Então Eh dando sequência aí o nosso evento eu sou Eliseu Holanda trabalho aqui no Conselho Federal já há 10 anos sou contador de carreira já somando aí nessas fileiras há mais de 50 anos e é uma uma honra estar aqui quero cumprimentar o nosso tesoureiro agradecer pelo convite e espero poder contribuir com com alguma com esse tema né que é A centro de custos né que já foi até tocado aqui no assunto então vamos lá para cá né então para padronização de centro de custo bem eu quero tratar do assunto dando realmente aquele passo para
trás que a gente lida com a legislação de uma maneira mais prática né a gente lida com a consequência da lei Mas hoje eu quero trazer um dar um passo para trás e tratar dessa dessa Temática como sistema é estruturante da onde que vem essa coisa do centro de custo não vamos tratar como sistema de informação nesse momento nem como sistema computacional Mas vamos fazer aqui a Gênese desse assunto para que a gente possa saber do arcabouo eh jurídico que que trata da matéria né vai ficar mais fácil de fazer esse alinhamento então o o
sistema de de custo Ele nasce lá em 1964 com a com as as empresas né as bris Né as Petris da vida todas as brais que trazia em si esse Esse aspecto Industrial então a a 4320 fala da contabilidade industrial e fala de sistema de custo logo depois esse conceito de contabilidade de custo se expande para toda a administração através do Decreto 200 e por fim vem a lei de responsabilidade fiscal que já é uma legislação mais moderna criando o sistema de gestão de custo Então quem é hoje o sistema de custo né E qual
é a composição do sistema hoje o sistema atual né o sistema de custo ele tem o órgão Central que é o a Secretaria do Tesouro Nacional e ele os órgãos setoriais aonde vai ser usado nos Ministérios e facultativamente paraas unidades pros demais poderes Então qual a finalidade do sistema de custo é isso ali ó gerir com eficiência e eficácia os cursos adquiridos e consumidos sistema de custo ele tem essa essa pegada então tratando Especificamente da fundamentação legal o artigo 99 da 4320 ele fala claramente lá né traz isso pra contabilidade Industrial né falando das empresas
e das autarquias para manter a contabilidade para determinar os custos isso lá nos idos de 64 E aí então no artigo 79 do do Decreto 200 a cont unidade deverá apurar os custos dos serviços de Formação a evidenciar os resultados da gestão Então vai evoluindo esse conceito de custo chegando então na lei complementar 101 Que é a lei de responsabilidade fiscal aí ela já muda a pegada ela não tá mais tratando especificamente ela tá agora tratando de um sistema de custo para o governo federal e aí é a mesma lei de responsabilidade fiscal ela olha
pra Constituição 165 da Constituição e nesse Artigo 165 da Constituição no inciso 1 Ele tá dizendo que a LDO a LDO tem que atentar né para a LDO Tem que olhar pra constituição para estabelecer normas Relativas ao controle de custos e a LDO para o governo federal é o nosso planejamento estratégico é o nosso oramento né correspondente da LDO lá no governo federal é a nossa peça orçamentária Então a nossa peça orçamentária eh tem que olhar pra Constituição e conversar com os custos por isso a Luciana fez aquela pergunta qual qual o reflexo do planejamento
estratégico qual esse reflexo quando você olha paraa peça Orçamentária eh eh embora que tenha um um uma grande quando a gente olha para tudo isso a gente olha diferente do advogado a gente olha diferente do gestor eh é igual quando quando meu filho entra na cozinha lá de casa que ele olha pra cozinha como um negócio muito gostoso porque alguma alguma coisa foi feita né mas a mãe dele tenho certeza ou eu no fim de semana que tô fazendo o rango eu olho aquilo como muita louça para lavar então nós Contadores como olhamos para esse
dispositivo constitucional é muito bonito enquanto p de controle mas isso implica em quê muito serviço pra gente mas é o que tem para hoje E aí vem a lei 10190 que estabelece a contabilidade Federal e essa lei 10.190 no inciso 5 ela tem que evidenciar os custos dos programas das unidades da administração pública federal ou seja o todo esse arcabouo de legislação meio que com conversa com a gente de uma Maneira diferente a gente óbvio que a gente percebe aqui um grande complicador e um grande fortalecimento na contabilidade Eu costumo dizer que a contabilidade pública
ela tem três eixos ela tem a contabilidade patrimonial que vai ser aquela contabilidade que todo todas as empresas fazem mas ela tem um aspecto de abraçar quando ela trata do custo ela ela vai verticalizar o alcance da contabilidade mas ela tem um peso de autocracia quando ela trabalha com a Contabilidade orçamentária porque a contabilidade orçamentária é aquela coisa da demanda quem pode ela tá determinando por qu porque o orçamento é uma expressão da vontade do gestor o orçamento é uma expressão do governo que tá governando E a contabilidade de custo é a abrangência dessa vontade
e esses registros vão desembocar na contabilidade convencional comercial que abraça esses dois modelos e faz uma Demonstração pra sociedade então quando é que isso afeta a gente diretamente aí agora mais recente vem aí a criação do sistema de custo o o o stn através da portaria 157 no artigo 2 dessa dessa portaria cria o o sistema de custo do governo federal inclusive com a adoção de uma ferramenta de avaliação de custos atrelada ao seaf então mas e nós né onde é que isso pega pra gente nós temos que olhar para essa parte estruturante dessa temática
custo E também temos que definir qual seria o sistema informacional capaz de de de de materializar todo esse arcabouço de legislação que a gente viu muito bem só que aí toda essa conversa tomou uma outra dimenção quando entra na figura desse relatório de auditoria de 2022 o relatório F ele meio que dá uma ele chama a gente para conversar de outra maneira aí aquela questão de como é que o conselho tá fazendo se o conselho tem Condições se o conselho não tem condições se o conselho é pequeno se o conselho é grande nada disso vai
entrar na discussão porque nada disso vai ser alvo de de de condescendência aqui tá se falando que 81% dos conselhos que responderam Aos aos quesitos de auditoria do TCU informaram que não tem sequer nenhum tipo de sistema de custo e aí então o resultado dessa auditoria foi o acordon eh 2402 que no no item 9.1 ele trata dessa palavra aí que arrepia o cabelo né determinar é aí que o negócio muda de figura para nós o acórdão do TCU determina que todos os conselhos inclusive o Conselho Federal é estudem modos de implantar no âmbito de
seus respectivos sistemas profissionais em seus conselhos sistemas de custo que atendam às finalidades dos artigos da 130 e da da lei de responsabilidade fiscal E aí é uma Determinação muito bem tendo dado esse passo para trás e agora fazer minhas as palavas do Valentino não é aqui para causar pico para ningém mas em última instância a legis é forte a legislação está aí o TCU está olhando o o relatório de auditoria eh O O fque ele apontou que o nosso sistema gasta 9% com atividade finalística Qual é a mensagem que essa informação leva pra sociedade
ela é uma informação errada ela é uma informação errada mas eh a Gente já viu contabilidade mal feita der B um Presidente da República no Brasil então nós estamos aqui para preservar o CPF dos nossos gestores tem um CPF aqui do meu lado precisando ser preservado então resta a contabilidade transcender o olhar contábil e olhar para si como peça não só como peça de contabilidade mas como uma peça publicitária porque se a Contabilidade hoje do sistema é feita olhando para olhando para a contabilidade de custos só o balanço nosso por si só já é uma
Peça publicitária porque quando a sociedade olhar paraas nossas demonstrações contábeis é a própria peça contábil quando tiver lá com o seu detalhamento de custo ela vai falar poxa os caras realmente estão colocando o dinheiro no lugar certo ou não né o a má gestão também pode ser punida Então como sugestão eu sugeriria dar um passo para trás manter o sistema atual que a gente tá utilizando hoje nós temos sistema de dois níveis num primeiro nível Analisa eh a atividade meio e no nível dois analiza e atividade finalística no segundo momento olhar de maneira detalhadamente para
nbc que trata do assunto a norma tá aí a norma regulamentadora tudo aquilo que foi tratado Anteriormente sobre a fundamentação legal a nbc ela engrossa esse caldo por quê Porque a nbc conversa com o olhar internacional o Brasil é signatário dos acordos internacionais de contabilidade pública então inclusive sediou o último encontro de contabilidade pública aqui no Brasil e desse e dessa desse encontro a ideia é a ação global da temática contabilidade para que que que serve isso quando você tiver analisando o balanço de uma out de Um outro país você ter condição de avaliar da
mesma forma como avalia o seu balanço aqui na instituição e no segundo momento como foi tratado também aqui discutir em grupo de trabalho específico as temáticas mais específicas do tema é óbvio que alguns conselhos não t condições eh técnicas e operacionais recurso humano para dar conta da grandiosidade do que nós estamos falando aqui porque quando a gente fala em contabilidade de custo a gente fala de Uma coisa muito séria isso aqui seria uma ideia de contabilidade de custos porque a nossa nossa certidão de nascimento é a lei 5517 e quando ela fala de atividade finalística
Ela não ela ela vai lá na atividade finalística e diz que é Nossa atividade finalística fiscalizar regulamentar supervisionar e funcionar como órgão de consulta então nós temos que dizer pra sociedade Quanto custa para o sistema veterinário ser órgão de Consulta Quanto custa ser órgão supervisor da categoria Quanto custa a regulamentação que o o sistema faz em função da profissão e quanto custa fiscalizar então todas esses esses lados aí da fiscalização da regulamentação da supervisão e da consulta para fazer cada uma dessas atribuições legais ela requer dinheiro e se os contadores se a contabilidade e o
sistema cfmv der condições para que os contadores possam Trabalhar e fazer essa informação a sociedade vai olhar pro nosso balanço e vai ver isso aí hoje em dia Eles olham nossos balanços e vão atrás da única rubrica que interessa pra sociedade que é diária E aí quando Eles olham para essa única rubrica diária e que ela tá atrelada a atividade meio não é um retrato muito bacana que a sociedade depreende E cabe a nós melhorar essa fotografia na atividade Meio nós temos aí os três pilares aí que é o é é dentro da atividade meio
nós temos atividades estratégicas táticas e operacionais um grande uma uma grande tendência dos Regionais é elaborarem os seus eh organogramas com base na com base assim na na questão da de setores não observando o planejamento estratégico que tensos cadeia de valores quando nós elaboramos a nossa Distribuição de custo em cima do do organograma que foi apresentado por aquela gestão atual se a gente for viver disso a cada mandato nós vamos ter que mudar o esquema da contabilidade porque pode mudar o organograma da instituição a cada mandato que que se assenta Mas se a contabilidade estabelece
o sistema de custo baseado em cadeia de valores aí pode entrar qualquer tipo de de diretoria que a contabilidade vai Continuar prestando a mesma informação em detrimento de de quem esteja lá no comando então a contabilidade de custo é algo que nos está sendo imposta vou parafrasear o Valentino fazer falar que não conheceu ou que não tem condições oper I de atender a demanda não vai ser por aí que vai solucionar o problema se não tem condição a condição vai ter que vir do sistema é um sistema muito rico é um sistema muito necessário sobretudo
na Época da pandemia a gente viu o trabalho de alta relevância da veterinária na produção de vacina e nós somos os mordomos que temos a obrigação e o privil de mostrar pra sociedade não só a importância da categoria mas a lisura a competência e o bom trato do dinheiro público que esses médicos veterinários têm envergado em pró da sociedade brasileira não só cuidando desse aspecto mas do alimento que chega à nossa mesa Então é de bom Tom que a contabilidade como uma profissão honrada digna e forte que é o esqueleto de qualquer instituição que é
aquilo que dá sustentação para qualquer instituição seja ela pública ou privada que nós eh rega as mangas embarquem no nosso cerne toda essa legislação não só isso mas o nosso código de ética que tanto nos fortalece E aí apresentar pra medicina veterinária demonstrações contábeis de maneira muito Eficaz de maneira muito transparente falou-se em plano de contas plano de contas e contabilidade de custo estão de mãos dadas Acredito eu que considerando os avanços da integração e da padronização nós possamos chegar a um nível de padronização e de coerência contábil tal no sistema que em um futuro
muito próximo nós possamos pensar até Dr Marcos na consolidação dos nossos balanços para apresentar pra sociedade Não balanço do Piauí do Ceará do Rio ou do São Paulo mas o balanço patrimonial as demonstrações contábeis consolidadas do sistema para facilitar o entendimento da sociedade gerando um nível de Transparência Não visto no Brasil até agora então é para isso que nós estamos aqui é para isso que nós estudamos é por isso que nós temos contabilidade na veia é para isso que nós eh pretendemos trabalhar muito duro e Óbvio tenho certeza que se o recurso for necessário Assim
que os projetos forem aparecendo os os gestores não se furtar a tentar atendê-lo na medida do possível Ok então tá aberto aí para alguma pergunta se for necessário pois não colega Luana de Minas Gerais no caso a a sua proposta seria fazer um um esqueleto do centro de cursos baseados né né né Mais ou menos nessa estrutura e aí depois cada Regional eh iria adequar dentro da mesma Estrutura as suas realidades Seria algo nesse sentido ou não é eu costumo dizer o seguinte a gente tem que atender São Paulo a gente tem que olhar para
São Paulo e nós vamos buscar atender São Paulo por que eu tô falando isso né porque você é mais bonito não Emanuel é porque é o maior é a maior recurso da da da do sistema Então se a gente conseguir atender o maior do sistema consequentemente o menor vai tá atendido A ideia é não criar um sistema para cada Regional ir lá e se adaptar não é um sistema Só que todo mundo vai usar é um encontro aí um grupo de trabalho que vai se reunir vai olhar paraa norma brasileira de contabilidade para a legislação
embarcada e criar um sistema de custo para para a medicina veterinário para nossa contabilidade óbvio que enquanto o Conselho Federal USA eh do arcabouço de Contas do plano de conta a gente usa 300 contas Talvez o Amapá vai usar 30 mas se ele precisar de 3.000 conta vai tá lá por quê Porque nós estamos atendendo um regional que usa 3.000 conta se o sistema de custo ah lá no Regional ele não tem eh ele tá sem fiscalização no momento ele não vai usar fiscalização no momento mas vai ser feito algum trabalho através do nar para
ver Por que que você não tá fazendo fiscalização E aí mas a estrutura é uma só para todo mundo porque não tem como Você pensar o sistema veterinário como peças separadas a tal autonomia administrativa ela é subvalorizada o conselho regional e o Conselho Federal tem autonomia para dizer o que que ele vai fazer se ele vai comprar um carro branco ou amarelo verde ou azul você vai comprar Ford ou ou ou Fiat Mas como ele vai comprar o carro é o mesmo sistema que a Luciana brilhantemente descreveu aqui é o mesmo Sistema não se foge
daquela caixinha então isso não vai ser diferente do sistema de custo é um sistema Só que vai ser feito a quatro mãos né não é uma coisa imposta pelo pelo pelo Federal mas um grupo de trabalho que vai trazer contadores aí da do sistema de vários estados a gente senta e vamos propor não vamos impor vamos propor isso e todo mundo vai fazer a contribuição Para quê Para que o pertencimento seja a marca desse desse sistema de custos que vai Ser produzido pois não oi boa tarde Andreia tesoureira do Mato Grosso eh eu queria fazer
uma pergunta em relação a ao que que o Conselho Federal considera o ideal ou mais próximo do ideal de se gastar com fiscalização então quanto que deveria estar no centro de de fiscalização em porcentagem porque a gente sabe que a nossa atividade fim que muitas vezes não se gasta tanto que deveria né então tem uma um número uma porcentagem que se Espera que os conselhos regionais gastem com o com o centro de custo mesmo de fiscalização e eu costumo dizer o seguinte não tem uma um percentual padrão mas a matemática ela vai determinar isso a
contabilidade é uma ciência humana mas a matemática utiliza uma ciência exata que é a matemática e a estatística e por uma série histórica e pelo alcance da fiscalização a o próprio gasto se impõe então se eu for hoje preparar o Orçamento do seu Regional é Mato Grosso eu vou preparar o a peça orçamentária do regional que que eu vou fazer eu vou olhar paraa série histórica que que ficou para trás vou olhar para todos aqueles papéis que foi eh explanado aqui pela Luciana de planejamento porque as fases da execução da despesa senhora tesoureira ela engloba
quatro fases Às vezes a gente de maneira rápida fala que as fases da execução da despesa engloba empenho liquidação e pagamento mas a Fixação da despesa é tão importante quanto à emissão do empenho e a senhora acabou de tratar da fase mais importante da execução da despesa que é a fase de fixação da despesa senhora fez uma pergunta pro contador quantos por Cent do meu orçamento eu vou designar para fiscalização A resposta está nos seus números olhando para uma série histórica e olhando para o planejamento estratégico é um olhar conjunto então eu tiro uma foto
do passado e olho para Onde eu quero ir quando eu Balancear esses dois entendimentos o número vai aparecer sei eh eu entendo até a gente até tem os nossos números eu queria só saber se nós estamos Eh vamos dizer assim com conforme o resto do país né O que se espera porque a gente tem que gastar mais com fiscalização mais do que com diária com geton não é isso então eu só queria entender como eh eu não sei como que o o Federal e os outros tem em relação aos números a gente tem os nossos
aqui né que é em torno de 26 né Brendo da 26% Aham eu entendo que tem o planejamento mas só pra gente ver se tá conforme o resto do país né exato que legal a sua pergunta André eh eu eu estava até o ano passado presidente do conselho de Santa Catarina e há dois anos atrás a gente começou implantou né a diferenciação dos Centros de custo criamos dois princípio né bem rudimentar um administrativo e um de fiscalização a gente chegou em 21 ou 22% não sei se Dr Silas tá ali se ele tem essas informações
mais atuais mas no planejamento tava em torno de 22% eu acho que a gente tá com um número bem próximo né podemos aí variar em alguma coisa de de questão de realidade do Estado né E tenho certeza que o Mato Grosso pelo que Eu conheço tem custos maiores do que Santa Catarina pela característica do Estado né naturalmente Eh agora tem uma outra coisa que eu vejo como um um um ponto histórico não só no nosso sistema eu não sei qual que é a sua eh a sua seu ramo profissional mas no serviço público muitas vezes
a parte administrativa grita mais alto que a que a parte Finalística historicamente a gente foi engordando muito as áreas meio das instituições públicas né Por quê a o TCU pediu alguém para paraa Controladoria coloca um controlador o TCU pediu alguém Eh sei lá o TCU Ah agora a gente tem que fazer plano de contas fiscal de contrato gestor de contrato então chama mais gente para para para essas atribuições e nós fomos enchando isso RH Contabilidade tudo tudo da área meio né então a gente foi e e deixando de lado a a nossa fiscalização eu acho
que agora a gente vai ter que fazer esse caminho inverso o TCU deixou deu a deixa né olha só 99% a gente sabe que não é só 9% a gente sabe disso né mas quanto é a gente não sabe Vocês já chegaram em 26 lá em Santa Catarina até o ano passado aí eu não não posso falar agora não tenho isso formação era 22% né Eh eh e daqui a pouco ass Senor até tô recebendo a a provocação aqui no nosso no nosso plano de no nosso plano de Nacional de fiscalização eh até eh foi
recém publicado né eu falei dele aqui a na minha na minha apresentação Tá previsto 25% então a gente tá num você vê aí né um conselho tá em 22 outro tá em 26 nós estamos chegando perto aí a Gente tem que ir em cada realidade e primeiro ter as informações separadas porque talvez todo mundo tá nisso aí 22 para 25 ó eu acho tenho certeza que com um pouquinho de esforço a gente consegue eh contratar mais um fiscal né talvez soltar mais a né a a rédia da fiscalização o que não dá é para ser
12 isso não dá né Já temos um patamar no sistema que é 25% e que tá muito próximo ao aos dois exemplos e devemos ter Outros aqui que não abriram né os seus exemplos Boa tarde colegas Volnei e tesoureiro do Rio Grande do Sul Boa tarde Dr Eliseu Dr Marquinhos eh quando Dr elu fez o resgate ali falando um pouquinho da retrospectiva histórica Rei na iniciativa privada em relação ao centro e custo aprendi a lidar com centro e custo em cooperativas né naquele processo ali de liberação de liberalização da economia onde que Muitas cooperativas do
sistema Agro faliram por não estarem atualizados n suas formas de gerenciamento não acompanhar né mais atentamente porque cooperativa tem toda uma uma estrutura própria né não é uma empresa capitalista não é uma empresa associativista assim como também órgão público né Principalmente de órgão de fiscalização não é órgão fomentador tá então ah por que que a gente foi né naquela época enquanto veterinário de uma cooperativa De produção agropecuária para entender onde que estavam né os gargalos e e as unidades de negócio que estavam tendo eficiência ou não no seu negócio bem a gente entende mais ou
menos assim a parte contábil e de tesouraria de uma entidade né como como o integrante do sistema E aí nesse último slide eu acho interessante porque desde o início da nossa gestão A tá encerrando agora um ciclo passando fase de transição pro próximo tesoureiro então aqui com a Equipe da parte contábil entender bem as atividades fins Tá mas agora quando a gente sabe que pro orçamento do ano que vem tem já determinado que ah os salários encargos dos fiscais com esse novo plano de fiscalização na Nacional tem que ter um centro de custo a parte
justamente para ter eh Claro para o TCU que aliás outra coisa que em relação a ao treinamento que eu tive aqui em 2022 a Qual ficou marcante pela palavra do Valentino de manhã e a sua agora de Tarde né que também nós temos nosso CPF em jogo aqui até então o t não se manifestava muito Parece que agora ele tá se manifestando mais e é interessante isso serve de alerta pra gente também só que enquanto nós sistemas é até isso podia ser e pode ser debatido melhor amanhã na pauta livre em cima da colega né
do que a colega do do Mato Grosso perguntou em cima do diagnóstico que tem o sistema em Relação aos regionais nós temos já uma expertise ali no Rio Grande do Sul claro que ninguém é perfeito estamos aperfeiçoando mas a gente tem uma ideia de como é que trabalha mas eu não consigo preparar por exemplo o apoio administrativo né do setor de fiscalização é não se eu considerar somente os fiscais que estão em dar Campo fiscalizar a pessoa física e jurídica sem o suporte da secretaria sem o por administrativo do jurídico tá lá No no no
no no processo administrativo Então acho que esse tipo de reflexão a tem que ter também né porque senão a gente fica ali com 9 10% do dos fiscais os regionais que tem pouca estrutura de fiscais de car campo né ah lá o item 1.4 consulta o que que é a consulta eu entendo que uma plenária ordinária que tem sim Di área jeton que a gente faz também plenária online lá no Rio do Sul é um órgão consultivo tá a gente delibera também avalia a questão da Regulamentação Então se pegarmos né na na na questão fria
D das diárias de retom não é não é uma atividade F sim uma atividade uma plenária é uma ativid idade fim tá então a gente tem que saber também defender isso perante o tribunal então eh a minha minha pergunta e minha minhas indagações são em relação a isso ah falou ali 490 né 400 e alguns números auditados pelo tribunal de conta 80% aí não estão cumprindo atividade de fim né perante ao sistema cfmv crmvs Qual é o Nosso diagnóstico né não tem Claro mas a gente já tem como fazer um diagnóstico Então acho que faz
parte né da do debate né e da e dos questionamentos eh a gente tá fazendo o nosso trabalho né Todo mês a gente manda Unos balancetes para cá né com as devidas observações Mas a gente nunca desde o primeiro dia de de gestão e estamos encerrando né a nossa a nossa participação no sistema tendo em vista tendo em Foco os objetivos né da finais aí principalmente questão dos processos Ético a gente deu uma uma uma agilizada nas a a a a questão da regulamentação com relação à fiscalização também a gente aprofundou mais só que a
gente tem que acompanhar muito mais ainda para não ficar deixando Rastro pro tribunal nos pegar no pé seria isso eh antes de de responder complementando Valnei a gente teve dificuldade assim porque eh o Val falou Em em suporte administrativo a fiscalização né e assim o que que é fiscalização fiscalização é só o fiscal sair do Conselho e na empresa fiscalizar ou também é eh o o trabalho que é produzido por ele lá e que é impulsionado por outros funcionários que não são fiscais os autos de infração os autos de multa né os processos que vê
daí as defesas né o processo que sobe aqui pro Federal em Segunda instância Então é talvez a gente tenha que se debruçar e falar assim ó até aqui é fiscalização daqui para lá não é mais e outra coisa é exatamente numa plenária Você tem os cinco tipos você fiscaliza regulamenta faz supervisão consulta e ainda tem alguma coisa administrativa como é que a gente vai lidar com isso tem um uma palavra que quando essa palavra é falada os contadores fica Arrepiado o nome dessa palavra é rateio essa palavra chama-se rateio rateio da despesa rateio do custo
porque dentro dessa palavra ela vai englobar uma primeiro que é o seguinte quando se fala em rateio e contabilidade de custos se a instituição olhar unicamente para o contador não vai sair a contabilidade de custo porque a contabilidade de custos ela transcende a questão contábil e quando você pega a palavra rateio e Coloca ela em evidência você tá falando aqui em mapeamento de processo você tá falando de Pop você tem tá falando de rotina de trabalho porque o contador não tem última Instância a obrigação de per de cavar o rateio do gasto ele tem que
receber a informação receber a informação e E aí sim Fazer o registro mas como é que o contador vai receber o rateio da informação vamos simular aqui um exemplo Para ficar mais claro vamos falar de atividade judicante atividade judicante é um subproduto do fiscalizar seria o correspondente ao administrativo dentro do fiscalizar o fiscal pegou o carro foi a Campo lá ele visitou a empresa a a empresa b o profissional a o profissional b e trouxe um laudo de de de infração daquele profissional daquela empresa e e tá ensejado no escopo daquele daquela notificação de infração
uma multa que aquela pessoa vai Pagar até aí não quer dizer que vai ser paga a multa mas daí paraa frente o trabalho do fiscal encerrou começa o trabalho da atividade adjudicante atividade essa que vai transformar aquele aquele aquela notificação em um processo de fiscalização e esse processo de fiscalização vai transitar pelo corpo jurídico que dá suporte ao fiscalizar vai em última instância passar por uma plenária aonde Os pares daquele daquele profissional investigado vai vão se debruçar sobre o assunto então tudo isso custa dinheiro e aí na sua pergunta a a resposta é rateio rateio
Então mas tudo bem E para eu fazer o rateio aí eu preciso de conversar com planejamento estratégico preciso conversar com o administrador por quê Porque aí eu vou começar a separar as caix tinha então esse esse grupo de Empregados embora que não sejam Fiscais mas trabalham para a fiscalização então é custo da fiscalização e não só isso mas a energia elétrica gasta ali a gasolina a água a manutenção daquele espaço o equipamento que tá sendo utilizado Então você tá começando a entender que quando você pede um balancete da atividade AD judicante ela vai vir com
n despesas vinculadas a ela agora o o o o forte da coisa e o complicador paraa vida do contador é porque a mesma nota fiscal Que pagou a gasolina que eu vou tirar um um quinhão dessa gasolina e alocar na rubrica eh eh combustível e no centro de custo eh atividade judicante dos da subdivisão fiscalizar a mesma nota fiscal pagou a gasolina do do do do do do pessoal do RH que é atividade meia por e simplesmente então percebe-se aqui nesse momento que há uma simbiose Clara entre a contabilidade o administrativo essa simbiose tem que
se dar em que momento no momento que eu Faço a estruturação organizacional por isso eu coloquei ali na minha apresentação cadeia de valores se eu não tenho um planejamento estratégico bem feito se eu não tenho a delimitação dos processos e macroprocessos e e atividades bem delimitadas a contabilidade não vai fazer contabilidade de custos não porque não quer pela Total impossibilidade de fazer às vezes nós estamos lá na contabilidade e você não sabe a Frustração do contador quando ele pega um determinado documento às vezes eu vejo ali a Luciana pega um determinado processo aí ela fica
vermelho assim eu falo aí a galera fala que que foi ela fala não tem informação aqui que que eu faço com isso aqui é é 10 10 de quê lembra quando você fazia prova de química se acertava na matemática ess e errava na Química porque você fez uma matemática Monstruosa e encontrou 10 mas 10 o qu amigo a parte da química você esqueceu porque era 10 banana era 10 melancia você esqueceu então eh e doutor eu digo o seguinte pro senhor a contabilidade de custos é uma contabilidade muito bonita e é uma contabilidade rica mas
ela tem condição de ser feita única e exclusivamente se a instituição entender o que é a contabilidade de custos e se a coisa começar de cima para baixo e se Materializar de baixo para cima há um encontro aí então então a palavra é rateio palavra é rateio se a gente não entender que contabilidade de custos é uma simbiose entre administração e contabilidade se o administrador Vou chamar o administrador para essa conversa senhor administrador se você não nos der processos e macroprocessos mapeamento de rotinas do nível que possamos subtrair dessas informações o custo embarcado nas ações
Estão delimitada nesse slide não acontece contabilidade de custo porque o contador não inventa o contador não inventa nós não podemos quanto será que ele gastou nisso não funciona dessa forma nós registramos atos e fatos administrativos se os atos e fatos administrativos não nos foram disponibilizados não há o que fazer não h o que fazer aí o que que vai acontecer se o contador tiver juízo na cabeça ele vai nas notas explicativas fazer um bom Um parecer contábil tirando dele da reta guardando o cpf dele no outro canto por eu não fiz contabilidade de custo não
atendi todo esse arcabouço de legislações porque a instituição não me deu condições como é que o contador tem que fazer então tem que provocar senhor contador senhor tem que provocar o senhor administrador e o senhor administrador que tem que provocar o senhor G E aí a coisa funciona por quê Porque às vezes o gestor tá envolvido com tanta coisa que o gestor não tem tempo para essas particularidades mas o gestor tem que ser instado n algum momento ele tem que ser chamado e e como é que se chama o gestor contador não fala contador escreve
o contador escreve escreve passa pro gestor garanto para os senhores todos os profissionais do sistema sejam eles os médicos veterinários sejam eles Os advogados os administradores os contadores estão imbuídos na melhor prestação de serviço paraa sociedade brasileira é isso que queremos E é isso que fazemos se a coisa não aconteceu AC contento é porque não houve provocação a omissão ela como foi falado pelo advogado pelo Dr Valentino a omissão também pode ser punida então nós estamos tratando aqui de contabilidade de custo padronização do sistema de custo nós estamos falando de simbiose que é uma Integração
tal uma palavra boa para os médicos veterinários Talvez os contadores não são muito familiarizados com o termo simbiose mas os médicos veterinários sabem muito bem simbiose é o que faz a sua flora intestinal com o seu intestino tem todo um ecossistema dentro do seu intestino quando essa Flora e essa fauna intestinal se desarranja o preço é alto e é o mesmo resultado que dá na contabilidade mal feita Ainda bem que eu não precisei Falar estou virando um ser humano melhor sen nesse sentido pegando o gancho da apresentação anterior aí dos do Mato Grosso Goiás Rio
de Janeiro Rio Grande do Sul na minha cabeça aqui de médico veterinário faz mais sentido você colocar o custo depois do que antes porque se você tem que fazer eh uma plenária uma plenária uma atividade multi é disciplinar né multitema multitemático Eh como que eu vou convocar uma plenária já falando que é x % disso x daquilo y t n pode não ser né já vi o Rodrigo ali discordando né e eu né Eh datavenia usando aí a a um pouco do jurídico é é o que eu compreendi diss aqui tudo né que talvez seja
melhor você jogar o custo a identificação do custo lá lá PR frente mesmo é uma provocação é o a contabilidade de custos dentro do dentro do sistema da implanta ele pode acontecer na fase de planejamento na Fase de liquidação na fase de pagamento isso é planejamento Isso é conversa quando quando se sentar para discutir de maneira mais acurada o assunto pode se fazer testes testes com a ferramenta em planta e testes processuais aí a simbiose Entra de novo temos que fazer testes processuais e testes com a ferramenta em planta para saber qual é a maneira
menos menos onerosa do ponto de vista laborativo e menos onerosa do Ponto de vista até financeiro né mas dá para ser feito o sistema implanta permite a execução do custo nas nas três fases pois não isaí Ana Paula crmv Tocantins ok ele permite Mas uma vez que eu escolho se eu escolho pelo orçamento não consigo mudar isso durante o exercício e se eu quando eu escolho pelo planejamento que pelo orçamento na hora que eu empenho eu já já tá decidido Qual é o centro de custo Na minha fase de liquidação e pagamento eu não consigo
alterar o centro de custo ou seja o rateio eu não consigo fazer também porque se acontece isso depois do meu empenho né então Eh realmente é algo assim a ser sentado estudado pensado e testado porque não dá para só falar é esse ou esse se se for para seguir uma linha e que isso é um sonho né a ser realizado realmente tem que fazer isso e só para finalizar a questão que você falou de um balanço Consolidado isso também é uma realidade que só será possível se todos usarem as mesmas contas não só centro de
custo mas o plano de contas também né É só isso a contribuir ISS tá tirando foto pode tirar foto depois depois é o Luc deixa eu falar eliz você falou muito bem assim eu até quando eu iniciei o processo lá no CMV Alagoas Eu estranhei assim centro de custo você falou bem custo quando você iniciou o processo assim as indústrias Né estatais então em se tratando de nós temos eh gasto despesa custos e despesas então o custo na minha concepção contábil ele é voltado diretamente à indústria você falou em departamentalização então a gente faz o
rateamento em departamentos eu tenho uma indústria de laticínio leite é matéria prima mas fabrica os departamentos de queijo coo queijo manteiga queijo mç e assim vai então cada departamento posso ratear a Cada departamento departamentalização então assim eu não concordo na parte pública saber de custo se custo é votado à indústria isso levando em consideração o que a contabilidade fala no seu contexto certo então assim eu trabalho numa indústria Tem a parte Industrial que é a parte de custo e tem a parte administrativa que é a despesa Então o que é administrativo é despesa O que
é voltado paraa indústria É custo Ah quanto eu gastei não cont temi de custo paraa fabricação de um determinado produto beleza aí como falou ali como vamos ratear uma uma uma assim uma um custo aí por que custo em comidade pública certo centro de custo se não somos indústria nós somos uma autarquia então onde fica a despesa aí aí ordenamento e despesa onde é que fica a despesa levando em consideração que a comidade é uma quantidade eh ela é única mas existe as ramificações a bancária a Pública né a como se diz a comercial a
fiscal certo a gerencial a financeira então tem todo esse essas ramificações ela é única mas tem as ramificações na concepção da contabilidade custo está voltado diretamente às indústrias não a parte autarquia ou mercantis comércio tanto é que se eu sou Comércio e compro uma mercadoria de uma Indústria eu não me acredito do IPI porque não sou participando do IPI me acredito do ICMS Não é isso porque é justamente é um tributo não cumulativo e o IPI ele se ser não cumulativo quando é de indústria para indústria isso quando sofre a tributação do IPI Isso é
fato Então nesse proposto aí qu você começou na indústria a quade eh a 4320 começou na indústri as Tais Logo no início você enfatizou então é louvável uma indústria não é uma autarquia que seja indústria que fabrica né uma estatal digamos assim então ela trabalha com custo do Departamentalização mas os conselhos regionais trabalh com custo centro de custo aí fim e a despesa Fica onde água luz telefone E aí quer dizer isso é uma essa é uma uma coisa que tô voltada paraa contabilidade no seu contexto social certo então nós trabalhamos em cima de gasto
despesas custos desembolso certo então eu na minha concepção como professor e que eu ensino contabilidade né introdutória em geral Eu dou pros alunos as diferenciações entre essas situações então eu eu na minha na concepção não isso é fato na contabilidade você falou em atos e fatos né então a gente a gente contabiliza na pública tanto os atos quanto os fatos na Mercantil só os fatos os simples meiramente um um quadro juvante no processo certo então assim esse vamos ratear ratear o rateio se faz em indústrias rateamento de de Custeamento de departamentalização mas ratear uma coisa
dentro da Pública eu acho um pouco discrepante acho um pouco fora do contexto isso voltado paraa contabilidade seja ela qual for eu estou trabalhando com ramificações da contabilidade a pública é uma ramificação eu até estranhei centro de custo custeamento custo tem se alguém discordar disso aí então eu sinceramente não consigo entender das mudanças pela 6404/76 né Que houve n em 2007 pela 113 / 2007 aí não deu condições ch a brecha aí vamos para MP 449/21 também não deu certo aí vamos para vamos fechar com 11941 para 2009 que determinou na verdade as as as
algumas BRIC serem extintas e uma demonstração ser extinta como doar que não tinha fundamentos na contabilidade Isso é fato então estamos para penso as mudanças Então se tivemos que mudar então tiraremos esse negócio De custo e Voltaremos para as despesas Ah quem é ordenamento de despesa não tem de custo mas fala sobre ordenamento de despesa na contabilidade pública isso tá bem claro isso eu falo que é que que a contabilidade rege no seu contexto desde a criação tá me entendendo Então as ramificações existem agora as autarquias usar centro de custo sem ser indústria essa minha
Essa é minha colocação você falou em departamentalização rateamento só se Rateia como se tem departamentos para o departamento que eu trabalho desse departamento contábil vou rachar o quê Ah o que é contabilidade aí tem a parte também é água Lu telefone e fazer cor ramento elaa colocação ali Ah se eu sim faço uma liquidação e quando eu empenho e pago na verdade então como é que eu vou simplesmente tirar fazer esse rateio se alguém discordar de mim eu eu razo meu diploma Ok Ok eh bem pelo conceituando né conceituando aqui custo E despesa Eh vamos
usar aqui como exemplo um batom vamos usar como exemplo um batom e vamos conceituar custo e despesa nós temos a dona Gisele Bin que é uma mulher maravilhosa e compra batom Tá certo se a dona Gisele bint compra o batom e ela passa esse batom elegantemente na top model Gisele Bin ela vai conseguir um valor agregado em cima daquele batom porque aquele Gasto gerou o um rendimento tá certo mas a dona Gisele Bin mãe lá do filho dela comprou um batom e ela passou um batom para ir na festinha da quadrilha dos meninos que vão
dançar lá na escola ela não ganhou nenhum valor agregado em cima da da da compra e da utilização daquele batom então aquele batom é uma despesa Então a gente tem aqui um gasto com duas aplicações Claras a diferença é a destinação de uso e a destinação de uso determina o se é custo Se não é aqui nós não temos a mesma destinação de uso mas temos a destinação de uso atividade finalística e temos a destinação de uso atividade meio então eu vou usar agora não o batom mas a gasolina eu comprei gasolina e eu enchi
o tanque do carro do fiscal que vai sair para fiscalizar ele aquela gasolina foi utilizada para atividade finalística Então nesse momento ela tanto é um gasto com combustível lubrificante quanto Recebe o carimbo de custo da atividade finalística Mas aí o Emanuel vai comprar vai comprar refrigerante porque vai ter um Coffe Break e ele abasteceu o Honda Preto lá do Conselho então a mesma gasolina agora tá paraa atividade finalística atividade meio então nós temos um gasto um dispêndio chamado gasolina mas ele vai receber um carimbo de atividade meio quando a nota fiscal chegar do posto de
gasolina um abasteceu R 230 o outro Abasteceu R 70 e poucos reais quando o gasto com gasolina chegar a nota fiscal tem tem um total de R 20.000 gastos então quando eu vou fazer a liquidação daquele pagamento nesse momento a pessoa que tá liquidando tem que me dizer olha tantos por desse gasto com essa nota foi com atividade finalística e tantos por foi com atividade meio E aí lá na minha contabilidade do empen lá na implanta quando eu vou fazer o meu gasto Então eu vou usar a rubrica orçamentária gastos com gasolina vou usar despesa
patrimonial e gasto com gasolina mas tanto a a o orçamentário quanto o patrimonial vai receber uma designação de custo de atividade meio e atividade fim é disso que se trata então quando eh nó falando ainda da da da do conceito de despesa enquanto que na indústria eh Nós temos dois conceitos na indústria a gente tem um conceito de despesa e custo muito claro bens em Elaboração e bens de consumo bens de consumo É o material de escritório que tá ali sendo usado despesa e o cara comprou uma tora de madeira que vai ser trabalhada e
vai virar uma cadeira maravilhosa custo de produção beleza Olhe para a autarquia da com o mesmo olhar eu não tô produzindo uma cadeira mas eu tô produzindo regulamentação não tô produz uma cadeira mas eu tô produzindo supervisão o valor agregado do gasto é o retorno que a Sociedade brasileira tem a bela modelo que eu usei como exemplo é a nação brasileira então a nação brasileira tá usando a medicina veterinária como quem usa o batom para desfiar na passarela nesse momento os gastos com fiscalização regulamentação supervisão e como órgão de consulta é o o batom utilizado
na passarela agora quando essa mesma autarquia gasta com o conserto do portão que quebrou com a iluminação do Corredor despesa então tá bem claro a destinação E por força de lei e por imposição do órgão regulador e eu entendo que a gente entendo a a sua fala por qu porque a gente não tá olhando como um local de prazer mas estamos olhando pra cozinha como um local de trabalho então a contabilidade desse momento quando você fez esse olhar eu V fazer o mesm olhar ficar no seu lugar e vou olar realmente vai tá um trabalho
da Zorra fazer contabilidade de custos Espero eu que a gente não meta a boca nesse Angu de uma vez só e de maneira inconsequente porque vai queimar acho melhor a gente pegar uma colherzinha pequenininha botar esse prato de angu quente e a gente começar pela beirada comendo bem devagarzinho até chegar ao ponto que a gente possa degustar todo esse mingal de maneira satisfatória Mas é disso que se trata há uma regulamentação legal e há uma Imposição de um órgão de Controle e uma regulamentação técnica embarcado na nbc Então tá todo aí os elementos resta estos
agora arrumar a nossa colher pequenininha montar a nossa panela chamada grupo de trabalho e começar então trabalhar nesse sentido Tá ok parece que tinha você falar Lucas depois o Rodrigo eu acho que uma coisa que at atrapalha nas demonstrações de centro de custo é o repasse da cota parte ser considerado uma despesa tá porque vamos Assim o total da minha despesa ela acaba aumentando em 25% porque a cota parte acaba entrando ali como uma despesa então se eu pego meu total de fiscalização considerando a o repasse para cota parte considerando aquilo como uma despesa lá
no Paraná a gente tem 22,20 de despesa com fiscalização se eu tiro a cota parte e aí se a gente voltasse a fazer como era antes fazer o orçamento com 75% da receita a minha Despesa com fiscalização aumenta para 29 por. Então eu tenho assim um percentual eh considerável eh se eu considerar a o repasso de cota parte como uma despesa e não como só uma transação como a gente fazia antes eu vou fazer uma provocação para você aqui agora por que que você acha que a cota parte não faz parte da dispensa do regional
eu acho que é só um repasse não é uma despesa do Federal Não sei te explicar assim te Então tá deixa eu Fazer um um entendimento aqui com você uma Vamos pensar aqui como é que é a execução da despesa a execução da despesa se dá quando eu tenho um planejamento um empenho uma liquidação e um pagamento Ok e o efetivo desembolso eu vou lhe perguntar aqui aconteceria a transferência o repasse automático dos 25% se o ordenador de despesa do teu conselho não assinar o convênio do Banco do Brasil não né Então tá presente todos
os elementos da execução da despesa Então eu tenho o planejamento de uma despesa chamado repasso para o Federal e eu tenho que eh prever isso no meu orçamento e é na ordem de 25% a minha receita sobrou agora eu vou empenhar esse gasto eu vou liquidar esse gasto e eu vou pagar esse gasto e só posso pagar se o meu ordenador de despesa previamente assinou o convênio com o Banco do Brasil aí vira automático agora se de repente do nada sumir 25% do seu Patrimônio tem outro nome isso entendeu então o ordenador de despesa ele
não pode permitir a saída a evaporação de 25% do patrimônio do Conselho Regional de maneira automática porque não é automático Ele autorizou ele assinou a a ordem de pagamento agora se depois dessa autorização acontece de forma automática tudo bem aí é só um processo de trabalho mas houve de antemão a autorização então a sua despesa é é é aquela que tá lá mesmo Considerando o gasto dos 25% eu Entendo que tem que ter uma autorização do do presidente ou do tesoureiro para ter esse repasse mas eu não acredito que isso só por isso seja considerado
uma despesa eu no meu ponto de vista não não seria uma despesa não sei o que os colegas acham Tá mas no meu ponto de vista não considera que seria uma despesa não só é uma despesa como é uma despesa prevista na lei 5000 517 ela diz claramente lá que é uma que é recurso do do Conselho Federal então é Uma despesa não tem ela tem todas as características de uma despesa e o Conselho Regional se adequar dentro do do do restante então é disso que se trata antes de passar pro Rodrigo em relação a
isso eh o TCU não vai analisar cada con né isoladamente el o TCU não vai analisar cada Regional isoladamente ele vai analisar o sistema aí essa questão que o Lucas trouxe seria Eh reduzida o impacto dela né porque esses 25% ele é uma despesa para você mas que aqui ele vai virar 20 e Poucos 30 por também em fiscalização em atividades finalísticas não vou falar só fiscalização né ou isso não faz sentido Deixa eu ver se eu entendi olha só a o orçamento do Conselho Regional quando ele faz o orçamento dele e do Conselho Federal
há uma proporcionalidade Matemática o Conselho Federal tem uma receita de 25% da receita tributária do Conselho Estadual então quando se olha para a renda do Conselho Federal excluindo aquilo que não é tributário ou seja eh receita de aplicação financeira de recuperação de despesas retirando tudo isso deduzindo tudo isso O que sobra é 25% daí você sabe qual é a receita do Federal dos Estados né então é uma maneira a gente olha obviamente que Quando a gente olha para o o Conselho Regional eu consigo eu consigo entender exatamente o que você pensa e em determinado momento
eu concordo contigo o que que é o meu dinheiro efetivo o meu dinheiro efetivo é 75% então desse 75% é que eu tenho que me comparar mas e isso é o é o olhar do gestor olhando para si mas quando a sociedade olha pra gente e tem inserido dentro do do gasto que o que o médico veterinário paga de anuidade E compõe esse gasto o repasse os 25% por isso que que tem que compor diga Boa tarde Rodrigo crmv Amazonas voltando a apresentação que o senhor falou sobre o centro de custos achei muito interessante Quando
o senhor falou de ter um balanço cons de todo o sistema eu acho que é o cenário mais ideal para todo o conselho de fiscalização né Não só o nosso de veterinária e aliado a isso O que o Senhor também falou e eu concordo 100% com o senhor que não depende apenas da contabilidade Depende de todo os procedimentos operacionais de todos os outros setores estarem ali elencados as suas rotinas e a contabilidade entender todos os processos para poder classificar da forma correta E aí aliando um assunto ao outro todos os regionais teriam que ter um
Proc ento minimamente semelhante para que o que seja considerado fiscalização no meu Rateio aqui no Amazonas seja o mesmo Mato Grosso do sul no Paraná enfim todos os estados e que o Federal também porque assim e eu entendo que a atividade do Federal Ela é bem diferente da atividade do regional que o Regional ele principal foco dele é a fiscalização como o seu tesoureiro também elucidou que a burocracia brasileira ela acabou inchando o setor administrativo por isso que a gente tem um gasto excessivo com a administração e nem consegue repassar Isso pra fiscalização e a
o Federal em si a o foco dele acaba sendo regulamentar as atividades né dos veterinários e dos Regionais então assim nós temos dois dentro de um sistema Nós temos dois núcleos que tem atividades diferentes e a gente tem que alinhar tudo isso dentro de um mesmo sistema de plano de contas e ratear isso dentro de um centro de custo eu acho que esse trabalho que o o Dr elizel tá propondo de fazer um grupo de trabalho para fazer Um centro de custo único para todo mundo ele vai além do centro de custo ele vai atingir
também a fiscalização os setores administrativos as controladorias e eu acho que isso é muito maior do que a gente tá conversando aqui sim pode ah considerando a essa essa a mil perdão Milton do o Rio Grande do Sul H nós temos que lembrar na hora de consolidar os balanços que essa receita do Federal Daí não pode ser somada né ela não pode fazer parte daí na hora de consolidar Porque como a gente arcara 100% ah não podemos somar a receita que foi para o para o Federal da Então essa discussão ela ela ela necessita de
um olhar no meu ponto de vista até jurídico tá Por quê Porque no meu entendimento eu tô agora falando aqui não é muito bom colocar opinião certo eu gosto de falar com fundamentação mas eu vou trazer a minha Visão dessa situação Olha só eu tenho um boleto de anuidade lá no Regional porque o Conselho Federal não gera boleto Então esse Boleto que foi gerado lá no regional 100% desse boleto pertence ao ao estado 100% pertence a ele por quê Porque o o a pessoa física ou jurídica que tá pagando aquele boleto de anuidade ele tá
inscrito naquele Regional ele ele espera uma prestação de serviço daquele Conselho Regional então 100% daquela daquele recurso é do é do regional se a gente for partir desse desse viés de que os 25% não a despesa do Conselho Regional porque ele já morre na fonte da mesma forma Então a gente vai ter que estabelecer o mesmo critério para conta de água conta de luz para conta de internet porque sem luz sem internet não funciona então a empresa de saneamento básico lá do Rio Grande do Sul ela tem um percentual Dentro da receita do do regional
dos Regionais se a gente for analisar dessa forma então Eh há necessidade Acredito eu que H necessidade de um olhar até uma consulta se for o caso para o TCU para perguntar e aí como é que funciona isso a receita efetiva do regional é 75% ou 100 no meu ponto de vista a receita do regional é 100% daquilo que Ele gera que ele produz de carteira recebível agora o que que vai acontecer com esse recebível Depois de creditado na conta corrente aí já é o outro departamento aí já é 25% para um lado despesa para
outro curso pro outro e E aí a coisa acontece né É o que eu tava me referindo também é quando chegarmos né A questão de os nossos balanços estão consolidados todo o sistema a gente tem que lembrar de não poder somar daí Nessa situação a receita do do Federal não é nem descontar ela simplesmente não poderia existir ali né É É um é um critério de de consolid no Critério de consolidação vai se colocar muito claramente Qual é a receita de cada ente né E qual o gasto total do sistema né ou seja o gasto
total do sistema é a soma dos 100% que os regionais receberam Essa é a é a configuração do gasto do sistema o Conselho Federal tá embutido dentro desse gasto E aí aonde que um detalha é necessário isso é bacana eu acho que tem mais alguma questionamento então eu agradeço aí a a Participação de todos e obrigado Dr Marc Agradeço também [Aplausos]