Muito bem, muito bem. Passo a palavra ao Azevedo, presidente do Knapev, para vos dar as boas-vindas. É isso. >> Olá, boa tarde a todos. Exatamente na na qualidade do presidente do CONAPEF. Quero vos dizer que é com enorme satisfação que vos dou as boas-vindas a este segundo momento do ciclo de webinares que nós estamos a organizar Sobre a avaliação na educação física, decidir melhor para ensinar melhor. E realmente o tema de hoje que nos junta a avaliação das aprendizagens dos alunos da educação física no primeiro ciclo do ensino básico, não poderia ser realmente, na nossa
opinião mais oportuno nem mais estratégico, até porque e neste momento vivemos um momento histórico para a nossa disciplina de educação física em Portugal. Ou seja, vocês sabem, a Recente consagração no orçamento de Estado para 2026, o famoso ou famigerado artigo 163 da contratação de professores especializados para lecionarem a educação física no primeiro ciclo. É uma vitória para nós todos. Acho que é o o resultado de muitos anos de trabalho, de luta, de exigência, eh, mas também de uma crença que me parece a nós inabalável de que as nossas crianças merecem um ensino de qualidade desde
os seus primeiros anos de Escolaridade, o que não tem vindo a acontecer. É exatamente por estarmos a viver esta esta transição estrutural que é importante refletir sobre a avaliação no primeiro ciclo. Eh, avaliar, como vocês sabem, não é apenas medir ou classificar, é, acima de tudo recolher informação para decidirmos melhor e para podermos efetivamente ensinarmos melhor. Eh, é garantir que a nossa prática está Verdadeiramente alinhada com as aprendizagens sociais e com o perfil do aluno. Aliás, nós como nós todos sabemos, e é com as dificuldades, os desafios e as estratégias dessas práticas de dessa avaliação
que nós vamos hoje falar e para nos guiar nesta reflexão e e fruto deste trabalho que tem vindo a ser de preparação, este trabalho aprofundado, diga diga-se passagem e de preparação feito pelo centro de formação. E aqui uma palavra Especial aqui ao Nuno Fialho de agradecimento por esta por esta por esta por esta preparação de a excelência destes webinares. a temos o privilégio, considero mesmo, considero eu, o privilégio de contar com o painel da excelência, a a quem naturalmente eu desde já dirijo os meus mais profundos agradecimentos, nomeadamente aos professores Rui Neves e Mário Guimarães,
eh, e que naturalmente vão trazer o o rigor científico e o enquadramento Conceptual para esta para este webinar. e às colegas Fátima Sara e Helena Alvarez por aceitarem partilhar esta esta realidade do terreno e as estratégias práticas na na mesa nesta nossa que podemos chamar de mesa redonda. Por fim, na e não menos importante, quero agradecer a cada um de vós por participar neste webinar. Eh, sabemos o que é que isto significa estar aqui. Aa, acabamos agora de ver ao final de mais Um dia de trabalho nas escolas, andar as escolas de um lado para
o outro. o vosso tempo à formação contínua é para nós muito importante. Aliás, esta adesão eh massiva a este ciclo de webinares é a prova desta vitalidade, deste deste compromisso e deste nosso brio profissional. Aliás, não é não é por acaso que nós somos os melhores e os mais bem qualificados professores de Portugal, não é? A educação física, é isso, é isso que diz a realidade em Termos da da análise estatística que nós que que nós fazemos. E se calhar é por isso que não há falta de professores de educação física em Portugal. Mas podias
estar aqui a falar muito mais, mas não não é esta é a minha apenas é para dar a introdução. Eh, está aberta a sessão e desejo a vocês um excelente e proveitoso fim de tarde. Obrigado, Nuno. >> Muito obrigado, Abelino, pelas tuas palavras, por este enquadramento deste Desta iniciativa formativa. Antes de passar a a bola para os convidados de do webinar de hoje, queria só reforçar a questão da necessidade de regar registrarem a vossa presença na plataforma Moodle. H, portanto, é o é o registo que nós temos e e será essencial para depois podermos emitir
os certificados desta desta formação. Queria também pedir-vos para, na medida do possível, manterem as câmaras ligadas e o som desligado. Haverá aqui um momento eh para a colocação de questões. Portanto, inicialmente, teremos o professor Rui Neves a fazer um enquadramento sobre esta temática. Depois teremos h intervenções da da Lena Alvarez e da de Fátima Saraiva relativamente à experiência que estas colegas têm na educação física no primeiro ciclo. E depois teremos eh teremos aqui um momento para as questões h para as questões do dos participantes, diríamos, Diria eu, e depois no final e a intervenção final
por parte do do Mário Guimarães. OK? Vamos a isso. Então, vou passar a bola então aqui para o professor Rui Neves. Oi, quando quiser. Força. >> Boa tarde a todos. Eh, eu gostava de fazer uma saudação ao KNAPEF por esta iniciativa, eh, pelas características, pela importância da temática, ao mesmo tempo Que agradeço o convite para emitir algumas opiniões e uma e fazer uma troca de opiniões com os colegas. Acerca do tema, eu gostava genericamente de salientar eh a importância da avaliação enquanto conceito que não se deve confundir com classificação, com a emissão de um juízo
de valor definitivo e sobre qualquer ato educativo. E a avaliação é sempre importante para os Alunos, para os professores, para as famílias e para as escolas enquanto organizações. Portanto, não podemos e pensar avaliação numa lógica só de sancionar e o desenvolvimento de competências, de certificar conhecimentos ou de outorgar um qualquer nível. Portanto, em diferentes patamares e de diferentes formas, a avaliação é eh eh uma função Docente em que está presente a comunicação com as famílias, está presente a regulação do processo de ensino e aprendizagem, está presente as questões do reforço da relação professor aluno, concretamente
em relação à escola do primeiro ciclo, que é uma escola muito muito específica e com características muito próprias, mesmo se nós pensarmos no eventual alargamento para os 6 anos de Escolaridade, já que apenas dois países nas Europas têm e 4 anos de escolaridade, todos os outros eh têm este ciclo com 6 anos. Mas, portanto, nestas neste nestes primeiros momentos da escolaridade, neste primeiro ciclo, a avaliação formativa eh adquire uma importância eh fundamental. Primeira questão, avaliação formativa não é um slogan, não é uma ideia de cai bem falar em avaliação formativa, muito Menos é e uma
afirmação de e uma forma de avaliação decorrente do politicamente correto, decorrente eh da necessidade de contemplar eh questões de inclusão e questões de de diferenciação entre os alunos é essencialmente um problema de filosofia de avaliação em relação ao papel do aluno e em relação ao processo de ensino e aprendizagem. Reforçando aqui em relação ao primeiro ciclo, que é um ciclo com Características muito próprias, em que as crianças, os alunos se encontram no momento do seu crescimento, do seu processo de desenvolvimento e maturação, muito próprio e muito acelerado, sobre o qual a avaliação pode ter eh
pode ser um fator de ajuda. não esquecermos que a nestes primeiros anos a evolução, a as aquisições, as conquistas são e muito rápidas e a importa sempre relembrar um conceito que nós na nossa área gostamos muito de enfatizar, que é a questão dos Períodos ótimos ou críticos de aprendizagem. Portanto, momentos em que as crenças estão mais suscetíveis, mais disponíveis por questões maturacionais para realizar determinadas aquisições. No fundo, corresponde ao chamado fascínio dos primeiros anos, do ponto de vista da forma como eh as crianças aprendem e evoluem. Portanto, a avaliação formativa faz todo o sentido em
relação à especificidade da educação física, eh, salvo melhor opinião, eu Julgo que ela deve ser fundamentalmente focada nos aspectos da evolução individual, eh, focada nas questões globais do desempenho do aluno e não nas questões analíticas. Portanto, eh, a recolha de informação, a gestão de informação sobre a evolução de cada aluno deve ser eh deve ser informação que vai alimentar o processo em ensino e aprendizagem, vai alimentar o papel que O professor tem na regulação do processo de ensino e aprendizagem, na alteração de estratégias, na gestão dos grupos, nas dinâmicas de relação com os alunos, bem
como em relação aos alunos de partilha de informação que o possa motivar e possa eh digamos eh colocar de uma forma mais concentânea no seu na sua dinâmica e evolutiva. Por outro lado, o facto de nós e referenciarmos que a avaliação deve ter e um foco global, não quer dizer que não Seja também específica e prescritiva. Isto é, nós temos que ter um olhar global sobre o desempenho do aluno, mas com algum caráter de alimentar o processo de ensino e aprendizagem. eh com questões muito específicas, quer seja ao nível do aluno em termos da motivação
e do empenho e do uso e abuso, entre aspas, eh do feedback pedagógico, a importância eh do feedback pedagógico, não esquecendo que a maior parte das Vezes estes alunos neste nível de escolaridade estão a ser confrontados com primeiras aprendizagens, com questões que são eh essencialmente novas e, portanto, em que o feedback pedagógico com caráter formativo a adquire o seu papel. por outro lado, para as decisões do professor para eh refazer os seus planeamentos, para reorganizar as suas decisões, quer elas sejam na gestão dos recursos disponíveis, espaços e materiais, quer Seja ao nível da organização eh
do grupo turma, na gestão dos dos diferentes grupos diferenciados, nas dinâmicas entre as diferentes aulas. Portanto, é muito importante a informação que se vai recolhendo relativamente à evolução dos alunos h e a forma como toda essa informação é otimizada. Ainda neste âmbito, neste campo, cabe eh uma palavra acerca daquilo que para nós É fundamental, o trabalho cooperativo que pode e deve existir entre o professor do primeiro ciclo, o professor titular e o professor de educação física. Eh, e aqui eu julgo que não podemos esquecer que o professor titular de turma, o professor generalista, é quem
passa de segunda a sexta uma quantidade de horas imensa com aquele grupo turma e que tem um potencial de conhecimento das características, das dinâmicas eh da Personalidade daqueles alunos e que importa partilhar e importa eh aqui não é um problema de separar, uns que conhecem a personalidade, outros que conhecem o conteúdo específico. Não, não é um essa questão, mas não esquecer que a coadovação eh deve ser aprofundada e deve ter dinâmicas próprias de acordo com a a atitude e a a colaboração que se for seja possível desenvolver. Último ponto tem a ver com a questão
da avaliação Educação física nesta nível de escolaridade. Pessoalmente, eu acho que a avaliação também pode ser uma forma de afirmação da área curricular no primeiro ciclo, atenuando uma certa marginalidade, por exemplo, a partir do reforço da partilha de informação com as famílias. Eh, nós não estamos habituados a que as famílias perguntem: "Professor, como é que vai o meu filho a educação física?" Perguntam sempre como é que está o meu filho na aprendizagem da escrita, na aprendizagem da leitura, na matemática. Eh, mas eh cabe-nos a nós, quando nós nos socorremos de informação que tenha a ver
com a evolução do aluno, partilhá-la e fazer interessar também as famílias. Acho que é um contributo para a afirmação da área e para a a credibilização da da do potencial da educação física na evolução e no desenvolvimento integral Eh do aluno. Bem, após estas considerações que pretenderam apenas trazer aqui alguns tópicos, eu passava a palavra às colegas Helena Alvarez e Fátima Saraiva que vão partilhar connosco a a sua grande experiência e diversa, distintas e que nos ajudarão a a refletir um pouco mais sobre estas questões. Começo, começo eu. >> Sim. Deixa-me aqui partilhar o aqui
a apresentação. Já está. Diga-me alguma coisa. Sim, >> sim, sim. Boa. Pronto. Eu sou a colega Helena Álvarez, eh pertenço ao agrupamento de escolas da Costa da Caparica. Eh, sou do grupo 620, mas desde 2016, 2017, o nosso agrupamento e portanto eh fez um projeto de de coadção no primeiro ciclo e eu tenho feito parte dessa equipa de Professores coadvantes que vão às escolinhas do primeiro ciclo e vão e, portanto, ajudar o colega e professor titular turma a dar a sua aula de de educação física. Eh, pronto, as coisas têm têm sido desenvolvente, os processos
também se têm se têm e sendo e afinados, mas pronto, as coisas têm têm corrido têm corrido bastante bem e neste momento já é um projeto com grande força e e que e que neste momento, pronto, isto um bocadinho só para dar fazer assim o Preâmbulo inicial, já todas as as turmas do primeiro ciclo das três escolas de todos os anos têm uma hora com a dejovação eh com um professor de educação física eh em cada semana. Eh, pronto, pediram-me aqui assim para para partilhar de como é que fazemos aqui o processo de de avaliação
lá no agrupamento, mas pronto, ele não pode ser visto isoladamente eh relativamente a todo a todo o conjunto eh do processo De ensino aprendizagem. tem de ser integrada. A avaliação não pode ser vista isoladamente, tem de estar integrado no processo de ensino de aprendizagem e e para isso é preciso ser planeada. Portanto, nós no início e começando pelo início, no início do ano eh fazemos dos dos conjuntos dos objetivos das aprendizagens essenciais. fazemos aqui assim uma lista um um do roll e distribuímos-las pelo primeiro e pelo segundo semestre. Temos aqui assim, Portanto, aqui um exemplo
de um primeiro ano em que distribuímos os objetivos todos as aprendizagens essenciais, portanto, as que são mais eh focadas no primeiro semestre e as que são mais no segundo semestre. E dessas dessas desses desses objetivos definimos os prioritários e aqueles que irão ser avaliados. Isto no primeiro ano é fácil porque >> Sim, >> eh parecia que estava alguém a querer Dizer alguma coisa. Eh, no primeiro, no primeiro ano, no primeiro ano é fácil porque há uns objetivos que são prioritários, que são aqueles que são que são só e abordados no primeiro ano, que são aques
que estão aqui assim a cinzento, a cinzento mais mais escurinho. E os outros os outros que tão que não têm eh portanto não são pintados, não eh acinzent são aqueles que são para ser eh abordados no primeiro e no segundo ano. Portanto, Podem ter um processo de consibilização mais lá para a frente. Portanto, aqui no no primeiro ano e no terceiro, que também tem esta filosofia, as aprendizages essenciais, aqueles que nós avaliamos são exatamente aqueles que são são abordados no portanto naquele ano de escolaridade. Isso porque é impossível, portanto, avaliar todos e fazemos aqui assim,
portanto, e aqueles que são significativa que são mais significativos e prioritários em cada em Cada bloco. Tem aqui o exemplo do primeiro ano. Fazemos isto com os colegas professoras titulares de de turma. Apresentamos, normalmente pedimos a elas para dar a sua opinião e ver se se acham bem ou o que é que acham. normalmente não não não acabam por não achar sempre tudo bem e depois acabamos por pronto haver algumas coisas que são ajustadas, mas é com ao longo do processo e de ao longo do ano. Tenho aqui também um exemplo de um quarto ano
também com os objetivos todos das aprendizagens essenciais. também esse processo dividimos pelo primeiro e pelo segundo semestre e os objetivos que eh avaliados a verde. Vocês veem que relativamente a cada objetivo nas nossas aprendizagens até fácil de verificar o critério de êxito, portanto a forma depois como temos que olhar e avaliar cada objetivo. que vocês virem ali naquele primeiro na camalhota à frente Diz logo o critério das terminando com as pernas afastadas e em extensão. Portanto, em cada objetivo da das aprendizagens essenciais acaba por ter o critério de de de êxito que nos dá a
forma como nós vamos ter que olhar e a forma como vamos ter que avaliar. Portanto, acaba por ser relativamente fácil na nossa área podermos fazer eh eh definirmos a forma como vamos ter que olhar para cada uma dessas aprendizagens que os os alunos terão que fazer. Depois, como é que passamos disto para então para a tal avaliação e neste caso a somativa? também informamos e envolvemos os o os encarregados de educação e informamos também no início da do ano da forma como é que nós vamos fazer isto. Portanto, se dos objetivos avaliados os alunos cumprem
todos os objetivos, tanto há a dimensão de muito bom. Se cumprem metade, se comprem metade, dão eh dá dá o suficiente. Se tá entre uma coisa e outra, fica bom. Se Não chega a cumprir a metade, fica o insuficiente. E esta ficha, tá aqui uma o exemplo da ficha que nós no início do ano eh enviamos ao enviamos ao a todos os encarregados de educação. Diga enviamos porque, pronto, é a professora titular de turma que faz que faz todo esse processo, que ela é que é que é responsável da turma e da avaliação do dos
alunos, tal como nas outras áreas curriculares. Portanto, nós fazemos este trabalho, mas pronto, é todo toda a Avaliação e toda, portanto, eh todo o a informação passa sempre pelo por sua título à turma. Depois, como é que daqui assim passamos então para para eh o planeamento da unidade didática e da aula? fazemos em cada, tá aqui um exemplo de planeamento, eh, em que em que em cada em cada situação situação de da aula, situação prática, nós definimos sempre a parte da da do critério de êxito. Portanto, se vocês repararem, eh, o objetivo um, que É
o lançar a bola para o para o arco, eh, vem acertar, tem tem sempre a aqui à frente o critério o critério da exit. Portanto, eh, em todos eles, se vocês repararem, tem sempre à frente, eh, o critério de exit e isso ajuda-nos depois a a podermos avaliar e a podermos definir aquilo que queremos ver dos nossos que os alunos aprendem, aquilo que que a partir do qual é que os alunos têm désito nessa nessa nessa tarefa e nesses nesses objetivos. Isto é um Exemplo de um plano de aula para um primeiro ano, penso eu.
Eh, tá aqui um jamais elaborado, já mais elaborado para um terceiro ano em que já tem, pronto, este está assim todo bonitinho, estás a ver? Não é feito tão bonitinho sempre, não é? Mas tá aqui para para vos mostrar. Portanto, em cada em cada situação tem sempre o critério de exit e também a meta, porque muitas vezes não basta dizer só o aluno, isto é informado o aluno, o aluno tem que saber Para fazer uma cambalhota à retaguarda tem que eh rolar e levantar sem paragem, mas não é só fazer uma vez, tem que conseguir
fazer pelo menos duas vezes. Bem, portanto não é ah, pronto, já fiz, já tá, tens que ir sempre uma, tem que ter o critério de uma meta. Isto é na durante a aula, enquanto estamos a fazer, estamos sempre a a preocupação de dizer aos alunos o que é que é necessário para eles fazerem bem, o que é que eles precisam de fazer. E se nós Definirmos antecipadamente, e isto em conjunto com o professor titular de turma, é também mais fácil, também é mais fácil para eles começarem eh a a a perceber para onde é que
têm que olhar e onde é que têm que intervir e qual é também a o feedback que têm que dar aos seus alunos e perceber efetivamente o que é que o que é que eles têm que fazer, porque pronto, porque os alunos têm que aprender, né? Então depois como é que passamos disto então Para a para a avaliação e para a sistematização de todo de todo este processo. Temos uma ficha eh isto é um exemplo de um segundo de um segundo ano em que eh temos aqui assim os os blocos deste deste nível de ensino,
as experiências e manipulações e o deslocamentos e equilíbrios e os jogos. tentamos escolher as situações de avaliação, aquelas as situações que nós definimos como sendo avaliadas. É lógico, não fazemos isto tudo num dia. Isto é uma é um é vai-se construindo durante o processo, durante o ano ou durante o semestre, porque vamos avaliando de tempos a tempos uma destas situações, não parando a aula para depois estarmos então a fazer a avaliação. E para cada uma destas situações de avaliação, que são aquelas que nós definimos já antecipadamente, temos eh avaliamos em zero, um ou dois. Zero
é se o aluno não consegue fazer, o Dois é se o aluno consegue fazer e o dois é se consegue fazer, mas tem ali alguma falha. Portanto, e se vocês repararem em cada em cada em cada em cada situação destas, portanto, depois há de que definir o que é que o que é que qual é o descritor de desempenho que é para que é o zero. É fácil, né? Mas o que é que é para o dois, o que é o um? É exatamente relativamente àqueles critérios que tínhamos visto. E passamos eh também tá Aqui
uma parte que também fazemos aqui um despiste da da obesidade dos alunos. fazemos aqui a o a medição do para também informar os os encarregados de educação, portanto, eh também, mas pronto, não este não é tanto aqui para a nossa é um aspecto importante, mas não entra aqui agora para a avaliação da educação física, não é? Depois, eh, em cada em cada situação, por exemplo, Aquela que estava ali assim de ponta piar, tem aqui o que é que é definido para o conseguo. Aluno, pontapéia à bola, um alvo plinto ou a 4 m, mantendo a
continuidade do movimento e da perna em equilíbrio. Se for o consegue, mas já tem ali eh alguma folha, mas não acerta. Portanto, faz o movimento, mas não acerta no alvo. E o o revelo a dificuldade é eh, portanto, não consegue não faz a continuidade movimento, nem acerta no alvo. Portanto, em todas estas Situações, nós definimos o que é que é o dois, o que é que é o um e o que é que é o zero. Portanto, tá sempre definido o que é que é o consegue, o consegue mais e o revela dificuldade ou revela
dificuldade ou não consegue. Portanto, tá aqui um exemplo para cada um. para cada um daqueles daqueles daquelas situações de aprendizagem. Tá aqui. Esta era de um segundo ano. Esta tá aqui para um primeiro ano também noutro formato, Mas também está Mas também está aqui o que é que é o dois, o que é que é o um para cada uma das situações de aprendizagem tem sempre, tá sempre aqui assim descrito. que a partir daqui o professor titular de turma, porque é ele que faz a a avaliação, a observação e a a avaliação dos alunos, consegue
com eh alguma facilidade, portanto, também se vai treinando, fazer esta observação e definir exato em cada um dos das do para cada um dos alunos, portanto, qual o Nível de desempenho deles. aqui outra ficha se eh pronto, para a definição dos dos dos do escritores de desempenho, vocês têm para quase para o primeiro e para o segundo ano têm nas provas da da ferição imensos imensas imensos eh critério de escritores para quase todos os objetivos. tanto das dos 7 anos que em que houve provas de aferição, vocês já veem que para todas, quase para todos
os Objetivos, vocês já têm descritores desempenho. É questão depois de adaptarem às vossas às vossas às vossas eh situações. Portanto, ão aqui exemplos, tem para quase tudo no primeiro e segundo ano, para o terceiro e para o quarto ano, vocês podem ir às também às provas da da afição aí do 5º ano, em que já em que no 5º ano, portanto, o o programa, o currículo é uma consolidação do, no fundo, do de todo o currículo do primeiro ciclo e tem Já para outras para outras para outras matérias, já tem para patins, para a dança,
para jogos eh chamados pré-desportivos. Portanto, já tem para para várias coisas, já tem o manancial de de escritores desempenho para já para praticamente para para cobrir todo o currículo. Portanto, já não há tanto essa dificuldade, portanto, vai ser é mais acaba por ser mais o treino da observação em si. Tava aqui assim, tenho aqui assim um um Videozinho para vos mostrar de uma situação em que vem lá ao fundo a professora titular turma a fazer a avaliação de duas situações de aprendizagem lá ao fundo e ao lado decorrer sem ser preciso parar para para fazer
essa avaliação em que naquela aula, portanto, ela estava a fazer a avaliação Então, portanto, nós podemos, nós com adjovantes, podemos ajudar o professor a Definir todo o processo, a, a, a a organizar, mas depois quem tem a decisão final do que é que o aluno efetivamente vai e a decisão do nível, a decisão depois da avaliação é sempre do professor título à turma. E pronto, pela minha pela minha parte, era isto que eu vos tinha pensado partilhar com vocês. Agradeço a oportunidade e a passar à e a passar à à Fátima. Não consigo descompart. tá
aqui e a passar à Fátima. Se depois tiver alguma questão é só colocar. Então eu vou Boa tarde. Eu vou aqui compartilhar também uns slidezinhos para para orientar aqui a apresentação. Ops. Não sei se já estão a ver. Sim, >> sim, já tá. >> Sim, sim. >> Tá. E tá em modo apresentação? Não, isso não. >> Não. Ah, então, mas eu já pus aqui. OK, agora deve estar. Não, >> ainda não. >> Ups, >> agora está. >> Mas está no slide dois. >> Já está, já está. >> Mas acho que está no slide dois. Sim.
>> Pronto. >> Tá. Primeiro slide. Fátima Saraiva, agrupamento de escolas de Carquiveles. Então, muito boa tarde. >> Eh, obrigada também por esta pela oportunidade de de tentar de explicar aqui o que é que nós temos vindo a fazer no agrupamento de escolas de Carcavelos, que também já tem o projeto com a adjovação há alguns anos, talvez não tantos como no agrupamento da Helena. Eh, e portanto a nossa realidade, assim muito rapidamente, nós temos cinco escolas de Primeiro ciclo com condições de quer de instalações, quer de materiais bastante diferentes, mas mesmo muito bastante diferentes, mas não
é por isso que que não se faz. Portanto, as escolas com menos com menos recursos e e instalações mais mais deficitárias também também fazemos e com a devação e fazemos educação física. Eh, outra outra questão que também para caracterizar aqui o agrupamento h que há grande volatilidade no nos professores e Para fazer a coadvação. Portanto, dos professores que estão que estiveram desde o início do processo, apenas dois se mantém, portanto, há sempre três que vão rodando praticamente. E, portanto, isto cria algumas cria dinâmicas muito diferentes eh de ano para ano na relação entre o professor
titular e o professor com adjovante. Para além de do que o professor titular também também vai eh mudando. Eh, portanto, portanto, aqui e eh esta esta variabilidade de Professores que vai vai nos alternando aqui as dinâmicas. No entanto, nós temos, eu neste momento também não estou a lecionar no primeiro ciclo por razões da distribuição de serviço, mas vou estando em contacto sempre com os colegas e vou tentando coordenar eh como é que as coisas eh se estão a desenvolver no agrupamento. No entanto, há uma matriz eh comum que depois nós tentamos hh pronto, que todas
que as escolas que as Cinco escolas eh sigam. Começamos também, como é óbvio, como a Helena disse há pouco, não estamos não, portanto, temos que partir aqui também do do do planeamento para para enquadrar e para se perceber depois como é que fazemos a avaliação. Eh, eu os exemplos que eu vou dar aqui tem a ver com o terceiro ano, porque nós eh já tivemos com a adjovação no primeiro, segundo, terceiro e quarto, já tivemos só no quarto e neste este ano só temos Terceiro e quarto, por exemplo. Pronto, eu vou-vos dar aqui um exemplo
do terceiro ano. Fazemos também, a nossa ficha é muito parecida aqui do planeamento, se vocês estão recordada das que da que Elena apresentou. Portanto, houve aqui uma partilha entre da ficha entre entre nós. Eh, a partir das aprendizagens essenciais, identificamos os objetivos que são possíveis concretizar de acordo com as diferentes condições de cada uma das Escolas do do agrupamento. Eh, tentamos equilibrar a distribuição dos objetivos, a seleção dos objetivos pelos diversos padrões motores e dos diversos e dos vários blocos dos aprendizagens essenciais para este ano. A, tomamos em consideração as a prioridade dos objetivos exclusivos
do ano de escolaridade. Portanto, como sabem, e no terceiro, nas aprendizagens essenciais, existem objetivos de terceiro, terceiro e quarto e só de Quarto. Portanto, nós tentamos priorizar em cada um dos anos aquele que é específico. Se for possível trabalhar os que são comuns, pois vamos avançando. E depois também a a fazemos uma previsão daquilo que iremos conseguir, que já está em condições de ser avaliado, que vamos que conseguimos avaliar. Nestes objetivos que planeamos por semestre, tentamos então prever quais são eh os que são possíveis de ser avaliados. H, Concretamente sobre a avaliação, definim aqui, eh,
há aqui umas diferenças agora aqui com com a escola, com o agrupamento da Helena. Para cada nível, eh, para cada menção SUF, bom e muito bom que que os alunos têm que ter depois no final do de cada semestre, definiu-se um um perfil de desempenho, ou seja, eh, definimos dos do bloco de ginástica. Isto no terceiro ano, portanto, no bloco de ginástica e jogos, o que é que nós, o Que é que os professores consideram eh que deves que os alunos devem aprender para ter nível suficiente destes dois blocos? Para o nível bom, porque estes
dois blocos são os que estão nas aprendizagens essenciais, para o nível bom, consideramos estes e mais outros da ginástica dos jogos e acrescentamos as atividades rítmicas expressivas. Eh, portanto, isto fazemos para todos os anos de escolaridade esta esta definição do que é que consideramos que é que é um Um nível suficiente, um bom e um muito bom. Eh, depois para o muito bom, no caso do terceiro ano, acrescentamos ainda os percursos da natureza, portanto, a aquisição de dos objetivos, das das competências que estão também previstas para os percursos na natureza. H, em quando passamos para
o sistema de classificação, então eh consideramos aqui o que o aluno Tem suficiente se atingir então os objetivos possíveis em cada escola, como eu não não quero deixar de realçar, porque aquela é a matriz que aquele quadro que vos apresentei é a matriz, mas há escolas que não conseguem trabalhar todos aqueles eh objetivos e, portanto, trabalham os que conseguem e aqueles que conseguem que estão dentro do que foi definido para nível suficiente. Portanto, nos o para esse para o aluno atingir depois em Termos de classificação o nível suficiente é dos dos blocos dos dos objetivos
relativos aos blocos três e qu bom relativo aos blocos 3 4 e 6 e do muito bom 3 4 6 e 7. Portanto, ginásticas, jogos, atividades rítmicas expressivas e, eh, percurso da natureza. Não conseguimos fazer patinagem porque não temos material, não temos e, portanto, ainda não ainda não conseguimos. Portanto, isto é um nível assim muito em Termos de processo, nós fazemos o tentamos fazer isto, aliás, é uma premissa do do agrupamento todo, a avaliação formativa integr, portanto, a avaliação é formativa, eh, prioritariamente integrada no processo de ensino e aprendizagem. E o que é que isto
quer dizer? que não também não paramos as aulas para fazer uma uma avaliação. Portanto, e o professor coadvante, o especialista que vai fazer a coadvação, vai dando o feedback ao Longo da da aula, vai fazendo a avaliação formativa. o professor titular quando na altura em que é para fazer o o o e o professor titular também está nessa aula, mas os registos são feitos pelo professor titular e é com base naquela ficha primeiro que vos mostreiem em que estão elencados os os objetivos todos, em que o professor titular regista se o aluno faz ou não
faz. É um é um registo apenas se faz ou não faz. Portanto, a nossa intenção é que eh a Avaliação formativa, como disse há pouco o professor Rui Neves, vá regulando também o processo através do do feedback que vai sendo dado. Fazemos as, portanto, as classificações finais depois são sempre em articulação entre o professor titular e o professor coadjovante. embora o professor titular e seja o responsável, mas há sempre uma conversa h dos dois olhares que que vão estando presentes ao longo das aulas. Os a divulgação dos critérios também é feita aos encargados de educação
num regulamento que entregamos no início do ano, que tem outras coisas para além da da dos critérios de avaliação, tem tem sei lá, o equipamento que eles têm que trazer o os os a chegar a horas. E, portanto, isso, isso não, bom, isso não é muito relevante porque vão sempre com o professor titular, mas sobretudo o equipamento e as e tirar os os fios, já Alguns já os colares, já aquelas alguns alguns hábitozinhos que nós vamos tentando que eles vão cumprindo para depois quando chegamos ao quinto ou quando eles chegam à sede do agrupamento também
já tenham esses hábitos eh incutidos. Pronto. E o desafio que nós temos aqui pela frente é definir escritores de desempenho, eh, tal como a Helena já tem isso feito no no agrupamento Da Caparica e para também tentarmos envolver os alunos mais no seu processo de aprendizagem e de avaliação. portanto, eh, darmos-lhe metas e critérios muito metas sobretudo muito muito eh fáceis de compreensão pela no neste escalão etário para eles serem envolvidos também eh no seu processo. Portanto, estes são os dois desafios que nós temos aqui pela frente e que vamos tentando fazer eh agora para
o próximo ano, ver se conseguimos fazer eh Isto isto que que nos propomos agora. Pronto, foi uma apresentação um pouco mais rápida, mas também estou sujeita ou disposta, não é sujeita, disposta a a responder às vossas perguntas e se necessitarem de mais esclarecimentos. Posso interromper aqui isto. >> Muito obrigado, Fátima. E então abrir a a sessão a a questões que queiram colocar. Quem quiser colocar alguma questão, por favor, levante a mão virtual, digamos assim, só para ver quem É quem é que quem é que é, digamos assim. Alguém quer levantar alguma questão? Não. Ana, Ana
Fialho, Força. >> Olá, boa tarde a todos. H, é uma questão para ambas as colegas. H, se são vocês que dão o primeiro ciclo em covação ou só há mais colegas no agrupamento? E como é que é feita a contabilização das horas? Eh, basicamente é essas Questões. Obrigada. >> Eu posso posso começar por responder. Eh, nós temos, portanto, como eu disse, cinco escolas, não é? Portanto, temos cinco colegas da escola SED que vão fazer a coadrovação eh a cada uma das escolas do do primeiro ciclo. E e como eu disse, eu neste momento eu em
termos particulares não estou não estou a fazer, mas temos cinco cinco colegas que vão fazer a coadrovação. Eh, a distribuição das horas eh é é Feita do créada do crédito horário que a escola tem e a direção. Portanto, é um projeto que vai a conselho pedagógico e é aprovado e e a direção disponibiliza horas do crédito. Por isso é que este ano só temos terceiro e quarto. Já tivemos primeiro, segundo e terceiro. Portanto, isto é um bocadinho, tem sido aqui um bocadinho ao sabor da da do número de de horas de crédito que é possível
que a direção disponibiliza Para o projeto. Relativamente a à minha escola também as horas também vêm do crédito, do crédito horário. Temos três escolas do primeiro ciclo com 26 turmas e temos em cada uma delas e numa que tem mais turmas tem três três professores, que é onde eu onde eu onde eu estou. Na outra tem dois e na outra também tem dois. Portanto, somos eh sete professores, sete professores para 26 turmas, a 26 horas também é uma hora semanal. e do crédito Horário da escola também vai todos os anos eh todos os anos também
o projeto vai a conselho pedagógico e normalmente normalmente portanto é é aprovado. Eh tem eh pela pressão dos colegas do primeiro ciclo, tem sido muito à conta dos colegas do primeiro ciclo dizerem que precisam e que e que e que necessitam e que e que querem continuar o projeto. Ele não começou, no início, não começou com estas horas todas, começou com 3 horas e penso eu, e depois tem foi aumentando e neste momento tem sido difícil de manter as horas. Todos os anos há sempre mais, nomeadamente, aulas de apoio e que normalmente não são para
o primeiro ciclo, não é? Portanto, os crédito, o crédito horário do do agrupamento é o crédito é global e normalmente o o o segundo, terceiro e secundário acabam por ficar com a maioria do crédito letivo que também pertence ao primeiro ciclo. >> Obrigado, Helena. E e a propósito aqui da, já agora, eh eh os nossos colegas também do primeiro ciclo também, pedem muito que que haja continuidade e que haja em todo em todos os anos, >> inclusive é no pré-escolar. Eh, o que os colegas do pré-escolar também tão sempre a pedir com a adjovação na
nas suas aulas, mas eh pronto, eh é o que é possível eh é o que nos é dito que é possível atribuir eh ano a ano esta o crédito, as horas. >> Muito bem, Alberto Silva, queres colocar a tua questão? aqui no chat, queres colocar diretamente aqui às colegas, se não te importares? Eh, boa tarde. Eu gostava de saber como é que você, como é que as colegas fazem ou se têm tabelas específicas para alunos com DL54, visto que, pelo menos no colégio onde eu dou aulas, cada vez aparecem, pronto, miúdos com problemas e a
avaliação às vezes é um Bocado complicada de a fazer ou até de conseguir transmitir aos pais. na nossa escola não temos não temos tabelas nenhumas específicas porque esses casos são sempre muito individualizados e vamos com a com a com a professora titular de turma e a professora de de apoio, vendo o que é que o que como é que se vai integrando, mas não temos nada específico nem definido. >> Sim, nós também não temos nada Específico. O aluno está está sempre na aula, estão sempre a fazer. Eh, ainda bem que estão dois professores, não é?
Porque que se consegue eh eh portanto integrá-los melhor. Eh, mas sim, mas não temos nada definidos também para para esses alunos. Uhum. >> Muito bem. Débora Sequeira. >> Olá, tard a todos. hh obrigada às colegas pela partilha, que é sempre muito eh enriquecedor. Tinha uma pergunta, curiosidade. Eh, os vossos Projetos contemplam depois uma replicação da vossa aula ou lecionação da colega do primeiro ciclo sozinha ou os alunos só têm mesmo uma vez por semana através da vossavação? Relativamente à minha escola, só tem uma vez por semana, aliás, que é isso que tá no no quadro
curricular da da, quer dizer, pode ser mais, mas eles estão tão cinco 5 horas para a educação artística e educação física, sendo que quatro a educação artística é dividida em quatro Em quatro áreas e e a educação física é uma, acaba por ficar uma hora dividida para cada uma delas. Portanto, não e portanto acaba por por o quadro curricular não permitir mais. E e pronto, e a nossa e a nossa intervenção é nessa hora em que eles têm marcado no horário na educação física. Nós em Carcavelos, aqui no agrupamento, eh, portanto, nós nós só temos
a intervenção de 1 hora, 45 minutos neste caso, não é? Portanto, a aula é de 45 Minutos, a coadjovação, mas há eh há indicação para que eh há ali uma outra hora marcada no horário dos alunos, mas às vezes não é eh muito utilizada. Portanto, o professor, isto depende dos anos e depende das dinâmicas, como eu disse há pouco, porque esta e para nós esta esta volatilidade dos professores cria-nos aqui algumas diferenças de ano para ano. Há professores que replicam determinadas hh determinadas Situações de aprendizagem que eles estão mais à vontade, nomeadamente os jogos, pronto,
a ginástica, eles sempre sentem muito receio e não replicam essa parte, só fazem quando está o professor com adjvante, não é? E mas há eh, portanto, há anos em que sim que os professores replicam num outro momento algumas partes da aula que fizeram com o professor Covante. Eh, noutras escolas, noutros anos, não utilizam essa hora para é necessária para outra coisa Qualquer. Portanto, isto não é não é não é tão regular e tão desej desejável quanto quanto queríamos. Deixa, deixa-me só acrescentar, deixa-me só acrescentar um pormenor acerca da replicação. As nossas as aulas são planeadas
para estarem dois colegas na, portanto, na parte de intervenção com com os alunos. Portanto, temante as as situações as situações na aula não podem ser aquela aula não pode ser replicada por uma pessoa só, portanto não é Impossível. pode-se, pode-se eh elas podem fazer alguma parte dessa aula. Agora, a aula em si tá tão tá é tão rica e é tem tanta coisa que é impossível elas sozinhas replicarem replicarem aquela aula porque tá feita, tá planeada para serem dois professores, não tá não tá não tá feita para ser só um. Ela não conseguiria nunca fazer
e uma, uma aula e preciso verbos aquela que nós tínhamos dado naquele na ou àquela àquela turma. Pronto. >> Muito bem. Mais alguma questão? >> Senão eu tenho aqui, >> eu enganei-me, enganei-me no sinal, mas posso fazer uma pergunta? >> Peço desculpa. >> E agradeço a vossa partilha, acho que é é espetacular. Eh, e a perguntar quais são as condições eh em termos de instalações. Os professores coadvantes vão às escolas do primeiro ciclo, os meninos vão a alguma Escola se onde tem um pavilhão ou assim? Ou as próprias escolas do primeiro ciclo têm condições e
têm espaço e tem um pavilhão ou tem um ginásio, ou tem ou são feitas em cantinas, como eu já dei ou numa sala. Cuidado, cuidado que para não bater com a cabeça na esquina da mesa. Ah. queria queria saber como é que é a vossa experiência. Obrigada. Eh, portanto, relativamente às minhas às minhas às minhas, ou seja, portanto, o meu agrupamento das três escolas tem Todas eh têm todas mais ou menos as instalações eh semelhantes. Portanto, a própria escola do primeiro ciclo tem o ginásiozio Zito, que é que é relativamente pequeno, tem é cerca de
de nove, quer dizer, e 9 por 10 mais ou menos à volta à volta disso. E depois tem um campo um campo exterior cá fora também relativamente relativamente mais pequeno do que nas escolas do do segundo ciclo. Mas pronto, Todas elas têm um ginásioziozinho e interior e um e uma e uma e portanto e um e um campo e um campo exterior. E somos nós, portanto, os quadjovantes que vamos à à escola do primeiro ciclo. O horário tá feito, tá feito nessa base que vamos lá dar. E quando nós vamos, normalmente, se vamos no se
vamos à escola do primeiro ciclo, nessa nessa manhã só vamos à escola do primeiro ciclo, não andamos para para lá e para cá, né? Eh, em vez de irmos à escola, à Escola do do segundo ou terceiro ciclo ou à secundária, vamos à escolinha do primeiro ciclo e estamos lá e a dar a a conjugar as aulas com com os com os colegas do primeiro ciclo. >> Bom, nós no meu agrupamento temos condições muito diversas nas cinco escolas. Temos uma escola que foi intervencionada há pouco tempo, que tem um pavilhão, um ginásiozinho e um e
umas instalações exteriores ótimas, não é? Eh, temos duas que em que as aulas são Dadas no interior numa ludoteca em que se afastam ali assim as coisas e pronto e faz. E tem depois campos exteriores, tem outras que nem isso tem um um uma instalação interior, tem uma uma instalação exterior coberta com portanto e e portanto e quando há muita chuva com muito vento, é impossível fazer-se. Eh, faz os professores fazem umas outras, faz qualquer coisa sempre na sala, mas por exemplo, ainda tenho uma colega que que me disse que fez começou por dar Questões
de orientação dentro da sala. Pronto, quando esteve agora muita chuva. E, portanto, é muito diverso, é mesmo muito diverso. Eh, em termos de materiais, eh, as escolas estão mais ou menos com os mesmos tipos de materiais porque foram equipadas há cerca de 3 anos pela Câmara, pela autarquia. Eh, e somos nós, sim, professores da sede, que se deslocam a cada uma das escolinhas e tem inclusive no nos seus horários tempos para deslocação, portanto, para Além da hora efetivamente a ser dada, não é, da aula, tem tempos de deslocação também para isso. >> OK. Muito obrigado.
Mais alguma questão? E quando vão pensando nas questões, eu tenho aqui, >> eu tenho uma questão que deixei na conversa. Desculpa, Nuno, sou Ana Serafim. Ana, >> força. >> Como é que é feita a articulação vertical em particular com o segundo ciclo? E se os professores em cojovação no primeiro ciclo são os mesmos a lecionar o segundo ciclo e quais são as maiores dificuldades que sentem nos vossos agrupamentos? E obrigada pelas partilhas. >> Queres começar tu ou começo eu? Começo >> posso, pode ser. Eu posso começar? Eu? Olha, eh eh ainda bem que colocaste essa
questão, eh porque nós este projeto a Nós surgiu-nos exatamente porque vimos que os que os quando um grupo de professores chegou ali ao agrupamento, começamos a verificar eh qual era o nível do 5º ano e temos aqui que intervir em qualquer coisa, não é? Pronto. E então surgiu-nos, vamos fazer o projeto para adjovação, eh, para começarmos a intervir no primeiro ciclo. Pronto, nós fazemos e eh são os professores, portanto, nós fazemos conferências curriculares ao nível do do Segundo ciclo, terceiro e secundário. E também fazemos o primeiro ciclo. Aproveitamos uma dessas reuniões e conversamos ali um
bocadinho acerca de dos do estado da nação, entre aspas, como é que está naquele momento, como é que estão a correr, como é que estão a correr as coisas. E, portanto, e tentamos, como somos os são professores do 620, essencialmente que estão a fazer, nós temos no quadro professores do 260 e do 620, mas quem está a fazer Com avação eh ao longo deste ano tem sido o 620. E, portanto, mas quando há reuniões de grupo, sempre que se fala em plano plorianual, em plano, integramos também as questões de do do primeiro ciclo. Portanto, tentamos
sim fazer a articulação porque vamos vendo muito o que é que o que é que nos está como é que nos estão a chegar os alunos também de quinta e sexta e portanto tentamos fazer, portanto, descer e fazer para além de uma um aspecto que a Helena Há pouco referiu, nós fazíamos análises do resultado das provas da frição. Voltando aqui à avaliação, fazemos análise do resultado das provas da frissão e também isso nos dava indicações do que que como eram no segundo ano, como é que vamos atuar no terceiro, o que é que é preciso
aqui um forcing, em que em que blocos é que é preciso de acordo com estes resultados que nos que nos chegam, não é? Pronto, também utilizávamos esse isso para para O plano e para e para as decisões que que queríamos tomar para aquele ano. >> Muito bem, obrigada. Relativamente ao meu agrupamento, a necessidade também do da coadção também serviu para surgiu pelo mesmo problema que que do agrupamento de de carcavelos. Portanto, começou-se a ver o nível dos alunos, que era necessário se fazer fazer alguma coisa. Eh, nós temos no projeto professores, tanto do temos eh
maioritariamente são do se não não se Pode dizer que seja maioritário. Pronto, da maioria são quatro do segundo ciclo e três do do terceiro. Eh, relativamente ao ao aos professores que inicialmente estavam no projeto já há há 10 anos, destes sete eh deixem-me ver. 1 2 3 são orig, portanto, começaram, são originais, portanto, e tirando eu que sou do 620, os outros são do segundo ciclo. A, e normalmente nas reuniões, como o projeto surgiu também e é é do do grupo de educação física, nas reuniões do grupo de educação física também falamos do do projeto
de de do primeiro ciclo e fazemos também reuniões de do projeto com avação em que também em que também reunimos e vemos o que é que o que é que portanto os aspectos a a ver e a consolidar e onde é que temos que onde é que temos que intervir. Grato. Obrigada. >> Obrigado, Helena. Obrigado, Fátima. Obrigado, Ana também pela questão. Muito pertinente. Mais alguma questão? Agora vou esperar um bocadinho mais, ver seja alguma questão. Estão os colegas é que colocam questões. Os os colegas com exceção do com exceção do Alberto, mas ninguém colocou questões,
pá. >> Não estou a perceber. >> Tá tudo bola. Ainda nãoou. Posso colocar uma uma questão? H porque se calhar as pessoas também têm têm essa essa esse interesse, digamos assim. e era pertinente. Eu eu se calhar vocês também ainda não conseguem responder, mas eu também n algumas formações tenho dado e eu estou a interpretar dessa maneira e espero um bocadinho defendendo o que se o que se trabalha aqui e e que nós que nós defendemos o KNAPEF e as e as diferentes APEFS H que seria a a Educação física para todos os alunos, como
está a e proposto, mas neste como prevê a lei neste momento, ou seja, a a coadvação ser feita, como as colegas estão aqui a apresentar e como já se faz também muitas escolas, como nós sabemos, ser esta a proposta, porque não se, no nosso ponto de vista, não se pode dissociar uma eh o o professor titular de turma, como foi aqui falado e muito bem pelo Rui Neves e depois para as colegas também, e da riqueza e do e da e Do da importância que tem eh este trabalho conjunto e e era se você já
já têm algum feedback em relação ao próximo ano, como é que se eventualmente se vai fazer, Porque se nós ficarmos com esse problema resolvido, digamos assim, em termos de crédito horário, nós na minha escola também já no meu agrupamento também já temos eh a a cadovação, mas ainda não conseguimos porque é mais recente do que na escola da da Helena ou ou da Fátima ainda não conseguimos e e Justamente por causa do crédito horário. Eu penso que eventualmente se esta situação for for resolvida, digamos assim, eh nós já conseguimos resolver o problema maior, que neste
caso, por exemplo, a Fátima só tá com o terceiro e com o quarto ano e o objetivo era também pôrem o primeiro e o segundo, como nós também, se vocês têm já eventualmente algum feedback que nos possam dar em relação como é que se vai Implementar, se calhar ainda é prematuro. Bem, isto não é bem o tema deste deste deste webinar, não é bem essa essa questão. É claro que é preciso que hajam condições para que o que estes processos que estamos aqui a falar se consigam desenvolver, melhorar, aprimorar, digamos assim. Mas o que eu
posso dizer é que relativamente a isso, estamos a fazer os nossos melhores esforços para que não se perca a oportunidade de utilizar este orçamento Estádio que vem lá indicado relativamente à educação física para que mais alunos tenham educação física no primeiro ciclo. Eh, portanto, estamos a fazer tudo o podemos, tudo o que está ao nosso alcance nesse nesse sentido. É, é o que eu posso dizer relativamente a isto. >> OK. Obrigado, Nur. >> Muito bem. Mais alguma questão? >> OK. Eu tenho uma questão já há algum tempo. Tenho aqui uma questão para Colocar. Uma, aliás,
tinha várias. Uma delas, a Ana, a Ana Serafim, antecipou-se muito bem, que é basicamente esta questão da da articulação da articulação vertical. Eh, mas queria queria perceber o seguinte, no âmbito dos processos da da de da avaliação e quando se verifica que um que um aluno ou um conjunto de alunos tem um determinado problema num determinado a conseguir dominar determinado aprendizagem, o que é que Acontece de seguida e quem é que toma essa decisão? Eh, gostava de ter um exemplo prático, tendo em conta as escolas da da Helena e da e da Fátima. Depois tem
aqui uma outra questão que é se há problemas de sucesso na educação física nas vossas escolas. Era isso que eu tinha para vos perguntar. >> Se se há eu posso responder pela minha, se há problema de sucesso? Não, não, Não, não. H, normalmente os todos todos o os meninos acabam por conseguir fazer na a maioria dos a maioria dos a maioria dos objetivos por nós indicado. Mesmo mesmo eh há aqueles casos de alunos, pronto, com eh com necessidades de educacas especiais, né? Mas aí assim os as coisas são ajustadas aos aos próprios aos próprios alunos,
não é? Portanto, não temos tido casos de insucesso na nossa na nossa na nossa na nossa na nossa escola. No, relativamente, por exemplo, ao a ao a um a um aluno, um caso prático, um aluno tinha uma hidrocefalia que eu tive no primeiro ano, ele tinha eh enquanto ele conseguiu enquanto ele conseguiu fazer as coisas básicas, teve a fazer, é claro, depois não fazia aqueles aquelas situações em que, pronto, que tinha que fazer mais saltos ou ou que tinha que colocar a cabeça no chão. Portanto, essas coisas foram todas retiradas, mas tudo aquilo que ele
podia fazer, ele ia Fazendo com as as suas dificuldades. Portanto, >> sim, mas a questão não era para alunos com com do 54, era alunos normais que têm dificuldades de aprendizagem, digamos assim. O que é que acontece de seguida e quem é que toma essa quem é que toma essa decisão? Ou seja, eh, é vocês, vocês, vocês e o professor titular de turma, como é que isso >> é sempre o professor titular de turma, né? Eh, mas os as como eu te disse mesmo Os miúdos os miúdos os miúdos mais fraquitos acabam sempre por vir
a conseguir fazer as coisas. Não não há assim nenhuns que eu me lembro que tenha que tenha que tenha tido mesmo declarado. Estás a perceber? >> Sim, sim, estou a perceber. OK. >> Não, se se começar eh parece que o programa do primeiro ciclo, para quem pronto, vê aqueles roll de objetivos, parece que o programa do primeiro ciclo é assim um Imensa coisa e um bicho sete de cabeças, mas se começar do primeiro ano, eu já tive pronto, a felicidade e a oportunidade de fazer o acompanhamento de alunos desde o primeiro ano até ao quarto
e por já por duas duas levas e se começar do primeiro ano, aquilo que se pensa que é muita coisa, chega-se ao final do ano e não e ao final do ano e tá as coisas estão tão tão resolvidas. Não, não, não. Portanto, não é preciso. Por exemplo, neste neste Momento, eu este ano tenho turmas >> de tenho tenho tenho tenho primeiro, tenho segundo e tenho de do terceiro ano. E neste momento tenho a maioria a maioria da dos objetivos que estão lá já estão já estão adquiridos pelos pelo pelos alunos. ainda estamos eh a
pouco mais do do semestre. É relativamente não não é não é difícil. Eles eles rapidamente conseguem conseguem conseguem fazer as as coisas. >> OK. Há uns problemas mais n alguns alunos do primeiro ano, mas isso é a nível global também das outras aprendizagens que são miúdos muito infantis e que não se conseguem não se conseguem concentrar e montes de há muitos problemas a nível agora dos da daqueles espectros dos autismos e, portanto, é mais de relacionamento e de e de fazer, mas propriamente eh eh as as coisas até com algumas com Algumas adaptações até vão
sendo feitas, poois. O conjunto a que é mais turbelhente. Mas mas as coisas as coisas as coisas vão vão-se fazendo, vão-se vão vão-se fazendo. >> OK. Obrigado, Fátima. Partilhas a mesma a mesma ideia, certo? >> Sim. Nós também não temos insucesso e na eh na na educação física. O o a qualidade o sucesso é que é diferente, não é? Mas o ins é que é diferente de de escola para escola. ou de turma para turma, vamos lá. Mas Sim, também não temos não temos tido insucesso. >> Muito bem. Bem, última última questão aqui do Rui
Neves. Mal levantada, sim. >> E depois passamos para o Mário Guimarães. Rui, força. >> Tá, tá com o microfone desligado. R. >> Hum. Tá bom. >> Peço desculpa. Eh, muito rápido, muito telegráfico. Eh, coisas que eu gostaria de de deixar Mais claras, que é, nós sabemos todos que a educação física é uma das poucas áreas curriculares que existe do primeiro ao 12º ano de escolaridade. Neste momento, eh, no pré-escolar, inclusive. Portanto, h, acho que era bom nós, enquanto grupo profissional começarmos a pensar quando é que vamos ter deixar de ter a necessidade de ter projetos.
Parece que estamos a pedir autorização a uma coisa que devia ser normal. Eh, Pronto, eu aqui faço uma declaração de interesses. Eu acho que a questão essencial da sustentabilidade da educação física no primeiro ciclo eh é aquilo que deve ser a preocupação. Isto é, imaginemos que o diretor do agrupamento não gosta de educação física, imaginemos que os créditos não são suficientes, imaginemos, estamos sempre dependentes. Portanto, eh, é bom que nós, enquanto grupo profissional pensemos que a área De educação física num todo ao 12º ou do do pré-escolar aou 12º, eh, não tenha que ser uma
coisa marginal, uma coisa que acontece quando há projetos. Isso. A outra questão tem a ver com eh um aspecto que eu acho que eh deve merecer a nossa atenção e de temos necessidade de o aprofundar e de saber mais e refletir muito mais entre nós, que é as questões da natureza da coadovação. Portanto, a coadovação tá na lei de bases do sistema educativo desde 1986. Eh, mas é feita às vezes muita coisa em nome da coadovação. Portanto, só chamava a atenção eh porque houve algumas colegas que perguntaram, introduziam aqui um conceito que é o conceito
de replicar. Eh, e portanto, eh, o adjovar parte de uma lógica de trabalho entre pares, entre profissionais de educação, eh, que, eh, vão ter interações do ponto de vista das suas diferenciadas competências, não é? Pronto, era só estas notas e uma última nota que esta esta foi até mais por causa desta que eu pedi para falar é relacionada com a questão do orçamento. É bom que tenhamos consciência que isto pode estar tudo para cair na mão das autarquias locais. E se assim for, eh, muito daquilo que é o trabalho fantástico que está a ser feito
em muitos agrupamentos, pode perfeitamente desaparecer e a a normalidade e o Caráter da educação física num quadro de normalidade e comparabilidade curricular pode desaparecer. Eh, os o baix fonde circula de que eh isso poderá acontecer. Os grupos de educação física devem pensar que a educação física é uma área curricular e uma disciplina e que como tal eh deve ser entendida e, portanto, que não é uma ocupação da das crianças eh feitas por animadores. Não é algo que cada autarquia faça de acordo com os seus com As suas vontades e as suas motivações. Portanto, é uma
área curricular que faz parte do do sistema educativo português e era bom que tivéssemos isso presente para bem da sustentabilidade da educação física disponível ao desenvolvimento das crianças que frequentam as nossas escolas. É só >> muito obrigado, Rui, por essa por essas notas realmente importantes e a reforçar aquilo que é que é essencial. Passo agora a bola para o Mário Guimarães, Que vai também fazer um comentário sobre esta sobre esta temática. >> Obrigado, >> eh, boa tarde a todos e também e felicitar o KNAPEF por mais este momento em que o primeiro ciclo está aqui
na eh na ordem do dia, na em reflexão, em debate e é isso que nós eh eh cada vez mais precisamos. mas também felicitar não só os colegas, o Rui Neves, um abraço especial a Fátima e a Helena, que são neste correspondem neste momento Muito extenso, extenso, um grupo muito extenso de colegas h que pelo país fora procuram com estas, como vem, com esta capacidade de influenciar decisões das direções, de conseguir colocar a educação física a a funcionar no primeiro ciclo na na nas suas escolas já não é um um número tão reduzido. Já já
várias escolas que nós temos conhecimento pelo eh portanto pelo país fora. E eu parece-me que é, no fundo, Esse movimento cada vez mais extenso de escolas a a a também e integrarem na na no seu leque de intervenção na educação física, integrar o o primeiro ciclo, que provavelmente estas questões que estão cada vez mais a ser eh debatidas, a serem h a serem noticiadas e e a serem colocadas com em perspectiva delas poderem eventualmente ente sofrer alguma alteração, porque como todos sabemos eh este é um problema que é eh o caráter efémero destes projetos, não
é? Podem Tão depressa estar como podem eh não estar. E e antes de entrar um pouco naquilo que era a minha intenção eh que me foi pedido eh de reforçar aqui aqueles aspectos que que de alguma maneira sobre este tema são mais importantes, deixem-me dizer-vos o seguinte. Eh, já há já há situações, eh, já há exemplos, já temos evidências de que a intervenção eh eh nos projetos em que eh o o os alunos do primeiro ciclo têm educação física nesta perspectiva da Coadevação ao longo dos anos eh com professores de educação e com o professor
e com os professores do primeiro ciclo, os resultados e as provas de aferição eh realizadas até agora permitem essa permetem essa análise. H eh temos exemplos bem claros de que há mudanças e que há diferenças claras nos resultados dos alunos eh a partir do momento em que há coadesvação. Portanto, escolas que têm coadvação, turmas que não têm Coadesvação e tem sido possível fazer comparações entre os resultados das provas da frição. E é bem clara a diferença, não só a diferença em termos a a de evidências concretas dos resultados, mas também daqu professores que recebem os
alunos no 5º ano relativamente às suas eh competências e à forma como eles eh eh se se e eh portanto se se desenvolvem na na educação física a partir do do primeiro ciclo. Mas como estamos a Perceber e como estamos a perceber e falar da avaliação, que é este o objetivo desta deste deste momento, deste webinar, e ele vem sempre associado àquelas questões que são temas recorrentes da educação física. Portanto, eles não não se consegue não se consegue isolar o problema da avaliação sem também o integrarmos com as questões do currículo, das aprendizagens, da interligação
com as outras áreas. são questões que têm que Estar sempre interligadas. Mas outro tema recorrente que aqui também surge e que não conseguimos desligar dele, a questão da formação dos professores, ou seja, a questão deste trabalho de coadvação, de colaboração entre alguém que é especialista numa área e alguém que é especialista na outra área. Aliás, há outras profissões em que têm claramente já este processo eh este processo bem definido e que ele e que ele nem sequer é posto em causa. Imaginem na área da saúde, eh, quando nós temos quando nós temos na na área
da cirurgia, a cirurgia precisa de vários especialistas, nomeadamente e como como médicos, dois especialistas em concreto, o especialista da área da da intervenção que vai ser feita e o anest anestesista. Sem estarem esses dois especialistas, não há cirurgia. E, portanto, neste caso, no primeiro ciclo, que é claramente diferente, mas devido às características desta eh deste nível de Ensino, é claro que eh é demasiado exigente para que não seja que para que seja possível sem ter estes dois eh eh estes dois especialistas, estes dois profissionais, cada um especialista na sua área. Aliás, dizer-vos também que nesta
questão da formação, eh, neste momento, não há uma formação específica de nível de nível, possamos dizer de de qualidade, como existia no passado para a área para a educação física no primeiro ciclo. Portanto, desde que nas Escolas superiores de educação deixaram de existir, a partir de 2007, 2008, deixaram de existir e a a e portanto a a a a especialização em educação física, que não há formação específica, a não ser aquelas aquelas disciplinas da formação de de da do ensino básico, nas escolas nas escolas de formação de professores do ensino básico, mas que é uma
formação que na área da educação física é reduzidíssima. a percentagem e o número de créditos é reduzidíssimo. E, Portanto, eh, é uma área em branco, é uma área em que os os profissionais que estão a sair há várias há vários anos eh não têm eh verdadeiramente uma uma formação específica para isso. Felizmente que em algumas faculdades que formam professores de educação física h têm havido tem havido um reforço para a formação também nestas áreas, mas mais uma vez formação em educação física, que não liga com a formação eh globalizante e com a capacidade de intervenção
eh eh Integrando todas as outras áreas, porque há um aspecto que aqui não foi eh eh eh falado, mas é precisamente a questão eh eh preciso precisamente a questão da interligação nas na aula de educação física com as outras áreas do currículo e precisamente vice-versa na nas outras áreas a interligação daquilo também que é a educação física. Portanto, há eh eh há esse desafio que temos pela frente acrescentando da questão das condições para a prática. As condições para a Prática, desde os horários, não é? Desde a mancha horária, a de adaptação dos espaços e dos
materiais. Eh, é verdade que tudo isso que tudo isso condiciona, que tudo isso está envolvido com a questão da avaliação. Mas, eh, de uma forma mais concreta, com a avaliação, eu gostava de deixar aqui dois ou três aspectos que me parecem que precisamos de os reter. Reter é que eles estejam de alguma maneira eh que eles estejam e bem cientes na nossa na nossa mente quando Abordamos e quando refletimos sobre esta sobre este processo. Portanto, e a a avaliação formativa, como foi agora bem evidente, e quer na sua componente, quer na sua componente operacional, como
é que ele na prática, quer na forma como o Rui Neves também e eh aqui a explicitou, eh esta avaliação eh formativa quando ela é integrada no processo eh de de ensino, aprendizagem, não quer dizer não quer dizer que ela está integrada no processo de Aprendizagem quando eu marquei os dias em que vou fazer a avaliação dos alunos. Não é nada disso, não. Não é isso que é estar integrado. O que é estar integrado da avaliação formativa é precisamente ligado à questão do modelo de de de planeamento, um modelo de planeamento que permita selecionar os
objetivos tendo em conta o eclitismo da educação física, não é? eh a possibilidade na aula poder ter eh características desse ecletismo. Aulas que tenham preocupações Com a aptidão física, aulas que tenham preocupações com o domínio eh da do dos deslocamentos e equilíbrios, eh domínio da de da de de objetos, ou seja, nas perícias, manipulações, eh na parte da na componente da interligação com a música. Portanto, este ecletismo é fundamental estar interligado eh com eh a avaliação e o balanço eh e o balanço também em termos de planeamento, o balanço que devemos fazer ao longo deste
desta deste processo de ensino e Aprendizagem entre aquilo que eh nós escolhemos porque vai demorar mais tempo aos alunos aprenderem, mas também em primeiro lugar aquilo que sabemos que vai dar sequência a outras aprendizagens. Há aprendizagens que têm que aparecer primeiro porque depois dão continuidade e dão sequência a outras aprendizagens mais mais complexas no processo no processo de eh de ensino. Tudo isto é feito com base em unidades didáticas, unidades didáticas que Reproduzem eh aulas, um um uma aula que tem uma organização que se vai repetindo, mas em num processo evolutivo que se vai repetindo
para quê? Para que todos os alunos tenham o tempo suficiente para progredirem. Porque se alguns progridem logo, outros demoram mais tempo. E, portanto, as aulas têm que ter ali eh uma constância naquilo que é a forma organizativa para o professor ganhar eh para o professor ganhar tempo, para o professor ganhar eh Capacidade e poder ter um plano eh poder ter um plano enquanto aqueles que têm mais dificuldades vão procurando resolver essas dificuldades e ter também um plano de desafio para aqueles que são os mais aptos e que rapidamente conseguem. Portanto, esta questão de eh ligar
à avaliação formativa com o planeamento é essencial eh e não é exclusivamente só eh marcar datas. Por isso, numa avaliação e num e numa avaliação Formativa eh ao nível do primeiro ciclo é precisamente eh como já vimos n alguns casos, é considerar eh diria eu, exclusivamente aquilo que o aluno já consegue fazer bem. O que ainda não consegue, vamos ficar à espera. Mas o que temos que acentuar, o que temos que eh eh colocar em em em grande em grande eh dar-lhe grande a maior importância é à medida que o aluno vai conseguindo fazer bem
as coisas. essas coisas é que devem contar, essas é que são Importantes para esse relevo. Claro que estabelecer um plano eh estabelecer um plano de avaliação implica eh e implica seguir uma sequência, um um um racional, diria eu, um racional sequencial em que partimos dos objetivos, como foi vindo. Esses objetivos têm critérios de êxito, que inclusivamente os encontramos na formulação dos objetivos que permitem nós percebermos quando é que aquele objetivo é concretizado, estabelecer metas para perceber de que maneira é que Aquilo está consolidado e perceber através dos descritores e dos níveis que nós construímos de
que maneira é que o aluno se aproxima ou se afasta da concretização desse objetivo. Porque aqueles aqueles descritores em que é o descritor do consegue, o que é aquele quando o aluno consegue fazer is que não vale a pena continuar a fazer. A questão é, quando um aluno já consegue, tem que aparecer outro desafio, tem que aparecer outra dimensão de objetivo, tem que Aparecer um uma outra eh uma outra situação de exercício, porque ele estar a fazer aquilo que já consegue fazer, como sabemos, é desmotivante e claramente eh pouco desafiador para o para o aluno.
E, portanto, é através dos descritores que nós conseguimos identificar se ele ainda se ele está muito longe, se ele está relativamente perto, o que é que lhe falta e aquilo que eh e aquilo que ele já consegue fazer. Mas nesse aspecto, se Conseguirmos que os alunos também participem nesta definição destes descritores, destes objetivos e eles tenham consciência disto, ao nível deles, como é óbvio, ao nível deles, nós integramos o aluno neste processo. o aluno passa a fazer parte desse processo, um processo em que temos miúdos em níveis diferentes e temos situações diferentes para cada um,
a diferenciação, mas o ensino tá centrado no aluno. E também é verdade, é verdade Que nestes níveis de entrada, nestes níveis iniciais, e a e as diferenças de nível não são tão acentuados como nos outros, como no secundário ou como nos outros. os miúdos tão muito mais próximos em termos de desempenho, em termos de capacidade e de competência, tão muito mais próximos, mas há sempre diferenças. E a questão das diferenças, nós só com e eh só as conseguimos identificar se realmente o sistema de avaliação tiver eh preparado para Identificar essas essas diferenças. E realmente os
descritores eh que eh nós conseguimos formular de aproximação ou de eh distanciamento dos critérios que permitem confirmar os objetivos, é a fórmula eh mais adequada de centrar isto neste neste processo. Por último, dizer-vos que nesta componente toda, o papel essencial é o papel dos professores. os professores é que eh é é que permitem eh eh que isto seja possível, que isto seja eh eh que seja Eh eh ou eh portanto que possa ser possa ser eh eh aplicado na prática neste caso. Eh e os professores são os professores titulares de turma e os professores de
educação física. Não há outra forma. Eu pessoalmente não vejo outra forma. Sei que temos várias realidades no nosso país. O Rui Neves é bem claro sobre esse sobre esse aspecto. Eh, é isso. É, infelizmente eh que vivemos este eh este panorama este panorama eh um pouco desregrado de quem Intervém no primeiro ciclo. A, temos o problema também em muitas escolas privadas em que a educação física é à semelhança da educação física dos mais velhos, ou seja, uma educação física isolada de tudo o resto com professores e especialistas, uma disciplina eh ao longo de muitas outras.
Isto é, negar as características do desenvolvimento e da maturação das crianças destas idades, a dificuldade que eles têm de eh se conseguirem de conseguirem eh relacionar Todas estas diferenças. Por isso é que o ensino é globalizante e, portanto, a presença, a participação do professor titular de turma que os avalia tal e qual como avalia os as outras áreas. E, portanto, logo aí há um papel de relevo, porque a educação física é entendida ao nível das outras, igual às outras, porque é o mesmo professor que avalia e é o professor titular de turma que depois partilha
esses resultados e os explica às famílias. Tudo isto, eh, com O suporte de planeamento e de organização do professor de educação física, transforma tudo isto em quê? transforma tudo isto eh em que a educação física eh a partir deste nível de colaboração entre os professores do agrupamento eh permite trazer um novo um estatuto que é o estatuto que é devido à educação física, o estatuto social e eh também eh eh permite eh relevar a importância como as pessoas começam a perceber. Eh, eu eu lembro-me quando as Primeiras vezes que eh as primeiras vezes que eh
partilhamos as avaliações e a forma como elas foram feitas, não é só chegar e dizer: "Olha, este aluno tem esta classificação ou tem aquela", mas a forma como lá chegamos, tu logo a partir do momento em que isto foi possível ao professor do primeiro ciclo, perceber como é que se fazia a avaliação no primeiro ciclo, mudou completamente a visão, a perspectiva e foram os próprios professores do primeiro ciclo Interessados em explicar às famílias porque é que os alunos tinham aquela classificação, coisa que não o faziam antes porque não se sentiam à vontade, porque achavam que
aquilo era uma espécie eh de até de muitas vezes eh criar ali alguma conflitualidade com as famílias, dizer porque é que é isto e porque é que não é aquilo? a partir do momento em que eles começaram a saber explicar, porque foram atores atores que que que participaram na eh construção Desse dessa avaliação eh dos seus alunos e de daquilo que eles já são capazes de fazer, mudou completamente o estatuto e principalmente a importância eh da educação física nas escolas. É para mim muito grato eh perceber que já existem neste país muitas escolas, eu recebo
relatos de muitas escolas em que os professores se mobilizaram, principalmente os professores de educação física em conjunto com os do primeiro ciclo, se mobilizaram para que Isto aconteça. Também temos muitas vezes eh também temos ficamos de alguma maneira desapontados porque percebemos que há escolas que já avançaram num sentido e depois regrediram, voltaram para trás. E isso é uma constante. É eh aqui acompanho totalmente o o colega Rui Neves quando diz: "Isto não pode continuar assim. Isto tem que ser efetivamente um processo que esteja consolidado nas escolas e que não possa andar ao sabor da vontade
ou da não Vontade das direções escolares. colegas, eh eh é um desafio que temos muito que muito grande que temos pela frente, mas os resultados certamente serão resultados que eh nos irão deixar eh muito gratificados eh quando nós trabalhamos com com com as crianças do primeiro ciclo e principalmente com os colegas, com os professores do primeiro ciclo. É muito gratificante. Sentimos da parte deles uma vontade enorme de trabalhar connosco, porque percebem o Valor que cada um pode trazer a este processo. Portanto, espero que seja aqui também o início, o início, ou seja, a continuidade, porque
o que naf tem sido na excedível nestes aspectos, trazer o primeiro ciclo para a discussão. Espero que não que seja este, mas que continue muitos mais, porque precisamos de momentos como este, com vários colegas para os ajudar também a refletir e a pensar e ajudá-los a trazer as questões que eventualmente também possam trazer e Com a experiência acumulada por muitos pode ajudar a fazer luz em mais alguns projetos de educação física no primeiro ciclo nas nossas escolas. Muito obrigado. Muito obrigado ao PNAPF e a todos vós que aqui estiveram. Muito obrigado, Mário, pela tua pela
tua intervenção e e também por chamares aqui a atenção para esta estas maisvalias e este compromisso coletivo que que devemos ter na concretização desta intenção que já dura Há há demasiado tempo, digamos assim. H, gostaria de agradecer em primeiro lugar a vossa a vossa participação, todos aqueles que se inscreveram neste neste webinar e nos webinar anteriores e nos próximos também, digamos assim, iremos ter um um novo webinar daqui a um mês h e e o último webinar no mês de abril ainda por data com data a definir. gostaria de agradecer eh bastante ao Rui Neves,
h à Helena, à Fátima Saraiva, também ao Mário Guimarães pelas Intervenções que tiveram tiveram aqui. Hum, acho que saímos todos de todos com ainda mais energia para para poder contribuir para que este este desígnio da educação física no cic uma uma realidade. Vamos ver o que é que acontece nos próximos nos próximos tempos. Esperamos que seja que seja desta, que se dê um passo que se dê um passo decisivo. E neste sentido, falando de informação, gostaria de vos chamar a atenção para alguma algumas das Iniciativas de formação que estamos neste momento a preparar. Eh, algumas
delas relacionadas com educação física no primeiro ciclo, como é o caso de uma oficina de formação de 50 horas para se quem quiser se especializar e apurar as suas competências nesta nesta área. Esta formação vai começar no próximo mês. Portanto, tem todas as informações no nosso website se tiverem interessados em participar. Ainda temos algumas Vagas, portanto não se demore muito, por favor. Hum, ficamos por aqui. Mais uma vez, muito obrigado pela vossa presença. Eh, e espero encontrar-vos, eh, brevemente ou aqui no virtual ou melhor ainda, se for presencial. Um grande abraço para todos e até
breve. >> Obrigada. >> Boa noite. Até breve. >> Adeus. Boa tarde a todos. >> Boa tarde. Obrigado. >> Boa tarde a todos. Boa tarde.