Quando foi que o Brasil começou a apodrecer por dentro? Quando foi que a moral virou piada, a cultura foi vendida, a prestação e a sociedade começou a rir enquanto afundava? A resposta está nos anos 90.
E hoje eu vou te mostrar como aquela década aparentemente inofensiva plantou a desgraça que colhemos hoje. Contexto histórico. Após ditadura e abertura cultural.
A redemocratização trouxe liberdade, mas também abriu as portas para a vulgarização. O estado já não educava e a escola já não ensinava. E a TV assumiu o papel de babá da geração que crescia.
Isso é roupa mara. Ah, que que tem de errado? Foi minha mãe que escolheu.
A intenção dos programas infantis dos anos 90 era corromper as crianças. Por trás dos rostos sorridentes, como Xuxa, Mara Maravilha, Angélica e Carla Perez, havia uma agenda por trás para sensualizar cedo, vender mais, manipular desde pequeno e a TV invadi os lares com erotização disfarçada de diversão e a inocência. Essa foi a primeira a morrer.
Perna rainha dos baixinhos soltava umas piadas bem questionáveis ao vivo. E uma mulher que era muito metida do mulher chamar Carla. Aí perguntaram para ela: "E aí Carla?
Deu para passar na prova? " Ela falou: "Deixe. " Eu sinto uma falta quando não é você que tá segurando esse pirulitão.
Você sabe por quê, né? Essa boquinha que Deus te deu e esse pirulitão chupa-chupes que fizeram é de verdade, gente. Olha o peso, sabe?
Isso aqui é para uma boca de responsabilidade, não é qualquer boquinha. A Vanessa, né? Não, a nossa Vanessinha, a Vanessa.
Vanessa gordinha nunca conseguiria chupar esse pirulito todo. A boquinha que ela tenha, não tem que ser uma boca assim de responsabilidade, entendeu? Olha, chupa, chupa.
Esse programa infantil. Ó o que essa mulher tá fazendo. [Música] Todo tipo de apelação e abuso eram feitos nesses programa.
[Música] [Aplausos] [Música] O plano dessa agenda dava certo. Milhares de adolescentes ficavam grávidas. Para destruir qualquer sociedade, basta corromper sua juventude, dar liberdade sem limites, estimular seus instintos mais baixos e afastar da moral e da tradição.
Vamos orientar a juventude com teorias e princípios que sabiamente são falsos. Assim, sua mente se corromperá desde cedo e eles se tornarão nossos escravos morais e intelectuais. A televisão dos anos 90, uma fábrica de imalização em massas.
Gugu Liberato e suas bizarrices de domingo. Banheiro do Gugu, disputa sensacionalistas e a erotização em plena tarde. Faustão, o rei do bordão vazio, das danças ridículas e do entretenimento sem conteúdo.
Esses programas trocavam o cérebro por bundas, traziam todo tipo de música lixo para desvalorizar a música popular brasileira, a bossa nova, o samba de qualidade. Tudo fazia parte de uma agenda para destruir a música e a cultura brasileira. E uma das coisas mais estúpidas do mundo batia recorde de audiência, que era na boquinha da garrafa.
E o Brasil virava piada no exterior com o título do povo mais burro do mundo. Esses foram os anos 90. O Brasil era o país do bundalelê.
Sempre tinham que apelar para isso. Bunda, onde você ligava a televisão era bunda. O filme Diocracia foi inspirado no Brasil dos anos 90.
Tinha também o programa Topa Tudo por dinheiro do Silvio Santos. Gente se humilhando por migalhas enquanto o sistema ria. Você quer R$ 100?
Quer R$ 100, Duturo? Quer mesmo? Posso?
Você aceita mesmo? Você aceita, mas eu não dou. Coloco aqui.
Você quer R$ 50? Você quer 50? Você aceita mesmo, de verdade?
Aceita mesmo. Mas eu não dou. Coloco aqui.
Não vai pegar. Vai pegar. Grande Silvio Santos.
E até hoje o povo tem idolatria por esse sujeito. Olha lá, lá. Dá licença, dá licença, dá licença.
Olha lá, olha lá, olha lá, olha lá. E nos anos 90 as pessoas eram extremamente burras e o resultado era a violência. Pois dos anos 90 foi a década da violência.
O país era recordista em homicídios, em roubos, em furtos, em chacinas, em massacres, em brigas, em estádios de futebol. Os anos 90 abriram as portas do inferno. As periferias em São Paulo só tinha banho de sangue.
Bairros como Capão Redondo, citado nas músicas do Racionais, era um dos lugares mais violentos do mundo. Quando eu ia pra escola, nessa época era comum encontrar corpos no chão. E foi nos anos 90 que chegou o craque e virou uma epidemia.
E uma coisa que pouca gente comenta é do comportamento animalesco das pessoas dos anos 90. Tinha muita baderna. muito vandalismo, era bizarro mesmo.
Os anos 90 eu recomendo que vocês vejam essa reportagem, pobres vão à praia, pois ele mostra muito bem como era o comportamento das pessoas nos anos 90. Era surreal mesmo, com todo tipo de vandalismo. E nos anos 90 era muito comum os rachas de rua.
Muita gente morria nessas brincadeiras estúpidas. E nos anos 90, eu nunca vou me esquecer de como o Dr Eneas, uma das mentes mais brilhantes que o Brasil já teve, era massacrado, feito de idiota pelo um povo burro e ignorante, que ria da própria desgraça. E como dizem, todo o país tem o governo que merece.
Toda a desgraça que a gente vê hoje veio através dos anos 90. E ainda temos milhares de pessoas que ficam romantizando essa década. Os anos 90 nos ensinaram a rir da desgraça, a idolatrar o fútil e a trocar a sabedoria por audiência.
A decadência atual não nasceu ontem. Ela foi cuidadosamente construída nos palcos, nas novelas, nas músicas e nas tardes de domingo da década mais disfarçadamente destrutiva da história brasileira. O povo aplaudia.
Enquanto isso, a moral, a cultura, a consciência escorriam pelo ralo da televisão. A erotização infantil, humor idiota, a cultura do espetáculo, tudo fez parte de uma agenda maior: destruir a base moral da sociedade desde cedo. O resultado está aí.
Jovens sem identidade, famílias desfeitas, valores invertidos. O caos de hoje foi arquitetado nos palcos dos anos 90, enquanto o povo aplaudia e ria sem perceber que estavam sendo programados para sua própria ruína. Hoje muita gente julga a geração Z isso e aquilo, mas os jovens de hoje são os filhos das pessoas dos anos 90.
Devemos aprender com os erros dos anos 90 e não aplaudir. A nostalgia é perigosa porque idealiza o passado e apaga os estragos que ela causou. Muitos olham para os anos 90 com carinho, lembrando das músicas, dos programas e da liberdade, mas esquecem que foi ali que começou a degradação.
A TV ensinava mais do que a escola. A moral era piada e a infância virou alvo. A nostalgia adormece a crítica, faz a pessoa defender aquilo que a destruiu por dentro.
E é assim que o sistema se mantém, maquiando o veneno com o doce, lembrando de uma época boa. Beleza, galera? Até um próximo vídeo.
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