bem-vindo ao canal na armadilha dos desejos aqui Compartilhamos histórias apaixonantes sobre infidelidades desejos ocultos e revir a voltas inesperadas Mergulhe em um mundo de tentações e Segredos deixe seu comentário e inscreva-se no canal para participar do nosso próximo sorteio exclusivo Esta é a sua chance de ganhar algo especial apenas por compartilhar seus pensamentos e fazer parte de nossa comunidade Não perca essa oportunidade comente e inscreva-se agora eu estava sentada no sofá da sala da nossa casa em Lisboa e a tensão no ar era quase palpável a luz do abajur projetava um brilho Dourado suave sobre
meu hobby de cetim cor champan deixando meus sombr levemente amostra Estiquei as pernas calçadas em sandálias delicadas de tiras finas e girava automaticamente o anel no meu dedo parecia que até o tecido do HOB abraçava meu corpo de forma muito apertada me fazendo sentir estranha em sua presença papai estava sentado ao meu lado perto demais seu olhar permanecia sobre mim por mais tempo do que deveria como se ele estivesse me observando mas não como pai ele vestia sua habitual camisa caseira com o colarinho desabotoado e de repente notei sua mão se movendo lentamente para afastar
uma mecha de cabelo do meu rosto esse gesto sempre me pareceu inocente mas agora havia uma estranha cautela em seu movimento você sabe que sempre pode conversar comigo não sabe sua voz suou tão suave que parecia um sussurro a senti com a cabeça sentindo minha Palma ficar úmida Apesar de o ambiente estar fresco seus dedos permaneceram em minha bochecha por mais tempo do que o apropriado para um toque paternal nesse momento senti que a barreira que sempre existiu entre nós começava a se dissolver levantei-me abruptamente fingindo que queria buscar um copo d'água os saltos das
minhas sandálias bateram suavemente contra o piso de madeira para onde você vai sua voz suou inesperadamente tensa mas eu não olhei para trás em vez disso caminhei até a cozinha tentando não deixar minha voz trair o nervosismo eu sabia que não conseguiria evitar por muito tempo o que estava acontecendo entre nós Mas como eu cheguei a essa situação tudo começou há alguns meses atrás quando mamãe nos deixou sozinhos pela primeira vez nesta casa em Sintra vamos voltar ao início da história vou contar sobre minha infância e como nossa família que parecia perfeita começou a se
despedaçar meu nome é Laura e olhando para trás lembro-me da minha infância como um caleidoscópio brilhante e ensolarado cheio de risos e tranquilidade cresci em uma pequena casa nos arredores de Coimbra onde as ruas estreitas tinham o perfume das Flores dos Limoeiros em plena floração e a vida fluía devagar Como o Rio mondego meu pai João era o verdadeiro exemplo de força e estabilidade alto com cabelos escuros que estavam sempre um pouco bagunçados e olhos castanhos calorosos ele tinha uma presença que transmitia uma sensação de Segurança ao nosso redor minha mãe era a personificação do
Aconchego seus cabelos castanhos estavam sempre presos em um coque Impecável e em seu pescoço brilhava uma delicada corrente de ouro com um Pinch em forma de coração que meu pai lhe deu no dia do casamento muitas vezes eu me sentava na cozinha observando enquanto ela preparava nosso arroz de pato Favorito sentindo que fazia parte de algo maior a algo que parecia inquebrável quando eu era pequena praticamente não desgrudava do meu pai ele me ensinava tudo o que sabia como trocar uma lâmpada Como consertar uma porta rangente e até me mostrou uma vez como o motor
do nosso velho carro funcionava eu adorava observar suas mãos calejadas pelo trabalho mas ainda tão suaves quando ele ajeitava uma mecha do meu cabelo ou segurava minha mão lembro-me de quando ele trouxe para mim uma pequena caixa de ferramentas com meu nome gravado na tampa e disse você pode ser quem quiser Laura nunca se esqueça disso essas palavras ficaram gravadas na minha memória e eu sempre o via como um herói capaz de tudo minha mãe era o outro polo da nossa família tranquila carinhosa e um pouco rígida ela mantinha a casa em ordem planejava nossos
dias e parecia sempre saber o que dizer para me acalmar quando eu me preocupava com as provas da escola ou as primeiras brigas com amigas para mim mamãe e papai eram o casal perfeito e eu admirava o amor deles muitas vezes eles Riam se abraçavam na cozinha achando que eu não via ou dançavam ao som do velho rádio cresci em um mundo onde tudo parecia certo e justo as noites em família os longos passeios pela praia em figira da Foz cidas matinais ao merado na baixa tudo ISO criava uma sensação de felicidade Absolut eu acredit
que famli era espe inbr como perce depois mesmo o edifício que parece mais sólido pode começar aar às vezes Você Noda a fissura cedo mas outras vezes percebe tarde demais quando já não há mais nada quando completei 15 anos minha relação com meu pai Começou a Mudar o que antes eram momentos simples e leves como sua ajuda com os deveres de casa ou o trabalho juntos no jardim da nossa casa em Aveiro agora era preenchido com um novo quase imperceptível tom de proximidade passamos a conversar mais e de forma mais profunda sobre os sonhos Dele
sobre o que ele não conseguiu realizar sobre meus desejos e medos eram conversas que eu nunca poderia imaginar tendo com minha mãe meu pai sempre encontrava tempo para mim se minha mãe estava ocupada com as tarefas domésticas Ou conversando com as vizinhas na rua Estreita ele permanecia com como o meu melhor ouvinte Eu me acostumei à sua atenção cuidadosa à forma como ele notava tudo desde meu humor até uma nova precila no meu cabelo às vezes seus gestos começavam a parecer cuidadosos demais quando eu lia na mesa de jantar ele afastava delicadamente uma mecha de
cabelo que caía sobre meu rosto ou mantinha sua mão no meu ombro enquanto contava algo importante eu não dava importância a isso pois ele sempre foi tão caloroso E atencioso mas certa vez enquanto falávamos sobre o futuro ele me olhou com tanta sinceridade que perdi o fôlego Laura você é especial ele disse e havia algo em sua voz que eu nunca tinha percebido antes esse momento ficou comigo como um sussurro suave impossível de esquecer no fundo da minha alma comecei a sentir que algo mais estava se formando entre nós algo além do vínculo comum entre
pai e filha era um calor que eu não conseguia entender mas também não conseguia ignorar no verão minha mãe viajou por alguns dias para visitar minha avó no porto deixando meu pai e eu sozinhos as noites na Caça ficaram silenciosas mas esse silêncio tinha um estranho zumbido que eu não conseguia ignorar certa vez enquanto Eu lavava a louça na cozinha ele se aproximou demais para me ajudar com um prato sua mão tocou a minha por Acidente e senti um calor que inesperadamente me deixou tensa ele sorriu mas havia algo novo em seu olhar algo que
eu não conseguia explicar no dia seguinte quanto eu estava deitada em uma espreguiçadeira na varanda da nossa casa usando um vestido leve ele se sentou ao meu lado e disse que eu parecia adulta suas palavras soaram como um elogio Mas me deixaram com uma sensação de desconforto notei seu olhar permanecer em mim por mais tempo do que o necessário e rapidamente desviei os olhos esses momentos não eram evidentes mas começaram a se acumular em uma estranha sequência cada gesto dele um toque no meu ombro ao passar por mim ou um olhar prolongado enquanto eu fazia
algo comum me fazia refletir eu tentava me convencer de que eram apenas pensamentos meus é meu pai eu repetia para mim mesma Mas a sensação de que algo havia mudado não me deixava em paz quando minha mãe voltou para casa Percebi as mudanças imediatamente ela já não nos olhava como antes seu olhar tornou-se cauteloso quase desconfiado Ela raramente sorria e passava cada vez mais tempo sozinha lendo na sala ou cuidando das flores no jardim da nossa casa em Leiria toda vez que meu pai falava comigo ela parava como se estivesse prestando atenção uma vez notei
como ela nos observava com atenção quando meu pai Manteve a mão no meu ombro enquanto ria de alguma piada seus olhos se estreitaram mas ela não disse nada uma tensão começou a surgir entre meus pais suas conversas tornaram-se curtas e secas os abraços que eles trocavam todas as manhãs na cozinha desapareceram às vezes eu surpreendia a minha mãe olhando para meu pai em silêncio como se estivesse tentando entender algo que permanecia não dito a casa ficou silenciosa mas era um silêncio inquietante eu tentava agir como sempre mas sentia que estava me tornando a causa de
um muro invisível que crescia entre eles minha mãe começou a se distanciar de mim também suas palavras tornaram-se curtas e ríspidas como se ela carregasse um ressentimento que não queria discutir nesses momentos eu me sentia uma estranha na minha própria casa certa noite O mãe inesperadamente o garfo no prato e ol Fix paraim sua voz Era calso só a Torn ainda mais forte Laura está acontecendo alaisa entre você e seu P pergunt ela Suas palavras me airam como um trovão sen o sangue subir a rosto e minha respiração ficou ofegante Não mãe claro que não
respondi apressadamente mas minha voz tremia ela continuou me encarando e seu silêncio Era pior do que qualquer palavra em seus olhos havia dúvidas que eu não conseguia dissipar meu pai não disse nada apenas desviou o olhar e continuou comendo como se a pergunta não tivesse sido feita após o jantar me tranquei no quarto mas a cena à mesa não saía da minha cabeça suas palavras me fizeram pensar será que realmente não está acontecendo nada as lembranças de cada olhar fugaz cada toque começaram a ressurgir na minha memória ganhando um novo significado aquela noite foi a
primeira vez que percebi que minha família nunca mais seria a mesma tarde da noite fui acordada pelas vozes vindas da sala meus pais estavam discu ouvi minha mãe falar com uma frieza cheia de raiva você acha que eu não vejo o que está acontecendo como você olha para ela como tudo mudou entre vocês Maria pare com isso você está inventando coisas isso é loucura ela é nossa filha respondeu meu pai sua voz soava tensa mas defensiva eu congelei as palavras deles suas entonações estavam indo por dentro não minta para mim João eu vi os olhares
de vocês e ela também sente isso você realmente acha que eu não percebo a voz dela tremia cheia de lágrimas eu não conseguia mais ouvir saí do meu quarto e fui até a sala eles se calaram quando me viram seus rostos o de minha mãe cheio de raiva e dor e o de meu pai abatido e culpado diziam mais do que qualquer palavra chega minha voz tremia mas eu falei com firmeza não está acontecendo nada papai não fez nada e eu também não minha mãe olhou para mim seus olhos cheios de Lágrimas Laura você mesma
sente que algo está errado não é sua voz era suave mas cheia de dor eu não consegui responder o silêncio que seguiu foi a gota d'água entre nós ficou uma tensão que nunca mais poderia ser desfeita na manhã seguinte minha mãe arrumou suas coisas em silêncio seus movimentos eram rápidos e decididos como se tivesse medo de mudar de ideia eu estava parada na porta do quarto dela sem saber o que dizer mas ela não me olhou você vai para a casa da vovó perguntei em voz baixa sim respondeu ela de forma breve a mala meu
pai tentou impedi-la na porta sua voz tremia enquanto dizia que isso era um erro que ele não tinha feito nada mas minha mãe não o escutava ela apenas se virou para me olhar seus olhos refletiam cansaço e dor Laura eu te amo mas não consigo mais ficar aqui disse ela antes de sair sem olhar para trás o restante do dia passou um silêncio estranho meu pai estava sentado no sofá olhando fixamente para a parede eu sentia que deveria dizer algo mas as palavras não vinham tudo o que eu podia sentir era um peso como se
nossa casa tivesse se tornado ao mesmo tempo apertada e vazia desde aquele dia tudo mudou meu pai continuou cuidando de mim mas surgiu entre nós uma distância ponível cada gesto seu cada palavra agora parecia desajeitado como se tivéssemos desaprendido a estar juntos alguns meses depois Decidi ir para Lisboa para começar tudo de novo ficar na nossa casa em Coimbra se tornou insuportável mas mesmo longe não conseguia me livrar da sensação de que a ruptura na nossa família nunca seria consertada anos se passaram mas as lembranças daquele verão não me deixam muitas vezes penso nos momentos
em que tudo poderia ter sido diferente talvez eu pudesse ter dito ou feito algo que evitasse a destruição da nossa família mas agora isso não passa de suposições meu pai e eu ainda nos falamos mas nossas conversas se tornaram formais como se fôssemos estranhos cada encontro me lembra daquela noite em que surgiu uma barreira entre nós uma barreira que não pode mais ser derrubada com minha mãe nossa relação também nunca voltou a ser a mesma em seus olhos ainda vejo uma sombra de ressentimento e desconfiança às vezes me pego revivendo mentalmente Os Pequenos Detalhes o
olhar dele as palavras dela as minhas reações não sei o que realmente destruiu nossa família aqueles pequenos momentos ou nosso silêncio hoje entendo que as rachaduras mais dolorosas nos relacionamentos não surgem de traições barulhentas mas do que fica por dizer Às vezes o amor não morre com golpes mas com o silêncio que preenche Todo o espaço entre as pessoas mas há algo que não me deixe em paz seja o que for não acabou algo daquele verão ainda está comigo como uma sombra que eu não consigo deixar para trás obrigado por estar conosco no canal na
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