[música] [música] Fala pessoal, estamos começando mais um episódio do nosso Pode não deve. E ao meu lado aqui, eu sou Vinícius Lúcio, né? ao meu lado, Sidney Flores. E aí, meu amigo, como é que você tá? Tudo bem? Estamos bem. E é assim, >> animado, >> mais um programa que nós estamos fazendo nesse estúdio >> improvisado, mas que ficou ótimo, >> sensacional. Melhor que isso, só os nossos entrevistados. >> Não, só não. Hoje não. Esse estúdio improvisado, ele vai ficar pra história porque já gravamos aqui com Laércio, fundador da Totos, >> e foi incrível, né?
>> Sensacional. Eh, e cara, eu tô até nervoso, cara. Não, lógico que eu tô nervoso, cara, porque não é que a gente está com entrevistada aqui, a gente tá Com o algoritmo da internet, a referência, >> a referência, como que diz o jovem hoje em dia, é o cara mais >> hypado da internet, né, cara? Rypado, né? [risadas] >> Exatamente. >> E E aí, vamos chamar o cara, né, meu? >> Perfeito. Hoje a gente tá aqui com quem? o nosso Serjão nos foguetes. Aê, seja bem-vindo. >> Salve, galera. Prazer aí com vocês. Valeu aí. >>
E assim, eu vou fazer uma pergunta para ele que eu acho que ninguém fez ainda, pelo menos assim, eu sigo ele desde o começo que ele explodiu aí na internet, né? >> Pô, falando em foguete, né? Explodiu. Aí >> você [risadas] viu, né? Tem isso, né? >> Serjão, como começou tudo isso, cara? Como que você de repente você é um professor, cara? É um um cara que é especializado na ciência, né? Como que De repente você se torna uma das maiores referências na internet, eh, tá presente em programas de televisão. Cara, se a gente quer
hoje falar, sabe, de de planetas, quer falar do homem pra lua, a gente tem que falar com o Serjão. >> Geofísica, geopolítica, >> gefísica. Não, de tudo, tudo. >> Física quântica. >> Inclusive minha esposa que tá me assistindo agora, eu vou perguntar para Ele de crochê, porque ele deve manjar de crochê também, né? >> Porque [risadas] o cara, o cara conhece de tudo, né? Boa. >> Ai cara, assim a primeiro, né? Primeiro agradecer aí vocês pelo convite, cara. Meu interesse pela astronomia mesmo. Ele começou na época do Raley, 1986. >> Eu morava numa cidade bem
pequenininha, viçosa, >> ali no na zona da Mata Mineira. E eu vi o Raley. >> Uhum. >> Muita gente fala que, ah, não deu para ver. Deu para ver, sim. Obviamente que ele não foi igual 1910, mas eu vi o Raley. E a partir dali eu comecei a gostar de astronomia muito. >> Você era moleque? >> É, tinha 11 anos. >> Ah, tá. Tinha 11 anos. Aí comecei a go, >> eu me lembro também do R, eu era do ABC Paulista, mas eu me lembro também. Ah, era um negocinho que passou no céu, né? >>
É, tinha uma, ela era uma fumacinha e tal, mas deu para ver, eu vi ele várias noites e tal. >> E dali eu comecei a gostar de astronomia, depois eu tive telescópio e tudo, comecei a observar o céu. E quando fui fazer eh vestibular, a astronomia só tinha no Rio de Janeiro, na UFRJ. >> Uhum. >> E por incrível que pareça, tinha tem uma revista até hoje ela existe, né? Chama Super interessante. >> Ah, sim. >> Um astrônomo da USP, muito famoso, depois ele virou meu amigo Augusto Daminelli, ele escreveu um artigo na revista >>
falando sobre a profissão de astrônomo. Ó que sorte que eu tive. >> Nossa. >> E eu escrevi uma carta para ele e ele me respondeu a carta. >> Olha só. >> E na e eu falava, né, ó, tô querendo fazer astronomia, o que que eu faço, tal. E ele me deu a sugestão o seguinte: não faça astronomia, faça um outro curso e depois faz astronomia como mestrado, doutorado e tal. Eu falei: "Car, bom, bem legal a ideia dele, né? Porque ele falou assim: "Ah, você não sabe como vai tá o mercado de trabalho, vai que
não tem trabalho e tal, você tem um outro curso e tá tudo bem". E quando eu fui me fazer o Vestibular, eu olhei, eu podia ter feito física, só que aí eu falei: "Caramba, tem um um instituto na USP que chama IAG, Instituto Astronômico e Geofísico". >> Aí eu falei, "Vou fazer tal da Geofísica que aí pelo menos eu fico dentro do mesmo instituto e tá tudo bem". E aí fiz o vestibular, passei, comecei a cursar geofísica e fazer todas as matérias da astronomia. Lá do pessoal da pós-graduação, já tava fazendo na graduação as matérias
da Astronomia. >> E aí teve um fatídico dia ali em 1994, isso faz muitos anos, ia ter um eclipse da lua e tinha uns astrônomos reunidos e eu cheguei para eles e perguntei assim: "Aonde que nós vamos assistir o eclipse?" E eles viraram para mim e falaram: "Que e >> nossa! >> Ah! Aí, cara, deu uma decepcionada, uma frustrada gigantesca. Obviamente, né, que eu era muito novo e maturo, não Sabia, né, hoje não teria problema nenhum, porque a gente sabe que o astrônomo a única coisa que ele não faz é observar o céu, né? [risadas]
Então, só que era a parte da astronomia que eu gostava. Ah, >> entendeu? O astrônomo hoje nada mais é do que um programador. É isso que é o astrônomo. Ele é um programador. Ele rara o que o pessoal faz normalmente, igual vocês estão fazendo o evento aqui. Uhum. Normalmente eles fazem um evento No observatório e levam os astrônomos que usam aquele instrumento para uma reunião, uma coisa do tipo, mas o astrônomo não observa. Aí aquilo é melhor na prática, a prática dele é programar. É isso que ele faz. >> Prtic. >> E aquilo ali me
deu uma frustrada muito grande. Mas aí, ó, a sorte, eu tava fazendo geofísica e aí segui fazendo geofísica, tal. Quando eu terminei geofísica, foi o ano Que foi a quebra do monopólio da Petrobras na exploração de petróleo. >> E 70% da frota dos navios que exploravam petróleo estavam na costa brasileira por causa da quebra de monopólio. E não tinha ninguém para embarcar nesses navios porque não tinha ninguém. O meu curso formou eu e mais dois. Olha, entendeu? >> E aí o que que eu fiz? Aí eu comecei a trabalhar, trabalhei embarcado muitos anos e tal.
Aí entrei na minha área do Petróleo, né? área >> que eu trabalho mesmo, que eu brinco, né? A área de petróleo. E aí eu segui a área de petróleo e a astronomia ficou como hobby. Aí eu brinco com o pessoal que é até bom, porque tem aquela frase famosa que o pessoal fala, né? Trabalhe com o que você ama e arruma uma nova coisa para você odiar. Então eu comecei a trabalhar com eu amo geofísica também, obviamente, né? Mas eu brinco que eu falo, eu não trabalhei, eu não trabalho Com astronomia, por isso que eu
continuo amando ela, não odeio ela, sabe? E aí eu segui aí, aí entrei na parte de divulgação mesmo da astronomia, né? Então >> como hobby, >> como hobby total, como hobby total, entendeu? >> E aí fui, tive, tenho blog até hoje, tive blog durante muitos anos, escrevia tal, escrevo as matérias, lia, aí comecei a ler, leio muito sobre Astronomia até hoje, muitos livros, muita matéria, muita coisa. E aí depois quando o público começou a migrar pro YouTube, comecei a gravar vídeo também e assim foi, né? >> E essa migração pro YouTube, mais ou menos que
ano? Isso aí foi 2012. >> 2012. >> 2012. Desde 2012 que eu gravo vídeo. >> Ou seja, nós estamos falando de 14 anos para três ali e tal. E você lembra qual foi o Momento que deu essa estourada assim? >> Então, aí que acontece, fiquei ali muitos e muitos anos, né? Aí veio tal os talos podcasts, né, no Brasil. >> Aí o que que acontece? O Flow chamou o Super Chandão para conversar. Uhum. >> Que é o cara da terra plana. >> Sim. [risadas] >> E aí ele foi lá e tal e o programa estourou
e não sei o quê. E aí eu fui no Twitter, antigo Twitter, hoje, né? Hoje é o X, né? >> E escrevi lá para eles, falei assim: "Caramba, vocês chamaram um cara da terra plana, podia chamar um cara do outro ponto de vista para ficar equilibrado". E eles me responderam, falaram: "Então vem você". >> Olha só. >> E aí eu fui no >> pretencioso. Você não não falou tanto no na intenção, vamos dizer assim. >> Não, não, não. Falei meio assim, falei: "Pô, não, chama um de cada lado, não Precisa ser eu, né?" >> Eu
falei assim: "Não, não para me chamar". >> Pingou a bola. Falei, chama um do outro lado para poder só ter o contraponto. Eles falaram: "Então vem você". E aí eu fui e a partir daí que começou a estourar, porque aí antigamente até até então, né? Isso aí foi 2021, era época da pandemia ainda, né? A pandemia ainda tava assim. >> Eu é aquele negócio que a gente fala, Né? Eu pregava para convertido. [risadas] >> É que já ex já. >> Então eu falava para quem gostava de astronomia, para quem gostava de ciência e tal. Quando
eu comecei, eu fui no Flow, depois eu fui no Pod, depois eu fui no Vilela, depois comecei, em tudo que é podcast, eu comecei a furar as bolhas que a gente chama. >> Perfeito. >> Então o público do Flow é um, do Podpie É outro, do Vilela, é o outro do Aí foi indo. E aí que foi a grande a grande virada, a grande mudança mesmo na minha parte assim da internet foi isso, porque aí começou a vir muita gente dessas áreas e tal. E a astronomia ela é, primeiro que ela é um tema interessante
para caramba, >> encanta as pessoas, né? Encanta demais pela todo tem um eclipse, o pessoal gosta, foguete, o pessoal gosta e tal. E se a gente pegar hoje, né, pessoal fala Assim: "Ah, mas você fala tanto de geopolítica". Por quê? Porque hoje o espaço é o que manda na geopolítica. Tanto que a gente nem usa mais o termo geopolítica. >> A gente usa o termo astropolítica. >> Olha só, >> quem domina a órbita baixa da Terra é que domina a Terra. Por isso que tem uma briga gigantesca entre Rússia, Estados Unidos e China para colocar
satélite. Um satélite, >> eu ia falar agora por causa dos satélites, né? Exatamente. Então, satélite de comunicação, satélite de vigilância. Será que tem arma no espaço? Não sei. GPS. A gente tá vendo aí a guerra da Ucrânia com a Rússia é uma guerra totalmente baseada em GPS. Tanto que os ucranianos agora começaram a fazer drone com cabo, >> porque os drones com GPS não adiantava mais. A galera hackeava o GPS e derrubava os drones. Então assim, como o Espaço ele tá muito ligado a isso, então e eu eu estudo também muito bastante sobre essa parte
aí, né, da geopolítica e hoje da astropolítica, né? Então eu falo bastante nisso. Então os armamentos, a parte que mais hoje a exploração espacial, na verdade toda ela ela veio do desenvolvimento militar. >> Então o a ida do homem pra lua foi um projeto militar, entendeu? >> A internet é um projeto militar, né? é um programa, é um projeto militar, tão Assim, se você pegar a a base do do do spa e os dois momentos que a ciência mais teve investimento, foram dois momentos em época militar, que foi a bomba atômica e o programa eh
na Guerra Fria, né, o programa Apolo. >> Então assim, as coisas acabam que elas estão entrelaçadas, sabe? Então acaba que tá dá essa essa noção aí que eu falo, mas na verdade se você espremer o assunto é um só. É que ele que se desmembra em várias coisas. E aí, até Pegando um gancho, você falou de eclipse, você sabia que Albert Ein esteve no Brasil para ver um eclipse? >> Foi mesmo? Não, não. >> Verdade. Você sabia disso? >> É verdade. Não é verdade? >> Na verdade, ele não teve não. >> Ele ia vir e
acabou não vindo. >> Na verdade é assim, o o Einstein em 1915, ele veio depois, >> mas no eclipse ele não veio. >> Ele veio pro carnaval. Epsei veio >> eu pinguei um erro e vou ganhar um acerto. Ó, nada melhor do que conversar com o professor, né? Em 1915, o Einstein desenvolveu a teoria da relatividade. E um dos jeitos de provar relatividade é através de um eclipse total do Sol. Pra sorte do Einstein, em 1919, aconteceu um >> Hum. >> Entendeu? Por que que prova? Porque é o seguinte, a teoria da relatividade diz que
a gravidade não é uma força igual dizia o Newton, ela é uma curvatura do Espaço-tempo. E se é uma curvatura, quer dizer que se a luz passar perto de um objeto de grande massa, aquele objeto tá curvando o espaço-tempo, a luz vai ser desviada. >> Uhum. >> Como que eu provo isso? Num eclipse total do sol. Por quê? O eclipse total do sol é o único momento em que eu consigo ver estrela de dia, porque é na hora que a lua tampa o sol totalmente, aparecem as estrelas. Então, olha que Legal o experimento que eles
fizeram. Seis meses antes, eles vieram no Brasil e na Ilha do Príncipe, que eram os dois lugares que ia ter o eclipse, >> e fotografaram o céu. Seis meses depois, exatamente seis meses depois, era aquele mesmo céu, só que de dia. >> Uhum. Veio uma equipe, foi uma equipe pra Ilha do Príncipe e veio uma equipe aqui pro Brasil, mas o Einstein não tava na equipe. >> Ele veio só quando? >> Ele veio depois, anos depois. Ele teve em Sobral e tudo e tal, mas ele não participou da expedição. >> Aí aí veio a expedição
para cá e a expedição paraa Ilha do Príncipe. E a foto feita em Sobral é a foto que comprova a teoria da relatividade, porque eles tiraram a foto do céu >> e a estrela que era para est num lugar que a gente tinha visto de noite, ela não tava, ela tava em outra, ela tava desviada. E o desvio, se você pegar essa Equação do Einstein, é exatamente o desvio que a equação mandar. >> Ou seja, o Brasil de alguma maneira está inserido na teoria da relatividade. >> Totalmente inserido. Não, o Brasil é principal porque lá
na Ilha do Príncipe ficou nublado o tempo. Ah, né? Então >> eles não conseguiram fazer o experimento. Sobral eles conseguiram provar. Aí alguns anos depois, com com a comprovação e tudo, o Einstein fica fica famoso e aí ele sai visitando o mundo Inteiro e numa dessa ele vem parar no Brasil, visita o Rio de Janeiro, visita São José dos Campos e tal e e passa lá em Sobral também, que é o lugar aonde comprovou a teoria dele. Então, >> bom, e aí, se você me permite mais uma pergunta, permite, não, tá falando que ele falou
que é mineiro. >> É sim, >> mineiro de coração. Eu sou parana, na verdade. >> Ah, é. >> Eu eu nasci, >> você falou que morou, morou em Viçosa. >> Então, eu nasci em Londrina. no Paraná e morei muitos anos na minha vida em Minas Soza, BH e Berlime. >> Sosa, que inclusive tem o doce de leite. >> Tem doce de leite. >> Melhor não tem, >> não é só doce de leite, tem o melhor doce de leite do mundo. >> Tem doce de leite. E Minas também nós temos o ET de Varginha. >> ET
de Varginha. [risadas] Isso aí. >> Aí eu pergunto para você, o ET de Varginha, Sérgio, existe? >> Não existe, cara. Não existe. Fica tranquilo que >> Ah, tava tão empolgado, né? Que >> eu também eu comprei, eu comprei uma camiseta do Eterno Varginha. Na época, na época a gente teve um pouco daquele boom, acho que tinha pouco acesso à informação, então o mito ficou ainda maior, né? Tinha muito disso, né? Primeiro vamos falar pro pessoal entender porque que nós estamos falando tanto ET de Varginha agora, porque tá fazendo 30 anos, exatamente 30 anos do ET
de Varginha. >> O caso mais emblemático do ET de Varginha é quando as três meninas encontram, olham, vem um ser, uma criatura, qualquer coisa num terreno ali em Vajinha. E esse acontecimento foi dia 20 de janeiro de 96. Então, tá fazendo exatamente 30 anos do ET de Varginha, Né? >> 30 >> o ET de Varginha, né? Como eu explico pra galera, qual que é o a grande questão. Primeiro que a ufologia brasileira, ela tem três grandes casos. Operação Prato, lá na década de 70, lá na ilha de Marajó, apareciam umas luzinhas, luzinhas no céu e
algumas pessoas diziam que aquela luz dava um tiro nelas e tal. 1988 tem a noite oficial dos ovenes. Uns Pilotos relatam algumas luzes entre São Paulo e Rio de Janeiro, aqui no Vale do Paraíba. A FAB manda os caças dela e os caços perseguem essas luzes por um tempo e tal. E o terceiro caso emblemático é o ET de Varginha de 1996, que como eu explico pra galera, o que acontece em Varginha é que tem uma desconexão dos eventos. Por isso que ele se torna uma não verdade, viu? É porque ele virou uma lenda, né?
Então assim, você tem Ah, porque qual que seria o Ideal num caso? Seria você ver a nave cair e da nave sair os bichinhos andando, >> que seria o natural. >> O natural. Só que em Varginha não acontece isso. Alguma, duas pessoas, na verdade, relatam luz no céu meio estranha e uma semana depois, alguns dias depois, aparece a tal da criatura que as meninas vem lá. >> Uhum. >> Depois que aparece a criatura, o pessoal começa a investigar o caso de Varginha e começam a descobrir que não teve só essa criatura, teve várias outras. Então,
teve uma que foi atropelada por um policial que morre, teve uma que foi levada pro hospital regional de Varginha, teve a das meninas, teve uma que foi apedrejada num outro terreno lá em Varginha. Então, e depois depois de muitos meses, em abril de 96, teve uma que apareceu no zoológico, que comeu uns Bichos e tal. Então, o que acontece com o caso de Varginha é que tem muita desconexão. A maior parte dos eventos foi dia 20 de janeiro, só que teve eventos depois que são todos meio desconexos, sabe? E aí assim, o que que pode
ser, cara? Pode ser tanta coisa. A U pode ser até alienígena, até pode, mas o que eu falo pro pessoal é o seguinte, a distância de aparecer alguma coisa e aquilo ser um alienígena é muito grande. >> Tem até médico envolvido, sério. >> Então aí agora, né, né, recentemente o tal do do neuro neurologista lá, né, ele veio com com o relato dele, né, por que que ele só veio falar isso agora? Por que que ele não falou na época? O médico sereno. O o médico não, o ET estava sereno. Falou que o ET tava
sereno. Não, tem várias coisas engraçadas, né? Primeiro veio um outro médico e falou que ele olhou e o ET tava operado. Já achei estranho. Aí veio esse outro Médico aí agora, né? O o neurologista lá, falou que ele primeiro ele falava, ele sempre falou que ele tinha visto uma filmagem do alienígena. É isso que ele falou a vida inteira. De repente ele mudou o relato dele. Ele falou que não, não, eu vi a criatura deitada na cama lá do hospital, entendeu? Cara, assim, o qual que é o grande problema da ufologia para mim? Eu eu
falo isso aí de carteirinha porque eu fui ufólogo, viu? Fui ufólogo durante Muitos anos. >> É o relato. O relato é um problema muito sério, entendeu? Não quer dizer que a pessoa esteja mentindo, não. Ah, você fala assim: "Ah, você t o médico, você não acredita no médico, você acha que ele tá mentindo?" Não, não acho que ele tá mentindo, cara. Eu acho que ele tá alguma alguma coisa ele ele sofreu alguma. Eu acho que vaginha é um problema de alucinação coletiva, histeria coletiva. Isso aí é famoso Dentro da ufologia. É muito famoso. >> Alguém
começa a falar >> e os médicos explicam isso inclusive, né? >> É, um começa a falar, o outro começa a falar: "Pô, não, e eu vi mesmo. Nossa, eu vi, eu vi não sei o quê". Aí às vezes você tá ali no meio, fala assim: "Ah, cara, para não ser diferente, quer saber? Eu vou falar que eu vi também essa porcaria e vamos embora". Entendeu? Então assim, tem todas as Características disso que aconteceu em Varginha. Outra coisa, um grande ufólogo que estudou o caso durante quase 30 anos, ele agora fala que aquiloá não aconteceu nada,
entendeu? >> Que os relatos não se sustentam. Esse que é que é a parada também. Então assim, ninguém fala direito. Ah, não, eu vi, era meio cinza, era meio não sei o quê e tava ali, eu joguei pedra e ele não sei o quê e as meninas viram e ficaram com medo, cara. Então assim, >> uma curiosidade de modo geral, né? Você até falou que estudou bastante essa questão da ufologia e tal, mas tirando Varginha, você tem essa convicção ou acredita que houve já um contato com seres essas rest? Área 51, os Estados Unidos tem
um alienígena lá em área então área 51 é apenas um setor militar dos Estados Unidos, né? >> Uhum. >> Agora, ah, não, porque eles capturaram e tem, cara, não teria como esconder isso Da humanidade. >> Não teria, né? Entendeu? É muita gente o do a maneira como o pessoal fala, se você fizer a conta, são centenas de milhares de pessoas envolvidas nisso aí. Alguém ia soltar um negócio que seria inequívoco. >> Não tem segredo de dois, né? >> Não tem. Então assim, >> imagina de centenas, né? >> É, não tem como. >> Não tem segredo
de dois. >> Então assim, eu não, eu eu já estudei muitos caros e Vargin ainda tem até o caso do do Mening Black, né? >> Uhum. >> Mening Black é uma síndrome que tem dos dos caras que vêm alienígena. Boa parte de quem de quem tem contato no dia seguinte ou alguns dias depois fala que é visitado por pessoas que vêm normalmente num carrão preto e estão vestidos de terra. Quem já viu Meno in black, quem já viu homens de preto, Aquele filme é isso. >> Comprei até um pug depois disso. >> Então aquele [risadas]
aquele filme lá relata, é totalmente baseado na realidade. Essas pessoas chegam e falam pr pra pessoa o seguinte, fala assim, ó: "Você não viu nada, esqueça tudo, não tem nada". Eles eles chegam falando o seu nome, o nome da sua família, você fala: "Caramba, como que esse cara sabe tudo? Você fica assustado. >> Isso aí é uma síndrome, a gente estuda isso da ufologia, chama Man in black síndrome, síndrome dos homens de preto. Tudo isso tem vginha. Então assim, vinha parece que pegou tudo que a ufologia tem e foi inserido ali e virou esse caso
que é. Mas não tem nada não, cara. Que se fosse tem a tal da fita, né? >> É, >> falam que existe uma fita que foi esse ser que tava no hospital. que o tal do médico sempre falou que viu A filmagem. Dizem que existe essa fita. >> O cara que lançou o documentário agora pouco tempo, que que reaccendeu o caso Varginha, ele chegou a oferecer na época dava R 1 milhãoais, 200.000 pela fita. É a fita original. >> A fita não apareceu. Muita gente já falou que eu cheguei perto da fita, >> que eu
já tive, que eu já tive muito perto dessa fita. Falei: "Cara, eu acho que não tem fita nenhuma. É, >> já chegaram a me oferecer a fita. >> Ah, é mesmo. >> É, já chegaram a me oferecer, ó, eu tenho a fita de Varginha, tal, por R$ 15.000. Eu falei, cara, por R 15.000 é muito dinheiro [risadas] para eu comprar e não ter absolutamente nada. Não precisa da fita, é só a gente rodar a fita e pronto, né? >> Então, ah, então, mas aí falam que a pessoa ela vai ficar estigmatizada, eh, vai falar que
tem muita gente envolvida no caso, porque aparece a cara dos Militares e tudo. Então, assim, cara, é uma belíssima de uma história, tá? É basicamente isso. >> Mas falando um pouco dessa questão, né, já que a gente tá indo para fora do planeta agora, né, em em fevereiro, você inclusive estará lá muito próximo, né, a gente vai ter um movimento aí onde eu quero até que você conte o ser humano vai o mais distante que ele já foi a nível de universo. >> É isso mesmo. >> Que que é um pouco até eu tenho uma
curiosidade, porque que o homem nunca voltou na lua, tá? Mas conta aí, já que ele já vai tá perto, né? Sabe por que ele nunca voltou na lua? P um >> Eu vou te explicar porque ele, o homem nunca voltou na lua. >> Porque ele nunca nem foi. >> Porque o homem nunca foi na lua. >> E agora, hein? Agora a gente vai entender. >> Não, já foi. Sim, foi algumas vezes, né? Então vamos lá. Primeiro, né? Por que que ah, todo mundo vai, por que que nós nunca voltamos na lua? A história da lua
é a seguinte, né? Fazia parte de um contexto da Guerra Fria que era chegar na lua. Tanto que Apolo 12 ninguém assistiu o lançamento. A 13 ninguém. Aí a 13 foi ninguém mesmo. A 13 o lançamento dela foi tão vergonhoso que a família dos Astronautas, que normalmente ficava na arquibancada, ela foi levada para dentro do centro de controle porque não tinha ninguém na arquibancada. Aí a 13 fica famosa depois que explode lá um pedaço dela. Aí tem toda uma comoção. Mas a 14, a 15, a 16 foi fracasso de audiência total. Por quê? O público
americano, primeiro que nunca foi um consenso de toda a população americana paraa Lua. Uhum. >> Tá. A, os Estados Unidos vivia a guerra Do Vietnã na mesma época. A população, boa parte achava um desperdício pra Lua em vez de investir no Vietnã para não deixar os jovens americanos morrerem lá. Então isso aí virou uma uma certa confusão. Depois que Apolo X foi e pousou o pessoal, cara, pousamos, já ganhamos dos soviéticos, é nosso, entendeu? >> Era o objetivo, objetivo conquistado. É isso, acabou, entendeu? Não precisa Continuar indo, tal, não sei o quê. >> Deu o
problema da Apolo 13, deu essa crise toda. A Apolo, para muita, pouca gente sabe disso, ela ia até Apolo 20, só que ela foi parada na 17, a 18, a 19 e a 20. Nunca aconteceram. >> Foi cancelado o projeto, né? E aí o que acontece? O que que a gente vai fazer na lua? Cara, a lua não tem nadaum, >> absolutamente nada. Nós vamos lá só para ficar pisando, pondo bandeira. Ah, não vai ter nada. Muito bem. Em 1998, uma sonda americana chamada Clementine, Clementine, ela passou no polo sul da lua e tirou uma
foto. E nessa foto apareceu gelo, gelo de água. >> Uhum. >> E aí que a história da lua começou a mudar. Aí alguns anos depois, em 2008, uma sonda indiana com o instrumento da NASA passou por ali também e confirmou que tinha água, >> porque oficialmente a gente só vê uma face da lua, né? >> Isso. Mas isso aí passou bem no polo sul da lua. >> Aí vai perguntar assim: "Ué, mas por que que isso é interessante?" Porque água H2O é combustível de foguete, que é hidrogênio líquido. Se eu pegar o água e quebrar
ela, eu tenho H, que é hidrogênio e oxigênio. Se eu pegar o hidrogênio, diminuir a temperatura e pressurizar ele, ele vira líquido, ele Vira combustível de foguete. O oxigênio é a mesma coisa. >> Então eu poderia fazer combustível de foguete na lua e lançar um foguete da lua que é muito mais barato, >> barato, >> entendeu? Então a lua começa a ter um interesse. Fora isso, descobre muito cobalto na lua, muito tório na lua, que são os elementos terras raras que a gente fala hoje. A lua tá cheia deles, >> cheia. Então o pessoal vê
que começa a ver a lua com outros olhos, com o óleo comercial, entendeu? Falar >> até então o canhão tava virado para Marte. >> O canhão tava virado para Marte, mas também Marte não tinha nada. O lance era explorar, né? No governo Obama, ele ele na verdade o objetivo dele era minerar asteroide. O Obama que o Obama o veio o Desenvolvimento de voltar paraa Lua. Aí no governo Obama parou tudo, começou a focar em asteroide. Aí viram que ia ser muito difícil. Quando Trump entra, aí ele aprova o programa Ártemis >> pra gente ir pra
Lua explorar comercialmente a Lua. O objetivo agora não é só pisaga, é explorar comercialmente. Tanto que não é só os Estados Unidos, Estados Unidos e China. >> Uhum. E a China, se você colocasse hoje um Jogo de tabuleiro, a China tá nas duas casinhas na frente dos Estados Unidos, por incrível que possa parecer. >> Mas isso é um retorno à Guerra Fria ou não? >> É uma é tipo de uma guerra fria, né? >> Uhum. >> É porque eles têm uma guerra meio que comercial entre eles já, entre vários outros, né? >> E agora a
guerra espacial novamente. >> E a guerra espacial tá rolando entre Eles. Então assim, é uma é um problemão aí que os Estados Unidos tá tendo que lidar. O programa Ártemis. Em 2022 teve a Ártemis 1, que lançou a cápsula chamada Orion, sem ninguém dentro. Ela deu uma volta na Lua e voltou pra Terra. E agora, daqui algumas semanas, dia 6 de fevereiro, tem o lançamento da Ártemis 2, que é a mesma coisa da Ártemis 1, só que vão quatro astronautas dentro da Cápsula. Eles não vão pousar na lua, eles vão dar a volta na lua,
mas nessa volta que eles vão dar, eles vão no ponto mais distante que o ser humano já foi. Antes, quem que é, quem que é o recordista? Era a galera da Apolo X. >> Uhum. >> Porque a Apolo X, ela tava indo pra Lua, estourou o negócio dela. >> Uhum. >> E aí falou: "E agora? Que que a gente Faz?" Não dá para dar meia volta e voltar. >> É simples assim, né? >> É. Então, o que que eles pensaram na hora? Vamos mandar ela pra lua e no momento certo a gente liga o motor
e a gente dá uma estilingada. >> A gravidade é pr >> a gravidade ajuda ela voltar. Só que para fazer isso eles jogaram a nave bem longe. Então os astronautos da Apolo X até até hoje eles são os detentores do Recorde de mais longe. E agora na Artemis 2 eles vão passar >> com mais longe e com mais filo na barriga, né? Porque se der errado já era, né? >> Ah não. N eles lá no caso em montanha russa, você imagina no negócio deles. >> Não, vamos jogar. Dá, vai dar para pegar. Não pode errar
o retorno, né? >> Não, no caso dele sim, né? Porque eles estavam tudo tá doido. Apolo 13 foi um é terrível. E aí eu vou para lá para Acompanhar o lançamento SLS, que é o foguete da NASA dos vai ter live, vai ter transi, vai ter tudo lá, vai ter um evento lá em Orlando lá e tudo pro pessoal. E se alguém quiser assistir lá com você, é possível? >> Ah, para aí sim, é só me entra no meu Instagram lá, tá lá em destaque, tá lá na minha bill também o link. Vão ter dois
eventos. No dia anterior, dia 5 de fevereiro, eu vou fazer uma palestra lá na Fogo de Chão. >> Olha só, >> com jantar, tudo pra galera. Então a galera não vai só me ouvir, não. Vai também comer. Ó que coisa boa. E no dia 6 de fevereiro nós vamos, eu já reservei um lugar lá que é um lugar, um dos lugares mais escuro, é o PI Pier 220. >> Ele é de frente pro pra plataforma de lançamento. >> Então é muito legal mesmo. Quem quiser ir esteja convidado. Vamos lá que vai ser muito bom. E
você comentou um pouco, Né, deles terem observado alguns elementos no solo lunar. Tarará, tarará. Trazendo um pouco paraa terra. A gente tem, você comentou, né, da tua carreira aí na questão petróleo e a gente teve recentemente movimento Trump, Venezuela, né? Eh, tem uma questão aí petróleo que eu acho que seria legal você abordar, mas de modo geral eu vejo você comentando bastante, inclusive o Lers falou na palestra dele também dessa questão sobre as áreas ricas em Minérios, >> terrazaras. >> É. terras raras. Como que é o olhar disso quando a gente fala de Brasil? Então,
eu queria falar Venezuela e a gente tá num numa mira ou talvez não? >> Não, não tá, né? Assim, para primeiro Venezuela, né? >> Relaxa. Então, já o Brasil o Brasil tem muito pouco petróleo, né? A reserva e do Brasil de petróleo é na casa dos 13, 15. >> Mas com relação às terras raras, né? >> Ah, sim. Terras raras, vamos falar. >> Mas no petróleo é ali nos 15 bilhões de barris. A Venezuela é 305 bilhões de barris de petróleo de reserva. >> Tá bom para você? >> A Venezuela só no Brasil já tava
bom. 15. >> A Venezuela é a maior reserva de petróleo do mundo. >> Mais que >> mais que Arábia. Arábia não é nada. Quite não é nada. Quite é bastante, viu? Mas Quit não é nada. >> Por que que um país tão miserável, >> cara? Aí é a geologia, cara. Não, mas aí que tá. >> É, >> o país não é miserável, não. O lance é o seguinte. Existe um negócio no petróleo chamado a maldição do petróleo. >> Hum. Eu vi uma negócio que a gente estuda. >> A gente estuda isso. Quem estuda área de
Petróleo estuda a famosa maldição do petróleo. Se você pegar no mundo, todas as cidades petrolíferas são terríveis, cara. Macaé no Rio de Janeiro, [risadas] Sildade Carmen no México. Eu já trabalhei lá. A cidade durante a época era a cidade mais violenta do mundo. Era uma média de 10 assassinatos por dia nessa cidade. Cidade Carmen era para ser uma das cidades mais ricas do mundo, aonde a PDV, a Pemex, que é a mexicana, tem base. Maracaibo na Venezuela, >> que é o lago de Maracaibo, é um dos lugar que mais tem petróleo no mundo, >> é
uma das bases da PDES. Eu fui para Maracaibo várias vezes. Eu trabalhei na Venezuela muitos, muito tempo. Cara, é uma cidades horríveis, horríveis. Então assim, isso é umação do petróleo. É muita grana que essa galera tem acesso, uma galera que não tem condição de lidar com isso. Uhum. Entendeu? >> Surta. Pira sur, >> né? Não é só surta, né? Ela senta Naquilo ali como um poder total, né? Então você pega, por exemplo, a Arábia Saudita. Arábia Saudita, o cara além de ser ditador, ele é ditador sanguinário ainda, né? >> É, mas tem shakes trilionários. Mas
aí como que é a população lá? É três caras que tem trilhões e e tem nada, é zero. >> Aí você pega a Venezuela que durante muito tempo foi condenado pelo Hugo Chaves, depois pelo Maduro que viram aquilo ali, eles tinham um poder Gigantesco na mão deles para pô fizeram uma ditadura terrível ali na Venezuela. Venezuela se mantendo no poder e acabou. >> Então, exatamente. Mas aí tudo com base no petróleo. Os Estados Unidos veio e pegou. A 80% do petróleo venezuelano é vendido pra China. É, né? Sim. >> Entendeu? Então assim, essa essa invasão
e tomar conta aí do petróleo venezuelano é uma jogada de muito, >> pessoal fala da qualidade do petróleo, tal. Tem um pouquinho, tem >> tem, tem isso aí. Tem problema. Por exemplo, petróleo brasileiro, o petróleo da bacia de campos, ele é terrível. Ele é um asfalto. Você tira ele do poço, ele sai igualzinho o asfalto. >> A gente fala, é um piche. Isso aí é um petróleo pesado. Por isso, o pessoal vai lembrar que no governo da Dilma, ela comprou uma famosa refinaria chamada Passadina. [risadas] Sim, sim. >> Que teorica, o problema do petróleo é
assim, cara. Tudo teoricamente é Perfeito. Passadina seria a solução pra gente. Por quê? Construir uma refinaria para refinar óleo pesado é extremamente caro. Então você pega a passadina, era uma refinaria que tava lá parada, ela refinava o petróleo do Golfo do México, que é o membro da bacia de campos, pesado também. >> Você compra a refinaria, >> põe ela para funcionar, refina o petróleo lá e show de bola. >> No papel, lindo, cara. Mas aí na prática Todo mundo sabe, né? Compramos ela por duas vezes o valor e quando foi vender, vendeu por um quarto
do valor original dela >> para devolver ela. Então assim, é maldição do petróleo, >> entendeu? >> O petróleo do Pressal é excelente, a qualidade dele é excelente. A Amazônia tem muito petróleo. O petróleo da Amazônia é impressionante porque você acha que o petróleo é sempre um negócio Preto, né? >> Uhum. O da Amazônia é amarelo, igual o pessoal brinca lá que se você tirar o petróleo do poço e enfiar no carro, o carro sai andando. >> Car sai andando. [ __ ] >> olha isso. >> O petróleo da Venezuela não é de boa qualidade, é
de qualidade terrível também. Mas não tem problema, porque o lance deles era vender. >> Sim. >> E os caras que se se virem para refinar. >> É Venezuela é pequenininho, né? Eles usavam muito pouco petróleo e aí eles vendiam tudo pra China. A China refinava lá e para um fim de papo, entendeu? Então essa que era >> Mas faz sentido os Estados Unidos trabalhar eles tão refinados? O Estados Unidos tem refinaria para óleo pesado, entendeu? O óleo do Golfo do México é pesado para caramba e eles refinam. Então eles têm essa, eles já têm esse
Parque industrial pronto. O Brasil não tem. Então o nosso problema é esse. Agora o Brasil agora um problema, falando ainda de petróleo, né? É um negócio chamado margem equatorial. Essa aí é a nossa nova fronteira de petróleo que o pessoal fala erroneamente na foz do rio Amazonas. >> Uhum. >> Então, mas não po, primeiro, pessoal, não pode ter petróleo na fo de rio nenhum. >> Hum. Porque a Foz de Rio é algo recente, petróleo é algo muito antigo. >> Sim. >> Então assim, o poço que a Petrobras tá furando, ele tá uns 500 km da
foz do rio Amazonas. Então é numa faixa lá em cima que a gente chama de margem equatorial, que é o que fez o ó, ó a nova maldição do petróleo aí. O PIB do Surinami quadruplicou nos últimos anos por conta do petróleo da >> da margem equatorial. >> Da margem equatorial. >> Então vem uma nova maldição aí, entendeu? É isso. O petróleo tem isso. Ele tem essa esse negócio dele. Você faz estudos históricos, tem a tal da maldição do petróleo, ela vai se repetindo em toda a situação, porque é muita coisa, cara. É muita, cara.
Venezuela é 300 bilhões de barris. É muita. Você junta Arábia Saudita, Quit, mais uns três lá para dar o que é a >> Então não vai ser fácil dos Estados Unidos largar esse osso, né? É claro que também tem uma questão geopolítica aí, porque ele tá barrando a venda pra China agora, né? Mas a questão é essa, né? A questão principal de por disso. O lance é o seguinte, o Trump quando ele assumiu o segundo o segundo mandato dele, ele falou que ele ia investir 500 bilhões de dólares em inteligência artificial. >> Uhum. >> Só
que para você fazer inteligência artificial rodar, você precisa das Terras raras, >> porque o que faz supercondutor, o que faz chip, parte do do do chip e tudo mais são as terras raras. Só que Estados Unidos não tem terra rara, >> é quase nada, né? >> Tem 1 milhão de toneladas, não é nada. A China é a maior reserva do mundo, 43 milhões de toneladas. E o Brasil é a segunda maior com 23 milhões de toneladas de terras raras. >> Estados Unidos não pode invadir a China, >> não. Brasil >> não foi o que aconteceu.
Foi o seguinte, a China, o presidente chinês falou que ia parar de vender terras raras paraos Estados Unidos. Aí o Trump falou assim: "E agora como que eu vou fazer com o meu plano que eu falei para todo mundo da IA? sem terras raras, eu não consigo fazer isso aqui. Aí ele ficou louco. Aí quando a China falou isso, o Trump falou o Seguinte: "Eu vou explorar terras raras no no Oceano Pacífico. O Oceano Pacífico tem muita, só que ali não pode explorar". >> Ele falou: "Não quero saber, vou meter uns robozinho lá e tal".
>> Só que aí ele achou um aliado, cara, o Lula. >> Uhum. >> Então ele veio, conversou com o Lula, tal. Isso é meio terrível pro Brasil, porque nós vamos vender as terras ára Pros Estados Unidos, entendeu? A troco de quê? Sei lá, algum interesse aí no meio vai ter. Por isso que saiu, caiu. Falou: "É bonzinho, gosto dele, né?" >> É, mas por isso que caiu a lei magnisk, por isso que caiu, começou a cair tudo, né? >> Exatamente. Tem toda essa parada no meio. E agora ele invade a Venezuela e barra venda de
petróleo pra China. Então assim, a China não vende terras paraos Estados Unidos, a gente não vende para Vocês também, porque quem vai comandar ali o petróleo da Venezuela, não é o Trump que ele falou, >> vai colocar alguém lá para comandar, então fica essa guerra aí, entendeu? vai ficando essa guerrinha eh fria por enquanto, né? Porque ninguém invade ninguém, mas fica essa guerra no âmbito comercial da parada, que é o que manda hoje, né? Que é o que manda hoje. Então assim, nós estamos nesse momento aí. Agora, um alerta que eu faço, eu tenho Falado
em todo lugar, pessoal, nós estamos entrando num ano que é o ano de eleição. Pergunte para o seu político qual é o plano dele para terras raras. Porque você perguntou qual que é o papel de Brasil nisso. Isso é muito triste, cara. Por quê? Nós não temos plano. >> Não tem plano. >> Não tem plano. E quando você vai ler e estudar, o Vietnã, Vietnã, pessoal, é um país que foi Destruído por uma guerra >> agora, ano 70, né? >> Agora >> o Vietnã, que tem só 3 milhões de reservas de terra, o Vietnã tem
um plano de curto, médio e longo prazo para as terras raras. O Brasil é zero de plano, sendo a segunda maior reserva do mundo. O plano é vender pro pros Estados Unidos, entendeu? Só que a o Brasil tem uma chance muito grande da gente desenvolver Uma nova economia, desenvolver um novo setor industrial, de desenvolver uma refinaria. Terra precisa ser refinada, igual petróleo, igual minério de ferro e tudo. >> E onde estão essas terras raras? >> Boa parte do Brasil tá em Minas Gerais. >> Ah, olha só. >> Boa parte do Brasil. >> Quer dizer, é
o novo é o novo ouro, né? Tem doce de leite nainha [risadas] aí, ó. >> Cara, Minas Gerais Minas Gerais parece que é um, né? Não, não, não é para amador, igual o pessoal brinca, né? >> Eh, arachá é a maior reserva de nióbio do mundo. F em Arachá. E Poços de Caldas. Poços de Caldas. Poços de Caldas. É o é o pessoal da da área. >> Inclusive, tá vindo muita mineradora para Postos de Caldas aquela região. Muita mineradora. >> Isso. Poos de calda. o pessoal que chama da capital mundial das terras raras, Porque o
Brasil tem uma grande vantagem, além dele ter muito, ele tem muita, muitos tipos diferentes, porque as terras aras são 17 elementos >> e o Brasil tem boa parte deles. >> Olha só. >> Então, dá para pra gente fe. Então, por isso que eu falo, pessoal, aproveite a eleição, pergunte pro seu político. Eu duvido que alguém vai saber, entendeu? O que que é o, vamos lá, para Não ser injusto totalmente com o Brasil, o governo atual, ele falou que ia montar um uma equipe, uma comissão para estudar as terras, mas isso já faz um ano e
meio. >> Uhum. >> E ninguém se mexeu. E eu acho que esse ano com o negócio de eleição, provavelmente ninguém vai fazer nada. Só que precisa porque a Edg o Brasil durante vários momentos da história dele, ele teve a chance, só que nós Jogamos a chance fora. Setor espacial. Na década de 90, o Brasil era vanguarda. Sabe quem veio copiar o nosso programa espacial? China e Índia. >> Ó lá, >> China e Índia vieram aqui olha onde eles estão. É onde que nós estamos. >> Petróleo pré-sal foi outro momento, só que aí a maldição do
petróleo atuou. lindamente, né? Petrolão e tudo. Nem preciso falar que a galera vai lembrar melhor do que eu. E agora nós temos uma Outra chance que é Terra Saras. >> Mas ó, eu até tinha anotado aqui, eu até ten umas perguntas pro pessoal feito, mas uma que era minha aqui, que eu tinha anotado, né? O que falta pro Brasil eh pra gente ser assim um pensamento mais crítico relação à ciência, né? Aí a gente poderia falar educação e corrupção. Vamos tentar tirar educação e corrupção. Você sente que o Brasil deixou escapar algumas oportunidades, >> muitas,
cara, >> de muit. Por exemplo, programa espacial. Infelizmente a gente teve o acidente a Alcântara em 2003. >> Uhum. >> Aonde morreu os 21 técnicos, as cabeças principais pensantes do Brasil no setor espacial. Só que, vamos lá, é triste, é terrível, só que acidente no setor espacial é a coisa que mais acontece. Depois do acidente, foi uma escolha do Brasil, do país, não investir mais no setor Espacial. Isso foi uma escolha, entendeu? Você tinha a escolha de Vamos continuar, eu já entrevistei familiares dos dos mortos lá em Alcânara. Eles, todos eles me falaram a mesma
coisa. Para nós, a melhor maneira de homenagear teria sido continuar continuar o programa. Continuar. Até porque se você pega a história americana, quantos acidentes não teve? Aliás, e você não precisa nem estudar, você pega filmes que Hollywood produziu, >> vai contar toda a história, né? Hollywood cresceu fazendo, tudo >> e lá nunca para, continuam e fazem tudo. >> Então, só que aí foi uma decisão, >> não vamos mais investir nisso aí. Então, assim, qual que é o problema disso? O problema disso é a decisão que é tomada mesmo, cara. É a decisão errada, >> entendeu?
É a decisão errada, porque a China veio aqui, a, cara, a Índia pegou o nosso programa, sem brincadeira, ela Pegou o nosso programa espacial. Existe um documento, programa nacional e >> traduziu pro >> Traduziu, ela traduziu até a vírgula. Se você pegar o programa indiano, tem na internet, você pode pegar os dois e compar. É a tradução. Indiano nem usa vírgula. E tinha vírgula. A tradução, cara, é a tradução exata do nosso programa. Os chineses vieram aqui e aprenderam muito com a gente, cara. Então assim, é uma decisão, é uma Decisão. Não, não tem jeito.
Ô, ô, Cid, eu queria puxar um assuntinho de a Tudo bem. >> Eu posso fazer uma pergunta antes, antes você é para fechar esse negócio de esse tema que aí a gente entra em e >> sejão, a gente levanta de manhã, vai tomar um café, certo? Você vai lá, frita uns ovinhos para comer uma proteína. É importante. Ah, é importante. Não é importante. >> Os vegetarianos veganos ali, por Exemplo, >> é, tem vegano que não vai comer, né? Vai pegar um alface, vai fritar ali, né? >> É carnívoro. >> É isso aí. Igual onde que
ele vai fazer evento dele? [risadas] Fogo. >> Fogo de chão, >> né? O algoritmo nunca aparece para ele com >> nunca aparece >> carne de soja, né? Nunca carne de soja. Mas aí você levanta de manhã, vai lá, Faz o café, frita uns ovinhos, tal, belezinha. Você liga a televisão, break news. Apareceu um extraterrestre, apareceu, apareceu. Nave sobreviverando a terra. Que que vai acontecer com o mundo? Eh, >> cara, assim, eu eu sempre falei >> que para mim vira um caos total, >> entendeu? Social, econômico e religioso, principalmente essas três coisas. Exatamente. O que que
o Vaticano, o que que os pastores vão fazer? Porque aí acabou Jesus Cristo, né, cara? >> Religão. Religião, o que que vai acontecer? Várias religiões vão acabar, só que tem um problema pior. >> Várias religiões vão surgir. >> Ah, é lógico. >> Adorando a criatura que chegou. Ele é o novo salvador. Imagina a quantidade de coisa que vai aparecer. Então, um caos religioso, um caos econômico. Isso é Muito legal, porque agora faz uns 15 dias que a uma ex-assessora do Banco da Inglaterra, ela deu uma entrevista e perguntaram isso para ela, ela falou: "Cara, isso
é causa na economia mundial na hora. Causa na economia. Por quê, cara? A economia ela não consegue viver com grandes solavancos, >> entendeu? Qualquer coisa muito assim é caótico. >> Pessoas vão pro caixa sacar dinheiro. >> É lógico. É o fim do mundo, vão ser Invadido por todo mundo. O que que vai acontecer? caos, cara. É caus econômico, social e religioso, no mínimo, entendeu? No mínimo. Então assim, para mim não tem. Aí o pessoal fala assim: "Ah, por isso que escondem". Tá vendo? Porque eles não sabem como é muita gente fala isso. Mas numa relação,
né? Que eu particularmente acredito sim que existe vida em outro lugar, né? Não sei se planeta, tal. E vida vamos entender como vida. Não sei se é um não é con não é um Ser humano, né? Mas vida, né? Eh, talvez inteligente, talvez simplesmente vida, né? Só que acho que a questão que eu vejo é que é tanto anos luz que são universos inconectáveis assim, né? Você acredita que daria de algum momento acho que nós humanos acho que muito distante, mas num nível de tecnologia realmente ter uma interconexão. >> Então você é aquele negócio, né?
Se a gente se chegou, comprovou, é consenso mundial, que realmente foi um ET que Pousou aqui, cara, o nível de tecnologia que ele tem é algo que a gente não vai saber nem o que que é, >> não é? >> Porque a gente mal, aliás, com o ser humano mal vai na lua. >> Sim, >> né? >> Mas você acredita que sim, né? Tipo que o qu >> que existe vida? Não, eu acho que não. Vida inteligente não. >> Em nenhum lugar do universo inteiro. >> Sérgio Sacani. Sérgio Sacani >> não acredita >> em vida
alienígena. Inteligente. Inteligente. Vida microbiana. Isso aí acho que tem. Iss acho. Tem muito. Mas >> vida inteligente olhando o universo inteiro, você acha que é só na terra? >> Eu acho que é só na terra, cara. >> Caraca, essa daqui. Acho que nós somos os escolhidos de Deus, cara. É. Não, eu acho. Eu acho que nós somos acaso. >> Ele é ateu. >> Eu sou ateu. >> Os escolhidos de Deus. Não tem como ele achar que são escolhidos de Deus. Ele é atu. >> Eu acho que eu acho que nós somos total produto do acaso.
[risadas] >> Caraca, Serjão. >> Do acaso. Eu acho que ateu, graças a Deus. >> Eu acho. É, eu [risadas] sou ateu, graças a Deus. Exatamente. >> Você acha que é total? É aquele, aquele macaco que sem querer evoluiu? >> Eu acho que é total acaso, cara. Total acaso. Aviso ter dado certo aquius também. >> Não, eu tenho uns amigos meus que com certeza é total acaso. >> É, [risadas] tem isso. Mas eu não sou ateu o militante não, viu? Sorte, cara. Mas o, mas eu acho, cara, eu acho que nós não somos, eu acho que
nós não temos nada de Especial e tal. Acho que o universo nem liga pra gente. Sabe o que eu, eu fiquei pensando esses dias, sabe que eles, eh, eu abri hoje o nosso a nossa convenção, né, e eu tava falando sobre a questão da gente que o ser humano tá parando um pouco de ter tédio e o tédio não tá levando as pessoas a mais a refletir, porque aquele momento que você fala: "Caraca, não tem nada para fazer". E o e o ser humano ele evoluiu muito disso, né? Ele não tem nada para fazer, não
tem Nada para pensar. E aquilo foi fazendo com que ele incômodo, né, e motivasse ele buscar alguma coisa até para não ter o tédio, né? E agora como tudo [ __ ] cara, você deita na cama, pega o celular, você vai no banheiro, pega o celular e a vida tá assim. E e eu fiquei refletindo o seguinte, por que que o ser humano hoje em dia tá construindo, aí eu já vou pingar para você, tá construindo o robô humanoide, a gente poderia fazer ele de qualquer jeito, mas não. A gente Vai fazer como? Com mão,
né? >> Como, né? Com olhinho. Aí eu já vou chapingar. Com olhinho, porque nós criamos os nossos deuses e a nossa semelhança. O estereótipo ali, né? É >> isso aí tem um nome, >> né? Isso aí chama-se antropomorfismo. >> Antropoform. né? Antropomorfismo é o seguinte, a gente, se você pegar todos os relatos de alienígena no mundo inteiro, >> são humanoides. >> Todos eles são humanoides. >> Ninguém montou uma ameba, né? >> Tem, não tem nenhum que é a cabeça de jacaré e o braço de elefante e o pé de macaco. Não existe. >> É tudo
humanoide. >> Tudo humanoide. Por quê? Antropomorfismo >> é a nossa semelhança. >> É sempre assim. Tudo que a gente vai cria, nem que a nossa imaginação crie, ela vai criar algo como a gente conhece. trazendo pra nossa. Então, é, por Exemplo, a gente pega lá a teoria da floresta negra. >> Uhum. >> Teoria da floresta negra é a seguinte. Por que que a gente, se o universo tá cheio de vida, por que que a gente não encontra ninguém até hoje? >> Uhum. >> Esse é o paradoxo de ferm que a gente chama uma das respostas
da teoria da floresta negra, que ela diz o quê? >> Que o universo é uma grande floresta Escura e todas as civilizações têm medo, medo de entrar nessa floresta. Agora, olha o que que o ser humano é maluco, cara. Ele pega um sentimento humano, que é o medo, e enfia numa civilização que a gente não sabe nem se existe. Isso é o cúmulo do antropomorfismo. >> Então isso aí que você falou é isso. A gente vai criar um robô, a gente vai criar ele o quê? Humanoide. Não tem jeito. Isso é uma coisa do ser
humano. O ser humano é isso aí. >> É porque nunca ninguém criou um Deus, né? Um um tronco. >> Exato. >> Né? Um tronco. >> É as as representações de Deus. é um velho barbudo, não sei o que >> tinha os caras lá, né, antigamente que adoravam coisas, né? >> Não, mas assim, adoravam. [risadas] Então, e antes de vir essa parte assim, tinha, você pega, por exemplo, os próprios eh nativos brasileiros, ah, é o Sol, é a Terra, é a Lua, mas depois veio as representações do Sol. Por exemplo, você pega os astecas, os maias,
o sol era um ser humano que tinha os íris, tinha um um arco no no na cabeça, né? A a deusa da água era uma mulher belíssima. Então, era tudo, mas era sempre o humano. É isso aí. Isso aí chama antropomorfismo. Isso aí, isso aí tem explicação. >> Puxa. Então é, quer dizer, é dos dois lados, né? O que eu crio é humano e o Que eu acredito que me criou também é humano. >> Exatamente. >> A pergunta que eu ia falar da Iá, que pediram aqui, porque eu abri uma caixinha de perguntas que a
gente já tá aqui hoje, né, >> pro pessoal mandar e mandaram aqui que é interessante, né? Considerando aí o avanço exponencial da IA, qual seria na tua percepção a próxima revolução tecnológica? >> Cara, isso é muito devido a gente falar, né? Porque ninguém previu, né, o que ia acontecer com esse negócio da IA estourar aí desses três anos para cá, né? Então foi um negócio absurdo assim o que aconteceu e tal. Eh, eu não sou dessa questão alarmista aí que a galera fala tanto, entendeu? Que a máquina vai se revoltar. Skynet, né? >> Uhum. Eu
acho que não vai existir talkyet, a tal da singularidade. Para Mim isso aí não tem, não vai um dia, igual eu falo pro pessoal, um dia o computador não vai acordar, falar assim: "Hum, cara, acho que hoje eu vou, sei lá, resolver um problema aqui da plantação de soja no Brasil". Não tem como, isso aí é o ser humano que vai estar ali interferindo, né? Ah, o negócio de ele hoje, graças ao desenvolvimento tecnológico, né, de das máquinas e tudo e tal, o que apresenta pra gente como grande salto vai ser a Computação quântica, né?
Quando a computação quântica tiver realmente com todos os problemas que ela tem ali resolvido e tal, e você puder fazer uma programação de algoritmos de inteligência artificial dentro de computadores quânticos, isso é o que tá se apresentando como esse grande novo salto que vai ter aí pra frente, entendeu? Não sei se é de uns três, 4, 5 anos, mas eu acho que é isso que vai acontecer. >> Você sabe que, pô, eu só queria conectar que me veio muito uma uma cena na cabeça do filme Interestelar, >> tá bom? >> Tem todo esse contexto, né?
Um dos melhores filmes. >> Ah, o melhor já feito. É, >> é o melhor já feito. Você também concorda. Qual, como que você enxerga ali aquela, você tem um comentário rápido ali, né, dessa leitura da viagem e da interação dele, né, >> ele empurrando o livro, >> é, sabe essa questão do ambiente criado para que ele possa interagir e até brinca, pô, mas quem nos colocou, nós mesmos nos colocamos aqui, né? Eh, não assisti o filme, tomou um spoiler, mas aí paciência, o filme é velho. Tem como que é a tua leitura assim como especialista
nisso, né? >> Isso aí tem toda uma explicação, tá? O Interestelar é o filme que é mais bem eh baseado na parte científica. O cara que Fez o filme, na verdade, chama Kip Thorn, ganhador do Prêmio Nobel de Física. Tá muito amigo do Shiffen Hawking. >> Uhum. >> Ele tudo que tá ali no filme, ele é baseado na ciência. toda essa parte aí, eh, ela ele entra, né, ele pega elementos da um negócio chamado teoria de cordas, tá? Teoria de cordas. O que que é teoria de cordas? Os físicos existem quatro Forças da natureza, tá?
Gravidade, força nuclear fraca, forte e eletromagnética. dessas quatro, três delas tem partícula, só uma que não tem até hoje, que é a gravidade. Então, tem alguma coisa que tá esquisita nisso aí. Os físicos buscam de qualquer maneira encontrar tal da partícula da gravidade. >> Uhum. >> Para poder fechar um negócio que a gente Chama como teoria da unificação, entendeu? Tentaram de tudo, fazem de tudo, não conseguem, tal, não sei o quê. Ali pela década de 70, um bando de físico maluco de físico teórico, criou um arcabolso teórico novo chamado de teoria de cordas. Teoria de
cordas, ela diz o seguinte: em vez de uma partícula ser representada por um ponto, ela agora é representada por uma cordinha, entendeu? Um fiozinho mesmo. >> E o que que isso tem de interessante? Ela toca igual a corda de um violão. >> Uhum. Então, se você bate a corda do violão e trava ela num ponto, você tem a nota dó. >> Uhum. >> Se você toca ela e trava no outro ponto, ré, sol, não é isso? Ela vibra, né? >> Exatamente. Ela vibra em nós diferentes aqui. O que que a teoria de cordas diz? Que
a corda vai vibrar e cada vibração dessa vai gerar uma das forças Fundamentais. Então a teoria das cordas, ela resolveria o problema da unificação, porque teria uma vibração dela que seria da gravidade. >> Então tocou uma corda eletromagnética, tocou outra nuclear forte, fraca, e a gravidade estaria aqui também, >> entendeu? >> É porque com isso eles estão comprovando que a gravidade não tem partícula, porque ele é uma um efeito das demais. >> Isso. Mas aí tem que ter, porque se as Outras têm, a gravidade tem que ter. >> Uhum. Beleza, até aí show de bola.
Qual o problema da teoria de cordas? Ela prevê várias coisas, tá? Então, uma das coisas que ela prevê é o seguinte: as cordas, se eu pegar e aumentar uma dimensão nela, eu tenho uma membrana. >> Uhum. >> Então, a gente chama de teoria das branas. E ela diz que o universo é nada mais nada menos do que uma membrana dessa. Então a gente pode ter várias membranas. Então a gente teria múltiplos universos. Isso é uma das consequências da teoria de cordas. >> Outra consequência da teoria de cordas, ela eh no no arcabolso ali teórico que
foi criado, existiriam seres, que aí que eu vou entrar no interestelar, a gente chama seres de bulk. São seres que vivem em dimensões extras. Então, o que que é esse lance da Dimensão extra? Imagina, você tem, imagina que o universo todo é essa mesa aqui, tá? Um ser, ele só pode andar em cima dessa mesa, ou seja, ele só pode andar em duas dimensões, certo? Ele anda para cá, para lá e tal. >> Vocês concordam que esse copo para essa mesa aqui, ele é uma dimensão extra, >> ele tem altura. >> É isso, basicamente. É
isso, >> entendeu? A teoria de cordas, ela diz que a gente pode ter 11 dimensões. >> Nossa, >> você começa a resolver as equações ali e chega em 11 dimensões. E nessas dimensões você poderia ter seres que estão tal, são tais seres de bulk que no interestelar, a hora que eles estão atravessando o univer o buraco de minhoca >> Uhum. >> aparecem uns umas coisas passando. Aquilo ali seria seres de bul. Os seres de Book é que criam o ambiente Que é o Tceract lá aonde o Cooper começa a interagir com a filha dele. Agora
que a coisa mais legal de tudo, >> o que ele faz é usar a gravidade. >> Sim. É >> para interagir com a filha, porque você tá num ambiente de teoria de cordas. Então ele tá tocando as notas ali >> e a nota que ele toca, ele encontra a nota da gravidade, ele começa a tocar e mandar o código mostra. Então é isso, basicamente é isso. Qual que é o grande Problema da teoria de cordas? Teoria de cordas, ela prevê algumas coisas que os físicos já tinham que ter detectado lá no CERNE, no LHC, que
é o maior colisor de partículas que a gente tem. Quando você colide as partículas, era para ter aparecido coisas que a teoria de cordas prevê >> para comprovar isso. >> Exatamente. Só que até hoje a gente não conseguiu encontrar nada disso. Então, muita gente defende que a teoria de Cortes é uma teoria que tá morta. E isso é muito interessante porque teve pessoas, por exemplo, Marcelo Glazer, >> físico brasileiro, >> trabalhou 30 anos com teoria de cordas >> que pode cair, hein? Não, ele fala, ele fala isso. Eu tive com ele agora em em outubro
do ano passado no Rio de Janeiro, dei uma palestra junto com ele e a gente começou a conversar e falou: "Cara, olha só, eu trabalhei 30 anos com uma coisa que tá morta, ou seja, 30 anos Da minha vida que não valeu [risadas] para nada". Ele fala isso, >> entendeu? O aí o pessoal fala: "Ah, mas não é isso não. Vamos construir um colisor maior, porque a gente precisa de mais energia para aparecer as coisas da teoria de cordas". Só que aí é muita grana. É. Então você vai gastar bilhões de dólares só para comprovar
a teoria dos físicos. Então fica nessa. Então assim, o pessoal fala assim: "Ah, você acredita na teoria de cordas? A teoria Tá perfeita, só que agora falta comprovar as coisas que a teoria prevê. Até hoje a gente não conseguiu comprovar nada da teoria de cord nada, nada, nada, nada, nada. >> Não. E o duro que assim, se é desqualificar teoria de cordas, mas não tem nada que substitua isso também. >> Então, qual é a teoria? Quer dizer, a gente volta para uma estaca zero, né? >> Ela a gente volta a estaca zero da teoria da
unificação. >> Eu eu não vou saber falar o nome agora, de verdade. Tem uma uma uma garota, inclusive jovem, que construiu o próprio avião. Você sabe dessa menina? >> Ah, sim, >> né? Com seu próprio avião, que se formou no MMT com 22 anos. Dizem aí que é considerada a nova Einstein. Você acha mesmo isso? Inclusive, ela tá trabalhando em cima da teoria de cordas também. >> Ela trabalha dentro em cima da teoria de cordas. Exatamente. O que o pessoal trabalha hoje é o seguinte, a gente tem que bolar algum experimento que seja eh viável
do principalmente do ponto de vista econômico, entendeu? Para, por exemplo, vou dar um exemplo do que que é isso de ser viável do ponto de vista econômico. O Kiptonn, que é o cara que fez o Interestelar, o Einstein, lembra lá da teoria da relatividade? Uma das consequências dela É um negócio chamado onda gravitacional. Em 1915, o Einstein propôs isso. O Kiptonn passou a vida dele inteira brigando com o governo americano para construir um experimento para comprovar a onda gravitacional. Foi construído em 2015. Ele comprovou e ele ganhou o prêmio Nobombre de física por causa disso.
>> Ah, foi por causa disso. >> Foi por causa disso, por causa das ondas gravitacionais. Só que é um experimento Que custou bilhões de dólares, mas Estados Unidos >> só para comprovar, >> só para isso. Comprovou, ele ganhou e tá tá felizão lá e tá detectando as outras gravitacional dele. Então o é uma coisa que foi viável, foi viável. Então o que os físicos teóricos estão hoje, eles trabalham em tentar desenvolver experimentos viáveis para comprovar coisas que a teoria de codas já prevê há muito tempo, só que até agora não Conseguiram nada, cara. Então assim,
é um problemão isso aí. Aí o, ah, mas a teoria da unificação, cara, não é todo físico que defende, tá? Muitos acham que não tem que ter unificação nenhuma, mas é que tá aparenta ter uma unificação, porque se as três forças elas têm partícula, por que que a gravidade não teria só partícula também? Entendeu? Então, tudo indica que exista essa essa essa integração das duas dos dois lados. Isso é muito interessante. Por quê? Porque um, de um lado, a gente tá falando da física quântica, que estuda as menores coisas do universo, o universo subatômico. E
do outro lado, que é a gravidade, a gente tá falando das maiores coisas do universo, que é a relatividade. >> Sim. >> Então, a teoria da unificação uniria a física quântica com a relatividade. Isso é o sonho dessa da de alguns dos físicos, não são todos. O Stephen Hawking passou a vida dele inteira atrás da teoria da unificação e não conseguiu. Morreu sem saber. >> Algumas coisas são complexas, n? As pessoas douam a vida e a estudos e teses e teorias. >> Vi esse negócio da teoria de cordas tá morto ou não, porque essa é
uma discussão que tá acontecendo hoje. A galera se mata aí nos congressos e tudo. >> E você, >> cara, assim, eu sou, eu acho que tem que Ter algum experimento para comprovar. Enquanto não comprovar is por exemplo a quântica. A quântica passou muitos anos sendo colocada à prova. Agora a gente tem, por exemplo, entrelaçamento quântico, foi comprovado, o cara ganhou o prêmio Nobel de física em 2022, tonelamento quântico, que são as partículas atravessar uma barreira. O cara ganhou o prêmio Nobel de física em 2025. Então o tempo foi passando, o pessoal começou a fazer Experimentos
na quântica e foi comprovando. Até então quântica era um negócio, não é a toa que tem o coach quântico, os místicos da quântica. Hoje já não é mais, porque hoje a gente tem comprovação. Teoria de cordas é a mesma coisa. Tem que ter, na física, nessas nessa ciências, você tem que ter a parte teórica e você tem que ter a parte experimental que comprova tudo aquilo que você propôs teoricamente. Senão não faz sentido. >> Perci, estamos batendo uma hora. A gente combinou com ele 5 horas. 5 horas. >> Antes da gente guiar aí ao fechamento,
cara, queria ver se você quer trazer aí uma pergunta final para não ir embora com essa curiosidade e tal, ou tá satisfeito por hoje? >> Não, satisfeito eu não vou estar nunca, cara, né? Porque faz, a gente tá fazendo o programa quantos anos? >> Nunca Ah, a gente tá no segundo ano, né? >> Segundo ano, né? E desde o primeiro Programa eu falo para você, se tem um cara que nós temos que trazer no nosso programa, é Sérgio: >> "Ah, mas podia ter convidado antes, iria com maior prazer". >> Sacano. [risadas] Então, para mim tá
sendo assim, cara, um presente imenso, né? Eh, eu sou matemático, né? Eu me formei aqui na Fundação Santo André, né? >> E caminhei para área de tecnologia, foi formado com com ênfase em sistema, né? >> Então, para mim sempre foi o tema Física, né? sempre foi um tema muito, eu li o primeiro livro do do Hulking, eu era moleque, né? O >> breve história do tempo, >> breve história do tempo, que é um livro eh para leigo, né? Pode não acreditar. >> É para leigo até um capítulo, porque tem [risadas] um capítulo ali pra frente
que >> você sabe qual que é o assim, ele não ele não vem, ele não vem eh cálculos matemáticos, né? Mas é é só coisa escrita. É só coisa escrita, né? É claro Que você tem que ler um capítulo, parar, respirar, né? Porque sua cabeça explode, aí você volta, vai ler, né? Mas >> sabe qual que é o título que esse livro tem? >> Não. >> É o livro mais vendido, menos lido do mundo. [risadas] >> Acho que só perde pra Bíblia, talvez. Todo mundo comprou o livro, mas aí a galera começou a ler, falou:
"Eu não aguento não vou parar aqui até o Capítulo três ali, o pessoal lá". E por incrível que pareça, você vê, eu tô com 53 anos, eu devo ter com certeza esse livro, tá na casa da minha mãe, provavelmente, mas eu devo ter esse livro há 40 anos guardado. É um clássico, né? né? >> E >> é e esse livro assim o Schiffen Hawk, uma história bem legal que eu tenho com com do não com ele, mas com a filha dele. >> Olha só, >> eu tive o prazer de conversar com a filha dele, a
Lucy Hawking, entendeu? E o negócio do Stephen Haw, >> uma passagem dela no Brasil, você tava na Inglaterra, >> uma passagem aqui no Brasil. >> A, o negócio é o seguinte, o Stephen Hawking, o uma breve história do tempo e o universo de uma casca de nós, são dois livros difíceis, eles não são fáceis, não. >> Por quê? Porque o Stephen Hawking nunca foi divulgador científico. Aí a Luci Hawking pegava aquilo ali, a senhora me contou, ela falou assim: "Cara, eu pegava aquele negócio do meu pai ali, falava: "Cara, isso aqui não vai dar certo
não". >> Hum. >> Aí, olha o que que ela fez no jantar, todo jantar, ela começava a fazer umas perguntas pro pai dela. Ah, pai, tal coisa, sai o quê? Aí o pai dela Respondia e ela ia >> anotando, >> só que escrevendo do jeito dela. Ela não era cientista. >> Uhum. Ela ia meio traduzindo pro público. Uhum. >> E pá, não sei o quê. Aí na outra noite, pá, não sei o quê, não sei o quê. Passou um tempo, ela chegou pro pai dela e falou assim: "Aqui pai, tá aqui seu novo livro, ó.
>> Olha só >> o livro". E ele falou: "Como assim?" Ele falou: "Não, esse livro aqui são todas as perguntas que eu te fiz e reproduzir do jeito pro povo entender. Isso aí que você escreve, ninguém entende, não. [risadas] Entendeu? É verdade. >> E aí assim, se você pegar os livros que tem Lucy Hawking, Schiffen Hawking, você vai ver que são livros muito mais fáceis, >> mais didáticos, >> mais didático, porque é o lance dela. Ela tem aí esse liv, esse livro aí primeiro foi o o como que chama? Eh, grandes perguntas, pequenas respostas, tal,
não sei o quê, que é Luci Rock, Chif Rock foi escrito dessa maneira. Ela todo jantar perguntando pro pai, o pai explicando e ela notando meio que escondida, entendeu? >> Mas falando de livro, e o Serjão tem livro? >> Eu não tenho, cara. Pessoal, >> então muita gente fala assim: "Escreve um livro e tal, pô". Fala, >> pera aí. A pergunta é: tem filho, plantou uma árvore e escreveu um livro? >> Não, mas ó, >> eu tenho, eu tenho tese de doutorado e dissertação de Pode considerar livro, né? >> Pode, pode, pode desse [risadas] tamanho
aqui. Serve, >> não deve ser desse tamanho a teseão, né? Então eu já escrevi dois contando isso, Tenho dois filhos e já plantei bastante árvore. Então aí ó, acabou [risadas] já >> se plantou árvore é porque ele não é negacionista ao clima, né? Já começa por aí. >> Já pode, já posso morrer em paz. Eu já fiz toda essa parte, >> cara. Mas muita gente me pergunta de livro, cara. Então eu o problema é sentar e começar, né? >> Mas sabe, tem tem profissionais que >> tem profissionais para isso. Tem Profissionais para isso. Inclusive esses
podcasts seu aí. Aí eu eh se você me permite, né? eh te dar uma dica, você já produziu tanto conteúdo que se você buscar um profissional, esses conteúdo seu já é uma matéria-pra muito grande para isso. >> É que o New Grace faz, cara. Eu devia fazer o que ele faz. O New de Grace Tyson, que é o aluno do Calseiga, ele tem um podcast famoso, chama Star Talk. >> Ele pegou todos os episódios lá de de Determinados anos e transformou num livro. >> Aí deu certo. O que que ele faz agora? Todo ano ele
lança um livro [risadas] >> compilando. Exatamente. Ele compila, cara. Ele faz a ideia dele. Eu achei sensacional. Ele compila aí ele ele junto com com a galera dele lá dá um uma tipo para dar uma sequência meio lógica, né? Para não ficar uns negócios muito jogado, né? Então ele vai dando ali uma sequência meio lógica. Eu tenho Eu são três 4 anos já. Eu tenho os quatro livros dele >> e cada capítulo é um programa que ele fez >> só. Não escreve o livro agora se não quiser. >> É, vou vou vou ver isso aí
para esse ano aí que tá começando. >> Eu acho que é uma boa iniciativa para 2026, viu? >> Eu gosto de escrever >> e vem lançar aqui conosco. >> Tinha blog, tinha tudo. É, eu falei uma questão, né? Vem lançar conosco aqui. Tá bom. >> Eu gosto de escrever, >> né? Quem sabe na convenção do ano que vem aí vem com o livro, né? >> Vem com o livro aí. Vem com o livro aí. >> É isso aí. Vamos fechar. >> Vamos fechar. >> Certo. Obrigado mesmo por ter topado aí o bate-papo com a gente
e ter vindo, né, também na confição que foi marco aí, né? Tenho certeza disso. E acho que toda audiência nossa aí que >> SJ lá embaixo parecia o Mickey, né? >> Total, todo mund. >> Todo mundo queria tirar foto com ele. [risadas] O >> Mickey é boa. >> Valeu. Obrigado, viu, >> cara. Valeu. Agradecer vocês, agradecer a totos aí por ter me convidado aí. Estamos junto. Abração aí a todos. Valeu demais. >> Sensacional. Se você ainda por acaso, né, não segue todas as nossas redes sociais, lembre-se do nosso canal no Instagram, no YouTube, no Spotify,
os cortes no TikTok também. E nos vemos no próximo. Pode não deve. >> [música]