olá a todos eu sou renato cassol sou médico infectologista e vou falar pra vocês hoje sobre alguns conceitos de controle de infecção e apresenta a portaria 2616 1998 a portaria criada em 98 ela ela na verdade ela cria o programa de controle de infecção hospitalar que é um conjunto de ações desenvolvidas deliberada e sistemáticas com vistas à redução máximo possível da incidência da gravidade das infecções hospitalares nota se que eles falam em redução máxima possível e não um é a redução ao nível zero porque nós sabemos que isso é praticamente impossível uma adequada execução do
programa de controle de infecção hospitalar que o pcch né os hospitais deverão constituir comissão de controle de infecção hospitalar a cch órgão de assessoria autoridade máxima da instituição e execução das ações de controle de infecção tão nesse organograma o o cch ficaria diretamente abaixo é do diretor do hospital néel aquilo que for considerado a autoridade máxima é do local a portaria 2616 ainda fala que é a ch deverá ser composta por profissionais da área da saúde todos eles com nível superior é formalmente designados os membros da cdh serão de dois tipos consultores executores é os
executores se chama cnh é é aquilo que a maioria das pessoas chamam de controle de infecção hospitalar é composta por médicos enfermeiros farmacêuticos acessei a gata e representantes de vários a áreas cirúrgicas várias clínicas bloco cirúrgico semi enfim várias partes como exemplo das atribuições da cch podemos citar a vigilância epidemiológica de infecções hospitalares investigação de surtos capacitações técnicas quadro funcional uso racional de antimicrobianos normas e rotinas técnicos técnico operacionais a portaria ainda fala alguns conceitos é que também pode ser discutidos depois com mais profundidade mas é ela fala por exemplo sobre infecção comunitário com o
conceito né é aquela infecção constatada ou incubação no ato da admissão do paciente diz que não relacionado com internações anteriores em hospitais aqui o conceito poderia se trocar é o hospital por a área de assistência à saúde porque não se poderia falar sobre infecção am comunitária um paciente que tenha havido por exemplo de um de um asilo então o termo mais correto mais atual seria e trocar o hospital por uma área de assistência à saúde seja ela qual for já a infecção hospitalar é é aquela adquirida após a admissão do paciente e pode ser manifestada
durante a internação após a alta e se após a alta é um é uma data que depende do tipo de procedimento por exemplo que o paciente tenha feito dentro do hospital é geralmente se considera até 30 dias 60 dias a alta uma infecção seria atribuída ao hospital mas por exemplo em cirurgias onde existe a colocação de próteses prótese de joelho próprios quadril por exemplo esse prazo aumenta para até 1 ano então qualquer tipo de infecção nessas proxy até um ano após a alta é considerado com uma infecção hospitalar e deve ser lançado nos dados de
controle de infecção ainda é quando não se conhece é o período de incubação de um microorganismo e o paciente venha a desenvolver uma infecção se considera como número 72 horas então aquele paciente que tiver uma infecção 72 horas após a admissão hospitalar ele ele vai ser considerado como uma infecção relacionada à assistência à saúde é claro que existe em casos que o paciente pode ser considerada uma infecção e infecção hospitalar ou relacionada à assistência à saúde ante 72 horas é isso acontece geralmente quando estes procedimentos cirúrgicos e terapêuticos é que aqui são feitos nem antes
desse período por exemplo o paciente é admitido efetivamente ele faz uma cirurgia qualquer eletiva é no primeiro dia de admissão e essa cirurgia venha afectar e no segundo dia por exemplo é essa é apesar de ter menos 72 horas no hospital essa essa infecção é considerada como hospitalar é não necessariamente tenha germes hospitalar isso isso isso não não quer dizer um fixo ou celular não é igual a jeremy hospitalar ele pode ter um germe de sua própria forma provavelmente terá hoje pode ter um gesto realmente é que esteja circulando dentro do hospital ainda na portaria
26 fala sobre a classificação das cirurgias cirurgias podem ser classificadas em limpas potencialmente contaminadas contaminadas ou infectados as cirurgias limpas os tecidos são externas o passíveis de descontaminação ausência e falha técnica cirúrgica grosseira elas são na sua grande maioria eletivas e sem drenagem aberto não pode ter e não pode ter não pode ter sido que não seja passível de descontaminação por exemplo já citei o cirurgia de prótese de joelho é uma cirurgia limpa cirurgia geografia e disse que era não esteja em sofrimento de alça também limpa surge de colocação de prótese mamária por exemplo um
cirurgia limpa mas potencialmente contaminadas o os tecidos colonizados ou não passíveis de vocês são colonizados ou não passíveis de descontaminação é pode acontecer falha técnica cirúrgica discreta existe a possibilidade de drenagem aberto e cirurgias o trato digestivo urinário respiratórios em contaminação significativa então aqui em todas aquelas cirurgias onde envolvem alça intestinal por exemplo que não são passíveis de risco de contaminação na contaminada os tecidos são não pode ser recentemente traumatizados roberto então o senhor jesus alba mas são contaminados falha técnica cirúrgica grosseira cicatrização por segundo intenção grande contaminação a partir do tubo digestivo e correção
por fábio acreana abundante então essas cirurgias são consideradas como contaminados é diferente de infectados que nós vamos ver agora as infectadas cirurgias em órgãos ou tecidos como presença de processo infeccioso o tecido acrobático essas cirurgias que são os seus que necessita urgentemente de terapia não profilático assim uma terapia de tratamento os pacientes já estão com um processo infeccioso em atividade o poder está pra vocês aqui colangite com gente que vai ser operado por exemplo a visita lula ela é considerada uma cirurgia infectado o paciente vai ter que tratar com antibioterapia além de ter a abordagem
cirúrgica seja ela qual for falando agora sobre prevenção de infecções o cdc num site dele mostrou mostra é os 12 passos para prevenir para prevenir a resistência aos antimicrobianos e pacientes hospitalizados a esse espaço é a prevenção de infecção com vacinas a retirada retirada precoce dos cateteres é é mirar o patógeno ou seja quando fizer o diagnóstico eo tratamento se tratando de nosso tratamento efetivo não não tratar por exemplo pacientes colonizados nem assim somente ficção têm acesso os especialistas praticar controle de infecção é gerar a nossa senhora já fazia isso é os dados locais tratar
a infecção não contaminação tratar a infecção não colonização os às vezes tem muito problema com grampo positivos então eles nuno passo eles falam pra ter o uso criterioso do álbum come se não né o item 10 ali é para o tratamento quando curado ou seja não estendendo girls terapia por muito mais tempo que seja necessário isso é um problema clássico em países de terceiro mundo que se trata dos pacientes por muito tempo com doses pequenas o conceito mais atual é justamente tratar o paciente por menos tempo com doses otimizados é ter um bom laboratório que
conseguiu isolar os patógenos adequadamente é isolar os pacientes que estejam contaminados é para aqueles contaminados ou colonizados por que eles não transmitam esses geram para todo o hospital para os demais pacientes né ainda sobre o uso de antimicrobianos a gente pode falar sobre algumas algumas coisas que o cdc também apresentam por exemplo tem o público italiano é e desse tipo bacteriano existe em algumas cepas resistentes aos antimicrobianos é quando existe exposição aos antimicrobianos principalmente por período de tempo prolongado em doses bióticas é existe uma seleção que é darwiniana onde todas essas cepas raras que já
tem uma intrinsecamente uma resistência aos antimicrobianos acabam se tornando as cepas predominantes isso é pelo uso direto é da exposição de antimicrobianos quanto maior o espectro de antimicrobianos maior as chances de selecionar cepas resistentes existe ainda a possibilidade de uma bactéria suscetível sofreu uma mutação e se transformar uma bactéria resistente essa essa mutação geralmente acontece quando essa bactéria suscetível acaba tendo contato com bactérias resistentes já previamente resistência e através de transferência genética acaba adquirindo os mecanismos de resistências de resistência bacteriana é necessário para ser perpetuar mesmo na presença de antimicrobianos de largo espectro já em
1850 semanais é provou que a higienização das mãos é é um passo importante para comprar a conter as infecções hospitalares apesar de ser um dado antigo já ademir fundado em 1850 mais ou menos é mesmo assim a adesão média global a higienização das mãos e chega no máximo a 50 por cento médio se sabe o cdc salienta bastante isso é que é a mão do profissional de saúde é passível de transmissão de germes resistentes aos pacientes esses germes resistentes acabam transferindo seu material genético para os outros genes já colonizando os pacientes e isso faz com
que a microbiota do paciente se transforma em uma microbiota preparada para suportar a pressão dos antimicrobianos isso aumenta enormemente a falha terapêutica aqui no site da anvisa é eles falam sobre os momentos e momentos depois se deve genes as mãos até o momento 1 é antes do contato com o paciente é o momento dois é antes da realização de procedimento asséptico o que eu considere consideraria como uma derivação do 1 porque antes de realizar um procedimento acesso também é o antes de contato com o paciente o 13 após o risco de exposição a fluidos corporais
o 4 após o contato com o paciente e aí eu considero o item 3 como item 4 também porque após o risco de exposição a fluidos não deixa de ser após o contato com o paciente então eu sempre ficaria para do espaço o passo antes do contato paciente e após o contato paciente porque sabemos que após saber que a área em volta do paciente para paciente e equipamento médico bancadas próximo paciente o próprio leitor cama do paciente ela também fica colonizada com os germes do paciente então o item 5 após o contato com áreas próximas
ao paciente eu considero ia também como um contato com o paciente então poderia uma forma de se decorar mais facilmente quando se deve utilizar as mãos se higienizar imediatamente antes do contato do paciente imediatamente após o contato paciente ou seus usuários ao redor lembra que são as mãos não é opcional é sinal de competência profissionalismo e respeito eu agradeço e tem um molde a todos