um dos maiores desafios profissionais que eu tenho tido desde que comecei a me envolver com os hormônios 40 anos atrás até o presente momento Essa realidade não mudou muito pelo contrário ela só tem piorado é que 40 anos de evolução 40 anos de evidências 40 anos de informações 40 anos de prática Clínica não foram aparentemente suficientes para mostrar pra comunidade médica para o profissional da Saúde até a população em geral como é capital como é vital que nós promotores de saúde pelo menos aqueles que se pronunciam como tal precisamos ter a respeito da visão dos
hormônios essas moléculas reguladoras que promovem homeostase promovem comunicação promovem integração promovem equilíbrio e a partir do momento em que o indivíduo passa a viver com declínios hormonais ele vai passar a ter um declínio gradual e concomitante das suas capacidades metabólicas que vão ser tão menores quanto menor seja o nível de hormônios que essa pessoa está produzindo e todo esse processo de quedas hormonais toda essa trajetória ela vai culminar na saúde da mulher com o evento previsível e absolutamente catastrofico que é a menopausa a menopausa não se trata de um evento apenas natural porque vai acontecer
com todas as mulheres que atingirem a idade que esse fenômeno vai ocorrer por volta de 45 a 55 anos vão parar de menstruar mas muito mais do que parar de menstruar muito mais do que ter gastos a menopausa é um estado catabólico crônico e cumulativo que vai seifar paulatinamente a qualidade de vida dessas mulheres trazendo-as para um patamar de risco de doenças que são inapropriada e inadequadamente conhecidas como doenças da velice doenças da idade é assim mesmo não tem o que fazer na sua idade é comum essa doença e eu vou controlar com o melhor
remédio que eu encontrar não é mais possível à luz do conhecimento atual e das respectivas epidemiológicas atuais nós continuarmos a adotar essa postura leniente essa postura irresponsável essa postura descomprometida com a saúde principalmente da saúde da mulher no climatério e principalmente com a saúde da mulher menopausada a menopausa em sendo uma anarquia metabólica contínua cumulativa aditiva e progressiva tem que ser trazida para discussão diante de toda a comunidade médica diante de todas as especialidades mé por quê Porque nós estamos vivenciando um período de vida pós menopausal cada vez mais longo na atualidade o Brasil é
um país que tem uma expectativa média de vida em torno de 79 anos para uma mulher e considerando que ela entra em menopausa para de produzir hormônios ovarianos por volta dos 50 muitas vezes até mais cedo fica nítido que essas mulheres Por estarem estendendo sua expectativa de vida irão viver cada vez mais tempo nesse profundo e desumano diz desequilíbrio hormonal metabólico espiritual físico Mental para nós termos uma ideia a previsão é de que dentro desses poucos próximos anos nós tenhamos 1 milhão de mulheres entrando em menopausa no Brasil por ano e esse é um evento
absolutamente caótico absolutamente catastrófico uma vez que ocupando espaço em receptores de praticamente todas as células do corpo de uma mulher esses hormônios que deixam de ser produzidos controla em seu conjunto mais de quro centenas de funções e a perda desse controle funcional vai levar essa mulher a ter um potencial de doenças ou desequilíbrios em qualquer área do corpo qualquer área do corpo e isso traz para nós uma discussão ainda mais importante essa alegativa de que um médico por não ser especialista em hormônios não assume o compromisso de se engajar com as questões da menopausa é
inadmissível que nós tenhamos essa postura passiva e leniente observem só o traumato ortopedista quando se depara com a mulher de menopausa ele tem o dever ético de dizer que a osteoporose que Ele identificou nessa mulher é um problema hormonal sim com repercussões do metabolismo ósseo esse neurologista que recebe em seu consultório uma pessoa com declínio cognitivo progressivo gradual cumulativo essas mulheres entram em deficiência hormonal Olhem que coisa perversa a perda de hormônios provoca uma atrofia no cérebro Principalmente um atrofia no hipocampo que é a área do cérebro responsável pela cognição então o traumato ortopedista Tem
sim um dever ético de se engajar com as questões hormonais da menopausa o neurologista tem sim o dever ético de informar para essas mulheres que a principal causa o principal fator de risco que pesa para elevar as possibilidades de uma mulher ter demência de Alzheimer é o declínio hormonal o cardiologista tem o dever ético de dizer para essa mulher que 10 anos de deficiência hormonal essas mulheres aumentam em 30 vezes os riscos de sofrer o infarto agudo do mioc E isso não tem nada a ver com o nível de colesterol que essas mulheres produzem se
é alto se é baixo o infarto é uma doença inflamatória o imunologista tem o dever de dizer para essa mulher que a sua imunidade vai descer Ladeira abaixo ela vai ser vulnerabiliza com uma série de circunstâncias de desequilíbrio imunológico que podem redundar em inúmeras condições esse cidadão que pratica por exemplo especialidade de ginecologia tem que dizer para essa mulher que a atrofia urogenital a dor na relação a inf urinária de repetição a atrofia mamária todos esses são eventos ligados à Queda hormonal da menopausa esse mastologista ao invés de atormentar essa mulher com medos desarrazoados de
que se ela for fazer reposição hormonal ela aumenta o risco de câncer esse discurso tem que ser modificado para um discurso mais coerente que é exatamente a queda hormonal a mulher em deficiência hormonal corre muito mais riscos para ter um câncer de mama o exemplo é tão taxativo que quando nós vamos ver as estatísticas a esmagadora maioria das mulheres que TM câncer de mama são mulheres na pós-menopausa que estão em deficiência hormonal e não fazem nenhum tipo de reposição eu poderia aqui citar uma lista interminável de especialidades médicas que teriam um dever ético de se
engajar com as questões hormonais da menopausa porque a menopausa afeta todas as especialidades médicas sem nemum única exceção e observem que o que nós estamos evocando aqui não é que esse traumatologista que esse Cardi ista que este imunologista que esse neurologista que esse psiquiatra sim inúmeras modificações comportamentais irritabilidade ansiedade pânico depressão são eventos muito mais prevalentes nas mulheres pós menopausadas porque esses eventos psiquiátricos também TM um forte componente hormonal então sim senhores sim senhoras queda hormonal é um problema da psiquiatria é um problema da Neurologia é um problema da endocrinologia é um problema da ginecologia
é um problema da cardiologia é um problema da Pediatria é um problema da Medicina do trânsito é um problema da nefrologia é um problema de todas as ias que compõem as especialidades médicas urge que nós passemos a adotar uma postura responsável uma postura ética uma postura comprometida com a vida e com a saúde e vejam eu não estou aqui dizendo que um traumato ortopedista precisa saber tratar a queda hormonal da menopausa também não estou dizendo que o cardiologista tem que saber tratar uma deficiência hormonal do menopausa Mas o que eu estou dizendo é que todo
médico todo especialista ou não que lida com a mulher em seu consultório tem que passar a educar essa mulher que um dia ela vai entrar em menopausa e no dia que isso acontecer é absolutamente indispensável que essa mulher procure alguém que entenda desse assunto para que essa reposição seja adequadamente contextualizada a melhor combinação os melhores hormônios as melhores doses os melhores protocolos individualizados para as necessidades de cada uma dessas mulheres sejam uma referência usual corriqueira e que faça parte do trabalho de qualquer médico aprender a identificar que as doenças que muitas vezes se escondem atrás
dessas mulheres não são doenças da idade são doenças oriundas da deficiência hormonal da menopausa então fica aqui essa mensagem que eu julgo até de utilidade pública para que vocês assistindo ess vídeo possam formatar um conceito formatar um conhecimento formatar uma atitude proativa resolutiva que possa beneficiar a vida dessas mulheres cada vez mais sofrem Por conta desses declínios hormonais que continuam sendo amplamente negligenciados dentro da Comunidade dos profissionais da Saúde isso precisa acabar e nós precisamos sim ter engajamento com a saúde aprender valorizar a saúde aprender a tratar a saúde e ter compromisso com a vida
porque senhores senhoras com 40 anos que eu pratico e lido com hormônios eu afirmo Do Alto Da Minha experiência Clínica e de estar lidando com mulheres em declínio hormonal todos os dias hormônios trabalham a favor da vida e um profissional que se posiciona contra hormônios está se posicionando contra a própria vida contra a própria saúde não é admissível que nós continuemos a vivenciar esse estado de coisas com tantas mulheres sofrendo desnecessariamente sabendo que existem soluções seguras eficazes e inteligentes para essas questões que afligem e acometem milhões de mulheres em todo o mundo espero que essa
mensagem Chegue Não só à mente de cada um de vocês mas principalmente aos corações de cada um de vocês não tenhamos apenas compromisso com essas mulheres menopausadas tenhamos até Piedade dessas mulheres porque elas não merecem a negligência com que são tratadas o descaso com que são tratadas e a leniência existente sobre esse assunto hormônios sim hormônios trabalham a favor da vida