a a Maressa Ela tá com uma dúvida e na diferença entre a meta né e as subescalas da diferença desse cálculo não não do cálculo O que é a meta e o que é a subescala Ah entendi eu acho que é isso né Maressa a meta é o que a gente vai traçar com a família que por que eu não posso falar isso Como regra porque não é utilizado em em algumas clínicas mas nós que estamos direcionados né estamos eh já voltados com protocolo de de de intervenção terapêutica intensiva que é o Mig train nós
não temos a copm que nos traz como referência de uma uma medida eh para ser elaborado com a família o que a família tá procurando de meta de objetivo pro corpo terapeutico trabalhar para elaborar intervenção aquilo vamos vamos supor a mãe trouxe ai tá difícil a alimentação com meu filho então a meta vai ser o quê eu trabalhar a alimentação Então essa é a minha meta que eu conversei com a família a mãe destrinchou falou olha ele não pega no talher ou ele não fica fica sentado Ele come em pé ou ele tem dificuldade por
conta de seletividade alimentar n motivos que pode tá abrangendo a alimentação então a minha meta eu eu sendo fío fica um pouquinho mais complicado de colocar mas eu vou colocar como a a Maressa que é terapeuta ocupacional a meta que a mãe trouxe lá na copm alimentação vai ser a meta que eu vou trazer aqui para mim para PR minha pra minha elaboração da Guess o que dessa meta eu posso fazer uma subescala é o uso do talher é o ao ajudar dentro do plano terapêutico a conseguir tempo de permanência com essa criança na hora
do da alimentação é a inserção de novos alimentos é a pega do talher é a inserção de um de um outro talher porque come com colher e pode ser agora introduzido um um uma um garfo Então é isso a meta Eh vamos se dizer o o resumido para eu conseguir depois destrinchar n minha subescalas dentro da minha área o que eu posso ajudar o que eu posso trabalhar o que eu posso estimular dentro daquela meta Ficou claro mariss ficou sim ótimo então vamos praticar aqui falta 20 minutos meu meu Deus do céu vou passar um
caso Clínico se der tempo eu passo outro caso Clínico que eu elaborei fiz dois pra gente escrever tá gente Eh aí o que eu vou apresentar o caso Clínico deixa eu até colocar aqui já o primeiro caso clínico e vocês vão preencher essa folha lembrando sempre daqueles cinco passos se precisar eu volto algum slide Se alguém quiser ou se alguém já tiver a dúvida pode chamar o o escrever também pra gente conseguir pensar eh nas possíveis metas cada um pode puxar paraa sua área também é super válido isso e até às vezes mais fácil Tá
mas eu tentei pegar um pouquinho de cada coisa para conseguir abrangir um pouquinho mais e não ficar muito extenso também tá ok então esse é o primeiro caso Clínico eu vou fazer aqui também com vocês Carol oi oi nesse objetivo escrito fica Então essa meta aqui que é atividade bimanual é isso isso essa é a nossa meta Dentro de algumas queixas que a mãe trouxe eh Então a gente tem tentar Direcionar para atividade bimanual Mas e aí eu citei por exemplo da escola citei do uso da da cadeira motorizada não só pensando eh Aliás a
meta não precisa ser só direcionada no contexto escolar ela pode ser direcionada dessa desse paciente em casa né numa atividade bimanual Então ela pode abranger vários contextos de participação Tá OK mas essa é a meta ai Inicial pra gente ter só um um um direcionamento tá E aí quando eu for preencher então a meta refinada eu vou voltar mais para m a área isso a meta refinada ser essa criança por exemplo no decorrer da intervenção teve algo alguma intercorrência que acabou com que me me que mostrou que pode ter uma possível dificuldade em atingir a
minha meta então isso não vai ser utilizado agora porque a gente só vai fazer como se fosse uma primeira vez como se tivesse iniciando Aliás a criança conosco aqui em terapia PR intervenção a meta refinada é Se eu precisar refinar lá pra frente a minha meta porque aconteceu alguma coisa ou porque eu tô vendo que não não foi eficaz meu plano terapêutico e eu preciso readequar minha meta Deu para entender Carol eu tenho uma uma dúvida também que eu acho que é entar um pouquinho aí no que a fá colocou então por exemplo ah lá
na no no seu PM a família pediu eh e que a criança tem essa dificuldade de atividade bimanual Então essa seria a meta e aí a subescala vai entrar dentro da minha área o que dentro da fisioterapia eu posso trabalhar para que melhore essa atividade bimanual que a família pede exatamente tá dentro da da área da terapia ocupacional o que A Terapeuta ocupacional vai trabalhar de eh subescala né para para poder atingir essa atividade bimanual é alguém levantou a exatamente PR mas aí Carol Oi essa meta atividade bimanual V vai estar na meta de da
equipe inteira desta forma não necessariamente é que eu é que se eu trouxesse muitos exemplos eu eu acho que vai ia confundir muito vocês por isso eu direcionei só uma tá então eu falei tentem trazer pra área de vocês para ficar um pouco mais fácil necessariamente que essa meta vai ser colocada para todo mundo eh todas as áreas todo o corpo terapêutico trabalhar especificamente não eu eu tô pensando numa coisa que seja um ponto muito forte da família que a família nos trouxe isso que tá como como referência da copm Entendeu essa atividade bimanual é
tenta esquecer PM tenta esquecer isso porque senão vocês vão começar a a a a se confundir porque aí vocês vão querer mais detalhes aí eu vou ter que ser mais específica aí vai limitar um pouco mais a a o o nosso traçar de objetivos entendeu Por isso que eu tentei colocar um pouco mais amplo eh sem especificar muito porque senão acaba ficando difícil para todo mundo aí vai surgir muitas dúvidas específicas de cada área daí a gente ia levar muito tempo por isso eu coloquei algo antes Tá mas tenta não focar na copm tenta focar
assim a família trouxe que a atividade bimanual da criança tá difícil para comer para para usar os utensílios escolares tenta pegar num contexto geral higiene pessoal de uma criança com quadriplegia espástica eles têm dificuldade né nos dois membros tem dificuldade de coordenação tem dificuldade de controle motor de força espa cdade vem que interfere então tem tem pensar isso no contexto geral da criança eu posso fazer uma colocação Carol porque eu acho que que cabe aqui também eh é claro que que aqui o exemplo né de meta atividade bimanual eh como você trouxe ficou um um
termo Mais amplo né Eh pra gente poder conseguir pensar dentro de de cada área de atuação mas quando a gente olha para para copm quando a família pede ela vai ser mais dire né Carol vai eles vão trazer já o o o o ponto chave que eles querem que a gente trabalhe exatamente E aí eh eu acho que é que é bacana a gente falar também eh lá no início quando a gente começou a traçar os objetivos da da CPM né dentro do método Mig do método train eles solicitavam três objetivos né com a família
agora com as pesquisas o Renato mudou então ele ele pediu pra gente colocar aí cinco objetivos e é claro né que dentro da área da fisioterapia dentro desses cinco objetivos o que a fisioterapia vai mais atuar naqueles objetivos são essas metas que eu vou conseguir traçar né do Objetivo ali da família para eu poder eh nortear a minha intervenção isso dentro de cada área eh porque eu acho que que gera um pouco essa questão atividade bimanual atividade bimanual é a terapeuta ocupacional que trabalha o que a fisioterapia o que a fonodiologia né dentro daquele objetivo
que a mãe tá pedindo porque ficou mesmo a gente não não tem mais dados né do do caso Clínico mas ali na nossa prática Clínica a gente vai ter os dados clínicos da da da criança né vai ter vai ter as nossas avaliações da própria área já né específica né exatamente Então vai ser mais mais fácil né da gente traçar essas metas Isso é só não consegui não consegui não M Eu só não trouxe porque como eu sei que aqui são diversas áreas e acabar ficando muito extenso muito longo e e entra também em uma
uma vertente que eu não tenho propriedade para falar sobre a outra área então muitas vezes eu poderia ainda ter dificuldade também de conseguir fazer essa troca então para otimizar tempo pra gente conseguir tentar só pelo menos entender como como é a elaboração mas na hora da nossa prática Clínica Vai facilitar porque a gente acaba puxando muito á muito paraas nossas avaliações né se opm ela vem para nos ajudar a nortear as nossas metas a nossa intervenção mas a gente tem que lembrar também que as avaliações que nós temos na nossa mão as ferramentas que nós
temos elas também são válidas então não necessariamente a família Veja a criança ali com uma dificuldade motora ou uma eh uma um déficit motor ou algo do tipo mas a minha avaliação tá mostrando que ele tem então vamos tentar trazer os dois juntos né não só ficar eh regendo as minhas metas focando nas minhas metas na copm mas também nas avaliações que eu tenho né então isso é é muito importante a gente conseguir também mesclar Uhum eu penso que pra gente né Eh uma coisa que foi bem bacana foi entender essa questão da meta e
subescala para para mim fez sentido porque quando a gente Pelo menos no meu entendimento quando a gente vai traçar os nossos as nossas metas ali as três metas que que o método eh pede né dentro de cada área essa meta na verdade é a subescala é isso né É isso que deu aí um um um noa mas mas ficou Claro porque na verdade a meta seria o objetivo lá da família se o PM e a meta eu vou traçar dentro dessas subescalas né porque no meu entendimento as subescalas seriam as pontuações Mas não seria como
se fosse a nossa meta o nosso objetivo ali para para trabalhar então eu acho que isso foi importante