o olá pessoal professor wilson cândido com mais um vídeo da série aí falando agora sobre deficiência visual e recursos adaptados compreendendo a deficiência visual como uma perda parcial ou total perda congênita ou adquirida da capacidade visual o nível de acuidade visual pode variar e determina dois grupos deficiência a cegueira ea baixa visão e cegueira quando a perda total da visão ou uma capacidade de enxergar o que leva a pessoa a necessitar do sistema braille como meio de acesso ao processo de leitura e de escrita baixa visão é o comprometimento do funcionamento visual dos olhos mesmo
após um tratamento corretivo as pessoas podem ler textos impressos porém ampliados ou com o uso de recurso e óticos específicos com lupas de aumento é alguns recursos da tarde também são interessante como cadernos com pautas largas em destaque cadernos com pautas a ampliadas que der a possibilidade visual que melhor acesso mesmo assim ainda se faz importante outros recursos como lápis como uma ponta mais grossa é o 6b que leva aí a uma melhor a funcionalidade nesse contexto escolar os alunos cegos ou com baixa visão esse tipo de material didático adequado às suas necessidades isso é
fato deve eram nesse contexto do processo de inclusão socioeducacional deverão ser evitados termos como isto aquilo aqui ali para lá para cá é palavras que não dizem nada no contexto de orientação a essa pessoa e portanto é importante lembrar que quando para levarmos algum tipo de orientação é enquanto a orientação espacial nesse jeito que o seu corpo devo ser usado como elemento de apoio para que esse entendimento aconteça por exemplo do seu lado direito à sua frente atrás de você é daí dá uma referência mais segura para pessoa com deficiência visual compreender o que está
sendo solicitado a ela a utilizar o quadro em sala de aula por exemplo ou no atendimento educacional especializado o profissional deve ler em voz alta também não precisa gritar o que está escrevendo dessa forma o aluno pode fazer suas anotações por meio do uso que ele aquele tem de acesso tecnológico a esse processo de ensino-aprendizagem que é pode ser o uso do atlético são pode ser a máquina a grafia braille que pode dar esse acesso se não tiver não vai fazer dar foco aquele puder fazer utilizando o recurso que ele tem ao seu alcance é
pode também gravar hoje mais fácil a gravação dessa aula naquele possa ouvir o momento posterior e assim consegui abstrair melhor e o conteúdo trabalha quando utilizar slides professor deve com antecedência entregar uma cópia em braile se assim a pessoa tiver o domínio do braille ou na forma ampliada se for uma pessoa com baixa visão na utilização de recursos audiovisuais deve-se também fazer a destruição das imagens mas é sempre importante perguntar para a pessoa que ela quer que alguém faça essa áudio-descrição porque às vezes atrapalha e ela não se sente confortável boa parte do sério tem
memória visual o que facilita o trabalho com imagem no caso de uma seguir e com gente o professor deve antes de trabalhar com imagens saber se as mesmas imagens já fazem parte do imaginário de ser no canto isso serve para o atendimento e também para o contexto sala de aula quantas imagens não fizer parte do cenário imaginário tecido cando deve ter buscar no a dissimilaridade usando aí características conceituais do que se quer ficar e que envolvam aí as demais concepções como tato audição o olfato ea sinestesia portanto esse é mais um candidato que precisa de
estimulação sensorial para a compreensão acerca do mundo conta o aluno com baixa visão deve-se sempre verificar qual a melhor posição da cadeira desse aluno dentro da sala de aula se a luz da janela ou da porta incomoda é lembrar sempre e sempre conversar com ele pedindo que ele dei esse tipo de orientação porque é ele que melhor pode te apresentar o caminho o recurso da prece sentido né jogos já com a sinalização em braile em alto relevo jogos com texturas para resposta fazer comparativos ou associações os jogos com a pontos de contagem para matemática também
fazendo uso aí do tatu que o pagamento de aproximação é durante função aí prancheta como mecanismo de escrita a própria máquina para escrita braille do soroban para realização de cálculos matemáticos isso vai demandar também de profissional do atendimento como a busca por formação para conhecer a deficiência visual e os seus recursos de acessibilidade é esse sujeito a programas de computador adaptado a a pessoa com deficiência visual com o dosbox né faz a leitura do texto tem um novo recurso acessíveis como cão-guia recursos de facilitação na o uso de bengalas a algum pode fazer uso de
recursos ópticos se for pede prejuízos voltado apenas à condição de baixa visão ou lupas de aumento sempre buscando e ferramentas de estimulação que geram possibilidade temos a chance de também construir algo sensoriais lembrança sempre trabalhar a questão é de atividades em alto relevo que favorece a utilização do tatu aos srs trabalho de matemática a maletas com fechaduras que geram possibilidade de autonomia para domínio do espaço auxiliar por parte desse jeito a memórias com textura dominó com textura jogos com linhas de em posições diferentes em alto relevo texto da sensibilidade em algumas dicas são importantes nesse
sentido o comando verbal do profissional que está em atendimento com esse jeito outro professor de sala de aula é de fundamental importância nesse sentido para a pessoa com deficiência visual esse comando verbal deve ter como linguagem uma linguagem clara direta e especialmente uma linguagem que seja do conhecimento valor evitar algumas expressões do alumínio não conheça ou comandos palavras que não não dizem nada para ele promover a orientação espacial é importante fazer um treino de orientação e mobilidade fazendo com que os mestres do jeito conheço em domínio espaço escolar para que assim ele possa transitar livremente
sem precisar o tempo inteiro estar com alguém enviando promover a estimulação sensorial de todas as ordens desde a terapia ocupacional que trabalha com integração sensorial até e sensoriais do dia a dia que são necessários inclusive para a proteção desse jeito em situações diversas promover treino do uso de bengala se assim for necessário nesse caso se ainda existe algum resíduo visual é importante que ser estimulado é estímulo esse uso do resíduo visual e é importante um trabalho de estimulação visual como evitar o excesso de claridade para alunos com baixa visão e só atrapalha cada vez mais
a sua percepção visual é ainda importante nesse sentido materiais coloridos e contém contrastes é que sejam bem contrastantes preto e branco azul e amarelo verde laranja são bem-vindos para melhor visualização de quem tem baixa visão e acima de tudo conhecer como o seu aluno melhor funciona por a gente compreende como o nosso alô funciona a cidade complementar a atividade suplementar ela pode ser cada vez mais funcional lembrando-se sempre que é importante observar se cada deficiência em particular não tem aí alguma outra condição comum associada que vale a pena também o nosso entendimento e esse é
mais um vídeo da série a e hoje a gente falou um pouco sobre deficiência visual e estratégias de intervenção né o recurso adaptado que favoreçam e funcional a pessoa cega ou com baixa visão no contexto escolar e no contexto social enquanto possibilidade de autonomia e acessibilidade abraço a todos até o nosso próximo vídeo