[música] Não posso [música] parar de pensar. Eu fecho os olhos, só vejo você perto de mim [música] e tudo ficaria bem. Te sinto sempre ao meu redor. [música] Em toda parte e em cada som. Mostrou quem sou e as noites fez amanhecer. [música] Estou deixando a dor partir de tudo que eu sofri quando [música] escolhi sair voando só. E quando [música] vi que eu me perdi, você me abraçou [música] dizendo que eu nunca estarei só. Tenho [música] medo do tempo passar e eu não te falar tudo, tudo o que [música] sinto. Você é muito, é
tudo para mim. E [música] na hora de me despedir, eu vou [música] tentar ser forte como você, pois nossa história [música] não vai ter fim. Eu vou [música] lembrar do seu amor, do seu olhar e da [música] gente para sempre. [música] Queria ser como você. [música] Queria te mostrar tudo o que fez e o que me deu. [música] É mais do que posso dizer. Se corro livre, [música] eu ouço em mim. A sua voz a me pedir. Você me [música] ajudou e as noites fez amanhecer. Estou deixando a dor partir de tudo que eu sofri
[música] quando escolhi sair voando sol. E quando vi que eu me perdi, você me [música] abraçou dizendo que eu nunca estarei [música] só. Tenho medo do tempo passar [música] e eu não te falar tudo, tudo o que sinto. Você é muito, é tudo para mim. E na hora de você partir, [música] eu vou tentar ser forte como você. Fez nossa [música] história não vai ter fim. E eu vou lembrar [música] seu amor, seu olhar e da gente se lembra quando a vida [música] tentando cestar. Quando [música] me diz: "Eu nunca vou te abandonar". >> [música]
>> Se lembra que você colou o meu coração [música] e falou que amor [música] sutiv no instante em que me viu. Tenho medo [música] do tempo passar e eu não te falar tudo. Tudo o que eu sinto. Você é [música] muito. É tudo para mim. E na hora de me despedir, eu vou tentar ser forte como você, [música] pois nossa história não vai ter fim. E [música] eu vou lembrar do seu amor, do seu olhar [música] e da gente [música] para sempre. [música] Olá, sejam bem-vindos a mais um webinar em direto aqui na Rottech 2026.
O meu nome é Silvia Dias, sou da equipa Family Search e vou ser a moderadora de hoje. O tema da conferência de é juntos. convido, por isso vos convido a partilharem no chat a partir e no chat a partir de que parte do mundo se estão a juntar a nós. Também hoje uma uma fantástica oradora que talvez muitos de vocês já conhecem, mas antes de a apresentar uma breve nota para o nosso público. Se tiverem alguma pergunta durante a apresentação, escreva-la no chat, seja no chat desta sessão ou no Roottech ou no YouTube. No final
da apresentação, teremos alguns minutos para responder algumas das vossas perguntas. Caso nos seja possível responder a todas, não se preocupem, o chat continuará disponível na Rottech e a a oradora, juntamente com a equipa de familá mais tarde as suas preguntas. É com grande prazer que apresento a Lucía Fernández. Olá, Lucia, como estás? >> Desculpa, eu disse Lucia, mas isso é em Espanha. É mais Lucia, verdade? >> Sim, [risadas] >> Lucia. É porque eu sou espanhola, falo português, mas o meu português não é assim tão tão tão perfeito. Mas agora já me lembrei que é Lúcia.
H, muito obrigada por estares connosco, Lúcia. Lúcia é genealogista e educadora portuguesa com mais de 30 anos de experiência, especializada em engenalogia portuguesa e licenciada em letras com certificações em história da família da BYU e gastronomia, além de um MBA e administração de empresa. É também membro da Associação Portuguesa de Genealogia e Sócia da Associação de Amigos da Torre do Tombo. Ualmente reside no Reino Unido, onde construi árvores genealógicas, proporciona orientação contínua em genealogia e traz uma perspectiva global moldada pelos seus anos de vida no Brasil e na Europa. Hoje Lúcia irá falar sobre introdução
ao padrão de prova genealógica. Lúcia, o palco é seu. >> Obrigada. [risadas] Então, sejam bem-vindos. Eh, hoje vamos eh falar um pouco do padrão de prova genealógica, que eh na língua inglesa chamamos de GPS, que é o genealogical proof Standard. Então, eh se vocês me ouvirem falar de GPS, sabem que eu estou a a me referir ao padrão de prova genealógica. Eh, isso aqui é muito usado entre os gologistas profissionais a credenciados eh nas associações nos Estados Unidos e no Reino Unido. Eh, na Europa nós não ouvimos tanto falar sobre isso, mas eh nós usamos
alguns passos com o GPS que eles são extremamente importantes para quem quer ter uma árvore eh sem erros, uma árvore fid digna. Então, o objetivo desta sessão é verificar como é que o GPS melhora a qualidade das nossas conclusões. E vamos pensar no GPS como uma h lista de verificação de qualidade, onde nós inserimos a pesquisa que fazemos, as fontes consultadas, a nossa análise, resolvemos conflitos e depois eh terminamos com a conclusão. Então, eu gostaria que durante esta sessão vocês começassem a pensar numa pergunta de investigação para a vossa árvore. Quem são, por exemplo, os
pais de fulano tal, eh, onde nasceu Beltrano? E depois vocês vão ver ao longo da sessão como é que vocês podem formular essa essa questão e obter então uma resposta concreta. Então vamos continuar aqui. Então o padrão de provas genealógicas, o GPS, como eu já falei, ele segue cinco passos. Ele é um guia para genealogistas profissionais e amadores sobre como conduzir a sua investigação, avaliando a credibilidade das conclusões relativas a identidades, relações e acontecimentos da vida dos antepassados, cumprindo todos os cinco componentes do processo de investigação. Então esses esses espaços são o quê? Primeiro, conduzir
uma pesquisa razoavelmente exaustiva. Depois, fornecer situações completas e precisas, analisar a informação e avaliar a qualidade da prova, resolver todos os conflitos e apresentar uma conclusão bem fundamentada e coerentemente escrita. Então, assim como aquele GPS que nós conhecemos do carro que nos leva ou nós desejamos, o GPS, o padrão de prova genealógica, ele é um guia, ele vai direcionar o nosso trabalho e ele previne repetição de esforços e pesquisa. Quando digo GPS, refiro a um padrão de qualidade, não a um site específico. A ideia é simples. Eh, uma conclusão só é forte se cumprir cinco
componentes em conjunto. Na prática, a investigação ela não é linear, ela é cíclica. Então, muitas vezes eu estou num passo e eu preciso voltar atrás. Eh, ou eu termino um os cinco passos e eu volto outra vez ao início. Porque o quando eu termino uma eh obtenho a resposta, uma conclusão para uma pergunta de pesquisa, esse vai- me surgir outras perguntas, vai- me ajudar depois a alcançar o resultado igual para outras perguntas. Então, qual o que é esse ciclo de pesquisa? Primeiro, identificamos o que sabemos, depois definimos o que queremos saber, escolhemos os registos, vamos
pesquisar e obter os resultados, avaliamos e aplicamos eh os resultados obtidos e depois repetimos novamente. Se estiverem, isto aqui é uma dica muito boa, porquê? Se estiverem a usar o Family Search, isso ajuda muito. Quantas vezes vocês foram na vossa árvore, viram um nome e encontraram um monte daquelas eh sugestões de pesquisa e depois você começa a ver um e depois vai ver o outro e vai ver o outro e quando se dá conta você não sabe mais onde é que estava, você não sabe mais o que é que estava à procura. Então, o GPS
eles ajuda-nos a focar num numa única coisa e nós depois podemos salvar todas as outras sugestões de pesquisa, aquelas fontes na caixa de fontes para mais tarde retornar. Mas o que é importante é ah seguir estes passos e para não perder o foco. Então, isso ajuda-nos a também a evitar ramificações falsas. Então, se quiserem depois vocês podem salvar as outras sugestões de pesquisa para avaliarem mais tarde na caixa de fontes. Então, porque é que o GPS é importante? Ele supervisiona, amplia a conduta do investigador, comprova as identidades dos antepassados e registra a nossa investigação. Documentação
escrita com conclusões credíveis. Ajuda a que não nos percamos no meio de tantas pistas, registes e descobertas. E desta forma podemos guardar as descobertas feitas pelo caminho para eh rever mais tarde, lembrando sempre qual é o nosso foco. Então, o GPS ele ajuda-nos a evitar atalhos e erros. Então, nós começamos com as fontes. Onde é que está a fonte? A informação, o que é que ela diz e a evidência, que é o que é que isto significa para a minha pergunta. Então, esta separação reduz as conclusões baseadas em pistas e em provas. O que é
que devemos levar em conta? Informação em registos não é automaticamente o fato. É uma afirmação que pode estar errada, ser ambígua ou incompleta. Então, o nosso trabalho é o quê? Interpretar e testar essa informação, ver se ela se aplica eh no que nós estamos à procura. Então, quando surge uma sugestão de pesquisa, pergunto sempre: qual é a fonte original? Depois, quem é o informante? Esse informante tinha um conhecimento direto e depois a evidência é direta? Responde diretamente à minha pergunta, ou a evidência é indireta, significa que precisa ser combinada com outros registros. Se fizermos isso,
evitamos repetir mitos e ligações erradas, sobretudo em abes colaborativas. Então isto é extremamente importante para quem usa o Family Search, porque quantas vezes nós vemos pessoas que nos queixamos de pessoas que mudaram a nossa árvore, que nós dizemos a nossa árvore é uma árvore colaborativa, ou alteraram fontes ou alteraram nomes. Então, quando nós temos isto tudo documentado, fica muito mais fácil de provar que a nossa conclusão estava correta. E se toda a gente usasse este método, nós não teríamos tantas queixas de pessoas que vão lá e mudam eh dados que nós inserimos online. Então, vamos
agora ao primeiro passo, conduzir uma pesquisa razoavelmente razoavelmente exaustiva. O investigador planeia e realiza uma pesquisa sistemática e abrangente, identificando e consultando todos os registros relevantes e disponíveis, bem como os locais onde se encontram, registando tudo num plano de investigação. Não se preocupam, no final eu vou-vos mostrar um exemplo de deste plano. Então, pesquisar razoelmente não é pesquisar muito. Isso tudo depende. Depende da pergunta, depende da época, depende do local. Uma pesquisa exaustiva procura toda a informação potencialmente relevante. Como é que eu torno isto operacional? Eu preciso de uma pergunta específica. Essa pergunta precisa ter
uma identidade, um parentesco, um evento e uma data. Liste todos os todos os tipos de fontes prováveis e priorizo o que tem a maior probabilidade de conter informação primária e original. A forma mais rápida é trabalhar com um plano de pesquisa, formular uma pergunta focada e avaliar o que já sabe. Listar todos os tipos de fontes prováveis, priorizando as mais fiáveis e próveis e e próximas do evento, fazendo assim uma checklist rápida a levar em consideração. Leva em consideração o contexto. O que é que é isto? as fronteiras da região que vocês estão a pesquisar,
a história local e a migração e até a imigração, eh as fontes alternativas se houver lacunas. Então, às vezes nós precisamos de vários registros para confirmar um único dado. Então, isso tudo vai depender. Depois vamos ver o registo do que foi e do que não foi encontrado. Parte de uma pesquisa exaustiva é registar o que não existe e o que não foi encontrado para evitar que nós v vamos ter trabalho lá na frente quando nos lembrarmos. Ah, preciso de ir lá ver o Joãozinho outra vez. Aqui eu já sei o que eu já fiz e
escuso estar ali a perder tempo novamente. Em Portugal, nós geralmente começamos pelos registros paroquiais, dependendo da época, pelo registro civil. Acrescentamos também esta lista inúmeros outros eh registros como, por exemplo, testamentos, habilitações, processos, registros notariais, militares. Isto tudo depende. Existem muitos outros, depende do seu objetivo. Então aqui eu tenho um exemplo bem simples de como é que eu faria este plano para este passo. Então, qual seria o meu plano? Formular uma pergunta focada, no caso afiliação, quem são os pais? Avaliar uma informação inicial, construir um plano de pesquisa com prioridade para fontes mais próximas do
evento e potencialmente contendo informação primária. Então eu vou aonde? Vou nos livros de batismo de freguesia, nos livros de casamento, vou em possíveis notas de dispensa ou filiação, livros de óbitos para cruzar idades e filiação, as freguesias limítrofes, que são aquelas todas adjacentes, caso eu não encontre um acento na freguesia indicada, dispensas matrimoniais, processos eclesiásticos, registro civil, fontes de contexto, eh casos persistem lacunas. Então, a importância de trabalhar com plano e consistência, ela é o que nos vai ajudar a ter certeza do do que nós queremos encontrar. Então, manter um logo de pesquisa com repositório,
série ou livro, datas, método de busca, resultados positivos e negativos, vai nos ajudar a a encontrar a a solução, mas também os próximos passos. Então, realizar uma pesquisa razoavelmente exaustiva é importante porque para aceder a toda a informação disponível, o investigador precisa identificar e consultar todas as fontes relevantes seguindo um plano de investigação. Então, um outro exemplo aqui. Se eu estiver a investigar a alguém de Alvit lá na Menta da Beira, eu começo por consultar o catálogo do Family Search para procurar registros vitais, recenciamentos, registros paroquiais, entre outros. Ao consultar um livro de referência, eu
descubro que existem outros outros registros disponíveis nos arquivos de Visu, seja arquivos distrital, municipal, coleções privadas, tem muitas outros lugares onde nós podemos procurar. Podemos ir no site do Tom.pt RPT, que tem todos os eh os links para os arquivos distritais lá e outros. Eh, e também pesquisa esses registros. Preciso de confirmação, eu vou sempre além, vou à Torre do Tombo, que tem registros que não estão lá, que não estão digitalizados. Então, eu sempre penso, eu não encontro aqui, eu não desisto. Eu começo a pensar onde mais eu posso ter registos. E aí eu começo
a fazer uma lista, batismos, casamentos e óbitos na paróquia, freguesias próximas. Depois posso ver índices, confirmações, inventários, registros naturis, militares. Eh, se houver lacunas, procuro fontes substitutas e vou registrando tudo num log. Data, repositório, pesquisa feita, resultado, próximos passos. Isso evita que eu perca o foco no meio de tantas pistas, porque lembrem-se, nós vamos ver estes registros à procura de uma coisa e nós vamos encontrar mais perguntas. Então, nós precisamos ter isto tudo muito bem detalhado e anotado. Então, façam um plano de prioridades. Primeiro, fontes mais acessíveis e com maior potencial, que no caso é
ris paroquiais ou vitais, dependendo da época. Depois nós começamos com as fontes de contexto e por aí fora. Registo negativo. Se o tipo de registo não existe, seja por um incêndio, uma lacuna do arquivo, o padre esqueceu de fazer o registo, anote, registre essa evidência negativa quando for relevante, tá? eh porque ela pode ser eh muito importante no futuro. Então vamos agora ao segundo passo, fornecer citações, ups, fornecer citações completas e precisas. Uma citação de fonte refere os locais onde a informação foi encontrada, incluindo todos os detalhes necessários para localizar a fonte original. Porque é
que isto importa? Situações completas permitem que outra pessoa ou mesmo você no futuro reencontre a mesma fonte, a mesma informação e avalie a mesma evidência. Isto suporta transparência e credibilidade. Citações de fontes não são burocracia, tá? Elas são a garantia de que a pesquisa pode ser repetida e auditada. Sem citações completas, não conseguimos reencontrar a fonte, nem avaliar se a conclusão é credível. Então, o GPS exige fontes completas e precisas como um dos cinco componentes. Então, uma dica técnica, cite sempre a fonte mais próxima do original possível. Quando usar um índice ou uma transcrição, tende
sempre localizar o registro original e cite ambos. Vocês sabem que as transcrições, principalmente aquelas feitas pela pela inteligência artificial, contém erros. Então, nós precisamos encontrar o registro original e, se possível, nós mesmos fazer uma transcrição eh adequada ou editar. No caso do Family Search, nós temos a opção de editar os erros e assim ensinamos a a inteligência artificial a fazer melhor da próxima vez. O que devemos incluir? O que é qual é o tipo do registro? Quem criou? Eh, qual foi o arquivo, qual foi o repositório, quando e onde? referência do repositório e a coleção.
Depois o acesso ao link e aí colocamos número do filme, número da imagem, número da página para que mais tarde, daqui a um ano ou dois ou cinco ou 10 eu consiga refazer os meus passos e encontrar aquele registro caso o link esteja quebrado. Às vezes o link os links quebram, então é importante eh ter o máximo de informações possíveis. Então aqui nós temos um exemplo de citações de fontes completas. Então por exemplo, vocês vejam aqui, eu tenho, no caso, batismo, que é a fonte principal. E aí eu coloco arquivo distrital, é o repositório, paróquia
de São Martinho, depois o livro de batismos, eu coloco os anos, o número do assento, se houver, o nome da pessoa batizada, o ano, o número da imagem, a plataforma digital. Aí eu coloco o link que é o o URL. E quando é que eu acto aqui também é importante ter a data de quando é que eu vi, porque eh porque aí eu sei, ó, até esta data o link estava OK, tá? Nada mudou. E eu também sei a última vez que eu eh fui ver aquele link no casamento. É basicamente a mesma coisa. Muda
muda algumas coisas. Colocamos o casamento, o distrito, o arquivo distrital, eh o repositório, no caso, o nome da paróquia, o livro de casamentos, as datas, número de assento, casamento com o nome do casal e é a mesma coisa praticamente. Então, citar permite reencontrar a fonte e reavaliar a evidência, tá? H, usar citações de fontes completas e precisas é importante, porque quando citamos a fonte de qualquer informação ou detalhe que não é do conhecimento comum, podemos recuperar os passos da nossa investigação sempre que for possível. Um exemplo, eu encontrei o registro de casamento de um antepassado
meu, Francisco Fogaça de Mel. inseri uma fonte básica na sua página no Family Search, incluindo o nome do autor. Aí coloquei autor, título da fonte e as informações da sua publicação, tal como neste exemplo que eu criei. Então, como o dono do Family Search é a igreja de Jesus Cristo Santos últimos dias, eu coloquei aqui no início, porque vai que daqui a uns anos eu tenho um uma amnésia, alguma coisa e eu não sei de onde é que isto vem. Então eu coloco tudo completo. Vocês podem fazer um pouquinho menor, mas eu eu gosto de
fazer tudo completo. Então eu coloquei family search, árvore genealógica, fogaça para eu identificar de quem que era esta pessoa. Depois casamento, o althooquei o link e depois mais aqui no final também coloquei o ID, que é o eh o número de identificação, o código de identificação da pessoa no Family Search. Tudo são dados que me permitem no futuro reencontrar esta pessoa. Então eu criei eu criei esta fonte e adicionei como fonte na página de perfil do Francisco Fogaça de Mel. Uma coisa, nada demais, vocês podem aprender a fazer, tá? Agora, diferencie sempre a fonte de
novo, onde a informação, o que diz, a evidência, o que prova, tá? Esta lógica vai nos ajudar a a encontrar e a validar, a encontrar a fonte no futuro e a validar o trabalho que nós fizemos, tá? E isso ajuda a diminuir conflitos em aves colaborativas, o que é muito importante. Então, o terceiro passo, analisar a informação e avaliar a qualidade da prova. Após concluir a investigação, o investigador deve analisar o que foi encontrado e comparar essa informação com dados previamente conhecidos e presentes noutros registros e fontes. Então, a análise, a correlação ou comparação eh
como fazer na prática eh ela é simples. Nós vamos avaliar cada fonte, vamos avaliar cada documento, eh comparar tudo em conjunto para ver padrões e inconsistências. Ou seja, depois da recolha da informação, nós precisamos pensar, tá? Precisamos analisar. Então, organize por pergunta, não por documento. Isso vai ficar mais fácil de responder as pergunt as suas dúvidas ou de outros. Crie uma tabela ou um quadro com cada fonte declaração. Avalie se ela é original ou derivada, primária, secundária ou se é uma evidência direta ou indireta. ferramentas úteis, faça uma linha do tempo. Isto ajuda imenso para
conseguirmos eh principalmente eh eh andar no meio de homónimos, porque isto às vezes dá-nos um é toda a gente tinha o mesmo nome lá numa aldeiazinha e como descobrir quem é este, quem é aquele. Então, uma linha do tempo, um quadro comparativo, um mapa e uma triangulação familiar ajudam a ver padrões inconsistências. Esta estrutura, fonte informação, evidência ajuda a não confundir uma afirmação com um fato, tá? Isto confirma também a ligação com o ciclo de pesquisa. A avaliação do que encontrou alimenta a próxima ronda de plano. Novas fontes, novas hipóteses. Então aqui outro exemplo, uma
análise, por exemplo, de um batismo. Eu tenho a fonte original, eu incluo informante provável o pai e a mãe ou os padrinhos perante o pároco. Proximidade ao evento foi alta porque eles estavam lá no batismo. A informação sobre os pais potencialmente primária, se foi fornecida pelos próprios e a evidência lógica é direta porque os pais estavam presentes no batismo. Por exemplo, ah o meu nascimento, eu não posso, eu sou uma fonte secundária do meu nascimento. Porquê? Porque eu não lembro do dia do meu nascimento, mas a minha mãe lembra. Então ela é uma fonte primária.
Então isto aqui são coisas que são importantes quando nós estamos a lidar com a a veracidade de informações. Então como é que nós fazemos a correlação? Comparamos a filiação indicada ao batismo com a filiação indicada no casamento. Verificamos consistência de nomes, incluindo as variantes, porque nós sabemos que isto acontece muito, principalmente porque no registro de batismo, geralmente os registros de batismos apenas traziam o primeiro nome da pessoa. Então, ou seja, se os pais resolveram dar às meninas tudo o nome de Maria e aos meninos o nome de Manuel, nós só ficamos a saber o segundo
nome no casamento deles. Era bem assim. Então nós vamos verificar essa consistência de nomes com as variantes. Residência. A residência é muito importante. Muitas, muitas vezes o lugar, a residência dentro da freguesia me ajudou a a distinguir homónimos, pessoas casais com os mesmos nomes, mas o que é que os diferenciava? O lugar, a residência deles dentro da freguesia. padrinhos. Os padrinhos podem ser possíveis familiares. Também já me aconteceu de de um casamento ter sido feito numa freguesia e eu não encontrava nada da noiva, nada. Ela não tinha nascido, não tinha sido batizada naquela freguesia. Então,
havia duas soluções. Ou o padre esqueceu de fazer o batismo, que às vezes acontecia, ou ela tinha nascido na outra freguesia. Eu pesquisei todas as as freguesias adjacentes. Cadê a bendita da noiva? em lugar nenhum. Então eu fui olhar mais perto os padrinhos e um dos padrinhos era de um outro lugar, de um outro distrito. Nada a ver. Eu ouvi bem, ou eu ou eu dou ou tenho apenas uma resposta negativa ou vou tentar outra coisa. O que é acontece? Pois bem, o padrinho era tio da noiva e a noiva realmente era daquele mesmo lugar
na freguesia de um outro distrito. Jamais eu ia descobri-la se não fosse pelos padrinhos. Então, olhem todas as informações. Às vezes, onde você menos espera, tem ali uma informação necessária. Então, realizar uma análise e uma correlação minuciosas são importantes porque ao analisar e correlacionar as fontes, informação presente nessas fontes, evidência contida na informação, nós conseguimos comparar todos os detalhes. Por isso que os os quadros são são interessantes. Eu mostro para vocês já no final. Outro exemplo, se eu estiver a tentar descobrir a data de nascimento de um ano passado que viveu em Boston, Massachuss, nos
Estados Unidos, esta é uma região com muita imigração portuguesa. Ah, então se eu tiver encontrado dois registros de casamento deste antepassado, bem como os recenciamentos federais, os estaduais, os censos, é adequado elaborar um quadro e uma linha de tempo para comparar um lado a lado e determinar o ano de nascimento indicado em todos os registros. Então vamos agora para o próximo passo. Resolver todos os conflitos. analisar qualquer evidência contraditória, considerando a fiabilidade tanto da fonte como do informante. Conflito pode ser pequeno, como a idade é normal, às vezes a idade está diferente. Eh, ou pode
ser grande como pais, pais diferentes ou lugares eh freguesias diferentes. O GPS exige que nós identifiquemos e expliquemos discrepâncias antes de concluir. Então, por isso, nós usamos esta estratégia estruturada em cinco passos: pesquisa adicional, analisar cada registo, correlacionar, pesar com fiabilidade e escrever a conclusão, justificando as a escolha. Então, algumas perguntas que eu posso fazer para avaliar essa fiabilidade. Quem é que informou? Essa pessoa estava presente ou ouviu falar? Quando é que isto foi registado? Este registro é cópia ou é original? Há viés ou interesse. Isto aqui é uma dica muito interessante também que vou
vou explicar para vocês agora. Então, este é um exemplo de como nós resolvemos conflitos. Então, este aqui é um exemplo. O casamento de 1892 indica que a mãe é Ana da Silva, enquanto que o batismo de 1871 indica Ana de Sousa. Qual é a minha estratégia? Vou procurar registros independentes, óbitos dos pais, batismos dos irmãos, dispensas matrimoniais, etc. Avaliar a qualidade do informante no casamento, pode ser o noivo familiares ou pá. E ponderar se Sousa pode ser um apelido de família e se da Silva pode ser um apelido adotado ou um uso social. Existem inú
inúmeras eh inúmeros motivos porque eles davam sobrenomes diferentes aos filhos. e depois correlacionar padrinhos e testemunhas para identificar uma rede familiar. Com isso, eu justifico o escrito porque uma razão é aceito como mais provável ou não. Então, como é que nós resolvemos qualquer eh evidência conflitante ao analisar a fiabilidade da fonte e do informante, apresentando tanto a evidência que nos apoia a que apoia a nossa conclusão, como aquela que a contradiz e conseguimos demonstrar e utilizar a evidência que é mais fiável. Aqui é o caso da da fiabilidade. Este exemplo, ao analisar uma fonte, eu
preciso verificar a sua proveniência e a fiabilidade, o estado de conservação, se é legível, se trata de uma transcrição ou de um documento eh original. Assim, quando recebi uma informação da tia avó sobre o local de nascimento de um bisavô, tive que perceber se ela se tinha esquecido de informar algum detalhe ou se não se lembrava corretamente, se ela teria algum motivo para deturpar a informação e se realmente tinha conhecimento direto do local que eu procurava. Tá? Depois disso, eu procuro a evidência. Nós precisamos analisar tudo. Infelizmente há pessoas que ou têm segredos, não querem
que venham à tona, eh não querem falar sobre o assunto. Nós temos provas hoje documentadas de genealogias que foram falsificadas no passado eh entre os nobres eh para receberem títulos e outras coisas. Eh mas isto também acontece na nossa família. Há pessoas que realmente não querem falar, não querem contar e deturpam a situação. Por isso, nós temos que ver se há viés ou interesse ali que a informação eh não seja correta, não nos seja dada, tá? Então, essa resolução que nós precisamos alcançar precisa ser defensável. Nós precisamos separar a evidência provável correta da provável incorreta
e justificar porquê. conflitos com informantes. Ou seja, se eu recebo uma informação oral de um familiar, eu não posso tratar isso como prova, eu trato isso como pista, tá? Então eu vou avaliar se essa pessoa tinha o conhecimento direto, se ela podia ter confundido locais e nomes, datas, se existia motivo para deturpar e depois eu procuro documentos independentes que confirmem ou contrariem eh essa informação. Então, eu procuro esses registros independentes, eh, preferir fontes menos sujeitas a erro e próximas do evento, eh, explicar erros comuns como idades arredondadas, nomes variantes, informantes com memória limitada. Eu preciso
informar isso tudo. Se a evidência não for suficiente, eu volto ao início do plano. O GPS permite concluir não comprovado até base para afirmar. Eu posso colocar uma conclusão que a pergunta não foi encontrada, não foi comprovada e daqui a uns anos com mais informação disponível eu consigo talvez mais detalhes que me ajuda a ter uma conclusão e que é o nosso último passo, apresentar uma conclusão bem fundamentada e coerentemente escrita. Então, a conclusão no GPS, ela não é apenas uma frase final, ela é um raciocínio escrito que mostra como a evidência suporta a resposta
à pergunta, incluindo limitações e alternativas rejeitadas e como lidamos com conflitos. Então, por exemplo, nós temos três formatos comuns eh de uma conclusão. Eu posso fazer uma declaração de prova, que é no caso que é uma uma declaração bem curta, caso simples que não tem conflitos. Há uma coisa bem simples. Eu posso fazer um resumo de prova, que é eh um caso que precisou de um pouquinho mais de análise, eu posso fazer um argumento de prova. Neste caso, ele é mais longo, ele precisa resolver os conflitos e utilizar as múltiplas fontes. Dica para os relatórios,
escreva de forma que outra pessoa possa seguir a sua lógica e reproduzir a pesquisa com as mesmas fontes. Então, tudo isto vai depender da pergunta, da informação disponível, da de toda a informação que você conseguir eh analisar e obter. Eu já fiz relatórios de três páginas, 10, 15, 20, [risadas] depende, depende muito da informação, tá? Mas há coisas que nós podemos fazer de maneiras mais simples. Isto aqui é num caso, se eu quiser fazer um relatório elaborado para um cliente, se ele pedir, tá? Eu posso fazer também de uma maneira mais simples. Então vamos ver
agora o exemplo da conclusão. Este aqui é um exemplo. A pesquisa realizada seguindo um plano e abrangemente de livros paroquiais e fontes auxiliares, identificou o batismo de Maria de Jesus em 1971 na freguesia de São Martinho, onde é nomeada com filha de José Perériana de Sousa. O assente 92 corrobora o pai e apresenta variante no apelido materno, resolvida através de correlação com batismo de irmãos e óbito materno que confirmam Ana de Sousa como identidade consistente. Assim conclui-se que Maria de Jesus no Benta em 1892 é a mesma pessoa batizada em 1871 e filha de José
Pereira e Ana de Sousa. Esta conclusão cumpre os cinco passos componentes do GPS e é apresentada com raciocínio e documentação suficientes para reavaliação por terceiros. Já já eu mostro-vos um exemplo de um partes, né, trechos de um um de um relatório que eu fiz eh para a universidade. Eh, então, escrever uma conclusão bem fundamentada baseada na evidência mais forte é importante porque este é o passo final para um genealogista. Redigir a conclusão da investigação, incluindo evidências claras e provas de que chegamos à decisão correta. Então, quando eu concluo a minha investigação, eu escrevo um relatório
com os detalhes das minhas conclusões baseadas na pesquisa de registos, nas fontes consultadas, na análise correlações realizadas, explicando toda a evidência que foi resolvida. Então, como é que eu torno isto convicente? É a estrutura. Eu preciso de uma pergunta de pesquisa, um objetivo, um resumo da pesquisa, a análise, os conflitos precisam ser resolvidos e a conclusão com a evidência mais forte. De claro, por que razão as fontes principais são mais fiáveis? A proximidade ao evento, o informante, se o a informação original e porque descartou as alternativas. Esta conclusão deve explicar ah por que razão a
evidência principal é mais fiável. Então aí vocês vão eh explicando porquê. Escrever é parte do método. Muitas vezes, ao escrever o argumento, descobrimos lacunas e é aí que nós nos damos conta que precisamos pesquisar mais ou que temos uma nova pergunta de pesquisa para uma uma próxima eh pesquisa a fazer. Então, utilizar o GPS garante que o nosso trabalho de investigação é realizado corretamente e que toda a informação disponível foi consultada, permitindo-nos avaliar a sua credibilidade. Ao usar um plano de investigação, quadros e formulários, fontes rigorosas e ao analisar e comparar todos os detalhes e
evidências, qualquer informação contraditória pode ser resolvida e os nossos passos de investigação podem ser revistos, concluindo o estudo com informação mais viável. Então, o GPS é nada mais que um método repetível. Cada nova experiência pode exigir voltar ao plano e reavaliar, tá? Então, criem hábitos de pesquisa, tenham sempre uma pergunta clara, um objetivo, um plano e um registo da pesquisa para que não tenha que repetir tudo ou que não se perca na pesquisa. Faça um quadro, uma tabela de correlação com datas, locais, nomes, etc., para cada problema para assim comparar a evidência. Se quiserem começar
hoje, escolham um antepassado fácil, escrevam uma pergunta, façam uma ronda do ciclo de pesquisa e redijam uma conclusão curta. O GPS não serve para complicar, ele serve para chegar a conclusões seguras e transmissíveis. E acreditem, ele vai poupar muito tempo no futuro. Eu, antes de utilizar este método, eh, muitas vezes parava numa pessoa, ia para outra e depois lá uns anos depois voltava lá na outra e já não me lembrava mais do que é que tinha, do que é que tinha feito. Isto lá no início, há uns 30 anos. Depois, ao longo do tempo, com
mais experiência, já fui anotando tudo, fazendo fontes, fazendo notas para evitar um retrabalho. Então aqui eh são alguns modelos eh de isto aqui foi algo que eu montei só para vos mostrar. Então, um registro de pesquisa, se vocês não quiserem fazer um relatório todo completo, os dados vocês, os passos vocês precisam eh seguir, tá? Mas eh para não seguirem num terem que fazer uma coisa tão tão assim para entregar um cliente tão profissional, vocês podem fazer um registro de pesquisa assim simples, tá? Eh, onde vocês podem eh colocar aqui os o vosso nome, o número
de ID, se vocês usarem no Family Search, o número de identificação da da pessoa que vocês estão a pesquisar e depois criem uma tabela, um quadro assim. É claro que estas caixinhas vão ser bem maiores. Isto aqui é só um exemplo para vocês verem como vocês podem fazer. Vocês podem colocar a data, onde é que eu pesquisei e aí coloquem todos os dados, eh, link, livro, número de folha, eh, eh, imagem, o número de microfilme, essas coisas todas, a descrição da fonte, o que é que eu estava à procura e depois todos os os resultados,
inclusive os negativos, tá? Se vocês quiserem depois fazer isto como um relatório profissional mesmo, nós damos números aos documentos porque no final do relatório nós colocamos cópias dos registos encontrados e pesquisados, tá? Isto aqui é uma lista de verificação de processo da investigação genealógica. Na verdade é é apenas para vos ajudar a lembrar de primeiro eu tenho que definir o problema. Sempre, sempre. Uma boa pergunta de pesquisa precisa de quatro componentes. O nome da pessoa a investigar, a data, um local, a data pode ser aproximada, lógico, um local e um e um relacionamento, um parentesco
com alguém. Isto aqui ajuda-nos. Lógica, às vezes no caso do dos registos de óbito, eh o parentesco nem sempre é mencionado, então nós não nem sempre precisa, mas a grande maioria nós vamos precisar desses quatro componentes. Elaborem um plano. Eh, vejam qual é a informação já conhecida. Não comecem só com o que vocês têm. Vejem tudo o que já o que já foi pesquisado antes. O que é que existe antes, tá? Eh, e inclu uma lista dos tipos de registos. Onde é que eu posso encontrar resposta à minha pergunta? Eu preciso de ver batismos, eu
preciso de ver casamentos, eu preciso de ver óbitos, eu preciso de ver registros militares, habilitações de género. Vocês vão ter que tentar pensar o que vocês vão precisar e aí fazer uma lista e onde é que essas coleções existem, né? Recolher a informação, a data da pesquisa, a pessoa investigada e qual o objetivo, as citações de fontes, tá? preciso. Isto aqui é importante para voltar ao lugar sempre necessário. Detalhes dos resultados, situações específicas, número do documento, análise. Este documento responde à minha pergunta e é aqui que nós começamos a analisar todas as informações encontradas. Inclui
uma transcrição. É fiável a informação? Ela é primária, secundária ou indeterminada? O documento é uma fonte fiável. Eh, os dados respondem à minha pergunta e depois na minha conclusão eu vou reafirmar o objetivo, tá? Eu vou indicar se o objetivo foi alcançado ou não, eh como é que ele foi ou não alcançado, discutir a fiabilidade da informação, do documento e indicar as fontes. Ah, se quiserem algo mais simples, vocês podem ir no Family Search. Eh, lá logo na página inicial, lá no finalzinho, bem no final, tem vários links. Vocês vão encontrar lá na sessão orientação
e aprendizado e cliquem em eh recursos úteis e clique depois em experimentar o painel de história da família. Se você for membro da igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos dias, vai em recursos para ajudantes, também no mesmo local e clique em meu planejamento. Lá vocês têm a opção de criar um plano mais simples para as vossas pesquisas. E agora eu vou mostrar só alguns trechos, é claro que eu não coloquei tudo. Isto aqui é um eh é um relatório profissional que eu fiz eh nos Estados Unidos eh para a universidade. No caso, eu
coloquei é um processo de pesquisa, eu coloquei aqui ponderação porque eu gosto de de pensar alto. Então aqui são algo, é o meu raciocínio de porque é que eu escolhi estas perguntas. Então aqui eu tenho as minhas perguntas de pesquisa e a minha ponderação. É claro que isto aqui não é necessário, mas isto aqui é para mim. Depois eu tenho o plano de pesquisa e eu começo. O que é que eu já sei? Qual é o background? Qual foi a informação que eu tenho que o cliente me forneceu? E aqui eu detalho todas as informações.
Depois eu tenho, qual é a pergunta de investigação? Eu repito ela aqui. Então eu juntei aquelas minhas duas perguntas numa só. Depois, qual é a disponibilidade de registos? E depois eu vou pesquisar aqui. No caso, eu estou à procura de um eu quero descobrir o local de sepultamento, qual foi o cemitério que o John T foi eh foi sepultado. Então aqui eu coloco há várias os vários repositórios em que eu posso encontrar fontes. Então, Family Search, tenho o Find a Grave, tenho a Wiki e aí eu posso vir daqui. Depois eu listo, ups, eu listo
todas as coleções relevantes. Aqui eu já vou aos links. Então, aqui no Find the Grave, eu já tenho qual é a coleção que eu preciso. Family Search também. No caso, eles têm aqui as lições, as licenças de enterramento eh que eu encontrei e fui por aqui. É claro que eu aqui não tenho tudo completo. Isto aqui é só um exemplo para dar para vocês, tá? Depois eu começo a recolher informação, é passo a parte da análise. Então eu coloco o meu nome, o nome da pessoa pesquisada, a pergunta de pesquisa, a data, onde é que
eu pesquisei, qual era o meu objetivo nesta nesta coleção e quais foram os resultados. E vocês veem que tá muito detalhado. Então o item nove não tinha um John Tuck. O final do item 8 na imagem 826 na letra T John Tuck. O item 8, a página 32 repete-se nas imagens tal para evitar que eu vá lá eh ver isto. Existe uma permissão de sepultamento e uma remoção datada a 8 de novembro. E aqui tem todas as informações locais, data, idade, eh, nascimento e depois o número do documento, porque para um cliente eu preciso colocar
a cópia da dos documentos no final. Eh, e depois a análise. Agora, vejam isto. Não é muito mais fácil ler isto desta maneira com bullet points, com pontinhos, com quadros, do que só fazer textos e parágrafos? É muito mais fácil para vocês entenderem. Então, de cada registo que eu vi, eu detalhei o que eu tirei de lá, toda a informação. E depois continuei aqui e depois fiz um quadro. Porquê? E e aqui inseri todas as informações que eu encontrei aqui no quadro, que aí eu compo um a um todas as datas de nascimento, todos os
locais de nascimento, todos um, um por cima do outro, um por baixo do outro e fica muito mais fácil de analisar. Eh, e depois é registrar a conclusão. Então vocês vejam aqui, eu reintero a pergunta de pesquisa a dizer que a pergunta de investigação destinada a descobrir os originais, os registos originais para verificar o local de sepultamento, páá, foi respondida e confirmada como pelos documentos, tal, tal, tal, com a informação abaixo, tal, tal, tal, e depois eu continuo. E aqui no final eu posso aqui no final eu coloco as citações das fontes. Olha elas todas
aqui. Existem várias. tem eh se vocês forem ver eh aqui no final eh no sílabus, vocês têm todas as fontes de que vocês podem pesquisar, como evidence explained, tem o lá eles têm ideias de fontes, nós temos eh vários tipos de fontes, cada universidade usa um tipo de fonte. Nós eh, eu usei muito as fontes da Judith também, mas a que eu mais gosto, que é a mais comum de ser usada, é a Chicago Style. Então vocês podem pesquisar só, se vocês já colocarem isso no Google Chicago Style, vocês vão ter a opção de ver
o livro, ele tá acessível, se não me engano, no archives.org, eh, no site e depois vocês têm a recomendação para pesquisa adicional. Eu respondi a minha pergunta, agora eu vou ver. Os registros informam que John Tucker não informam se ele era casado ou teve filhos. É uma pesquisa adicional que eu vou fazer. E depois, segundo a informação desmobilizada, John nasceu em 1842 em no Canadá. E com isto eu posso vir a descobrir a identidade dos pais deles, tá? Então, é um ciclo. Aqui vou eu novamente. Eh, e é isto. Eu espero que tenham gostado. Eu
sei que é muito formação, é muita teoria, mas eu acho que estes exemplos que eu vos dei vão vos ajudar a fazer uma pesquisa melhor, eh, e saber refutar quando alguém eh diz: "Ah, mas esse nome tá errado e vai lá em moda e muda e você pode provar". Não, ó, tá aqui. Isso aconteceu um comigo aí há, acho que foi o ano passado, um foi até um genealogista eh, que fez uma alteração na minha árvore. Eh, e ele tinha dados realmente interessantes. E quando eu fui avaliar os dados dele e o que eu tinha,
realmente eram homónimos e eu conversei com ele, ele foi até muito simpático, muito humilde e disse: "Olha, ah, eu entendo porque é que você achou que eles eram a mesma pessoa, mas eu mandei-lhe, acho que umas duas ou três páginas de fontes e a comprovar eh o porque é que o meu trabalho estava correto e onde é que ele precisava alterar. Ele tinha uma uma parte que estava correta e outra parte que não estava. E e pronto, na hora que ele leu aquilo, ele entendeu: "Sim, realmente eu estava errado, ele foi muito humilde admitir isso,
mas eu tinha provas. Não é simplesmente chegar ali e querer se chatear. Ai, mas este o este é o meu pai ou este é o meu avô." Gente, isto não é prova, tá? Isto não é prova. Você precisa de um documento, uma filiação, algo que mostre, que comprove que aquela pessoa realmente é quem você diz que é. Então, eh, espero que vocês aqui no finalzinho, vocês podem ver lá na página, vocês têm os sílabos para baixar com todas estas informações, tem as imagens com dicas, como vocês fazer, podem fazer esse relatório. Lembrem-se de dar um
feedback eh sobre a sessão. Ah, e se vocês quiserem ah contactar os meus serviços, ah, podem tem aqui os meus dados. Então, este aqui é o e-mail da Genelu, que é a minha empresa. Vocês têm o o link do site lá, tem o trabalho que eu faço, tá bem simples, compressário, essas coisas todas. Tem aqui os meus outros links da da Root Stack, se vocês quiserem ver sessões passadas, o meu contato do LinkedIn, eh o meu contato também eh como provedora de serviço na na Associação Portuguesa de Genealogia, que eles também têm muita informação boa,
a genealogia FB que eles usam também tem muita, muita coisa boa para vocês usarem. Ah, e é isso, eu espero que vocês gostem. foi aqui um pouco corrido, mas eh mas eh estas coisas precisam ser faladas se nós queremos eh informações corretas, tá? Então quando se me se quiserem escrever, lembrem-se, eh forneçam informação já conhecida, pergunta de pesquisa, o objetivo com que é o objetivo com nome, parentesco, local e época e as fontes que vocês já consultaram e e vamos por aí, tá, Silvia? O teu som tá desligado, Silvia, >> agora melhor, não é? Muito
obrigada, Lúcia. Foi uma palestra muito, muito interessante. Eu até tomei notas tudo para mim. E vamos ver algumas das perguntas que temos do público. Vamos ver. Temos aqui uma primeira diz: "Preciso seguir os cinco componentes do GPS em ordem rígida?" Não. Ou seja, eu gosto de seguir essa ordem, mas na verdade eh, como eu falei, é um ciclo. Então, o GPS ele é cíclico, ele não é linear. Eh, ele vai identificar, vai planear, vai pesquisar, vai analisar, correlacionar ou comparar, resolver conflitos e repetir. O que importa é que ao final esses cinco componentes tenham sido
cumpridos. Mas lembrem-se, é um ciclo. Se você estiver no meio de um e precisar voltar, volte. É porque alguma coisa ali te está a dizer que algo precisa ser refeito ou repensado, tá? Então ele ele é eu gosto de seguir os cinco quando dá, mas muitas vezes eu volto atrás, terminando um, eu começo o outro. Então é um ciclo. >> Uhum. Excelente. Ah, mais uma pergunta que diz o seguinte: como decidir se uma fonte é confiável? Então, ah, nós precisamos entender eh a base de é uma informação direta, indireta, ela é primária, secundária. Nós precisamos
analisar isso daí, porque é daí que nós tiramos a fiabilidade. Então, vamos ver por aqui o que é uma fonte original. é uma fonte criada próxima ao evento. Uma fonte derivada já é um índice ou uma transcrição. Então, por exemplo, eu estou no Family Search, eu estou no Arquivo Distrital a pesquisar um filme que foi digitalizado. Aquilo é uma informação derivada porque ela é uma cópia de um registro original, tá? Então, nós precisamos analisar essas coisinhas assim. Esse esse original também ele foi criado próximo do evento, então ele foi feito no ato. Então, lógico, é
mais provável que quem fez esse registo, saiba exatamente o que tá a acontecer do que eu ir eh redigir esse registro 20 anos depois. Com certeza vão vão haver erros ou esquecimentos ali. Então, eh, para citar o original e se usar a derivada, sempre ambos, caso você vá no por exemplo na Torre do Tombo, pesquisar no livro, essa é uma é uma é uma fonte original. Se eu for ver a imagem desse livro, a cópia desse livro num site, então é uma cópia derivada. Então, eu uso sempre a a fonte com os dois. Uma informação
primária é um testemunho direto. Ele foi feito naquele tempo. Uma secundá, uma secundária já é uma lembrança, é uma informação que foi dada tardiamente. Como eu falei, pode ter erros. Evidência, ela é direta, significa ela responde diretamente à pergunta. Então, ótimo. Agora, a evidência indireta significa que ela requer mais registros, mais informações. E se ela é negativa é porque não existe registros. Há uma ausência de eh informação significativa. A regra de ouro é separar sempre a fonte, a informação e evidência e explicar porque é que aquela evidência que você escolheu é mais confiável. >> Uhum.
Uhum. muito, muito interessante. Eu tenho uma pergunta eu própria que é sobre as citações de fontes. Eh, tu eh há uma melhor ordem de fazer o assentamento no log quando fazes as tuas a tua lista de das fontes, quando faz a o >> o log, qual é a ordem, a melhor ordem para de decidir qual que é o mais importante que vem em primeiro, que vem em segundo, que vem em terceiro lugar. importância que nós fazemos esse log é o mais importante, onde é mais eh onde é mais confiável que ele vai encontrar uma resposta.
Então, pode ser um batismo, pode ser um casamento, eu faço sempre por ordem de significância. >> Muito bem. Muito bem. É porque eu às vezes eu própria fico um bocadinho confusa. Qual será esta informação? É mais importante do que aquela outra. E e quando eu estava a ouvir-te, pensei: "Olha, a Lúcia sabe muito bem qual seria a melhor ordem". >> É aí que entra a evidência. Ela é direta ou é indireta, ela tá a responder diretamente a tua pergunta ou não? Então essa é a mais importante, é que vem no início do log. >> Muito
bem. Muito bem. Então, eh, essas eram as perguntas que tínhamos do do público, mas depois também tivemos algumas pessoas que participaram a dizer que estão a verte desde Portugal, desde Santa Catarina no Brasil, São Paulo, h, desde Santo André também no Brasil, desde ah, são e Rio Grande do Sul, eh, muita gente está a agradecer e e foi uma foi mesmo uma palestra muito muito gira. Hum. H Lúcia, muito obrigada. Chegamos agora ao final deste webinar e gostaríamos de agradecer mais uma vez a Lúcia em nome da Family Search e de todos os nossos espectadores
por esta excelente contribuição à nossa experiência e aprendizagem aqui na Rottech. Tal como todas as apresentações da Rottech, este webinar ficará brevemente disponível na nossa biblioteca online. A Lúcia tem também outros webinars da Rottech 2025 disponíveis na biblioteca. Basta procurar pelo nome Lucia Fernández como oradora na biblioteca para encontrar todos os seus webinars. Desejamos uma conferência inspiradora e esperamos voltar a vê-los no webinar em direto brevemente. sozinho.