Glória a Deus. Muito bom dia a todos, a vocês que nos acompanham pela transmissão. Nós temos certeza de que Deus, por meio da sua palavra, vai fortalecer não apenas nossa consciência, nossa fé, gerar uma resposta. Eu tô muito empolgado de poder dividir o que eu tenho para compartilhar com vocês hoje. Nós estamos falando bastante sobre vida abundância e como falei nos outros domingos, fizemos toda uma preparação de fundamentação bíblica e para que a gente tivesse uma visão equilibrada antes de entrar no assunto de abundância financeira, mas mesmo desde que começamos, né, com toda a cautela
de entender com clareza a visão completa do assunto. Hoje eu quero mexer num dos níveis de contribuição, que é o dízimo e trazer o que desde o início a gente tem chamado a perspectiva que é fazer a coisa certa do jeito certo, né? E particularmente eu quero dividir algo que foi uma revelação que mudou, né, a minha a minha vida, que diz respeito a uma percepção de que o dízimo é um ato profético que celebra a redenção. Ele não apenas pertence à nova aliança, né? Ele tem um peso didático e de celebração da própria redenção.
E eu quero poder compartilhar isso com você. Convido você a abrir sua Bíblia no livro de Malaquias, no capítulo 3, e nós vamos começar lendo dos versículos 6 até o 12. Malaquias capítulo 3, dos versos 6 a 12. Eu vou ler na Nova Almeida atualizada. E o texto sagrado diz assim: "Porque eu, o Senhor, não mudo. Por isso vocês, filhos de Jacó, não foram destruídos. Desde os dias dos seus pais, vocês se afastaram dos meus estatutos e não os guardaram. Voltem para mim e eu voltarei para vocês, diz o Senhor dos Exércitos. Mas vocês perguntam:
"Como havemos de voltar? Será que alguém pode roubar a Deus? Mas vocês estão me roubando e ainda perguntam: "Em que te roubamos?" Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição vocês são amaldiçoados, porque estão me roubando vocês, a nação toda. Tragam todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa. Ponho-me à prova nisso, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não lhes abrir as janelas do céu e não derramar sobre vocês bênção sem medida. Por causa de vocês, repreenderei o devorador, para que não consuma os produtos da terra, e não deixarei
que as suas videiras nos campos fiquem sem frutos, diz o Senhor dos Exércitos. Todas as nações dirão que vocês são felizes, porque vocês serão uma terra de delícias, diz o Senhor dos Exércitos. Eu quero usar esse texto como ponto de partida e uma espécie de trilho pro compartilhar. Antes de mais nada, né, preciso testemunhar e reconhecer que nasci no lar cristão, sou filho de pais que eram tementes ao Senhor e praticavam, né, o dízimo. Então, antes de aprender sobre os preceitos do Dízimo, eu já pude aprender na experiência pela prática. Primeiro lugar, vendo meus pais
fazer, depois sendo orientado a também fazer, né? Quando meus filhos eram pequenos, nós não esperamos nem eles aprender a andar. A gente treinava entregar oferta já levando no colo. Se tinha o suficiente para segurar o o recurso e soltar no gasofilaço, já tavam no treino. Eles cresceram fazendo a mesma coisa. Agora eu tenho alegria de ver meus filhos ensinando os meus netos. Mas a verdade é que você pode, por gerações, repetir comportamentos e muitas vezes não ter um entendimento daquilo que você está fazendo, né? E por mais que se faça a coisa certa, né? A
melhor maneira de fazer a coisa certa é do jeito certo. Isso envolve não só motivações, mas envolve um entendimento, uma percepção. Então, logo fomos chegando ali na fase de pré-adolescência, meu pai começou a explicar mais sobre o dízimo, que o significado da palavra dízimo era a décima parte, que 10% de tudo que ganhamos, né, deve imediatamente ser separado para o senhor. Eu lembro que meu pai não deixava nem a gente fazer compra programada, gastar dinheiro antes de entregar o dízimo. Ele dizia: "Não compre, não chegue pré-datado, né? Espere entregar o dízimo." Deus não tem direito
só a 10ma parte. A primeira da 10ª parte é dele. Papai dizia: "Não dê só daquilo que você ganha. Toda forma de benefício." Eu lembro quando comecei a trabalhar como office boy, né? que tinha como parte dos benefícios lá o antigo Ticket restaurante. E papai dizia 10% disso você vai entregar, né? A igreja ainda que não transforma aquilo em dinheiro, pode usar para ação social, pode dar de comer para alguém. E a gente sempre fez com o tempo, né? Eu comecei depois já passar a adolescência, juventude, estudar mais, não apenas a Bíblia, mas a teologia.
E é nesse ambiente que você vai encontrar informações boas, mas muitas vezes também informações cruzadas, confusas, às vezes um ambiente que eu chamo não de fé, mas de incredulidade. Eu comecei a ver muitas pessoas atacando o dízimo como se ele fosse uma prática restrita ao Antigo Testamento, né? E de fato, quando a gente fala de interpretação bíblica, acredito que um dos maiores desafios da interpretação bíblica é você saber lidar com aquilo que passa e o que não passa da antiga paraa nova aliança. É evidente que uma série de mandamentos hoje, né, nós olhamos para eles
como ritos cerimoniais que se encerraram junto com a antiga aliança. Quando nós temos uma mudança de sacerdócio no Novo Testamento e Cristo passa a estabelecer um novo sacerdócio no lugar do sacerdócio levítico, houve mudança de lei. Hebreus capítulo 7 verso 12 diz onde a mudança de sacerdócio, a mudança de lei. Hoje nós não praticamos mais os sacrifícios, por exemplo, do Antigo Testamento. Eles têm uma aplicação simbólica, né? O Novo Testamento claramente fala, né, de sacrifícios espirituais, sacrifícios de louvor, mas já não são literais. No entanto, nós Continuamos aquilo que eles significavam já depois do seu
cumprimento. Mas há mandamentos que do antigo pro novo passaram de forma literal. Paulo escreve aos Efésios, uma igreja dos gentios, e ele diz: "Honra teu pai e tua mãe para que tudo te vá bem, seja de longa vida sobre a terra, porque este é o primeiro mandamento com promessa." Alguém diz: "Bom, então os 10 mandamentos passaram?" Não. Você vê o ensino do Novo Testamento a respeito do sábado. Paulo escrevendo aos Colossenses diz: "Ninguém vos julgue por causa de dia de festa, lua nova ou sábados." E diz: "Essas coisas são sombra de bensindos". O Novo Testamento
já não trata o sábado de forma literal, né? e nem tampouco substituiu pelo domingo, como muitas vezes o cristianismo tem tentado fazer uma troca de um dia específico. O dia do Senhor é uma referência ao dia da ressurreição. O fato deles terem decidido cultuar nesse dia não estabelece uma mudança do dia do mandamento. A verdade é que Paulo escreve aos Romanos e diz: "Um faz diferença entre dia e dia, outro julga igual todos os dias. Um não julga e o outro. Se Paulo tratasse como mandamento, ele não ia dar liberdade para quem julga iguais todos
os dias continuar assim. Então, nós temos um desafio e, evidentemente, nem se eu usasse o tempo todo da pregação para falar isso seria suficiente. A menor aula que eu já dei para falar sobre isso foram duas horas. Tô escrevendo o livro inteiro sobre como lidar, né, com interpretação do que passa do Antigo Novo Testamento. Então, eu preciso ser Rápido aqui, mas eu não quero ignorar a dúvida que alguns podem ter, né? Ah, mas o senhor leu um texto do Antigo Testamento e já vou dizer por que ele está alinhado com o Novo Testamento. Quando nós
falamos, né, do que passa e do que não, né, evidentemente existe mandamentos que passaram, como eu falei do honra teu pai e tua mãe, existe aqueles que não. Quando Jesus se levanta como novo legislador e diz: "Ouviste o que foi dito aos antigos, lei de Moisés, no sermão do monte: Amarás o teu próximo, odiarás o teu inimigo". amar o próximo é relativamente mais fácil, apesar que alguns de nós, né, tem um ou outro próximo que é mais desafiador. Mas odiar o inimigo, qualquer um de nós cumpriria com facilidade. Aí Jesus basicamente tá dizendo: "Esquece isso.
A partir de agora vocês vão amar os inimigos e orar pelos que vos persegem. Aqui nós temos a revogação de um mandamento anterior e o estabelecimento de um novo completamente distinto. Isso nós chamamos de revogação. Jesus pega um outro dos 10 mandamentos e não apenas o passa de uma aliança para outra. Ele amplia e diz: "Ouviste o que foi dito aos antigos? Não adulterarás". Ele trata o adultério físico literal e disse: "Eu, porém vos digo, qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração, e ainda que a gente faça distinção de atração e
intenção impura, ele diz que dá para adulterar sem contato físico. Ele disse já cometeu adultério." Ele não só passou, ele ampliou o mandamento. Você tem questões que são adaptações. Ou você tem uma adaptação de propósito sem que se mude a prática. ou você tem adaptação da prática sem que se mude o propósito. Então, por exemplo, no Antigo Testamento, nós tínhamos uma ordenança na lei: "Não atarás a boca do boi que debulhe". Esse texto é largamente usado no Novo Testamento para dizer que o trabalhador é digno do seu salário, mas a gente não cumpre literalmente esse
negócio com os bois. Nós entendemos o propósito e o propósito passa, mas não a prática. Então nós temos inúmeros, né, desafios. Nós temos aqui eles foram conservados de forma plena. Agora, há revogação. Há, mas revogação não se constitui nem no silêncio, nem com pouca informação. Revogação precisa ser explícita. E a primeira coisa que eu falo a qualquer pessoa que questiona o dízimo no Novo Testamento, eu digo: "Nossso Senhor ou os apóstolos em algum momento revogaram o dízimo?" Não, mas não falaram muito. Falei: "Não falar é diferente de não revogar". Agora, nós temos um texto no
livro de Hebreus que é muito mais claro do que as duas menções de Jesus. Eu vou começar pelas duas menções de Jesus, porque o texto de Hebreus vai ficar para depois, né? Em Mateus, no capítulo 21, no verso 22, perguntaram a Jesus se era lícito pagar o tributo a César. Jesus diz: "Me dê uma moeda". Eles dão. Diz: "De quem essa imagem?" Eles diz: "De César". Ele falou: "Então dê a César o que é de César." E ele parou aí. Não, ele respondeu que não perguntaram e dê a Deus o que é de Deus. E
normalmente quem tenta dar uma desperta com César vai tentar dar uma desperto com Deus. O que Jesus ensina é que, assim como César tem o imposto, era uma fatia proporcional aos ganhos. Assim como César tem um percentual da sua renda, Jesus está Dizendo: "Deus também tem um percentual da sua renda". A única de todas as contribuições. Você pode falar de esmola, de oferta, do que for. A única contribuição proporcional aos ganhos é o dízimo. Então Jesus não tá falando de outra coisa. Mas em Mateus 23:23 é o momento onde Jesus é mais claro. Todo o
tempo, conversando com os fariseus, se Jesus não confronta eles por fazerem a coisa errada, normalmente ele confrontava por fazerem a coisa certa do jeito errado. O único momento que Jesus reconhece que eles não fizeram nem a coisa errada, nem tampouco a coisa certa do jeito errado, é quando o assunto é o dízimo. Mateus 23:23 falando aos fariseus, Jesus disse: "Vocês dão o dízimo do Hendro, da hortelã e do comimho". Os fariseus era a seita mais severa do judaísmo. Era o que hoje alguns chamaria de os Carolos, os beatos da época. Não tinha ninguém tão devotado
ao cumprimento da lei como eles. Acabaram se tornando legalistas, muitas vezes hipócritas, sim, mas a letra da lei, eles procuravam obedeccê-lo. E eram tão sério que dizimava até a horta de casa. Mas Jesus diz, "Mas vocês negligenciam a fé, a justiça, depende da versão, né? A misericórdia." E aí Jesus diz o seguinte: "Essas coisas", dizimão, o o Endro, a hortelã e o cominho vocês deveriam fazer sem negligenciar aquelas justiça, misericórdia e a fé. Em outras palavras, não é porque estão certos nisso e devem continuar fazendo isso e vocês deveriam evitar aquilo. Jesus estabelece inúmeras revogações.
Ele não vai dizer que deveria se continuar Fazendo algo se a proposta fosse revogar. A única coisa que ele diz é: "O fato de estarem certo no dízimo não dá o direito de errar em outra coisa". Mas como eu disse, o livro de Hebreus é o que sustenta a clareza dessa transmissão. Antes de chegar lá, eu estou começando a partir do texto de Malaquias, porque foi nele que Deus abriu os meus olhos. Eu lembro de um momento, já tinha publicado a primeira, né, edição do meu livro, o o uma questão de de honra e na
época não tinha o capítulo que trata desse assunto que eu vou compartilhar com vocês aqui hoje. Então, eu já ensinava um pouco sobre o dízimo, defendi-lhe na nova aliança, mas eu lembro que um dia eu estou lendo, relendo esse texto de Malaquias, eu chamo esse processo de meditação. Você fica lendo e relendo o texto muito tempo. Às vezes são horas, às vezes são dias. Leio, oro, leio, oro. Alguém disse: "Pastor, tá lendo de novo para ver se não viu algo". Eu falei: "Não, na perspectiva racional, porque às vezes você já tá com o texto todo
decorado." Mas é aquela oração do Salmo 119:18. Senhor, desvenda os meus olhos para que eu contemple as maravilhas da tua lei. Para mim é um ato de dependência dizer: "Algo pode ser visto só com a tua ajuda". E eu tava ali enroscado faz tempo orando. E de repente me veio no meu espírito um questionamento. Qual é a demanda que Deus por meio do profeta está abrindo contra a nação de Israel? Aí eu olho de novo e digo: "Bom, Deus tá acusando o povo de roubo." Então, a demanda diz respeito à propriedade. Ele tá confrontando um
ato De apropriação indébita, indevido, falando numa perspectiva mais jurídica, a discussão em torno de propriedade. Quando eu cheguei a essa conclusão, parece que meus olhos se abriram. Porque não dá para entender propriedade de Deus na perspectiva bíblica, sem levar em conta uma das principais doutrinas bíblicas, na minha opinião, a espinha dorsal da revelação bíblica é a doutrina da redenção. Porque eu e você precisamos entender o que é redenção. A maioria dos crentes, quando houve redenção, eu via isso desde criança, a gente pensa perdão de pecados, salvação, escapar da condenação eterna, né, paraa salvação eterna. Mas
tudo isso são consequências de uma redenção aplicada no plano espiritual. Mas não é a definição de redenção. Redenção, na sua essência na Bíblia significa o resgate de uma propriedade. E eu e você precisamos entender isso. Eu costumo dizer, quando os judeus falavam de redenção, não precisava explicação, porque culturalmente todo mundo sabia o que era. antes de ser aplicada como figura espiritual, ela era uma transação comercial e era parte da lei de Moisés, que além de ser a Bíblia do povo do Antigo Testamento, era a Constituição, o Código Civil Penal, né, que eles tinham. Então, eu
e você precisamos compreender que às vezes nós estamos ouvindo eles falar de uma coisa que nós não estamos familiarizados. Deixa eu te dar o exemplo do que é essa percepção cultural. Se eu falar aqui a palavra feijoada, precisa explicar alguma coisa? Não. Todo brasileiro sabe o que é feijoada. Teve uma época que isso era prato típico dos cariocas, já faz muito tempo que assim como o churrasco já não é mais só dos gaúchos, né? Feijoado também não é só dos carioca, virou patrimônio nacional. Qualquer lugar, qualquer estado, qualquer canto do Brasil, qualquer brasileiro sabe o
que é feijoada. Eu quando ouço a palavra feijoada, para mim, ela vem acompanhada de visão, ela vem acompanhada de cheiro, né, de sabor, né, eu consigo lembrar tudo. Agora, uma vez nós recebemos um pastor que veio de um outro país, de outro continente lá da África e numa conversa ele me disse: "Gostaria de comer uma comida típica brasileira". Falei: "Além do churrasco você já comeu, nós podemos te fazer uma feijoada?" E ele me fez a pergunta que eu nunca imaginei que eu ia ouvir na vida. O que é feijoada? Até porque ele não fala o
português, a palavra feijoada não remitia feijão. E eu pasmo ali com momento, falei: "Puxa, esse cara não sabe, vou ter que explicar". Falei: "É um prato à base de feijão". Ele me olha e fala: "Só feijão?" Pais dele, eles não comem muito feijão como a gente. Seria tipo grão de bico para alguns de nós. Eu falei: "Não, também tem carne". Aí ele me pergunta: "Que tipo de carne?" Eu falei: "É melhor você comer primeiro, depois eu te dou toda a receita". Quando eu falei isso, ele não, não, não, não, não. Me instruíram a não confiar
em você. Muitos anos atrás, garoto mais maturo, a gente aprontava muito com os amigos e a fama já tinha me precedido. Ele falou: "Que tipo de carne?" Eu falei: "Porco". Quando eu falei porco, ele já torceu o nariz. No país dele, ele também não consome muito porco. Aí ele fez a pergunta realmente proibida: "Que parte do porco?" Eu diz: "É melhor você comer primeiro". "Que parte do porco?" Quando eu comecei a falar, gente, do que ia, ele falou: "Não como isso de jeito nenhum. Mesmo assim, mandei fazer porque eu falei: "A hora que ele olhar
pra feijoada, feijoada, olha para ele, vai rolar um clima. Hora que senti o cheiro, né?" E nós servimos a feijoada, ele olhava e o tempo todo dizia para mim: "Não toco nisso, ainda bem que não fizemos só a feijoada". Mas eu brinco que até hoje ele não sabe que ele perdeu um momento profético da visitação de Deus na vida dele. Ele não sabe o que ele jogou fora. Mas isso me fez pensar. Quando os judeus falavam de redenção entre eles, é como a gente falando de feijoada, não precisa explicar. Quando a gente os ouve falar
disso, é como esse africano ouvindo a gente falar de feijoadas. Você tem que explicar. Então eu preciso começar dando uma volta e esse é meu primeiro tópico, né? Definindo redenção. O que é redenção? Em Levítico 25:25, nós temos um texto, né? Ele não esgota o assunto, mas resume bem, que diz o seguinte: "Se alguém do seu povo empobrecer e vender alguma parte das suas propriedades, então virá o seu resgatador, o seu parente, e resgatará o que esse seu irmão vendeu." Então, vamos lá. Para começo de conversa. A terra nunca era vendida de forma permanente. Quando
as 12 tribos de Israel entram em Canaã e Deus faz o sorteio, a divisão das terras, essas terras deveriam permanecer naqueles tempos dentro de cada tribo. Você vai ver, por exemplo, né, no final do livro de Números, uma discussão o que Zelofeade, um dos cabeças da tribo de Manassés, só tinha filhas mulheres. E elas pedem para ser incluídas na distribuição da herança e Deus manda incluí-las. Mas depois a tribo diz: "Mas elas não podem casar com Gente da outra herança porque senão a nossa herança vai ser diminuída". Isso era muito claro. Então quando alguém vendia
uma propriedade e normalmente não vendia por interesse financeiro, a não ser por desespero, por isso que o texto diz: "Se alguém empobrecer, não tem recurso, a sobrevivência tá em jogo." Então essa venda duraria só até o ano do jubileu. O ano do jubileu acontecia uma vez a cada 50 anos. A cada 50 anos, toda a dívida era perdoada, todo escravo saía livre, toda a propriedade voltava aos donos originais. Tanto que a lei de Moisés estabelece que a terra tinha que ser vendida de acordo com o tanto de colheitas, o valor era calculado até o próximo
jubileu. Agora, se empobreceu, ou ele vai recuperar no próximo jubileu, ou poderia ver o resgate. Esse é o significado de redenção. Um irmão se levanta para ser o resgatador. Isso valia não apenas a respeito das posses. Por exemplo, vamos supor uma transação comercial, né, que não deu certo. Eu preciso ilustrar isso. Reginaldo e Marcelo, vem para cá, por favor. Como voluntários compulsórios. Eh, eu quero que fique um de cada lado aqui. Se você fosse um judeu do Antigo Testamento, como você queria chamar? Pode ser Benjamim. Benjamim. E você, se não escolher, se não escolher, escolho
eu. Pode escolher você. Hã? Confia em ti. Abraão. Abraão. Olha aí. Tá bom. Ótimo. Ok. Então, esquece o Abraão só um pouquinho. Eu chego no Benjamim, Benja para os íntimos. Você sabia que é o nome que eu gosto de dar quando o cara não escolhe, né? E faço para ele uma proposta. Cara, você quer ser meu sócio? Ele olha para mim e diz: "No quê?" Falei: "Tô querendo plantar trigo". Ele disse: "Você tá maluco na época de trigo". Eu falo: "Por isso o preço do trigo tá lá em cima. Lei de oferta e demanda, falta
no mercado o preço. Quem tiver vai lavar a égua de ganhar dinheiro." Ele falou: "Mas para ter é o risco é muito grande, justamente porque não é a época. Não, mas eu tô sentindo." Ele fala para mim: "Não tô sentindo nada". Eu tento convencê-lo a entrar na empreitada e diz: "Não juntei todo o meu patrimônio porque pensa no cara rico, Benjamim, né? Ele diz: "Não juntei meu patrimônio correndo risco. Eu tô naquela ganância, no desespero de fazer dinheiro logo. Não quero perder a chance". Ele olha para mim e fala: "Mas não me interessa ser sócio,
porque eu não corro o risco, mas se você quiser dinheiro emprestado, eu lhe empresto. E já que você tem tanta certeza, vai fazer tanto dinheiro, o que que é o juros de tanto? Ele aproveita e já botou a faca no meu rim do lado de dentro. Eu naquele desespero penso é alto, mas é melhor do que ser sócio, porque o ganho fica mais para mim do que os juros altos dele. Acabo decidindo entrar. Plantei na hora que era para Chover, não choveu. Na hora que não devia chover perto da colheite. Choveu. Vamos falar mais do
nosso contexto do aqui do sul do que dele, já que o inverno tá chegando, deu geada, deu tudo errado. E no final eu não ganhei foi nada e perdi o dinheiro dele. Você acha que eu poderia só chegar e dizer: "Ô, Benja, desculpa aí, foi mal? O Antigo Testamento era muito rígido a respeito da questão de dívidas. Se a pessoa não tinha liquidez, tinha que entregar os bens. Se não fosse suficiente, ela poderia ser entregue como escrava. Você lembra de Segundo Reis, capítulo 4? Uma viúva dos filhos dos profetas falando para Eliseu: "Teu servo morreu,
deixa uma dívida agora os credores querem levar meus filhos como escravos". Vamos supor que foi isso que aconteceu. Eu não tinha como honrar a dívida. todos os meus bens e se envolvia camelo, jumento, boi, escravos eram propriedade. Terras foram dados, não sendo suficiente. Nesse caso não era. Em minha família fomos entregravos. Por quanto tempo eu seria escravo dele? Se nós dois fôssemos os dois judeus? Êxodo 21 diz que por no máximo 6 anos a escravidão, no sétimo eu sairia livre. Mas vamos supor que um de nós não era. Você não era, porque normalmente sou eu
que não sou. Isso não se aplicava. Qual minha outra chance de sair da escravidão? Eu mesmo pagar minha dívida. Ué, eu já tô nessa condição porque não tinha dinheiro, não tenho como gerar. Essa também tá fora. Outra opção, o ano do jubileu. Só que o jubileu uma vez a cada 50 anos. O último aconteceu há 3 anos atrás. O próximo é daqui 47. Eu tô com 53. Daqui 47, 100. Eu quero, eu quero ele cuidando de mim. Eu não quero, né? Não me interessa mais ser livre depois de todo esse tempo. A opção que me
restava, redenção. O que era redenção? Quando um parente próximo se levantava para pagar a dívida e quebrar o vínculo da escravidão. Aí nós vamos pro meu primo de 7º grau Abraão. Se ali era rico, vocês não tm noção daqui. Até hoje estão tentando terminar o inventário dele desde aquela época, [risadas] né? Aqui, meu irmão, era a prosperidade quase encarnada. E além de tudo, meu parente. Na verdade, eu fui primeiro nele tentar o negócio. Ele falou: "Cara, eu tenho dinheiro sobrando, mas não sou doido de fazer essa movimentação sua. Vai dar errado. Não tem trigo no
mercado porque não é época, não dá certo, não funciona. Quem tentou quebrou." E ele disse: "Por amor a você, eu não vou nem entrar na sua Loucura, nem prestando dinheiro." E eu falei para ele, não quer, tem quem queira. Vi fazer o negócio aqui e foi onde eu me dei mal. Essa altura do campeonato, meu primo Abraão tá olhando e primeiro tá com raiva. Bem feito, cabeção. Tivesse me ouvido, não tinha chegado nessa condição, né? Por que que não ouve o conselho? Por que que não, né? Presta atenção na sabedoria dos mais experientes? Mas agora
que eu tô aqui como escravo e o tempo tá passando, o coração dele lentamente vai amolecendo e a raiva vai sendo trocada por compaixão. Porque não é só eu que tô pagando a conta. Minha mulher, meus filhos, todo mundo vieram como escravos. Isso é que não era um bom senhor. Não pela sua pessoa, mas eu causei um dano. Eu dei um tombo financeiro. Ele compraria mais e melhores escravos por menos preços. Não, não foi um bom negócio para ele. E a mágoa, evidentemente, fazia com que ele não me tratasse com todo amor do mundo e
não havia conexão familiar, coisa alguma. Uns dois anos se passaram e finalmente o coração do Abraão amolece. Ele diz: "Cara, ele até merece a lição que levou, mas por amor e misericórdia a mulher e os filhos, eu vou intervir." Então o Abraão viria até o Benj. Quanto é que ele lhe deve? ele com bom de negócio, quer dizer, na época era tanto, agora já tá em tanto, né? Ajustava os juros, ele meteria a mão no bolso infinito que Deus lhe deu, recursos ilimitados, pagaria a dívida. No momento que pagasse a dívida, ele deixava de ser
meu dono, eu deixava de ser escravo dele, porque esse vínculo era só da escravidão. Todos os bens que foram entregues a ele como indenização Da dívida, não eram mais dele, porque agora a dívida foi paga. Pastor, significa que você deixava de ser escravo? Não significa que quem pagou a dívida até o próximo jubileu me comprou e eu trocava de dono de senhor. Mas aí não é trocar o seis por minha dúzia não. Porque o Abraão não me comprou para tratar como escravo. Não era um bom negócio. Ele comprou para usar de misericórdia e tratar como
família. Então, até o próximo jubileu, tudo ainda era dele. A diferença que ele abrandaria o tratamento para comigo. Isso era a definição de redenção. Quando Efésios capítulo 1 verso 7, eu acho que já tá bom, porque hora que eu fazer a aplicação eles vão associar vocês, é melhor vocês descerem. Muito obrigado. Uma salva de palma pros nossos nossos não sei nem que nome eu dou para vocês, nossos ilustradores. Quando a Bíblia diz que em Efésios 1:7 nós temos em Cristo a redenção pelo seu sangue, o que está dizendo é que o que Jesus fez é
comparado a essa transação comercial. A diferença é que o pagamento da dívida não foi feito em dinheiro. O nosso problema era uma dívida. Colossenses capítulo 2, verso 4, eh, verso 14, que que diz sobre o que Jesus fez por nós? E tendo removido o escrito de dívida, que era contra nós, nas suas ordenanças, que nos era contrário, removeu inteiramente do nosso meio, pregou na cruz. Cristo veio pagar uma dívida, a dívida do pecado. Ele não veio pagar com ouro ou prato. Primeiro de Pedro, capítulo 1, verso 18. Isso não foi com prato ou ouro que
fostes Resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição é das dos vossos pais, mas com o precioso sangue do cordeiro conhecido antes da fundação do mundo, agora manifesto por amor de nós. Então nós precisamos entender essa transação comercial. O homem estava endividado. A dívida era o pecado. A dívida nos colocou numa condição de escravidão. Segunda de Pedro 2:19 diz: "Quem é vencido em algo se torna escravo daquele que o vence". Quando o homem, né, simplesmente se sujeita à proposta de pecado e cede a tentação do Éden e peca, um vínculo é quebrado com
Deus e um vínculo de escravidão se estabelece com Satanás. A obra de Jesus é uma obra de resgate. Resgate da propriedade divina que foi perdida. Colossenses capítulo 1 versos 13 e 14 diz que Deus nos tirou do império das trevas e nos trouxe para o reino de luz. Mas ele não tirou meramente a força. O texto que eu mencionei antes de Colossenses 2:14 diz que o escrito de dívida que era contra nós, ele removeu, pregou na cruz. No verso seguinte, o 15, consequência disso. E despojando os principados e potestades, publicamente os espôs ao despejo, triunfando
deles na cruz. Quer despojar? Tomar o despojo. Quando o exército vencia outro, ficava com os bens, saqueava tudo aquilo que o exército que tinha sido vencido possuía. Agora a pergunta é: que despojo é esse que o reino das trevas tem que interessa Jesus, que é visto como valioso? Nossas vidas debaixo da escravidão de Satanás eram propriedade do inimigo. E quando Cristo vem para pagar a dívida, Ele diz: "Agora, mais nada disso é seu." E ele resgata uma propriedade que foi de Deus, estava perdida, pagando uma dívida e nos entrega novamente para Deus. Quem tá entendendo
o que é redenção? Redenção é um resgate. E eu e você precisamos entender que isso é apresentado na Bíblia como a figura de uma transação comercial. Apocalipse capítulo 5 verso 9. E cantava um cântico novo, dizendo: "Digno é o cordeiro de abrir o livro com seus selos, porque foste morto e com seu sangue compraste para Deus homens de toda raça, tribo, língua, povo e nação." A Bíblia fala de um ato de compra. Isso que é redenção. Ao pagar a dívida, ele nos comprou. E se redenção é isso, qual o resultado de redenção? Esse é o
segundo tópico da construção do raciocínio. Ela faz de Deus o nosso dono e faz de nós a propriedade de Deus. É por isso que você vai ler em Primeira de Pedro, capítulo 2, verso 9: "Vós sois a nação santa, a geração eleita, o sacerdócio real, o povo de propriedade exclusiva de Deus". O ato de compra de Jesus nos faz a propriedade de Deus. Em Atos, no capítulo 27, no verso 23, Paulo naquele navio que acaba naufragando, né, na ilha de Malta, na hora que ele vai contar a visão que ele teve de um anjo, ele
diz assim: "O anjo de Deus, de quem eu sou, que quer ser? Pertencer e a quem eu sirvo que é servo?" É ser escravo. Um escravo tem um dono, ele é propriedade de alguém. O anjo de Deus, de quem eu sou e a quem eu sirvo, esteve comigo. O Reconhecimento de Deus como dono é a consequência da redenção. E por que estou dizendo isso? Uma vez estava pregando o evangelho para um senhor e ele olha para mim e fala assim: "É verdade, se eu me converter e virar crente, 10% de tudo o que eu ganhar
vai ser de Deus da igreja?" Falei: "Não, não é verdade". Ele falou: "Pastor, não me minta". Falei: "Não posso te mentir, eu sou pastor." Não, mas eu sei de fonte segura, de gente lá da sua igreja que disse, "Vocês falam isso." Falei: "Olha, se for um dos nossos que falou, eu não vou chamar de mentira, porque eles também não iriam mentir. Mas eu vou dizer que é um um engano, é um equívoco. Não é desse jeito que ele te falou. Ele olha para mim e fala: "Certeza". Falei: "Absoluta". E a hora que ele baixou a
guarda, eu entrei com os dois pés no peito, falei: "100% de tudo que você é e vai ter, vai ser de Deus. Deus não compra 10% das suas ações. Se alguém te disse Deus vai ser dono de 10%, tá errado. Deus não compra 10%, ele é dono de tudo. Redenção faz de Deus o dono de tudo que somos e tudo que temos. Eu costumo fazer uma pergunta que os crentes ficam confusos para responder. Eu pergunto: "Quanto custa o reino de Deus?" E a turma: "Nada é de graça." Eu falo, não é o que Jesus ensinou.
Na verdade, eu e você podemos acessar pela graça, não de graça, o que nós não merecíamos, mas custou um alto preço para Deus. Em Mateus, no capítulo 13, no verso 44, Jesus diz: "O reino de Deus é semelhante a um tesouro que um homem encontrou, Escondeu: "Movido de alegria vai, vende tudo quanto tem." Repita comigo, vende tudo quanto tem. Vende tudo quanto tem. para adquirir o campo. Se o campo representa o reino, ele tem que vender tudo que tem para adquirir o reino. Quanto custa o reino de Deus? Tudo que você tem. Verso 45, 46.
Os dois versículos seguintes de Mateus 13, Jesus conta outra parábola. O reino de Deus é semelhante ao negociante que procura boas pérolas, encontrando uma pérola de grande valor. Vai, vende tudo quanto tem para adquirir a pérola. Jesus enfático. Quanto custa o reino de Deus? Tudo que você tem. Pastor, senhor tá querendo dizer que eu compro mentado no reino? Não, você não compra nada. Você foi comprado, não é? Você compra. Então, por que custa tudo que eu tenho? Porque se você reconhecer a legalidade da transação, ele comprou, você comprou tudo que você tem. E para entrar
no reino, você tem que reconhecer-lo dono. Você tem que abrir mão de achar que as coisas são suas. É só olhar o que diz Romanos, capítulo 10, versos 9 e 10. Se no teu coração creres que Deus ressuscitou a Jesus dentre os mortos, ele não apenas morreu, mas ressuscitou para consumar a obra de redenção. Ah, pastor, é só crer disso, não. E com a tua boca confessares a Jesus como Senhor. A palavra Senhor, no grego fala daquele que é o amo, o dono do escravo, que é a sua propriedade. Ou seja, você não entra no
reino sem confessar Jesus, Senhor e dono da sua vida. A igreja mudou e diz: "Ah, você tem que confessar Jesus Salvador". Não é o que tá lá na Bíblia. E eu não tô dizendo que Jesus não seja o salvador. A Bíblia diz: "Se o confessamos Senhor, somos salvos." Se ele nos salva, ele é salvador. Mas salvador nunca foi o objeto da confissão. Objeto da confissão é Senhor. E significa quando eu e você chegamos a Cristo, a gente deve vir em arrependimento do pecado que nos distanciou, em gratidão do alto preço que ele pagou e simplesmente
nos curvamos diante dele para dizer: "Eu era escravo de Satanás, mas você pagou a dívida para me resgatar e me tratar não como um escravo, porque essa é a beleza de redenção. Esse é o momento onde eu e você olhamos para ele e diz: "Eu reconheço a legalidade do seu ato de compra. Tudo que eu sou, tudo que eu tenho não é mais meu, são teus." É assim que se entra no reino de Deus. Reconhecimento do senhorio é o reconhecimento do resgate e da consequência que faz de Deus o nosso dono. Em primeira carta de
Paulo aos Coríntios, no capítulo 6, o apóstolo Paulo, ele ensina que nossa conduta deve ser uma resposta à consciência de redenção. Verso 18, ele diz: "Fujam da imoralidade sexual. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo, mas aquele que pratica imoralidade sexual peca contra o próprio corpo. Aí ele vai dizer no 19: "Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o santuário do Espírito Santo que está em vocês, que vocês receberam de Deus e que vocês não pertencem a vocês mesmos?" Outras traduções, como revista Atualizada, NV disse que vocês
não são de vocês mesmos, traduzindo, você não é seu dono, como dizia minha mãe, você não é dono nem do seu nariz. Literalmente, por que que nós não somos de nós mesmos? É a seguinte, explica por quê? uma conjunção explicativa, porque vocês foram comprados por preço. A obra da cruz é um arte de resgate. E quando Satanás falar que você não tem valor de que não tem valor, é você que não tem redenção. Eu costumo dar uma olhadinha para trás na etiqueta pendurada, olhar o preço que custou e digo: "Como é que não tem valor."
Romanos 8:32 diz: "Se Deus não poupou nem mesmo a seu próprio filho, antes o entregou por amor de nós, como não nos dará juntamente com ele todas as coisas?" Eu sempre digo aqui, se Deus deu Jesus, ele faz qualquer loucura por cada um de nós. Evidentemente, a Bíblia fala de um alto preço, mas a sequência do do chamado ao comportamento ação é: "Agora, pois, glorifiquem a Deus no corpo de vocês." O que é glorificar Deus com o corpo? Ah, pastor dançar no louvor, adoração. Não, o texto é mais do que isso. Tá dizendo, você não
pode jogar o seu corpo na lama da imoralidade porque o corpo não é seu. Deus não destinou para isso. Você precisa honrar o dono do corpo, fazendo com que ele seja tratado da forma como deveria. Perspectiva espiritual, santidade, perspectiva natural, cuidado com o seu corpo. Então, há uma resposta. se essa resposta se transforma num culto, se isso vale pro corpo, vale para tudo que Deus adquiriu, inclusive as nossas finanças. Dito isso, a minha pergunta agora é: como quem entende o que é ser comprado deve agir? deve ter toda uma conduta que exalte aquele que nos
comprou, que reconheça em tudo a obra da redenção e o retorno que nós devemos ter diante dele. E nós temos uma ilustração na Bíblia que para mim é é excelente para explicar esse princípio. Tá lá em Gênesis 47. Se você puder me acompanhar, seria interessante que você lesse junto. Nós vamos ler a partir do verso 13, só para dar o pano de fundo. Faraó tem um sonho duplicado de sete vacas gordas sendo engolidas por sete magras, sete espirras eh eh espigas cheias, sendo engolida por sete espigas mirradas. E José interpreta o sonho da parte de
Deus, dizendo: "Virão 7 anos de muita prosperidade, na sequência virão 7 anos de fome. E diz: "O resultado da fome será devastador e a provisão não será lembrada. E te dá um conselho de administração ao faraó que serve para qualquer um de nós. Não gaste tudo que você ganha no tempo das vacas gordas. Tem crente começou a prosperar e já vai torrar. Ele quer lavar a alma, né? A gente diz: "Prosperou, faça fundo, a vida é cíclica, você não sabe qual estação virá". E ele orienta e diz: "Faz fundo de reserva". Faraó passa 7 anos
estocando mantimento. Quando a fome chega, o mundo não tá esperando. E aí o que acontece? Todo mundo tem que recorrer a faraó para ter alimento. Verso 13 de Gênesis 47 diz: "Não havia alimento em toda a terra, porque a fome era muito grande. Assim o povo do Egito e o povo de Canaã desfaleciam por causa da fome. Então José arrecadou todo o dinheiro. Presta atenção nisso. Todo o dinheiro que havia na terra do Egito e na terra de Canaã pelo cereal que comprava e o recolheu a casa de faraó. Tirou o dinheiro de circulação. Verso
15 diz isso: "Quando acabou o dinheiro na terra do Egito e na terra de Canaã, todos os egípcios foram a José e disseram: "Queremos comida, porque o Senhor nos deixaria morrer em sua presença só porque o dinheiro acabou?" José respondeu: "Se vocês têm dinheiro, traga o seu gado. Em troca de gado, eu lhes darei comida". Gente, já vi muito crente que quando nós estamos orientando sobre algo que vem desde o Antigo Testamento, mas é sustentado novo a ninguém dev coisa alguma, põe sua finania, um carro que não podia. Venda o carro para pagar sua dívida.
Falta de recurso não é desculpa para você não pagar o que deve. Fecha parênteses. José respondeu: "Se vocês tm dinheiro, trago o gado. Em troca do gado lhes darei comida". Verso 17. Então trouxeram o seu gado a José e ele lhes deu mantimento em troca de cavalos, rebanho, gado jumento. José o sustentou aquele ano em troca do gado deles. Tendo acabado aquele ano, foram a José no ano seguinte e lhe disseram: "Não podemos esconder de meu Senhor que o dinheiro acabou e que o meu Senhor já é dono dos animais. Nada mais nos resta diante
do meu Senhor, a não ser o nosso corpo e a nossa terra. Porque o Senhor nos deixaria perecer em sua presença, tanto nós como a nossa terra? Compra nós e a nossa terra em troca de mantimento, e nós e a nossa terra seremos escravos de faraó, dê-nos semente para que vivamos e não morramos e a terra não Fique deserta. Eles apelam paraa sobrevivência. É melhor ser um escravo vivo do que um livre morto. Nós não temos a menor condição. Se a gente pegar o grão e não pagar, você vai executar a dívida, vai tirar terra
e vai tirar nossa liberdade. Vamos simplificar a transação. Compra-nos. E nós seremos escravos de faraó. O verso 20 diz que José aceitou a proposta. Assim, José comprou toda a terra do Egito para Fara. For transação imobiliária de todos os tempos. A comprou o país inteiro. Porque os egípcios venderam cada um seu campo porque a fome era extrema sobre eles. E a terra passou a ser de faraó. De quem era a terra? Faraó. 21. Quanto ao povo, ele o escravizou de uma outra extremidade da terra do Egito. Escravizar aqui não era trabalho forçado, mas era se
tornar dono. Então, de novo, de quem a terra? De faraó. De quem é o povo que vai trabalhar na terra? Propriedade de faraó. Verso 23. Então, José disse ao povo: "Eis que hoje comprei vocês e a terra de vocês para faraó. Aqui estão sementes para que semeem a terra." De onde tá vindo a semente? Do celeiro de faraó. Então, a terra é de faraó. A semente é de faraó. A mão de obra que vai plantar e colher de faraó. Pergunta com a resposta. De quem a colheita? Vocês precisam de ajuda, gente, de fará pelo menos,
ó. Que nem aquelas campanhas de cartão de crédito, né? Que te f pergunta, óbvio que ele só quer que você fale, né? O nome, o nome da marca. Era tudo e fara. Mas só o que José diz no 24. Das colheitas que deveria ser tudo de faraó, vocês darão a quinta parte, ou seja, 20% a faraó. As outras quatro partes serão de vocês para semear o campo, para servir de alimento a vocês, aos que estão em suas casas e para alimentar os seus filhos. Você acha que alguém levantou e gritou: "Ladrão tá tentando tomar 20%
do que é nosso". A turma fez a conta de pressa. Pera aí, é tudo faraó e ele vai deixar a gente ficar com 80% do que é dele. Você acha que alguém reclamou? Ó o que eles respondem. Eles disseram a José: "O Senhor salvou a nossa vida. Que possamos alcançar favor diante do meu Senhor e seremos escravos de faraó." A NV traduziu: "Visto que nos favoreceste, seremos escravos de faraó". Em outras palavras, desse jeito dá gosto de ser escravo. Alguém que não nos trata dessa forma. Gente, isso não é diferente. Redenção. É por isso que
quando a Bíblia fala de redenção, a Bíblia diz: "Se levantará o seu irmão". O que determinava a ordem de quem poderia ser o resgatador era o nível de proximidade do parentesco. Livro de Rute é uma história de redenção. Boaz se Torna o resgatador dos bens da família de Noemi, o que incluia a responsabilidade de se casar com Rute, né, a nora viúva, para suscitar o nome do descendente de acordo com a própria lei. Mas para que ele faça isso, um outro parente mais próximo teve que desistir do direito. Então, por que que Deus estabeleceu o
padrão família e o nível de proximidade? Para que isso nunca fosse um momento de ninguém ser explorado, e sim para que fosse tratado com misericórdia. É por isso que Paulo escrevendo aos Gálatas e aos Romanos, quando fala de redenção, e diz, e eu particularmente eu gosto muito dessa declaração e diz: "Não recebeste de novo o espírito de escravidão". Seis eram escravos antes, mas não somos agora. Somo, mas sem o mesmo espírito. Não recebeste de novo o espírito de escalidão para estades com temor, mas o espírito de adoção, pelo qual lhe chamamos aba pai. Ele não
nos resgatou para nos tratar como escravos e sim como família. O povo entende. Eu falo: "Mas pera aí, não é tudo de faraó?" diz: "Ó, o que o faraó realmente queria que nenhum de vocês morresse. O que ele queria era salvar vocês. Ele não queria espoliar vocês. Mas só para que vocês não esqueçam quem é quem nessa história e não apenas porque o palácio de faraó tem que ser mantido, vocês vão pegar do tudo que é do faraó, entregar uma parte só para lembrar tudo de bom que ele fez para vocês." José sabia que o
povo era esquecido. José sabia que todo favor que você faz não lema que a favor vire obrigação. Eu lembro do início do nosso ministério pastoral, nós tínhamos um programa de assistência social e hoje eu chamo ele de equivocado. Alguém ficou desempregado, era incluído, né? Às vezes Não tinha gente da igreja precisando, a gente permitia que eles trouxessem parentes, vizinhos, amigos, né? Se tivesse espaço, foi incluído, ia ganhar seis meses de cesta básica. Passou, arrumou um emprego no dia seguinte da primeira cesta básica, ia ganhar os seis meses cesta básica. De qualquer forma, era o que
a gente fazia. A gente dizia: "Sobrou, abençoa outro". Mas se a gente não ficasse lembrando, ó, já foi um mês, falta cinco, já foi dois, falta quatro, chegou no meio, falta dois, falta um, o cara batia lá no sétimo mês. Cadê minha sexta base? como se nós tivesse roubando ele, porque todo favor que você não lembra que a favor vira obrigação. José disse só para vocês não esquecer quem é quem nessa história, vocês vão separar 20%. A verdade é que 20% já se entregava antes, nos 7 anos de provisão. Basicamente a vida deles continua a
mesma. Eles entendem, nós fomos salvos e vamos apenas reconhecer aquele que nos salvou. Quando eu vejo um crente resmungando, tão tentando tirar 10% do que é meu, a vontade de dizer: "Não, cabeção, Deus é que te deixe ficar com 90% do que é dele." Agora, por que esses 10% são uma contribuição diferenciada? E você precisamos entender que eles são parte de um reconhecimento. Qual a primeira vez que o dízimo aparece na Bíblia? Gênesis 14. Abraão entrega os dízimos a uma figura misteriosa chamada Melquizedec, que é chamada de sacerdote do Deus Altíssimo. A Bíblia diz que
Melquizedec vem ao encontro dele trazendo duas coisas consigo, pão e vinho. Isso pode passar despercebido numa leitura do Antigo Testamento, mas é no Novo Testamento que você vai entender essa figura. E eu quero que você me acompanhe no livro de Hebreus, no capítulo 7. A verdade, nós vamos ler o verso um. A verdade é que o verso 20, o último do capítulo 6, termina falando de Jesus, que ele como precursor, né, entrou além do do véu no santo dos santos e a Bíblia diz que ele se tornou sumo sacerdote para sempre, diferente do sacerdócio levítico
que tinha prazo de validade, né? Cristo se torna sacerdócio para sempre. Esse novo sacerdócio não seria mudado. E o texto diz: "Se tornou o sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquizedec". O que é que significa essa expressão segundo a ordem de Melquizedec? Isso é uma citação do Salmo 1104, que é um dos salmos mais messiânicos que você vai ler. Diz: "O Senhor jurou e não voltará atrás. Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquizedec". A Bíblia fala de uma ordem sacerdotal que não era da tribo de Levi. E quando ele menciona
isso, o autor agora vai começar a explicar essa tipologia. Verso 1 de Hebreus 7. Porque este Melquedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, foi o encontro de Abraão, quando esse voltava da matança dos reis e o abençoou. A Bíblia diz que houve uma guerra de quatro reis contra cinco. Nessa batalha, os reis que perderam foram levados cativos. Todo o despojo deles foi tomado. Um desses reis era o rei de Sodoma, onde Ló, sobrinho de Abraão, morava. Então a Bíblia diz que levaram Lódos seus bens cativos. A notícia chega Para Abraão. Se Ló tivesse sido
feito escravo pela dívida, Abraão, para ser o resgatador pagaria a dívida. Ló foi levado pela espada. Abraão decide resgatá-lo pela espada. A Bíblia diz que ele pega 308 homens nascidos, treinado em casa, não dá nem para chamar de exército. É um batalhão. Ele chama os vizinhos e diz: "Vamos cair para cima dos caras". Imagina os caras dizendo: "Esse tanto de reis juntos com os seus exércitos não resistiram e nós vamos dar conta. Imagina só Abraão dizendo: "Eles tinha o Shadai, o todo poderoso do lado deles. Os cara não vão embora." Os cara diz: "Com o
Xadai, bora, vão para cima". E milagrosamente eles vencem essa batalha. Abraão já era rico quando foi pra guerra. Ele volta agora com o despojo de nove reis com seus exércitos. É nesse momento que Melquizedec vem ao seu encontro e Abraão separa o dízimo de tudo para entregar ao sacerdote que o abençoou. Então o verso dois diz: "Foi para ele que Abraão separou o dízimo de tudo. Primeiramente o nome dele significa rei de justiça, meio que Zedec. Zedec é a mesma expressão de Zadoc que significa justo. E ele diz significa rei de justiça. Depois também é
rei de Salém. Era o lugar Salém, raiz da palavra shalom significa paz, ou seja, rei da paz. Então rei de justiça e rei de paz. Ele tá estabelecendo quem Melquizedeec figura. Sem pai, sem mãe, sem genealogia. Ele não teve princípio de dias, nem fim de existência, mas foi feito semelhante ao filho de Deus e Permanece sacerdote para sempre. A Bíblia não tá dizendo de forma literal, isso eu discordo, de quem acha que Melquizedec é uma teofania, uma aparição de Jesus. O texto diz: "Foi feito semelhante". Se é o próprio Cristo, não é semelhante ao Cristo.
Se é semelhante, não é? Então a minha opinião é clara, mas independente de quem crê diferente, não muda o que nós vamos aplicar. Se Melquedec é uma figura de Cristo ou é Cristo, não muda a aplicação. Ele simplesmente destaca o seguinte, verso 4, vejam como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos. Ou seja, Abraão não só dizima de tudo, mas a melhor das 10 partes ele separa para Deus. O texto 5 diz: "Ora, os que dentre os sírios de Levi recebem um sacerdócio, de acordo com a lei,
o Antigo Testamento, tem de acordo com a lei de recolher os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora estejam descendentes de Abraão." Entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre os filhos de Levi, tá falando de Melquizedec, recebeu dízimos de Abraão e abençoou aquele que havia recebido as promessas, promessas de redenção. Abraão é considerado grande como patriarca no no no plano divino. Mas no sete diz assim: "Eidentemente não há dúvida de que o inferior é abençoado pelo superior." Outras traduções diz que o maior é que abençoa o menor. Então tá dizendo, se Abraão
é grande, imagina esse diante de quem Abraão se cuva para ser abençoado e entregar os dízimos. Verso oito. Aliás, aqui no regime da lei, os que recebem os dízimos são homens mortais. tá falando dos Descendentes de Levi. Porém ali meuquizedec, a citação de Gênesis 14, o dízimo foi recebido por aquele de quem se testifica que vive. Ou seja, ele tá introduzindo nessa história, seja figuradamente ou teofonicamente, a pessoa de Jesus, como quem recebeu os dízimos. E veio trazendo o quê? pão e vinho, que são exatamente os elementos da nova aliança que Cristo instituiria. Olha o
que diz o 9 e o 10. Por assim dizer, também Levi, que recebe dízimos na lei, pagou-os na pessoa de Abraão. Porque Levi, por assim dizer, já estava no corpo de seu pai. Outras traduções diz nos lombos de seu pai Abraão, quando Melquizedec foi encontro desse. Gente, Levi nem existia. Levi é bisneto de Abraão. No momento que Abraão se curva diante de Melquizedec para ser abençoado, entregar os dízimos, nem Isaque, seu filho, tinha nascido. Depois que Isaque nascesse, crescesse adulto, ele ainda geraria os gêmeos, um deles, Jacó, que Deus muda o nome para Israel, que
por sua vez teria 12 filhos homens, um deles, Levi. Nem Isaque, nem Israel, Levi, ninguém existe. Mas a Bíblia está dizendo, quando Abraão se curvou, Levi, que está nos seus lombos se curvou. Não é literal. Mas o Novo Testamento está explorando uma simbologia. Ele tá dizendo: "Não foi só Abraão. Nós temos que ver aqui a tribo de Levi inteira se curvando, entregando os dízimos aquele de quem se testifica que vive. Se isso não é a passagem do dízimo da velha aliança que pertencia a Levi, agora sendo entregue ao sacerdote da nova aliança, Cristo." Me explica
o que é. Porque não é uma pessoa que ataca o dízimo que explica esse texto. A maioria dos que atacam é só porque não querem entregar. No Novo Testamento, nós precisamos entender que se Cristo quem vem trazendo pão e vinho é quem recebe, há uma relação direta com a obra da redenção. E eu quero terminar te mostrando isso. Quando nós falamos de redenção, algumas coisas precisam ser entendidas. Em primeiro lugar, o número 10 está diretamente associado à redenção. Quando comecei a estudar a tipologia, os números, todos eles têm significado. Número um, unidade absoluta. Dois é
testemunho. Jesus manda, mandava pregar sempre de dois em dois. Três fala de um outro tipo de unidade. Seja trindade, homem, como ser tripartido. Quatro é universalidade. Você vai encontrar quatro evangelhos. Isso é uma de muitas sustentações da universalidade do evangelho. Cinco é um número relacionado à graça. Seis, por exemplo, número de homem. O homem é criado no sexto dia. Quando apocalipse fala do 666, que os crentes teste de São Gospel, né? Não diz que é número de Satanás, diz que é número de homem. O sete fala de totalidade ou perfeição. Oito de recomeço, nove de
frutificação, nove dons do espírito, nove características do fruto do espírito. Quando chega o 10, a maioria dos comentaristas fica confuso. Diz: "Tem hora que é juízo, porque Deus deu 10 pragas para julgar os Egípcios. Tem hora que é prova porque Deus deu 10 mandamentos para provar o seu povo." Eu falo, gente, não é o juízo ou prova. Os as 10 pragas, os 10 mandamentos foram dados em que contexto? na maior figura de redenção do Antigo Testamento, que é a libertação do povo de Israel do Egito. Qual era o dia que Deus mandou separar o cordeiro
da Páscoa? Uma das maiores figuras de redenção do Antigo Testamento, o dia 10 do mês de Abib. Diferente de José que pediu a quinta parte, 20%, Deus estabelece o número 10, uma figura que remete à redenção. Outro motivo para nós entendermos redenção. O tempo todo a Bíblia nos manda lidar com o diabo. Em Marcos 16, Jesus diz: "Em meu nome vocês vão expulsar demônios". Não é Deus que expulsa. Somos nós no nome, na autoridade de Jesus. Ao crente lidar com o endemoniado, adianta dizer: "Ô Deus, manda um anjo resolver". Deus vai dizer: "Eu mandei você
resolver. Você usa a minha autoridade, mas quem resolve é a gente." Em Efésios 4, a Bíblia diz: "Nós não devemos dar lugar ao diabo." Em Tiago, no capítulo 4, a Bíblia diz: "Nós temos sujeitar a Deus, mas resistir o diabo." Nós resistimos o diabo. Primeira de Pedro, capítulo 5, verso 8 e 9, diz: "O diabo, vosso adversário, anda em vosso derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar, resistir-lhe firmes na fé". Isso é um padrão, é recorrência. Nós resistimos. Só que quando o assunto é redenção, o padrão muda. O que é que Deus diz
no dia da primeira Páscoa? Vocês vão pegar o sangue do cordeiro, que figura a moeda De pagamento do resgate e vão colocar um sinal na porta. A declaração de Êxodo 12:13 é: "O sangue vos será por sinal". Não era o sangue de um animal que protegia, era o sinal, o símbolo que ele comunicava. Se fosse sangue do animal, tinha gente pintando até hoje. Não só o umbral, a porta, né? parede, o telhado, o portão. Mas Deus estava dizendo, vocês vão mandar uma mensagem. Quando o anjo da morte tiver passando para executar os primogênitos e ele
vê o sangue na porta, ele está vendo uma declaração do povo daquela casa. O sangue nos redimiu. Os que estão nessa casa têm dono. E Deus diz, quando ele passar, o Senhor diz: "Eu vou defender aquela casa". Quando o assunto é redenção, Deus não manda você se defender. Diz: "Eu defendo." Agora, preste atenção na lógica. Por meio de Malaquias, o Senhor disse: "Se vocês entregarem os dízimos, eu repreenderei o devorador". Você vai vendo um padrão o tempo todo. Até o encontro que nós temos da Ced do Senhor com o dízimo, já desde de Melquizedec. Por
que que nós celebramos a ceia? pelo mesmo motivo que José mandou o povo pagar os 20% para não esquecer o benefício feito. Jesus disse: "Vocês vão fazer isso em memória de mim. Não se esqueçam, não perca a consciência do que eu fiz por vocês. Em outras palavras, didaticamente falando, o dízimo deveria ter a mesma perspectiva, deveria ser um reconhecimento da redenção. Quando eu Comecei a entender isso, chegava o o dia do culto e eu particularmente sempre gostava de entregar no culto de seia porque era o primeiro domingo do mês, queria entregar logo de pressa, queria
associar, aliás, desde começou a igreja, né? Nós nesse mundo de cultas, às vezes começamos a fazer alguns ajustes, mas sempre quem tá aqui desde o começo sabe que a maior parte desses anos o dízimo era entregue no momento de tomar seia. Eu gostava de colocar no envelope fosse espécie, fosse um cheque, fosse um comprovante de transferência, porque às vezes a gente só faz a a transferência, não tem nada para oferecer no culto. Eu às vezes imprimi o comprovante, colocava lá, chamava a família inteira. Meus filhos ainda eram pequenos e a gente fazia literalmente isso. A
gente se ajoelhava toda a família. Nós segurávamos junto o envelope, cada um numa ponta. E a gente dizia: "Senhor, o senhor não é dono só dos 10% que nós estamos devolvendo. O senhor é dono de tudo. Nós te reconhecemos, Senhor, das nossas vidas, de tudo que temos, de tudo que teremos um dia. Esses 10% é apenas o reconhecimento de que o Senhor nos salvou. É a forma de expressarmos gratidão e lembrarmos mês após mês que nós temos um dono, que nós somos comprados. Junto com isso, nós entregamos toda a gratidão e te pedimos sabedoria para
cuidar dos outros 90% que não são nossos, são seus. Is se chama mordomia cristã. Alo que os crentes precisam entender. A gente tem falado bastante de um coração doador. E há momentos onde nós vamos fazer isso porque queremos, por pura generosidade. Há momentos, vamos fazer com intencionalidade. Vamos suprir necessidade para ter necessidade suprida, mas há momentos que é um comando de Deus. E quando Deus nos dá um comando para ofertar, ele não tá tentando tirar o que é nosso. Tudo é dele. O que Deus tem em nós são mordomos das suas contas. Se às vezes
Deus olha para uma das contas e diz: "Essa tá bem gordinha". Ele olha pra outra conta dele e diz: "Aquela tá negativa". Ele diz: "Preciso equilibrar minhas contas." E ele só pede que os seus mordomos cooperem com o processo. Se nós tivermos a consciência de que tudo é de Deus, toda maneira de lidar com finança muda. Até a banalidade de alguns gastos vão ser repensados e revistos. E sabe, nós também precisamos entender a bênção prometida por Malaquias, porque tem crente que acha que o dízimo ele é meio que uma espécie de título de capitalização. Você
vai investindo, investindo, investindo e uma hora saca bolada. Aleluia, né? O dízimo não é a maneira de Deus multiplicar o seu patrimônio, porque nada do que você tem é seu. Então não é bênção de Deus para multiplicar o que é seu. Passou o que é o dízimo? Uma espécie de teste de fidelidade junto da expressão que celebra a redenção. Porque quem é fiel no pouco vai ser fiel sobre o muito. Hav gente dizer: "Não, não, pastor, não tô dizimando porque tá apertado, mas quando melhorar". Outro dia eu falei mentira, tá me chamando de Mentiroso. Falei
de mentiroso e de mentido. Quem não é fiel no pouco não vai ser fiel no muito. Você não dá 1 de 10, não vai dar 10 de 100, não vai dar 100 de 1000, não vai dar 1000 de 10.000, não vai dar 10.000 de 100.000, não vai dar 100.000 de 1 milhão. Tá bom para você? Eu paro aqui. Agora quando gerenciamos bem o que é de Deus e ele nos vê como bom mordomos e diz: "Eu posso te conceder mais do que meu". A bênção do dízimo, não é Deus aumentando o nosso patrimônio, é Deus
aumentando nossa mordomia e diz: "Vou te confiar mais daquilo que é meu". E quando entendemos essas coisas, muda o da perspectiva de celebração. O dízimo não é um peso, ele é uma expressão de gratidão. Ele nos salvou. Se José só deixasse o povo morrer de fome, teria ficado com a terra do mesmo jeito. O interesse não era na terra, o interesse era preservar o povo. Mas há uma dinâmica por trás disso. Outro dia um falou para mim: "Não, o senhor tá ensinando redenção, creio nisso. Eu não sou dizimista". Eu falou: "Sou tudista, tudo é de
Deus". Falei: "Tudo é de Deus, mas tu não entrega tudo." Tem uma parte do tudo que é de Deus que precisa voltar como um exercício de gratidão, uma consciência de redenção e um ato que celebra aquilo que Deus fez por nós. Eu lembro de uma época que um irmão falou: "Pastor, eu vi uma conversa você teve com fulano ali, ouvi direito." Eu falei: "A conversa era privada". Ele falou: "Ouvi sem querer, mas agora a dúvida já bateu". Eu falei: "O senhor falou para ele? que o senhor entrega 80% do seu ganho e fica com 20.
Falei: "Sim". Falou: "Que dó de você, pastor". Falei: "Você não sabe o tamanho do bolo? Talvez meu pedaço da pizza gigante de 20% é maior do que sua seus 90% de uma pizza pequena". Aí ele ficou pensativo, mas eu olhei para ele e falei: "Mas de tudo que eu entrego tem algo especial nos 10%. Eu tenho um compromisso com esse e todo o resto eu ajo de acordo com a direção de Deus, com o que eu entendo. Falei, eu só tô fazendo isso porque nesse momento Deus me deu fontes de renda que não são minhas.
Eu falei: "Eu não ganho dinheiro com os livros, eu não ganho dinheiro com um monte de coisa que nós conseguimos gerar recurso. Isso pode abençoar o reino". Eu falei, mas você pode ter a certeza de tudo que eu ganho, o dízimo será separado como dízimo para honrar o Senhor. E nós precisamos entender o que que isso desata na nossa relação com Deus, não necessariamente em termos de bênçãos materiais. Haverá multiplicação, sim, mas não do que é nosso. Haverá uma ampliação da mordomia, porque quanto maior é a consciência de tudo que é de Deus, mais ele
vai nos confiar. Quem tá entendendo? Você recebe essa palavra? Eu quero encerrar te chamando a uma atitude específica. Eu sei que a grande maioria absoluta dos que estão aqui ou que nos assistem pela internet nessa hora já fizeram de Jesus o seu Senhor? Já creram no coração, já confessaram com a boca. Mas eu gostaria que nós pudéssemos encerrar essa reunião reafirmando o senhorio de Jesus, a a a consciência de que ao nos comprar se tornou dono não só das nossas vidas, de tudo que temos, de tudo que somos. Eu não consigo entender um cristão que
diz que não tem tempo para pregar o evangelho, que não tem tempo para cuidar de pessoas. Eu digo, a vida não é sua, o seu Senhor te mandou fazer. Você vai dizer que o tempo é seu e que você não obedece. Gente, a consciência de que temos um dono muda tudo. Jesus diz: "Por que que vocês me chamam o Senhor e não faz o que eu mando?" Obedecer os mandamentos dele não são opção. Ele é dono, ele é senhor. Quando a gente vive a consciência da redenção, a rendição é profunda, mas ela nunca é pesada,
porque a gente sabe que sem isso nós estaríamos perdidos por toda a eternidade. Ele nos salvou. Ele quebrou a escravizão, escravidão pesada de Satanás, nos fez legalmente seus escravos, mas nos trata como filhos, como seus herdeiros. Ou seja, ele não só não tomou o que era nosso e nos fez participante de tudo o que era dele. Como não ser agradecido? Mas talvez haja pessoas no nosso meio que nunca entregaram sua vida a Jesus ou nunca entenderam o que era isso. De repente você diz: "Olha, eu até cri o ritou dentre os mortos, que ele morreu
por mim, que eu tinha perdão de pecados, mas nunca entendi o que era confessá-lo como Senhor, fazê-lo o Senhor da minha vida. E eu não quero terminar essa reunião sem te dar a oportunidade de tomar a decisão mais importante da sua vida, que não é apenas garantir a salvação eterna, mas é reconhecer o ato de compra de Jesus na sua vida, fazê-lo dele o seu senhor. Talvez também possa ver pessoas aqui nos acompanhando pela transmissão, que um dia tomaram essa decisão, mas por n motivos que a gente nem teria tempo de tentar trabalhar todas as
probabilidades. Você se afastou, se distanciou do Senhor Jesus, você deixou de andar em sujeição a ele. O senhorio já não é mais na prática presente o senhorio de Jesus na sua vida. De alguma forma você sente o amor de Deus te envolvendo. Eu não sei se você sente nesse ambiente o que eu sinto, mas parece que a doçura da presença dele tá aqui. Parece que dá para pegar esse amor com a mão no ar. E você sabe que o discurso de um homem não faria essa bagunça que tá acontecendo dentro de você agora. Se é
o Espírito de Deus te chamando de volta, De volta, de volta pra família. E nós queremos que você possa ter essa oportunidade de se reconciliar com o Senhor Jesus. Enquanto os demais reafirmam o senhorio para esses dois grupos que nunca entregou sua vida a Cristo e quer fazê-lo pela primeira vez ou para esse segundo que quer estabelecer uma reconciliação, uma volta. Eu gostaria que nós pudéssemos orar com você, mas nós vamos fazer do jeito que Jesus propôs. Jesus propôs que essa confissão seja pública. Propôs, não, ele exigiu. Em Mateus 10, ele diz: "Todo aquele que
me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai e dos anjos que estão nos céus. Mas todo aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do Pai e dos anjos que estão nos céus." A salvação, ela é pela fé, mas se expressa por confissão. E a confissão é pública. [música] Quando Cristo morreu, ele foi humilhado, envergonhado publicamente e ele espera que o nosso posicionamento por ele também seja público. A diferença é que essa audiência que tá aqui não vai julgar sua decisão. Pelo contrário, [música] nesse momento já
tem muitos deles orando pela sua decisão. E no momento que você manifestar sua decisão, eles vão celebrar você. Esse para nós é um momento de grande alegria. Jesus disse que a festa nos céus quando o pecador se arrepende. E ele mandou a gente orar que a vontade dele seja feita na terra como é feito no céu. Se tem festa lá, é a vontade dele. Então a gente entende que ele quer que faça festa aqui e a gente faz festa. Então, sabendo que você tá num ambiente de apoio e não de julgamento, eu gostaria que todos
ficassem em pé. Isso vai facilitar o que vamos fazer e a nossa oração. Todos os demais que vão reafirmar o Senhor de Jesus podem fazer isso no seu lugar, mas esses dois grupos que querem entregar sua vida a Jesus pela primeira vez. Talvez você fez isso um dia, mas nunca foi tocado pela clareza de entendimento do que é fazer de Jesus, Senhor. E algo dentro de você tá dizendo, você precisa disso, vai lá, não discute. A Bíblia diz, hoje ouvir sua voz, não endureça o coração. Eu quero que essas pessoas que vão entregar sua vida
a Jesus pela primeira vez ou querem se reconciliar com ele. Eu quero você rapidamente, não vou nem pedir para levantar a mão para se identificar, eu vou pedir que você rapidamente saia do seu lugar e venha o mais rápido que você puder aqui embaixo, aqui à frente. Nós queremos orar com você agora. [música] [aplausos] Glória a Deus. [aplausos] [música] [aplausos] [música] [aplausos] Se você precisa de reconciliação, de recomeço, venha para cá. Talvez você esteja numa guerra. Eu não tô tão ruim, eu não tô tão distante, mas se algo parece tá sussurrando seu coração, te empurrando,
[música] vai, só vem, nem tenta explicar. Não vai fazer mal nenhum que você se posicione e reafirme o senhorio de Jesus. Eu insisto porque às vezes os que ainda não vieram, não é porque sejam tímidos, há uma guerra espiritual. Eu ouço o tempo todo gente dizer: "Pastor, eu queria levantar a mão quando o senhor pediu, eu não conseguia. Eu queria sair do meu lugar, parece que o pé tava enraizado, parafusado no chão, porque há uma guerra no mundo espiritual. O reino das trevas não quer perder o controle da sua vida. Mas eu declaro cada pessoa
nesse lugar, na autoridade e no poder do nome de Jesus Cristo, livre, livre de toda cadeia, livre de toda a marra do reino das trevas para atender ao convite do Espírito Santo. [aplausos] Você tava tentando sair do seu lugar, não conseguia. Você vai ver que seus pezinhos estão livre para obedecer o comando. E eu gosto de quem já tem essa esse tipo de experiência, porque já descobre a realidade do reino espiritual de pressa. Nós vamos fazer uma coisa mais. Além de eu insistir, eu queria que você checasse com o vizinho da direita, da esquerda. Certeza
já fez Jesus, seu senhor, que não precisa ir [música] lá na frente. Mesmo se ele falar que sim, dá um double check. Certeza mesmo. Fala para ele, se você quiser, nós vamos junto. Se tiver precisando só de um apoio, de encorajamento, eu vou com você lá na frente. Se você encontra alguém que só precisava desse apoio, traga. É dia de salvação. [música] Senhor Jesus, nós te damos glória, nós te damos honra, nós te damos todo louvor por tão grande redenção, pelo alto preço pago na cruz. Reafirmamos hoje o teu senhorio nas nossas vidas. Clamamos por
uma nova consciência de redenção e de resposta a ela na vida de cada um. E de uma maneira especial oramos por cada um desses se posicionam publicamente. Nós quebramos toda forma de julgo e amarra do reino das trevas. Nós os declaramos livres, libertos, emancipados hoje para uma nova caminhada. Nós oramos que o poder do Espírito Santo os envolva. Nós os abençoamos falando novo nascimento, recomeço. Ó Deus, nós queremos de fato clamar que o Teu Espírito envolva, os guia a partir de hoje nessa jornada em nome de Jesus e paraa glória de Deus.