nesse vídeo iremos resumir os passos para fazer o test de para quem desejar mais detalhes veja no meu canal do YouTube o vídeo com explicação completa sobre o cálculo e outros temas abordados no cpc1 o primeiro passo para essa avaliação é a definição da unidade geradora de caixa que pode ser um ativo individual ou um grupo de ativos para esse exemplo Vamos considerar uma máquina que gera caixa suficiente para considerado como a unidade geradora de car o segundo passo será analisar o preço líquido de venda menos as despesas para vender esse ativo essa definição de
preço é mais viável quando trata--se de um ativo individual pois a base para a determinação desse preço deve surgir de um contrato de venda formalizado ou avaliação desse preço em um mercado ativo o próximo passo é a avaliação do valor em uso para essa avaliação a definição de unidade geradora de cxa será muito importante pois serão estimadas as entradas e saídas de caixa dessa máquina as entradas de caixa significam as receitas com vendas dos produtos que são produzidos nessa máquina e a saídas são os gastos com matéria prima mão de obra manutenção entre outros gastos
que poderiam ser alocados diretamente para essa máquina esse cálculo é demonstrado em mais detalhes naquele outro vídeo do YouTube que Eu mencionei mas notem que o fluxo de caixa está considerando apenas o ibida ou seja está projetando somente o quanto esse ativo gera de caixa para empresa excluindo atividade financeira impostos depreciação amortização e outros itens que para analisar a operação não interessa esse cálculo é extrapolado por 5 anos conforme a orientação do CPC e existem regras específicas para determinar a taxa de desconto o valor do ativo ou da unidade geradora de caixa será o maior
valor entre o preço de venda e o seu valor em uso nesse exemplo encontramos r$ 90.000 o valor contábil líquido de depreciação é de R 95.000 e finalmente encontramos a nossa provisão para perdas no valor de R 5.000 cada unidade geradora de caixa pode conter ágil por rentabilidade futura ativos intangíveis de vida útil indefinida que podem ser avaliados todas as vezes que houverem indícios de ou no mínimo anualmente para cada ativo imobilizado e mais ativos de vida útil definida A análise deve ser feita somente se existir indícios de perda esses indícios devem ser acessados no
mínimo a cada data de balanço por exemplo companhias de Capital aberto devem fazer essa análise trimestralmente durante as suas itrs se houver a necessidade de impairment o ágil deverá ser o primeiro item a ser baixado e os demais ativos asos entrou na sequência sendo que a desvalorização irá ser alocada proporcionalmente a cada ativo