Jean Valan, onde você está nesse momento, meu amigo? Olá, meu irmão Flávio. Estou em Natal, cidade na qual nasci e por aqui continuo. Um abraço fraternal para você, para todos os nossos eh irmãos e irmãs que se conectam maravilhosamente contigo nesse exercício de buscar novos horizontes, se afastar da ignorância e, acima de tudo, vibrar com carinho pela vida, porque nós precisamos seguir adiante e não tá fácil. Como é que tá o clima hoje em Natal? Muita chuva, tá quente? Tá frio? Conte para nós. Não tá razoável. Acho que deve tá uns 30º. Razoável para o
pessoal que gosta. Eu eu não acho legal isso. Eu eu detenho nesse corpo algumas células que não gostam de calor e o calor daqui é sufocante. Mas Natal continua maravilhoso. E antes de trazer a pergunta do César Freitas, gostaria de de saber, Rogério, Você viajou por esses dias porque já tem o quê? Um mês que você não vem aqui no canal, mais ou menos. É isso? Tem, chega dar um m é por aí, né? De lá para cá, alguma viagem? São várias viagens. Alguma novidade para contar para nós antes de começar as perguntas? Fique à
vontade. Nós queremos saber como foi os últimos dias na vida de Jean Vauelan. Olha, tudo tranquilo, muito trabalho. As viagens foram em torno de Petrolina, São Paulo, Rezende. Eh, eu penso que antes, eh, da última vez que estive, eu já você me perguntou, eu estive em Portugal, Espanha, não sei se foi antes ou depois, mas enfim, em cada lugar que eu chego, sempre tenho o privilégio de encontrar alguns amigos e amigas que eh se incorporam a esse processo de busca de esclarecimento, né? Então, as conversas são maravilhosas, os encontros também e assim tem sido a
vida. É isso aí. Olha, pessoal, gostaria de pedir para vocês nos ajudarem na divulgação dessa live. Compartilhem o link, vamos jogar no ventilador. Convide todo mundo, a família, turma, os amigos. E vocês que puderem, deixa o joinha, o like, o gostei para reforçar o nosso trabalho aqui. Eh, Umbanda Igor Simões tornou-se membro do canal. Gratidão. E a primeira pergunta aqui já é do César Freitas. Ele disse o seguinte: "Poderia comentar algo sobre Ninhod e a Torre de Babel?" Ah, perdão, o microfone agora sim valendo. OK, certo. Tá. Um dos um dos livros que eu publiquei
eh chama-se Homofetividade, o segredo perdido do Éden. É o primeiro de uma série de sei lá quantos, mas assim é um romance histórico, na verdade é um os autores são amigos espirituais que me pediram para produzir essa série de livros, né? ressaltando a questão da identidade de gênero e da homofetatividade, desde os tempos do paleolítico superior, antes mesmo do dilúvio e por aí vai. E nesse livro, eh, é contado uma série de episódios e um deles se passa na época da Torre de Babel, mas é um momento, é, foi um momento difícil da humanidade e
muito complicado de ser entendido hoje em dia, né? Porque nós vivemos um tipo de existência. A vida como nós a vivemos hoje é muito diferente do que os nossos ancestrais viveram há cerca de 4, 5, 6, 7.000 anos atrás. e um grande processo de percepção arqueológica hoje, se você olhar através de um de um bom mapa, o relevo do Oriente Médio, você vai perceber que na região aonde se situavam cidades Sodoma, Gomorra. Eh, ali existe um um resquício incontestável de explosão atômica, na verdade duas. E isso foi contado pelos cronistas acadianos. E o registro dessas
explosões da chamada Torre de Babel. Eh, e por aí vai, os grand os grandes soberanos da época. Tudo isso antes de ser assunto bíblico. Na verdade, esses temas já haviam sido descritos pelos sumérios, pelos acadianos nessas tábulas uniformes, que foram encontradas no século, segunda metade do século XIX, aonde hoje é o Iraque, nas ruínas eh da antiga cidade de Nínive, capital do império assíria. Em resumo, há provas documentais extenuantes sobre a questão do que teria acontecido naqueles dias e como se não bastasse essas mesmas tábulas sumérias. E a interpretação mais profunda disso foi feita pelo
Dr. Zekar Sitchen, recém-falecido, nos seus livros que ele denominou As Crônicas da Terra, em que ele traduz eh esses contos acadianos, sumerianos. E lá está a descrição desses tempos, inclusive das duas explosões que ocorreram naquela região. E a briga entre os dois clãs De seres que não eram humanos e que habitavam a Terra. E aqui eu me refiro aos clãs de Enk e de Enl, os dois filhos de Anu. E quem são esses seres? Anu, Enk e Enl são três dos membros daquilo que a Bíblia no livro Gênesis, que é o seu primeiro livro em
termos de Antigo Testamento, diz que houve uma época lá atrás da história da Terra em que os Nefelim estavam presentes na Terra, o que se deduz que houve uma época em que eles não estavam. Exatamente, porque eles não são da Terra. Na linguagem sumeriana, Nefelin é o nome desses seres. E como os sumérios na substituição das civilizações mesopotâmicas foram substituídos pelos acadianos. Então o nome Nefelin em sumério na linguagem acadiana passou a ser Anuna. Então, esses seres que não eram da terra, mas que estavam na Terra no período em que as tais coisas descritas nessas
crônicas aconteceram, é exatamente a raça desses seres em que Anu era o comandante deixou na terra Seus dois filhos em que em Liu e estes clãs então disputavam diversas porções de terra. Eh, e a história da Torre de Babel tá muito vinculada ao fato de que em certo momento dessa história, os seres humanos que habitavam essa região, eles estavam se organizando, formando quase que um reino humano, porque até então um grande número de seres não humanos é que comandavam as cidades terrenas. Há 4, 5, 6, 7.000 1 anos atrás, os seres humanos já eram racionais,
não do modo como somos hoje, mas eles usavam racionalidade para obedecer as ordens desses deuses. Cada cidade, principalmente as chamadas cidades eh da Mesopotâmia ou Sumérias, Ur, eh Uruque, são várias. Na Bíblia surge o nome de Jericó, de Arã, são várias cidades, né? Cada cidade dessa tinha um rei sacerdote normalmente humano, mas o deus dessa cidade era um desses seres ou um Anuna que é ser biológico desse universo, ou Seres de universos vizinhos que conseguiam nessa época em que os portais está estavam abertos interagir com essas cidades. Enfim, durante esse período aqui, 7 a 4000
anos atrás, cada cidade dessa tinha, repito, o seu rei, o sacerdote, mas quem mandava era um, entre aspas, Deus. E se você olhar a história do Império assírio, Senakerib, Survanipal, Nabonassar, todos aqueles Samurab, todos os imperadores assírios, antes de ir para alguma guerra, consultavam os deuses, só iam se os deuses mandassem. Então, era um é um tipo de vida que para nós hoje parece ficção. Muita gente ou por desconhecer ou porque não consegue entender, não dá mínima para essas situações, mas elas são realísticas, elas são um painel de um cenário que já não mais existe
por enquanto, mas existiu. E a torre de Babel foi exatamente a tentativa de um grupo de humanos que meio que tentou eh bem antes do que a genética grega viria a tentar mais tarde, que é se libertar do jugo dos deuses, né? Se livrando da dos efeitos da mente bicameral. Eu explico daqui a pouco o que é isso. Mas esses humanos então comandados por figuras cujos nomes também alguns se perderam, outros permaneceram na história. A torre de Babel não é aquela história de fazer uma torre para chegar junto de Deus. Isso é uma descrição meio
infantilizada. Na verdade, houve um agrupamento de seres humanos que se fortificou a tal ponto esse agrupamento que quase que eles queriam fundar um reino dominado pelos humanos e não com essa interferência de seres de fora. Quem Liu achou por bem acabar com tudo isso e espalhar aquela etnia humana para que eles não falassem mais a mesma língua, fazendo com isso que eles perdessem o o o a importância numérica com que normalmente eles se ajuntavam. Enfim, esses seres humanos estavam muito concentrados numa certa região, adquiriram muito poder, começaram a construir eh templos, outras construções algo megalíticas.
E esses seres viram que eles não queriam mais obedecer a eles. Eles providenciaram essa confusão. E esse é o conto sumeriano. Só que quando Javé foi montar os seus contos bíblicos através da linguagem dos hebreus, ele tomou desses mitos sumerianos, como o dilúvio também é outro. como tudo, tudo, tudo que existe na nos primeiros cinco livros da Bíblia, Gênesis, Êxodo, Números, Deuteronômio e o outro agora não estou me lembrando aqui direito. O fato é que esses os principais acontecimentos daqueles desses livros que formam a Torá, né, tudo que aparece ali é como se fosse componente
da mitologia judaica, mas na verdade é tudo conto sumério, tudo contago. das passagens do Levítico, do Deuteronômio, do Êxodo, Números e do do Gênesis, que são os cinco livros, né? Se você for fazer uma pesquisa, você vai remontar aos contos sumerianos ou acadianos ou caludaicos. Tudo é muito mais antigo do que aquilo que ao tempo de Moisés foi apresentado. Então, basicamente, hoje existe uma cicatriz terrivelmente demarcada sobre a região do Sinai, aonde uma das bombas explodiu antes de cair no chão. Tem lá uma marca triangular. E lá em cima, no vale de Sidom, onde está
as cidades, Sodoma de Gomor, Sodoma, Gomorra e outras, foram destruídas. Isso se relaciona também com esse lance que foi contado como sendo a torre de Babel, eh, que cujo cenário mais profundo é que os humanos queriam se libertar dos deuses. Nessa época aqui, só concluindo a resposta, indo agora agora para o sistema bicameral que eu falei, qual é o detalhe? Eh, Julian James, eh, um psicólogo que nos anos 70 publicou um livro falando sobre a mente de Cameral. O que é que ele disse? que ele percebeu que os seres humanos até cerca de 2600, 2700
anos atrás, né, antes disso não existia nada produzido pelo ser humano que demonstrasse existir algum senso crítico. só depois da teogonia de Exíodo, que surgiu há cerca de 2600, 2700 anos atrás, né? Quando nos livros de Exildo, a teogonia de Exildo, os trabalhos e os dias, isso na Grécia, lá na Índia, aí você tinha nessa mesmo período capilar produzindo sânia, que é uma filosofia Muito profunda que não se refere a Deus, convida o ser humano a libertar-se através do MXA, que é a libertação da ignorância, não se controlado por coisas além da humanidade e sim
ousar criar seus próprios valores. Buda, na mesma época que Capila estava eh semeando as ideias budistas que falam basicamente a mesma coisa. O budismo não é uma religião, nunca falou em Deus na época. Hoje tem budista que fala em Deus, mas isso é uma outra história. E Laudse Confúcio na China também apresentando os preceitos educacionais sem se referir a Deus ou deuses. Ou seja, a cerca de 2700 anos, vários agentes da espiritualidade encarnaram para exatamente começar a promover um final no processo de obediência dos seres humanos via o sistema bicameral em relação às ordens dos
deuses. Ordem dos deuses, sim. A mente bicameral é uma tese que diz que, como a ciência demonstra, nós seres humanos temos dois hemisférios. Num lado, ou seja, em um dos hemisférios, incidiria a voz dos deuses. Aí o nosso cérebro então se assentia de acordo com a ordem recebida. E no outro hemisfério, o nosso eu humano iria ser racional, não no sentido de fazer o que poderia esse ser humano gostar de fazer, mas só no sentido de obedecer aquela voz dos deuses que incidiu no seu psiquismo. Então, no outro hemisfério, o eu humano iria somente obedecer
aquela ordem. Então, até cerca de 2800 anos, 2700 anos atrás, tudo que o ser humano fazia era obedecer a voz desses deuses. Esses homens e mulheres que viveram a cerca de 2600, 2700 anos atrás na Índia, na China, na Pérsia, com Zoroast, Zoroastes eh discursava sobre o crepúsculo dos deuses, ou seja, mostrando que até ali os deuses mandaram, dali em diante, não teria mais essa história. E principalmente Exildo, Thales de Mileto na Grécia. Eh, então esse divisor histórico terminou, entre aspas, eh, com aquele cenário de interferência direta dos deuses na história humana. Deus aí é
uma, é um epíteto absolutamente maluco, desproporcional, não eram deuses, eram somente seres que não eram humanos. E o eh a torre de Babel e todo o contexto que lá ocorreu é um dos cenários desse período. Pessoal, eu gostaria de dizer para vocês sobre estas revistas aqui, são revistas Do Jean Vauelan. A primeira foi essa aqui. Olha que capa bonita. A segunda é esta. A terceira destacando o ser de quatro cabeças Boren Sor e também o último número foi esta aqui de Odin. São quatro revistas até o presente momento. Você que quiser adquirir uma revista ou
as quatro, o link, o e-mail para você falar com a Daniela Ferro, que é a pessoa que administra a revista, tá na descrição e tá agora que eu vou deixar novamente aqui no nosso chat. E olha, Marissete Prestes, ela disse o seguinte: "Rogério, os espíritos se comunicam com os médiuns na terra, estão na erraticidade, passíveis de darem opinião pessoal." E ela disse mais. Ela continua aqui dizendo assim: "Eles falam sobre suas verdades. Como confiar em uma mensagem? Cada médium diz que são seres de luz. Como saber o mesmo com seres de outros orbes? Bem, a
última revelação espiritual que os humanos conhecem foi codificada por Allan Kardec na segunda metade do século XIX na França. o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho segundo o Espiritismo, Céu e inferno, a Gênesis, é o chamado pentateu cardeciano. E ali fica muito claro todo um processo de esforço das hostes espirituais de se mostrarem aos seres humanos como sendo contrapartes da vida que a gente vê acontecendo aqui na Terra. Eles, os tais espíritos desencarnados estavam ali dando comunicações através de médiuns, né? E esse mesmo processo que estava ocorrendo na França nesse período também
estava acontecendo nos Estados Unidos. Foi um momento em que a espiritualidade programou eh esse descortinar, né, da camuflagem que impede nós humanos de percebermos algo mais, percebermos além do que a camuflagem da vida física nos nos impõe. E nesse sentido, essa pergunta que a nossa irmã fez era exatamente a pergunta que Kardec se fazia. Ah, mas um espírito dá uma mensagem, eh, esse espírito se apresenta como fulano. Mas e daí? E se o médium tiver se enganado? E se o próprio espírito estiver enganado, como a gente vai situar eh na nossa condição crítica algum tipo
de padrão de Prudência e ao mesmo tempo de reconhecimento do que seria eh coisas produtivas ou coisas coeris em termos de mensagem dos espíritos. Kardec, de forma muito simples, porém genial, começou a insistir com os seus contemporâneos que uma mensagem vinda lá da espiritualidade não valia pelo nome de quem a assinava ou pelo médium que estava intermediando aquilo. Ela deveria valer pelo seu conteúdo. E assim, com essa prudência, com essa esse método de estudar toda aquela avalanche de notícias que estavam chegando, né, do mundo espiritual, convidando os seres humanos a perceberem que a nossa vida
é mais plena ainda do que a gente imagina, né? Então, Kardec, com muita prudência, muita propriedade, de forma muito sensata, deixou muito claro. E o próprio livro dos espíritos com as suas 109 perguntas, né? Tá lá cada pergunta, cada resposta e os comentários de Kardec, quando é o caso, né, mostrando exatamente que os espíritos, entre aspas, não sabem tudo e há todo tipo de espírito. E como é que a gente reconhece? Exatamente pelo teor da resposta. Tem espíritos frívolvos, Espíritos bobalhões, sem futuros, brincalhões, eh perniciosos, doentes, tê espíritos esclarecidos, superiores, amorosos. Então, o que vale
aí é o conteúdo da mensagem. Aí a gente pode se perguntar: "Mas isso só aconteceu no século XIX?" É absoluto. Lá atrás, há cerca de 4.000 anos, surgiu algo parecido com a revelação espiritual. Só que falava de coisas muito mais complexas que esta própria. E eu estou aqui me referindo ao chamado orfismo, que tratava dos mistérios de Heleus, dos mistérios da antiguidade de uma forma geral, e esclarecia a todos e dizia: "Há o mundo dos mortos, mas há o mundo, entre aspas, de outros seres que também não são vivos aqui no sentido de vida biológica,
mas que tem vida espiritual plena. Então eles com o tempo, isso foi entendido de muitas formas e ficou confundido também com os três grandes mundos, o dos humanos, o dos mortos e o dos deuses. E aí a coisa ficou muito complicada, mas o orfismo distinguia que existiam dois universos vizinhos, esse nosso e o vizinho, onde tais deuses não biológicos, aqueles que se metamorfoseavam moravam. E além desses dois mundos, Existia, entre aspas, um outro nível espiritual para onde, entre aspas, os mortos iam. Nesse sentido, há muita coisa a se a se entender sobre isso. O livro
chamado Bardo Todol dos tibetanos ou chamado livro tibetano dos mortos, é um manual de como você, entre aspas, pode morrer bem, viver bem, morrer bem e entrar bem no mundo espiritual. Ou seja, esse assunto ele foi tratado de muitas maneiras de acordo com as possibilidades de cada época. Quanto ao momento em que nós vivemos, que é mais propício ao esclarecimento do que nas épocas antigas, né? Hoje o, voltando ao tema da mente bicameral, as neurociências já conseguem provar coisas bem interessantes. Ah, já consegue provar o espírito. Não, não porque eles não querem, mas assim, a
as neurociências eles tomam alguém, eu, por exemplo, você, a gente fica numas numa sala de experiências, eles enchem o cérebro da gente de eletrodes. Esses eletrodes Estão ligados a um computador e lá no computador aparece a imagem do do cérebro, né? E aí o cientista diz pra pessoa que está sendo monitorada, diga alguma coisa. Aí a pessoa diz carro. Aí o cientista disse: "Opa, olha, antes de você dizer a palavra carro, o seu cérebro se acendeu. Certa região do seu cérebro se acendeu e só depois é que você disse a palavra carro." Diga outra coisa.
Aí você diz banana. A o cientista disse: "Olha, outra área lá do seu cérebro cérebro se acendeu antes de você dizer banana". O que implica dizer que nós, seres humanos, segundo esses cientistas, não temos livre arbítrio. Porque tudo que eu, Rogério, estou falando, 0,5 segundos antes de Rogério falar, essas palavras todas já soaram dentro do meu cérebro. e acenderam certas regiões que fizeram com que Rogério estivesse falando isso. Ponto. A ciência vai até aí. A ciência já sabe que antes de um ser humano falar, pensar, sentir ou agir, o cérebro dele primeiro se assente. Aí
eles param aí. Mas a pergunta é: mas o que é que diabos fez com que o meu cérebro se acendesse Para me instingar ou me envolver para que eu fale a palavra banana, carro, o que seja? Aí a ciência não diz nada. Alguns cientistas inventam nomes, tipo, ah, isso é uma coisa ferente, um pensamento é ferente, aí se complicam. Mas, mas isso é o espírito de cada um de nós. O espírito de cada um de nós, ao estar encarnado no corpo, ele tem uma ligação, ele vibra, aciona o cérebro da gente e a gente então
fala, esse nosso cérebro, ele tem uma característica muito interessante. Ele pensa que pensa. Como assim? É, me d me deram um nome assim que eu nasci, nome é esse corpo, Rogério. Aí Rogério com um mês, 2 meses, 6 meses, um ano se autoidentificou como Rogério. E tudo que meu cérebro se acende e Rogério executa as ordens vindas do meu cérebro, esse cérebro, ou seja, eu, Rogério, penso que sou eu pensando, fazendo isso e aquilo, e na verdade sou. Mas quem entre aspas impulsionou todo esse processo é o espírito ligado a esse corpo, que é o
que a ciência, a Neurociência esbarrou aqui. Como ela não vê espírito e não tem nenhuma máquina capaz de decodificá-lo, ela diz: "Não, isso é uma coisa ferente". Então veja, esse assunto de existir ou não espíritos, ele é tratado de duas maneiras tremendamente absurdas. A primeira delas através da fé religiosa que é totalmente manipulada e segundo pela ciência que esbarra aqui e não consegue ir além, mas mata o assunto e deixa só que a fé fique estipulando o que é verdade e o que não é. A fé estipula que é verdade para quem é viciado em
fé, para quem só usa não a sua racionalidade, mas a sua capacidade de sentir confiança, de ter fé. Por quê? Porque acreditar em algo é um conforto maravilhoso, maravilhoso. O difícil é você pensar por você mesmo e tentar descobrir as coisas, mas crer é um conforto. Eu sempre digo isso. Alguém diz: "Ah, Rogério, você é bonito? Uau, eu sou. Óbvio que eu não sou, mas se alguém me diz isso duas, três vezes, eu termino pensando que sou. Só que aquela pessoa tava dizendo aquilo para curtir com minha cara, eu sou feio. Mas aí eu penso
na minha boa fé, que aquilo é verdade e eu fico me achando bonito e encho o meu corpo com hormônios de felicidade, porque eu me acho bonito, porque uma pessoa curtiu com minha cara e eu não percebi que era no fundo algo sacana e vivo com aquela crença. Isso é a nossa crença religiosa. Desculpem falar desse jeito. Então, pessoas de maior idade que t a sua crença, a sua fé, beleza? Cada um de nós tem, né? Mas procuram entender um pouco mais e percebem que nem a ciência, nem a religião deixam que certos assuntos possam
ir adiante. Então, infelizmente, crer ou não crer em espíritos é a questão de cada um. A religião católica até o século VI. Todos os os segmentos judaicos acreditavam em reencarnação e os os romanos também, porque eram greco, eles eram seguidores de Mitra, de outras religiões que falavam disso quando o cristianismo se tornou eh a religião oficial de Roma. Foi nesse período que logo depois, dois séculos depois, Justiniano e Teodora como imperador e imperatriz, né? Teodora, antes de ser escolhido, e aqui eu já encerro a pergunta, antes de ser escolhida pelo imperador, né, para ser sua,
com sorte a sua esposa, era, entre aspas, uma mulher de vida fácil, como se chamava na época. E desde que ela havia se tornado esposa do imperador romano, as antigas colegas De de corção e de profissão, né, ficavam chateadas com ela porque ela não as ajudava, não não mais queria saber delas. E começaram a espalhar que na próxima vida Teodora ia reencarnar numa situação não muito boa devido exatamente aquela arrogância, etc e tal. E ela, tanta chateação com aquilo, começou a encher o saco de Justiniano para que ele abolisse dos canones da Igreja Católica o
o tema reencarnação. E assim foi riscado do mato, assim foi, entre aspas, aniquilado esse tema. Justiniano fingiu fazer um concílio para estudar outros temas e colocou isso aí no meio e isso sumiu do credo católico, não por um estudo sério por aquilo, mas por esse tipo de coisa que eu tô contando a vocês. Então, infelizmente essa questão de espíritos, né, virou também uma religião. E essas religiões são intolerantes. Cada uma quer convencer a outra de que ela tá certa e a outra tá errada. Os fiéis dessas religiões terminam pecando também, alguns nesse campo. E a
verdade fica sempre sendo esmagada por guerras de ego, pela ignorância, mas acima de Tudo pela crença de cada um. E ninguém aqui quer saber se essa crença é verdadeira ou não, mas quer ter o conforto da crença para passar melhor. Maravilha. A pergunta da Siusa Reane. Vamos ser obrigados a sermos submetidos ao mal? O pai, mãe amantíssimo não orienta seus filhos para o bem comum? Olha, não há um pressuposto na pergunta, né, de que as coisas só vão funcionar bem se o pai, mãe amantíssimo, né, orientarem os humanos, que seriam os seus filhos. e outras
figuras, pode ser pro bem, pro sentido do bem. Mas olha, falta de orientação não existe, ainda que eu não seja alguém vinculado a credo religioso, mas eu estudei, estudo todas as religiões que existem na Terra. Quando eu cheguei nos meus 19 anos, eu já tinha estudado todas as religiões de forma superficial. De lá para cá, me aprofundei em todas. E mesmo não sendo um alguém religioso, eu respeito profundamente o esforço das épocas, das pessoas e de cada religião. E todas elas trazem essas orientações, né? Alguém pode dizer: "Não, mas o islamismo eh prega guerra". Não
é bem assim. O Islã é a religião mais o Alcorão é o livro mais belo, entre aspas, em termos de poesia, em termos de caridade, que eu conheço. É um livro tremendamente bonito, né? E apenas a interpretação que os malucos dão para os livros religiosos e malucos não só tem no Islã. A Igreja Católica durante os séculos X, 12, 13, 14 e 15 deu show de estupidez no sentido de difamar, de distorcer profundamente as mensagens de Jesus, não é? Do mesmo modo que certos segmentos islâmicos confundem nacionalismo com religião e usam do nacionalismo para implementar
Práticas terroristas usando eh religião como sendo a justificativa. Então assim, contra a estupidez, ninguém consegue fazer muita coisa, a não ser esclarecer pelo exemplo, mas cada um se esclarece se quiser. Mas na medida em que existe tudo isso e todos esses defeitos em todas as religiões, não sobra uma que seja um exemplo, né, de tolerância. que se a gente for elencar as principais guerras da humanidade, a gente vai ver as religiões impositivas advindas daquilo que Javé fez através do judaísmo, do cristianismo, do islamismo, no bramanismo. tudo. E todos esses ismos terminam provocando intolerância, ódios étnicos
raciais e usam de passagens desse daquele livro para justificar loucura tal. Mas à parte isso, todas essas religiões têm também excelentes querida irmã que me fez a pergunta, eu diria para ela que na minha concepção, eu mesmo não sendo religioso e não aplaudindo o mundo que hoje vivo, cheio de religião, mas totalmente capenga em termos de descência, mas todas as religiões, pelo menos dos livros, Não digo nas suas práticas, tratam sim de bons conselhos, de códigos filosóficos maravilhosos, né? Morre Ibne Árabe, é um islâmico mestre suf, ou seja, ah, islâmico é radical, olha que não
é. No século XI a turma andava de camiro para cima e para baixo, né? E eh cristão brigava com muçulmano, muçulmano brigava com judeu, judeu brigava com era uma confusão louca. E morre Ibneára diz em um dos seus ensinamentos: "Meu coração se tornou capaz de todas as coisas. Eh, pastagem para as gazelas, convento para os ídolos, eh templo para os religiosos. É a caaba dos peregrinos, a tábua da lei, o livro do Corão. Minha religião é a religião do amor. Seja qual for os caminhos que os camelos tomem, esta será a minha religião e minha
fé, né? Tomorrebne árabe no século XI já dizia que quando ele saía por aí no camelo dele, quando ele se encontrava com as gazelas pastando o coração dele, se transformava em pastagem. Quando ele se encontrava com o judeu, o coração dele se transformava na Torá. Quando ele se encontrava com islâmico igual a ele, o coração dele se transformava na pedra da Caaba. Quando era com um seguidor de Mitro, o coração Dele se transformava num templo. Ou seja, ele transformava o coração dele para acolher o próximo, independente do próximo ser desto daquela religião. E isso é
um sufista falando, é um islâmico, é um mestre. Só que em toda a religião tem os babacoides e a turma evoluída. Então vamos prestar atenção na turma evoluída, porque esses ensinamentos todos estão aí a milênios. O problema é que a gente não vê exemplo, né? E a gente fica, óbvio, nós somos humanos, a gente fica querendo, né? Eh, perceber esses movimentos bons pra gente se apoiar neles, se juntar a eles para poder nos sentirmos participativos. Mas esse é um dos dramas do mundo, não tem. Por isso que o velho ensinamento de Pense globalmente e aja
localmente no âmbito da sua vida. No âmbito da sua vida. seja decente, honesto, bom, amoroso, ainda que o resto do mundo não seja, ainda que as religiões estejam eh distorcendo a parte boa que em tese elas carregam nos seus livros de revelação. Mas assim, existe, mas não cabe a Deus, penso eu, fazer nada disso. Cabe a nós próprios estabelecermos o nosso próprio código de conduta baseado nos exemplos e homens e mulheres maravilhosos, sejam religiosos ou não, e seguirmos administrando a nossa vida, dando o exemplo que a gente puder dar pra gente mesmo. Se alguém observar
e for útil para alguém, que seja. Duas pessoas perguntaram praticamente a mesma coisa. Eu vou ler aqui a pergunta dos dois. Marília Lemos disse assim: "Rogério, os seres que conversam com você são anjos de Jahé? Como você pode confiar neles se não tem credibilidade no próprio Jahé? E essas conversas ainda acontecem como são." Aí o o Alessandro disse assim: "Alexandro Albano, em que você pode afirmar que realmente faz contato com essa falange do Javé e como pode a ferir para ele mesmo? As dúvidas de Alessandro e Marília Lemos muito bem postas. assim, certeza minha em
relação a esse tipo de assunto é zero. em todas as palestras que dou, desde 1998, que eu faço palestras públicas, tá tudo gravado, nos quase 50 livros que até agora eu já publiquei, em cada um deles, em cada palestra sempre tem uma frase minha dizendo: "Olha, eu não tenho certeza de coisa alguma do que eu estou transmitindo. Não sei se estou certo. Cada um, se achar que deve, tire suas próprias conclusões ou nem perca seu tempo. Por quê? Exatamente porque eu não sou um homem de fé. Eu não lido com fé. Eu não acredito que
espíritos existem. Eu não acredito Que seres extraterrestres existem. Eu simplesmente sei que eles existem. Então, meu problema é muito mais sério aí. Ah, prove. Não tem como provar, é seu problema. Questão de vivência. Ernest dizia que essas experiências a gente tem que tê-las e guardar pra gente. Porque se você começar a contar, aí você diz: "Ah, porque tinha uma luzinha". Aí a pessoa diz: "Foi só uma luzinha". Aí você vai olhar para essa pessoa querendo convencer de que você não mentiroso. Aí você já vai aumentando a luz. Então assim, para fugir desse tipo de de
de situação, eh, basicamente eu sempre tive por norma não falar dessas coisas. Azarado que sou, fui envolvido a tal ponto por coisas, contextos que eu nunca quis me envolver, que eu terminei lidando com espíritos e lidando com esses seres extraterrestres que não são eh não é questão de visão como dos espíritos, se eles estão ali, você pode ver também, né? E minha vida se estragou, foi elevada ao nível de confiança de minha própria parte como sendo zero. Por quê? Porque mesmo eu sabendo que espíritos existem, mesmo eu sabendo que esses seres existem, o meu nível
de confiança neles também é zero. Por isso que eu estou transmitindo o que muitos desses seres e espíritos me pedem. Mas em tudo que é livre palestra, eu digo, eu não sei se isso tá certo. Eu não tô dizendo isso de boca para fora. É isso que realmente eu digo nas palestras e nos livros, porque eu sei o quão espantoso ou quão contundente ou tormentoso pode ser para alguém que não estudou isso. E um belo dia escute alguma palestra minha, eu vou ler um livro e pode ficar chocado. O próprio Jesus de quando já morto
no estado ressuscitado, ele disse para um grupo de discípulos seus, entre os quais estava Maria de Madalena, o seu irmão Judas Did Tomé, que havia sido apóstolo, e outros, Felipe Bartolomeu. E isso está registrado no livro, no Evangelho de Tomé, é um chamado quinto evangelho. Jesus disse: "Olha, vocês aqui estão escutando isso, a maioria do mundo não quer saber de nada disso, mas tem algumas pessoas que sempre vão buscar a verdade. Algo nelas faz com que elas busquem a verdade. E de tanto buscar, um dia vão se defrontar com a verdade. Mas Quando isso acontecer,
essas pessoas vão ficar estupefatas, depois vão se equilibrar e lá na frente vão reinar sobre o processo. Ou seja, se nós estamos aqui, é porque em casa a gente tá atrás de algo mais, buscando a a verdade, a maneira de cada um de nós pode fazer. E de tanto fazer isso, um dia a gente escuta algo estranho que pode ser verdade. E Jesus, engraçado, ele disse que quando a gente se defrontasse com a verdade, a gente não ia sair dando pulos de alegria, a gente ia tomar um susto, tá estupefato, que é exatamente porque tem
muito assunto escondido, muito assunto assunto oculto. Muita coisa foi destruída do nosso conhecimento. O tal Nabom Assar, que eu falei no início, imperador ass de Cristo mandou destruir todas as bibliotecas que existiam no seu império, porque ele queria que todas as notícias sobre os últimos imperadores desaparecessem para ele ser o imperador número um da história. Tiniruanti na China no ano entre o ano 221 e 214 antes de Crist. Esse nosso amigo Que também queria ser imperador imortal número um da história da China, ele mandou destruir todas as bibliotecas do reino que tinham mais de 20
séculos de notícia. As bibliotecas de Pérgamo, a própria biblioteca de Alexandria com mais de 600.000 volumes, pegou fogo. Em 1453, chegaram dois frades espanhóis na América Latina. Aí viram mais de 2.000 codices maias, ou seja, cada códice é um livro de pedra à parte. E um deles, um desses frades, chamava-se Diego de Landa, olhou pro outro e disse: "Você tá entendendo alguma coisa aí do que tá escrito nessas pedras?" Aí o outro disse: "Não, não tô não." Aí Diego Dilanda disse: "Olha, se nós dois somos homens de Deus e a gente tá vendo isso tudo
aí e não sabemos entender, porque essa é a linguagem do demônio. Vamos destruir." E eles destruíram tudo. Sobrou, sobraram dois pedaços de pedra, que são os dois codes que hoje, entre aspas, se relaciona à cultura maia. O famoso calendário Maia tem a ver com o Tzalking, que é um dessas coisas que sobrou dessa história que eu tô contando. Enfim, Enoque escreveu 363 livros, 366. Hoje nós só temos também pedaços de dois, o livro de Enoque, o segredo e o livro de Enoque. Enfim, as queimas de arquivo ocorreram de tal forma produzidas pela estupidez humana e
também por alguns desses seres que hoje nós somos uma geração de humanos. Que não sabe responder aquelas perguntas mais claras da filosofia existencial ou que assim poderiam ser considerada. Quem somos, de onde viemos, qual o sentido da vida, o que estamos fazendo aqui nesse mundo. A gente não sabe responder isso porque todas as informações que existiam sobre a nossa gênese foram destruídas. Então, esses livros que eu estou escrevendo, essas palestras que eu faço, são esses seres retomando esses assuntos destruídos. Aí eu sei se isso tá certo, não sei. Por isso que eu sempre peço prudência
a quem me escuta ou a quem me lê. Mas respondendo objetivamente o que me foi perguntado, o meu nível de confiança no que eu mesmo faço basicamente nenhum. Por isso que eu peço prudência. E por que que você não para? Eu já tentei várias vezes, várias vezes, mas eles me demonstram tanto sofrimento, tanta confusão, tanta coisa complicada. E a exemplo do que ao longo dos últimos 30 anos de minha vida que eu venho escutando, se você não escrever, ninguém vai fazer. E durante muito tempo eu parei para ver se alguém tava fazendo, tava desenvolvendo os
assuntos que eu desenvolvo, nada. Então, continuei a fazer, mas como eu não posso carimbar como sendo certeza absoluta, prefiro dizer: "Ó, Cada um verifica por si mesmo". Se Darta Gautama fazia isso. Quando ele terminava de fazer as suas palestras, ele dizia: "Monges, verificai por vós mesmos". Por isso que o budismo não era uma religião, capila do mesmo jeito com a sang. Eu tô só imitando esses dois caras na minha pequenez. É realmente em todas as lives que Jan Vauelan participa, ele sempre deixa muito bem claro. Olha, verifique, não acredite se serve para você é ter
ou não serve descarta. Isso aí, nós somos testemunhas disso, mas somos também privilegiados por ter Jean Vauelan resgatando informações perdidas ao longo do tempo através desses seres que trazem até ele. Ele vem aqui, repassa generosamente a todos nós. E nós somos, eu e todo o canal aqui, Rogério, profundamente gratos pela sua partilha toda vez que você traz aqui, não só nas lives, mas também nas revistas, nos livros. Tudo que você tem feito pela humanidade, nós somos muito gratos. E o Luciano, ele disse aqui: "Como diferenciar quem está me influenciando? Quando é meu espírito e quando
é um anjo ou um de Javé ou o que é dos meus próprios genis?" Muito interessante pergunta do Luciano. Realmente não é fácil. Eh, ao longo dos meus dias, eu terminei criando para mim mesmo um processo de autoconhecimento. Eu chamo de mentalma. Não imaginei nunca que estaria um dia veiculando isso para outras pessoas, porque eu fiz pro meu próprio temperamento. A pedido de alguns amigos, eu comecei a dar esses cursos e hoje existe, são sete módulos, cada módulo de 8 horas, exatamente nesses cursos mental 1 2 3 até o s. Uma das matérias que a
gente observa no mental é basicamente a o teor da pergunta do nosso irmão. E a questão é extremamente difícil. Porque qual é o detalhe? Todo ser humano age no primeiro impulso. Agir no primeiro impulso é que observando a velha, o velho cenário da questão da mente bicameral de Julian James, aquele eu que age no primeiro impulso, em tese, está obedecendo alguma coisa que veio, sabe-se lá de ontem, acionou parte do meu cérebro. Eu fiquei com vontade de fazer alguma coisa ou de dizer alguma Coisa ou sinto alguma coisa. E a questão é, até aí não
sou eu, até aí é algo movendo esse corpo. E o meu eu que não participou de nada disso, vai só sentir, entre aspas, né, a vontade. E se você agir no primeiro impulso, você vai cumprir, vai agir da forma que foi encomendada. Mas encomendada por quem? Pelo meu espírito, por outros espíritos. por alguém que colocou um chip na minha cabeça e não tá dando ordens ou um espírito sem futuro que quer ou o demônio, o diabo ou Deus. Então, qual é o grande problema do ser humano? É que seja lá quem criou esse corpo, e
a gente vê isso no mental, né? Esse corpo foi criado para ser comandado de fora. E no mental a gente estuda todas essas possibilidades. Quem pode ser esse ator lá de fora? Esse ser que de lá de fora está comandando meu corpo? Isso aqui também tem a ver com o conceito de Matrix. Quem assistiu ou leu os livros da trilogia Matrix sabe exatamente o que nós estamos falando. Alguém lá fora comanda um código, uma sequência genética biológica e aciona, né? Ou o mesmo S Road, Uma série da HBO que fala de androids feitos à semelhança
humana para obedecerem as certas memórias que foram introduzidas no seu cérebro. dá uma identidade para aquilo ali e lá vai você. O seu eu é esse você que vai o quê? Obedecendo as coisas que vão acendendo no seu cérebro. Ah, mas quem é que tá promovendo esse acender no meu cérebro? Voltamos à pergunta original. alguém, porque quem organizou esse corpo biológico fez para que ele fosse comandado de fora. Então, no mental eu relato a minha experiência de não agir no primeiro impulso, porque vem o primeiro impulso, né, e eu observo o que se passa na
minha mente. Ramana Marichis, que é um dos mestres hindus, a quem eu sou profundamente grato, sempre que posso pr esta homenagem dele, eu copiei o ensinamento de que para além de todos os pensamentos e sentimentos que sempre caracterizaram Rogério, o do primeiro impulso, para além disso tudo é que se encontra o verdadeiro eu de Rogério, que não deveria agir no primeiro impulso, deveria observar esse eu piloto automático que todos nós temos, né? E de Acordo com o meu código de conduta, com o meu código filosófico e aqui entro com Niet, filósofo alemão, e aqui entro
com Schopenhauer Espinoza e com as minhas próprias ideias. crio o meu código filosófico de conduta e ao observar o que tá se passando na minha tela mental, que é produto desse primeiro impulso, do mesmo jeito que a gente olha pro firmamente vê uma nuvem passar, vê um avião passar e vê um urubu passar, mas você não apropria isso, deixa isso tudo passar. Eu, Rogério, não me confundo com esses primeiros pensamentos, sentimentos, ou seja lá o que se passe na minha mente, independente de ter sido Deus, Jesus, o espírito que me anima, um espírito sem futuro
que quer suportar, anjo de Javé, de Jé, Gigi, Jojó, Juju também. Aí, isso é inevitável. A gente não tem como impedir isso. Por isso que a vida humana, entre aspas, vista sobre essa perspectiva adulta, não é um dádil, é escravidão pura, é cobaia. Quem age no primeiro impulso e a humanidade toda age, isso é o velho cenário da mente bicameral. Os deuses criaram a raça humana indo para essa visão para exatamente qual foi a ideia de Enk ao manipular a genética humana. Em que o Anuna com seu irmão Elio ficaram na terra para restrair ouro
para mandar para Nibiro, que é o planeta deles. Isso de acordo com as crônicas sumérias. A gente tá voltando aqui à primeira pergunta, mas Enk e En estavam cansados porque ouros só tinha minas profundas, os mais fáce os mais produtivos. E eles não queriam ir para lá, mas queriam que os humanos fossem. Mas os humanos, a cerca de 50.000 1000 anos atrás, antes disso não eram racionais. Aí Enk disse: "Eu vou fazer a manipulação genética nesses humanos para ver se eles aprendem a linguagem da gente". E introduziu um gene Fox P2 na área HR1 dos
28.869 1869 gênos que compõe o genoma humano e as primeiras levas de filhos de Nandertais, Homo Sápiens, Cromon, outras espécies que na época existiam todas primas, a Homo Sápens, a Nindert e outras apresentaram esse resultado, começaram a produzir uma linguagem porque queria que os humanos aprendessem a falar para entender a ordem deles, para que os humanos obedecessem. ao que os anunques queriam pudesse trabalhar nas minas. Ponto. É como se nós humanos fôssemos fazer isso com os cachorrinhos, com os gatos, com os cavalos e as vacas para que elas obedecessem a gente. Só que saiu do
controle deles devido a um efeito Pandora que nessa mesma época, cerca de 50.000 1 anos atrás também estava se movimentando no sentido de libertar os humanos do julgo dos deuses. E se você pegar um fóssil de um homo sapiens com 60.000 anos, fizer eh a a verificação, no genoma dele não tem Fox, o Fox P2 não tem esse gêne. Mas se você pegar humanos com 40, 30, 20.000 anos. Os fósseis todos eles têm, porque a cerca de 48, 49, 50.000 1 anos ocorreu exatamente isso aqui que eu estou dizendo a vocês. Um tá descrito na
mitologia grega e o outro profundamente descrito em detalhes num chamado livro de Enk Zara City, aquele autor que eu falei no início, publicou, todos deveriam ler. No caso, voltando agora, nós humanos, se nos observarmos sobriada para servir e obedecer a figuras. Quando você age no primeiro impulso, você está obedecendo ou ao campos mórficos que movem a humanidade, ou a alguém, ou seu espírito, seja lá o que for. Eu ainda não entrei no mérito de como distinguir. O que eu tô tentando chamar a atenção de vocês é pro mérito da gente se emancipar. O primeiro a
falar disso foi Capila com o seu Moka, que era exatamente o ser humano não agir Levado pelo impulso, né? Ramana Marich mais recentemente falou disso. Ou seja, eu criei o mentalma como sendo a minha maneira de não agir no primeiro impulso e de verificar o impulso que vem. É igual a mensagem dos espíritos. Ah, é quem tá mandando é Jesus. É maravilha. Mas o conteúdo, tudo bem. Então, vale pelo conteúdo. Então, o que se passava na minha mente, eu vi o tipo de inclinação de vontade ou o conteúdo, pouco importava quem era. Aí o meu
eu profundo di, não, isso aqui eu vou assumir, vou apropriar como sendo meu, vou fazer isso aqui, outro não faço. E com isso eu cheguei enquanto ser humano a idade que esse corpo tem, 62 anos, pelo menos é isso que minha mãe disse lá atrás. E hoje eu posso absolutamente deixar essa vida com a tranquilidade de ser 100% responsável por tudo que eu guardo nas sinapses eh do meu conectoma. Nada no meu cérebro eu posso culpar A, B, C, espírito D, E FG, porque sou eu que sou o gestor de mim mesmo, o meu eu
organizador, como a gente fala no mental, né, que organiza os e sempre antes de dormir, daqui a pouco eu vou fazer isso, eu faço um crio de tudo que eu vivi durante o dia para ver exatamente se não apropriei nada no primeiro impulso que tenha passado pela minha vigilância pessoal. Ah, mas ok. Mas a pergunta é: como é que eu distingo se foi Jesus, se foi meu espírito, se foi Deus, se foi um espírito sem futuro? É difícil porque a primeira torrente vem de modo tão nervoso. No hinduísmo existe a expressão derratma Bud, que é
aquele ser humano que sofre dessa doença porque se confunde com o próprio corpo. Eu não me confundo com o corpo que o meu eu utiliza e está hospedado. Este corpo morre, o meu eu não morre. O seu corpo morre, o seu eu não morre jamais. do jeito que ele tá pensando aí, se o corpo morrer, se eu vai continuar porque tá ancorado no seu espírito. Então assim, eu não sei ainda e nem quero, tá distinguir com certeza quais são os impulsos que me chegam ou quem é que manda, né? Quando eu estou escrevendo sobre a
influência de seres, é assim que funciona. Quando figuras fal, é assim que funciona. Eu respeitosamente escuto tudo. Perco muita coisa porque deixo para lá, não dá para capturar tudo, mas vou naquilo que o meu eu consegue dar conta, vou produzindo o que posso. É o que eu posso dizer a vocês. Não há um método seguro de distinguir quem é quem nos, entre aspas, usando. Seguramente o espírito que nos anima faz isso 24 horas por dia, mas o assunto não é trivial. precisaria de cursos, precisaria de reflexão, mas penso que o melhor aqui é agir na
segunda versão que o nosso psiquismo precisa criar de si mesmo. É o chamado eu profundo. É quando você, entre aspas, deixa de ser um piloto automático sendo usado para isso e aquilo, um inocente útil e passa a ser alguém que age ancorado no seu eu mais profundo. É outra história. Vejo aqui também o apoio da Marlene e ela disse o seguinte: "Qual sua opinião do livro do conhecimento do capa da capa roxa canalizado na Turquia? A vida é breve, a arte é longa, o momento é fugaz, a experiência enganosa e o julgamento terrivelmente difícil. Quem
disse isso foi Hipócratas. E assim, julgar é muito complicado. Eu julgo os livros que eu escrevo. Por isso que eu digo, ó, prudência, isso aqui deve tá errado. Tá lá um pseudônimo, porque no início eu não tinha, como ainda não tenho a menor confiança no sentido de estar vendendo verdades, né? E como eu não queria aparecer na época, surgi um pseudô para exatamente manter a minha postura de covarde, não queria aparecer, porque eu pensava, se o que eu tô escrevendo servir para alguém, o nome do autor terreno, que importa, se for útil para alguém, será
pelo seu conteúdo, não, porque tá escrito por A, B, C ou D. Mantenho minha coerência com a filosofia que aprendi de Kardec. Então eu não posso julgar outros livros. Todo e qualquer livro é maravilhoso, sempre eh traz aprendizagem, ainda que você discorde da primeira última linha. Tem gente que só lê o que gosta. Não é o meu caso. Eu leio tudo o que, entre aspas, considero como sendo razoável de se ler, né? E se eu pudesse eu leria mesmo tudo, escutaria tudo, porque é assim que a gente aprende. Eu sou obrigado a falar muito, né?
E na minha posição, às vezes, eu me esqueço de aprender o que tento me corrigir sempre na hora de dormir, Mas é imperioso aprender sempre. Nesse sentido, esse livro, eu tenho noção do que se fala, mas é um livro que pressupõe um nível de conhecimento diferenciado, se é que estamos aqui falando da mesma coisa. Eu não sei exatamente eh maiores detalhes e não sei se a pergunta que me foi feita corresponde ao conhecimento que eu tenho sobre o livro do conhecimento, que envolve aspectos um pouco diferentes do que a pergunta eh situou. Mas se estivermos
falando de do do mesmo assunto, é uma leitura instigante, ainda que cada livro traz consigo as impressões dos seus guist, ou seja, do espírito da época em que ele foi produzido, né? E os termos podem chocar. O livro dos espíritos, em algumas eh na tradução original, na época, quando se referia a pessoas que tinham problemas mentais, as expressões eram idiotas, o idiota, o idiota, porque na época não existia o a expressão deficiente mental, hoje existe. Aí quando você vai ler o livro dos espíritos e algumas traduções, tem os deficientes mentais. Por quê? Porque a expressão
idiota hoje soaria muito forte, soaria não de forma clínica, mas pejorativa. Então os livros eles têm mistérios, t níveis de tradução e a gente esquece que tem que observar o Zid Gist, ou seja, o espírito da época em que ele foi produzido com as verdades daquela época. Ninguém antecipa o espírito de épocas que ainda virão. Você sempre se limita aos problemas, as características, as possibilidades do que as pessoas que vivem num determinada época podem compreender. Os próprios espíritos disseram muito claramente: "Nós, os espíritos, só podemos enviar mensagens a vocês de assuntos que nessa época vocês
podem compreender. Isso não quer dizer que os espíritos saibam tudo, mas aqui na posição que eles se encontram, sabem um pouco mais ou deveriam saber do que o rebanho humano da época em que a mensagem está sendo providenciada. Mas enfim, todo livro é sempre um momento fecundo de se criar novas sinapses cerebrais, de organizar o conectoma pessoal. Leituras para o fim do mundo. Gratidão pelo apoio. Fez uma pergunta. Jan: gostaria de entender melhor sobre a diferença entre Luos Bell e Satanás. Sei que não são a mesma figura e já até ouvi dizer que Javé é
o verdadeiro Satanás. Minha cabeça é pura confusão. E aí, olha, esse assunto eu trato na trilogia chamada Terraatlantis. Os livros são Lanzen, sinal de Landzen. O segundo é Frota Norte, terceiro é era Sapiens. E nesse terceiro eu exploro particularmente a história desse ser que viria a ser conhecido como Satã, que na verdade o nome dele não tem nada a ver com isso. Os livros eu explico Len Mon por essas informações que me chegaram. Então, no início do processo, se você tomar o tema doutrina dos anjos decaídos, que no livro de Enoque são dois temas distintos,
mas de lá para cá, como também muita coisa de Enoque se perdeu, só muito recentemente, eh, O quando da tradução da Septoaginta, que foi quando 70 sábios judeus na altura do século Ies de. Cristo, quando morava em Alexandria, Resolveram traduzir todos os documentos da fé judaica que existiam em hebraico e aramaico para o grego, que era a linguagem de Alexandria. Então eles criaram uma versão que tinham 47 livros, uma versão que tinha 47 livros e traduziram como sendo os mais importantes pro grego. Isso torna a dizer no século 3 antes de Cristo, no século 4
depois de Cristo, quando toda essa documentação judaica foi absorvida pela fé cristã romana, já que no século o cristianismo deixou de ser perseguido pelo Império Romano e se tornou a religião oficial de Roma, mas transmutou da sua antiga condição de religião cristã paraa religião católica apostólica romana. E, portanto, os tais livros que davam ancoragem à fé dos romanos teria que ser traduzido para a língua dos romanos, que era latim, e não ficar em grego ou em hebraico, em aramaico. Então, Damas, o que foi o primeiro papa da Igreja Católica no século papado só começou no
século I, ele convidou Jerônimo, que era um polemista da cidade de Alexandria, para exatamente pegar cerca de mais de 4.000 1 evangelhos que existiam na época junto com os outros tantos livros para Organizar a versão escrita em latim que os romanos agora iriam considerar como sendo um livro sagrado. Foi quando surgiu a Vulgata, que é essa Bíblia que nós temos hoje escrita em latim, com 46 livros no Antigo Testamento e 27 livros no Novo Testamento. compõe eh 73 livros. Qual o detalhe? O Antigo Testamento com os 46 livros foi basicamente a cópia da Septoaginta, que
seis séculos antes os judeus haviam traduzido por pro grego. Então, Jerônimo, seis séculos depois, pegou a cópia grega, retirou o livro de Enoque, porque foi aqui que o livro os livros de Enoque também começaram a se unir de bem. E por isso que antes eram 47 agente e aqui 46. Aqui a história de Lúcifer acabou, ou melhor, acabou a possibilidade de se verificar em profundidade a questão que só em tempos mais recentes foi retomado, porque naquela época o quando a religião cristã passou a ser católica, o livro de Enoque foi destruído, como também vários livros
foram destruídos, os monges de Sanomeio no ano 378 esconderam vários livros chamados gnósticos porque souberam que Damas ia mandar destruir tudo, né? Então, esses livros foram escritos lá numa região perto do mosteiro de São Paham, Já agora, no século passado, os pastores beduínos encontraram esses livros lá dentro dos das jarras desde a época do século poucos dos livros de Eno surgiram novamente em 1945 notícias sobre o livro de Enoque. Enfim, como nos livros de Enoque tinha os os principais informes sobre isso tudo, isso aí não ressurgiu. Então essa história ficou se sendo considerada lendária e
apenas Kardec no século X7 no livro a Gênesis retomou esse assunto dizendo: "Ó, isso é importante". Mas em 1946, Chico Xavier e Emana, no livro A Caminho da Luz terminaram resgatando, ou seja, a espiritualidade através da mediunidade de Chico Xavier resgatou esse tema e no livro A caminho da Luz, o chamado exílio de catela ou a queda dos anjos de eh a doutrina dos anjos decaídos, né, que corresponderia a exatamente é o exílio de Capela. E isso era rebelião de Lfer. Então, finalmente pro século XX foi resgatado esse tema. Depois Edgar Armon escreveu um livro
exatamente sobre lados de capela. E o que é capela? É uma estrela da nossa galáxia, onde nos mundos que orbitariam em torno dela teria ocorrido essa rebelião. Que rebelião? A que eu Descrevo nos livros Terraatlantes, que diz que h cerca de 700.000 1000 anos atrás, um engenheiro de uma família Iel descobriu um problema e ninguém conseguia esclarecer o problema e o nome desse engenheiro era Bell e surgiu um vírus e esse Elosbell não conseguia parar de pensar nesse tipo de assunto. Esse vírus surgiu na mente dele, começou a contaminar mais de 200, cerca 249.000 famílias
de um tipo de segmento existencial chamado biodema. Nós somos humanos. Esses seres não eram humanos. Eram parte biológicas e parte de uma genética dêma que eles tinham. Não eram sexuados. E esses seres então terminaram se isolando. Foram mais de 200 bilhões de seres que adoeceram com esse vírus. Veja que o problema já é antigo, muita gente se ferrou, mas com o tempo 19 mundos ficaram então separados dos restos do restante e esses 19 mundos ficaram dando guarida aos seres rebelados. LSb foi então tido como comandante desse problema, que no início era só uma questão de
saúde pública e terminou com o isolamento dos 19 mundos se transformando num problema político e o lugar tenente de Elos Bell era um ser chamado Lei Mor. Com o tempo, esses 19 mundos foram sendo reintegrados e hoje, de 80.000 1 anos para cá, basicamente só tem um mundo que continua isolado, que é a Terra, os outros 18 já for. E para cá vi veio todo o resto dos seres que não ficaram, não conseguiram reconquistar o seu estado de saúde original, ou seja, ainda contaminados pela rebelião. E a gênese dos humanos nasce no meio dessa rebelião
e a gente não sabe. E então Yosbel nunca pretendeu fazer rebelião de nada, mas teve que comandar coisas que ele não quis. Mas nos últimos 20.000 anos e a Luzbel foi se enfraqueando e esse Lemion começou a assumir o lugar de Elusbell na rebelião. É isso que eu descrevo nos livros. E se elus Bell não era violento, esse Lemion tratou de ser por ele, por todo mundo. E na linguagem dos patriarcas bíblicos que desde os últimos 20.000 anos. Adão, Enos, Cainâ, Malalah, Jaré, Enoque, Matusalém, Laneque, Noé, Sena, Faxado, até chegar em Abraão e depois a
Jesus. Na época desse sete, que era o terceiro filho de Adão e Eva, já que os dois Primeiros, Caim e Abel, Caimou Abel e depois foi viver na América Latina. Sét. E o terceiro filho foi quem herdou de Adão. Eh, a chama sagrada de se representar na terra, uma linhagem escolhida por Javé. Só que sete, ele não obedeceu muito bem a Javé. na verdade não quis obedecer como Eva havia desobedecido e convenceu Adão. Tanto que o terceiro dessa relação chamada Enos na Bíblia diz só a partir de Enos é que o nome de Javé passou
a ser cultuado. Então, na época Set, ou seja, os seguidores de Set que não obedeciam a Javé, foram tidos como independentes, como esse Lemion, que batalhava para atrapalhar qualquer coisa do plano de Javé, ele passou a ser um set. A partir daqui, o nome dele, Satã, uma corruptela de 7, começou a surgir. E foi assim quebemionaram em Lúcifer e em Satã. tidos como diabólicos. O primeiro não tem nada a ver com isso. O segundo, infelizmente tinha, teve esse problema, mas já foi recolhido pela espiritualidade, está entre aspas prisioneiro. Mas essa é a história que eu
posso contar em palavras rápidas por trás desses dois personagens que foram citados na pergunta. E tem mais uma aqui assim: "Uma vez você disse que não tinha nada para admirar no Senhor Javé. Você não acha que ele pode melhorar como divindade, assim como nós evoluímos como criatura? A quem devemos dirigir nossas orações senão a ele ou a Deus?" Olha, o drama de Javé, pela perspectiva que eu fui obrigado a observar, porque eles me obrigaram a perceber para poder explicar para eles o que na lógica humana aquilo representada, se dá e se deu e continua a
ser. Exatamente. Porque esses seres que vivem nesse universo vizinho, eles não conseguem evoluir porque o genoma deles faliu. Esse genoma falido, há cerca de 5, 6, 7 bilhões de anos atrás foi transferido desse universo vizinho pro nosso, pro universo biológico, né? os e assim eh essa esse genoma, essa molécula mãe foi semeada em vários mundos. Por isso que aqui na Terra todos os corpos vivos surgiram a partir de um código que surgiu há 3 bilhões 800 milhões de anos atrás, surgiu na água, era uma gota de ácido DNA. Então assim, lá eles não evoluem. Então,
Jahé nunca teve como melhorar a si mesmo. Esse é o drama dele. Nem ele, nem ninguém, desse universo vivo. E nós, seres biológicos, Apesar de termos vidas muito curtas, evoluímos ou podemos evoluir porque destravamos esse genoma, esses, do nosso caso, 28.869 genes, nós podemos modificar a qualquer hora. Isso aí, seja na sua base nitrogenada dos coddons que formam um gênio, seja hoje terapia crisp que faz manipulação genética, substitui cdons e por aí vai. Então, a lenta evolução biológica que nos trouxe até aqui permitiu que o ser humano evoluísse. Esses seres nunca evoluíram. Então, por isso
que eu eu eu peço desculpas pela secura, mas eu prefiro ser honesto, ainda que me engane naquilo que estou dizendo, mas eu não tenho realmente nada a admirar nesse ser e nem ninguém do outro lado. Não porque eles não prestem, não, eles não agem por maldade, mas é porque faliram no sentido de desenvolvimento pessoal. Ainda que nesse universo vizinho tenha muita gente semiracional, de boa índole, ingênua, mas o problema é tremendamente sério. E nesse sentido, a questão de orar, eu por exemplo não oro. Eu já orei muito. Eu estudei no colégio marista minha vida inteira.
recebi a formação católica, pela qual tenho profunda, profundo carinho e associado ao fato de que eu estudei todas as religiões, Eu vi, eu pensei a achar que havia um vício muito grande em nós humanos e a toda hora estarmos querendo conseguir milagres, favores divinos, eh, de enchendo o saco de Deus, de Jesus, de santos, de espíritos. Quando eu resolvi parar de me mover, movido pelo primeiro impulso que me levava a rezar, como todo mundo, eu vou criar um outro, um eu mais profundo. Então, nesse período, eu me descontextualizei e não foi fácil. Eu era viciado
em fazer esse sinal que os católicos fazem e não tem nenhum problema em fazer isso. Mas eu digo: "Eu vou parar, eu vou me descondicionar. Se de fato eu quero construir em mim um tipo de ser humano que eu mesmo possa me olhar no espelho e dizer a mim mesmo, eu estou tentando usar a minha racionalidade, né? Foi quando eu cheguei também e decidius, não sei direito quem você é, mas assim, a partir de agora eu não encho mais seu saco, não vou lhe pedir nada, porque se eu que sou um pai fleira, meus filhos
não precisam me pedir nada, eu mesmo já tento me antecipar e dar para eles o que de melhor eu tenho, se você não for melhor do que eu como pai, a coisa tá muito séria. Então eu acho que pedir a você é uma falta de desrespeito, eh, encher saco. Então assim, olha, eu não vou fazer mais isso apesar do meu profundo respeito, mas assim, se eu puder ser útil a qualquer coisa que você deseje, tô aqui do tamanho que eu sou, Mas me deixe saber se eu puder ser útil, tô à sua disposição, mas eu
não vou lhe encher o saco. Agora adoraria que você entre aspas enchesse o meu. Ou seja, eu passei a me relacionar com o Deus do meu coração da forma mais bela, honesta e decente que eu pude e até hoje essa. Mas eu sei que todos nós fomos condicionados a rezar e eu me lembro quão ter, quão terrível para mim era não mais fazer isso e não fazer as orações toda noite. Eu di, ai meu Deus, eu vou ser punido a vozinha no primeiro impulso, né? Mas não fui, que eu saiba, continuo por aqui, mas não
é essa questão. De toda forma nenhum problema em quem gosta de orar, a quem se deve orar. Nós somos, quando espíritos desencarnados nos tornamos os agentes das preces que saem dos humanos. O que eu estou dizendo é que se você acredita em alguém, mesmo que esse alguém não seja verdadeiro, isso não é um problema você rezar para ele. Vou dar um exemplo. Nos anos 90 eu escrevia toda a noite, não é o que acontece, mas hoje em dia, porque o corpo já não permite. E eu me lembro que eu estava escrevendo com dois amigos espirituais,
irmão Enés, irmão irmão Teodoro, e eles pararam. Aí eu senti que o fluxo de ideias na minha cabeça tinha parado. Aí fiquei Assim, ele disser: "Não, porque chegou um amigo espiritual para lhe fazer uma visita. Ele é muito especial." E eu senti como se tivesse um bater de asas. Digo, coisa estranha. Eu nunca tinha visto nada disso. E de repente me foi dado ver, porque ele basicamente se mostrou, era um ser humanizado, mas com as eu digo: "Putz, isso é loucura". Ele disse: "Não, meu nome é Tom Teltan. Eu sou um espírito igual a qualquer
outro". Só que há milênios que eu tomo eh meu trabalho é junto às etnias andinas. Ele falou desse jeito e aqueles pequenos vilarejos acreditam num deus pássaro e de tanto eles rezarem pro deus pássaro e como não existe um deus pássaro, eu tô meu aconselhado pelos meus superiores, eu resolvi me personificar como sendo não um deus pássaro, mas como sendo um agente que recolhe as preces dele deles e tento distribuir na espiritualidade para retornar para eles. Ou seja, mesmo que você reze para algo que não existe, os amigos espirituais dão um jeito de criar um
sistema operativo que atenda. Então, se isso que eu tô dizendo for verdade, penso que é, os espíritos recolhem as nossas preces, né? E quando você ora para Maria, para Jesus, que são figuras potencialmente ricas e maravilhosas, claro que a Destinação é observada, mas se você reza para Deus, se você reza para rezar para quem você quiser. temas. Se eu pudesse dizer alguma coisa, eu diria: "Olhe, não, não vamos transferir para outros seres algumas responsabilidades que nos são próprias." Porque assim, o próprio Javé, por eh por eu não poder aplaudi-lo, eu não tô dizendo que quem
reza para ele, os anjos de Javé não se movimentam para ajudar. o pior que se movimenta, mas não por exercício amoroso, é por um jogo aí de genoma que um dia a humanidade vai compreender melhor. Então assim, reze para quem você quiser. O valor da reza é igual ao valor das mensagens espirituais ou do que chega na gente. Não vale por ser o que a gente pensa que é. Vale pelo coração que está por trás da prece. Vale pela intenção, pela honestidade de princípio. Se sua prece for honesta, saiba que pelas pelos parâmetros que eu
penso conhecer, o boa parte do universo se movimenta em atenção à sua prece. ser atendido ou não. Aí é uma outra questão que entra meritocracia, possibilidade, eh questões do genoma pessoal, questões de família espiritual, ancestral, mas assim, nenhuma oração humana ou de qualquer outra estirpe que seja fica perdida nessa criação caótica. Porque nós próprios no estado de espíritos torna a dizer cuidamos disso. Rogério, certa vez uma comunicação espiritual, uma voz me disse, eu tava quietinho em casa e de repente alguém falou: "Flávio, sabe qual é a melhor oração? Aquela que funciona?" Eu falei: "Oi, eu
quero saber e tal". Diz aí a sua vida, a vida das pessoas, desde o dia que nasce até o dia que vai partir, porque tudo que a pessoa viver, tudo que ela agir, ela tá escrevendo no livro da vida dela. E toda ação tem uma reação, ou seja, plantou, colhe. Então, a oração que funciona é essa, é a sua vida. Tudo que você fizer vai voltar para você. Então, a melhor oração é aquela de quando você nasce até o dia que você vai partir. Tudo que você viver corresponde ao que você vai experimentar, porque tudo
que for emanado pro universo volta na mesma força, intensidade. Essa é a oração que funciona. Inclusive, eu fiz uma live aqui no canal, vou deixar na descrição pros interessados. Você quer comentar alguma coisa sobre o que eu falei ou posso continuar? Só lembrar a lei do velho Buda. O que você pensa você cria. O que você sente você atrai. O que deseja se torna realidade. Mas é com exemplo da sua vida, não é com oração só. Perfeito. Equilíbrio disse assim: "Quer saber a tua opinião sobre o livro de Urântia?" Eu já dei em lives passadas.
é um excepcional. É um livro que vale a pena ser lido. Não que eu concorde com tudo que tá lá. É a mesma coisa do livro do conhecimento de outros livros. Eh, o livro mexe com o genoma da gente quando a gente tá lendo, né? Eh, eu mesmo tava, acho que tá aqui, é a segunda vez que eu vou mostrar esse livro. Esse livro é de Michel Demug, é um doutor em neurociências francês, mas eu comprei eh a versão no português lusitano é a fábrica de cretinos digitais, em que esse doutor aqui em neurologia está
dizendo que essa última geração é mais burra do que a geração dos pais, o que é um absurdo lógico que sempre a geração nova é mais evoluída que a dos pais, mas ele tem razão. Não, mas por quê? Porque essa geração Z e a geração milenial não estão lendo o seu genoma, não, as suas áreas HR1, HR2. Bem, sem ir pro lado técnico, o fato é que ler é tremendamente importante e, infelizmente hoje nunca a leitura foi tão fácil, tão democrática, tão o conhecimento está disponível na internet, mas estranhamente as gerações atuais são as mais
desinformadas da história da Humanidade. Então, veja como paradoxo é grande, desespero maior ainda da espiritualidade. O livro de Urant merece ser lido. É um livro que amplia os horizontes de quem lê. Ainda que tem muita coisa lá que particularmente eu não concordo. Não é exatamente o que eu assinaria embaixo, mas é um livro maravilhoso. Deve ser lido, sim. Dora Guimarães quer saber. Quando nasce o ser humano já tem seu destino traçado, como dizem, tem hora de nascer e hora de morrer? Hora de nascer. Tecnicamente sim, apesar de que existem problemas. Hora de morrer necessariamente com
a exatidão que a gente imagina que a hora o momento. Não. Isso é algo que entre aspas, se tem uma noção, é igual ao combustível das estrelas. A gente sabe que o sol ainda vai durar perto de 5 bilhões de anos pela quantidade de hidrogênio que ainda nele existe e que vai ser queimado em hélio. E é isso que faz com que a luz suja, né? E ainda tem combustível de hidrogênio para durar mais 4.5 bilhões de anos ou 5 bilhões de anos. Mas isso pode vir para cá ou para culá igual a gente quando
entre aspas um novo corpo é criado com base no genoma do pai e da mãe, nas Encarnações organizadas, em que isso é verificado na espiritualidade, em que o pai e mãe é escolhido, nascem, transam. Aí 3 horas depois da transa, quando milhares de espermatozoides estão nadando na trompa de falope da mãe, a o espírito que vai encarnar junto com a equipe médica espiritual. Algum médico observa qual dos espermatozóides vai ser o que ele vai dar uma espécie de um passe magnético e esse vai fecundar o óvulo. E na hora em que ocorre uma explosão magnética
do óvulo fecundado, aquele espírito aí mantado e a partir dali a ligação. Esse espírito, ele em tese já tem um prarabda karma, ou seja, um programa encarnatório que há uma previsibilidade de quanto tempo aquele corpo vai durar. Mas isso dependerá de uma série de desde a alimentação, a gestação que ele vai ter, a alimentação, os hábitos que ele vier assumir. A tem muita variável imponderável, ainda que possa ser prevista, mas não no sentido da exatidão informativa. Então você tem um percurso, tem uma caminhada entre o beço e a cova, que a espiritualidade sabe basicamente o
tempo, exatamente o momento. Isso vai sendo percebido quando se chega mais próximo ao tempo previsto de acordo com as Circunstâncias. Mas se a encarnação é desorganizada, ou seja, não tem preparação nenhuma, José e Teresa se encontram num determinado bar. José fumou, cheirou cocaína, Teresa cheirou cocaína, LSD, craque. Cada um desses dois tem uns 10 ou 20 encostos ali em cima deles para usufruir exatamente desse vício. E José e Teresa vão transar. E se Teresa tiver fértil, um espermatozoide qualquer fecundar o óvulo de Teresa, não houve organização nenhuma. Um desses 40 encostos que eu tô usando
no exemplo vai terminar se mantando, nem que não queira. E só que não há afinidade nenhuma. Esses pais não foram escolhidos por esse espírito. Então, infelizmente uma encarnação dessa semanação é uma verdadeira esculhambação em termos de possibilidade espiritual. E na terra tem muitas. É dramático o quadro. Então aqui é uma regra de acaso se misturando com tentativas de espíritos que amam esse fulano, que terminou enroscado nessa encarnação. Vai vão tentando fazer, ou seja, aí aí improvisação, a tentativa e aí os acidentes acontecem. Ou seja, nesse caso aqui é complicado. Então vejam que o assunto não
é bem simples. Ah, uma sabedoria popular e mesmo os espíritas dizem que tudo tá programado, tudo tá escrito nas estrelas em n gerais em tese. Mas quando há um alinhamento, Desculpe usar a palavra decente, quando a coisa é esculhambada, quando se dá via as necessidades mais baixas e horrimente administradas pelo psiquismo, psiquismo animalizado dos seres humanos, aí a coisa vira muito facilmente tragédia. Aí o aborto vem nascimento com problemas, dissonâncias de síndrome, é muito complicado, não vale a pena a gente falar assim, não é tão simples não. espíritos minimamente evoluídos tem sim um programa encarnatório
e há uma previsibilidade e a família espiritual acompanha e o próprio espírito que anima aquele personagem terreno sabe se ele for minimamente evoluído, quando é hora dele e joga de acordo com isso. Os nossos eus aparentemente não percebem nada disso, a não ser aqueles que já se aprofundaram e que tem uma ligação mais profunda com a sua mente espiritual. a turma que não age no primeiro impulso, que age no impulso mais profundo, que já tem uma certa noção de ponte quântica que existe no DNA, que liga as os padrões de consciência de um mesmo espírito
ou de espíritos diferentes. Então isso tudo vai sendo preparado. Paramhamso Yogananda conta no seu livro Autobiografia de Inod. É um livro que todo mundo deveria ler antes de sair dessa vida, que ele, seus gurus, Efesuó, outros, na hora em que a vida deles humana tá chegando no limite, os próprios amigos espirituais informam e Ele então sem dizer que vai morrer naquela noite, porque se disser aos familiares: "Não, não vá, não morra, não sei o quê". Então, as figuras que sabem disso não dizem para poder morrer em paz. Aí se senta na posição de yoga, olha
para com carinho pela última vez para todo mundo que tá ali, faz yoga e vai embora. Isso chama-se marra samadi, né? Eh, eh, é uma homenagem que a própria vida presta aos agentes da vida que souberam viver e se prepararam para morrer, ou seja, fazer a transição que o livro tibetano dos mortos orienta. Então, assim, cada caso é um caso, mas em linhas gerais há uma certa noção do tempo de vida. Rogério, a pergunta que é o título dessa live. Estamos sós ou existe um plano maior? Olha, o plano que havia ferrou. Desculpem falar assim,
essa criação, isso não é nenhuma novidade. É novidade para nós que devido as queimas de arquivo, não temos noção das primeiras informações que a humanidade recolheu lá atrás. E as poucas que sobreviveram foram transformadas em mitologia. Ou Seja, nós já nascemos num mundo que pensa que tudo que é mitologia é mentira, que aquilo não aconteceu. Então, a gente já é condicionado a isso, né? Mas lá se conta o planejamento original dessa criação deu errado. Tanto é que todo mundo faliu. Todo mundo quem? Os deuses primordiais. É isso que as mitologias contam. Eu tenho aqui estudado
aqui no meu escritório mais de 70 mitologias, na verdade é um pouco mais, e eu já estudei profundamente cada uma e essas notícias todas estão lá atrás. Nessa época não existia religião. As religiões quando surgiram é que acabaram com as mitologias porque aí vê a questão do entre as entre aspas, né? Eh, o Deus único, a crença no monoteísmo, né? Isso terminou criando uma confusão terrível na cabeça das pessoas, porque primeiro confundiram mero criador caído, como se ele fosse um deus e não é só um arquiteto divino que se deu mal conforme as mitologias contam,
né? Então, indo especificamente paraa resposta diante da pergunta feita, nesse sentido, o plano que existia eh furou. Eh, existem outras alternativas, né? O livro que eu escrevi chamado Quarto Logos fala Profundamente disso. Outros livros que t escrito falam da responsabilidade humana, né? E é porque nós conhecemos pouco as coisas, mas a Cabala que surgiu no século I depois de Cristo, que foi próprio Jahé e os anjos, dos anjos, que através do rabino Shimon, eh, Bariokai, Oriosi, apresentou ao mundo alguns conceitos e Isaac Lúria, no século X, outro rabino, disse: "Olha, o problema é que Deus
foi obrigado a se exilar na própria criação, né? Ou seja, isso é uma forma elegante de dizer que Deus, ou melhor, seria não usar o nome Deus, mas o criador terminou caindo na sua própria criação. E esse Isaac Lúri, o livro Tzinum, o exílio forçado de Deus, que eu publiquei há pouco tempo, tem a ver exatamente com essa definição de Isaac Lúria, mas Isaac Lúri já mais recente lá, o rabino Simon Baokai e Yosai no século I, Javé e seus anjos entregaram aos judeus de então alguns conceitos e e tinha o conceito da África, era
o abismo luminoso, nemum abismo você vê a luz no fim. Mas esse sim. Por quê? Porque o criador tinha caído no abismo e a luz desse abismo era o eu do criador caído. Mas ele precisava de um ticum, que é outra expressão Cabalística, ou seja, ele precisava que alguém consertasse a criação dele e o ajudasse a se entre aspas, reintegrar sua antiga condição divina. Então, o Ticum era o plano que havia, mas deu errado. E por isso o criador jogou pros humanos refletirem isso, porque qual é o drama? O que é que eu exploro nos
meus livros? que de todas essas estirps que existem no universo vizinho, de todas as civilizações biológicas do nosso universo, a mais recente é a nossa, é a única que chegou nesse nível de racionalidade, porque rompeu os padrões da mente bicameral, em que o velho controle desses seres domava o psiquismo humano. A única que conseguiu romper foi os humanos, ainda que sejam poucos os humanos que de fato são emancipados em relação a isso. Mas cabe aos humanos realizar o ticum, ou seja, ajudar Javé, porque o plano original faliu. Então, nesse sentido, nós não estamos sós porque
tem vida abundante nesse universo, no universo vizinho, na espiritualidade. Daqui a pouco nós não vamos precisar acreditar em nada disso. Vamos ter certeza, porque a reintegração da Terra que tá isolada em relação a todos esses contextos está se rompendo e vai ter o primeiro contato oficial com seres de fora. E daqui alguns séculos a gente vai estar se comunicando com os nossos entes queridos encarnados por meio de tecnologia, então não precisa mediunidade, então nada mais vai ser no sentido de de crença. Você simplesmente vai saber. Então, nesse sentido, sozinho, nós não estamos, não somos, temos
muitos parceiros de um destino que precisa ser trabalhado, mas nós estamos sós no sentido de que somente os humanos podem, desde que se preparem, realizar esse ticum, que é o termo cabalístico que o próprio Javer repassou pros humanos. entender isso é que é um problema meio complicado, não é para criança, não é para seres humanos infantilizados por uma crença gostosa, por um refúgio. Aí tem que ser pessoas que se preocupem menos com seus problemas e produzam mais no sentido de modificar os seus genomas de modo a ajudarem o dono dos genomas. Ou seja, Javahé o
primeiro ser criado no âmbito da sua obra. Ele se recriou como Javé. Começou a se metamorfosear. Por isso que naquele livro ou naquele filme aí sobre os Ele é o primeiro mutante da história, de fato. É. E até hoje nenhum das mutações que ele fez resolveu o problema, tanto é que faliu. Mas nós humanos, mesmo tendo vida curta, nós podemos dar uma contribuição efetiva, Modificando os nossos genes no sentido de desfazer as sequências genéticas apodrecidas que recebemos desse ser e criar novas sequências com o nosso progresso espiritual. E em fazendo isso, nós estamos evoluindo espiritualmente
e ajudando esse ser e a essa turma. Isso chama-se ticung. O Marcelo quer saber qual o percentual de verdade que você daria paraa Bíblia. Depende. Aí o problema de verdade. Se o que está descrito nas páginas da Bíblia efetivamente corresponde ao teor que elas traduzem, a Bíblia é um livro verdadeiro. Tem que ser lido, refletido, porque entre aspas aquilo é real. Só que a Bíblia que hoje nós temos avulgata, esses 73 livros, nós temos que entender. São 46 do Velho Testamento, como eu falei. E esses 46 são o quê? São cinco que originalmente foram foram
produzidos por Javé, que foi entregue a Moisés, que é eh corresponde a Torá bíblica, que são aqueles cinco livros que eu falei no início, Gênesis, Êxodo, Números, Deuteronômio, Levítico. Aí tem 18 históricos, 16 proféticos, sete sapienciais e esse S formam 46. Isso aqui tudo refere-se ao passado. Aí tem 27 livros do Novo Testamento. São 21 epístolas, quatro Evangelhos, 27 livros e mais o Atolo dos Apóstolos e o Apocalipse. Esses 27 livros se refereem à nova aliança de Jesus. Antes era a velha aliança de Javé com os homens, só que Jesus propôs uma nova aliança que
também não cumpriu. O problema é sério. Não pôde cumprir como ele queria. Na hora em que você, entre aspas, olha paraa Bíblia e diz: "Isso é, isso é fajuto". Não, não é. É terrivelmente verdadeiro. Só que não funcionou. Só que não funcionou. Esse é o problema. O próprio livro do Apocalipse, que é o último do Novo Testamento, está ainda por ser cumprido nos seus termos finais do capítulo 11. Já aconteceu tudo que estava previsto no apocalipse de tão sério que é. Se você pegar os capítulos 18, 19 no Apocalipse, você vai ver a queda das
duas torres do World Trade Center ocorrida em 2001, tá lá escrito. Então há uma série de questões, mas falta se cumprir com o retorno de Jesus, não como o ser humano Jesus que ele foi, mas no seu estado glorioso de Hockma em hebraico ou de Sofia em grego, como ele próprio eh prometeu no Apocalipse e nos Evangelhos. Se você pegar Marcos, Mateus e Lucas, nesses três Evangelhos, a abundância de Profecias que o próprio Jesus em vida no seu estado humano fez. E Sofia Rockma no apocalipse confirmou que iria cumprir as promessas do seu avatar humano
e ainda não puderam fazer. Então o livro, a Bíblia é um livro extremamente sério. Olha, todos os livros da antiguidade são extremamente sérios. O mais importante deles é o marrabarata. Só que no próprio início, o tradutor para inglês diz: "É complicado porque se eu for traduzir da língua sânscrita, nos termos da literalidade de lá, os acadêmicos de Oxford vão sorrir porque lá tem macacos que falam, tem." Então a turma deturpou para agradar os acadêmicos da língua inglesa, né? Então, o marrabarata tem problema de tradução, a Bíblia tem problema de tradução, mas todos esses livros são
sérios. E nós, seres humanos, se esses livros estiverem corretos, vamos ter daqui a pouco um choque de realidade em que vamos ser obrigados a perceber que esses livros estão corretos, são verdadeiros, ainda que problemáticos. E todo mundo vai ter que aprender a reler, fazer uma releitura desses livros para poder entender o momento presente que a gente tá passando. Leituras para o fim do mundo. Disse: "Quando você se refere ao nosso universo, você fala de nosso planeta. Somos os mais recentes do nosso sistema solar, nossa galáxia. Olha, do jeito que tem o Sol e os planetas
ao redor, isso é um sistema de mundos, sistema estelar. Na nossa galáxia existem entre 200 e 400 bilhões de estrelas tipo Sol, ou Ana vermelha, Ana marrom ou branca, ou maior que o Sol. E cada uma dessas 200 ou 400 bilhões de estrelas, os astrônomos ainda não terminaram de contar. Cada estrela dessa tem planetas, muitos planetas, tem satélites, tipo a lua. Saturno tem 602, 62 luas, Júpiter por aí. Ou seja, na nossa galáxia tem 400 bilhões de estrelas, segundo a estimativa, contaram já 200 e poucas. A quantidade de planetas da nossa galáxia não se sabe
qual é. a quantidade de satélites também. Mas isso é só uma galáxia. A nossa galáxia Via Láctea. No universo conhecido, o ser humano já conseguiu detectar perto de 120 bilhões bed de bola de galáxias, algumas maiores, outras desse tamanho que é nosso, outras menores. Isso é o nosso universo biológico. Nesse universo Biológico, todo a última raça que surgiu foi a nossa. Nos 13.8. bilhões de anos. A nossa raça é a mais recente, surgiu agora. Essas raças surgiram lá para trás. É isso que eu tô dizendo. E pelas fofocas das raças mais recentes que surgiram, nós
somos a única que rompemos com esse, entre aspas, metro do sistema da mente de camarão. Um dia a gente vai entender isso melhor. O Adriano disse aqui: "Por qual motivo não escreveu esses três livros prometidos para nós? O drama cósmico de Jesus, o drama espiritual de Jesus e o drama terreno de Jesus?" Devido à confusão, eu agradeço a pergunta, devido à confusão que ainda tá ocorrendo. Na verdade, são nove livros, o drama cósmico de Jah, o drama espiritual Javé, o drama terreno de Javé. Esses três eu já escrevi lá atrás. Quando eu comecei a escrever
o drama cósmico de Chiva, o drama espiritual de Chiva, o drama terreno de Chiva e o drama cósmico de Jesus, o drama espiritual de Jesus e o drama terreno de Jesus. Esses seis livros, quando eu comecei a escrever, são sendo produzidos, mas começou a acontecer tanta coisa estranha que eu fui obrigado a parar. Digo, eu não vou publicar esses livros. Como também tem um chamado Mergulho na Escuridão, que o próprio Javé me esclarece várias coisas. São inúmeros, São centenas de livros, desculpa falar assim, não estou exagerado, tá meu computador, mas eu comecei a me assustar
mais ainda. Eu digo, eu não vou publicar isso. O que eu publiquei já é para assustar qualquer um. Isso aqui fica mais complicado ainda. Então, eu separei uns cento e poucos livros, eu só publico depois de certos fatos acontecerem. Ah, e se você morrer antes? Não posso fazer nada. Vamos comigo pro caixão de defunto tipo C que eu já estou providenciando. Mas assim, não é mais, eu não posso fazer muita coisa. São centenas de livros e os assuntos são inapropriados para o tipo de ser humano que hoje existe, infelizmente, aqui na Terra. Eu digo, infelizmente,
porque a maioria das pessoas que eu amo se ancoram na necessidade de ter certezas para poder tocar suas vidas. E o tipo de ser humano que precisa no futuro é aquele que, como Emmanuel Cant disse, saiba colecionar incertezas para poder se livrar das certezas erradas. E Manuel Canto diz que a inteligência de um ser humano pode ser medida pela quantidade de incertezas que ele suportar. colecionar. Nós humanos somos condicionados a não colecionar incerteza, mas a gente quer certeza. Por isso que a gente acredita Em dogma, a gente dá por sao questões que a gente ainda
precisa descobrir. E os livros que eu produzo são tremendamente contundentes paraas pessoas que têm essas certezas todas. E eu respeito, eu também tinha essas certezas todas. Eu tive que arrancar uma por uma as raízes profundas que há tanto tempo o meu eu dessa vida nutriu, colecionou, né? E sei o quão difícil é faço isso movido, meio que obrigado pelas circunstâncias que acontecem comigo, mas não acontece com todo mundo. Então eu não posso passar isso para todo mundo eh sem me preocupar que isso venha ferir sustentabilidade. Eu sei que fere. Então, infelizmente, meu irmão, esses livros,
O Drama Cósmico de Jesus, espiritual e terreno, fazem parte de uma prateleira virtual que tem no meu computador que eu não posso, eu não não pretendo terminá-los para não deixar para outras pessoas a a obrigação de ter que publicar no futuro ou não. Outros livros estarão publicados e também muito complicados. Bem, eu não, todo livro que eu produzo tem uma certa dose de complicação desagradável, mas assim, especificamente esses que o você falou, é um problema que passa por nós entendermos a real Vida de Jesus e não o que a gente pensa que aconteceu, porque assim
foi contado pelo que a turma no século conseguiu traduzir de outra forma para tornar a história, entre aspas, agradável aos os objetivos do império romano. O Vinícius Santos, se Javé está doente, ele quer se recuperar e viver junto com sua criação. Seria isso, meu irmão? Infelizmente o tipo de doença que esse ser tem não o permite querer muita coisa. Se estiver certo o que eu estou dizendo, se estiver certo que fui obrigado a perceber. é um problema muito sério. Ele não tem querer. Só lá na frente, se conseguirmos, se o ticum produzia o ressuscitar desse
corpo que está há tanto tempo, desse corpo, desse outro universo dele, basicamente em coma e o eu dele lutando para não eh ficar submisso a esse estado que eu estou chamando aqui de coma, porque é o paralelo que eu posso fazer, mas a situação não é conveniente. Ninguém sabe como isso vai terminar, Não. Mas não dá para ele querer qualquer coisa. Do jeito que certas condições psíquicas não pode articular o controle do seu próprio eu. E a gente vê isso na Terra sob muitas faces, né? Esse é um dos problemas do criador. Chegou a esse
ponto. Ora, gostaria que a nossa audiência nos perdoasse. Eu queria trazer todas as perguntas de vocês. Foram dezenas de perguntas, mas humanamente impossível trazer todas as perguntas numa live para Januelan. Então, nós nos esforçamos aqui para trazer o máximo que nós podíamos, mas infelizmente nós chegamos ao final da nossa live. Queria eu poder amanhecer o dia aqui, mas não vamos fazer isso com o Rogério, senão ele desanima para voltar aqui. Então, chegamos ao final do programa e ele já está aqui conosco hutos e em breve ele voltará. Que dia mesmo que nós marcamos? Você lembra?
22 dia 22 deste mês, Rogério estará novamente conosco. Então, gostaria nesse final de live que você ficasse à vontade para falar o que tiver afim, independentemente de pergunta para nós finalizarmos o programa. Alguma coisa que queira falar e deixar aqui Registrado alguma coisa que você tenha pensado em falar, mas aí não deu tempo porque é tanta pergunta, pergunta, pergunta. Então, gostaria que nesse final você ficasse à vontade para falar o que quiser e na sequência já se despedir da nossa audiência. Lidar com esses seres, lidar com essas realidades. Mesmo do modo como eu sou obrigado
a fazer, eu erro muito. Não tem como não errar. Essa certeza é tranquila. termina secando a gente, né? E a minha condição humana, em algum momento aí eu morri, mas ainda não fui enterrado, dizendo assim, uma brincadeira. O meu eu é uma espécie de um zumbi que ainda funciona. Esse corpo já morreu duas vezes. É uma confusão louca aí. Mas assim, eh, eu poderia olhar para tudo isso de forma terrivelmente negativa, né? Mas como essa expressão terrivelmente tá sendo usado inclusive para definir outras coisas, eu vou substituí-lo. Eu poderia olhar para essa situação e me
encher de energia negativa. Cada vez que eu convivo com esses seres, eu não os procuro, eles me procuram. A proximidade faz mal a meu corpo, uma série de coisas que não tem nada agradável. Mas ainda assim eu não conheço ninguém mais pacificado e feliz do que eu mesmo. E principalmente porque a minha secura humana, eu eu comecei a substituir esses padrões secos que eu estava guardando em mim mesmo, exatamente nesses momentos que eu faço de checar em mim mesmo a quantas anda o meu psiquismo, não o psiquismo da primeira corrente, mas o o que eu
guardo como sendo o meu verdadeiro eu, apoiado pelo espírito que me anima. E eu próprio me surpreendo como eu consigo sorrir comigo mesmo, como eu consigo me alegrar com as pequenas coisas, como eu consigo ver beleza em muita coisa que a maioria das pessoas que eu amo tá nem aí. Mas eu eu continuo sendo alguém que, mesmo que quase tudo se extinguisse Ao meu redor, eu conseguiria seguir adiante. e não por nada por aquilo que muitos filósofos dizem de forma muito complexa, muito trabalhada, mas eu vou escolher a coisa mais simples, porém mais bela que
nos últimos tempos eu vi foi no livro e no a trilogia O Senhor dos Anéis, né, quando no meio da desolação terrível, Frodel e Sam, Frodel com aquele aquele anel com a incumbência de levar aquele anel até a montanha morda para jogar o anel naquele fogo que era única forma de destruir e Sam o amigo que o ajudava nessa luta, né? E teve uma hora que no meio da desolação, todo mundo ferrado, já falei isso aqui outras vezes, eh, Frodel desiste, cansado cai e Sam fica: "Mr frodo, levante-se. Vamos até a montanha". Mon tava longe
para olhava assim, sabia que não ia chegar lá ou pelo menos acreditava que não. E são levantes aí, Fr, mas pelo vale a pena. Claro, Mr. Frodo, o bem que existe nesse mundo, vale a pena que a gente lute pelo bem. E é uma frase boba, trivial, dita num filme, mas em mim aquilo me permitiu guardar uma chave. Porque assim mesmo nós sendo nós humanos, sendo os mais imperfeito dos seres, né? Mas cada um de nós coleciona um pouco de bem no coração, vontade de fazer o bem, por mais feio que a gente seja, mas
um pouco de bem ou preocupados com o bem-estar de alguém que a gente ama ou mesmo que seja uma coisa meio egoísta, a gente então assim, se não por nada, mesmo que a gente não encontre guarida num conceito de Deus mais adequado nesse ser chamado Jahé, os anjos, espíritos, eteis, A vida na terra tá distópica, tá tudo dando errado, mas vale a pena. Vale pelo bem, pelo bem que a gente consegue perceber, mesmo nas pessoas que a gente não gosta, que eu consigo perceber em alguém do meu tamanho. Então o bem existindo, ele assina embaixo
da existência da humanidade. Porque só a humanidade pode perceber o bem. Só a humanidade pode praticar o bem. E o bem não é um fruto que se colha numa árvore. O bem, se o ser humano não praticar o bem, o bem não existe. Perceba que o que a gente chama de bem, tirando a fé infantilizada, que dizem: "Não, santo fulano de tal, Deus maravilhoso, fez o bem". Mas que a gente possa medir e ter certeza, só o bem que um ser humano faz passa a compor a beleza desse mundo, a história desse mundo. Se os
seres humanos não fizessem bem uns aos outros, a vida seria pior do que é. E a vida é ruim, porque muitos seres humanos não conseguem praticar o bem, não se preocupam com isso. Então, mesmo com Javé, com essa turma toda, mas o bem é facilmente detectável no meu coração, mesmo eu sendo um homem cheio de defeitos. E por que que eu digo isso? Porque se em mim eu consigo perceber, qualquer ser humano pode perceber em si mesmo o bem que ele guarda, o bem que ele se preocupa em fazer, em agir de forma decente, em,
enfim, homenagear a vida. E só por isso já vale a pena. Ainda que a gente não saiba para quem rezar, ninguém escuta presto. Ah, mas a gente procurando fazer o bem, vale a pena, por esse bem aplicarmos a nossa existência. como se fosse a mais bela obra de arte que a gente pudesse produzir em nós mesmos, não lá fora, mas no templo do nosso da nossa vida íntima, fazendo bem sempre. Então assim, no meio de toda essa confusão, nós somos a joia rara da coroa. Nós, os seres humanos, podemos Fazer isso. Parece que só a
gente pode desse modo, como fazemos, com carinho, sem querer receber nada em troca, às vezes dando a vida por alguém que a gente não ama. Parece que só nós, seres humanos, temos essa condição. Que seja, mas só pelo bem que a gente pode nutrir o nosso coração e nutrir aqueles que nos rodeiam, já vale a pena. Então, não nos assustemos com esses com esses temas desagradáveis, esses assuntos terríveis. Não, nós, seres humanos, parece que temos uma missão muito especial e cada um de nós é um quebra, é uma peça num grande quebra-cabeças e sem todas
as peças esse quebra-cabeça não se monta nunca. E Javé depende de cada um de nós. Trate do código que é dele, mas que tá emprestado, inoculado a nossa condição pessoal. E fazendo bem, pessoal, a gente alinha tudo isso aqui de modo a ajudar a todos. Então, deixo essa mensagem com vocês, que é a única que alguém do meu tamanho pode deixar, essa coisa trivial que se chama bem, mas é a coisa mais importante que a gente pode produzir, que a gente tem. O resto é meio que bobagem. Um grande abraço a todos. Flávio, obrigado. Rogério,
olha, já que você tocou no assunto, Javé, o publisman insistiu aqui, ele insistiu para ter essa resposta. De modo, para não te segurar aqui muito tempo, de modo bem resumido, Javé já percebeu que criou um universo imperfeito? Isso aí sim. Posso dizer que se pelas loucuras que eu vivo, pelo menos isso, assim, e todos os seres desse universo vizinho também já chegaram à conclusão que a coisa não funcionou. O problema é que eles ainda disputam espólios, herança de trimurte, blá blá blá. É uma confusão maluca aí, mas um dia sem horas. Mas isso aí sim.
E para as pessoas adquirirem os seus mais de 50 livros e tal, tem um site, tem um endereço, como é que a pessoa faz quem quiser eh comprar, adquirir um livro seu? Assim, o site Jean Valel Elan com dois L e o M de Maria no final, jeanvaelan.org. Entrando nesse site janvaudojunto.org, lá tem a editora, tem a rela. Então, na editora você clica, tem lá todos os livros físicos. Na Amazon tem ebook e também tem os livros que podem ser eh produzidos pela própria gráfica da Amazon. Eu Vou fazer assim, vou deixar na descrição o
site e também o endereço para quem puder adquirir essas revistas, as revistas do Jan Vauelan tem esses quatro volumes. Vou mostrar para vocês aqui. Olha só, para você que não conhece ainda. Mais algo a dizer, Rogério? Podemos encerrar? Uma boa. Obrigado mais uma vez, Flávio, pela oportunidade de estar junto aí com vocês todos. Rebobinem a fita. Assistam novamente. Você que chegou atrasado. Deixa o like, o joinha, o gostei. O comentário é muito importante. Coraçãozinho será entregue para todos. Compartilhe, gente. Vamos jogar no ventilador. Nós nos reencontraremos amanhã no mesmo horário. Um abraço de alma a
todos. Namastê.