Oi bom dia boa tarde boa noite hoje nós vamos falar um pouco então sobre macroecology meu nome é Karine eu sou professora do programa de pós-graduação em ciências ambientais e Conservação da UFRJ e essa é a disciplina de Ecologia de comunidades e ecossistemas essa nossa quinta aula Bom O Tema da aula de hoje então é macro Ecologia nós vamos entender De que forma a gente consegue estudar a Ecologia em grandes escalas Espaciais passando então ao conteúdo completo da aula hoje a gente vai falar um pouco sobre a Ecologia geográfica vamos revisitar a Ecologia tradicional que
o que a gente tem visto até hoje no curso falar um pouco mais sobre a importância da escala espacial e temporal dos trabalhos algo que a gente já vem falando desde as aulas anteriores Vamos então a psicologia Falar De onde surgiu o quê Qual a necessidade e importância da Marca Ecologia e é a então a gente começa entre introduzir o que que são partículas ecológicas né ao termo que a gente vai estar introduzindo nessa aula que é importante precisa da máquina Ecologia vamos falar um pouco de variáveis ecológicas complexas e da autocorrelação espacial e filogenética
é bom toda aula a gente relembra esse essa importância o objetivo primário da ecologia que é medir entender e predizer padrões de biodiversidade entender o que Causa esses padrões Quais são os processos responsáveis pelos padrões de biodiversidade que a gente detecta predizer e predizer o que que a gente como a gente pode predizer esses padrões uma vez que a gente interessa entenda o processo gerador de padrões a gente começa a ter poder preditivo sobre ele então quando a gente fala de biodiversidade a gente tá incluindo aqui então número de tipos de organismos sejam esses tipos
quaisquer tipos podem Ser espécies podem ser gêneros ordens pode ser um grupos taxonômicos podem ser grupos funcionais podem ser grupos genéticos na populações o grupo fenotípicos que apresentam uma característica em comum estão macro Ecologia é um tempo fácil da gente perceber né macro quer dizer que é em grandes escalas e Ecologia que é a tenista que busca entender os padrões de Ecologia de entender os padrões de predizer os padrões de biodiversidade Então a máquina Ecologia vai tentar entender esses padrões em grandes escalas espaciais ela tá focada nessas grandes escalas espaciais que é e também grandes
escalas temporais mas recentemente a gente tem que preocupar nos preocupado muito também em não só a escala espacial como escala temporal Então você a gente para para pintar nos trabalhos que a gente conhece nos trabalhos que a gente faz qual que é o tamanho padrão dos trabalhos de Ecologia Né que a gente tá e o escala que a gente geralmente trabalha o bom é os primeiros estudos e ecologias começaram trabalhando em escalas espaciais relativamente grandes e o Bergman tal Bergman em 1847 ele tava avaliando a variação do tamanho de mamíferos e de aves e eles
viram que eles ele percebeu que eles eram altamente relacionados e que as maiores formas maiores tamanhos corporais Ocorriam nas latitudes mais altas nos lugares mais frios enquanto que as menores os melhores salões corporais ocorriam nas menores altitudes tanto as aves contra os mamíferos seguiram esses padrões e ele associou essa essa variação é menor superfície volume desses animais relacionado ao meu ter Mia quando você tá numa latitude muito alta é muito frio para você conseguir manter a temperatura tem que ter um tamanho corporal grande porque você tem Uma área de superfície exposta menor Então você tem
menos superfície para perder calor Oi e essa essa proposta se tornou uma regra que é chamada de regra de Bergman e ela foi corroborado por vários outros estudos para vários outros grupos de animais mas alguns estudos posteriores questionaram a validade desse padrão Por que alguns animais não não respondem dessa forma embora a maioria dos Estudantes encontrem esse padrão Bom então falando da abordagem tradicional de Ecologia mais atual Geralmente os estudos são feitos em pequenas escalas espaciais embora no início a gente já tenha tido lá no início da ecologia alguns trabalhos e escalas espaciais bem grandes
o esse trabalho do BR e não pode ser considerado um trabalho de macro macro Ecologia muito antes desse termo ser tecido criado né ver mas atualmente o mais frequentes são Estudos em escalas espaciais bem pequenas com níveis taxonômicos bem restritos avaliando uma ou poucas espécies e uma ou poucas populações é tem um estudo que mostra que a a escala espacial das amostras geralmente é de poucos metros EA duração média dos estudos ele cerca de oito meses Então a gente tem um estudo curto um tempo e numa escala espacial pequena e a gente vai discutir ao
longo dessa aula por quê que isso acontece bom como um exemplo de Um estudo que é feito dessa forma que é numa escala espacial pequena e não tempo pequeno eu trouxe um estudo meu para a gente poder discutir Quais são as implicações positivas e negativas de um estudo desse tipo nesse trabalho eu tava avaliando qual que era o efeito de plantações de milho na borda de a família é plantações de subsistência né sobre a comunidade de pequenos mamíferos aqui tem uma Pinha para poder explicar para vocês direitinho não Caneta normal sujo eu ligar para você
direitinho o delineamento o objetivo do estudo que que acontece eu criei Três blocos de amostragem então aqui nesse desenho Olha só aonde a gente tem essas manchas Pintadinhas são áreas de plantação de milho de subsistência e essa área cinza maior é uma grande mancha de mata uma grande Floresta isso aqui hoje em dia se tornou um parque é aqui em branco é uma pequena comunidade que tem inserida Nessa área de conservação ela tá fora do Parque mas esse aqui vira um monumento natural também e isso aqui é uma estrada essa representada em sines aqui que
que eu fiz eu queria avaliar então de que forma que a plantação de milho especificamente afetava os roedores que as mamíferos por que que eu me interessei por isso porque o milho ele serve de alimento para algumas espécies de roedores o outro ele serve de alimento para foi Dois granívoros então eu instalei esse Y representam armadilhas the pitiful que elas são são instaladas em transferidos no formato de y e tem um balde em cada ponta do Y e o áudio no vértice então eu tenho três desse tipo na borda entre a floresta e a plantação
de milho três na borda entre a floresta EA estrada e três interior da floresta eu fiz isso em três regiões que eu consegui encontrar essa situação bem próxima né próximo ao suficiente para variação que eu encontro De habitat de Floresta de estrutura da floresta decomposição da floresta ser bem similar entre os três ambientes entre as duas bordas e a e o interior da floresta e diferente e mais similar entre essas três coisas do que com os outros blocos de amostrar bom então a borda de Floresta a borda de estrada do interior de Floresta a borda
de estrada e a a borda de milho aqui nesse nesse bloco são mais parecidas entre si do que a borda de milho daqui Com a borda de milho daqui por exemplo na estrutura do Habitat por quê que isso me interessa o que se eu garanto que essas três coisas são parecidas o habitat é muito parecido Eu esperaria que uma como que a comunidade fosse parecida entre si mas se elas variam na composição na estrutura da comunidade tem um fator que não é o habitat que tá causando essa variação esse eu comparo isso com as outras
os outros blocos e o padrão de variação que eu encontro é o Mesmo então e para os mesmos tratamentos por exemplo se o milho daqui o milho daqui e o milho daqui tem comunidades mais parecidas entre si mesmo que e a floresta seja diferente que o hábito de seja diferente eu posso atribuir essa variação humilha E por que que eu escolhi Estrada milho interior de Floresta eu escolhi milho Estrada porque o milho é uma matriz que oferece o alimento que é o que eu quero testar e a estrada é uma matriz que não oferece Atendimento
ela é uma matriz inóspita enquanto o interior de Floresta é a condição natural Então ela é um controle para o fator borda por exemplo poderia ser que eu encontrasse que aborda de milho e a borda de estradas são muito parecidas entre si e ambas muito diferente do interior da floresta então o efeito que eu taria encontrando o efeito da borda e não efeito do Milho agora se o milho é diferente tanto do interior quanto da borda com Estrada Então eu posso atribuir o meu efeito ao milho Então eu tenho um de o tempo a mostrar
aqui é quase que experimental ele é o mais próximo do que a gente consegue fazer ou pelo menos era o meu objetivo que fosse o mais próximo que a gente consegue chegar de um trabalho experimental Ecologia E aí só um exemplo dos resultados principais que eu encontrei por quê e a composição de espécies variou entre os três ambientes aqui eu tenho então E nesse nessa meio tá aqui ó nesse interior as espécies que ocorrerão nos três ambientes no milho na borda na porta comida na borda com estrada e na borda e no interior vou falar
ministrado interior que é mais fácil então nós temos a desculpa a gente tem barulho de carro aqui o tempo todo acordam ser reiniciados oligoryzomys nigripes marmosops incanus monodelphis americana essa essas espécies são comuns a todos os ambientes E no interior da floresta eu tive bizlab osos rhagomys confesse cê de Delphi sob mentes Karina não estudo roedores tudo que família não sei o que quer dizer bebi nos navios a Gomes oferecem são duas espécies endêmicas da mata atlântica e características de ambientes florestais vem preservado elas nem nenhuma das duas ocorreu nos ambientes de borda blarinomys previstas
estão bem é uma espécie endêmica da Mata Atlântica e ela ocorreu na área de interior e na Hora de estrada na borda foi estrada o monodelphis doméstica ocorreu exclusivamente na área de borda com estrada é uma espécie mais característica de ambientes abertos ela ocorre muito no cerrado na Caatinga principalmente na Caatinga necromys lasiurus também é um bicho mais característico de ambientes abertos e tem uma distribuição muito Ampla mas ele não é de áreas muito florestais então eles só ocorreu nas bordas tanto na de Estrada quanto na de milho e calomys tener é uma espécie tão
bem de áreas abertas que ocorreu na borda com milho e ela é uma espécie granívoro E aí vocês vão falar Karine não tem um padrão muito Claro aí né eu tô vendo que esse espécies de área aberta atender a ocorrer mais nas bordas mas tanto na estrada quanto na no mínimo correram e se Gere aberta enquanto que as espécies florestais ocorreram no interior Isso é o que eu espero para a diferença entre a Borda interior de Floresta certo mas eu não continuar avaliando Então esse foi o resultado do principal da parte de composição da minha
estrutura de comunidade agora quando eu vou olhar para abundância diferença de abundância das espécies eu também tenho um padrão interessante que chama atenção oligoryzomys nigripes é um roedor que ocorre na Mata Atlântica que tende a ser favorecido por bordas embora eles ele seja ele o corretor da Mata Atlântica Ele é minha área de borda ele tem maior abundância ele é uma espécie granívora e consome milho e se a gente compara abundam e nos três tratamentos na borda com Estrada ele abundância dele foi de 44 indivíduos e no interior da floresta 48 indivíduos muito parecido na
área de borda comida foram 107 mais do dobro do que nos outros dois tratamentos e espero que não chamava mais atenção é um gordo grande Porque estava muito estava sendo fortemente favorecido pelo milho pela borda com ele o que faz sentido porque nessa região inclusive eles derrubam milho uma parte eles tiram guardam para consumo outra parte fica exposta no chão eles deixam secando para depois jogar para os porcos então aquele recurso fica muito disponível para os moradores da área a desculpa é o calomys que foi o Edu que a gente já conversou que é granívoro
foi Só um indivíduo mas ele ocorreu na borda com milho como seria esperado pela minha hipótese e quando a gente olha para as outras espécies Olha só o acórdão cerences a gente teve dez indivíduos no interior quatro na estrada e 13 no milho ele é um roedor que inclusive já mudou de gênero não é acordam mais mais que pode também está consumindo o milho aconteça não foi tão diferente do interior e e a gente não tem certeza se é isso que tá Acontecendo o bibimys e o blarinomys foram as outras duas espécies que eu chamei
atenção do trabalho rhagomys são espécies características da Mata Atlântica eles tiveram uma hora abundância no interior de floresta bom então é esse resultado mostra que abundância da espécie granívora foi muito mais alta na várias de milho e quando eu faço alguns testes das curvas de abundância e eu eu mostro no trabalho também não trouxe aqui para não ficar Muito longo que a estrutura da comunidade é completamente diferente porque o formato das curvas de abundância é muito diferente são muito diferentes entre os três tratamentos então é um teste e pode hipotético-dedutivo eu gerei uma hipótese de
que o milho favorecerem as espécies granívoros e que isso afetaria estrutura da comunidade e eu consigo ter uma maior assertividade na minha relação de causa e efeito eu consigo prever Melhor qual é o processo que tá gerando a minha alteração na estrutura de comunidades eu tenho o milho a disponibilidade de um recuo afetando abundância de uma espécie positivamente emo a estrutura da minha comunidade isso é muito interessante porque a gente consegue gerar essa essas respostas mais claras Mas isso é um problema quando a gente pensa na situação atual que a gente tá aí Ecologia que
a gente que a Gente tá no mundo que são que os nossos problemas estão em grandes escalas o clima da terra vai aumentar pelo menos três graus nesse pego o que que vai acontecer com a diversidade em escala Global o que que vai acontecer com a riqueza de espécies foi distribuição das espécies em escala Global um estudo como esse meu não pode ser muito extrapolado ele não não permite responder essas perguntas em grandes escalas ele tem uma importância numa escala de paisagem em Uma escala menor e essa mudança na na temperatura da terra ela pode
ter feito os gráficos na distribuição da diversidade a gente não sabe quais efeitos Quais são as espécies e os grupos taxonômicos que seriam mais afetados quanta a distribuição das espécies de expandiria ou de minoria quantas espécies teriam alteração da sua distribuição serão espécies serão favorecidas pelo aumento da temperatura e espécies que serão é negativamente Afetadas Então as favorecidas vão expandir a sua distribuição em quantas espécies vão ser negativamente afetados vão diminuir a sua distribuição Mas quem são essas espécies com e qual dessas espécies Isso vai acontecer e qual o impacto da perda dessas espécies em
escala Global Quantas espécies serão extintas então é com o objetivo de tentar responder essas essas perguntas em escalas maiores que surja uma cronologia Bom então não abordagem tradicional e ecologia o que que a gente faz a gente faz elabora uma pergunta né é de que forma plantações de milho afetam a estrutura da comunidade de pequenos mamíferos quais espécies são favorecidas existem espécies favorecidas hoje a gente consegue recurso financeiro Se eu conseguir um financiamento Eu juntei uma equipe eu comprei equipamento nós fomos para o campo e nós fizemos amostragem estudamos a Biologia Populacional as relações da
comunidade de espécies selecionadas e a gente é fez medidas de habitat para ver se os habitantes das regiões dos meus tratamentos são mais parecidos entre si no mesmo bloco do que entre blocos diferente então a gente fez uma série de estudos detalhados para poder predizer como que esse afetar a comunidade pequenos mamíferos no exemplo que ele traz aqui se a gente quisesse responder uma pergunta relacionada a mudanças Climáticas a sugestão fosse foi que estudar se a Biologia populacional e as relações de comunidade de espécies de pequenos mamíferos Em uma montanha porque numa montanha eu tenho
variação de temperatura eu poderia ver quais espécies estão nas melhores temperaturas Quais são as maiores temperar o e prevê e conheci modelar o que que tá acontecendo o que aconteceria só que isso tem um problema a generalizações são muito limitadas para aquele pequeno Grupo de espécies naquela montanha particular não quer dizer que isso vai se aplicar a todas Ah tá todas as espécies então abordagem tradicional Ecologia raramente oferece respostas para questões importantes em grandes escalas espaciais e temporais e é e esta incongruência ela resultado da pouca capacidade que a gente tem destruir a população dos
estudos locais para regiões ou grupos taxonômicos diferentes E a gente sabe que os efeitos são tropos eles se propagam por escalas regionais e envolvem o processo locais de interação entre populações e processos regionais evolutivos então eles envolvem processos que ocorrem numa escala pequena e na minha na minha paisagem no milho mas esses esses impactos eles vão se propagando Eu tenho um conjunto de plantações de milho tem um conjunto de diversos tipos de plantação Então eu tenho atividade do homem em diferentes Escalas e o resultado de uma pode intervir na outra então a gente tem que
conseguir entender o que que tá acontecendo a escala micro mas tentar entender o que está ocorrendo na escala macro para predizer coisas há tempos maiores em escalas temporais maiores Então como que funciona isso numa abordagem de marcar Ecologia a gente já era uma pergunta que a gente quer responder e a gente vai trabalhar com as informações que a gente já tem E na literatura a gente vai para biblioteca que hoje em dia eu até que almoço computador nós vamos agrupar todos os estudos que a gente conseguiu máximo de trabalho de dados que a gente conseguir
para então fazer análises estatísticas com resultados de muitos trabalhos para gerar um resultado em uma escala mais alto vamos falar disso com mais detalhe então a máquina Ecologia ela ela surgiu nela foi proposta pelo James Brown e o Brian Moore e em um Artigo da Science de 89 embora como eu disse já se fazia macroecology antes ou só não recebeu esse nome esse nome foi proposto Neste período e a princípio buscando a compreensão da partição de comida e espaço entre as espécies em grandes escalas de tempo e espaço e ela busca de escrever explicar os
padrões e os processos revelados pela distribuição estatística de variáveis entre um grande número de unidades equivalentes que são que a gente chama De partículas ecológicas elas são equivalentes as partículas mas elas não são iguais parece muito complexo Calma que a gente vai entrar em detalhes vocês vão ver que não era tão complexo quanto parece ela é uma uma teoria interessante porque ela integra teorias e métodos da ecologia da sistemática fisiologia comparada paleobiologia biogeografia biologia evolutiva é uma série de disciplinas ela é uma ela é uma disciplina transdisciplinar então elas Ficam interessante e ela ajuda a
gente a compreender melhor o mundo como uma disciplina transdisciplinar ela é é uma disciplina que lida com muita complexidade porque ela lida com diferentes escalas espaciais de tempo de e mais para frente vai ver que filogenéticas também então ela recebe inúmeras fontes de variação tem muitas coisas que vão tá afetando a as as comunidades ou as espécies que eu tô avaliando numa escala espacial tão Grande então ela funciona elas funcionam como sistemas abertos e muitas vezes com limites arbitrários para lidar com s enorme fonte de variação e que com toda essa complexidade foi adotado um
método é copiado da física da física de difusão de gases que que é onde eles lidam com partículas a física de partículas então a gente faça a tratar o nosso objeto de estudo como partículas ecológicas que são unidades equivalentes Como eu disse antes mas não iguais das quais são Retiradas as medidas para descrever e explicar os padrões e processos por exemplo as minhas partículas podem ser espécies que eu tô interessado em avaliar em uma grande escala espacial o que que é interessante da física que a gente tá usando de exemplo para poder entender as partículas
ecológicas aqui eu tenho um exemplo nesse GIF do movimento das partículas em um ambiente frio e um ambiente quente o que eu sei que o ambiente frio tem uma menor Movimentação das partículas então o nesse ambiente frio por e e eu posso ter o estado líquido né se a gente fez para a água por exemplo numa condição mais frio ela vai estar no estado líquido eu não vou estar descrevendo Qual que é o a trajetória de movimento de cada partícula eu vou tá preocupada com o geral a caracterização geral que eu posso extrair disso que
o estado líquido no ambiente mais quente ao movimento das partículas é é mais Acelerado e eu começo a ter partículas que não são nem de água misturadas no meio e esse movimento é acelerado das partículas eu vou para o estado gasoso então eu vou ter outro comportamento das minhas substâncias quando elas estão no estado gasoso então eu vou estar preocupada com o comportamento médio das partículas mais acelerado ou menos acelerado da mesma forma quando a gente foi lidar com as espécies ou as como e o a partícula ecológica do meu Interesse eu não vou estar
preocupado com os detalhes e as particularidades de cada espécie eu vou lidar com a com as características gerais dos padrões gerais dos processos Gerais que eu posso extrair dele para eu então conseguir fazer previsões bom Então operacionalmente como que funciona a máquina Ecologia ela é análise estatística de um grande número de partículas ecológicas e o objetivo não é determinar as características de Cada partícula mas as propriedades da dinâmica dessas partículas no tempo ou no espaço geográfico estas dinâmicas ela é são os padrões Gerais dessas partículas por exemplo relações que eu posso fazer como a relação
entre a riqueza EA área aquela coisa que a gente já falou anteriormente quando a gente falou de biogeografia de ilhas com aumento da área Eu tenho um momento da riqueza de espécies o entre a riqueza e os gradientes altitudinais diversidade Que a gente já viu é isso são todos os trabalhos macroecologicos e a gente espera que a dinâmica resulte de processos ecológicos e evolutivos que atuam em diferentes escalas espaciais interagem de uma forma complexa Então o que a gente tá vendo ali e resultado de processos ecológicos e evolutivos são diversos processos atuando juntos por exemplo
adaptação a diferentes componentes ambientais adaptação a Ambientes mais frios e mais quem mas também é interação com os outras espécies e organismos que tem ali como entrar e como competição e apresentação por exemplo então a macroecologia com isso ela tem uma dificuldade a gente surge uma dificuldade que é de aplicar o método hipotético-dedutivo ela ela acaba se tornando um pouco mais exploratória do que os trabalhos tradicionais em Ecologia onde a gente gera uma hipótese para responder E as questões é o dificilmente podem ser reduzidas as escalas que permitam a experimentação né como a gente está
trabalhando com escalas espaciais muito grande é difícil a gente controlar como eu controlava no meu trabalho controlava a borda de é o fator borda a mostrando borda de estrada e borda de milho quando desculpa como eu controlava o fator disponibilidade de alimento ao mostrar uma borda com o alimento e uma borda sem alimento a borda de milho a borda da Estrada e como eu controlava para o fator borda ao mostrar a borda interior da Floresta em um trabalho de uma tricologia e isso é mais difícil porque eu tô trabalhando com escalas espaciais muito grandes então
não dá para controlar para todos os fatores que podem estar influenciando muitas vezes o que se faz quando é possível é partir de experimentos naturais mas isso é muito raro a gente dessa pessoa aí que que são experimentos naturais por exemplo A dança na biota que é causada por eventos naturais como erupções vulcânicas ou tsunami depois que teve uma erupção vulcânica a comunidade é este fada quase completamente E aí você pode estudar o que que acontece com essa comunidade ao longo do tempo então você consegue ter um pouco de controle porque você pode incluir fechar
a áreas impedir entrada de outras espécies inclusive Ilhas Às vezes você consegue fazer experimentos que eles conseguem remover Uma espécie ou limitar o acesso de uma espécie Mas isso é mais possível e Ilhas e ainda assim é muito dispendioso como vocês podem imaginar bom então vamos falar um pouquinho agora sobre as partículas ecológicas que a gente usa nesses estudos né as partículas ecológicas podem ser por exemplo indivíduos em populações de espécies em que a gente está buscando entender padrões de abundância no espaço então eu posso pegar uma espécie que eu Tô interessada e eu vou
ver a variação dos padrões de abundância dela no espaço e é pode por exemplo nesse estudo aqui a gente tava olhando a densidade populacional que a densidade populacional diminui com o aumento do tamanho do corpo então aqui no caso são várias espécies e são espécies que têm tamanhos corporais diferentes O que que a gente observa aqui no eixo X eu tenho a massa corporal e aqui eu tenho a densidade número de indivíduos por Quilômetro quadrado para os organismos muito pequenos e eu tenho uma uma densidade muito alta a medida que eu vou aumentando a massa
corporal a densidade o número de indivíduos vai diminuindo muito por quê que isso acontece né a gente a a quantidade de recurso por exemplo que uma espécie muito grande precisa é muito grande para sustentá-lo então eles não podem ficar muito atentado se encontra organismos pequenos a gente pensar é o Mesmo que a gente compara a roedores com baleias né a gente vai esperar que a densidade corredores com felinos são as densidades seja muito diferente é uma outra forma são espécies em clados aqui a gente observando a máxima é a desculpa a massa corporal EA Latitude
e aí a gente tem para um mesmo grupo de espécies todas as espécies dentro desse clado G úmida e a gente vai ver o padrão de verificação fenotípica a gente vê que com aumento da latitude a gente tem Há uma diminuição da massa corporal é o padrão contrário daquele que a gente que a gente de escreveu o que é o padrão esperado pela regra de Bergman por exemplo a gente deve essa espécie e ciclado apresenta um padrão inverso ele é um daqueles casos que a gente comentou que eu comentei no início da aula que contrariam
a regra de Bergman as comunidades podem ser as nossas partículas ecológicas e a gente vê os padrões de variação de riqueza e Composição de comunidades em grandes escalas geográficas grandes causas sociais como a gente já tá vendo desde o início padrão de variação de riqueza aqui a gente tem vários táxons Diferentes né e a nessa região das menores latitudes a gente tem maior riqueza nas comunidades E à medida que a gente tá Afasta a gente tem uma diminuição da riqueza à medida que a gente aumenta a latitude da gente tem dividos em populações de indivíduos
em Espécies a gente tem espécies em clados a gente tem comunidades no espaço tudo isso pode podem ser partículas ecológicas bom então uma coisa que vocês podem observar na máquina Ecologia Ecologia tradicional que diferencia as duas é que a Ecologia tradicional que é muito local você pode fazer o paralelo com uma câmera que você aproxima muito e você consegue ter um foco muito bom como aqui olha dentro dessa área da cama eu tenho Um foco muito claro e eu consigo descrever muito bem o que eu tô vendo a macro Ecologia por sua vez a gente
tem uma visão mais Ampla do que tá acontecendo Só que essa visão tende a ser um pouco mais desfocada você não vai conseguir descrever os processos um detalhe que estão gerando aquele padrão Mas você consegue fazer previsões mesmo que mais fracas por uma escala muito maior é um outro paralelo tá na leitura que eu Deixei para vocês que é a letra A que representaria os estudos tradicionais de Ecologia de comunidades por exemplo eu tenho que eu tenho uma imagem que eu quero descrever a minha imagem completa a Ecologia tradicional ela só me daria a visão
nesses pequenos quadradinhos aqui ó eles são muito bem focados Mas eu só consigo descrever esse pedacinho da minha imagem já a máquina Ecologia ela me daria essa visão geral da da ecologia visão Geral do Panorama do que está Acontecendo só que ela e desfocada eu não consigo descrever os detalhes é o ideal seria uma união dessas duas como que seria possível aqui tem um exemplo embaixo se eu tenho alguns estudos localizados feitos em detalhes eu estrapolar os resultados desses estudos para o que é observado na máquina Ecologia não vai ficar ainda completamente nítido e perfeito
mas eu vou conseguir ter um resultado melhor do que eu espero então falando um pouquinho Mais das respostas que a gente consegue ter ido que que a gente consegue estudar quando a gente considera as espécies como partículas ecológicas a gente pode avaliar a dinâmica dessas partículas no tempo e no espaço para obter para buscar padrões de variação Gerais de características e espécies específicas como o tamanho do corpo abundância dessas espécies o tamanho da distribuição e tu quando eu tenho o foco em espécies Como partículas ecológicas Essas são algumas das variáveis que eu posto buscar entender
isso são que a gente chama de variáveis ecológicas complexas tanto tamanho do corpo quanto abundância e distribuição geográfica o que que elas são complexos porque elas são a expressão final de múltiplos processos ecológicos são vários fatores vários processos ecológicos que vão afetar o tamanho do corpo de uma espécie vários aspectos evolutivos também não tem a ver Com a evolução desta espécie e fisiológicos então é uma série de coisas que vai estar acertando mas avaliando a dinâmica desse tamanho longo do tempo todo da abundância ou da distribuição geográfica da espécie eu consigo ter ideias sobre esses
processos ecológicos e evolutivos bom Então como que a gente faz isso com uma tricologia a gente vai avaliar a forma da distribuição estatística dessas vestes são essas variáveis ecológicas Complexas e as relações entre elas e isso vai ajudar a gente a entender os padrões de variação Então essas velhas elas funcionam como indicadores dos processos que eu tonalização por exemplo a área de distribuição geográfica ela é um indicador do nicho e das tolerâncias ambientais da espécie se a minha espécie tem uma área de distribuição geográfica muito grande eu espero que ela tenha uma tolerância à variações
ambientais maior do que uma espécie que tem uma área de Tribuição geográfica restrita pequena bom e quando ocorre a expansão dessa área distribuição geográfica e só ocorre em consequência de processos demográficos que são estruturados expansão mês o tamanho do corpo ele pode ser pensado em diversos contextos fisiológicos e em geral o tamanho do corpo ele é modelado para uma otimização evolutiva ele é resultado de um equilíbrio entre a capacidade de entrada de recurso em fonte de recursos para o Indivíduo que ele consegue obter e o investimento reprodutivo então como assim em geral espécies que tem
tamanho corporal pequeno reproduzem mais espécies que tem tamanho corporal muito grande tem menos prole então é é um trade-off entre o quanto do quantidade de recurso que obtém Eu Quero investir eu quero nesse caso evolutivamente né não é vontade da espécie mas o quanto do que a espécie tá tá consumindo de recurso será investido em 3 O e saúde e na espécie e o quanto ela vai deslocar diretamente para reprodução para produção de petróleo e quando a gente então começa avaliar essa variável ecológica complexa tamanho do corpo E tem alguns padrões que a gente detecta
me geral a gente trabalha com massa corporal para falar de tamanho do corpo em geral dentro de um mesmo lado para que seja com palavras as coisas então por exemplo se você observar aqui é bom Porque a gente usa massa corporal primeiro né porque é uma medida de falar sobre tensão cada linha em dívida que a gente captura a gente pode pesar e a gente em geral sabe a nossa corporal média dos organismos e ele tá E ela está altamente correlacionada com características morfológicas fisiológicas comportamentais ecológica uma série de coisas que a gente já espera
de uma espécie que seja grande e que a gente já espera de uma pequena que A gente espera que varie com o tamanho corporal então fica mais fácil da gente ir para explorar os assim então tá Quais são os padrões que a gente já dessa tag aqui a gente tem mamíferos em Michigan e mamíferos na Europa a distribuição de tamanho do meu eixo X é a massa corporal e o meu eixo Y as espécies que apresentam essa massa corporal se vocês observarem em geral a maioria das espécies apresenta o tamanho pequeno e poucas espécies apresentam
Tamanho grande depois desenharam uma curva aqui para mostrar essa variação média de tamanho quando a gente a gente avalia isso para mamíferos terrestres de maneira geral aves e peixes de água doce também eu tenho aqui a massa corporal no meu x e aqui a proporção das espécies que ocupam esse tamanho vocês podem ver que todos têm uma curva deslocada para a esquerda então a maioria a maior parte maior proporção dos organismos tendem a apresentar tamanho corporal pequeno isso Aqui Claro tá escalonado para o tamanho desses organismos né comparar mamífero EAD por exemplo que são as
aves tendem a ser menores Mas isso é deslocado para a esquerda sempre muitos organismos o e poucos organismos muito grandes que informação então que a gente extrai diz porque que eles têm tamanho pequeno em geral né fica muitas espécies tem essa deslocamento para esquerda para a esquerda a gente acredita que isso seja uma ótima utilização evolutiva tendo o Tamanho de corpo pequeno elas conseguem ter rapidamente uma consumir uma quantidade de recurso necessária para a manutenção da para crescimento atingir a fase adulta e completar o seu desenvolvimento e então deslocar esses recursos para reprodução e aqui
tem uma outra curva para tamanho massa corporal de aves brasileiras você pode ver que ela também é deslocada para a esquerda A maioria tem aqui tamanho menores Claro nunca são muito pequenas Né são poucos espécie que apresenta mais muito pequeno mas é os tamanhos tendem a ser deslocados para a esquerda é um trabalho interessante avaliou a E aí esse é um trabalho de máquina Ecologia focado em uma única espécie com uma variável ecológica complexa que é o tamanho de corpo também só que ele é de marca Ecologia porque ao invés de ser uma grande escala
espacial ele é uma grande escala temporal e o que que eles observar o trabalho muito interessante Eles observarão ao variação de tamanho das populações contemporâneas de nêutrons Cinéia que esse roedor aqui e eles observarão olha só aqui no eixo Y eu tenho a média da temperatura em Julho de cada localidade Aonde eles foram e mediram o tamanho médio dos indivíduos então aqui no meu esse x eu tenho tamanho médio dos organismos e aqui eu tenho a temperatura letal a temperatura que leva esses organismos a morte para cada população Bom então a gente observa aqui com
quando vai diminuindo a temperatura vai aumentando o tamanho corporal dos organismos certo é o que é esperado pela regra de Bergman que a regra de Bergman ele propõe do latitudinalmente à medida que se afasta do Equador né com mais maiores altitudes tem tamanho corporal maior mas também a menor temperatura tem Samuel colocar o maior ele segue essa regra nas menores temperaturas temos ações corporais maiores mas o que é Interessante que eles observarão também é que com o aumento da da temperatura do tamanho corporal tem uma diminuição da temperatura letal ou seja eles não aguentam temperaturas
menores organismos com tamanhos de corpo maior tem uma temperatura de corpo letal menor logo é eu preciso de um menor e na temperatura para levar as populações a morte tá Karine Por enquanto são populações contemporâneas Cadê a escala temporal grande Esse é o Que vem agora eles o que eles avaliaram eles observarão que o tamanho das fezes desses organismos tende a variar com o tamanho do corpo organismos indivíduos pequenos fazer um cocozinho indivíduos com massa corporal grande fazem um cocozão é o que a gente espera né no ser humano é assim também e aí o
que eles observarão é que Jake eles observarão isso para os organismos contemporâneas e pode ser extrapolado para o passado e eles têm que comprar óleos que são fezes Fossilizadas desse Dessa espécie então eles observarão a variação no tamanho das fezes desses organismos como representação da variação da massa do tamanho corporal desses organismos nessa grande escala temporal eles conseguem voltar em populações de até e no anos atrás e a 20 mil anos atrás olha só aqui tem essa linha tracejada que tá num que representa o tamanho corporal médio no presente e há 20 mil anos atrás
a partir daqui ó A partir de uns 13.000 anos atrás os organismos tinham tamanhos corporais muito maiores do que tem atualmente e depois a gente passou uma fase onde os organismos tiveram um tamanho corporal menor do que o tamanho corporal atual e aqui é o tamanho corporal atual o que que aconteceu então a gente houve uma seleção para diminuição do tamanho corporal desses organismos podes como que a gente pode identificar o que eles observarão pois avaliaram Como que foi a Variação de temperatura já que a gente sabe que tamanhos corporais maior estão Associados com temperaturas
menores e que eles morrem organismos maiores tendem a ter letalidade em temperaturas menores eles compararam e olha como que a temperatura variou ao longo do tempo a cerca de 20 mil anos atrás as temperaturas eram muito mais baixo então novamente a linha tracejada representa a temperatura atual o zero não quer dizer 0° o zero é o atual E no passado as temperaturas eram muito menores do que as temperaturas são agora até que num certo. As temperaturas foram maiores do que são nesse momento a cerca de oito mil anos atrás até 4.000 anos atrás as temperaturas
eram mais altas do que no presente e olha só foi quando os tamanhos corporais dos organismos eram menores do que o atual e atualmente tá aqui o tamanho corporal dos organismos nessa temperatura então a gente consegue estudar a seleção de tamanho de que Forma que o tamanho dos organismos foi influenciado provavelmente com o aumento da temperatura populações que tinham divido os maiores morreram e só sobraram As populações com indivíduos de tamanho corporal menor E aí tá bom Dando continuidade a próxima variável ecológica complexa que a gente pode analisar quando a gente tá usando espécies como
partículas como o partículas ecológicos é abundância como É que é a variação de abundância das espécies no espaço e aqui a gente tem uma um estudo muito interessante que foi feito com aveia aveia avena Sativa que a nossa aveia que a gente come em casa eles avaliaram a variação de abundância desta planta em quatro transferidos ao longo de sua distribuição geográfica natural na Rússia E aí olha que padrão interessante que se repetiu em todos os transferidos a abundância da espécie tendeu a ser maior No centro da sua Distribuição e e são esse tende a ser
um padrão recorrente também da marca ecologia o quê que é a gente entende a partir dízimo e que para cada espécie parece haver um ótimo onde a sua abundância É máxima em geral esse ótimo tende a ser o centro da sua distribuição vamos parar para pensar por que que será que isso acontece Olha só o centro de distribuição deve ser onde as características ambientais são melhores a partir desse centro onde as Características ambientais são mais adequadas para Espécie a população tende a aumentar muito de tamanho né eu e eu consigo começar a mandar pro pagos
para longe a expandir a distribuição E à medida que eu vou me afastando desses as condições vão mudando as condições ambientais então a qualidade do habitat a quantidade de recursos tende a ser mais diferente para espécie tal atende até uma abundância menor tá medida que eu me afasto do centro da distribuição Das espécies eu começo a me afastar das características mais adequadas para ela esse é um padrão comumente encontrado também o centro de distribuição tende a ser o ótimo para os pés em outro padrão de abundância é recorrente e que vocês a gente já conversou
são de que a gente encontra poucas espécies relativamente comuns ou seja poucas espécies muito abundantes quando a gente está estudando uma comunidade e que a maioria das espécies Têm de encerrar é aqui por exemplo nessas figuras a gente tá mostrando então padrão de distribuição de abundância de morcegos em São Paulo e no Rio de Janeiro Olha só como as curvas são bem parecidas bom então aqui muitas espécies poucas espécies muito abundante abundância está representada a abundância relativa que no eixo Y e aqui o número de espécies que apresentou essa abundância no eixo X olha nove
espécies apresentaram menos do Que 0,1 de algum dos relativo e uma espécie apenas apresentam Quase meio de abundância relativa e aqui no caso a 0,34 provavelmente abundância relativa uma espécie mas a segunda mais abundante já foi menos da metade então é a segunda não as duas próximos dando continuidade tamanho da área de distribuição das espécies em geral as espécies tendem a p a área de distribuição geográfica pequena se vocês observarem aqui então olha só eu tenho aqui no eixo X o Tamanho da área de distribuição geográfica e aqui o número de é com s tamanho
de distribuição de área geográfica Olha só então assim 900 observações diárias distribuição geográfica de 32 sei que eu não sei se são é que tá só quadrante Desculpa é que isso que foi analisado para 1335 espécies de passeriformes Então as observações aqui são as espécies de passeriformes tão 900 espécies apresentaram e Distribuição em 32 Quadrantes que que são esses quadrantes são quadrados quadrantes de 220 km de lados Então esse eles dividiram o continente em quadrantes cada quadrante tem tem 220 km de lado então 900 espécies tinha uma área de distribuição equivalente a 32 quadrantes a
próxima é categoria eram 200 espécies com 64 quadrante de área distribuição um um valor já bem maior de distribuição mas olha o número de espécies que apresentaram não é bem menos do que a Metade né da das espécies então e assim por diante o vai diminuindo drasticamente o número de espécies que apresentam à medida que eu vou aumentando a área de distribuição geográfica então a maioria das espécies tende a ser distribuição geográfica pequena e poucas espécies estendem até a distribuição geográfica muito grande quem é e a gente pensa que estão um reflexo espacial do nicho
da espécie e de sua tolerância aos fatores ambientais A expansão da da área de distribuição da espécie é resultado de processos estruturados é geograficamente processo demográficos né então é como a dispersão A então a gente espera que a espécie tenda com o passar do tempo e no caso um tempo evolutivo que não tempo muito longo elas tendão ampliar a sua distribuição geográfica Então esse essa área de distribuição geográfica pequena ela pode ser resultado tanto do nicho restrito da espécie como do fato de Ainda não ter tido tempo de expandir sua distribuição geográfica para o encontrar
outras áreas que também sejam adequadas para que elas possam ocupar então quando a gente trabalha com espécies como parte a lógica a gente já tem aqui ó três variáveis ecológicas complexas que a gente consegue avaliar e que a gente tem padrões de escrito por exemplo tamanho do corpo a maioria das espécies tendem a tentar mais corporal menor área de distribuição geográfica a maioria das Espécies tende a ter uma distribuição geográfica pequena EA abundância a maior abundância tende a ser no centro de distribuição geográfica das espécies bom então são respostas desse tipo que o trabalho de
uma tricologia atendem nos trazer então agora a gente começa a falar um pouco das relações entre as variáveis ecológicas complexo por exemplo tamanho da área de distribuição da espécie EA densidade eles podem Eles parecem variar em relação ao tamanho do Corpo então que a gente tem alguns estudos que mostram isso nesse primeiro gráfico aqui a gente está representando no eixo Y o log nessa longa é utilizado para a gente poder conseguir mostrar na escala do gráfico da distribuição geográfica e o log do tamanho do corpo a gente logo ele teve simplesmente para poder escalona os
dados e conseguir mostrar eles dentro de um mesmo grave e Então qual o padrão que a gente encontra Olha que interessante espécies De tamanho pequeno que eu tô representando aqui com essa linha laranja é são essas de estão representados pela bolinha preta Elas têm tamanho corporal menor do que 50 gramas de tamanho intermediário respondem de forma similar são essas de 50 a 100 gramas e elas são representadas por essas bolinhas a abertas vazias brancas então elas podem ter área de distribuição geográfica pequena ou grande mas as espécies de tamanho Corporal grande só tem áreas de
distribuição geográfica grande elas não tem área de distribuição geográfica pequena para esse grupo de organismos aqui que são marsupiais neotropicais Então esse é um padrão bastante interessante também que as espécies de tamanho pequeno podem ter área de distribuição geográfica pequena ou grande enquanto que a várias as espécies o coral grande necessitam tem área de distribuição geográfica muito grande Aqui ele já era no caso a densidade então o número de indivíduos por quilômetro quadrado uma variável diferente em relação a massa corporal nesse caso para o marsupiais não voadores e para morcego eles estão representados juntos aqui
o que a gente observa é que a densidade e tende a diminuir com o aumento da massa corporal então aqui ó cê espécies que tem massa corporal pequena tendem a ter altas densidades eu coloquei um Círculo aqui para facilitar a visualização enquanto as espécies que tem massa corporal muito grande que tá aqui no meu xixi elas tendem a ter densidades menores estão bem é um padrão interessante né e que corrobora com as outras coisas que a gente vai falar da disciplina então eu daria para mim poder por exemplo traçar uma reta de regressão aqui mostrando
a variação no tamanho corporal em relação a densidade vão andando das relações então continuando As relações entre as variáveis ecológicas complexas e a uma segunda relação que a gente pode visualizar aqui é a relação entre a abundância e a o tamanho da área de distribuição dos organismos que a gente ainda não falou então ela também demonstra uma relação bastante interessante eles podem ver aqui que os organismos que têm baixa abundância podem ter tanto área de distribuição pequena como área de distribuição grande Enquanto que é demonstrada aqui nessa reta Olha só as menores tamanho de distribuição
voltar o ponteiro E aí bom então as menores distribuição nos menores abundâncias podem ter tanto valores pequenos de área de distribuição como valores bem grande enquanto que as espécies que tem abundâncias elevadas sempre vão ter área de distribuição grandes a gente pensar em roedores por exemplo a gente tem roedores que tem que Podem ter abundâncias muito altas e grandes áreas de Distribuição e espécie jogadores que têm abundância pequena e tem área de distribuição grande então quando a gente pensa é nas relações entre as décadas padrões Gerais que a gente pode observar são que a maioria
das espécies têm áreas de distribuição pequena o tamanho da distribuição tem correlação positiva com abundância né as espécies que tem distribuição grande tem abundância grande espécie O que são pequenas Tem abundância pequena a maioria das espécies são raras logo com isso a gente tu pode pressupor que a maioria das espécies são suscetíveis a processos de extinção fatores estocásticos e a maioria das espécies são raras a maioria das espécies tem área de distribuição pequena né então a gente pode esperar que a maioria das espécies estejam suscetíveis à a fatores estocásticos que podem levar à extinção dessas
espécies Bom então com a máquina Ecologia a gente vê que da correlação entre essas variáveis ecológicas complexas as tags surgem padrão de correlação que ocorre em escala Regional Continental e Global a gente pode fazer essas análises em várias escalas a gente pode até virar detectar padrões diferentes em diferentes escalas a gente espera que a dinâmica essa dinâmica resulta em dos processos como eu já disse de processos ecológicos e evolutivos que vão atuar em Diferentes escalas e que interagem de forma completa eles vão se resultado de adaptações aos componentes ambientais a competição EA predação então é
um quadro geral também que a gente observa entre as vértices é que elas têm uma relação poligonal ou seja elas não podem ser descritas por uma única reta com uma análise de correlação elas em geral formam um polígono que é o que a gente chama dos envelopes de restrição das espécies se vocês vão É que aqui a gente está fazendo demonstrando nesse gráfico uma relação entre a área de distribuição geográfica que está representada aqui no eixo Y e o tamanho do corpo e escala logaritmo para 70 espécies de mamíferos carnívoros da América Então olha só
a gente vê que a relação entre elas formam um polígono que é um polígono triângulo ar e os limites desse polígono eles são é que eles podem ser interpretados de forma ecológica e evolutiva é bastante Interessante o o que a gente consegue ver com esses limites é a gente consegue então com esses polígonos mostrar que eles os limites deles sozinhos de restrições determinísticas que são dadas pelo menos duas dessas linhas né que são dadas pelo tamanho corporal mínimo e pela área de distribuição máxima que esses organismos podem atingir e olha só a gente pode mostrar
aqui o tamanho da distribuição máxima que esses organismos sua dente de é o tamanho do Continente então a maior distribuição que eu posso esperar então eu sei qual é o limite máximo que eu tenho enquanto que a o limite mínimo que a gente pode ver o que a gente pode ver aqui dado por essa linha é o tamanho mínimo que o corpo desses organismos podem atingir esse tamanho mínimo que o corpo pode atingir ele é dado pela polimix fisiológicos desse organismo desses organismos limites fisiológicos Evolutivos para que eles se mantenham funcionais né um tamanho menor
do que esse não seria funcional então é e a gente sabe que existe uma relação entre o tamanho do corpo e o tamanho da área então uma coisa que eles conseguiram mostrar nesse trabalho é que a área de as espécies que estão muito próximas desses limites que a gente encontra dessas linhas que representam envelope de restrição são espécies que estão tem mais chance de estar uma fada de Extinção elas são muito próximas do limite aqui a gente mostra eu coloquei um exemplo olha só as espécies aqui elas são mais e dessas linhas a gente tem
um espaço mais amplo para elas as espécies ameaçadas de extinção são essas representadas em vermelho Então olha só aqui próximo das dez espécies que eu tenho representada nesse quadrante do Triângulo duas estão ameaçadas de extinção aqui eu tenho uma área muito Maior né aqui eu posso visualizar Cinco espécies em vermelho cinco ameaçadas de extinção e três em azul do lado de cá seis em vermelho 3 em azul e daqui 12 em vermelho e 26 em azul quando a gente mede a distância dessas espécies até essas linhas que representam a essa essa esse envelope de restrição
a gente consegue detectar uma relação significativa que as espécies que estão ameaçadas de extinção elas estão muito mais próximas dessas linhas do que as Espécies que não estão G1 e é agora a gente passa então assim mais uma forma que a gente consegue detectar e fazer previsões a partir de análise dessas velhas a partir não é que a gente entende a relação entre essas variáveis ecológicas complexas usando esse pés com partículas ecológicas a gente começa a conseguir detectar padrões de ameaça e padrões de probabilidade de extinção das espécies É uma outra forma que a gente
pode estar analisando também eu sou usando unidades espaciais com partículas ecológicas quando a gente usa unidades espaciais que a gente tava olhando na verdade gente só avaliando Comunidades a gente divide o espaço macro com espaço grande que a gente vai olhar Nossa espaço geográfico em quadrantes o hexagonus a forma como nos convém e cada uma dessas unidades especiais sociais cada um desses quadrantes ele vai ter uma Diversidade uma riqueza de expressão abundância né vai ser uma comunidade E aí com isso a gente consegue avaliar diversas variáveis ecológicas foi assim por exemplo que foi feito foram
feitos estudos avaliando os gradientes latitudinais de diversidade de espécies a gente pode avaliar tanto A Gradiente de diversidade de espécies como do tamanho do corpo do tamanho da prole e depois de avaliar todas essas variáveis em relação O ao é ao espaço né usando como então unidades né como as partículas ecológicas os quadrantes Ah é Então as unidades espaciais podem ser locais e regiões ou comunidades e a gente pode avaliar a riqueza EA composição e pode olhar o tamanho do corpo dos organismos avaliação está meio do corpo a diversidade funcional e filogenética que a gente
já falou sobre ela não afastada então por exemplo quando a gente avaliou aqui a Distribuição espacial da riqueza que foi um dos dos trabalhos primeiros que a gente falou né que a gente sempre repete em todas as aulas Então a gente tem aqui as unidades espaciais são as comunidades e a gente vê a mudança na riqueza de espécies da medida que a gente se afasta do continente bom nesse trabalho é tem uma análise interessante sobre a avaliação parcial do tamanho de Cor na verdade eles fazem para duas dos dois grupos de CP serpentes biperiden e
Lapidem aqui a gente vai mostrar só o resultado pela requerida e que o resultado mais é interessante e aí como acontece para alguns animais ectotérmicos eles apresentam contrário da da regra de Bergman isso é mais claro aqui na América do Sul e se apresentaram ao contrário da regra de BR máquina na no Sul na América do Sul e no velho mundo com os animais apresentando maiores tamanhos corporais próximo da região nas Menores altitudes mais próximas do Equador e aqui também maior tamanho do corpo mais próximo do Equador E à medida que se afasta os aumente
o corpo vão ficando menores é o contrário por exemplo que a gente observa para uma amiga isso é interessante é e eles relacionaram isso com fato de que esses animais eles precisam se aquecer o sol justamente por serem ectotérmicos então eles não podem apresentar o mesmo padrão dos mamíferos uma mifero é E como são endotérmicos não tem essa necessidade de eles precisam de ter uma superfície é uma maior superfície exposta em ambientes mais frios Então se eles tiveram tamanho de corpo muito grande eles têm pouca superfície de contato não vão conseguir ter tempo para ser
que ser Enquanto nas regiões tropicais da para eles atingir tamanhos de corpo maior porque eles precisam ficar menos tempo ao sol para conseguir aquecer dado a superfície corporal então É um resultado bastante interessante aqui inclusive eles não conseguiram ainda encontrar relações com outras variáveis climáticas que explicam o tamanho de corpo desses animais como a temperatura média sendo que a temperatura média foi o fator mais importante explicando o 0,415 aqui ó e os sendo que as outras variáveis importantes foram a precipitação e o gvi que é é uma medida da Ah é Então só para a
modo de exemplifi Car eu trouxe aqui como que é a gente faz um estudo que marcar Ecológico né que a gente precisa dessas grandes bases de dados e de juntar uma série de informações hoje em dia já tá até um pouco mais simples do que o que era feito antes que a forma que eu vou mostrar aqui agora porque antigamente a gente precisava Juntar uma a gente precisava fazer dessa forma agora a gente tem tem saído muitos da tapetes muitos artigos compilações de dados que Permita que a gente possa análises mais robustas com dados direto
antigamente o que a gente fazia era sobrepor áreas de distribuição Então o que a gente fazia a gente tem aqui na América do Sul ela era completamente vídeos em quadrantes por exemplo promessas macroecologicos na América do Sul e nesses quadrantes a gente se colocava a área de distribuição das espécies então aqui eu tenho uma espécie de apresentados nesta área em vermelho Oi e a gente começa a sobrepor a área de distribuição de várias espécies E aí gente consegue então gerar para cada quadrante que a gente tem nesse nesse gráfico Qual é a riqueza de espécies
desesperada né supondo que todas as espécies estivessem presentes em todos os quadrantes de sua área de distribuição geográfica que é uma suposição que a gente sabe que não é completamente correta né as espécies não ocupam a área geográfica completamente Decepção é totalmente continuar mas era melhor aproximação que era possível de se fazer até aquele momento bom então ao final cada quadrante desse assim como no jogo a gente coloca aqui ó para cada coluna uma letra para cada linha 1 número então eu tenho aqui ó nessa nessa coluna a um Quantas espécies eu vou ter para
cada uma dessas cada um desses quadrados eles são representados aqui A1 A2 A3 A4 e a soma das espécies presentes que vão te dar a riqueza Daquela comunidade e assim eu consigo avaliar Então os padrões de variação de riqueza quem é e para estudos com abundância e com outras variáveis é um pouco mais complicado ainda de fazer porque a gente não pode simplesmente sobrepor a riqueza de espécies as ingênua possível sobrepor área de distribuição das espécies Oi e aí a gente vai avaliar então se a a as características das espécies variam Entre as comunidades de
uma forma previsível se eu tenho sobreposição das riquezas de espera sobre a posição da da área distribuição das espécies eu posso caracterizar essas espécies também e colocar o tamanho de corpo calcular uma variação de tamanho de corpo a média de tamanho de pública ela comunidade eu posso fazer uma medida de diversidade funcional daquela daquela comunidade uma de diversidade filogenética daquela comunidade todo baseado nessa Sobreposição das áreas de Distribuição e a gente vai representando isso tudo aqui na matriz E aí uma vez que eu tenho todas essas medidas eu posso correlacionar estas essas variáveis de diversidade
que eu calculei então por exemplo de diversidade funcional da comunidade eu posso correlacionar ela com variáveis ambientais que eu acredito que são importantes que podem ser importantes para explicar minha diversidade de Espécies naquele local da diversidade funcional EA riqueza de espécies diversidade filogenética o fator que eu estiver avaliando em alguns cuidados precisam ser tomados quando a gente vai fazer esse tipo de análise a gente precisa lembrar que nem as variáveis ambientais nem as espécies estão aleatoriamente distribuídas e um princípio da análise estatística é que a gente espera independência das amostras no entanto a gente sabe
que as coisas Estão relacionadas no espaço Por exemplo se eu medir a minha temperatura aqui na praia Campista e eu vou medir a temperatura a temperatura a minha temperatura na temperatura ambiental na praia Campista e a temperatura ambiental temperatura na no Cavaleiros tem mais chance de dar o mesmo valor de temperatura do que se eu medi aqui e medir lá no Rio de Janeiro certo se eu menti aqui IBGE macabro vai ser mais parecido do que esse eu medi lá em Santa Catarina Então existe uma autocorrelação espacial das variáveis climáticas Espero que lugares mais próximos
sejam mais e sempre se então isso queria uma dependência traz as famosas da mesma forma eu espero encontrar uma composição de espécies mais parecida em lugares mais próximos porque eles são mais acessíveis para dispersão para as espécies por exemplo às vezes não é somente pelas variáveis ambientais independente do ambiente como o lugar tá Mais próxima mais fácil que as espécies atinjam esses locais então eu tenho que tomar levar em consideração esta autocorrelação espacial Então é isso é o que descrita na primeira lei da geografia tudo relacionada tudo mas todas as coisas próximas são mais relacionadas
mais similares do que coisas mais distantes é isso que é o exemplo que eu tô dando a comunidades mais próximas vão ser mais parecidas na composição de espécies por causa do Histórico que essas áreas compartilham assim como a as variáveis Clean e as variáveis ambientais as a vegetação tudo tende a ser mais parecido Então essas análises essas coisas não são independentes do espaço então uma coisa que a gente faz é controlar para esta variação espacial a gente mede a distância entre essas localidades e a gente usa estas medidas de distância para controlar para o espaço
as medidas que a gente está fazendo as relações com As variáveis ambientais Além disso Outro fator que é importante de autocorrelação e autocorrelação filogenética que acontece a gente espera que espécies mais parecidas entre si e expressam desculpa Que espécies mais próximas entre si em uma árvore filogenética peças mais aparentados sejam mais parecidos do Que espécies mais distantes entre si simplesmente porque elas são elas são muito apressadas porque elas compartilham um ancestral em comum então Ela tiveram menos tempo com características diferentes Então eu tenho que controlar para essa autocorrelação filogenética para então eu avaliar as avaliação
nas características da espécie em relação ao ambiente que eu tô querendo ver por exemplo se eu quero avaliar eu tenho uma série de serpentes e eu quero avaliar a variação no tamanho do corpo dessas serpentes no espaço geográfico ao longo de um continente Uma das uma coisa que Eu vou fazer é ver qual que é o grau de parentesco entre as espécies e eu vou controlar né eu vou fazer um controle para essas essa proximidade filogenética que ela tem antes de eu com relacionar isso com as variáveis ambientais tem uma série de formas estatísticas depois
é isso a gente não vai entrar nesses detalhes aqui eu tô só explicando o que são cuidado que a gente deve tomar E por que que a gente deve tomar esse Cuidado então ao Alô especial é a propriedade de avisar aleatórias né as variáveis que a gente está medindo das quais se medem os valores aos pares de localidades a uma dada distância um desses essas localidades tendem a ser mais similares entre si quanto mais perto a gente diz que é uma alta correlação positiva quando elas tendem a ser mais diferentes entre si quanto mais perto
estão a gente diz que é uma alta correlação negativa é o mesmo o mesmo padrão de correlação Normal né de correlação de spearman que a gente espera que quando as coisas são mais parecidas com elas são positivas quando elas tendem a variar interações opostos correlação negativa no caso é uma alta correlação positiva os correlação negativa bom e quando essa autocorrelação logicamente é maior do que o esperado para pares de espécies para Paris de localidades observadas ao acaso bom então essa alto com relação ao que Se refere à falta de independência dos azuis devido à proximidade
geográfica que ferem os princípios de estatística aí eu tô voltando já bom então é o que a gente viu na aula agora o final com autocorrelação espacial e autocorrelação filogenética é que a gente deve quando as partículas ecológicas estamos analisando são as espécies a gente deve tomar um cuidado com a autocorrelação filogenética as espécies compartilham uma história Evolutiva que determina as suas características tamanho corporal tipo de alimentação o série de fatores e Expresso apresentadas tendem a apresentar um valor mais similar para um determinado caráter do que o esperado tão a casos não são independentes Então
a gente tem que correr uma análise de autocorrelação filogenética a gente vai analisar o estado com relação filogenética e vai controlar para ela antes de comparar então com e fazer Correlações a seleção de modelos com variáveis ambientais a mesma coisa quando a nossa partículas ecológicas são as unidades geográficas e as pessoas trabalham a gente vai ela autocorrelação espacial vai indicar uma falta de independência entre as observações Assim como para as espécies isso também gera problemas então a gente vai fazer uma análise de autocorrelação espacial como controlar pressão alta correlação espacial antes de avaliar Então a
relação com as variáveis ambientais ou com as variáveis que nos interessam então na aula de hoje a gente viu as respostas das espécies diferentes escalas introduzimos a marca Ecologia falamos que estão as partículas ecológicos que podem ser as espécies podem ser unidades geográficas comunidades é as variáveis ecológicas complexas que são as variáveis que a gente média das nossas partículas ecológicas e que são resultados de Processos ecológicos e evolutivos e fisiológicos e que vão nos ajudar a entender a variação das partículas ecológicas e que a Corre que existem e os interesses variáveis ecológicas complexos e que
da análise destas variáveis ecológicas complexas a gente consegue extrair então uma série de informações como informações para conservação identificar espécies que têm maiores chances de estarem ameaçadas de extinção ou não por exemplo a gente viu A Quais cuidados que a gente deve tomar quando vai fazer análises macroecologicos com autocorrelação espacial e aos com relação filogenética autocorrelação espacial quando a gente trabalha com unidades espaciais como partículas ecológicas e aos com relação filogenética quando a gente trabalhando com espécies como partículas ecológico bom então é é isso gente aula de hoje a gente tira as dúvidas e conversa
um pouco mais sobre ela na sexta-feira para Essa aula vocês vão ter mais tempo para poder responder às perguntas que como eu disse eu tava passando mal não tive como preparar gravar o vídeo tive que gravar depois eu preciso fazer um repouso Mas é isso obrigada espero que vocês aproveitem aula abraço tchau