Seja bem-vindo e seja bem-vinda neste nosso momento de mais uma narrativa prazerosa, quando hoje ouviremos aqui a querida Érica Antunes Pereira. E aí vocês perguntariam: quem é a Érica? Então, vamos lá.
A Érica foi minha aluna na Escola Municipal Dr Getúlio Vargas, aqui em Sorocaba, durante o ensino médio, lá, produzidos de 1983. Ela cursou Ciências, habilitação em Matemática, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba; Pedagogia com Administração Escolar na Faculdade de Plínio Augusto do Amaral; Pós-graduação Lato Sensu em Matemática na Uniso; e Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Excelência na Pitágoras. Sempre procurando atualizar-se, participou de vários fóruns sobre educação, formando em rede pelo Instituto Aval.
Ela fez um curso de Alfabetização Científica e Metodologias da Matemática. Lecionou na rede estadual de ensino, no Sesi, na rede municipal de ensino de Sorocaba, na rede particular, no Liceu Pedro I, e foi orientadora pedagógica na rede municipal na educação infantil de 2009 a 2021. Mas, quantos anos você tem, mais ou menos?
Porque você acabou de se aposentar, né? Em 2021. Quanto tempo?
Acho que deu uns 33 anos. Durante esse período, em que ela passou pela Escola Municipal Dr Getúlio Vargas, ela participou de várias atividades envolvendo poemas e atividades teatrais e também participou de outras atividades, como no caso do Festival de Teatro Getúlio Vargas. No Festival de Teatro Getúlio Vargas, ela participou com uma montagem chamada "Simbolismo", que, na verdade, ela vai contar tudo isso, né?
Mas ela fez com o grupo dela uma apresentação para a literatura na sala de aula, normal, né? Sobre o Simbolismo. E foi também desenvolvido, que eu indiquei: falei para eles: por que não apresentar?
E daí eles se apresentaram. Seja bem-vinda, viu, Érica! Obrigado, um prazer enorme a sua presença aqui hoje conosco e aqui na Universidade de Sorocaba.
Hoje nós estamos fazendo essa gravação aqui na Universidade de Sorocaba. Então, vamos lá. Você primeiro conta para nós: onde você nasceu?
Então, eu sou sorocabana. E hoje é uma tarde extremamente agradável por estar com você, professor. Você é um professor muito, muito querido, né?
Nós tivemos três anos juntos no ensino médio e aqui na Uniso, que é um retorno, porque eu fiz, na época, era Faf, né? Do Agir. E estou retornando aqui na Uniso.
Eu vim aqui até fazer concursos e tudo mais. Mas estar nessa universidade, que está tão bonita, tão ampliada, com tantos recursos, é uma grata surpresa. E para falar exatamente na época do teatro ali, que foi no segundo ano, e que para contar dessa experiência.
Então foi assim: você propôs para a turma que fosse dividido em grupos: romantismo, realismo e simbolismo, três períodos. E eu sempre fui da turma do Fundão, sabe? Sempre fui boa aluna, porque no Getúlio Vargas, a verdade é que a média era sete, né?
Então não tinha essa história de ser mais ou menos. Você tinha que estudar para ser aprovada, né? E fora que era cobrada pela minha mãe, pela família, né?
Os valores que a gente sempre teve da importância da educação na vida da gente, né? Mas havia uma turma muito, muito boa que a gente estudava no período noturno. E daí o pessoal da frente fez primeiro, formou um grupo para formar romantismo, e depois eu sei que a turma que sobrou ficou simbolismo.
E lá fui eu e mais um grupo de amigos: a Diva, Cláudia da Ermaturo. E nós nos reunimos no sábado, porque tinha um pessoal que trabalhava, né? Na casa da Diva, que morava no Rio de Janeiro, na Rua Rio de Janeiro, que é próxima da que fica grudada ali no Getúlio Vargas, que era mais próximo para todo mundo.
Nós éramos muito bem acolhidos ali pela família, os pais adoráveis, né? Nós íamos à tarde. Demoramos para entrar em um acordo sobre o que íamos fazer, porque tínhamos que dar as características do movimento do simbolismo, tínhamos que declamar as poesias.
E nós fomos percebendo, conforme os outros grupos foram apresentando, algumas observações suas, né, professor, que o primeiro grupo, eu lembro, que apresentou bonito, que fez a declamação das poesias do romantismo, que fizeram fundo com violão e tudo mais. Só que abria e fechava a cortina. Nós apresentávamos no palco, que era lá do Getúlio Vargas, que tinha um teatro, né?
E só que a cortina abria e fechava, e quebrava o ritmo da apresentação. E você foi orientando, né, professor, que não ficava tão bom. E assim nós fomos observando.
"Ah, isso nós podemos melhorar aqui, ali," né? E tudo isso nós fomos melhorando para o nosso trabalho. Então, daí nós bolamos, foi bom nesse aspecto porque nós fomos os últimos.
Então era um grupo de quase 15 alunos, porque a turma, acho que tinha umas. . .
era uma turma grande, né? E eu lembro que, no final do trabalho, você fez a gente sentar no palco inteiro ali para ver nossos pareceres, o que a gente sentia. Então tomou conta do palco inteiro.
Era um grupo de, acho que, 12 a 15 pessoas, acredito, né? As classes eram grandes, eram três grupos, né? Turmas grandes.
E até liguei quando soube que fui convidada para a entrevista. Eu liguei para a amiga Diva Amaral e ela falou: "Ah, Érica, eu lembro que o Edi pegou. .
. nós emprestamos os instrumentos do professor Hélio. " O professor Hélio e o Edi, que é nosso amigo, pegou o bumbo e bateu o bumbo e o outro tocava violão.
Eu lembro que nós fizemos as faixas, porque nós fizemos como se fosse um protesto, que tinha o narrador para falar as características. Então, tem uma pessoa que. .
. Ficou na iluminação. Outro ficou, foi o narrador.
Eu declamei uma poesia, só que eu não me lembro de qual poetisa era. Eu lembro que era uma francesa, mas não lembro quem era. Lembro que foi a Suzi que trouxe o livro, que ela se destacou pela forma como declamou uma poesia também, sabe?
E outro ficou na iluminação. Então, tinha uma hora que focava a luz na hora da declamação, tinha hora que apresentava na hora do movimento. Tinha pessoas que ficaram no manifesto segurando as faixas e, então, o que nós.
. . foi importante para nós naquele momento, que eu avalio, foram os laços afetivos que nós tivemos no grupo, porque nos uniu mais ainda, né?
Nós estávamos todas as tardes juntas, né? No sábado foi saber ouvir, porque cada um tinha uma ideia, né? E foi a maneira como nós escolhemos, cada um ajudar no trabalho conforme a sua potencialidade: saber pesquisar, escolher a melhor forma de apresentar, observar as suas orientações para poder apresentar na hora.
E deu tudo certo, tanto é que nós tiramos a nota máxima. Você gostou bastante, daí nos convidou para apresentar no festival, e deu outras orientações a mais para a maneira, a postura, a dicção. Eu lembro que você falou pra gente nos maquiar, daí pro festival deu outras orientações a mais.
Mas eu lembro que o meu medo do palco de enfrentar ficou maior no festival do que no trabalho, mas que também foi gratificante no meu dia a dia, né? E até hoje é marcante, porque quando a gente se encontra com outros amigos, e recentemente com uma amiga, ela falou que, de acordo com nossos trabalhos com outra apresentação, que nós, inclusive com você, professor, que não foi com o trabalho simbolismo, com outra declamação, que eu não sei se foi declamar ou falar sobre algum assunto e que ela tinha um gatilho na hora de se apresentar que travava, que ela não queria apresentar, que sair da cadeira ali que estava só ela e você, e que ela começou a chorar. Você não deixou ela sair da cadeira, falou que não era para ninguém se manifestar e que ela se acalmou, daí conseguiu falar, e que por causa disso ela venceu aquele momento e conseguiu ser professora, né?
Então, influenciou até no futuro dela, né? Então, foi um momento marcante para mim e acredito que para todos que participaram ali. Nós enfrentamos participar, porque você convidou, mas mais ou menos, né, porque "que tal vocês participarem do festival?
" Mas não é bem assim, né? Vai ou racha, a gente tinha que ir, a gente não dava muito contra do professor, né? Mas foi muito bom.
Foi muito bom aprender a fazer entonação, porque o simbolismo tem a petição, né? Tem o ritmo muito bem definido e, então, é diferente, né, a declamação. Foi um aprendizado muito importante pra minha vida e acredito que para todos.
Ah, muito bem, muito bem. E, no caso, você, durante o período que você estudou mesmo na formação inicial, você chegou a ter algumas atividades assim nesse sentido, ou mesmo pequenas peças teatrais ou não? Nunca teve?
Ah, como eu. . .
a minha formação é toda no Getúlio, eu sempre. . .
e tive assim, sempre houve declamação de poemas, né? Desde a quarta série, a professora Estela já estava, já treinava a gente. Só a partir da quinta série, vocês vão declamar.
E eu lembro que, com a Marilena Neiva, foi a Marilena Neiva. É que eu lembro da poesia "Nariz, nariz, nariz" do Bocage, né? E, com a Terezinha, que foi um ano só, que eu fui aluna, porque no judo geralmente era assim, né?
Que nem você foi meu professor todos os anos de literatura, né? Do terceiro colegial, né? Do ensino médio, do colegial, no ensino fundamental geralmente era uma professora só que seguia a gente.
Só um ano que foi a Terezinha. Matemática era Dulce, que seguiu todos os anos no ensino médio, Evaldo. Então, nós tínhamos esse privilégio de ter um professor todos os anos, que, para mim, no meu ver, é um benefício, né?
Porque são bons professores, lógico, né? Mas é. .
. e a Terezinha eu lembro bem que, quando foi no carnaval, logo no começo, ela fez a gente fazer as redações sobre carnaval. Hum!
E daí eu tenho aquela história contada da minha mãe falando sobre como era o carnaval, sabe? Falando como eram os blocos da época, como que ela pulava carnaval no Sorocaba Club. E, depois, logo em seguida da redação, ela deu aquela música do Chico Buarque, do Roberto Ribeiro, que é "E hoje você vai sair da pista, hoje é hoje, eu vou sambar na pista, você vai de galeria quero que você assista, mais linda companhia cava," né?
Então você vê, é pura poesia, né? E já há um entusiasmo, já na sétima série, né, para você entrar. Eu sempre tive contato com a minha professora de Português, né?
Mas não sei se todos tinham, né? Então você vê que sempre tivemos contato com a arte, com teatro, e a Terezinha gostava muito da arte, né? E a Neiva também, né?
Marilena Neiva diretamente dava muitos poemas, e vocês tinham que decorar, né? Tinham que decorar, entender. .
. aquele desenho de Jesus foi minha professora. Ah, então, e eu lembro do poema que ela deu em sala de aula, também, até hoje no colegial.
Eu lembro que eu fiz uma apresentação, não lembro para que professor, se era português. Que a que é uma amiga CC piano e nós cantamos, sabe? Ah, é, dançamos.
Então, nós tínhamos muita, muito, era muito assim, eh, estimuladas na arte. Eu acho que nós fomos privilegiadas nesse aspecto. Nesse aspecto, não são todas as escolas que têm esse processo educacional.
É, e mesmo aquelas atividades, então, de poemas, as montagens, vocês já fizeram todas no salão nobre da escola, aqui, que é auditorium, que você transformou. Eu lembro que tem aquela escadinha. Isso, fizemos uma escada grande assim, fizemos até uma oração antes de entrar, sabe?
Sei, nossa, foi muito bacana. É, vocês tiveram sorte, né? Porque já tinha aquele espaço lá, tinha o espaço disponível, porque depois disso, aquele acabou caindo, né?
E com teto tudo e deu toda a problemática. Ficou bastante tempo sem utilização. Hoje é auditório, né?
É, é, é utilizado pela comunidade em geral. Poderia ser utilizado até mais, né? Mas tá lá agora já ao menos em condições, né?
É, então é porque, eh, nós tivemos a iluminação a favor, a música a favor, então tudo isso contribui pro número, né? Para o espetáculo, né? Montagem, PR montagem, né?
E nós éramos todos amadores, né? E foi, e, nossa, você gostou tanto da nossa criatividade que você convidou pra gente apresentar pro terceiro ano. Ah, lembro bem.
E aí, foi onde? Foi no salão mesmo. Nós éramos o segundo.
Daí, você chamou o terceiro ano pra gente apresentar tudo no teatro. É, porque era uma grande aula sobre o simbolismo, na verdade, né? Que vocês preparavam.
E aí, a turma do terceiro ano ia parar vestibular, né? Fundamental. É, muito bom.
E, e, recentemente caiu numa questão do Enem sobre o Cruz e Souza, várias questões. E uma delas falava que era, eh, sobre racismo, né? A resposta era sobre o racismo e caiu, caiu, né?
Todos os anos, né? Direto. É, exatamente.
E tem algum momento assim que você acha que foi bastante significativo para você, que marcou? Ah, então para mim foi na declamação, né? Porque, eh, foi um, foi para mim, foi difícil, porque a poesia, eu não me recordo, mas ela era difícil por ser pausada, eh?
O ritmo da poesia era pausado, musical, pausada. Eh, foi difícil para declamar, mas eu enfrentei meu medo e fui. Vai com medo, vai, vai com medo mesmo, mas vai, né?
É. E você, como professora de matemática, né? Quer dizer, eh, você, você falou, né, para mim hoje, vindo, que você acha que você não tem uma boa dicção.
Você tem, tem uma ótima dicção. Eh, você disse que na sala de aula você acha poderia ser melhor, né? No sentido de altura de voz, tudo.
É, minha voz é baixa, eu acho, minha tonalidade é baixa. É, mas porque você acha que lá durante aquele período houve algum tipo de exercício que ajudou nisso também ou não? Não, mas feito.
Mas eu lembro que eu tive que me, eh, falar alto. Eu lembro que essa preocupação, né? Mexer bem aos lábios, mexer bem a boca.
É, é que as pessoas que vão ao teatro sabem que têm que ficar em silêncio, né? É, mas nem sempre ficam. Mas, eh, sabe que têm que ficar.
É, mas porque, eh, eu comentei isso em relação porque minha carga horária sempre foi grande, de manhã, tarde e noite. Aham, né? Então de manhã ia bem, tarde ia bem, e quando chegava à noite minha garganta já estava em três períodos.
E aí você sempre dentro aula de matemática, sempre, algumas vezes, ciências, ciências, sei, às vezes precisava completar com física, né? Sei. E química, mas é mais matemática, matemática.
Ent, e depois, como você pegou um período de orientadora pedagógica, é? Educação infantil, educação infantil eu passei no concurso. Chegavam a dar alguma atividade teatral pras crianças?
Sim, porque hoje em dia, né, pras crianças, eh, a criança, ela é estimulada. Acho que sempre, né? Muito em arte, né?
Então na minha época eu não me lembro de assim, de trabalhar obras de arte, né? E hoje em dia, hoje em dia a gente trabalha bastante obras de arte e a leitura é feita diariamente. Então as professoras, por exemplo, elas fazem uma leitura, por exemplo, de um livrinho e imediatamente já dão, eh, por exemplo, eh, máscara de fantoche e pedem pras crianças encenarem, sabe?
Elas mesmas criarem, sabe, sobre o livro. Tem cantata de Natal, já vi, e as crianças representarem o presépio com três aninhos, sabe? E você acha que isso traz um bom resultado?
E por quê? Ah, traz. As crianças, elas demonstram os seus sentimentos, eh, eh, a sua, a sua sensibilidade, desenvolve o vocabulário, eh, o raciocínio, eh, o desempenho global em relação à arte e teatro, né?
Eh, quanto mais cedo ela for estimulada, melhor ela vai se dar na vida, todas as, todas as áreas, né? E mesmo você sendo uma professora na área de matemática e ciências, você sente, né? Então, isso ser muito importante.
Ent, é repertório cultural, né? Eu não tenho como fugir. E a sua mãe dava aula lá no Getúlio também, né?
É. . .
conta pra pessoal o nome dela. Arlete Antos Pereira, isso. Meu, a minha, minha base, minha raiz, né?
Sim. E ela dava aula do segundo ano, é isso? Segundo, terceiro ano.
Depois, no final, ela passou no concurso como orientadora pedagógica no Mateus Mailas. Na época era Fepasa. Daí, ela deixou de lecionar no Getúlio, daí ela foi como orientadora e eu acabei seguindo os passos da minha mãe.
Vejam que coisa, né? Assim, você, eh, vivenciar a experiência de quem vive na educação, né? O dia a dia, né?
Eh, quem é apaixonado pela educação passa, passa pro no seu dia a dia. Passa, eh, seu amor, seu encantamento pela criança, pela alfabetização para vencer as desigualdades sociais, né? Sim, e isso acaba eh envolvendo todos da família do seu redor, certo?
E você passou no concurso da prefeitura, é isso? Da prefeitura e do estado, e do estado nos dois. Eu trabalhei na rede particular por muitos anos, larguei da rede, eh pedi a conta da rede particular para ficar na prefeitura.
Entendi. Mas também fui muito feliz onde eu trabalhei; sempre fui muito feliz. Então, agora, para dizer alguma coisa assim que você acha que ainda não falou, que vai contar, o que você gostaria de falar?
Ah, eu só agradeço você ter me convidado, né? Sempre é muito feliz vê-lo, né? Fico muito feliz de rever meus professores, é só isso.
E da sua turminha, quem que você tem mantido contato atual? Principalmente a Diva, sempre mantive contato com a Diva. Agora, revi recentemente a Cláudia; a Cá, a gente fez faculdade juntas.
De vez em quando também revi agora recentemente eh a Roselie. Eu vi uma época que nós fizemos pós-graduação juntas; de vez em quando nos encontramos, né? Faz tempo que eu não a vejo.
Quando eu estava lecionando, eu encontrava mais as pessoas, né? Sim, mas é assim: quando você leciona, você está mais em contato. Que nem eu encontrei da época do jur, só esse pessoal.
Mas você acredita que eu falei com a filha do Seu Mário? Ah, é com a filha do Seu Mário? Seu Mário, a Luciara, que foi da Orquestra Sinfônica Municipal.
Ela não foi? A irmã dela? A irmã dela, não; acho que é prima.
Foi que ela não se, é, sei que algum… ele estava lá também. Exatamente, professor, é. O Mário era o nosso inspetor de corredor, muito querido, muito amado por todos.
E a mãe dele, Dona Mara, também, pessoas maravilhosas no Getúlio Vargas. Eu trabalhei muitos anos com ela no 157. Sei, ela é da rede municipal também.
Foi e já está aposentada. A gente sempre vai encontrando o pessoal do Jet S. Sim, escola maravilhosa, né?
Nós tivemos sorte de termos estado e de termos a oportunidade de estar juntos lá, né? E por isso que nós estamos aqui agora. Aham.
Então, muito obrigado pelo seu carinho, viu, pela sua atenção. Eu que agradeço. E que estejamos juntos em breve, né?
Aham, se Deus quiser, vamos estar juntos em vários momentos. Sim, e vocês que nos acompanham, a nossa gratidão por estarem novamente conosco e que estejamos também por perto, sempre que possível. Tá?
Um forte abraço a vocês e a essa querida Érica, que está aqui conosco participando. Obrigado! Deus abençoe você, viu?
Amém! Também, professor.