oi e aí gente tudo bem sejam muito bem vindos a mais um vídeo do parabólica sociologia sexta-feira você já estão ligados que aula de sociologia para gente falar de um sociólogo e antropólogo importante da sociologia para a gente sair um pouco daquela caixinha da sociologia por exemplo que seria durkheim weber e marx e alcançar novos horizontes para a gente vai falar de antropologia do antropólogo que também era social tem contribuição para as duas áreas marcel mauss então já se inscreve no canal se ainda não for escrito e curte esse vídeo porque você vai ajudar o
canal a crescer porque hoje a sociologia mas ontem a gente falou de kant em filosofia de coisas bem específicas da crítica da razão pura de kant já teve aqui essa semana história do brasil história geral tem muita coisa conteúdo completo para o enem e demais vestibulares olha só vamos falar de maus então bom é ele tá dentro do conceito aqui que a gente vai falar de antropologia por conta de ser um método e a sua contribuição intelectual vai tanto para atropologia quanto para a sociologia se escreve noção no meus tempos de graduação eu estudei mouse
na disciplina de antropologia porque na sociologia gente ficava muito em contido cai beber e marx né não propor hoje a gente abriu mais esses horizontes mas a contribuição é é grande aí ele é um antropólogo sociólogo pertencente a uma escola francesa né da sociologia e antropologia é ali do século 19 e século 20 ele tem essa passagem de século ele era sobrinho do calhau qual a gente vai fazer comparações durante essa aula a coisas próximas e a rompimentos com émile durkheim né eu estou alérgico tarciso me perdoe meu nariz aí e o seu trabalho como
um antropólogo francês vai contribuir lá na frente vai ser muito importante na elaboração da antropologia estrutural o estruturalismo francês do le vin bistrô que a gente falou semana passada então vocês vão perceber que há coisas bem interessantes aqui na obra do marcel mauss iniciando aqui falando do método dele que vai se aproximar inclusive aí do que o livro estou vai pegar o marcel mauss ele acreditava que para estudar culturas estudar sociedade gente precisa fazer um trabalho gigantesco um trabalho muito grande a exaustivo consegui tentar buscar tudo quanto é elemento que a gente puder para poder
estudar essas sociedades essas culturas a grupos antigos e atuais para poder nesse conceitual e da antropologia e sempre fazendo comparações entre a sempre entre culturas diferentes sociedades diferentes certo e aí a gente já pega uma influência muito grande do estruturalismo e da gente pega uma elaboração muito grande que vai lá na frente gerar o estruturalismo que eu já falei para o estruturalismo ele vem a base do estrutural da topologia estruturalista é pensar que você tem estruturas e permanecem nessa sociedades em culturas diversas leves tu pensava nisso ele vai identificar estruturas né através da linguística através
de hábitos que estão se repetindo em várias sociedades então ele vai falar isso aqui é um hábito comum a é a sua sociedade é uma estrutura um mouse ele vai fazer isso porque ele procura sempre fazer relações entre culturas diferentes entre sociedades diferentes então ele sempre vai fazer buscar fazer comparações com tudo quanto é cultura sociedade que ele puder identificar seus bens materiais e imateriais também então quando a gente tá falando de festas tá falando de ritos de cotidiano não só de objetos né e segundo ele isso é impossível para apenas um pesquisador é impossível
ou para apenas uma pessoa é porque a mundo a sociedades a história é muita coisa a gente tem uma diversidade muito grande então a gente precisa fazer essa comparação não tem mesmo para achar coisas em comum a nessas nessas culturas então precisa-se de um muito a gente então para ele ele precisa estudar tudo ele não quer necessariamente esgotar fontes não é esse esse objetivo mas o objetivo é procurar o máximo e ele é um defensor do trabalho coletivo que apenas um especialista ao penas um antropólogo não consegue fazer então ele é o defensor de uma
antropologia muito mais prática que vai pegar no batente que vai descobrir coisas que vai fazer trabalho de campo o mouse ele tá nessa linha que é muito interessante e aí ele chega não que a gente vai considerar e talvez uma das suas obras-primas dos seus trabalhos principais que vai ser a um ensaio sobre a dádiva forma e razão da troca nas sociedades arcaicas e agora é muito importante que a gente identifique por que ele vai entender olha o estruturalismo é lá que o televisor vai pegar em maos uma prestem bem atenção ele vai identificar nessa
obra mesma coisa uma falar da questão da diva aqui da diva a gente pode identificar no conceito aí para o mouse tá trazendo como um dom tá uma prática um dom algo que você faça não entendam dádiva numa tradução mais a uma tradução mais vulgar ou uma tradução mais senso comum e isso é muito importante a gente entender porque quando a gente fala de idade vai numa tradução a gente foi algo que estamos recebendo dos céus alguma não é isso ele tá falando de um dom que você tem tá uns o ser humano uma prática
algo que você tem então a gente tá falando aí sobre o ensaio da dádiva que que o mouse está falando para gente ele tá identificando que nas sociedades tanto arcaicas mais antigas quanto nas atuais e o valor dos das coisas valor dos objetos dos produtos eles não podem ser maiores do que o valor simbólico que as coisas têm então ele percebe que existe em relações econômicas na sociedade até mesmo nas mais mais nas mais antigas vão pensar na antiguidade clássica por exemplo mas existe também uma troca existe também algo que tem tá ligado ao valor
simbólico e para ele isso é mais importante até do que os valores econômicos e ele vai ter cb que essa questão de valores vai se repetir em olha o estruturalismo chegando aí vai se repetir em diversas sociedades ao longo da história em diversas culturas e não vai ser no a única coisa que vai vai valer não é só a questão econômica existem questões individuais questões pessoais sim o que são muito importantes que vão se repetir ao longo da história até mesmo quando a gente chega nas sociedades modernas onde o mercado é movido pelo capitalismo ainda
assim essas relações simbólicas essas trocas simbólicas permanecem e elas são importantes para sociedades tanto quanto os seus valores econômicos e quando ele tá falando dessas questões de valores simbólicos não é simplesmente eu tenho um objeto eu sempre o cura objeto aqui né e fala se a isso todo mundo tem algum objeto que tem um valor simbólico né eu tenho alguns objetos que tem valores simbólicos para mim que eu ganhei do meu pai ganhei de minha mãe mas não é só isso que a gente tá falando ele tá falando de relações porque isso tem muito a
ver com a antropologia francesa que tenta estudar o ser humano muito mais próximo do que é uma psicologia por exemplo enquanto humano mesmo o que essa troca não é só referente a questões materiais mas também em materiais como por exemplo quando você vai a ser atendido por exemplo na padaria no açougue e você vai lá comprar o seu pão comprar o seu produto e o recepcionista ou a recepcionista te recebe com um sorriso com com muita educação aquilo te deixa mais feliz eu não sei quanto a vocês mas eu não fico eu fico muito feliz
foi porque eu também sou muito educado eu tenho hábitos inclusive de não só agradecer quando eu faço alguma coisa recebeu eu falo muito obrigado mas é uma questão pessoal porque eu gosto disso eu gosto dessas relações mais pacíficas dos seus relações mais a aconchegante nesse sentido e o mal está falando isso para gente que são relações de trocas também sabe é de questões que são simbólicas para a gente então é ele que ele tá falando para gente que não sinceramente alguém material mas pode ser um sorriso é uma troca é uma troca uma relação interpessoal
que nós estamos tendo e isso vai ser fundamental em sociedades tanto antigas arcaicas quanto atuais então ele está de grandes é para gente que não é só um mercado que está valendo e aí a gente chega também no ponto importante seguindo essa questão do ensaio das dádivas né sobre as dádivas ensaio sobre a dádiva na verdade como eu falei para vocês ele era sobrinho do emile durkhein dos pais da sociologia só que ele não era sobrinho do cá e como ele também foi um auxiliar do durkheim e chegou a produzir junto com do car e
após a morte do do cai ele continuou sua produção e ele seguiu muitas coisas que o do cai ao ensinou mas também como fez teve alguns rompimentos a gente vai entender isso nesse tópico agora a o é mas o mouse ele acreditava de fato que essa sociedade ela tinha ela funcionava como um fato social total aí você já vão lembrar de dor cá eu tenho certeza para quem conhece para quem já viu aula que inclusive aqui os fatos sociais né que o que acontece na sociedade são fatos sociais a sociedade ela vai funcionar como um
organismo vivo vocês lembram disso indo cai que ela funciona é um conceito do positivismo de comte né que vem do positivismo e com tipo uma sociedade caminha ela é positiva nesse sentido para quem se lembra da aula que positivismo aqui também além da aula de durkheim então ele identifica que existe que a sociedade funciona como um fato social total onde nós temos seres humanos nessa sociedade tem obrigações coletivas que se resumem em três na tríplice aí que o mouse é falar o que é dar receber e retribuir estamos sempre em contatos e nós temos essa
obrigação nossa sociedade você não consegue viver sozinho na sociedade você não existe uma vida isolada sem uma dependência de um outro setor de uma se você está vivendo isoladamente primeira coisa que você tem que entender que você não está inserido numa sociedade tá então a gente tá e baseando aí na na tríplice né no dar receber é retribuir aí do ensaio da dádiva né ensaio sobre a dádiva porém aí o mouse ele vai ter um rompimento com dor cai por quê porque ele acredita que essa obrigação do dar receber é retribuir ela não é uma
obrigação absoluta porque cada ser humano ele goza ainda de uma certa liberdade e essa certa liberdade de coloca em vontades e pessoais vontades particulares então é o torkai eu não sei se vocês lembram também inclusive dá aula para fazer essas relações ele vai falar sobre a sociedade sobre o que a gente tem como conhecimento aí como sua solidariedade mecânica e solidariedade orgânica vocês lembram disso na aula de do que a gente falou sobre isso que é solidariedade mecânica é aquela das sociedades pré-capitalistas no sociedades mais antigas und as pessoas se solidarizam de forma automática antes
do capitalismo sociedades mais primitivas por exemplo onde o homem acaba tendo uma função x a mulher acaba tendo uma função e não cuidando do lar e você vai nascendo de forma positiva é meio que automático essa sociedade funciona como um organismo vivo assim e na sociedade na solidariedade orgânica que seriam os capitalistas no sentido a gente ainda tem essa solidariedade é ainda o positivismo ainda está presente nesse sentido de que eu sou professor o mundo de alguma forma com essa sociedade mas eu não pensei de que eu poderia contribuir eu simples simplesmente contribuo com meu
trabalho assim como tem médicos assim como tem porteiros assim como tem várias outras profissões entre outras coisas que essa sociedade funciona como um organismo vivo um mouse ele já tá se afastando acreditando que existe a sua obrigação sem a sua obrigação do dar receber é retribuir mas que também entra uma questão particular e aí nesse sentido ele vai iniciar e um movimento que a gente chama de movimento antiutilitarista porque o utilitarismo olha só que interessante utilitarismo é vem de uma tradição liberal política lá do século 18 século 19 que acreditava que a sociedade ela precisa
funcionar de certa maneira para causar um bem-estar né um conceito de eudemonia né uma felicidade uma bem-estar a coletivo para as pessoas é um mouse ele já tá falando que não que existe uma questão particular que esse bem-estar muitas vezes ele é particular existe a obrigação dessa sociedade como influências locais mas também existe uma questão particular onde a sociedade vai funcionar então às vezes essa relação de troca que a gente tá falando essa esse ensaio sobre a sobre a dádiva ela avisa também uma questão particular e isso em alguns pontos vai justificar a passagem de
um estado de paz para no estado de guerra afinal de contas quando que a gente passa de uma pasta da guerra a partir do momento onde os nossos interesses eles já divergem o meu interesse com seu interesse de um grupo de pessoas ou o interesse de uma nação endereço de um estado se diverge com o outro mas vocês entenderam qual que é a contribuição de maus tanto para sociologia quanto para a antropologia em relação ao seu método bom eu espero que vocês tenham entendido eu espero que vocês tenham curtido ela oi gente estudar outro paulo
no sociólogo que fazendo comparações principalmente aqui quando a gente falou sobre a emily dukai e também da contribuição que ele daí para o estruturalismo e depois vai vir lá com levistro certo eu vou ficando por aqui eu amo vocês de coração foi um prazer estar aqui com vocês grande beijo fui