as seis técnicas mais simples e menos usadas para você gerar consistência na sua vida. Sabe o que é consistência? começar, continuar até conseguir. Eu trouxe seis técnicas mais simples e menos usadas que eu descobri na minha vida para te ensinar nesse podcast. Roda [Música] vinheta. Sabe quando você já acorda com aquela sensação de desânimo, sem saber se o problema é cansaço, frustração ou só medo de que a vida se resuma a só isso, a ficar repetindo um dia após o outro, um boleto após o outro. Já sentiu aquela raiva de você mesmo, de você mesma?
Já se perguntou assim: "Cara, por que que eu começo, mas não consigo manter até conseguir? Por que que eu paro no caminho? Eu sei que dói. Dói porque lá no fundo você sabe que você não é um preguiçoso, não é uma preguiçosa, mas já se cansou de prometer para si mesmo que dessa vez vai e de novo você quebra promessa. Promessa de fazer planos no domingo e abandonar na quarta, de se empolgar com a mudança e depois ver tudo escorrendo pelos dedos mais uma vez, de querer ter vontade de fazer o que tem que ser
feito, mas acaba perdendo pro próprio celular. A verdade é que ninguém te ensinou a ser consistente. Eles só te cobram. Eles te cobram foco, disciplina, constância, mas nunca te mostram o caminho. E agora você vive esse ciclo silencioso de começar 1000 vezes e terminar quase nunca, de altos e baixos, de entusiasmo com projeto novo e a vergonha de ter parado mais uma vez. Mas e se o problema não for você? E se a consistência não for talento nem força de vontade, mas um método. É sobre isso que a gente vai falar hoje, as técnicas mais
simples e menos usadas para você criar consistência real na sua vida, mesmo naqueles dias mais difíceis, porque a verdade é que a média sufoca e eu recusei ela. E esse é o podcast Sai da Média, onde eu te ensino a fazer a mesma coisa. Eu sou Jerônimo Temel, coach profissional há mais de 12 anos, com alunos formados em mais de 32 países. E essa é Patia Araújo, especialista em eventos de alta conversão e hipnotizada por você hoje. Vamos mais uma vez, Patrícia Araújo. Que bom. A pergunta é: dói, né, Pat? Vamos falar sobre isso, mas
dói. Dói você prometer. No começo não dói não. No começo é só ah, prometi de novo e não fiz. Ah, mais uma vez. Mais uma hora. Acho que todo mundo já sentiu isso, né? Até que chega uma hora que você faz assim: "Meu Deus, eu não aguento mais, cara. Por que que eu não consigo fazer isso, né? Por que que eu falo que vou, sei lá, emagrecer e não vou? Por que eu falo? Acontece, vou passar no concurso, não passo, vou vou melhorar financeiramente no melhor?" Já eu já passei na minha vida tempos que eu
fiz assim: "Cara, eu vou pagar um ano de academia, porque se eu pagar um ano, eu vou e não fui." E não foi. Não foi nem no primeiro mês, talvez, né? Nem completou o primeiro mês. Fui primeiro mês. Primeiro mês, quando primeiro mês, não é? consistência, empolgação, né? Aí o segundo começa a acabar, tal. Aí começa a derrapar e tal. E incrível. Então eu quero começar. Eu preparei seis razões, seis técnicas simples, as mais simples, só que menos usadas para você criar consistência. Agora tá. Por que que são simples e menos usadas? As pessoas não
conhecem essas técnicas, não acreditam que vão dar certo. Eu acho, é uma mistura, é uma mistura dos dois, né? Ela de um lado ela não sabe porque ela só ouve a palavra, não, você tem que fazer, você tem que acordar mais cedo. Porque as pessoas confundem motivação com consistência e elas acreditam: "Ah, tenho que acordar mais cedo, eu tenho que ter mais força de vontade, eu tenho que ter mais determinação, eu tenho que ter." E elas se frustram porque elas percebem que é muito desafiador sustentar a determinação, sustentar a motivação. Tem gente muito boa no
mercado, estudiosa, que defende, que não se trata de disciplina e só de motivação. E isso frustra, porque na verdade é a mote e com todo respeito a quem acredita dessa forma, né? E certamente você vai achar fundamentos para isso, mas a prática treinando pessoas há mais de 27 anos mostra que a motivação acaba e ela acaba rápido. E a consistência é aquilo que a consistência, a disciplina é aquilo que começa quando acaba a motivação. Porque se eu só depender da motivação, eu vou fazer o que todo mundo faz. Porque qualquer ser humano quando tá motivado
faz. Qualquer criança quando tá motivada faz, né? Ou faz. Faz o quê? Até acabar a motivação, né? Ah, eu vou cuidar do jardim. Começa, começa, mas não termina. Começa isso. E aí ela, a motivação vai acabar. Ah, então o meu trabalho é continuar motivado. Incrível. Se você for um ser humano que consegue acordar todos os dias motivado, que sorte é tua. Não é o meu caso. Não é o caso da Pat, não é o caso da maioria arrasadora dos meus alunos e de nenhum dos clientes que eu já tive. Eu já atendi muitos clientes em
coach. Então não tem nem mesmo a ver com energia, né? Porque você é um cara que tem muita energia. Aqui em casa a gente até brinca porque Jerônimo é a única pessoa matutina. Eu sou o depois do matutino, o intermediário ali. Eu sou da manhã, mas não tão cedo. João é noturno, né? E Carol acho que ela tá no mesmo ritmo que eu ali no intermediário. Mas assim, de manhã cedo, 6:30 da manhã, todo mundo eh devagarzinho ainda ligando os motores, tomando café, as crianças para ir pra escola ali na cozinha, não sei que. Alguém
pergunta uma coisa para Jerônimo ou comenta que deu certo, a resposta dele é: "Vamos, pô, 6:30 da manhã, assim, tipo, caraca, que que você comeu, menino, né?" Então, nem energia é prim energia é porque eu posso ter essa energia e não ter motivação, né? Então, o fato é, qual é a primeira técnica simples que quase ninguém usa e negligenciada? Pare de depender. Eu vou direto ao assunto. Pare de depender da motivação. Como assim, Gerônimo, pare de depender da motivação? Olha que interessante essa frase de Aristóteles. A excelência não é um ato, mas um hábito. Então,
olha que loucura. A excelência não é um ato. O ato é a motivação. Não, hoje eu vou malhar. Qualquer um treina motivado com excelência, mas a excelência não é um ato. A excelência é um hábito. Então o hábito de fazer constantemente, ele é completamente diferente. A motivação, ela vem e ela vai. A consistência ela vem e você age mesmo sem tá com vontade. Tem um psicólogo canadense que ele diz que antigamente ele acreditava que o trem, né, o que puxava era a motivação e atrás vinha a ação. A motivação puxava a ação. Tem muita gente
que repete isso até hoje, que a motivação puxa ação, mas não é. É a ação que puxa a motivação. E eu posso provar quantas vezes você já acordou de manhã sem nenhuma vontade de ir paraa academia, foi pra academia, fez a primeira exercício, o segundo, terceiro, quarto, terminou de malhar e saiu de lá muito melhor do que chegou. Já sai falando: "Vamos, pô, pô, vamos pô". E a E a lógica é muito simples. Se a ação não puxasse a motivação, depois de treinar, a lógica seria você sair melhor ou pior? Pior, porque eu já não
tinha motivação, ainda vim pra academia, mas vim ao contrário, eu vou paraa academia e volto melhor. Então isso é uma demonstração cotidiana de que a ação puxa motivação e não a motivação puxa ação. J, então motivação é ruim, não, motivação é incrível. Nós vamos trabalhar justamente quando ela falta, porque se tudo fosse sobre motivação, se você só for fazer o que o que estiver motivado a, você vai fazer pouco na vida. Pouco na vida e vai fazer só o que que qualquer criança faz. Qualquer criança motivada, mamãe, vou aí ela viu na televisão uma menina
arrumando o quarto e aí ela ou ele fala: "Vou arrumar meu quarto". Por quê? Porque tá motivada. E amanhã, quando ela não tiver motivação, não. Às vezes no no mesma arrumação do quarto, tira tudo do lugar porque vai limpar, porque não sei o quê, porque não sei o que, porque não sei o quê. Na metade a pessoa cansou e não quer mais terminar. E o quarto tá pior do que quando começou, né? É isso. Ó, tem um teve um fato da o KB foi um, um talvez um dos maiores jogadores de basquete da história junto
ali com Michael Jordan, com Magic Johnson, Lebron James agora. Mas um dos maiores nomes da história faleceu no acidente aéreo, né, no helicóptero, ele e a filha dele. E ele era um cara muito reconhecido pelo trabalho duro, né? E uma vez perguntaram para ele, um repórter perguntou: "Você tá feliz?" E ele respondeu: "O trabalho ainda não acabou". Então veja, o fato é: "Eu não preciso estar feliz e motivado para fazer o que tem que ser feito. O trabalho ainda não acabou. O trabalho ainda não acabou. Você tá feliz com o teu corpo, não tá motivado?
Não, mas o trabalho ainda não acabou. Então levanta e vai fazer o trabalho que tem que ser feito. Porque quando você faz o trabalho que tem que ser feito, adivinha o que acontece contigo? Você sentir bem, neuroquimicamente bem, vai ter descarga de endorfina, de dopamina. E o que que acontecer amanhã? você vai querer mais disso. Então, o fato é, para de depender da motivação e começa a entender que a excelência ela não é um ato, ela é um hábito. Então, a consistência também não é um ato. Ela é um hábito. E o hábito não o
hábito de estar motivado, porque qualquer um tem, né? Pô, tô motivado para escrever um livro. Escrevi uma página, duas, três, a motivação passou. Deixa o livro para lá, porque quando eu tiver motivação, eu pego ele de novo. Não, senhor, né? A consistência justamente é essa. Então essa foi o primeiro. E agora eu vou pro segundo. Eu vou começar o segundo também pela fala. A fala é em curto caminho. Que caminho, Jerônimo? O caminho entre decidir e agir. Uhum. Encurte o tempo entre a sua decisão e a ação. Vou explicar o que acontece. Quem pensa demais
antes de agir, acaba agindo de menos. Eu vou explicar. Quem pensa demais antes de agir, acaba agindo de menos. O que que isso quer dizer? A gente tem dentro da gente um negociador. E o negociador ele não vai conversar com a tua grandeza, ele vai conversar com a tua mediocridade. Não tem para onde fugir. E quando ele negocia com a nossa mediocridade, adivinha? Ele ganha. Então, qual é a técnica da constância em curto tempo? Como que eu em curto tempo? Vou treinar agora. Levanta e treina. Vou não comer doce hoje. Então já sai da fila
do doce. Passou na frente de um sorvete. Cara, eu não vou tomar sorvete. Então se afasta dele, age rápido. Vou vou vou caminhar. Por quê? Porque quando você Mas eu vou falar da do momento mais importante, que é quando você abre o seu olho de manhã. Você abre o seu olho de manhã e você estabeleceu que dessa vez você ia levantar quando o despertador tocasse, que dessa vez você ia caminhar assim que acordasse. Então, quando você abrir teu olho em curto tempo entre o que você já decidiu e a ação, resumindo, age mais rápido para
não dar tempo de negociar, né? Se negociar vai perder. A a frase é muito simples, se negociar vai perder. Nossa, essa frase é poderosa. É um alerta poderoso, porque você não sabe que vai perder, mas você percebe quando a negociação começa. E identifica mesmo que começa as frases hoje, pô, logo hoje que tá chovendo negociação. Só mais um pouquinho, mais tarde posso ir no horário do ao invés de eu ir de manhã, hoje eu vou de noite. Todas essas negociações, então a gente precisa encurtar. Inclusive sobre falando de encurtar o tempo, a minha pergunta para
você é: você já curtiu? Lembra as três regras do nosso podcast? Curtir assim que chega. Ah, e se eu não gostar, discurte no final, mas vai treinar, vê o lado bom das coisas clicando em curtir e discurte no final. Segunda regra, se a hora que você ouviu uma frase que te impacte, coloque nos comentários. Já teve frase, hein? Já teve frase, hein? Five teve. E a e a Pat pega as frases para depois trazer. E por último, quando você reconhecer uma pessoa, que você fala assim: "Cara, eu conheço uma pessoa que precisava ouvir isso". Pega
o link, não espera acabar o podcast, não. Pega o link, encaminha para uma pessoa, porque essa pessoa vai saber que ela é especial. Inclusive, se você chegou aqui encaminhado por alguém, agradece ela nos comentários. Eu vim por causa do Alexandre, do Fernando, da Patrícia, do Miguel, seja lá quem for, bota aqui embaixo. Eu vim por causa de fulano. A gente vai amar parabenizar fulano que tá ajudando a gente a fazer diferença no mundo. Vou adorar os comentários. Então, então esse é o segundo ponto. Curta o tempo. Tem uma técnica para isso que é assim, ó,
Pat, a gente já falou duas coisas até agora, né? A gente já falou que excelência é um hábito, não uma ação. Então, pare de depender na motivação. Faça mesmo sem motivação, que a ação trará a motivação. E o segundo é encurte o caminho entre decidir e agir. Então, o que, como é que existe uma técnica de coaching, de coach levado a sério, que é o modelo ABC. Basicamente, o nosso cérebro ele funciona assim, ele quer para tudo, ele quer poupar energia porque ele consome muita energia. Eh, eh, se nós fôssemos uma máquina, o motor que
mais consome energia é o nosso cérebro. E dentro dessa máquina que o motor que mais consuma energia é o cérebro, ele vai sempre procurar poupar energia. E como que ele poupa energia? Ele cria padrões. Então, por exemplo, eu abro o olho. Por que que a técnica ABC abrir o olho? A, B, qual é a próxima coisa que eu faço quando abro o olho? Se eu tenho o costume de esticar o meu braço e pegar um celular, ele vai entender assim. Hum. Então ag depois que ele abre o olho, ele pega o celular. B, pega o
celular C, desbloqueia o celular. Ou com a face, né? Com a com rosto ou com a senha. Desbloqueia o celular. Hum. Então esse é o C. Qual é o D? Ele entra no aplicativo tal, Instagram, Snapchat, eh, WhatsApp, enfim, o YouTube. Ele entra no aplicativo. Ah, entendi. Ele cria um piloto automático para esse criom e o piloto automático não é ruim. O piloto automático é maravilhoso. É por isso que ele consegue, a gente consegue fazer tanta coisa, porque ele vai criando padrões, piloto automático, modelo A, B, C. Não, a gente não teria energia para viver
o dia se tivesse que pensar para acordar, pensar o que que eu faço depois, pensar para escovar o dente, pensar para tomar banho, pensar para Imagina, eu acordo e falo assim: "Abri o olho, o que que eu faço agora? Eu levanto, eu toco despertador, eu lavo o rosto, eu trabalho, eu vou tomar banho, começo pela cabeça, pelo pé, então ele vai transformando tudo em piloto automático, tudo em piloto automático. E quando eu transformo tudo em piloto automático, eu ganho a economia. Então, como que eu faço para inserir um hábito novo na minha vida que eu
quero ter consistência? Eu aproveito o modelo ABC. Quando eu tô com cliente meu em coach, por exemplo, ele fala assim: "Ah, eu gostaria de ler mais". Falo: "Incrível". O que que faz mais sentido para você ler? Pela manhã ou pela noite? Não, pela manhã, porque coach não diz pro cara que ele vai, não, você tem que ler três. Não, que horas que faz mais sentido para você ler? Ele vai dizer: "Pela manhã, ótimo, ou pela noite, mas diz que digamos de pela manhã. Incrível. Então, descreve sua manhã para mim. A, B, C, D. Descreveu amanhã.
Então, isso aqui já está acontecendo na vida dele, tá piando ali. O que que tá acontecendo? O que que já é piloto automático na vida dele. Eu falo que incrível. E se você fosse pegar algo? Me dá, me dá me dá um pegar aqui a tampinha da câmera aqui. Se você fosse, você quer passar a ler, você tem o A, B, C, D, E da sua manhã. Acordo, abro, abro o olho, pego o celular, tomo o meu banho, faço um café, sento na mesa. Se você fosse encaixar a leitura no dentro de um programa que
já é rodado, aonde seria? Por quê? Eu tô aproveitando o padrão do cérebro para encaixar um hábito novo e dar menos esforço ao cérebro. A própria pessoa responde isso e ela vai me dizer assim: "Ah, eu quero, faz mais sentido para mim na hora que eu fizer meu café, então eu acordo, pego meu celular, olho o meu WhatsApp, tomo um banho." Não deveria pegar o WhatsApp, mas aqui não tem julgamento. Se é isso que ele faz, ele não, se ele não tá comigo para diminuir o celular, tá tudo bem. Pego meu celular, tomo um banho,
pego um café e o livro e sento para tomar o café no mesmo lugar que eu já tomo com o livro. O que que eu acabei de fazer? economizar esforço pro cérebro passar a ter um novo hábito. Isso é coach levado a sério, né? Então é muito louco porque isso me traz um me dá um método de ajudar as pessoas. E eu tenho certeza que exatamente aqui agora tem pessoas ouvindo a gente que amariam viver uma vida de ajudar os outros. Imagina se você tivesse oportunidade de viver uma vida. Qual o seu trabalho? Ajudar os
outros. E que que as pessoas fazem contigo? Me pagam para ajudar elas. Então, se você tem um senso dentro de você, mínimo, mínimo de que você gostaria de ajud, tem um desejo de ter uma profissão que ajuda os outros, a mesma que a minha de coach levado a sério, a mesmo de alunos que eu tenho em 32 países, a maioria deles no Brasil, vou deixar um link para você de um treinamento chamado destrave o coach que existe em você ou a coach que existe em você. Destrave o coach que existe em você. São dois dias
inteiros onde vai montar um plano para você faturar 100.000. 1000 ou mais por ano através do coaching, né? A gente tem alunos hoje que cobram por cliente de 2.000 a R$ 18.000 por cliente. A gente vai passar dois dias, você vai aprender técnicas de desenvolvimento pessoal para você usar na sua vida. E lá a gente vai desenhar um plano para você faturar de 2 a 18.000 por processo de coaching e mais de 100.000 por ano através do coach levado a sério. Quer botão mágico? Não venha. Quer levar a sério coach, uma profissão que só cresce
no mundo afora, clica no botão, se inscreve. Janôimo, é muito caro, muito pelo contrário, é preço simbólico. Por que que é simbólico? Porque eu quero afastar o charlatão de quem quer tá lá aprendendo. Não vou passar é um final de semana, não vou passar dois dias inteiros do final de semana me dedicando a charlatão. Vou me dedicar a você que quer aprender um método para ajudar as pessoas e quem sabe até viver disso ou ter uma segunda fonte de renda. O link tá aqui embaixo, clica. Se vai cair numa página para saber mais. Lá vai
ter a data, o horário. Mas é um final de semana, é sábado e domingo, o dia inteiro comigo para você aprender como que você muda a vida das pessoas e criar um plano consistente para faturar 100.000 ou mais por ano através do coach. Então essa foi a segunda parte. Qual é a segunda? Em curta e e decide faz logo. E olha que interessante, então a passagem de Thago 4:17. Se sabes o que deves fazer e não fazes, estás pior do que aquele que erra por ignorância. Ah, muito pior. Muito verdadeira essa frase. Então, se você
sabe que tem que agir, aja. Não permita que um negociador atinja a sua mediocridade para negociar com ela. Rapaz, é tão lindo isso, né? Que existe método para que a gente consiga realizar as coisas. e você explicando sobre o A, B, C, D e com onde que você encaixaria ali no cliente. Eh, eu pensei assim, quantas vezes a gente não decide fazer alguma coisa na vida e nesse A, B, C, D a gente encaixa completamente errado num lugar que vai ter muito atrito, não é um pouquinho não, você já falou sobre atrito aqui, aquilo que
atrapalha a gente de fazer as coisas, que é o contrário do que é do caminho de você conseguir fazer algo, né? E às vezes a gente coloca num horário que não é o nosso horário que cabe fazer isso, numa academia que a gente se empolgou, que é longe para caramba, que vai ter um trânsito, que, enfim, eh, às vezes a gente não coloca num A B C D, a gente coloca lá no sei lá, no que seria um ponto Z de tão longe de encaixar ali, né? Mas para tudo tem método assim para você conseguir
as coisas. E isso é lindo, saber que não depende de talento, de força de vontade, mas que você realmente pode conseguir isso aqui. Tá tudo bem que você tenha talento, tem a força de vontade e tem a motivação. A motivação, talento e a força de vontade facilita especialmente o começo, mas é a consistência, a disciplina que vão fazer você continuar. A terceira parte, indo direto pra terceira, ela tem muito a ver com o que você acabou de falar. O que acontece a na corrida? Dizem que o passo, os corredores dizem que o e a gente
tá correndo agora, eu e você. O o passo mais difícil de uma corrida é o primeiro para fora de casa. Então o primeiro passo para fora de casa é o passo mais difícil de uma corrida, cara. E é mesmo. E aí, o que que o cérebro precisa para ele começar a te ajudar a ser disciplinado e consistente? Ele precisa entender qual que é o seu ritual da consistência. Vou explicar. Algumas palavras não gostam, algumas pessoas não gostam da palavra ritual. Ah, ritual parece uma coisa, né? esotérica, não, mas é ritual. ritual vem de rito, de
processo, de procedimento. Então, as pessoas hoje muitas sentam para trabalhar. Na hora que elas sentam para trabalhar, o cérebro liga o ritual do começo de trabalho. Ela senta para trabalhar, aí ela abre um site, vai lá ver a notícia dos esportes, depois entra no e-mail dela, depois dá uma olhadinha para ver se tem um whats. Esse é o ritual dela. Então o terceiro é construa rituais de início de consistência. Por o teu cérebro quando ele pega, ah, é isso. O teu cérebro ele funciona muito parecido com o Google Chrome. Sabe como é que o Google
Chrome funciona? Para mim funciona assim, ó. Eu escrevo GE, aí ele já aparece globosport.com/botafogo. Se eu escrever GE, vai completar Jerônimo Temel. No meu não vai. Ele completa, primeiro que completa arminha é gllobosporte.comg/botafogo. É o primeiro que ele completa para mim, né? Quando eu coloco a botar o nú as primeiras letras do meu banco aqui nos Estados Unidos, boto lá primeira letrinha, segunda, ele já completa. Eu só preciso dar enter. O cérebro é igualzinho, ele fica mapeando as primeiras letras, né? Hum, entendi. Então ele fez isso, então vou completar para ele. Pensa, pensa seu cérebro
completando, mas para aquilo que você deseja. Isso. Então, como que eu faço para ele completar para aquilo que ele deseja? Eu preciso criar rituais de início, mas que, como diz Jesus, que o seu sim seja sim e que o seu não seja não. E o que não vem disso vem do maligno. O que que isso quer dizer? Quando você falar assim, vou sentar para trabalhar, aí você senta, não mexe em nada, abre direto o documento do trabalho que você vai trabalhar. Foca nos primeiros 5 segundos a 10, que você vai ajudar o teu cérebro no
restante. Então é muito melhor que você pense assim: antes de eu trabalhar eu vou olhar o meu Instagram, não senta nem na mesa de trabalho, vai ficar em pé lá na cozinha, vai fazer outra coisa. Quando você que quando você sentar na sua mesa de trabalho, no seu ambiente de trabalho, que seja um ritual da consistência. Eu vou repetir para você que ao sentar para trabalhar, o que aconteça seja um ritual da consistência. Por quê? Porque se você senta para trabalhar e pega celular e fala com alguém e manda mensagem, vê não sei o quê
e 40 minutos depois você abre finalmente a planilha, né, o teu cérebro acabou de entender que ao sentar naquele ambiente que deveria ser aspas sagrado de trabalho, é um ambiente que de sagrado não tem nada e que muito menos de trabalho. Então cria um ritual de início, né? Cênica diz que a vitória ama a preparação. A vitória ama a preparação. Então, se prepare para trabalhar. Então, pegue sua água. Então, o que que você é como se você dissesse assim pro teu cérebro: "Eu vou estabelecer intencionalmente o padrão AC do trabalho". Então, eu pego um café
ou eu pego uma água, eu sento na minha mesa, eu ligo o meu computador ou abro o meu computador e naquele momento em diante eu não faço mais nada a não ser trabalhado. Cara, muito poderoso isso. E eu faço isso uma, lembra que eu falei que eram simples, mas pouco usadas? Uhum. Faz isso muito poderoso. Estabeleça o lugar onde você vai mexer em rede social, que seja em pé lá de fora da empresa, que seja em algum lugar, mas que não seja no seu ambiente de trabalho. Assim como sua cama. Sua cama, se você é
casada, sua cama deveria ser para dormir e fazer sexo com teu companheiro e companheira. É para isso que deveria ser sua cama. Só que as pessoas permitem que tudo invada a cama. O celular invada a cama, rios invada a cama, os filhos toda madrugada invada a cama, né? que eu não tô dizendo que eles não podem, eventualmente tão dodo ou quer deixar que, mas a cama é do casal, que o seu lugar de trabalho seja aspas tão sagrado quanto a tua cama, quanto o lugar que você vai orar pro pro criador da sua alma. Então,
sentou para trabalhar, que o teu cérebro registre que aquilo é trabalho. O que que vai acontecer na prática? Você vai ter uma extrema facilidade a partir do momento que o teu cérebro entender que sentou ali, ali é trabalho. Incrível. Muito poderoso isso. Você não vai estar só sentando para trabalhar, mas assim, você vai est intencionalmente, olha o quanto que você vai sair da média, Five, mas muito, porque as pessoas sentam para trabalhar e se distraem. Você vai est muito longe da distração. Você vai est sentando não só para trabalhar, mas para criar um ritual que
vai te gerar um piloto automático de de produção. De produção. Porque é é impressionante como é rápido a nossa habilidade de gerar hábitos bons e ruins, né? Eh, a gente tem um hábito de acorda, coloca, a gente acorda, levanta, eh, vou falar rapidamente assim, a gente acorda, levanta, escova o dente e tal, vou me peso na balancinha que a gente tem no quarto, visto uma roupa para malhar e desço, faço o café da manhã das crianças, já pronta para treinar, pronta para treinar, faço o café da manhã das crianças e aí terminou isso, as crianças
estão indo pra escola, a gente vai treinar. Esse é o nosso dia a dia. Correr, às vezes academia. É, esse é o nosso dia a dia. Eh, teve um período até recente que o nosso sono desregulou e a gente teve algumas noites em sequência sem dormir bem. A início eu acordei, comecei a acordar, nesse período que foi sei lá, de umas semana e meia assim, eu comecei a acordar de pijama desse, né? Quando você não dorme bem, você já não tem aquela energia de pijama desci, fiz o café da manhã das crianças, quando terminou já
estava de pijama. Que que eu fiz? Vou subir, vou dormir mais um pouquinho, porque eu dormi mal. E aí, nisso foi um dia, nisso foram dois dias, nisso foram três dias. E aí, rapidamente eu já tive que tomar a decisão de acordar e dizer assim: "Não, hoje eu vou vestir a roupa de malhar, vou descer com a roupa de malhar." Quebrar o hábito que já estava se formando em poucos dias. Perfeito, né? Então a gente é, essa foi a parte ruim, a parte boa é que a gente facilmente cria um hábito, né? É a consistência.
Acho que se o Five até agora não botou uma frase, a frase que e essa tem que ser a primeira Five, a consistência ela não começa na tarefa, ela começa no ritual que vem antes da tarefa. Então eu vou repetir para você, Five, a consistência não começa na tarefa, ela começa no ritual que vem antes da tarefa. Então, um pouco diferente do que você falou, né, Pat? Não é tão simples assim como você disse, criar um hábito. É, não é tão fácil criar um hábito, mas ele é simples mesmo. Você não vai criar um hábito
em dois dias, só pra gente não se iludir, não é dois dias sentando e trabalhando de primeira que no terceiro você vai fazer. Mas depois de uma semana fica mais fácil, depois de duas mais fácil ainda. Depois de um mês parece que você nem lembra mais, cara. Nem nem lembro mais que eu sentava e enrolava um monte de coisa antes de começar a trabalhar. Então é, acredite, bote o teu cérebro no modo de funcionamento dele a favor daquilo que você deseja pra tua vida. E essa foi o terceiro pat. Opa, então chegou a hora dos
comentários. Hoje eu trouxe os comentários dos cinco erros que destróem 99% das tentativas de mudança na sua vida. Foi o podcast 232 e o primeiro comentário foi da Renata Felizberto. Ela falou: "Eu acredito que a dor é um portal de transformação. Escutar essa frase ancorou aqui e virou uma chave que me deu mais força. Aí vem outra. A dor é a mudança acontecendo. Tô absorvendo tudo aqui para me dar mais força pras minhas mudanças. Que massa, Renata. E o próximo comentário da Sandy Kelly. Eu achei tão bonitinho esse comentário, gente. A Pat é a tampa
do balaio do Jerônimo. Que lindo. Ele traz um monte de conteúdo massa na velocidade turbo e ela vem e sintetiza numa frase simplesmente simples e altamente impactante. Vocês são show de boa. Porque é uma pura verdade. Ela realmente faz isso. É que se fosse o podcast fosse da Patti, ele ia durar 40 segundos. Ela ia sintetizar em três frases e acabar o podcast. Podcast, o que não ia ser ruim, porém a gente ia perder o bate-papo. Só a tampa do seu balai, minha linda. Então, certamente. E olha o comentário aqui do Ricardo Rio. Ele fala:
"GT, quem começa com tudo quase sempre termina com nada". Fala, coach. Curti 930, Ricardo Rio Five de carteirinha das antigas e finalmente decidi virar a chave. Inscrito na FCC de maio de 2025. Opa, vamos até. Opa. FCC é formação em coaching criacional. Ele vai vestir o casaco azul. né? Ele vai se tornar um coach coach. Que massa, Ricardo. E ele falou: "Aproveitei o feriado para concluir a leitura da arte de falar e fazer que seja o início do fim da procrastinação." É isso. Que venham as dores do crescimento e as mudanças dos hábitos para aumentar
a barra de energia e conquistar a planta. Eu vi que você virou a chave mesmo. E leu o mesmo livro. E outra coisa, e é isso, tá? Vai ver a dor do crescimento, que ela ela dói, mas ela é muito mais gostosa do que a dor da permanência. A dor da permanência, ela é cruel, porque ela não só dói, mas ela te mina dia após dia e faz você acreditar que você é só aquilo. Acreditar que é só aquilo e ainda doer é ruim demais. Crescer dói, mas você vê que você não era só aquilo,
que você é muito maior do que você imagina. Eu vou amar saber que temos mais um coach. Agora já sabe, né? Para virar coach formado pela nossa instituição, tem que entrar pra ordem dos coach que levam coach a sério. Se você for entrar pra ordem dos coach que leva o coach a sério, você será muito bem visto. Tem uma coisa que eu preciso comentar antes de falar a frase aqui que tem a ver com o que você falou pro Ricardo Rio, nosso futuro coach aí, né? Eu ouvi o Thiago Brunet falando hoje de manhã, é
sobre o processo, né, de você crescer. E ele deu o exemplo da uva e do vinho. A uva vale menos, o vinho é muito mais caro, né? Apesar da uva não ser uma fruta muito barata, mas ela vale muito menos do que uma garrafa de vinho. A uva é perecível. O vinho pode durar, sei lá, acho que décadas, né? Ele vai maturando, ele vai se tornando mais valioso. Mas o que que é o vinho? O vinho é a uva que foi pisada, que foi esbagaçada, que passou pelo processo de se valorar, né? Mas todos os
dois vem da mesma fonte. Então, crescer dói, não crescer também. Crescer vale muito mais a pena. O processo de você se tornar mais valioso, né? O diamante, a gente já falou aqui, é o carvão pressionado. E para terminar esses comentários do Five, eu vou trazer aqui a frase. Eu trouxe a frase da Alessandra Rafaela, que ela fala: "Só tropeça quem está na jornada". Foi a frase do último podcast. Eu posso tropeçar, mas eu vou levantar quantas vezes for necessário. Lembra que essa foi a frase de quem five que chega no final? Sem dúvida, derrotado não
é o que cai, o que desiste de levantar. E a frase da Ivanilda, né? A mudança só é real quando o desejo de mudar é maior que o desejo de permanecer. Incrível, surreal. Esses foram os comentários do e a a quarta a quarta técnica para se manter consistente, que é subestimada e muito simples, a gente precisa entender seja pequeno todos os dias antes de tentar ser grande um dia. Entende uma coisa, às vezes as pessoas querem dar grandes saltos, elas querem sair de de um corpo obeso para um um abdômen trincado. Elas querem sair de
tá devendo. Aí elas vão pro evento motivacional. Aí ela tá devendo SPC, recebendo ligação de cobrança e sai de lá para comprar um helicóptero. Porque o cara a convenceu ela que sonhar grande, sonhar pequeno dá o mesmo trabalho, que ela tem a mente de pobre, que ela deveria ter a mente de milionário. sai dali, compra uma roupa de milionário, se endivida mais ainda, deve mais ainda, recebe mais ligação ainda e não faz nada com aquela roupa que ele comprou porque acreditou no palestrante motivacional vazio que ela tinha que se vestir como rico e aí ela
gastou o resto do do crédito que tinha e agora deve mais e tá na merda. A verdade é que o sucesso e o fracasso, você não constrói eles, você constrói o hábito. E o seu hábito, os seus hábitos vão construir o teu sucesso, o teu fracasso. Então, quando a gente fala seja pequeno todos os dias, antes de querer ser antes tentar ser grande um dia, é o quê? É no pequeno que você evolui. É na pedra pequena que você tropeça. Não é na ninguém tropeça no pão de açúcar, né? Pão de açúcar você admira. Você
tropeça na pedra pequena olhando pro pão de açúcar. Então é na pedra pequena que você tropeça. Então não se preocupa de jeito nenhum. Não se preocupa em se tornar grandioso hoje. Se preocupa em ser pequeno hoje, mas criando um hábito que esse hábito vai construir o que a gente chama do teu sucesso, do seu fracasso. O James Clear, né, ele escreveu o livro Hábitos Atômicos. Ele conta o caso de um homem que perdeu mais de 50 kg indo paraa academia 5 minutos por dia no iní no início. Porque primeiro ele criou o hábito de ir
paraa academia 5 minutos. Ele não tava preocupado em perder 50 kg, tava preocupado em criar o hábito de ir pra academia, né? Então, algumas pessoas estão preocupadas em escrever um livro, mas não tem nem o hábito de escrever 10 palavras por dia. Algumas pessoas estão interessadas em, sei lá, em em virar baita profissionais, mas não tão não tem o hábito de ler 15 minutos por dia, né? Às vezes passam duas horas por dia. Teve uma coisa muito engraçada, Patti, no último treinamento, né, que a gente abriu. Eu acho até que foi no Destrave, o o
na segunda edição do Destrave, eu chamo eu eu interajo com os alunos, né, em tempo real. E aí veio um e falou para mim assim: "Jerôimo, eu preciso te contar minha história". Eu falei: "Conta objetivamente, porque é um treinamento". Eu nasci lá em 19. Ele ele falou assim: "Eu ouvi um dia você dizer que se eu abrisse mão de 15 minutos do meu dia em redes sociais, com 15 minutos por dia eu leria um livro num mês." E eu falei: "Duvido". Perfil bem analista, duvido. Vou fazer só para desbancar o Jerônimo. Que demais, cara. E
ele leu 15 minutos. Ele terminou o primeiro livro dele em 22 dias. lendo 15 falou assim, eu peguei, eu marcava no relógio, porque você disse que se eu lesse 15 minutos que duvida, né? Five que duvida, né, cara? Então, entenda o que eu tô te falando, F. Eu tô te falando que antes de você se tornar um leitor, leia, seja pequeno, leia 15 minutos por dia. Antes de se tornar um baita coach que muda a vida das pessoas, faça coisas pequenas, vá pro destrave o coach que existe em você, baratinho, menos de uma pizza por
mês, né? por mês? Não, menos de uma Não é nem por mês, é menos de uma pizza, né? Um, ao invés de comer uma pizza, transforma você mesmo. Então, começa no pequeno. As pessoas que se tornam grandes, geralmente elas não querem ser grandes, elas querem ser melhores, né? E daí nesse ato de querer ser melhor, de fazer, de melhorar o que faz, o que é, uma hora ela acaba se tornando grande, né? A gente viu recentemente o documentário do Jamie Oliver, que começou que, cara, um chefe reconhecido e tal e começou dentro da nossa época,
né? Ele começou lá na nossa quando a gente era jovem, vamos dizer assim, né? Somos jovens, né? Mas quando a gente era jovenzinho, a gente via ele na televisão cozinhando comidas de verdade e ele começou eh se apaixonando por cozinhar aquilo deu sentido à vida dele. Ele sentiu que ele tinha um talento ali, porque na escola ele era péssimo. Ele falou que ele tinha dislexia, ele tinha dificuldade de aprender, dificuldade com as palavras, dificuldade com tudo. Se sentia uma pessoa que, tipo assim, cara, parece que eu não vou servir para nada, né? E ele sentiu
é um sentimento ruim, né? Parecer que não vai servir para nada. Ele disse que salvou ele foi os finais de semana onde ele cozinhava no pub do pai dele e ali ele se sentia sentia valor no que ele fazia, se sentia vivo, né? Se sentia e foi dando poder aquilo ali, né? Então ele não, ele acabou se tornando grande. Existiram oportunidades, mas eh não foi querendo ser grande, que ele se tornou grande, foi querendo fazer aquilo cada vez melhor, né? Incrível. Eu vou pra quinta direto. A quinta é o seguinte, cara. Tem uma frase de
marketing que a gente vai usar ela para consistência. Quem não é visto não é lembrado. Essa é uma frase de marketing e é pura verdade, né? Eh, eu lembro que algumas pessoas falavam para mim assim: "Pô, cara, ninguém me convida". Dava, eu dava um monte de palestra, hoje ninguém me convida mais. Falou: "Cara, ninguém te vê". Como é que alguém vai te convidar se não te vê? A pessoa tem que estar te vendo, fala: "Pô, fulano, cara, vai ter um evento, quer dar podia chamar o fulano, podia. Olha, eu vi, sabe quem eu vi hoje?
Fulano podia chamar ele. Quem não é visto, não é lembrado. A sua meta, o seu objetivo é igualzinho. Quem não é visto não é lembrado. Então se a tua meta não a quinta é, você precisa achar modos de lembrar da sua meta regularmente. Quer ver um simples? A sua meta do ano mais relevante pode se tornar a sua senha. Eliminar 27 kg já. Senha do ano. Eliminar 25 27 kg já. E o ado já é um arroba, né? que vida precisa ter caracter especial. Então, aonde eu quero chegar, você precisa ter modos de se lembrar
diariamente daquilo que você decidiu que vai realizar na tua vida, porque se você não se lembrar, você vai esquecer, né? E quem não é visto não é lembrado. Simples assim, já diz tudo. Então, aonde vai tá a sua meta? Vai tá escrito no espelho do seu banheiro, então escreva. Vai tá em postit escondidos pela casa, esconda. Vai tá na senha que você vai mudar a senha do seu computador e de tudo seu para que seja a tua meta na tela de quando abre o celular, né? Aonde vai tá? O fato é crie compromisso, crie um
lugar onde você possa se relembrar do seu compromisso regularmente. Agora esse eu vou dividir numa no outro diria, né? Um plus a mais. É óbvio que tá errado, né? Five, plus a mais, porque o plus já é a mais, né? um plus a mais, né? O plus já é a mais, né? Mas eu vou te dar um plus a mais aqui, né? Então você pode dividir com alguém, porque aí você aumenta o seu grau de compromisso que tem o mesmo desejo que você para que vocês se ajudem. Então, num processo de emagrecimento, eu e a
Pat decidimos que a gente ia anotar tudo que a gente comia num aplicativo que nos dá quantas calorias a gente ainda pode comer. Então, como eu e ela estamos fazendo compromisso juntos, quando eu anoto o meu, fala: "Anotou o seu". Quando ela anota o dela, ela fala: "Anotou o seu?" E assim a gente se ajuda a quê? A lembrar. Porque quem não é visto não é lembrado. Então a gente ajuda a se lembrar do que a gente tá fazendo. Então se você tiver alguém que você possa trocar, criar um algo que a gente chama no
coach de accountability e eh prestar contas. Então o coach faz muita, eu coach quando tô atendendo o cliente, eu faço muito o papel de aspas ter um ambiente onde o cara possa prestar contas para alguém, porque isso aumenta o nível de realização dele. Por que que muitas vezes a pessoa malha mais com personal trainer do que quando tá sozinha? Porque tem alguém para prestar contas, alguém que tá esperando ela. Caramba, o fulano tá me esperando lá, vou ter que pagar se eu não for, né? Então essa esse essa prestação de contas aumenta. Então se você
tiver um um buddy, né, um parceiro de meta para que vocês se acertem, Patti, vamos não sei o que juntos. Vamos. Então a gente se cobra juntos. Isso faz com que aumente. E a sexta e última, parte indo direto pro pro que talvez seja a mais importante de todas. A mais importante de todas. Quem só celebra a linha de chegada nunca vai aprender a amar a corrida. Eu vou repetir isso. Quem só celebra a linha de chegada nunca vai amar a própria corrida. Você tem que aprender, Five, a celebrar o processo. Se você só esperar
para comemorar a linha da chegada, você nunca vai se apaixonar pela corrida. E isso, isso não é sobre corrida, isso é sobre tudo, né? Se eu só comemorar quando eu sair da dívida, eu não vou me apaixonar pelo processo de estar no comando das minhas finanças. A jornada tem que valer a pena, porque a jornada é todos os dias. A linha de chegada é um momento especial ali na sua jornada, mas é um momento especial. A jornada, cara, a jornada é todo dia. Eu lembro que eu lembro que se você não incorporasse essa jornada, não,
se você não aprender a, como diz a Priscila Zilo, eh, se você quer o pódium, não sei se é bem o pódium, não, acho que eu tô troféu a medalha, né? Apaixone-se pelo tênis, porque o tênis é todos os dias. Isso, mas é isso. Então, se você se apaixonar, se você só se importar, só celebrar a linha de chegada, você não vai se apaixonar pela corrida. Eu lembro que quando eu comprei meu primeiro apartamento da vida, né, eu imaginava que, cara, pô, vai ser um troço maravilhoso, né? Pensei, vou lá, vou assinar minha escritura. Aí
eu fui lá, comprei, fechei, apertei a mão, fui lá pagar, né? Aí cheguei lá, fui num cartório no Rio de Janeiro. O imóvel era em Botafogo, na Lauro Miller, a rua que é do lado do Rio Sul, no número 26 da Lauro Miller, né? Ali no segundo andar. Fui lá meu primeiro imóvel que eu fui comprar na minha vida. Aí cheguei no cartório, aí o cara, o cara meio ranzinza lá, aí puxou um monte de documento, falou: "Assina aqui, aqui, aqui, aqui, prova que você fez a transferência, provei tá, cadê a chave?" Tá aqui, me
entregou a chave. Momento mais chato da sua vida, né? Aí eu falei, acabou, acabou, tá aí, o apartamento é teu. Aí eu, aquele negócio, eu esperava aqui, sei lá, ainda para um comunicador, né, pra podia botar pelo menos uns balãozinho, né? Tô comprando apartamento, bicho. É isso. É isso. Porque já tem o próximo ali para assinar a próxima escritura, tal. E quando eu saí, eu me dei conta que o prazeroso não foi assinar a escritura, que é a linha de chegada. O prazeroso é você entrar no imóvel e falar assim: "Nossa, que imóvel horroroso, meu
Deus, não quero aqui não". Aí vai no outro, fala: "Meu Deus, esse é bonito, quanto quer? Quanto? Não tenho como pagar". Aí senta, faz conta. Uma vez a gente tava tentando comprar uma casa, ainda no momento de maiores dificuldades financeiras, fomos tentar comprar uma casa no Espírito Santo. Lembra disso? Era uma casa. A gente se apaixonou por uma casa numa vila. Ah, sim. Nossa, da fólego. Eu disse: "Meu Deus, a gente tem que ter um plano para essa casa". Aí a gente sentou embaixo de uma árvore e ficou fazendo os planos. E todos os planos
que a gente fazia, a gente via claramente que não dava, mas a gente fez os planos e aquilo foi gostoso fazer o plano, né? né? E a gente acabou comprando o imóvel, não foi aquela casa, mas foi outro muito legal. Então, no Monte Catini, né, que foi um prédio chamado Monte Catini, na praia da Costa, foi nosso primeiro imóvel juntos, né, casados. E ali o que onde eu quero chegar, o prazer não é assinar a escritura. O prazer é o processo, é ver o imóvel, nossa, dá aquele vulco, vulco, não dá, né? Cara, eu lembrei
de uma cena inclusive nesse processo, né, da gente olhando vários apartamentos que depois a gente acabou comprando esse apartamento que foi Monte Catini. A gente olhando vários apartamentos, aí eu tava nunca com a corretora assim, quando a corretora entrou na cozinha, Jô começou a pular na sala. Lembra disso? Eu lembro lembro também. No foi no Alda Alda. Alda alguma coisa. Alda HS. Aí J começou a pular na sala, tipo assim, é esse, é esse, é esse. Mas não querendo, morrer, mas não querendo mostrar. Foi bem quando a corretora entrou na cozinha assim, mas acabou não
sendo aquele m e aí foi um outro maravilhoso e assim foi. Então o fato é aproveite o processo. Eu vou talvez assim, se você não botou nenhuma frase até agora, Five, que bote é essa, né? Quem só celebra a linha de chegada não se apaixona pela corrida. Se apaixone pela corrida, porque a linha de chegada ela é inevitável. Se você se apaixonar pela corrida de mudar a vida de pessoas, a linha de chegada de você fazer 10, 15, 20, R$ 30.000 por mês como coach, é inevitável. Mas apaixone-se pela corrida de mudar a vida das
pessoas. Apaixone pela Apaixone-se pela corrida de fazer diferença na vida das pessoas que passarem por você. E se você quer transformar, que comece por si. E para começar por si, começa pelo destrave o coach, que existe em você. Tem um link na descrição. Clica agora e se inscreve. É preço simbólico, eu vou amar. Esse foi o podcast Sai da Média, onde eu te ensinei seis técnicas mais simples e menos usadas para criar consistência. E se você lembrou de uma pessoa sequer durante esse podcast que merecia ouvir isso aqui, envia agora o link para ela. Se
inscreve no Destrave, envia um link e escreve aqui embaixo: "Apaixone-se pela corrida". Amei. Apaixone-se pela corrida que a frase, a parte já ficou ali assim. E você ia perguntar: "E qual vai ser a frase?" Não ia? Já tava tipo Aham. que o meu cé é o modelo ABC do cérebro. Se tá chegando no final, tem que ter a frase do final. Então, ó, três ações. Se inscreve no Destrave, manda o link e escreve aqui embaixo. Apaixone-se pela corrida. Esse foi o podcast Sai da Média e vamos. Ciao. [Música]