Olá pessoal saudações histológicas seja bem-vinda seja bem-vinda a mais uma aula de istologia eu sou Hélio E hoje nós descreveremos a histologia do sistema reprodutor feminino os objetivos da aula de hoje são os seguintes apresentar a histologia dos órgãos e estruturas associadas ao sistema reprodutor feminino reconhecer através da microscopia de luz os órgãos que compõem o sistema reprodutor feminino como sempre as referências biográficas sugeridas são istologia básica do Junqueiro Carneiro a bíbliologia test atlas do ros Paulina estelia biologia Suada do kembal tá animado eu tô empolgado hein vem comigo bom galera começaremos a apresentar os
componentes do sistema reprodutor feminino que na verdade ele é formado por duas Gas dois ovários direito e esquerdo duas tubas uterinas direita e esquerda e essas tubas uterinas conflui para um órgão único chamado de útero o qual se abre na vagina Tá além disso estudaremos nessa aula de hoje as glândulas anexas ao sistema reprodutor feminino que são as glândulas mamárias então aqui a gente tem novamente a peça anatômica mostrando os dois ovários direito e esquerdo a gente observa as duas tubas uterinas que se conflui para o útero e o útero se abre na vagina lembrando
o seguinte qual que é a importância desse sistema primeiro os ovários são os locais onde ocorre a produção do gameta feminino que vamos chamar aqui de ovost dois e também local onde ocorre a produção de dois hormônios sexuais femininos chamados de estradiol e progesterona Além disso as vias genitais femininas são locais importantes por as tubas uterinas essa porção mais próximo do ovário é ela que capta o gameta ela conduz gameta para o interior da tuba e a tuba é o local onde ocorre a fertilização o desenvolvimento da nossa espécie então começa na tuba uterina ele
é implantado no ú Aonde Ele termina o seu crescimento Além disso as vias genitais femininas são importantes porque é delas que vai ocorrer a expulsão do indivíduo né na hora do parto e as vias genitais femininas são importantes para a capacitação do espermatozoide para terminar as glândulas mamárias elas são importantes para a produção de uma secreção nutritiva para o recém-nascido legal demais né começaremos então falando dos ovários os ovários como nós havíamos dito eles são um dois eles se encontram na cavidade pélvica existe o ovário direito e o ovário esquerdo e as funções são primeiro
produzir o gameta feminino chamado de ovócito do Se Liga Aí hein e a outra função é a produção dos hormônios sexuais femininos estradiol e progesterona a estrutura histológica dos ovários é a seguinte externamente aqui em azul a gente vê que ele é revestido por um epitélio chamado epitélio germinativo que é nada mais nada menos com epitélio do tipo simples cúbico abaixo em Rosa a gente tem a túnica albugínea ovárica que é um tecido conjuntivo denso ordenado bem desenvolvido que a gente tem aqui agora quando você olha para o ovário nós vamos identificar duas regiões uma
região mais externa chamada de região cortical e uma região mais interna chamada de região medular a região medular Ela é Rica em vasos sanguíneos em Ramos de artérias em ramas de veias das artérias ovarianas e veias ovarianas ele é altamente inervado essa área Além disso existe um conjuntivo frouxo bem desenvolvido a região cortical Ela também tem um tecido conjuntivo ao redor dessas estruturas foliculares que aqui chamaremos de folículos ovarianos notem que nós temos folículos ovarianos de tamanhos distintos pequenininhos médios e grandes estão vendo aqui outro ponto importante existe entre esses folículos um tecido conjuntivo frouxo
sustentando e nutrindo todo esse conjunto folicular então a digital da região cortical é a presença de folículos ovarianos nós não iremos encontrar essas estruturas na região medular essa é uma foto histológica de parte do ovário aonde a gente nota as estruturas foliculares vejam temos elas grandes temos elas médias e temos elas pequenininhas olha o tanto aqui cada pon desse é um folículo ovariano aqui a túnica albugínea e o epitélio germinativo está logo aqui mas não é possível ver nesse aumento a região medular a gente observa Ramos de arteríolas e Ramos e Ramos de vênulas e
muito tecido conjuntivo frouxo então região cortical e região medular Ah agora eu entendi agora eu saquei Então galera hoje nós focaremos na região cortical dos ovários antes de tudo eu quero mostrar para vocês o seguinte assim como nos testículos os ovários também são regulados pelo eixo hipotálamo hipó gônadas o FSH e o LH são hormônios importantes para o funcionamento ovariano então o FSH é o hormônio folículo estimulante e o hormônio LH é o hormônio luteinizante esses hormônios irão atuar aonde na região cortical principalmente relacionados aos folículos ov anos que nós acabamos de ver e o
que é um folículo ovariano hum Boa pergunta hein o folículo ovariano ele é na verdade formado por três estruturas stolid da a mais externa recebe o nome de teca que é um tecido conjuntivo adjacente logo abaixo desse tecido conjuntivo internamente a gente tem uma granulose e esses dois tecidos estão envolvendo uma célula germinativa chamada de ovost um ou osto do de acordo com o está de folículo que você está avaliando se liga aí tá bom tipos de folículos ovarianos então que a gente tem a gente tem o folículo ovariano primordial o folículo ovariano primário que
pode ser de uma única camada ou com várias camadas o folículo ovariano secundário e o folículo ovariano maduro ou de graaf então Note que ambos os folículos tem os três componentes a Teca a granulosa e o osto a Teca a granulosa e o osto a Teca a granulosa e o ovost o que que tá acontecendo aqui nós estamos vendo um desenvolvimento folicular então ele sai do seu estágio mais Inicial que é o folículo ovariano primordial até alcançar o estágio avançado maduro que é o folículo ovariano maduro ou de graf Tá bom o que faz ele
sair desse estágio até esse principalmente a ação esse hormônio aqui o FSH por isso que ele chama hormônio folículo estimulante e o que que ele vai fazer ele vai aumentar a Teca ele vai aumentar o número de granulosa e ele vai e esse aumento proporciona o desenvolvimento do gameta no interior Tá bom então esse esse são os pontos importantes quando se trata de região cortical quando se trata dessa relação de desenvolvimento folicular e Ação hormonal beleza vamos estudar um pouquinho de cada um da hipologia desses folículos ovarianos começaremos pelo folículo ovariano primordial Então galera quando
a gente estuda o folículo ovariano primordial o que que ele vai ter ele vai ter o gameta ele vai ter a granulosa e ele vai ter a Teca A diferença é que a granulosa ela é só tem uma camada e ela é formado por células pavimentosas Então são são os menores folículos que se tem conhecimento eles ficam bem próximo à túnica albuginea ovárica tá vendo Então tudo esse conjuntinho aqui são os folículos ovarianos primordiais eles são o estoque da mulher então a mulher nasce com um número X de folículos ovarianos esses folículos ovarianos são recrutados
durante a fase reprodutiva para o processo de foliculogênese e nessa foliculogênese o evento final é a ovulação a liberação do gameta feminino Tá bom então o que a gente observa se a gente for aqui na cortical e a metar de tamanho a gente nota os folículos orianos primordiais essa grande célula no centro é o ovo óo um essas células achatadas pavimentosas é a granulosa e o conjuntivo bem Delgado ao redor é a Teca então você vê num aumento maior vários folículos ovarianos primordiais no esquema a gente vê o ovócito um no centro a granulosa pavimentosa
ela é um epitélio tá então por isso que a gente observa uma lâmina basal da granulosa E essas células semelhantes a fibroblastos São na verdade células da Teca que é um tecido conjuntivo adjacente tá vendo Então a gente tem aqui o núcleo do ovost o citoplasma dele bem desenvolvido tá vendo a gente chama isso de o plasma Tá bom então esse é um folículo ovariano primordial é o que se tem maior quantidade no ovário nosso próximo estágio desenvolvimento é o folículo ovariano primário ele também vai ter um ovócito um ele vai ter granulosa ele vai
ter a teta igualzinho o anterior só que agora a granulosa pode ter uma ou várias as camadas e quando você tem uma camada só a granulosa não é mais pavimentosa ela é cúbica tá vendo olha aqui ó pem uma granulosa cúbica a Teca ainda é bem observada apesar de ser delgada no esquema e a gente nota aqui uma foto histológica tá vendo esses núcleos redondinhos aqui ao redor do ov do ovost é a granulosa com uma única camada e ao redor a gente tem a Teca conjuntiva bem delgada tão vendo aqui agora o outro folículo
ovano primário a granulosa já é estratificada já tem mais de uma camada tá vendo olha como que já tá ficando grande aqui a gente consegue ver o ovócito um a gente vê agora uma um detalhe importante tá vendo que entre o ovócito um e a granulosa estratificada a gente tem uma camada bem delgada Rosinha aqui essa camada bem delgada Rosinha recebe o nome de zona pelúcida tá vendo zona pelúcida ela começa a aparecer no folículo ovariano primário com várias as camadas e qual que é a importância dessa zona pelusa ela vai ter proteínas chamadas zp1
zp2 zp3 essas proteínas serão importantes para o processo de fertilização então na ovulação você libera o ovost dois e a zona pelua ao redor e um pouquinho de granulosa a gente vai ver isso nas próximas aulas nosso próximo estágio é o folículo ovariano secundário Então veja nós temos o ovost um a zona pelúcida a granulose estratificada só que agora o que a gente observa que na granulosa entre a celusa granulosa vai aparecer uma cavidade essa cavidade recebe o nome de antr folicular E além disso a Teca agora fica aumentada a Teca tá aumentando de tamanho
então note galera que a medida que os folículos vão desenvolvendo vão ficando cada vez maiores aí a gente então tem que a granulosa aquele antro folicular a gente vê aqui a zona pelusa o ovost um a gente nota que a Teca olha como é que a Teca já tá bem desenvolvida tá vendo é mais aquela te Teca delgada que a gente via nos estágios anteriores aí o autor veio aqui e fez um esquema tá vendo a gente vê a granulosa a gente vê o antro a gente vê a Teca bem desenvolvida a lâmina basão de
granulosa se apoia agora o que a gente nota é o seguinte na istologia então a gente vê aquela granulosa bem estratificada tá vendo olha que bonito o ovosso tá aqui ó aí esse cavidade que apareceu essa cavidade é antro o que tem aqui tem líquido folicular que que você pode encontrar nele pode encontrar hormônio Você pode encontrar proteínas aminoácidos glicose íons e principalmente água em grande quantidade tá bom aí a gente nota que a Teca olha como é que a Teca tá bem desenvolvida ela tá tão desenvolvida que a gente pode falar de teca interna
e Teca externa a Teca interna é aquele conjuntivo próximo a granulosa e a teex tnica conjuntivo mais distante da granulose É mesmo é nosso próximo estágio é o folículo aliano maduro ou de graaf aqui galera a gente tem o ovoso não mais no estágio um e sim no estágio dois quando eu falo ovost um é aquele que estava parado na meiose 1 para ele se tornar o vosto dois Ele termina a meiose 1 e começa a meiose do e para ele só termina a meiose do se ele for fertilizado Olha aqui que interessante tá vendo
então aqui a gente nota que nesse estágio estágio de de folículo ovano maduro a gente continua tendo a zona pelusa o ovost que agora é o ovost dois o antro olha como é que o antro cresceu Tá vendo como é que antro tá grande a gente já começa a ver uma granulosa muito junto ao gameta essa granulosa recebe o nome de Corona radiata e existe uma granulosa que forma uma ache tá vendo um granulosa de cúmulos óf existe uma outra granulosa que está junto a Teca interna e a Teca externa tão vendo na histologia a
gente vê isso acontecendo a gente tem a Teca interna a Teca externa aquela granulosa o cúmulo óf a Corona radiata e o ovost aqui tá vendo e repara que ele vai migrando pra região cortical vocês estão percebendo que ele tá migrando pra região cortical aqui só a Tito de curiosidade tá galera esse aqui é um folículo ano primário Olha a diferença de tamanho desses dois folículos ovarianos primários para o folículo ovariano terciário olha como é que ele é grande bem grande tá vendo e ele está migrando para a região mais cortical para a túnica Albin
ovárica para o processo de ovulação bom agora a gente tem um ponto importante para falar de biossíntese dist estradiol pelas células foliculares ou células da granulosa mesma coisa Tá bom então aqui no esquema a gente tem o seguinte a granulosa e a Teca tá vendo aqui ó granulosa e a Teca e a lâmina basal Eu já mostrei esse esquema aí o que a gente nota é o seguinte nesse esquema do kaisen Bauer a gente vê a granulosa a gente vê aqui logo aqui a Teca isso aqui é o ovost tá bom a zona pelusa e
o osto aqui que que tá Por que que tá mostrando isso porque a biossíntese estradiol demanda tanto granulosa quanto células da Teca Então a gente tem aqui as células da Teca são aquelas células com conjuntivas e elas têm receptores para LH tá vendo Então o LH ele é importante porque ele estimula a internalização de gordura e ele estimula a biossíntese de um precursor de estradiol que a gente vai chamar de androstenediona Então as células da Teca produzem androstenediona que é lançado para a granulose a granulose internaliza essa androstenediona essa androstenediona ela vai ser convertida em
estradiol quem vai fazer isso aromatase quem estimula todo esse esse sistema o FSH estão vendo aqui olhe também que a granulosa tem receptores para LH então o FSH além dele estimular o crescimento folicular ele é importante para estimular a produção de estradiol então aqui a gente tá vendo um esquema aonde a gente nota que as células da Teca tem receptores para LH o colesterol é convertido em and idona a andida é lançada a circulação sanguínea ou vai lá pra granulosa e a aromatase estimula a andoc nida em estradiol e o estradiol é liberado pra circulação
sanguínea beleza Lembrando que a célula granulosa tem receptores para FSH o FSH ele é de sua importância para essa biossíntese de estradiol todos os folículos ovarianos irão ovular não pelo contrário a maioria deles irão entrar no estádio degeneração chamado de atresia folicular Então atresia folicular galera é quando o folículo ovariano não ovula então ele entra numa degeneração Então na verdade o que eu falo pros alunos é o seguinte a maioria entra em anesia a minoria é que vai ovular interessante né Então essa foliculogênese ela recruta um grupo de folículos os primários primordiais e primários E
esse grupo de folículo entra na foliculogênese secundário terciário e desses um irá ovular né e chegará ao sucesso que é liberar o seu gameta para a turba uterina os outros irão entrar em degeneração Então a gente tem aqui nessa foto vários folículos atrésicos ó esse atrésico esse atrésico esse atrésico esse atrésico esse atrésico tá vendo é ess é uma explicação importante quando a gente fala de desenvolvimento e degeneração de folículos ovarianos bom chegou naquele estágio maduro o folículo então ele vai ser ovulado ele vai liberar quem o ovost dois o ovócito dois então ele é
liberado num processo chamado de osita ovulação então aqui a gente tem uma foto mostrando essa ovulação ocorrendo o que permite que essa ovulação ocorre principalmente a liberação do hormônio LH o LH ele é importante para para a maturação final do folículo ovariano ele é importante para a ovulação e ele é importante para o desenvolvimento de uma estrutura pós ovulação que recebe o nome de corpo lúteo Então esse processo de ovulação Imagine só nós temos revestindo o oval externamente um epitélio e um conjuntivo bem espesso chamado de túnica albinia ovárica Para que ocorra a ovulação eu
preciso Superar Essa barreira conjuntiva E aí por isso que o LH é importante el estimula as células conjuntivas ou interfaciais ao folículo a liberar muitas enzimas que estão relacionadas com a quebra de colágeno Aí você quebra aquele colágeno pontual naquela região e aí você você tem um aumento daquele líquido folicular Tá no antro folicular tá na cavidade folicular e Esse aumento da pressão ele é importante para expulsar o o osto para a tuba uterina aí a tuba uterina capta esse osto mais um conjunto de granulosa que é liberado então o que que é liberado o
ovost do a zona P lúcida e um conjunto de granulosa que era a Corona radiata que a gente já viu Nessa aula e aí então Note que vai ficar no ovário A grande maioria de conjuntivo de teca e de granulose Então esse remanescente que vai ficar no ovário vai formar uma nova estrutura que a gente vai dar o nome de corpo lúteo que veremos logo em seguida então a ovulação depende Depende de ação hormonal depende da pressão intra folicular para a expulsão do ovo osso e da granulosa da Corona radiata E aí a gente tem
um remanescente que fica no ovário que vai dar origem agora ao corpo lúteo então nosso próximo ponto é falar de corpo lúdio ou corpo Amarelo o corpo Amarelo recebeu esse nome porque ele as suas células são ricas em gordura e de acordo nós vios de acordo com a dieta essa gordura pode adquirir uma cor uma cor amarelada e essa gordura é importante porque ela é a precursora dos hormônios que irão ser produzidos por essa glândula ela é uma glândula endócrina então a função dessa glândula desse corpo lúteo é produzir progesterona e estradiol principalmente progesterona e
esse corpo lúteo ele vai ter duas populações de células A primeira é a as grânulo luteínicas que são mais internas e as mais externas são as Tec luteínicas Então veja o seguinte Olha a lógica nós temos aqui aquele folículo ovariano maduro né a granulosa a Corona radiata a zona pelusa e o ovoso dois então o que vai ser liberado é só esse conjunto aqui ó tá que vai ser ovulado esse outro conjunto de granulosa e de teca fica no ovário Então veja que esse conjunto de granulosa que fica no ovário vai formar essas células aqui
ó grânulo luteínicas e as células da Teca interna vão formar as Teca luteínicas e a Teca externa vai formar a cápsula do corpo lúteo Olha que legal tá vendo que tudo tem uma lógica É mesmo é então a gente tem aqui nesse esquema a cápsula que é formada pela Teca externa essas células mais externas e menores são as Tec luteínicas E essas mais internas e maiores são as chamadas de grânulo luteínicas Então essas células tanto a granul luteínicas quanto as Tec luteínicas que vão produzir os hormônios sexuais a partir de agora principalmente a progesterona que
ainda não estava sendo produzida no desenvolvimento dos folículos tá se liga aí tá bom Note que vai formar uma um pequeno lumem aqui tá vendo aonde por isso que alguns autores chamam isso aqui de folículo vazio no passado chamados de folículo vazio na verdade o nome correto o nome científico é corpo lúteo e ele vai crescendo Tá vendo Por que que ele cresce porque o LH está sendo liberado e o LH estimula o crescimento do corpo lúteo e estimula ele a produzir cada vez mais progesterona e estradiol só que nem tudo é eterno né galera
esse corpo lúteo quando o LH diminuir ele vai entrar em morte ele vai degenerar e vai formar uma cicatriz essa cicatriz que se forma recebe o nome de corpo albican então aqui a gente tem uma foto do corpo lut em Aumento menor aquele espaço vazio né esse espaço vazio aqui e ao redor a gente tem a parede formada pelas células secretoras granul luteínicas e Teco Tec luteínicas e externamente a gente tem a cápsula conjuntiva num aumento maior as granulas luteínicas são maiores e menos coradas e as Tec luteínicas são menores e o citoplasma é é
mais escaro e são mais corados estão vendo aqui e aqui a gente tem a cápsula que veio da Teca externa biossíntese de estradiol de progesterona pelo corpo lúteo então a gente viu a biosin estr diol lá no desenvolvimento folicular não confunda alhos com bugalhos hein Agora a gente vai ver no corpo lúteo que é outra história então no corpo lúteo O que que a gente nota a gente tem então aquelas células Tec luteínicas ou Tec luteínicas e a gente tem aquelas células granul luteínicas ou granulos luteínicas ambas as células tem receptores de LH tão vendo
aqui então o LH ele é o hormônio que estimula as duas populações de células e aqui a gente nota o seguinte que o colesterol e o LDL serão eh matérias primas importantes para a produção novamente da androstenediona e a androstenediona ela vai formar através da ação da aromatas o estradiol beleza mas aí a gente tem também a síntese de progesterona que é via pelo próprio colesterol que está dentro da célula granula luteína e aí a gente tem a liberação de progesterona então a cstr diol continua a mesma através do precursor Anderson diona que veio lá
da da da Teca da Teca luteínica Entretanto a progesterona ela surge de uma outra via metabólica Note que ainda os receptores de FSH estão presentes mas o LH se torna o hormônio principal para a produção dos hormônios sexuais o estradiol e a progesterona então aqui a gente tem um esqueminha Olha que legal aquelas células aquelas células tecol teínas receptores para LH e HCG Guarda esse nome aqui HCG Então a gente tem que colesterol sendo convertido em andoc n diona que vai lá paraa GR pra granula luteínica e ela é convertida em estradiol né pil aromatase
E aqui o colesterol entra numa outra via bioquímica para produção de progesterona que é lançada na circulação sanguínea corpo obcas como eu havia dito ele é uma cicatriz conjuntiva é um tecido conjuntivo fibroso é um colágeno porque o corpo lúteo degenerou porque o LH baixou E aí formou-se um conjunto de fibras colágenas então o corpo albicans ele é uma cicatriz conjuntiva da degeneração do corpo lúteo Por que que isso aconteceu porque o LH diminuiu então numa foto se a gente ver aqui ó e fazer uma análise histológica a gente vai ver basicamente o quê fibras
colágenas fibroblastos e alguns vasos sanguíneos é uma cicatriz só isso simples assim visão geral da histologia e endocrinologia dos ovários nessa nesse nesse slide eu quero mostrar para vocês o seguinte os eventos morfológicos e os eventos endocrinológicos que acontecem na função ovari Olha que legal eu passei uma reta ela parece que tá meio torta né mas é proposital tá vendo que essa reta pegou um pedaço desse folículo ovariano maduro ela tem um sentido tá então Note que a gente tem aqui na cortical um ciclo tão vendo um ciclo ovarian a gente tem o desenvolvimento folicular
e a gente tem aqui a ovulação e a gente tem aqui o desenvolvimento do corpo Lú e ele regride forma o corpo albas novamente desenvolvimento folicular do primordial secundário terciário depois ovulação a gente tem a formação do corpo lúteo e depois ele tem a degeneração do corpo Lú depois de novo tá vendo é um ciclo um ciclo o que que acontece nessa primeira fase do ciclo essa primeira fase do ciclo quem domina é o hormônio FSH hormônio gonadotrófico que veio lá da hipófise lá da D hipófise então FSH é um hormônio folículo estimulante ele estimula
o crescimento folicular mas ele estimula o que também a liação de estradiol nós já vimos isso aqui nessa aula tá vendo que legal e o estradiol tem qual importância uma grande importância principalmente para as vias genitais femininas veremos logo em seguida agora na outra fase do ciclo a gente tem quem Qual o hormônio o LH o LH é importante pra maturação final desse folículo então aquele término da meiose um início da meiose 2 no ovoso quem estimula isso é o LH ele estimula ovulação a gente viu isso e ele estimula o desenvolvimento daquelas células granulosas
e da tecla que ficaram do folículo que ovulou para formar o corpo lúteo E aí o LH estimula quem a produção de estradiol e progesterona principalmente progesterona tá então essa segunda fase do ciclo ela é progestacional e a primeira fase do ciclo ela é a base de estradiol tá vendo que legal então isso é importante porque isso cria um balanço hormonal mensal do sexo feminino Ah agora eu entendi agora eu saquei isso interfere principalmente no endométrio lá no útero que a gente vai ver agora mesmo então Esso é só para vocês verem o que que
tá acontecendo relacionando os pontos morfológicos desenvolvimento e os pontos endocrinológicos que andam juntos isso anda junto esse ovost secundário ele vai ser captado por quem pela turba uterina então começaremos a falar das vir genitais femininas começaremos pelas tubas uterinas direita e esquerda anatomicamente galera a tuba uterina é dividida em três partes na verdade quatro a primeira parte recebe o nome de infundíbulo a segunda parte recebe o nome de ampola a terceira parte recebe o nome de ísimo e a última parte recebe o nome de intramural o que a gente nota é o seguinte que ampola
é a área mais dilatada da tuba a região infundibular ela abre na cavidade pélvica então Note que a turba uterina não está ligada fisicamente ao ovário Olha que legal ela se abre então quando ocorre ovulação a tuba literalmente capta o ovócito que ovulou e leva ele para o interior da tuba para a região da âmpola aonde ocorre a fertilização aí ocorreu a fertilização o corpo começou o desenvolvimento o indivíduo em desenvolvimento em crescimento é levado para as outras as regiões até chegar no útero e no útero ele vai se implantar no endométrio uterino tá bom
Timo é uma região de estreitamento porque aola é dilatada e o is ele vai diminuindo o lume da tuba Até chegar na região intramural que tá na parede do útero Tá bom então a região da do infundíbulo ela tem uns formatos de dedo esses dedos recebem o nome de fimbrias fimbrias do infundíbulo Qual que é o propósito disso as fimbrias aumenta a superfície de captação do ovost ovulado Então as fimbrias quando quando o está quase no momento da ovulação literalmente a tuba ela varre a parede superficial do ovário na expectativa de receber ovulação E então
a tuba ela vai contraindo e quando ela contrai ela vai passando por cima da parede ovariana para captar o ovost ovulado olha que legal e as fibras elas aumentam a superfície de contato para a captura do vosto dois tá bom e a ampola então é o local de fertilização Então quando você pega a análise histológica da tuba nós vamos estudar a ampola tá e a ampola Ela é formada por uma mucosa pregueada ela tem uma camada muscular bem desenvolvida e uma camada cerosa revestindo ela externamente tá bom a mucosa Então ela está em contato com
o ovoso ou com o indivíduo que está em desenvolvimento e quando você olha essa área aqui isso aqui tudo é região mucosa Por que que ela é pregueada Ela é cheia de pregas assim cheia de projeções tá meio que quase que obstruindo o lume não é uma obstrução ela ocupa né grande parte do lume essas pregas Tá bom olha que prega bonita tá vendo externamente a gente tem a camada muscular e externamente a gente tem um tecido que a gente chama tecido conjuntivo subseroso e externamente a gente tem a cerosa a cerosa basicamente é a
mais delicada das três tá e a cerosa ela tem um epitélio de revestimento simples mentoso e um um conjuntivo frouxo bem delicado se eu vier aqui na região mucosa nessas pregas e aumentar de tamanho o que que eu vejo eu vejo o epitélio de revestimento simples prismático com cílios Ó tem cílios hein Será que a importância desses cílios aqui hein galera e uma lâmina própria é formada por tecido conjuntivo frouxo Essa é um aumento maior da mucose tá bom os cílios tem duas importâncias aqui primeiro eles batem sempre no sentido útil então eles ajudam a
conduzir o osto ou conduzir o indivíduo recém formado até ele chegar no útero e o Círio aqui tem uma ação de filtragem filtração ele impede Que moléculas estranhas que vem subindo aqui pelo canal vaginal pelo útero e pela tuba que chegue na região pélvica porque a região pélvica aqui aqui é aberto tão vendo Então pode chegar um agente estranho que pode causar algum problema patológico na região pélvica feminina Tá bom então o cí tem duas importâncias A primeira é condução e a outra impedir que agentes estranhos alcancem a cavidade pélvica legal demais né a camada
muscular é formada por músculo liso tá bom se liga aí então que tudo é músculo liso tá certo isso dá o peristaltismo tubário que a gente observa então peristaltismo tubar também é importante para conduzir o embrião até ele chegar no útero nosso próximo segmento é o útero né então o útero é esse órgão único altamente musculoso então quando a gente estuda o útero e a atomicamente ele tem as seguintes regiões ele tem o fundo fundo é aqui tá galera engraçado né o fundo é uma região que tá acima da abertura das tubas o corpo que
é a grande parte o Timo e o colo uterino tá e o colo uterino se projeta para o canal vaginal então a gente agora vai analisar o seguinte como é que se estuda a histologia do útero a gente estuda a histologia da parede uterina então a parede uterina que a gente vai estudar é a parede de fundo e de cor tá galera e aí a gente nota o seguinte quando você vem aqui nessa parede e aumenta põe na histologia gente vê então que o útero ele é formado por três camadas histológicas a mais interna é
chamada de endométrio uma camada muito grande gigante que é chamada de mometro e a camada mais externa mais delgada é chamada de perimetro perimetro é como se fosse uma camada cerosa formada por um epitélio simples pavimentoso e um tecido conjuntivo frouxo bem delicado a maioria a camada a camada que ocupa grande espaço da parede uterina é o miométrio tá vendo que é uma camada de músculo liso altamente vascularizado ó cheio de artérias cheia de veias tá então ela é bem bem rigada e rico em músculo liso e a camada mais interna que tá corado em
roxo aqui é o endométrio basicamente e quando a gente estuda o endométrio que tem uma grande importância para nós na embriologia o endométrio então ele é formado pelo seguinte an aqui comigo aqui ó ele tem um revestimento de epitélio simples prismático pode ter cílios ou não tá e note que eu tenho glândulas chamadas de glândulas uterinas estão vendo aqui e essas glândulas uterinas são glândulas exas simples tubulosas ramificadas tão vendo que legal a gente tem um tecido conjuntivo endometrial tão vendo aqui legal tecido conjuntivo endometrial que também é altamente vascularizado aqui ela é legal mostrar
o seguinte que a vascularização do endométrio ela vem de uma artéria que tá saindo lá do miométrio Então essa artéria uterina forma uma artéria ariada essa artéria ariada forma uma artéria Radial e essa artéria Radial ela se divide num ramo reto e num ramo espiralado tá vendo olha aqui ó esse ramo todo espiralado esse ramo espiralado ele se ramifica mais próximo ao epitélio tá vendo Então isso é importante por quê Porque quando a gente for estudar ciclo menstrual essa irrigação tem uma grande importância tá então a gente fala que esse endométrio aqui que recebe a
irrigação dessa artéria espiralada recebe o nome de endométrio funcional e esse endométrio que recebe a irrigação dessas artérias retas recebe o nome de endométrio basal então continuando histologia do endomet durante as fases do ciclo menstrual o ciclo menstrual galera é o seguinte é nada mais nada menos que a modificação do endométrio de acordo com um estímulo hormonal é basicamente isso Então veja que a fase menstrual é quando o endométrio se descama só que o endométrio ele não se descama na sua totalidade você ele é descamado apenas 2/3 dele esses 2/3 é referente ao endométrio funcional
que eu acabei de falar e um terço que fica é aquele endométrio basal então o que que acontece então a fase menstrual é Aquela fase em que você descama você perde parte 2/33 do endom a fase proliferativa é a fase em que você vai recuperar esses dois ter3 Que se perderam na menstruação essa fase proliferativa também é chamada de fase estrogênica ou seja é uma fase que coincide com o aumento de qu hormônio estrogênio que tem relação com qual o hormônio da hipófise FSH então Note que o FSH estimula o desenvolvimento dos folículos e o
desenvolvimento folículos aumenta a o nível de estrógeno e esse estrógeno que é liberado no sangue ele vai atuar em toda parte do do do corpo feminino em especial no útero recompondo os 2 ter3 que foram perdidos por isso que chama fase proliferativa então o estrógeno aqui tem a grande importância de recuperar os dois teros perdidos e após essa recuperação desses dois ter3 nós temos a próxima fase que é a fase secretora ou progesteron essa fase coincide com ovulação ovulou formou-se o corpo lúteo o corpo lúteo começou a produzir quem progesterona a progesterona então vai lá
no no endométrio que já foi reconstruído e o que que acontece agora essa progesterona estimula aquelas glândulas uterinas que eu acabei de mostrar a secretar a produzir substâncias essas substâncias erão importante para a manutenção do embrião temporariamente antes que ele se implante no endométrio materno tá vendo se você não entendeu rebobina aí hein isso é importante então quando a gente fala de fase secretora ou fase progesteron é aquele endométrio em que suas glândulas uterinas estão com intensa atividade secretora por quê Porque o LH tá alto mas o LH não tá atuando nas glândulas uterinas ele
tá atuando aonde no corpo lúteo e o corpo Lú liberando quem progesterona e a progesterona está estimulando o endométrio especialmente as glândulas uterinas a produzir secreção essa secreção é importante para manutenção temporária do embrião que ainda não se implantou Olha que legal galera Ah agora eu entendi agora eu saquei então a gente vê aqui aquele ciclo avaliando novamente o FSH estimulando a o estradi a granulose liberar estudi estudi vai lá no endométrio recompõe ele recompõe ele tá vendo E aí a gente tem a próxima fase que é o LH que estimula a ovulação e a
formação do corpo lúdio corpo lúd libera a progesterona essa progesterona vai lá no endométrio que se recompôs e estimula aquelas glândulas recém formadas a liberar secreção Olha que legal galera isso é bonito dema velho olha que lindo agora olha que coisa interessante a gente tem histologia disso Isso é mais bonito ainda então a gente nota que quando você olha um endométrio na fase proliferativa nessa fase aqui as glândulas uterinas que serão o nosso marcador biológico Então as glândulas uterinas já estarão recompostas e elas têm um aspecto tubular bem e com lumem bem fechadinho agora aquele
endométrio aquele endométrio na fase secretora que tá recebendo ação de progesterona as glândulas Já não são mais tubulares elas são mais contorcidas e o lumem é bem amplo tá vendo ó olha o lumem amplo Olha que no aumento maior Olha o lume dessa glândula e olha o lume dessa glândula diferença essa glândula tá produzindo muita secreção porque a progesterona tá ali estimulando ela que veio lá de onde do corpo útil agora Olha só que coisa interessante quando a progesterona tiver muito alta ela faz um feedback negativo quando o LH abaixa o seu nível o que
que acontece o corpo Lú degenera o corpo Lú degenera a progesterona diminui aí a gente tem o quê a fase menstrual então a fase menstrual é uma resposta do endométrio a diminuição de progesterona e aí o que que aconteceu pede-se os dois terços aí no próximo mês você tem novamente isso tudo acontecendo uma reconstrução uma estimulação Se não houve a não houve implantação você tem de novo a menstruação Aí eu te pergunto o seguinte o que que aconteceu aqui aí a gente volta aqui veja que quando a progesterona diminui essa arteríola espiralada ela se contrai
Olha que coisa interessante Então o progesteron diminuiu Essa arteríola é espiralada se contrai quando ela se contrai ela interrompe o fluxo sanguíneo para o endométrio funcional E aí o que acontece todo esse tecido morre porque o fluxo sanguínio diminuiu mas Note que aqui embaixo Você tem uma irrigação independente das arteríolas espiraladas são essas artérias retas por isso que fica 1/3 basal Por que que que fica um terço basal para reconstruir novamente isso aqui pro próximo para próximo ciclo tá vendo que coisa interessante Então esse esse 1/3 basal é 1/3 que fica a células tronco que
fica todas as células que vão reconstituir esse 2/3 que se perde e a gente precisa aqui agora para essa reconstrução do estradiol Olha que legal hein galera bonito demais não é muito bonito isso aqui quando ocorre a implantação do embrião ou seja nós temos uma gravidez em andamento Por que que você não tem a descamação do endométrio Porque se o endométrio descamar você libera um ambrião aí acabou já era não pode que que o endométrio continua íntegro porque o embrião produz um hormônio semelhante ao LH chamado de Bet HCG o Bet HCG ele tem uma
função semelhante ao LH então aquelas células que nós acabamos de estudar a células Tec luteínicas e Gran luteínicas T receptores para LH e para Bet HCG volta lá você vai ver vou trar que você vai ver tá então o embrião ele mantém um endométrio íntegro mesmo com lh baixo porque ele produz o Bet HCG que vai fazer às vezes do LH bonito mais né veremos isso na aula que vem então por que que progesterona chama progesterona galera porque a progesterona é o hormônio prestação é o hormônio que possibilita a gestação então a progesterona ela que
mantém o endométrio íntegro porque na nossa espécie o embrião se desenvolve no endométrio funcional nesse endométrio aqui ó é aqui que ele se desenvolve nem desenvolve aqui embaixo ele desenvolve nesse endométrio superficial chamado de endométrio funcional legal demais né bonito demais olha esse gráfico galera que lindo olha esse gráfico olha aqui presta atenção nós temos aqui ciclo aviano nós temos aqui as concentrações hormonais do plasma relacionado com cicl ovariano nós temos aqui os hormônios produzidos desse ciclo ovariano aqui e nós temos aqui nesse último gráfico o endométrio em desenvolvimento e regressão Então olha que facilidade
hein quando o FSH estiver alto ele estimula quem a foliculogênese a foliculogênese e a foliculogênese libera quem o estrógeno tá vendo agora quando o LH estiver alto estiver aumentando entrar num pico ele estimula quem a ovulação consequentemente ele estimula quem a produção a formação do corpo lúteo e esse corpo lúteo ele é importante para quê paraa produção de estrógeno e principalmente o quê progesterona Note que eu tenho estrógeno ainda mas a progesterona é o que ele tá chamando mais atenção aqui então os níveis de progesterona aumentaram concientemente com o desenvolvimento de quem do corpo lúteo
que precisou de quem de LH mas aqui agora o que que aconteceu o LH diminuiu por quê Porque gesterona aumentou fez um feedback negativo a diminuição de LH faz com que o corpo Lú degenere e Forme o corpo albicans então quando o corpo glúteo vai degenerando ele vai diminuindo produção de quem progesterona e estradiol essa diminuição leva a o quê leva agora ao que nós chamamos de menstruação então olhando os hormônios sexuais o estrógeno é importante para recomposição dos dois ter3 a progesterona é importante para que as glândulas uterinas fiquem bem desenvolvidas e secretem além
disso a progesterona cria um endométrio receptivo para o embrião e quando esses dois hormônios caem dramaticamente a gente tem a descamação dos dois terços funcionais do endométrio Olha que legal galera esse esquema para mim ele é didático ele fecha toda a nossa aula de ovário e de vias genitais até útero Olha que legal esse esquema Vamos falar agora de colo uterino o colo galera ele não descama como descamou o fundo e o corpo do útero mas é importante estudar colo por quê colo ele tem uma organização histológica um pouco diferente do que a gente viu
até agora no endométrio do corpo e do Fundo O que a gente nota o seguinte que existe ainda aquela camada muscular que é o miométrio existe aquela cerosa também mas aqui a mucosa que vai ser o diferencial a mucosa nós vamos ter duas mucosas nós vamos ter uma mucosa da endocervice que tá olhando pro Canal cervical e uma mucosa de ectocervice que tá olhando para o canal vaginal tá então voltando aqui nesse esquema a gente vê uma vista da ectocervice então aqui tudo ao redor já é a vagina tá então esse é o ectocervice e
a endocervice ela fica no canal tá vendo lá no canal do colo uterino e quando a gente olha então para o canal uterino a endocervice Ela é formada por epitélio de revestimento simples prismático e abaixo a gente vê as glândulas cervicais tá e as glândulas cervicais produz uma secreção bem mucosa mais importante ainda é que nó temos uma transição Endo entre endocervice e ectocervice essa transição recebe o nome de zona de transformação do colo é onde o epitélio Deixa de ser simples e torna-se estratificado tá V vendo olha como é que ficou estratificado Essa é
a zona de transformação ela é importante porque aqui pode surgir várias células modificadas que pode gerar no futuro o carcinoma de colo uterino essas glândulas cervicais quando elas são obstruídas o seu ducto é obstruído forma uma condição chamada de cistos de nabo então cistos de nabo Na verdade uma secreção de colo represado tá e aqui a gente vê nitidamente a a ectocervice surgindo tá vendo epitélio estratificado Que bonito tá vendo olha o epitélio estratificado Que lindo e aqui as glândulas cervicais tão vendo aqui olha o epitélio ectocervice como é que ele é estratificado pavimentoso e
a gente vê a lâmina própria e a gente vê que a endocervice formada por epitélio simples prismático e as glândulas cervicais logo abaixo a lâmina própria e quando se fala então de colo uterino existe um exame chamado de papo nicolal um exame muito importante porque você faz a raspagem do colo e essa a raspagem do colo você traz células epiteliais e você põe essa raspagem numa lâmina histológica e você faz uma coloração de papa nicolal e a coloração de papa nicolal ela mostra as células epiteliais daquela endocervice ou da ectocervice e aqui a gente vê
a característica de células epiteliais normais tá vendo ó núcleo picnótico e citoplasma bem eosinofílico Isso aqui é uma um raspagem é normal aqui a gente já tem uma raspagem com células modificadas olha como é que são células aberrantes tá vendo olha os núcleos Como é que os núcleos são bem aberrantes isso aqui não tá normal não então aqui o ginecologista o Clínico vai avaliar essas alterações relacionadas com esse exame de Papa Nicolau então um exame muito importante o exame preventivo para o câncer de cola uterino nosso próximo segmento é a vagina a vagina é o
órgão que vai receber né o o órgão copulador que é o pênis Então os espato zooides são lançados no canal vaginal a gente vai estudar a histologia da parede de vagina tá galera é então a histologia da parede da vagina O que mais me chama atenção é que ela tem uma mucosa formada por epitélio de revestimento estratificado pavimentoso e uma lâmina própria logo abaixo depois a gente tem um tecido muscular tá vendo bem desenvolvido logo abaixo dessa mucosa e uma adventícia mais externa mas quando se fala de vagina O que mais me chama atenção é
esse epitélio vaginal aqui ó vocês estão vendo que o epitélio ele é o epitélio mais corado próximo do conjuntivo e menos corado mais distante do cortivo tão vendo esse epitélio aqui mal corado que não é muito observado em epcd epiteliais de revestimento pente estratificado são células epiteliais ricas em glicogênio né então aqui quando ocorre a diferenciação dessas células mais basais para células mais diferenciadas mais mais apicais a medida que elas vão diferenciando elas vão acumulando glicogênio essas células epiteliais e aí esse glicogênio ele é importante porque quando ocorrer a descamação dessas células iais essas essas
células epiteliais escamadas ricas em glicogênio serão importantes para uma microbiota vaginal que a mulher tem então essa microbiota vaginal ela vai ser importante porque ela vai pegar esse glicogênio dessas células escamadas e vai converter esse glicogênio em energia e ácido lático E essas células essas bactérias Então vão liberar esse ácido lático para o lumem vaginal e o lumem vaginal então vai se tornar cada vez mais ificado e essa acidificação é importante porque ela inibe a proliferação de patógenos que poderiam causar uma vaginite Ah agora eu entendi agora eu saquei terminaremos nossa aula falando de glândulas
mamárias as glândulas mamárias então elas são anexas ao sistema reprodutor feminino e elas são importantes porque elas são os locais aonde ocorrerá a produção do leite e o leite é um senhor nutriente para o recém-nascido então quando a gente estuda glando mamária nós vamos identificar que ela é formada basicamente por A Den nómenos secretores e por ductos Condutores da secreção que se abrem na papila mamária mas cuidado que isso aqui é um é uma é um esquema histológico de uma glândula mamária em desenvolvimento ou em lactação por que que eu falo isso porque quando se
trata de glândulas mamárias nós temos basicamente dois estágios um estágio chamado estágio de repouso Ou seja a mulher não está grávida e um estágio em gravidez ou em lactação Qual que é a diferença dos dois estágios esse estágio de repouso Você tem basicamente somente ductos tá E você tem um estroma conjuntiva ao redor desses ductos e você vê a esses ductos se abrindo na papila mamária Então essa é uma glândula em reboso então a gente vê aqui os ductos e ao redor dos ductos o estroma formado por estômago conjuntivo você pode encontar também uma grande
quantidade de tecido adiposo unilocular então você vê somente o quê a parte parenquimal a gente vê somente os ductos bom durante a gestação e em lactação o que que acontece desses ductos da extremidade desses ductos surge a porção secretora os abô tá vendo Então esses abô Miros eles vão aparecendo durante a gestação e eles ficam bem desenvolvidos Quando a mulher está liberando o leite então se trata de uma glândula zó quando é tá em repouso ela tem somente a porção condutora mas quando ela tá na gestação quando ela tá em lactação o adenómero ele aparece
porque é a a porção adenómero que produz o leite materno tá vendo Então aqui a gente vê uma um uma foto citológica de uma glândula mamara em lactação aqui é o leite tá vendo sendo produzido e conduzido para os ductos e que se abre na na papila mamara Então veja a diferença galera cada florzinha dessa são os adenos os alvéolos mamários Olha que bonito tá vendo e qual que é a secreção a secreção Ela é Rica em água ela é rica em carboidrato ela é rica em proteínas Ela é Rica em gordura e e agentes
imunológicos é tem anticorpos aí que são muito importantes para para o recém-nascido tá vendo Então por isso que o leite materno é um senhor nutriente ele hidrata e ele nutre sustenta tá E ele é de fácil de estão Olha que legal por isso que a o aleitamento materno ele tem que ser estimulado tá bom ele é de suma importância para o desenvolvimento para o desenvolvimento do indivíduo pediatra informa isso muito bem se liga aí tá bom revisando Então a nossa aula de hoje galera a gente viu os ovários é são estruturas importantes porque lá a
gente tem a produção do gameta feminino ovócito do a gente tem a produção do hormônio sexual dos hormônios sexuais estrógeno e progesterona esse ovócito dois é liberado e captado por quem pela tuba uterina onde ocorre também a fertilização e a condução do indivíduo até lumem uterino o endométrio vai ser o local onde esse indivíduo irá se implantar a gente viu então que um a parede do útero ela é formado pelo endométrio pelo miométrio que é a grande camada e pelo perimétrio a gente viu que o endométrio se modifica durante durante as fases as né do
ciclo menstrual menstrual e Recuperação proliferativa e secretora e a gente viu o canal veginal onde a gente observou principalmente a mucosa com aquele epitélio bem vaporizado rico em glicogênio e a gente acabou de ver as glândulas mamárias que são estruturas importantes para a manutenção da nossa espécie pós nascimento Então desculpe a aula ser longa mas é uma aula muito interessante como como eu sempre falo se tiver cansativo para vai fazer outra coisa mas depois você volta continua a aula fica vontade já tá gravada e saudações teológicas obrigados por ter chegado aqui até aqui até a
nossa próxima aula fiquem bem fiquem Seguros