Olá, queridos. A paz do Senhor Jesus. Bem-vindos ao assunto de hoje.
O rio da vida e a nova cidade. O Senhor estar ali. Esta é a 13ª lição do trimestre que estamos estudando sobre o livro do profeta Ezequiel.
E os objetivos do comentário são os seguintes: primeiro, saber que a vida vem da presença de Deus. Segundo, reconhecer que a obra de Deus é crescente. E terceiro, buscar a presença de Deus.
E o texto para leitura com todos, Ezequiel, capítulo 47, do verso 1 ao verso 12. E os tópicos que vamos abordar são eles. Primeiro, o rio que flui do templo.
Segundo, a provisão e a cura. E terceiro, a herança do povo e a nova terra. E eu sugiro que você faça a leitura dos capítulos 47 e 48 do livro de Ezequiel, que somados a esse comentário, o seu aproveitamento será ainda maior.
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Esse rio cresce progressivamente até se tornar intransponível, transformando o deserto em jardim e o morto em águas férteis. Primeiro tópico, o rio que flui do templo. Ezequiel, capítulo 47 do verso 1 ao 8.
O rio nasce do limiar do templo, sinalizando que toda bênção procede de Deus. Ponto de número um, a origem do rio. Ezequiel capítulo 47 verso primeiro, diz o texto: "Depois disto, o homem me fez voltar à entrada do templo, e eis que saíam águas de debaixo do limiar do templo para o oriente, porque a face da casa dava para o oriente, e as águas vinham de debaixo do lado direito da casa, do lado sul do altar".
O escritor começa mostrando para todos nós que esse rio começa pequeno e cresce sobrenaturalmente, mostrando que tudo é uma obra de Deus. Não há contribuição humana, não vem de fontes humanas, mas do trono divino. O escritor ainda prossegue mostrando que a verdadeira renovação de Deus não vem de projetos humanos, mas da presença vivificante do Deus vivo.
Assim como Israel dependia da água para sobreviver, hoje o mundo precisa da água viva que Cristo oferece. capaz de restaurar corações secos e transformar vidas áridas em jardins espirituais. Essa nascente revela que a comunhão com o Senhor é a origem de todo renovo espiritual e social.
Alguns pensadores chegam a dizer que esse rio ou essas águas, elas representam a efusão da luz do evangelho, pelas quais os povos são iluminados pelo poder de Deus. Outros interpretam literalmente que um dia isso vai acontecer, vai se tornar realidade no templo do Senhor. Já o Talmud, ele coloca que essas águas elas estão fluindo do santo do santo, trazendo vida para o povo de Deus.
Já no evangelho de João, lá no capítulo de número 7, verso de número 37, em uma festa dos tabernáculos, aonde o ritual demorava 7 dias. E diz o texto que no último dia da festa, Jesus levantou-se e disse: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba". E quando observamos à luz desse texto, à luz desse comentário, em um mundo sedento, Deus nos lembra que só ele é a fonte da vida.
A verdadeira restauração não nasce da política ou filosofia, mas da presença transformadora do poder do Senhor, do poder do evangelho, que tem poder de transformar o mais vivo pecador em uma nova criatura. com vida eterna em Cristo Jesus, o nosso Senhor. O rio que flui do templo.
Ponto de número dois, a progressão do rio. Ezequiel 47 verso 3 diz o texto: "Saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir. Mediu mil côvado e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos".
Na sequência do verso 4 e verso 5, o escritor diz que aquele ser mediu mais 1000 côvados e ele passou com águas pelos seus joelhos. Mediu mais 1000 côvados e ele passou com águas que davam nos seus lombos. E ele mediu mais 1000 côvados e se tornou um rio intransponível.
L faltou terra nos pés e ele teve que nadar. Aqui nós vamos extrair algumas lições para todos nós. E primeiro o escritor mostra que a caminhada espiritual crescente inicia-se com passos simples de fé e aprofunda-se até uma entrega total simbolizada no mergulho onde o profeta precisa nadar devido à profundidade.
O rio da graça é ilimitado, sempre convidando a avançar mais. Diz o escritor: "A vida cristã não pode parar na superficialidade. Deus nos chama a mergulhar em sua graça, saindo da mediocridade para experimentar plenitude espiritual.
Mas não é automático, diz o escritor. Exige de mim, de você, de todos nós uma entrega, uma submissão constante. Ninguém que serve a Deus deve aceitar uma vida medíocre e estagnada, na qual avança.
Parece que está parado, parou no tempo. Não, ninguém pode aceitar. Aqueles que servem a Deus aceitaram uma vida estagnada.
O crescimento espiritual, irmãos, e a profundidade no espírito estão disponíveis a tantos quantos queiram. Todas as pessoas que queiram. não é estático, mas progressivo.
Pela ação do Espírito Santo, a mente e o caráter do crente vão sendo moldados, abandonando padrões mundanos e assumindo a imagem de Cristo cada dia. É interessante que quando observamos nesse texto, parece que as coisas divinas, algumas delas nós entendemos facilmente como foi aqueles primeiros passos do profeta, mas suas propriedades muitas vezes se complicam e logo nós ficamos mergulhados nos mistérios de Deus por não conseguir mais entender o que é que ele está colocando diante de nós. O escritor Paulo na sua carta aos Romanos, capítulo 11, verso de número 13, ele diz o seguinte: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria quanto da ciência de Deus, quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis os seus caminhos".
Queridos, as águas sagradas vem do Deus todo- poderoso e elas transformam tudo o que tocam. Aqueles que precisam de prosperidade, essas águas lhe dão prosperidades. Aqueles que precisam de cura, essas águas trazem cura.
Aqueles que precisam de uma porta abertas, também portas portas se abrem. E aqueles que precisam de transformação, essas águas também fazem a transformação pelo poder do Espírito do Senhor. Cada um recebe segundo a sua necessidade e anelo.
Um certo pensador chegou a dizer que cada homem flui um riacho. Trazendo uma lição para todos nós, que alguns homens eles são riachos poluídos que provocam doenças e provocam mortes em outras pessoas. Homens que muitas vezes são abastecidos, mas matam de fome o seu semelhante.
Mas existe homens que são uma espécie de riacho que estão sempre pronto para beneficiar outros. Homens que são uma espécie de riacho que trazem vida para outros. E o pensador chega a dizer assim: "Que tipo de riacho é você?
" Extraímos desse texto à luz, desse comentário que esse riacho que nasceu tão pequeno, que se tornou intransponível, que por onde ele passa vai transformando vida. E essa é a lição que nós extraímos para nós também como salvos em Cristo Jesus. por onde nós passarmos, deveremos deixar realmente um rastro, mas um rastro de vida, de prosperidade, de mudança sobrenatural que Deus pode fazer na vida de todas as pessoas através do nosso testemunho.
O rio que flui do templo, ponto de número três, o poder transformador do rio. Ezequiel, capítulo 47 verso 6. E me disse: "Viste isto, filho do homem?
" Então me levou e me tornou a trazer à margem do rio. Aqui nós vamos perceber que toda aquela experiência de Ezequiel de andar os primeiros passos, segundos passos, terceiros passos, mas daí quando o rio se torna intransponível até o seu nadar, não estava sozinho, estava guiado por aquele ser que leva ele naquele rio e depois traz até a margem e mostra para ele o que está acontecendo. É interessante que o fato de Ezequiel ser conduzido por ele, ele carrega vários significados espirituais e teológicos, sendo a principal a dependência da revelação divina.
O profeta não descobre nada por conta própria. Ele é guiado passo a passo. Nós daqui, queridos, podemos extrair uma lição maravilhosa que foi proporcionada pelo anjo guia.
O profeta também tem uma lição extraordinária. Os olhos atentos ao longo da margem do rio, observando a natureza, as águas no seu percurso, no seu caminho, a grande quantidade de peixes que se movimentava nas águas, naquelas águas limpas e saudáveis. também as árvores ao longo da margem daquele rio, de uma e de outra margem, todas floridas, produzindo os frutos e tudo era um toque divino para os homens daquela terra.
O que nós observamos é que os homens presenciaram aquele toque de Yahvé, colocando seu dedo naquele lugar e fazendo com que todas as coisas se transformassem. Isso mostra, queridos, que as verdades espirituais e os planos de Deus não são fruto da observação humana, mas são revelados por Deus. Assim como Ezequiel, o povo de Deus depende da orientação do Espírito Santo para compreender as verdades divinas, conforme está registrado em João, capítulo 16, verso de número 13.
Nossa caminhada cristã precisa da direção de Deus. Eu e você precisamos cada dia. Sem ela, nós ficamos perdidos, interpretando, quem sabe até mal os sinais de Deus e quem sabe não andando na vontade divina de Deus, ignorando a vontade divina.
Eu e você somos desafiados à luz do profeta Ezequiel nessa nessa trajetória desses primeiros passos até os seus últimos passos na profundidade nos mistérios de Deus. Saber que é importante sermos guiados pelo Senhor. E esse guiar do Senhor paraa nossa vida depende muito da nossa submissão, da nossa vontade de seguir, de obedecer os seus ensinamentos.
Segundo tópico, a provisão e a cura. Ezequiel, capítulo 47, do verso 7 ao 12. O rio não apenas traz vida, mas também provisão e cura, mostrando o cuidado completo de Deus.
Ponto de número um, o rio traz vida. Ezequiel 47 verso 8. Então me disse: "Essas águas saem para a região oriental e descem à campina e entram no mam morto cujas águas ficarão saudáveis.
O mar morto, também conhecido como Mar Salgado ou Mar de Arabá. Segundo o escritor, ele diz que é um dos lugares mais singulares da Terra, tanto geograficamente quanto historicamente. Suas características e seu nome tem uma explicação natural e bíblica bem interessante.
Ele está cerca de 430 m abaixo do nível do mar, sendo o ponto mais baixo da superfície terrestre e sua salinidade é cerca de 9 a 10 vezes maior que a dos oceanos. O escritor diz que a altíssima salinidade impede a sobrevivência de peixes, plantas aquáticas e outros organismos, restando apenas algumas bactérias e microrganismo naquele rio ou naquele mar, mar salgado. Mas o Ezequiel vê que o rio ele vem vivificando e ele vai transformar tudo por onde ele passa.
Inclusive o mar, lá onde ele está, as águas saudáveis, símbolo da restauração total, chegam também naquele mar. A área ao redor do mar, daquele mar morto, também ela é morta, ela é seca, ela é deserta. Mas na ótica de Ezequiel, ele vê que o fluxo poderoso do rio sagrado é tão abundante e forte que torna o mar morto em um mar vivo.
É interessante que o processo de transformar águas salgadas em águas doces precisa de uma drenagem. A água doce vai chegando e então vai se drenando até o ponto de evacuar toda aquela água salgada. e o local se transformar em água doce.
Mas lá no Mar Morto não existe isso. Não há espaço para aquela água sair de lá. Simplesmente é o poder divino que vai fazer com que essa água sejam águas vivas.
Onde havia morte, agora a vida abundante. Essa promessa, queridos, aponta para o evangelho que transforma pecadores mortos em seus delitos em novas criaturas, pela cura divina, pela graça divina que o Senhor proporciona a todo pecador. Em um mundo marcado pelo pecado e descrença, no qual tudo vai se deteriorando.
O escritor conclui esse ponto dizendo o seguinte: "O evangelho continua sendo o rio que leva a vida e cura todos os que o recebem. Onde o evangelho de Jesus chega, a vida floresce. " E isso é muito importante para mim e para você, porque nós temos a responsabilidade, querido colega, querido professor, querido aluno da escola dominical, de anunciar a palavra de Deus, porque ela é esse rio que traz vida, que traz cura.
E por onde esse rio passa, há uma nova vida, há uma nova esperança, a vida, a alegria, a paz, há florescimento na vida das pessoas. A provisão e a cura. Ponto de número dois, o rio traz provisão.
Ezequiel 47 verso de número 10 diz assim: "Junto a ele se acharão pescadores desde em Jed até em Glaimir. Haverá lugar para se estenderem redes e seu peixe segundo a sua espécie será como peixe do mar Grande em multidão excessiva. " O escritor diz que o rio não só restaura, mas gera abundância para alimentar muitos.
É um símbolo da abundância da provisão de Deus. É interessante, querido, que o Mar Morto, antes, um centro de cactos e de lagartos, ele tornou-se agora o centro de uma grande indústria. E esse acontecimento revolucionário na ótica de Ezequiel, ele demonstrou o poder do rio que vem do trono de Deus, que vem trazendo bênção.
E o escritor diz que a ideia de provisão é frequentemente reduzida ao acúmulo de bens, ao salário no fim do mês ou a conta poupança que cresce. Mas no entanto, a verdadeira bênção da provisão é um conceito muito mais profundo e abrangente. É a certeza silenciosa de que não estamos sozinhos no mundo, de que nossas necessidades serão supridas no momento certo, pela fonte certa e na medida certa.
O escritor ainda prossegue dizendo que a provisão não é sinônimo de riqueza, mas de contentamento. É ter o necessário a cada dia. Ela se manifesta no pão sobre a mesa, no teto que nos abriga, na saúde que nos sustenta e no trabalho que dignifica.
Mas vai além, diz o escritor, é a provisão de força para um dia difícil, de paz em meio ao caos, de sabedoria em uma decisão complexa e de amor para compartilhar. O escritor ainda diz que quem vive na mentalidade de escassez, ele retém para a bênção. Mas quem experimenta a provisão, ele doa.
E ele conclui o ponto dizendo assim, ele entende que é um canal, não um depósito final. Eu e você estamos diante de um texto nos revelando que precisamos ser esse canal de Deus. Não o local que retenhamos a bênção em nós e achemos que nós somos o detentores, os detentores da bênção, mas que possamos entender que eu e você, como um canal de Deus, como um riacho de Deus, devemos através de nós produzir vida também para aqueles que, quem sabe estão à nossa volta, precisando também desse aconchego e dessa bênção divina, desse maná, dessa fonte de vida que produz o rio celestial, o nosso nosso Salvador.
A provisão e a cura. Ponto de número três. O rio traz cura.
Ezequiel 47 verso 12. Aqui nós vamos encontrar o profeta descrevendo, queridos, tudo que acontece à margem daquele rio. Ele diz que as árvores crescem e são árvores frutíferas.
Elas não murcham e cujos frutos alimentam as pessoas e as suas folhas curam as enfermidades. Segundo o nosso comentário, é um é um retrato da plenitude da vida em Deus. O rio garante não apenas provisão, mas também saúde constante.
Que que é isso, pastor? é que a bênção de Deus está por trás daquele processo, não admitindo limites nem fraqueza para as pessoas. É como disse o salmista no salmo de número um, verso de número três, pois esse homem será como árvore plantada junto à fonte de águas, o qual dá o seu fruto na estação própria e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará.
Esta é a vontade de Deus para o ser humano. Deus se importa com as com a nossa existência física. Ele conhece cada célula, cada fibra do nosso ser.
A cura corporal é uma manifestação palpável da sua compaixão e poder. É interessante que o escritor mostra para nós o seguinte, que é o Senhor, é ele quem concede sabedoria aos médicos para poder então trazer um diagnóstico quando as pessoas estão enfermas e poder ser curados. Mas também é ele que coloca na natureza os princípios ativos que curam também as pessoas também nos remédios medicinais que muitas vezes a medicina não reconhece, mas também é a sua soberania que opera o milagre que desafiam muitas vezes as explicações científicas.
Ou seja, ele tem poder para curar através dos médicos, ele tem poder para curar através da medicina natural que ele mesmo criou. E ele tem poder de curar também com seu poder miraculoso através de um milagre que a medicina não consegue explicar. A cura está presente em toda a revelação bíblica, irmãos, culminando com a promessa do Apocalipse lá no capítulo 22 verso 2, quando o escritor diz que no meio da sua praça, de uma de outra margem do rio, estar a árvore da vida, que produz 12 frutos no ano, cada mês produzindo seu fruto, e cujas folhas são para a cura dos povos.
Ou seja, mostrando aquilo que João também escreveu lá no Apocalipse. E ele finaliza dizendo que a festilidade e a cura prometida por Ezequiel encontra seu climax na restauração universal descrita por João lá no Apocalipse, onde não há mais maldição nem dor, pois ali Deus habita eternamente com o seu povo e a sua presença é a fonte de vida abundante, mostrando que isso vai acontecer exatamente ente quando Deus restaurar o seu povo de uma vez por toda depois que Israel reconhecer realmente quem é o soberano Senhor, o Messias, aquele que foi rejeitado por ele. E aí essa bênção vai ser definitiva para aquele povo.
Terceiro tópico, a herança do povo e a nova terra. Ezequiel 48 verso 8 ao 35. O escritor diz que essa restauração ela é completa.
Território, culto e presença divina. E ponto de número um, herança justa para todas as tribos. Ezequiel 48 verso 29.
O escritor diz que as tribos recebem suas poções de maneira organizada, igualitária, e não há privilégio indevidos. Deus assegura que seu povo viva em equidade e cada um no seu lugar garantido pela aliança. Que é isso, pastor?
Ezequiel está profetizando para Judá aqui. Na verdade, Ezequiel está profetizando no ano aproximadamente 570 e alguma coisa antes de Cristo. E essa profecia vai acontecer posteriormente.
Mas é bom lembrar que essa aliança ela foi feita com Israel. Lá no ano aproximadamente 1882 aes de. Crist, registrado no Gênesis capítulo 15, Abraão tornou-se uma grande nação governada pel um governo teocrático e durou muito tempo.
Mas até que um um dia esse povo resolveu querer um governo monocrático como as outras nações. E daí não funcionou mais legal, porque eles tiveram o primeiro rei, o segundo, o terceiro, no quarto reinado já se dividiram. E se tornaram então duas nações rivais a ponto de brigar uma com a outra.
E depois de estarem 400 anos separados nesse episódio da restauração aqui, eles já estão mais ou menos isso, há quase 400 anos, porque a divisão foi no ano 930 a 32 antes de Crist. E a restauração de Judá vai ser no ano 538 a 36 a de. Crist, quase 400 anos.
É o período que eles estão separados. É verdade que as tribos do norte, representad por Israel, eles estão no cativeiro, levado pelo império assírio já há quase 250 anos que estão separados. 400 anos separados, 250 anos no cativeiro.
A tribo de Judá 70 anos no cativeiro. Aí diz o escritor que na ótica humana, na perspectiva humana, não havia esperança. Mas Ezequiel profetiza que viria dias em que a nação seria reabilitada eh como um todo.
Que que é isso, pastor? é que todas as 12 tribos teriam herança na nova divisão da terra. Ninguém ficaria sem a sua a sua porção.
O Senhor vai trazer todos de volta. É lá em 538 que Ciro dá aquela canetada e 2 anos depois, 536, estão todos devidamente nos seus devidos lugares. Agora, interessante, queridos, que esta restauração, ela acontece em três etapas.
A primeira etapa foi no dia daquela restauração, lá nesse ano 538 a 536, a restauração com os remanescentes voltando do cativeiro. A segunda restauração, irmãos, está no nosso tempo, quando foi a volta de de Israel, da diáspora romana que aconteceu lá no ano 70 depois de Cristo, que Israel é espalhado por todo o mundo. e quase 2000 anos depois, no ano de 1948, mas propriamente no dia 14 de maio, quando Israel tornou-se nação novamente e está lá uma nação poderosa até hoje.
E a terceira restauração, quando será, pastor, essa terceira restauração? Haverá um renovo no novo, no grande dia do Senhor, a restauração de Israel, completando o ciclo da vontade de Deus, do julgamento e da restauração, onde a operação grandiosa do amor de Deus vai ser com aquele povo. Então, até agora nós presenciamos duas restauração e a terceira, o último ponto, esse ponto será quando o Senhor vier para implantar o seu reino milenial, que Israel será completamente restaurado.
A herança do povo e a nova terra. Ponto de número dois, a centralidade do santuário. Ezequiel 48 verso 8, parte B.
O santuário será no meio dela. A luz do escritor, ele diz que ela carrega um significado rico e multifacetado. A a nova Jerusalém não é apenas administrativa, mas espiritual.
E o centro da vida é a presença de Deus reinando no meio do seu povo. Em primeiro lugar, a frase estabelece a presença de Deus como centro absoluto da vida da nação restaurada de Israel. Na divisão da terra entre as tribos, a poção sagrada, onde está o santuário, o escritor diz que é colocado literalmente no meio.
Que que isso quer dizer, pastor? Isso é uma declaração visual e simbólica de que Deus não é periférico, um acessório opcional, mas o núcleo a partir do qual toda a identidade, lei, adoração e comunhão deve emanar, ou seja, ele deve ser o centro. O que o escritor vai mostrar é que nessa restauração o centro será o lugar central.
O templo será central nessa restauração, mas isso aponta para a centralidade de Deus, o poder divino. E que é a lição que nós extraímos para nós, que na nossa vida também hoje ele precisa ser o centro das nossas atividades, das nossas atenções, da nossa espiritualidade, da nossa fé, da nossa vida, no nosso dia a dia. Tudo gira em torno dele.
O livro de Apocalipse conclui com a visão da Nova Jerusalém, onde não há um templo, pois o Senhor Deus todo- poderoso é o cordeiro e o cordeiro são o seu templo. Apocalipse capítulo 21 verso 22. A presença de Deus é tão imediata, pessoal e completa, que nenhum edifício é necessário.
A promessa de Ezequiel atinge a sua consumação final. A herança do povo e a nova terra. Ponto de número três, o nome da cidade.
O Senhor está ali. Ezequiel, capítulo 48 verso 35. É interessante que aqui o nome da cidade não é mais um nome geográfico como Jerusalém, mas o nome teofânico, o nome do próprio Senhor, o Senhor estar ali.
Estamos chegando ao final do estudo do livro de Ezequiel. E é interessante observar que o livro começou com uma triste nota da partida da glória de Deus, deixando o templo e a cidade de Jerusalém devido à idolatria, a injustiça grotêstica do povo. Parecia uma tragédia definitiva.
Deus abandonou sua morada, mas Deus promete trazer o povo de volta do exílio, dar-lhes um coração novo, um espírito novo e fazer um novo pacto com eles, conforme registrado em Ezequiel capítulo 36 e capítulo 37. Por fim, a visão de Ezequiel é concluída com uma gloriosa promessa. O nome da cidade será o Senhor estar a lir e Yahé chamar.
Queridos, é a resposta triunfante à pergunta angustiante do exílio. A glória de Deus deixou Jerusalém para sempre? A resposta é um sonoro não.
Sua glória voltará. Sua presença será permanente, como bem expressa o nome da cidade, o Senhor está ali. Chegamos ao final desse comentário e concluímos que o rio que emana do trono de Deus foi uma promessa para o seu povo.
Isso aponta para o evangelho que transforma pecadores em novas criaturas. Em segundo lugar, que o rio da graça é ilimitado. Deus nos chama a mergulhar em sua graça, saindo da mediocridade para experimentar plenitude espiritual.
E por último, queridos, ninguém que serve a Deus deve aceitar uma vida medíocre. O crescimento espiritual e a profundidade do espírito estão disponíveis a tantos quanto queiram. E eu quero nesse momento agradecer a Deus pelo privilégio que ele nos deu e a oportunidade de podermos estar juntos.
Mas também quero agradecer aos nossos companheiros pastores José Carlos dos Santos, que é presidente da Assembleia de Deus em Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro. E ao pastor Pua Rodrigues, que é vice-presidente das da diretoria das Assembleias de Deus em São José dos Campos, São Paulo, que nos proporcionaram esse comentário belíssimo durante todo esse trimestre. Agradecer também ao meu pastor da minha igreja, pastor Jonatas Câmara, pela cobertura espiritual, ao pastor Samuel Câmara, nosso presidente da nossa convenção.
E em nome desses pastores, eu também quero mandar o meu abraço hoje ao Correia, que é o mentor ou a pessoa que voluntariamente está trazendo esse vídeo semanalmente até você, tendo esse trabalho de chegar até você. O meu abraço fica para o e para sua esposa Laudiceia. Também agradeço muito a minha esposa pelo companheirismo e oração por todos nós para que juntos possamos prosseguir.
E em nome dessas pessoas citadas, eu quero agradecer a você, querido pastor, querida pastora, querido professor, querida professora, querido aluno, aluna, querido irmão, querida irmã. Espero poder ter contribuído com você mais uma vez com esse comentário e se Deus assim nos permitir, estaremos de volta no próximo com o mesmo lema como sal da terra e luz do mundo e sempre avançando pela fé. M.