quando for já gente e quando for mais ou menos 10:40 mais ou menos 10:45 isso 10:45 a gente para e volta 11 tá para dar dar uma quebrada aí eh eu vou tentar sempre é difícil né porque o conteúdo acaba sendo grande mas eu vou tentar não ficar as 4 horas falando né aula teórica trazer alguma coisa porque é cansativo né se é complicado mas esse assunto aqui ele é bem tranquilo porque a gente já vem falando sobre isso né a gente já falou várias condições relacionadas à doenças cardiovasculares em diet e é um assunto
também de Amp conhecimento por todo mundo né a gente sabe que as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo todo eh muitas dessas doenças elas são evitáveis E aí isso acaba acarretando o curo pro sistema de saúde extremamente alto e pessoal também muito grande porque são condições que tem uma mortalidade muito alta Uma morbidade muito grande também né então a gente tá falando aí de um grande problema de de saúde pública eh e que muitas vezes tem fatores de risco evitáveis né então se a gente for relembrar falar de uma forma
geral aí e quais os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares vocês já sabem Prade estilo de vida em estilo de vida incluindo também sedentarismo alimentação inadequada E essas comobidades então que muitas vezes são condições evitáveis né são questões relacionadas a estilo de vida a hábitos Então isso é bastante complicado a gente vai falar um pouco de doenças cardiovasculares eh aqui pensando em e doença arterial coronariana pensando em existência cardíaca e em AVC pensando já no evento né Depois que ele acontece mas pensar também que a nossa intervenção enquanto nutricionista ela precisa ser muito de
prevenção também atuando quando o paciente já tem esse esses fatores de risco e mesmo antes né para evitar que esses fatores de risco aconteçam então sempre ter isso em mente eh eu coloquei aqui um link depois vocês a gente não vai ficar falando sobre epidemiologia né mas a gente sabe que tá entre as principais causas de morte né Eh as doenças cardiovasculares elas aumentaram nos últimos anos isso vem acompanhado também do aumento de fatores de risco e do envelhecimento da população né todo aquele contexto epidemiológico né que a gente já já sabe bem eh de
uma forma geral as doenças cardiovasculares el elas são conceituadas como doenças que afetam eh o coração e os vasos sanguines né então doenças cardiovasculares é um grupo de doenças e que vai variar aí de acordo com a localização então de acordo com o vaso sanguíneo que é afetado a gente tem diferentes condições aí entre elas a doença arterial coronariana que é o nosso assunto específico de hoje que é caracterizada por uma condição em que o fluxo sanguíneo cardíaco é reduzido né a gente vai falar falar melhor sobre isso então ela tem como desfecho a angina
e ataque cardíaco e tem como principal fator de risco aterosclerose vou voltar nisso eh a insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração ele não consegue bombear o sangue de forma suficiente eh ele pode acontecer por várias causas a gente vai falar disso também mas eh por exemplo um paciente que teve uma doença arterial eh cor coronariana que teve sequelas e desenvolveu a insuficiência cardíaca por exemplo Então são condições diferentes a doença arterial coronariana é quando o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco é reduzido e a insuficiência cardíaca é quando o coração ele não
é capaz de bombear o sangue de forma suficiente pros tecidos né Eh quando esses vasos cardíacos esses vasos cardí desculpa esses vasos sanguíneos acometidos né são eh vasos que igam cérebro Então a gente vai ter as doenças cardiovascular as doenças cérebro vasculares desculpa eh o AVC e o ait também a gente vai falar a gente vai falar dessas três tá eh mas também existem outras outros tipos de doenças cardiovasculares como doença arterial periférica que nesse caso os os vasos acometidos eh são vasos que rigam os membros superiores e inferiores e a cardiopatia congênita que acaba
tendo uma fisiopatologia diferente né porque Como o próprio nome diz é uma doença congênita e ela afeta Então ela existe desde o o nascimento mas de uma forma geral que a gente vai falar dessas três porque são condições aí muito relacionadas com fatores de risco tradicionais né como esses que nós falamos e que acabam tendo implicação nutricional maior bom então por definição a doença arterial coronariana é caracterizada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração tá quando eh ocorre uma diminuição do fluxo sanguínio para o coração a gente tem uma condição que é chamada de
isquemia né a isquemia celular ela é caracterizada quando a gente tem uma demanda de oxigênio que não é suprida tá Então nesse caso o fluxo sanguíneo para o coração é comprometido esse músculo cardíaco ele acaba sendo comprometido o músculo cardíaco ele tem uma alta taxa metabólica né ele demanda muita energia e nessas situações aí que ocorre uma diminuição da oferta de oxigênio a gente tem aí como principal manifestação Clínica a angina todo mundo já deve ter ouvido falar desse termo né a angina é nada mais que a dor no peito essa dor no peito que
é característica de doenças eh cardíacas a gente vai falar melhor sobre essa característica da angina também tá e o coração tem uma alta demanda metabólica e ela corresponde mais ou menos 7% do nosso consumo de oxigênio em repouso então é bastante Eh demandado aí essa essa oferta de oxigênio em relação às causas a aterosclerose é a causa mais comum a gente tem outras também como o espasmos que pode ocorrer vasoconstrição desses vasos cardíacos e isso comprometer o fluxo sanguínio pro coração eh ulos que também é bem Rara geralmente secundária a outras doenças e a congênita
que eu falei também que é bem menos e relevante em termos epidemiológico então a gente pode falar que disparado a principal causa da doença arterial coronariana é a aterosclerose que a gente já viu sobre ela né então vamos aqui relembrar vamos ver o que que vocês lembram sobre a doença aterosclerótica aqui que a gente viu em dieto tá a aterosclerose ela pode acometer eh vários vasos são vinos de vários locais e ela vai promover manifestações clínicas de acordo com o leito ali que for afetado então a gente tá falando aqui de artérias coronárias de uma
aterosclerose que acontece nas artérias coronárias Então a gente vai ter a doença arterial coronariana quando essa aterosclerose acontece nos vasos que irrigam o cérebro aí a gente tem o avc ou ave quando atinge os vasos da circulação periférica chama doença arterial mérica vaso da circulação isquêmica isquemia mesentérica então vocês podem perceber que dependendo da localidade a gente vai ter uma uma doença ali diferente e quando acomete os vasos renais a gente tem a estenose das artérias renais e a doença attero emb tá nós vamos focar aqui nas artérias coronárias então Eh vamos lá quem lembra
aí da ateros cleres queria que vocês vamos discutir vamos conversar um pouco porque já viu essa aula esse é um slide que resume tudo que a gente viu a gente viu ISO em dislipidemias lembra Quais são os eventos que acontecem como isso se desenvolve vamos ver se vocês L é em termos Gerais placas de gordura mas como essas placas se desenvolvem H um aumento retira qual qual que aumenta qual que é o o [Música] HD L L O qu l l o dano celular de fica na camada íntima das artérias o dano celular atra libera
toxinas que atra macrófagos esses macrófagos acabam morrendo formam células esponjosas que espumosas que fagocitam e os os LDL os lipídeos E aí começa o cúmulo de cultura que é a placa com Vocês ouviram Mel falou batin e é um processo que vai se desenvolvendo lentamente né Eh geralmente acomete mais pessoas idosas né o risco ele aumenta ao longo do tempo porque é uma doença também que vai se desenvolvendo ao longo do tempo e a gente vai tendo o acúmulo de fatores de risco eh esse é um um outro ponto importante que até existem vários eh
escores de risco cardiovascular que eles consideram a presença de desses fatores de risco e eles avaliam também já a formação das placas ateroscleróticas e a ocorrência de eventos prévios Porque quanto mais fatores de risco você tem se você tem uma sinergia Entre esses esses fatores de risco e o seu risco cardiovascular de uma forma aumenta né então geralmente na clínica médica o pessoal usa isso para determinar se aquele paciente ele ele é indicado para fazer alguma intervenção ou para fazer um determinado de algum medicamento Então essa estratificação de risco cardiovascular ela é bastante relevante é
um processo que acontece lentamente e assim muito preocupante que o hoje a gente vê placas ateroscleróticas em crianças e adolescentes então a gente já vê placas avançadas eh sendo desenvolvidas em indivíduos que não deveriam ter né aqu justamente por essa soma de fatores de risco Então a primeira coisa que acontece eu vou até mostrar aqui antes os principais fatores de risco gênero masculino e mulheres após a menopausa então após a menopausa o risco entre as mulheres aumenta e familiar des epidemias tabagismo hipertensão diabetes e obesidade como a gente já tinha falado né E essa figurinha
aqui representa mais ou menos uma placa formada Mas vamos só relembrar ali os as etapas os eventos que acontecem pra formação dessa placa aterosclerótica eh Imaginem aqui que a gente tem um um vaso sanguíneo né cortado transversalmente e esse processo de aterosclerose acontece principalment ente aqui na camada íntima e média de grandes vasos sanguíneos Eh esses fatores de risco principalmente eh stress oxidativo e Hipertensão eles vão causando dano endotelial né então a pressão alta é um dos fatores de risco super importantes nesse contexto porque sozinho independente da presença de Outro fator de risco ele já
causa isso e essa pressão aqui ela vai levando a e micro microlesões no endotélio e isso faz com que a permeabilidade desse endotélio aumente eh lembra que eu até mostrei um vídeo em dieto um em que a gente vê as partículas as lipoproteínas entrando nesse local a HDL é uma partícula muito pequenininha menor né quando comparada com as outras Então ela entra ela consegue sair mas a LDL é uma partícula maior ela entra e fica aprisionada eh na camada íntima então além da Hipertensão são nos principais aí diabetes também a hiperglicemia também vai causar esse
dano endotelial inicial a gente tem a hipercolesterolemia como um fator de risco importante eh a LDL Então ela entra na camada íntima e fica retida ali ela não consegue sair quando o paciente também tem obesidade né ou excesso de peso que é caracterizada por uma inflamação crônica de baixo grau Eh agravada aí por diabetes que também gera essa inflamação e a hipercolesterolemia a gente tem a oxidação dessas partículas de LDL então elas elas sofrem essa oxidação e ficam elas são modificadas a estrutura delas ficam diferentes e o sistema imune passa a reconhecê-las como partículas estranhas
então eh a gente vai ter a formação de né O epítopos imunogênicos que vão estimular uma resposta inflamatória Então é isso que acontece aqui essa resposta inflamatória ela é inclusive eh avenis pela LD pela HDL HDL tem várias funções além do transporte reverso ela também ajuda a controlar esses processos que acontecem nessa região com essa inflamação a gente tem cada vez mais a expressão de moléculas de adesão e quimiocinas que vão fazer o recrutamento de monócitos e outras células inflamatórias para esse local mas principalmente monócitos aqui que é nosso nosso protagonista né ess esses esses
monócitos eles entram na camada íntima se diferenciam em macrófagos e vão Reconhecer essa LDL oxidada eh vão capturar Então essa LDL oxidada e vão crescendo né essa célula vai vai ali englobando essas essas partículas fazendo ali a limpeza dessas partículas e vão se tornando celas grandes que são as células espumosas essas células são bem inflamatórias também né vão ali continuamente gerando citocinas e cocinas inflamatórias e isso vai só gravando cada cada vez mais aquele processo eh quando for um acúmulo de células eh espumosas é formado o núcleo necrótico que é um ambiente extremamente inflamado também
né eh essas células morrem então elas acabam depositando ali cristais de colesterol outras partículas estimulando ainda mais essa resposta inflamatória uma outra coisa que acontece é o estímulo da proliferação de células musculares ali presentes na camada média que acabam revestindo eh essa região isso aqui acaba sendo um mecanismo meio protetor mesmo para conter aquela inflamação né Eh só que isso acaba contribuindo pra formação da placa aterosclerótica eh a inflamação também vai estimular a vascularização né a formação de novos vasos aqui para suprimento de oxigênio E de nutrientes para manter né todo esse toda essa estrutura
que tá sendo formada e a gente tem a formação das placas ateroscleróticas né Mais ou menos dessa forma com a capa fibrosa proveniente dessas células musculares e prol operaram para poder conter essa esse núcleo e esse centro necrótico que aí tem cristais de colesterol tem células inflamatórias tem eh vários componentes ali eh temos duas dois tipos de placas né também vocês estão lembrados disso lembrados disso né estão lembrados disso que são as placas estáveis e as placas instáveis e quais são as características dessas placas isso essa é uma característica que mais as estáveis ter uma
chance maior de exatamente as placas eh estáveis Elas têm uma capa fibrosa maior então elas estão mais protegidas desse rompimento Mas elas vão crescendo e vão obstruindo o vaso eh as instáveis Elas têm esse risco maior de rompimento então quando quando acontece um rompimento dessas placas eh ocorre o estímulo né para a agregação plaquetária e formação de troncos esses trombos eles podem obstruir aquele local ou dependendo do tamanho né eles podem também viajar pela pela circulação e obstruir outros locais Então é isso que acontece no no AVC por exemplo a gente pode ter eh o
rompimento de placas e também é o que acontece no caso do infarto né a do miocar eh Então a gente tem essas duas situações tá na doença arterial coronariana que é nosso Foco hoje a gente pode ter também né essas placas eh estáveis que vão caracterizar um tipo de doença aal coronariana e as placas instáveis que vão caracterizar outra aqui é uma outra figurinha só para mostrar isso né as diferenças as principais diferenças é a espessura da da capa fibrosa e também eh a inflamação então quanto mais inflamado for esse centro necrótico ou núcleo necrótico
mais vulnerável vai ser essa e aqui a gente vê né que essa obstrução al ela pode acontecer em graus variados bom então na doença arterial coronariana quando a gente tem uma placa estável que obstrui a passagem de sangue a gente vai ter a cardiopatia isquêmica crônica essa é uma doença como a gente pode ver pelo próprio nome né Ela é crônico que a placa ali tá sendo formada ela é isquêmica porque essa obstrução impede ou atrapalha o fluxo sanguíneo Mas ela é recidivante e transitória O que que significa isso geralmente em situações normais o paciente
tá em repouso ele não tá fazendo atividade física ele tá calmo ele tá tranquilo ele tá lá de boa ele não sente nada porque naquele momento a demanda de oxigênio tá sendo atendida por aquele por aquele fluxo que tá passando tá tudo certo mas quando esse paciente ele vai fazer uma atividade física por exemplo a a gente tem aumento de demanda de oxigênio pros músculos e tal aí isso já acaba não sendo suficiente aí ele começa a ter as manifestações clínicas é característico daquela pessoa que tem aquela dor no peito aquela angina aí ele fica
em repouso e aquela dor melhora é um paciente que tem a cardiopatia isquêmica crônica e uma das intervenções a gente vai entrar nesse nesse mérito né claro mas assim uma das intervenções clínicas que é feita é a colocação daquele existente vocês já ouviram falar que é aquele tipo um um anelzinho que é colocado aqui para alargar para desobstruir eh essa essa placa né para poder permitir a passagem mais livre E de de sangue então é um paciente que tem risco né a gente tem risco de eventos Agudos mas e existem aí medidas para poder eh
conter e reduzir essa placa uma outra um outro subtipo de doença arterial coronariana é a Síndrome Coronariana Aguda ou conhecida como infarto do miocárdio que que acontece no infarto a gente tem o rompimento de uma placa aterosclerótica então é uma placa que é vulnerável que ela se rompe e isso vai causar também aquela dor no peito diferente da dor no peito da cardiopatia crônica essa é uma dor que ela não para com repouso o paciente às vezes está lá de boa ele sente aquela dor e aquela dor ela não reduz ela só vai piorando e
nesse caso é intervenção imediata né Quanto mais rápido esse paciente for atendido maior a chance de controlar ali aquele dano que acontece tá eh então na Síndrome Coronariana Aguda a gente a gente geralmente tem isquemias mais graves do que na istmica crônica né porque ela é muito aguda e ela pode ali também eh formar trombos que vão acometer outros outros locais pode ter também outras complicações decorrentes disso tá eh com a isquemia do do músculo cardíaco esses músculos esse ess essas células esses cardiomiócitos eles podem sofrer morte celular ou não isso vai depender muito do
tempo né em que essa esse paciente for atendido e do do retorno a esse fluxo sanguíneo tá então quando eh o atendimento é rápido o fluxo sanguíneo é restaurado de forma mais rápida esses músculos eles acabam se se recuperando e tal mas tem situações em que o paciente ele tem sequelas digamos graves e ele cursa depois com eh insuficiência cardíaca por conta disso né porque aí o dano pro tecido cardíaco foi muito grave Então vai depender muito ali das características clínicas de cada paciente Vai depender se ele foi atendido mais rápido ou não se ele
tem doenças prévias ou não se ele tem eh qual é a gravidade dessas placas ateroscleróticas né Qual foi a adaptação da circulação colateral né de outros vasos que irrigam aquele local se aquilo ele foi suficiente para eh eh controlar ou para minimizar esses danos que foram causados tá então é bastante variável em termos de manifestação Clínica e e a gente tem vários despejos eh diferentes em termos de apresentação Clínica a Andina é característica Oxa a outra já tá assim ai meu Deus gente ansiedade também dá essa dor e a gente acha que tá tendo infarto
Tá mas não é não às vezes É ansiedade mesmo E outra coisa que é muito confundida com dor de angina é gases é muito comum paciente começa a sentir aquela dor aqui em cima assim a acho eu tô infartando vou para hospital e chega lá toma um no hospital e tipo resolve o negócio mas enfim né e é é bem variável e ansiedade também parece que a gente tá sendo isso mas não fica calma viu ó Quem tá aí assim começa a gente quando eu comecei a estudar essas coisas eu sempre achar que tava doente
assim gente eu ten isso aí depois eu fi acostumando vocês vão acostumar também e angina é o termo específico para essa dor no peit tá E ela geralmente é uma é um uma dor que se irradia pro braço e pro queixo e ela pode estar associada a dispineia de forese náuseas e vômitos também Então dependendo da intensidade da dor principalmente no infarto o paciente pode ter vômito pode ter náuseas também em decorrência da dor dores muito fortes geralmente tem essa essa essa resposta né aí a gente precisa diar a angina estável da angina instável a
angina estável é aquela dor que acorre geralmente com o exercício e e ela é estável por um período de tempo e o paciente fica em repouso ela melhora é característica da cardiopatia isquêmica crônica já a angina instável ela mesmo em repouso ela pode acontecer que é aquela dor mais característica da doença da Síndrome Coronariana Aguda certo eh as alterações que acontecem no infarto do miocárdio ela elas vão e elas vão acontecer né em decorrência da isquemia celular e aquele músculo então ele passa ele muda o seu metabolismo de aeróbio para anaeróbio E com isso a
gente vai ter uma produção de energia insuficiente para manter as funções dos cardiomiócitos de forma adequada essa perda de de função Ela é bem rápida ela acontece já ela acontece já nos primeiros 60 segundos e quanto mais tempo né como eu falei de hisia pior Isso vai acontecer então é importante que esse paciente seja atendido de forma mais rápida possível para recuperar isso a morte Irreversível das células eh geralmente acontecem de 20 a 40 minutos de isquemia grave então Eh essa essas essa área de necrose ela é bastante variar tá Então depende aí de várias
situações várias como eu falei das características do paciente tem outras comorbidades enfim várias coisas a gente geralmente tem a área de necrose a área de lesão E a zona isquêmica porque aí a gente tem uma circulação colateral também fornecendo parcialmente ali o oxigênio para aquele local eh como eu falei a extensão da doença vai depender muito da localização e da idade dessa obstrução né Então depende muito das características da placa da quantidade de tecido cardíaco que foi irrigado pelo pelo vaso então né Quanto mais eh quanto maior a área de irrigação daquele vaso sanguíneo maior
a as consequências da duração dessa obstrução que aí entra aquelas medidas químicas que são feitas aí pela equipe médica para reverter isso de forma rápida das idades metabólicas dos tecidos envolvidos da amplitude da circulação bilateral de outros fatores como frequência cardíaca e pressão arterial então nessa nesse momento O ideal era que o paciente se mantivesse calmo porque aí ele não aumenta mais ainda sua necessidade de oxigênio enfim mas geralmente não é isso que acontece né aí a pessoa fica mais nervosa ainda E então vou colocar eu vou ler dois duas situações aqui só para vocês
diferenciarem um pouco como se manifesta de forma diferente a cardiopatia isquêmica crônica e a Síndrome Coronariana Aguda a cardiopatia isquêmica crônica né o paciente JS procurou atendimento médico com queixa de dor no peito e que começaram a cerca de 6 meses então aí a gente já tem uma indicação esse paciente ele já vem sentindo essa angina que no caso é uma angina estável e em algumas situações Mas como é uma dor que passava ele sentia passava aí ele foi procrastinando né o que acontece muito muito frequentemente Ah não passou vai deixando para lá Acha que
é outra coisa e a doença aterosclerótica é uma doença silenciosa a gente não sente nada quando a placa tá se formando a gente só vai ter as manifestações clínicas nos eventos Agudos e esse é um problema porque quando a pessoa é resistente a procurar o médico ou faz os exames necessários de rotina isso acaba sendo bem mais preocupante né Então nesse caso aqui ele tinha queixos de dores no peito que começaram há há se meses ele descreve a dor como uma sensação de aperto no peito né bem característico angina dessa Essa essa característica né uma
sensação de aperto no peito que vai se irradiando pro braço essa dor ocorre principalmente durante atividades físicas e é aliviada com repouso então bem clássico bem característico de uma cardiopatia isquêmica crônica geralmente ela se manifesta quando o paciente Ou tá se exercitando ou às vezes mesmo caminhando subindo uma escada ou quando ele fica muito nervoso né tá estressado aí começa a né a a ficar mais agitado aí essa dor se manifesta e ela passa com esse repouso eh ela ele relata que a dor geralmente dura de 5 a 10 minutos e desaparece esp espontaneamente eh
João nega Ah era João né JS nega quaisquer sintomas associadas como dispia palpitações tores excessiva ou nauses ele não teve sintoma de dor no peito em repouso ou durante o som então é necessário né fazer avaliação dos dos fatores de risco eh E a equipe médica a fazer os exames que são específicos para verif icar as condições dos vasos sanguíneos para verificar se ele né no caso ali Muito provavelmente ele tem a cardiopatia isquêmica crônica e existem intervenções aí tanto medicamentosas quanto cirúrgicas para minimizar isso então é importante também né que mais precoce possível esse
diagnóstico e essa intervenção em termos de intervenção nutricional a gente também ali ia focar nos fatores de risco presente evitar que ele tenha situações mais graves a cardiopatia crônica ela pode evoluir para insuficiência cardíaca né dependendo da situação bom e como o A Síndrome Coronariana Aguda se manifesta então a apresenta-se ao departamento de Emergência com queix de dor peito que começaram aproximadamente do diasa uma carsa da Síndrome Coronariana Aguda a gente pensa assim que geralmente é uma dor é muito forte que que aparece de repente mas não dependendo de como foi esse rompimento Qual placa
né se é uma placa menor é uma placa de um vaso mais colateral ele pode ter uma dor que que começa mais gradualmente mas ela é contínua ela não para diferente aqui da cardiopatia isquêmica crônica ele descrev ador com uma sensação de aperto no peito que vem e vai mas que tem piorado progressivamente em intensidade e frequência nas últimas horas então diferente da outra que para a dor também irradia para pescoço e mandíbula ele relata episódios de nuse e sudorese associadas a dor no p é Ana gente o outro é João e Ana colo que
é o nome aqui nega desine em repouso mas a firma tem sentido falta de ar ao realizar atividades físicas leves ela também relata uma sensação de cansaço incomum nos últimos dias então só para mostrar aí como se apresenta clinicamente essas duas condições rápido né Pou normal né normal não porque antes ainda tinha que ficar correndo agora tem que lembrar que são quatro aulas posso eh bom quando o paciente com doença arterial coronariana ele chega no hospital as principais intervenções são médicas né são clínicas para as primeiras digamos assim né para minimizar esse evento agudo que
tá acontecendo geralmente o paciente ele tem intervenção medicamentosa para alívio da dor né E essa dor acaba deixando o paciente mais agitado e aumentando mais ainda a demanda metabólica eh existem técnicas de repercusão imediata que vão tentar Minimizar esse dano e reverter esse dano que já foi causado eh geralmente o paciente usa agentes antiplaquetários para evitar a formação de trombos e esses trombos pode ter um causar um risco de embolia pulmonar um risco de trombose venol profunda um risco de AVC então geralmente após o infarto existem também risco dessas outras doenças cardiovasculares então a utilização
de Agentes antiplaquetários acaba minimizando esse risco né a terapia anticoagulante com esse mesmo sentido uso de nitrato para induzir a Vas vasodilatação então para tentar aumentar o fluxo sanguíneo ali para aquele local e reverter o espasmo muscular eh Bet beta bloqueadores para diminuir a demanda miocárdica por ox Ino e reduzir o risco de arritmias também pode acontecer nesse momento agudo e a eca em dois da enzima com vura de ang tensina para limitar a dilatação ventricular além da suplementação com oxigênio tá eh são as primeiras medidas que acontecem e geralmente eh o o paciente ele
tem a dieta suspensa nesse primeiro momento eh Até que esse paciente alcance a estabilidade a dieta precisa ficar suspensa tá eh mas também a gente não pode eh deixar esse paciente com dieto suspensa por muito tempo a gente tem que acompanhar para assim que esse paciente atingir a estabilidade hemodinâmica a dieta começar e esse é um grande problema que acontece porque é muito difícil você saber exatamente ali aquele momento ou a dieta acaba sendo sendo iniciada precocemente O que pode causar dano também para aquele paciente porque você vai aumentar a demanda de oxigênio né você
tem pós uma refeição no período pós-prandial você tem aumento de fluxo mesentérico né pro intestino enfim aí você tem uma demanda maior ainda que aquele paciente naquele momento ele não consegue atender então isso é complicado mas por por outro lado a gente não pode demorar muito também senão esse paciente acaba sendo o risco nutricional associado a isso eh então a gente precisa acompanhar e iniciar no momento certo as principais complicações que podem acontecer após o infarto agudo do miocárdio é de pacientes que que mantém essa disfunção contrá arritmias eh ruptura do miocárdica que é uma
situação mais grave né a neurisma ventricular pericardite inflamação do picardo expansão da área do infarto e insuficiência cardíaca tá aí a gente vai falar o nosso próximo tópico é insuficiência cardíaca que pode acontecer em decorrência de um infarto ou de outras condições também e os fatores associad a pior prognóstico é idade avançada pacientes gên feminino diabetes e que já tiveram o infarto prévio os objetivos da terapia nutricional na do arterial coronariana é prevenir o infarto né então como eu tinha falado antes eh mesmo naquele paciente que já tem a doença aterosclerótica a gente tem como
intervenção evitar que ele tenha um evento Agudo mesmo então identificar aquele paciente identificar os fatores de risco e atuar de forma a minimizar isso o que acaba sendo bastante difícil né porque como a gente sabe são doenças silenciosas que não tem sintomas e muitas vezes a gente precisa fazer todo um um trabalho mesmo de conscientização do paciente antes de começar as intervenções né Não adianta também a gente já chegar lá e e já prescrevendo coisas sem que ele entenda né Quais as consequências daquelas condições que ele tem e muitas vezes a gente vai ver em
pacientes cardíacos Eles cursam com desnutrição ao longo desse processo né então mesmo que a obesidade o excesso de peso seja um fator de risco pro desenvolvimento da doença aterosclerótica a gente percebe que um paciente que tem a doença aterosclerótica que teve um infarto tem uma insuficiência cardíaca ao longo do tempo ele vai tendo uma piora progressiva do Estado nutricional então a gente precisa tomar cuidado com isso também ao perder peso esse paciente ele perde músculo inclusive músculo cardíaco que acaba ficando mais fraca então a perda de peso a Inatividade física tudo isso acaba também piorando
a função cardiovascular e isso vai se agravando né ao longo da evolução Então por mais que a gente pensa aí na obesidade com um fator de risco no desenvolvimento da doença a desnutrição acaba sendo bem preocupante eh objetivo de diminuir a sobrecarga cardíaca então também nesse momento de intervenção aguda a dieta é suspensa a gente precisa eh acompanhar para saber o momento é de iniciar eh e em pacientes que cursam com insuficiência cardíaca muitas vezes é necessário também a restrição hídrica nem todo paciente com suficiência cardíaca vai precisar de retenção de restrição hídrica mais algun
a gente vai ver isso e garantir o suporte nutricional aí adequado eh a terapia nutricional na doença arterial coronariana ela vai rever todos aqueles pontos que nós já vimos em des epidemias hipertensão diabetes e obesidade né porque ela vai focar muito na redução desses fatores de risco e muitas vezes o paciente que teve um primeiro evento cardiovascular ele acaba ficando mais sensível né a eh adesão às orientações então às vezes é um momento ali que a gente consegue mudar muita coisa e fazer intervenções bastante efetivas porque ele já tá sensibilizado né às vezes ass nós
ti infarto e a gente tá vendo aí muitas pessoas jovens e cada vez mais jovens tendo esses eventos Agudos Então isso acaba enfim sensibilizando né Eh a gente tem como recomendação como objetivo dos principais objetivos é a manutenção dos níveis plasmáticos adequados de lipídios e de lipoproteínas então tentar aumentar o HDL é muito difícil da gente vir que o HDL ele é menos responsvel à intervenção dietéticas e reduzir o LDL então a a hipercolesterolemia é um ponto principal a gente vai eh instituir as medidas dietéticas voltadas para isso e geralmente nesses casos como são pacientes
com risco cardiovascular eles também fazem uso de medicamentos que reduzem a hipercolesterolemia eh o mais comum é assim vastatina é um dos principais essa classe de estatinas elas vão agir bloqueando a gamig co rutas que a enzima que que que sintetiza o colesterol hepático né então a gente tem as medidas farmacológicas mas também as orientações relacionadas à redução de alimentos Pontes de colesterol ponte de colesterol ponte de gordura saturada e de gordura trans né a gordura saturada ela tem essa essa função inflamatória né a gente já viu e ela também contribui para aumento da hipercolesterolemia
eh e a trans mais ainda né então a tra a gente deve evitar mesmo completamente retirada alimentação a gordura saturada redução né aí a gente geralmente tem uma redução abaixo de de 7 ou 5% Aí dependendo do Risco cardiovascular e reduzir aí eh gorduras totais de uma forma geral estimular a injeção de alimentos eh com gorduras boas né mono col insaturadas pode falar eu só tô revisar aí as orientações de dislipidemia Mas pode nesse caso como orientação a limitaria ou retiraria totalmente retiraria porque na verdade eh quando a gente pega a recomendação para população geral
eh vocês vão ver trans abaixo de um até um estão lembrados disso então assim é o mínimo possível mas para pacientes que já tê doenças eh relacionadas a isso a recomendação é evitar completamente e a as gorduras trans elas vão est presentes em alimentos industrializados principalmente então é realmente evitar esse tipo de alimento eu não coloquei aqui para não ficar repetitivo né porque aí ia pegar todas as orientações que a gente viu em na aula de diabetes na aula de des epidemia de hipertensão e de obesidade mas tô focando aqui nessa questão da gordura que
é um dos doos principais pontos né Eh o colesterol é uma outra é é um outro ponto que acaba sendo mais polêmico porque a gente não tem um ponto de corte único para todo mundo né as recomendações elas devem ser individualizadas porque a gente tem aí cerca de 40% da população não respondedor né então que os níveis de colesterol eh cério não correspondem diretamente à injeção dietética então é muito difícil você eh dar uma orientação única tem gente que aí tem um consumo de colesterol maior tipo 400 500 mg por dia e o colesterol baixo
outras pessoas TM consumo bem menor que isso com o colesterol alto a gente tem fatores eh genéticos relacionados a isso por isso que não tem um ponto de corte único Então a gente vai ter que avaliar individualmente ali a pessoa para eh recomendar essa redução ou não pra gente também não ficar fazendo restrições de forma desnecessária né Eh aí també tem temos aquelas recomendações relacionadas ao uso de fitero estão lembrados sóis c na prova planta fito esterois fito vem de planta planta que diminui esperando além lembrar possív não faz nem tão tempo [Música] assim quando
ele entra no corpo ele fazes tem a mesma função praticamente ele pode limitar é isso os fitoesterois são estruturas muito semelhantes ao colesterol só que são são provenientes de origem vegetal estão presentes aí em alimentos vegetais de uma forma geral eh sim eh e eles acabam competindo pelos transportadores intestinais Então você acaba absorvendo menos o colesterol dietético eh então a suplementação de fitoesterois é uma estratégia não é não é a única não adianta também o consumo de até tá alto é uma estratégia que contribui de forma modesta assim não é uma a solução pros pros
nossos problemas mas contribui eh só que o nosso consumo de fitoesterois por uma dieta mesmo normal é muito baixa então pra gente conseguir atingir a quantidade de fitoesterois que é recomendado pra gente ter um efeito significativo a gente precisa suplementar E aí entra toda uma uma discussão relacionada a isso né porque também não adianta você só suplementar que é uma coisa que é que é cara que precisa ser feita ali exatamente no momento das refeições que também não vai funcionar se você ingerir isoladamente porque o mecanismo é a competição E então tem as suas limitações
mas pode ser uma estratégia associada aí a outras medidas e uma outra questão relacionada à recomendação para reduzir colesterol são as fibras aí também quero ver que que vocês estão lembrando disso Que tipo de fibra como é que funciona qual é o mecanismo elas não são digeridas no intestino aí acaba acaba Precisando de mais digerir a pera recapitula conação de fibras vai vai querer que eh a digestão seja mais forte aí vai liberar mais B para liberar mais B vai vai pegar colesterol para produzir [Música] [Música] a não pensa pensa Primeiro qual o tipo de
fibra que vai ter o efeito direto na colesterolemia as fibras solúveis as fibras insolúveis elas vão contribuir PR outra coisa pra saciedade pra regulação do trânsito intestinal mas elas não influenciam diretamente o metabolismo do colesterol as fibras solúveis sim e e como elas funciona existem pelo menos dois mecanismos principais aí que chuta o qu alimentação que que acontece quando as fibras chegam no intestino quais as características de uma fibra solúvel absor absorve água então ela vai formar um gelzinho ali né E aí não sei meu Deus o gel o gel gruda no óleo ele absorve
não sei capita não esses o gel gruda no óleo Mas pensa que eh esse gel que é formado n a fibra a fibra solúvel ela vai aprisionar ela ajuda a aprisionar e a reduzir a a absorção mesmo porque ela vai ali meio que englobar mesmo e aprisionar o colesterol entãoa ajuda um pouco a reduzir Esse é um esse é um mecanismo físico né mecânico ali que acontece a nível intestinal mas tem outro mecanismo que é mais refinado que tem a ver com o metabolismo que que acontece com essas fibras além da formação desse gel como
como Qual é o metabolismo como essas fibras são metabolizadas no intestino pela microbiota dar aí dica ainda pela microbiota prop elas formam ácidos grassos de exatamente as fibras são metabolizadas formam ácidos grassos de cadeia culta aí a gente tem acetato propionato butirato as três principais e esses componentes eles são a e eles são qu que que AC a revisar a aula de de desideria avisa mas muita coisa cas el são metabolizadas grá vai falando mais aí ninguém tá lembrado e esses os graxos eles são moléculas sinalizadoras que vão eh contribuir pr pra regulação de várias
funções no corpo todo e e é incrível tem até eh regulação do do sistema nervoso é um treino bem legal né Mas enfim vamos focar no no colesterol uma das funções desses metabólitos é reduzir a síntese hepática de colesterol Então esse é um outro mecanismo certo então o primeiro mecanismo ele é mais mecânico ali de aprisionar essas fibras desculpa dessas fibras solúveis aprisionar ali o colesterol a bile Então você elimina E com isso né você tem a redução dos níveis eh cérebros e um outro mecanismo é mais a nível de metabolismo mesmo eh então assim
nenhuma intervenção ela ela é única né a gente geralmente faz a combinação de todas essas intervenções e muitas vezes mesmo reduzindo a ingestão de colesterol dietético adequando o nível de fibras solúveis fazendo a suplementação de fitoesteróis o paciente ainda vai ter colesterol alto né por essas características genéticas então geralmente quando a gente tem eh eh por esses eh por essas ferramentas de estratificação de risco cardiovascular a gente tem a a a recomendação de uso de medicamentos mesmo para reduzir o colesterol porque a gente tem um um um efeito dietético mas ele é limitado eh as
gorduras saturadas como a gente falou são inflamatórias e também vão contribuir para aumentar a hi aerolia então a gente precisa reduzir eh e manter o peso corporal adequado né a a obesidade ela é caracterizada por uma inflamação crônica de baixo grau que vai estimulando todos esses processos então o corpo fica mais inflamado e a aterosclerose é um processo inflamatório também então você acaba ali favorecendo né criando um ambiente ali que vai favorecer essa essa essa questão então todas essas intervenções elas são necessárias né não acabei ver ela chegando lembrei cham aquele paciente que já teve
um evento né para poder reduzir a chance de EV professora mas isso que eu falei sobre a questão da fibra é porque Aquela quantidade de fibra al no intestino vai liberar muita B porque não vai conseguir gerir aí o corpo entende que precisa liberar mais B ainda a a f s acaba absorvendo um pouco DAE lipídeo né da B E aí com isso pro corpo produzir mais mais b precisa de colesterol fígado e aí vai captar da corrente sanguínea ou a o colesterol para produzir mais B que foi captada pelas fibras do intestino o raciocínio
Clínico tá perfeito só pensa que o corpo não vai liberar mais bile para metabolizar as fibras tentar porque não vai conseguir pois é mas não nem é printar pensa assim que como você aprisiona é os sais biliares você indisponibiliza ali pro metabolismo de lipídios Então você estimula a liberar mais mas não é para tentar metabolizar as fibras mas o raciocínio Clínico tá perfeito chama Oi acaba reduzindo o colesterol acaba reduzindo a gente chama de circulação enterohepática de sais biliares é exatamente isso você aprisiona ali o sais Então você indisponibiliza com isso o corpo precisa produzir
mais exatamente produzir mais sais faz isso a partir do colesterol e vai capturar aí da corrente sanguínea a partir do estímulo dos receptores de LDL é exatamente isso só que só pensa assim que não é para tentar metabolizar e quando eu ouv a explicação no vídeo que eu assisti no YouTube e falava Tipo isso que tentava tentava aí por não conseguir liberava mais ainda né porque o que vai estimular eh a síntese de sai é a CC a colecistoquinina e ela é estimulada a partir dos lipídeos não a partir das fibras é só isso mas
o resto tá perfeito tá deixa só deixa só falar desse aqui aí a gente passa pro aí eu dou intervalo eh outra coisa que a gente vai precisar rever então gente por favor revejam as recomendações nosso paciente aqui que vai ser educado Clínico ele vai ter hipercolesterolemia vai ter Hi pidemia vai ter hipertensão vai ter diabetes vai ter tudo não gente não vocês vão intervir para evitar e dar qualidade de vida para esses pacientes não e outra coisa gente é a coisa mais comum consultório Hoje é a gente V pacientes com Síndrome metabol extremamente comum
e às vezes a gente tá v a gente pensa Ah um paciente idoso cada vez mais pacientes mais jovens com síndrome metabó um outro ponto pressão arterial essencial imprescindível super necessário que a pressão arterial desses pacientes esteja controlada porque a pressão alta ela vai ser um fator de risco muito Grande PR eventos rompimento de placa tem uma placa instável aí você tem uma pressão enorme maior ali de sangue naquele local o risco de rompimento vai ser maior obviamente então a pressão alta ela é um fator de risco importante que deve ser controlado também é preocupante
porque é assintomático às vezes quando a pressão tá muito alta geralmente oente tem dor de cabeça né aí às vezes Ah vou medir a pressão e vê láa 16 super al então é um ponto eh que geralmente também tem a recomendação do tratamento farmacológico geralmente são pacientes que fazem uso de medicamentos que vão reduzir a pressão mas a alimentação vai ter um papel também importante nesse contexto tá então Todas aquelas orientações de limitar a ingestão de alimentos ricos em sódio alimentos Ultra processados tudo isso que nós já vimos também que acabam sendo recomendações eh mais
simples de eh falar pro nosso paciente mas não simples de colocar em prática né então de preparo do alimento de utilizar temperos naturais temperos industrializados alimentos industrializados de uma forma geral né Tem bastante só então a gente acaba tendo que trabalhar muito com orientações práticas mes né Aí quem gosta de que gost de técnica dietética né gostam de cozinhar gostam de preparar os alimentos acabam tendo uma adesão até melhor então a gente tem que estimular isso né Essa questão de selecionar de preparar alimento porque a gente vai conseguir aí ter refeições mais saudáveis e principalmente
com menor consumo de só alimentos industrializados acabam sendo sendo muito ricos em S né e a manutenção dos níveis glicêmicos adequados então também o o diabetes é um fator de risco presente e também que precisa ser controlado para evitar né Essa questão e para manter o risco controlado então de e eh primeira tarefa aí paraa nossa aula é rever as as recomendações para diabetes hipertensão dis epidemias e para perda de peso também porque né se nosso paciente tiver obesidade ou excesso de peso uma recomendação é a adequação desse peso para reduzir o risco certo aí
vamos dar o intervalo k tá