Quando eu entendi que eu Sou a causa principal de tudo que acontece na minha vida. Mesmo que eu não tenha culpa, tá em minhas mãos, decidir como responder aquela situação, isso virou uma chave. E assim, gente, é isso que eu tô precisando. Eu tô precisando tomar as ré, escolher que vida eu quero viver e me direcionar nesse sentido. >> Às vezes é até difícil mensurar em Palavras tudo que eu vivi. Eu era muito explosiva. Eu tinha atitudes totalmente opostas ao que eu tava sentindo. Por exemplo, ah, eu tô carente e eu não conseguia transmitir que
eu tava carente e isso acabava me afastando das pessoas, esperando mesmo que o outro me valorizasse e eu mesma não me valorizava. sempre fui uma pessoa que buscou muito autoconhecimento, mas nada tinha me eh despertado da forma como o curso me despertou. Foi realmente uma Virada de chave gigante na minha vida. Acho que a mais potente foi me tirar do lugar de vítima, de uma adulta mimada e tomar rédeia das minhas próprias decisões e das minhas próprias ações e reações. Você escuta aquilo e eram coisas que faziam tanto sentido, eram coisas tão simples, mudam tanta
a vida que eu falava: "Nossa, por que que tanto tempo eu trabalhei dessa forma?" sendo que é uma coisa muit Ah, porque simplifica muito a sua vida. O mais impactante disso tudo foi a vida amorosa. Estudando aquela parte de relacionamento, eu consegui atrair exatamente o que condizia com o que eu queria. >> A gente tem prosperado tanto que a minha agência se tornou a fonte principal de renda da minha família. Então agora eu vivo uma realidade completamente diferente. >> A gente ganha uma clareza muito grande Do quanto que a gente se espreme para caber em
contextos. E eu já tenho essa consciência que a minha infelicidade não era pela profissão escolhida ou pelo pelo pelas características do outro, mas porque eu me espremia muito para caber. Eram máscaras, né? Máscaras sociais. Eu tenho tantas transformações, é muito difícil eh especificar, porque realmente eu me vejo como uma nova pessoa. Eu eu me transformei completamente. Esse impacto de identidade, eu acho que você Troca de identidade, sabe? É como se a sua eu do passado não existisse mais. Tanto família quanto profissional, todo mundo, né, fala que assim, a mudança ela é nítida. Hoje eu posso
dizer que eh eu me sinto confortável na minha própria pele. Eu acho que não tem sensação melhor do que você eh antes era muito desconectada comigo mesmo e hoje eu me sinto mais conectada. Eu cheguei a conclusão que eu ainda tenho assim muita coisa ainda para ser feita com essa nova Versão que eu tô construindo. เฮ Bom dia. Antes de qualquer coisa, eu quero te parabenizar por estar aqui, porque eu sei que você poderia estar fazendo muitas outras coisas agora, assistindo série, mexendo no celular, dormindo, mas você escolheu estar aqui e isso já diz muito
sobre você, gente. A maioria das pessoas fala se não é verdade. Maioria das pessoas fica reclamando que se sente travada, que a Vida tá estagnada, que parece que existem forças ocultas tramando contra elas. Mas quando elas recebem um convite como esse para resolver os seus problemas na raiz, o que é que elas fazem? Elas se sabotam. A verdade é que é muito fácil reclamar da vida, muito fácil reclamar das pessoas, muito fácil reclamar do passado, do marido, da mãe, do pai, do chefe. Mas sabe o que que é raro? Fazer o que você está fazendo
agora? Você Parou o que você tava fazendo. Você, ao invés de buscar agora uma dopamina barata, decidiu olhar para aquilo que tá todo mundo vivendo, mas que quase ninguém de fato está vendo. Você hoje decidiu encarar a verdade sobre as suas frustrações. Decidiu admitir o óbvio, que gente, apesar de óbvio, ainda não estava dito. O óbvio é, você está tentando viver uma vida nova com uma identidade antiga. E posso falar? Essa conta, gente, não Fecha. Consegue colocar o slide na tela para mim? Ao longo dessa aula de hoje, eu vou te Cuidado com o gato
um pouquinho. Nó vai pular ao longo dessa aula de hoje. Slide na tela. >> Ah, tá. Eu passo. Pronto. Ao longo dessa aula de hoje, eu vou te apresentar vários conceitos, várias ferramentas, coisas que serão extremamente úteis paraa sua vida daqui paraa frente. E eu queria te pedir que você estivesse Presente, porque você está recebendo aqui coisas extremamente práticas e úteis, coisas que você vai aprender hoje e aplicar hoje. Então isso aqui que tá escrito na tela é a primeira coisa que eu preciso que você grave. Você está tentando viver uma vida nova com uma
identidade antiga. E isso não é um achismo meu, tá? Isso é neurociência. Muita gente acha que quando as pessoas estão se sabotando, elas estão com um problema de elas estão com um problema De preguiça, de falta de força de vontade, mas não é, gente. E hoje eu vou te mostrar de forma muito simples como que a neurociência explica esse processo de autossabotagem. Porque se você veio até aqui, eu sei o que que te trouxe aqui. Foi um motivo muito simples, gente. Anota isso. Resultados dizem a verdade. E se você tá aqui hoje, é porque os
seus resultados atuais provavelmente estão denunciando uma Verdade um pouco desconfortável. Qual é essa verdade? Que que você veio buscar aqui hoje? O que é que na sua vida ainda não está do jeito que você gostaria? Quando eu te trago que resultados dizem a verdade, e eu te digo que foi exatamente isso que te trouxe até aqui, sabe o que eu tô querendo dizer? que eu sei que você sabe que você poderia estar Muito mais realizada em algum ou em alguns aspectos da sua vida do que você está hoje. Só que isso não quer dizer que
a sua vida está ruim, péssima, horrorosa, tá tudo péssimo. Não quer dizer apenas que você pertence a um pequeno grupinho de pessoas que, apesar de não estar parada, você faz movimentos. Eu sei que você lê livros, você já tentou mudar, você não é uma pessoa estagnada, porque você tá aqui. Só que apesar de você não estar Parada, por vezes você se sente andando em círculos, como se a sua vida não estivesse sendo plenamente aproveitada. Sim ou não? Eu acho que você que tá aqui hoje, provavelmente não tá aqui porque a sua vida tá horrível, mas
porque você se sente travada. E é por isso, gente, que eu costumo dizer que a pior coisa que pode acontecer com alguém é ter uma vida mais ou menos. Sabe por quê? Porque isso vai fazer você entrar Naquilo que eu chamo de síndrome do pelo menos. Quem aqui conhece essa síndrome? Quem conhece a síndrome do Pelo menos? Escreve para mim no chat. Escreve, aproveita e escreve aqui para mim também. Tô vendo aí de onde vocês estão falando. Sorocaba, Fortaleza, gente do Brasil, todo do mundo todo, né? Eu tinha visto ali Suíça, Itália, Austrália. Qual parte
da sua vida? Conta aqui para mim. Escolhe três partes da sua vida que Você acha que poderiam estar muito melhores do que estão. Se você pudesse escolher três aspectos da sua vida que você fala assim: "Nesse aspecto aqui, eu sei que eu tenho mais potencial do que eu tô usando". Quais seriam? Sabe por que eu tô te perguntando isso? Trabalho, trabalho e trabalho. Eita! Sabe por que eu tô te perguntando isso? Porque provavelmente, agora me conta aqui, trabalho, dinheiro e saúde. Esses são os clássicos, né, gente? Ou na Verdade os clássicos são corpo, trabalho e
relacionamentos. Alguém aqui não tem uma relação difícil? Não, todas as minhas relações estão ótimas. Ó, ó o povo aqui do estúdio fazendo assim, não, né? Uma vez eu escutei uma amiga falando assim: "Todo mundo tem uma relação difícil". Ah, eu falei: "Que gracinha, isso aí é licença poética, porque se todo mundo tem, você também pode ter as suas". Aí, que que você faz? Você nunca cura. Você fala assim: "Gente, mas pelo menos ele não me bate, pelo menos ele não me trai. Interessa o relacionamento tá horrível, entendeu?" Eu tô te perguntando nessas três áreas porque
eu preciso que você comece respondendo para você mesma o que é que foi que você veio buscar aqui hoje. E eu te disse agora a pouco que a pior coisa que pode acontecer com você é ter uma vida mais ou menos. Porque ter uma vida mais ou menos vai te fazer entrar Naquilo que eu chamo de síndrome do pelo menos. Vou passar pro próximo slide. Vocês estão vendo já o próximo slide? A síndrome do Pelo Menos, volta ali um pouquinho pro outro slide. Isso, nesse slide achei que tinha mudado. A síndrome do Pelo Menos é
um recurso que você usa para justificar a sua mediocridade. Mas cuidado com essa palavra, porque se eu virar para você, cuidado aqui com o gato, Lucas, tira. Se eu virar para você agora e falar que você é medíocre, que que você vai sentir? Fala a verdade para mim. Você é medíocre. Se eu falar assim com você agora, que você vai responder, a primeira coisa que você vai responder: "Não sou não." Certo? Só que eu acabei de te perguntar quais são as três áreas da sua vida que mais precisam melhorar. Agora me conta, nessas três áreas,
você Tá sendo excepcional, espetacular, excelente ou você tá sendo médio? Não tá péssimo, mas também não tá uau. Medíocre não é ruim. Medíocre é na média. Então, quando eu falo que a pior coisa que pode acontecer é ter uma vida mais ou menos, é por um motivo muito simples. O seu cérebro, ele não precisa de um grande problema para te manter estagnada. Você não precisa ter quebrado a perna para não ir Pra academia, não. Você não precisa ter uma traição no seu casamento para estar com casamento mais ou menos. O seu cérebro, ele só precisa
de uma justificativa. E é aqui que entra a síndrome do pelo menos. Você já reparou quantas vezes por dia você usa o tal do pelo menos? O pelo menos foi criado, eu acho, por aquela mesma aquele mesmo grupinho de pessoas que criou uma outra frase viralizada que, pelo amor de Deus, Promete para mim que você nunca vai usar. É o tal do tá tudo bem, tá tudo bem, nada. Ah, meu trabalho tá ruim. Olha ali, meu trabalho tá ruim, a minha família tá ruim, financeiramente tá ruim, espiritualmente tá ruim, na saúde tá ruim e tá
tudo bem. Não, não tá tudo bem não. Se você não tá vivendo com seu pleno potencial, gente, desculpa, não tá tudo bem, mas que que você fala? E tá tudo bem. E aí você continua como? Pelo Menos eu não tô doente, porque aí você justifica o seu sedentarismo. Pelo menos eu tenho emprego. Porque aí você justifica a sua falta de realização profissional. seu salário ruim. Ah, mas pelo menos ele não me trai. E aí é assim que você justifica o quê? o seu relacionamento morno, só que sem perceber a tal da síndrome do Pelo Menos
te mantém presa e travada, porque ela é tudo que o seu cérebro precisava para te manter estagnado. Ele só precisa de uma Justificativa. Ele não precisa de doença, ele não precisa de traição, ele não precisa de falência, ele só precisa de justificativa. Então, começa a reparar quantas vezes e em quais situações e em quais áreas da sua vida você está usando a síndrome do pelo menos. Porque a síndrome do pelo menos é o que te mantém presa na mediocridade. Inclusive, gente, a chance de você se movimentar quando algo muito ruim acontece na sua vida, ela
é maior Do que a chance de você se movimentar quando você tá no pelo menos. A verdade nua e crua é: a maioria das pessoas ainda espera o caos para se movimentar, mas você não. Você fez o movimento de estar aqui hoje. Pode falar uma coisa? Isso já te separa de 90% das pessoas. Essa estatística não é da minha cabeça. Todas as vezes que eu vou fazer uma dar uma aula de presente, fazer um treinamento gratuito, a estatística é sempre a mesma. 90% das Pessoas se inscrevem, mas elas não aparecem. Você está aqui e isso
já te coloca numa margem pequenininha de 10% das pessoas. Então, parabéns. E eu te trouxe aqui hoje com uma promessa muito simples. Você lembra que que eu te prometi? Escreve aqui para mim no chat. Quem lembra? Eu te prometi fazer com que você acessasse uma nova você. E você aceitou Esse convite? Eu sei porque que você aceitou. Exatamente. Porque você sente que essa nova você já existe. Você sente que você poderia reagir de outras formas em algumas situações. Sim ou não? Você sente que você poderia se sentir melhor com o próprio corpo, com o espelho,
sim ou não? Eu tenho certeza que você sente que você poderia ter relações melhores, mais serenas, mais leves. Sim ou não? E pelo que eu li aqui, eu sei que a maioria de vocês sabe que não tá usando todo o seu potencial na vida profissional e que, portanto, poderia ser mais realizada profissionalmente. Eu sei que tem um ciricotico aí dentro de você, uma coisa que fala que você poderia se sentir mais segura, mais inteira, mais madura, menos dependente do que os outros fazem ou deixam de fazer. E eu sei que tem aí dentro de algum
Lugar de você, eu sei que você já sente que essa nova você existe, senão você não estaria aqui. Essa é para mim é a principal evidência de que você não está no grupo dos conformados. Ah, pelo menos, você pode até usar a síndrome do Pelo menos, mas você não tá 100% presa nela, porque hoje é domingo, 10 horas da manhã e você tá aqui e tem um monte de gente dormindo. Só que quando eu te falo que eu vou falar para você acessar a sua nova você, A primeira pergunta que a gente precisa fazer é
muito simples e ao mesmo tempo é uma pergunta bem profunda. Afinal de conta, gente, quem é essa nova? você. Muitas vezes quando eu falo sobre acessar uma nova você, eu escuto assim, mas eu não quero deixar de ser eu, não quero perder a minha essência, Carol. E é isso, exatamente isso que eu queria te falar logo no início do nosso encontro de hoje. A nova você, ela não é uma outra pessoa. Ela não é alguém que nasce Do zero. Ela não é alguém que abandona a própria essência para virar uma versão meio, sei lá, meio
dura, meio artificial. Anota isso que eu vou te falar. Para existir uma nova versão de você, a atual, a sua essência, não precisa desaparecer. Você não precisa virar outra pessoa. A nova você não é sobre transformar você em Buda, perfeita, imaculada, Madre Teresa de Calcutá. Ela é simplesmente Sobrepegar a sua essência e fazer com que ela tenha mais força dentro de você. É fazer as suas partes de luz serem mais fortes do que as suas partes de sombra. E talvez, se você ainda não me conhece, eu não sei se todo mundo que tá aqui já
me conhece, mas talvez você esteja se perguntando assim: "Quem que essa moça acha que ela é para ela conseguir me ajudar a acessar a minha essência, a minha nova você?" Talvez você esteja se perguntando: "Ai, Mas quem é você para me dizer quem será a nova eu?" Se você não me conhece, ou se você já me conhece, mas não sabe um pouquinho da minha história, eu não gosto de ficar falando muito de mim, tá gente? Então, vou me apresentar aqui bem brevemente. Meu nome é Carol Rashi e eu estudo comportamento humano há mais de 10
anos. E ao longo desse tempo eu já acompanhei a transformação de mais de 40.000 mulheres. Mas eu vou desconstruir uma coisa sobre mim aqui ao vivo, em público. Eu não comecei a trabalhar com com comportamento humano porque eu sou boazinha. Gente, desculpa, mas não foi porque eu queria ajudar as pessoas. É claro que eu queria, mas essa não era a minha principal motivação. Não mesmo. Eu poderia até dizer que sim. Eu poderia criar uma imagem de, nossa, olha como eu sou pura, eu comecei isso por você, mas eu estaria mentindo e essa não sou eu.
A Verdade é que eu comecei todo esse processo por mim. Eu comecei porque lá atrás eu precisava me salvar. A primeira pessoa, gente, a primeira vida que eu precisei transformar foi a minha. Essa minha versão atual, ela é a minha versão nova. Ela é a minha nova você, que precisou sim renascer. Essa versão que você vive hoje com um casamento saudável, com uma vida Profissional próspera, uma rotina que traz plenitude, serenidade, ela nem sempre foi assim. Ela foi construída. Eu lá atrás já tive muitas relações bagunçadas. Eu já fui agredida, desrespeitada, já fui abandonada, grávida.
Eu já vivi coisas, gente, que se eu contasse aqui agora ia aparecer um roteiro de comédia. Eu juro por Deus, vocês iam achar que era um roteiro de novela mexicana, só que foi tudo real e foi dolorido. E por Muitos anos, tudo que eu vivi fez com que eu duvidasse muito do meu valor. Por muitos anos, quem me dominou foi a menina insegura, que era sedenta por atenção, que só queria ser vista. Por muitos anos, eu também, assim como você faz hoje, vivi com uma identidade de proteção, uma identidade que não nascia na minha luz,
nascia no meu medo. Eu tinha medo de não ser boa o suficiente e eu tinha medo de não ser amada. E esse medo, ele não contaminou só as minhas relações, tá? Geralmente quando a gente fala do medo de não ser amado, do medo de não ser bou o suficiente, a primeira coisa que a gente pensa são nossos relacionamentos. Mas a minha vida profissional lá atrás também foi baseada nesses medos. Eu queria ser vista, eu queria ser aplaudida, eu queria impressionar, eu queria que os meus pais sentissem orgulho de mim. E aí para isso, lá atrás
Eu escolhi caminhos profissionais que não estavam conectados com a minha essência. Quem é que já fez isso? Quem aqui colocou essa necessidade de ser vista e todo esse medo de não ser boo suficiente na vida profissional e acabou criando uma vida profissional voltada para se provar. A gente faz isso sem perceber. Lá atrás, gente, eu fiz vestibular para direito e medicina. Por quê? Que eu Queria provar que eu conseguia passar nos vestibulares mais difíceis. Aí depois, alguns anos depois, eu me formei em administração e fui trabalhar com auditoria. numa das quatro maiores empresas do mundo.
Que legal, né? Para quem queria ser vista, para quem tinha um desejo de ser aplaudida, admirada. Só que naquela época todo mundo me elogiava por isso. E eu eu chorava na cabine do banheiro do trabalho, Escondido todo santo dia. Então, a minha relação com os outros era bagunçada, minha relação comigo era bagunçada, a minha relação com o meu trabalho era bagunçada. E tudo nasce na relação que a gente tem com a gente. Como a minha relação comigo era de medo e eu tava sempre dependendo do olhar do outro para sentir que eu tinha valor, toda
elogio que eu recebia tinha um peso muito grande. Toda a crítica me Desmoronava. Quem é aqui senti isso? E naquela época, gente, até o meu corpo sofreu com isso. Aos 15, 16 anos, eu fui diagnosticada com anorexia. Eu pesava 8 kg a menos do que eu peso hoje. E olha que eu tô bem magrinha. Ih, vou ter que contar, né? Eu meço 1,54. Então, que são 8 kg a menos para uma pessoa que já tá magrinha e que tem 1,5 m. Imagina, eu parei até de menstruar. Eu violentava o meu corpo para tentar me sentir
vista. Eu tinha um distúrbio emocional e isso Virou uma compensação na minha saúde. E todas essas coisas que eu te contei aqui, trabalho, relacionamentos, corpo, parecem problemas desconectados, só que não são. Todas essas questões nasceram de uma mesma raiz. E lá atrás, quando eu comecei esse movimento, eu comecei por mim, mas eu era jovem, então eu fui mãe solteira aos 24 anos de Gêmeos. O meu emocional era uma bagunça, os meus relacionamentos também. Só que apesar de ter começado esse movimento por mim, depois que eu fui mãe, depois que os meus filhos nasceram, eu entendi
que eu precisava me curar não só por mim, mas que eu tinha nas minhas mãos uma responsabilidade. Quem é que é mãe? Escreve para mim no chat. Eu sou mãe. Queria saber quantas de vocês são mães. Porque nós mulheres dentro de uma estrutura familiar, sendo mães ou não, nós mulheres numa estrutura familiar, Guarda isso, nós carregamos a responsabilidade da estabilidade emocional da nossa estrutura familiar. Eu vou repetir, tá? Uma família, ela tem o nível de maturidade emocional da mulher que a constitui. Isso significa que quando uma mulher se cura, ela não está curando apenas ela
mesma. Quando você se cura, você está curando todo o campo familiar que te envolve, tanto da família de origem Quanto da família atual e também das que virão depois. Lá atrás eu entendi que eu precisava me curar e aos poucos eu fui percebendo que o meu movimento de cura ele ia muito além de mim. E você que está aqui pode ter certeza, o seu movimento de cura, ele não termina em você. A cura de uma mulher sempre cura os laços familiares dessa mulher. Isso inclusive é bíblico. Você que tá aqui hoje, que é mulher, Você
tem esse poder. Talvez você ainda não sinta esse poder, mas eu te garanto, você tem. Eu também não sentia. Naquele tempo, eu culpava todo mundo pelas minhas frustrações. Eu costumo dizer que naquele tempo eu tinha uma coleção de vilões. Cada problema que eu tinha, eu elegia um vilão nos relacionamentos, no trabalho. E sabe qual que é o pior? Gente, eu era uma pessoa viciada em reclamar dos outros e desabafar. Toda Semana eu ia pra terapia, eu levava uma história, eu apontava um vilão e eu saía aliviada. O problema era que na semana seguinte eu voltava,
porque eu ia lá para resolver histórias. Eu queria conselho para resolver a história da vez, mas eu não curava a raiz que gerava as histórias. E eu não percebia isso, porque quando eu desabafava, eu trazia argumentos, eu trazia fatos. E aí, eh, a terapeuta, as amigas, as pessoas concordavam comigo. E esse é o problema Do desabafo. Ele gera alívio, mas ele não te tira do lugar. Já reparou que o desabafo geralmente ele vem com um tom de senso de injustiça? um tom que acaba colocando, mesmo que seja de uma maneira sutil, acaba colocando o outro
como vilão e a gente como vítima. Pois é, eu era essa pessoa. A gente tem uma tendência muito grande a colocar as pessoas que nos desafiam como vilões. E, aliás, para começar esse enorme trabalho de Cura que começa aqui hoje, eu queria te perguntar exatamente isso. Quem é seu maior vilão hoje? Me conta aqui no chat. Quem hoje é a sua relação mais desafiadora? Comenta aqui para mim. Pode ser o marido, pode ser a sua mãe, pode ser seu chefe, alguém lá do seu trabalho, uma amiga, um ex-marido, um ex-namorado. Quem é a pessoa que
tem o poder de mexer com seu estado emocional? Aquela pessoa que quando faz alguma coisa ou quando deixa de fazer, consegue Mudar o seu humor. Quem é essa pessoa? Escreve aqui para mim. escreveu. Agora eu quero te perguntar uma coisa. Você já deve ter tentado, você já deve ter tentado fazer isso que eu vou te falar. Você consegue controlar as atitudes dessa pessoa? Sim ou não? Porque se ela tem o poder de contaminar o seu humor e você não tem o poder de controlar as atitudes dela, o que que Isso significa? Você sabe o que
que isso significa? Isso significa que você depende dessa pessoa. Essa é pessoa complicada, essa pessoa pesada, essa pessoa maluca que você escreveu, essa pessoa difícil. Você, criatura, pode até não ser tão doida quanto a ela, mas você depende das atitudes dela para estar bem. Você, desculpa te falar, é refém dessa pessoa. Ela tem o poder de de te desestabilizar. Ela tem o poder de roubar a sua paz. E Qual que é o grande problema disso? Essa pessoa provavelmente não vai desaparecer amanhã. Esse é o grande problema. E amanhã ela também não vai acordar magicamente transformada.
Você provavelmente já xingou, já pediu, já brigou, já falou que ela tinha que ser diferente, já falou sim ou não? Já cobrou? deu certo. Se tivesse dado, você não tinha escrito o nome dela. Então isso significa que a alternativa Mais inteligente que você pode ter com relação a essa pessoa não é torcer para ela mudar, é mudar a parte em você que se incomoda com essa pessoa. Quando você está diante dessa pessoa, qual parte de você aparece? Você tem coragem de responder isso? Para e pensa nessa pessoa. Vê o que que acontece no seu corpo.
Seu corpo fica tenso, seu coração dispara. A parte de você que aparece diante dela É a sua versão insegura ou é a sua versão birrenta? Fala a verdade. Ou é a sua versão irritada, sua versão julgadora, arrogante. Eu não tô te perguntando isso para te culpar. Claro que não. Porque pode ser que essa pessoa de fato seja uma pessoa muito difícil de lidar. Eu não tô aqui para discordar disso não. Aliás, vamos fazer um exercício, mais um. Quais são as três características dessa pessoa que mais te incomoda? Escreve aqui para mim no chat. Você tem
essa clareza. Por que que ela te incomoda tanto? Qual versão sua aparece? Você já tinha parado para se perguntar essas coisas? Tô lendo o chat. julgadora, coitadinha, insegura, irritada, nervosa, perfeccionista, tensa, crítica, carente. Olha que preciosidade. A gente nem começou a aula, você já tá ganhando consciência do que que essa Pessoa que te incomoda tanto acorda aí dentro de você. E eu acabei de te falar uma coisa e eu vou repetir. Talvez essa pessoa nunca mude ela não saia da sua vida. Porque se ela for, por exemplo, a sua mãe, alguém da sua família, a
situação ainda mais complexa. Ou você acha que você vai ligar para Deus e falar: "Deus, seguinte, essa mãe que você mandou tá difícil, você pode mandar outra, você pode falar com Deus. Eu nunca vi isso Acontecer. Deus trocar a mãe de alguém, o pai de alguém, filho. A cunhada eu não gosto. Você podia, você atropela ela e faz o irmão dele casar com outra. É muito pouco provável, gente, que a cunhada seja atropelada, que o irmão case com outra. Legal. Nem tem garantia que se ele casar com outra, ela vai ser legal. Você vai ficar
dependendo dessas pessoas. O que você precisa não é que o outro mude. O que você precisa é tirar dessa Pessoa o poder que ela já entendeu que tem, tá? Essa pessoa já entendeu tudo que ela precisa fazer para roubar a sua paz e ela faz. E esse é o conceito de liberdade emocional, tirar dos outros o poder de roubar a sua paz. Só que para isso você precisa entender o que que tá dentro e fora daquilo que eu chamo de zona de poder. Só que antes da gente continuar, eu vou te explicar agora. Vou desenhar
uma coisa muito Importante que vai, você vai levar pro resto da sua vida. Você vai me agradecer e você vai falar: "Meu Deus, essa aula aqui valeu por 10 anos de terapia. vai valer por 10 anos de terapia. Já tá valendo. Até aqui eu ainda não comecei o conteúdo da aula, mas eu já te expliquei sobre a síndrome do pelo menos. Eu já te trouxe clareza de quais partes em você se incomodam com essa pessoa aí que é o seu maior vilão. Eu já te mostrei que a solução não é rezar para essa pessoa mudar,
mas é tirar dela o poder que hoje ela tem sobre o seu emocional. Eu ainda vou te mostrar várias coisas importantes que você levará paraa sua vida. Mas antes disso, eu queria te pedir um favor. Me conta aqui no chat. Olha aqui, já fez total diferença, já valeu. Se você acha que essa aula tá valendo a pena, eu tô aqui domingo de manhã, tem um mês que eu tô me preparando para isso aqui, para Dar a melhor aula para você. Na verdade, tem 11 anos que eu tô me preparando, porque eu tô mastigando para você
conteúdo de 11 anos de estudo para que você não precise fazer como eu. Você não precisa ir lá em Harvard estudar, eu vou em Harvard, eu estudo lá e eu trago para você. Mas eu só queria te pedir uma coisa em retribuição. Como eu te falei, o nosso cérebro ele tem mecanismos de autossabotagem. Tira o slide um pouquinho para mim. Ele tem mecanismos de autossabotagem, Lucas. De autossabotagem. E a maioria das pessoas, 90% das pessoas cai nesse mecanismo. As pessoas se inscrevem para estar aqui, elas não vêm, não é porque elas são preguiçosas, é porque
o cérebro delas sabe exatamente o que que ele precisa fazer para sabotá-las. E hoje uma das coisas que eu vou te ensinar é sobre esse mecanismo de autossabotagem que eu sei que também Existe dentro de você. Só que eu queria te pedir a sua ajuda pra gente resgatar essas pessoas que caíram na autossabotagem. Quando você se inscreveu, você entrou num grupo de WhatsApp e eu queria que você fosse agora nesse grupo e escrevesse lá. Já valeu essa aula valeu por um ano de terapia, por 10 anos de terapia, tá? Uau, vem pra live, vem pra
live, vem pra live. Vamos tentar resgatar essas pessoas. Você faria isso Por mim? Você criaria junto de mim essa grande corrente do bem? Não te custa nada, mas vai poder transformar a vida de pessoas que poderiam perder todo esse conteúdo e com a sua ajuda poderão estar aqui. Eu vou pedir pro meu time abrir o grupo agora. Eu sei que ele tava fechado, que ninguém pode comentar lá. A gente vai abrir por um minuto. É rápido. Você vai entrar lá, vai escrever: "Já valeu, vem pra aula, tá muito boa, tá?" Uau! "O que que você
tá sentindo da Aula?" Chamando as pessoas para virem. Escreve, escreve, escreve, escreve, escreve. E depois de fazer isso, volta aqui no chat e fala aqui para mim. Fiz minha parte. Vocês conseguem pedir para abrir os grupos? Já estão abertos. Já estão abertos. Eu tô vendo gente escrevendo aqui no chat do YouTube, é lá no grupo do WhatsApp. Vai lá rapidinho no seu WhatsApp, escreve lá no grupo. Agora ele tá aberto. Aí depois de escrever lá, Você volta aqui no chat do YouTube para eu saber quem já fez parte da nossa corrente do bem. e faz
igual a Laurinha. Fiz minha parte. Isso aí. Vamos lá. Resgatar as pessoas que caíram no mecanismo de autossabotagem para que elas cheguem a tempo de entender o que eu vou te explicar agora, que aliás você nunca mais vai esquecer e você vai levar pro resto da sua vida, assim como você vai levar pro resto da sua vida, a síndrome do pelo menos. Ô gente, fala Uma coisa, o ó, um fenômeno vai começar a acontecer, tá? Todas as vezes que você for se sabotar usando a síndrome do Pelo Menos, vai vir a minha voz na sua
cabeça e você vai falar: "Putz, tô preso na síndrome do Pelo menos e se eu continuar vou ficar medíocre". Aí você manda sua mente cala a boca. Não, não, não, não vou cair na síndrome do Pelo Menos. Pro resto da sua vida você vai lembrar de mim. Ninguém nunca tinha te dado de uma forma tão simples uma ferramenta para Você perceber quais são os momentos em que o seu cérebro tenta te puxar pra mediocridade. A síndrome do Pelo Menos é uma ferramenta prática e simples. Você não precisa de nada nem de ninguém para aplicar. Inclusive,
posso falar? Você vai começar a ver outras pessoas caindo na síndrome do pelo menos, tá? Você vai falar: "Ih, fulano tá preso na síndrome do Pelo menos". Você pode até ensinar isso para outras pessoas, porque de Fato, apesar de ser simples, é uma ferramenta neurocientífica e muito útil. Eu tenho essa estranha mania de estudar coisas neurocientíficas complexas e simplesmente transformá-las em coisas simples e aplicáveis para que você possa não só saber, mas também transformar a sua vida a partir do que você sabe, tá bom? Tô vendo vocês fazendo a parte de vocês. Agradeço. Agora eu
quero te explicar como é que a gente tira dessa pessoa Mais complicada que você colocou ali o poder dela contaminar o seu humor e o seu emocional. E para isso eu vou precisar desenhar para você um mecanismo que também é psicológico e neurocientífico. E eu acho que se eu desenhar vai ficar mais claro. Então agora eu vou pro quadro. Posso ir time? Vocês estão me vendo? Antes de qualquer coisa, eu preciso falar uma coisa. A minha habilidade é te transformar, é Transformar o seu emocional, é fazer com que você em pouquíssimo tempo tenha uma um
movimento de cura muito acelerado. Eu, olha, gente, vou falar um negócio, pode parecer arrogante, mas não é, tá? Isso aqui é uma identidade atualizada. Eu não conheço ninguém que faz isso melhor que eu. Se você quer cura rápida, é comigo. Porém, tem um negócio que eu sou muito ruim, mas não é que eu sou pouco ruim, não, eu sou muito ruim, que é desenho. Portanto, não foque na Qualidade do meu desenho. Se eu quisesse fazer um desenho bonito, eu tinha chamado meu marido. Não sou boa desenhista, sou boa professora. Ignora a qualidade dos desenhos e
foca na lição, tá bom? Dito isso, eu vou desenhar um bonequinho. Eu vou falando que que eu tô desenhando que caso vocês não entendam, vocês sabem que é um bonequinho. Pode ser assim? Então tá. Vamos lá. Isso aqui é você. Tá bom. Ó, não tá tão difícil não de entender. Todo mundo entendeu, né? Obrigada. Se não entender, finge. Isso aqui é uma coisa que eu já vou te explicar. Isso aqui é outra coisa, tá bom? Sabe essa pessoa que você falou para mim que é a mais difícil da sua vida? Sabe? Pois é. Existe uma
coisa chamada zona de poder. Tudo que tá dentro dessa bolha verde, tudo está dentro da sua zona de poder. O seu emocional, os seus pensamentos, as suas ações, os seus hábitos, as suas reações, eh a sua espiritualidade, os seus valores, as suas crenças, a sua identidade, o seu eh emocional, tudo aqui tá dentro da sua zona de poder. São coisas que se você fizer os movimentos certos, você consegue modificar. Você tem esse poder de modificar. Ah, Carol, mas hoje eu não sinto que eu tenho esse poder, porque eu Já tentei mudar meus pensamentos, minhas emoções,
as minhas atitudes. Eu não consigo. Eu já tentei. Eu já li vários livros, eu já fiz não sei quantos anos de terapia, eu desabafo toda semana, já tentei, não funciona. Então não tá na minha zona de poder não, porque se tivesse, eu já tinha mudado. Deixa eu te falar uma coisa. Você percebeu? Você prestou atenção no que que eu falei? Não, né? Eu falei que se você fizer os movimentos certos, você consegue Modificar. Eu, assim como você por muito tempo também gastei energia e vão fazendo movimento errado. Então, hoje eu vou te explicar quais são
os movimentos certos, mas eu posso te garantir, tudo que tá aqui dentro está na sua zona de poder. Você tá vivendo com uma sensação como se você não tivesse poder, só que você tem. E eu tô aqui para te mostrar como é que você acessa. Confia em mim. Só que tem uma outra coisa Aqui em volta, tem as atitudes do seu pai, da sua mãe, do seu marido, do seu gato, do seu chefe, dos seus filhos, da cunhada, da vizinha, do colega de trabalho e do desconhecido. Isso aqui não está na sua zona de poder.
E o que eu mais vejo as pessoas fazendo é, imagina que você tem um pacotinho de energia, tá? Você tem um potinho de energia. O que eu mais vejo vocês fazendo é o seguinte. Eu vou pegar a Minha energia e eu vou tentar mudar isso. E eu vou tentar mudar isso. E eu vou tentar mudar isso. Por que que vocês fazem isso? Porque vocês são burras? Lógico que não. Pelo mesmo motivo que eu também fazia. Por quê? Porque isso me afeta. Isso me afeta. Isso me afeta. Sim ou não? Eu não quero que essa galera
fique me deixando de mau hum humor. Eu não quero que uma crítica que a minha Sogra fez acabe com o meu dia. Eu não quero chegar no meu trabalho e ter vontade de chorar, porque tem aquela pessoa que fica me perseguindo e ela consegue todos os dias fazer eu me sentir uma merda. Eu não quero. Então o que que eu faço? Eu tento mudar isso aqui. Certo. Certo. Funciona? Não. Você já tentou? Funciona não. Isso só faz você uma pessoa chata. Você fica falando pro marido que ele tinha que ser diferente, pro filho que ele
tinha que Ser diferente. Você fica reclamando do chefe. Toda reunião do trabalho você se vitimiza. Deixa eu te falar. Ninguém fala isso não. Mas eu vou te falar que eu sou sua amiga. Isso só faz você uma pessoa chata. Você tá tentando mudar o que tá fora da sua zona de poder. Não tá funcionando, ainda tá fazendo você ser chata. Você não é chata, mas você fica pagando de louca, de chata, de controladora, de vitimizada, entendeu? De pessoa pesada. Você não é. Então fica aqui comigo. E se a gente pudesse reforçar essa barreira aqui, ó,
eu quero criar sabe o quê? Um escudo para que essa setinha vermelha não entre mais. Ah, o outro quis me irritar. Ele quis, mas ele não conseguiu. Quis me deixar mal, quis, mas não conseguiu. Quis fazer eu me sentir inferior, quis criatura, mas não conseguiu. Então, opa, ficou muito grande essa borracha. Então, essa Setinha aqui, ela não chega mais. Ah, me ajuda aí, quadro. Tá vendo tão bem? Tô achando ótimo o meu desenho. Quem falar que não tá, tá expulso da live, gente. Tô brincando. Todo mundo vai sair, né? Que mas tá dando para entender,
não tá? Então, o que a gente quer é criar um escudo. E como que eu crio esse escudo? Eu vou te explicar hoje. Eu vou te explicar hoje. Só que por hora eu preciso que você entenda que A sua preciosa, preciosa mesmo, a sua preciosa energia, ela precisa vir para cá, para cá, para cá, para cá, para aquilo que está na sua zona de poder. Por quê? Tudo que não está na sua zona de poder é gasto de energia em vão que não gera resultado. Pode parecer óbvio. Pode parecer óbvio. Alguém já tinha explicado desse
jeito? Provavelmente não. Você tava tentando mudar coisa fora da sua zona de poder. Fala a verdade. Não tô Falando só de pessoas, não, hein. Eu tô falando de clima. Ah, mas se não tivesse chovido? Mas se o presidente fosse outro? Ah, mas se o mercado não tivesse tão difícil. Se é que meu sócio, não sei o quê. Tô falando de circunstâncias também. Uma vez eu vi a professora Lucielana Galvão dando um exemplo de um filme. Era um jogador de, como é que chama? André, aquele esporte que faz assim, golf. Era um jogador de golf. E
ele tava Lá no filme, tarará. E aí ele vai lá e bate na bolinha e ele erra. E ele era um jogador espetacular. E aí ele culpa o vento. Ele culpa o vento. Ele fala: "Meu, eu fiz tudo perfeito, mas ventou". E aí nessa cena tem um menino pequenininho que olha para ele e fala assim: "Moço, no mundo venta, no mundo venta." Sabe o que que isso significa? Que o mundo vai continuar sendo um pouco Caótico, que as pessoas, a maioria delas são bagunçadas. E a pergunta fundamental é: você vai ficar falando que ventou ou
você vai tirar do vento o poder de bagunçar a sua casa? Eu quero te ensinar a fechar as janelas. E é isso que você veio fazer aqui hoje. Mas para isso eu preciso que você guarde o conceito de zona de poder. Tá claro? Posso voltar pro meu lugar? Voltar, gente. Vou voltar pro meu lugar, mas eu ganhei uma visita. Ô, Nala, eu posso sentar, querida? Pera aí, eu vou ter que me deslocar porque senão vou ficar em cima do slime. Ô, gente, como é que faz? Ô dó menininha, fica aqui com a sua mãe. Tá
claro o conceito de zona de poder? Tá claro que aquilo que o outro faz ou deixa de fazer não está no seu poder, que o outro é livre? E aí eu queria que você voltasse o slide para mim, pra tela. Já tá. O outro é livre. E sabe qual é a pergunta fundamental? E você, você é livre? Você tem liberdade emocional, Carol? O que que é liberdade emocional? Liberdade emocional é você não depender das atitudes dos outros para estar bem. Sabe aquela raiva que você sente quando seu marido faz uma coisa, sua sogra, o chefe,
essa pessoa que você escreveu? Sabe? Você sabe por que você sente essa raiva? Quem sabe? Você sente raiva? Parece que é do outro, não parece? Posso te falar uma coisa? Não fica com raiva de mim, não. A raiva que você sente é sua. A raiva que você sente é raiva por depender. Porque como você ainda não tem liberdade emocional, como você precisa que o outro faça alguma coisa ou não faça alguma coisa para você ficar bem, você depende do outro. E aí você sente raiva quando o outro age de uma forma que te incomoda. Mas
isso só acontece porque você ainda ainda não se fez emocionalmente livre. Bateu aí? Fez sentido? Uau! Aliás, tô vindo uns aqui. Não, vamos fazer um combinado. A gente tem que fazer um combinado que eu ainda não fiz. Essa aqui, gente, falar uma coisa para vocês. Essa professora não é uma professora motivacional. Vou falar a verdade para vocês, tá? Eu não vim aqui para te dar motivação, porque motivação Não adianta por carinho nenhuma. Eu vim aqui para te provocar. Se você quiser motivação, pega seu celular, vai pro seu Instagram, gasta seu tempo rodando feed, vendo frases
incríveis que você salva e que depois viram o quê? Fala para mim. Aquelas frases bonitas que você salva. Viram o que na sua vida, criatura? Nada, né? Aqui eu não vou te dar motivação. Eu vim te provocar e eu já te aviso, o seu cérebro, ele vai querer te Fazer fugir. Ele não vai falar assim: "Vamos sair dessa aula porque você não precisa". Não. Ele vai falar assim: "Vamos lavar a louça, vamos dar só uma espiadinha no Instagram, vamos entrar no banho, vamos fazer um chocolate quente". É isso que ele vai fazer. Aí eu te
pergunto, o Instagram, o banho, chocolate quente, vai mudar sua vida? Não, isso aqui vai, isso aqui vai te poupar ano de terapia, se você souber Aproveitar. Então, eu preciso que você seja honesta comigo e com você sobre o que você veio buscar aqui. Que que você veio buscar? Foi motivação? Foi um colinho? Você veio buscar cura ou colo? Fala a verdade para mim, escreve no chat. Se você veio buscar cura, deixa eu te explicar as três coisas que eu vou te mostrar hoje. Nossa, Carol, mas você já mostrou um monte. É, pois é, eu sou
assim, gente. Meu time fica doido Que eles falam assim: "Não, a aula só vai ter duas horas, vai acabar meio-dia. Você não pode ensinar esse monte de coisa, mas eu eu não consigo". Por mim, eu ficava aqui a tarde inteira explicando os 11 anos de comportamento humano que eu tenho para vocês, porque eu entro em flow, eu nem vejo o tempo passar. Você tá vendo o tempo passar ou tá indo muito fluido e rápido para você também? Só que ao longo dessa aula, justamente Por ela não ser uma aula motivacional, algumas vezes vai bater e
vai te incomodar, entendeu? Algumas vezes você vai falar assim: "Nossa, eu tô sendo mimada, eu tô sendo irritada, a parte de mim que se incomoda com outra é uma parte minha que abirrenta." Não é legal, não é, não é gostosinho. Que que o cérebro vai fazer? Vai arrumar uma louça para você lavar. Nessa hora, ao invés de lavar a louça, o que que você vai fazer? Você Vai escrever puts no chat. A regra dessa aula aqui é muito clara. Se você acessou uma luz, tipo, veio aquele momento de expansão de consciência, meu Deus, eu nunca
tinha pensado nisso. Ninguém nunca tinha me falado isso desse jeito. Uau, você vai escrever au veio aquele, hum, peguei uma sombra minha, peguei um comportamento meu que tá infantilizado, que tá distorcido. Putz. Por quê? Parece uma bobagem, né? Uau! E putz! Ah, porque a Carol quer saber?" Não, não é porque a Carol quer saber não, gente. Não é sobre mim, embora esteja lendo o chat. É porque neurocientificamente, o nome disso é âncora, tá? É âncora neurocientífica. Então, quando eu tenho um momento de expansão de consciência e eu escrevo cura, eu tô fazendo um reforço daquele
momento. Eu tô usando a cura, a tô, desculpa, eu escrevo au, eu Tô fazendo um reforço daquele momento. Eu tô usando a âncora. Ou é uma âncora para reforçar o aprendizado que eu tive. Não é bobagem. Ah, não, Carol, eu sou mais inteligente que o resto. Eu não preciso escrever essas coisas. Não, gente, eu era essa pessoa, tá? Eu ia nos cursos e falava assim: "Tem que anotar". Eu falava: "Vai que preguiça, esse povo chato, eu sou muito inteligente, eu não preciso". Não quanta coisa eu perdi para esse movimento arrogante de achar que eu Não
precisava. Não é uma questão de ser inteligente ou não ser. Tô te falando isso, que é assim que seu cérebro funciona. Depois eu fui entender. Então não faça como eu. Teve um momento escreve o teve um momento puts, escreve puts. Tá? Se quiser escrever au e escrever também qual foi o seu momento para as outras pessoas que talvez tenha passado despercebido para alguém e é uma frase que te chamou muita atenção. Escreve au e repete a frase. Se quiser Escrever putz, putz, percebi tal coisa, fica à vontade. Se quiser escrever só w e putz também
tá tudo certo. O importante é a gente usar essas âncoras. para reforçar tudo que a gente tá descobrindo aqui, tá bom? Mas agora eu quero te falar três coisas que eu vou te mostrar hoje, porque parece que a aula já fluiu, mas ela mal começou, mas eu vou ser bem correta com o tempo. Então, eu sei que você tem almoço de família hoje. Eu sei, eu também tenho. Você tá Achando? Falei que eu podia ficar aqui o dia inteiro, mas eu também tenho que comer. Meus filhos estão ali dormindo, então prometo que até meio-dia acabamos.
Vai valer por 10 anos de terapia? Já tá valendo, mas não vai durar mais que duas horas, não. Confia em mim, tá? Por isso, vamos lá. Três coisas que eu vou te mostrar hoje. A primeira coisa, que não é a primeira, que eu já te mostrei um monte, é o que está por trás dos seus padrões de comportamento. Sabe aquelas atitudes que você vive tentando mudar e que você simplesmente não consegue? Pois é, eu vou te explicar porque é que você não consegue, mesmo colocando muito esforço para mudar. Depois disso, eu vou te explicar porque
é que mesmo tentando mudar, você em 99% das pessoas não conseguiu. Eu vou te provar por A + B, por A + B, através de argumentos neurocientíficos que você tá tentando mudar do jeito errado e é por isso que você se frustra. Hoje eu vou te Mostrar qual é o jeito errado e, claro, qual é a solução certa. E por fim, essa parte é muito boa. Eu vou te dar um presente, Carol. Mas essa aula já é um presente. Eu sou dessas. Diz o meu time que se não me segurar eu dou para vocês os
dois gatos. Eu, o marido e os filhos. Os filhos eu não dou não. O marido também não. Se pudesse clonar eu dava, gente. Ó, vocês vão ficar felizes. Mas eu sou essa pessoa. Eu gosto de eu gosto de entregar o máximo que eu Posso. Então eu decidi ontem que eu vou te dar um presente que eu nunca dei, nunca no final dessa aula, tá? Um presente que eu queria ter ganhado quando eu estava travada, assim como você. Um presente muito útil, muito valioso e que você se ficar até o final dessa aula, si, somente si,
vai ganhar hoje de presente, tá? de graça. Detalhe, esse presente nunca foi dado de graça antes, nunca, porque ele é muito, muito, muito valoroso. Agora, antes da gente Partir pro primeiro ponto, eu queria só te perguntar aqui no chat qual foi a parte dessa aula que mais te marcou. Desce um pouquinho para mim que esse esse slide aí a gente já foi. Escreve aqui para mim enquanto eu ajusto os slides ali. Qual foi a parte dessa aula que mais te marcou até agora? Gente, eu falo muito, né? Eu nem lembro de tomar água direito. Você
já tá sentindo que a sua nova você tem muito mais chance de existir agora? Você tá compreendendo as coisas que travavam? Essa nova você. Eu vou te explicar daqui a pouquinho quem é a nova. Você lembra que eu abri essa pergunta? Pode ir pro próximo slide. Lembra que eu abri essa pergunta lá no início? Quem é aqui já descobriu quem é a nova? Você. Quem tem um palpite? Pode descer aí. Eu vou explicar já já. Quem é a nova você, tá? Mas vamos lá. A primeira coisa que eu gostaria de explicar hoje é que tudo
o que está carimbado na sua identidade estará impresso na sua realidade. Ai, você não tem um um André um papel branco para pegar meus carimbos? Não sei se vou se elas vão conseguir ler, mas eu fiz uma coisa legal. Enfim, vamos lá. Tudo que está carimbado na sua identidade estará impresso na sua Realidade. Anotou essa frase? Eu tô te falando isso porque às vezes você fala assim: "Carol, eu tenho um padrão de ser explosiva". Então aí você fica sentindo culpa, explode com os filhos, explode com marido, com as pessoas que você mais ama e depois
você se sente péssima, sim ou não? Só que você não explode porque você é má pessoa. Você não tenta controlar o coleguinha porque você é chata. Você não dramatiza tudo porque você é Problemática. Você pode até achar isso, mas não é, gente. Ninguém simplesmente escolhe se calar, escolhe explodir, escolhe se diminuir, escolhe controlar o outro ou se endurecer, escolhe se perder emocionalmente. Tudo isso foram coisas que você aprendeu a fazer ao longo da vida. São padrões que foram construídos. Esses comportamentos que você se vê fazendo e que você fica chateada com você mesma são sintomas.
Eles foram Criados lá atrás para te proteger. São consequências de coisas dolorosas que você viveu. Deixa eu te explicar uma coisa sobre o seu cérebro. Quando você vive uma memória de dor, ela não vira só uma memória. Você já reparou que existem memórias que você nem lembre, memórias que ficam para sempre gravadas? Quanto mais peso emocional uma memória tem, mais ela fica carimbada no seu subconsciente. Só que quando você é criança, você não tem ainda maturidade emocional. Concorda? Óbvio, né? O psiquismo da criança, ele é pouco elaborado. E aí toda memória de dor, toda memória
com emoção, ela vira um trauma no seu subconsciente. Que que é trauma? Que que é trauma, pessoal? Quem arrisca? Trauma, gente, é apenas uma memória de dor que quando você viveu, você não Tinha condições emocionais de processar. Eu vou repetir. Trauma é apenas uma memória de dor que quando você viveu, você não teve condições emocionais de processar. Só que o maior problema do trauma não é a dor que ele causou lá no passado, porque o passado já foi. Maior problema do trauma é o que ele te fez acreditar sobre você. Bateu aí? Isso é um
putz gigantesco. Por quê? Em algum momento da sua história, você tirou conclusões sobre quem você era e sobre o que você precisava fazer para sobreviver emocionalmente. Funcionou, você sobreviveu, você tá aqui, só que você tá vivendo com identidade de sobrevivência e não tem como a gente expandir a nossa vida com uma versão sua que tá presa na sobrevivência. Então, antes de te falar quem é a nova você, eu vou te falar quem é a velha Você. A velha, você, essa versão sua, que pegou estratégias de sobrevivência a partir de traumas que você viveu, de coisas
difíceis que você viveu, de coisas que você não soube elaborar e vem carregando isso como identidade até hoje. Talvez lá atrás você tenha concluído que você precisava ser perfeita para ser amada. Talvez lá atrás você tenha concluído que você precisava ser forte, porque Ninguém iria cuidar de você, ninguém viria te salvar, você era só uma criança. Talvez você tenha concluído que você precisava agradar para não ser rejeitada. Você aprendeu isso lá na sua escola quando em algum momento você foi excluída. Talvez você concluiu que você precisava se fechar, porque quando você foi demonstrar afeto, você
viu que demonstrar emoções era perigoso. A verdade, gente, é que a criança ela Não tem maturidade para interpretar a vida com equilíbrio. Então, ela tira conclusões absolutas e essas conclusões ficam carimbadas na identidade que ela carrega pro resto da sua vida. E provavelmente isso tá acontecendo com você. Cada carimbo. Obrigada. Ela veio pé de pé para mim entregar os meus carimbos. Vai, eu quero eles. Deixa eles aqui para mim. Cada carimbo é uma verdade que você guardou ao longo da sua vida. Alguns carimbos vieram, por exemplo, da sua mãe ou do seu pai que falaram
que você não podia errar ou que te faziam sentir amadas. Obrigada só quando você tirava 10 na escola, mas quando você tirava nota ruim, você sentia que eles não te amavam. Talvez isso nem era verdade, mas foi a forma como você interpretou. Porque o psiquismo da criança ele é tão Pouco elaborado, gente, que assim, eh, você era criança, aí você cria um picolé, aí sua mãe não te deu, aí você falou: "A minha mãe não me ama. Segura aqui para mim um pouquinho que eu vou dar contar um caso da minha da minha filhada, gente,
que eu amo. Pequena, né? Ela tem 3 anos. E aí, um dia ela tava tomando café da manhã, a mãe dela, minha irmã, não tava na mesa. Aí ela chegou na mesa, eu amo porque ela tem uma elaboração muito a quem, muito além da Idade dela e eu fico muito impressionada com isso. E ela sentou na mesa e falou assim: "Eu pedi tê pra minha mãe. Tetê, ela queria mamar. E aí a mãe não deu, falou: "Agora não, não tá na hora que tinha, sei lá, por quê?" Não, não, não interessa por, mas não podia
naquela hora. Ela sentou na mesa de café da manhã no dia seguinte, falou assim: "Eu pedi TT para minha mãe, minha mãe não me deu, então ela não me ama, né?" Pronto, isso aí é fato real, caso Real, não tô inventando. De uma criança de 3 anos. Só que ela falou, ela verbalizou. Quantas vezes você pediu TT, picolé, perulito, e a sua mãe falou: "Não, por quê?" "Porque ela não queria que você tivesse care, porque daqui a pouco você ia almoçar, porque qualquer coisa" e você falou: "Ela não me ama". Aí você era adolescente, naquela
época não tinha celular, mas sei lá, entendeu? Seu seu pai e sua mãe fala que você não podia ver novela e todas as suas amigas Viam e você falou: "Eles não gostam de mim. A mãe da minha amiga gosta mais dela porque deixa ela ver a novela". Não, eles estavam tentando te proteger. Então, paraa criança que tem um psiquismo pouco elaborado, não interessa. Não interessa se era verdade ou mentira a intenção do pai ou da mãe. Interessa o que ficou carimbado. É claro que a minha irmã não deixou de dar o TT por falta de
amor, mas na criança de 3 anos, o TT Deve ser a coisa mais deliciosa, importante da vida dela. Para ela, ela associava o TT com afeto. Então, quando ela não recebeu, ela falou: "Ah, então ela não me ama. Eu tô te contando esse caso porque quando a gente conta história você nunca mais vai esquecer. E com certeza isso também aconteceu com você. Talvez da sua mãe, do seu pai ou de um padre na escola, de uma professora, de uma amiga, de um ex-namorado, de um ex-marido. Alguns carimbos. Ai, tá triste porque tá longe. Eu prometo
que eu mandei fazer vários carimbos vermelhos. Eu vou eu vou chegar neles uma hora ainda aqui nessa live eu vou descobrir como é que eu vou vou aproximar da câmera dessa ou daquela para te mostrar esses carimbos. Mas alguns carimbos você recebeu e você absorveu. Outros são coisas que você criou sozinha, interpretando situações com a mente de uma criança. É o que é Esperado. Você vai achar o quê? Que a menina de 3 anos vai pensar outra coisa. Então, com você também foi assim, a mente da criança que não tinha uma ferramenta para processar aquilo.
Então, muitas coisas viraram traumas e traumas viraram carimbos, viraram conclusões que você tirou. Deixa eu desenhar isso aqui para ficar mais fácil para você. Então, imagina que você tem alguns carimbos vermelhos, Que são os carimbos ruins, e alguns carimbos verdes. E a gente precisa trocar esses carimbos por esses, tá? Basicamente, em algum momento você pensou: "Eu não sou bos suficiente, ficou carimbado. Eu não sou digna de ser escolhida. ficou carimbado. O alguém terminou com você ou sei lá, você foi demitida no seu primeiro emprego, ao invés de falar, eu não tinha a o perfil para
essa para esse emprego aqui não. Como é que como é que aquilo ali ficou? O que que aquele trauma virou? Porque você não sabia processar. Uma conclusão. Eu não sou boa o suficiente, carimbou no seu subconsciente. Aí as suas amigas e amiga ia chamar uma minha amiga para viajar lá na escola, chamou a outra, não chamou você. Aí você falou: "Eu não sou digna de ser escolhida". Aí o o seu pai bateu palma quando você tirou 10 e não bateu palma quando você tirou oito. Aí você carimbou. Preciso Ser perfeita para ser amada. E várias
coisas. Se eu mostrar quem eu sou de verdade, vão me rejeitar. Homens sempre vão embora porque o seu pai separou da sua mãe. Ao invés de falar: "Meu pai, minha mãe não estavam tendo um bom casamento, você fala: "Homens". Olha a conclusão doida que a criança com psiquismo dela tira. Homens sempre vão embora. Só que aquilo fica ali carimbado. Você viu seu pai e sua mãe brigando Sobre dinheiro, você concluiu: "Ah, quem tem dinheiro briga, então dinheiro é perigoso." Você viu a sua mãe sempre falando que a vida era muito pesada e concluiu isso? Isso
ficou carimbado. Só que essas premissas, essas conclusões, elas não ficam como pensamentos soltos. Elas foram repetidas internamente muitas vezes e pro seu cérebro repetição vira verdade. E é exatamente assim que uma conclusão que você tirou a partir de um trauma começou a fazer parte da sua Identidade. No começo era só uma interpretação, depois virou uma conclusão. E aí aquela conclusão foi pensada tantas vezes que virou algo que você passou a acreditar sobre você mesma. E quando você passa a acreditar algo sobre você, quando tá carimbado na sua identidade, aquilo ali deixa de ser um pensamento.
Aquilo ali vira quem você pensa que é, vira a sua identidade. É claro que você talvez não lembre hoje Conscientemente dessas frases, de todos os traumas, dessas conclusões, só que elas estão rodando aí no fundo, como se fosse um programa de computador que liga junto com o sistema. Você não, você não abre seu computador e pede para ligar o sistema, ligou, já veio, não é? Com você também é assim. E ele fica ali consumindo memória, ele tá desatualizado esse sistema, esse software, então ele fica travando tudo. Se você pegar, comprar um computador bonitinho aqui, Igual
o meu, ó, e colocar aqui um Windows 95 num vai funcionar? Claro que não, gente. Vai travar tudo, não vai? É a mesma coisa. Você já cresceu muito, já evoluiu, já amadureceu, já ficou mais velha, só que você precisa trocar esse sistema, essa programação mental que governa todas as interpretações que você faz. Então, olha pra tela. Você teve um evento de dor que virou um trauma. Por que que virou trauma? Eu gosto de colocar entre aspas, porque eu não gosto Muito dessa palavra, mas a gente não pode falar assim: "Ah, uma vez eu falei para
vocês que trauma não existe." Mas existe sim, eu vivi. Então vamos lá. Trauma é a dor que você não conseguiu processar, tá? Então, teve o evento de dor, virou um trauma porque não foi processado, virou uma conclusão sobre você, virou um carimbo, ficou carimbado no seu subconsciente, na sua identidade e aí tudo que tá na sua identidade vai estar impresso na sua realidade. Sabe Por quê? Aqui é o ponto mais delicado desse esqueminha que tá ali na tela. Aquilo que você acredita é o que o seu cérebro vai buscar comprovar. Se você tá carimbado lá,
não dou conta, esse carimbo, tá escrito isso. O seu cérebro, ele vai obedecer o comando, porque o seu cérebro não foi programado para te fazer feliz. Eu vou repetir. Seu cérebro não foi programado para te fazer feliz. Ele foi programado para te fazer Sobreviver, para poupar energia. O nome disso é viés de confirmação. O seu cérebro, ele não busca a verdade, tá? Ele busca confirmar o que tá carimbado na sua realidade. Então, o seu cérebro, ele vai filtrar a realidade para te mostrar todas as provas de que aquilo que tá carimbado na sua identidade, aquilo
que você pensa sobre você, consciente ou inconsciente, é verdade. Isso tem nome. Isso não é uma ah, mas a caracha não. Isso é neurociência, chama viés de confirmação. Então, quando você descobre que o seu cérebro não tá buscando a verdade, ele só tá buscando confirmar o que tá carimbado na sua identidade, você entende porque que a sua identidade atua quase como um teto. Porque se você pensa assim, eu não sou boa o suficiente para fazer dinheiro, seu cérebro vai fazer o quê? Ele tem que confirmar isso, entende? Eu não sou boa suficiente para Ser amado.
Ele tem que confirmar isso. Então lá atrás, de repente, você foi a a criança que ouviu: "Você é burra". Lá atrás você não pensou: "Poxa, essa é a opinião agressiva e limitada de alguém." Não, você não pensou isso. Você não tinha essa condição emocional. Você pensa, você carimbou, eu sou burra. Aí você viu seus pais brigando por dinheiro, você não pensou: "Poxa, meu pai e minha mãe, eles não sabem administrar finanças?" Não, você pensou Dinheiro causa briga, tá carimbado no seu subconsciente. É por isso que muitas de vocês me contam que até conseguem fazer dinheiro,
mas que quando o dinheiro chega parece que tem um ralo. Eu já senti isso muito. Quem é que já sentiu que tem um ralo na própria vida de dinheiro? O dinheiro até chega, mas ele desaparece. Carol, por que que o dinheiro chega e desaparece? Tá carimbado na sua identidade. Dinheiro é perigoso. O seu Cérebro vai fazer o quê? O dinheiro chegou. Deixa eu emprestar para alguém. Deixa eu gastar rápido. Tem um tanto de carimbos na sua identidade e tudo que tá carimbado na sua identidade estará impresso na sua realidade. Uau! Ou puts? Tô vendo mais
putoss que o Au. Que bom. Isso é ótimo sinal. Tá batendo. Vocês estão encontrando a raiz das travas de Vocês. E é por isso que eu digo que o maior problema de um trauma não é a dor que ele te causou no passado, porque o passado acabou. é o que ele te fez acreditar sobre você mesma e sobre a vida. São os carimbos vermelhos que esse trauma deixou em você. Esses carimbos governam a sua vida sem que você perceba. E aí você acha que tá reagindo ao que tá Acontecendo quando na verdade você tá só
obedecendo um carimbo antigo. E o grande problema, gente, é que a forma como você se enxerga, ela não só determina como que seu cérebro vai operar. Então, tem o problema de identidade, gera viés de confirmação, que faz o cérebro confirmar tudo de ruim que já te falaram sobre você ou que você concluiu sobre você. Isso é neurocientífico. Só que tem um outro grande problema. Quando a sua Identidade tá desatualizada e você tá vivendo com a sua você antiga, você está ensinando as pessoas como te tratar. Então, se você pensa que você não é boa o
suficiente, se você é insegura, se você não é boa suficiente para ser amada, se você é impotente, etc., você tá treinando as pessoas como elas devem te tratar. Talvez seja difícil, tá, de admitir isso. Só que você ensinou o mundo, Inclusive aquela pessoa difícil, inclusive seu chefe, seu marido, você ensinou as pessoas como você poderia ser tratada e as pessoas respeitam. Muitas vezes não é porque as pessoas são más ou porque você não merece respeito, mas é porque a forma como você se posiciona comunica pro mundo o tempo todo. O que é que você tolera?
O que é que você suporta? O que é que você engole? o que é que você rebate, o que é que você controla. E essa forma de agir que ensina o tempo todo as pessoas como elas devem agir com você também foi construída lá atrás. É por isso que eu te falo que a nova você, ela não é construída tentando parecer mais equilibrada ou mais forte do que você realmente é. A nova você, ela é construída quando você vai na raiz. dessas questões, quando você começa a revisar as conclusões e os carimbos que Estão carimbados
lá na sua identidade, por tudo que está na sua identidade estará impresso na sua realidade. Ou seja, gente, para viver uma vida nova, você precisa parar de viver com a identidade antiga. Lembra que no início eu te falei que você tá tentando viver uma vida nova com uma identidade antiga? Tá fazendo mais sentido ainda agora essa frase? Sim. Só que aqui entra a segunda coisa que eu Falei que eu ia te ensinar hoje. Aqui começa o grande equívoco, porque quando você começa a ter certeza que você precisa atualizar a sua identidade, 99% das pessoas fazem
isso do jeito errado. Quando você age ou reage de um jeito que você não gostaria, a primeira solução, a mais automática, é tentar controlar aquilo ali. Sim ou não? Eu não vou explodir mais, eu não vou gritar mais, eu não vou fazer birra Mais, eu não vou chorar na próxima reunião. Eu não vou dar motivo para falarem mal de mim, eu não vou, não vou, não vou. Sim ou não? Quem aí já tentou fazer isso? Controlar aquela reação que a gente sabe que tá desalinhada com a pessoa que a gente decidiu ser. você tá tendo
repetidas às vezes uma reação imatura, uma reação pesada, uma reação chata, uma reação dramatizada e aí você se promete que não vai fazer de novo e de repente faz. E aí você Tenta se segurar, você tenta ser mais racional, você tenta controlar o que você sente. Então a conclusão mais comum quando a gente já entendeu que a gente precisa atualizar a nossa identidade, porque ela tá travando os nossos resultados, é a gente tentar se controlar. Mas sinto informar, o autocontrole não é a solução. Eu costumo dizer, inclusive que o autocontrole ele funciona como uma Panela
de pressão. Por fora parece que a tampa tá firme. Você até consegue manter a postura, você fala menos, você rebate menos, você se controla mais, só que por dentro a água continua fervendo, a pressão continua aumentando. E o problema é que toda panela de pressão, gente, tem dois destinos possíveis. Ou ela explode quando a válvula não aguenta mais. Sim ou não? Quem já viu isso acontecer, eu já vi. Assustador. Ou geralmente ela começa a vazar por dentro e é aí que você adoece. Aquilo que você não colocou para fora, ou vira explosão ou vira implosão.
Como assim, Carol? Implosão. Quem é que se sente irritada mais do que gostaria? Quem é que tem enxaqueca? Dor de cabeça, insônia, dor de estômago, síndrome do Pânico? Quem às vezes se sente sem energia, quase deprimida? Pois é, gente, muita gente que se orgulha do próprio autocontrole, na verdade, está causando outros problemas para si. Porque o autocontrole, eu vou te provar agora por A + B, ele não funciona. Você aprende a não reagir externamente, mas você não aprendeu a transformar o que que já aconteceu dentro de você. Você aprende a se comportar melhor, mas Não
necessariamente a ser uma pessoa mais leve. E percebe como é que isso te conecta com o que te trouxe até essa aula. Você quer descobrir quem é essa nova você, sim ou não? E talvez até você já tenha uma imagem, mas aqui eu quero te falar quem ela definitivamente não é. A nova, você não é alguém que aprendeu a se controlar mais. Eu não acredito Nisso. Isso em algum momento vai virar uma reação desproporcional, uma explosão ou uma doença. A nova, você não é uma especialista em engolir o que ela sente. Tô vendo muitas de
vocês falando assim: "Tô cansada de me controlar, tô cansada de me calar. Essa é a velha você". E eu te trouxe aqui porque eu te prometi que eu iria te provar por A + B através de um mecanismo neurocientífico que autocontrole não funciona. E o que Eu vou te explicar agora, esteja muito presente. Esteja muito presente, porque o que eu vou te explicar agora é basicamente uma pós em neurociência resumida em 3 minutos. Mas presta atenção. E para te explicar isso, quero começar te contando uma história real. Gente, há 11 anos atrás, eu tava participando
de um grupo de estudos com psiquiatra, psiquiatra super renomado, super competente e tudo mais. E ele Contou nesse grupo de estudos sobre dois pacientes que chegaram ao consultório dele com histórias praticamente idênticas, tá? Os dois haviam sido abandonados na infância e deixados num orfanato bem cedo. Então, basicamente eles tinham o mesmo contexto, o mesmo fato, a mesma ruptura, a mesma ausência dos pais e a mesma dor. Mas quando esses dois adultos começaram a falar sobre a vida deles, Parecia que a história não era a mesma. Eu vou te explicar porquê. Um deles dizia que ele
tinha se tornado extremamente carente, inseguro, com medo constante de ser rejeitado, e que ele entrava em relacionamentos e ele vivia com a sensação de que a pessoa iria embora a qualquer momento. Toda hora ele precisava de uma prova de amor. Ele sempre vivia em alerta porque ele já havia sido abandonado uma vez. Faz Sentido, não faz? Vou conectar isso com o que eu te expliquei. Então, ele viveu uma situação dolorosa, a dor ele não soube processar, virou um trauma, virou uma conclusão, virou um carimbo e ele passou a viver governado por aquele carimbo. Então, tenho
medo de ser rejeitado, eu não sou bom o suficiente para ser amado, nem os meus pais me amaram, então eu ando pela vida com esse carimbo e eu fico achando que a Qualquer momento todo mundo vai me abandonar. Faz sentido? Beleza? Só que o outro paciente tinha passado por algo muito parecido. E o curioso é que ele dizia o oposto. Ele tinha se tornado uma pessoa, segundo ele, independente demais. Ele não conseguia se envolver profundamente com ninguém. Segundo ele, ele devitava, ele ele não queria depender de ninguém. Ele não queria vínculo com ninguém, porque Afinal
ele tinha aprendido muito cedo lá atrás a se virar. E isso trouxe para ele um excesso de de autorresponsabilidade que fazia com que ele tivesse dificuldade de se envolver com pessoas. Ele aprendeu a se virar, ele aprendeu a ser uma pessoa muito prática, muito objetiva e ele sentia que por isso ele tava com dificuldade de criar relações afetuosas. Faz sentido? Faz também, gente. Mesmo fato, duas vidas completamente diferentes. Por quê? Por quê, gente? Eu estudo o comportamento humano há mais de 11 anos, tá? Eu já mergulhei em pós-graduação, em formação, em literatura científica. Atualmente eu
estudo em Harvard, que é a universidade mais conceituada do mundo. Mas deixa eu te tranquilizar aqui. Você não vai precisar entender de Neurociência, nem fazer uma pós, nem estudar em Harvest, nem fazer nada disso. Você não precisa passar anos lendo livros, fazendo miloterapias e artigos científicos, porque o que eu vou te mostrar agora vai mudar a sua vida daqui paraa frente. Presta atenção, porque eu vou precisar desenhar isso aqui. Vamos para mais um desenho maravilhoso. Vocês estão gostando dos meus desenhos? Tá dando para entender tudo que eu Preciso falar? Importante é dar para entender, tá?
Vamos pegar a história dos dois pacientes no consultório psiquiátrico que eu acabei de falar. Vamos lá. Qual era o fato? O fato era meus pais me largaram no orfanato, certo? Um deles tinha uma reação ao fato que era de fechamento e o outro tinha uma reação ao fato que era de carência. Sim. Então o fato aconteceu e produziu uma reação. OK? Geralmente quando a gente fala que a gente precisa mudar o nosso jeito de reagir, eu, você e todo mundo, então pense em você sendo explosiva, pensa em você sendo dramática, vitimizada, qualquer coisa. Geralmente que
que as pessoas fazem? eu vou me controlar para reagir diferente. Então, quando eu tiver morrendo de vontade de jogar meu marido da janela, eu vou respirar fundo e vou dar um beijinho nele. Quando eu quiser Pôs os meus filhos de castigo, eu vou respirar fundo e não vou explodir. E assim a gente sai pela vida praticando o autocontrole. E existem, e isso me choca, existem muitos profissionais que incentivam o autocontrole como ferramenta de cura. Eu posso te garantir que esses profissionais estão tendo uma visão muito limitada dos seres humanos. E eles estão trabalhando no lugar
errado. Então isso aqui é a, desculpa, Isso aqui é você querendo mudar a sua reação. Você tá atuando aqui, ó, colocando a sua energia de amarelo, lembra? No autocontrole. Porém, o que você não sabe e vai saber agora é que todo fato gera no seu cérebro inter uma interpretação. O seu cérebro ele não consegue não interpretar. Isso aqui acontece em milímetros de segundo, tá? Então, no caso do primeiro paciente, ele criou uma história mental Que veio a partir da interpretação. Então, ele criou aqui a narrativa dele. E a narrativa tinha tom de quê? De drama.
Vamos colocar aqui. Não sou bom o suficiente para ser amado. Ninguém gosta de mim. Meus pais abandonaram. O mundo inteiro vai me abandonar. Beleza. Não tô aqui para julgar a interpretação que ele fez. Tô só constatando, tá? Todas as vezes que a gente passa por uma situação, a gente interpreta e logo depois, em milímetros de segundos, Aliás, em menos de um segundo, o nosso corpo já dispara emoção. A emoção é química, é o seu coração que disparou, é a sua mão que começou a suar, seu corpo que se contraiu. Então, quando eu te pedi para
pensar naquela pessoa mais difícil da sua vida, eu falei: "Observa seu corpo". Começa a observar mais seu corpo. Tudo que te acontece vai ter uma descarga ou de cortisol ou de adrenalina, vai produzir uma reação no seu corpo. Em tese, gente, Essa reação aqui deveria durar 90 segundos, tá? É o tempo médio de uma emoção. E aí você fala assim: "Não, Carol, as minhas duram mais. Eu vim com defeito, porque a minha raiva não dura só 90 segundos." Não, calma. A parte química, 90 segundos. Sabe qual que é o grande problema? Por que que o
negócio não vai embora? Porque que tem gente que fica 90 dias sentindo aquilo? 90 meses, algumas pessoas 90 anos a vida inteira. Por quê? Porque a gente dá significado Para essa emoção, de modo que ela acaba virando um sentimento. Que que é sentimento? Qual que é a diferença entre emoção e sentimento? sentimento é quando eu dei um significado. Então, ah, a minha mão começou a suar, meu coração disparou, meu corpo contraiu, eu fui rejeitado. Eu fui rejeitado é sentimento, sentimento de rejeição. Quimicamente, coisas aconteceram no meu corpo a partir da interpretação que eu fiz do
fato, mas aqui a conclusão é: eu Fui rejeitada. Então, isso vira um sentimento, tem significado, tá? que tá atrelado à narrativa, que tá atrelado à interpretação. Esse sentimento, ele vai gerar a reação que você vai ter. Portanto, eu quero te dar um exemplo. Eu quero que você pare e se imagine agora, ó. Você vai gostar do que eu vou te pedir para imaginar, hein? Você vai gostar. Imagina que você tá na Bahia, o sol tá rachando no céu, você tá na Praia, você acabou de dar um pulo no mar e o seu marido vem com
uma Caipe Caju e te entrega a Caipe Caju. Não satisfeito, ele pega seu celular e coloca uma playlist com aquelas músicas que você gosta. Como é que você vai tá ali, o seu pano de fundo emocional? Imaginou a cena? Aí ele vem e faz uma brincadeira sobre o seu cabelo. Provavelmente você que tá lá felizona com sua caipe caju, você vai rir. Se Você não conseguir rir nesse nesse nesse contexto, vou te falar, seu buraco tá mais embaixo. Se você tiver na Baia com a Caipe Caju, a playlist, o marido pulou no mar, vai ficar
difícil. Então ele vem e faz uma brincadeira sobre o seu cabelo, você vai rir. Só que aí ele fez a brincadeira e você riu. Voltaram para São Paulo. Nem sei se você mora em São Paulo, mas finge que você tá em São Paulo, naquele trânsito caótico e Que tá chovendo e que roubaram seu celular, furaram o seu pneu, ainda deram um totó no seu carro. Aí você tá indo para casa. No meio do caminho, você recebe uma mensagem do seu chefe fando que precisa falar com você amanhã e você chega em casa e as crianças
não tomaram banho. Só que o seu marido tá felizão. Aquele dia ele foi promovido, aconteceram coisas boas e ele faz a mesma Brincadeira sobre o seu cabelo. A mesma. Fala para mim. Fala a verdade, você vai rir? Você vai ter a mesma reação que você teve lá na Bahia? É óbvio que não. Nem se você fosse Buda. E o que que eu tô querendo te mostrar com isso? Eu tô querendo te mostrar que geralmente você só vê isso aqui, ó. Aconteceu isso. Pera aí, vou pôr de vermelho. Aconteceu uma coisa e eu reagi mal. A
coisa era ruim. A reação foi ruim igual a coisa. Só só essa parte que é visível. Isso tudo aqui tá acontecendo. Vou até fazer um uma Ah, gente, olha, meus desenhos estão ótimos, tá? Quem falar que não que isso? Colocar isso aqui numa apostila, eu tô achando sensacional. Isso tudo aqui é interno. Isso aqui é mundo interno. Isso aqui é mundo externo. Aí você ignora que isso tudo existe e Fica tentando controlar o quê? Sua reação não vai funcionar não, querida. Ninguém é budo o suficiente para ter o pneu furado, o telefone roubado, o filho
entrou no banho, trânsito de São Paulo na chuva e ainda ter que escutar o marido fazendo piada sobre o cabelo. Eu também tr de voadora, entendeu? Você tá agindo no lugar errado, aí você não vai não, mas eu não vou porque eu vou praticar o autocontrole, não vou xingar o marido. Só que isso tudo aqui já aconteceu. Isso tudo aqui vira somatização, doença, enxaqueca, síndrome do pânico, dor no estômago. Tá beleza? Carol, o que que acontece? Se eu pegar o mesmo fato, cadê minha meus óculos, André? Eles existem >> verde, vermelho. >> Pega para mim.
Que que acontece se eu pegar o mesmo fato e fizer uma interpretação positiva Deles? Vocês concordam que a minha narrativa vai ser diferente? O tom da minha narrativa para de ser drama e pode ser uma narrativa de comédia. Isso vai gerar emoções diferentes, que vai gerar sentimentos diferentes, que vai naturalmente, eu disse naturalmente, sem precisar fazer autocontrole, naturalmente vai gerar reações diferentes. Isso tudo aqui acontece em milímetros de segundo. Você não consegue controlar. E o que que eu quero te mostrar com isso tudo que eu acabei de te explicar, ó? Isso aqui, uma pós inteira
de neurociência, te entregado de graça em 3 minutos, tá? Você nunca mais vai esquecer isso aqui. Você vai começar a ver como é que as pessoas fazem interpretações que geram tudo isso. Você vai ver. Mas aonde eu quero chegar com tudo isso? Lembra da Kaip Caju, do trânsito de São Paulo? Lembrou? Então tá. Tem um conceito que é o seguinte. Por que vocês estão rindo? >> Ah, tá. O André passou lá que eu pedi para ele pegar um negócio para mim. Tem uma coisa que vocês não estão vendo que é outra coisa que você nunca
mais vai esquecer na sua vida e que vai mudar a sua vida. Isso aqui basicamente é você vivendo a vida. Acordou, fez um devocional, tava num estado emocional positivo. Zona verde, ó, zona verde, zona vermelha. Fiz O devocional, fiquei mais feliz ainda. Tomei um super cofe. Nossa senhora, foi ótimo. Fiz yoga e yes, subiu mais ainda. Fui pro trabalho, furaram meu pneu, bateram no meu carro, fui demitida, roubaram meu celular. Ah, meu filho me mandou uma mensagem bonitinha. Tentei reverter minha demissão, não consegui. Briguei com meu marido, ouvi uma música que eu gosto. Isso aqui
É você. Você tá vivendo assim, eu, você e todo mundo, entendeu? Coisa boa, coisa ruim, coisa boa, coisa sim ou não? É meio óbvio, né? Você consegue se perceber assim? Só que olha aqui, 99% das pessoas tá vivendo assim, dependendo de quê? Da circunstância. Então você precisa que ninguém fure seu pneu, nem roube seu celular, nem bata no seu carro para você ficar na zona verde. Porque quando isso, eita, quase que eu derrubei o negócio. Porque quando isso acontece, você vem para cá e você não sabe voltar para cá intencionalmente. Você não tem ferramenta. Aí
você precisa dar mensagem fofinha do seu filho de escutar a música. Só que aconteceu tanta coisa que não foi suficiente para te trazer de volta pra zona verde. E é por isso que 99% das pessoas passa mais tempo vivendo na zona vermelha, que é a zona do estress, É a zona da tristeza, é a zona das emoções negativas, é o pano de fundo emocional negativo, é a zona da pressa, é a zona da do caótico, da zona do sem clareza, do vitimismo, tá tudo aqui. Porque quando as coisas acontecem na sua vida, você ainda não
aprendeu ainda a se tirar daqui e se trazer para cá. Para falar a verdade, até hoje provavelmente você nem sabia que você vivia desse jeito. Você não tem nem clareza de que hora você fica na zona verde, que hora Você fica na zona vermelha. E aí que como é que isso aqui se conecta com isso aqui que eu acabei de explicar? É muito simples, gente. Olha aqui, ó. Nossa Senhora. Só eu mesmo. Imagina que essa sou eu. Eu tô com cara de caipiva de caju com óculos de lente vermelho ou tô com cara de São
Paulo? Escreve aqui para mim no chat. Vocês acham que a pessoa vai estar na Bahia tomando caipaju com lente vermelha? Eu já falei, se você tiver na Bahia com a caipaju, sua vida tá muito miserável. Você precisa de mim mais ainda. Então eu tô lá em São Paulo no caos, furar pneu, era tudo ruim, lente vermelha. Eu não sei vocês que vocês não estão dentro de mim, mas eu tô vendo todo mundo vermelho. Eu tô vendo meu marido vermelho, a cortina vermelha, todo o meu time vermelho, tá tudo vermelho. 99% das pessoas vivem com essa
lente Vermelha pregada no rosto, inclusive talvez você. E aí não te resta outra interpretação possível senão uma interpretação negativa, defensiva, dramatizada, vitimizada. Quando você entende o conceito de zona nossa, que alívio de zona verde, gente. É triste pensar que a pessoa vive assim, hein? Quando você entende o conceito de zona verde, zona vermelha, você pega esse óculos aqui, é muito mais Bonitinho. Ah, outra coisa, tô vendo todo mundo de vida cor-de-rosa. Lente de cor-de-rosa, não é verde. Outra coisa, você reparou que meu óculos de lente, meu óculos verde, ele tem a lente que eu tô
vendo todo mundo normal. Não é que eu tô vendo verde, não é que eu tô alienada, fantasiando, eu tô vendo todo mundo normal. Eu fiz questão de escolher um óculos que tem lente vermelha e de mostrar para você que Quando a gente tá na zona verde, com óculos verde, a gente vê as coisas muito mais próximas da realidade. Não é sobreviver no fantástico mundo de poliano e ficar romantizando a vida, porque isso não combina comigo. Cura não combina com isso. Mas é sobre começar a entender em quais momentos do seu dia você tá vindo para
cá e não tá sabendo voltar. Porque você, eu e todo mundo teremos que viver no mundo. E no mundo Venta. No mundo tem várias coisas que a gente gostaria que fossem diferentes. Várias vezes nós seremos desafiados. A intenção não é ser buda, a intenção é saber voltar quando eu me percebo na zona vermelha. Fez sentido? Vocês conseguiram compreender como é que a sua mente funciona? mundo interno, mundo externo. Por que o autocontrole não funciona? Como é que tudo isso aqui Acontecendo dentro de você sem ser curado vai te deixar doente? E porque é que o
seu estado emocional importa? Então, o seu padrão emocional, se você passa mais tempo de lente vermelha, fará necessariamente com que a sua vida seja vivida mais aqui do que aqui. Agora eu vou voltar pro meu lugar porque eu tenho, eu te fiz uma pergunta no início que eu vou te responder agora. Quem sabe qual é? Posso voltar, Tin? Eu preciso antes que você entenda uma coisa muito importante. Tá com slide ou tá sem? >> Pode pôr, por favor. Eu preciso que você entenda que o problema nunca é o problema. O que eu acabei de te
mostrar ali no quadro é que a sua reação, ela é sempre sintoma e a raiz do problema é sempre outra. Começa lá na interpretação que você fez. E essa interpretação ela depende do seu estado emocional que depende do seu padrão emocional. Você tem um padrão emocional. Sabe aquela narrativa que você cria? Pois é. Para algumas pessoas ela é sempre de guerra, para outras ela é sempre de drama. Para outras ela é sempre de comédia, entende? Entre algo que você faz e algo que aconteceu com você, existe todo aquele ciclo. Então, existe algo que acontece antes
da sua fala atravessada, antes do Silêncio, antes da explosão. Existe todo esse mecanismo interno que determina como é que você vai interpretar o que te aconteceu, que vai determinar o que você sente, que vai determinar como você age e reage. Então, gente, não é só o fato, é a forma como você interpretou o fato, é a história que a partir do fato você passou a se contar. E é exatamente por isso que duas pessoas, como no caso do orfanato, podem viver a mesma situação e Sair da mesma situação com sensações e destinos completamente diferentes. Porque
o que aconteceu pode ter sido a mesma coisa, mas o estado interno a partir do qual cada uma dessas pessoas passou a viver é muito diferente. Eu já vou te explicar o seu presente, mas deixa só eu concluir. Vocês estão vendo na tela zona verde, zona vermelha? Tira uma foto para vocês lembrarem disso. Porque a verdade é que quando a gente tá Na zona verde, a gente vê a vida a partir de um lugar de clareza. Só que existem momentos em que você olha pra vida a partir de um lugar de defesa. Sim ou não?
Você consegue perceber? Você na zona verde versus você na zona vermelha? Existem momentos em que você interpreta as coisas que te acontecem de um lugar mais equilibrado. Tem certeza que você já passou por isso? E existem momentos em que você interpreta tudo a partir das Suas feridas, dos seus medos, das suas inseguranças. Então, dependendo do seu pano de fundo emocional, Bahia versus São Paulo, o mesmo fato pode ganhar significados completamente diferentes e provocar reações completamente diferentes. E é por isso que eu falo que existem dois estados que governam a nossa vida, zona verde e zona
vermelha. Só que antes de você pensar que isso é só um Conceito bonitinho que eu inventei, eu queria te trazer a verdade sobre isso. A maior parte das pessoas, gente, eu disse ali 99% das pessoas não é exagero. A maior parte das pessoas passa mais tempo na zona vermelha, não porque elas querem, mas porque elas não sabem voltar. Então eu não vou te falar aqui, eu não vou sentar aqui na frente dessa câmera e te falar: "Ah, a partir de hoje você vai Viver sua vida inteira na zona verde, porque eu não acredito que isso
existe, tá? Viver uma vida inteira na zona verde não existe. Eu não posso te transformar em Buda. Eu não tenho como te livrar de todos os problemas. Cuidado com o gato aí. O que eu posso te prometer é que quando você cair pra zona vermelha, você vai voltar. contrário ali. Para isso, eu preciso que você entenda esse conceito. Você não vai virar Buda, gente. Nem eu consigo ser assim, tá? Mas eu posso sim te mostrar como é que você sai da zona vermelha quando ela, a vida te puxar para lá. Isso eu consigo fazer. E
aqui eu respondo a pergunta que eu te fiz lá no início. Quem é a nova? Você vocês já sabem? Agora tá fácil. Quem é a nova? Você já sabe, Lucas? A nova você é aquela versão de você que existe quando você está na zona verde, Quando você está operando a partir da sua essência, quando você toma decisões a partir da essência, não do medo. É quando você tá com estado mais limpo por dentro. Não é uma versão perfeita, Zé Buda artificial. É uma versão mais limpa, mais madura, mais assertiva, mais presente, com mais clareza. É
a versão que consegue enxergar o que tá acontecendo sem transformar tudo que acontece em ataque pessoal ou em drama. É quando você consegue responder com Presença, ao invés de reagir no automático. É quando você consegue se posicionar sem precisar gritar. Quem é que já engoliu muito sapo e na hora que foi tentar se posicionar fez tudo errado? Chega, não aguento mais. Aí o povo fala assim: "Você é louca?" Aí você fala assim: "Me chamou de louca". Aí eu falo: "Ué, mas tá aparecendo. Isso não é isso não é se posicionar. Isso é você na zona
vermelha explodindo. Você na zona verde você é madura, você é Leve, você é segura, você é inteira. As pessoas te admiram, elas param de te ver como uma pessoa caótica e começa a te procurar como referência de solução para as coisas. A zona vermelha é quando sua mente fica contaminada pelo medo, pela carência, pela insegurança, pela necessidade de aprovação, pela comparação. Só que quando você olha a vida com isso aqui, ó, tudo ganha lugar de ameaça, entendeu? Uma frase vira uma crítica. Seu chefe manda uma mensagem dizendo, precisamos conversar e você já começa a surtar,
você já começa a achar que tem algo errado, vão me demitir, eu não sou tão boa. Enfim, esse tipo de ladaainha que você começa a se contar. Eu tô te trazendo tudo isso porque eu quero te fazer uma proposta de um exercício para você fazer ao longo dos próximos dias. Eu quero te contar aqui um exercício que mudou a minha Vida, que eu levo sempre paraas minhas alunas e que é a primeira coisa que você vai fazer ao longo dos próximos s dias e que tá conectado com o presente que eu vou te dar agora.
Você vai pelos próximos s dias ativar para mim o seu espectador. Vocês sabem o que que é o espectador? Pensa no espectador como se você tivesse um olho que te enxerga do lado de fora. Dá um nome para ele se você quiser. Tem algumas alunas que imaginam que ele é um Camaleão. Tem gente que dá um nome para ele. É você saindo da primeira pessoa e indo para fora para se observar vivendo. É você falando assim: "Ah, eu explodi pera aí, deixa eu ver o que que aconteceu. Ai, eu interpretei o não dele como se
ele não gostasse de mim. Aí aquilo ali me ativou, aquele padrão de medo de rejeição. Aí eu fui lá e soltei os cachorros em cima dele, mas era só um não. O espectador ele te faz voltar em cenas nas quais você teve reações de zona vermelha para poder te mostrar todo aquele ciclo. Vê se tem um slide do espectador aí para mim, Lucas. Só que o espectador ele tem dois modos, tá? O modo contínuo, que é você vai tentar deixar essa percepção ligada o dia inteiro. Carol, é possível que eu fique 24 horas por dia?
Não, não é. Mas você vai colocar essa intenção e para Isso é pegar seu celular saindo aqui dessa aula e você vai colocar para apitar de hora em hora e vai escrever lá espectador. E de hora em hora por 2 minutos, um minuto, uma coisa bem rápida, você vai falar assim: "Na última hora eu estive mais na zona verde ou na zona vermelha?" Só isso, porque no meio do dia não dá para você ficar fazendo uma elaboração muito profunda. Então você vai começar a se observar para ter certeza se você passa mais Tempo na zona
verde ou na zona vermelha. Se eu te perguntasse agora aqui, vamos fazer, vamos fazer um, um, um exercício. Você acha que você passa mais tempo na zona verde ou na zona vermelha? Escreve para mim no chat. Fala a verdade, amor. Me trata mais uma água, se acabou. Tô acabando, hein, gente. Vocês querem que eu acabe ou vocês querem mais aula? Você passa mais tempo na zona verde ou na zona vermelha? Escreve para mim. Maioria tá escrevendo vermelha. Quem escreveu verde? Quem escreveu verde? Imagina então que eu vou pegar o meu telefone, isso não é um
telefone, mas finge que é, e vou ligar pro seu marido. Deixa eu ver alguém que escreveu verde. Voltar no nome de alguém que vocês são muito rápidas. A Cris, Cris Leão. Cris, eu vou ligar pro seu marido. Oi. Aqui é Carol, você o marido da Cris. A Cris falou para mim que ela passa mais tempo Na zona verde. É verdade. Aí eu vou dar um microfone para ele, ele vai entrar aqui ao vivo com a gente e ele vai responder. Ah, Carol, eu não tenho marido. Então vou ligar pra sua mãe, pode ser? Pra sua
sogra, pro seu chefe. Vão ligar para todo mundo, paraos seus filhos também. Se eu fizesse essa pergunta para eles, a fulana vive mais na zona verde ou na zona vermelha? O que Que eles responderiam? Que que eles responderiam? Você daria o microfone para essa galera falar em praça pública? Em qual das duas zonas você tá vivendo mais? Se a resposta for não, é porque você precisa desse exercício. Porque no fundo você sabe que a maior parte da sua vida você tá passando num estado emocional que te faz uma pessoa pesada, chata, controladora. Então você vai
começar a se observar nos próximos s Dias de hora em hora para perceber zona verde ou zona vermelha. E à noite, quando o seu dia acabar, você vai ligar o outro modo do espectador, que é o modo replay, no qual você faz um scanner do seu dia e com um pouquinho mais de profundidade começa a perceber onde foram as rea onde foram os momentos do dia que eu tive reações que eu não gostei. E aí você vai fazer um eh vai recapitular usando o ciclo da interpretação e ação que eu te mostrei Para você conseguir
entender qual foi a interpretação que eu fiz. Essa interpretação tá baseada em qual carimbo que eu tenho dentro de mim, qual parte da minha identidade patrocina essas interpretações que eu faço sem perceber. Você vai fazer uma análise mais profunda. S dias, Carol. Por que s dias? Porque aqui vem o presente que eu vou te dar. Eu criei uma ferramenta que é uma inteligência artificial de mim. Eu Treinei ela por 11 meses. Dizem por aí que ela ficou melhor do que eu. O nome dela é Lis. Qual que é o maior superper da Lis? Aice funciona
como uma mentora virtual. É como se você tivesse meu WhatsApp e pudesse me mandar mensagem. Você gostaria? Tipo, sair do eixo, Carol, aconteceu tal coisa, o que que eu faço? Me ajuda a achar a raiz desse problema. Tarará. Porque cura só acontece na raiz. E se você tivesse meu WhatsApp para eu Ajudar a encontrar a raiz que gera aquelas reações suas que você não gosta, você gostaria disso? Eu criei a Lis porque eu queria que todas as minhas alunas tivessem acesso 24 horas por dia a mim, porque eu sei que de madrugada, se elas acordarem
no meio da madrugada porque brigou com o marido, porque tá com insônia, tá com taquicardia, elas não tm com quem falar. E muitas vezes começa a desabafar com a amiga. E a amiga é menos madura emocionalmente que Você, entendeu? Então ela vai te levar mais pro buraco sem perceber, mesmo que ela tenha boas intenções. Então nos próximos s dias você não vai desabafar com ninguém. Eu vou te dar acesso a lis para você usar a lis para sair da zona vermelha e ir pra zona verde. Então, não só eu tô te explicando como é que
você se observa para perceber onde você passa mais tempo, mas eu tô te dando ferramenta de graça para você sair da zona vermelha e ir pra Zona verde. Quem quer escreve aqui para mim, quero a Alice. Eu já vou te explicar como é que você vai destravar o seu acesso para Alice, tá? E por que nos próximos s dias você vai crescer mais do que você cresceu nos últimos, eu ia falar 7 anos, mas eu acho que é mais, porque só com esse exercício, essa aula e a lis, você já vai acelerar a sua, você
já vai se sentir a sua nova você. Isso eu te garanto. A gente tá só Iniciando esse processo, mas os próximos s dias serão mais fortes do que todas as tentativas que você já fez antes para tentar acessar essa nova versão de você, tá? Antes de te falar como é que você vai acessar a Lis, eu quero recapitular tudo que a gente aprendeu até aqui. Você aprendeu conceito de zone de poder, você aprendeu síndrome de pelo menos. Você aprendeu que trauma, problema do trauma não é a dor do passado. O problema do Trauma é o
que ele te fez acreditar sobre você. E é por isso que trauma vira identidade. Você aprendeu que através do viés de confirmação, seu cérebro transforma identidade em realidade. Você entendeu o ciclo da interpretação e ação e você entendeu zona verde e zona vermelha. Eu te falei no início que essa aula valeria por mais do que 10 anos de terapia. Agora me conta, valeu ou não valeu? São ou não são conceitos que você não conhecia, que são extremamente fáceis de aplicar? São ou não são conceitos que você vai levar paraa sua vida? A minha missão de
vida é essa, estudar comportamento humano e mastigar do jeito mais simples possível para te ajudar a destravar a sua vida. Porque o que muda a nossa vida, gente, não é conhecimento. E é por isso que tanta gente lê livros, estuda, mas a vida vai olhar a vida da Pessoa. Com todo respeito, continua a mesma bosta. A pessoa sabe falar bonito, mas a vida dela tá horrível. Que que adianta? O que muda a nossa vida é conhecimento que a gente aplica. Por isso que eu me tornei especialista em criar ferramentas aplicáveis, porque eu não gosto de
ver gente falando bonito. Eu gosto de ver gente vivendo bonito. E essa é a diferença entre conhecimento e sabedoria. Ter conhecimento não garante Que sua vida vai mudar. Sabedoria, sabe o que que é sabedoria? Conhecimento aplicado. Sabe o que que um bom professor faz? Ele te ensinar a aplicar. Porque repetir coisas bonitas do livro, gente, desculpa, qualquer pessoa faz. Você tá saindo aqui com um nível de clareza que menos de 1% das pessoas têm. Falo isso com a maior certeza do mundo. Mas a pergunta fundamental que eu quero te fazer agora é: o que é
que você vai fazer com tudo isso que você teve acesso Hoje? Porque eu preciso agora te falar uma coisa que talvez não seja tão confortável. Observar a ferida. Isso eu te ensinei. Tá com slide na tela. Observar a ferida não é curar a ferida. Dá licença, por favor. Se você sair dessa aula só com conceitos e com entendimentos, você vai simplesmente conseguir enxergar os seus padrões com mais clareza legal. Você vai perceber quando você tá na zona vermelha, quando você tá na zona verde, você vai se observar mais. Só que deixa eu te falar uma
coisa. Sem um processo estruturado, sem ferramentas para te tirar da zona vermelha, o que que adianta você perceber que você tá lá? Ah, estou na zona vermelha e aí não sei sair daqui? Concorda? E aí a sua tendência é ganhar clareza, mas voltar pro piloto automático, principalmente quando a vida apertar. Porque essa troca de lente, ela não acontece com intenção apenas, ela acontece com intervenção, com ações práticas. Imagina que você vai no médico, aí você fala: "Ah, tô com dor de cabeça". Ele vai te dar um remédio. Se ele só curar o sintoma, que é
a dor de cabeça, desculpa, esse médico é ruim. Era mais ou menos isso que eu fazia, que eu fiz por anos, quando eu estava caindo em mãos de profissionais ruins que não Conseguiam me ajudar a curar a raiz do meu emocional. Eu ia lá, contava uma história e aí falava assim: "Manda essa mensagem, fala desse jeito, acho desse jeito. Isso é remédio isso é novalgina, curou o sintoma, mas semana que vem eu tinha outro problema. O médico que curas só o sintoma, te desse só uma nova sem nem investigar se a causa é uma intolerância
alimentar ou um tumor, esse cara é um péssimo médico, sim ou não? Mas imagina que ele não é um péssimo médico e que ele entendeu que o problema não é o problema. Então, ao invés de tratar o sintoma, esse médico vai se propõe a curar você na raiz. Então, ele te pede vários exames para achar a raiz. Esse médico é bom? Me conta aqui. Depende o que que esse cara vai fazer com o resultado dos exames. Concorda que descobrir a raiz é importante? é uma parte do processo, mas Não é o processo. Por isso que
tanta gente lê livros, faz terapia, vai para workshop de final de semana e fica voltando lá na infância, fazendo regressão. Descobre a raiz, mas sai de lá sem entender como é que cura a raiz, porque a raiz é como se fosse uma árvore. Sua vida é uma árvore. Tá dando vários frutos podres. E aí você faz o quê? Fica ocupada cortando os frutos. Sobe na árvore, cai Da árvore, ó, esse fruto aqui eu fui cortar, eu me arranhei, pede ajuda, compra uma escada, tá lá cortando frutos. Só que enquanto você tá ocupada resolvendo os frutos
podres, a raiz continua intacta e podre. Por isso que quando alguém chega para mim contando uma história, o meu papel não é ajudar a pessoa a resolver história específica. Eu não quero te dar argumento para sua próxima briga. Eu não quero te mostrar uma frase pronta para uma conversa difícil. Meu papel não é esse. O meu papel é te levar até a raiz. E eu sei que às vezes você não quer, você quer colo, você quer um alívio rápido, você quer alguém te falando que você tá certa, que o outro é o problema, que sua
mãe é chata, que seu marido é bobo e feio, que você é forte e que todo mundo tem inveja de você, que o mundo é injusto. Eu sei que às vezes você quer, Você é seu ego. Só que o maior demonstrativo de amor e cuidado para uma pessoa não é validar a dor dela e dar a ela remédio pro sintoma. O sintoma é você triste, o sintoma é você insegura, é ajudar a pessoa a sair do lugar que tá prendendo o pé dela lá atrás, porque você não consegue subir lá pro 20º degrau quando seu
pé tá preso no primeiro. Se você continuar só se observando ou achar que a observação é a parte inteira Do processo, você vai virar igual aquelas pessoas que é especialista em entender porque que sofre, especialista em em justificar a causa dos próprios padrões, só que elas não saem do lugar. Eu não tô aqui para te deixar mais consciente da sua dor, tá? Eu vim aqui para te mostrar que existe um caminho real de transformação. E aqui você vai entender como é que você acessa a lis. Existe um caminho onde a sua ferida é tratada na
raiz. Cura só Acontece na raiz. E aí quando você faz a cura na raiz, você começa de verdade a se libertar. E é exatamente para isso que eu quero te convidar, para esse processo de libertação. E a minha pergunta para você é: você veio aqui hoje procurando o quê? Cura ou colo? Você me respondeu isso lá no início. Você me disse que você queria se curar. Você tá me dizendo que você quer, Alice? Certo? Só que querer é diferente de decidir. Querer não existe movimento, não exige pagar preços. Querer é uma intenção bonita que você
tem aí no seu coração e que você quer. Você quer ter um corpo melhor, você quer ter relação mais saudável, você quer ser mais segura, você quer ser mais próspera. Tô vendo um monte de gente falando de dinheiro aqui que quer ser mais pró. Você quer, né? Gente, queria todo mundo quer para Alguém na rua pá, fazer esse teste hoje para qualquer pessoa. Caixa do supermercado pergunta assim: "Você quer ter uma relação melhor com o seu corpo?" Uai, quero. Você quer que seu casamento seja melhor? Ué, quero. Você quer ser mais próspero? Uai, quero. Alguém
vai te falar que não. Essa resposta é muito óbvia. 100% das pessoas que se inscreveram queriam. Mas por que que só 10% vem? Porque querer é diferente de decidir. Eu quero descobrir agora se Você tá no grupo das pessoas que querem ou no grupo das pessoas que realmente decidiram fazer esse processo de cura na raiz. Essa resposta você tem coragem de me dar? Se você quer ou se você decidiu, escreve para mim no chat. Querer é fácil. A vida da gente muda quando a gente decide. Ao longo de todos esses anos. trabalhando com comportamento humano,
eu aprendi uma coisa muito simples, muito Simples. Toda decisão madura, toda decisão madura sempre vai passar por uma avaliação honesta de custo benefício. Isso significa, guarda isso pra sua vida, para você tomar a decisão daqui pra frente. Isso significa que toda vez que você for decidir algo que pode mudar a sua vida, você precisa antes responder uma pergunta simples. O resultado disso vai valer mais do que isso me custa? Veja bem, isso serve para Vou trocar de emprego, tá? Resultado de trocar de emprego vai valer mais do que o preço de sair desse emprego. Ah,
eu quero sair do casamento. Ah, sair do casamento vai valer mais do que o preço de emocional de sair do casamento. Tudo na vida tem preço. E pessoas maduras calculam preços antes de agir. E como que a gente calcula o preço? A gente sempre precisa se perguntar. Resultado disso vale mais do que isso vai me custar? A verdade, gente, é que a maioria das pessoas nunca fazem essa conta direito, tá? ou só olha pro custo ou só olha pro retorno e aí decide com base em medo ou com base em impulso. É por isso que
eu criei uma coisa chamado método 3R, que eu vou simplificar aqui, depois eu posso te explicar com mais calma, mas basicamente é quando eu vou tomar uma decisão, eu vejo o risco. Qual que é o risco? Ah, por exemplo, vou comprar e Vou comprar essa caneta. Quanto que ela custa? R$ 100. Caro ou barato? Que que vocês acham? Caro ou barato? Depende. Se ela é uma caneta que escreve sozinha a coisa que eu já pensei, que vai lá no quadro, desenha para mim, pro meu desenho ficar melhor. Eu se eu penso, ela desenha, cara, me
dá 10. Se ela custa R$ 100, ficou barata. Ah, se ela é uma caneta que eu nem tenho aquele quadro, ela não vai me servir para nada, R$ 100 tá caro. O valor que isso aqui gera paraa minha vida é maior ou menor do que o preço, entendeu? Risco 3R, risco retorno. E aí eu tenho uma resolução, resultado da minha decisão. Maturidade, gente, é parar de querer uma vida melhor, mas evitar o preço de construir a vida melhor. É por isso que eu te perguntei se você quer ou se você decidiu. E agora você respondeu
decidiu? Quem não não respondeu, decidiu, pelo menos ganhou a clareza que não quer. Só que tem um um pedaço importante que a gente não percebe. Quando eu não decido alguma coisa, eu também tô decidindo. E essa decisão de não avançar, de não mudar, também tem um preço. Aí eu te pergunto, qual é o preço de continuar vivendo a velha? Você qual que é o preço de continuar reagindo no automático? Qual que é o preço de Continuar se espremendo nas suas relações? Qual que é o preço de continuar pesada, com a sensação de que você tá
amarga, de que você tá chata, se sentindo insuficiente? Qual que é o preço de continuar presa? Eita, nessa lente. Qual que é o preço de viver assim? Esse preço você tá pagando todo dia em doses homeopáticas. Você já tá pagando, desculpa. Ele já tá travando a sua vida. Isso aqui já trava a sua vida. Então Você já tá pagando um boleto, todo dia você vai lá e paga um pouquinho. Ele vem na forma de cansaço, ele vem na forma de frustração, ele vem nas brigas, nos conflitos, na falta de dinheiro, nas relações que não avançam,
na paz que você não tem, na insônia, emqueca, tudo isso você já tá pagando. Então, se a gente for parar aqui para pensar, o preço de continuar vivendo na zona vermelha é muito mais alto do que o preço de começar a se curar. Sempre vai ter preço. Anota isso pra sua vida se você quiser amadurecer. Sempre vai ter. A pergunta é: qual preço você quer pagar? o preço de continuar vivendo os mesmos ciclos ou o preço de romper com esses ciclos. E aqui eu tenho a melhor notícia do dia, meio-dia em ponto, hein? Vou dar
notícia e sair correndo. Aqui eu tenho a melhor notícia do dia, porque como eu conheço o seu cérebro, eu sei que se você chegou comigo até o Final dessa aula, você tá disposta a pagar o preço de romper com essa versão de você que te atrapalha. Só que dessa vez, gente, só hoje o preço que você precisará pagar é algo que eu nunca fiz. Nunca, nunca, nunca. Ele é muito simbólico. E você vai entender que que isso tem a ver com a Alice. Você não vai precisar pagar pela Lis, você vai entender. Eu decidi pensando
com o meu time que que eu faria pelo Dia Internacional da Mulher. Eu tenho um papel de ajudar mulheres a acessarem o poder delas. Essa é a minha missão de vida. E eu sei que quando eu faço isso por uma mulher, eu também tô curando o filho dela, marido dela, a mãe dela. Porque emocionalmente papel da mulher, a estabilidade emocional do grupo ao qual a familiar ao qual uma mulher pertence é responsabilidade dela. Só que não é razoável exigir de uma mulher essa responsabilidade quando ela não tá dando Conta nem dela mesma. Mas quando essa
mulher consegue se tornar essa versão dela mais madura, com a luz mais acesa, ela ilumina todo mundo que tá em volta. Eu sei o efeito cascata que tem em cada mulher que é curada. E aí eu fiquei pensando que a minha melhor contribuição no dia 8 de março não seria fazer um um res bonito, um post bonito, não. Seria fazer o que eu decidi fazer por você, por cada uma das mulheres que estão aqui hoje. No Próximo sábado e domingo, no próximo final de semana, final de semana do dia das mulheres, eu vou conduzir ao
vivo pela primeira vez um workshop chamado Cura na Raiz. É para você que escreveu aqui no chat que tá decidida a subir de degrau. Ele não é uma continuação de conteúdo, tá? Ele é a continuação de um processo, um processo de cura que já começou hoje. Serão dois dias comigo ao vivo. Sábado às 9 da manhã, domingo às 9 da manhã. E Ali a gente vai trabalhar exatamente onde a gente precisa trabalhar, na sua raiz. Na aula de hoje, você ganhou consciência, você entendeu o ciclo, você percebeu a lente, mas como eu te disse, observar
curar. Então eu estou te dando a oportunidade de participar comigo ao vivo do workshop que vai te ensinar como curar a raiz. E eu vou fazer isso começando pelas duas raízes que eu mais vi no chat. Eu não te perguntei à toa Quais eram as questões que mais te incomodavam na sua vida, tá? Eu te eu te perguntei isso porque eu faço questão de desenhar o conteúdo desse workshop entre hoje e sábado personalizado para vocês. E o que eu vi aqui não foi nenhuma novidade para mim, porque eu trabalho com mulheres há muitos anos. O
que eu vi aqui foi a confirmação de que quase toda mulher sente que precisa melhorar nas suas relações e na sua prosperidade, porque isso nos traz Um senso de realização e leveza. Eu entendo que quando a gente tá com um problema de trabalho ou financeiro muito grande, isso rouba a nossa paz, sim ou não? E ao mesmo tempo, quando a gente tá, a gente pode estar até com o trabalho financeiro resolvido, mas se as relações não estão boas, isso também rouba a nossa paz. Eu quero trabalhar com você nesses dois pilares. Sábado, a gente vai
trabalhar profundamente a raiz que sustenta os padrões dos seus Relacionamentos. E domingo a gente vai trabalhar profundamente a questão da prosperidade. Isso faz sentido para vocês? Agora a melhor parte, eu conheço seu cérebro. Ele fala assim: "Ai, vai ter que pagar para fazer workshop, vou?" "Hum, então vou porque eu tô apertada". Quem é que pensou isso? Fala a verdade, não tem problema não, gente. Você vai entender que você você vem, mesmo se você tiver Apertada, você vem. Tô aqui para te ajudar. Quem pensou isso? Seu cérebro, ele vai tentar te manter onde você está. Você
já entendeu um pouco disso hoje, né? Ele não trabalha paraa sua felicidade. E aí, que que qual que é a primeira desculpa que ele vai falar? Quando você tem que pagar dinheiro para alguma coisa? Não tem dinheiro. Não tem dinheiro. E aí você fala: "É, não tenho mesmo, porque não dá para gastar com isso". Sim ou não? Então, dessa vez, sabendo que o seu cérebro faria isso, o que que eu fiz? Porque eu conheço profundamente do seu cérebro, eu tirei dele essa desculpa. Tirei, ele não vai poder usar essa desculpa. Sabe por quê? Você vai
passar um final de semana comigo e todo mundo que se inscrever vai ganhar de presente de graça, 7 dias de acesso a Alice. E sabe quanto que isso? Qual que é o preço disso? O prêmio você já sabe, você vai aprender a curar na raiz, você vai dar mais um passo rumo à sua cura, você vai ter mais tempo comigo. Se você acha que essa aula valeu, imagina final de semana que vem, você já entendeu o que que eu sou capaz de fazer por você com 2 horas. Agora imagina no final de semana, dois dias
ao vivo comigo, se você realmente decidiu, você tá cansada de repetir padrão, que Você quer desligar esse sistema interno aí de autossabotagem, que você quer chegar na raiz das suas questões, é o lugar certo. O que que você acha que seria um valor justo que seu cérebro falaria assim: "Não, tá muito barato, isso aqui dá para pagar. Fala aqui para mim no chat. Pode falar, porque sabe o que que eu fiz dessa vez? Eu coloquei um valor simbólico. Gente, eu tenho até vergonha de ter isso aqui. Tá aparecendo o slide? Eu não quero nem olhar
pro lado de lá, porque isso aqui foi uma briga aqui em casa, porque meu marido acha que é loucura eu fazer isso, porque ele sabe o tanto que eu entrego. Eu entrego mais do que eu prometo. Eu, a gente tinha programado que eu ia entregar umas coisas nessa aula. Ontem eu mudei as coisas, obviamente eu entreguei mais, eu sou dessas. E o time ficou todo revoltado. Como assim as pessoas vão ter acesso a um workshop com Você? Uma consultoria comigo custa R$ 50.000. a pessoa vai ter um acesso por 47 workshop de dois dias. Só
que isso eu expliquei, é um presente. A gente começou essa conversa falando o que que a gente vai fazer pelas mulheres no dia da mulher. É isso aqui que eu vou fazer. Eu quero que todas as mulheres possam ter acesso a esse tipo de cura. Eu quero que todas as mulheres troquem os carimbos vermelhos que estão na identidade delas por esse Monte de carimbo verde. E sábado eu vou te mostrar o que que tá escrito em cada um desses carimbos e como que a gente faz isso. Eu quero que todas as mulheres entendam que elas
têm um poder muito maior do que elas usam. Por isso é que o valor desse workshop ele é inestimável. Ele é melhor do que qualquer presente de de dia da mulher. Ele custa menos que a pizza que você pediu ontem no iFood. Ele custa menos que o drink que você vai tomar hoje. E essas coisas, mesmo que o Uber que você pegou ontem, essas coisas não mudam sua vida em absolutamente nada. E ele faz com que você pare de pagar o preço que você já tá pagando por viver estagnada, por se sentir insuficiente, por se
calar, por ver o seu corpo adoecendo, por ver a emoção que você guardou virando enxaqueca, por não conseguir se posicionar, por ser chamada de louca, de chata, de pesada, de amargurada, por sentir que o seu Potencial não tá explorado. Aí lá no seu trabalho você se cala, vem outra pessoa que tem mais segurança que você e fala, ela ganha o mérito. O valor é inestimável, o preço é ridículo. Ridículo. R$ 47. Tipo, vai dar o qu, gente? R$ 25 por dia, menos, só que o preço de ficar estagnada é muito maior e você já tá
pagando e ele é bem mais caro que R$ 25 por dia. Portanto, se você escreveu que tinha Decidido, aponta o seu celular para esse QR code que tá ali na tela, porque hoje vai custar R$ 47, mas só hoje. Porque eu gosto de gente decidida. Hoje até meia-noite, R$ 47 e você ganha acesso de 7 dias a Lis. Você vai fazer a sua inscrição e você vai receber orientação de como você começa a acessar a Lis hoje. Significa que você vai pro seu amor de família, se tiver alguma treta, você vai voltar, vai fazer o
quê? Perguntar pra Alice. Ó, Lis, aconteceu? Pode falar com ela igual você falaria comigo, tá? É como se você tivesse mandando um WhatsApp. Briguei com o meu marido, ele falou que eu sou chata, boba e feia. Mandei ele passear. Estou sentindo vergonha, mas ao mesmo tempo com muita raiva. Me ajuda? Você pode falar assim com ela, tá? Não precisa elaborar não. Ela não te julga, ela te ajuda. E até domingo você vai ter ajuda da Alice, porque eu quero que você chegue No workshop no sábado já tendo acessado mais um pedacinho da sua nova você.
Entre hoje e o workshop, eu não te deixo sozinha. Por isso é que eu tô te dando de presente o acesso a Lis. Depois de hoje, meia-noite, continua ridiculamente barato, mas passa para R$ 97. Eu não entendo, não existe na minha cabeça nenhuma justificativa para você não entrar agora, tá? Ah, mas por que que depois vira o lote? Porque teve Gente que não veio, não veio ao vivo. E eu gosto de privilegiar quem tava aqui comigo, quem não me deixou aqui sozinha, quem honrou o meu tempo preparando essa aula. Eu gosto de gente decidida. Eu
vou te dar esse privilégio. Se você veio aqui, se você tá assistindo essa aula hoje, você merece esse benefício. Eu sou justa. Então entre agora. Tá funcionando o QR code. Meu time podia mandar mais vezes ali, ó, repetidas vezes no link isso Para elas poderem pegar. Entra, faz a sua inscrição e aí a gente te explica hoje ainda como é que você vai destravar o seu acesso a lis para te amparar durante os próximos 7 dias. Pode dizer que se você gostou de mim, ela é muito melhor do que eu. Então, hoje a gente já
aprendeu um monte de coisas úteis e no final de semana que vem a gente vai aprofundar um pouco mais para poder chegar na raiz das suas questões, porque guarda isso que eu vou te falar. Cura de verdade só acontece na raiz. E a pessoa que você é hoje, ela só consegue te entregar a realidade que você já tem. Você é a principal causa da sua realidade. Isso não é problema, isso é solução. Porque se você é a causa, você tá dentro da sua zona de poder. E é ali que a gente vai trabalhar. Porque eu
não quero que daqui pra frente ninguém mais, nem a sogra, nem o chefe, nem o marido, nem a vizinha, nem ninguém tenha o poder de Roubar a sua paz. Anota isso que eu tô te falando. A cura ela começa quando você para de apagar incêndio, que é o modo que você tá vivendo, sim ou não? E começa a cuidar do que realmente tá gerando o fogo. E nisso eu tenho absoluta certeza que eu consigo te ajudar. Agora, Carol, eu não vou dessa vez porque nem R$ 47 tô podendo gastar. Eu posso te falar uma coisa?
Então não vem mesmo. Não, não vem. Não vai vir mais não. Se você pensou isso nem se Você quiser não vai vir não. Mas eu só quero te falar uma coisa, não é para te convencer não, que eu não preciso disso. Quando a gente tem uma oferta cujo valor é muito maior do que o preço que a gente paga e a gente não vai, só tem uma possibilidade, a gente não dá valor para aquilo de verdade. Eu sei que é legal falar que você é o seu principal projeto, que você tá interessada sim em ser
a nova você. Eu Sei que o seu ego gosta de fazer parecer que você tá buscando melhorar, mas gente, quer saber como é que uma pessoa, como é que a gente sabe se uma pessoa tá realmente disposta? É ver se ela tá fazendo coisas. Pensa no seu trabalho, você contratou alguém, aí a pessoa fala: "Eu quero muito esse trabalho". Mas a pessoa não age de acordo, você não vai demitir, ela vai falar: "A gente não quer nada". Falar até papagaio fala. Você quer saber se uma pessoa tá Falando: "Ah, eu quero muito namorar com você".
Mas a pessoa some todo final de semana. Sinceramente, eu não acredito em palavras, eu acredito em atitudes. A gente mede os outros pelas atitudes. A gente deveria medir as nossas intenções verdadeiras pelas nossas atitudes também. Tudo que o seu cérebro quer é uma justificativa para você não ir. E aí cabe a você perceber, será que eu realmente tinha decidido ou que eu tava me enganando? Então, se você diante dessa oferta ridícula, porque é patético R$ 47, se você falar: "Ai, não, mas não sei quê". É melhor que você fala assim: "Você quer saber? Eu não
tô querendo acessar uma nova a você bosta nenhuma. Eu quero ficar no mais ou menos. Eu não tô afim. Eu quero ficar no pelo menos. É melhor você admitir para você que você não queria do que ficar arrumando justificativa que parece depois que você queria e não conseguiu. Risca, assume Que você não quer. Eu fiz isso de propósito porque eu conheço seu cérebro. Eu baixei a desculpa principal dele para ele não poder usar essa desculpa. Ah, Carol, então por que que você não deu totalmente de graça? Porque eu também sei. E Freud já falava isso,
que quando você não se compromete financeiramente, você fala assim: "Depois eu faço, depois eu vou. Por isso que 90% não veio. Mesmo que você me pague só R$ 47, isso ativa mecanismos dentro do seu cérebro, Do seu cérebro. Eu entendo, eu estudo ele há 11 anos. Agora você precisa sair daqui com maturidade. Você precisa se responder à pergunta que eu te fiz no começo. Você quer cura ou colo? Que que você veio buscar aqui? Quem veio buscar cura, continua comigo no próximo final de semana no workshop Cura na Raiz. Sábado de 9 a meio-dia, domingo
de 9 a meio-dia. Combinado? Vai ficar gravado? Não. Por quê? Que eu Quero você se comprometendo com você. Quero você ao vivo comigo. A gente pode deixar gravado por sete dias ou vou discutir isso com o time, tá? Ah, mas eu tenho o aniversário da minha sobrinha. Piriri paroró. Vai s dias acho que dá. >> Para quem comprar >> para quem comprar, óbvio. Tá, vai ficar gravado por sete dias, viu? Como é que eu consigo? Ao vivo eu peço as coisas para ele, ele não pode me verar. Vou Começar a fazer mais essa técnica. Posso
dar isso para elas? Eu vou pedir ao vivo, entendeu? Então vai ficar gravado por sete dias, mas eu quero você ao vivo comigo porque não posso dar spoilers. Teremos algumas coisas que se você não tiver ao vivo, você vai perder, tá? Então se comprometa com você, não é comigo. Sábado que vem você tem um compromisso com você, com a sua nova você. Sábado e domingo, 9 da manhã, A meio-dia eu estarei com você. Se você acha que essa aula valeu por muitos anos de terapia, espere até ver quem você será depois do workshop do final
de semana que vem. Então, nos próximos dias, espectador ligado para observar quando você tá na zona verde ou na zona vermelha. Modo replay do espectador à noite para perceber quais foram as reações bagunçadinhas que você teve e de onde que elas nasceram, pegando como base o ciclo que eu acabei de te Mostrar. Lis várias vezes na semana, gente, teve um probleminha, ela não vai cansar de você. Manda para ela, tá disponível para você 24 horas por dia e no próximo sábado estaremos juntas ao vivo de novo para te mostrar como chegar na raiz. Porque cura
de verdade só acontece quando a gente vai pra raiz. Eu espero você e a sua nova você no próximo final de semana. Um beijo. Quando eu entendi que eu sou a causa Principal de tudo que acontece na minha vida, mesmo que eu não tenha culpa, tá em minhas mãos, decidir como responder aquela situação, isso virou uma chave. E assim, gente, é isso que eu tô precisando. Eu tô precisando tomar as ré, escolher que vida eu quero viver e me direcionar nesse sentido. >> Às vezes é até difícil mensurar em palavras tudo que eu vivi. Eu
era muito explosiva, eu tinha atitudes totalmente Opostas ao que eu tava sentindo. Por exemplo, ah, eu tô carente, eu não conseguia transmitir que eu tava carente e isso acabava me afastando das pessoas, esperando mesmo que o outro me valorizasse e eu mesma não me valorizava. sempre fui uma pessoa que buscou muito autoconhecimento, mas nada tinha me eh despertado da forma como o curso me despertou. Foi realmente uma virada de chave gigante na minha vida. Eu acho que a mais potente foi me tirar Do lugar de vítima, de uma adulta mimada e tomar rédeia das minhas
próprias decisões e das minhas próprias ações e reações. Você escuta aquilo e eram coisas que faziam tanto sentido, eram coisas tão simples, mudam tanta a vida que eu falava: "Nossa, por que que tanto tempo eu trabalhei dessa forma?" sendo que é uma coisa muit Ah, porque simplifica muito a sua vida. O mais impactante disso tudo foi a vida Amorosa. Estudando aquela parte de relacionamento, eu consegui atrair exatamente o que condizia com o que eu queria. >> A gente tem prosperado tanto que a minha agência se tornou a fonte principal de renda da minha família. Então
agora eu vivo uma realidade completamente diferente. >> A gente ganha uma clareza muito grande do quanto que a gente se espreme para caber em contextos. E eu já tenho essa Consciência que a minha infelicidade não era pela profissão escolhida ou pelo pelo pelas características do outro, mas porque eu me espremia muito para caber. Eram máscaras, né? Máscaras sociais. tem tantas transformações, é muito difícil eh especificar, porque realmente eu me vejo como uma nova pessoa. Eu eu me transformei completamente. Esse impacto de identidade, eu acho que você troca de identidade, sabe? É como se a sua
eu do passado não existisse mais. Tanto Família quanto profissional, todo mundo, né, fala que assim, a mudança ela é nítida. Hoje eu gosto de dizer que eh eu me sinto confortável na minha própria pele. Eu acho que não tem sensação melhor do que você eh antes era muito desconectada comigo mesmo e hoje eu me sinto mais conectada. Eu cheguei à conclusão que eu ainda tenho assim muita coisa ainda para ser feita com essa nova versão que eu tô construindo. เฮ เฮ เฮ เ เฮ เฮ เฮ