olá pessoal tudo bem hoje eu vou escolher um pouco sobre um tema que de certa forma já falei em alguns outros vídeos aqui do meu canal mas é um tema que eu acho muito interessante esclarecer alguns pontos porque ele pressupõe também um desdobramento num outro conceito não vou falar do nacionalismo e também fala do patriotismo patriotismo é um conceito ligado ao nacionalismo sentimento ligado ao nacionalismo né mas a gente tem que definir primeiro algumas coisas é o que é uma nação o que é um estado né não necessariamente você pode ter uma nação com estado
um estado com a nação apesar de todas as nações lutarem e reivindicar um estado mas não é deus que acontece como no caso de alguns povos no mundo como os curdos né que tem uma parte do iraque da turquia né até pouco tempo os judeus não tinham estado embora novo na antiguidade já tivessem judeia e próprios réus já tivesse ficado na mão deles é por um tempo né mas em 1948 foi fundado o estado de israel por conta do holocausto da perseguição para que se evitasse tudo isso né de novo né e o que a
gente tem que frisar sobre o nacionalismo né é que o interessante é que ele é como nas palavras do dengue em anderson ele é um conceito de uma comunidade imaginado até pegar o livro aqui vou eu recomendo totalmente esse livro comunidade imaginadas bege que anderson é da editora companhia das letras que ele fala principalmente que o nacionalismo ele surgiu com o capitalismo editorial até então não se tinha essa noção de de nação é de pertencimento a um grupo de certa forma você tinha isso um pouco na figura do reino o estado nação eles a ele
surge quando você tenha principalmente o movimento o iluminista é o fenômeno do iluminismo na europa e quando você tem a revolução francesa que você tirou a nacionalidade a nacionalidade a representasse a nossa cidade nem tanto mas a representação da nação que estava concentrado nas mãos do monarca absolutista das mãos de uma pessoa por uma coisa mas é uma por uma sóbis trata que seria o estado então a sua noção de pertencimento é o estado uma coisa má administração e não mais uma pessoa mas diferente por exemplo do que vai do que venha a surgir com
os estados-nações na parte do século 19 ele fala também dos crioulos na américa na américa hispânica é que os crioulos seus filhos espanhóis nascidos da américa que também não tinham nem ocupar um cargo estão tão superiores na administração da américa hispânica o que fez com que eles se revoltassem e proclamar sua independência dos seus países é que eram divididos em regiões e regiões do império espanhol que se emanciparam é com medo de evitar uma revolução de escravos e indígenas que era maior parte da população os brancos ficavam com o aluno na minoria uma parcela muito
reduzida da américa espanhola também no brasil né naquela época do século 19 principalmente então o que vai agilizar também é que esse capitalismo editorial ele fez com que as pessoas pudessem se pudessem por exemplo tem uma noção de pertencimento a um território ele fala também do mapa né por exemplo quando você mostra o mapa você pode mostrar um mapa mas ele na verdade e com com suas fronteiras e sem especificar os nomes das pessoas reconhecem aquele mapa que ele desenha um desenho né e reconhece como sua pátria lavater lan como os animais falam ou a
moderna inglês né e e isso é uma coisa que surgiu com a modernidade principalmente quando você começa a ter a divulgação dos mapas que era uma coisa que não tinha já chegou a seta segredo de estado os mapas durante as grandes navegações né o interessante é que essas comunidades imaginadas como ele fala através desse capitalismo editorial através desses folhetins né que eram lançados é as pessoas começaram a até uma narrativa do longa no lugar das quais elas nasciam e viviam né o interessante é que ele fala também da vernáculo ver na atualização do velho vernáculo
né que seriam as línguas vernáculas são aquelas e que exige o mais propício do país que você nasce antigamente a boa parte das nações falavam latim no presente ocidental né e ea aristocracia dos habsburgos também falam latim a aristocracia da da áustria hungria que também pertence os rasgos mais especificamente da hungria falava francês e alemão não era uma arma stokr a cia que não falava a língua popular né bem como na rússia se falava alemão também não se falava o russo longo do dólar deve ser irônico e tudo mais né então quando as pessoas começaram
a escrever na língua do popular esse sentimento de nacionalismo começou a ser aflorado começou a ser moldado e construído a partir de então as línguas do latim vulgar não é que deu origem ao português espanhol e italiano né são línguas derivadas o francês também certa forma o romeno que apesar do número tem potência de influências e erika também russa mas é uma língua que provém de latina e no ao longo dos séculos 18 e 19 passou se inscreveram com um alfabeto fonético latino também é é o engraçado que na turquia também teve esse processo com
mustafa kemal que foi um modernizador da turquia é um nacionalista que tinha uma visão também muito europeizante da turquia então passou a se inscreverem com o alfabeto latino e é um dos poucos filmes que temos esse dia também como português/francês né mas o que vale lembrar é que são comunidades imaginadas nacionalidade é um nacionalismo ele pressupõe comunidade imaginadas que tem todos esses aparatos a língua a aaa o estado a cultura o folclore todos eles perdem sendo pertencentes de uma de um mesmo local só que isso também se pode relativizar porque isso é inventado a tradição
é inventada por isso eu gostaria até de promover um outro livro aqui do eric hobsbawn a invenção das tradições que é um livro que fala sobre como foi inventado por exemplo diversas coisas que a gente tem como naturalizados em nós mesmos da nação principalmente com a partir do século 19 como por exemplo kilt que as a escocesa né ele fala que não é um adorno celta uma coisa mais moderna séculos 18 e 19 só que passou se a representar isso como uma coisa que vem dos celtas dos caledônia escoceses resistiram bravamente aos romanos e tudo
mais então a comunidade que em alemão é gamer chato né é esse é um termo para a comunidade inclusive o fernando antunes usa muito esse tema também ele é um termo é a comunidade é inventada aí quando a comunidade passa a a assemp aron a nível de um território de que pressupõe várias comunidades integrantes de uma só aí você surge nacionalismo né eu gostaria diferenciar também o nacionalismo da direita com o nacionalismo da esquerda é porque você sabe também que o marxismo pressupõe uma quebra o nacionalismo é algo mais internacionalista só que o próprio autor
banda de anderson do livro como das imaginadas ele foi uma pessoa que escreve lançou o primeiro livro 1983 e e sudeste asiático foi o lugar onde teve mais nacionalismos aliado ao marxismo aliada uma questão de classe uma gestão socialista vide o vietnã coxim durante nosso nacionalismo do vietnamita que é uma coisa mais ligado nacional a indicada da gestão socialista também o camboja né no popó terá e todos todo todas as guerras que teve né ela que é o período basicamente que o bê de querer só analisa e e praticamente viveu e lançou né ele fala
muito da china também da própria guerra do vietnã e china da invasão e que teve uma guerra entre duas entre dois países socialistas que que acabaram disputando o poder é uma das coisas que ele que ele chama a atenção inclusive na produção na introdução que é uma coisa basicamente nova que aí você pode ver que não é nem tanto a questão de classe uma questão do partido é uma questão de nação de nacionalista mesmo né de dois regimes iguais lutando pelo poder sendo que o preço por eles presidente o mesmo guião basicamente ideológico mas é
assim né o outra coisa gostaria de frisar sobre o nacionalismo é também que muitas vezes você pode ter uma pátria o que é a junção de várias outras pátrias como por exemplo o que acontece na espanha já tem os bascos catalães eles não se reconhecem uma boa parcela deles pelo menos com pessoas integrantes daquela comunidade e o reino de castela se impôs sobre os demais reinos nacionalizando principalmente na época do franco claro que o movimento já vem de muito antes né diz a legenda negra da espanha que foi a geração de 1898 mas com frank
se intensificou mesmo com a restauração da monarquia também né na itália o toscano se impõe sobre os demais idiomas também uma coisa q sic que se repete ao longo de outros países da europa tenha um elefante na europa e que é o patriotismo é o patriotismo é uma é um sentimento de de amor em que o próprio médico fala também que a partir daí desperta sentimentos de amor e de compaixão zero assim vocês dividir um sentimento com 11 semelhante e você nem conhece nunca viu na vida mas por ele ser uma pessoa que pertence a
sua mesma comunidade imaginadas você tem um sentimento de camaradagem em relação a ele e o que levou tantas pessoas a morrerem a primeira guerra mundial que foi que a guerra dos grandes nacionalismos imperialismos conflitam entre si até a segunda guerra em outras guerras também é então por exemplo esse sentimento de patriotismo é o resultante do do nacionalismo eo patriotismo pressupõe necessariamente ela é aquela volta à nação que a questão do sangue solo né que a questão muito que os nazistas usavam também na questão do luto um com ernest young honra sangue solo né que seria
o nacionalismo mais racionalista né o patriotismo ele pressupõe nações muito grandes como por exemplo federações grande como rússia brasil estados unidos o que é o brasil é uma junção de diversos municípios da municipalidade vai diversas regiões diversos núcleos regionais que formam a nossa o o território chamado brasil mas esse sentimento ele está mais ligado o sentimento de amor ao brasil vamos dizer assim é o patriotismo e faz muito sentido maior do que você falar em nacionalismo por você tem várias nós dentro de um estado por exemplo é você tem uma diferença muito grande entre o
rio grande do sul da vida com o pernambuco com pará e assim por diante então só várias nações desde declaração o mesmo um outros países principalmente federações países grandes né outra coisa eu gostaria de frisar a questão dos imperialismos que inventou um outro tipo de nacionalismo que é citado no livro também que é o nacionalismo ligado à questão racial ao racialismo né que você tem a condição nacional que é o nation ness nec é diferente do nationalelf você pode ter uma pessoa com nas com a nacionalidade só que ela não financeiramente é reconhecida como membro
integrante daquela comunidade então se você tem uma pessoa que é do suriname de origem do suriname nascida na holanda fala holandês freqüentou escolas holandesas é uma pessoa que está imersa na cultura holandesa mas muito por conta de sua cor de pele escura ou por conta de sua origem é o dia dos avós dos pais outro ter passados ela não é reconhecida como um holandês de verdade porque esses países são países que pressupõe aquele aquela noção do eu só doeu sanguíneos não é e os olhos como no brasil brasil estados unidos são países e os olhos
se você nasce ea sua nacionalidade por conta de nascer naquele local só que nesses países a sua nacionalidade tem a ver com a questão do sangue na questão da questão um dia assim é técnica mas que o prazo prova certa e diria né mas na questão racial então isso é o que justificou muitas vezes vários genocídios por exemplo um alemão o judeu mesmo sendo judeu alemão de várias gerações aquele país mas não o viram como mali mão entendeu era uma coisa muito era diferente então esse tipo de nacionalismo racionalista ele surgiu a partir do século
19 uma invenção de um sujeito chamado arthur conde arthur di de gobbi nou que ele era fred sendo francesa da economia mas é francês onde ele fez uma hierarquia das raças deixando a raça branca ou deixava de área nery ana como topo da pirâmide e que teria aquela missão civilizacional do fardo do homem branco de pegar e viajar pelos maiores e em cores do país do planeta mais longínquos rincões do planeta pracon converter e civilizar os povos que eles jogavam os inferiores que eram das demais raças né isso daí eu e foi se estender até
o nazismo e é uma ideologia que caiu por terra depois da segunda guerra mundial dos gregos os horrores e ea invalidade dela porque a gente sabe hoje em dia com os estudos genéticos e tudo mais que nós estamos nós todos temos uma origem comum e que um e dois por exemplo dois irmãos ou dois primos podem ter um parentesco com uma pessoa mais um parentesco mais mais próximo com uma pessoa do outro lado do planeta do que uma pessoa só própria família questão genética é muito complexa não é uma coisa tão simples de uma zona
onde a mais b e essas teorias caíram por terra eu gostaria de lembrar isso eu queria falar um pouco do nacionalismo isso lembrando que o primeiro estado nação do ocidente foi portugal a dinastia de avis da europa é o primeiro estado da europa de aves com outros países ainda não tinha esse sentimento de unificação foi acontecer na itália pelo século 19 com garibaldi e na alemanha no conseg 19 também com otto von bismarck que os reinos germânicos e prussianos foram reunidos e unificados e os italianos também né à noite um time perde o saco o
sacro antiga o sacro império romano germânico né e que o nacionalismo hoje em dia não faz tanto sentido com este a globalização o globalismo com algumas pessoas pejorativamente chama né o melhor forma neste mundial a 'lista né e que as nações hoje em dia como o próprio fala da sua argumentação das identidades onde uma pessoa nascida no brasil pode identificar com a cultura japonesa e se está mais próximo da cultura japonesa do que um do que da sua própria cultura local hoje internet os meios de comunicação e tudo isso me permitem muito isso nessa argumentação
das identidades faz com que um sujeito nunca tudo isso pode ser identificar culturalmente ser mais pertencente a uma cultura que não foi necessariamente a sua né essa é uma exceção advento uma coisa nova tecnologia traz resto a gente se perguntar quais serão os futuros o futuro dos estados nação pois temos grandes blocos econômicos de junções de países como européia eo mercosul como é como em tantos outros e é o na o nafta também é evan e pra onde que esse conceito de país de nacionalidade está caminhando as nações hoje elas tenho pessoas oriundas de diferentes
lugares do mundo que se mistura no feito um melting pot um caldeirão de misturas né e a gente não sabe para onde vai caminhar mas que as nações elas não são estáticas elas não são elas não são estáticas elas estão em constante mutação é e as desabam uma coisa totalmente nova e diferente que a gente não sabe onde vai chegar mas que vale a pena assistir todo esse caminho toda essa progressão é embora a história não seja linear pois os tempos são outros e isso aí faz muito e contribui e faz muito bem à democracia