ah [Música] [Música] [Música] você assistiu aqui na univesp tv a observação de um espaço geográfico urbano nossa missão hoje é nos aproximar de outro espaço geográfico rural também optamos pela observação desta vez nossa convidada é sueli angelo furlan ela é doutora em geografia e professora da universidade de são paulo um espaço rural a gente vai ver muito mais verde a gente vai ver solo a gente vai ver plantas que são utilizadas pra nosso uso além dessa paisagem um espaço rural é caracterizado por outras formas de trabalho lá eles trabalham cultivando a terra repare na descrição
do espaço urbano feita pelo geógrafo josé donizete cazzolato no programa anterior e veja o contraste com o espaço rural que a pesquisadora sueli acabou de descrever como qualquer espaço urbano né nós vamos observar inicialmente a a grande necessidade de ocupação do espaço é que o o o característico do espaço urbano é são as altas velocidades a especialidade da geografia que estuda o espaço rural é a geografia agrária quem estuda urbana vai estudar esses processos que resultam na cidade edificada nos fluxos financeiros no comércio e serviços e quem estudo agrave estudar as mesmas outras outras outros
fenômenos que dizem respeito à produção no campo como se organiza a propriedade rural cf que na tela grande o espaço escolhido para a visita é bororé colônia na cidade de são paulo uma área de proteção ambiental junto à represa billings uma importante fonte de abastecimento de água da região metropolitana de são paulo sueli é responsável pelo plano de manejo dessa área ou seja de como o espaço vai ser organizar e assim como aconteceu com o espaço urbano a geógrafo usou a cartografia antes de ir ao local nós estamos aqui na zona oeste do município de
são paulo e o nosso caminho na zona sul como área de mananciais área de produção de água é a prefeitura do município de são paulo criou duas áreas de proteção ambiental duas apas nós vamos pra a bororé colônia nós vamos é chegar nesse setor aqui da área da bacia da represa billings do reservatório billings onde a gente ainda tem a propriedade rurais uma paisagem é não urbana ou menos urbanizadas nós vamos em direção ainda ao que ficou de áreas rurais no município de são paulo pode parecer estranho mas existe agricultura em são paulo mãos à
obra da autora durante o caminho cruzando a cidade há muito que observar o trabalho de campo ele é pra ciência geográfica uma metodologia porque a gente é preciso ir no real colher no real observar o real pra gente poder entender mais demais elementos de observação para poder se perguntar e buscar possíveis respostas então o trabalho de campo não é só uma atividade prazerosa que você vai ver que gostou de sair da sala de aula né ele é uma forma de conhecer e aprender então e pra ser assim o trabalho de campo tem uma série de
passos que o professor pode organizar para que saiba aproveitar esse real para mim nós estamos na marginal pinheiros que fez parte de um plano viário da cidade que ocupou as falhas dos rios aqui nós temos o rio pinheiros no retificado que foi retificado a partir de um grande projeto e conciliava esse projeto viário ocupas desenvolver as vias radiais que davam acesso à zona sul à zona oeste à zona norte ea zona leste e aqui é a retificação do rio a partir da idéia de que precisava se acabar com as enchentes em são paulo o geógrafo
olhe se pergunta por que esse rio é reto ele sempre foi reto aí vai pesquisar os documentos mais antigos vai olhar toda a documentação a bibliografia e descobrir que houve um projeto que o ebit ficou lá a favor é colônia borel mão um topónimo tupi e colônia um topónimo da polônia nome da colonização da colônia alemanha é que a península do bororé aqui é um braço da billings um lago artificial é um lago natural e ela foi formada a partir do represamento da banana dos rios né e formou uma península formou uma ponta proeminente do
continente pra trás águas às pessoas como é muito recortado essa ponta e tem muitos romances pessoas de nome dignificou filha do barão e aqui nesta área a gente vai percorrer e onde está ainda uma permanência do rodrigo olha a geógrafa em ação na balsa a professora sueli conhecer um morador da região que tem um ponto de vista sobre o espaço welinton é artista plástico e sem contexto surge a área de proteção de manancial recente traz muitos conteúdos discutir a cidade né os acessos aqui também é é é isso é um pouco que a gente tenta
abordar o nosso trabalho artístico na geografia a gente fala das paisagens pau de dizer que é também a imagem então é bem legal conversar com artista e ver que ele tem um olhar a imagem o professor deseja educar o olhar do aluno para que ele possa fazer olhar e ver que aqui nós estamos falando de uma região que tem uma riqueza enorme de conteúdos que o professor pode enxergar a preservação da mata atlântica a água que está no reservatório e esta essa sensibilidade né os símbolos que água e floresta cidade podem trazer tanto que um
artista com o morador lá não vai fazer arte mas ele vai usufruir desse contexto o meio ambiente é uma preocupação de welinton grande parte da poluição que é existe dentro dessa área aqui principalmente na represa ela não está por conta da ocupação dessas pessoas ela tá por conta da população que está na cidade como um todo as indústrias que poluem a água na posição maior do reservatório está nem compostos químicos no plano de manejo do parque bororé nós fizemos um levantamento de pontos de contaminação dessa represa que têm metais pesados você tem componentes químicos na
água que são influentes provavelmente de indústrias seguimos adiante perto dali tem um pequeno restaurante paramos para conhecer dona antônia a professora suely se interessou por uma descoberta que a mulher fez e passou a divulgar na região do cambuci o campus ea gente faz chá suco faz caipirinha faz cantão foi mo se a você faz uma infinidade de prata no campus em uma planta nativa não tinha como é feita é uma é o extrativismo tira de vez em quando você vai direto na planta e tive os frutos ou tira a não planta na nossa região que
que é palhereiros se bororé na mata tem pouco é mais produzido em casa como o som é região de chácaras a maioria das pessoas tem um de 2 a 4 5 pé ou até mais e o trabalho dá para viver só da terra não dá pra você viver só daqui quem tem uma propriedade pequena então esse bem interessante fica essa relação rural e urbano ela é assim aqui que nós estamos em são paulo mas ela também assim outras agriculturas onde a agricultura familiar não consegue sustentar a família então uma pessoa da família o jovem ou
marido saem ou mulher trabalha para completar a renda luciana é filha de antônia está aqui de passagem vivi lá do outro lado do espaço urbano mas hoje vai ajudar a mãe é um paraíso né tem um pouquinho de dificuldade com questão de locomoção para quem trabalha e estuda mas para quem mora aqui é muito bom é o sossego há a questão de você ter tudo que você plantar você colhe aqui aqui na região e têm plantações de chimed tem a chancela de flor também que as pessoas trabalham bastante com essa questão de flores e agricultura
também ela tem um grande uma grande importância que na região falando implantação de che magic resolvemos conhecer uma aqui a gente já tá numa propriedade rural de ano não é o espaço rural ele tem vários tamanhos de propriedade vários tipos de sistemas fundiários aqui em são paulo são pequenas propriedades do trabalho familiar na agrícola bororé quem nos recebeu foi o agricultor valdemir ferro mais conhecido como ferro daqui a 20 anos mas é certeza tem mais tempo o city já tem uns 40 e 50 anos e sempre foi uma propriedade de produção de alguma coisa sempre
foi propriedade de produção de plantas ornamentais de 12 anos pra cá com a gente agregou cogumelos seu comercializa com quem estas viagens ea jessica é uma vantagem para o senhor de certa maneira tão perto da cidade em dúvida sem curta mas o caminho o custo de transporte que você tem da sua mercadoria e eu com o produtor vendendo direto então o custo é um custo menor você pode enfrentar melhor a concorrência vender mais barato ea gente pode conhecer um pouquinho então vamos lá é que funciona a propriedade rural a morar aqui um barracão a gente
tem um cultivo de cogumelos e é onde eu tenho minha câmara fria onde o processo e os cogumelos do senhor valdemir são ensacados com compostos orgânicos e preservados na estufa até se desenvolverem só depois é que são separados e limpos colocar sua produção mensal de mim aqui aproximadamente 10 das 45 toneladas mesmo quantas pessoas trabalham unidade dessa tudo é assim o projeto aqui aqui aqui nós temos cinco pessoas estavam cinco pessoas agora vamos falar das plantas do senhor valdemiro uma pessoa que vem aqui não conheça um tipo de produção por exemplo de plantas ornamentais vai
olhar não vai chegar com uma roça porque não vai enxergar que é que tudo é plantar tudo aqui é plantado ele tem e é também interessante mostrar isso na imagem a idéia de roça que a gente tenha daquele quadrado plantado a gente olha e sabe que é uma roça tudo igual né mas alguns tipos de cultivo eles são feitos de jeito que quase não se parecem com quando que é o ponto exato da situação só é de acordo com o tre tem cliente que quer uma planta já formada não quer esperar 56 anos para ver
a planta nação não importa vamos ver com o valor é que nesta uma planta desta tem 89 anos ele não vai esperar 89 anos para botar uma mudinha espera 8 a 0 para ela ficar do tamanho dele já que é assim grande atirasse eu tinha essa planta e até com 8 metros 10 metros de altura no meio do caminho tinha uma mata preservada mais uma vez o meio ambiente entra no assunto indissociável do espaço rural e aqui se você observar aqui tem uma área de proteção foi deixada pra isso então há há há 20 anos
atrás nós já tínhamos consciência de ter a área preservada então nós não mexemos aqui não sabe a mata fica calado natural até uma faixa e não sei que a hora de ter os animais agora vem bastante as grades nas antigas ela sim uma preocupação mesmo ambiental chá porque reconhece o próprio e se você for ver na sexta e nós temos aqui atrás um baixo lá ela totalmente protegida no assunto então a água vem ela vai ela vai ela caiu naquele lado da frente ali daquele do outro vai indo vai enchendo bom aí para a represa
parte da propriedade do seu ferro foi desapropriada pelo estado para a construção do trecho sul do rodoanel construído em torno da metrópole para interligar as principais rodovias de acesso a são paulo essa obra a ser construída ela teve que pagar um tributo como ela impactou muito a região ele a o governo do estado teve que fazer uma compensação ambiental que é dar algum recurso para que essa área que foi perdida por desmatamento seja recuperada em outro lugar ea prefeitura do município de são paulo escolheu como compensação criar novos quatro novos parques que são não são
partes urbanos mas são unidades de conservação de proteção integral é aqui na região a tarde cai em nossa visita vai chegando ao fim a puré foi um prato cheio para geografia falamos do espaço produzido pela natureza do espaço produzido pelo homem e até de felicidade porque não é que é um paraíso sem integração do céu porque deus jesus deixou pra nós o dever que é muito fã ah [Música] ah [Aplausos]