Para quem eu pediria um conselho, o autor da vida para onde eu vou. A vida é bela e breve, como gotas de ovalho que por instante aparece, logo se dissipa aos primeiros raios solares do tempo. Eu tenho 67 anos e uma vida muito bem vivida. E eu sei que não me resta muito mais tempo, mas o que eu posso fazer para contribuir mais com a humanidade? Hoje eu recebo o psiquiatra que dedicou mais de 30 anos a estudar o Funcionamento da mente [música] humana. Autor de bestsellers como um vendedor de sonhos que virou filme, premiado
e reconhecido como o escritor mais lido do Brasil por diversos anos consecutivos. Hoje eu tenho a honra e o prazer de receber aqui pela primeira vez no JJ Podcast Augusto Curi. >> Toda pessoa que pensa em morrer não quer matar a vida, quer eliminar a sua dor. >> Como que Deus fala com Augusto Curi? >> Minha paz e minha saúde emocional valem Ouro. O resto é lixo. Entrarei no teatro da política. >> Já tem resposta. >> [música] >> Então, o ateu, inconformado, inquieto, curioso, questionador, foi investigar. >> Me tornei um cristão sem fronteiras. Mas por
que eu estou deprimido? Porque eu estou sofrendo? Porque eu não estou alegre, porque eu não contemplo belo? Porque eu não consigo envolver com as pessoas? Eu te pergunto, o pensamento é Virtual ou real? Minha impressão é que o senhor tá apenas começando. Então, >> gente, antes de começar o JJ Podcast de hoje, quero te contar uma história de novo do carnaval. E essa história do carnaval eu passei com a Lalas. Antes da gente ter filhos, a gente gosta de viajar, né? E uma dessas viagens que eu e a Lalas a gente fez no carnaval, bem
no começo do nosso relacionamento, do nosso casamento, foi lá para Búzios e a gente foi para um Airbnb por lá. O legal Do Airbnb é que você pode aproveitar cada um desses dias com seus amigos, do jeito que eu fiz com a Lalas, tá todo mundo ali curtindo o tempo todo. O RBNB é isso, você também tá com os amigos, você escolhe o ritmo, tem hora que você descansa, tem hora que você vai pro bloquinho, pra festa, vai ouvir uma música e vai curtir o final de semana, vai curtir o feriado, porque poder curtir a
festa e ainda ter um espaço para você descansar é a combinação Ideal. Então você que tá pensando ir pro carnaval, se organiza, junta aos seus amigos, escolhe uma casa no Airbnb. Eu sempre falo do Airbnb porque realmente eu gosto, porque realmente eu uso, tem as comodidades que você quiser, de repente é uma churrasqueira, uma piscina, um quintal mais espaçoso, uma área de lazer, você pode aproveitar do jeito que você quiser os dois mundos, que é diversão e de certa forma também uma tranquilidade. E é muito simples, tá Gente, escolher a acomodação no Airbnb. Você vai
no site ou no app do Hermin B, salva sua lista de acomodações favoritas e joga lá no grupo, por exemplo, do WhatsApp com a tua turma, com os teus amigos, fala: "Galera, escolhe aí, vê qual que você gosta mais". E tem uma dica, tem lá um um lugarzinho chamado preferidos dos hóspedes, porque é ali que você encontra as estadias mais bem avaliadas de acordo com a turma que já ficou nelas. Eu já coloquei lá os Preferidos dos hóspedes e o melhor, dá para você parcelar isso em até seis vezes sem juros. Então, pro seu próximo
carnaval, entra para o Unidos WordBNB. Beleza? Agora vamos lá que vai começar o JJ Podcast. >> Mestre >> Joel, que honra. >> Ah, que prazer. >> Vamos fazer a mais importante viagem que o ser humano deve empreender, uma viagem para dentro de nós mesmos. E vamos falar Sobre elementos profundos que frequentemente não se toca, ou em podcasts, em palestras, conferências, congressos, a mente humana, o mais complexo planeta. Tivemos a COP 30 agora, não tivemos recentemente >> o mais complexo planeta. Na COP 30 se falou do aquecimento global. Planeta Terra está sofrendo com uma uma economia
de alto carbono. Enfim, estamos nos 15 anos mais quentes eh desde que nós começamos a registrar. Mas o que não se Fala é que o planeta mente ele está mais poluído, mais asfixiado, mais aquecido do que o planeta Terra. Antestruir o planeta Terra, nós destruímos o planeta mente e, honestamente dizendo, nunca conspiramos tanto contra o a saúde emocional e o futuro da humanidade. >> Por quê, doutor? Por pelos pensamentos, pela comparação, pela comparação errada, onde que a comparação é boa? Ela é boa. >> A síndrome comparativa é um grande problema E você não precisa treinar
uma mente para se comparar espontaneamente a mentemente. Ninguém pode nos trair, nos ferir >> a mente >> ou nos asfixiar mais do que a própria mente. Então, por favor, você pode ter inimigos fora de você, pode ter desafetos, pessoas que te decepcionam, mas ninguém vai te trair, te ferir ou te asfixiar mais do que a própria mente. você não aprender a geri-la. E por quê? Um dos fatores é que a construção de pensamentos que nunca foi estudada de maneira sistemática, Freud, Piagev, V, Gotsk, Eric Fron, Beon, eh, se você pegar Kant, Hegel, Decarts, eles estudaram
uma série de elementos eh da da psiquê, da existência, das relações humanas, das relações sociopolíticas, mas não estudaram a essência que nos tornam homo sapiens, o próprio pensamento. E eu te pergunto, o pensamento é virtual ou real? Você que é Uma pessoa inteligente, tem mestrado, trabalhou na academia, >> Uhum. >> E você é uma pessoa, do ponto de vista da cultura acadêmica, diferenciado. >> Uhum. >> O pensamento é real ou virtual? Joel, o que que você acha? >> O pensamento é real ou virtual? >> Quando você conversa com a sua esposa, quando um psiquiatra atende
um paciente com ataque de pânico, >> tá? O pensamento é real ou virtual? Quando um pai orienta o filho >> e sobre os seus conflitos, o pensamento é real ou virtual? >> Ele é ele é criado. O pensamento é criado. Então, nessa nesse contexto, o pensamento ele é virtual, >> tá? >> Mas é a minha percepção, ele é real dentro do meu mundo. >> Então, vamos lá. Vamos. É, recentemente eu dei uma conferência para mestres e Doutores em psicologia. Eu fiz essa pergunta, eles não sabiam responder >> aí, pô, mas é também é um nozinho
também, né? >> E tá na essência do que somos. Por exemplo, quando você é um especialista eh em diversas eh atividades humanas, em destaque hoje nas relações humanas e também é um especialista na área de educação física. Quando uma pessoa come uma porção de pães, ele comeu carboidrato em tese ou Proteína? carboidrato, >> porque nós estudamos, todo mundo sabe que quando você come pães, você comeu carboidrato porque foi estudado, >> mas infelizmente não foi estudado o a natureza, os tipos e o processo de construção de pensamentos. E isso foi um lapso nas ciências enorme, inclusive
que impediu de desenvolvermos ferramentas para protegermos a mente, para prevenirmos transtornos emocionais. Tá. >> Uma em cada duas pessoas, mais de 4 Bilhões de seres humanos tem ou vai desenvolver um transtorno psiquiátrico. Nenhum% vai se tratar. Uma em cada duas pessoas é um número absurdo. Só que isso era antes da pandemia, depois da pandemia pioramos o quadro. E se nós não entendemos a última fronteira da ciência, que é o pensamento, porque tudo é pensamento, você não ama, inclusive sem o pensamento, porque você não identifica o objeto do amor, você não produz podcast se você não
usar o Pensamento. O cientista não produz eh conhecimento se não usar o pensamento. O pensamento é a matriz e a matrix de tudo. >> Uhum. >> Só que qual a natureza do pensamento? Ele é real ou virtual? Quando um pai critica um filho, o pensamento é real ou virtual? Quando casais discutem, essa é a grande tese, eu descobri que o pensamento ele é imaterial, ele é virtual, ele nunca incorpora a realidade Do objeto pensado. Eu posso produzir milhões de pensamentos sobre esse objeto e e a água, mas nunca incorporarei a realidade do objeto pensável. Eu
posso tratar de centenas ou milhares de pessoas nas mais diversas nos mais diversas dramas emocionais, mas entre eu e o paciente há um há um antiespaço >> Uhum. >> insuperável. E eu só consigo me aproximar dele se eu esvazio da minha teoria, do meu ego, da minha necessidade Neurótica de intervir. Uhum. Se um pai não se esvazia, ele está discutindo com o filho falando dele. Eu dou muitas conferências para magistrados, associação de juízes do Brasil, eu abordo que um juiz diante de um réu, se não se esvazia de si mesmo, ele pode estar interferindo no
processo de julgamento falando dele mesmo e não apenas eh entendendo e interpretando as nuances do réu. Isso nunca foi estudado. Então, se nós não entendemos que o Pensamento é virtual, nós vamos elevá-lo o tom de voz, porque acreditamos que o pensamento é real. Nós vamos criticar demais os outros. Por exemplo, quem critica duas vezes é um pouco chato, três vezes é o quê? Critica a mesma coisa. Que que você acha? >> E ah, é reclamão. >> É um cara muito chato. É um reclamão e quatro vezes ou mais. >> Chato. Nossa, é um é um
é insuportável. É um isso. Ontem eu dei conferência para 2.000 mulheres e eu perguntei quem é que critica quatro vezes ou mais ou é insuportável de quase todas as levantar a mão? [risadas] >> Exatamente. >> Tipo, eu eu >> Bom, porque por que que nós repetimos a mesma correção? Porque acreditamos que o pensamento é um é um misturreal. Ele pode mudar a matrix ou a memória das pessoas. pode mudar a emocionalidade, a angústia, a teimosia, a impulsividade e Nós não conseguimos mudar. Por isso, uma das ferramentas mais importantes que deriva da dessa compreensão complexa é
que nós temos que mudar a era do apontamento de falhas para a era da celebração dos acertos. >> Opa, opa, opa, opa. Aí é bom, hein? A gente vive numa era de apontamento de falhas, né? O, ou a gente é naturalmente um apontador de falhas. >> É naturalmente. Você não precisa aprender. Isso é histórico, isso é Ontológico. Antologia, nós falamos que é o estudo da natureza, do ser, da essência, da existência. >> Ao longo da nossa história, nós somos apontadores de falhas, porque acreditamos que o pensamento, que é o instrumento da nossa intelectualidade, que nós
usamos todos os dias para viver, andar, respirar, ele é real. Mas não é real. O pensamento é virtual. Então nós temos que aprender a economizar discussões, atritos, eh Capacidade de de mudar outro. Ninguém muda ninguém. Temos o poder de piorar os outros, de não de mudá-los, mas podemos provocá-los para que eles mesmos se mudem. Quando você muda a era do apontamento de falhas e os pais começam a observar pequenos comportamentos dos seus filhos dignos de ser aplaudidos e começam a dizer: "Você é incrível, você é demais". ou ou executivos e colaboradores começam a observar pequenos
Comportamentos dos seus liderados e ao invés de ser um um criticista, ele começa a ser alguém que gera emocionalidade. Porque uma das características mais complexas é que temos uma intelectualidade que é virtual e uma emocionalidade. Eu te pergunto, eu nem vou descrever, a emoção é real ou virtual? A emoção. >> Bom, você veio para me entrevistar e eu tô te entrevistando. >> Mas eu adorei. É porque eu já entendi o teu jeitão. [risadas] >> A emoção ela é ela é virtual. >> Quando você sente, você sente mesmo. >> Eu sinto. Então ela é real. >>
Ela é real. Se você, >> mas ó, olha só, o pensamento ele é virtual, mas o pensamento ele não é, ele é reflexo de um estímulo, não é do ambiente. Detono, gatilho, abre janelas, janelas lights ou kilos ou neutras, arquivos mentais e você produz a acessa A milhares de informações para produzir as cadeias de pensamento. Os estímulos de fato são a representam a mola propulsora da construção de pensamentos, estímulos externos e internos. >> Exemplo, vou subir para falar para 200 pessoas. meu, né? Tenho que subir, fazer uma apresentação, defender um TCC, fazer apresentação para uma
equipe. A a grande parte das pessoas ficam muito nervosas. Aquele estímulo provoca uma janela nela que pode ser Light ou killer, certo? >> Exatamente. >> E ela e é o pensamento que determina isso, né? Então aquele frio na barriga pode ser: "Meu Deus do céu, um monte de gente que euou falar: "Minha boca tá seca, não vai dar, eu meu Deus, tô nervoso". Ou pode ser, uau. >> Então você é impressionante. Você de maneira inteligente abordou as os dois mundos que constituem a mente humana. A intelectualidade que é virtual, que não Tem dor, não tem
angústia, é imaterial, não tem ansiedade, ela em tese, não tem eh desespero, angústia, não tem humor depressivo, não tem alegria, não tem prazer. A intelectualidade é um mundo fluído. Nós produzimos milhares de pensamentos por dia, porque na esfera da virtualidade somos deuses que constrói com com fluidez e uma criatividade surpreendente. Cada ser humano, mesmo aquele que não frequentou uma universidade ou fez estricto senso, Mestrado ou doutorado, >> Uhum. >> Ele tem uma criatividade tão ou maior do que qualquer eh cineasta de Hollywood. Você não precisa assistir um filme de terror para se aterrorizar. Basta você
dar liberdade para a sua própria mente. >> Bom, então a intelectualidade é fluída. Agora nós não produzimos milhares de emoções por dia, porque a emoção ela é real. Uma pessoa que está sentindo dor, não importa se ele define Intelectualmente, virtualmente, ela como angústia, ansiedade, humor triste, não importa, >> ela está sentindo um sofrimento. Então a emoção ela é real. Então, portanto, há dois mundos completamente diferentes. Um mundo hipercrivo que nos leva a pensar no futuro, remoer o passado, construir personagens, projetos, sonhos, milhares de ambientes, fantasias todos os dias, inclusive quando dormimos nos sonhos. E é
um mundo que pode ser arrastado pelos Pensamentos, que é a emocionalidade. Então, se você for dar uma palestra ou uma pessoa for dar uma palestra, eu sei que você treina muitos líderes e a glossofobia, que é o medo de falar em público, atinge cerca de 75% das pessoas, mesmo pessoas muito cultas. Então, no exato momento em que está diante da plateia, detona vários gatilhos. Não apenas o gatilho do que ela vai apresentar, mas a plateia dá sinais. Alguém bocejando ou alguém Distraído, olhando vendo um celular, detona vários gatilhos, abre janelas. Se abrir janelas killers, como
você disse, traumáticas, que t o medo de falhar, o medo de não estar correspondendo às expectativas e assim por diante, não apenas se produz pensamento, mas o pensamento ele arrasta a emoção. O princípio de arrasto do que é virtual para o emocional é que faz com que nós criamos os cárceres mentais. Se eu apenas eh pensasse no futuro, mas não Desse crédito ao pensamento, eu não sofreria pelo futuro. Mas se eu der credibilidade autógena, o princípio da credibilidade autógena é o princípio do arrasto da emoção. E nesse exato momento, há milhões de pessoas perdendo sentido
de vida, querendo morrer ou >> Exato. Porque o pensamento é virtual, é estéril, mas a credibilidade que eu dou para os pensamentos de que eu não tenho valor, que eu não sou importante, que eu não sou alguém inteligente, capaz de Impactar, essa credibilidade se torna a mesma credibilidade, entre aspas, metaforicamente dizendo que você acredita que tem dinheiro no banco ou você acredita que tem bens lá, enfim, se você tem reservas no banco e acredita, você está seguro. >> Hum. >> Se você não acredita, você corre pro banco. Milhares de pessoas correm para o sistema financeiro,
ele quebra. é um crédito, então é fiduciário também. Na Mente humana há um sistema de credibilidade que pode levar um ser humano a ser encarcerado, aprisionado, asfixiado ou um ser humano livre, protagonista da sua própria história. E isso é completamente novo, eh, do ponto de vista sociológico, do ponto de vista eh psiquiátrico, psicológico e e filosófico, inclusive. Quanto que a criação, paternidade, maternidade, pais, professores, líderes religiosos, pessoas que exercem autoridade na vida das Pessoas. Quanto que isso, quanto que essa história de vida influencia nessas janelas, nesse, nessa, nessa significância? influencia mais do que nós imaginamos.
Porque o ambiente em que estou, o ambiente social, ele todo dia eh estimula um fenômeno inconsciente que também eu tive o privilégio de descrever, descobrir e descrever. Bom, eu eu escrevi mais de 3.000 páginas sobre a teoria da inteligência multifocal antes de publicar meu Primeiro livro, >> tá? Então os meus mais de 80 livros eles estão baseado numa teoria complexa que aborda essa última fronteira da ciência, que daqui a pouco você vai na multifocal, tá? Eh, você explica um pouquinho o que que é turma, tá? >> Explico, explico, tá? E então, e um dos fenômenos
que eu descobri, descrevi é que ele é o responsável pela nossa biografia, pela nossa história. Uma Pessoa pode negar o seu passado, negar as pessoas que amou, que contribuíram com ele, negar os seus amigos, mas ela nunca negar até Deus, >> mas ela nunca pode negar a sua história. que a sua história, seja ela tensa ou tranquila, seja ela asfixiante ou libertadora, ela é registrada automática e involuntariamente, independente do eu que representa a capacidade de escolha, a consciência crítica e a autonomia. a um fenômeno Inconsciente e implacável, que eu o chamei de fenômeno ran, registro
automático da memória. E tudo aquilo que tem alto volume emocional, se tem dor, ansiedade, angústia, rejeições, é o fenômeno RAM registra automático da memória. O biógrafo do cérebro vai registrar de maneira privilegiada. Então, cuidar do que nós pensamos e cuidar do arrasto da emoção, do crédito que nós damos aos pensamentos, é cuidar da nossa vida, da nossa história, da Nossa saúde mental, da nossa liberdade. Mas não, mas infelizmente Harvard não estud não não ensina nada sobre isso. Cambridge, Oxford, MIT e Universidade de Pequen de Tóquio, os meus alunos do programa de mestrado e doutorado da
USP na área de na área de psicologia, na área de biologia, na área de de medicina, eles não aprenderam nada sobre esses fenômenos. Mas como você não aprendeu que você tem um eu que tem que gerir a sua emoção? Se você tem que você Tem que impugnar pensamentos perturbadores e emoções tensas dos primeiros 5 segundos, senão eles são registrados e não pode ser mais deletados. Então como é que você vai preservar o planeta se o teu eu não é um bom executivo da única empresa que não pode falir? não é um bom diretor do script,
da única peça que você tem que dirigi-la porque ela é a única que é sua. Ou um piloto da aeronave mental, da sua aeronave, para Que você possa ter planos de voos adequad? Não. >> 5 segundos, doutor. 5 segundos é a brecha. >> É a brecha, >> é a janela. >> Se não registras e não se deleta. Você nunca deleta teus medos, nunca deleta tuas angústias, nunca deleta teus traumas. Você só pode reeditá-los. você enxertar novas experiências no locus das janelas traumáticas ou quilas Ou então construir janelas lights paralelas ao redor do núcleo traumático. >>
Como? Então, então vamos lá. Eu preciso de uma ajuda aqui. Tô gravando esse podcast com você. Há dois dias eu acordei, como todos os dias eu acordo cedo e eu leio antes de ir pra academia. Ela tava sentada lendo no meu livro, um livro de negócios, um livro de um autor, um grande pesquisador chamado Hancharan, um indiano, E tava lá lendo um livro de negócio. Aí parei um pouquinho, tomei uma água de intervalinho, 20 minutos, 30 minutos, peguei meu telefone, era 6 e meia do mesmo, uma amiga minha, Joel, amiga assim, de infância, de natação,
de 30 anos. Caramba, vou falar isso aqui. Vou falar, vou falar, vou falar, vou falar. Joel, pensei em tirar minha vida ontem. Você imagina 6:30 da manhã eu ouvi um negócio desde da tua amiga. Aí eu Descobri mais uma vez. Eu vou te dar cena. Descobri mais uma vez que eu fui traída mais uma vez pela pessoa que eu tava. Todos os homens da minha vida me traíram começando com meu pai e pensei em tirar minha vida ontem. Mas tô aqui pedindo ajuda pro meu amigo. Eu quero mudar de ambiente. Eu quero estar num lugar
legal. Quero ficar perto de você, Joel. Porque você, o jeito que você trata a sua esposa, o lugar que Você tá, os as conversas que você fala, são conversas legais que eu quero tá perto. Mas você imagina [risadas] a dicotomia assim, né? E ela tem uma filha, ela tem uma filha, uma filha de 12 anos. Por que que eu quero te dizer isso? Porque ela ainda, eu já ouvi isso dela umas duas vezes ao longo desses 30 anos que eu sou amigo dela, que ela tentou tirar a vida dela. Eu já ouvi isso umas três,
quatro vezes. Então essa janela é traumática. Esse registro não foi embora. Esse discurso continua. >> Não foi apagado. >> Não foi apagado. Eu já ouvi ao longo de 30 anos umas quatro vezes. Eh, ela tem uma filha e isso não foi motivo para ela não pensar isso. Eu tenho três filhos, tá, doutora? Então, eu fico pensando assim, caramba, imagina, né? Eu coloco os filhos na Cena. Eu coloco tudo na cena. Claro, claro, claro. >> E ela realmente pensou e o discurso foi: "Todos os homens da minha vida me traíram começando pelo meu pai". Assim, com
essas informações poucas que eu te dei, mas você é o craque nisso. O que que é possível já identificar que aconteceu nessa vida dessa minha amiga? Porque eu acredito que as pessoas que estão Assistindo e ouvindo, muitas delas vão se identificar com essa história. >> E é uma história muito interessante, mais comum do que se imagina. Número um, o passado explica o nosso presente, mas não pode explicar o nosso futuro. Caso contrário, nós nunca seremos autores da nossa própria história, >> tá? Número dois, >> passado, explica o nosso presente, mas >> mas não pode explicar
o que eu vou construir daqui paraa frente. Explica a Minha dor, a minha angústia. Pessoas me traíram, me asfixiaram, não me valorizaram na estatura que eu mereço. Explica meu presente, mas jamais pode explicar o meu futuro. Consequência disto, vitimismo. Uma pessoa que é vitimista, ainda que tenha motivos para sentir a pequenada, ferida, machucada, excluída, ela retira o seu eu, que representa a capacidade de escolha de ser protagonista do teatro da sua Mente. Ela não vai dirigir mais seu script porque ela sempre vai colocar o pai, o ex-marido, os amigos, as pessoas como responsáveis pelas suas
mazelas. Sim, eles provocaram uma série de janelas kills, mas o problema não é o que os outros fizeram com a minha dor. O que eu faço a partir desta dor para me tornar eh alguém que lidera minha mente e não é liderado por ela. Terceiro ponto, existe uma técnica chamada DCD, duvidar, criticar e determinar. E você Se falou sobre ela no início eh deste podcast. A dúvida ela é poderosa para que o eu ele impugne, discorde e confronte a janelas traumáticas. Ele confronte o que as pessoas imprimiram na minha vida. >> Perfeito. >> Então, se
eu não duvidar, e a dúvida é realizada com autoridade, se eu não duvidar de tudo aquilo que me controla, tudo que eu creio se tornará um cárcere Mental. >> Exato. >> A crítica é o princípio da sabedoria na psicologia. Veja bem, a dúvida na filosofia, a crítica na psicologia. Eu tenho de criticar os pensamentos tóxicos todos os dias, mas não criticar como uma pessoa vitimista, mas como protagonista, como autor da própria história, com autoridade, discordando seriamente da minha posição de me curvar a dor e de me tornar escravo dela. E a outra parte da Técnica,
que é o terceiro elemento, duvidar, criticar e determinar ou decidir. Todos os dias, cada ser humano tem de fazer escolhas. Todos os dias. As escolhas são diárias, só que nós não fazemos. Decidir o quê? Decidir ser gestor da emoção. Como não há inteligência emocional e nós abordamos sobre isso, discutimos sobre isso, a emoção é burra, a emoção é desinteligente, a emoção é inconsciente, ela não consegue ser autogerida. Então, Daniel Golemon, ele trouxe os elementos da inteligência emocional e foi muito importante em 1995. Só que ele não sabia que a emoção por si só ela não
consegue ter credibilidade nela mesma, porque ela não tem, produz pensamentos, não tem intelectualidade. Esse é um atributo do eu. Reitero, o que tem capacidade de escolha, consciência crítica, autonomia, autodeterminação. É o que tem que gerir a emoção. A técnica desse CD empodera esse eu. Se eu uso os Elementos mais importantes das ciências ao longo da história com a arte de duvidar, eu fico forte, eu fico protagonista, eu duvido de que eu eu vou ser escravo do medo de falar em público. Eu duvido que eu vou tirar minha vida, eu vou transformar o caos em oportunidade.
Me abandonaram, me rejeitaram. Quem perdeu foi meu marido. Ela deveria proclamar. Quem perdeu foi ele, porque eu sou uma pessoa incrível, inteligente, maravilhosa, altruísta, Bonita, porque beleza está nos olhos de quem vê. Então você transforma o traidor não no seu algóz, o traidor perdeu porque você se torna alguém que reescreve a sua própria história. Então duvidar, criticar e determinar é uma das ferramentas de gestão da emoção, eh, que torna o eu ativo. E e e e e e e isso também é se você perguntar para e a inteligência artificial, fazer uma varredura e para os
grandes pensadores da filosofia, da psicologia e da Sociologia, praticamente não há muitos elementos que fazem, estimulam ou teorias que eh definem o eu como alguém que é ativo e que recicla e reedita a história. O eu é muito passivo, até mesmo quando a pessoa vai diante de um psicoterapeuta, eh, não importa a linha se psicanalíticas, existencialista, cognitivista ou comportamentalista, não importa. O paciente não pode ser um espectador passivo do processo Terapêutico, como um aluno não pode ser um espectador passivo no teatro da sala de aula. Eles têm de ser provocados a se a atuar-se como
diretor do script. Então, se eu duvido, se eu critico, se eu decido ser autor da minha própria história, se eu me empodero para que eh eu possa encontrar as raízes dos meus conflitos, porque meu pai me traiu? Porque meu marido me traiu? Porque minha esposa me traiu? Porque as pessoas me abandonaram? Porque eu fui humilhada Publicamente? Se eu encontro as raízes, bom, foram por isso e aquilo, mas devo eu comprar aquilo que não me pertence? Eu não causei. A intelectualidade é virtual. Então, o pensamento do outro, a rejeição do outro é virtual, só se torna
real quando eu dou credibilidade autógena. Aí eu arrasto e transformo aquilo que é estéril do outro >> em algo real na minha emoção. Então, por isso que a mente mente, os piores inimigos não estão fora de nós, >> estão dentro de nós mesmos. É o nosso eu que não assume o seu papel como piloto da mente humana. Ele ele como executivo da única empresa que não pode falir. Antes das empresas falirem, terem decadência, os líderes entram em colapso. Porque nós não fomos treinados do ponto de vista educacional para intervir no planeta. Nós não fomos nós
não nós não fomos treinados para entender que eh qualquer ofensa, rejeição, crítica e Exclusão é virtual. Só se torna real se o meu eu for ingênuo como gestor da mente e der uma credibilidade dramática aquilo que eu não construí e e não entender que minha paz e minha saúde emocional valem ouro, o resto é lixo. Joel, eu vou te falar, se as pessoas aprendessem isso no mundo inteiro, >> da pré-escola >> à pós-graduação, >> os psiquiatras tinham tempo para ser Artista plásticos, porque haveriam muito menos pacientes. >> Os generais teriam tempo para escrever poesias porque
haveria muito menos guerras. >> Uhum. >> E os policiais teriam tempo para fazer esportes, mais esportes, porque havia muito menos ocorrência. Infelizmente no mundo todo, a nossa espécie, por não entender essa última fronteira da ciência que eu eu te falo com muita Humildade, minha vida, >> eu sou psiquiatra mais lido do mundo, mas talvez um dos que tem mais um peso maior por onde caminha a humanidade. Dói na minha alma em saber que existe soluções para que a nossa espécie se torne mais viável, harmônica, generosa, que brancos e negros nunca foram diferentes, né? Ela fina
a cor da pele. A mesma intelectualidade, emocionalidade, a mesma atuação do eu como protagonista pode ser operado. É Sempre foi a mesma. Não existe a chineses orientais e ocidentais, eh, intelectuais etrados, ricos e miseráveis. Somos seres humanos, únicos e irreptíveis. Mas, sinceramente, não apenas andamos na superfície do planeta Terra, nós andamos na superfície do planeta. Você falou várias vezes mente e você falou que a mente mente e você falou sobre o eu. Se a mente Mente, o que é a mente e o que que é o? O eu é a consciência. >> É muito importante
a sua pergunta. O que é o eu? Ou ele é a expressão máxima da consciência humana, >> tá? Mas o eu é a emoção. O eu é a emoção, mas ele é muito mais do que a própria emoção. >> Então é mais do que a emocionalidade. O eu é intelectualidade, são os pensamentos, sim, mas ele é muito mais Do que os pensamentos. O eu é uma um diagnóstico de depressão, sim, mas ele é muito maior do que a própria depressão. Ele é muito maior do que o a própria síndrome do pânico. Nós somos maior do
que um diagnóstico, maiores do que a nossa própria dor. A sua amiga que eh pensou em tirar a vida. A cada 4 segundos alguém tenta o suicídio. A cada 40 segundos alguém materializa o suicídio. E toda pessoa que pensa em morrer não quer matar a vida, quer Eliminar a sua dor. Ex. angústia, o seu autoabandono e só saber isso já é maravilhoso. E no meu Instagram nós temos um eu gostaria, se você quisesse me seguir, porvor >> com muita humildade, @ugustocure. Temos um programa gratuito >> de prevenção de suicídios, eh, que é o programa Você
insubstituível, onde nós levamos as pessoas a perceberem que por nada e por ninguém devemos vender o invendável. a nossa saúde emocional. Por Nada devemos trocar aquilo que vale ouro, que é a nossa essência, nossa paz, a nossa tranquilidade. E paz e tranquilidade é os fenômenos mais importantes da felicidade. Não há felicidade sem ansiedade, não há felicidade sem angústia, não há não há não há sucesso sem fracassos. >> Uhum. >> A vida é um contrato de risco e também a emoção é um contrato de risco. >> Muito bom. Quando passamos por angústias e ansiedades, nós podemos
escrever os capítulos mais importantes da nossa história >> nos momentos mais difíceis da nossa vida. Então, o o programa o projeto eh Você insubstituível mostra que cada ser humano é única e irreptível, que no fundo todo mundo, toda pessoa que pensa em morrer tem fome e sede de viver. A sua amiga, ela tem fome e sede de viver. Ela só quer domesticar os fantasmas Mentais que estão na mente dela. Só como o eu dela não é alimentado, nutrido para para compreender as contradições da da mente, os conflitos e os cárceres mentais, ele não é empoderado.
Por exemplo, se eu aprendo e treino meu eu para não comprar aquilo que não me pertence, você pode me ofender, você pode me criticar e me excluir. A minha saúde emocional é intocável, porque eu crio um filtro fundamental, porque o que você fala é Virtual, são sons. Se você não me ferir fisicamente, você não pode me ferir. Você não tem o poder de me ferir emocionalmente, a não ser que o meu eu consentir. >> E sinceramente, o eu é passivo, frágil, asfixiante no mundo todo. E é por isso que também estou mentoreando o programa Touch
Peace, 100% gratuito no mundo todo, em dezenas de países, para que voluntários? Eu gostaria até que você fosse um dos Embaixadores do Touch Peace, entendeu? >> Conta comigo, >> tá? É, é 100% gratuito. Contar Touch Peace, >> toque de paz. Eh, na China, na América Latina, na Europa, estamos começando a ganhar corpo e volume, onde nós vamos treinar voluntários para atender emergencialmente as pessoas em situação de risco, por exemplo, risco de suicídio, como a sua amiga ou a pessoa vivendo solidão. A solidão hoje faz Parte do teatro da humanidade. As pessoas nunca tiveram estiveram tão
sós no meio da multidão, tão sós conectada com o mundo, mas não conectada consigo. A solidão social é que a sua amiga está vivendo, ela é dramática, mas ela ainda é suportável. Uhum. A segunda solidão é pior e é incidiosa. É a solidão do autoabandono, onde onde meu eu desiste de mim mesmo e nenhum ser humano devia desistir de si mesmo. O eu tem que ser teimoso, o eu tem que ser rebelde, o eu Tem que ser, tem que ter autoridade. O eu tem de ser al o agente de mudança, onde nós não abrimos concessão.
Ontem eu falei no treinamento para as mulheres e eh sobre autoestima. Autoestima não pode ter timidez. Timidez e autoestima a autoima são opostos. Você a tua, como eu, como eu orientei que você deveria falar pra tua amiga, fala pro seu ex-marido, quem perdeu foi ele. Eu sou linda, maravilhosa, inteligente. Ah, mas ele Nunca comprou flores. E daí que ele não comprou flores? Passe você na floricultura. Hoje eu vou comprar o melhor buquê de flor porque eu mereço. >> Sim. >> Quando você, o eu, ele sai da condição de vitimista, frágil, inseguro, muda tudo, muda a
chave. >> O eu é como a gente nos enxerga. O eu é como a gente nos É é a representação do que nós somos. >> O eu é a representação do que nós somos. está correto? É a nossa identidade, é nossa capacidade de autonomia, é nossa capacidade de escolha, é o agente de transformação, mudança e repaginação da nossa história. Você não muda o passado, mas você muda o futuro a partir de reescrever o presente. >> Mas esse este eu não é um eu que realiza a tarefa. Só eu vou, eu faço, eu quero, eu vou
comprar o carro, eu tenho uma Conta para pagar, eu tenho um projeto para realizar. Não é um eu realizador de tarefas, é um eu que tem consciência de que ele é o piloto da mente humana. É um eu que tenho consciência de que não apenas ele produz pensamentos, mas ele tem quatro copilotos. E também compreender isso muda tudo. Quatro copilotos, como o gatilho da memória, por exemplo, enquanto estou falando, você tá menando a cabeça, não é o eu. O gatilho é o primeiro copiloto, é o Fenômeno da autochecagem. Ele dispara em nuvens, abrindo milhares de
janelas ou arquivos mentais. é o segundo fenômeno. Então, o primeiro é o gatilho da memória, o segundo >> são as janelas da memória, o segundo copiloto, o terceiro é a âncora. Ela que gera foco, concentração, ela que gera a eficiência ou não do processo de aprendizado. Sem foco, sem a âncora, você não consegue se concentrar, assimilar e aprender. >> Concordo. >> Só que tem um problema. A âncora pode gerar dois, um dualismo grave, hiperfoco. O homo sapien se tornobs. Se alguém te ofende e você compra a ofensa, dá crédito a ela, abre janela killer, o
volume de ansiedade é tão grande, naquele momento, fecha o circuito da memória. Hiperfoco, milhares de arquivos com milhões de dados não são acessados. O Homo Sapiens vira o animal. Neste momento, nos primeiros segundos do hiperfoco, os pais dizem palavras que nunca deviam dizer para os filhos. Neste momento ocorrem atos suicidas. Nesse momento pode ocorrer assassinatos. Nesse momento deflagram-se guerras. Neste momento se discrimina. A nossa espécie tem baixo nível de viabilidade. Ela é super inteligente e super criativa. Ela constrói poesias, mas arma de destruição em massa. Ela produz medicamentos, mas ela discrimina, exclui Pessoas. A nossa
espécie é altamente complexa, mas tem baixo nível de viabilidade, porque no hiperfoco nós desenvolvemos uma síntoma chamada predador presa. O ser humano pode ser predador >> dos seus filhos. O casal, marido pode ser predador da esposa, esposa predador do do marido. E nas relações de trabalho profissionais, muitas relações mais importantes não são operadas pela intelectualidade consciente, Generosidade, altruísmo, empatia, encorajamento, são operacionalizadas pela pelos gatilhos, pelos copilotos, não pelo eu. Então detor gatilho, abre janela aquil hiper foco e o quarto copiloto, o alto fluxo, começa a ler e reler e vira um caos a reunião de
trabalho, vira um caos as relações humanas. Até vou brincar aqui. Você lembra quantas pessoas elas fazem votos, né, num num casamento, convida amigos, parentes, >> Uhum. eh tem uma dificuldade financeira, mas sempre gastam muito naquele momento e fazem as as os voto solene. Eu prometo que na saúde, na doença, na miséria e na fortuna, na alegria e na tristeza, por todos os dias da minha vida, eu minto que te amarei. Nunca se mentiu tanto. [risadas] tão pouco tempo, mas e o inferno emocional está cheio de pessoas bem intencionadas. É ótimo você >> muito bom. >>
É, é ótimo você prometer, mas você tem que prometer que vai treinar todos os dias, não que vai amar todos os dias, porque o amor começa pela emoção bom >> e só continua se houver admiração. >> Hum. E as pessoas não sabem disso. Então você não ama ele quando ele te estressa, você não ama ela quando ela é impulsiva. Vocês não amam quando vocês estão discutindo, mas vocês podem amar se se tornarem admiráveis. Se ele elevou o tom de voz, a sua paz vale ouro. Você exerce Ferramentas do eu como gestor da emoção. Você não
compra, você abaixa o tom de voz, você choca ele. >> Cara, que domínio >> que domínio. >> E se ele também é impossível, você atua dentro de si e entende que há um charme no defeito dela. Querida, você é admiravelmente impulsiva. Fica mais. Ah, não. Você não faz isso. >> A relação >> você faz isso, doutor. >> De vez em quando eu faço. Nem se Mas eu tive que aprender. >> Eu tive que aprender para sobreviver. [risadas] >> Eu quero sobreviver. É meu segredo. [risadas] Às vezes eu falo que deton gatilho, abre janela aquilo, hiper
foco. [risadas] Não há ninguém que de vez em quando não atrita, não discute. >> Você o problema, mas o problema Para sobreviver, você tem que você tem que relaxar mais de dançar a válida >> com a mente desingessada. Mas aonde aonde os casais começam 100% a saturados de afeto, começam bem, terminam mal. A admiração é é o seguinte, primeiro dia tá no ápice da admiração ou do namoro, do casamento, >> só que a admiração vai diminuindo, diminuindo com o tempo, porque ele vai se tornando criticista. Quem é um Criticista apontador de falhas, apto para conver
conviver com máquinas e consertar máquinas, mas não para formar mentes brilhantes? Criticista, quem eleva o tom de voz, não é admirável. Criticista também não é admirável. Quem eh repete a mesma coisa não é admirável quem pressiona, não é admirável quem exige reconhecimentos não é admirável. Não encanta. >> Essa foi forte. >> Não forma janelas lightes. >> Essa foi forte. O fenômeno Ran está registrando ou janelas traumáticas ou janelas lights. >> O que que você quer com o seu filho? Você vai dar uma bronca, você vai apontar o erro dele porque ele foi rebelde. Por que
que você não muda a sua política das relações interpessoais a partir dessa última fronteira da ciência? Porque aqui não é um podcast comum. Nós estamos falando eh aqui tá Sendo como se fosse uma uma sala de mestrado ou doutorado. >> Sim. Por que que ao invés de constrangê-lo, você não diga: "Filho, papai tem orgulho de você. Você é incrível, você é inteligente. Agora pense no seu comportamento. Nesse exato momento, o teu filho vai estar em choque, porque ele está esperando uma mais uma bronca, mais uma pressão, mais um sermão e você mostra Elegância, admirabilidade, você
mostra grandeza, poesia nas relações interpessoais. Só que isso é treinamento, não vai funcionar do dia paraa noite. Ao longo de anos, nós vamos incorporando essas ferramentas e vamos incorpando eu como gestor da mente humana. >> Ai, caramba, que domínio? Que domínio é esse domínio fruto de treino, de tempo, de pesquisa, De consciência. Ah, qual foi o momento que que você descobriu que esse era um caminho que merecia tua atenção, teu foco, tua dedicação, teu expertise, que é estudar mente, quer estudar a emoção, quer ajudar a saúde mental? Assim, lá teve esse momento, né? >> É
aqui, aqui, aqui eu vou contribuir pra sociedade. É aqui eu preciso canalizar minha energia, meu foco, meu tempo aqui, Porque isso aqui vai reverberar assim. Quando eu passei pelo caos, fazia o segundo para o terceiro da faculdade de medicina e eu percebi que as lágrimas que nós não temos coragem de chorar ou encenar no Teatro do Rosto são mais penetrantes e dramáticas do que aquelas visíveis. >> Sim. >> Passei por um caos de um estado depressivo e a partir daí eu tive o mais incrível Encontro comigo mesmo. >> Uhum. O endereço dentro de mim mesmo.
Somos caminhantes que preciso encontrar o endereço aqui. Nós estamos num bairro de pessoas abastadas em Alfaville e região, mas há muitos miseráveis morando em palácio. >> Sim, sim, sim. >> Porque nunca encontraram o endereço dentro de si. E uma pessoa rica é alguém que faz muito do pouco. E uma pessoa pobre precisa de muito para sentir Pouco. Muitos estímulos, reconhecimentos, aplausos. Por isso que muitas celebridades digitais elas adoecem com o tempo. A fama e o poder não fazem bem para a saúde mental. A fama e o poder >> é asfixiante porque gera janelas >> que
vão aumentando o nível de exigência para ser feliz, realizada e relaxada. No começo, notem mesmo pessoas éticas que querem contribuir com a humanidade como você, no começo os primeiros autógrafos, Sabe? os primeiros abraços tinham um impacto na emocionalidade, que é o mundo real, na nossa psiquê, muito maior e do que se tem hoje quando se quando se tem sucesso. E toda vez que eu treino alguém que tem que é um líder mundial ou um esportista mundial fala: "Você já perdeu?" Mas como, Dr. Cura, você já perdeu? Você já perdeu, porque sem que você saiba, você
se sabotou, se tornou seu carrasco, você excitou, promoveu um fenômeno chamado psicoadaptação, que é a Incapacidade da emoção humana sentir prazer ou dor diante dos mesmos estímulos. Por exemplo, uma pessoa compra um carro velho, né, quase não consegue, o motor não funciona direito, mas ele sente super feliz. é a primeira realização. Ao longo do tempo de anos ou até décadas, ele compra um uma Ferrari, o ele tem teve mais prazer na fase inicial do que na fase na fase com os anos eh de sucesso, no apogeu, porque ele nós vamos registrando através do Fenômeno RAM,
registro automático da memória, janelas que aumentam esse nível de exigência para sermos felizes, realizados e relaxados. Por isso que toda pessoa famosa, bom, o seu podcast é o número um do Brasil >> já há trs anos. E isso me deixa muito contente, porque você quer contribuir com a humanidade e não é fácil essa jornada. Você não chegou até aqui eh com céu sem tempestades, caminhos sem acidentes? teve muitos acidentes e seria Muito bom falar desses acidentes, inclusive para que as pessoas entendam que elas podem escrever capítulos nobres em dias mais tristes. Bom, mas quando você
atinge o sucesso, você tem que fazer a segunda jornada, a jornada do coração. Porque se não fizer a jornada do coração, que a jornada interior, o sucesso, ela vai vai se tornando uma armadilha, um cárcere mental. Mesmo que nós não nos autossabotemos, a Própria psicoadaptação vai nos tornando incapazes de sentir o mesmo prazer, a mesma alegria diante dos mesmos estímulos. Você quer ver um fenômeno antes de eu entrar no caos da minha depressão que eu estive no segundo ano? Isso aqui é um fenômeno grave. Os pais quando eles estão diante dos filhos que bebês, né,
que não entendem muito a piada, não entendem a linguagem psicolinguística, eles se tornam bem humorados ou não? >> Sim. E com o passar do tempo, as crianças aprendendo linguagem, na adolescência, os pais se tornam bem humorados? Não, eles psicoadaptaram. >> Pais >> dão menos risada, se divertem menos, dão menos gargalhada. >> É grave. A psicoadaptação é cruel. As pessoas perdem o encanto com seus filhos. >> Pois é. >> Quando os filhos não sabem falar, os Pais querem roubar uma palavra. Quando eles aprendem a arte de dialogar, o pensamento linguístico, dialético, eles deixam de comunicar aquilo
que é mais relevante. Os pais abortam diálogo, ou pelo menos abortam em grande parte. Isso é cruel para nossa espécie. E não é uma casuística brasileira, é uma casuística da humanidade, de todos os povos, de todas as culturas e de todas as gerações. Bom, retornando. Eu estava no segundo Para o terceiro ano da faculdade de medicina. Fui longe aqui. >> A dor se tornou a minha mais importante professora na mais incrível escola, que é a escola da existência. Eu eu era sociável, eu tinha vários amigos, gostava de festas e jantares, mas porque eu estou deprimido?
>> Uhum. >> Porque eu estou sofrendo? >> Porque eu não estou alegre, porque eu Não contemplo belo? Porque eu não consigo envolver com as pessoas? Porque eu não consigo controlar meus pensamentos. Que máquina, que mente é essa? Onde eu produzo tanto, tantos pensamentos tóxicos, tóxicos numa velocidade tão grande? Porque eu não consigo, que eu dirijo uma meu meu veículo, mas não dirijo a minha emoção? Aí eu comecei a escrever todos os dias praticamente, nunca mais parei. Foi um insight, uma descoberta do meu Próprio ser. O meu eu ele perce o meu eu se identificou consigo.
O meu eu começou a tomar as primeiras posições. Final do sexto ano, escrevia 4 horas por dia. >> Uau! na faculdade de medicina o último ano, num lugar lugo, cheio de lixo, caixa de remédios, escuro, eu pegava a minha máquina, era a máquina aquela época, escrevia as minhas ideias e procurei uma editora. Sabe quantas editoras abriram as portas? >> Hum. >> Zero. Foi uma, foi uma, um deserto, uma jornada cáustica. Aí eu saí do interior São José do Rio Preto, que era faculdade de medicina, né? E fui para São Paulo e me tornei rapidamente consultor
de jornal, consultor do jornal F de São Paulo, consultor científico, fazia matérias na Veja, fazia matérias na Globo, em tantos canais. E na época a mídia tinha grande importância, muita Importância. Só que eu estava traindo o meu sonho. Quando você é fiel à sua própria consciência, você tem uma dívida impagável consigo mesmo. O sonho de construir uma nova teoria para contribuir com a humanidade, porque aquela dor me fez entender a dor dos outros. A partir daquele momento, no segundo ano, eu comecei a enxergar os pacientes de maneira diferente. Um paciente estava ali com câncer, >>
hum, >> em fase terminal. O professor dava uma aula sobre, eh, ele falava CA, não falava câncer. falava sobre fisiologia, patologia e embora. Todo mundo ia embora, mas eu ficava, eu ficava porque eu queria conhecer as lágrimas que esses pacientes choraram, as dores que eles que ele nunca verbalizou, medo da morte, as angústias. E eu gastava tempo com uma escutativa, >> ouvindo às vezes o inaudível, vendo o invisível. >> Uhum. >> E o escritor nasceu da dor. >> O escritor nasceu da dor >> e os pacientes me ensinaram demais. Cada ser humano nunca deveria se
diminuir por ter uma crise emocional, por ter um conflito, até mesmo uma psicose. Cada ser humano é único e irreptível. Mesmo numa psicose, quando nós produzimos ou quando um paciente produz ideias paranoicas de que o mundo conspira ou a televisão televisão está Falando com ele, sabe? Ideias conexas fora do dos parâmetros da realidade. Nem de longe isso reflete uma pequeneza intelectual. Somos tão grandes que podemos romper com a realidade algo que a Iá nunca vai >> ter. A Iá nunca vai ter dúvida. Aá nunca vai sentir angustiado, solitário, nunca vai ter medo. Isso é próprio
da complexa intelectualidade e emocionalidade capitaneada pelo eu, que pode ser tanto virtual quanto real, se ele se empoderar Ou se ele se fragilizar e dar credibilidade autógena. Bom, aí eu voltei para o interior, estava no auge da fama, retornei para o interior. Preciso continuar escrevendo, escrever a minha teoria. Deixei o sucesso. Ninguém entendeu, ninguém me apoiou, a não ser minha esposa, que também era médica e acompanhou as minhas a minha jornada. E quando eu conheci ela, fazia o eu fazia o quarto ano, ela fazia o segundo e eu levei, eu era muito duro, não tinha
Dinheiro para nada, levei ela para tomar um suco e caiu um bilhete. E do que se trata isso? Eu falei: "Olha, não é de uma garota". Ela achou que era de uma garota. Falei: "Olha, eu não sou muito normal. Eu tô escrevendo sobre uma teoria, a teoria do funcionamento da mente, da construção de pensamentos. Ela achou que aquela febre ia passar. Vou investir nesse sujeito aqui que é fora da curva. >> [risadas] >> Mas vai passar isso daqui a pouco. Ele vai se preocupar com fígado, com coração, com cérebro e não vai esquecer produzir teoria
num país que não valoriza seus cientistas. >> Sim, >> mas essa febre nunca passou. Eu continuei aí 17 anos se passaram. Eu lembro que eu estava, entrei 9 horas da manhã, era 10 horas da noite, eu continuava escrevendo. E o outro dia, mais um, me lembro de outro episódio, Minha esposa buzinava no carro com as crianças. A Camila já tinha 12 anos. E quando eu ela tinha um compromisso de um aniversário e eu cheguei atrasado, a filha fez um uma pergunta: "Papai, quando você vai publicar seu livro?" A minha esposa olhou para ela, falou: "Minha
filha, o seu pai nunca vai terminar esse bendito livro. Ele não para de escrever. Ele não. Eu conheci ele falando desse livro quando era estudante de medicina. >> Aham. >> Mas felizmente ele e ela falou: "O dia que ele terminar ele vai morrer". [risadas] >> E aí foi teu primeiro livro? >> E foi meu primeiro livro. E aí não fez sucesso porque o editor falou: "Ó, você tem que mudar 500 termos porque ninguém entendeu o que você escreveu no no corpo editorial e era uma editora que publicava filosofia, psicologia. E você mudar o primeiro filho,
fazer 500 Cirurgias plásticas no primeiro bebê, que isso? Era uma era uma crueldade. Mas eu tentei e não eles estavam certos. Ninguém entendeu, não vendeu nada a obra, entendeu? E aí eu comecei a democratizar o conhecimento. Eu escrevia na frente teoricamente, imaginariamente, hã, >> virtualmente, diante de intelectuais, eletrados, judeus, ateus, cristãos, budistas, islamitas. Eu escrevia e reescrevia. Eu sempre escrevi no mínimo Cinco a 10 vezes cada obra minha. >> Turma, primeira coisa, se inscreve no canal. Todas as semanas a gente coloca conteúdo aqui de extremo valor para você. Então, quando você se inscreve no canal,
você recebe em primeira mão, você é notificado e você não perde nada, fica por dentro de tudo. E também todos os vídeos, no podcast, todos os conteúdos que a gente coloca aqui, tem um link para você falar com a Laila. A Laila é minha assistente virtual e aí você fala Com ela diretamente no WhatsApp. Então, qualquer dúvida que você tiver, palestra, programa, mentoria, consultoria, eventos, se você quiser tirar alguma dúvida, você fala diretamente com a Laila e precise, a gente manda você para alguém do meu time também. Então, a partir de agora, você tem acesso
a ela diretamente, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Beleza? >> Como assim? escrevi uma vez >> e reescrevia, escrevia de novo. Eu Lapido palavras, por isso que eu sou difícil de ser traduzido. Eu escrevo de maneira poética. >> É isso. Isso >> você nota que as teses, os pensamentos jeito, as palavras que você cruza. Você tá em filosofia, sociologia, medicina, ciência, daqui a pouco você vai para uma linguagem coloquial e fica até musicada. >> Você captou? É, >> captei. >> É isso aí. E e você cria você cria uma novela, por exemplo, o
homem mais inteligente da história. É esse o título, né? O homem mais inteligente da história. >> Da história. >> Pelo amor de Deus, pô. Aquilo é uma doideira, pô. Aquilo eu, aquilo é um filme. >> É, exatamente. Filmá-lo. Inclusive >> faz um filme daquilo. [risadas] >> Você tá num filme que você tem aquela Pessoa aí você tem o ateu, né, com com pesquisador, com que defendia a tese eh de Jesus Cristo e aquelas pessoas todas assistindo a sendo transmitida e aquela discussão. Eu tava lá, eu tava assistindo. Você sabe que até a a a Amazon
Prime queria fazer um seriado deles, aí depois mudou o diretor, porque muda muito o diretor. >> É uma trilogia. >> E tem várias, nós estamos em vários Projetos cinematográficos. O futuro da humanidade é o segundo que vai ser filmado o ano que vem. e conta a minha história. História de Marco Polo. Depois tem Armadilhas da Mente que também vai ser filmada, Prisioneiros da Mente. Estamos com cinco peças teatrais e mas o homem da mais inteligente da história mexe com as raízes da minha mente porque também fala de um período muito importante da minha história. Eu
sou Marco Polo, ele meu Alteregoo. >> É com ele que eu me expresso. >> E eu fui um grande ateu, né? Talvez. >> É isso que eu ia te perguntar. Conta essa história. Ela é bonita demais >> pra mim. Veja bem, alguém que constrói conhecimento sobre essa última fronteira da ciência. >> Uhum. >> O processo de construção de pensamentos. Alguém que estuda que a intelectualidade Que é virtual e a emocionalidade é real e que sabe que a mente e que sabe, por exemplo, olha como é que é sério, Joel, que sabe que não existe lembrança
pura e que sabe que as provas escolares no mundo todo estão erradas, >> certo? >> Porque exige o que a mente não pode dar. Por exemplo, >> se eu te pergunto, >> você se lembra exatamente h 24 horas o que você pensou? Quais pensamentos você Construiu? Não. Mas se eu te pedir, faça um exercício, tente resgatar. provavelmente você vai resgatar dezenas ou centenas de pensamentos, mas não exatamente os mesmos que você eh produziu. Agora, como é que os professores no mundo todo da pré-escola, a pós-graduação exige que os alunos se lembrem o que aprender há
dois meses, há três meses, >> certo? E em cada momento social, onde estou Ou como estou, meu ambiente emocional, a minha intencionalidade, minha motivação, então meu desejo e a minha personalidade muda a cada momento, porque eu registro novas experiências. Então, como estou, o que sou, onde estou, interfere no processo de leitura. Então, não há lembrança pura do passado. O passado >> ele é sempre uma reinvenção no presente, porque nós criamos continuamente. Nós podemos criar a Iá, mas Iá nunca vai Criar a mente humana. vai reproduzir dúvida, angústia, essa rebeldia criativa totalmente eh que que é
que há em cada ser humano. Por isso, cada ser humano é um empreendedor. Uhum. >> E cada líder não é mais do que um garimpeiro de ouro. Nós não criamos o ouro, nós removemos as pedras. Um grande líder sempre remove as pedras. Ele não pode ter ilusão de ser um coach, um treinador, um líder, um gestor que cria o ouro. Ele remove as pedras que estão Lá. >> O ser humano tem um potencial incrível. Bom, agora você vai me ajudar. Que que nós estamos falando disso? Eu tava perguntando como que foi tua história de ex-ateu
para uma pessoa que >> tá ótimo. Obrigado. >> Segue as lições de Jesus Cristo. >> Você vê que eu tenho que recuperar a memória. Porque a memória você não resgata deu [risadas] passado. >> Você fez uma pergunta de 24 horas, mas não lembrou de 2 minutos. Minutos, [risadas] >> viu gente? É, >> até o mestre afeta todo mundo. >> Afeta todo mundo. Por isso, quando você quando se se você tiver esquecido, não procure seu médico, porque provavelmente ele também está esquecido. [risadas] Se é esquecimento com riqueiro, se abrace mais, se julgue menos, se julgue Menos,
seja mais tolerante com você. Namore a vida antes de namorar alguém. [risadas] Bom, bom, tá sendo ótimo [risadas] aqui porque >> estamos rindo, estamos rindo. Ria do esquecimento, tá tudo certo. >> Exatamente. Como o Fagner, o Fagner, meu amigo Fagner cantou, mandou, mandou uma mensagem para mim. Cur, nós precisamos encontrar, eu quero ir numa palestra Sua, >> precisamos estar juntos para rir dos contentes. [risadas] rir >> dos contentes. >> É porque nesse país que onde há tanta irresponsabilidade fiscal, eh, tanta não se preocupa com as crianças e adolescente futuro do país. >> Então, se as
pessoas acham que estão tão bem, mas não tá bem. Aham. >> A dívida do Brasil é a dívida de cada criança, de cada adolescente, tem rosto. >> O dinheiro público, ele tem história, tem rosto. >> Parece que não é de ninguém. Bom, a gente tava falando alguma coisa nesse sentido. Se o Fagner me vê, um grande abraço, amigo. >> Eu gosto muito do Fagner. Eu tenho uma história com Fagner antes de você contar de Jesus Cristo. Deixa eu te contar. Ela é boa. [risadas] Eu durante 4 anos eu trabalhei num projeto social que é o
projeto social do Neymar Júnior. Chama Instituto Projeto Neymar Júnior. >> Sei. Sei. >> E é na Praia Grande, uma região muito bacana, né? O projeto numa região bacana, legal, que tem bastante gente que gosta de esporte, que gosta de eh arte, música e muitas pessoas visitavam o instituto. Eu fui coordenador geral lá durante 4 Anos. Foi. E aí ligou o Neymar, pai, manda uma mensagem, ó, tô indo aí com o Fagner. Aí eu falei, o Fagner, né, burbulha de amor para te encontrar. E eu e eu toco, eu dou uma arranhada no violão, né? >>
É que ódio. >> E aí ele começou a apresentar pro Fagner assim, foi 2015, 2016 mais ou menos. Aí ele começou a apresentar pro Fagner, ele falou: "Joel, viste tem um violão lá, poxa, vai que o Fagner quer tocar um Negocinho, tal". Fui lá, peguei um violão, afinei o violão, aí tava o Neymar pai e o Fagner andando assim, né? Aí peguei o violão, falei: "Vou me vou me aparecer pro Fagner, né?" >> Comecei [risadas] a fazer umas uma música bossa nova, aquelas notas super complexas, réta e nona, si minuta e tal, com 13ª fazendo
pum, aquelas notas fazendo uma bossa nova. P par um monte de nota, variação. E o Fagner Andando, ele olhou para trás, ele falou: "Nossa, meu, você toca bem, hein?" Eu: "É". [risadas] Ele olhou para mim e falou: "Eu não sei fazer metade dessas notas que você faz aí". Eu falei: "É". Aí ele fez, ele falou uma coisa tão legal: "Só que essas notas não vendem". Ele falou assim. Aí eu falei: "É por elas são muito difíceis". Mas olha só, >> as notas que vendem, as músicas que Vendem são as músicas fáceis, poucas notas, linguagem pass
aquilo, eu achei uma >> interessante. >> Eu achei uma mensagem filosófica, né? Porque fazendo até parafraseando que você fala do teu livro, quando você fez o seu livro, ele ficou muito técnico. >> Exatamente. >> Mas quando você deixou ele mais democrático, ele vendeu mais, né? Então, Falar fácil, notas fáceis. Então, essa história com Fagner, um beijo pro Fagner. Ah, que ótimo. Democratizar o acesso às informações é muito importante. >> É >> por isso que, por um lado, a internet ela deu um salto muito grande. A a salta na comunicabilidade. Então, nós expandimos as relações interpessoais,
salto na produtividade E o salto na capacidade do ser humano eh desenvolver autonomia a partir de ele deixar o isolamento eh cognitivo. >> É. É, >> mas ao mesmo tempo o digital mexeu com três moléculas de ouro. A melatonina que induz e estabiliza o sono. >> Sono, >> isso é grave. Tem milhões de pessoas, >> crianças que não estão dormindo, adolescentes que não estão dormindo >> e centenas de milhões também de adultos, Né? São milhões, são milhões. A maior maior parte das pessoas estão com problemas com sono na autoridade. A melatonina é uma molécula de
ouro. A segunda é a dopamina e a terceira é a serotonina. A a serotonina e dopamina modula a emocionalidade e gera uma dependência nos níveis da cocaína. E eu escrevi um livro que eu publiquei recentemente, se você quiser entender mais sobre esse assunto, chama-se Ansiedade Digital, como enfrentar o mal Do milênio. Aquele livro que você falou, ansiedade, como enfrentar o mal do século, que fala da síndrome do pensamento acelerado, né? >> Sim. Spa. >> É, então eu escrevi sobre o mal do século, a SPA. Agora eu escrevi ansiedade digital, o mal do milênio. É inacreditável
como as pessoas estão vivenciando a dopamina barata, cada vez estímulos rápidos e pronto. E a mente ela se vicia precisando de muitos Estímulos para sentir migales de prazer. E eu tenho sido uma voz solitária, não queria sê-lo, mas tenho sido dizendo que estamos na era dos mendigos emocionais. Pessoas, milhões, centenas de milhões de pessoas. precisando de muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. Bom, vamos voltar então ao meu ateísmo. Para mim, Deus era fruto da intelectualidade criativa. Lembra-se que eu disse? Nós produzimos milhares de pensamentos por dia e algumas emoções, dezenas de Emoções por dia.
A emoção é real, o pensamento é virtual. O que é virtual, você é muito mais criativo. >> Claro que a emoção também ela é flutuante, né? Ninguém, não existe equilíbrio emocional, como se acredita até na psicologia. A emoção está em contínuo processo de desequilíbrio. Se você é uma pessoa desequilibrada, tem um pouco de paciência, porque você todo ser humano é o que não pode ser. É de manhã tenso, na hora do almoço, você está Irritadíssimo à tarde ninguém te suporta e à noite você não se aguenta. Aí não dá, >> tá? Então essa flutuação grande
da emoção é muito sério, mas achar que uma pessoa tranquila não tem crise de ansiedade é uma utopia, porque 100% dos seres humanos têm ansiedade. É uma ansiedade vital, extremamente saudável, >> tá? Nós podemos falar sobre ela. Bom, >> para mim Deus era fruto dessa intelectualidade. Era uma estratégia do Cérebro para suportar o seu caos na solidão de um túmulo. >> Boa. >> Porque a morte ela é cruel. Nós temos entre 30 e 40 trilhões de células e nenhuma delas está preparado para morrer. A morte é cruel, a finitude da vida é cruel, o fim
da existência é cruel. Então, ser um ateu e pensar no fim da existência, como eu pensava, o caos que Vai ocorrer na solidão de um túmulo era angustiante, ao mesmo, muito angustiante, mais do que eu consiga descrever, e ao mesmo tempo me fazia afastar completamente da tese, da ideia de Deus. Mas quando como minha teoria estuda o processo de construção de pensamento e o processo de formação de pensadores, como homens e mulheres saíram fora da curva, libertaram seu imaginário e construíram novas ideias na filosofia, Na ciência e nas mais diversas áreas, eu fui até Einstein,
estudei a mente dele. Como é que Astein, aquele jovem que não deu certo como estudante, nem como professor, desenvolveu uma das mais complexas teorias numa firma de patentes berna, sem nenhum mentor >> para para para dirigir a sua tese? >> Como é que é isso? >> Sem nenhum apelo intelectual, ele libertou o mais complexo dos pensamentos, o pensamento imaginário, Que é um pensamento antidialético, que não é esse pensamento que copia os símbolos da língua. Ele usou a arte da dúvida, como eu abordei, ele duvidou dos seus paradigmas. Ele entendeu que quem vence riscos triunfa sem
glórias, sem entender essa tese de gestão da emoção. Quem vence sem riscos triunfa sem glórias. Estudei ele, estudei Freud, estudei Kant, estudei uma série de pensadores e fui até Jesus Cristo. Esperava encontrar uma pessoa Sem grande intelectualidade, sem grandes impactos. Eu fiquei assombrado, eu fiquei perplexo. Veja bem, no exato momento em que Judas Iscariotes o beij, o golpe da traição deveria detonar o gatilho, abrir janela, >> killer, >> e gerar o quê? Foco ou hiperfoco? Hiperfoco. >> Hiperfoco. Homo, homo sapiens deveria se tornar homo bioso. >> Um bicho, um animal. Naquele momento. Ser traído é
uma das experiências mais angustiantes. Animal. >> Tem pessoas que se digladiam ou nunca mais se relacionam. Mas para espanto da psiquiatria e da psicologia, ele olhou para o traidor e o exaltou, o chamou de amigo. Ele não tinha medo de ser traído. Número Um, ele tinha medo de perder um amigo. Número dois, >> uou, >> a sua paz valia valia ouro. O resto é lixo. Era inegociável. Ele não vendia nem pelo seu traidor a sua saúde emocional. Lembra? O eu não dava credibilidade autógena. Ele sabia que por de trás havia uma pessoa em conflito. Ele
não comprava aquilo que não lhe pertence. Eu falei: "Mas espera um pouquinho, que autonomia esta?" Freud Banil da família psicanalítica Jung Adler. Na história sempre os grandes pensadores excluíram quem o contrariaram, mas este homem inclui seu traidor no ato da traição. Eu tenho convicção que se os grandes ateus da história, ainda que não se tornassem adeptos a nenhuma religião, estudassem a mente de Cristo, isento de de viés, de paixão, eh, de rejeição, de exclusão, eles provavelmente o seguiriam, ainda que não fosse uma Pessoa religiosa. Eu não defendo uma religião, me tornei um cristão sem fronteiras.
Bom, quando ele o chamou de amigo, ele foi mais longe. Amigo, por que você está aqui? Agora te pergunto, Joel, ele sabia porque ele estava lá? Claro que sabia. >> Sabia. >> Ele previu horas antes no último jantar. >> É, >> mas ele, diferente dos executivos, dos pais, dos líderes, ele não quer resposta pronta. Ele quer que as pessoas pensem criticamente, mesmo usando o óbvio, por você está aqui. Ele usou o método socrático das perguntas no nível que Sócrates jamais imaginou. O que aconteceu? Judas saiu do hiperfoco, atirou as moedas de prata, quase ele se
torna um pensador que mudava, mudaria o Traçado da sua história e da história da humanidade. >> Uhum. Mas no meio do caminho detonou o gatilho. Ele >> vivenciou tudo que viveu com seu mestre. Abriu janela killer duplo P da culpa cruel, da autocobrança. A cobrança Branda é bom. A sentimento de culpa Branda é bom. A cobrança intensa, autocobrança intensa é cruel. >> O sentimento de culpa intenso, ele é um carrasco da nossa saúde mental. Gerou hiperfoco e ele tentou, ele ele atentou com a sua vida e morreu, infelizmente. Mas não era para ser assim. Horas
depois, Pedro estava lá, o herói Pedro, querendo saber como é que estava o seu mestre. E ele estava ferido e mutilado. E veio uma serva. Ele negou uma vez hiperfoco, gerou, negou outra vez o hiperfoco mais intenso. Na terceira vez ele chegou ao ponto da blasfêmia. Ele negava veemente. O erro dele não foi menor do que Judas Iscariotes. Aliás, foi um erro mais intenso em em tripa tripla dos indicando que esse erro poderia destruí-lo, autodestruí-lo. Mas no exato momento em que ele erra, os olhares se cruzaram e só o Lucas, Dr. Lucas, o médico, >>
o médico >> que tinha o olho clínico, enxergou e ele gritou sem dizer palavras. Eu te compreendo. Você pode me negar, mas eu sei quem você é, apesar de todo o seu comportamento errático. Eu te compreendo. Quando as palavras faltam, nós temos que aprender a gritar no silêncio. Às vezes o silêncio é muito mais poderoso do que milhões de palavras que tentam domar o cérebro ou corrigir as pessoas. Pedro foi chorar e ele mudou a sua história. Aquele jovem hiperativo, tenso e ansioso, que hora que horas antes cortou a orelha porque errou, porque queria Cortar
o pescoço, quase cometeu um assassinato. Ele foi uma das pessoas que mudou a história da humanidade sem cultura acadêmica. Ele não influenciaria ninguém além de 1 km da sua das do lugar onde nasceu e viveu. Mas como é que pode ele ser um dos jovens que junto com João, que era bipolar, Tomé, que era paranóico, Mateus, que era corrupto, aquele time de jovens Completamente qualificados, por que que ele gerou a maior startup mundial de transformação da humanidade? 11 mudou hoje. 11 milhões não mudam nada. >> Uhum. Porque ele treinou aqueles jovens a amar a educação,
a amar a humanidade, a não se curvar a dor. Ele treinou a enxergar uma prostituta como rainha. >> Exato. >> E um leproso que todo mundo, leproso e nas mais diversas formas que todo mundo rejeita como um príncipe. Ele mostrou Que se uma pessoa quer ser grande, ele tem de se fazer pequeno para tornar os pequenos grandes. >> Uhum. Aí eu mudei o meu ateísmo. >> Aí você se apaixonou. Não teve jeito. >> Não teve jeito. >> Nunca alguém tão grande. >> Então ateu, inconformado, inquieto, curioso, questionador, foi investigar, >> investigou, investigou, criticou, >> foi
lá ver as, foi lá ver a os livros, os relatos, as planilhas e as cartilhas. E quando se deparou com o que realmente tinha acontecido, falou: "Opa, >> em diversas versões, nos mais diversas nas mais diversas biografias chamado evangélios. Eu estudei como um pesquisador. >> Você estudou como pesquisador? >> Eu escrevi mais de 1000 páginas, análise da inteligência de Cristo. Depois Escrevi a Tetralogia, o homem mais inteligente da história. >> Sim. o homem mais feliz da história, o maior líder da história. Ontem um médico famoso São Paulo, com muitas clínicas me abraçou e falou o
seguinte: "Eu li, eu tava há 4 meses no caos, eu li o maior líder da história mudou a minha vida e um livro não muda a vida das pessoas, a não ser que elas >> que o eu incorpora as teses, ele treina essas teses e se torne protagonista". E É o que ocorreu com ele. Ele mudou, tava a ponto de de sabe, de sem prazer de viver mais. >> Sim. >> E não existia nada escrito até então nesse viés, né? Uma análise eh psicológica da inteligência. >> Se eu estivesse na época da inquisição, o que
que será que acontecia comigo? Quando você seria comigo >> na inquisição? É, eu iria pra fogueira ou não >> iria, >> seria o primeiro a ser atirado na fogueira. Era uma ousadia muito grande, >> muito grande. >> Mas sabe o que aconteceu? Eu não se quando eu publiquei o primeiro livro, aliás, uma editora que eu submeti a o livro, eu falou: "Isso aqui vai causar um escândalo mundial. Nunca ninguém fez isso. Você não deve escrever sobre isso. Eu falei: "Mas eu quero escrever sobre isso. Eu quero ser fiel à minha Consciência". Milhares de padres de
freiras, eu costumo dizer que eu sou a pessoa que mais beija freiras no país, entendeu? Elas vêm beijar com carinho, elas me abraçam porque leram as minhas obras. Pastores e mais pastores de das mais diversas eh eh igrejas evangélicas, budistas, islamitas. para amanistas espíritas. Divaldo Pereira Franco, que era um grande espírita no Brasil, acho que ele faleceu Há pouco tempo. Divaldo é uma pessoa incrível, era o meu amigo. >> Uhum. >> Então me tornei um cristão sem fronteiras. >> Sem fronteiras. >> Claro que as pessoas devem ter suas religiões, pelo menos se se o desejar
é importante, estar em conjunto, não se uma brasa fora do do do da fogueira. >> Uhum. Mas nunca deve esquecer que jamais deveria discriminar os outros. Uma Pessoa madura, inteligente, não considera os seus diferentes como seus como pessoas de só menor valor ou até num teatro da política não consideram os diferentes como inimigo a ser abatidos. Aqueles que têm pensamentos e ideias distintas como inimigos a ser a ser abatidos. Aliás, na minha opinião, todo político deveria amar muito mais a sua sociedade do que a seu partido e a sua ideologia. Só é digno do poder
quem é desprendido dele. Só é digno do poder quem tem um caso de amor com a humanidade e com a sua sociedade. >> Uhum. Você tem algum interesse em falar com a sociedade além do viés psiquiátrico? como escritor, como médico, por porque você já fala, tenho falado. >> É, você já fala, mas isso é uma é um objetivo, é uma intenção. Você quer ir mais longe? >> Bom, essa é uma grande pergunta. Eu olho pro teatro da política e eu vejo um Brasil tão polarizado, tão radicalizado. >> É verdade. >> E a sociedade parece que
tá doente. Famílias divididas porque são pessoas que pensam diferentes ao invés de entender que as ideias jamais deveriam Nos afastar, mas deveriam nos estimular o debate agradável, inteligente, altruísta. Eu sou CAP social, mente capitalista, coração social. Num país com tantas desigualdades, tanto sofrimento, tantas pessoas que precisam ser abraçadas, apoiadas, incluídas e ter igualdade, oportunidade, temos de ser social. Não dá para ser só direita e não dá para ser só de esquerda. Não dá para Ser eh você ter um um ambiente de negócio livre, onde as pessoas trabalham com tantas com liberdade e onde os impostos
são mais eh eh de onde os os impostos são diminuídos, onde há uma uma play de de de empreendedores e ao mesmo tempo você não abraçar os nem mais de 7 milhões, quase 8 milhões de jovens que nem trabalho no estudo. Nós temos que ter uma visão macro da sociedade. >> Uhum. >> Estamos no 53º lugar no PISA, que analisa o ensino de matemática, de línguas e de ciências entre jovens de de 14 a 15 anos. E se você não aprende matemática no ensino básico, você não aprende gestão financeira e pensamento lógico, isso compromete teu
futuro. E se você não aprende línguas, você não aprende a dialogar consigo, não aprende a ter pensamento crítico também, isso não te Dá condições para ter mais autonomia. Então, a educação é muito importante e os professores são, para mim os profissionais mais importantes do teatro social, mas eles são cozinheiros do conhecimento que preparam o alimento para uma plateia que não tem apetite >> por causa da intoxicação digital. Então, nós temos que fazer uma reagenda na educação básica, no ensino médio, nós temos que fazer uma reagenda. Imagina que nós temos 7 milhões de jovens no Ensino
médio e eles em escolas públicas e grande parte deles saem sem ter um ensino técnico, 3 anos sem aprender gestão eh financeira, marketing digital, sem aprender eh trabalhar com IA, sem aprender, enfim, as mais diversas, inclusive enfermagem e assim por diante. Nós temos form, você é mestre, você tem mestrado acadêmico, nós temos 20 vezes menos a formação de mestres que os membros da organização paração, cooperação e econômica, a OECD, 20 vezes menos. Como é que nós vamos formar, produzir conhecimentos e mudar o país se nós investimos em educação? >> Sim. O Brasil gasta 1 trilhão
de reais por ano para rolar a sua dívida. Cada criança e adolescente que nasce já deve R$ 40 a R$ 50.000 e ela paga juros de 15% no mínimo, entre aspas. Claro, o governo paga mais 17, 18% para rolar sua dívida. E o futuro dessas crianças e desses Adolescentes não é uma questão partidária? você, governos de direita têm grandes méritos, governos de esquerda também tem grandes méritos. Nós temos que aprender a ter uma mente capitalista e um coração social. Temos que ser suprapartidários. Temos que pacificar esse país para que esse país ele tem um caso
de amor com todas as pessoas desvalidas e todas as pessoas que precisam de oportunidades. Eu poderia falar muito mais coisas para você. Por exemplo, em relação ao STF. Eu tenho vários leitores no STF, já dei palestra no STF, dou com frequência eh eh palestra paraa Associação de Magistrados do País, já dei para em várias vezes para paraa Polícia Federal, para o Ministério Público, tem um carinho enorme, mas para mim, com muito respeito a todos os ministros do STF, porque tem notável saber, no STF deveria haver Uma mudança na vitalicidade. Ao invés de ser aposentar com
75 anos, fica 8 anos e 2/3 dos ministros deveriam ser advindos da magistratura, escolhido pela classe dos magistrados. >> Uhum. Dois ou três deveriam ser do Ministério Público, escolhido pela classe do Ministério Público e o resto pela associação de advogados, pela OAB. Ou seja, o executivo não deveria ter Interferência. Essa é a minha opinião como cidadão brasileiro. Não estou falando nem como psiquiatra mais lido do mundo, só estou falando apenas como cidadão brasileiro. E nós deveríamos não ter, na minha opinião, um televisionamento ao vivo, transmitido ao vivo. Sim, deveria ser television televisionado e disponibilizado para
as partes, porque se você está debaixo, você sabe, você é um especialista na área dos holofotes, Você vai se preocupar demais com o que você está falando e isso pode inconscientemente diminuir o nível de liberdade para que você possa ter sentenças mais curtas, mais rápidas e mais eficiente. Então, quem deve ter exuberância, na minha opinião, é a Constituição e não os ministros. >> E eu sei que, reitero, tem o maior respeito pelos ministros da Suprema Corte. Se eles ficassem menos tempo, como em vários países da Europa, eles poderiam depois exercer sua profissão, diminuir sua sobrecarga,
ter melhor qualidade de vida, ter melhor condição financeira. E seria bom pro país, porque você vai reciclando o número de ministros. Sim, >> eu sou um pacificador. Eu escrevi livro sobre pacificação >> eh de conflitos com vários grandes juristas do país. Às vezes eu penso, será que eu deveria Enfrentar a presidência da República? Mas quando eu olho o país radicalizado, quando olho um país que está degladiando-se, eu falo: "Será que não é melhor eu apenas exercer com humildade a minha atividade como pensador, como escritor >> Uhum. aqui no Brasil, em tantos países do mundo e
também nos meus projetos sociais como Touch Piece, como por exemplo também o Thinkers, estamos Disponibilizando para as escolas públicas do mundo uma nova pedagogia dentro da sala de aula para o professor professor deixar de ser eh expositor seco e frio, cartesiano, para se tornar provocador da arte de perguntar, elogiador da arte de participar e desafiador da arte de pensar, mudando a espetacular, mudando a a sala de aula para uma espetacularidade. E os testes que nós fizemos, os alunos não querem faltar Mais da aula e os professores saem aplaudidos. Bom, estamos disponibilizando no mundo. Será que
não deveria ser apenas alguém que atua eh nesse sentido para contribuir com a humanidade ou deveria atuar na política? >> Já tem resposta? >> Não, não tenho resposta. Eu gostaria de saber o que as pessoas pensam disso, porque eu não seria uma ameaça e eu não seria, honestamente dizendo, eu não Seria alguém que eu não, eu não falo mal das pessoas. Minhas filhas, eu pergunto para elas: "Você já viu o papai falando mal de alguém?" >> Tenho duas psicólogas e uma engenheira. Elas falam: "Papai, eu nunca vi você falar mal de >> que coisa legal".
Todo mundo que sabe, me conhece, sabe que eu não falo mal das pessoas. Às vezes posso criticar as ideias, mas toda Pessoa tem sua grandeza, tem a sua a sua a sua importância, a sua relevância no teatro social. Bom, Joel, para onde eu vou? Eu não sei. >> Eu vou deixar então o seguinte, ó. Pessoal que tá assistindo, coloca teu comentário, a gente vai ler. Eu não esperava por essa. >> E eu nem esperava falar sobre isso também, >> mas >> mas honestamente dizendo, foi >> honestamente dizendo, eu não sei. A chance é pequena. >>
Obviamente a chance é muito pequena. >> Eu não tenho partido. >> Uhum. Eu não me enquadro dentro dos vieses esquerda e direita. Eu sou capitalista, acho que tem que ter um estado enxudo, mas tem um coração social. Os projetos sociais são muito importantes, os direitos humanos são importantes, o meio Ambiente é importante, a cultura é a identidade de um povo é importante. Acho que deveria ter eh teatro amador nas escolas públicas, no Brasil todo, para estimular as pessoas a vencer a glossofobia, a terem mais autonomia. Tá? >> Enfim, aonde eu me encaixo? Eu não me
encaixo, eu olho pra política mundial, não me encaixo em no no no nos sistemas, nos nas ideologias que há hoje, mas acho que há, sinceramente, há ideias notáveis e brilhantes em todas as matizes, em Todas as em todas as ideologias. O que nós temos que fazer, e eu acho que deve, o próximo presidente deveria ser assim, ser um governo de coalizão, um governo de pacificação, um governo de notáveis, os ministérios teriam que ser e tem governadores incríveis aí que poderiam ser ministros. poderia citar vários deles aqui. Eu poderia citar, por exemplo, Zema, poderia citar o
Tarcis, o Ratinho Júnior, o Caiado, o Rafael Fonteles, que é meu amigo, que é e do PT Lá de de do Piauí, faz um brilhante trabalho. Enfim, a a o o José Múcio, ministro das Forças Armadas, é meu amigo. O Zé Eduardo Cardoso, que já foi ministro da justiça, também é meu amigo. a pessoas notáveis e deveria ter o máximo de eh líderes que apaixonados pelo Brasil e não apaixonados pelo seu partido. Para mim, nem deveria haver reeleição. Para mim, a necessidade de perpetuação do poder não é saudável. Para mim, o poder, para mim, Não
estou claro, o poder e o e a e o culto à celebridade não fazem bem pra saúde mental. A fama não faz bem pra saúde mental. Então, deveria se exercer o poder e embora depois de um mandato para nunca mais voltar, para deixar pessoas mais capazes, mais inteligentes, mais eficientes, ocupando eh a liderança nas mais diversas instâncias, seja como presidente, como governador, como prefeito e também como No legislativo, deputados, senadores e até vereadores. Eu vou sintetizar o que eu penso. Um líder político. Veja bem, eu sou um psiquiatra, eu sou um pesquisador, eu sou um
agregador de pessoas, mas para mim um líder político é apenas o empregado da sociedade, contratado pelo voto, com prazo determinado para ser despedido e deveria aceitar, ser despedido, ir embora e ter a certeza que há pessoas Muito mais capazes do que ele na grande jornada. da sociedade. >> Muito bom, pessoal. Comenta aqui, tá? Essa eu vou querer saber. Qual que é a opinião de vocês sobre o Dr. Augusto Curi nessa nova jornada, nessa nova ideia e nessa dúvida que ele ainda não respondeu, mas como um bom perguntador, né, a gente é medido, não pelas respostas
que a gente dá, né, mas sim pelas perguntas que a gente faz. O Senhor toma café ou chá? >> Eu tomo café. >> Cafezinho. Tem café aí? Tem. Ó, é um quadro. Oferecimento Cheirinho Bom. Cheirinho bom é de dois amigos meus, que é o maior ecossistema de franquias de café do Brasil. Deixa eu corrigir, tá, pessoal? A Larissa falou: "Joel, não é cheirinho bom, é cheirinho bom". Então, turma, cheirinho bom. Eu falo, os caras estão há 3 anos aqui, eu fico falando cheirinho bom. É, mas é cheirm. Cheir Bom, bem mineiro, senhores. Cheirbão, maior ecossistema
de franquias de café do Brasil. Eles são patrocinadores do JJ Podcast. Obrigado pelo pela confiança de você. Se você quiser ser um franqueado, saber como que funciona para você aprender a como que empreender nessa indústria, são 01 do mercado e fazem parte aqui do JJ Podcast Cheir Bão. Aqui a gente criou um quadro pro Cheirbão que é assim, ó. chama Café com Conselho. Então o nosso Dr. Augusto Cur, ele tá No meio da tarde, fala assim: "Poxa vida, eu queria pedir um conselho para alguém. Aí eu gostaria de saber que conselho seria esse para quem
que você pediria esse conselho e qual seria a resposta que você acredita que essa pessoa te daria? Pode ser qualquer pessoa viva ou morta. >> [risadas] >> Para quem que o Augusto Curi pediria um Conselho, hein? Essa é muito boa. Para quem eu pediria um conselho? Eu pediria um conselho para aquele que se esconde atrás da cotina do tempo e do espaço, que coloca a sua assinatura num beijaflor, quando leva uma gota de água para os seus filhotes, que coloca sua assinatura na agressão da escassez hídrica, os ventos cortantes Nas baixas temperaturas, nos invernos. e
que fazem desabrochar as flores nas primaveras. Eu pediria uma um conselho para o autor da vida. Para onde eu vou? A vida é bela e breve, como gotas de ovalho que por instante aparece, logo se dissipa aos primeiros raios solares do tempo. Eu tenho 67 anos de uma vida muito bem vivida. >> Uhum. >> E eu sei que Não me resta muito mais tempo do que 15, 20 anos, um pouco mais, se eu tiver, se eu tiver o privilégio de viver esses anos. Mas o que eu posso fazer para contribuir mais com a humanidade? Para
onde eu vou? Ontem eu dei duas voltas na terra, antes de ontem duas voltas na Terra em projetos mundiais. Queremos, por exemplo, eh dar o programa para mais de 100.000 professores na África, na Ásia, na América Latina. Queremos que o Tiece se espalhe. Queremos levar o Walk together, que a academia de gestão de emoção gratuitamente em todos os países do mundo, entendeu? E academia de empreendedores, para onde eu vou? >> Você tem um walk together? >> Walk together. >> Conheço. Vou conhecer >> para onde eu vou. Então, o conselho é que eu peço Para aquele
que eu nunca vi o rosto, é me dar um mínimo de segurança numa vida que é um contrato de risco para saber o que eu posso fazer um pouco mais para contribuir com essa espécie que eu sou apaixonado, a espécie humana. Deveríamos pensar como humanidade, não pensar apenas como uma religião, uma filosofia, uma ideologia, um partido, uma cultura. Deveríamos ter um caso de amor com a Nossa família humana. Portanto, eu sei que é uma resposta filosófica. >> Uhum. Mas para mim tem um significado muito importante, >> porque é um sacrifício. A minha vida está muito
organizada. Entrarei no teatro da política. Eu sinceramente eu preciso de uma certa segurança, >> tá? Provavelmente Não, mas existe uma possibilidade que sim, mas seria um sacrifício. >> Porque não amo poder, sou crítico oculto à celebridade e teria que estar muito exposto. >> Como que Deus fala com Augusto Curi? >> Fala no silêncio, [risadas] >> grita no silêncio, >> grita sem falar uma palavra. É mesmo. Ele fala contigo no silêncio. >> Na verdade, eu não tenho uma religião Formal, entendeu? >> Certo? >> Mas eh para mim a a espiritualidade tem que ser inteligente, ela tem
que contemplar os diferentes, ela tem que fazer da nossa história uma vida que vale a pena, ela tem que me levar a fazer das pequenas coisas um espetáculo aos olhos. Certa vez minha filha mais velha estava eh ela era gordinha e com baixa autoestima. Eu falei: "Filha, você não é muito bonita?" Mas todo pai fala isso. >> Uhum. >> Não adiantava. Janelas Quilhas eram poderosas. Então saí com ela andando a ismo, pelas ruas. Encontrei uma casa velha toda trincada, rachada, desbotada. Eu falei: "Filha, que beleza há nesta casa?" Falou: "Não há beleza, pai. Olha, tá
caindo aos pedaços". Eu falei: "Filha, cada trinco tem histórias, tem lágrimas, cada tijolo Tem sonhos, tem pesadelos. Você tem que aprender a ver o invisível e ouvir o inaudível. Para mim, a espiritualidade, independente da religião, tem que levar a maturidade do eu. >> O eu não é o ego, o eu é o livre arbítrio, eu é a consciência crítica, o eu é a autonomia. Para mim, nós deveria levar o nosso eu a fazer das pequenas coisas um show para a nossa existência. E talvez uma das funções mais Importantes que você deve também ensinar aos seus
filhos é levar é levar a comprar e adquirir aquilo que o dinheiro não pode conquistar. >> Falar das suas lágrimas para que eles entendam que não acel sem tempestades falar dos dias mais tristes para que eles tenham coragem de escrever os capítulos mais importantes nos momentos mais dramáticos da sua existência. Nossa, >> você vê, ó, >> né? Minha impressão é que o senhor você tá apenas começando. >> Então, >> aí você falou: "Tô com 67 anos, só tá começando". >> Eu me sinto um jovem. >> A idade emocional, >> você tá voando. >> A idade
emocional não corresponde à idade biológica. [risadas] Tem jovem de 20 anos, eu te faço uma estatística que Tem 80, 100 anos de idade emocional, 10 anos, 70, 80 anos. Eu me sinto com 20 anos, o corpo não ajuda. [risadas] >> Mas a mente, >> porque a mente se rejuvenece, >> nunca para de trabalhar até o último instante, sempre tenha projetos que impacte a humanidade, contribua sempre. Esse é o segredo do do sucesso eterno. Paixão pela humanidade, paixão pela contribuição. Tem uma coisa aqui que eu eu escrevo, Né? Você me fala, eu anoto. E eu tenho
as decisões que eu tomo. Então eu chamo D1, decisão um, D2, decisão três. Eu vou compartilhar uma decisão que eu tomei aqui contigo publicamente te ouvindo. Antes eu quero te dizer uma coisa. Eu faço há 5 anos isso aqui e esse trabalho de gravar podcast me ensinou algo que me salvou na marra, que é eu fico 1 hora meia, 2 Horas e eu não pego no telefone. Acho que é uma das, é um dos pouquíssimos momentos que eu não pego no telefone. Se eu tivesse ali, eu ia estar aqui te ouvindo, ia dar uma olhadinha
no meu WhatsApp, entendeu? Então eu não posso pegar no telefone. O que me ensinou a ficar aqui, ó, forçadamente e agora eu amo, eu adoro isso aqui, meu Deus do céu. Então eu fico focado no que você tá falando. A segunda coisa, me nota escuta ativa. Uma escuta ativa elabora uma boa pergunta. Uma boa pergunta traz mais reflexão e mais escutativa. Então isso isso foi um exercício para mim nos últimos 5 anos maravilhoso. E eu tomo decisões te ouvindo e uma eu quero compartilhar com você porque eu tô no pensamento rebelde. [risadas] Eu tô rebelde
agora. Eu tô rebelde. >> Aham. >> Eu sou um incentivador de livros. Eu escrevo Livros, mas eu leio infinitamente mais do que eu escrevo. Então eu leio quatro, cinco livros por mês, todos os meses, nos últimos 15 anos, tranquilamente. Eu compro livro, eu compro livro repetido, eu dou livro, eu compro inglês, espanhol, eu compro um monte de livro e eu eu gosto, eu, né, tenho um Instagram de livros, eu tenho um clube de livro e assim por diante. Mas você me disse uma coisa aqui, você comentou e eu falei: "Caramba, será que eu sou capaz
De transformar um livro meu em um filme?" Essa foi uma provocada. E eu escrevi aqui, ó, deixa eu ver qual o número da decisão. Decisão número sete. E aí, enquanto eu te ouvia, eu me fiz a pergunta. Eu usei o CDC. É, os alunos >> DCD, né? >> Deu, perdão, DCD. Eu duvidei, eu critiquei, eu determinei. Então eu comecei, será que eu sou capaz? Tô te ouvindo. Sen quero, será que sua Pai escreveu um livro que que vira um filme? Aí eu comecei a criticar. Lógico que sim. >> Ótimo. >> Lógico que sim. >> Claro.
>> Então a decisão que eu escrevi assim é: qual será o meu livro que vai se tornar um filme? Será que eu já escrevi esse livro? Isso foi uma rebeldia. Isso foi uma, foi isso uma foi uma, foi uma criatividade. Eu não achei lógica nisso. Achei que eu fui, eu eu saí da caixa. Então essa a primeira coisa que eu queria te dizer. A segunda coisa é uma pergunta. Quando o seu livro se tornou um filme, ele se tornou um filme porque ele foi muito lido ou você já escreveu ele com essa cabeça rebelde? Foi,
foi lógica ou foi rebeldia? Foi Rebeia. Eu já escrevi pensando em filmá-lo. Todas minhas obras eu pensei cinematograficamente, >> todas >> todas as minhas obras >> desde a primeira >> por causa da contribuição com a humanidade. Eu tenho uma dívida. >> Tá bom. >> Eu me sinto endividado com as pessoas. Você fala: "Mas Curi, você tá bem financeiramente?" "Sim, eu tô bem. Você está bem? Você tem, você é querido, quase não tem haters, pessoas de todas as ideologias. Eh, tem um respeito. Sim. Então, o que que te falta? O que falta é que eu preciso
preocupar com aquele que está pensando em suicídio. Preciso me preocupar com o professor que está tendo síndrome de pânico na sala de aula, que me falta e saber, sabe, me preocupar com crianças que são abusadas sexualmente. Eu estava com Paul Hush e uma série de promotoras, de psicólogos, tal, tal, falando sobre abuso sexual em criança, uma dor inenarrável. Hton Ron é o o o diretor executivo do Filme O som da Liberdade, sabe? De tráf de criança com Javis. >> Então estava treinando, estava sempre treino as pessoas como treinei todo o time dos legendários, eu não
sou legendário, mas treinei sobre gestão da emoção e eles estão estão reformulando uma série de coisas porque o Chap e o seu time são muito humildes para aprender. Como você tá tendo uma postura humilde aqui, entendeu? >> Certo? Bom, e eu e ali nós estávamos Diante da estatística que quase 70.000 crianças e e pré-adolescentes são abusados sexualmente no Brasil e só 10% são notificados. Então nós temos 700.000 casos, pelo menos uma curiosidade inimaginável. E 190.000 1 casos de maus tratos infantis no telefone e escuta para para esses eventos e também 10% só de de de
denúncias. Então, temos quase 2 milhões por por ano. Como é que nós vamos poder proteger as nossas crianças, ser um país que anda na vanguarda? Então eu tive uma ideia, coloquei nas minhas mídias sociais, nós temos que ter uma lei onde cada criança que nasce em território brasileiro vai passar anualmente por um pediatra ou por um médico, se não tiver na cidade pediatra, para avaliar os órgãos sexuais para conversar com essa criança e também um psicólogo uma vez por ano também para ver a possibilidade está vendo sedução ou está vendo achar que está vendo Eh
abuso sexual. E o predador sexual tem de saber que agora o governo brasileiro >> não apenas é o tutor teórico, mas é um tutor que tem uma escutativa e periódica. Coloquei nas mídias sociais, chamou atenção de deputados, uma deputada que eu não conhecia, Dr. a Rosâela, comprou a ideia imediatamente chamou o time dela, vamos fazer essa lei e eu convoquei vários amigos também promotores, juízes, entendeu? Vamos Organizar essa lei. Ela foi elaborada h menos de um mês e eles quiseram colocar no meu nome lei Augusto Curi. Falei: "Mas eu não, eu sou contra o sou
crítico ao culto da celebridade não, mas para dar autoridade, porque você propôs e o Brasil pode ser um exemplo para os países nórdicos, Suíça, Suécia, Dinamarca, para os países como França, Alemanha, para Estados Unidos, China e assim por diante." Então, acabei aceitando. Então, a lei Augusto Cura está no Congresso agora. >> ou >> e talvez se ela for aprovada muda muita coisa. Já pensou até os 12 anos todo bebê, toda criança e todo pré-adolescente acompanhado para saber a evolução, inclusive se há automilação ou não, inclusive se há maus tratos infantis ou não. Então eu vou
pedir também para que os seus seguidores, por favor, entrem no gov. Na minha, na meu Instagram tem lá como votar, entendeu? Você entra através do meu Instagram @augusto e lá tem o o enfim, é tem um tem uma série de etapas para o link do governo e você poderia colocar também, ficaria muito feliz nas suas mídias sociais e também você ser um embaixador também desse projeto falei do Touch Piece. Porque, gente, vocês não imaginam um episódio de abuso sexual provoca não uma uma janela traumática ou killer comum, mas uma janela traumática duplo duplo poder, poder
de ser encontrado com Agulha no palheiro, no corttex cerebral e meia milhões de janelas, aquela janela fica em destaque. Então, tem o poder de ser encontrado e o poder de ser lida e relida e retroalimentada, gerando um cárcere mental. Basta um episódio de abuso sexual que pode causar um terremoto no psiquismo. >> E o Brasil precisa estar na vanguarda. Por isso que tem essa lei, lei Augusto Curi. A lei que tem um número lá que eu não me lembro mais. Então se você puder Votar e puder participar, por favor, a humanidade agradece os nossos filhos
agradece seus filhos, os filhos dos seus filhos, né? os filhos do ou então os seus amigos, filhos seus amigos e assim por diante. Porque as crianças, você não imagina, o Joel como as nossas crianças são desprotegidas. Você não imagina a quantidade de tráfico de criança que existe. É algo grave que não é tocado. Enfim, precisamos ter um caso de amor com a humanidade. Isso é que me leva a Ser jovem. Eu sou jovem, eu tenho 67 anos. O tempo passou. O tempo passou. Rapidamente, o tempo ele é cruel. Você foge, ele te alcança. >> Você
se esconde, ele te acha. >> Ninguém consegue se livrar dele. Uhum. >> É a lei da entropia. Tudo sai do mais organizado para o menos desorganizado. >> Com o passar do tempo, tudo cai. Cai a pele, cai a musculatura. Com o passar do tempo, a o sol perde, à medida que, que emite luz, ele perde matéria. Daqui 5 Bilhões de anos, o sol não vai existir. Nada se mantém. Daqui daqui um século, essa xícara não vai existir. A lei da entropia também é cruel, porque ela ela é o movimento mais solene do tempo. >> Uhum.
Mas apesar de ter 67 anos, há algo que pode ser eternamente jovens, entre aspas, é a emoção. Ou seja, você se doar para os outros, você procurar dar o melhor de si para os outros serem felizes, isso nos Rejuvenece completamente e me torna uma pessoa que quer fazer tantas coisas, embora o corpo não me ajude. Caramba, eu eu aprendi hoje contigo muitas coisas, eh muitas coisas, mas eu eu queria dar uma palavra assim pro meu maior aprendizado te ouvindo Aqui hoje, convivendo com você hoje aqui. É a palavra que vem é relevância. Você faz coisas
relevantes. Relevantes. Muito obrigada. >> Você falou de livro, você falou de política, você falou de projeto fora do país, você falou de lei, você falou da ciência da mente, da lógica da mente, você falou de Jesus, você falou de projetos dá de graça. >> Muitos projetos graça, >> muitos projetos de graça. De grau tô Escrevendo aqui, tá legal? projetos eh livros lidos, livros que firam filme, a tua cabeça criativa e rebelde, sistemática ao mesmo tempo. Pesquisa Augusto Cura é relevante. Ele tem relevância, cara. Relevância. Ele vai deixar um legado em muitas pessoas, porque você forma
muitos líderes e eu sou deles e a gente forma tantas outras pessoas. E é uma cadeia, né? Uma reação em cadeia. Relevância. É isso que eu quero que os meus filhos vejam sobre o pai dele. Meu pai é relevante. Meu pai fez algo relevante na sociedade. Obrigado por isso. >> Eu que te agradeço pelo carinho, pela sua inteligência, pela sua empatia. Sabe, eu fico muito feliz quando eu vejo pessoas que me encorajam a continuar o meu trabalho, porque reitero, a vila, a vida é brevíssima para ser vivida e dramaticamente longa e paradoxalmente Longa para se
errar. 24 dias, 24 horas é rápido. O mês passa rápido, o tempo emocional passa três, quatro vezes mais rápido que o tempo biológico. >> Sim. >> Então, vivimos há 45 anos. na na década de 50, nos anos 2000. >> É, >> hoje vivemos 80 anos, mas 80 anos passam como 20 anos. Você vai [risadas] ver, daqui a pouco você já está nos anos Finais da sua história, da sua jornada. é rápida demais, rápida para ser vivida, mas paradoxalmente longa para se errar, para aumentar o tom de voz, para criticar, para considerar eh opositores e inimigos
a serem abatidos, para ter a necessidade neurótica de poder, a necessidade ansiosa de ser o centro das atenções sociais, que são necessidades doentias que não contemplam a saúde mental, a criatividade, a o eu como protagonista e Autor da própria história. Então eu vivo, eu sei, escrevo sobre esses paradoxos. Estou sempre formando líderes. Alguém me chama atenção. Se ele é pobre, eu dou mais atenção do que para um milionário, porque eu sei que se ele é pobre, não tem recursos financeiros, ele pode se sentir diminuído. E eu fazia isso quando atendia pacientes. Eu atendia pessoas que
vinham de outros países, que desciam De avião na minha cidade para que eu pudesse atender. Mas quando atendia gratuitamente, eu tinha que dar mais atenção do que eu para um banqueiro, para o para um grande empresário, porque ele vai se sentir diminuído. achando que eu tô fazendo um favor, que o tempo tem que passar rápido, porque eu tô tomando, tá tomando o meu tempo. Não, você é tão importante quanto essa pessoa mais rica. >> Uhum. >> A dor me ensinou a relevância da vida, o Caos me ensinou. A minha professora foi maravilhosa, me fez chorar,
me fez analisar profundamente o a angústia, o humor depressivo, os pensamentos perturbadores, a brevidade da vida, a finitude da existência, caus da morte. Tudo isso se tornou para mim uma fonte contínua de de aprendizado. E eu vejo quase todos os dias que eu estou diante do fim da existência. E diferente do que as pessoas acham pensar no fim da existência, inclusive Como Heidegger, que foi um grande filósofo alemão, dizia: "Pensar no fim da existência leva-nos a valorizar a vida como um espetáculo". >> Uhum. >> Porque quando você se acha imortal, você passa por cima dos
outros com facilidade. Isso não quer dizer que eu não tenho defeitos. Eu tenho defeitos, mas eu tenho a possibilidade de me corrigir, porque eu vejo a minha pequenez, as minhas limitações e a minha Afinitude existencial. Então, pensar na morte me ajuda demais a valorizar a vida. Todos os dias eu penso nela, eu teorizo sobre ela, eu penso no caos, eu penso do que vai acontecer com o meu córtex cerebral, onde bilhões, trilhões de informações se perderão quando na solidão de um túmulo. O que eu sou? Então, eu sou apenas um caminhante que anda no traçado
do tempo em busca de mim mesmo, do mais importante endereço, ou Seja, endereço que poucos encontram. Isso me protege demais. >> É proteção pura. Proteção pura. >> Porque seu escritor mais lido desse século poderia me fazer orgulhar. Se o psiquiatra mais lido do mundo, me fal, opa, estou acima, estou acima de nada e de ninguém. Eu sou um eterno aprendiz. Bom, você produziu uma teoria, de acordo com a I, os pressupostos da minha teoria. >> E não, não tem precedente, não tem. Na filosofia nunca ninguém falou da solidão paradoxal da consciência virtual. que eu estou
próximo infinitamente de tudo e de todos. Isso gera uma ansiedade vital que me leva a filosofar, a construir relações, a procurar a a espiritualidade inteligente, a procurar eh a procurar construir eh sonhos e projetos. Nunca ninguém falou que há uma ansiedade saudável, que é a mola antropológica motivadora da humanidade. O fato de eu Estar próximo, infinitamente distante de você, me faz te procurar. O fato de você estar próximo infinitamente dos seus filhos, infinitamente distante, porque você só entende eles virtualmente. Você está numa matriz matrix virtual, numa bolha, numa ilha, num continente virtual, te faz você
procurá-lo porque você não tem a realidade deles. Então vocês tem que você tem que se esvaziar de si para construir pontes todos os dias. O ser Humano que deixa de construir pontes nunca vai ser um pai relevante. Pais relevantes, já que você citou um assunto tão importante, formam sucessores e não herdeiros. Herdeiros são torrador, torradores de herâncias. Pais relevantes e inteligentes levam aqueles que querem deixar um legado, como você está deixando um legado. Filhos herdeiros querem tudo rápido e pronto. Filhos sucessores, penso a médio e longo prazo, Herdeiros, não se curvem agradecimento porque não percebem
que a vida é extremamente complexa e que nós saímos do útero materno para o útero social com a ajuda de outros e vamos sair do útero social para o útero da Terra também com a ajuda de outros, sem nada, nos dois extremos mais importantes da existência. Herdeiros não enxergam a complexidade da vida. Sucessores enxergam que ela é extremamente complexa E nós somos dependentes. É por isso, eu não gosto de usar figura militar. >> Uhum. >> Mas eu vou dar um exemplo da trajetória militar. O sonho de todo militar é chegar a ser um general, >>
certo? >> Mas na vida o que acontece é que nós nascemos general se fomos maduros. Se fomos inteligentes e vamos nos tornando soldado raso ao longo da nossa história, porque vamos compreendendo Mais a existência, a complexidade e as nossas limitações. >> Nossa, pessoal, olha só essa que ele solta no final do podcast. A gente vai ter que gravar um segundo, algum momento. Faltou, faltou conversa. >> Faltou. Você me sensibilizou, me provocou. Eu gosto de pessoas que me provocam. E foi um podcast diferente, porque eu tive oportunidade de abordar assuntos extremamente complexos. >> Obrigado. >> E
fico muito feliz com isso. >> Nossa, que bom ouvir isso. Obrigado. >> Então, eu me comprometo sim numa outra oportunidade estar com você aqui. Isso. >> Eu raramente não falo de de compromisso e promessa. E a gente fala de outros assuntos, outros livros, outras propostas. E antes de eu te fazer a última pergunta que finaliza o podcast, gostaria muito você deixasse teus contatos. O onde que a galera te segue? Eh, como é que vira teu aluno? Como é que compra teus livros? Que programa que você tem, se tem programa de educação, se tem programa de
formação, de mentoria, de tutoria, entra em contato com quem? Manda WhatsApp, manda Instagram, marca, segue todo mundo. É para você vê teu Instagram, você acompanha >> raramente, >> raramente, né? Então, quem cuida do Instagram do Augusto, manda e aí manda Para ele e fala assim: "Eu vi do JJ Podcast, foi maravilhoso. Deixa ele saber que você ouviu, que você gostou e como que a turma pode te acompanhar, virar teu aluno, tá contigo mais próximo?" No meu Instagram deve ter [risadas] >> bom para escrever o que eu escrevi [risadas] poderia ser muito normal. >> Muito bom.
>> Deve ter algum endereço ali, >> deve ter algum lugar >> que você possa encontrar. Eu estou até pensando em fazer a mentorinha com algumas pessoas. Eu raramente faço, mas eu sinto a necessidade. Eu preciso até ser ajudado de pessoas como você para saber como é que organizo um clube de mentoria para poder treinar esse vídeo. É sério? >> Sério. Tô falando sério. >> Ó, eu sou um dos fundadores do maior ecossistema de mentoria da América Latina. >> Ah, é? >> Chama Mentoring League Societe. >> É, interessante. Que interessante. >> Você tá com 01 aqui
na sua frente a seu dispor. >> Que bom. Que bom. >> A seu dispor. >> Ótimo. Vamos, vamos, vamos pensar. Tá. >> E tem um programa chamado Agem, Academia de Gestão de Emoção para Empresas, para Cumprir a NR1. É um programa de gestão de emoção espetacular, onde o colaborador das empresas sai da do anonimato e vai para o estrelato numa reunião onde é discutido toda semana durante meia hora uma ferramenta de gestão da emoção. Por exemplo, minha paz vale ouro, o resto é lixo. Por nada e por ninguém devo vendê-la. Então, quando o colaborador ele
está ali reunido em grupo de 15, 20 e o mediador, Que é um colaborador da empresa, vai ler a ferramenta, minha minha paz vale ouro, o resto é lixo, eu não devo, por nenhum, sabe, nenhum assédio moral, nenhuma crítica, nenhum bullying, nenhuma rejeição, eu tenho que ter autonomia. Aí duas perguntas são respondidas. Em um minuto se lê quando a sua paz não valeu ouro e como é que você deveria fazer daqui paraa frente? Toda semana uma ferramenta. >> Uhum. >> Aí cada colaborador que dá uma resposta, todos aplaudem. Vale mais que 1 milhão de likes,
porque ele sai da virtualidade, >> OK? >> E vem pra emocionalidade. Ele sai do anonimato e vem >> para o estrelato. >> Aham. >> E ele que estava na empresa completamente eh desfocado, sabe? O absenteísmo é Grande, se você sabe, muitos faltam e muitas pessoas também não não se estão desengajadas nas empresas e enfim, ele acaba desenvolvendo autonomia e compromisso com o projeto social da empresa, o projeto financeiro da empresa. A os níveis de relacionamento dão um salto sem precedente. É o programa agem, talvez o primeiro programa mundial de gestão da emoção para as empresas.
Se você desejar, é possível eh que a gente possa conversar Sobre isso. Acho que no meu Instagram tem lá. Você pode você pode acessá-lo, tá? >> Ó, então vamos fazer o seguinte. Quem que cuida do Instagram dele? Quem >> aqui é a Cíntia. >> Cíntia. Ô Cíntia, vamos fazer o seguinte, bota lá no link do Instagram dele os detalhes de tudo que tem para conversar com vocês, tá? Então, bota os programas, Bota o WhatsApp, lista de Já faz uma lista de espera. Deixa, eu vou vou ajudar aqui o doutor. Já faz uma lista de espera.
Eu quero ser mentorado do Augusto Curi. Que que depois eu explico para ele como que ele vai fazer isso. Eu quero ser mentorado. Já deixa tudo aí, tudo pronto, porque o negócio vai vai ser bom. Vai ser forte. O negócio vai ser forte. O negócio vai ser forte. Então tá. E na no você tem YouTube? Tem YouTube. >> Então tá. Então Instagram mais ênfase no meu YouTube. Acho que agora o Conrado, meu gerro. >> Conradão. YouTube. Qual que é o nome? >> @Agustocuri. >> Augusto Curi no Instagram. Augusto Curi no YouTube. LinkedIn. Augusto Curi. TikTok.
TikTok não tem. Tem dancinha no TikTok? Não tem dancinha no TikTok. Mas ó, tudo que vocês acharem do Augusto Curi, sigam, acompanhe. E Livro, né, pessoal? Vai na Amazon igual vou fazer hoje. Eu vou fazer isso hoje. Eu vou lá onde está Augusto Curi e vou comprar todos. >> O livro Mich Milagre é um livro impressional. >> Qual que é o seu último? Qual foi o último? >> É Ansiedade Digital. >> E o Me chamo Milagre. Me chame >> Me chamo Milagre. Me chamo Milagre. >> Me chamo Milagre. Eh, esse livro é um Romance psiquiátrico
de o tráfico de uma criança. Um dia nós vamos falar sobre isso e pelo pelo pelo crime organizado. E essa criança, ela é depositada num porão onde há um esquizofrêno que vai ser o pai do coração. Imagina uma bebê super motivada, falante, com cuidada, educada por um esquizofrênico, >> que é um ser humano único, um paciente mais que tem grandeza, porque era um palhaço de um circo e que conversava com os seus próximos fantasmas. Bom, você Não imagina esse, você vai chorar, vai chor artista. você é artista, você não e outra, vou ter que saber
que que você lê para falar desse jeito, que você tá falando de psiquiatria com poesia junto. >> E é importante a psiquiatria precisa ter mais romantismo, porque >> o ser humano é maior do que um diagnóstico, maior que a sua depressão, maior que sua que a sua síndrome do pânico, maior do que a sua a sua dependência. O ser humano é grande, o ser humano é importante, mas as pessoas ficam sequestradas em diagnósticos. Elas não entendem que elas podem e devem escrever capítulos nobres em seus dias mais tristes. O eu, ele tem que treinar, ser
autor da própria história. E os psicólogos, muitos psicólogos, centenas, milhares de psicólogos me leem. Eu gostaria muito que os psicólogos sempre desse, dessem exercícios fora do ambiente terapêutico, Porque é lá no território social que os fantasmas mentais aparecem, entendeu? E lá que eles têm que aprender a ter autonomia, entre aspas, a domesticá-los. Eu estava uma vez dando conferência na Romênia, tinha muitos dos meus leitores lá, eu falei: "Bom, na Romênia nós temos o Drácula, aonde?" Na Transilvânia, claro. >> Bom, existe Drácula? Não, não existe Drácula. É uma lenda, embora foi baseada num sujeito que empalava
cruel Com seus inimigos. Mas não existe drácula fora de nós. Mas a mente humana constrói vampiros que sangram todos os dias. A nossa tranquilidade, a nossa serenidade, o nosso prazer de viver. Mas isso vai ser um assunto para outro. >> JJ Podcast. Última pergunta pra gente finalizar. Se o Augusto Curi pudesse mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas, essa mensagem vai chegar, vai chegar traduzida, vai chegar em todos os Lugares. O algoritmo da vida vai entregar para 100% dessas pessoas? Ela é direta e reta. Ela é curta e grossa, ela é direto ao ponto.
Ela é pá, é uma coisa assim. Que mensagem seria essa? O teu eu, ele tem de sair da plateia usando a figura do teatro, entrar no palco da sua mente e dar um escândalo, não aceitar ser escrito por pessoas que te frustram, te decepcionam ou até mesmo pelos seus pensamentos tóxicos. Não abra A mão nunca de dirigir o script da sua história, porque a sua história e você é responsável por ela. E nenhum psiquiatra, nenhum psicólogo, nenhum líder, nenhum treinador pode fazer isso por você. Por favor, namore a vida antes de namorar alguém. >> Excelente.
Aqui tem uma foto. Nossa, vou pedir para você autografar essa foto que a gente vai sortear. para os nossos ouvintes, telespectadores do JJ Podcast, que é uma foto que são Momentos do nosso podcast de hoje, dessa aula, dessa experiência, desse momento tão importante, tão incrível. Diz que quem receber essa foto é uma pessoa encantadora. Mas eu não te conheço, tá? Mas você tem cantos que talvez nem você conheça. >> Pronto, essa é a foto. Senhoras e senhores, esse foi o JJ Podcast de hoje. Obrigado pela sua audiência mais uma Vez, foi maravilhoso. Repito, reforço, reintero,
marca o Augusto, deixa ele saber, deixa ele sentir essa troca. Segue ele, manda mensagem, honra de todas as maneiras que você puder. Ele vai sentir onde quer que seja. Responde aquela pergunta que ele fez. Ele tem uma pergunta. Eu não esperava por ela, ele também não esperava contar, mas ele tá aqui, ele tá, ele tá fazendo a pesquisa de campo dele, pesquisador, né, cientista, faz pesquisa de campo e Assim por diante, tá? E obrigado pela sua audiência. Se você ainda não nos segue, siga a gente no Instagram, siga a gente aqui no YouTube, também no
Spotify e deixa a gente saber o quão importante foi esse episódio para vocês, tá? Obrigado pelo seu tempo, um abraço, a gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, tchau. [música]