Olá, tudo bem? Meu nome é Anderson, serei seu professor nesse conteúdo de dados e fazendo para você a minha autodescrição. Sou um homem branco com cabelos castanhos, estou utilizando uma camisa preta e uso barba.
Fundamentos de dados, módulo dois, história do armazenamento de dados. Bom, então nesta aula nós vamos falar sobre e como que são armazenado, né? qual que é o processo de armazenamento aí dos nossos dados.
Perfeito. Te convido a ir ao slide comigo e eu quero apresentar para você os objetivos de mais esse vídeo. Então, módulo dois, onde os dados são armazenados, né?
Será que eles são armazenados eh em eh discos, em HDs, em eh dispositivos físicos, na nuvem, onde é feito esse armazenamento? É disso que essa aula vai tratar. Tudo bem?
Então, começando ali, ó, eh, na verdade, esse módulo, né, começando por essa aula, história do armazenamento de dados. A gente vai explorar a evolução dos métodos de armazenamento desses dados. Então, no primeiro slide aqui, eu já quero trabalhar com você um tempo bacana aqui.
Eu vou apresentar uma linha do tempo de alguns dispositivos, de algumas formas de armazenamento desde lá da antiguidade, né, de anos e anos antes de Cristo até a atualidade, tá? Para ver como é que foi essa evolução então desses dispositivos, de onde são armazenados os dados, tá bom? compreender como as necessidades de armazenamento mudaram ao longo do tempo.
Então, cada eh era que nós tínhamos, né, cada eh era temporal que nós tínhamos, era uma necessidade que as pessoas tinham de ter ali as suas anotações, de ter os seus dados, as suas informações, né, eh, de fácil acesso ali para para uso. Então, quais eram as necessidades e comparar, né, os métodos antigos e modernos de armazenamento. Então eu já quero apresentar para você aqui no slide também essa linha do tempo, tá?
Então tá sendo projetado aí uma linha do linha do tempo, como se fosse uma pista de corrida, né? Então eu tenho aqui a largada e lá no final eu vou ter a chegada. Ela faz algumas curvas, tá bom?
Então imagine como se fosse uma pista de corrida, tá? Uma estrada. E eu tenho eh alguns pontos numerados nesse caminho, nesse percurso, né?
Desde da aqui da partida até a chegada. Então eu tenho o ponto um, o 2, o 3, o 4, o 5 e o seis. E a gente vai conversar sobre cada um deles, tá bom?
E aí cada ponto também eu tô trazendo uma imagem para retratar, né, para eh ajudar então nessa explicação. Perfeito. Então vamos começar pelo primeiro ponto ali da nossa estrada.
tem lá o número um escrito lá papiro, tá? Então papiro era uma forma de de armazenamento e aí eu tenho uma imagem representando, né, como era esse papiro. Então essa imagem você pode observar, imaginar, né, que é eh um retrato antigo.
Porque quando era feito isso? Isso aí aconteceu lá no antigo Egito, há mais de 2. 000 anos, né, antes de Cristo, 2500 anos antes de Cristo.
Qual era o material utilizado para desenvolver então esse eh essa eh esse local que as pessoas iam armazenar as suas informações, iam colocar os seus desenhos, né, as suas anotações. Ele era produzido pelo caule de uma planta, né? E essa planta chamava papiro.
Por isso que isso aí virou papiro, né? uma planta de papiro. Eh, para que que era usado, né?
Então, claro, era pra escrita, tá? Eh, para, eh, você colocar qualquer coisa, ou seja, os os registros que tinham daquela época também, registros religiosos e da literatura que eh permeava ali aquela época, né, que rodeava ali aquela época. Tudo bem?
Então, foi um dos primeiros eh eh meios, né, uma das primeiras formas de de armazenamento e eram portáteis, né, as pessoas poderiam transportar isso aí de um lugar para o outro, tá? E fazer o seu armazenamento também, tá? Eh, em uma sala, né, em um local lá.
E aí você tinha também essa esse fácil transporte, tá? Então, esse era o papiro. E aí, eh, tá representado essa imagem, né, do lado do número um ali, que é o papiro, com um desenho.
Aí tem uma pessoa vestido de branco, né? Eh, tem algumas anotações do lado direito, é como se fosse uma tabela com algumas anotações ali. Então, assim, tudo que era possível de anotação, de registros, né, de informações da época, eles tinham esse papiro aí para representar, tá?
O número dois, andando mais um pouquinho ali na nossa estrada, né? Virei ali à direita, aí tem o número dois, é o pergaminho. Aí já é uma evolução.
O pergaminho era uma era um material um pouco mais maleável, né? Ele tinha suporte também a reusabilidade, então você conseguia apagar aquilo, né? E e fazer o reuso, ou seja, é usar mais do que uma vez, tá?
Então a origem, né? É o é é lá na é em Pérgamo, tá? na atual Turquia e é ele é um pouco mais novo, vamos dizer assim, que o papiro.
Ele foi criado lá cerca de 200 anos antes de Cristo. Então o papiro 2500, 2000 anos antes de Cristo. Então aqui o pergaminho somente 200 anos antes de Cristo.
Ele é bem mais novo, tá? O material ele era feito a partir de pele de animais, tá? Geralmente eram ovelhas e cabras, que eram os animais ali, né?
Eh, mais comuns daquela época, né? dessa época aqui. Uma das vantagens é isso que eu falei, ele podia ser reutilizado, então ela ele raspava, né?
Eles raspavam com algum recipiente e é fazia como se fosse a vez da borracha, né? Apagava aquilo ali para reutilização e também a utilização era para registros religiosos ou então de documentos literários ou manuscritos ali medievais desta época, tá? Então, por exemplo, ah, eu quero retratar aqui a minha estratégia de guerra, né, desse exército e assim por diante.
Andando mais um pouquinho na minha estrada ali, eu vou chegar no número três. Aí eu já encontro o papel, né? Aí o papel é utilizado até hoje, a gente pode falar que ele também é atual, né?
Tem um apelo aí eh em relação ao meio ambiente pra gente eh cada vez menos, né? Cada vez usar o papel menos possível, né? Porque ele vem da madeira.
A madeira também ela tá em extinção e ele faz mal aí também para o meio ambiente. Então quanto menos papel você utilizar melhor. Então os livros digitais, materiais digitais, todas toda a parte de documento, né?
A nossa legislação, graças também aos sistemas, aderiu muito essa questão de documentação digital. Então hoje você não precisa chegar mais com papel, com cópia, tirar sher hoje aceita, tem essa boa aceitação aí de arquivos PDFs, de print de tela, de documentos digitais. Ah, posso te mandar pelo Whats, posso te mandar por e-mail, sem necessidade de ficar imprimindo, né?
Eh, e até os livros, né? Tem os livros digitais que hoje a gente pode fazer a leitura digital. Então, nós temos, por exemplo, tem os ambientes, né, de que você vai fazer um curso, tem um material digital, você não precisa imprimir, você vai estudando tudo ali.
Livros também tem lá, por exemplo, um dispositivo bem bacana. Eu tenho um que chama Kindle, que ele é da Amazon. Então, ele é um dispositivo, parece um tablet, né, mas ele é um pouquinho menor, assim, entende?
de diversos tamanhos também e diversos tamanhos, diversos eh eh tamanhos de armazenamento, né? Tem alguns que armazenam mais dados, outros menos. E aí você coloca ali os livros digitais para você ler aquilo ali.
Ele ocupa bem menos bateria. Então uma bateria, a bateria ali dura, por exemplo, 20 dias, né? Sem você ter que recarregar utilizando aí uma média de 15 a 30 minutos por dia.
Ele vai durar um mês ali para você usar, tá? para você ler no escuro sem você ter que usar o livro físico. Aí você vai falar para mim assim: "Ah, não, professor, mas eu gosto de ter o livro ali físico para fazer anotação.
" Se você gosta, tudo bem, mas para fazer anotação, nós temos também vários aplicativos, né, vários programas que você consegue anotar também, né? Grifa, texto, você faz o que você faria no eh livro físico, no papel físico você faz também no digital. Tudo bem?
Vamos lá no quadro. Então, vamos falar do papel. O papel teve o a sua origem lá na China aproximadamente, né, lá no século ele chegou a Europa lá no século XI e ele é produzido, né, como eu falei, né, ele vem da madeira, ou seja, das fibras vegetais, como o bambu ou então o algodão, tá?
Eh, ele foi responsável por a por cair ali o preço da produção de livros, certo? e a popularização também desse conhecimento com a invenção da imprensa. Bom, então esse é o papel, né?
Dispensa comentários aí. A gente trabalha muito, né? Já trabalhou muito e vamos trabalhar, continuar trabalhando com ele ainda porque ele não vai ele não vai eh ser eliminado totalmente, tá bom?
Andando mais um pouquinho na nossa estradinha ali da nossa ali do tempo, cheguei ali no quatro, que é os que são os cartões perfurados. Então, olha só, eh, tá representado a imagem aí no slide para você do que era um cartão perfurado na época. Então, é como se fosse um dispositivo de plástico, né?
Era um material um pouco mais duro ali que o papel e ele tinha eh um monte de furos, né? Ele tinha vários furos em todas as as linhas, tá? Por isso que chama cartão perforado.
É como se fosse um cartão, né? Mas ele é bem maior do que um cartão de crédito, assim, é como se fosse um cartão um pouco maior do material um pouco mais duro, tá? E ele era todo perfurado, ele era vazado.
Então isso aí era representado, ela era usado para quê? Muito utilizado na programação, era bem bacana mesmo. Então ele foi inventado lá por Joseph, né?
Por Joseph Mary Jackart no século XIX, tá? Eh, e por Herman Holleriff para o censo dos Estados Unidos de 1890, tá? 1890.
O material, então, ó lá, era um era cartões de papel, né? Só que era um um papel bem bem mais duro, né? Considerado um cartão mesmo, com furos.
E ele representava lá os dados binários. Para que ele era utilizado? Para armazenar dados em sistemas de computadores antigos.
Então, linguagens dessa época que utilizava como dispositivo de armazenamento não um SSD, não, por exemplo, um pen drive, não um disco rígido, ele utilizava o cartão perfurado e ele foi precursor aí do armazenamento digital e da programação também, tá? Então, esse era o cartão perfurado. Eh, uma curiosidade aí dos cartões perfurados também, né?
Eh, cada furo, tá? cada furinho daquele cartão ali representava uma informação binária. E ele podia armazenar 80 caracteres por coluna, tá?
Até 80 caracteres por coluna. Eh, nos primeiros computadores, os programas eles eram literalmente digitados com esses furos nos cartões, tá? Então, a gente tinha uma limitação ali da quantidade de de códigos, de linhas de código que a gente conseguia utilizar nesses cartões perfurados, tá?
Então, cada cartão representava uma linha de código ou uma instrução. Então, tem uma instrução lá, por exemplo, para mostrar o valor da eh do nome, ou seja, ele é utilizado para mostrar o nome de uma pessoa na tela. Vamos supor que eu tenho uma instrução em uma linguagem de programação para fazer isso, tá?
Então, era necessário um cartão perfurado para para armazenar essa instrução do programa. Perfeito. Andando mais um pouquinho na minha estradinha ali da linha do tempo, eu chego lá no cinco e eu tenho aí vários dispositivos que estão aparecendo, né, as imagens ali.
Então, eu tenho o HD, o SSD e eu tenho também duas imagens ali representando eh um disco, né, ou o CD que era para armazenar músicas. Então, a primeira que tá aparecendo ali é um LP, tá? Que que significa LP?
Long play. Então nós tínhamos lá os são os discos de vinil, então eram discos de plástico, né? Eh, um pouco maiores assim, geralmente da cor preta, e você colocava, tinha lá e eh um equipamento que se chamava vitrola e ela tinha uma agulha e através do contato dessa agulha com o disco iam tocando ali os áudios das músicas, né, as faixas das músicas que aquele cantor, aquela banda ali gravou.
E aí tinha dois lados igual a fita cassete também tinha o lado A e o lado B, né? uma evolução desse long play do do LP era era a fita cassete, foi a fita magnética, né? Informações armazenadas ali através dessa fita magnética.
Você tinha dados ali também tinham dois lados, lado A e lado B. Então, nos automóveis, né, tinham automóveis da da época lá de da década de 80, de 90, né? que como a Fida Cassete tinha dois dois lados, vamos supor, tinha 10 músicas do lado A e mais 10 músicas do lado B.
Era sempre assim, lado A e lado B. Você colocava ali, né, no tocador de fita, né, eh. E aí ele tocava todas as músicas do lado A, ele ejetava a fita e aí você tinha que pegar a fita e virar a fita e dar play de novo ali para ele tocar as músicas do lado B.
E aí foi uma revolução, uma invenção quando apareceram os tocafitas, né? Os toca-fitas que eles já viravam automaticamente. Você não precisava tirar a fita.
Automaticamente ele já conseguia tocar o outro lado da fita sem ter que tirar e virar a fita ali e colocar de novo, né? Quem é da época vai lembrar também dos vídeos cassetes, que também era uma fita, você colocava dentro do aparelho, dentro do vídeo cassete para você assistir o filme. Como era uma fita, então ia até o final, né?
E aí quando você tirava a fita, ele tava tudo que tava aqui do lado esquerdo, ele projetava tudo pro lado direito. E quando e era uma quando era uma fita emprestada, que geralmente você ira uma locadora para emprestar, para locar esse filme, para assistir, eles exigiam que você rebobinasse a fita, ou seja, voltasse todo e eh eh todo o filme ali, porque senão a próxima pessoa que ia pegar a fita ia ter que fazer isso, porque também o vídeo cassete ele não tinha essa condição, né, de eh já inverter, por exemplo, o lado e e ele já começar o filme, não, né? Era feito tudo em uma em um sentido só.
Então você tinha que rebobinar para começar novamente, tá? Então hoje a gente rebobina um vídeo digitalmente, né? Você tá no YouTube lá, você pega o mouse, clica e arrasta para cá, certo?
Eh, ou então na na TV, né? Quando você vai assistir ali, você também pega o controle, né? você aperta ali e ele também você já vai rebobinar digitalmente automaticamente.
Nesses dispositivos mais antigos, isso era feito também, mas como eram dispositivos para armazenar dados, igual você tá vendo no slide ali, né, igual que nós estamos apresentando no slide ali, como os LPS ou então os CDs, né, isso era feito de forma manual, tá? E aí nós temos ainda no tópico cinco ali os HDs e os SSDs, que são os dispositivos das nossas máquinas, dos nossos laptops, dos nossos computadores, dos nossos notebooks, né? Então uma tecnologia mais antiga, o HD, que era o hard disk.
Então ele tem um CD, ele é como se fosse um CD mesmo e ele fica girando ali para ele gravar e para ele buscar a informação, tá? É mais fácil de estragar. Isso evoluiu e nós temos o SSD.
O SSD Solid State Disc, ele é o a mesma memória do pen drive, tá? Então nós tínhamos, nós temos os pen drives também, né, que começou lá no começo eram poucos megas que você podia armazenar. Depois quando depois foi passando o tempo, criou o pen drive de 1 GB, depois de 2 GB, 4 8 16 32, então assim, né?
E foi aumentando aí o espaço que você consegue armazenar também em um pen drive, tá? O SSD ele é ele é como se fosse a mesma memória, tá? Só que com uma capacidade maior.
Então hoje você tem, por exemplo, SSDs, né? E aí é de 256 GB, de 512, de 1 tera, de 2 ter, de 4 teras e assim por diante. Cabe bem mais informações.
Geralmente pessoal que trabalha com edição de vídeo e foto, né, precisa de muito espaço eh nesses dispositivos, tá? Geralmente hoje usa-se o SSD. Vamos lá no slide mais uma vez.
Vamos para o último ponto ali da nossa linha do tempo, que é o número seis, ó. Então, andamos mais pouquinho, chegamos ali no seis. E ali tem a retratação do desenho do banco de dados, né, que ele já apareceu em um outro vídeo.
Vou explicar para você nova novamente. É como se fosse aquele baú, né? Ele tá representado e como se fosse ali um baú tridimensional, tá?
E ali é como se fosse uma grande caixa, um grande baú que tivesse uma tampa em cima. Você abre a tampa e vai colocando os dados, vai colocando as informações. Eu utilizei eh a retratação de você ir colocando, por exemplo, como se fosse um cesto de roupas, né, de roupas sujas.
E os dados são as roupas que você vai colocando ali no cesto, tá? E aí você pode ir enchendo. Lógico que ele vai ter um espaço, né?
Quando encheu não cabe mais. O armazenamento de um disco, de um banco de dados, de um LP, de um SSD, de um HD, de um cartão perfurado, de um pergaminho, de um papir, de um papel, de todos esses dispositivos que você viu comigo aqui nessa aula, como armazenamento de dados nessa linha do tempo, todos eles têm um limite. Concorda comigo?
E aí nós passamos pro ponto seis, que é a nuvem, que dá aquela ideia, né, de você não saber onde os dados estão, né, armazenados e tudo mais. Só que ele também tem um limite. Esse limite geralmente ele é comprado, ele é assinado, né, pelo cliente.
Ah, ó, o cliente ele precisa de dois ter, o cliente precisa de de mais espaço, tá? Então ele vai pagar uma assinatura para ter esse espaço aí. Mais ou menos como funciona os nossos e-mails hoje, né?
Todo mundo tem, todo mundo que tem o e-mail do Gmail tem lá o gratuito, que acho que é 100 MB, né? Ou 2 GB, eu não me lembro agora quanto que é. Acho que é 5 GB, né?
o o gratuito ali. Eh, e aí se você quiser um armazenamento maior, se você se você é que nem que você usa o drive, né, para você armazenar eh todos os seus dados ali na nuvem, então você tem que pagar para um acesso um pouco maior. Então é mais ou menos assim que funciona.
É o nosso cloud, tá? Vamos lá no quadro. E aí eu tenho ali o a o desenho também de uma nuvem, né, representando cloud, né?
Então, nuvem em inglês, cloud. Aí eu tenho cloud computing, que é a computação na nuvem, tá? Que é essa questão de você distribuir o armazenamento, né?
O armazenamento das suas informações. Não tá mais aqui no seu HD, no seu SSD, no seu laptop, no seu disco físico, não. Então elas estão na nuvem, então elas estão em um data center, em um centro de dados.
Esse centro de dados ele pode estar em qualquer lugar do planeta, tá? Vamos colocar aqui a nível Brasil, pode estar em qualquer lugar do Brasil. Você pode estar em São Paulo, por exemplo, o data center que você usa tá sendo hospedado, né, em qualquer lugar do Brasil.
E aí quando você pensa em data center, né, visualiza assim que você tá entrando numa sala, né, eh, numa sala enor, numa sala grande e lá tem muitos bancos de dados, tem muitas máquinas, né, então tem muitos servidores ali, né, que na verdade a gente fala que tá na nuvem, mas ele existe, né, um local que ele tá lá fisicamente, certo? Então só tem dados ali, tá? Mas realmente são muitas máquinas, são corredores, são filas e filas ali quando você entra dentro de um data center, né?
Eh, para você ver ali quais são, né? Quais são os dados, né? Quanto, qual a quantidade de dados que passa ali, né?
Todos os dias que trafegam, né? Eh, e são armazenados de forma segura nesses data centers. Então, isso é um data center, é um grande local, né, físico, mais o que você poderia ter em casa, né?
penso assim: "Ah, é a minha casa inteira, a minha casa inteira no data center, mas como é que eu vou colocar os meus dados aqui? Eu moro aqui, né? Aqui tem que ter todos os meus móveis, todas as minhas coisas, né?
Os meus eletrodomésticos, né? Então eu não consigo manter isso. Então você contrata um data center e lá como várias pessoas também contratam, eles têm a condição de fazer isso.
Pensa num prédio inteiro. Aquele prédio inteiro ali é um data center, por exemplo, tá? vários andares de um prédio, ó, dos dointo até o 18º andar desse prédio aqui são todos reservados a dados, todos data centers, tá?
Mais ou menos assim que funciona. Perfeito. Vamos lá no quadro mais uma vez, por gentileza.
E aí, então, quais são os desafios, né, eh, dessa questão aí de evolução da linha do tempo, né, desse armazenamento de dados. Então esse o o armazenamento, né, de dados, ele nos traz aí pelo menos os dados, o armazenamento moderno de dados nos traz alguns desafios em relação ao crescimento desses dados e a segurança da informação, tá? Ao crescimento, então, com o fenômeno fenômeno big data, né?
Quando você tem ali os big datas, ou seja, são grandes volumes de dados, são grandes bancos de dados, a quantidade ela está aumentando exponencialmente. Então, cada mês de movimentação da sua empresa ali, né, cada ano que passa, os dados vão só aumentando, só aumentando e de maneira exponencial, certo? Tornando essencial um gerenciamento eficiente desses dados.
Então o gerenciamento, esse crescimento, ele nos leva a ter um gerenciamento mais profissional, né, com mais eficiência. E aí tudo isso que tá eh relacionado às à nuvem, a você tirar os dados ali do seu controle, ah, os dados não estão mais aqui, eles estão em um local que eu nem sei onde é, tá na nuvem, então dá aquela ideia de você perder o controle, né? Então precisa investir em segurança.
Então claro que você contrata data centers que eles já têm essa questão de segurança implantado. Imagina quanto, né, o quanto que eles investem tanto em tecnologia quanto, né, em, eh, monetariamente mesmo, né, quantos bilhões eles são investidos em segurança dessas empresas, essas grandes empresas aí, que são os data centers, né, que todo mundo usa para garantir que o seu dado esteja lá, que não seja corrompido, né, que ele seja eh criptografado, certo? que que tem um controle muito bem feito ali para ninguém invadir e roubar ou então simplesmente apagar os seus dados.
Olha o prejuízo que isso aí geraria para uma empresa, tá? Então a segurança da informação é uma outra área da TI, é uma outra área da tecnologia, assim como a área de dados, tá? É uma outra área que tem também muita coisa para estudar e muito espaço para crescer, tá?
E tá bastante em alta também. Vamos lá no quadro mais uma vez. Então, a segurança da informação, a proteção e segurança dos dados são vitais, são essenciais.
Não tem como fugir disso, especialmente com o aumento do volume de informações sensíveis que são armazenadas. Perfeito. Bom, esse conteúdo também eu vou ficando por aqui.
Vamos ao próximo slide que ele vai mostrar aqui qual é o tópico, né, do nosso próximo vídeo, da nossa próxima aula. Então vamos compreender o armazenamento de informações em arquivos, como funciona essa parte de armazenar os dados em arquivos. OK?
Vou ficando por aqui. Um grande abraço para você. Espero você no próximo vídeo.
Até lá.