Pessoas pobres têm dificuldades em ganhar e manter dinheiro. Isso não é coincidência. Se soubessem como, não estariam nessa situação.
Hoje você vai descobrir sete coisas que a maioria dos pobres ignora sobre dinheiro. Número um, dinheiro vem de sistemas, não só de trabalho duro. Para ficar rico, a solução não é só trabalhar mais, é entender como as peças do jogo se encaixam.
Quem troca tempo por salário fica limitado. Já quem aprende a construir sistemas ganha muito mais. Pensa numa barraca de churrasco.
O funcionário faz seu trabalho, recebe seu pagamento e pronto. Mas o dono da barraca precisa cuidar de tudo. Escolher o produto, manter a estrutura, contratar gente, comprar e transportar ingredientes, lidar com fornecedores.
Cada etapa é um pedaço do sistema. Quanto mais você controla, mais dinheiro você ganha. Se você é o churrasqueiro, você ganha um pedaço pequeno.
Se é o dono do negócio, ganha mais. Agora, e se for o fornecedor da carne ou do cavão? E se tiver várias barracas?
Cada nível os ganhos aumentam. Essa lógica vale para tudo. O funcionário ganha R$ 1 para cada 10 que gera para o patrão.
O patrão ganha porque montou o sistema que faz o dinheiro girar. A diferença entre quem vive no aperto e quem tem liberdade financeira está nesse entendimento. Então, se você quer deixar de ser pobre, precisa parar de agir só como empregado e começar a enxergar onde e como você pode controlar mais parte do sistema.
Quanto antes entender isso, antes começa a mudar de patamar. Número dois, ganhe dinheiro enquanto dorme ou nunca será rico. Se você só ganha dinheiro trocando tempo por trabalho, enriquecer vai ser uma missão quase impossível.
Motivo, seu tempo é limitado. Mesmo que trabalhasse 24 horas por dia, ainda assim teria um teto de ganhos. E pior, seu dinheiro para de entrar no momento em que você para de trabalhar.
Por isso, a regra é simples. Não seja a máquina que gera dinheiro. Construa a máquina que gera dinheiro para você.
Isso significa investir, criar fontes de renda passiva, montar negócios que funcionam sem sua presença o tempo todo. Sem isso, você nunca vai ter a liberdade de verdade. Agora, olha só a rotina.
8 horas dormindo, 8 horas no trabalho, 2 horas perdidas no trânsito. Sobram 6 horas para comer, resolver problemas, estudar, se exercitar, passar tempo com quem você gosta. Muita gente corta justamente as coisas que fazem a vida valer a pena.
Mas a vida não pode ser só trabalhar, pagar as contas e repetir o ciclo até o fim. Se você não criar um sistema que faça dinheiro enquanto você vive, sua única alternativa será viver para trabalhar. Número três, ideias não valem nada sem execução prolongada.
Sabe aquele vizinho que fala: "Eu vou abrir um negócio de vender pastel na feira? " Ele tem a ideia. Mas se não acordar às 5 da manhã todo sábado, fritar pastel e correr atrás de cliente, a ideia não paga nenhum óleo da frigideira.
Uma ideia só vale R 1 milhão deais depois que ela rendeu R 1 milhão deais. Antes disso, é só uma conversinha entre amigos. O segredo está na execução e vou repetir.
Execução é tudo. Pense assim: uma ideia genial é como um tempero bom, mas se você não souber cozinhar, o feijão com arroz sair sem graça. Faça as contas.
Uma ideia 100 vezes multiplicada por zero esforço é igual a zero resultado. Agora pega uma ideia simples. Vê um brigadeiro na rua e executada com garra, caprichando no sabor e pronto, você já passou o carrinho de pipoca da esquina.
Olha, o Google não inventou busca, mas fez melhor que o Yahu. O Nubank não inventou o banco digital, mas fez melhor que os tradicionais. Serviço prático, barato e sem burocracia.
O Starbucks não inventou o café, mas elevou a experiência, combinou a qualidade na xícara, ambiente acolhedor e atendimento pensando nos detalhes. Então, sua ideia pode ser mediana, mas se você executá-la com disciplina por anos, sim, anos, o sucesso vem, mas parar na primeira dificuldade é o que separa o sonhador do vencedor. Pessista, porque no começo tudo é feio, até o pão de queijo antes de assar.
Número quatro. Em vez de cortar custos, foca em aumentar a renda. Controlar os gastos é importante, claro.
Gastar mais do que ganha é receita certa para viver no sufoco, mas ficar obsecado em cortar custos é como enxugar gelo não resolve o problema de verdade. Imagina você que tem um salário de R$. 500 gastando uma hora para ir em três mercados para economizar R$ 2 no kg do tomate, seja lá o que for.
Isso é trocar tempo por migalhas. O foco tem que ser aumentar a renda. Repito, aumentar renda.
Se você tem tempo para rodar supermercado, tem tempo para aprender algo útil, um curso de Excel, alguma linguagem de programação, um idioma e encontrar outro emprego que pague três vezes o seu salário. Você precisa construir uma vida que o foco seja crescer, não se encolher. É isso que separa quem sobe, de quem fica preso tentando gastar cada vez menos para sobreviver.
Número cinco, você ganha na proporção da sua capacidade de usar as ferramentas que tem à disposição. No passado muito distante, a única ferramenta disponível era o próprio corpo. Quem queria construir algo, carregava pedra, cortava madeira e andava quilômetros para conseguir comida.
Ainda hoje, tem gente que depende apenas da força física para sobreviver, mas o mundo mudou. Máquinas fizeram o trabalho pesado ser mais eficiente. Quem aprende a operar um trator se torna mais valioso do que quem ainda carrega sacos nas costas.
Agora pensa, por alguém gasta R$ 9. 000 em um iPhone? Se for só para rolar o Instagram, então pagou R$ 8.
000 a mais por um passatempo. Um celular de R$ 1. 000 faria a mesma coisa.
O que diferencia o investimento de um desperdício é o uso que você dá para ele. YouTube pode ser um atalho para aprender qualquer coisa, mas também pode ser um buraco negro de procrastinação. A diferença entre quem prospera e quem fica estagnado não está na ferramenta, mas no uso que faz dela.
No fim, tudo se resume a duas ações: consumir ou criar. Quem usa as ferramentas para aprender, empreender e crescer sempre vai estar à frente de quem só usa para passar o tempo. Número seis.
Manter o dinheiro é mais difícil do que ganhá-lo. Ganhar dinheiro é só o começo. A parte realmente difícil é segurar ele nas mãos.
O brasileiro comum já ganhou dezenas até centenas de milhares ao longo da vida, mas no fim o que sobrou? A maioria acha que o problema é a renda, mas não é. É o hábito, é um impulso, é um imediatismo.
Se você fosse um milionário e desse 1 milhão para 10 pessoas aleatórias na rua em 5 anos, a maioria delas não terão mais R 1 milhão deais. Algumas, provavelmente estarão com dívidas. Ganhar dinheiro não é um mistério.
Você trabalha, presta serviço, vende algo, mas manter, aí entra controle, visão de longo prazo e principalmente saber dizer não. Não há o gasto desnecessário, não há pressão social. Aos 80 anos, muitos só têm uma casa que foi financiada e um carro velho.
Trabalharam a vida toda, mas gastaram tudo. A maioria das pessoas não têm o hábito de poupar e muito menos investir. E quem consegue poupar poupa menos de 10% do que ganha, o resto desaparece.
E é por isso que enriquecer exige mais do que ganhar bem. Número sete, os ricos contratam os melhores para ficarem ainda mais ricos. O pobre corre atrás de um emprego fixo, carteiras assinadas, férias, 13º no bolso.
É a busca por segurança. Já os ricos querem construir algo que gerem lucro. São jeitos opostos de ver o mundo.
Aqui está a diferença. Se você trabalha para alguém, seu salário é um custo. Se você tem um negócio, o que importa é o que sobra depois de pagar os custos.
O verdadeiro objetivo é construir um negócio que gera lucro consistente, onde o que sobra depois das despesas é o que realmente importa e é o que vai te enriquecer. A escola te ensina a ser ótimo funcionário. O aluno nota 10 aprende a seguir ordens, faz tudo certinho, mas o aluno nota oito e nota 7 muitas vezes aprende a questionar, a enxergar oportunidades e criar caminhos próprios.
É por isso que muitos dos mais ricos não foram os melhores alunos. Eles entenderam como funciona o jogo da vida real. E não, isso não significa que estudar não é importante, mas se você só estudar e não entender de dinheiro, vai passar a vida trabalhando para quem entendeu.
O jogo não é sobre ser o mais inteligente da sala, é sobre saber usar a inteligência dos outros para construir algo maior. Quem aprende isso cedo chega mais longe. Agora, um bônus para você que chegou até aqui.
Acompanhar seus números, mostra o caminho. Nada melhora por acaso. Se você não mede, não tem como saber onde está errando, nem como agir.
Isso vale para tudo. Dinheiro, saúde, carreira. Não precisa virar um maníaco das planilhas, mas precisa acompanhar os números certos.
Quer emagrecer? Veja o que come, monitore seu peso. Quer saber porque o seu dinheiro some?
Registre tudo que sai da conta. Parece básico, mas pouca gente faz. E que não faz se perde.
O brasileiro tem esse espírito de deixa a vida me levar. Como canta Zé Capagodinho? Mas na prática você precisa levar sua vida.
Nada muda sozinho. Se não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve até o errado. Negócio sem controles e vendas quebra.
Profissional que não monitora seu desempenho fica estagnado. Quem não olha para o próprio dinheiro sempre acha que ganha pouco, mas às vezes o problema é que gasta demais. Se hoje sua situação financeira não está melhor do que no mês passado, algo precisa mudar.
Dinheiro é matemática, não achismo. Números não aumentem. Quer saber se está no caminho certo?
Olha o placar. Quem acompanha seus números, joga para ganhar. Quem não acompanha joga no escuro.
Se você chegou até aqui, é porque entendeu que conhecimento é poder, a chave para a liberdade. Escreva a palavra dinheiro nos comentários para que possamos identificar você no meio da multidão. Nos vemos na próxima.
Até lá. Cuide-se.