Cobata, né, quando ele teve aqui, ele falou e ele bateu bastante nessa tecla durante muito tempo, assim, de você, é até engraçado, né, de você colocar alguma coisa, se uma coisa polêmica. >> Ele falou, é, >> é que é tipo, ah, se for de no nicho de emagrecimento, ah, toda mulher gorda merece tomar chifre. >> Ah, isso eu já sei. >> Você pegou a atenção da pessoa ali, isso
É sensacional. E aí depois você faz aquela frasezinha de transição ali para você amenizar sua barra, né? Bom, é isso que as pessoas horríveis falam, mas não sou eu. >> É. Você acredita que eu escutei isso, né? Eu já usei também. Acho que todo mundo usou depois que ele falou, né? >> Inclusive, eu acho que um dos meus primeiros criativos de emagrecimento tinha esse esse hook polêmico que é que Eu dizia assim: "Ai, é, eu li no celular do meu marido que mulher XXL merece levar chifre". >> Nossa. >> E funciona muito. >> O cara
deveria ter testado mais isso. Talvez eu tivesse. >> Eu testei bastante, principalmente no Brasil. E no Brasil isso funcionou bem. >> Vacilei. >> Isso funcionou bem. Agora vou testar, >> mas talvez funcione lá fora também, quem Sabe. >> E agora, pessoal, testa aí, conta pra gente aí, tu que tá de casa aí, se >> vou testar também, vou testar, >> porque eu testei só no Brasil, mas não testei lá fora. >> Vou testar no Delta. >> E olha só, pessoal, eh ainda sobre esse negócio dos Hooks, tá? A gente tem eh e a gente pode
escolher o gancho que a gente vai colocar ali, o Hook, ele pode ser fabricado, a gente Pode criar ele ali por primeiros princípios, usando alguns pilares que vocês falaram. Teve aquele negócio que eu falei de tirar foto ali da lista também pro pessoal de casa entender um pouco mais como que é o raciocínio. E aí também tem a parte de isso daí a gente, eu eu diria que a gente tá fabricando os hooks, mas tem a parte da gente encontrar os hooks. A gente vai lá na selva lá na biblioteca lá de biblioteca não, no
enfim, na fonte de Tráfego, no orgânico e ver o que tá acontecendo. >> Cara, eu que sou júnior, tá? E que tô aqui aprendendo com vocês e eu quero validar os meus criativos. Vocês recomendam que eu fabrique ou que eu eh encontre alguma proporção? O que que vocês recomendariam assim, cara? 50 50 80 ou é 100% mesmo de de gancho encontrado? Eu acho, tá? Eu minha decisão que eu tomaria seria sair encontrando os Ganchos que, cara, sei lá, tipo, acho que é menos coisa para eu fazer, eu basicamente iria ver. Isso aqui parece chamar atenção,
mas eu queria escutar a opinião de vocês. >> É, eu focaria mais em encontrar ganchos prontos. porque funciona muito bem. Mas eu eu tentaria também criar algo, porque é o que a gente falou, a gente não tá criando do zero, a gente tá pegando, tá tá tá criando esse Hook com base no que a gente viu ali também, com base no que a gente fez na pesquisa. >> Então você já tá fazendo pesquisa ali, já viu um monte de coisa que tá funcionando, você vai escrever uma frase e colocar num formato ali que você vê
que já tá funcionando. Então o trabalho também não vai ser tão grande, entende? Porque você não vai estar criando doiro. Uhum. Eu acho que depende do momento da oferta. >> Ah, é? Con >> o junho, tá? Contratei, ele vai escrever. A oferta tá sendo lançada ou ela tá vindo de múltiplas validações? Pô, tá sendo lançada, pega o que tá funcionando. Tá vindo de múltiplas eh validações, estuda o que já validou, replica aquilo ali no 8020 e aí, beleza. Eu acho que depende do momento. São decisões ali que o cara tem que entender qual que é
o objetivo dele. Ele quer fazer a oferta validar. Ele quer Escalar, ele quer colher informações, é uma leva de teste, é uma leva mais segura. Eh, quem fala disso também é o Anthony. Eu acho que ele fala sobre criativos de escala e previsibilidade, parte desse princípio também. Então, seria basicamente isso. >> Olha, eu discordo das meninas, ã, até porque a minha trajetória foi a seguinte, quando eu comecei como copywriter, eu comecei como copywritter aprendiz, né? Nem como júnior foi. Então, qual que era a minha linha de raciocínio? Eu não conheço nada de COP. Eu não
li a base, não li os livros, né? Conheci ali por nome os maiores copios. No entanto, eu não tinha uma base de conhecimento. Então, o que que eu fiz? Ah, eu todas as minhas levas, todos os meus packs de criativo, se eram cinco criativos, se eram 10, se eram 20, todos eram modelados. Ou do Mercado Pago ou do Mercado orgânico. Porque qual era a minha estratégia? Era ganhar repertório De COP que eu não tinha. Então, eh, a Luía falou aí de dividir, né? e é de escala, acho é previsibilidade. Para mim, eu tinha em mente
que isso não ia funcionar, porque a probabilidade de eu é tentar criar algo do zero ah e jogar isso no mercado, minha probabilidade de acertar era muito baixa, porque eu ainda não tinha repertório. Então eu sempre os meus primeiros, principalmente os meus primeiros três meses como copywritter, Eu não é inventei a roda, eu não escrevi nada do zero, justamente por isso, porque é a probabilidade de eu colocar algo novo ali, tentar criar algo novo e isso dá certo era mínima, porque eu ainda não tinha digamos assim, maturidade, né, como COP. Então, eh, para um copywritter
aprendiz e júnior, para mim, o ideal é você colocar ele para modelar, né, o que já existe, eh, e criar algo com base no que já existe, não mudar muitas coisas, porque você Aumenta as chances de que ele acerte e mais do que você fazer essa divisão, entendeu? Ai, de criar alguma coisa do zero ou de modelar a parte disso. Então, para mim, o que funcionou foi isso. >> Uhum. Eu acho legal isso que tu falou do repertório, porque mesmo de repertório, você não tem repertório, então para você criar alguma coisa que vá dar bom,
a chances são mínima. Então é meio que você pegar dois, três criativos da sua leve e meio que praticamente jogar no Lixo. É tipo assim, você já tá comprando eh o seu passe para uma coisa muito ruim, sabe? Que é provavelmente não vai dar certo. >> Eh, as chances são mínimas, tem chances de dar certo, sim, mas é, a gente volta naquela questão da matemática. Para mim, cópia é um jogo matemático. Então, eu não criava nada do zero no início. Hoje, lógico, eu já tenho mais repertório, já consigo desenvolver com base no que eu já
vi, mas quando eu comecei, eu não Tinha esse repertório ainda. >> Uhum, entendi. É, eu acredito que no caso de ser júnior 100%, como é o caso que eu te citei, eu acho que faz todo sentido. Eu concordo. >> É, >> é menos coisa pra pessoa se embabacar ali, né? >> Exatamente. >> Uhum. Eh, cara, uma coisa que eu não entendi, tá, que eu gostaria de perguntar para vocês, é que a gente vai Ter ali um gancho e depois a gente vai entrar no corpo do anúncio de fato. >> Uhum. >> E esse corpo do
anúncio ele vai ter um formato que aí no exemplo que eu falei é formato de caixinha de pergunta. Eh, precisa ter algum tipo de congruência entre o gancho que a gente coloca lá no começo e esse e esse formato que tá aparecendo aqui depois ou não? >> Não, para mim não. Na minha opinião Também não. Depende. Esse gancho é de quê? É visual? É de copy? >> Não sei. Gan visual, por exemplo, não precisa ter nenhum. >> Gan visual. Se eu quiser colocar não precisa ter. da banana batendo no copo. Eu posso mandar ele para
uma caixinha de perguntas depois e tá tudo bem. >> Mas agora um gancho de cope. Sim, um gancho de cope, porque eu trouxe uma coisa, trouxe uma curiosidade. É, eu Trouxe uma bigadidia. Meu corpo, ele tem que ter uma coesão com aquilo ali que eu trouxe, porque a pessoa criou uma dúvida na cabeça dela. Eu vou continuar alimentando aquela dúvida. É a cascata que a Bruna falou. O Hul vende a visualização do corpo. Como que eu vou trazer uma coisa totalmente diferente? Mas beleza, um hook visual ele só vai parar, ele vai ser só a
placa de pare. >> Uhum. >> Não precisa ter necessariamente um Quebra-mola depois da placa de pare, entendeu? E e até para você, digamos assim, poupar a energia do seu prospect, porque se você fala uma coisa muito diferente no seu hook e você não tem uma transição suave, a cabeça dele meio que embaralha e ele não tem uma linha de raciocínio lógica ah para começar a entender a sua mensagem. Então faz sentido. >> O esforço mental vai fazer ele ol calcular aquilo ali, falar. >> É, e até por conta de natureza humana, putz, a nossa mente
foi feita para economizar muita energia. Então, se você já começa o seu, você já coloca o seu prospect para gastar muita energia, poxa, entendi uma coisa aqui, aí já fez uma transição muito brusca aqui, já é outro assunto, eu já me embaralhei, já tô tendo que pensar mais para entender, né, o que que ela quer me passar e já não fica bom. Então faz sentido essa questão de de fazer uma transição. >> Sen faz sentido. >> E é justamente que a gente falou da congruência mais cedo, né? Da congruência do do Hulk pro Bor e
do Bor para vest, né? >> E de ser leve criativo. Ele tem que ser leve. A pessoa não pode ter um esforço mental de entender o que tu tá falando ou algo divertido para ela, até por conta da da >> do objetivo da rede social, que é prender a pessoa ali. Ela não quer ter Esforço, ela só quer chegar do trabalho, entrar na rede social e ver uma coisa divertida. Ela não quer gastar energia, ela não quer ter que raciocinar. >> É, >> eu tô impressionado. Eh, como que vocês sabem disso, velho? Que loucura, pô.
O mercado tá, o mercado evoluiu tanto, velho. E esse negócio que vocês falaram aí da da microvas, eu acho que é uma coisa tão avançada, pô, eu demorei tanto tempo para aprender isso Daí, esse negócio da energia que tu falou, sabe? Isso. É, >> eu eu acho que tu é a primeira pessoa que eu vejo falando disso, tá? Desse negócio de tipo que além de mim, que Mas eu já falei, sei se lá para mim mesmo que um dia eu refleti, que é meio óbvio se tu for parar para pensar, mas é aquela coisa que
é óbvio, fica óbvio quando alguém te fala. Exatamente. O óbvio precisa ser dito. Exatamente. É exatamente. >> E [ __ ] o o que as pessoas eu quando alguém não se atenta a esse fato de que a tua COP ela precisa demandar menos energia da pessoa, menos, >> eu até queria um termo para isso que eu eu chamo de COP arrogante, porque tu assume que a pessoa vai parar para falar, para ler, para consumir, para gastar o tempo dela eh consumindo ali a a porcaria que tu escreveu, sabe? E isso daí eu até dava feedback
direto pros copyright, falava assim: "Cara, tua Cop tem que ser menos arrogante aqui, ó. Pô, tu tá achando realmente que a pessoa vai te dar todo esse esse tempo aqui e tu não gerou nenhum mini valor aqui, nenhuma curiosidadezinha aqui com um ganchozinho bobinho por que ela vai te dar mais alguns segundos aí. Ou então ela até tem um gancho bom, mas depois a copa que vem já não gera nenhum outro valor para jogar a pessoa pro resto da mensagem. Então eu achei isso muito interessante. E onde que tu aprendeu Isso daí, >> João? lendo
muitos livros. Eu gosto de ler muito. É um livro que ele ele é mais assim profundo. Um livro que eu gosto muito, que é o um do eh Homo Sapiens, se eu não me engano, é do Ah, eu não lembro. É >> muito bom porque ele traz todo ali, é só o livro, né? É Sapiens, se eu não me engano. É, é verdade, é Sapiens. Obrigada. >> É que eu achei que talvez tá falando de Outro livro del. >> Aham. é o dele mesmo. Então ele traz ali toda a base histórica da humanidade, como se
foi se construindo. Então, a partir dali você tira vários insightes. Eh, gosto de estudar um pouco de psicologia também. Eu acho que a Bruve ter trago, isso foi uma vantagem que ela teve, né? Porque ela é psicóloga. Então, você entende como a mente, a mente humana funciona, como na, é, como é a natureza humana. E a partir daí é só Você começar, digamos assim, a brincar com cop, entende? É basicamente isso. >> Verdade e entra naquela coisa que a gente falou da estrutura invisível, né? Porque tu coloca uma coisa que vai aumentar a rigidez mental
dela ali, >> tu tem que colocar uma suavizada que talvez gere uma curiosidade, porque tu trouxe um ponto que tu precisava falar combatendo uma objeção ou então fazendo uma promessa muito forte. E aí, pô, pesei a mão aqui, o que que eu vou Fazer? Vou suavizar agora para ganhar mais segundos daquela pessoa. Então acho que a gente sempre faz esse cálculo ali, a cada linha que que eu tô gerando, o que é que ela vai sentir? Uhum. >> Como é que eu suavizo, como é que eu faço ela ficar mais. É um game ali de
>> cara, é por isso que vocês gentam em dinheiro, velho. Por isso que os donos de operação aí estão pagando aí salários aí de jogador de futebol para vocês, cara. >> Ô, >> tem a sua parada aí. >> Bom dia, Luca. Bom dia. >> Ô Lucas, cara, mulher aqui, mano, dá um sal, fal, >> fala para ele dar um aumento aí pra gente, ó. >> Fala, fala para ele. Dá um aumento aí, João. Sei que tem mais moral com ele. >> Ou tud aumento ou cancela a conta do Vetú, amigo. Vai ter que rodar YouTube.
>> Isso foi forte. É, >> tô brincando. Mas enfim, as gurias são boas, pelo que eu tô vendo aqui. Eh, cara, entendi, tá? Essa parte dos ganchos, eu acho que eu não tenho mais nenhuma dúvida. Eh, porém além do gancho, a gente tem também eh a parte do do corpo do anúncio, correto? >> Então, cada corpo ele vai ter ali três, no mínimo três ganchos, pelo que eu entendi, >> né? Isso. >> Eh, cara, o como que vocês desenvolvem o corpo do anúncio? O que que tem o que que vocês fazem ali? >> Essa é
a pergunta. Uma pergunta de milhão. É. per mais complexa de responder. Vai, >> olha, para mim, >> pô, achei que era mais bom. Na verdade, é complexo você eh colocar, para mim, o corpo ele é formado por elementos, >> elementos cuja função é persuadir Eh o teu prospect, o teu lead a ficar no teu anúncio para você conseguir a venda da visualização da VSL. Então você eh vai chegar a persuadir ele para ele ficar ali na sua mensagem. E essa persuasão basicamente ela é o trab. Eu enxergo o o corpo do anúncio como um grande
bloco ou como um Lego. E aí dentro desse bloco ou dentro desse Lego tem mini blocos, né, mini peças. Então, essas mini peças são os elementos que para mim os principais são, eh, o Elemento da promessa, o elemento da segmentação, CTA, os benefícios. Aí entra os três tipos de benefícios emocionais, funcionais, dimensionais. Eh, tem a dor, eu posso ter um um spoiler, eu posso ter o elemento de mecanismo do problema ou mecanismo da solução, que você vai dar um spoiler ali dentro do do teu body. Eh, deixa eu ver se eu esqueci de mais algum.
Você tem a autoridade, credibilidade. Então, eu enxergo isso como elementos. E aí, esses Elementos eu vou eh escrever o meu body com eh colocando esses elementos, empilhando esses elementos, mas não necessariamente eles têm que tá eh numa ordem. Por exemplo, ai tem criativo que eu já começo com uma promessa muito forte. a minha microlite que vendeu múltiplos oito dígitos, ela já começava com uma promessa muito forte, então era o elemento que eu tinha ali logo de cara. E aí, eh, ou eu posso colocar com eu posso começar com provas ou eu posso Começar com elemento
autoridade. Então, o corpo ele é um conjunto desses elementos cujo objetivo é persuadir a pessoa a eh tomar uma ação, né, que é clicar no teu anúncio e ir pra sua VSL. E eu acho que uma genialidade que dá para fazer a partir dessa alocação de recurso é tentar pegar aquele recurso, aquele elemento e trazer ele de uma forma diferente. Então, se eu tenho que fazer uma promessa, como que eu vou fazer essa promessa sem parecer uma Promessa? >> Se eu tenho que trazer uma prova, como que eu vou trazer essa prova sem parecer uma
prova? sempre baseada no princípio de que aquilo não pode parecer um anúncio. Então, pô, se o meu mercado tá todo usando uma estrutura invisível, uma sequência argumentativa, será mesmo que aquela pessoa que tá recebendo vários alunos todos os dias não vai identificar padrão? Ela não é burra. Então, como que eu posso fazer para aquele padrão não Ser identificado e disfarçar a minha COP? Uhum. >> Trazer aquela mesma estrutura invisível de um jeito diferente. De onde que eu pego esse jeito? Do orgânico >> que entra a comunicação que você falou. >> Que entra a comunicação. >>
Hum. que entra comunicação. >> É um ciclo, >> cara. E eu tava pensando assim, tá? Quando tu falou, eu falei, eu pensando, olha, para tu ver como eu sou maluco, Né, pessoal? Como que a minha cabeça funciona? Eu pensei assim, nossa, peg peguei elas agora, porque agora eu vou eu vou fazer uma pergunta assim que era: "Tá, mas por que que vocês fazem quatro corpos aí se só tem uma estrutura invisível, não sei o quê". Mas aí tu falou esse negócio aí, entendeu? De, enfim, eh, >> testar. Às vezes eu vou fazer uma leva de
cinco anúncios, eu pego a mesma estrutura invisível e eu trago várias Provas diferentes, vários CTA diferentes, vários. O que que eu quero testar aqui? Eu quero testar um benefício, quero entender o meu público, ele vai mais com dimensional, com emocional. faço aqui, essa aqui eu vou fazer só dimensional, então seis eu vou fazer só emocional e aí eu vou respondendo as perguntas das levas, que é uma coisa que a Bruna falou que a gente tem em comum, que a gente não faz a leva por fazer, a gente faz a leva Focada em responder perguntas para
que a próxima leva que a gente vai fazer seja baseado nessas perguntas, que é uma coisa que as pessoas não fazem, elas não colhem eh informações sobre os números que elas geram. Então, pô, eu tô fazendo uma cópia, eu não tô fazendo só uma cópia, eu tô gerando dados. O que que esses dados estão me dizendo? Como é que eu posso fazer com que a minha próxima leva seja mais assertiva com base nos dados que eu já tive? >> É, é porque na real é tão difícil ele dar criativo que quando você faz isso baseado
em dados, né, quando você depois colhe dados e tenta ali entender o que que aconteceu, você validou um criativo, entendeu o por que você validou, você começa a replicar. E aí é por isso que o índice de assertividade fica muito alto, né? É onde que a escala, eu também acho que é onde que a escala absurda vem, a partir do momento que você encontra esse padrão, porque daí você só replica ele, Entende? É onde que é a escala forte. >> E aí de repente você tá com uma oferta ali com 10 criativos escalados, aí pronto,
aí o céu é o limite, né? >> Boa. Eh, eu só queria entender ainda que, aliás, pelo que eu entendi da resposta de vocês, então nesses quatro corpos que a gente vai criar aí, todos eles vão seguir a estrutura invisível que a gente pesquisou lá no começo. >> Uhum. que vem de outros anúncios escalados. >> Sim, sim. Anúncios escalados. Escalados fazer. E o que eu vou fazer daí na estrutura invisível vai se alterar os elementos que estão dentro dela. Então, se é um elemento de prova aqui, eu vou eu coloco outro elemento de prova, >>
sei lá, demonstração, eh, se tá o mecanismo único do problema ali, que eu não sei se tu acha que é um elemento de prova, mas na minha cabeça é. >> Uhum. >> E, >> enfim. e e outros e outras outros e fatores. E isso daí que classifica então um novo corpo. É o é a mesma estrutura, mas com elementos diferentes. É isso daí. >> E com uma comunicação. Eu acrescentaria a comunicação, porque, por exemplo, quando eu pego uma estrutura validada, não necessariamente eu uso as mesmas palavras. Eu eu dou o meu toque de comunicação ali,
que é uma comunicação mais solta, mais leve, é um tom Conversacional com o meu próspect, entende? Por isso que é importante definir o avatar antes, porque eu não vou falar como uma mulher nova, sendo que o meu avatar é uma mulher mais velha. Uma mulher mais velha, ela tem um tom que é diferente de uma mulher mais nova. >> Sim. >> Então, por isso que a gente faz essa definição antes de trazer a comunicação com barbuna. >> Às vezes você vai falar: "Ah, não, a minha a minha tia usou e aí você vai colocar uma
mulher mais nova pr para caber ali na COP, sabe? Então você falar: "Minha filha usou, então você vai ter que pegar uma mulher mais velha". Isso, >> sabe? Então tem que fazer, tem que ter nexo, né? Tem que fazer sentido. >> Tem que ser jogo de cintura ali também. >> É, entendi. Existem, aliás, deve existir, né? Mas qual que é o caso que Vocês criam eh um corpo novo que não vai seguir a estrutura invisível lá? É, que vocês viram? Até porque tu, Luía, tu citou, não sei se foi no almoço, se foi aqui, tá?
>> Mas tu falou que, ah, não, que eu vi um criativo que nos primeiros segundos já tinha um CTA, sabe? E daí que em teoria é uma coisa nova. >> Uhum. Aí o o quanto que vocês inovam, o quanto que eh vocês só fazem aquilo ali mesmo que a estrutura invisível e Acabou? >> Cara, eu acho que é isso que a gente falou. É, depende >> depende aí depende do momento da oferta que a Luía falou. >> Exatamente. E eu acho também que, cara, qualquer um que tiver começando, ninguém deve fazer isso, sabe? Se você
for iniciante, definitivamente você não deve fazer isso. >> Mas eh essa questão do momento da oferta, por exemplo, a gente quer ver se A gente vai, a gente, eu comecei a testar uma oferta hoje, eu quero ver se eu consigo validar essa oferta, eu vou jogar ali o que eu já sei que funciona, >> porque é justamente o que a Luía falou, >> cara, vou testar 10 criativos que eu, né, com mais ou menos a mesma base ali, que eu já consegui escalar outras ofertas e eles não funcionaram. Bom, provavelmente o problema tá nessa oferta
e não nos criativos. >> Uhum. >> Sabe? Agora, se eu consigo validar essa oferta e aí em determinado momento ali, beleza, ela começa a a >> diminuir o nível de escala. Daí é o momento que eu posso começar, porque essa oferta já é validada e agora é a hora de de eu começar a testar coisas novas, >> começar a brincar ali no >> Começar a brincar. É porque e tem o fator leilão também que eu gosto de usar ao meu favor. Pô, a gente tá numa escala De 1 milhão dia. É muito mais provável que
o Facebook entregue um criativo que eu tô colocando naquela conta numa escala de 1 milhão dias. público que eu quero. Então, a probabilidade de eu acertar é maior. Se a probabilidade de eu acertar é maior, eu posso testar mais coisas. >> É, entendeu? >> Sim, entendi. Eh, então assim, ó, fazendo um resumo, tá? Para ver se eu entendi de fato. E aí, cara, vocês me Lembram que foi tanta coisa, eu anotei tanta coisa aqui que eu não sei nem se eu vou conseguir resumir 100%. Mas no briefing do criativo, eu vou definir qual que é
a big ideia, qual que é o formato que eu vou usar. Qual que é o avatar? E aí, para cada corpo que eu tiver, eu vou ter três ganchos diferentes. >> Uhum. >> Tá. Isso é o que tá no documento do briefing ou tem mais alguma coisa? Eu >> acho que é isso. Isso. Acho que é isso. É isso. >> Na verdade, eu sei que tem mais uma, tá? Que eu ia perguntar agora para vocês, que vocês que vocês já falaram até, mas eu queria entender o macro, mas nesse e-mail aí, tá? Até onde eu
me lembro, se eu tiver errado vocês me corrijam, mas alguém falou aqui, tá, que tem uma tal de eh instrução de edição. >> Uhum. >> Então, pelo que eu entendi, vocês mandam o que que o editor de vídeo tem que fazer e como que ele tem que fazer, né? >> Sim. >> Eh, como que funciona isso? O que que vocês mandam? Por que que vocês fazem isso? >> Cara, porque isso é de fato importante, né? Não adianta nada você ter um formato validado, uma cópia validada e uma edição ali pode estragar o seu criativo. Você
pode não validar ele por conta da Edição. O que que eu sempre faço quando eu mando pros meus editores? Eu mando sempre uma referência de um criativo validado já para ele entender ali o que que o que que funciona e o que que tem funcionado muito pra gente, edições mais clínicas possíveis, sabe? >> Tipo, sem muita cinematografia. Então, por exemplo, se é um GC, é a pessoa ali falando de frente pra câmera mesmo e quase sem edição nenhuma. E aí a gente volta e daí a importância disso, a gente Volta outra vez pra questão do
orgânico, é o que ela está acostumada a ver lá. Você vai tentar replicar isso na sua edição, entende? Então você não vai tentar fazer um trailer de cinema no seu no seu criativo, não. A pessoa não tá habituada a ver isso ali no TikTok, não tá acostumada a ver isso no Instagram, não é isso que ela quer ver. Conversa é propaganda. >> Exatamente. Exatamente. Você vê propaganda e é tudo que ela não quer. Ela não tá ali para comprar. >> Tá vendo o anúncio da BMW lá se reproduzir? É, exatamente. Exatamente. Então assim, não é
isso que ela quer. Então você tem que tentar conversar com ela de uma forma que ela esconder que aquilo é um anúncio, né? >> Então essa instrução de edição é muito importante. >> Uhum. Muito. >> Isso daí entra o quê? Como um comentário no documento ou tu realmente escreve no Documento. Ó, editar dessa maneira aqui e é tipo, ah, tu essa frase aqui do do corpo tem que botar essa edição. Aí tu comenta ali. >> Toda vez que eu mando para um editor eu mando lá. A gente tem lá o nosso um doc, né, com
com todo o roteiro ali de criativos. E aí eu sempre coloco, a primeira frase é referência de edição, tal. Aí eu coloco o link já do criativo que ele vai querer e aí coloco hook um. Aí coloco, por exemplo, o link que eu Quero que ele use ali para fazer o hook um, hook do, a mesma coisa. E as instruções eu vou colocando colocando em comentários, sabe? No próprio doc. A gente tem um template, né? >> É, nós temos um template, então é, a gente tem um template, é como se fosse, é uma tabela. E
aí dentro dessa tabela tem primeiro aqui, ai, se a gente vai gravar com matriz, quais os materiais que ela vai precisar? Ela vai precisar de uma caneca, ela vai precisar de um de De um eh de um pacote de sal, de um eh de uma garrafa de vinagre de maçã, ela vai precisar de gelo, ela vai precisar de banana. Então a gente coloca todos os materiais aqui, >> cara. Se é emagrecimento, provavelmente ela tudo isso aí vai ser usado, >> vai ser usado. E aí a gente tem ali os materiais que ela vai precisar. E
aí, segundo vem a edição, que é o campo aonde a gente coloca todas as instruções pro editor, inclusive e de cada hook. Hook um. Eu quero, por exemplo, que divida a tela com uma receitinha. Então, eu vou lá e coloco lá a minha descrição. Editor de eh colocar aqui eh o ator mais tela dividida com essa receitinha. Aí eu coloco a referência, como a Bruna falou, vou no TikTok, vou no YouTube, eh, pego a referência e além da referência eu coloco uma minutagem também, porque às vezes o vídeo tem 3 minutos, mas eu quero usar
1 minuto 1,30 a 1:40. Então eu vou colocar lá de 1,30 até 1:40. Você Vai fazer esse corte aqui no vídeo e vai plugar e para dividir a tela. E aí isso pro hook um, pro Hul 2, pro Hulk 3, né? Ou mais hook se tiver. E no body também. Aí por último, no body. vai editor no bard e deixar o mais clean possível, só deixar atriz sem legenda, sem nada. Então tem essa parte de instrução ali no template também. E quando tem a atriz ainda tem a roteirização do que a atriz vai fazer. Eu
não sei vocês, mas eu corto cena. Calmaí. Como é que é Roteirização do que a atriz vai fazer? Que que é isso? Como assim? >> É um roteiro mesmo. Primeiro você vai pegar a caneca, aí depois pegar a gente faz roteiro. Eu te mandei, lembra aquela cópia que eu te mandei? Ela tem todo um roteiro que é, ah, abre a garrafa olhando pra câmera e joga aqui. Aí depois mexe tu falou: "Mexe por tantos segundos, chic". >> Mexe por tantos segundos e aí quando chegar nessa parte da COP, troca, faz Formato selfie. Então a gente
varia, eu varia muito se eu quero que ela grava no banheiro, ah, você vai gravar no banheiro em frente ao espelho passando alguma coisa no rosto, >> né? Então tem essa parte da roteirização também. E aí a gente divide cenário, instrução, material, tudo detalhado, tudo. Tem essa parte dos comentários também. Por exemplo, os comentários eu uso muito eh principalmente no corpo. Ah, se lá no meio do meu corpo eu quero Que a atriz em emagrecimento ela puxe a calça para servir como prova demonstrativa. Aquilo ali é um tipo de prova. Então eu vou lá e
coloco um comentário: "Atriz, aqui nessa parte você vai fazer tal e tal coisa". Uma coisa que eu faço pra prova também é atriz tá aqui, ela pegar o celular e mostrar assim, olha como eu era, porque traz intimidade, parece ser realitor simplesmente pegar e colocar aquilo ali. Então, em vez disso, só pegar o celular E mostrar, porque, pô, tá no celular dela, >> traz intimidade, >> credibilidade. Eh, olha, eu tá vendo o que vocês estão falando aí, eu acho que isso aí que vocês acabaram de falar é tão importante quanto, se não mais do que
todo o resto. >> Eu diria que é tão importante quanto. >> Tipo assim, ó, se se a gente se a gente considerar que essa habilidade aí é a mesma habilidade para selecionar os Ganchos que tu vai usar lá, os ganchos virais e assumir que gancho é a parte mais importante do criativo. Não sei se vocês consideram isso. >> Concordo. Eu considero até do funil todo, sabia? Porque se você é perder o seu prospect ali, ele não vai ver o restante. Vou é o primeiro ponto. Que a gente falou, não adianta colocar uma VSL validada na
sua mão, né? Ninguém vai ser. Mas >> vocês entendem que Eh tipo essa habilidade é uma coisa que eu eu acho que isso eu não sei se nem se tem curso disso, cara. Sei lá, porque é meio que uma persuasão para 2025. onde, tipo, onde a habilidade não é copy, aí em teoria vocês são copywriters que escreve copy, mas essa skill de ser meio que diretor de cinema, >> de de tipo de de colocar persuasão em histórias visuais, >> eu acho que é mais importante do que a COP, porque cara, a primeira coisa que a
Pessoa vai ver vai ser essa parte visual. É, esse é o cara nos no no milegundo ali um que, tipo, no primeiríssimo frame do teu anúncio vai ter o visual, não tem tempo de falar. Talvez a pessoa, sei lá, demore 3 2 segundos para falar a frase que vai ser o gancho, sabe? Mas aquele primeiro frame ali, cara, o que quantas vezes que eu já não pulo quando é um frame idiota, sabe? que que eu não que eu não acho interessante. Eh, então assim, cara, eu olhando de fora, tá, eu tô achando isso extremamente importante.
É extremamente importante, >> não é trivial, é extremamente importante. >> Muito >> e mano, como >> então a maior parte do meu tempo, na verdade, não sei o teu. Bom, é uma coisa muito mais, né, fazendo o roteiro e pensando no que eu vou mostrar primeiro Do que a cópia em si. A cópia eu já fiz todo o brief, eu já sei para onde que vai desenvolar. >> Em 30, 40 minutos assim, nossa, no máximo 40 minutos. vocês e o corpo. Agora a outra parte que vem depois o roteiro demora bastante. >> Mas cara, eu
acho que esse capricho de tu turbinar a mensagem, eu acredito que é grande parte do sucesso de vocês, porque a gente pode fazer o mesmo criativo em Fundo preto, letra branca, com a mesma cópia e adicionar ele de uma outra maneira, como por exemplo, com antes depois que aparece na tela. E dá fazer antes depois, mostrando o celular pra câmera. >> Uhum. >> Cada um deles é um elemento de prova diferente. >> Diferente. É. >> E daí, obviamente, né, a gente sabe quanto mais prova tende a convencer mais Pessoas. Então, cara, eu acho que isso
aí é extremamente poderoso, tá? E como que vocês acham que alguém pode ficar treinado nisso? >> Como vocês aprenderam isso aí, velho? >> Ah, praticando. >> Nossa, praticando mesmo. Vendo que funciona >> funciona. >> Cara, essa skill aí, tá? Eu acho que é a mais difícil de todas, porque COP tem livro, velho. >> É. E no campo e e é o campo de batalha mesmo. Sabe por, João? Porque às vezes a gente produz uma leva e manda pra X atriz. Igual eu eu já eu acho que eu toquei nesse ponto no podcast. Eh, quando eu
trabalhava com o Thiago e a gente tinha uma atriz para emagrecimento que ela era ali 40 45 mais. Ela tinha um cabelo curtinho, não validava cópio com ela, não validava. Até o momento que eu cheguei pro Thagão e falei: "Tiagão, eu não quero mais essa Atriz, eu não vou usar mais ela porque não valida". Entendeu? Então é muito campo de batalha. Como que eu vou explicar isso para uma pessoa? É muito skill ali do negócio que você vai pegar, é muito feeling. É feeling mesmo. É sentir >> é a parada, sabe? Ã, então e atriz.
Tá? E tem atriz que ela começa não performando bem quando você contrata ela, mas depois você vai treinando ela justamente no ir ir nos mínimos Detalhes. Se eu pudesse dar um conselho pra pessoa pegar isso, é tipo assim, ser detalhista, colocar o maior número de detalhes dentro do seu roteiro. Ah, e você quer que ela mexe ali em frente, você quer que ela pega o copo, que ela bate, que ela coloca o gelo, que ela chacoalha, que ela pega a banana, bate no copo. Então, quanto maior é o quanto mais detalhes, melhor para você chegar
nesse nível de ter um anúncio nesse nível. >> E tem essa questão que eu acho que quando a gente escreve, a gente já escreve pensando ali, visualizando que a gente >> sabe, o criativo pronto assim. Então eu acho que é muito e e essa habilidade de de fazer esse roteiro é muito de dessa investigação do que funciona, porque você vendo que você funciona, você já escreve pensando na quando estiver pronto e aí é só você colocar essas ideias no papel para Rotarizar. >> É uma coisa hoje que ajuda muito, inclusive é um hack pro pessoal
de casa, principalmente para quem é iniciante. Que que você vai fazer? Você vai abrir o chat GPT. Hoje o chat GPT ele tem a funcionalidade de você gravar áudio, né? Você toca lá no microfonezinho e grava o áudio. Então, se você tem muita dificuldade de pegar isso e colocar no seu doc, grava o áudio pro chatt e pede para ele: "Olha, eu vou te mandar essas Informações." Então, com base nas minhas informações, você vai criar um roteiro. E aí, após o chat deptar esse roteiro de como que que a atriz vai gravar, qual que é
o semblante, qual que é o humor, tudo vai, você vai mandar nos mínimos detalhes no áudio e aí o chat deptumo. E aí você só passa o olho ali, vê se tá bom ou faz alguma complementação e coloca lá como é instrução, entendeu? No teu roteiro, como instrução de roteiro. Tem uma coisa que eu faço também que é Estudar a atriz. >> Então >> é aquela mulher ali, ela passou a vida falando de um jeito, ela vai falar do jeito que eu quero não. Uhum. ela vai est toda travada ali. Então eu pego o material
daquela atriz e começo a estudar expressão, pausa, o jeito que ela fala, o jeito que ela pega no cabelo, uma série de coisas ali. >> Isso é legal de falar porque é outra coisa, é outra coisa que é importante Também que a gente não falou aqui, né, que é a parte de selecionar atriz estudando ali o jeito dela falar. Tem uma atriz que eu já mandei cartinha para ela e agradecendo porque todos os meus alunos validavam com essa atriz. Então eu falava assim: "Olha, muito obrigada e tal". e ia pegando vídeos dela ali, entendendo o
jeito dela falar e minha comunicação com ela ficou tão tão >> ali conectada, íntima, >> que eu ficava assim impressionada com a naturalidade que ela lia as minhas copies. E eu acho que para ela também era fácil, era uma coisa altamente fluida, porque eu estudei o jeito dela falar >> e as pessoas não fazem isso. Elas pegam o avatar e elas querem que o avatar se encaixe no jeito delas e isso não vai funcionar porque você quer que fique natural. >> Uhum. Mano, como vocês são Profissionais, cara. Vocês são muito profissionais. Que loucura, né, pessoal?
Olha o que que o que que virou o nosso mercado. Cara, eu acho sinceramente que é por causa desse tipo de coisa que de verdade tá, que eu acho que o Brasil tá liderando o marketing direto global hoje em dia, porque cara, é surreal o nível de detalhe que o pessoal tá tendo na operação. É impressionante. Na minha época eu lembro que era era eu filmava uma mulher e a e a e a narração que Vinha era uma outra mulher, uma narradora aleatória assim, sabe? não era voz da da pessoa e era uma narração toda
zoada, toda monótona, sabe? E ainda vendia para [ __ ] Olha que loucura, velho. Ainda, tipo, escalava milhões e milhões. >> Mas eu acho que a cada dia que passa o mercado fica mais sofisticado, né? Então isso exige da gente essa >> essa sofisticação mesmo, né? Esse esse nível de detalhe assim. >> Uhum. Olha só, eh, essa habilidade aqui, tá, que ela é muito importante de saber criar o roteiro ali de edição. E a até onde que isso é responsabilidade de vocês, tá? E até onde isso fica pro editor de vídeo de eu sugerir ou
editar? Eh, ou eu não sei se acontece de trabalhar em colaboração ou é 100% responsabilidade do copyrighted fazer isso, porque em teoria o editor, se ele soubesse isso que a gente tá falando, né, >> ele conseguiria melhorar a mensagem. E eu acho que até significativamente, porque ele ia saber mais tipos de edições, mais coisas para fazer >> que o copyright talvez não saiba. >> É por isso que a gente faz muito workshop interno com editor. Então a gente reúne ali e explica pro editor porque que a gente tá fazendo o que a gente tá fazendo.
Então os editores que trabalham com a gente, eles já têm esse feeling mais ou menos, porque eles já Foram treinados, porque eu queria validar. Se eu quero validar, eu preciso o quê? Aumentar as minhas chances. Então eu vou pegar o editor e fala, falava: "Hugo, a gente validou muito o anúncio junto. Eu chega aqui, bora fazer uma cal aqui de uma hora, ó, para esse anúncio aqui, para essa leva dessa semana, eu quero assim, assim, assim. Tá vendo esse vídeo aqui no orgânico? E eu compartilhava a tela. Eu dedicava tempo para treinar aquele cara. >>
Uhum. >> E eu percebo que tem muita gente que não faz isso, não quer nem colocar uma instrução de edição, não quer nem escolher um avatar >> e o cara não vai adivinhar o que você quer fazer, né? Eu acho que depois de um tempo, eu também acho um absurdo. E eu acho que depois de um tempo que o editor já tá ali dentro da operação, ele já vai entender, >> né? Então você vai você vai, entre Aspas, se livrar disso aí, porque ele já vai começar a entender como é que é o processo. Mas
no início, cara, a responsabilidade é total nossa. Ele não é obrigado a adivinhar o que que você quer, não, entendeu? É >> boa. >> E é um absurdo. Tem copyright que não quer decidir o avatar que vai usar. Gente, o avatar é o terceiro. >> O Samuel assim pode dar esse [ __ ] >> Não, Samuel, comigo não vai ser assim Não. Se quiser aprender comigo, vai ter que, ó, seguir ali. >> Eu acredito que no início isso daí deve ser 100% responsabilidade do COP, João, porque foi você que idealizou a COP, entende? É como
a Bruna falou, quando você tá escrevendo, é, já vão surgindo imagens na sua cabeça, já você já meio que vai programando o roteiro ali de como que vai ser a edição daquele criativo, entende? Então não tem como seu editor adivinhar tudo isso, porque Era você que tava escrevendo. Então, na minha concepção, isso tem que ser 100% responsabilidade do copywriter. Aí e e mais uma responsabilidade, você saber passar isso pro seu editor para que ele execute 100% do que você planejou. Uhum. >> E aí depois, ah, estamos trabalhando três meses juntos, >> tem editor Will. O
Will três meses juntos ele ele vê que o anúncio é meu, ele já sabe como é o cara que edite. Não tem segredo. >> É isso. Depois de um tempo o cara tá com você já, ele já vai saber, já vai entender, >> já vai tá ligado. É >> que legal, cara. Nossa, que que interessante a operação. Tô tô bem eh feliz por vocês. Bem legal. Parece uma coisa bem profissional. >> É bem profissional. Profissional. >> É bem bem bem bem legal. E é lógico, né? Não tinha como esperar menos do do pessoal da Six.
Aí o pessoal é enfim. É Tu empresa, não conheço, mas enfim, pelo fato de estar aqui também é bom. Eh, mas pessoal, >> é que a gente é do melhor squad da Six. >> Ah, é? >> É, né, Bruna? >> Aí, >> boa, eh, cara, eu tenho uma última pergunta, tá, para fazer sobre essa sobre esse esse briefing aí. Eh, aliás, não é não sei se é o briefing, é, poderia dizer Que é um briefing, né, que a gente vai mandar pro pessoal. Mas é o seguinte, é que eu vou fazer perguntas individuais agora, tá?
E eu não sei se vocês querem responder, mas eu vou fazer, cara. Quem não quiser responder, não responde. Eh, eu vou começar com a Luía, tá? E que assim, ó, esse briefing ele produz um anúncio, né? Eh, eu queria que tu me explicasse aqui, tá? Qual que foi o anúncio mais maluco, mais diferente, Inovador ou que escalou um anúncio que tu considera que destacou? E eu queria que tu me explicasse quais são esses elementos que tu escolheu, por e o que já aconteceu no final. Cara, foi esse do SMR, porque >> explica pra galera de
casa aí o o que que aconteceu, qual foi o teu processo de decisão. >> Eh, primeiro eu analisei, eu já tinha validado bastante anúncio, então eu comecei a entender ali o que é que eu já Tinha validado e aí eu montei um Frankenstein a partir disso. Então, eu peguei desses anúncios, qual foi o ângulo que mais vendeu, pô, vou usar esse ângulo. Qual que foi o minha estrutura invisível que mais vendeu? vou usar essa estrutura invisível. Daí eu pensei, como que eu vou sofisticar os elementos da minha estrutura invisível? Fiz a COP. Depois da COP
tá pronta ali, eu olhei para aquilo e falei: "Cara, eu preciso de um Hook visual". Na época Eu tava numa competição interna com o Lucas Primo, que ele tinha validado um anúncio que tinha vendido mais do que eu e eu era copywrited anúncio, então eu não dormia mais, que eu fiquei assim, como que esse cara fez isso comigo? Eu, eu que sou copyright de anúncio aqui, o que tem que validar. >> Ele é de VSL. >> Aí eu fiquei louca. Ah, >> eu falei: "Não, eu preciso". E ele tinha validado um hook visual, então isso
me Trouxe aquela coisa, preciso de um hook visual muito bom. E aí, eh, foram várias tomadas de decisão. Primeiro, eu tomei a decisão de começar o meu hul sem falar nada. Isso aí já é totalmente contrainttuitivo. >> Isso aí eu já tava demitida. Já >> chega esse briefing pr mim e fala: "Não, tu não entendeu >> aqui não é TikTok, amigo. >> A minha sorte é que o Derck não revisava. >> A minha sorte era que o Derck não revisava. Só falava assim: "Eu já tinha validado bastante coisa, então eu chegava para falar". Ele falava:
"Faz, Luía, faz". Aí eu, beleza, chefe? Aí, aí eu, pô, não vou falar nada aqui, tá? Beleza? E aí eu trouxe também uma outra coisa que eu comecei a pensar que é o que que a o que que chama atenção? O visual chama atenção, mas qual que é outra coisa que chama atenção? O som. E aí eu Vi o SMR que tava muito em alta e eu pensei assim: "Caras, eu não vou trazer nada. Vou trazer o visual de uma receita sendo feita sem dizer nada e vou trazer o som para ser mais um gancho
ali puxando aquela pessoa. Fiz isso numa leva de cinco corpos, seguindo a mesma estrutura invisível, variando a comunicação e os elementos sem variar o CTA. Então, se for, se for revisar lá, vai ter o mesmo CTA para todos. >> E ainda te chamam de preguiçosa. Ainda >> fala aí. Ainda me chama de preguiçosa. Mas eu tava pensando para poxo, só que eu tava pensando no que eu precisava pensar, que é >> Pensando o quê? Para poxo. >> Para poxa. >> Ah, tá. Eh, eu tava pensando no hook visual, então eu fiz cinco hooks visuais variando.
O primeiro era jogando gelo no copo, o segundo era batendo no copo, o terceiro era jogando vinagre de maçã no Copo. Então ia variando os elementos, que é outra coisa que a gente ainda não falou também, mas que é muito importante, os ingredientes que são mostrados. Isso aí é uma coisa que, cara, só de eu trocar um vinagre de maçã por um sal rosa, um mesmo criativo do mesmo jeito, pode ser completamente diferente. >> E aí, e aí foram essas tomadas de decisões e esse aí foi a leva mais louca de todas que eu olhei,
falei: "Espero Que ninguém revise isso aqui, >> só façam." E aí quando fez e deu certo, eu falei: "Ai, graças a Deus, >> isso é doido demais, cara". Cara, eu jamais iria pensar nisso, tá? Eh, eu acho que não tem que tipo, [ __ ] juntou e uns elementos muito muito malucos para fazer isso, sabe? Eu não sei lá, velho, não sei nem o que falar. Parabéns. >> E por isso que o copyright tem que ter confiança, porque eu eu na minha cabeça, cara, eu sou tão boa, né? Possível que Eu tô tomando essas decisões
aqui erradas. Eu já acertei tanta coisa, meu feeling tá me levando para isso aqui. A pessoa tem que bater no peito e falar assim: "Não, eu vou vou assumir o risco, depois quem quiser brigar comigo que brigu". Mas eu acho que essa confiança fez com que eu tomasse essas decisões, tivesse coragem e não ter medo de errar. >> Não tem medo de errar mesmo, tá? Porque quando tu me mandou esse criativo que eu falei: "Cara, precisa dessa porra". Cara, tu fica, acho que são, não, são 21 segundos sem falar nada, não é isso? É 21,
né? Aham. >> Que eu lembro que eu contei, eu falei, cara, quanto tempo que a mulher >> vai passar, >> é que ela que ela botou aqui, entendeu? Isso daí eu eu chamaria de cop arrogante isso daí, porque que aquela parada que eu falei, eu falar, mano, tu realmente acha que as pessoas vão ver em 20 segundos isso aqui de ficar tec tec tec, Mas os caras vêm, mano. Os caras vêm, os tec te 30 milhões em um mês. >> É, pô, isso é muito doido. Acredito. É muito satisfatório, né? A gente entra naquela questão
de natureza humana. Poxa, aquilo é muito satisfatório. É muito gostoso de ficar vendo aquilo. >> Isso é muito doido, cara. >> E eu só faria isso com essa atriz, não faria com outra atriz. Outra atriz não saberia fazer do jeito que eu falei. >> É, eu achei ela desenrolada. Desenrol. >> É, aquela lá era boa. >> Amo ela. >> É. E tu, Bruna Rodrigues, tem tem algum eh algum criativo que ele passou esse processo que tu considera muito louco? Que se destacou, alguma coisa diferente? Eh, que eu eu queria meio que fazer esse debriefing para
entender eh como que tu pensa na prática, tá? E só fazendo um adendo, tá, pessoal? Olha que doido essa parada aqui da luz. Agora essa habilidade não é cop. Isso, isso eu não Sei o que que é que vocês que vocês criaram aí, tá? Que vocês aprenderam. Quer dizer, talvez seja cop, mas é um tipo de persuasão diferente, não é só escrito, sabe? >> Tinha que trocar o nome da profissão de vocês para não ser mais só copyrighter, porque é não é só isso, entendeu? Esse negócio aí mesmo que falou: "Cara, não tem nada de
cópia aí, mano. É te tec techpois que vi a cópia", entendeu? >> Então isso é muito doido. Nem nem sei Que qual que é o nome dessa profissão aí, >> mas enfim. >> Ã, comigo também aconteceu um processo bem parecido, inclusive eu e a Luía, a gente nem se conhecia na época. Ahã. Quando tava quaseando três meses ali que eu tava como cópia aprendiz, ã, eu identifiquei um padrão no mercado que tava acontecendo de criativos, principalmente no nicho de saúde, especificamente em diabetes, ã, das Pessoas colocarem avatares ali, tipo palestrando, tipo uma palestra. E aí
eu pensei assim, interessante, mas eu quero inovar nesse formato. Eu vi que aquele formato tava muito em alta. E aí, pesquisando no YouTube, eu achei um formato de um professor dando uma aula e eu falei: "Cara, isso daqui se encaixa muito no de um dos principais princípios do marketing de resposta direta, que é você esconder a venda". Então eu falei, eu vou usar esse formato porque ele Esconde a venda, porque hipótese nenhuma, você como cliente, como prospect, você vai imaginar que um professor quer te vender algo. Então eu falei: "Eu vou plugar esse formato". Então
eu peguei eh peguei a mesma copia, né? Isolei a variável. Eu tinha a mesma copia igual os o mesmo hook e a mesma cop para eram cinco variações em que eu peguei esse formato, eh, e coloquei basicamente esse formato. E aí na época eu eu coloquei duas eh duas variáveis. Era três com eh homens, avatar homem e dois desses cinco criativos eram com uma mulher. Eh, mas basicamente todos tinham esse formato que era um quadro atrás explicando algo sobre diabetes e e aí validou muito forte. Foi o meu primeiro criativo que eu fiz eh mais
de R$ 1 milhão deais em menos de 24 horas. E e aí interessante disso também é que quando eu identifiquei esse formato desse quadro, eh, veio aquela questão do elemento da segmentação. Eu falei, se eu Colocar esse formato aqui, o meu o meu avatar ele nem precisa abrir a boca para segmentar o meu público, porque se a pessoa já vê o formato ali, já vê o meu vídeo, ela vai saber que vai tá falando alguma coisa de diabetes. Então, acho que foi a coisa assim mais louca que eu fiz, que deu certo e que nunca
ninguém tinha feito no mercado também. >> Uhum. >> Top. >> É isso. Isso é muito interessante, cara. Eh, eu, eu não consegui identificar qual que é o primeiro princípio que tu usou, além de talvez tu, sei lá, tu tentar, como tu falou, né, fazer algo a mais do que já tá funcionando. Eu não sei se é uma coisa que a gente recomendaria pro Júnior, né? Como a gente falou, é melhor o cara só fazer tipo um negócio ali. >> Mas eh isso é muito interessante porque mostra como que não não tem limite pra tua criatividade
e aí conforme tu vai Achando coisa interessante, você tu pode testar. Exato. Mas >> é legal. >> E tu, Bruna Campolina, tem algum eh algum criativo assim que tu seguiu esse processo e que tu tomou algum tipo de decisão que tu tu acredita que ele é um criativo que se destacou, que eu queria entender o que que >> tem um criativo que me marcou muito, porque que que aconteceu? Eu eu escrevi o body seguindo mais ou menos a linha Aqui do que a gente falou, né? Então um body que eu confiava muito e eu me
acho muito boa de gancho. Eu não conseguia validar esse body, não conseguia. E aí um dia eu comecei a minerar no orgânico ali e eu tava com tanta urgência de de validar um criativo para essa oferta que eu editei. Eu encontrei o um vídeo muito viral ali do do meu ganchinho ali que eu usava, que por coincidência também era SMR, só que eu fiz diferente de você. Que que eu Fiz? Ele ele era um vídeo ali de uns 20 segundos também, mas ele não era falado, era só SMR, mas eu peguei ele e coloquei uma
narração ali com legenda. Eu narrei o vídeo pegando um gancho de uma oferta que tinha sido escalada há tipo dois anos atrás, sabe? Que é isso que a gente falou de pegar cópies antigas. Então eu fiz ali um junta junta do que tava funcionando atualmente, que era um um vídeo viral do momento com um gancho que era que tinha sido validado há uns dois Anos atrás. Pluguei ali no meu corpo, que era um um corpo que eu confiava que que eu conseguiria validar e esse criativo vendeu alguns alguns bons milhões assim. >> Uhum. >> E
fui eu que editei, sabe? >> Que loucura isso foi? É >> para tu ver como às vezes se tu tem a psicologia correta, pode tu mesmo fazer a edição, não precisa ser uma pessoa profissional que ainda dá dá certo. >> É o que a gente falou, o vídeo não precisa ser dada. >> Cara, olha, eu tentei, tá, é, pessoal, pessoal que tá em casa, eu tentei aqui extrair da da das mulheres aqui e tem mais coisinhas, tá? No podcast não acabou. E é, cara, vocês estão cansados? >> Não, que isso? >> Tá de boa. De
boa. >> Tem 30 minutos só, né? 30 minutos. É, tem um pouquinho. É, a gente é 6:16, a Gente vai embora, é 7, entendeu? Daí, enfim. Mas pessoal, eu tentei ent eh tentei entender o o como que faz essa parada aí do do do Hul Visual ali de de planejar a mensagem, tá? Eh, cara, mesmo assim eu acho que eu não iria ter pensado nesse negócio do do ASMR. Esse aqui, meu Deus do céu, esse AT eu pensaria, tá? Porque eu já fiz muito isso de pegar coisas passadas, cara. Na verdade, minha carreira inteira foi
basicamente isso daí. Só que acho que Não para criativo, tá? Mas para mensagem central. Meu criativo foi sempre bem padrão. >> Uhum. >> Eh, e cara, sei lá, pessoal, aí vocês dá um jeito aí, vocês refletem aí, tá? Porque eu tô ainda tô refletindo. Eh, o que eu peguei assim, fazendo apanhado pr para quem tá em casa, é que, cara, como vocês podem ver, elas tentam adicionar elementos psicológicos no vídeo como um todo, não só na COP, porque cada segundo Conta. E quais são esses elementos? promessa, curiosidade, prova e deixar o máximo possível disso daí,
desde que seja acreditável, né? Então aqui, por exemplo, no caso da da Luía, olha só o como que ela estressou esse elemento de curiosidade. Olha que loucura, velho. E é até interessante, né? O a se tu for o pessoal que tá em casa aí, quem fori estudar a teoria de COP, vai ver que curiosidade é a parada que o pessoal menos recomenda tu fazer, que não, Benefício prova, tal, que importa. Só que talvez agora nas redes sociais seja a coisa que tu mais deu a fazer, porque talvez isso seja o elemento mais escasso, porque tá
todo mundo prometendo coisas. >> Não sei, tá, testem aí. Mas o que eu sei que achei muito interessante, cara, o último tópico que eu queria entrar era o seguinte, que beleza, a gente foi lá, criamos os anúncios, vamos rodar eles, rodamos, certo? Gestor de tráfego gastou Uma grana ali, voltou para vocês esses números. Bruna Campolina. que tem duas aqui, pessoal. Tem que escolher qual eh quais são as métricas que tu vai olhar e por quê e o que que tu faz com elas depois que tu olha? >> Cara, acho que a primeira e a mais
fundamental teve venda, né? Então assim, bom, teve venda é um ótimo sinal. Eu gosto muito de analisar o hook rate, porque às vezes foi um criativo ali que Não que eu não consegui validar, mas que tá com hook rate bom, então eu posso aproveitar aquele hook em um outro corpo. >> Explica pro pessoal aí o que que é esse tal desse hook rate aí, para quem não sabe, >> é a porcentagem ali que a gente consegue medir de quantas pessoas permaneceram nos primeiros segundos ali do criativo. Então a gente consa, pelo menos lá na empresa,
um hookate de 70%. Sensacional, entendeu? Você conseguiu prender ali nos primeiros segundos 70% das pessoas que chegaram até seu criativo. >> É, nos primeiros 3 segundos. >> Uhum. Eu acho que é três, né? >> É três. >> 70% para ti é sensacional. >> Sim. >> É um bom hook rate, >> pô. Parece ser excelente, né? Essa [ __ ] aí. Tá louco. >> É um bom hook rate. >> Então, às vezes eu não consegui validar ali com aquele corpo, mas se eu colocar em outro corpo já validado, pode dar muito bom e provavelmente vai dar
muito bom. Eh, a gente olha a questão do custo por clique, eh, custo, eh, quer que fala os valores pro pessoal que a gente a gente >> o CPC ali a gente considera, eu acho que Até é porque depende do nicho, tá, galera? E a gente é, depende do nicho, >> isso vai depender do nicho, sem dúvida. >> Mas a gente roda só emagrecimento, >> então a gente considera ali até R$ 12 ali um bom CPC. >> Isso nos Estados Unidos, né? >> Nos Estados Unidos. >> Nos Estados Unidos. É, se tiver isso no Brasil,
pessoal, esquece. É, >> vai dar ruim. Já que digo agora mesmo se vendeu. >> Eh, aí o custo por iniciate, eu acho que fica ali até uns 200, 200 e pouco. >> Uhum. >> Eh, aí a gente analisa CPA, que mais? >> CPM também. >> CPM. >> Mas por quê? Porque, tipo, tu vai olhar e vai falar: "Olhei, legal, CP." Se as métricas secundárias tiverem muito caras, provavelmente você não não vai conseguir virar o jogo daquele criativo ali. Você não vai conseguir escalar. >> Consegue, não consegue. >> Você vai ter que gastar muita grana. >>
É para reter uma po também pode ser um problema de conta. >> Pode ser problema de conta. >> E aí não adianta testar criativo em conta ruim. >> É, >> mas assim, ó, assumindo, porque a gente poderia falar só sobre só sobre isso aí. E de fato, acho que eu fiquei umas acho que uma hora, tá, no podcast do do Mesa Redonda de Metaads, que vai aparecer aqui na tela, tá, pessoal? caso eu tenha soltado, caso não, daí não vai aparecer nada. Daí, enfim, uma hora vai aparecer, mas caso não, tá aí na tela. >>
Eh, a gente ficou uma hora falando disso aí, de escolher a conta, tal, etc. >> Mas assim, assumindo que a conta tá boa, >> tá, >> que tá OK, >> eh, as métricas secundárias, tu vai dizer: "Cara, esse anúncio aqui, a Princípio, eu não vou conseguir escalar ele, significa que tu não vai nem mexer nele, não vai fazer variação, não vai tentar salvar ele como nada, porque ele já veio zoado." >> Bruno, eu, Bruna, não faço variação de criativo porque não tá me dando sinal nenhum. Eu, pelo contrário, eu faço variação de criativo que vendeu,
que que tá performando bem. Não tem porque eu gastar energia com algo que não que eu vejo que não vai virar, entendeu? >> Mas o sinal nenhum seria sinal nenhum mesmo. >> É, não teve venda, as métricas secundárias são caríssimas, para que que eu vou gastar meu tempo ali, sabe? >> Sim. E se teve venda, mas as métricas secundárias ainda estão caríssimas, >> considerando que as contas estão boas, >> é, tá bom. Ele não vai conseguir escalar. >> Aí nem pra variação ele serve, tadinho. >> Não, >> já joga fora mesmo. >> Nem pra variação
ele serve, >> viu? E além disso, tá, outras métricas, como por exemplo CTR, essas coisas, tu chega a medir? Não. >> O CTR é uma coisa que eu não olho muito. Vocês olham? Não, >> a gente olha assim mais por cima, não é uma coisa que a gente vai dar muito, porque com o CPC ele vai dizer, a gente precisa, na verdade, é saber o custo por Aquisição do clique, não CTR. O CTR ele vem como uma métrica secundária ali. >> Então nem é interessante isso aí, >> cara. Eu gosto de ver o meu CTR,
por exemplo, no meu jeito preguiçoso ali, eu faço vários CTAs iguais, né? Então, pô, passei um mês às vezes fazendo um CTA ali meio parecido. Eu chamo o meu gestor e falo: "Cara, qual que tá minha média de CTR? Às vezes vale a pena melhorar esse CTA aqui, porque eu tô repetindo demais ele." Aí ele pega e me fala: "Pô, Luí, tá 8% e tô vacilando, >> melhor eu mudar". E aí, só isso assim que eu olho. Mas uma coisa que eu faço muito é eu montei todo o meu brief, toda a minha inteligência psicológica.
Eu vou comparar com os dados. Então eu pego os dados principais que é se vendeu, quanto que tá cobrando para iniciar o checkout, quanto que tá o meu CPC, qual que é a minha retenção ali. E aí eu analiso, pô, nessa leva aqui eu consegui fazer esses dois Criativos venderem e esse aqui foi para pré-escala. O que é que eles tinham em comum? Uhum. Aí eles tinham em comum o ângulo, então o mesmo ângulo validou, pego aquela informação e vou criar minha próxima leva baseada nessa informação. Então eu não vejo só o que funcionou, eu
vejo o que não funcionou para não replicar o que não funcionou. E aí a partir disso eu vou usando os dados ao meu favor. Basicamente >> eu acho que cada criativo que valida e Até os que não validam você tá ali coletando dados, né? do que não repetido, do que replicar >> e vão tendo padrões, tem formato que tem CPC padronizado. Depois que você vai tendo essa inteligência de dados e alimentando uma base de dados, você vai conseguindo pegar os padrões ali. Eu já sei que tem formato que vai me dar um CPC mais barato.
Então, se ele vai me dar um CPC mais barato, eu consigo fazer com que ele seja um pouco maior. >> Uhum. >> Porque aí eu consigo qualificar mais aquele público. >> Então, se o meu CPC é um pouco mais barato, ele pode ser maior porque eu qualifico mais e eu consigo converter. Então eu vou criando essas hipóteses de testes mentais com base nos dados que eu tenho. >> Que interessante. Isso eu não escutei do CPC ser mais barato. Logo eu posso fazer um criativo mais longo para qualificar Mais. >> Uhum. >> Hum. É porque de
fato, né, daí o criativo ser mais longo, em teoria tu vai qualificar mais a pessoa, tu tende a aumentar o teu CPC, só que como ele já é barato por causa do formato. >> Exato. >> Aí já já fica OK. >> Isso. >> Entendi. >> Essa minha lógica. E cara, e e Bruna Rodrigues, o que mais de métrica que tu olha quando tu testa um um quando tu recebe lá aparelho do do gestor de tráfego para tu tomar algum tipo de decisão referente aos teus anúncios? >> Hum, para mim é basicamente o que as meninas
falaram, né? Para mim, como cop hoje importa muito o hook rate do criativo, até porque às vezes, ok, o criativo ele não validou, mas ele tá com hook rate acima de 45, 50, 60%, então isso é muito interessante. Ah, se aquilo Não validou, eu posso pegar aquele Hulk e a reaproveitá-lo. Depois uma outra leva, porque ele já tá muito bom, ele tá significa que ele tá validado. Ã, hook rate e CPM também é bem importante, porque se o nosso criativo ele tá com CPM muito fora do ideal pro nicho, é o que a Bruna é
disse, muito provavelmente você não vai escalar. Por quê? Porque você tá pagando muito caro para atingir ali 1000 pessoas, entendeu? Hã, o CTR a gente olha assim, mas só para para ver Ali a retenção do criativo, mas não é tão importante. Ã, número de vendas, lógico, o primeiro >> ã é a primária. Teve muitas vendas, o Roas também, como que tá o Roasse criativo. Eh, e os o custo por click também, o super PC. É. >> Uhum. >> É uma coisa legal que eu fiz, a gente colocou um anúncio para rodar. Esse anúncio pegou a
pré-escala, mas ele não Escalou. Que que isso significa? Significa que eu atingi um público comprador, mas ele não era grande. Uhum. >> E aí eu peguei e pensei assim: "Cara, vou testar uma loucura aqui. Ninguém tá revisando. >> O DK tá, >> é, o Dic tá viajando. Eu vou testar aqui." Aí eu peguei esse, eu peguei esse falei: "Vou fazer vários hooks para isso aqui, porque isso aqui converte. Isso aqui converte. Eu só preciso atingir um público maior e aí certinho. É validou. Que interessante, cara. Então, eh, de acordo com o que acontece nas métricas,
vocês acabam alterando os anúncios. >> Isso. >> Tanto do que fazer mais, quanto também descobrir o que não fazer. >> Uhum. >> Para daí, obviamente, né, tu deixar de errar. Uhum. Isso. >> Uma vez que tu sabe o que não fazer, a chance de tu fazer alguma coisa funciona, ela aumenta, porque das opções que tu tem para escolher, tem mais opções ali que podem dar bom. >> Uhum. >> E daí métricas que vocês olham primeiro de eh vendas, tá? Métrica principal. >> Vendas. >> Depois a Bruna Rodrigues falou que tem o Hook Rate >> também
extremamente importante. >> Tu ia falar CPC? >> CPA CPA. CPA >> é, se aquele anúncio ele trouxe venda num CPA abaixo, acabou, vai brilhar o olho do gestor e ele vai querer escalar aquilo ali o máximo possível. Uhum. >> Mas sem dúvida. >> Então é venda CPA, >> custo pro inate checkout, >> esses três e a conversão daquilo, né? E aí tem a ferramenta lá no VTub, não sei Se vocês conhecem, VTub. Pois é. Usa inclusive, >> já ouvi falar. Eh, aquilo que tu faz da retenção com base no criativo, cara, muito bom, muito bom
mesmo, porque eu, pô, tô com uma oferta aqui que não tá com uma retenção tão legal, mas aí eu faço um criativo que tá me dando uma retenção ótima, falo assim: "Ei, para de rodar tudo isso aqui, bora rodar só com esse criativo, porque agora eu vou entender, porque agora eu tô jogando pro Público, certo". >> É, dá para fazer uma microlad com base nesse criativo também. >> É, já, já testamos também. O que o pessoal usa muito é como critério de cortar anúncio, porque se ele tá com métrica muito métrica secundária cara, >> retenção
baixa, aí ele não deixa gastar um CPA ali para validar o anúncio, ele já mata uma vez, sabe? >> Aí foi o uso mais interessante que eu vi dessa função do vetor B. >> Legal. Mas cara, eh, assim, ó, o o tu olhou o iniciate checkout e ele tá, sei lá, tanto o que que isso o o vocês fazem alguma coisa a partir disso ou tu olha legal, olha aí, >> cara. Eu olho pro pro IC, eu sei que ele tá baixo e às vezes o meu CPA tá alto, tá? Eu tô trazendo um público
que é curioso o suficiente para gerar o checkout, mas ele não tá sendo qualificado suficiente para comprar. Eu tento colocar mais uma prova no meu Próximo anúncio baseado naquele. Então eu pego aquela estrutura e aumento a credibilidade daquele anúncio, porque eu entendi que eu consegui atrair as pessoas, mas não o suficiente de comprar >> ou melhorar a segmentação também. Às vezes você segmentou uma fatia de público não tão interessante, somente curiosa. >> Isso. >> E aí tá me dando muito ser sem venda. Entendi, cara. Bem legal. Não sabia Disso. Muito interessante. E essa métrica aí
do do hook rate, a retenção dos primeiros 3 segundos. Eu eu eu tenho um hook rate de tanto lá. Vamos dizer que é o de 70 que tu viu. E aí, que o que que eu faço com isso? >> E aí, se se ele tiver no criativo que não tá performando, esse o hul rate tá o hook tá validado. Então você vai pegar ele e colocar ele no outro criativo, no outro body, entendeu? >> Vai empilhar, né? É, >> você ou você pode você pode tanto empilhar no criativo que já é validado, como testar numa
numa próxima leva, >> porque o o Hulk foi validado, >> parou as pessoas. >> Explica. E vocês duas falaram esse termo empilhar. >> Uhum. >> Eh, explica aí, Bruna Campolina, o que que é empilhar. >> Quando a gente tem um criativo, a gente valida um criativo, aí a gente falou que Ele tem aquela estrutura lá, ele tem um um ganchinho e o corpo. Esse criativo tá validado. O que que a gente faz quando a gente valida um criativo? a gente começa a fazer variação, a gente precisa extrair o máximo possível daquele criativo. E uma das
formas de fazer uma variação de um criativo validado é empilhando um gancho, colocando literalmente um gancho antes daquele outro gancho que você tava testando. >> Hum. >> Então é basicamente, a gente usa muito isso, >> porque o Facebook vai entender que aquilo ali é uma coisa nova e você vai parar pessoas diferentes. Às vezes >> o as pessoas que param pro teu anúncio são outras pessoas que parariam colocando a banana no tech, >> tá? Mas aí vai ficar, sei lá, água no tectec, aí sai, vem a banana tect, depois começa no >> Isso. Dois ganchos
e um corpo. >> Isso >> que loucura isso, velho. >> Às vezes até três ganchos e um corpo, tá? >> Às vezes até três ganchos. >> É, isso é muito doido. Isso é, cara, isso daí a primeira vez que me falaram isso, eu falei, manup. >> Inclusive, muita das vezes eles nem tm muita congruência e nem uma uma transição suave. É, são assuntos, né, ângulos ali totalmente diferentes dos Hooks que estão empilhados e ainda assim funciona. Eu ainda não consegui chegar nessa teoria de o por funciona, mas funciona. Tem coisa que a gente não consegue
explicar, né? >> Não consegue explicar, mas funciona. É meio >> Eu acho que é mais uma parada brusca naquela pessoa e aí a gente tem um, dois segundos para lançar o nosso anúncio e prender. Então a gente dá mais uma chance para aquilo funcionar. >> Minha teoria é essa, >> tá? >> É. E assim, ó, tem uma outra métrica, tá, que eu vejo o pessoal falando, só que eu não sei se é útil, porque tem muita métrica que é inútil. >> Uhum. >> Essa é verdade. Que daí, ah, tu analisa a métrica, ah, eu olho,
mas e aí, o que que tu faz com ela? [ __ ] nenhuma, sabe? E tipo, para que para que serve isso? É, Eu olhei. Legal. >> Eh, uma outra métrica que tem é a retenção que o que o pessoal fala eh retenção do corpo, >> que eu não sei qual que é o nomezinho em inglês que vocês dão aí. Hold rate. Pronto. Esse aí que porque vocês tm esses nomes, né, chiques em inglês aí, tal, hook rate, tal, etc. Beleza, tem a retenção de 3 segundos para ver se o gancho é bom. E tem
essa retenção aí do Criativo como um todo, que pelo que eu sei, tá, você me correm se eu tiver errado, é a retenção até 75% do criativo. E eu queria saber, isso é uma coisa que vocês olham, é importante ou não olha e deu? É importante porque se eu tenho um criativo que ele tem um hold rate alto, mas ele não tá convertendo, então significa que eu não tô gerando a credibilidade. Eu tô legal na minha comunicação, eu acertei o meu avatar, eu Trouxe aquela pessoa para assistir o meu anúncio, mas por que que aquilo
ali não funcionou? >> Pô, ela viu tanto, eu eu falei tantas coisas para ela, era para funcionar uma retenção alta, deveria significar um criativo com ruas alto, com a validação alta. Então eu tento entender ali porque aquilo não funcionou e aí eu crio hipóteses a partir daquilo. Então pode ser que o meu público seja um público mais curioso do que um público Comprador. Aí eu mudo o ângulo para tentar atrair um outro público. Ou pode ser que a minha sequência argumentativa da estrutura invisível não esteja boa e aí eu troco e aí eu faço uma
leva direcionando a cada hipótese que eu criei a partir disso. Nossa, uma leva para cada hipótese. >> Hipótese é >> e cara muito interessante. É, eu teria, tá, se eu fosse tu, eu teria um documento com todas essas hipóteses. É, Eu ia botando ali. Tchum. >> Na verdade, eu tenho um caderno. Eu faço a mão. >> A mão mesmo. Caramba. Ó, o pessoal tem que roubar esse caderno dela aí. Tá todos os segredos ali escritos, >> tá mesmo? >> Legal. Eh, cara, entendi. Tá. Eh, de acordo com as métricas que vocês vão receber aí, no
caso, hook rate, vendas, né, CPA, de fato, CPC, Custo por iniciate, checkout, retenção de do teu criativo, vulgo holde. De acordo com isso, na próxima leva de criativo, tu vai usar essas informações para criar novos criativos com base naquilo que aconteceu para daí vocês conseguirem maximizar a assertividade de vocês. >> Exato. Isso. >> Entendi. E daí isso envolve, por exemplo, sei lá, pegar, botar talvez o gancho tal em tal lugar, fazer isso, Fazer aquela coisa. Entendi. Maravilha. Show de bola. Eh, aí tá, eu falei que esse ia ser o último tópico, mas na real tem
mais um, tá? Que eu acabei de pensar, que eu quero perguntar também, que é o seguinte. Vocês falaram que uma vez que o criativo dá certo, vocês fazem variações, né? >> Sim. >> Cara, como que funciona esse negócio de variação? O que que é variado? Eh, qual que é a frequência disso? A, eu vario o inicinho ali do criativo para mudar aquela parte inicial dele e atingir novas pessoas, né? Então assim, tem várias formas de de fazer variação de criativa. Uma a gente já falou que é empilhar gancho. Às vezes eu divido a tela ali,
às vezes o o meu gancho original é a o avatar falando alguma coisa, né? Aí divide a tela e coloca uma receitinha embaixo ou coloca um vídeo satisfatório embaixo. Cara, é muito louco, mas às vezes você mudar, se você Tiver uma uma legendinha ali, você mudar a cor da tarde, >> funciona? >> Um som. Às vezes colocar um som, uma redine, >> som estranho, né? Aham. A gente já testou o som de pum >> e funcionou. Funciona. >> Então tem umas coisas muito loucas. Como é que você vai falar por que isso funciona? Sei lá,
pegou a atenção da pessoa ali, ela achou curioso, ficou e >> pegou atenção. >> É, é >> a a eu acho que o objetivo principal é pegar uma coisa que funcionaria e tentar aumentar a base daquilo, então atingir o máximo de pessoas, maximizar o efeito daquele ativo, porque eu considero que um anúncio validado é um ativo na minha operação. >> Então se eu tenho um ativo, como é que eu posso maximizar o potencial daquilo ali? você precisa extrair através de Consirão. >> É basic aí das variações, o que é mais comumente a gente fazer, eu
não sei se na operação da Bruna é assim, mas com a gente, basicamente a primeira variação, a gente sempre vai empilhar eh novos hooks. Ah, segunda, variações de hooks visuais, que é aquele aqueles steakes curiosos que a Bruna falou da banana lá ou de alguma coisa muito curiosa. Eu prefiro em variações visuais, eu prefiro trazer Algo mais contextualizado com o nicho. O que seria isso? Emagrecimento. A gente tem aquela questão da gordinha caindo lá. Então a probabilidade de dar certo é muito maior do que eu colocar, por exemplo, e uma garrafa ou qualquer coisa aleatória
ali ou uma prensa, né? aquele clickbaitzão mesmo. Eu digo, eu chamo isso de eh clickbait contextualizado, que ele tem um contexto com o nicho. Então eu prefiro fazer variações visuais nesse sentido e por fim variações de Avatar. Eu acho que vale muito a pena. >> A gente faz muita variação. Basicamente essas três variações. >> Cara, tu falou click, eu não sei se eu escutei errado, tu falou clickbait contextualizada. Isso, >> cara. Que loucura, velho. Pô, e vocês acham, pessoal, vocês estão em casa aí, vocês acham que vocês aprendem no podcast? Cara, eu sou a pessoa
que mais aprende esse podcast de longe, disparado, tá? Que eu tô aqui, eu eu tô Vivendo o podcast. Cara, tá aí uma coisa que eu eu achei eu achei muito interessante porque, tipo, eu sempre pensei nisso, mas eu nunca tive um termo para isso, sabe? Clickbait contextualizado. >> É, eu eu não sei se esse termo existe, mas eu chamei isso de clickbait. É, agora ele existe. É, para mim ele é um clickbait. Eu vou patentear. Clickbait contextualizado. Ã, é justa por que que na época eu Pensei nesse termo de clickbait contextualizado por conta da segmentação.
>> Entende? Se eu trouxer algo que tenha mais contexto com o meu nicho, a probabilidade de de eu segmentar pessoas eh leades qualificados é muito maior do que eu jogar qualquer coisa ali. Então, por isso que eu chamei de clickbait contextualizado. E aí, na época eu testei muito isso em emagrecimento, que a gente testava, ai um gordinho caindo, Um gordinho caindo de uma moto. Qual a probabilidade de uma pessoa que tá acima do peso, que tá procurando algo na internet, uma receita, um produto, parar para ver o meu anúncio de um gordinho caindo é muito
grande porque ela se identifica com aquilo. É uma pessoa acima do peso, assim como ela, né? Coisa que eu que eu uso muito emagrecimento e por esse mesmo motivo funciona muito é pegar aqui, tipo, tem vários vídeos viralizados de doce que aí você abre ele Assim e sai, vai saindo aquele chocolate. Eu uso muito esse tipo de vídeo quando a gente vai fazer variação e dá muito bom porque o gordinho já vai parar ali e falar no pud >> no >> nó. >> Exatamente isso. >> Saquei. Saquei. >> Tanto que a gente nem usa mais
o clickbait. Não, não, não é sempre contextualizado. >> Eu acho que ele traz o clickbait aquele muito desqualificado. Muit das vezes o que que você vai conseguir e um clickbait geral, digamos assim, eh, as suas métricas elas vão ficar muito baratas e às vezes você vai ter uma maior recomendação do Facebook. Só que isso não é muit das vezes não vai eh ter uma conversão positiva. conversão que você espera, justamente por conta dessa questão da segmentação. Você segmentou o público errado, entende? Então, Clickbait contextualizado não, ele me traz um público qualificado. >> E aí dá
para fazer uma estratégia em cima disso. Se eu quiser trazer um público menos qualificado, eu posso adicionar uma etapa entre o anúncio e a VSL, porque aí eu trouxe um público mais barato, então eu paguei menos para adquirir, só que eu quero qualificar. Então eu adiciono um quiz, adiciono uma prévsl e aí no final das contas as pessoas que não ficam >> elas acabam trazendo ali o mesmo custo benefício de aquisição e eu consigo ter conversão. Então é uma coisa que eu já testei também. >> Muito bom. Eh, curiosamente eu não tenho mais perguntas, tá?
Na verdade tem só mais uma. O que que vocês acharam do podcast? Ah, muito incrível. Adorei. Adorei. É coisa. Você é >> um excelente host. Obrigado. Vocês que são >> eximas perguntas, ótimas perguntas. >> Vocês que são excelentes convidadas. Eu eu falei para vocês que eu sou ser essa parada. Já fiz mais de 100 podcast, entendeu? Vocês não acreditaram em mim. Pessoal, tu que tá em casa, tá? Se tu gostou do podcast, que que tu vai fazer? Tira um print disso aqui, tá? E aí marca eu, João e marca as meninas também, tá? As mulheres,
aliás. É lá no Instagram. Bruna, qual que o teu Instagram? >> @eubrunacampolina. Vai aparecer aí na tela, tá? @eubrunacampolina e tu, Bruno Rodrigues. >> O meu é @bcr. Bruna com dois as no final. >> [ __ ] esse já é mais complicado. >> É, esse é complicado. Vamos melhorar isso, >> ó. É BCR >> ponto Bruna com dois asos no final. >> Bruna. Isso. >> BCR Barcelona. >> Não. >> Ah, tá. >> É, não ia ser bom. Enfim, >> se bem que poderia, né? >> É, sei lá. Qu qu qu quem duvida é louco. Mas
ó, vai aparecer na tela, tá? BCR.bruna com dois as para quem quiser seguir a Bruna aí. E tu, Luía, >> Luía Veloso_line. Bem de boa. Luía Veloso_, >> só que o Luiz é com S e o Veloso é com Z. >> É, o Luiz é com S e o Veloso é com Z, tá? Para confundir as pessoas aí. Então, ó, vai aparecer os três Instagrams aí na tela, tá, pessoal? Caso vocês queiram aprender alguma coisa com elas. Eh, e, cara, enfim, sigam lá. Tá. Eh, o que que é legal? Como elas são low profile, aí
vale a pena perguntar, sabe? Porque a chance de responder é bem mais alto. Manda lá mensagem no meu Instagram para tu ver o que vai acontecer. Tu vai ser ignorado infinitamente. Não porque eu te Odeio, é porque eu não tenho saco. É verdade, pô. >> Eu não tenho saco para responder. >> A Luiz é que ela fala que não tem, mas manda lá. Talvez ela responda. >> Eu vou melhorar. >> Vamos ver. Vamos ver. É, >> ela vai pra Itália agora, vai ficar mais feliz. >> Vai. Aí, então, a tendência é, né? Não sei. Vamos
ver. >> Tomara. Mas pessoal, daí é isso daí, tá? Espero que vocês tenham gostado do podcast e é isso aí. Daí é até a próxima. Grande abraço e valeu cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio de Segredos da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente e Se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores
convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.