do que que a gente tem de evidência de exercício né Então aí quando a gente fala que é tão difícil ainda a gente mostrar o nosso valor dentro do trabalho eu entendo que a gente não mostra o valor fazendo mimimi né dizendo Ah porque não me reconhecem Ah porque o médico não indica a gente tem que trabalhar com o resultado e resultados e Evidências é o que não faltam eu fiz essa busca ontem para colocar o print para vocês então vejam que quando a gente entra no Club Med numa busca simples utilizando os termos indexados
de exercício doença cardiovascular a gente tem ali mais de 28 mil referentes isso fazendo uma busca ainda com os termos do México já reduzem um pouco já fazem um filtro né então não utilizar o exercício movimento hoje para tratar esses pacientes eu diria que Beira algo inadmissível né mas a gente não pode colocar as coisas goela abaixo Então a gente tem que né validar os nossos resultados dentro dessa prescrição o exercício como terapia ele tá presente na nossa vida Líder profissional né desde muito tempo então a gente começou a ir começou a existir evidências da
aplicação do exercício né lá por volta de 1890 1889 teve a prescrição do lançamento do primeiro livro de fisiologia do exercício então desde então mostrando realmente a importância do exercício nesses padrões de fisiopatologia de diversas doenças mas trazendo aqui para parte cardiovascular mostrando isso tudo que eu falei para vocês da questão do da superioridade do benefício em relação à terapia medicamentosa a gente sabe que tem aí né uma questão de indústria de comércio e até para quem trabalha com pesquisa a gente sabe que é difícil publicar em revistas tão reconhecidas hoje não mais mas assim
por muito tempo foi isso a gente for comparar a facilidade de publicação de artigos relacionados à medicação e a terapias não farmacológicas existe mais dificuldade mas a gente tem muita evidência para usar em relação aos exercícios resistidos né a gente sabe da história da fisioterapia que foi dentro da fisioterapia que a gente começou a mostrar as evidências E aí a partir daí tudo que surgiu de popularização do exercício academias utilização do exercício resistido de entrar na educação física para treinamento de atletas surgiu a partir da fisioterapia claro que né coloquei uma figura para vocês aqui
de uma reabilitação lá de longo tempo atrás onde a gente tinha muito menos conhecimento e que a reabilitação se baseava mesmo por parte elas tinhamuscular mas a gente começa ali na década de 50 60 com comportamento muito interessante que é meio que baseia essa ideia da funcionalidade em 1968 o exercício resistido ele começou a ser popular para estética né então a gente começou a ter começou a ter um bom aí de espaços como academias para realização de exercício físico resistido Com altas resistências concomitantemente ou desenvolvimento de máquinas para os exercícios então inicialmente a fisioterapia utilizava
os exercícios existivos em ambiente hospitalar e para outras funções uma maneira um pouco mais simples utilizando muitas vezes o movimento livre ou a carga aplicada de diversos formas e a partir daí com o crescente da estética começou a se criar então né se desenvolver indústria das máquinas o que culminou aí com o desenvolvimento das academias de musculação né então que é hoje a principal forma de exercício resistido que vem na nossa cabeça quando a gente começa a falar né de de força aquelas máquinas a gente tava discutindo esses dias aqui na tem um hospital aqui
que tá delineando aí tá desenhando um centro de reabilitação pulmonar e a gente tava conversando porque eu dou consultoria e o que comprar né quando a gente abre uma clínica Às vezes a primeira a Primeira ideia é Alguns são alguns instrumentos fixos de Treinamento estações de treinamento e isso veio muito desse apelo do bodybuilding acabou sendo utilizado também com um pacientes da reabilitação E aí com o cometantemente com aparecimento desses né desses centros de exercício resistido foi publicado o primeiro livro em 1968 pelo Doutor Cooper né e é por isso que fala assim fazer mesmo
essa história porque o doutor Cooper era um cardiologista americano e ele começou o estudo e as publicações sobre os efeitos do exercício aeróbio na saúde cardiovascular nessa época logo depois né do lançamento do livro ele já era um médico muito conhecido foi aberto o primeiro Instituto de cuidados cardiovasculares a partir do exercício que é ocupa em títulos que existe hoje lá nos Estados Unidos e inclusive é coordenado por uma mulher brasileira uma fisioterapeuta brasileira E aí com isso houve assim a saída dos benefícios do exercício para atletas ou para a população ativa saudável que queria
Então melhorar o seu condicionamento para popularização dentro de uma população que não estava tão preparada assim mas que precisava desses benefícios e houve indicação médica para realização de exercício E aí conta se a história né quem estuda muito essa história da fisiologia do exercício que a partir dessa época a gente começa a ter um aumento do número de lesões desses pacientes também então o que que acontece as pessoas saem E isso acontece até hoje então a gente tem hoje por exemplo a popularização das corridas de rua desses eventos e muitas vezes as pessoas saem de
Estágios não preparados né para tal para acabar aderindo a uma Saul a um estado mais saudável de atividade e muitas vezes isso repercute inglês não né articular e alguns outros problemas de biomecânica e com os nossos pacientes isso não é diferente então quando a gente começa a pensar de uma maneira mais apegada funcionalidade a gente começa a entender que toda essa prescrição aeróbia tanto a escolha dos Testes quanto esse approach aí de melhora da força muscular precisa ter esse olhar também o que eu vejo muito e no tempo que eu fiquei lá no Incor também
no centro de reabilitação a gente via muito a desistência a dificuldade dos pacientes irem ou situações de pacientes que nunca tinha andado numa esteira na vida numa bicicleta ergométrica que começava o programa de reabilitação e logo abandonavam ou pacientes que precisavam muito de intensivo ali dentro da reabilitação numa fase dois pós-operatória e que acabavam fazer lesão ou ficar com dor articular e ficavam Sei lá uma semana 10 dias sem ir na fisioterapia na reabilitação e acabavam perdendo O condicionamento a gente tem aí o desse treinamento muito forte nesses pacientes então aí a gente começa a
pensar o que que faz sentido né então esse olhar de biomecânica este olhar de construção de músculo de padrão de movimento de construção de preparação para o movimento muitas vezes ele precisa embasar Nossa prescrição no momento Inicial é a velha questão de fazer o básico bem feito Às vezes a gente está com tanta vontade de já prescrever em cima da frequência cardíaca de saturação de oxigênio que a gente esquece né que o início do movimento ele começa no músculo ele começa na periferia então a história não mudou muito dela para cá o que mudou de
verdade que vem mudando é a visão da importância do exercício né então a gente tem aí um passado não tão longo né que o exercício era principalmente dentro das doenças cardiovasculares na insuficiência cardíaca com pacientes mais graves que o paciente o exercício desculpa Ele era visto como uma prevenção Então esse paciente que sofria algum evento para lhe prevenir outros eventos para ele melhorar a condição de saúde cardiovascular e ele tinha assim a prescrição de exercício como indicação de prevenção com o passar do tempo e né o crescimento das evidências o exercício passou a ser uma
forma de prevenção secundária de tratamento de melhora da fisiopatologia e hoje o que tá indicado de futuro mas que o futuro já é agora né de 2018 a gente tem um exercício um crescente de instrumento de avaliação que é isso que a gente estava falando agora né então mesmo quando a gente pensa na avaliação da terapia medicamentosa a principal forma de avaliação da melhora desse sinais e sintomas desse paciente com doença cardiovascular é ainda o exercício quando a gente esse paciente é submetido a um teste ergométrico por exemplo ou um teste pirométrico um teste de
caminhada então o exercício Hoje ele é muito mais do que uma ferramenta de prevenção ele atua em todos os todos os cenários de saúde de de doença né então a gente tem que começar a pensar mais dentro desse movimento e aí quando a gente fala de fisiopatologia né O que que a gente tem de evidência da melhora do exercício então então assim quando a gente fala disso né e eu gosto muito de falar os efeitos exercícios começam muito antes então eu trouxe alguns aspectos de evidência para a gente justificar a variabilidade da frequência cardíaca por
exemplo depois porque que é importante a gente fazer esse exame tão falar do hoje né E aí Tudo começa da seguinte forma a gente lembra que eu falei para vocês que Hoje existe uma vertente aí da principal causa de desenvolvimento da doenças cardiovasculares hoje hoje não né desde muito Muitas décadas mas os componentes neurogênicos então quando a gente fala desse efeito Ah o paciente fica com mais ânimo Fica Com mais confiança ele desenvolve mais ele melhora a vida de relação dele a vida social ele começa a fazer parte de grupos ele diminui a dispneia De
repente é um paciente que era dependente do oxigênio para ir até o mercado ou a gente tem o fator de o paciente o paciente é dependente do oxigênio e ele acaba não saindo isso restringe né isso restringe a vida social dele e o exercício proporciona a reabilitação que mude isso a gente entra em aspectos micro do exercício então aspecto celulares aspectos moleculares aspectos endoteliais do exercício e eu acho que é importante vocês entenderem isso porque quando vocês prescrevem vocês estão agindo nisso vocês não estão agindo só na captação de oxigênio então agindo só na força
do músculo vocês estão agindo nesses aspectos fisiológicos então a gente evidências por exemplo deixei alguns artigos da la rovery para vocês a Maria Teresa é uma pesquisadora assim ó que eu sou muito fã ela pesquisa muito o sistema autonômico em doença cardiovascular e ela foi uma das desenvolvedoras da avaliação da variabilidade da frequência cardíaca que a gente vai falar depois então ela Rover e traz muitas revisões eu super sugiro que vocês Leiam as três revisões que eu vou deixar que eu vou falar aqui na aula que são revisões boas de ler e que ela traz
muita evidência por exemplo sobre o efeito da reabilitação cardiovascular dos programas de reabilitação sobre a redução da mortalidade a redução da redmissão então quando a gente prescreve bem que esse paciente interna menos como que isso começa a melhorar também a implementação de outras terapias Então já tem evidência mostrando que a reabilitação guiada por exercício ela também a Adesão a terapia medicamentosa desse paciente então o paciente ele tem esse cuidado ele vai adaptar mais ele vai se comprometer mais com o resultado dele a melhora da capacidade funcional da funcionalidade que são coisas diferentes capacidade funcional e
funcionalidade são coisas que não são a mesma coisa uma tá dentro da outra mas não são a mesma coisa e a melhora da qualidade de vida Além disso quando a gente fala dos efeitos micro do exercício né Associação aí do pré-condicionamento então assim da cardioproteção feita por exercício quando a gente fala lá na redução da dispneia ou do exercício como prevenção primária de eventos a gente tá falando isso porque existem evidências sobre a ação do exercício sobre a cardioproteção então eu sei a partir de vários estudos e eu trago um estudo aqui para vocês que
foi publicado em 2018 no jama dá modificação de fatores de risco e remodelamento arterial a partir do exercício realizado de uma três vezes por semana então além dos ganhos macro eu vou ter remodelamento arterial com melhora da função Industrial desses pacientes ativação de sítios de cardio proteção a partir da melhora do bnp do Pró bnp que é um marcador de doença cardíaca redução da gravidade de eventos e de lesão miocárdica então pacientes que tem infarto agudo do miocárdio por exemplo o exercício ajuda no remodelamento cardíaco então quando eu vou melhorar a frequência cardíaca dele no
teste eu não vou estar só acionando ali músculo ou a captação de oxigênio a melhora dessa frequência cardíaca que vai combinar numa frequência cardíaca de repouso melhor por exemplo Depois ela vem a partir desse remodelamento e é um efeito que quando eu falo a melhor dos sinais e sintomas qual a medicação eu também posso ter melhor então qual a medicação eu posso ter melhora da dispneia ou posso ter melhora do sintoma de angina de dor torácica ou né Realmente assim da capacidade funcionalidade desse paciente em determinado momento da vida dele ali só que esses efeitos
micro eu não tenho com a medicação então a medicação não remodela miocárdio a medicação não melhora o efeito do sistema nervoso autonômico sobre o coração a medicação não melhora a função industrial e isso eu vou melhorar com a reabilitação cardiovascular Então desse artigo eu trago para vocês aqui uma associação dele né que foi publicado em 2021 mostrando que esses autores eles fizeram uma análise de função Industrial com FM de que é um padrão ouro de medida de função endotelial que a gente analisa a capacidade de contração e dilatação do vaso que tá ligado ali com
fatores dentro da pele temos Natura Lisa do vaso por consequências estão ligados ao sistema nervoso autonômico mostrando que a reabilitação cardiovascular E aí eles trazem um programa associando exercício resistido exercício aeróbio aqui melhora uma função cardíaca elas melhoram a função de injeção do ventrículo esquerdo Então nesse gráfico vocês podem observar o efeito do exercício no cinza né e o efeito e o controle no preto então eu tive uma melhora da fração de injeção do ventrículo esquerdo no grupo que realizou exercício e aqui eu tenho também a redução dos níveis de bnp né representado nesse gráfico
aqui o bnp é um marcador de lesão cardíaca ou seja Olha que importante esse dado mostrando a partir do exercício e não só isso nessas lâminas eles compararam a produção de células no sangue então células progenitoras de endotélio quando eu falo da Hipertensão da insuficiência cardíaca um dos principais uma das principais causas do ocorrência de trombose por exemplo de eventos que vão combinar com AVC né é a disfunção endotelial então o fluxo de sangue ele bate na parede da artéria ele faz uma disfunção de endotélio ali que combina com fatores liberação de fatores inflamatórios vasculares
né E vai aumentar o meu risco de de eventos e o exercício com s fator de cardioproteção consegue melhorar essa função industrial e ainda aumentar a produção de células ou seja regenerar o endotélio que tá que foi destruído acho que esse essa mensagem já tinha bom E aí gente o efeito os micro efeitos do exercício eles vão assim ó muito além do que a gente imagina né do que a gente tá habituada discutir e trouxe isso para vocês porque quando a gente fala de evidência dos efeitos a gente pensa na fisiopatologia né esse efeito aqui
esse artigo aqui também traz o efeito do programa de exercício melhorando A vasodilatação periférica então quando a gente fala de resistência vascular periférica da melhora periférica de captação de oxigênio já aproveitamento inclusive de circulação muscular mesmo para ganho de força para culminar lá no resultado grande que eu tenho funcional eu começo a embasar minhas evidências por esses resultados dentro da fisiopatologia Então nesse estudo eles compraram também o FM de que é o exame feito com ultrassom arterial mostrando que no grupo intervenção que passou por um programa de reabilitação com exercício houve uma melhora da função
endotelial em relação ao grupo controle e no follow up esse resultado no pós intervenção não foi significativo apesar de ter tido melhor eu não foi significativo mas quando eles analisaram o follow up desses pacientes que foi num determinado tempo eles observaram que os pacientes que tinham feito só o grupo controle né participar do estudo como controle tinham reduzido a função endotelial e que o grupo exercite o grupo que tem essa reabilitação Manteve a função Industrial maior Isso significa que dentro desses fatores de risco a gente tem sempre um efeito do acompanhamento desses pacientes mas que
o exercício sobrepõe esse defeitos Inclusive a longo prazo E aí também mais evidências sobre fração de injeção sobre outros efeitos fisiopatológicos né das doenças cardiovasculares relacionados também a função autonômica Então nesse estudo eles fizeram uma análise da função autonômica de pacientes com doença arterial coronariana em relação ao efeito de 6 meses de um programa de exercício então quando a gente pensa na duração né O que que em seis meses o que que esses pacientes recuperaram compõem o benefício da reabilitação então foi observada melhora da função autonômica de repouso induzida pelo estresse Ou seja é a
melhora da função autonômica em quando a gente faz a análise do sistema nervoso simpático parassimpático e teve melhora nesses pacientes O que é importante porque o aumento da atividade simpática da modulação simpática tá relaciona com a mortalidade e isso eu trouxe evidências para vocês com doenças arteriais coronelídeos mas o mesmo comportamento quando a gente Analisa pacientes com doença pulmonar tanto doença pulmonar intersticial como DPOC as evidências do exercício também nessa dinâmica cardiovascular nesse estudo eles observaram que depois de seis meses de reabilitação os pacientes tinham uma normalização da função autonômica em relação ao indivíduo saudáveis
e que então o exercício é uma forma eficaz de tratamento dentro desse estudo é quando eles falam da normalização da função autonômica a gente fala muito da análise eu não sei se vocês trabalham ou já fizeram cursos ou já tem implementado a avaliação autonômica no serviço de vocês na rotina de vocês Mas é uma avaliação que merece bastante atenção hoje justamente porque a gente tem aí o descompasso do sistema autonômico como uma das principais causas de eventos né fatais e não fatais nessas populações tanto de doença respiratória quanto da doença cardíaca e quando ele fala
da normalização aqui da modulação autonômica da atividade na verdade é esse exame é um exame que ele não é passível de ser feito na rotina ele é um exame de eletroneuromiografia que foi feito em pacientes pré reabilitação nesse nessa figura a pós reabilitação e aqui é um controle normal então o pacientes com doença arterial coronariana Esse é o mesmo paciente pré-hipótese reabilitação e aqui o controle normal o que que esse exame nos diz aqui de até o importante esse exame ele é feito com a função do nervo então lá na perna né a gente funciona
com uma agulha o nervo peronel ele é como se fosse um exame de eletromiografia que se fazem ombro muitas vezes só que o nervo peroneu ele é um nervo predominantemente simpático então quando a gente quer avaliar a atividade simpática a gente avalia dessa forma como padrão ouro e aí a gente conta o número de espículas então cada ponto desse elevado aqui parece até uma onda de pressão é uma onda de atividade de nervo então a gente conta o número dispiculas quanto mais espículas mais atividade nervosa simpático tá E aí mais risco de evento mais risco
de morte porque a atividade simpática para diretamente relacionada a isso o aumento dela E aí nesse paciente aqui o que que aconteceu depois de um programa de 6 meses de reabilitação cardiovascular ele reduziu o número partículas Eu acho que isso tá bem visível quando a gente Analisa as duas figuras então ele reduziu a atividade simpática dele o que é um resultado fenomenal em termos de pré evento cardioproteção é risco de internação então é um resultado que vai me levar ganhos muito grandes lá na reabilitação e além de ter reduzido a atividade simpática houve a normalização
então comparando com o paciente com um indivíduo normal que não tinha doença arterial coronariana o exame se mostrou igual então além de ter essa redução houve a normalização quando eu falo dos efeitos macro da reabilitação que vocês me trazem isso a redução de sinal de sinais e sintomas melhora da dispneia melhora da enfim da do ânimo né da condição de saúde geral da qualidade de vida desse paciente eu tô agindo justamente aí né e isso entra dentro da fisiopatologia tá então além dessa melhora da função autonômica à vista na atividade nervosa eu consigo melhorar a
também a modulação cardioval a sensibilidade dar um reflexo desses pacientes então é outro efeito de exercício muito importante porque nesses pacientes o controle do sistema nervoso autonômico ele tá totalmente prejudicado então quando eu falo quando eu falo para vocês assim do desenvolvimento da Hipertensão por exemplo né aí hipertensão ela se desenvolvem insuficiência cardíaca se desenvolve justamente porque eu tenho descompasso desse sistema autonômico E aí o exercício age sobre isso então o efeito do exercício sobre o sistema autonômico conduzindo esse sintomas essa melhora dos sinais e sintomas esses resultados que eu vou ter mais nítidos na
reabilitação começa na melhora da modulação autonômica Então tudo começa na melhora da modulação autonômica eu vou ter uma melhora da modulação do sistema nervoso consequentemente eu vou ter uma melhora da função cardiovascular desse paciente consequentemente eu vou ter uma melhora do da distribuição de fluxo uma melhora da Captação do oxigênio uma melhora da função mitocondrial do músculo periférico lado estriado que eu quero ganhar força e por que que é importante a gente entender isso porque esse efeito autonômico ele é tanto resultado importante quanto uma forma de manejo importante que a gente tem então quando a
gente fala do controle autonômico a gente começa a permear e a nossa prescrição de exercício de uma maneira mais básica no início a gente não precisa ter assim uma pressa de ir para aquele máximo de terapia entende a gente não precisa ter essa pressa Às vezes a gente fazendo um básico começando com uma preparação muscular com a preparação do Movimento Eu vou começar modular o sistema autonômico que é algo que tudo bem a Jana mas é invisível o paciente não vai ver não vai ver eu tenho formas de avaliar hoje a variabilidade é uma delas
então eu tenho formas de embasar se a minha prescrição para ter um ganho mais estruturado depois entende então eu tenho uma forma de embasar essa prescrição para eu preparar o terreno para o meu ganho de força se é melhor porque se eu não tiver um suprimento adequado de oxigênio na periferia ou não tiver um suprimento de fluxo sanguíneo adequado Na periferia não vou ganhar força não vou ganhar eu vou estar perdendo tempo para escrevendo exercício com altero para o meu paciente eu preciso dessa base fisiológica antes então é aquele negócio às vezes de dar um
passo para trás para dar dois para frente então eu começo eu posso fazer isso com modulação da respiração então pensar no sistema autonômico hoje é algo que diferencia a nossa forma de prescrever né e evidência é o que não falta então quando eu tenho por exemplo tem um campo da fisioterapia que é pouquíssima explorado que realmente assim ah eu é uma coisa que tinha muita procura em São Paulo que é a síndrome vasovagal né a gente sabe hoje que mais de 80% das internações por desmaio Sem Causa aparente são em decorrente disso né e nada
mais é do que o descompasso do sistema nervoso e tem tratamento para isso né então a gente sabe que a gente consegue modular por exercício e no paciente cardiopata e no pneumopata que tem a base de fisiopatologia no sistema nervoso autonômico eu não posso prescrever sem pensar nisso porque o meu efeito vai estar lá né eu posso otimizar esse ganho lá