Sejam muito bem-vindos ao Manda Quem Pode. Eu sou o Guilherme Schneider e hoje a gente tá aqui com uma atriz dubladora e comunicadora. Mas antes da gente conversar com ela, vou falar com vocês da Prime Collection, onde tem todos os itens dos atletas, dos atores, dos seus ídolos autografados, alguns usados até por eles, que você pode ter na sua casa ou no seu escritório para puxar boas conversas como as nossas aqui No Manaquim. >> Exatamente. É uma obra de arte, na verdade, né? >> Daqui a pouco a gente revela aquelas ali. >> Isso aí. Eu
sou a Poli Carvalho e hoje nós vamos falar com a Margury. Ela é atriz, comunicadora. especialista em oratória. E já de começo assim, eu quero saber qual foi o trabalho que mais marcou. >> Po trabalho que mais me marcou foi um Cliente de consultoria de comunicação e oratória, médico e ele tinha alguns bloqueios com relação a falar em público, a dar entrevistas, o cargo dele importante. Eh, ele tava coordenando um projeto que precisava receber e dar voz. >> Uhum. E ele tava preocupado porque ele falou assim: "Eu preciso falar, mas eu tenho medo de falar.
Eu tô muito bloqueado." >> No diagnóstico, já na primeira Entrevista, eh, com ele para entender o perfil, já percebi ali que o bloqueio era bem grande, a voz com uma dificuldade para sair, externar, então, sem potência, sem tom, >> falando para dentro, >> falando para dentro. Aqui as cordas vocais acabam eh enrijecendo por conta do nervosismo, então a voz não sai, fica trêmula. >> E aí ele falou: "Eu quero destravar. Você acha que eu consigo destravar na consultoria completa? Que são quatro quatro encontros de 2 horas. >> Só isso? >> Só. E e funciona? >>
Sim. É, e ele foi para mim um grande, falo dele até hoje porque a gente continua conversando, porque ele sempre me manda >> onde ele está, o os lugares que ele tá alcançando, aonde ele está conseguindo levar a voz. Porque de uma pessoa que no no primeiro encontro ali já no diagnóstico, ele já percebeu eh pontos que ele precisava mudar, as potências, porque eu sempre falo, precisamos olhar para as potências para depois olhar para os desafios. >> Uhum. >> E aí eu já com as potências, eu falei: "Você já vai, já que você quer fechar,
porque o diagnóstico eu faço antes de fechar a consultoria". >> Aham. >> Né? Então eu falei, já que você quer fechar, você já vai no primeiro encontro com esses insightes e já trabalhando isso, entendendo esse seu perfil de comunicação. Quatro encontros depois ele já foi para uma apresentação, >> depois mestre de cerimônias do evento. >> Aí >> sendo mediador. Semana retrasada me mandou o link da entrevista que ele tava fazendo para um Jornal aqui do Paraná. Hum. >> de vídeo. >> Uhum. Eu >> é só é uma emoção atrás da outra. Eu falei assim: "Você
é meu case de sucesso, você é meu pupilo." Falei: "É isso, maravilhoso." E cada vez mais. E agora ele até coloquei essa potência para ele, eu falei assim: "A tua palestra vai sair quando?" É, >> porque é muito interessante a área dele, Enfim, mas foi o trabalho que mais me marcou, porque quando ele veio e no diagnóstico eu vi um desafio muito grande. Eu falei assim: "Nossa, porque cada cliente é um desafio diferente?" >> Sim. E é tão bom ver, né, esse esse essa pessoa conseguindo evoluindo, >> evoluindo, fazendo que realmente ele estava buscando no
teu trabalho e você conseguiu fazer que ele >> voasse e levando e trabalhando toda a coerência, porque ele era duro, rígido, Não mexia as os braços, né, as mãos >> e a voz, o problema da voz. Então, eh, a mensagem, ele tinha mensagem muito clara, ele entendia muito bem da sua mensagem e ele queria falar o que estava ali na cabeça dele, nítido, e não conseguia projetar. >> E surgiu essa coerência, né? Eu digo que existe uma coerência entre mensagem, precisa existir. Pra comunicação ficar assertiva, ela tem que ter uma coerência de mensagem Verbal, comunicação
verbal e a comunicação não verbal. >> Quando tudo isso conversa, >> acabou, >> fica ótimo, >> você ganha, a comunicação é sua, né? Então é uma questão de postura, posicionamento, você entender como que você vai dar essa mensagem unindo essas duas coisas, o verbal e o não verbal. Bacana. Eu não tinha ideia que é um trabalho de 8 Horas. >> É, são 8 horas. Quatro encontros de 2 horas. >> Para para você resolver destravar isso. É que também não sei, posso estar errado, mas geralmente essas pessoas elas elas estão muito dispostas a isso já ou
não? >> Sim, >> porque é eu eu imagino que a pessoa te procura, ela já chega naquela situação assim de não quando o chefe mandou, mas Né? ah, eu quero, eu preciso disso. Acho que ela tá num nível de disposição e de interesse muito a flor da pele já e você conduz. >> Sim, >> né? E existe muito eu, assim, eh, eu falo isso no diagnóstico já. >> Uhum. >> Você está preparado? Você está preparada para sair da zona de conforto? Porque você não vai ficar na zona de Conforto. >> Uhum. Porque não é no
quentinho, não é no gostosinho que você vai mudar. >> E para tudo, né? >> E para tudo. >> É. >> É. Então, a comunicação, muitas pessoas chegam e acham que comunicação tem a ver apenas com técnicas. >> Uhum. >> É muito mais do que isso. A comunicação começa com você. Então, para você mudar, Para você entender o que precisa alcançar, o que primeiro você precisa alcançar, o que você quer alcançar e se você consegue alcançar. >> Uhum. Uhum. >> Se é do seu perfil alcançar, >> até porque se você não consegue chegar lá, imagino que
você como a mentora desse processo, você entende e fala assim: "Não, então a gente não vai fazer por aqui, a gente vai fazer por lá". >> Exatamente. Por isso que cada Consultoria, cada trabalho é extremamente exclusivo. >> Uhum. >> Nenhuma consultoria, nenhum atendimento, nenhuma sessão vai ser igual. Não tem receita de bolo. >> Não existe receita de bolo porque cada um é único. Cada ser tem o carrega o dom e o poder da sua história. >> E é isso. Cada um tem a sua história. E a é a partir da sua história que você vai
entender a potência que existe na Sua comunicação. >> Uhum. >> Está em você. E também os desafios que você tem com a comunicação está na sua história. >> E você acha também que é treinamento, treinar, treinar, treinar, né? >> Muito, destravar no vídeo. >> Isso é, é aquela coisa, fazer stories, você tem que ficar ali treinando e fazendo até você ver que você tá boa naquilo, que você fica segura para Falar. é é sair do eh do conforto mesmo. É falar assim, porque o nosso cérebro, >> o que que vem na hora que você fica
nervoso, que você trava, é você tá com medo. >> Uhum. >> E o seu cérebro ele aciona como se fosse uma uma lanterna, uma um alarme falando: "Chega, tô com medo". E você aí começa a sentir no corpo. Uhum. as sensações de medo, aí fica trêmulo, eh, esquece o tal do branco. >> Então você precisa condicionar esse cérebro e educar ele dizendo isso, para mim é normal. >> Sim. >> Uhum. >> Eu estou me acostumando a falar. Eu estou me acostumando com a câmera. Não existe milagre. Você não vai conseguir destravar. Se você é extremamente
travado, se você tem o desafio de de gravar, eu falo, na consultoria existe um passo a passo onde você vai passar Para um processo para você entender quem você é para destravar e começar a gravar. >> Uhum. >> Quando alguém me procura para destravar no vídeo, a última sessão é gravar. >> Hum. É. ou com com telepronter, a gente, eu vou entender esse perfil do cliente para ver o que que funciona melhor para ele. >> Se é entendendo a mensagem, entendendo, precisa, o mais importante é entender da Mensagem, é claro, você precisa saber o que
você vai falar. >> Claro. >> É, mas muitas, a maioria das pessoas sabem o que querem, o que falam, né? Entendem da sua mensagem, >> mas o bloqueio é outro. >> Sim. E Mary, você acha que você se tornou uma mentora hoje, uma jornalista? Porque quando você era criança, você fez teatro? Eu vi que você fez teatro desde pequena, né? >> Desde pequena, desde os oito. >> Isso influenciou você hoje ser essa profissional? Pô, eu sempre fui da comunicação. A minha mãe, eu lembro disso desde que eu me me conheço por gente, então eu sempre
fui falante. E no mercado eu pedia justamente para para eu falava: "Mãe, daqui que eu vou pesar fruta, verdura". E ficava na fila porque ali tinham senhoras, senhores, >> tá batendo papo, >> tinha prosa, né? >> E aí a senhora, terceira idade falava assim: "Mas essa menina é muito precoce, ela é muito inteligente". Às vezes eu nem sabia o que eu tava falando, entendeu? Eu só copiava e colava, >> mas a comunicação já tava saindo como se soubesse. >> Total. Eu já tinha esse traquejo, então assim, escrevia poesia desde pequena, gosto. Fim de ano eu
fazia poesia e aí eu pedia pra família depois do do Natal Ano Novo. Minha família é muito grande, a minha família por parte de mãe de Floripa. Então, inclusive depois de anos, vou passar agora novamente o Natal na casa da minha madrinha e a vida inteira foi na casa da minha madrinha ou da minha avó, que é irmã mais velha, né, minha madrinha. E aí eu pedia, falava assim, depois da oração, eu posso recitar o meu poema? E era, tá lá, tem foto, enfim, eu gosto, sempre fui. E aí com 8 anos eu fui fazer
Teatro e acabou. Eu falei: "Aqui é o meu lugar, >> agora me encontrei. O palco é meu lugar. E claro, eh, o o teatro me deu e, e eu acredito muito nisso. Tudo que eu fiz até hoje, e eu tive um conflito com relação a isso, mas tudo que eu fiz até hoje, eu cheguei à conclusão que a minha empresa de consultoria de treinamento, né, na área de comunicação e oratória, ela é uma junção de tudo que eu já fui. >> Hum. >> Uhum. Porque chegou num momento que eu falei: "Calma, você tem tantas ferramentas,
você passou por tantos lugares e você tá com esse conflito por causa do quê?" Você não precisa escolher >> Uhum. >> estar em algum lugar, fazer só isso. >> Você trabalha com comunicação. Então você vai pegar todas as ferramentas que você teve ao longo da da vida da dos da profissão e vai aplicar. Então, o teatro Foi algo que ele está presente nas minhas consultorias, não tem como. Nos meus treinamentos. >> É, no teatro eu aprendi a respirar, no teatro aprendi a improvisar, >> eu aprendi a ter empatia, >> eh, a me colocar em risco.
É porque muitas vezes eu sentia nervosismo, sim, com casa cheia >> e eu falava: "Não decorei direito o texto, mas eu vou porque é estreia". E os três cinetas lá p Abre a cortina e se joga. >> É. >> E a conexão com o público porque você tem conexão com a plateia. >> Claro. >> Ainda mais quando o teatro é pequeno, >> que é muito, diga-se de passagem, eu acho muito melhor. As pessoas às vezes preferem falar com a câmera. Eu prefiro falar com gente me assistindo, porque eu consigo medir. >> Hum. >> Como que
tá o negócio? Quando a gente fazia seletivas, lembra? Pô, mil e poucas pessoas, eu não tinha nervosismo nenhum. Eu conseguia e porque assim, eu olhava pra cara das pessoas e eu conseguia ver se estamos indo por um bom caminho, se tem que alinhar a comunicação, se tem que ser mais rápido, se tem que ser mais devagar. E na câmera já era um desafio diferente, porque você não tem feedback. >> Sim. >> Você vai ter feedback a hora que você assistir. >> Uhum. >> Né? Então, e eu vejo que as pessoas são muito assim, nossa, deixa
eu fazer. É, por conta da agência, eu sempre convivi com muitas pessoas. Para mim, o teatro foi uma coisa que destravou. Eu fiz um curso de modelo que tinha interpretação no meio e eu saí, tipo, do terceiro ano da escola sem ir na lousa para apresentar um trabalho. >> Ah, que maravilhoso. >> Para um ano depois, tá dando palestra, fazendo seletiva, falando para um monte de gente, montando equipe, fazendo reunião de time. Mas eu eu peguei um caminho não técnico, digamos assim. Eu peguei a linha do do outlier ali, 10.000 horas de prática. >> Sim.
para você dominar um assunto. Então eu fui e fiz e refiz e fiz ruim e fiz de novo e fiz de novo. Eu falava assim: "Eu não tenho obrigação de acertar antes das 10.000 horas, então vamos continuando". >> Leveza de certa forma ali, né? >> Sem pressão. >> Dá menos pressão, porque a gente vê muitas pessoas querendo acertar de primeira. >> Ninguém acerta de primeira. O bebê não aprende a andar no primeiro passo. >> Sim. Então, e é uma coisa que eu sempre levei pros modelos, pros atores, gente, eh, é assim, você não tem obrigação
de Acertar de cara e você não acerta nada de cara. Você não aprendeu a falar direito de cara, você não aprendeu a andar direito de cara, você não tirou 10 na sua primeira prova, é natural. Você não acertou no seu primeiro relacionamento, você não acertou com o seu pai e com a sua mãe desde o início. Então, muitas coisas você tem a licença poética para errar. Sim, >> porque você está começando. E aí é o que eu sempre falava pro pessoal, só que Assim, você tem que tentar atingir suas horas mais rápido, porque depois de
três, você é atriz, há quanto tempo? 3 anos. A expectativa que as pessoas vão ter em cima de você é um pouquinho maior. >> Uhum. >> Então você não pode ser aquela que, ai, puxa a vida, errei, perdi o texto. >> Não, as pessoas já estão olhando para você. Por isso que eu falo que o aprendizado, né, ele ele necessita de Uma intensidade, porque quem tá vendo você aprender, tá vendo que faz tempo que você tá naquela lida ali >> e tem que sair do lugar. >> Tem que sair do lugar. Próxima vez que eu
tiver recitando um poema na festa de Natal, ele tem que tá melhor. >> Sim, com certeza. >> Então, é essa conexão de, poxa, eu quero e eu me comprometo. Eh, é muito é muito bacana. Eu imagino que na nas suas 8 horas ali, seja de uma Forma meio que intensiva, não só nas horas, mas meu fica Você tem que praticar isso aqui até o nosso próximo encontro. >> Sim. >> Você tem que >> tem lição de casa, >> né? >> Sempre. >> E acontece da pessoa não conseguir ou vai conseguir? Consegue? >> Eu eu falo
que vai fazer. >> Aham. Eu falo, eu tenho uma certa, até brinco, tem alguns cortes de de alguns eh algumas gravações que eu fiz dos meus treinamentos e consultoria e eu coloco lá nas redes sociais e às vezes aparece lá no direct. Nossa, mas que brabeza, nossa, que que que bruxa, que professora bruxa, >> que malvada. Eu falei: "Não, gente, mas é isso, eu posiciono a pessoa >> pra pessoa sair e entender que ela precisa se posicionar para ela mesma." >> Sim. É, até porque se levar tudo na maciotinha ali, às vezes ela nem evolui.
>> Não, não evolui. Eu sou mais firme, eu sou mais assertiva. >> Eu falo, não sou assertivo. O que que é ser assertivo? É falar o que precisa, ser claro, direcionar, mas em agressividade. OK? Eu me posiciono e se eu sou a professora consultora, a mentora, né? Sou a mentora, eu tô ali para fazer a diferença. >> Como é que eu vou fazer a diferença? >> Vou fazer ele enxergar que ele pode. >> Uhum. Não é, ah, eu não consigo. >> Agora tem um momento, tem um limite. Por isso que eu falo, é entender o
perfil de cada um e até onde ele pode chegar. >> Não é tipo Fátima Toledo, >> não >> tá pra cara assim. Não, >> não, não. E eu só eu brinco que a minha voz é às vezes é como ele já mais grave, eu projeto um pouco mais. Eu falo: "Gente, Eu só projetei, >> só projetei a voz". O teatro me deu muita projeção de voz. Falando em voz, eu você fez mais de 100 dublagens já. Netflix, quais são os outros? >> Vários, é Netflix, Amazon, vários streamings. Ah, a que ficou bastante aí que eu
dei até boas Risadas. >> Eu dublei a série turca Mother ou Mãe. >> Aham. >> E eu fui a mãe, >> né? Então, a protagonista, uma das, porque a filha também era protagonista. >> E foi pra Global Play. Hum. >> E há pouco tempo atrás tava no GNT. >> Uhum. >> E aí, olha que interessante, né? Eu falo, como é que pode? Eu nunca imaginei que um me procurar a escutar o meu vídeo de comunicação e oratória e identificaram a voz da mãe. >> Aham. >> Porque o não me procuraram no Instagram De dubladora. >>
Mas é muito a tua voz normal do dia a dia. >> É, mas é que é outra interpretação. Então eu pareço uma senhora. A >> a Gonu, a senhora pateta. >> Vai, faz um pouquinho pra gente ver. >> Ah, daí eu tenho que ter aqui frase. Mas é, >> eu poderia fazer, eu posso pegar uma frase ali e eu faço. Mas é o o que que muda, né, Po? É, e Gui, não é é a voz, Claro, é o tom de voz. Só que quando você, quando eu faço esse tom de voz mais enrijecido, mais
firme, sofrido >> e entrando nesse lugar da interpretação, >> a voz parece que é da personagem, >> sim, >> né? E claro, a minha voz é considerada uma voz mais madura por conta do grave da minha voz. Então agora não é todo Ator que consegue ser >> dublador. >> Dublador. >> Mas é que você tem quase uma voz padrão, né? >> É que geralmente voz padrão acho que é mais masculino, né? Aquela voz tipo do rádio. Mas >> é mulher também tem essa voz padrão, mas a minha voz é padrão maduro mesmo ou mais grave,
mais potente. Então eu não faço eh >> nunca fiz eh voz de criança, por exemplo. >> Uhum. >> Né? ou uma voz de menina, não dá. >> Sim, é uma questão de tom, não combina. É uma questão de tom de voz, >> combina. >> Mas faço muita, já fiz personagens, eh, eu brinco, né? Já fiz balévolas. >> Aham. >> Balévolas, >> que são e personagens que é pro lado Mais, né, do do bravo >> e do drama e ruim mesmo, né? Assassina ou a durona. >> Brava. Então, né? E mas eh eu sou apaixonada, eu
não vou deixar de dublar. Dublo hoje em dia, eu pego mais protagonista, não pego tanto mais outros trabalhos por conta do meu trabalho. Uhum. >> N que eu realmente resolvi >> me dedicar à minha empresa de comunicação e oratória por uma questão De propósito mesmo. >> Hum, que legal. Então, chegou num momento, há uns dois anos, que eu falei: "Não, eu preciso montar essa estratégia e esse plano". Porque eu tava celebrando o casamento, eu tava eh dublando e trabalhando como treinadora de comunicação e outras empresas de comunicação que me contratavam frila para dar treinamento. >>
Uhum. >> E aí eu falei, eu preciso montar minha Empresa, eu vou ter coragem. E é difícil, não é fácil a gente montar a nossa própria empresa e focar e montar essa estratégia, mas eu tive que fazer escolhas, >> sim, >> né? E tô feliz onde eu estou, mas não deixo de dublar, continuo. >> Sim. >> E a e também com a parte de celebrante de casamento que >> e que você continua fazendo celebraço. Tenho a empresa de celebração. >> Ah, você tem a empresa também, >> a empresa de dublagem, de locução de áudio também.
Eu faço locução para Off de Mais voz jornalística para filmes. Então eu fiz agora novamente um corte paraa Cidade de Deus, a série que vai ter na Globo. Fiz o corte de irmandade também. Fiz alguns offs paraa irmandade da Globo para são, não sei se vocês entenderam, mas são offs que aparece. Então, eh, um personagem ligou a Televisão, tá passando o jornal, aí eu vou lá e faço a voz dessa jornalista que tá na televisão. Rádio passando jornal ou >> não tem um personagem específico? >> Não tenho personagem, é a voz office. >> Eu não
entendi. >> Tipo assim, eh, ligou a televisão, aí eu sou personagem, eu sento aqui, a câmera tá em mim e a voz que vem do fundo, como se fosse a jornalista da TV, é o off dela. Ah, >> falando da rebelião, do que aconteceu, do cenário. >> Ah, entendi. Ah, >> lembra quando vem num roteiro lockof. Lockof é tipo essa locução que não tá trelada uma imagem de uma pessoa. >> Sim, entendi. É isso aí que não tá trelada. Então são bacana >> que é bem legal também super. E faço no estúdio >> mais tranquilo
>> no meu home stúio. Mais tranquilo. Entro Ali, faço rapidinho. >> Não tem alinhamento de de como é que fala? De lipsink. >> Não tem. E a dublagem me deu e outra ferramenta. Agora vou colocar a ferramenta da dublagem, né? a o quanto que também na projeção a empatia de você olhar para aquele personagem, porque daí vem também a atuação, entender o lado dele, >> mas principalmente o time, as pausas, a Respiração, o tempo de fala, o silêncio. >> Então, >> Uhum. Nossa, >> esse lugar da dublagem que a gente recebe roteiro na hora. >>
Aham. Eu não vejo o roteiro antes, não tenho acesso. Então eu chego no estúdio e dublo. >> Você tem vídeo seu dublando? >> Tenho. >> Tá, tá no teu Instagram. >> Tá, tem alguns no meu Instagram, mas eu Também posso pegar recorte da da Netflix, enfim, que tá lá. >> Legal. Não, eu falei porque assim, é muito bacana quando você vê a dublagem, né? Quem quem ficou muito famoso no Brasil foi o aquele cara que dublava o Wolverini. >> Sim. >> Que ele foi pro acho que programa do Jô ou Danilo Gentille, não lembro. Quando
veio o Hug Jackman para cá, ele já faleceu, né, o o dublador. Mas era muito Muito engraçado porque ele tinha ele tinha alguns personagens que era um desenho também, era um senhor e ele fazia uma voz de um anime. >> É, eu esqueci o nome deles, gente. Eu >> eu não lembro também. Eu não lembro. Desculpa aí, cara. >> Eu sou eu tenho uma coisa que é um defeito meu. Eu sou péssima para nome. >> Eu também. Nossa, assim, ó, rosto. Eu lembro. >> Conheço essa pessoa de algum lugar, mas Eu não sei. >> Eu
uso técnica para olho para lembrar. Mas é, era muito legal porque assim, ele foi um cara, acho que foi o dublador que mais teve ênfase, né, de ir pra televisão. Aí tem aquele outro que dublava o Goku do Dragon Ball. >> Esse ficou famosíssimo. >> Também ficou super famoso. >> Eh, e aí >> e a velha guarda que trouxe >> é >> os dinossauros da dublagem >> que dublavam. Tinha um cara aqui que tinha feito que fazia o Samuel Jackson também, que eu conheci ele lá na, acho que na Hollywood. na escola ali. E assim,
eh, o que que é muito legal quando você vê a dublagem, isso que você falou, tem vídeos do >> Johnny Depp fazendo jungle, que é aquele que é um lagartinho. >> Sim. >> E tem um do Kean Reves fazendo aquele carinha da moto, não sei se é do carros, de algum desenho, mas é bem isso que você falou. Você vê o do Kano Reves fazendo lá, ele tá tipo com o negócio assim, gesticulando para caramba. E quem não entende, olha e fala, >> mas dublar não é só você ficar oi então tudo bem Irene. >>
Não é a tua você vê eles atua. >> Nossa, o do o do Jack Sparrow e Jack Sparrow do Johnny Deppp. Difícil Desvincular do Johnny Deppp fazendo o lagartinho. Ele anda torto, ele fala, ele ele aproxima, ele distancia do >> Muito. É muito legal. É muito legal. >> Eu fiz um que mais me marcou aí na dublagem. Eu não digo nem de ficar conhecido porque não tá lá na Netflix, já vou lembrar também o nome, viu? O nome até do dos filmes que eu fiz, >> mas é uma série zumbi. >> Uhum. >> Então é
de terror. >> Uhum. >> E eu faço a faço a fiz a protagonista. Pensa, foram quantas temporadas? Acho que foram quatro temporadas. >> Caramba. >> Mas era muita reação. >> Hum. >> Porque assim, ela ficava viva do final até do começo até o final. Ah, >> ela que salvava todo mundo, ela que recebi os zumbis, ela tinha que correr Zumbi. >> Os sustos. >> Gente, eu corri literalmente eu corria no estúdio agora. Ah, legal. E daí tinha que gritar e gritar pesado. >> Tem que interpretar mesmo, né? >> Interpretar e entender a a o time
da atriz. >> Imagina até a respiração ali, não é? Aquele >> tudo tudo cena de estupro, >> simular. Nossa, >> foi bem desafiador. >> Nossa, deve sair morta dentro do estúdio assim. >> Morta. E pensa que essa da cena do estupro foi uma série espanhola ou mexicana, não lembro. Tá na Netflix também. E foi bem, é bem foi bem pesada assim, um enredo pesado. E ela era, sofreu um estupro do marido e ela ficou fugindo do Marido. Enfim, bem dramático o negócio. >> Eh, eu tava com febre de 39º >> e precisava entregar o material.
>> Tem que fazer. >> Nossa, tinha que entregar o material. >> E eu lembro que na época o Bruno era diretor, um amigo meu dublador. Eu falei: "Bruno, não vou conseguir". E ele respirava, ele eu respirava nele assim, vai toma mais um de pirona, respira. >> Tá vendo? >> Eu não, a febre não saiu ali pelo microfone, mas eu estava acabada. >> 7 horas no estúdio com febre de 39º, >> passando por esse looping. Eu falei: "Ah, não, sério, mas tem que entregar, tem que entregar". E também esse movimento de atuação. >> Humum. É o
ator. É isso. Até dentro da dublagem. >> Mas o fogo, porque o ator quando você tá só atuando, só atuando, >> é muito mais fácil que dublar. >> É, >> porque a reação vem junto, vem tudo. >> Quando você vai dublar, às vezes você fez uma coisa super legal, mas o lip não funcionou. >> É, não deu. >> E a energia >> não deu. A mesma. Outra ferramenta que eu levei paraa comunicação e para pros meus treinamentos, a energia que precisa ter para se comunicar, para externar, para dar Entonação na voz, para se posicionar, você
também tem dentro do estúdio, >> porque você precisa projetar na dublagem, você precisa passar essa energia, essa presença, essa essência do personagem na voz, >> tudo pela voz, né? >> E é pela voz. E quando você descobre isso é tão legal, né? >> É maravilhoso. >> Porque esses dias a gente tá, eu tava gravando um conteúdo junto com com o Parceiro e aí ele não tá acostumado a gravar e aí eu falava para ele: "Cara, projeta a voz. Como assim?" Aí você pega na garganta da pessoa, fala tipo: "Pega, fala aqui embaixo e joga tua
voz lá no fundo da sala." >> Aí grita a pessoa grita: "Não, não é para gritar, é você tem que falar lá. Você tem que sentir que a tua voz tá chegando lá". >> Isso aí. Aí depois você alinha para você falar com a câmera e quando você Desbloqueia isso, é >> você tem muita potência. Tem um cara, eu não vou lembrar o nome, mas é um cara que eu acho muito, o gancho que ele tá usando é muito bom. Tipo, ele ele tem um curso de de entonação de voz de de oratório e ele
pega e ele coloca assim, tipo, voz fraca. Aí ele coloca uns caras falando no vídeo e aí depois os caras pós o treinamento. É, ele é um cara barbudão, bem, ele faz bem essa linha tipo hter topper, né? Tem que ser o Caçado, mas eu já vi. >> Eu sei quem que é. Ele não tem um filhinho ou não, >> não sei. Não sei. >> Tá. Ele passa a imagem ali, >> mas ele passa essa imagem da da comparação. E é muito engraçado, né? Porque tem muita gente que você não você não conecta a voz
com com a pessoa, >> né? A hora que a pessoa abre a boca, você fala: "Putz, >> meu Deus, >> é quase infantil. Cadê a potência? Cadê a força da >> caras, né, que às vezes você olha o cara de repente o cara >> sai com >> sai com a voz fina e ou >> aquele lutador >> o Anderson Silva. É, ele era um >> E é possível mudar isso com exercício, >> claro, com trabalho, não, mas engrossar a voz, >> sim, você consegue puxar para cima alguns tons com exercícios de fono. >> Não vai
virar um tenor, né? Mas >> com respiração não. E com projeção de voz não é para tenor. Exatamente. É respeitar suas cordas. Ali a sua voz, sua corda vocal e o que você tem. >> É o que tem. Mas dá para usar ela melhor. Tá usando mal. Isso aí dá para projetar melhor. >> Eh, a respiração. Muita gente não consegue projetar a voz por conta que Não sabe respirar. E aí na hora de falar vai falando sem respirar e projeta o ar daqui para cá. Então respira e faz a respiração só de pulmão, mas aqui
enrijecido no tórax. Esquece diagram o diafragma que vai te dar esse recurso, que também é outra técnica ali da dublagem, porque senão você não tem fôlego de chegar até o final. >> Um mega looping para dar >> e não tem pausa, tem uma micropausa. E nessa micropausa você precisa buscar. E Você buscar como? com o diafragma você expande, porque você expandindo o diafragma, você vai ter mais ar e consequentemente vai expandir, projetar melhor essa voz e ter mais tempo de fala. >> E uma coisa muito legal disso que eu que eu acho que esse trabalho
que você faz, eu quando eu fazia aula de canto, uma das coisas mais interessantes que eu vi na aula foi justamente a respiração do diafragma. Aí quando eu fiz Fátima Também, a gente aprende a respirar. >> Fátima Ortiz. Não, >> Toledo. >> Ah, é a Fátima Toledo >> lá embaixo. E você não tem noção do controle psicológico que isso te dá. >> Uhum. >> É surreal. Tanto que assim, a gente tinha que que fazer cena, quando eu fiz o curso, a gente fazia fez algumas cenas do Cidade Baixa >> e aí tinha essa cena tipo
de um um Estupro, tipo do de uma violência doméstica e tal. E aí a gente preparava já respirando aqui em cima, porque aí já te dá aquela aquele aquela euforia, aquela coisa. Ah, para fazer o >> tudo técnica. >> É, porque assim, se você tiver num nível de estress muito grande, você começar a respirar aqui embaixo, tipo, com 10 respirações, você já baixou teu nível de stress para metade. >> É. Uhum. >> Pode, pode ser qualquer coisa. Você pode estar no meio de um acidente, você pode ter resolvido uma notícia trágica e >> e tem
gente que vai precisar do rivotril para resolver isso. >> Uhum. E só com a respiração você já consegue esse controle. E aí, poxa, você tá atendendo pessoas que são empresários, que são médicos, que são realmente pessoas muito importantes. Imagina se a pessoa precisar de um remédio para falar em público. >> Ah, não, né? >> Não vai. >> Tem o menor sentido. >> É, >> fora, porque aí também afeta o cognitivo da pessoa. Então, quando você explica a respiração, que é uma coisa >> muda, >> simples, vamos dizer assim, né? Eu lembro que meu professor falava:
"Cara, você tem que cantar com essa parte. Eu não posso ver nenhuma veia toda do Pescoço pulando. Não dá para fazer dá uma dezezé aqui. >> Uhum. A maior aqui concentra >> superior, as veias ficam saltadas, você sente a voz embargada para dentro e você não consegue. >> É muito esforço para pouco resultado, né? >> E >> pessoas com essa característica, esse perfil de comunicação e de voz, projeção, tendem a ser Mais rígidas. >> Uhum. com elas na vida e na criação, onde uma criação com mais rigidez, autocobrança em excesso. E aí, claro, se fecham
>> e tudo se fecha. E o nervosismo, por que que tem muitas pessoas que perdem a voz quando ficam nervosas? um estress muito grande que passou ou nervosismo acabam não necessariamente lincado a à comunicação. Perde a voz, >> mas perde a voz quando tá falando ali na hora ou perde a voz >> num dia, dois fica sem voz afônica >> e não tem explicação. >> Hum. Já aconteceu comigo. Eu tô tô me identificando. >> Mas é o nervos. E >> sabe quando eu tô discutindo? Se eu tô discutindo muito. >> A voz faz assim. >>
Aham. Aham. Não. E faz assim e às vezes A voz não sai. >> É. >> Sabe? Parece que sai. Você quer falar e não. >> Porque você coloca e concentra toda a emoção aqui. Olha aí. >> É. >> É. É o controle das emoções. >> É algo muito interessante. >> A respiração ali quando você acho que para mim acho que a primeira segunda aula ali que foi onde >> é eu trabalho em respiração na primeira aula. >> Eu já trabalho na no diagnóstico a respiração e é impressionante a diferença. O cliente já sai falando margir
o que que é isso? >> Como que eu consegui isso? A cliente ou cliente, como que eu consegui só na respiração? Eu falei assim, só na respiração >> é >> a gente precisa respirar. >> Só só, né? É um negócio que você faz da hora que você nasce até a hora que você morre, >> você não dá a mínima atenção pra desgramada. Tadinha, >> você não sabe o poder, né, que ela tem. >> Poder que ela tem. Eu atingi uma cliente agora pontual de consultoria pontual para eh defesa do TCC, apresentação de TCC, trabalho de
conclusão de curso. E aí fiz em dois em duas sessões porque é algo pontual, não é? Para trabalhar Completa a consultoria. >> Sim. Não respirava, não pausava, era a voz para dentro e aí corria porque precisava falar rápido e achava que o que a maioria das pessoas acham que se pausar, >> se der uma cadência, pero, >> vai perder o a atenção e mais do que isso, pensam: "Ah, vão achar que eu não tenho nada para falar ou vão achar que eu perdi o conteúdo que eu esqueci." Não, muito pelo contrário. >> Você apresenta para
elas a pausa dramática. E aí, exatamente. Eu falo, o silêncio tem voz. >> Uhum. >> Silencia. Você vai lembrar do que você vai falar. Você vai ter controle emocional e você vai conseguir respirar. Se você fala tudo muito rápido, você já esquece o que você vai falar depois. E depois do rápido, você já esqueceu o que vinha depois. Por mais que você saiba da Mensagem. Olha como eu falei rápido aqui. Uhum. >> E eu já tô sem ar. E aí? >> É, >> obrigada pela aula. Já estou tendo uma aula aqui. É, mas >> am,
meu nome é Amargor, eu tenho 41 anos, sou jornalista e do treinamento de comunicação oratória. A gente come as palavras, faltou ar, não deu intenção, não deu emoção. >> Agora e Marjury, você, a maioria das tuas alunas, ah, a gente pode chamar de alunas mentoradas, né? >> É, aluna, cliente, eu nem sei mais. É, quais são, quais são as idades? assim, eu vi que você faz bastante pessoas que são, né, já médicos, enfim, profissionais, mas assim também tem adolescentes, essa questão de apresentar TCC, porque o TCC é uma barra, né, para quem, principalmente para adolescente
que tá ali, tenho que apresentar um Trabalho. É, as minhas clientes assim 25, realmente quem me procurou mais nova, ó, ó, e mais novo também, porque eu também dei consultoria para uma uma tese, mas era muito novinho, tinha 28 anos. Eh, 25, 25 anos, acho que foi. Não, a minha cliente de antes de ontem 22 ganhou. >> Uhum. >> Mas com uma maturidade assim, intelectual bacana. Mas o que quem realmente e sabe que Interessante essa pergunta que você fez, porque eu nunca parei para pensar nisso. Claro, já pensei no meu público alvo. >> Uhum. como
para montar estratégias, mas eu não parei para pensar mais profundamente com relação a a isso agora, mas eu tenho resposta também, porque a pessoa que acha que precisa buscar comunicação e oratória não é por causa dela, ou ainda hum talvez porque é muito novo, não percebeu Os desafios e não sabe. Aí você chega numa fase da vida onde os relacionamentos interpessoais começam a cobrar de você, os relacionamentos profissionais te cobram mais ainda >> e você acaba chegando num momento entre ali 35, 40, 50 anos, você fala: "Tô perdido". >> Uhum. ou eu preciso de alguma
ajuda. >> Ah, eu preciso melhorar aqui. Então, ou transição de carreira ou posicionamento nas mídias, aí vem vídeo. Então, me Procura para esse lugar, nesse lugar. >> Então, o novo, a pessoa mais nova, não tem ainda consciência >> de que precisa de ajuda, >> de que precisa, do que precisa mudar. >> Sim. >> E trans e não é fácil. É, eu com 2 eu eu brinco, sempre fui comunicadora, voltando lá atrás no começo que a gente tava falando, sempre, desde pequena, porém eu não sabia comunicar de forma Assertiva, >> mas era uma coisa mais feeling,
né? era feeling. Eu não, eu fui escutar mesmo quando eu fui fazer entender do desenvolvimento humano, >> quando eu fui fazer programação neurolinguística, quando eu entrei na pós-graduação de programação neurolinguística, eu fiz em dois anos após, no primeiro mês eu já levei assim muitos tapas dos professores, das professoras, porque eu já cheguei com Uma prepotência e um ego lá nas alturas. Manjo muito, já já tô nessa há muito tempo. >> Já vi do teatro, >> tenho voz, você me posicionar. Ah, é isso aí. Eu não escutava, >> eu não me escutava. Eu queria falar, falar,
falar, falar. >> Hum. >> Eu não deixava o outro falar. Eu achava que deixava, mas eu tava dominando. >> Uhum. >> Isso te tira o poder de comunicação. >> Uhum. É real isso. Enfraquece a sua comunicação. Você quer aprender a se comunicar? É, primeiro saiba quem você é e abra os seus ouvidos. >> É, >> escute. Porque para você dominar a comunicação, inclusive a ferramenta tá no outro. >> Aham. >> A mensagem não é o que você fala e o que o outro escuta. >> Uhum. >> Comunicação não é o que você >> base da
comunicação. >> É isso aí. >> Então eu não sabia. comunicação. Eu fui realmente entender com 30 anos quando eu fui voz. >> Sabia falar. Uhum. >> Né? Sabia falar, não é? Saber se comunicar. >> Impostar voz, fazer oratório, falar bonito, porque eu já falava, já Era mestre de cerimônia, já trabalhava em rádio. Mas aí quando eu fui fazer entender a Marjory, mergulhar em mim e escutar dos outros as críticas. >> Uhum. >> Aí eu falei: "Gente do céu, onde eu estou? E claro que me deu assim um virou a minha vida de ponta cabeça, porque
é é o que eu falo, é difícil olhar. >> Chega achando que sabe e sai com a Certeza de que você não sabe >> e que não sabe >> não. E é um e é horrível quando eu fiz o curso da Fátima assim, eu ia pra casa todo dia com a bed que eu falava: "Meu, eu me empenhei, eu fiz o máximo que eu podia aqui. Não saiu, não saiu. você tá morto, né? Tipo, no no teatro, principalmente no cinema ali dela. É uma coisa muito desgastante. É chorar toda aula. É, é muito muito >>
e eu e eu saía com essa sensação. Falava: "Cara, mas eu, pô, cheguei até, eu fiz com 27, 28 anos, 28. Falei, eu já sei tanto tipo cheguei lá, não sabia nada. Eu tinha que tirar o negócio na aula, fazer um fragmento. Eu fi, não sai. E aí? E aí é legal porque assim faz parte do aprendizado a conscientização da ignorância, >> né? E a eu falo que assim, quando você conheceu uma pessoa que sabe de tudo, já se despede porque ela vai morrer. >> Sim, >> ela já tá pronta, tá no lá já tá
pronta. Tá pronta. >> Fala nisso, deixa eu apresentar aqui o nosso item da Prime, por favor, Marj, faça as honras. Ó, >> aproveitar que estamos em semana de Fórmula 1. Temos aqui uma luva usada pelo Lewis Hamilton, >> né? E um capacete, uma réplica de 1/2 do capacete que ele tá usando agora nessa temporada com o autógrafo dele em cima. São dois itens que você encontra lá na Prime Collection. Você pode ter em cima da sua mesa. Inclusive a gente só tá com uma mão da luva porque a outra tá com o Tony lá no
Padoke da Fórmula 1 para ele conseguir a assinatura do Hamilton na outra. Que legal. >> É, essa veio com assinatura, outra veio sem. Ele falou: "Cara, eu tô indo para lá, vou comprar com ele, >> vou assinar". >> E esses são itens para quem quer gerar Conversas, gerar bons papos, que nem aqui no Mara Pode, >> né? Também não existir. Isso aí é um ótimo também. >> Ficou curioso de quanto custa isso, entra no site da Prime. >> Isso aí >> é um baite investimento bom. Além de ser uma obra de arte, né? Imagina isso
aqui no teu escritório. >> É um dinheiro guardado à vista, né? Um dinheiro bonito, bem bonito. >> É isso aí. Mas é isso, Gui. Eu acho que Ipol é bem quando eu eu falei, né, do desenvolvimento humano e é uma das coisas que eu coloco na consultoria já no primeiro dia também ou de tarefa de casa para me levar na segunda sessão. >> Uhum. >> Que é o que pegou em mim, né? Eu falo que eu desenvolvi a minha metodologia com que eu aprendi com os meus recursos e, claro, com >> o que eu já
tinha validado. >> Uhum. >> Né? Mas quando eu estava lá no nas minhas primeiras aulas da pós, eu lembro que a professora, a minha mestra, que eu falo minha eterna, a Márcia, ela perguntou: "Marjorey, eh, era para levar um textos, era para levar um texto e aí você tinha que fazer oratória desse texto, falar, enfim, eu levei um que não era sobre mim". Eu levei um texto bonito e ela falou: "Não, mas é sobre você. O Texto é se apresente, >> é quem é você?" E essa pergunta, quem é você? Eu já tive inclusive uma
uma método, uma mentoria, quem é você? Que eu dei uma época retrasado. E aí era mais de autoconhecimento, né? Mais no mergulho do do eu. Quando ela perguntou, eu falei: "Quem sou eu?" As pessoas têm dificuldade, né? Difícil. É, tem dificuldade de falar. Por isso que eh por mais que a pessoa tenha me Procurado para desenvolver a comunicação dela mais técnica, que eu acho que primeiro a gente não tem que ir pro técnico desenvolver o técnico que sem tem para você, eu falo, vai escrever sobre a sua história. E a gente vai trabalhar no storytelling
com as técnicas de roteiro dentro da tua história. E aí ali quando você vai contando, quando você verbaliza a sua história, você percebe Aí eu, como na minha visão de mentora, olhando o cliente, eu percebo a entonação, a maneira que o corpo vai ficando. A, o corpo fala >> sim, >> né? Não só o corpo, a voz é entonação, dependendo dos lugares ali da história. Então eu consigo acessar mais ferramentas ainda desse cliente e trabalhar com ele, dessa cliente, desse cliente. >> Então, algo curioso, porque quando eu Estudei o meu público alvo falando em ela
em ele >> Aham. >> isso é interessante porque foi um conflito também. Eu falei: "Não, eu vou mirar nas mulheres. >> É isso. Meu público vai ser mulher, vão se espelhar e eu quero trabalhar." >> Não, >> mesmo falando para elas lá no meu Instagram, os clientes vinham ou por indicação Marido, namorado, irmão das minhas clientes ou de quem me seguia. Daí eu falei: "Eu não vou poder ficar falando só para para mulheres agora. Eu vou falar pro meu público, tanto mulher quanto homem. É isso. Por isso que eu brigo, falar: "Ah, elas e eles".
Porque >> Mas tem uma procura maior, quando a gente tinha teatro, a gente teve uma época que a gente tinha Fórum School, que era uma escola multiartística, e a gente tinha teatro e a gente tinha uma Procura grande por empresários, homens querendo fazer teatro. Mulher era mais difícil. Mulher às vezes vinha pela pela ideia de ser modelo, mas mais uma coisa de autoestima, de vaidade. E os homens vinham muito pela coisa do cara, eu não sei me comunicar, é preciso. >> Eu tenho vergonha. né? E ele é engraçado porque assim, vinha gente de um nível
muito legal, falava: "Pô, tô procurando um curso de teatro porque eu não >> não vou não não vai, não sai." >> Tem algo muito interessante, né? O perfil das mulheres quando buscam a comunicação, quando tem o desafio na comunicação, tá muito mais focado e na autocrítica. >> A dor maior é a autocrítica. >> Uhum. >> É o Tá. O, o que os outros vão pensar sobre mim? >> Uhum. >> Pai e mãe, autocrítica na infância. >> Aham. Eh, projetaram muito para ela e ela acabou crescendo mais na rigidez >> e principalmente mais fechada, né? Aquelas
crianças mais fechadas, introspectiva. >> Mas o exemplo que você deu é uma coisa que eu sempre falei, porque a tua família te dava o espaço. >> Sim. E e é o que eu falo assim para todo mundo. E eu sempre me dei como exemplo, a minha família não tem ninguém artista, ninguém que toca um instrumento, que Canta, que é do teatro, que é nunca teve de quando a gente era pequeno. Então, ok, é normal. Tipo, a gente conversa muito italianada, todo mundo fala com a mão, grita e tal, mas é uma comunicação. Aí eu já
via, por exemplo, família de alguns amigos meus que, pô, tinha um churrasco, aí tinha um que toca, o outro que canta, o outro que faz não sei o quê. >> Então, a aquela coisa de você, entre aspas, se expor, tá com você desde Pequena. >> Sim, >> né? de de ir lá, tipo, no momento da da depois da oração de Natal, tá todo mundo reunido, aí vai lá a para restar poesia que ela mesma escreveu e as pessoas valorizam isso, né? >> É, você acaba crescendo com essa potência potencializada. >> É, >> valorizam isso de
certa forma. >> É muito legal, é muito bom. Só que Assim, quem não tem isso >> pode buscar. >> Não é porque você não nasceu e não veio, né? É aquilo, né? Se a tua geração não te trouxe, deixa pra próxima que vem depois de você. >> Quebra o padrão. Padrão. Eu vi isso. Vai quebrar o padrão. >> Padão. E o que que te inspira mais para ser essa comunicadora e ajudar essas pessoas? >> A transformação que eu vejo no final. >> Ai, que legal. É, >> é exatamente isso. Não, eu tenho já não tem
nem o que pensar >> porque é impressionante o quanto que a comunicação é a base e faz a diferença na autoestima da pessoa. >> Com certeza. em como ela vai se colocar, como ela vai se posicionar, eh, o quanto que ela começa a se enxergar >> e as oportunidades, né? Pensa quantas Oportunidades essas pessoas perdem por não falar, por ter medo. Exatamente. Falar mal. É para perguntar, >> porque a hora que você, desculpa, interrompe, a hora que você falou da da pessoa que fala correndo, é que a gente vive um momento que você vê os
gurus da internet falando assim: "Meu, o gancho 3 segundos para você prender atenção". Verdade. >> E a pessoa ela ela entende que assim, se Eu parar o povo some. Só que ao mesmo tempo, quando você domina a a a oratória, né, você consegue usar um gancho, dá tua pausa, você ganha tempo de vídeo assistido porque a pessoa, aquele gancho foi bom. >> Uhum. Hum. >> A tua pausa foi o teu timing, mas é o tempo de >> estratégico. Então às vezes a gente escuta o pessoal falar, parece que você tem que Oi, Margina. Então, você
que tá Assistindo, quer mudar de vida agora, tem duas coisas que você tem que fazer. Fica aqui, já me segue, acompanha. >> Quase um co que é o co botini lá, como que é? >> Quase o botini. Quase o botini. É, é. Compre, compre. muito na rede social hoje em dia e tem gente fazendo que acha que precisa fazer desse jeito. >> A não ser que você seja o Ciro. Fala nisso, Ciro. Abraço. >> É, é agora. Claro, >> eu entrevistei ele no podcast. Ah, >> é, foi, nossa, foi muito, muito >> no Mas é,
é engraçado porque assim, no vídeo ele, a gente conversando e ele falava e falava e falava e aí depois a gente se comunicando, né, conversando de venda no off, >> calmo, tranquilo. Ele falou: "Cara, isso aqui é meu padrão de comunicação". É, e ele ficou famoso >> para vender. >> Claro, porque o marketing existe, >> Sim, é o personagem, >> tá tudo bem. Área de vendas. Então você quer pegar atração, você precisa pegar a atração, você precisa conectar no começo. O que que você vai fazer? Você vai começar com esse gancho, cara. Isso é técnica.
Mas não precisa ser leiloeiro. >> Leiloeiro no videozinho normal de Instagram. Segundo vídeo que a pessoa assiste o seu tá até cansada assim, falou: "Meu Deus, Tanta informação, >> não vou conseguir absorver, reter as informações." E é, e tem, né? Mas cada cada mensagem ela é dita com objetivo. >> Sim. >> Intencionalidade, né? >> É. E é isso. Agora diferente de você montar um personagem para você eh vender a a sua mentoria. Uma coisa você fazer o gancho para dar propaganda para reter aquilo ali. >> Você não vai virar um personagem. Tem Muito guru que
é os gurus. >> Sim, >> você falou agora. >> Personagem. >> Personagem, >> personagem. >> Purinha. >> É. E aí quando você vai ver a pessoa não entrega. >> É. >> É. Então existe muito isso de você entender a essência. Eu busquei a eu Tenho um serviço que eu faço que é de comunicação e posicionamento estratégico. Então toda uma estratégia e uma um processo de consultoria baseado na estratégia de comunicação e posicionamento da pessoa que quer descobrir e entender como é que vai divulgar a sua marca. >> Legal. Por conta disso, porque antes de branding,
marketing, vendas, qual é o primeiro passo? Você entender Como você vai comunicar, >> o que você quer comunicar. O marketing, quando você buscar uma agência, OK, tem isso de olhar pra pessoa, entender, dá um dá um >> um relatório para você, para você responder e tal, mas quando você é é meio é é superficial, você tem que ter já >> Uhum. >> o a tua voz, você já tem que ter essa percepção do que você quer falar. E tem Muitas pessoas que não. E tem aí vem a insegurança de se posicionar nas redes sociais e
tem muita gente que não se posiciona. >> Isso >> é. >> E tem mensagens, produtos, serviços fantásticos. Uhum. >> Estão perdendo tempo de ganhar dinheiro por conta de se comparar com os gurus. >> Uhum. >> Então, eh, eu, eu, eu tenho esse lugar Aí, claro, que é uma mentoria de 2 meses, são 10 encontros. >> Uhum. para se aprofundar mesmo e a pessoa entender e sair desse lugar já com os com os os profissionais que precisam para dar sequência ao projeto. >> Uhum. >> E principalmente com o tom e o posicionamento da própria voz. é
quase um guia de tone of voice pra pessoa. >> É >> porque o tone of voice geralmente na na empresa é assim, a gente fala na primeira pessoa, a gente fala na terceira pessoa, a gente fala mais formal, mais informal, a gente eh em curto nome, né? A gente usa uma e e isso é importante, né? Ah, bom. Hoje eu tava falando com um amigo de falou: "Cara, tô pensando em pegar, >> tô pensando, tô pensando em mudar uma luz, mudar não sei quê". Eu falei: "Cara, às vezes é legal a gente fazer Mais do
mesmo, porque a repetição cria a tradição, né? Então, toda vez que a pessoa bate o olho, ela fala: "Putz, é a comunicação dela." Ela toda vez ela usa um bordão ou ela usa um um jeito de começar a uma fala, né? Ou ela usa um estilo de comunicação e aquilo vai entrando na cabeça das pessoas e vai criando aquela rotina. >> Com certeza. Isso daí faz. Eu tô, já tenho alguns, mas eu sempre falo, né? A, A voz, o silêncio tem voz. Obrigada. O silêncio tem voz. É algo que é, né, sua essência, sua sua
voz, sua transformação. Então, eu acredito muito nisso, né? E o o meu bordão, a minha propaganda é o que eu sou. >> Uhum. Não >> é, eu eu lá atrás passei por um processo para identificar o que que eu ia fazer, para que lado ir esse lugar de dar aula de comunicação. Cheguei aí só pro autodesenvolvimento, pro lugar Terapêutico. Não foi para mim. >> E você sentiu alguma dificuldade de se posicionar nas redes sociais? Porque assim, eu vejo que tem muita gente, porque você é atriz, né? Você se comunica super bem, jornalista, mas eu vejo
que tem muitas pessoas que mesmo assim elas têm dificuldade de se posicionar nas redes sociais, fazer um stories. Você chegou a ter isso ou não? >> Com certeza. >> Já era para ter me divulgado. Comecei a me divulgar há dois anos. >> Aham. >> A fazer vídeo um ano e meio. >> É porque você teve que pensar na estratégia de como que você ia fazer isso, né? >> Exatamente. Esse era uma acontece naturalmente e não acontece. >> Não acontece. é um processo. E claro, eu cheguei aí mesmo no audio, porque eu não deletei meu Instagram,
meu Instagram de Comunicação e oratória, se for lá ver no primeiro lá baixo no arquivo, >> arquivo, >> tá lá. E eu não tenho vídeo nenhum, tenho só posts, >> foto com mensagens, mas bem pro autodesenvolvimento. Uhum. Eu ainda não tava segura porque eu não tinha me achado. Eu não era terapeuta. Eu poderia ser, mas eu não gosto desse lugar. >> Uhum. >> E o que eu faço hoje não é terapia, mas É terapêutico. >> Sim. >> Então eu entendi esse processo. >> Aí aplico técnicas de sistêmica familiar e programação neurolinguística no meu processo. >>
Uhum. >> Né? A sistêmica familiar de olhar para os padrões de repetição da nossa família. >> Sim. as crenças limitantes de quem não é tua, né? Foi muito, >> mas eu não era terapeuta e aí eu também isso me deixava insegura para gravar vídeo, porque eu ainda não tinha definido. >> Porém, não só isso, o meu nível de autocrítica sempre foi assim, num nível absurdo. E sim, isso vem lá da infância, sempre muito nesse lugar de preciso ser perfeita, preciso fazer, eu >> e cresci assim, né, com a família mais perfeccionista. >> É. E aí
o que que acontece que eu vejo que daí você deixa de fazer, >> não fazia >> para não por causa >> não, eu gravava 5, 10 vendo >> e não postava. Por quê? Porque eu pensava no outro. Gente, vocês não acreditam que assim, é sempre o que acontece, tá? Eu sempre pergunto isso pros meus clientes, alunos, e a resposta é praticamente a mesma que eu tinha. >> Uhum. >> Quando você eu me assistia, eu pensava em mais ou menos umas cinco, seis pessoas vinham assim a imagem dessas pessoas conhecidas. >> Ah, >> as mais próximas.
>> Então, olha aí, ó. >> Ou aquela pessoa que me criticou na adolescência. >> Hum. >> Juro, era uma coisa que me segue. >> Olha só. >> Tá. E aí é um é uma loucura. E eu sabia disso e fui validar isso com os meus clientes, meus alunos, >> alunas também. >> Mas o que que eu vejo? >> Como é que você sabe? Falei: >> "Porque vivi isso?" >> Não. E o que que eu vejo que tem muita gente que não grava por causa dos familiares, deixa de fazer stories. Ah, eu tenho vergonha. Porque o
que que a Prima ou a >> fia a não sei quem? E eu percebo que tem muita gente, eu já tive uma fase que eu tinha isso, ai o que que tal, aí eu me desapeguei total, disse, né, que se vão pensar, né, >> né, não estão pagando minhas contas, enfim, mas eu vejo que muita gente, e quando a gente trabalhava na agência, eu eu falava, né, pros modelos, às vezes eu falei assim, pare, a melhor coisa que você faz, tira essas pessoas do teu Instagram, né, tira que você vai conseguir se desenvolver melhor. Mas
é isso aí que você muito. Que que vão pensar de mim? >> Isso é os mais próximos você não vê. Agora como é que uma técnica para você potencializar isso, para você esquecer. >> Uhum. >> É exatamente isso de não vou dar potência a isso. A voz a isso meio que esquece. Porém, o por isso que encontrar a própria voz e a a quem é a sua Audiência é extremamente importante, porque aí você imagina a sua audiência. >> Sim. Quem vai se interessar por essa mensagem? Antes, eu eu trabalho muito com o mental de fazer
a programação que é a PNL, né? Você programar o seu cérebro para isso. Então você imagina é o que que é sonho. Por que que sonhos se concretizam? >> Uhum. >> Porque você sonha tanto, você imagina, você idealiza e aquilo acontece. Visualizou, já era. >> Então visualiza, visualiza seu público, quem gosta da sua mensagem, pensa neles e não se assiste. >> É, é. Eu eu eu não falei assim, sabia? >> Eu vejo vídeo assim, não, eu eu tanto que às vezes sai até algumas coisas erradas, daí depois eu vou lá ver, eu falo assim: "Nossa,
olha o que que eu fui falar, mas tá bom". Daí às vezes eu sinto até uma vergoninha assim de umas coisas que eu faço, falo assim: "Ah, mas Também já passou". Aham. Porque assim, eu posto stories dificilmente. Eu posto stories, daí depois eu vou lá, eu já faço, eu gravo direto, >> eu gravo direto, escrevo ali, p, já vou postando. >> Eu assisto. Tem uns que eu fico assistindo, eu falo: "Nossa, eu falei bem aqui". >> Ai, meu Deus. Meu teatro bateu diferente. Da pessoa é um pouco, mas o que é muito interessante É isso
também, é potencializar a sua mensagem, o valor da sua mensagem e diminuir a importância do eu. >> Porque a gente coloca muita importância no eu que vão pensar meu cabelo ou minha voz estão me comparando, me aut vão me criticar e você se autocritica daí na consequência. Então, presta atenção que a sua mensagem é a mais importante. Não interessa qual mensagem, se você tá dando uma palestra ou se você tá gravando um vídeo. >> É, >> nossa, Mar, eu tenho às vezes eu falo, eu, eu já, eu dou algumas mentorias de criação de conteúdo pr
pra internet, mas uma das coisas que eu, que eu já falei em várias delas foi assim: "Eu tenho uma notícia boa e uma notícia ruim para você". A ruim é que você não é tão importante quanto você acha. E a boa é que você não é tão importante quanto você acha. >> Boa. >> É assim, >> é isso. Tipo, você não precisa ficar eh eh por isso que eu eu gosto muito do do dessa teoria do do Gladwell lá das 10.000 horas. É muito espaço para é muito espaço. Então, poxa, ficou ruim, ficou bom, ficou
ruim, ficou bom para tipo as minhas redes sociais, elas cresceram um monte de gravar quatro, cinco vídeos todo dia. E, e eu lembro, eu lembro do De uma menina que trabalhava no meu marketing virar para mim lá da agência, pegar e falar: "Cara, que vergonha que você tá passando". Falei: "Sega, garota". Ah, >> não. Ela falou: "Eu não faria". Eu falei: "Mas quantos seguidores eu tenho? Quantos seguidores você tem?" >> É. É, a prática leva a perfeição também. É, e vídeo da audiência não adianta você esforçar. >> É, hoje em dia eu acho que no
marketing O é mais difícil acabar ganhando seguidores de forma orgânica. >> É bem difícil. >> É preciso fazer um tráfego e olhar para isso. >> Mas eh antigamente era mais fácil, mas mesmo assim o que sempre deu resultado foi >> o vídeo. >> O vídeo porque vídeo conecta. pessoa tá vendo você lá, você tá se conectando e Aí depende, claro, de você o quanto você está se conectando. >> É, mas alguém vai se conectar com você. Aí você tem que ter essa técnica de comunicação, você tem que saber o que você vai falar e tal,
>> tem que ter segurança. Eu acho que você tem que ter um pouco de segurança o que você tá falando para a outra pessoa também. >> Que também você não tem segurança aí, >> exatamente precisa ter segurança da sua Mensagem. >> Isso. Exatamente. Saber o que você tá falando, pelo menos >> exatamente falando um monte de besteira ali, né? entender, se posicionar, saber como se posicionar e pronto, joga a mensagem. >> Agora tem gente que vai se conectar com você e tem gente que não. >> E tem gente que vai criticar você >> e também
é bom porque você também vai ganhar o dinheiro. >> Eu não quero usar essa expressão, mas tá tudo bem, >> né? >> Exatamente. O negócio é falar, vamos se comunicar da melhor forma possível. >> E para te contratar, como que faz? meu Instagram ou meu WhatsApp também, mas eu tenho o meu canal no Instagram, Marjor Vongelita Marjor com I, >> tá? A gente vai colocar aqui, tá, pessoal? >> E ah, e manda uma mensagem ou pelo link Da Bio, pelo direct, lá tem o meu WhatsApp >> e lá você ajuda a pessoa a entender o
que ela precisa também. A pessoa não precisa chegar com, >> é, >> não, >> com diagnóstico. A mar faz diagnóstico, >> eu faço o diagnóstico, né? O diagnóstico, inclusive para quem entrar em contato comigo aqui pelo pod, eh, eu estou dando diagnóstico Sem compromisso algum, de presente. É um diagnóstico de 1 hora. Ai que >> então é uma hora online >> e depois desse diagnóstico, três dias depois eu mando um relatório com todo o perfil comunicacional e com a linha e a melhor estratégia de consultoria, como é que a gente vai seguir. Eh, então é
um é um diagnóstico bem completo, bem assertivo e por isso que eu digo que a minha consultoria é extremamente coloco a minha mão no fogo Por isso, por conta dos retornos. >> Uhum. Uhum. >> Ela é solutiva. É, eu foco na solução. >> Legal. Esse é o mais importante. >> Muito bom. Vocês viram? Então, Marg ele faz tudo por você menos a sua parte, >> tá? É, é. Tô achando que é moleza assim. É o diagnóstico, te explica, te dá o direcionamento. Você tem que fazer sua parte que é estudar e aplicar. >> Com certeza.
>> Ambos ambos são importantes, tá? >> E querer sair da zona de conforto ainda. Não ficar na zona de conforto porque senão não muda. >> Ex. Não seja um estudante profissional. Aplique o que você tá estudando. >> É, >> com certeza. >> Mar, foi muito bom te receber, muito legal mesmo papo. A gente iria mais uma hora e meia tranquilamente. >> Acho que maravilhoso. >> Foi um campo que eu gosto muito. Eu Também olhei agora que >> eu olhei, eu falei: "Nossa, já passou do do horário, mas tá tudo bem". >> Muito bom. Obrigado, viu?
Volte mais. Obrigada. Com certeza. Obrigada a vocês. Foi um bate-papo maravilhoso. Com certeza. E estamos aí. Obrigado. >> Acho que a gente tem que fazer um >> um diagnóstico. Bora. >> Um curso de oratório com ela. >> Ah, com certeza, >> né? Contar depois da experiência. Isso. >> Vamos aos agradecimentos a Ana, nossa maquiadora que maquiouas, >> parceira, maravilhosa. >> É maquiagem fica muito boa. E ela é rápida. O que eu mais gosto né? >> Super >> rápida, >> rápida. E fica maravilhoso. Você já terminou? E nada de exagero, uma bem beauty mesmo. A Ana
da Somos Ló, que é o look que eu estou usando aqui. >> Eh, afinato, >> afinato, pelo nosso catering, maravilhoso, como sempre. >> O Cléber, o D2 aqui do estúdio Abra Prima, obrigado pela parceria de sempre. O Loiola, nosso filmaker, fotógrafo e mestre de cerimônias de churrasco, de jogador de futebol aposentado. E é isso, gente. Obrigado. Até o próximo.