boa tarde dilma é é um prazer estar aqui no telessaúde hoje é nós vamos falar sobre continuando né junto com a minha equipe nós temos feito várias palestras sobre a cirurgia bariátrica e hoje nós vamos falar um pouco sobre o atendimento psicológico como que o paciente chega aqui e aí vamos conversar um pouco qualquer dúvida e pode mandar para o estrato chat e qualquer pergunta também sua disposição e aí um pouquinho sobre mim né então sou psicóloga do programa cirurgia bariátrica e metabólica do campo e também da equipe cirúrgica né hospitalar é sobre psicologia hospitalar
a especialista em psicologia hospitalar de saúde e aí vamos começar falando alguns dados sobre obesidade e sobre a bariátrica é de cada 100 habitantes no brasil vamos falar de brasil 50 estão acima do peso é bastante 16 enfrentam a balança não conseguem retomar a forma de melhorar os hábitos alimentares esse levantamento é da sociedade brasileira de cirurgia bariátrica e metabólica é uma das referências que a gente usa aqui na nossa equipe considerando esses casos que demandam intervenção bariátrica cirurgia o brasil já é o segundo país que realiza a cirurgia então é nós fomos tendo um
estado crônico de obesidade que nos preocupa né o estado do espírito santo está entre os estados que mais realizam cirurgia bariátrica pelo sus e aí algumas legislações importantes relacionadas à cirurgia bariátrica a relacionada à obesidade é que a portaria número 4 24 é 19 de março de 2013 ela vai dizer sobre as diretrizes né para a organização e prevenção do tratamento do sobrepeso e obesidade na linha de cuidado da rede de atenção à saúde em pessoas com doenças crônicas né ela a obesidade é uma doença crônica então lá entra nessa linha de cuidado e nessa
diretriz nessa portaria vai dizer sobre quais são os componentes da atenção primária e da atenção especializada e assim como outras questões como atendimentos como que são divididos esses atendimentos é uma portaria importante nessa outra portaria 425 de 19 mas também ela fala sobre o regulamento técnico da assistência de alta complexidade indivíduo então ela vai dizer como quais são as assistências que esse paciente vai tendo presser urucu no durante a internação hospitalar e durante o pós cirúrgico dele então são duas legislações importantes para a equipe de cirurgia bariátrica e aí vamos falar um pouco sobre obesidade
né ela tem causas multifatoriais não é uma doença ainda é estudada são culturais genéticas sociais psique metabólicas nenhuma doença com tantas causas multifatoriais provocam muitas comunidades associadas ela passa a ser um problema de saúde pública não é porque 50% da população do país está acima do peso então 50% da população aí já tem uma doença né crônica e um fator de risco para 39 doenças não são muitas comunidades associadas à obesidade então é importante é muito importante esse atendimento é especializado mas mais importante o atendimento no território em conjunto com atendimento especializado essa atenção básica
à educação prevenção atendimento perto do seu domicílio é atendimento é que não seja o bsm fez a escola né o trabalho da escola de estímulo à alimentação saudável atividade física é para que o paciente não chega a desenvolver a doença ao estado crítico de precisar de fazer cirurgia variados para que o atendimento ele seja diluído nessa rede pra quê é a gente consiga é receber menos pacientes a fazer a cirurgia não é consiga dar uma assistência integral para esse paciente uma forma mais resolutiva pra ele e aí vamos falar um pouco dessa dessas doenças que
eles vêm neps eles como é que um paciente chega nós aqui ele chega né retal vamos ver como ele chega a gente gostaria que não chegasse que ele não precisasse de uma cirurgia bariátrica mas nós estamos tendo o sedentarismo nossa sociedade atual temos uma alimentação nós temos problemas psicológicos então ele chega com com muitas comorbidades então essas são algumas na depressão pela sony pertençam se cardíaca e câncer infertilidade trombose e se eu vejo na prática nem o paciente chega com estas questões e que é tornam eles dependentes nem tornam eles difícil mobilidade difícil trabalho de
sustento então gera muitas sentimentos né então aqui eu vou falar sobre alguns sentimentos que aparecem né que o paciente chega a nós com o sentimento de exclusão em situações sociais um paciente nosso não consegue passar na roleta que é uma coisa simples né uma baixa autoestima um desejo de perda de peso para a resolução desse sofrimento não consegue calçar o próprio sapato não consegue encontrar roupas pra comprar coisas simples nossa do dia a dia né e tentativas frustradas de perda de peso né não uma informação né para que o paciente consiga fazer a cirurgia variados
ele tem que está já a tentar perder peso no mínimo em dois anos já de tentativa então já está com várias tentativas frustradas de perda de peso tem uma culpabilização individual pelo fraco gastos na nossa sociedade ainda tem um estereótipo né difícil em relação à obesidade no sentido de que é do ser humano é que ele não faz por onde ele procura e ele ea gente vê pelas pesquisas que causas multifatoriais não são individuais nessas causas é perceber os estados depressivos de ansiedade conflitos interpessoais e conjugais e aí é importante a gente desconstruir estereótipos para
que a gente tenha uma assistência de qualidade em qualquer ponto da rede que esse paciente passar se a gente não desconstruir estereótipos é ele vai continuar com esses sentimentos de exclusão e vai continuar piorando a questão emocional então é importante a gente diz construir em todos os pontos em todos os lugares né então é fazer o trabalho de de cada um sensibiliza a urna em relação ao vício você não tem no seu território né pacientes que já chegaram a a fazer cera de avaliar com mc né maior que 35 maior que 40 é tem que
se sensibilizar a comunidade em relação a isso é e aí eu vou falar um pouco do atendimento psicológico como eu disse esse paciente chega né ele já passou por diversos pontos da rede né ele está no estado já de obesidade para a cirurgia ea gente integra uma equipe de cirurgia bariátrica então ele vem pra gente avaliar o estado emocional para a cirurgia não é que ele tem certeza não tem certeza é para avaliar como ele está emocionalmente e aí eu sou eu né psicóloga solange barata e mais à família que vai fazer é palestra em
janeiro é e também vai estar aqui com vocês e e aí eu vou falar sobre para além de uma contra indicação e uma contra indicação o que a gente se propunha fazer nosso atendimento não é simplesmente a testar a indicação para fazer a cirurgia é emitir favorável ou desfavorável mas o que a gente se propõe a fazer pelo paciente quando ele vem ao nosso atendimento e aí a gente oferta uma escuta não é qualificada para ele diante do estado sofrimento que ele apresenta diante todas as comodidades diante todos essa vivência da comunidade é oportunizando melhor
visão tratamento da obesidade ele precisa dele é todo o tratamento todas as mudanças não é de alimentação a necessidade de de fazer atividade física então toda uma mudança que que para ele sozinho às vezes é difícil então preciso toda uma comunidade é pra tratar esse nosso paciente meio de vocês né por onde ele passa ele passa a sair daquele lugar então um ele ele vai precisar nem sempre de uma escuta e avaliar diferentes aspectos psíquicos que possam interferir na qualidade de vida que esteja o promotor de prejuízos sociais a gente avalia nessa diversos aspectos físicos
mas que também ele pode ser avaliado junto à a a comunidade que ele está no ponto de atendimento perto da casa dele que pode ter dados melhores que nós aqui né no hospital e que ele possa também para além das questões físicas que a gente quer mostrar pra vocês não é que ele vai ter ele também precisa ele tem importantes questões emocionais que ele traz não é como diz um pouco e que são importantes para o tratamento da obesidade dessa doença crônica porque essas questões emocionais são consequência do estado psicológico e também agravado essa velocidade
é consequência do estado emocional mas também agravado por ela então eu precisa de um olhar para isso né pra esse atendimento para essa acolhida pré a este espaço de escuta também em outros lugares pois ele retorna para a comunidade ele tá lá e todos os dias ele ele vai trafegar por essa rede é mais fluido especializado primária secundária ele vai passar por todos os pontos nem tão importante é observar isso e aí outra questão que é importante a dizer que a gente se propõe também aqueles é tenham autoconhecimento né que ele seja um paciente que
vai fazer a a independência nesse nosso atendimento no sentido de mapear sua potencialidade incentivar a mudança de hábitos alimentares e estilo de vida porque só dessa maneira a cirurgia bariátrica vai ser o impulsionador pra que ele tenha é novas questões físicas novas questões emocionais ele precisa reformular essa maneira de estar né e aí é que é preciso dessa autonomia não era precisa seguir com autonomia ea presença da rede de apoio familiar social né não tem como fazer uma cirurgia sem esse apoio familiar e social precisa nem o paciente consegue fazer a cirurgia sozinho e a
gente faz a ua cua escuta desse desse familiar também e aí é também um estímulo à participação da família frente e se sabe se comportar é comportamentais né é esse paciente a fazer uma cirurgia e não porque o time precisa de uma família que faça né junto com ele é esse envolvimento com alimentação nem uma melhor alimentação uma mudança de hábitos não precisa fazer dieta com ele mas o incentivo né e está junto com ele é muito difícil essa mudança e que precisa de vários atores junto com ele é de indicar possíveis sucessores movendo a
melhor adaptação para o período pós operatório né ver que como que essa vivência neco que ele é na comunidade o que ele faz o que que é o que é possível né pra que ele melhore porque o pós-operatório seja mais tranqüilo e que ele consiga seguir a a a vivência de uma forma mais saudável além de incentivar a vivência comunitária seu território de saúde né é a gente incentiva a eles a buscarem os atendimentos nem perto de suas casas o que tem é de assistência nem às vezes eles não sabem que têm educador físico em
algumas unidades de saúde o um ou outro ponto é da associação especializada ou tem um serviço de nutrição em outra em um algum lugar para que a a vivência comunitária contribui para a família adesão à mudança de estilo de vida então há sempre um incentivo para que ele faça essa busca é com autonomia nem e faça para vá até aos pontos que estão próximo à sua casa seu território ou especializado as suas referências para que ele busque esse atendimento também para que a gente junte o leite é tenho na nossa rede né e aqui é
incentivar as mudanças de hábitos alimentares a gente conseguir uma parceria com curso de nutrição então os pacientes em conjunto com a psicologia ou em conjunto com o serviço social fazem um oficina de alimentação saudável onde eles prepara os alimentos esperam o cozimento homem após alimentos que eles podem comer no pós cirúrgico no alimento que eles podem comer agora pra pra ajudar na perda de peso necessário para fazer cirurgia então foi uma parceria muito importante para nós nesse sentido a mudança de hábitos na demonstração que é possível é comer os alimentos é possível conhecer outros alimentos
é possível ter uma relação com a alimentação então tem sido importante e aí é eu vou falar um pouco como a gente faz aqui né eu lília é essa avaliação pré-operatória psicoeducação né e vocês vêem pela legislação a gente faz essa avaliação então entrevista clínica individual um atendimento em grupo a gente faz cinco encontros que compõem a avaliação psicológica e psicoterapia ação é entrevista com familiares para a compreensão da rede de apoio entrevista devolutiva onde a gente fala sobre todas as questões que eu falei anteriormente sobre como a gente observou como eles têm vivenciado e
se esses grupos na então a entrevista devolutiva eo parecer que a gente faz o atestado né é dessa forma que a gente faz é porque a gente tá aqui é na escuta em relação à cirurgia bariátrica mas a gente pode fazer junto né junto com outras partes do território para que a gente possa construir é o atendimento melhor a essas pessoas é então a gente quando precisa encaminhar a rede de atenção à saúde a gente dá orientação ea gente vai tentando construir a rede é em conjunto essas são algumas questões que são abordadas nos atendimentos
eu acho que é psicólogo que estejam escutando né ou outras pessoas também que estão naquele momento essas pessoas é importante dizer algumas na compreensão do paciente quanto operação mudança de estilo de vida expectativas conta os resultados não é principalmente algumas pessoas que é estão sofrendo querendo a resolução do seu sofrimento né cansados de tentar emagrecer cansado e pensam que a cirurgia também vai resolver algumas questões emocionais e psicológicas e podem não resolver então é importante a gente saber essas expectativas para que a gente consiga diluir é fazer escuta habilidade de aderir às recomendações operatórias tem
que aderir e se não tiver um filósofo funcionamento cognitivo pra eu ouvir as orientações a gente precisa de um familiar né comportamento alimentar histórico de peso dieta exercício físico né você tem alguma questão nessas para que haja um alinhamento comunidades psiquiátricas nem atuais e prévias é motivo para realizar o procedimento cirúrgico suporte social uso de substâncias lícitas e ilícitas nesta garrafa de bebida alcoólica todas as substâncias estados só satisfação conjugal funcionamento cognitivo e vai caminhando são algumas questões que a gente tem aqui se fosse apenas sindical contra indicar se está favorável não estava favorável estas
são as duas contra indicações para o procedimento né limitação intelectual significativa em pacientes em suporte em ambiente adequado esta conta a indicação está na portaria 24 24 nerd 19 de março quem quiser depois verificar o ler mais porque eu coloquei só um pedaço da portaria é ea outra contra indicação é caso do transtorno psiquiátrico não controlado pacientes psiquiátricos graves não são contra o indicado é só quando eles não estão estáveis ele precisa estar estáveis né é para fazer a cirurgia estava estabilizado mas para que essa estabilização com o texto ele precisa de todo o atendimento
em rede é pra que esse essa estabilização aconteça é essa limitação intelectual com suporte familiar precisa de todo o atendimento em rede para que ele possa ser construído fortalecido nem com a todos os pontos saúde social então se fosse apenas indicar seria contente cácere esses dois motivos mas o paciente chega tanto é em chega emocionalmente né fragilizado que a gente coma trata outras questões em psico educação do grupo relacionadas a essa relação com a obesidade e aí nessa construção da rede de linhas de cuidado a obesidade nossa equipe de cirurgia bariátrica e metabólica do campo
temos tentado é na tentativa de construir a linha de cuidado fizemos um projeto de extensão e essa palestra é um das é das apostas que a gente tem feito para a construção desse projeto extensão para que a informação chega né pra que a conversa seja possível para que a construção seja conjunto então a gente tem se proposto a falar sobre isso há a qualificar nem a trocar suas experiências e pretendemos também a fazer realização de de visita na máquina nas macrorregiões além dessas web palestras é nessa construção da da linha de cuidado de obesidade do
espírito santo aqui estão as leve palestras que já tiveram né que já aconteceram é em novembro e aqui as web palestras que ainda vão acontecer tá tá escrito aqui vocês podem pesquisar também no site do telessaúde que está aqui embaixo né eu também coloquei aqui no slide pra vocês visualizar que a equipe toda está presente nessas leve palestras para que a gente possa construir em conjunto não é com vocês esta linha de cuidado com a obesidade e obesidade que causa tantos comorbidades e que tantas problema de saúde né é isso aqui é mais específico pra
psicólogo não sei quantos psicólogos está me assistindo é é um protocolo clínico em psicologia proposto pela sociedade brasileira de cirurgia bariátrica e metabólica l é composto por sugestões né para que a orientação é para os profissionais da área de psicologia no atendimento aos pacientes para cirurgia bariátrica é vocês podem a acessar por essa notícia aqui e web tem um link aqui em baixo mas vocês conseguem achar na nós no faixa da sociedade brasileira de cirurgia bariátrica e metabólica e eles ele vai falar um pouco né aqui eu tô eu coloquei maior sobre o que é
importante olhar na avaliação pré-operatória preparo psicológico nacional quais são os dados né ao fornecer acolhimento escuta né é ver a história do paciente promover o autoconhecimento de tudo aquilo que eu já tenho falado com vocês né nos slides anteriores é oferecer é ela e aí é que tá aqui os objetivos as intervenções avaliação psicológica individual psico-educação atuação a equipe multiprofissional né entrevista com familiares então é a gente tem se proposto a fazer como sugestão né e e tentado trazer é essa se essa educação e essa avaliação para os pacientes e aqui tem a fase outros
operatória que durante a internação né e ele lá também a gente acompanha os pacientes internados que fizeram cirurgia bariátrica isso é que é no pós operatório é também tem uma intervenção no segundo mês aldeota a 18º mês de cirurgia então a gente faz um acompanhamento também então esse protocolo é separado em três fases neco pra que o objetivo da dessas etapas é para que o paciente tenha total dá um tratamento para que ele crie autonomia no tratamento para que as há há há há as intervenções possam ser aplicadas com ele com a família para que
ele tenha isto na cirurgia é todo um trabalho para que ele consiga se conhecer né e mudar os hábitos conseguir ter novas escolhas então essa é um pouco dessa nesse protocolo aqui não é que eu estava falando de sugestões de atendimento para os prefeitos prepare a todos têm é fácil achar esse aqui faço gestor nessa construção da linha de cuidado eu coloquei que duas sugestões de cursos ead é para que vocês se vocês se interessar em fazer esse aqui a abordagem dada a obesidade eo sobrepeso na atenção primária que é um um dos cursos é
interessante que a gente fez aqui e é uma sugestão e esse aqui outra princípios e cuidados último tisci plenária cirurgia bariátrica também são é a de gratuitos são é de fácil acesso são é instituições né de de renome unasus ela faz o que ele faz muito cursos valdo cruz e o link dos cursos para quem se interessar vai estar no nosso site mariatu que o cão pontos ponto br e as leve palestras anteriores também estão lá no link além do da no youtube na da web palestra né então voltar vai falar no site também para
quem quiser clicar e assistir as outras leve palestras além dessas sujas o link dos cursos propostos por nós é e que a gente também tem se aproximado é é agradeço eu acho que é a nossa oportunidade de conversar mesmo que seja pelo pela web é importante nessa construção da linha de cuidado é uma doença que tem crescido e tem preocupado né tem consultas têm causado outras comorbidades e que a gente está precisando juntar tem a juntar é intervenções para que seja possível e fazer o máximo para que esse paciente não chega a uma cirurgia para
que ele não precisa para que nossa população seja menos obeso então a gente cuidado nessa tentativa de melhora da saúde e qualidade de vida né principalmente é na prevenção é e na promoção de saúde então a gente só consegue fazer isso em conjunto então muito obrigada neta aqui meu e mail quem quem tem dúvidas tem o e-mail também da equipe da bariátrica nem o telefone e eu agradeço