Ó, o Cai Tatibana perguntou assim: "Os anjos, que no caso são os espíritos bons, estão entre nós? " Tipo, eles estão e nos livrando de acidentes, assaltos, essas coisas? Tipo o anjo da guarda.
Sim, isso existe, cara. Existem, pô, milhões e bilhões de anjos, né? Então tem muito anjo.
E assim, dependendo da missão que a pessoa tem, ele tem um uma guarda maior ou menor. Tem gente que anda com anjo de altíssima patente, né? Tem gente que anda com os anjinhos mais fleiro da cebola, né?
Como a gente falou. Então vai depender do nível de batalha que o cara se envolve, né? Eu, graças a Deus, já tive essa confirmação na minha vida algumas vezes.
Eu eu tinha acabado de eh tinham roubado meu carro e teve um tiroteio. Foi um negócio tenso para caramba, né? Uma pessoa tomou tiro lá, foi uma coisa horrorosa.
Então, tava sofrendo vários ataques nessa época. Aí um amigo meu que é o pastor Rodrigo Marini, lá da Igreja Bola de Neve Saquarema no Rio, até mando um abração para ele. Ele ele ele me ligou, cara.
E ele ele tava em Saquarema e Niterói, ele falou: "Daniel, tô precisando que você venha aqui na minha igreja botar medo na galera". Eu falei: "Que isso, R? Botar medo para quê?
Não, o pessoal tá levando as coisas de Deus muito na brincadeira, tem que botar medo. Aí eu falei: "Como é que é que você, qual que é a ideia? " Ele falou: "Você vai vir aqui, vai dar uma palestra, falar do apocalipse, botar medo mesmo, falar que o quem não quem quem levar na brincadeira vai pro inferno.
" Aí eu falei: "Pô, você é maluquí isso? " Aí ele falou: "Não, cara". E é o seguinte, Deus já me deu até o nome do seminário, vai ser panorama mundial do anticristo.
Nossa, ele já chegou com a parada pronta. Aí eu falei: "Pô, Marine, te falar uma parada, meu irmão, tô sofrendo ataque para caramba. Eu tô tô na moitinha, não tô querendo arrumar briga agora não.
Aí ele falou: "Daniel, Deus já tinha me falado isso, que você ia ficar receoso, né, de entrar nessas brigas, mas eu te digo que na hora que eu tava orando por você, eu vi dois anjos gigantes parados na frente da tua casa te protegendo. Então pode vir tranquilo que tá garantido. " Aí eu falei: "Pô, beleza, né, cara?
Isso deve ter. Eu vim morar em São Paulo em 2014. Eu nem sonhava em morar em São Paulo.
Isso deve ter sido, sei lá, 2012. 11. Então tem muito tempo.
Recentemente eu tava pregando aqui em São Paulo e foi uma pregação muito tensa, pesada também de batalha espiritual. E uma intercessora da igreja, ela me falou assim: "Pastor, quando você tava pregando, eu via várias flechas do inimigo vindo até você, só que elas bati, ela batia em dois anjos que estavam um de cada lado de você. Aí eu lembrei dessa parada, eu comecei a pensar, meu irmão, acho que tem dois anos que me acompanham nessa parada aí, meu irmão.
Então assim, cara, isso existe e tem gente que vê. Eu eu uma vez só vi anjo, cara. Foi uma foi uma foi uma visão interessante.
Como era tipo cavaleiro zodico, assim, o cavaleiro de ouro, né? Armadura de ouro. Acho que para cada um se apresenta de uma maneira diferente, né?
É, cara. E cada um tem um estilo também, né? Cada anjura de ouro de ouro, espelada.
É, foi muita luz assim, negócio brabérrimo. Eu achei, eu pensei, cara, é viagem, acho que eu tô assistindo muito cavaleiro zodíaco, né? Mas você vai vendo que tem uma recorrência, né, que a galera vê com armadura, bracelete, as espadas, capacete.
Você fala: "Por que esses caras precisam de capacete e tal? " Achei que era o gordinho na nuvem tocando arpa, né? Com cabelinho cacheado, louro.
Mas eh, infelizmente a maioria das vezes que as coisas que eu vejo é só a coisa do mal, né? E até reclamo com Deus, falo: "Poxa, Deus, bota umas coisinha boa aí pra gente ver também, né? que você não cansa também só ver filme de terror 24 horas, né?
Inclusive os caras fala: "Aí, Daniel, você vê filme de terror", fala no dia a dia, né? [risadas] Não precisa na prática, né? Eu já tô vendo ali, né?
Padrão, pô, lembra na lua de mel, cara, a gente eh a gente tava ali sem grana, né? Então, e minha esposa, né, a Bárbara, a gente começou a a namorar com 16 anos, pô, casamos com 23, não tinha muito recurso, né? Aí conseguimos uma, ganhou uma passagem paraa Espanha e a gente conseguiu um apartamento para ficar de graça em Paris, tudo 0800, né?
E aí eu cheguei de de a gente chegou de avião na Espanha e fui de trem para Paris. Aí eu ia dormir à noite no trem, né? A gente passou a noite no trem, cara.
Estamos super felizes assim, lua de mel, dormindo numa cabinezinha no trem. Na hora que eu fechei o olho, comecei a ver um monte de demônio, meu irmão. Ô louco, eu falei: "Poxa, pessoal, logo hoje, né, pô, vai vir me atormentar logo hoje.
Tô aqui na lua de mel, né? " Eu pensando, né? Aí eu pensei, cara, não vou falar com a minha esposa nada não, né?
Tá maior clima legal, vou falar que eu tô vendo demônio. Ela vai falar: "Pô, que viagem, cara". Ela chegou para mim e falou: "Aí, vamos orar porque eu tô vendo um monte de demônio aqui.
" Eu não tinha falado nada. Falei: "Ó, eu tinha visto também. Acho melhor então a gente orar".
Então assim, cara, no cotidiano você tá de bobeira, aparece uns troços que você fala: "Pô, nem tava, tô pensando em lua de mel, irmão, não tem nada a ver com isso. " Então assim, eh, tá no cotidiano ali, maluco. Os anjos aí eu já chamo os anjos, né?
Falo os guarda costa, dá uma força aí que tá, né? Em nome de Jesus, já que a Bíblia diz aos seus anjos dará ordem que não tropece nenhuma pedra. Me ajuda aí a não tropeçar aí.
Você falou de viu, que viu o anjo demônio. Você já viu? Já, pô.
Então, demônio é direto, pô. Padrão. Então, mas o visual, então, muitas vezes que eu vejo é uma é é uma silhueta de um ser humano, só que só uma sombra.
Ah, é? É. Não tem aquela visão clássica de demônio.
Não, não tem chifre não. Às vezes são bichos, né? Ah, é tipo morcego.
Ah, já tive duas vezes eu vi gato também. Eu eu já já vi em assim quando tem um clima tenso, pesado ou alguma coisa acontecendo, muito latido perto. É, acontece não.
E do nada assim, mas os cachorros latindo, não latindo. Você não vê o cachorro, mas barulho de barulho. É, às vezes os animais sentem, né?
Então, muitas vezes que eu tava num ambiente de ataque, os cachorros começaram a latir. Mas eram cachorros da região latindo porque eu acho que eles estavam sentindo alguma coisa, né? Sentindo alguma coisa.
O gato foi interessante, cara, porque eu já tive problema com o gato três vezes, né? Uma delas foi gato real mesmo. Não, o gato tava meio possuído.
Eu fui visitar um amigo, cara, aí na hora que ele e na época de faculdade, né, ele falou: "Ah, vou ter que passar lá em casa, vamos lá comigo". Falei: "Vamos embora". Aí na hora que ele abriu a porta do apartamento, eu vi um gato saindo e eu pensei, não vai falar nada não, né?
Vai falar: "Pô, o meu gato vai fugir". Aí não falou nada. Aí eu fiquei olhando para ele, falei: "Ué".
Aí eu pensei, "Não vai falar". Falei: "Cara, você tem gato? " Ele falou: "Não".
Falei: "Então, então você tá precisando orar. Saiu um gato de dentro do apartamento. Ou ele só não viu?
" Ele não, ele não viu. Eu que vi. Não tem gato.
Não tinha gato. Aí eu falei: "Que que que tem aí? Tem alguma brecha?
" Aí ele falou: "Pô, divido o apartamento com um cara que é meio estranho e tal". Falei: "Esse cara aí tá acompanhado, hein". Aí da outra vez, eh, eu tava saindo de casa, eu vi um gato dentro, eu tinha, eu tinha um gato preto, a gente tinha, né, era nosso lá da família, tinha um gato preto e um branco, né?
E eu vi um gato subindo à escada da minha casa e indo pro quarto da minha filha. Aí eu pensei, pô, o pretinho entrou, tá lá no quarto dela. Aí eu, cara, procurei o quarto todo, um quarto pequeno, não tinha nada.
Aí quando eu olhei, cara, o gato tá, o gato preto, nossa, tava na varanda lá na outro lado. Eu falei: "Pô, não foi ele que entrou. " E era uma época que minha filha tava ficando doente direto.
Aí eu falei com minha esposa, a gente precisa orar que tem uma parada aí, tem um troço atacando aí, porque, pô, tô tô procurando o meu nosso gatinho preto, né? O apelido dele era pretinho, né? Tô procurando o pretinho no quarto, ele tá lá do outro lado na outra varanda, cara.
Entendeu? Aí depois, cara, entrou um gato na minha casa do Rio, né? A faxineira foi arrumar a casa, ela não viu, o gato entrou na casa, meu irmão.
A gente entrou na casa, tava um fedor de podre. O gato mijou o sofá todo, cara, e a gente não sabia que que era. Falei: "Meu irmão, que fedor é esse?
" Porque o gato tava já uma semana dentro da minha casa sozinho, devia estar morrendo de fome, né? Desesperado. E aí a gente, cara, como é que pode isso?
Que fedor é esse? Será que é mofo? Eu falei pro cara, mofo não fede assim.
E aí a gente sem entender aquilo, falei: "Caraca, tivemos que interreditar a sala da casa". tava um fedor terrível. Aí subimos para dormir.
Aí eu cansadaço, vim dirigindo do de São Paulo pro Rio. Aí minha esposa deitou na cama, dormiu. Aí eu tô olhando o celular, vendo notícia, de repente a curtindo.
Eu falei: "Pô, deixaram a janela aberta, deve ser vento, né? " É. Aí eu fui lá, janela fechada.
Falei: "Aí, aí eu sentei e falei: "Pô, deve ser, deve ser o ar condicionado, tá batendo na cortina". Aí de repente de novo. Aí eu falei: "Meu irmão, é demônio isso aí".
Achei que era demônio, né? Na hora que eu fiz assim, mano, o gato pulou em cima. Como que é o barulho do gato aí?
[risadas] Ô Rom, ficou bom. Hom não. Rom Rom, [risadas] onde é que você arranja esses cara, velho?
Ficou bom. Você você viu o gato dele como faz? Rapaz, eu achei esse menino andando na rua com cobertor a cabeça.
É gato castrado. É o É um gato interior. [risadas] Como que é?
Aí quer que eu faço de novo? Quero. [risadas] Tem que respira fundo.
É, respira. Um gato assustado. Um gato assustando.
É. É. Pulando no Daniel.
Qual que é? [risadas] Não vai sair, não vai sair, não vai sair. [risadas] Deu pane, deu pane no sistema.
Deu pane. Calma, respira. Vai fundir o botão.
[risadas] Não vai mais. Tá mais para cachorro do que para [risadas] tá o cachorro quando você acerta um estilinho no testículo dele que vai [risadas] total. Eu eu lembrei do gato da dona Clut agora.
O Satan cara é ele ia sinistro. E as criancinhas, ela ficava falando: "Vem, vem, Satanás". Aí só chamando a parada para dentro de casa, né?
Cara, que é sinistro, meu irmão. Demorou tipo umas duas horas para conseguir tirar o gado de dentro de casa, porque o gato ele fugia ou ele? Não, eu abria as portas todas, ele não saía e eu não queria chegar perto dele porque eu é gato de rua, meu irmão.
Depois esse gato tá doente aí e o gato tá virado, meu irmão, tava com as unhas, os dentes. Eu falei: "Cara, eu tô exausto. Eu não vou para hospital tomar injeção antirrábica no meio da minha barriga".
Que que eu fiz? Eu botei uns umas três blusas, duas calças disco. Eu falei: "Se ele agarrar na minha perna, protege, né?
" E aí eu tentando tirar, vem, aparece minha sogra, meu irmão, minha sogra, meu sogro, minha esposa chamou eles que eles moram do lado, eles vieram ajudar. Meu irmão, o bicho quebrou minha casa inteira, derrubou vaso, copo, foi quebrando tudo. Até o momento que a gente conseguiu cercar, ele saiu pela porta.
Falei, meu irmão, que preju que o gato deu, meu irmão. Eu contratei três vezes lavagem de hospital para lavar o sofá e não saiu o cheiro. Demorou um ano para sair o cheiro não.
Cheiro do mijo do gato no no no sofá era mijo, mas era um cheiro muito, impregnava a casa inteira. O cara, o cara que fez o serviço, ele falou: "Cara, nunca vi isso. Eu faço serviço em hospital, o cheiro não sai, cara.
Julgar o sofá fora, você pensou? Pensei, mas como eu sempre viajo, eu falei, vou largar lá, ver se melhora. Depois de um ano saiu o cheiro, tá?
Hoje em dia não tem mais não. Graças a Deus não joguei o sofá não. Sofá bom p Pois é.
[risadas] Aí prejuízo, porque aí ia dar mais moral pro gato. Já quebrou um monte de vaso lá de decoração, de tudo. M.