Você não constrói um negócio sólido pensando apenas na sua oferta. Eu posso te entregar um do for you para você conseguir fazer o seus primeiros R$ 1.000. Eu tenho que ter o máximo de coisa para fazer você ter algum tipo de resultado. Eu acho que o mercado tá cansado de eventos de venda. Dentro do low ticket, eu gosto de fazer uma coisa que eu chamo de seing, que muita gente acha que só porque você está vendendo um Produto low ticket, você não tem que se preocupar em ter uma boa oferta. E na minha comunidade, eu
te ensino novos serviços que te permitem aumentar o seu ticket médio e faturar mais. Isso, essa dica que eu dei é para quem quer escalar, para quem quer estressar uma estrutura de vendas. >> Fala, meus queridos, sejam todos muito bem-vindos ao Qcast, o podcast da Kify. Eu sou Carol Vilas Nova, >> eu sou Bruna Rodrigues. >> Para você que ainda não conhece o Kcast, é o podcast que traz toda semana pessoas que fazem dinheiro através do marketing digital. E olha só, se você quer aprender como começar no digital da forma certa e dominar as estratégias
de funil de vendas para escalar seus resultados, fica aqui até o final que esse episódio é para você. O nosso convidado de hoje, ele é fundador da Geração A, a primeira escola de marketing digital 100% gratuita do Brasil. Você não ouviu errado, é isso mesmo. Desde 2019, no mercado, ele já faturou mais de R milhões deais e transformou, com seus conhecimentos, a vida de mais de R50.000 1 alunos ao redor do mundo que através dele aprenderam a de forma certa inicial no digital e acreditam que uma hora vai dar bom, fazendo jus ao seu lema.
Seja muito bem-vindo. Quem, Bruna? >> Quem será? Quem será? Seja muito bem-vindo, Pedro Guimarães. >> Opa, muito obrigado. É um prazer enorme estar aqui. Bora fazer esse podcast aí. Bora ajudar a galera que tá do outro lado. Acho que temos muito para agregar aí para eles. Bora que uma hora vai dar bom. Boa. Conhecimentos exclusivos nessa mesa aqui hoje, não é mesmo? Olha só, Pedro, você tá quase 6 anos no mercado digital, né? Mas antes da gente entender como é que você chegou aqui, que que você fazia, como é que foi o começo da sua
vida profissional. >> Show de bola. Quando e bem antes de eu começar a ir no mercado, eu ajudava a minha mãe a fazer roupas para vender. Minha mãe tinha uma pequena confecção, fazer roupas femininas aí, vestidos, calças, roupas. E eu, eh, em algum momento da minha trajetória, eu percebi que eu tinha que ajudar os meus pais de alguma forma, seja com meu trabalho, seja financeiramente. E eu encontrei essa forma de ajudar a minha mãe a fazer essas roupas para vender como uma forma De ajudar a minha família, de ajudar os meus pais. Então, antes do
digital era isso que eu fazia. Eh, e aí eu aprendi a fazer de tudo, desde cortar essas peças e tudo mais, mas era exatamente isso que eu fazia. Mas então você trabalhou, chegou a trabalhar assim empregos tradicionais? Não, você você já desde cedo tava ali ajudando a sua mãe na confecção. >> Eu não cheguei a trabalhar em empregos tradicionais no meu começo, >> tá? >> Assim que a gente teve um problema, que foi quando a gente faliu, quando a gente quebrou, eu trabalhei em alguns empregos temporários, trabalhei eh vendendo cartão de crédito para universitário, ligando
para universitário para cobrar eh boletos atrasados. Tem uma galerinha que gosta de atrasar os boletos, mas no a minha trajetória, meu primeiro emprego, minha primeira eh experiência profissional foi ali ajudando a minha Família, ajudando minha mãe a fazer essas peças e roupas para vender. >> E você sempre foi uma pessoa que sabia o que queria e por saber sempre disciplinado? >> Nunca. Nunca. Eu sempre fui uma pessoa muito preguiçosa, tipo assim, nossa, era [ __ ] acordar cedo. Minha mãe, ela me puxava minha orelha, ela ela insistia para que eu ajudasse ela, para que eu
ajudasse, seja fechando uma sacola, levando uma sacola, tirando e eh Organizando um material de aviamento, de coisas assim, ela insistia e eu era muito preguiçoso, eu não gostava de trabalhar. Eh, em 2014, bem perto da Copa do Mundo, eu, pela primeira vez percebi que eu tinha que ajudar minha família. Foi quando eu saí, eh, eu pedi minha mãe para sair com os meus amigos para ver o jogo, né? Ela não deixou e falou: "A gente precisa ir ali, a gente precisa na casa de uma costureira que eu tô com uns problemas para resolver e Você
vai comigo". E ela foi, eu fiquei, fui no banco de trás, a gente chegou na casa da costureira, ela saiu, foi no porta-mala, abriu uma sacola. A costureira, eu lembro até hoje, a Ivone, lá no Barreiro, lá em Belo Horizonte. E a Ivon começou a olhar a peça e minha mãe falando: "Olha, eu preciso terminar essa peça para amanhã, porque segunda eu preciso entregar, eu preciso vender, eu preciso pegar o dinheiro, preciso receber o pagamento." A Ivon começou a Falar que a peça não tava errada, que não dava certo e que tinha sido cortado errado.
A costureira não conseguiria fechar a peça. Aí minha mãe começou a chorar. Foi a primeira vez que eu vi ela chorando eh na minha vida. Ela começou a chorar muito e ali eu tive um um insight, né? um não é um insight, mas um sentimento de que de que eu precisava ajudar os meus pais de alguma forma. >> E foi a partir daquele momento que eu comecei a trabalhar de fato, que eu Comecei a querer ajudar. Então assim, eu era extremamente preguiçoso, indisciplinado, não gostava de trabalhar nem a pau. Só que quando eu esse sentimento
aflorou dentro de mim, eu mudei muito. Eu comecei a a me policiar mais. Eu comecei a querer acordar mais cedo. Chegou uma época que eu acordava mais cedo que meu pai e minha mãe para ir trabalhar no negócio que era deles, né? Não era um [ __ ] negócio, mas para poder tentar Ajudar e de alguma forma conseguir mudar a realidade deles. Porque eu sempre vi meus pais correndo muito atrás de dinheiro. É sempre briga. E no final do ano tem aquela aquela briga de nossa, eh, a gente não vai viajar e a gente vai
para não sei aonde, fica aqui, vai ali. E quando eu vi isso acontecendo com a minha mãe, eu percebi que eu precisava mudar, que eu precisava de algo. Eu não sabia que era o digital, eu achava que Era aquela empresa, que era aquele negócio. Eu via algumas pessoas tendo muito sucesso, ganhando muito dinheiro e eu falava: "Eu vou transformar isso aqui numa empresa gigantesca. a gente vai ganhar muito dinheiro, nós vamos ficar ricos com isso aqui. Nós vamos ter uma marca de roupas muito [ __ ] É, esse era o meu sonho. Tanto que eu
eu imprimia eh fotos de indústrias grandes e colocava o nosso nome na placa e colocava na parede. >> Quadro dos sonhos. É, eu já, eu nem sabia que que era isso. E eu falava com minha mãe, um dia nós vamos ficar desse tamanho aqui. >> Eh, assim, os meus pais são o motivo de eu estar aqui, porque se não fosse eles, lá atrás, lá atrás eu não teria o contato e a seriedade que eu tenho com o trabalho. Eu não teria, eu não daria tanto valor ao trabalho como eu dou hoje, saca? >> De certa
forma, você já tava ali Moldando sua mentalidade empreendedora, né, para tá aqui nesse momento. >> Saber, sem saber. Eu tava entendendo ali, eu já tinha sido comprado pelo empreendedorismo. Eu já entendi ali que o empreendedorismo mudaria a minha vida, que era através do empreendedorismo, não teria um outro caminho, mas eu não sabia qual dos caminhos dentro do empreendedorismo eu iria seguir. Eu não sabia o que eu iria fazer. Na real, eu achava que era bombar aquela marca. Só Que aí em 2018 a gente viu o sonho, eh, eu costumo dizer que a gente viu o
sonho passar pelos pelas nossas mãos assim, saca? E foi justamente por conta da greve lá dos caminhões. Mas como é que ela influenciou isso? >> Então, eh, em 2017 a gente tinha um cliente que comprava da gente e esse cliente comprava bem. Era um cliente que, [ __ ] ele comprava muitas peças com a gente. >> E em 2017 esse cara quebrou. Esse cara Deu um cano na gente na época era tipo, sei lá, era muito dinheiro pra gente na época R$ 80.000. >> OK. E quando esse cara quebrou, ele meio que acabou com a
o nosso fluxo de caixa, com o que que a gente tá, a nossa previsão, vamos dizer assim. E o o estoque voltou, ele não pagou, mas ele voltou com estoque. E roupa, galera, roupa não é igual um ebook, não é igual um infoproduto. Você gasta dinheiro para comprar o tecido, você gasta dinheiro Para cortar, você gasta dinheiro para mandar costurar. muito mais complexo, >> muito mais complexo. E se você não vende, fica no seu estoque. E o seu estoque é é custo, porque você tem que pagar tudo aquilo. E aí aquele estoque voltou e a
gente começou a se perguntar o que que a gente vai fazer e agora? E aí no no final de 2017 a gente foi e arriscou. Foi meio que tipo assim a última atacada. A gente abriu uma loja num bairro que vendia muitas roupas no Atacado. Era um bairro mais polo para vender roupa no atacado. A gente abriu uma loja pequena no segundo andar de uma loja de um de um lugar e a gente vendeu e bombou. Bombou. Tipo assim, a gente vendeu muito, a galera gostou. Na época a gente fazia roupa pra moda plusiz. >>
Uhum. >> O mercado aceitou, a gente vendeu muito, muito bem. Não foi aquela coisa, estamos rico, foi aquela coisa, nos salvamos, >> deu uma estabilidade, >> deu uma estabilidade, a gente se salvou, a gente não tinha no não era uma vida de muitos luxos, tipo, graças a Deus eu nunca passei fome. >> Graças a Deus eu tive as coisas, eh, assim, eu tive coisas na minha vida, eu tive os brinquedos, eu sempre tinha uma uma parada de que eu queria mais, mas eu tinha as coisas, saca? Mas em 2018, quando a gente começou, a gente
já começou a fazer as roupas da próxima época para vender. E aí o dólar tinha Aumentado um pouco, os custos eram maiores, a gente tinha uma loja agora, tinha um aluguel, tinha custos maiores, a gente estava num outro bairro, então a nossa roupa ficou um pouco mais caro, mais cara. E aí em 2018 o nosso custo aumentou um pouco, o mercado não aceitou, a gente já não tava vendendo bem e a gente começou a a a perceber que a conta não ia fechar. E nessa da conta não ia fechar, parece que quando tem que dar
ruim, Parece que tudo vai dando ruim. Hum. >> A gente entrou no na crise dos caminhoneiros, foi um momento pesadíssimo, a gente ficou uns umas não sei quantos dias ou semanas parado e aquilo acabou com a gente. O mercado eh tinha meio que fechado, a gente não ia conseguir vender as roupas e a gente percebeu que a gente ia ter que fechar. Foi a primeira vez que aquele sonho, eu já tava três anos trabalhando com meus pais, foi a primeira vez que a gente Aceitou que o sonho já não era mais viável. Foi a primeira
vez que eu vi minha mãe falando assim: "Acabou". Foi a primeira vez que eu vi meu pai e minha mãe desistindo >> e desde o início era sempre vocês três? >> A minha irmã trabalhou com a gente em algum momento que eu não me lembro, mas ela ela trabalhou com a gente tinha algumas pessoas da família que trabalhavam com a gente. Então tem tem sei lá, umas duas primas que trabalhavam Com a gente e tinha algumas pessoas que ajudavam. Aí, de resto, a gente pegava, mandava roupa para uma costureira de fora que não trabalhava com
a gente, mas fazia o serviço ali, saca? >> E qual foi o momento em que você de fato descobriu o digital e falou assim: "Cara, é isso, eu vou apostar tudo nesse mercado, bora lá". >> O digital, ele veio de duas coisas, duas coisas aconteceram para que eu a descobrisse o digital. A primeira foi a Insatisfação que eu tive no mercado tradicional e a segunda foi a insatisfação que eu tive com uma pessoa quando eu contei a minha ideia para ela. >> Depois que a gente fechou, minha mãe teve que vender a casa para poder
pagar as dívidas, a gente se mudou e eu fui, eu tava traumatizado, eu não queria empreender. Quando a gente quebrou, eu não queria empreender. Falei: "Nunca mais vou empreender, eu vou trabalhar para os outros, vou seguir carreira Bancária". Porque eu tinha um amigo que ele era o maior padrão de uma pessoa bemsucedida que eu via na minha vida. Ele era o cara que eu, pô, era o cara que fazia viagem de avião, que eu conhecia, saca? e ele era do banco e eu falei: "Vou trabalhar no banco." Aí eu tentei o primeiro emprego, não consegui,
fui na faculdade, depois eu fui pro banco. No banco eu vendia cartão de crédito, tentava vender cartão de crédito pros estudantes da faculdade, Tinha uma agência bancária dentro do banco. E eu odiei aquele emprego. Eu odiei na segunda, no no segundo mês, eu tava me perguntando o que que eu tava fazendo ali. As pessoas, nossa, cara, era muito ruim. Eu assim, eu sentia um uma dor tão grande quando eu via a placa do banco, eu tava muito puto. Então assim, conhecer o digital veio da confirmação de que, irmão, é ruim aqui e é ruim lá.
Lá pelo menos o prêmio é melhor. Vai Empreender. Vamos tentar alguma coisa. Vou fazer, não sei o que, mas eu vou fazer. Eu sabia que não era roupa, né? E aí eu vi um vídeo de um de um cara muito grande que eu acho que ele despertou o início de muita gente no digital, que é o Flávio Augusto. >> E ele falava o que que ele faria se ele tivesse começando, se ele fosse um, se ele fosse mais novo. E uma das coisas que ele falou é que ele venderia algo que fosse escalável. E quando
ele falou Aquilo sobre vender algo que fosse escalável, eu comecei a ver os modelos de negócio que tinham na época. E ele tinha uma um uma espécie de escola de infoproduto. Eu não sabia nem que o termo era infoproduto. Ele tinha uma espécie de coisa que ele ensinava as outras pessoas e ensinava sobre marketing digital, sobre empreendedorismo, mais o raiz. Eu falei: "Cara, eu quero, eu vou montar isso". Aí eu tive uma ideia. A ideia era Basicamente montar uma daquela escola, copiar ele, só que ensinar algo que os professores da faculdade que eu trabalhava pudessem
ensinar e que não ensinava na faculdade. Eu queria ter uma escola que ensinava coisas que a faculdade não ensinava. >> Uhum. >> Soft skills, oratório, coisas que a faculdade não ensina por conta de burocracia, portaria do MEC e tudo mais. E aí, >> inclusive faz falta, né? >> Pois é. E aí foi o segundo eh a segunda frustração que me fez entrar pro digital. Eu peguei aquela ideia, fui falando para alguns professores e todos eles falaram: "Vai no fulano de tal, o fulano de tal vai poder te ajudar de alguma forma, vai te dar uma
ideia, um insight, vai te falar alguma coisa". Eu fui no fulano de tal, cheguei lá, e aí professor e tal, sou o Pedro, tô com uma ideia. Aí eu fiz uma apresentação Bonitinha, coloquei lá o que que eu queria e tal, pá. Isso. Final de 2018. Eu contei uma ideia para ele e ele esculachou. Me esculachou. Ele virou e falou assim: "Cara, na boa, tu não é professor, tu não sabe ensinar, >> tu tá querendo fazer uma um um produto, uma escola de vídeo, tu não é diretor, tu não sabe mexer com vídeo, cara. Tu
não é um especialista, você não sabe nem vender isso. Você você vai você não é programador, você não sabe fazer uma Plataforma e no final ele falou: "Você não sabe nem vender, cara, na boa, acorda pra vida". Ele me esculachou esse professor. Inclusive, eu tenho testemunhas desse dia, de pessoas que estavam comigo na sala. >> E no final ele virou e falou assim: "Trabalha comigo". Tipo assim, vamos trabalhar comigo que eu tô fazendo um negócio aqui, eu te contrato, você tem que trabalhar comigo. Aí eu, >> cara, valeu, obrigado. Tipo assim, Querendo mandar ele pra
casa daquele, sabe? E a única frase que eu tinha quando eu saí daquele dia foi: "Ele falou que eu não sei vender, então vou aprender a vender." >> E aí eu comecei a pesquisar, pesquisar, pesquisar, vender na internet, vendas online, marketing digital e tudo mais. Fui entendendo no mercado e aí eu comecei no digital. E eu comecei dia 1eo de janeiro, aliás, dia 31 de dezembro de 2018. E >> eu adoro que você sabe exatamente a data dos rolês que você documentava, né? Desde jeito tempo. Eu eu sei a data porque eu gravei um vídeo.
Eu gravei um vídeo >> no meu começo no mercado de tal que foi no reveillon. Eu gravei um vídeo 10 minutos antes do ano virar de 2018 para 2019. >> Cara, você começou no digital prestando serviço? E se sim, em qual tipo de serviço começou 100% sozinho? >> Vamos lá. Eu comecei no digital sozinho e eu cometi um erro. >> Hum. >> O primeiro grande erro que eu cometi para começar no mercado digital. E é claro que foi um erro, mas me trouxe até aqui. É claro que foi um erro, mas eu corrigi a rota
no meio do caminho. Eu aprendi com esse erro. Mas esse primeiro erro foi tentar empreender logo no começo, foi tentar fazer coisas muito complexas logo no começo. Então eu Comecei e estudando ali, lendo as coisas da época, eu achei mais interessante começar como um afiliado, só que numa estratégia muito defasada. numa estratégia que eu teria que montar uma estrutura muito complexa, que eu teria que fazer coisas complexas. E aí eu fiquei três meses tentando, sem nenhum resultado, dia e noite acordando cedo. Eu tinha saído do do emprego, eu tinha um prazo para fazer dar certo,
que senão eu ia ter que voltar a trabalhar. E eu Fiquei nesse tempo tentando, tentando, tentando. E foram três meses, eu comecei como afiliado, tentando vender produtos de maquiagem, >> como afiliado, cursos de maquiagem. E >> por que maquiagem especificamente? Porque fiz alguma pesquisa? >> Porque eu via o mercado de beleza feminina como algo que fosse lucrativo, >> tá? >> E eu via que, eh, a beleza feminina era Algo lucrativo e era algo na minha cabeça, no que eu fui direcionado, que me parecia ser menos concorrido do que emagrecimento. >> Ah, entendi. >> Eu não
entrei para marketing tal. Na época tinha um iniciante começar falando de marketing digital porque eu não queria aparecer. Eu comecei noal não querendo aparecer. Então eu comecei nesse mercado, montei um blog, comecei a captar e-mail. Eu inclusive tenho um Vídeo quando eu capturo meu primeiro lead falando: "Olha, eu não fiz a minha primeira venda ainda e tal". E só que, cara, eu acabei de captar meu primeiro e-mail. Eu tô muito feliz. Imagina quando eu fizer minha primeira venda e nossa, vai ser maravilhoso, vai ser insano e é isso. Vamos embora. Tô animado. Tipo dois meses,
quase três meses sem nenhum resultado. E aí não deu certo a primeira estratégia. E aí eu mudei de estratégia. Aí eu fui para uma Outra estratégia, subi umas campanhas, uns anúncios e fiz minha primeira venda. Foi um dos dias mais felizes da minha vida. Peguei e gravei um vídeo. Caraca, galera, eu não acredito. Eu acabei de fazer minha primeira venda. Nossa, um dia eu vou acordar e eu eu vou ver várias vendas dessa. Um dia eu vou acordar e e vai ter muita venda no meu celular. Nossa, tô muito feliz. Eu nem sei de onde
veio essa venda. Eu já gastei mais de R$ 300. Não sei quantos Quantos reais que eu falo, eu falo no vídeo, mas eu me lembro bem que nesse momento eu tava uns R$ 1.000 negativo de tudo que eu tinha tentado fazer, de comprar um tema de blog, de tentar fazer isso com os anúncios, já eu já tava tipo assim, já tinha tomado eh esses R$ 1.000 negativos. Aí, então eu comecei como afiliado, não deu certo, não foi pra frente, eu fiquei 5 meses tentando ser um afiliado e aí eu fui prestar serviço, na real fui
ser um coprodutor, né, que é Basicamente aquela pessoa que lança ou desenvolve estratégias de lançamento para outras pessoas. E aí eu comecei na coprodução. >> E aí você começou já porque como afiliado você já tinha adquirido algumas habilidades que um coprodutor eventualmente teria ou você no momento que começou como cprodutor aprendeu fazendo? >> Então como afiliado eu adquiri algumas habilidades porque eu aprendi é uma Grande escola, né? >> Afiliado é uma grande escola. Se você quer ser um especialista em infoprutos no futuro, até que faz sentido começar como afiliado, só que usando as estratégias corretas.
Perfeito. >> Não dá para você querer fazer o que eu tentei fazer, que era captar e-mail, enviar e-mail. E-mail dá certo? Óbvio, claro, é muito bom, mas para players específicos. E aí eu vi um vídeo de um rapaz falando sobre coprodução, eu achei Insano >> e eu falei: "Vou testar". E eu tinha aprendido muita coisa na afiliação a montar um site. Eu tinha aprendido, eu tinha aprendido a fazer anúncio, eu tinha aprendido um pouco sobre COP, eu tinha aprendido um pouco sobre eh rede social, mais ou menos. eh, no Instagram, naquela época não tinha ress,
eu não sei nem se tinha stories. Ah, não tinha stories, mas assim, eu tava aprendendo. E aí eu esse eu vi esse vídeo sobre Coprodução, depois eu via nas plataformas produtos de doces gourmet bombando muito, vendendo muito na primeira página produtos aprenda a fazer doces gourmet. Eu falei: "Cara, isso tem faz sentido". E aí abriu o Instagram certo dia e vi um amigo meu que estudou comigo no primeiro ano e esse amigo estava vendendo palha italiana na rua, andando na rua e vendendo. Falei: "Caraca, palha italiana, acho que tem um negócio Aqui." Mandei uma mensagem
para ele e falei: "Meu amigo, sou especialista em marketing digital e vender ele já tinha aprendido." >> É verdade. Já aprendeu rápido. >> É, tava começando, tá? Eu fale, eu fiz isso porque era um amigo, tá? E assim, dava para meter essa banca e tal, você não vai fazer isso como empresa, mas irmão, sou especialista em marketing e tal, o pai sabe fazer. Eu quero criar um projeto contigo. Eu quero, vamos ganhar Dinheiro, velho. Eu já tava tipo naquela, porque eu entrei em 2019 falando, eu vou ficar rico. Eu vou ficar rico. Não sei como,
não sei quando. Nisso já tinha surgido o bordão do hora vai dar bom, a gente pode falar, mas eu eh >> vamos fazer. A gente reuniu e a gente trocou uma ideia e ele topou. Ele já tinha estudado um pouco, lido um pouco sobre marketing, ele topou. Vamos embora, vamos fazer acontecer. E aí a Gente começou gravando um treinamento que ensinava a galera a fazer p italiana na cozinha. Ficou horrível o treinamento. Ficou horrível. A assim, a gente comeu muita p italiana. >> Acabou. >> Tipo assim, não, eu comecei a engordar depois dessa época porque
sei lá, sobrou umas 50. Eu comi palha italiana durante várias semanas >> e aí o treinamento ficou ruim porque ele não não eu não era bom para filmar, ele Não era bom para gravar. Cada um foi para um canto. Não, não, cada um foi para um canto, né? A gente jogou o treinamento fora e eu falei, vamos lançar um e-book, porque o e-book a gente grava, faz ele uma vez e tudo mais e vende e depois a gente lança um um treinamento e aí a gente fez o e-book. Eu demorei umas duas, três semanas para
fazer o e-book. Não tinha chat GPT na época. Hoje dá para fazer um e-book, colocar lá na QFI. Em poucas horas você Consegue construir um e-book. Se você tiver um um prezar pelo produto, você vai gastar ali algumas semanas montando um [ __ ] produto [ __ ] para ajudar quem tá do outro lado. E a gente se preocupava com isso. A gente colocou várias receitas, técnicas de venda, era um e-book completo, qualidade no produto, >> tinha bônus. A gente fez eh esses, tá? Sabe essas essas embalagenzinhas, a gente fez umas padrões pra galera só
imprimir e já começar. Você não precisa Nem fazer arte, a gente já tá te dando uma arte padrão aqui para você começar a vender. A gente tem vários depoimentos dessa época das mulheres, mães que não tinham renda e começaram a ganhar dinheiro com palaha italiana. Tipo assim, foi o primeiro projeto que a gente teve e a gente tem prova social, até hoje eu tenho lá dentro do meu Canva prova social disso. Primeiro mês a gente começou a vender, primeiro mês cheio, junho de 2019, cada um faturou R$ 4.500 Mais ou menos. Totalmente positivo, saudo. >>
Totalmente positivo. Eu nunca tinha ganhado tanto dinheiro na minha vida. Quando eu trabalhava com meus pais, eu ganhava 1000 conto, 1200. No banco eu comecei a ganhar uns dois ou 2800, não lembro. Eu nunca tinha ganhado tanto dinheiro. Nessa época minha mãe tava vendendo roupa, só que aí ela não tava fabricando, ela tava vendendo. Eu lembro que teve um dia que eu virei pra minha Mãe e falei: "Ô mãe, quanto que você vendeu de roupa hoje?" "Ah, hoje foi um dia ruim e tudo mais e tal". Acho que eu vendi uns R$ 200. Falei, eu
vendi R$ 1.000 hoje, só que aí isso foi no segundo mês. Isso foi no segundo mês. Não, isso foi no terceiro. Vend R$ 1.000 hoje, mano. Eu tô aqui em casa de bermuda. Olha o Esse mercado é insano. Tipo assim, eu vendi R$ 1.000 hoje, beleza? Primeiro mês R500, segundo mês 7.000. Eu já tava tipo Louco, já tava vislumbrado. Eu falei: "Irmão, é isso, vamos embora, vamos fazer acontecer, vamos dominar e e vamos". Nossa, eu só tinha um trabalho, né? Não tinha mais nada na minha vida, só tinha um trabalho. >> E no terceiro mês,
R$ 10.000. Então, em agosto de 2019, eu tava batendo meus primeiros R$ 10.000. Em 9 de julho de 2019, eu estava fazendo meus primeiros R$ 1.000 no dia. Não R$ 1.000 todo dia. Foi um dia que a gente teve um pico de Vendas e eu bati R$ 1.000. Foi nesse dia que eu conversei com a minha mãe e é muito louco porque eu sempre falo pras pessoas: "Sua vida não vai mudar da noite para o dia." Eu Sua vida não vai mudar da noite para o dia, mas ela pode mudar de um ano para o
outro, né? >> Com certeza. >> Saca? Então assim, um ano atrás eu tava chegando em casa, depois do trabalho cobrando os alunos. Eu chegava, minha mãe tava triste, tinha vários dias que Eu via minha mãe chorando, se perguntando, perguntando para mim o que que ela iria fazer e quem iria contratar ela, porque ela não tinha o que fazer. E eu não sabia o que responder. E aquilo só ia gerando ódio em mim, sabe? >> Uhum. >> E um ano depois eu tava fazendo meus primeiros R$ 10.000 na internet, >> certo? fazendo uma coisa que as
assim, [ __ ] a gente vendia cursos de como fazer doces gourmês e a galera Comprando, fazendo, mandando a foto das palha italiana pra gente, aquilo era o mais louco, porque a gente tava assim, a gente ficava assustado, eu e esse meu primeiro expert, porque a gente tava ganhando dinheiro e a gente via falando pra gente que elas também estavam ganhando dinheiro. Tipo assim, elas falavam que elas estavam tipo felizes. E a gente encontrou uma coisa ali que foi insano para assim, foi uma experiência surreal. >> Você ficou quanto tempo com esse expert? >> Eu
fiquei com esse expert até janeiro de 2020. Então a gente ficou de junho de 2019 até janeiro. >> Eu no final de 2019 eu comecei a lançar outros expertos. Eu não queria aparecer, eu tinha vergonha, eu não me dava bem nas câmeras e tudo mais. Então eu fui lançando outra outros experts. E aí em fevereiro de 2020 eu fiz minha primeira viagem internacional, ou seja, um ano depois de começar no digital. E eu fui Pro Chile. E aí no Chile eu fiz meu último lançamento com ele. Assim, eu lembro de est acordando num numa pousada
em Porto Varas, faturando. Tipo, eu acordei e já tinha um lançamento. Eu tinha contratado minha primeira funcionária e eu acordei com o lançamento. E na época eu tinha acordado com R$ 2.000 no dia em vendas. E para mim aquilo era bizarro. já amanheceu com 2 K ali, >> dois K no dia. Eu, tipo assim, nossa, Aquilo para mim era maluquice. Não existia o mercado como ele é hoje. >> E e aí quando eu voltei do Chile, eu tomei uma grande decisão que foi a de parar com esses experts, de cancelar todo o projeto com todos
os experts para lançar um expert só. E aí foi uma um aprendizado que eu tive em relação ao foco. >> Uhum. Foi quando eu explodi, foi quando >> Mas você chegou a ter quantos experts assim simultaneamente? três, >> porém não fazendo produtos >> todos ao mesmo tempo. Ali eu fazia de um, eu fazia um perpétuo, >> dois eu fazia perpétuo e um fazia lançamento. Então assim, eu tinha dois produtos perpétuos rodando. Não eram produtos que escalavam muito, até porque eu não tinha essa habilidade ainda. E é diferente, né, escalar produtos que t um rosto, um
expert, você depende de outras pessoas também. E um eu fazer só lançamentos esporádicos. uma vez por mês A gente fazia um grande lançamento, sacou? E aí depois que eu voltei dessa viagem pro do Chile, eu larguei tudo. E aí eu falo que na minha vida eu tenho os momentos em que eu pulei do penhasco. Eu chamo de pular do penhasco, que é quando você arrisca, você se arrisca muito para algo e vai embora. A primeira vez que é que eu que eu falei isso foi quando a gente se ferrou mesmo, que foi na fábrica. Eh,
mas aí eu fiz isso, larguei esses experts e fui lançar um expert só. E aí a gente teve uma caminhada >> longa, massa, >> longa assim, foi um ano, >> mas foi foram mais de 10 milhões que a gente faturou, mas um ano no digital só pensando na na intensidade vale por 10. >> Exatamente. >> Porque não existia vida, né? Só existia trabalho. Acordar, trabalhar, dormir. Não tinha festa, final de semana, não tinha rolê, não tinha restaurante, não tinha sair, não tinha namorar, não tinha Nada, só tinha eu, meu trabalho e tudo mais. E aí,
nesse nesse ano que eu me tornei coprodutor de uma pessoa só, e aí galera, foco é muito importante. Eu falo muito isso. >> Quando eu foquei num projeto só, a gente explodiu, a gente colocou vários produtos entre os mais vendidos do Brasil. A, eu, o primeiro lançamento que eu fiz foi um seis em um. O terceiro foi um sete em um. Foram R 1 milhãoais em um dia. Isso. A gente tá falando de 2020, a Gente tá falando de um mercado que ainda não entendia e esses números, sabe? >> Eh, foi muito bom. tive várias
experiências, comecei a a a comprar algumas mentorias de plays muito grandes, fui realizando alguns sonhos que eu tinha de ajudar os meus pais, de comprar meu primeiro carro, de realizar aqueles objetivos que você tem quando você começa no digital. >> Ô, Pedro, e como é que surgiu o lema? >> Exato. >> Uma hora vai dar bom. >> Lema uma hora vai dar bom. Tava começando no digital lá para fevereiro de 2019. Eh, ainda não tinha, ainda não sabia o que vinha pela frente, ainda não sabia as coisas que iriam acontecer comigo e aonde eu iria
chegar. E eu tava meio puto. Eu nunca pensei em desistir, nunca tive isso na minha cabeça, vou desistir. Porque para mim, se eu desistisse, eu estava aceitando a vida que eu odiava. Tipo assim, na boa, eu Odiava a minha vida. Eu odiava a vida que eu tava levando. Eu era grato. Eu agradecia a Deus porque eu tinha a vida que eu tinha, mas eu odiava aquela vida. Tipo, eu queria mais, não é que eu queria mais, eh, porque eu era muito ganancioso, eu queria poder ficar tranquilo em relação a a dinheiro, sabe? >> Uhum. >>
Eu queria poder ajudar os meus pais. E aí eu fui conversar com um amigo, foi um o único amigo que entendeu o que que eu Tava querendo fazer. Porque quando eu comecei no digital, eu chamei vários amigos, vários, várias pessoas que eu conhecia, vamos estudar comigo, vamos fazer. E eles não, eles não botaram fé. Eles não botaram fé nem em mim e nem no digital. E eu falei: "De boa, vou tranquilo, vou sozinho, tá suave". E esse amigo ele botou fé, ele falou: "Mano, tô botando fé, quero entender mais, vamos lá, vamos trocar uma ideia".
E aí num dia desse, eu tava contando Para ele, velho, eu tô acordando todo dia de manhã, eu vou lá pra praça, fico andando lá, fico caminhando lá, pedalo, depois vou pra academia, depois volto, fico na frente do meu computador o dia inteiro, 11 horas eu vou dormir. E é um privilégio você poder se dedicar assim pro cent. Entendo isso. E cara, não vira, mano. Eu tô muito puto. Tipo, caraca, velho, não tá virando. E aí ele começou a falar que ele também tentou começar e ele não tava Conseguindo ter resultado. Eu virei e falei:
"Velho, na boa, mano, eu vou fazer de tudo. Eu vou meter o louco, eu vou cair para dentro, eu vou fazer a, tipo, eu vou correr atrás pra caramba. Eu não sei quando, eu não sei quando, mas uma hora vai dar bom." Oh. >> E aí eu virei para ele e falei assim, ele olhou para mim, aí e eu é isso aí, velho. Uma hora vai dar bom. Uma hora vai dar bom, mano. Uma hora Essa [ __ ] vai virar. Desculpa o palavreado. Então ali nasceu esse essa frase e eu usava essa frase antes
mesmo de eu de de eu ser um professor, de ser um expert, de aparecer aqui na frente das câmeras. Essa frase ela tava aqui dentro e aqui dentro antes de estar na minha camisa. Eu era um coprodutor. Eu não tinha para quem falar isso. Isso não é uma frase de efeito. Isso era uma coisa que tava no meu dia a dia. Eu eu eu acordava e pensava: "Uma hora vai dar Bom. Uma hora vai dar bom". Eu vi um carro que eu queria ter. Uma hora vai dar bom. Vamos fazer acontecer. Meus amigos, eles eles
me chamavam assim tal pá e eu tava sempre falando uma hora vai dar bom. É isso aí, velho. Uma hora vai dar bom. Tamo junto, valeu. É nós. Então assim, essa frase surgiu daí e aí eu levei essa frase para todos os momentos da minha vida. Ah, vou meter o louco. Vou vou fechar com todos os experts para lançar um cara só. Vai dar bom. Vai dar Bom. Uma hora vai dar bom. Ah, agora eu vou largar esse expert aqui que tá me dando uma [ __ ] renda. Tô ganhando grana para caramba para poder
me lançar, para poder lançar o Pedro Guimarães, para poder levar uma hora vai dar bom para onde ele conseguir ir. [ __ ] Vamos embora. Vai dar bom. Uma hora vai dar bom. Pode dar errado no meio do caminho, pode mudar de rota, mas uma hora vai dar bom. E aí foi assim que surgiu. >> Mas olha só, Pedro, qual foi o momento Em que você realmente resolveu se tornar expert? Como é que foi essa transição dos bastidores pra frente das câmeras? >> Essa transição, ela começa talvez no mês em que eu ganhei meus primeiros
R$ 10.000. >> OK. >> Porque quando eu antes de lançar esse grande expert diferencial. E aí vai essa dica para quem tá nos ouvindo >> que eu tive que foi de vocês, vocês Viram, eu documentei todo o meu processo, eu gravei vídeo de tudo, do Revillon, do primeiro lead, eu eu tenho vídeo no carro, ó, um dia eu vou ter esse carro aqui e eu comprei esse carro. Eh, eu gravei tudo e não porque eu queria mostrar pr pras pessoas, porque eu tinha muita vergonha, eu gravei e guardei, tanto que eu falo nos vídeos, eu
nem sei se isso vai pro A, mas se isso for pro A, é porque aconteceu, saca? >> Legal. E eu assim que eu comecei a ter resultado, eu comecei a postar de leve no Instagram. E eu postava, vou ser muito sincero. >> Uhum. >> Com dois objetivos. >> Um objetivo, tentar de alguma forma encontrar pessoas para trabalhar para para fazer qualquer coisa. Tipo, quando eu descobri alguns amigos que queriam, eu falava: "Vem aqui para casa, vamos Estudar junto, vamos fazer qualquer coisa, não precisa nem ser sócio, vamos só falar disso. Eu só quero falar de
marketing digital com alguém, eu só quero respirar isso. Vamos lá pro Vila da Serra, que é um dos bairros mais tops que tem lá em Belo Horizonte. Vamos ver os carros passar e falar de marketing digital. Eu só queria isso. E o e o segundo é que eu queria calar a boca de algumas pessoas. Eu acho que eu fui movido por esse por esse sentimento no Começo. Eh, é meio [ __ ] falar, mas cara, esse ódio de querer mudar e querer, tipo assim, falar a galera, ó, tá vendo? Você devia ter me escutado. Isso
me moveu, infelizmente ou felizmente. >> Só que esse postar as coisas não era me gabando. Galera, tô fazendo um lançamento aqui, tá vendo meu custo por lead? Ele tá assim. Por quê? Porque eu fiz isso aqui. Isso aqui me ajudou assim. Galera, toma cuidado com a galera que tá vendendo marketing. A gente tava Falando que é da noite pro dia. Olha só, eu demorei assim, assim, assado. Eu começava a ajudar. Eu não não vendia nada. Eu só ficava falando. E não era aquela coisa de hoje em dia comecei a ensinar alguma coisa, vou vender. Eu
não tinha planos nenhum. E nisso esse expert grande, ele me seguia. A gente tinha um amigo em comum e ele começou a ver que eu fazia marketing digital e ele precisava de um cara de marketing de tal. Então, foi por conta dele que eu Consegui, foi por conta desse processo que eu consegui entrar pro projeto. E aí o que que aconteceu? Quando eu comecei a ganhar esse esse esse dinheiro no digital, eu comecei a ajudar outras pessoas e eu comecei a impactar essa galera. A galera começou a, tipo assim, aprender comigo. Só que eu não
ensinava marketing tal. Eu tava indo de manhã pedalar, 5:55 da manhã. Eu tava subindo uma uma ruazinha lá perto de casa para pedalar. E quando eu Terminava o pedal, já era umas 6:20, 6:30, o sol já tinha subido e eu comecei a falar de mentalidade. Galera, bem, se você não correr atrás, ninguém vai fazer por você. Acorda pra vida, pelo amor de Deus. E eu xingava o povo. Eu eu tipo assim, eu mandava real mesmo. E quando eu comecei a falar sobre mentalidade e tudo mais, eu comecei a ver que a galera eh gostava. Eu
recebi muito feedback, mano, você tá me ajudando muito, mano. Comecei, eu conto, eu conto assim nomes De pessoas que eu ajudei no digital e que hoje tem eh bons resultados, grandes empresas e tudo mais por conta disso. E eu comecei a a ver um valor em mim, porque eu não eu não tinha valor, eu não via valor em mim, que eu conseguia fazer isso. Eu não gostava nem de abrir minha boca para falar. E aí quando eu comecei a a a fazer isso, eu comecei a ver que eu ajudava as pessoas. E aí, nesse projeto
em que eu era coprodutor, eh, a gente teve um, um dos produtos foi Um produto que eu peguei para poder gravar e esse produto era um produto de marketing digital. E nesse produto eu falava muito do Mor Vai dar Bom. E ali eu vi que eu podia ajudar a galera. Ali eu falei assim: "Velho, eu tenho uma tipo assim, eu preciso ir paraa frente das câmeras. Eu não posso ficar atrás das câmeras. Eu preciso levar essa mensagem para mais pessoas. Eu preciso mostrar para as pessoas que o mercado digital é bizarro, dá para fazer muito
Dinheiro com isso. Só que é um trabalho, é uma escadinha. Você começa do começo. Então assim, esse essa transição, ela veio muito de me enxergar primeiro e entender que eu agora sim eu posso ensinar alguma coisa. Eu não comecei no edital tentando aparecer. Tem muita gente que começa já tentando aparecer e tá tudo bem e começa a falar algumas coisas e tal. Eu não, eu sabia que eu não tinha nada para ensinar. Quando eu entendi que eu tinha algo para ensinar e Que aquele algo o uma hora vai dar bom, ele tava ficando mais forte
do que até o que eu tinha para ensinar, eu falei: "Eu é isso". E aí um certo dia eu acordei e meti o louco, joguei tudo pro ar. Falei: "Ó, >> você jogou do penhasco?" Me pulei do penhasco. Foi assim, eu acordei de manhã querendo dominar o mundo no projeto. >> Deu meio-dia assim, aconteceu uma coisa e eu falei: "Tô fora, tipo, vou meter o Louco". E era um lugar que eu tinha uma renda muito boa e eu meti o louco mesmo. Falei: "Não, tô tô fora. Vou largar tudo e vou me lançar". Uma coisa
que você falou aí que eu achei bem interessante, que é um bom insight pra galera, é que você se sentiu preparado para ensinar as pessoas a partir do momento que você se enxergou e viu que você tinha construído e que as pessoas estavam pedindo isso primeiro antes de você só chegar e comentar, porque é muito complexo, né? Tipo, é muito fácil você pegar uma câmera e começar a se filmar e começar a falar e dar dicas e tudo mais. Só que as pessoas até elas confiarem em você, elas vão querer saber qual foi a sua
jornada até aquele momento que você tá ensinando alguma coisa. E e querendo ou não, a gente precisa sentir essa segurança para poder passar algo para alguém, para poder sentir de fato que tá mudando a vida de alguém. E aí você começou a perceber isso, então, na demanda que Você foi vendo ali que a galera já tava até repetindo o seu lema. >> Justamente. E uma coisa que eu acredito é para você fazer as pessoas confiarem em você, você precisa confiar em você. Perfeito. >> Porque se nem você tá botando fé no que você tá falando,
no que você tá ensinando, se nem você acredita de fato naquilo, como é que você vai fazer os outros acreditarem? Como é que você vai fazer os Porque o nosso objetivo como Professor, como expert, pra gente que ensina alguma coisa, não é fazer as pessoas só comprarem da gente, é fazer as pessoas acreditarem que elas podem. Eu costumo dizer que as pessoas andam por aí desacreditadas delas mesmas. Muita gente não entra pro mercado digital porque ela não se vê, ela não acredita que ela pode, ela acredita que o Pedro pode, que você pode, que o
fulano pode, mas ela não acredita que ela pode. >> E aí um dos trabalhos, é por isso que tem muito coach por aí, é por isso que tem muito, muitas, muita gente fazendo de tudo por aí, é basicamente fazer a pessoa que tá lá no final acreditar que ela pode, sacou? Então assim, isso para mim era muito importante. Sem isso, eu nunca iria aparecer na internet para poder falar alguma coisa. e para poder tentar vender alguma coisa. Para falar eu já falava >> boa. Que bom que você já tinha Exercitado isso lá fazendo os seus
próprios documentários do dia a dia, né? >> É, chega lá, era só >> o documentário, só para pô o só para falar, principalmente para quem tá começando, documenta a sua jornada. Eu fiz o documentário porque eu sabia que eu precisaria, que eu iria usar em algum momento. >> Eu tinha essa convicção. Não sab, eu não sabia como, mas eu sabia que eu ia usar ele em algum momento. >> E é m da hora ver como você evoluiu pr caramba, né? Tipo assim, às vezes nem você mesmo acreditava que fosse possível fazer essa transformação de uma
forma tão rápida. Quando você olha, caraca, foi rápido até. >> Você fica, você tem motivos também para se orgulhar de você mesmo e ao invés de se comparar com alguém que tá num palco muito distante do seu e que você também não sabe qual foi a jornada da vida dela, você se compara com seu eu de Antes, de ontem, porque com o documentário você consegue fazer isso. >> Sua própria comparação é você mesmo. É isso. Seu próprio cororrente é você. >> Ex. Ora, como é que veio essa ideia de criar uma geração A 100% gratuita
de marketing digital? >> Show. Vou, vamos lá. A geração A, ela veio, >> esse A, ele veio de uma história que a gente conta, né, que tem um pouco em relação com a geração alfa, que é a Geração nova que tá vindo aí. Mas a gente simboliza a geração A como a geração de pessoas que ganham dinheiro através da internet, >> que é a geração que vem após a Z, né, que é a a última geração. Então, a gente falou de geração A, eu queria ter um nome que era século XX, que era tipo assim,
pessoas que estão em um outro século, vivendo uma outra realidade, só que não tinha como pôr esse nome. E a gente conseguiu encontrar o nome de Geração lá, a nova, a nova geração de pessoas que ganham dinheiro através da internet, >> saca? Então ela tem essa brincadeira com a geração alfa, com o reinício, com o que vem depois do Z, vamos dizer assim. Mas ela tem esse nome, é um movimento. As pessoas que estão estudando com a gente, elas se sentem parte dessa geração, a geração de pessoas que ganham dinheiro na internet de alguma forma,
seja empreendendo, seja prestando Serviço, seja vendendo eh produtos físicos, digitais, enfim, elas estão no ambiente, no nosso mundo da internet, ganhando dinheiro. >> Uhum. E a geração A, ela veio assim, é meio, é meio estranho falar, mas eu sempre tive a vontade de ter uma escola. E quando eu larguei esse expert grande para poder me lançar, o meu principal objetivo era lançar a escola geração A, era lançar a geração A. Só que eu percebi e entendi que para eu lançar a Geração A, eu precisava ser um um expert forte, ter um nome no mercado, as
pessoas me conhecerem, ter networking, esse era um dos principais, ter caixa, ter uma mensagem, ter me validado. E aí, antes de lançar a geração A, eu lancei o Pedro Guimarães. Eu lancei os treinamentos do Pedro Guimarães. E como todo mundo sabe, o expert geralmente ele te dá um único caminho. ele vai te ensinar aquilo que é melhor, eh, que ele sabe fazer melhor, aquilo que ele tem Mais propriedade. E eu fiz isso durante um bom tempo. Foram mais de 250.000 alunos. E a geração A, ela começou a ficar um pouco em segundo plano depois que
tudo deu certo nessa jornada, né? Quando eu parei de lançar outras pessoas e me lancei, foi um boom, foi um sucesso. Eh, a gente faturou o primeiro leão muito rápido, a gente colocou o nosso produto entre os mais vendidos nas plataformas muito rápido. A gente, tipo, bateu os primeiros 20.000 1 alunos muito Rápido, foi tudo muito rápido. E eu comecei a deixar a geração lá o meu projeto de vida, aquilo que tinha feito eu largar tudo em algum momento da minha vida pro lado. E de 2023 ali, eu comecei a ter um um certo conflito
comigo mesmo do que que eu tava fazendo, porque eu acredito que as pessoas elas devem se encontrar no digital no que eu chamo do no que eu chamo não, né? é uma filosofia japonesa chamada ikga. Não sei se vocês já Ouviram falar. >> Eu acredito que para você ser feliz e realizado, você tem que estar no centro do seu ikga. O ikigai é uma filosofia que fala que você tem que eh para encontrar o seu propósito, você tem que fazer uma coisa que se encaixa em quatro círculos. Algo que você é bom, algo que você
é muito bem pago para fazer, algo que as pessoas precisam e algo que as pessoas pagariam. Bom, recebe, paga bem, as pessoas Precisam e as pessoas pagariam. Se você tá nesses quatro pilares, você tá no centro do seu propósito. E eu tava sentindo que eu não tava naquilo, porque eu tava fazendo algo que era bom, eu tava fazendo algo que as pessoas precisam, eu tava fazendo algo que as pessoas pagavam, só que não era algo que eu amava fazer. Eu não queria fazer aquilo. Por quê? Porque eu acredito que o digital ele não é feito
de um caminho só. Não existe a rota milagrosa, não Existe o único caminho perfeito para você ganhar dinheiro, a nova onda. Na minha visão, existe o caminho perfeito para quem tá nos ouvindo. Existe, sei lá quantas pessoas vão ver, vão ver este podcast, mas existe um caminho para cada uma delas, pensando no quanto elas têm de dinheiro, no quanto elas têm de experiência, no perfil delas, no se ela é mais analítica, se ela é mais criativa. Cada uma vai se desenvolver muito bem em alguma área e tá tudo bem. Só que o que que acontece
hoje? A gente pega um grande expert e ele tem uma promessa e ele rapa um público inteiro e bota todo mundo no mesmo balai. E aí a gente tem as taxas de evasão de treinamento muito altas, pessoas que não têm resultado no treinamento muito altas porque elas vão pela promessa. Elas não vão pensando nelas o que que é melhor para mim, onde eu vou ganhar mais dinheiro? Onde eu vou me lidar melhor? Então assim, eu tava num Cruzeiro no Caribe com dois amigos e eu tava puto comigo, eu tava triste, eu tava mal por dentro,
porque eu não tava fazendo o que eu eu olhava para mim e eu falava: "Velho, eu não estou fazendo aquilo que fez com que eu largasse tudo em 2021". tipo me lançado. Eu eu me lancei por por conta disso. Eu não segui o meu projeto. Eu parei no meio do caminho e virei um expert. Tô aqui ensinando a galera e não é errado fazer o que eu fiz. Só que não era o meu objetivo. Eu não fui guiado Por aquilo. E aí, eh, eu falei, vou voltar então com a geração A. E aí, basicamente eu
saí dessa viagem, foi em dezembro do ano passado essa viagem. Eu voltei e falei: "Vou voltar com o projeto de geração A, vou parar tudo que eu tô vendendo, não vou vender minhas minhas coisas mais e vou voltar com o projeto de geração A." E aí a estratégia que eu encontrei, como eu sempre fui do low ticket, dos produtos de aquisição, produtos baratos para depois vender Produtos mais caros, eu quis inovar ainda mais. Eu quis colocar um produto gratuito, porque aí eu ia conseguir colocar muito mais pessoas na aquisição para depois vender a geração A.
E aí eu fiz o processo, o procedimento do produto gratuito, eu montei ele e eu falei: "Eu vou colocar anúncios, eu vou deixar ele de graça, vou pôr ele no YouTube ou numa página, vou pôr uns anúncios." E aí eu aprovei toda a minha estrutura e tudo mais. E quando eu Aprovei, quando eu comecei a a rodar esse produto gratuito, eu mandei mensagem para um amigo que eu tinha conhecido no mercado digital. E aí eu mostrei para ele, ele falou: "Quê? Caraca! E esse é um grande assim, ele não é um grande amigo meu. A
gente tá a gente se tornou mais amigo agora por conta da nossa sociedade, mas ele é um grande player do mercado, fatura seus R$ 100 milhõesais por ano. E ele falou: "Irmão, vem no meu escritório amanhã." E aí eu, ué? E aí eu fui no escritório dele, mostrei para ele o projeto e eu comecei a contar minha história. Falei: "Velho, ó, eh, eu lançava o nosso amigo, a gente é amigo do expert que eu lançava em 2020 e tal. Eu larguei, larguei tudo para poder me lançar. para depois lançar uma escola da geração A e
tal e tudo mais. E o meu sonho é ter uma escola de marketing e tal e ajudar a galera a começar do jeito certo, cada um escolher O que quer fazer. E aí, eh, eu quero entregar isso de graça, o começo do conteúdo, para depois vender o resto e tudo mais. E ele virou e falou assim: "Isso também é meu sonho, só que a gente vai ter que entregar de graça tudo". Aí eu quê? Tá maluco, tá doido, como assim a gente vai entregar tudo de graça? falou: "É, nós vamos ganhar dinheiro". Falei: "Mas a
gente pode vender e se a gente vender, a gente vai ganhar muito mais dinheiro". Ele falou: "Não, a gente Vai ganhar muito mais dinheiro se a gente entregar de graça". E aí ele tipo topa: "Tá maluco, irmão, vamos embora". Tipo, esse esse meu sócio, ele é conhecido por ter criado um mercado dentro do mercado brasileiro. Então assim, eu falei: "Imão, vamos embora para fazer uma parada nova, ninguém nunca fez. pode dar muito errado, pode dar muito certo, vamos embora, vamos fazer acontecer. Então, a geração A, ela veio, ela tem esse, esse fator de ser de
Graça, porque a gente acredita que o conhecimento ele precisa ser democratizado. Tem muita gente que não teve a mesma resiliência que eu tive de ficar por 5 meses tentando e no final mudei de rota e consegui. Tem gente que no terceiro mês >> teria desistido. E que que essas pessoas estão fazendo agora? Elas estão nos seus empregos tradicionais, elas estão fora da nossa bolha, fora do mercado digital e elas olham pra gente como se fosse Tudo uma mentira. >> Então eu acredito, nós acreditamos que eh o conhecimento ele precisa ser democratizado e que as pessoas
podem sim ter acesso a esse conhecimento para poder começar no mercado de tal. A gente não acredita que as pessoas devem parar de comprar treinamentos nem cursos, mas a gente acredita que tem uma forma das pessoas começarem no mercado digital sem gastar o todo o dinheiro delas e encontrar o melhor caminho para depois Aprofundar naquele caminho. >> Que legal, que visão, hein? >> Total. Absolut. >> Que visão massa. >> É, é algo novo. É algo novo, desafiador. >> Eu mesmo nunca ouvi isso. Esse modelo aqui no Kcast, olha que já foram mais de 400 podcasts.
>> Olha aí, meu caro. Olha aí. fazendo ouro. Olha aí, Albertinho. >> E olha só, Pedro, você falou sobre o intuito de ensinar a começar da forma Certa no digital. Que que você considera essencial para começar com pé direito nesse mercado? >> O que eu considero essencial para começar no mercado digital é entender, irmão, tu vai tu vai ficar rico em algum momento. >> Uhum. Só que você não precisa começar com coisas complexas e nem mirabolantes, >> que foi o erro que você cometeu, cometeu lá no passado. >> Foi o erro que eu cometi. Eu
fui numa Proposta, numa promessa, numa numa ai vou mudar de vida e tudo mais e fui montar uma estratégia muito complexa. Para mim, a melhor opção para as pessoas começarem no mercado digital é aprenderem primeiro. É começar prestando serviço para alguém em algum lugar, em alguma área. é aprender uma única habilidade, pegar essa habilidade, transformar ela em recurso. Ou seja, vamos lá. A gente tem aqui o IFi, tá? É, existem vários, vários milhares de Produtores vendendo treinamentos dentro da QFI. Todos esses produtores precisam de alguma coisa, de um web designer, de um gestor de tráfego,
de um copywriter, de um social mídia, de um editor de vídeo. Todos eles contratam pessoas. A, na minha opinião, a melhor forma de você começar no mercado digital é aprendendo com o negócio dos outros e ganhando para isso. É você se desenvolvendo em uma dessas áreas. Pedro, qual é a melhor área? Aí, meu Amigo, você tem que olhar para você, >> você tem que olhar para as suas competências. O que que você gosta de fazer? >> Se eu fosse começar prestando serviço hoje, hoje talvez eu iria para a gestão de tráfego, mas é comigo. >>
Uhum. Talvez eu iria paraa COP se eu soubesse. Assim, eu não sei se eu iria porque eu não me veria como um bom copywritter. Hoje eu me vejo como um bom copywritter, mas antes talvez não. Mas Assim, você vai ter que olhar para você. Primeiro você presta serviço para alguém, pega experiência, maturidade, faz seu caixa, depois você empreende. Porque o problema das pessoas é que elas começam hoje, ah, eu vou montar um produto, cara, na boa, na, vamos ser sinceros, você vai montar um produto que você nunca fez antes. Você não conhece o seu público
alvo direito. Você vai montar o pior produto que você pode montar. as pessoas não vão se beneficiar Daquilo, elas não vão ter resultado com aquilo. É muito provável que você não vai conseguir nem vender direito esse produto. Você vai perder o seu dinheiro, vai montar uma uma estrutura muito complexa, não vai fazer um bom vídeo de vendas, não vai fazer uma boa VSL, na boa, começa primeiro aprendendo, faz dinheiro primeiro. Tem pessoas que prestam serviço fazendo, sei lá, 5, 10, 15, R$ 20.000 em um único mês, saca? Depois você pode se desenvolver e virar Um
coprodutor. O coprodutor ele também presta um serviço. E existem coprodutores que ganham em percentual. Eu ganhava percentual. Eu não gastava R$ 1 do meu bolso. Eu desenvolvi várias habilidades, porque o coprodutor geralmente ele vai desenvolvendo várias habilidades e eu apliquei isso em um expert e fiz uma boa grana como coprodutor, saca? E aí depois que você ficou bom e você tem maturidade, experiência, aí sim você cria um Produto, aí sim você desenvolve um negócio, você empreende, aí sim você bota o seu dinheiro na fogueira para aquilo te trazer retorno. O grande problema das pessoas que
começam é que elas pegam dinheiro que eles não têm ou pouco dinheiro que eles têm, a experiência que eles não têm ou a pouca experiência que eles têm e colocam numa estrutura muito complexa para um iniciante e eles perdem tudo e eles falam que o mercado digital não funciona E eles voltam pra vida que eles não querem viver. >> Uhum. >> Aí é [ __ ] né? >> É legal se falar sobre isso porque a galera às vezes tem preconceito em ser prestador de serviço, né? Nossa, que eu eu acho que é muito dessa questão
de cara, você tem que empreender, você não vai fazer grana se você não for empresário, sabe? >> Mas é processo. >> Sabe qual que é o problema? Na real, as pessoas elas elas são impacientes. A gente tá no Brasil, a terra do tigrinho, as pessoas querem dinheiro fácil. E pode ser uma explicação muito muito idiota. Pode ser basicamente você apertar um botão, ter um tigre na tela, vários, várias vários códigos e em uma hora você vai ganhar dinheiro. As pessoas elas elas caem nisso. E aí quando a gente fala da prestação de serviço, ai mas
prestação de serviço não dá mais Dinheiro do que você ser um expert? É óbvio que não dá. É óbvio que não dá. A gente consegue vender 1000 treinamentos em um dia. Você, como prestador de serviço, consegue atender, sei lá, cinco clientes por mês. É óbvio. É óbvio comparar um com o outro. É, é, é desleal. O negócio é você precisa começar de algum lugar. Você precisa começar do começo e entender que o mercado te dá uma escadinha. Antes de você faturar o seu primeiro milhão, você Vai faturar, sei lá, 500.000. Antes de faturar 500.000, vai
faturar 200. Antes de faturar 200, 100. Antes de faturar 100, você tem que faturar 50. Antes de faturar 50, você tem que aprender a fazer 10.000. 10.000, 2.000. 2.000 a primeira venda, primeiros 1000. Então, as pessoas elas não entendem isso. Aí elas falam: "Ah, eu não vou prestar serviço não". falou o sei lá, o Cléber que mora com os pais, ganha R$.200 por mês e poderia prestar serviço, ganhar Cinco, começar a ter mais experiência e aprender, se conectar com pessoas para depois crescer, para depois empreender. >> [ __ ] Clebão, tu quer empreender? Você vai
empreender. Em algum momento você vai chegar lá, mas vamos aprender primeiro. Vamos pegar experiência, maturidade, vamos ganhar uma grana. >> Tá garoteando, hein, Clebão? Tá garoteando, como diz o Miguel. Mas eh também entra muito num lance de cara, se eu for pensar, ah, eu não vou eu não vou Prestar serviço não, porque um expert ganha mais que um prestador de serviço. É óbvio, ele é expert em algum assunto e além disso, ele desenvolveu algumas habilidades necessárias para ser um expert e ser um bom expert no digital. Não é fácil ser um expert, você pode falar
com mais propriedade sobre isso. Além de de ser expert no assunto do qual você domina, você também tem que ter habilidades de comunicação. Você precisa saber se conectar com a sua audiência, Você precisa saber eh entender o seu público da forma correta para poder, sabe, lançar um bordão que vai pegar. São tantas outras habilidades que, poxa, será mesmo se você tá pronto agora para ser um expert ou se você tá mais pronto agora para ser um prestador de serviço de um expert, aprender com ele e quem sabe eventualmente se tornar um próprio expert, >> criar
afinidade com >> criar afinidade com com o mercado. Eu Lembro de uma de uma vez que eu tava eu ainda trabalhava com TI >> e eu ouvi dizer, olha só como que é as as promessas do mercado, né? >> Uhum. Eu caí num anúncio de COP. Eu sempre gostei muito de COP, assim, me sentia mais eh eu sentia mais afinidade com a com COP de todas as áreas do mercado digital. E aí eu entrei, ó, mas a vaga, ó, para você ver, eu não entendia nada. Eu entrei num funil de um cara muito famoso no
mercado que vendia Um curso de uma formação de copywriter. Ele tava vendendo uma formação. >> Eu falei: "Nossa, COP, que legal". E aí eu eu associava a minha visão de lei, eu associava a COP Pessoazão, nossa, eu quero aprender pessoa dia, porque se eu aprender a pessoa dia, eu vou saber vender. Não tava de todo errado, mas não é só isso. E ele tava vendendo uma formação. Então para quem vai pensar em fazer uma formação em COP, tem que saber minimamente o que é copywriting. >> Total. >> Eu não era essa pessoa. Eu só tava
querendo aprender pessoas um para conseguir vender. Será que eu tava pronta para fazer uma formação de copywritter? >> E e você já vai muito lá na frente, né? Exatamente. Que eu acho que é o que acontece com a maioria das pessoas. Elas vêm uma promessa no mercado muito assim, é, atrativa demais, tipo, é, sei lá, eu não vou pensar em uma agora, mas é Sempre você vai ficar rico, você vai ficar rico da noite pro dia, ganha dinheiro dormindo. >> Cara, não é não é assim, sabe? >> Até chegar num ponto grande assim, >> você
vai ficar muitas noites em claro, sem dormir e olhe lá. Então, acredito que a prestação de serviço seja a forma mais saudável de você começar nesse mercado. Sim, porque você vai poder aprender e descobrir quais são as áreas que chamam mais atenção para Eventualmente escolher uma delas e se especializar. >> Aí, e aí, basicamente, você eh coloca dinheiro no bolso sem pôr em risco e você preserva a sua sanidade. >> Exatamente. >> O digital, pra galera que tá ouvindo, o digital é para você. O problema é que você ainda não encontrou o seu caminho. Você
acha, eles acham que eles começaram num caminho, deu errado e e pronto, o digital tem espaço para todo mundo, todo E qualquer tipo de pessoa. As pessoas só precisam entender quem elas são, o que que elas são boas para poder começar. Ah, eu sou, eu gosto de tal nicho. Começa trabalhando prção serviço para aqueles nichos. Ah, eu quero ter uma loja virtual um dia. Cara, domina uma habilidade que está em volta de ter uma loja virtual que alguém te contrataria. Tenha vários clientes e vá. Ai, mas vai demorar, [ __ ] Quer é melhor ir
pro tigrinho? Então, quer tudo rápido. >> É. Agora, Pedro, falando nisso, ainda abordando esse assunto sobre habilidades, quais você acredita que são as principais habilidades que alguém precisa pensar em desenvolver para trabalhar no digital hoje? Pensando em prestação de serviço, >> tá? Se eu fosse mapear as três grandes, é, habilidades, a gente falaria muito em COP, tráfego e infraestrutura, né, que é aonde a gente pode resumir tudo dentro do mercado digital. Quando a gente fala De COP, comunicação persuazão, a gente fala desde o copywritos, que escreve páginas de captura, que escreve páginas de venda, que
cria ofertas de produtos. E aí cada um desses copywritters, ele tem a sua senioridade, vamos dizer assim. A gente tem o social, o social media que ele escreve e ele escreve conteúdos e tudo mais. >> Em tráfego a gente tem os gestores e a gente pode falar tanto o gestor de tráfego pago quanto o gestor de tráfego Orgânico que e em infraestrutura a gente tem loja virtual, web, construção de lojas virtuais, criação de websites e tudo mais. O que eu acredito hoje que é o mais fácil de se posicionar e geralmente vai tá ligado com
o que as pessoas mais precisam. E quando você vê o mercado é cíclico. Talvez o que eu vou falar hoje daqui um ano não funciona mais. Mas o que eu vejo é que as pessoas hoje buscam muito por pessoas que entendem e dominam sobre conteúdo Orgânico. Então você tá vendo muita gente aí eh se posicionando como social mídia, vendendo serviço de social mídia, de de edição de vídeo, de construção de de narrativas e tudo mais. Então eu gosto muito dessas áreas que exigem muito. E para resumir são elas o social media, >> o gestor de
tráfego. E aí, independente da da rede, sempre vai ter clientes buscando por gestores de tráfego, especialistas em Google, em Facebook Ads. E na minha visão, se fosse para resumir mais ainda, as duas habilidades mais importantes do mercado são a de copywriting, de escrever textos persuasivos. Eu costumo dizer que é uma arte, uma a arte de escrever textos persuasivos. E você pode escrever texto persuasivo para qualquer canal, em qualquer plataforma, seja num vídeo de vendas, numa página de vendas, num stories, num lançamento. Então, se eu pudesse falar, aprendam copy, aprendam a Escrever esses textos persuasivos e
aí nicha em alguma área que você gosta e a arte de gerar tráfego. E aí envolve as principais plataformas de tráfego pago, envolve também um pouco é da habilidade de gerar tráfego orgânico. >> Legal. E Pedro, com a evolução do mercado, eu percebo que muitas pessoas têm pensado a em longo prazo, né, dentro do digital. Então, para quem tá querendo construir um negócio sólido, por onde começar? O que que você falaria para Essa galera? Existem passos fundamentais para isso? existe eh o passo fundamental, mas eu acho que a a quem quer construir um negócio sólido
dentro do mercado, a primeira coisa que deve ser pensada, na minha visão, é no cliente. Você não constrói um negócio sólido pensando apenas na sua oferta, pensando apenas em vender um negócio sólido. Quando a gente fala de negócio sólido, é muito subjetivo, né? Que que é um negócio Sólido? Na minha visão, se eu pudesse eh falar, no meu ponto de vista, é um negócio que você tem um LTV maior, que você consegue vender pro seu cliente novamente, que você tem uma recorrência, que as pessoas compram de você novamente, que todo ano elas precisam assinar a
sua comunidade ou o seu produto ou o seu software, ou seja, o seu produto é bom, não é, não é uma porcaria, não é aquela parada que, tipo assim, eu comprei hoje e eu nunca mais Compro de você, porque pelo amor de Deus, como é ruim, não é? Então, na minha visão, e acho que às vezes falta no mercado, eh, se você quer ter um negócio sólido, preze por ter um bom produto e preze por encontrar um produto que vai ser carregado contigo pelo resto da sua vida. Preze encontrar um produto que você vai a
cada ano, a cada mês, construir um um pilarzinho nele e que você vai estar batendo naquele produto desde sempre. Tem players muito grandes E se você observar os maiores players do mercado digital, todos eles há dois ou três anos atrás estavam fazendo a mesma coisa que estão fazendo hoje. Não a mesma coisa, mas estavam vendendo o mesmo produto. Hoje ele pode ter mudado a COP do produto. Ah, inteligência artificial tá bombando. Eu vou colocar aqui uma palavrachave agora, uma promessa que envolve inteligência artificial, mas volta para aquela minha comunidade que eu tô batendo no martelo
Há muito tempo. volta naquele meu produto principal, que é aquele produto que tá ali, ó, tá ali há muito tempo, saca? Então, eu acho que são essas duas coisas: pensar no seu cliente, pensar no seu produto e adaptando as ofertas com o que o mercado adere. Porque antigamente a gente falava de copies com mecanismo X, hoje já não funciona. Agora a gente tá no auge da inteligência artificial e vai crescer por muito tempo. Vou adaptar as minhas cópias, pôr um pouco de Inteligência artificial, vou colocar um bônus, vou colocar alguma coisa, mas é sempre para
aquele produto que eu tô criando. E as pessoas vêm que eu tô eh colocando eh mais atualizações no produto e elas vêm que todo ano vai ter atualização, que todo mês tem atualização, que sempre tem uma coisa nova e aí eu coloco mais uma funcionalidade. Agora eu tenho uma comunidade lá dentro. Agora as pessoas eh conseguem contratar umas às outras e Elas vem que aquilo tem valor e elas pagam novamente e aí eu tenho um LTV maior e aí eu tenho uma recorrência maior. Quer dizer, enfim, >> perfeito. >> Além de tudo, acredito que não
tem, não existe negócio sólido hoje sem um funil muito bem estruturado, né? E uma das suas expertises é funis de aquisição low ticket. justamente >> explica pra galera o que são funis de aquisição low ticket e como trabalhar Com eles, como pensar e implementar isso no nas estratégias. >> Perfeito. Vamos lá. Como a gente já citou, eu fiz aí pouco mais de 250.000 meu alunos na internet com a minha imagem. E os funis de aquição low ticket são basicamente aqueles produtos baratos que a gente coloca para poder fazer venda direta para pessoas que nunca nos
conheceram, que não conhecem sobre o nosso produto, sobre a nossa história, sobre os nossos produtos mais caros, Sobre o que a gente faz, sobre o que a gente vende, eles apenas são eh impactados com um anúncio, com uma promessa muito boa, com um preço muito baixo e que tem um fator de compra ali, tem um um processo de compra compra muito no brainer, ou seja, eu não gasto muito tempo para poder eh comprar ar aquilo porque é muito barato. Eu vou receber algo e aquilo é muito barato. E dentro daquele produto, eu conheço você, eu
conheço a sua história, eu conheço o Seu produto, eu conheço o seu próximo produto, eu conheço e entendo como você pode me ajudar a resolver os meus próximos problemas. Então, o low ticket, ele serve pra gente adquirir base, pras pessoas nos conhecerem. Ele serve pra gente colocar dinheiro, voltar dinheiro logo na entrada. E aí quando eu falo voltar é financiar um crescimento de base, porque existem formas de você fazer um low ticket que você tem lucro na na nesse primeiro funil e existem Formas que você toma prejuízo. E aí dentro do low ticket eu te
preparo para vender um produto mais caro. Dentro do low ticket eu também posso fazer o que eu chamo de monetização interna, que é vender uma ferramenta. E aí você vê, é, mercados onde você vê muitos produtos baratos de R$ 19,90, de R$9,90 e lá dentro aquele expert, aquele especialista, ele tá vendendo uma outra ferramenta, ele tá te indicando uma ferramenta e ele ganha uma comissão com Aquilo. Isso é o que eu chamo de monetização interna, sacou? E aí a gente tem também a monetização, que é depois que você compra o produto low ticket, uma semana
depois aquele expert te chama para uma aula ao vivo. Ele te chamou, não é porque é porque você comprou o produto inicial, ou seja, você tem interesse naquele assunto e naquela aula ao vivo ele te vende um produto mais caro de 497, de 997. E ali ele faz um uma boa um bom faturamento, pensando que O cliente do começo já foi comprado no low ticket, >> saca? Então assim, isso é o é eh são os funis de aquisição low ticket, onde você vende um produto na entrada para trazer muita pessoa paraa sua estrutura e vender
coisas depois. Tem que vender um low ticket eh sem nenhum produto depois é assim, é um desperdício. Eh, em termos de funil, você tá deixando muito dinheiro, eh, tá queimando muito dinheiro. Como que você começa com um Low ticket? Fazendo aí os seus low tickets, cara. Eu acredito que se você já tá pronto, né, já tá num momento que você já pegou uma certa experiência no mercado, você vai começar rodando a sua oferta, testando e colocando um produto aí de 47, de R$ 19,90 no ar. Eu acho que se você já tá no momento de
começar, aí é quebrar a cara, é aceitar e quebrar a cara. É claro que você pode ter pegado experiência prestando serviço para Outros especialistas. Ah, eu sou um gestor de tráfego júnior, entrei numa equipe de tráfego de um de uma empresa que roda muitos produtos low tickets. Ah, eu tô prestando serviço para um expert que faz muito low ticket, tô aprendendo e tudo mais. Quando você for lançar o seu, você já tá mais bem encaminhado. O que eu dou conselho pra galera que vai desenvolver algum produto low ticket e que mudou o meu jogo em
relação à construção das ofertas, é que Quando a gente pensa no tipo de produto que a gente vai lançar, a gente tem algumas entregas. Eu gosto de separar, não, eu não gosto de separar, né? O mercado separa assim, são as entregas do It yourself, >> hum, >> do with you, do for you. Do it yourself é basicamente quando você compra um produto e ele tá te ensinando a fazer aquilo você mesma. Eu vou fazer isso sozinha. Ele tá me ensinando a parada, Eu vou fazer sozinha. Do with you é quando ele, o o a pessoa
que tá te vendendo, ela vai fazer com você. Ela vai te acompanhar, vai ter aulas ao vivo, vai ter mentorias e ela vai comprar um produto onde vai ser do Fiu. Eu vou fazer com você. Do Foiu geralmente são as ofertas de produtos muito high tickets que eu vou fazer por você. São as prestações de serviço, eu vou fazer isso por você. Todos os low tickets que eu tive, o maior sucesso, Maior escala, foram os low tickets que eu coloquei uma oferta do Foi num preço mais barato que eu podia. Vou te dar um exemplo.
Em 2022, antes mesmo dessa onda de produtos validados, venda produtos validados lançar, eu lancei um low ticket que não foi pra frente, foi em 2023, porque eu já tava meio puto comigo mesmo e eu não quis continuar com aquilo. Eu não, eu não tava feliz, eu não queria ficar ensinando aquilo, eu queria tocar a geração A, mas eu lancei Uma oferta que era basicamente o seguinte: copie e colhe os meus scripts de venda. Eles já estão prontos, os anúncios já estão prontos, a COP já tá pronta, o funil, a automação do funil de WhatsApp já
está pronta, tá tudo pronto para você copiar, colar e começar a vender. Ou seja, eu já fiz por você e isso custa R$ 47, sacou? Então quando quanto mais você tem esse fator do foi eu já tá pronto. Olha, ah, é um treinamento de vendas para, sei lá, Advogados. Aqui, ó, os contratos estão prontos, o script de venda tá pronto, o passo a passo, tudo aqui, ó, para você tá tudo aqui para você. É só, é só você pegar e fazer isso. É o do for you. Já foi feito. Quanto mais tem isso num preço
baixo, mais as pessoas consegue entender logo de cara que elas estão pagando muito barato em numa entrega muito grande. Aí eles começam a pensar: "Cara, eu já comprei um um treinamento de 297 que não entregava isso. Você tá Me entregando os templates prontos, você tá me entregando automação, você tá me entregando template do site pronto." E eu não tinha isso num treinamento tão caro. Você tá me vendendo isso por R$ 47. Então esse foi um um um insight que eu tive eh e que me ajudou a escalar muito as minhas ofertas. E uma outra coisa,
produtos low tickets precisam ter produtos mais caros para serem vendidos. >> Então se você quer fazer um funil de aquisição low ticket, já tem em mente o Que que você vai vender dentro desse produto ou nos lançamentos que você vai fazer adquirindo aquele público, sacou? Mas, por exemplo, produtos nesse modelo que você comentou do for you, você falou que as pessoas costumam fazer eh essa oferta high ticket, porque teoricamente dá mais trabalho. Vou fazer para você, vou deixar tudo pronto para você. >> O que que vem depois disso dentro de um funil low ticket? Se
eu vou vender isso por R7,90. >> Depois que a gente faz uma oferta dessa, por exemplo, de Dufu, eu posso ter níveis de promessas, >> tá? Eu posso te entregar um do for you para você conseguir fazer os seus primeiros R$ 1.000 e depois a gente tem um objetivo de te ajudar a bater os seus 10.000 por mês na internet. Eu posso ter, por exemplo, um dufo foru e te entregar vários materiais, várias coisas, vários entregáveis para você eh fazer o seu primeiro cliente de Prestação de serviço. E na minha comunidade, eu te ensino novos
serviços que te permitem aumentar o seu ticket médio, por exemplo, ou seja, cobrar mais caro numa prestação e faturar mais. E lembrando, eu tô falando desse fator do Foiu, porque muita gente acha que só porque você está vendendo um produto low ticket, você não tem que se preocupar em ter uma boa oferta. >> Uhum. >> Isso já foi uma verdade antes, quando o Mercado era muito fácil, qualquer coisa que você colocava, você vendia. Hoje eu não acredito nisso mais. E isso, essa dica que eu dei é para quem quer escalar, para quem quer estressar uma
estrutura de vendas, >> para quem quer colocar um volume muito grande no seu funil, porque se você não não ah, eu não vou escalar tanto, né, por incrível que pareça, tem pessoas que não não escalam muito ofertas assim, tá tudo bem você fazer uma uma promessa que Tenha menos agressividade de entrega, porque muitas pessoas elas não conseguem criar um um tipo assim, elas acham acham que elas vão estar entregando tudo no começo. >> Uhum. e elas conseguem entregar mais coisas ao longo do tempo, mas elas não conseguem pensar eh em como fazer isso, que é
basicamente esse exemplo que eu te dei. Eu posso te entregar muita coisa para você atingir um objetivo e depois te entregar muita coisa para você subir O próximo degrau. >> Então essa é a forma de estar ali trabalhando o relacionamento com esse cliente. >> Exatamente. Então eu posso começar ali, só para ver se eu entendi, eu eu posso começar a criar o meu funil de aquisição low ticket com produto low ticket de, sei lá, um ebook, vamos dizer assim, um passo a passo para >> eh a pessoa aplicar uma dieta na vida dela, sei lá.
>> E aí depois eu posso pensar dentro desse funil um produto que seja uma maior entrega, só que ele ainda permanecer low ticket. Não compensa, >> não compensa. O próximo produto então tem que ser um produto mais caro. >> Ele entra como produto de entrada. >> É porque o produto de entrada ele serve para você adquirir aquele aquele público. >> Agora a pessoa te conhece, agora a Pessoa já te deu atenção, ela já te seguiu no Instagram, ela já te seguiu no YouTube, se você tiver, ela já ela tá consumindo o seu material. Agora é
hora de você colocar ela num processo comercial para poder extrair mais ticket, mais volume financeiro, né? Então assim, agora é hora de você colocar ela numa aula ao vivo de uma hora que você vai vender um produto de R$ 500. Se você ficar pulando de low ticket em low ticket, tipo assim, >> eh você vai perder um, você vai dar um, sei lá, você vai dar um tiro de bazuca numa, num mosquito, não vai ser muito interessante, entendeu? Ali era a hora de você >> já fazer uma oferta maior, mesmo que você perca eh pessoas
no caminho, é normal, é um funil. >> Sim. você vai, você não vai vender para todo mundo que comprou o primeiro produto, você vai vender por uma parte dessas pessoas. >> Então não é não é porque é um funil de aquisição low ticket que todos os produtos do funil são low tickets. Ele é sempre o produto da entrada. >> Inclusive eu tenho um que eu chamo de funil perfeito. >> Hum. >> Que é hum que é basicamente o seguinte. Eh, eu acredito que todo grande expert ele deve ter um produto que é o produto principal.
Esse produto principal é o produto da vida dele. Geralmente é um Produto de 997 mais. é um produto que tenha um fator escala, não é o produto mais high ticket que ele tem, ou seja, não é o produto mais personalizado que ele tem, é o produto que ele consegue escalar mais, só que com um ticket considerável. Esse produto, ele é um produto que esse cara vai dar vida por ele. É o produto que nunca vai morrer. Ele vai atualizar sempre. Ele vai colocar novas aulas, ele vai chamar convidados, ele vai fazer uma Comunidade, ele vai
fazer um chat, ele vai fazer um evento para aquela galera interna, ele vai criar todo o movimento e toda a vida dele é em cima daquele produto. Se você parar para analisar, existem grandes nomes do mercado que sempre tem um um grande produto que é muito bom. Esse produto não morre, ele é atualizado ao longo do tempo e eu tô em 2019 construindo ele, em 2024 construindo ele, 2030 construindo ele, sempre colocando mais coisas. Ele vai Ficando melhor, a oferta fica melhor. À medida que o tempo passa, as pessoas vão conhecendo esse produto. Isso aqui
é sagrado. Com esse produto aqui, eh, esse cara pode fazer isso em vendas perpétuas ou em lançamentos, não tem problema. E aí, na frente desse produto eu tenho os low tickets. Os low tickets, eles são completamente descartáveis. Eu posso ter um produto low ticket que ensina A, um que ensina B, um que ensina C. Eles são descartáveis, eles só servem para eu Atrair pessoas para depois vender o produto principal. Os low tickets são um produto de aquisição. Eles podem acontecer ou existir de acordo com uma um uma sazonalidade do mercado. Ah, IA tá muito tá
bombando agora. Eu vou ter um low ticket que vai atrair a galera pensando em para depois jogar pra comunidade aqui. Ah, agora o que tá bombando é isso aqui. Então, os low tickets, eles entram na frente, eles são descartáveis. E eles sempre vão tá eh sendo produzidos pensando em em custo de aquisição de cliente. >> Uhum. Eles são estão sempre produzidos em vender numa oferta, numa promessa que mais adere ao mercado, que o mercado mais compra para depois vender esse cara aqui. >> Perfeito. >> E depois eu tenho os produtos mais caros que estão aqui
no final, que são mentorias, são os mastermind, são Produtos que tm uma entrega um pouco mais personalizada, mentorias em grupo. Então eu tenho a primeira classe que atrai as pessoas, que adquire público. Nessa primeira classe eu posso fazer uma monetização interna, que é basicamente vender uma ferramenta lá dentro. Depois eu pego todo mundo da primeira classe e vendo o meu produto principal. Esse produto, ele tem que ter um fator recorrência anual muito forte. As pessoas precisam querer renovar ele. Isso dá saúde financeira pro negócio e é bizarro. >> Uhum. >> E aqui eu tenho os
produtos de high ticket que eu posso vender tanto para quem comprou esse mais caro e eu posso vender para quem comprou o barato. Existem pessoas que compraram seu produto barato que podem ir direto pros produtos mais caros se fizer sentido pro momento dela, dependendo de como que você desenvolveu o seu funil. Eh, se a geração A não fosse 100% gratuita, ela seguiria um pouco dessa estrutura, entendeu? >> Que legal, meu. E como trabalhar o relacionamento na prática com esses clientes? Como é que você faz, faria para eles voltarem, ficarem comprando de novo e de novo
de você? >> Bom, para para eles voltarem comprarem de novo e de novo são os eventos. Você pode criar um evento, nesse evento você vai se comunicar com ele, geralmente Ensinando algo. Eu acho que o mercado tá cansado de eventos de venda. >> Uhum. Então assim, vai fazer um evento, um evento de de para vender algo, beleza, não tem problema vender, mas ensina algo, né? Dentro do low ticket, eu gosto de fazer uma coisa que eu chamo de seing, que é basicamente o seguinte, a gente tem ali é o nosso produto no low ticket. Eu
vou te ensinar a fazer a primeira venda, beleza? Lá dentro eu tenho algumas Coisas que não podem faltar. Primeiro é o conteúdo. O conteúdo tem que ser muito bem feito e eu tenho que ter o máximo de coisas possíveis para você conseguir executar. Seja um checklist, seja uma automação que se você não assistir a aula, você recebe um e-mail. Eu tenho que ter o máximo de coisa para fazer você ter algum tipo de resultado. Não quer dizer que se você não tiver resultado, você não compra o próximo. Compra. Se cair na numa live de vendas,
Numa aula de vendas, numa aula semanal, compra. Mas lá dentro, alguns fatores são muito importantes. Primeiro, você saber quem eu sou, conhecer a minha história, você se conectar comigo. Isso é muito importante, porque aí você entende de onde eu vim, confia em mim e confia nos próximos passos que eu vou te dar. E o seing é basicamente te ajudar a entender os seus próximos problemas e o próximo produto que vai te ajudar. Então, como é que a gente pega um low Ticket para poder preparar a pessoa para vender pro próximo? No low ticket, eu já
vou explicando de forma indireta que existe um próximo produto >> e geralmente é o meu produto mais importante, é o produto da minha vida, é a minha, pode ser uma comunidade, mas geralmente é esse produto de 997. Olha, isso aqui é um problema que você vai ter depois. Você vai fazer a primeira venda agora, mas depois você vai ter que faturar R$ 1.000 por semana, 10.000 por Semana, sei lá, depende de quem tá falando. Só que isso eu ensino na comunidade, isso eu ensino no produto depois. Não vou me preocupar com isso agora, beleza? Não,
já vi várias vários vídeos de venda, inclusive com um pouquinho de trazendo esses gatilhos de um um próximo passo, >> justamente. Então você prepara o seu cliente dentro e aí que acontece, eu gosto, sempre gostei muito de fazer nos low tickets uma aula ao vivo toda Semana. Inclusive um expert já veio até aqui no Qcast seguindo essa estrutura de funil. Eu ajudei ele a montar essa estrutura de funil e é meia milha mensal de faturamento com essa estrutura. pro 19,90, uma aula ao vivo toda semana. Essa aula ao vivo é um local onde a gente
vai se comunicar, você vai engajar comigo pagando muito barato e no final eu vou te fazer uma oferta do meu produto mais caro, sacou? Então, eh, na minha visão, o 8020 para continuar se Relacionando com a galera do low ticket é o seing no primeiro produto, é falar da importância dos próximos, a aula ao vivo, o evento semanal, pode ser semanal, quinzenal ou pode ser até no mensal, mas esse grande evento ao vivo, esse esse esse compromisso que a gente tem que ter, cara, você é aluno do produto mais barato, a gente tem um compromisso
na primeira, segunda do mês e é sagrado, você tem que tá, porque nesse compromisso é um evento de Lançamento, é uma aula de lançamento, é um lançamento semente, um webinário, é uma venda e eh garantir que a garantir que a pessoa esteja dando os os passos ali, né, na execução, né? Se você conseguir fazer isso, garante que a pessoa tá estudando, tá fazendo, é super válido. E aí você, a pessoa entende que você realmente se preocupa. E claro, não entregar uma algo porco, né? Você falou de ebook. Uhum. >> Ebook é legal. É, mas se
você for jogar Num mercado muito competitivo ou se você for querer escalar demais, eu não faria um ebook. Ah, mas eu vou entregar tanto conteúdo num produto tão barato? Vou vou entregar. Principalmente se eu tiver uma monetização interna no meu low ticket. Ou seja, se eu vender um uma ferramenta lá dentro e eu ganhar uma boa comissão, eu vou fazer o melhor que eu posso. Eu vou entregar um curso >> [ __ ] por R$ 19,90. Por quê? Porque eu ganho com um cara comprando a ferramenta Lá dentro, depois comprando o meu produto mais caro.
Eu quero que ele entenda que num produto 199,90 eu entrego o melhor que eu posso. Eu entrego eh um [ __ ] produto [ __ ] Imagino que ele vai ter aqui. E ele começa a imaginar isso. E eu posso usar esse argumento nas minhas aulas. Eu posso virar e falar: "Olha o, olha esse treinamento que você acabou, acabou de pagar R$ 19,90. Olha tudo que eu tô te entregando. Imagina o que você vai ter Lá no nosso, na nossa formação, na nossa comunidade e tudo mais. Nossa, tá falando disso, eu tô lembrando que eu
entrei num funil de aquisição low ticket, só que eu acho que a expert não soube me reter lá dentro. É, né? >> Não, mas deixa eu te explicar, ó. O primeiro produto de entrada foi uma aula, >> tá? Era uma aula aula era uma aula gravada. >> Aham. >> Que falava sobre os temperamentos, negócio, dessas coisas. >> Aí entrei na aula R$ 40. >> Paguei R$ 40 para assistir a aula. OK. Entrei na aula. Assisti a aula do começo ao fim. >> Quanto tempo de aula? >> Uma hora. Não, 1 hora 40, 1 hora 40
de aula. Muito legal. Fiz lá os testes e tal, não consegui descobrir meu temperamento através da aula, mas fiquei com vontade de consumir mais coisas Dela. E ela era uma, ela é uma expert de comunicação. >> Hum. >> Eu comprei o curso de comunicação. >> Comprou? >> Comprei que era mais caro. >> Comprou onde? Onde ela fez a próxima oferta? >> Dentro do grupo de WhatsApp. Não, minto dentro do WhatsApp. Porque depois que eu assisti a aula que eu paguei e tudo mais, eu recebi uma mensagem, acho que é Automação, né? >> Recebi uma mensagem
falando do do curso de comunicação e etc e tal, só que ela me pescou por causa da aula de temperamentos. E aí eu fiquei pensando, caraca, era para eu ter comprado alguma coisa relacionada a temperamentos? >> Mas tem algo depois, >> então foi isso que é isso que aí onde eu ia chegar, não teve nada depois. Fiz um curso, só que eu não terminei o curso. Não vou mentir. >> Mas aí que tá, eh, pensando em aquisição low ticket, ela fez um bom trabalho. >> Sim, sim. >> Por quê? Eh, ela, Quanto que foi esse
segundo curso? >> Ah, foi uns R$ 300. >> Show. Eh, eu não sei quanto ela pagou para quanto quanto que ela pagou na aquisição, na sua aquisição, ou seja, quanto que ela gastou para que você virasse uma venda. >> Vamos falar que ela empatou, que ela não Lucrou quando você comprou o produto de R$ 40. Você foi um, vou tentar ser bem simples para explicar, >> você foi, a sua comissão foi direto para ela, ela não teve nenhum custo para poder fazer a próxima venda, vamos dizer assim. >> Então, >> mas a estratégia era realmente
essa através do da aula, né? Porque eu vi o anúncio da aula. Ela põe um low ticket Para dentro, ela põe um low ticket para rodar, >> você compra e depois você recebe uma oferta de um outro produto. É claro que ela poderia ter feito algo diferente. Eu não sei se na aula ela fez o seeding, eu não sei se ela te mandou uma automação de e-mails durante a semana, se ela talvez poderia ter um produto de 997 e ter te chamado para uma aula ao vivo, onde você teria uma conexão maior com ela e
mais propensão a comprar um Produto mais caro. a gente não sabe disso, mas o trabalho até então foi feito. Aí o próximo passo que ela teria que fazer, que você falou que não reteve, era de fazer com que esse produto de R$ 300, lembra que eu falei do produto principal? Tem que ter uma recorrência anual? Ah, esse produto aqui ele é R$ 300, mas ele é por ano e fazer você estar ali gostando da comunidade, dos das localizações e querendo estar lá ano que vem, querendo renovar aquilo, Sacou? Sim, >> mas e em termos de
aquisição low ticket até então com o que você me falou, ela conseguiu se dar bem. >> Perfeito. Que massa, porque daí a gente vê na prática como é que funciona, né? Exatamente. >> Pedro, chegamos no momento mais dinâmico do nosso podcast, que a gente faz um batebola jogo rápido aqui. >> Vixe, >> com o intuito de fazer perguntas e fazer Com que você responda com a primeira palavra que vier na sua cabeça ou no máximo uma frase. Boa. Fechou? >> Sou ruim com isso, tá? Não, você vai passar isso. >> Já vou avisando, galera. Eu
sou péssimo com isso. Vamos lá. >> Vai lá, Bruninha. Vamos lá. Let's go. Se pudesse resumir em uma palavra o segredo do sucesso digital, qual seria? >> Trabalho duro e inteligente. >> A maior mentira sobre ganhar dinheiro Com marketing digital. >> Rápido e fácil. >> Boa. Um erro que iniciantes devem evitar ao entrar no digital, >> pegar o pouco dinheiro que tem, a pouca experiência que tem e tourar em estruturas complexas. Boa. >> Para quem está começando, tráfego pago ou tráfego orgânico? >> Ah, orgânico. Nossa, mas é bem tendenciosa isso aí. Tem que tomar cuidado,
hein, galera. >> É orgânico, porém com ressalvas. >> Eh, assim, nos dias de hoje o orgânico é muito interessante, mas aí é o quê? É aprender uma profissão. >> Sim. >> Se for para aplicar e você tá começando e quer ir, quer vender um produto seu e tudo mais, você vai ter que se desenvolver no orgânico se você não tiver capital. Se for para aprender uma profissão, talvez neste começo eu aprenderia tráfego pago. >> Boa. >> Talvez não. Se fosse para aprender uma profissão, no começo eu aprenderia tráfego pago. Numa plataforma ficaria bom naquilo, venderia
meus primeiros clientes e tudo mais. Agora eu vou aplicar no meu negócio e eu não tenho caixa, vamos no orgânico. Até porque eu entendo, eu aprendo. Quanto mais bons produto, conteúdos orgânicos eu aplico, mais bons anúncios eu faço. Eu vou validando o meu produto, vou melhorando Até eu ter uma uma certa capacidade para ir pro pago, mas sem demorar para ir pro pago também, porque é uma ótima máquina de aquisição. >> Boa. E pra entrar ainda mais na cabeça da galera, o que não pode faltar em um funil low ticket? >> O que não pode
faltar em um funil low ticket? uma oferta muito boa na entrada, que tem uma entrega muito boa, que as pessoas eh te conheçam dentro desse produto, conheçam a sua jornada, Conheçam o seu próximo produto e um produto mais caro para ser vendido depois, para poder fazer valer. Não adianta você vender um produto barato pr as pessoas e não ter um produto mais caro para vender para elas depois. Eu perdi um bom dinheiro no meu começo fazendo isso, vendendo só o produto barato. >> Ou e ele falou que tava nervoso. Ah, é. Muito bem. Passou. Passou.
>> Inclusive todos os seus treinamentos lá Eh que você disse, você vendeu única exclusivamente com funis de aquisição low ticket. >> Unicivamente. Foi a minha especialidade porque eu precisava crescer rápido. Quando eu saí do do meu expert, eu falei: "Eu vou lançar o Pedro Guimarães porque eu preciso crescer rápido. E na minha visão eu precisava ter o máximo de base possível. Eu preciso ter base, base, base para lançar a geração A. Uhum. >> Mal sabia eu que eu ia lançar isso de graça, né? >> Verdade. >> Eh, então, >> eh, foi tudo low ticket, tráfego
direto. Fiz muito low ticket com automações em WhatsApp e Instagram. Inclusive bloqueei meu Instagram com isso de tanto que a gente escalou lá, mas tráfego em páginas de venda, mandando lead pra página de vendas, mandando lead pro WhatsApp ou Pro main chat no Instagram. >> Ah, isso aí, o cara é bom, né? É bom. >> # uma hora vai dar bom. >> E a evolução do low ticket, posso falar? >> Claro, >> claro. >> Produtos gratuitos. >> Evolução, porque a geração o low ticket você tem uma barreira, eu tenho que pagar R$ 20, beleza? É
R$ 20, é barato. Só que o que que é a sofisticação disso? Que que tem, que que é mais fácil ainda De fazer? São os produtos gratuitos. O podcast da Kifi é um produto gratuito, vamos dizer assim. Você tá aqui, você não paga nada para consumir esse conteúdo, né? E tem muita gente produzindo conteúdo aí e tudo mais. produz o conteúdo gratuito, depois vende um produto mais caro. >> Perfeito. >> A evolução >> easy, cara. Muito legal. Antes de terminar, a gente também costuma fazer Uma pergunta reflexiva pra galera, que é a seguinte: o que
você gostaria de ouvir quando de ter ouvido, na verdade, quando começou no digital, que hoje você pode transmitir para alguém que tá pensando em começar agora nesse mercado? Eu acho que é o que a gente já falou e eu vou repetir. Não pegue o pouco de dinheiro que você tem, a pouca experiência que você tem e coloque em estruturas complexas, mirabolantes e que te prometem coisas milagrosas do da Noite pro dia e tudo mais. Entenda que você vai conseguir ganhar muito dinheiro dentro do mercado digital. você vai ficar rico nessa [ __ ] mas existe
um processo e você vai ter que trabalhar duro, de forma dura, inteligente, e você vai ter que entender que isso é uma escadinha. E quando você tiver pronto, aí sim você vai voar, você vai empreender, você vai fazer acontecer, vai pegar o dinheiro que você adquiriu, a experiência que você adquiriu, vai Colocar num produto, num projeto, vai estourar, pode quebrar, pode, mas aí você adquire mais experiência e continua que uma hora vai dar bom. Uma hora tem que dar bom. Boa. Que podcast incrível. Sim, sim. A gente a gente teve um conhecimento aqui muito sólido
e super didático da sua parte, principalmente em relação a funis de aquisição low ticket, mas também sobre toda essa visão de negócios. Muito legal mesmo. Espero que a galera tenha gostado, que você também Tenha curtido o papo. E temos presentinhos, né? >> Yes. Não acabamos. Temos para você, pra primeira dama que está ali nos bastidores nos acompanhando. >> Cara, e o pior é ele tá sem com >> cara. Você tá, é isso. A gente descobriu agora que você tava sem comer doce, Pedro. Ninguém sabe. Não tem problema. Não tem problema. >> Doce aí, não tem
só doce aí. >> Muito obrigado, galera. Eu gosto demais. Eu tô há uns 10, 11 meses sem comer açúcar. Mas alguém vai se deliciar com isso aqui, né? Você já sabe quem é, né? Umas coisas salgadinhas aí também. Pedro, tenho certeza que a galera vai querer te acompanhar, vai querer te conhecer, vai querer saber mais sobre a geração A. Deixa aí suas redes sociais. >> @opedroguimarães é o meu Instagram. Me sigam lá e lá eu tenho no meu link ali todas as nossa, os nossos links úteis, nosso canal da geração a, o nosso Aplicativo onde
vocês conseguem baixar e aprender marketing digital de graça com a gente, com os nossos professores, os vários grandes players do mercado digital vão até o nosso estúdio para poder gravar um melhor conteúdo para vocês. >> Legal demais. E para quem ficou até o final desse podcast, precisa fazer o que agora, Bruninho? K lovers que ficaram aqui até o final, que eu tenho certeza absoluta que vocês ficaram, já deixem Aquele super like, comentem aqui os insites valiosos que vocês pegaram com o nosso querido Pedro Guimarães, comentaram. Então agora se inscreve no nosso canal e ative o
sininho, hein, para vocês não ficarem de fora de nenhum novo episódio que sair aqui do Kcash. E aquele ponto bem importante é que você já sabe, mas bora lá. O Carol, aonde a gente se vê no próximo que o Cast é um compromisso e é por isso que nós nos vemos lá. Tchau tchau galera.