[Música] Então vamos começar aqui com um tema importante, delicado, sensível e relevante sobre como a gente fala de dinheiro. Voltando no fio da minha história, mas agora desenrolando aqui com vocês, o que que eu descobri conforme eu investiguei essa questão das dívidas, tá? E mesmo que você não tenha dívidas, eu quero que você fique aqui, porque você pode não ter dívidas, mas você pode fazer dívidas como um estado de mente.
Então fica e eu percebi, gente, né, a partir deste olhar de que o espelho reflete o meu mundo interno, que é o grande fio condutor de tudo que a gente vai falar aqui, né? dinheiro nessa dança com energia criativa, como uma matéria que, né, dança junto com essa que cria vida e dinheiro como um espelho do mundo interno. Eh, que que eu descobri?
Que eu fiz dívida porque eu tinha uma mente devedora. E aqui eu quero convidar as facetas, né, nossas, em especial das mulheres, mas não só, eh, para serem olhadas. O que que é fazer dívida como um estado de mente?
Tem uma lei da vida e ela também é uma lei sistêmica que diz que quem deve quer pagar. Quando a gente deve algo, quando a gente se sente culpado, quando a gente compra problema que não é nosso, quando a gente fala sim querendo falar não, quando a gente tá junto com a boazinha, a querida, a que ajuda todo mundo, a salvadora, todas essas facetas psíquicas, elas vão fazendo o quê? abraçando o problema de todo mundo, fazendo de todo mundo.
Eu não estou falando sobre ser uma pessoa boa, eu tô falando sobre ser a boazinha. E isso tem uma diferença enorme. A pessoa boa, ela dá o que ela tem e ela tem e ela dá.
Essa outra, essa, essa outra turma, essa gangue outra, ela não faz isso, ela faz barganha. Quando eu por culpa falo sim, querendo dizer não, eu não fiz uma coisa boa na camada que rege a matéria que é o invisível. Eu gerei dívida.
Quando eu sou a boazinha, a que acolhe o problema de todo mundo, porque eu sou tão especial, eu sou tão sensível, eu tô fazendo um mini drama para vocês entenderem, porque essas facetas elas se manifestam um pouco assim dentro da gente. Eu tô falando de algo que eu tive que conviver dentro de mim para entender esse problema da dívida. A querida, ela não tá fazendo uma coisa boa.
Ela tá pegando um problema de outra pessoa que não era dela. E isso é dívida. Quando eh esses lugares vêm, eles vão se tornando endividamentos energéticos, endividamentos mentais, endividamentos até mesmo espirituais.
E quem deve vai pagar. E a gente pode pagar com ajustes de leis sistêmicas em situações e chega uma hora que muito possivelmente você vai ver o seu dinheiro manifestando isso, refletindo isso. E isso é doloroso de ver, mas é bom de ver porque eu percebi que por trás, se você perguntar para quem me conhecia da pele para fora, imagina, a Tânia sempre foi livre, independente, destemida, mas da pele para dentro tinha uma boazinha dentro de mim.
aqui aprendeu que ela era obrigada a tudo. Eu aprendi, né, na minha criação e e tiveram algumas situações familiares que foram frutos de curas profundas, né, na minha relação sistêmica com uma das minhas irmãs. Quando eu tô em mentoria, eu eu falo abertamente sobre isso porque ela me autoriza, mas aqui acho que não faz o não é o caso.
Eh, só para trazer para vocês que essas dimensões familiares acontecem num determinado momento da nossa história. Eh, eu fui muito responsabilizada por alguns aspectos da minha irmã e a Tânia, né, eu aprendi que eu era obrigada a dar tudo que eu tinha, toda a energia, toda dedicação, eu tinha, eu tinha que dar tudo. Gente, uma pessoa que acha que tem que dar tudo, ela vai fazer dívida.
Porque vocês percebem que eu tô comprando um, eu comprei um problema sobre a felicidade, a responsabilidade da felicidade de uma outra pessoa que não era meu. Isso é muito pesado. Ninguém pode ter isso.
E eu fiz dívida justamente com essa minha irmã. Então eu quero deixar uma chave muito grande para vocês aqui. Se você tem dívida com alguém, olhe para o que você acha que você é responsável na vida dessa pessoa, porque provavelmente você tá numa relação de barganha com ela e e essa sua barganha faz com que você acredite que essa pessoa tem que te salvar financeiramente.
Então, porque eu o que eu dava era muita coisa, né? Ser responsável pela felicidade de alguém. É, é demais para dar.
Por outro lado, quando eu passei os problemas financeiros, eu esperava que ela viesse me salvar. E a gente vai fazendo isso aqui, ó, e vai fazendo gancho. E vai fazendo gancho.
E vai fazendo gancho. Quando eu não sei falar não. E eu vejo isso muitas vezes em mentoria.
Quando eu não sei falar não ou quando eu acho que eu não tenho direito de falar não para alguma pessoa que eu amo, às vezes eu prefiro não prosperar e dizer: "Eu não tenho do que eu não quero". Se você tem uma relação, uma dinâmica familiar que você às vezes tem medo ou que tem uma dinâmica que a mãe, que o pai, que o irmão, que o marido, que o te peça dinheiro e você não consegue se posicionar e dizer: "Eu sinto muito, mas eu não vou te ajudar. Eu sinto muito, mas eu não quero".
E às vezes você fala: "Nossa, Tânia, mas que coisa horrível isso talvez essa seja a verdade dentro de você, que você não quer se sentir responsável por uma pessoa pela qual você não é responsável, mas você não consegue falar isso. Você não aprendeu que isso era possível, que você tem direito a esse limite. " Então, às vezes é melhor eu dizer que eu não posso, mas se eu prosperar, que que acontece?
Eu tenho que dizer a verdade. E aí eu não prospero porque eu não sei colocar limites. Eu tenho a boazinha.
a Salvadora, todas essas coisas dentro de mim. E desse lugar a gente vai fazendo dívidas mentais. Então, o que a eu acho que a minha maior descoberta nesse processo de dívida, gente, eu vou falar a verdade assim, e se o que eu devi que era um número de seis dígitos, não era pouco dinheiro, se ele foi necessário para eu aprender isso dentro de mim, ele foi barato, porque eu já repaguei isso, só com que eu já vendi de programa, mentoria e palestra sobre com esse aprendizado.
Então, o que quer que você esteja devendo ou tendo dificuldade de gerar, se você achar essa pessoa dentro de você com essa mentalidade da da boazinha, da que não fala não, da que compra o problema dos outros, da que tem medo de ser desnecessária ou desnecessário, e aí eu crio pessoas dependentes de mim, porque eu preciso ser necessária, mas na verdade está fazendo isso por você e não pelo outro. você vai começar a virar chaves importantíssimas e essas chaves vão te retornar como mundo interno e o teu mundo interno vai mudar sua capacidade de gerar valor. Esses dias eu atendi uma uma mulher, uma empresária, que ela tinha a irmã dela dentro da empresa e ela tava quase falhindo o negócio dela e ela não tinha coragem de botar a irmã dela fora do negócio.
E ela teve justamente essa questão. Eu falei: "Mas se você tiver próspera e ela não, você tem coragem de dizer, eu não quero mais ser responsável por você". E ela ficou me olhando assim, falou: "Não, eu falei: "Então, talvez o teu negócio vai pagar conta disso".
E ela agora tá trabalhando nesse. Sim. Eu sei que pode ser para algumas pessoas e se você tiver muito identificada com essas partes dentro de você, como se elas fossem coisas boas, pode até suar mal, né?
assim o que eu tô falando, frio. Mas isso não é verdade. Quando a gente dá o que a gente não tem, quando a gente dá não querendo dar, quando a gente fala sim querendo falar não.
E quando a gente entende que o que rege o mundo material é a verdadeira intenção do que tem por trás, você começa a perceber que você não tá fazendo nem bem nem para você e nem pro outro, que você tá fazendo mal para você e mal pro outro. nessa história toda do aprendizado da dívida, né? Eu eu sempre tinha isso, né?
E e segue sendo um aprendizado constante. Eu me policio de nossa o tempo todo. Claro, mudou muito, mas eu me policio ainda.
Eh, na história das cebolas e das camadas, né? Eu sempre falei essa coisa de eu me sentia sempre irresponsável por pegar o problema dos outros para mim. fruto de alguns aspectos de criação, eh fruto de algumas dinâmicas que eu aprendi, eh em que eu me sentia responsável por remediar os desconfortos alheios, sabe?
A pessoa que remedia o desconforto ali nas situações familiares, isso fazia com que eu aprendi a pegar problema dos outros para mim. E uma vez eu tava num num ritual, né, espiritual, eh, com uma medicina da floresta, que é parte da minha trajetória espiritual, mas que eu falo de espiritualidade aqui de um lugar que engloba, né, todas as crenças e credos possíveis. e de um lugar, né, de uma experiência de consciência ampliada, eu passei ali pelo salão e tinha uma pessoa muito triste, passando por uma dificuldade e eu olhei para ela e eu na hora comecei a sentir o que ela tava sentindo.
E aí aquilo me fez passar mal e aí eu fui para um lugar super vitimizado assim de falar mais vida. eu, né, só, né, por que eu peguei, né, isso aqui não é meu e aí a vida falou: "Não, é seu sim, você pegou, agora é seu. " Antes não era, era do outro, mas você pegou.
E aí eu fui para esse lugar vitimizado de tipo coitada de mim, eu sou tão boazinha e e só quis ser compassiva. E sabe o que eu ouvi da da consciência, né, do do espiritual nesse momento? Não tem nada de compassivo nisso.
Isso se chama arrogância. Você pega o problema dos outros para você porque você acha que você é melhor do que o outro para responder, para resolver o problema do outro. Não tem nada de bem-aventurança nisso, Tânia.
Isso é arrogância sua. Nossa senhora. Gente, se eu fiquei assim o resto da noite e dos meses que vieram depois disso, eh, observando isso.
E dentre as várias coisas, e vocês aqui vão me ouvir muitas vezes, eh, dizendo que são muitas coisas que mexem na nossa vida financeira. E é por isso que eu vou fazer um 360 aqui com vocês, mas porque eu não acredito nessas coisas que é só crença, só frequência, só ancestralidade, até um um universo, porque ele tá refletindo o nosso mundo interno e a gente é um universo. Quanto mais eu parei de comprar problema dos outros que não eram meus e fui devolvendo pro outro que era do outro.
E e aqui uma chave assim, ó. Anota no seu caderno com estrelinha, faz faísca e tomando para mim a autorresponsabilidade da estrutura madura, financeira e material da minha vida. Porque quando você devolve o problema pro outro e você pega os seus, é natural que isso aconteça.
Quanto mais você cuida dos seus próprios problemas, você não quer li dar. Se você não passa o teu problema paraos outros, você fica menos suscetível a que os outros passem o deles para você. Porque essa é a dança da barganha.
Eu cuido do problema do outro, mas eu vou passar esse boleto para alguém pagar em algum lugar lá na frente. E essa é a dinâmica da dívida como um estado de mente. Quanto mais eu fui fazendo isso, eu também fui prosperando.
E aí não é só sobre uma dinâmica sistêmica e familiar, é também sobre uma dinâmica com clientes, com alunos, com mentorados. Eu era aquela que me sentia a mãezona de todo mundo que estava em processo comigo. E eu ainda posso ser como eu sou, amorosa na condução desses processos, mas não quase que sentindo que era a minha responsabilidade fazer o trabalho de transformação do outro.
Por mais que no fundo eu soubesse que ninguém muda ninguém, mas eu pegava uma carga para mim. Hoje para mim é muito claro, eu vou entregar o meu melhor. Eu sempre vou entregar o meu melhor, mas o seu trabalho é seu trabalho.
A sua parte é a sua parte. a salvadora que tava habitando ali na minha dinâmica familiar, que habitava os meus relacionamentos amorosos e que habitava a minha relação de trabalho, ficava botando tetos financeiros, porque toda vez que você tá no Salvador, você tá fazendo dívida, dívida mental. Então, foram camadas e camadas assim, e eu sei que principalmente, tá, para quem tá aqui que é do mundo do autoconhecimento, terapeutas, né, professores, educadores, quem tá nesse mundo eh do do de alguma maneira trabalhar com o desenvolvimento humano, a linha vai ficando meio fina, porque uma parte Sim, era verdade.
amo ver as pessoas se transformarem. E teoricamente eu sabia que eu não podia fazer isso por ninguém, mas na prática a salvadora vinha pela sombra. Então eu passei a fazer assim, primeiro foi a parte sistêmica e e e claro, resolvei isso sistemicamente com a minha irmã.
Eh, graças à vida e a Deus, a gente tem uma irmã que tem um caminho espiritual muito profundo. A gente pode falar abertamente sobre isso. Eu sei que não é a realidade de todo mundo.
E às vezes você não vai poder resolver diretamente com aquela pessoa, você vai ter que resolver com aquela pessoa dentro de você, mas que na prática é colocar os limites quando eles são pedidos. Não é só conceitualmente em processo terapêutico, é na hora que vem uma coisa, fala: "Olha aqui, eu não vou poder sem precisar justificar um bilhão de coisas, a pessoa que justifica dentro de você é aquela que ainda não acha que tem direito a limites, a nãos, a falar e provavelmente não gosta de receber numa caixinha bem no fundo do seu inconsciente. a colocar borda nos seus clientes, nos seus mentorados, nos seus, né, as pessoas que você atende nas suas terapias, tem insegurança de dar contorno.
E sem contorno não tem prosperidade, porque a energia criativa precisa de um contorno para se fazer útil. Sem contorno. Esse copo não é um copo.
Ele é só uma possibilidade dentro da cabeça. Dinheiro faz relação de mundo sutil com mundo concreto, passando por estrutura mental e pede contorno. Pede contorno seu, contorno das coisas que eu vou falar quando a gente for falar de empreender, contorno das relações, para que você possa ser uma pessoa boa, mas não a boazinha.
E sabe o que é maravilhoso, gente? Dolorido, viu? Mas maravilhoso a gente começar a ver, como eu comecei a ver, quais eram os lugares que só paravam em pé, porque a Tânia eh da época permitia invasões, permitia eh abusos de limite, permitia que o meu espaço fosse invadido e não sabia falar não.
O que que fica verdadeiramente na sua vida? Quando os seus nãos e os seus contornos existem, esses são os lugares que te respeitam, porque você se respeitou e eles te respeitam. Esses são os lugares frutíferos.
Esses são os lugares prósperos na relação íntima, na relação de casal, na relação familiar e na relação com cliente. Quanto menos dívida a gente faz na nossa mente, mais a gente prospera do lado de fora. Então, se você tá num estado de dívida aqui ou se você fica entrando nesse tipo de ciclo, olhe para isso como uma joia preciosa da sua vida.
E entender vai ser um passo, mas agir é o que vai fazer a diferença. Naquela hora que você ia justificar e você só sustenta o não. Naquela hora que você ia falar: "Não, deixa comigo".
E você fica quieta, quieto, e sente os bichos, o vício bioquímico te flambando por dentro, mas você sustenta aquilo. Você tá fazendo um bem pra tua prosperidade, pro teu negócio, pra tua vida, que você não tem ideia. Teve uma situação com essa minha irmã, vou dar de exemplo prático, porque eu sei que eles ajudam e ela me autoriza a falar isso.
A gente raramente tem eh desavenças e a gente teve por uma situação e e eu sou a explosiva da relação, né? E ela é aquela que não, calma e tal. E dessa vez quase que aconteceu o contrário assim, né?
E aí ela falou assim para mim: "Tá bom, eu não concordo com isso, mas eu vou fazer isso". Ela falou: "Ah, então eu vou fazer isso por por por você". Olha o tamanho da dívida que ela tava fazendo ali.
E a gente tem esse acordo de, né, de de diálogo. Aí eu levantei a mão, falei: "Olha, não, você não tá fazendo isso por mim, você tá fazendo isso por você. Você tá fazendo isso porque você pode não estar tendo coragem de me dizer não.
Você pode estar fazendo isso porque você tá querendo ser uma pessoa legal. Você pode estar fazendo isso porque você não tá querendo ou tá com medo ou tá desconfortável de entrar numa numa conversa de conflito comigo. Eu não sei porque você tá fazendo isso, mas não venha dizer para mim que você tá fazendo uma coisa que você não quer por minha causa, porque isso não é verdade, eu não vou comprar essa dívida.
E aí ela falou: "Você tem razão, vamos, vamos lá, vamos conversar". Então, às vezes a gente fala: "Ah, né? Tô fazendo isso, a pessoa fez isso por mim".
fez mesmo você, quando você fala, "Vou fazer isso por você agora, né, pelo outro". Fez mesmo ou fez isso porque não teve coragem de dizer não? Porque não quis entrar em conflito, porque tem medo de se sustentar, porque tá numa relação de barganha, porque eu não quero que o outro fique chateado, porque também eu quero outra coisa.
Você fez mesmo pelo outro? Você foi uma pessoa boa e você fez o que você tinha para fazer, para dar ou não? Então, gente, esse capítulo aqui ele é muito importante e ele tá conectado com a síndrome da Cinderela que eu vou falar na sequência.
E aí ela é bem especial para as mulheres. Mas eu quero que vocês entendam que a boazinha não ganha dinheiro, que a querida não ganha dinheiro, qual que é legal com todo mundo não ganha dinheiro, qual que não bota contorno não ganha dinheiro. A salvadora não ganha dinheiro, não prospera e muitas vezes faz dívida.
E por trás disso tem uma pessoa que não tá inteiramente autorresponsável pela construção da sua própria vida. Tá comprando os problemas dos outros muitas vezes para não olhar paraos seus próprios. Trtir transvestido de uma camada que parece ser bonita, mas ela se chama auto falta de autorresponsabilidade e muitas vezes arrogância por se achar melhor para resolver o do outro.
A carente que precisa ser necessária também não ganha dinheiro. Então, olhem para todas essas facetas, anotem qual delas te pegou mais. E a minha sugestão, se você precisar pausar aqui um pouquinho e ficar nisso por uns dias, ótimo, tá?
Provavelmente você vai ficar nisso por tempos vendo uma delas se manifestando no seu ponto pano de fundo. E eu quero que você anote qual é. E se você precisar passar um dia, 3 dias, 5 dias, 7 dias, um mês, observando qual delas o mecanismo funciona dentro de vocês, eu te garanto que você vai ter insites que você não pode imaginar.
E se você conseguir na hora h dessas dessas situações botar uma nova borda, você vai ver coisas inacreditáveis acontecerem. Sim, talvez você perca situações e pessoas que só paravam em pé por causa dessa sua característica, mas saiba que essas características não estavam te fazendo uma pessoa melhor, mais abundante, mais próspera. Elas estavam sendo vazamentos, fios energéticos sugando as suas relações em vários lugares.
a quantidade de relatos que eu tenho de mulheres que estavam em relacionamentos abusivos psiquicamente, não precisa ser físico, e que se dão conta disso e que mudam o relacionamento. Algumas até se separam do parceiro mesmo e que começam a prosperar. Gente é gigantesca porque vão fazendo fios energéticos que vai se esvaindo e vai esvaindo dinheiro também.
Não só, mas também. Então, anota qual dessas facetas, né, essas personalidades é a que tá mais presente em você? Aonde ela se manifesta?
Pega um caderno, faz um journal intuitivo, deixa a caneta correr no papel. Como é que isso acontece? Deixa, deixa a sua mão escrever da onde ela veio, como ela faz, como ela age, por que ela tá aí, o que que ela tá trazendo para você de benefícios, porque alguma coisa você tá se beneficiando, nem que seja não ter que assumir a minha própria vida.
e deixe esse lado conversar com você e se proponha a passar pelo menos um dia, mas talvez três dias, cco dias e uma semana só investigando esse mecanismo, falando: "Olha ela aqui, olha ela aqui". Porque eu vi em mim que essa descoberta depois se mostrou assim como uma rede de uma teiazinha de ervas daninhas que estavam infiltradas em vários lugares até chegar nos meus clientes, nos meus negócios, na maneira que eu me comunicava nas redes sociais, querendo sempre dar e dar. Não, eu tenho um negócio ali.
Eu sou uma pessoa boa, mas eu tenho um negócio ali. E aí, conforme eu fui recolhendo, fazendo essa jardinagem psíquica e devolvendo para cada pessoa e ficando com que é meu, assim, eventos inacreditáveis aconteceram e se eles acontecerem com você, me deixa saber. tanto por aqui, né, quanto no DM do Instagram, né, meu time me ajuda acessando ali as mensagens e confia que e acredita que isso vai ser uma chave de transformação das mais poderosas que você já teve na tua relação com o dinheiro, com as pessoas e que na sua capacidade de empreender e prosperar.
Então, um bom exercício de journaling para vocês e eu sigo essa conversa no próximo, né, próximo vídeo falando de algo bem importante, bem bem bem importante, chamado síndrome da Cinderela e o impacto disso na psique feminina.