Fala galera, tranquilo? Beleza? amigal falando aqui.
Galera, nesse vídeo de hoje a gente vai fazer o seguinte, a gente vai analisar e vai ver as diferenças dos tipos de teclados, os tipos de interruptores de teclado, os tipos de suits. E eu não vou falar: "Ah, teclado mecânico, os tipos deles são suit blue, marrom, é, é, é suí azul, vermelho, marrom, preto. " Que a gente vai ver no vídeo de hoje são tipos de teclados com interruptores diferentes.
E a ideia é realmente conhecer os variados tipos de teclados, saber as diferenças entre valor, as diferenças em durabilidade, precisão de cada tipo de tecla. Nesse vídeo de hoje aqui, a gente reuniu quatro tipos de teclados com interruptores diferentes. O tradicional teclado de membrana, aquele que é o simplesão, que é o mais barato de todos, o teclado mecânico, que é com o suitch mecânico já dá um tec techte e é muito mais durável que do que o de membrana.
um teclado óptico, que as teclas aqui tem um espelho dentro, tem um cristal e a tecla aqui funciona com um sensor que capta luz, capta um infravermelho e conforme eu aperto na tecla ele corta esse raio e aí ativo o clique. Muito diferente do teclado mecânico e também muito durável e muito mais preciso. E por fim, o que tá sendo mais novidade?
O teclado magnético, cara. Muito durável. A gente tem um íã nas teclas e o pressionar da tecla é simplesmente empurrar o ímã para cima e para baixo.
E aí tem um sensor de efeito R na construção do teclado. Esse sensor capta a mudança do campo magnético. Então tu empurra o íã, ah, o sensor viu, ah, o campo magnético tá mais forte, tá mais positivo, mais negativo.
E aí faz o clique e aí dá o comando no teclado. É tecnologia. Então é isso que a gente vai ver no vídeo de hoje.
Vamos abrir todos eles, ver a diferença em construção, vantagens e desvantagens. Se gostar, já sabe, deixa o like, se inscreve no canal, se junta aqui na nossa turma MW Informática. E é isso aí.
Vamos [Música] lá. Então vamos lá, galera. Olha bem, vamos conhecer cada teclado primeiro que a gente vai falar no vídeo de hoje e depois a gente já vai abrir cada um deles.
Vamos começar do mais simples. Esse aqui é um teclado da Rise Mode Gamer Keyboard G1. É um teclado gamer, mas ele é de membrana, mais simples, mais barato.
É coisa de R e poucos reais. Teclado bonitinho. E quando a gente fala membrana mesmo, né?
É aquilo lá, é aquela membrana, um filme de membrana interno e mais uma cúpula de borracha. E essa borracha que pressiona, que atua como uma mola. A borracha ela, tu aperta ela e depois ela volta pra forma original.
Então, tá aí. O próximo cara tem o teclado Rise Mode Gaming Keboard GM1. Esse aqui já é um teclado com RGB mais completo e mecânico da Rise tá no tamanho 60%.
E aqui já tem o sutch mesmo. Aqui o suitch mecânico. É aqui dentro desse bichinho aqui é que a gente vai ter algumas peças metálicas.
Quando a gente aperta a tecla, esse metal ali encosta no outro e aí fecha o circuito e aciona o clique. Aqui a gente já tem um boost de durabilidade muito grande em relação ao teclado de membrana, mas também já começa a aumentar o preço. Mas de todos aqui o mecânico vai ser o mais custo benefício, vamos dizer.
Mas enfim, próximo cara é esse teclado Aurus. Aurus K9 Optical. Faz mais de ano que a gente viu isso aí no canal.
É um teclado óptico topo de linha. O negócio aqui quando a gente for abrir ele e ver o sutch, a gente tem o quê? Tem um LED emissor de luz infravermelha.
E aqui na tecla no interruptor a gente aperta ele e ele vai pressionar um prisma interno. Um prisma mesmo. Eu acho que ele não é de vidro em si.
Talvez seja um outro plástico luminoso. E aí esse prisma ele faz a luzinha interna rebater e andar para um outro lugar que vai cair num sensor fotosensível. E aí chegando essa luz lá no sensor, ele aciona o clique.
Então ele é extremamente preciso por conta disso. Bem mais preciso do que um teclado mecânico. E a durabilidade também sobe mais porque não tem desgaste físico.
É simplesmente um bloqueio de luz passando e aciona o negócio. Olha que legal. Bem, às vezes é um bloqueio de luz.
Esse aqui é o outro tipo. Esse aqui é um direcionamento de luz, né? Quando aperto a tecla aqui, ele faz a luz chegar no sensor.
Tem outros tipos de teclados ópticos que tem sempre um sensor recebendo luz e aí quando aperta o botão, ele coloca uma capa na frente que corta a luz. Então tem tipos diferentes também, só abrindes e parênteses. E por fim, galera, esse aqui é um teclado que a gente viu esses dias, o meu primeiro teclado magnético e tá ganhando bastante forças esse modelo aqui agora.
Não esse modelo em específico, eu tô dizendo esse tipo de teclado. Esse aqui é o Moun Geek Fun 60, que é um teclado 60%. Esse aqui internamente tem só um íã.
Tem uma mola que empurra para cima de novo e um ímã na ponta desse plástico verde claro. Esse íã chegando perto lá da placa de circuito impresso é feito o acionamento. Só que a grande vantagem, a grande diferença de um teclado mecânico desse é que o campo magnético do IMA ele é maior que o IMA e o sensor consegue detectar o sensor que tem aqui de efeito H, ele consegue detectar a intensidade da mudança desse campo magnético.
E nesse tipo de teclado aqui é o único de todos que dá para via software configurar a distância de acionamento do clique. Ele é um sensor muito completo. A gente vai ver depois vocês vão entender melhor.
E aqui também a durabilidade é muito grande porque não tem desgaste físico de nada. Imagina como é que vai desgastar um campo magnético, né? Não tem como.
Isso é legal. Só que também esses dois são os mais caros. Até que dá para entender pelo tipo de tecnologia.
Mas enfim, vamos lá. Vamos abrir os bichos. [Música] Então, tá aí, galera, todos os teclados abertos.
Tô aqui com o mecânico de membrana, o óptico, é o PCB do teclado óptico e o sutch aqui. E por fim, então, o magnético. Também tem o PCB dele aqui e as teclas.
Então, vou começar do começo, galera, pelo teclado mais simples, que é o de membrana, que consiste isso aqui, né? Simplesmente essas duas membranas aqui, ó, a gente tem duas membranas, que é esse filme e o funcionamento desse tipo de teclado. A gente consegue ver que nesses dois filmes de membrana, a gente tem algumas trilhas e alguns caminhos que são diferentes, mas a ideia principal é que as trilhas tenham um isolamento e só em alguns pontos que são as bolinhas aqui, esse isolamento não existe.
Quando a gente aperta a tecla, essa cúpula de borracha, essa borrachinha que funciona como uma mola também, tu aperta nela e ela faz as duas membranas se encostarem nesse canto, nesse ponto. E quando gera esse contato entre uma e outra, é o que dá o sinal do clique. Algo comum de acontecer nesse tipo de teclado de membrana é o fenômeno chamado de ghosting.
Ghosting de teclado. Isso aqui que tem aqui é só desse teclado em si, tá? Isso aqui é uma chapa de acrílico que tem uns LEDs coloridos aqui na nesse lado e aí acende o LED.
Daí essa luz ela atravessa essa chapa de de acrílico e faz a iluminação RGB do teclado, tá? Mas o funcionamento em si de acionamento de tecla é isso aqui, membrana. E como eu tava falando, essa questão de ghosting que acontece em teclados de membrana é o seguinte, como a gente tem aqui dois circuitos e a gente pode ver que todas as teclas elas têm uma ligação uma com a outra.
Olha só o caminho dessa tecla do ESC aqui, por exemplo, no canto passa pelo pelas teclas F1. F2, F3, aqui de trás pra frente, né? Vem aqui para baixo também vai ser o tab, caps lock, enfim, todas elas tm uma ligação uma com a outra, que fechando curto com a outra placa embaixo gera os cliques, os acionamentos.
Só que tudo aqui tem uma certa interligação. E com todo esse esquema de interligação, pode acontecer de em alguns momentos a gente pressionar um número X de teclas que vai ser o máximo. Por exemplo, ah, vou fazer de conta que eu tô apertando aqui as primeiras teclas aqui, quert, né?
Q W E RTY. Eu quero botar mais uma tecla. Quando eu aperto ela, ela não vai.
Ou se eu apertar ela, vai sair o acionamento da outra. Por tem uma certa limitação por conta dessas trilhas aqui que não suporta mais um clique e tem o máximo porque uma própria limitação da construção desse tipo de teclado. Mas tem muito teclado de membrana que é melhor construído e que ele reduz muito essa limitação de teclas pressionadas simultaneamente.
E outra coisa também é que quem que vai querer ficar apertando isso aqui tudo junto também, né, galera? Como é que tu escreve apertando tudo ao mesmo tempo? Também não faz.
É verdade. Então é um problema que existe, é uma limitação que existe nessa construção, mas que também não é um problema que, né, quem que vai estar apertando 20 botão ao mesmo tempo aqui? Uh, não existe também.
Agora sobre questão de durabilidade, isso aqui não dura muito porque é uma borracha. borracha como qualquer outra. A gente sabe que vai cansando de subir descer, vai apertando, vai apertando, vai apertando, vai cansando, pode ir arrebentando a borracha ou ela vai cansando, vai ficando mais baixa e aí vai estragando com o tempo.
A durabilidade média de um teclado de membrana, a durabilidade de cliques em uma tecla é estimado em 5 milhões de cliques, podendo ir a 10. E esse é o tal do teclado de membrana. Agora, passando pro outro cara aqui, ó, aí a gente já tem um teclado mecânico, rapaz.
Aqui a gente já começa a ter um PCB, uma placa de circuito impressa, que aí, por exemplo, tem teclado mecânico que não funciona assim, tá? Que tem os interruptores soldados na placa e aí se estraga o botão, tu tem que abrir o teclado e ir lá com o F de solda de soldar o bicho e sacar fora. Nesse teclado aqui, ele é soldado, a gente consegue ver, ó, embaixo de cada suitch, de cada tecla, ele tem os terminais que vão no PCB e os terminais estão aqui, ó.
Estão com os pinguinhos de solda. A substituição não é difícil, só que realmente se um dia der problema estragar ele, o cara vai ter que abrir o teclado, ir lá com ferro de solda, pim pim esquentar e tirar fora. E aí já encaixa a peça nova.
Aqui eu tenho outro interruptor, ó, que é compatível, ó. É de outra cor, mas o funcionamento, o esquema é o mesmo. Ele só é outra cor porque o a sensação tátil dele é diferente.
A pressão também para uso é diferente. Então só tira, coloca esse outro aqui, pam, e solda de novo lá, ó. Então assim, questão de manutenção, realmente é fácil.
Um problema mais sério que poderia acontecer é algum C controlador ou alguma outra coisa dá problema, mas realmente é bem difícil. Então realmente é um tipo de teclado muito mais durável. Essa parte de cliqus que a gente tem aqui, a durabilidade estimada de um teclado mecânico vai de 50 a 100 milhões de cliqs.
Olha bem, é praticamente 10 vezes mais do que o teclado de membrana. É muita coisa. Eu vou deixar um suitch mecânico aqui separado e depois a gente vai pegar só os sutitsch e deixar um do ladinho do outro, tá?
Pr comparar. Passando pro teclado óptico. Olha só, no mesmo estilo do mecânico, a gente tem um PCB, uma placa de circuito impressa especial pr tudo isso aí, só que aqui realmente o negócio começa a mudar bastante.
Aqui a gente tem o sutch, tá? E já o sutch, ao contrário do mecânico, ele tem a função de redirecionar a luz. E essa luz ela não parte do sutch.
Vamos tirar fora esse bicho aqui, ó. Suitch óptico. Do lado do mecânico parece que é a mesma coisa, né?
A gente não sabe como é que é dentro. Só que olha só, quando eu viro ele, ó, o mecânico tem os terminais, por quê? Ele realmente é uma chave liga desliga.
Quando eu aperto o ferrinho aqui dentro, encosto no outro e daí ele manda o impulso lá pra placa. Por isso que ela é soldado, né? Tem modelos de de teclado mecânico que dá para só sacar fora, mas geralmente são mais caros, porque esse soquete de contato tem que ser melhor fabricado para não dar problema de mau contato também com o tempo.
Olha só, o sutch óptico não tem terminal nenhum. A gente não tem contato nenhum com a placa, mas a gente vai ver que tem dois furinhos aqui, ó. Tem dois furinhos.
Por quê? Aqui na placa do teclado ele tem dois componentes. Olha só, mira aqui.
A gente tem um emissor de luz, um LED emissor de luz infravermelha e um outro componente que é um sensor fotossensível. E isso coincide em encaixar com a furação aqui da tecla do sutch. Olha lá.
O que que acontece? O emissor ele fica sempre emitindo esse essa luz infravermelha, esse raio de luz. E para registrar o clique, o sensor tem que receber.
E quando eu aperto a tecliquinha aqui, mexe um prisma lá dentro, como se fosse também o esquema de uma câmera, uma câmera de gravação que tem um um vidro em formato de triângulo que recebe a imagem, a imagem bate e desce. Mesma coisa que tem aqui. Quando aperta a tecla, vai descer esse prisma interno e vai fazer a luz fazer essa curva aqui, ó.
Antes ela vem só reto para cima, ela vai fazer uma curva, vai bater no espelho e vai fazer isso aqui, tum. E aí vai registrar. Então aqui realmente o negócio fica bem mais louco, né?
Imagina, não precisa de contato físico, não tem uma peça que vai mexer realmente, que é o metal aqui, é chapa de de metal, que com o tempo pode cansando e deformando aqui. Não tem esse tipo de desgaste não na tecla, né? Claro que vai ter o tempo de vida útil desses componentes, do emissor de luz e do receptor, do sensor, mas é uma durabilidade muito alta.
E a questão de durabilidade, quantidade de cliqus desse tipo de suitch aqui é de 100 milhões também. Legal, né? É, o PCB é bem fino também, né?
E aí a gente tem o próximo bonitão que é o tal do sutch magnético. Olha aí, ó. É o teclado e sut, né?
Vamos tirar um suitch magnético. Tá aí. Tirei fora.
No mesmo estilo do óptico, galera, a gente pode ver, ó, que ele até tem terminais aqui, ó. Só que são terminais de plástico. Não é metal.
Ele não depende de uma conexão física com a placa do teclado, porque como eu já falei, aqui dentro tem só a mola que faz empurrar a tecla para cima. E tem um ímã. A gente empurra o ímã.
Quanto mais perto ele tá, mais para baixo ele vai. É registrado o clique aqui na placa de circuito impresso desse teclado magnético. A gente vai ver, ó, a gente tem sensores de efeito H, que são esses componentes aqui, ó.
É um C, é um circuito integrado. Esse funcionamento aqui é utilizado em controle de Xbox. Nos triggers eles tm um íã também, por isso que ele consegue medir a profundidade de quando tu tá no gatilho do controle.
É por conta desse sensor magnético que ele consegue medir essa distância. Tem nos analógicos do do controle do PlayStation também. É uma tecnologia que se usa bastante tempo, tá?
Mas em teclado mesmo tá ficando bem mais comum agora uns dois anos para cá. Mas tanto é mesmo que eu fui ver teclado magnético foi dias atrás, né? Na na real, mas é bem legal o funcionamento.
E olha só, um lado é liso, só encaixa então aqui aquelas perninhas de plástico. E aí então a gente vai pressionar o ímã, pam, ele vai chegar perto e vai encostar, vai ficar mais perto do sensor H. E aí registra o clique também, ó.
Zero atrito físico, zero desgaste físico, puro magnetismo. Ô louco, né? Magneto dos X-Men que fica feliz com um teclado desse.
Durabilidade estimada aqui é de 100 milhões para cima um teclado desse. Durabilidade de cliqus, que realmente não tem desgaste nenhum. Vai desgastar o que?
A mola interna que faz subir o botão. Mas pô, a molinha que é a mesma mola que às vezes acha dentro daquelas canetinhas que tu aperta assim para sair a ponta para fora. Isso dura uma vida.
Beleza. Agora então vamos ver de perto cada um deles, né? Então, tá aí, galera.
Agora de pertinho cada um deles. Membrana, mecânico, óptico, magnético. Tem outra coisa, uma diferença interessante além da própria durabilidade de cada um deles, que é o quê?
A gente tem um curso de acionamento que é uma distância mínima, que quando tu aperta a tecla é a distância mínima necessária para acionar o clique. E o que tem maior vantagem em todos eles aqui de lavada assim, ó. Mas nossa, cara, é outra escala, é o sutch magnético.
E vamos entender melhor que que eu quero dizer com isso? Olha só, eu vou desenhar de cabeça para baixo, tá? Não vai me julgar.
Ó aqui que a gente tá vendo, né? C such. Isso aqui é para ser um um mecânico.
A gente tem uma distância de curso mínima para acionamento, que é o quê? Vai lá, o cara chega com o dedinho dele, com a unhazinha bonitinha, cortadinha, paradinha aqui, ó, e vai apertar, tá? internamente vai ter o componente aqui, pa pã que faz o clique.
Então vamos dizer que o cara vai apertar, vai chegar com o dedinho bonitinho e vai ter um curso para acionamento. Ele vai ter que pressionar isso aqui e ao menos vai ter que andar 2 mm, ou seja, a tecla vai andar inicialmente 2 mm e a partir daí que vai acionar, que vai fazer o o clique de verdade. E por exemplo, um teclado de membrana tem vários modelos diferentes com informações de valores diferentes.
Eu realmente eu fico meio cético, vou dizer. Por exemplo, tem um teclado de membrana que especificação diz que ele tem um curso mínimo de acionamento de 0. 9 mm.
Isso quer dizer que se eu for com o meu dedo aqui e baixar 0. 9 mm de altura, eu já consegue registrar o clique. Só que pensa bem, se eu tenho essa membrana aqui, ó, dentro dela tem uma uma bolinha que vai pressionar o circuito para registrar o clique.
Só de de baixar essa borrachinha aqui, ó, para chegar lá, é um movimento grande que eu faço, uns 2, 3, 4 mm, que é um valor mais comum que a gente acha de acionamento de teclado de membrana, uns 4 mm. Claro que daí tem inúmeros modelos diferentes, mas só vamos continuar. Por padrão, cursos mínimos de acionamento em suitches mecânicos é também de 2 mm e pode cair, tá?
2 1,8 mm. E aí realmente já faz mais sentido. E que vai variar de tipo de suitch para suitch também.
Isso quer dizer o quê? Tu precisa pressionar menos o dedo e já vai registrar lá o clique que tu tá fazendo. Ó, já digitou o M.
Ah, o mecânico. Então, se tu mexer 1,08 para baixo, já vai registrar outra letra. É mais rápido para acionar.
Isso na hora dos games é que tem unos gamer que ficam louco, que gostam disso, porque ah, tu mal precisa mexer o dedo, já vai registrar se tu vai andar para lado com o personagem ou pro outro lado, responde mais rápido no jogo. O sutch óptico tem um curso mínimo de acionamento que vai de 1,5, tá certo? Meu cinco Uhum.
A 1,2 no óptico. Ou aqui a coisa começa a ficar interessante, né? Imagina, tu precisa apertar cada vez menos.
Chega até um ponto que fica meio chato, que se tu esbarrar o dedo sem querer em cima da tecla, vai registrar um clique lá. Mas ok. E por fim, no magnético que eu falei para vocês que tava em outra escala.
Pois é, galera. Por que que ele tá em outra escala? Porque, mais uma vez, ele tem um campo magnético.
Esse campo magnético ele sai para fora, é do ímã. Aqui, ó. Esse campo magnético ele ele se estende da tecla, ele faz a curva aqui, que as flechinhas, tá?
Vamos dizer que aqui esse lado ímã aqui é o é o sul. Ver como é que eu faço um S de cabeça para baixo. Assim?
Não, não, isso tá ao contrário. Então essa é só virar S. Uhum.
Tá bom. Acertou. Mas aqui é o sul, ó.
E vai para cima, que é o norte, né, do íã. Pensa bem, a gente tem então o íã com o campo magnético dele e lá na placa, como a gente viu, tem aquele C pretinho lá com as três perninhas, né, que é o sensor de efeito R. Tu vai apertando e vai chegar um pouquinho perto.
Esse campo magnético ele já vai detectar alguma coisa, uma mudança. Se tu for apertar mais a tecla mais fundo, esse campo magnético vai chegar mais forte, mais perto aqui. E aí ele consegue desde da mínima distância já sentir a presença da tecla.
E aí é configurável isso aqui. Ainda por software do teclado, tu consegue ajustar essa esse curso mínimo de acionamento chegando até 0 vula, como é que é um quadro de cabeça para baixo assim, até 0,14 mm. Imagina, cara, é tu dá um espirro na tecla, pum, já pegou a letra.
Olha bem a escala da coisa. Ele é extremamente configurável. Doido, né?
Aí essa parte aqui é que faz esse teclado mecânico aqui ser incrível nesse ponto. E aí que tem unos gamer pro aí que nossa senhora, quase mijo nas calças de emoção. Para não falar coisa pior.
Deixa de ser safado. Então vamos ver por dentro galera como é que é. Bem de membrana não tem o que dizer, né, cara?
É a borrachinha. A gente já viu as duas chapinhas aqui, os dois filmes de membrana com a borracha. Vai para lá.
Vamos abrir o nosso sutch mecânico. Pegar aqui, tá? Um lado.
Olha só. Olha ali o cara. Peçazinha de plástico, né?
Tic tic tic. A molinha que faz descer e subir igual tem dentro de caneta. E aí a gente tem toda aquela chapa de ferro ali, ó.
Quando o botão vermelho é pressionado, ó, ele empurra a chapinha de ferro porque ela tá tensionada, ela ela tem uma pressão para ir para fora. E aí tu chega com esse plástico aqui, ele faz o quê? Ele empurra a chapinha para cá e encosta na outra e aí registra, né?
Agora vamos ter uma ideia de custos aqui. No AliExpress a gente acha suitches mecânicos vermelho, azul, que tem as diferenças estáteis, mas que no geral é tudo igual da marca Gatron, que é uma marca boa, renomada pra suitch. 30 unidades, 30 peças de suitch mecânico estão custando entre 9 a R$ 12 no AliExpress.
Agora mais taxa de importação, né? Mas o preço é esse. Já dando um contraste, né?
Esse teclado aqui de membrana da Rise Mode que eu tô usando no vídeo, ele inteiro, o teclado inteiro, custa R$ 34, R$ 35. Aqui 30 pecinhas de 9 a 12. OK, mas ainda é barato, né?
Vamos pro próximo, o óptico. Vamos abrir esse bicho aí. Olha aí, galera.
Essa parte de clique aqui é bem parecida com mecânico. A diferença é que é translúcido aqui, né? Não tem cor porque a parte que desce sobe.
Só que aqui dentro, ó, tem a mola. Mesmo jeito. E o que que faz a magia mesmo?
É justamente aqui onde a gente aperta. Nesse lado de cá tem um prisma. Acho que vai ser meio ruim de vocês verem.
Eu vou tirar uma foto aqui com o celular que vai ser mais fácil de mostrar. Aqui nesse cara, galera, tem isso aqui, ó. Vocês estão vendo esse triângulo aqui, ó?
Esse prisma é ele que faz a luz andar. A luz bate nele, pimba e vai para um lado. E aí reflete no outro e vai para baixo.
É doideira. Então a gente já vê que não tem mais desgaste, né? Mecânico nenhum.
Não tem chapa de aço nem nada. É só puro movimento e o desgaste que tem a sua mola mesmo. Bem tranquilo, né?
Para mão, o que pode acontecer talvez é entrar sujeira dentro do sutch. É essa se ele não for bem lacrado, entra sujeira entre um pó e bloqueia a passagem dessa luz e aí perde a função realmente de conseguir fazer o sinal, bloquear ou não a luz. Esse é um possível problema que poderia acontecer, né?
Um excesso de sujeira entrando aqui dentro. Agora sobre o preço de um bicho desse, olha bem, galera, agora o negócio ficou pesado. No AliExpress, oito suits ópticos desse tipo aqui.
Esse aqui da marca Flartech, tá? Flaretech, que é bem renomado, mas por exemplo um Gate R, oito Gate Rome no AliExpress custam R$ 32. 32 conto, meu?
Oito. É oito, não é 30, que nem aqui no Magnético que custa 12. 30 peças custa 12.
Oito peças aqui custam 32, que já é o preço praticamente do teclado de membrana inteiro. Ai, caraca, tu vê que o negócio começa a pesar valendo, né? E a construção dele não é tão diferente do sutch mecânico e tem até menos componente, né?
Porque essa peça de acrílico aqui, não sei se o acrílico é, ele custa tanto assim pr aumentar esse preço nesse nível, né? Ok, mas até então ele tem sua mola igual o mecânico aqui e o botão de clique e acabou. Estranho, né?
Custar tanto. E aí a gente chega então pro bonito magnético aí, ó. Ó, que nem o óptico.
Que que a gente tem? A partezinha verdezinha aqui, que é onde é que clica, vai para cima ou para baixo. Embaixo disso tem o ímã.
Tá vendo? Refletir aí. Prata é o ímã.
E aí tem a mola que faz subir e descer a tecla e plástico e acabou. E é isso. Construção muito mais simples que o mecânico, né?
Agora segura o preço. 39 no AliExpress da marca Gatro Suite Magnético. 35 unidades.
Ainda é mais caro, só que é relativamente mais em conta do que o óptico, né? Caramba, o óptico é caro, bicho. Nossa senhora.
E aí nesse magnético tem toda a configuração de curso que no óptico já não dá, porque ele só passa e não passa luz, né? Por que que tu vai configurar? Não tem.
Ah, passar menos luz, passar mais luz, não rola não. Igual isso aqui. E então a gente consegue ver aqui também, né?
Questão de desgaste, o que que tem é mola. O íã só se o imã desgastar o parar de ser ímã de virar só um ferro, metal, né? Perder o magnetismo dele ou realmente estragar um circuito lá no na placa do teclado, que daí já seria um problema mais sério, né?
Para parar de funcionar. E esses aqui são os tipos de sutch de teclado. Galera, agora, uma coisa sobre esses teclados magnéticos que muitos de vocês podem estar pensando, tá?
É um íã. E se eu pegar um outro íã e passar em cima do teclado, ele vai dar algum comando aqui e vai caducar o teclado, será? Vamos fazer o teste.
Eu tenho esse ímã aqui que parece um guarda-chuvinha, tá? Porque ele quebrou. Era um íã daqueles de desenho mesmo que é um parece um U polo sul, polo norte, azul, vermelho.
E é o seguinte, se eu pego no teclado e passo o íã por cima aqui, não dá nada, galera, não dá nada. Eu deixei a tecla Windows sem o sutch dela, tá? Se eu pegar com o imã com um lado sul negativo, ó.
E realmente se eu encostar lá embaixo funciona, cara. Ele detecta como se fosse eu apertar a tecla. É simplesmente a mesma coisa.
Eu tô encostando um ímã perto lá do sensor de efeito H e realmente com outro ímã vai fazer o teu teuclado funcionar. Só que quando tu tá com as teclas todas colocadas, é, ao menos com íã desse que não é tão forte, se eu passo assim, não caduca, não pega nada de informação. É simplesmente se eu pego e realmente aperto, chego bem bem bem perto.
Agora já tá até difícil de pegar, ó. Eu vir com outro lado, ó. Agora vai.
Aí realmente dá para usar um IMA normal para mexer nesse teclado. Bem louco. Agora com teclado óptico, se a gente colocasse luz, apontasse luz diretamente nesse sutch óptico, alguma luz?
Eu tenho aqui um laser, tá? Ó, será que vai acionar o comando da tecla? Vamos lá.
A gente vai fazer um teste agora numa página da internet no Mercado Livre e vou fazer page up e page down para ir para baixo, para cima. O page down eu tirei aqui cap, tirei a tecla e a gente vê direto o switch. Vamos lá, ó.
apontando aqui. Olha só. Se eu passo assim, ó, realmente ele tá ele tá tá mexendo.
E agora parou. Olha aí que doido, né? Realmente funcionou.
Ele mexe, ó. Então também sofre influência externa, né? Interessante ver isso, né?
Poderia caducar o teclado? Acho que meio difícil, né? Por quê?
Porque na real tá tudo tampado, né? Não vai pegar uma luz forte que nem eu tô apontando direto na cara aqui do do cristal. E tá tudo cheio de K cap.
tão com as capas aqui. Então, dá um problema desse tipo, acho que é muito difícil. Mas realmente também é o tipo de suitch que sofre influência externa, igual o magnético.
E aí olhando desse ponto, eu acho que o teclado mecânico também ele pega um pouco de de apreço, né? Porque o que que tu vai fazer no teclado mecânico externamente que possa influenciar num clique? Não tem, né?
Ele é simplesmente pelo contato. Para funcionar tu tem que bater, não sofre muito esse tipo de coisa aí. E o de membrana acho que é a mesma coisa também, né, galera?
Só que dura muito menos. Agora a gente vai fazer um teste um por um de velocidade de acionamento. É nessa hora que a gente vai ver a principal vantagem do teclado magnético e toda a configuração que ele tem no acionamento do clique.
A gente fez a gravação de quatro takes com cada um dos teclados rodando um jogo e na câmera lenta pra gente ver o tempo de resposta em apertar a tecla e ver o movimento no jogo. O tempo de resposta usando um teclado magnético é bem menor, só que ainda a gente pode configurar ele para ficar melhor ainda. Então olha só, galera, aqui nesse programinha desse teclado MGEK, tem como é que fazer atuação personalizada.
E aí eu escolho qual botão eu quero alterar esse essa curva de atuação, que vai ser o quê? A distância em milímetros que eu vou pressionar e quando vai dar o resultado, a saída do valor. Aqui a gente pode fazer uma visualização e um teste, ó.
Eu vou apertar, vou ficar testando o W, tá? Olha só, vocês conseguem ver aqui, ó. Ó, conforme eu vou pressionando a tecla, ele vai me dando a ilustração, ó, da pressão que eu vou fazendo.
Olha só. Do jeito que tá configurado, eu tenho que pressionar até o fundo para daí entrar o W. Mas eu posso configurar isso para eu pressionar muito, mas muito menos, cara.
Ó, tô pressionando, ó o desenho lá. Vocês estão vendo que bate até no fim? Pum.
Tem que bater lá no fim para registrar o W. Mas eu posso simplesmente reduzir isso aqui. Eu quero deixar aqui, ó.
Olha lá. Se eu dou um taquinho, eu já pego o W, ó. Eu não preciso bater no fim, é só dar já pega.
Então isso aqui que é extremamente personalizável. E na hora de um gamer competitivo, ele vai ganhar uns milissegundos, porque ele realmente não precisa fazer tudo lá no fundo, já vai pegar o comando. Então galera, esses aqui foram os tipos de switches, tipos de interruptores de teclado de PC.
Que que vocês acharam aí? Gostaram de cada tipo aí? Realmente o membrana, cara, pode durar uma vida inteira um teclado de membrana pode realmente durar sei lá, três meses.
Vai muito da construção do tipo mesmo. Mecânico dura muito tempo, já é um pouquinho mais caro, mas acho que é um bom custobenefício no meio de tudo. E deu para ver, né?
teclado com sutch óptico e magnético já é coisa para para rico, né? As tecnologias são legais, mas sofre influência externa. Claro que se tu forçar mesmo, né, botar na cara do negócio, sofre influência externa, mas é muito difícil na prática, no dia a dia sofrer com isso, né?
E a questão de durabilidade é muito maior, só que também é muito mais caro e acaba não compensando tanto. Pensando bem, com tudo que a gente viu, o mais caro ainda hoje em dia é o óptico. O valor do Sutch é um absurdo.
O magnético ele é realmente bem mais caro que os mecânicos, mas já é uma coisa de encontrar por 200, R$ 190, R$ 200, que pensando bem em 3 anos atrás era meio normal a galera querer pagar num teclado mecânico esse valor. Claro que não, 60%, teclado mecânico full, né, tamanho inteiro. E no mais isso pro vídeo de hoje, galera.
Se vocês gostaram desses teclados aí, eu vou deixar alguns links de teclados bons que eu recomendo na descrição do vídeo de hoje. E também para quem quer aprender mais sobre manutenção e cono de PC, método MW4. 0 confere o link aqui na descrição.
Obrigado pela força de sempre. Grande abraço, até o próximo vídeo. É isso aí.