e perguntar um pouquinho sobre dois poemas a florbela espanca s importante poeta do início do século 20 lá em portugal contemporâneo tiver uma pessoa arrojada por fernando pessoa e vamos analisar dois poemas aqui nesse vídeo o vaidade e o eu antes deixa eu mostrar para vocês quem é a poeta que a gente que a gente tá falando e a poeta que a gente tá falando é essa moça que aparece aí na foto é a florbela espanca então de dentro dessa cabeça aí que saiu os dois tecidinhos que a gente vai analisar o vai dar de
eu eu como é que a gente vai fazer hoje nós vamos fazer assim vou colocar aqui na tela e tem um poema porque se não a gente não vai conseguir analisar poema sem o poema sem texto poético vamos ver alguma coisa estrutura depois eu faço algumas coisas considerações ali sobre o tema e outras outras informações que eu posso achar importante então vamos começar analisando e o poema vaidade e vamos começar analisar desse aqui e esse poema então vai dar está dentro do livro das mágoas de 1919 da flor bela e os primeiros livros dela ser
publicado ele vai tratar do sonho versus realidade da poeta eu já vou explicar vou dar uma lida em algumas estrofes do hospital melhor para vocês ele vai tratar e questões de rimas tipos de rima uma questão mais estrutura a gente vai ver algumas figuras de linguagem que eu separei ali que chama mais atenção bom então vamo dar uma olhada no texto a esquerda que ela foi uma vaidade a primeira coisa a se observar que a estrutura segue o padrão ainda da flor bela ela escreve nesse tipo de estrutura chamado soneto que vocês já conhecem que
a estrutura uma das estruturas mais clássicas que existem que tem então quatro estrofes as duas primeiras com quatro versos e as duas últimas com três versos e ainda falando nessa questão estrutura vamos dar uma olhadinha nessa questão das rimas que eu coloquei aqui ó rimas cruzadas opostas emparelhada tem um rimas cruzadas ou poças emparelhados eu coloquei as letrinhas aqui do lado que são utilizadas para para dar nome aí é o tipo de rima então rimas cruzadas a gente tem na primeira e na segunda estrofe as rimas cruzadas ab ab beabá também opostas porque uma seu
ponha outra e a gente tem também aqui daí na terceira estrofe e rima sem fazer nada sem ser na quarta estrofe rimas emparelhadas assim e na terceira e na quarta estrofe rios opostas in the é isso aí é a estrutura do poema estuda de rima depois outra questão é a seguinte verificar aqui dentro as figuras de linguagem existentes no poema que chama mais atenção tem duas que chama mais atenção uma anáfora que que é anáfora é uma figura de linguagem que diz respeito à repetição de palavras e por exemplo aqui a gente tem mais trofia
a repetição do que na estrofe na segunda estrofe a repetição do mesmo na terceira estrofe a gente então a repetição do sonho aqui e na estrofe da primeira história também aquela repete a palavra sonho ela repete a palavra mesmo ela repete a palavra e quando as palavras e quando mais e quando mais aqui no final então essa repetição aí dessas palavras configura uma figura de linguagem chamada a nossa outra que a gente tem aí pego a hipérbole figura de linguagem exagero é aonde que ela tá mais evidente aqui a gente tem aqui no meu no
morrem saudade esse exagero ninguém morre de saudade deixa eu ver se eu acho outro aqui a gente tem essa questão dela dela se declarar o a poetisa eleita o poetisa com p maiúsculo poetisa eleita dando uma questão de exagero dizendo que ela é a poetisa eleita com relação a todos os outros poetas acho que é mais essas pessoas aqui mesmo ela diz um aqui aqui ela usa muito enfermo ele também sonho que um verso meu tem qualidade para encher o mundo inteiro mundo todo sem exagero não vai encher o mundo todo conversa então vamos dar
uma vamo dar uma olhada aqui nesse poema e vamos pensar o tema vamos tentar interpretar esse poema o que quer dizer que o sonho que só foi antes de leite aquela que diz tudo e tudo sabe que tem inspiração por e perfeita que reúne num verso a imensidade sonho que um verso meu tem claridade para encher todo mundo e que de lenta mesmo aqueles que morrem saudade mesmo que de alma profunda e insatisfeita que que a gente tem aqui a gente tem uma questão da realidade versus do som e no final aqui do poema ela
diz e quanto mais e quando mais no céu voando e quando mais do alto andando voando a corda do meu sonho e não sou nada então deixa eu vou tirar essa tela que a gente falar um pouco sobre escolher o que a gente tem aqui gente é uma questão de sonho versus realidade do eu-lírico no sonho do lírico ele ela é a poetisa perfeita poetisa eleita que invade o mundo inteiro com o som do verso dele mas na realidade do lírico e na realidade de florbela espanca esse poema tem muito uma questão biográfica autobiográfica a
gente percebe que não é bem assim na realidade da onu última estrofe eu falar que não é nada que ela não é nada eu lírico fala olha apesar de tudo isso eu não sou nada bom então demonstra o que que no sonho de alguém mas na realidade ele é ninguém há mais ou menos a gente pode comparar com a vida da florbela espanca pensando especificamente nesse texto e especificamente no ano que foi publicado o livro das mágoas que é aonde está esse texto esse soneto que é um dos primeiros textos da flor bela então que
ela não era nem famosa então ela tá querendo dizer mais ou menos a situação dela ali também uso eu lírico ela usa o narrador poema mas na verdade que pode aproximar-se da vida da flor dela também que no sonho era grande poeta mas na realidade outra lançando o primeiro livro para ninguém e vamos dar uma olhadinha aqui no outro para o poema que eu trouxe que é o poema eu e esse poema é carregado de subjetividade e de autobiografia ele também está dentro do livro das mágoas de 1919 então ele vai trazer essa questão da
dor da saudade da mágoa do sentimento de confissão é um poema dolorido é um poema outro biográfico e ela fala ela fala muito sobre com a morte do pai do irmão que foi um evento acontecimento que marcou muito a vida da flor bela é o livro das mágoas perdão geral assim do livro das mágoas já que o poema eu e foi uma validade estão dentro desse livro ele fala de mágoa dor saudade sentimento confissão uma linguagem feminina também e vai tratar então dessa gostosa contratada essa dor aí da morte do pai do irmão o poema
eu fala sobre isso é uma questão de estrutura e vou passar aquilo que são estrutura de figura de linguagem depois a gente vai comentar o tema aí depois uma questão estrutura rimas opostas e emparelhados as rimas oposta daqui a ua a gente tem a bba aqui a gente fosse colocar as letrinhas aqui do lado para fazer uma para para colocar na minha fatura de histeria habiba então rimas o corte aqui é a mesma coisa e aqui a gente tem o uso portas envie e ver e que aqui com acento e as xô vê se tem
mais algum para olhado desemparelhadas aqui seriam o b a morte sorte emparelhada sorte e forte morte emparelhada o resto é tudo aposto todas opostas a gente tem a questão do seguro de linguagem aí que chama bastante atenção aliteração e assonância eu sou a que no mundo anda perdida eu sou a que na vida não tem norte aos sou a irmã do sonho e desta sorte então essa repetição do s aí sou a crucificada dolorida repetição do essa então a figura de linguagem aliteração e repete as consoantes ao mesmo tempo assonância que repete as vogais no
perdida norte sorte dolorida é uma outra que não tá aqui mas que chama atenção é anáfora é a repetição de palavras de palavras eu sou eu sou sou sou repete muitas externas essas palavras então anáfora só que não tá aqui não coloquei mas não chama atenção para isso então o que que a gente tem aqui a gente tem aqui a florbela falando sobre uma névoa uma sombra que seria a morte que seria morte que ronda a vida dela a morte a perda do pai ea perda do irmão a gente tem também uma característica ltda florbela
de desilusão e de que faz a gente pensar também nessa questão da morte o quanto esse tema é importante na vida dela tanto que ela vai cometer o suicídio quando ela diz aqui deixa eu voltar só para mostrar uma coisa para vocês e quando ela disse que sobre eu sou aquela que passa e ninguém vê sou a quem sou chamam triste sem ser sou a que chora sem saber porquê sou talvez a visão que alguém sonhou alguém que veio ao mundo para mim ver e que nunca na vida me encontrou tem uma questão aí dessa
da angústia da morte porque ela tentou por três vezes suicídio vai conseguir cometer o suicídio somente na terceira vez então esse poema ele o tema central dele essa angústia ah e também a procura pela morte da flor bela morte está tão perto da vida dela aqui no fim vai encontrar ela mesmo vai buscar a morte ela vai encontrar essa morte eu acho que era isso gente tá bom já conseguimos dar uma analisada aí nesses dois poemas se você tiver alguma pergunta uma crítica uma sugestão algum comentário só colocar em baixo que eu respondo bom e
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