Narrativas compartilhadas em um prazer de continuar ouvindo a análise, falando agora um pouco das experiências dela dentro da disciplina, aqui no brasileiro, é essa literatura inglesa. Envolvendo as atividades, atrás conta prazo para nós então estava vencendo. Eu entrei e comecei a cavar com Daniela Varela, professora de literatura inglesa, e ela já veio no semestre com uma proposta diferente de aula: metodologia diferente, era uma tecnologia ativa.
Os alunos precisavam; teve algum que estranhou um pouco, que vai acostumar com aquele padrão fechar, porque vai passar a matéria, eu vou aprender, porque na universidade você tem que fazer. Eu adorei! Nossa, comecei a pesquisar, comecei a ler literatura e ela foi: "Gente, só que ninguém estuda Shakespeare segundo Chipp.
" Porque eu não tinha. . .
me achei que eu quero. Eu achei que não era. .
. calma, a gente vai falar. Aí ela chegou lá e foi.
Então eu pedi para vocês não irem até cheia, porque vocês vão montar uma peça. Nossa, tão simples assim, né? É tão simples!
Mas achei que a nossa. . .
qualquer um de Cora fala de peixe pequeno. Aí ela separou a fab em três grupos e pediu para a gente montar, cada um para montar uma peça chip. A gente teve ano Lady Macbeth e a Megera Domada.
Ele esperou que seu liga, né, os alunos e olhar para frente, não vai dar certo mudar. E no fim deu muito certo e a gente ficou impressionado, tendo um pouco mais contato com o teatro, né? Galera, olha pra em falar e dirija falou: "Não, não vou dirigir, eu quero ficar no mesmo nível", entre aspas, "a ver todo mundo, faça alguma coisa que eu sei, se alguém assumir a frente de trabalho os outros vão fazer.
" Nisso, de a gente compartilhar essa liderança no teatro e a galera entender que não era só um trabalho de escola, uma peça teatral em que se envolve muito mais do que decorar uma fala ou ler um texto. Um novo contato com o outro, envolvimento ativo, você compreender aquele personagem. No segundo ensaio, ele teve.
. . tinha alunos que quase não falavam na sala de aula, estavam com o texto decorado.
Aí eu fiquei com vergonha de aprender a nadar. "Terra, você decorou o longo da Rainha inteira, da Rainha da Noite", e a Jessica que eu tô com a gente ontem: "Porém, nossa, nunca pensar num Kibon! " E no fim a gente foi, deu muito medo para o pessoal.
Ele sempre falava: "Mas o Daniel, o volante vai apresentar, vai apresentar! " E nesse processo de montagem que a gente estava tendo, de vir aqui pra horríveis Ayala, no céu, subir pelas escadas até chegar no último andar do colégio Dom Aguirre, daqui da Universidade, ensaiasse no salão vermelho. A gente começava a ler o texto.
Haiti já estava vivo, mas essa fala aqui, o Sheik, estava querendo dizer tal coisa, e nessa fala falava isso. "Isso quer dizer lá no final, e o rei, qual? Ele faz essa teia de aranha.
" E aí a gente começou a estudar literatura, no fim acabou funcionando! A gente estava montando uma peça de teatro, estava aprendendo o que era pra ter aprendido em sala de aula. Estão aprendendo na prática, e quando a gente apresentou foi uma sensação fora do comum para todos os alunos que não tinham pago uma peça de teatro antes.
E foi tanto elogio, tanta coisa boa pra nosso grupo que montou, hut, que a gente tentou de novo e disputou duas vezes a peça. A segunda vez ainda melhor! E agora a gente está na aula, e alguém faz alguma brincadeira.
Aí alguém falou como Shakespeare, e a outra pessoa sabe responder: "Não, é tão. . .
pois aí eu estou vendo meu caderno que estava querendo dizer o que é, não forçar. " Então tá, tri! Foi efetivo!
Ele fez aquela fila uma e fez nos compreender o que queria dizer. Que no futuro eu defino a literatura inglesa. A gente teve um período em que entendemos como ele trabalhava com a rainha e toda aquela história que a gente fez sentado, lendo o livro sagrado dever.
Então esse trabalho também nos trouxe, pra gente foi assim, falando como uma questão de aprender fazendo tudo por conta do teatro. Os alunos, eles colocaram na pele do personagem. Eu enxerguei onde vestiu o barco e foi muito legal!
Muito boa noite, China, é muito bom! Foi que ele é nosso trabalho. Por exemplo, lembrando algumas aqui, deve ser presente no médio.
Assim também, quando a gente começou o sarau, aqui, eu pensei: "Nossa, jogamos ao, né? Vamos fazer uma peça, estátua, vou fazer um novo. " Foram por ele, no meu ensino médio.
A Marisa, ela tinha incentivado a escrever, porque a gente tinha oficina de escrita criativa e foi a forma, a melhor forma que tive no colegial de aprender literatura. Estava em sala de aula, adorando, clamava, adorava Plata, falando dos autores. Eu estava lá, só de alma, falando: "Ah, então aqui está, o poeta disse isso, e isso.
" Quando a gente entrou em simbolismo no segundo ano do ensino médio e foi a minha escola favorita. Continua na escola na Florida, mas ela falou que tinha aquele poeta francês, Arthur Boka, que ele sente por muitos para os brasileiros. Ela tá na sala de aula, passou a gente é profissional, escrita criativa, afronta: "Tudo agora vocês são o Hubble.
" Foi gente do céu! Me realizei, foi a melhor sensação que eu tive na minha vida, do nosso criativo. A gente teve uma experiência tão diferenciada de tentar entender como funcionava a cabeça do poeta simbolista de um poeta, que a lista de um poeta romântico.
A gente fazia na oficina, a gente fechava as cortinas para ajudar o coletivo, atende à vela para escrever no escuro. Ele não sabe o que é sair dali. A gente importava a palavra, melhor pra cima, pegada pra fazer uma poesia concreta.
Então, foi ali que eu. . .
Aprendi a literatura; o incremento foi na prática com a Marisa na outra iniciativa, que foi por conta disso também que eu falei que eu quero estudar literatura na minha vida. Nem sempre o perfil dos que eu queria. Quero levar isso para a sala de álgebra.
Foto do novo: olha, a gente não vai ficar sabendo aqui o que a gente vai fazer. A gente vai fazer a literatura como sozinho, que quando você se coloca no lugar daquele autor, daqueles autores, daquele período, naquela época, daquela escola literária, você compreende muito mais fácil. Como quero aqui!
E aí eu fui mostrar um dos prédios onde está a central, porque eu nunca gostei de ler poesia. Linha, porque não sei. É coisa de gente que escreve, mas queria esconder.
Começou por responder: "Eu vou ler um poema astral". Era o 2º sarau. Falei: "Vou ver dois".
Era o 3º sarau. Foi: "Vou fazer uma coisa diferente, vou cantar com o pai". Aí a gente chegou nesse ponto que eu falei: "Pai, eu acho que vou falar pro palco do salão vermelho".
Aí eu trouxe projetos que envolvem a gente, cantou aqui, foi sensacional. Do nosso país, o nosso país disse: "Gina". E aí eu acho que ele está fechando, iniciando um novo símbolo, modelo.
Começou a estudar a filha de quem é a trajetória que a gente está fazendo em cima de pau, que é a tua mulher, e que um atleta, em especial com essa situação: "Mais Clay, vocês têm que vir agora no próximo carnaval, mas não conseguem sair do terço no próximo final". Com certeza, daremos a vocês aqui. Não queria que agora, sei que já estou falando da importância de você ficar assumindo na pedido r 75 ônibus direto, nosso representante das ilhas, que atrás, não das disciplinas, mas também assumindo aqui, auxiliar no processo de organização do site dos saraus da semana das letras, que agora receberá.
Na verdade, condenando a semana de letras, é esta; aí vai participar do sarau também, mas com a início, tudo com a importância desses contextos. Eu, nessa relação, os próprios colegas nesta sessão se tornam amigos, né? Enquanto que está feliz com isso.
Agora, a Daniel, Daniel Dalcin, a pensão, públicos diferentes, e eu tenho uma relação de amizade. Pode o projeto que a gente fez, o que a gente continue fazendo, a instalação científica, tudo mais como ela estava com o coordenador. Agora, eu achei bem em falar: "A gente vai fazer tal coisa, vamos ver o que é que vai acontecer".
Eu falo: "Vamos, vamos, vamos ajudar", e ela me ajuda. A gente vai construindo juntos o eixo da semana de letras. Agora, de 2009.
Falar a semana de 2009 e a forma como vai ser e estar ao nosso lado da sua? Tá, a semana de letras tudo bem. Vamos analisar.
Então tá, aí a gente tentou conversar um dia, viu como o que é ser agente. Começou a abrir mais a participação dos alunos, porque eu me senti muito acolhida quando cheguei aqui no curso, os professores, pela Daniela, principalmente agora que ela assume a coordenação. Ela me acolheu muito bem.
E eu vim aqui dentro, e eu percebi que alguns alunos não se sentiam tão acolhidos assim, porque eles não têm essa peça, esse protagonismo, de, enfim, falar e pedir, ajudar. Chegando e vamos começar a lançar mais, trazer mais os outros também, participar, entrar nos novos valores. Então a gente começou.
Então a coordenação e o colegiado começaram: "Vamos pra fazerem". A gente conhece o processo da semana de letras agora com o tema diversidade. A gente foi puxando aluno do 1º ano, que está no quarto período, o último período, e a gente separou as funções.
A gente começou a delegar e eu fui percebendo que eu tô começando a tomar uma posição diferente. O meu papel é um curso recebendo só uma aluna. Eu sou muito parecido com o seu nome.
Faz. E a gente precisa de outros alunos que também façam. Senão, por falar, então você vai começar a entender a importância do aluno participar em tudo.
Eu posso participar das mais de tudo, entretanto começar a dividir um pouco. Ela participa, que também vamos ajudar. E agora, a próxima semana do mês, às 20h, o programa cheia é super legal.
A gente dividiu a coordenação do COI, dando tudo por fora, mas a gente tem a coordenação de fotografia, coordenação dos anos que recebe os convidados, a coordenação da decoração. E essa delegação de função, todos os olhos estão participando, todos conversando. Ela chegou a pensar em tal coisa.
. . Com coisa, coisa.
. . Eu voltei à Tânia.
Fala coisa com coisa, com coisa. Daniel fala: "Vou passar pros docentes, a gente tenha a resposta". É sempre assim, assim.
Chico, isso é incrível porque tudo que estamos, propostas sendo aceitas e você sente essa importância de fazer parte do recente desenvolvimento. Isso reforçará o quanto mais a gente pudesse e tivesse a partir de ter áreas da arte poética, porque ele tem muito aluno se inscrevendo. Que tanto que tocam, e eles têm vergonha.
E aí, ver um livro é um pouquinho mais, um pouquinho mais gordinha, tem um parafuso a menos, que sob o tópico começa logo no primeiro momento. Mas falar, falar, falar, falar. .
. E aí, os outros começam a vir também. Então, eu acho que estou começando a assumir agora, aqui no início da tarde, cara de pau, né?
Não tem quem faça. Agora faz, o vôo vai ter que ficar pendurado de cabeça para baixo, senão eu vou fazer aquilo que vem. Vai ter um aluno que também vai fazer o que ele vai ter.
Por exemplo, vai seguir adiante. Eu acho que quanto mais a gente pudesse utilizar somente a literatura poesia, que é a razão de fazer esse curso. A parte poética, parte literária é estudar, e atrasei isso e mostrar que não está morto.
Muita gente acha que não tem mais coisa, onde não tem mais poemas. Não tem mais música que não têm maior site de vocês. Falam pensando aqui [Música].
E a gente tem que fazer esse 90, antes de você. Muito obrigado, Rogério, por vocês estarem aqui conosco. E se aposentar o nosso curso, né?
Obrigado a vocês terem dado a oportunidade de nós estarmos cruzando caminhos na Itália juntos. Acho que o Sérgio, lei e na terra dos homens, disse que os amigos, às vezes, se cruzam e, num certo momento, se cruzam novamente. Os caminhos se abraçam com os mesmos, talvez por não querer, por isso vale a pena esperar, né?
Então, esse é um ponto. Acho que nem por aí a minha gratidão. Se eles querem, aceitaram partilhar na CNA, nativas compartilhadas, um pouco da vida, pois eu pudesse.
Experiência bonita essa história de vida também era de pai e filha, um filho dele, Caio. E esse companheirismo todo, e essa vivência da arte na vida de 26. E obrigado por lançar isso nesse espaço, e neste espaço aqui da partida.
Muito obrigado, milhões. Relacionadas, às vezes, até a próxima narrativa. Até breve!