Salve, salve, boa tarde. Bem-vindos todos a mais uma edição ao vivo do podcast Café com Ferre. Meu nome é Felipe Corleta, co-host deste podcast. Hoje o episódio é especial demais, muito legal falar com uma grande lenda do empreendedorismo e das vendas no Brasil. Lembrando que o podcast é um oferecimento de Sérgio K. Olha só, camisa linda. Ferre com essa camisa preta deixou, ficou até mais mago. Ferre, eu vou te dizer, eu não tinha usado a camisa preta, mas eu usei a camisa preta, falei cheque a camisa, usarei mais vezes. Além disso, o Minerva Foods, seu
melhor churrasco é com Minerva Foods. Então você vai fazer um churrasquinho aí, amanhã já é dia de futebol, faz um churrasco com Minerva Foods. Fechado. Temos também o Banco Master que falou pra gente não anunciar o patrocínio Ainda, mas eu já estou anunciando o Banco Master Patrocinador. Um abraço pro meu amigo Daniel Vorcaro. Salve salve Vorcaro. Bueno, eu já antecipei aqui que falamos falaremos com uma lenda hoje, mas vamos lá para uma introdução. Flávio Augusto da Silva é um empresário brasileiro conhecido por fundar a rede de escolas de inglês WSUP e pelo projeto Geração de
Valor que inspira futuros empreendedores. Com uma trajetória marcada por superação e Inovação, Flávia referência no empreendedorismo em vendas, em estratégias de negócio. fundador das escolas de inglês Wise UU, criador do criador do Geração de Valor, ex-dono do time de futebol Orlando City, nos Estados Unidos, autor de bestsellers e referência em palestras motivacionais e conteúdo sobre estratégias empresariais. Flávio, muito obrigado pela pela presença e por aceitar o convite de participar aqui do podcast. Prazer. Eu Queria inicialmente dizer que eu sou fã, acompanho há muitos anos e que nesse meio de grandes empreendedores, eh, nessa questão de
comunicação, de ajudar e de contribuir para o empreendedorismo, eu queria te dar os parabéns porque tu é o número um. Inegável, innegável. Isso não tem nem eh nenhuma discussão. E queria te agradecer demais por tá aqui nos prestigiando, porque a gente tá começando também, começamos há poucos meses e é uma coisa eh como a gente Falou nos bastidores aqui, é podcast, não é para brin não é brincadeira. E queria que tu começasse dando, todo mundo já te conhece e aí assim eu não gostaria de usar esse tempo bom com uma história que todo mundo já
conhece, mas vamos dar uma referência porque a gente tem vários empresários. Esse é o, esse aqui, para quem não sabe, é o podcast dos formadores de opinião. Então, todos os donos de banco, todos os políticos e todos os caras importantes do Brasil Assistem. Então, se você quer ser uma pessoa relevante na vida, é aqui que vocês têm que assistir. Aqui você vai mudar de patamar. Eh, eu queria que tu desse um resumo, breve resumo de tudo que tu fez, que foi muita coisa. É um negócio assim até assustador a energia. Eh, e aí a gente
entra pras perguntas aí, que eu acho que tem muita coisa para ensinar. e eu assisti a dois podcasts, eh, e eu perguntaria tudo diferente. Então, eh, eu acho que vai ser bem Agregador um podcast diferente, Flávio Augusto, hoje. Vamos que vamos. Estamos, tô aqui à disposição ao vivo, ou seja, nesse momento 3:12, estamos aqui ao vivo e vai ser um prazer aqui trocar a ideia com vocês, né? Bom, para eu fazer um resumo eh de uma maneira que eu gosto de de me apresentar, eu sou um cara da periferia do Rio de Janeiro que nasceu
ali na numa região Chamada bairro Jabur. O Jabur ele era, para quem não conhece, ele era entre a favela Cavalo de Aço, Rebu, Marco 7 e a favela do Sapo. Então esse era o meu networking, não é? No início da minha vida. Eh, bem distante. O Rio de Janeiro é um lugar compridinho, uma tripinha, né, bem comprida. Então, morava no na outra extremidade do Rio de Janeiro. E para cruzar a cidade para ir trabalhar, eu gastava 2 horas me de ônibus, um ônibus confortável, Com oito pessoas por metro quadrado, ah, lotado. Cabiam 46 pessoas sentadas,
48 eh em pé, mas geralmente uns umas 80, 90 em pé e uns 10 pendurados na porta. Algumas vezes eu fui pendurado na porta. Então, por alguns anos da minha vida, foi pegando esse ônibus que eu me transportei para poder ir trabalhar no centro do Rio de Janeiro. Não precisa botar aqui o o Não, não, né? Ficar à vontade para trabalhar no centro do Rio de Janeiro. Então, ah, foram aí de 4 horas a 5 horas por dia em transporte público. Uma vez eu fiz a conta, eram era alguns meses dentro do ônibus, né, todos
os dias. Ah, desse lugar foi o lugar que eu vi, que eu vim. Ah, a minha primeira atividade, assim, minha primeira iniciativa para tentar melhorar de vida foi quando eu descobri que tinha uma uma carreira militar na Marinha e ou no exército ou na Aeronáutica, ou seja, uma carreira de oficial das Forças Armadas e na Periferia a as pessoas gostam muito das Forças Armadas. E eu falei: "Cara, você vou fazer prova para oficial." uma prova que você fazia que você ia para uma escola de ensino médio e no caso da Marinha era o colégio naval.
Ah, e eu falei: "Pô, vou me preparar para isso" aí. Uma vez eu falei com a minha mãe: "Olha, eu quero quero entrar no Colégio Naval". E lá é muito difícil você conseguir entrar. É muito é uma, é muito concorrido, não é? A, aí a minha mãe me tirou da escola pública, eu sempre estudei em escola pública e na oitava série ela me matriculou numa numa escola que era um preparatório para essa prova. Você tem ideia, essa prova acontecia no Maracanã e várias pessoas do Brasil faziam essa prova. Eram 30.000 candidatos para 200 vagas, não
é? Então, ou seja, 30.000 candidatos para 200 vagas era 1500 candidatos por vaga. É que é mais concorrina. Não, isso é mais concorrido que que o vestibular de medicina, não é? Inclusive a prova era bem até um pouco mais difícil, inclusive. E era e aí minha mãe me matriculou numa escola para eu me preparar para essa prova. Eu tinha 13 anos de idade, tava na oitava série e a prova era só no final do ano. E aí eu não só não consegui ser aprovado, como quase fui reprovado no oitava série, porque você Sai da escola
pública, a escola pública é miseravelmente ruim. Já naquela época, eu já ouvi falar que hoje tá pior, não é? E e saindo da de uma escola miseravelmente ruim, eu quase fui reprovado na oitava série, quando eu me tentava me preparar iludidamente para um concurso que eu achava que eu teria alguma chance de passar. Então, não passei no concurso e consegui passar raspando na oitava série. Ah, no ano seguinte eu pedi paraa minha mãe, olha, Eu queria fazer de novo, minha mãe e meu pai queria fazer de novo essa esse concurso. E aí lá vai eu,
né, só para você ter ideia, eu levava 2 horas para ir, 2 horas para voltar para essa escola, gastava 4 horas por dia. Minha mãe dava o salário dela inteira. Minha mãe era professora do da da rede pública e ela dava o salário dela inteiro para eu poder para pagar aquela mensalidade. Fiz mais um ano inteiro ali me preparando Pro concurso e no final do ano eu não passei de novo. Não passei mais uma vez. E aí eu mais uma vez eu quis fazer mais um ano para me preparar e 4 horas entre ida e
volta mais o salário inteiro da minha mãe de novo, estudando igual um doido para conseguir tá entre os 200 primeiros colocados de um concurso com 30.000 candidatos. Aí eu passei, passei, fui pro Colégio Naval e ali foi a minha primeira minha primeira iniciativa na tentativa de melhorar de vida, né? Obviamente, me tornando oficial da Marinha, eu já estaria melhorando muito de vida já em relação à condição que eu vivia. Ah, mas no primeiro dia meu ali na Marinha, eu já não parece que eu não me identifiquei com o modelo militar, né? meu, sou um cara
muito questionador, muito criativo e dentro daquele sistema eu não acabei não não tendo uma identificação. Ah, e era muito difícil chegar a essa conclusão, sendo tão jovem, eu tinha 15 Anos de idade. E aí, ao final do segundo ano eu fui convidado a me retirar, né? Fui ali e desligado eh porque não tinha nenhuma adaptação, não era um cara disciplinado para ser militar, mas foi, mas para pegar o ônibus 4 horas, você era bastante disciplinado. Então, mas porque eu tinha absoluta identificação com com o meu com a minha meta, com aquilo que eu queria alcançar.
A partir do momento que eu alcancei, a Partir do momento que eu entrei num processo ali, eu não não realmente não tive uma identificação com com o modelo, né? E aí voltei, voltei pro terceiro ano. Aí fiz vestibular, passei para, ia fazer ciência da computação na Universidade Federal Fluminense, também fiz própria Unicamp, engenheiro de computação, passei no vestibular. Ah, e naquele momento eu comecei namorar uma menina, eu tinha 18 anos de idade, ela tinha 15 Anos. Comecei a namorar com a Luciana, ah, com quem eu tô casado até hoje, né? Eu vou fazer 32 anos
de casado agora. Ah, mas comecei a namorar com a Luciana. duro, completamente duro. E aí eu começo, quando eu começo a namorar a Luciana, aí tu vê o poder que uma mulher tem na vida de um homem. Foi a primeira vez que eu pensei que eu precisava ganhar dinheiro. Até até esse momento eu não pensava em ganhar Dinheiro. Eu pensava que eu tinha que estudar, porque se eu estudasse as coisas iam funcionar, eu vou passar num concurso, eu vou passar num vestibular, enfim, né? Era essa minha, simplesmente minha cabeça tava aí. E daí quando eu
comecei a vender relógio, aí vendi relógio, vendi, vendi, vendi para um amigo, vendi para outro, vendi pro vizinho, aí comprava relógio, vendia, comprava relógio, vendia. Comecei minha carreira internacional, Jairí, fui pro Paraguai, não é? Comprei uns relógios lá e aí voltei, vendi relógio e tal. Foi quando eu comecei a vender curso de inglês, comecei a trabalhar, eu tive uma proposta para trabalhar num curso de inglês, comecei a vender curso de inglês nessa nessa empresa. Tu vendia só? Tu fazia as aulas? Não, só vendia. Nem falava inglês, não é? É uma impensável uma pessoa da periferia
aprender a falar falar em inglês. No meu Caso, nem inglês eu falava, mas não me impedia de vender curso de inglês, não é? Não me impedia de vender curso de inglês. Eu comecei trabalhando, vendendo o curso de inglês. Ah, trabalhei 4 anos nessa empresa. Nessa empresa eu cresci bastante. Fui, fui supervisor de venda, gerente de venda, gerente sênior, diretor comercial, diretor regional. Eu em 4 anos eu eu escalei dentro dessa dessa empresa, comecei a ganhar bem, né? Casei com 20 anos de idade, Luciana tinha 17, eu 20, não é? Então comecei a trabalhar com 19.
Aos 20, fiquei nessa empresa até os meus 23 anos. Com 23 anos eu saí. Então fiquei 4 anos nessa empresa. Essa empresa para mim foi uma foi a minha escola, né? Foi ali onde eu onde eu aprendi a vender. Foi ali onde eu Mas você aprendeu por conta ou teve pessoas nessa empresa que te ensinaram muito que tu é grato, que tu passou? Sim, sim, sim. A empresa a empresa ela ela me deu treinamento, né? Foi ali que eu aprendi a vender. Uhum. Aprendi as minhas primeiras lições de vendas foi ali. Minhas primeiras lições de
liderança também foram ali. Uhum. Né? Tinha um chefe chamado Manuel. Foi o cara que foi meu professor de vendas. Depois meu professor de liderança foi um cara chamado Mário, que era o presidente Dessa empresa. Aí eu cresci, avancei, expandi, cresci nessa empresa. Fiquei 4 anos nessa empresa. Eh, comecei a ganhar bem dentro do da minha referência, não é? Minha faculdade eu tranquei, não dei continuidade, fiquei focado 100% ali no no meu na minha carreira de vendas. Enfim, né? Eu tô dando muita ênfase aí nessa nesse período porque ali foram os meus primeiros passos, né? Dali
eu saí do do zero até na época de ter um salário, quando Eu saí, eu tinha um salário médio aí de $7.000 por mês. Era um salário bom paraa época. Até hoje é um salário bom. 7.000 é uns R$ 40.000 por mês. Eu com 22 anos ganhava isso, né? eh, liderando times de vendas. Então, eu fui muito bem sucedido numa carreira na área de vendas nessa empresa. Decidi sair, abrir um curso de inglês. Fundei a WSAP dia 3 de abril de 1995. Fundei a WAP no Rio de Janeiro, no centro do Rio de Janeiro. Ah,
não tinha Muito capital, tinha algum capital guardado e precisei usar R$ 20.000 do meu cheque especial. Então, com juros amigáveis de 12% ao mês, né? Juros bem bem amigáveis. anos 90. Então, oi? Nos anos 90. Então, nos anos 90, é, 1995 você não tinha acesso a crédito, não tinha nada disso. Você comprar um carro, eu pagava a prestação de um carro, você financiava em oito vezes com juro de, Sei lá, 8% ao mês. Era assim financiamento de carro, né? Nessa ocasião, Brasil não tinha crédito, oferta de crédito. Então, nesse momento, eu inaugurei a primeira unidade
da WhatsApp. Uhum. Ah, apesar de ser uma uma de uma de um jeito que eu não recomendo, né, pô, o cara pegar dinheiro do cheque especial para abrir um negócio, eu tecnicamente não recomendo que ninguém faça isso, mas para mim era a minha Única alternativa e digo que se eu voltasse atrás faria de novo. Uhum. Mas qual é a diferença entre uma pessoa que vira e não vira? Tu virou, tu tava lá, o Manuel se fodeu, ficou lá, os outros, todos os caras que te ensinaram, todo mundo ficou pelo caminho e tu explodiu. Qual é
a diferença entre uma pessoa? até não, até não ficaram pelo caminho porque o presidente da empresa, o dono da empresa, se anos depois, a Wasap incorporou aquela empresa, aquela empresa de onde eu trabalhei, onde eu tive experiência, a gente incorporou, comprou, ela ela se tornou, não foi exatamente, é como se fosse uma compra, mas não é exatamente uma compra, é uma incorporação quando aquelas unidades daquela se tornaram franquias nossas, tá? Mas nessa e a e o Mário que foi o cara que foi o meu um cara que foi minha grande inspiração para mim de liderança
Num segundo momento, ele se tornou trabalhou 19 anos comigo na weer, né? Tá, mas o Flávio, tu foi indo que nem um foguete? Foi fui igual um foguete e todo mundo ficou pelo caminho. Porque qual a diferença entre uma pessoa que vira e as que não viram? Como é que por que que tu virou? Tu é mais inteligente? Eu não vou eu não vou. Tu é mais inteligente, cara? Talvez eu seja mais inteligente em Algumas coisas, em outras não. Eu não sou um cara que tem um QI acima da média. Para que muitas pessoas que
me perguntam, eu sou um cara, um cara inteligente, não é? Mas sou um cara esforçado. Eu fiz um concurso, não passei. A maioria desiste. Eu fui de novo, não passei, cara. Aí fui de novo. Aí eu passei. O mal sucedido é o cara que desiste. Eu tenho certeza absoluta que quem Desiste é mal sucedido. Eu não posso te afirmar que quem é mal sucedido é porque desistiu, porque há outros fatores nessa equação. Mas eu posso te afirmar que a perseverança e a tua capacidade de aprender com aquilo que tu falhou, com aquilo que você fracassou.
Eu, na minha terceira tentativa, eu eu fui aprovado, mas nas primeiras eu fracassei. Então, eu acho que como você reage ao fracasso, como você reage a uma situação adversa, é um é um ingrediente que faz Muita diferença para você chegar mais longe. E eu tenho, por exemplo, historicamente uma uma uma característica de ser resiliente. Aliás, essa minha primeira experiência no concurso, eu digo, eu gosto de contar ela com detalhes, porque na minha opinião essa essa é a base, é a base do DNA, do meu modelo mental. Ou seja, eu era um cara que estudou numa
escola miseravelmente ruim, uma escola pública que estava muito atrás. No primeiro ano Que eu fiz o concurso, eram 30.000 candidatos, eu tive mais de 25.000 na minha frente. Eu fiquei dos 5.000 últimos. Ou seja, eu não achei que eu era incapaz por causa disso, mas ao mesmo tempo me caiu a ficha. Eu tô fraco, eu tô ruim, entendeu? Eu acho que você não pode ter a tua autoestima eh a tua autoestima comprometida por um resultado ruim, mas ao mesmo tempo você precisa enxergar a tua realidade. Tu acha que as pessoas não têm esse Senso crítico?
Muitas não têm, outras têm. Eu não posso falar pelas pessoas, mas eu acredito que algumas não tenham. É possível, é possível que algumas já desistam antes. É possível que algumas já se convençam que são ruins, que são fracas, que não servem, que não é para ele. Eu eu, cara, eu fiz três vezes até conseguir, entendeu? E e cara, isso aqui é foi a base do meu modelo mental, porque quando eu passei, eu sou muito Grato à Marinha por isso, porque foi graças a Marinha nesse momento, nessa experiência que eu tive, que eu descobri que eu
seria capaz de tirar um gap de diferença se eu te se eu decidisse pagar o preço por isso. Tem uma frase, deixa eu só perguntar que tem só usar esse gancho aqui, depois ele entra nas perguntas mais técnicas. Tem uma frase que eu gosto, é ninguém segura alguém que realmente quer mudar de vida. Essa frase para mim ela é excepcional e Eu acredito piamente nisso também. Tu tu acha que existe o a resiliência que faz o cara ter sucesso ou ou outros fatores? Deixa eu só fazer um adendo. Essa frase não é minha. Essa frase
é do meu sócio, né, do Caio Carneiro, que que fala e eu de vez em quando tomo ela emprestada. Mas eu diria para você que eh se você for resiliente, não garante que você vai ter sucesso. Mas se você não for, garante que você Vai ficar na pelo caminho. É garantido, porque nada é fácil. Uma frase que eu detesto é aquela frase: "Vai dar tudo certo", porque não é verdade, não vai dar tudo certo. Sempre dá errado, não é? Esse é um otimismo barato, né? Otimismo, otimismo barato, ele custa muito caro, não é? Eu prefiro,
eu prefiro a, eu, se eu fosse, se eu for refrasear essa frase, eu prefiro dizer, eh, eu vou fazer o que for necessário até dar certo, entendeu? Eu vou aprender o que Tiver que aprender até dar certo. Eu vou, eh, me levantar todas as vezes que eu caí até dar certo, porque tu vai dar errado, né? Você cria um projeto, vocês criaram aqui o podcast, fizeram uma projeção, fizeram uma planilha. Eu tenho certeza que vocês já já revisaram a planilha, porque sempre alguma coisa dá errado. Uhum. Isso é a regra. A regra é que sempre
dá errado. Uhum. Sempre. Então vai dar tudo certo. Não existe. Então eh eh é é é uma espécie de negação, sabe? O otimismo barato é uma modalidade de negação e você viver em negação é ruim, você tá fora da realidade, não é? Então eu aprendi nesse nessa experiência com a Marinha ali de passar no concurso. Isso é o carrego para todas as experiências que eu tive até hoje, Porque eu acho que eh as coisas se comportam de uma maneira muito parecida. É sobre se erguer, né? Não sobre não cair. É cair, tu vai cair. É
fato que você vai cair. Todos caímos. Você acha, Flávio, que ganhar dinheiro tem que ser a motivação principal do empreendedor? Olha, a motivação principal do empreendedor é o que ele quiser. É o que ele quiser. Ninguém eh eh desculpa o termo, mas tem muito cagador de regra na internet. Uhum. Não é? Então eu vou dizer para você que a motivação principal de um empreendedor é o que ele quiser. Se ele quiser que seja dinheiro, é dinheiro. Se ele quiser que seja ele ficar famoso, vai ser ficar famoso. Ele ter poder, vai ser poder. Ajudar pessoas,
vai ser, enfim, o propósito de cada um, é, cada um Escolhe, né, o que o que ah, pelo que deseja dedicar o seu tempo e a sua vida, não é? Eu pessoalmente acho que alguém que tenha na grana o seu único objetivo não vai longe. Uhum. Eu explico porquê. Porque quando tu começa uma tua jornada, tua referência é muito baixa, não é? Sempre no nosso começo, a gente tem referência muito baixa. Então tu pensa assim: "Cara, o dia que eu ganhar 1 milhão, se eu fizer o primeiro milhão, Tô bem." Sim. Entendeu? Aí um dia
você vai fazer o primeiro milhão, você vai ver que não é aquilo que você pensava. Não é? Não é você não vai tá tão bem quanto você achava. Você não comprou a casa que você achou que ia comprar. Você não comprou o carro que você achou que ia comprar. Você não tem a liberdade que você achou que teria, você entendeu? Mas o problema é quando o cara estabelece, eu vou Trabalhar para ganhar 1 milhão, o risco de ele ganar 1 milhão e se sentir o cara é muito grande. E se ele se sentiu o cara,
acabou. Ele ele é um é um Zé o Zé Mané. Ele vai ficar para trás porque estabilidade não existe. Então ele vai achar que aquilo é grande coisa, então ele vai regredir, ele vai retroceder. Então, quando a gente trabalha só pela grana, em algum momento a gente vai ganhar aquela grana na melhor das hipóteses. E se você ganhar aquela Grana, acabou. O que que você vai você vai se levantar no outro dia 7 horas da manhã? Para quê? Por qual motivo você vai se levantar de manhã? Por qual razão? Então eu penso e de novo,
não é a regra, não é o certo, não é? Mas na meu meu no dentro do meu modelo de de pensamento, eu penso que a grana é um incentivo, mas o ideal é que você tenha metas que estejam acima do dinheiro. Alguma coisa que mesmo com a grana que tu ganha depois, aquilo ali Você não vai se mover 1 milímetro, você ainda esteja insatisfeito, ainda esteja com fome, esteja inconformado. Eu acho que satisfação a gente tem que tá, porque satisfação tá ligado à gratidão. Acho que, cara, satisfação e gratidão é profiláctico no nosso cérebro. Uhum.
Previne depressão, previne previne uma série de distúrbios emocionais, ansiedade. Então você tá satisfeito e Grato é profilático. Agora, não conformado. Conformado é quando tu ganha a forma. Conformado, a mesma forma. Uhum. Não é? Então você vai ganhar a mesma forma. Então, eu sou um cara eternamente inconformado, mas o que me mantém inconformado é que o que me faz me levantar todos os dias não é a grana. Qual que o que que é o que é? O que me faz me levantar todos os dias? Eu tenho, eu tenho duas metas Fortes na minha vida. Uhum. Uma
é aproveitar a vida ao lado das pessoas que eu amo. Ou seja, desrespeito a mim mesmo, desrespeito a como eu quero desfrutar minha vida. Minha vida é curta, eu tenho 52 anos. É novo para cá. Vou morrer. Um dia, eu vou morrer. Todo mundo vai morrer, não é? Só que nem todo mundo vive. Esse é essa é a diferença. Todo mundo morre, mas nem todo mundo vive. Então, ou seja, já que eu sei que meu tempo é limitado, 50 são os novos 40. São os 940. É, não é? E então, já que eu sei que
eu que eu que meu tempo é limitado, eu quero aproveitar a vida com as pessoas que eu amo. As pessoas que eu amo fazem total diferença. E o segundo, só para concluir a raciocínio, o segundo objetivo meu é impactar pessoas. Eu tenho uma forte inclinação de impactar pessoas. Uhum. Por quê? Porque eu sei o poder das ideias. Eu sei o quanto determinadas ideias impactaram a minha vida, o quanto eu tive, o quanto eu consegui empilhar conclusões, tipo essa de que eu, eu fui da escola pública e passei e aí, ou seja, eu sou capaz de
tirar o gap. Isso tudo são pérolas, eu eu diria assim, que eu acumulo na minha vida, que na minha opinião tem muito valor. São ideias que Me libertaram de onde eu estava e me proporcionaram avançar para novos degraus. Então eu penso que é o poder dessas ideias, ela tem um poder muito grande de impactar a vida de jovens, de pessoas, de pessoas que tão navegando num mar sem referência para onde é o norte, para onde é o sul. E um farol, você perceber aqui, é a imagem do meu celular. Um farol é aquela luz que
p, ó, tá aqui, ó. Aqui é terra firme, navega para cá. Uhum. Pô, tu tu conseguiu vir até agora, se esforça mais um pouco, vem até aqui, que aqui tem terra firme. Então, eh, impactar pessoas, realizar coisas que impactam pessoas, que que tem o poder de mudar a direção da vida, assim como a minha teve, eu saí de onde eu saí, cheguei aonde eu cheguei. Eh, é isso é parte da minha missão de vida, aproveitar a vida. com as pessoas que eu amo, impacta a vida do maior número de Pessoas possíveis. Então é isso que
me faz acordar. Agora, o cara que trabalha só pela grana, meu irmão, ele ah é 10 milhão, 10 milhão a minha meta. Ganos 10 milhão, no outro dia ele não tem mais motivação para trabalhar. Então eu acho que é pouco trabalhar só pelo dinheiro. Uhum. Eu acho que o cara tem que ter um um propósito que seja acima do dinheiro. E quem decide esse propósito é a pessoa. Vai descer um anjo do céu, ó, o teu propó não, ela ela decide o que ela Quer, a que ela quer dedicar a vida dela. E aí a
grana ela entra como recompensa. É óbvio que eu adoro dinheiro, tenho nada contra o dinheiro. É hipócrita quem diz que o dinheiro é ruim. Uhum. Não é? Então eu trabalho, sou muito bem pago para fazer o que eu faço, gosto de dinheiro, mas na boa, se fosse só a grana já tinha parado, Já tinha parado. Não, eu eu já tenho, sei lá, 15 anos que eu já não preciso trabalhar, nem a próxima geração e nem a outra. Então não é pela grana. Agora a grana é como se fosse o ponto do videogame, sabe? Gosto de
videogame. Eu adoro jogar videogame, não é? Então assim, eu tô jogando videogame, o ponto ali é a grana é o ponto do videogame. Uhum. Então o game eu eu quero fazer ponto, quero bater o recorde, mas a curtir o jogo, o jogo é é o que eu Gosto, né? Tu acha que o ego é uma máquina de destruição de carreiras? Como é que controla isso? Porque assim, eu vejo que várias pessoas em vários níveis, assim, até pessoas que já não tem muita grana, tu já deve ter visto n casos de gente brilhante que morreu no
ego, já viu, né? morreu, não saiu do lugar e se afundou e perdeu oportunidades por por por detalhes. Queria que tu falasse um pouco sobre eh como controlar o ego e se tu acha que o Ego é um dos fatores que podem destruir carreiras. Ah, a trajetória de uma pessoa que cresce, eh, ela é marcada por provas, né, por testes relacionados a como a ele lida com fracasso e como ele lida com sucesso. A tendência de quem ainda não deu certo e e por alguma razão fracassa, é ele achar que ele é um miserável, um
desgraçado, todo mundo consegue menos Ele, entendeu? Eh, nunca vai chegar a vez dele. Ele tem sempre, quando ele tá na baixa, ele ele tem a tentação de acreditar que ele é um Zé ninguém, porque ele é tratado como Zé ninguém. as pessoas desprezam ele, as pessoas tratam ele mal, as pessoas tratam ele com desprezo. E aí aquele desprezo com o qual as pessoas o tratam é como se fosse um um convencimento diário de que ele é um zé ninguém, do que ele é um zero à esquerda. Então ele vai ter sempre uma Tendência a achar
que ele é um ele é um Zé Mané, ele é um Zé ninguém. Isso é isso é um grande erro. Ele ninguém, todo mundo começou do zero. Quem não é o herdeiro, que não é não é o caso de muitos, não é o meu caso, por exemplo. Ah, começou do zero. Então, eu não sou melhor hoje do que eu era quando eu andava de ônibus lotado. Eu sou o mesmo cara. Andava de ônibus lotado. Ali as pessoas ainda não reconheciam o meu valor. Talvez eu fosse um um moleque a Mais da periferia que andava de
ônibus. Talvez se alguém passasse num carrão do lado, tirasse uma foto, ia, ó. Isso é um pobre coitado. Isso é um zero à esquerda. Isso é uma massa de manobra. Eu poderia ser taxado. Nós somos rotulados o tempo inteiro. O problema é que quando o cara tá na baixa, é ele acreditar, ele acreditar no que a opinião aleheia diz a seu respeito. O que é opinião aleheia? A opinião ali é um negócio até É subjetivo, cara, e é muito profundo, porque você é tratado diferente quando tu sai do ônibus cheio, todo suado ou quando você
sai de um carro importado. Uhum. O porteiro do teu prédio vai te tratar diferente, as pessoas, a tua família vai te tratar diferente. E essa é a realidade. Não adianta querer tampar o sol com a peneira. Essa é a realidade. O problema é que quando o cara tá na baixa, ele corre o risco de acreditar Que ele é um miserável, que ele é um zero esquerda. E ele não é, ele não é. Não. No outro extremo há um outro risco. Quando o cara começa a ter algum sucesso, você começa a ter um monte de gente
de bajulando, dando tapinha nas tuas costas. Você é o cara. Você é o cara. E aí daqui a pouco você começa a acreditar que você é o cara. E você também não é o cara. Então você não É o cara quando tá em alta e você não é o miserável quando tá em baixa. Você é a mesma pessoa que num determinado momento gozou de um determinado resultado e no outro momento você tá desfrutando de um outro determinado resultado. Aí você manter a tua identidade, independentemente de qual seja o seu resultado, independentemente de qual seja o
prestígio que o povão ao teu redor tá te dando ou o desprestígio que ele tá te dando, manter essa tua Identidade é que também poderá te fazer chegar mais longe. Porque se você achar que você é o cara, sabe o que começa a acontecer? Você fica arrogante, você começa a perder as pessoas do seu lado, você começa a não conquistar mais, você deixa de ser magnético porque você se acha melhor do que as outras pessoas. Você vai virar aquele cara insuportável. As pessoas não vão te falar na tua frente, mas por trás vai dizer: "Puta,
aquele cara é difícil de Engolir, né? Aquele cara é difícil. Aquele cara é um Zé Mané. Um Zé é um Zé. Esse é um Zé Mané. Esse é um é um Zé Ruela que se acha alguma coisa porque ganhou algum dinheirinho a mais. E isso acontece de fato aí falando sobre o ego, a pessoa fica arrogante num primeiro sucesso, se o cara já fica arrogante, ele está reprovado para subir pro próximo degrau. Ele não vai conseguir levar mais gente com ele no próximo degrau. Você, ó, o cara arrogante, ele Só atrai interesseiro. Ele não não
atrai gente aliada de verdade. Ele não atrai parceiro aliado porque tá companheiro de batalha, companheiro de propósito, de causa. Ele não tem mais companheiro de causa, ele tem interesseiro. a primeira oportunidade ele pula fora, porque é difícil aguentar um cara arrogante do lado. Então, ou seja, o risco é no seja no fracasso ou no sucesso, o cara acreditar nas opiniões aleheias. Se o Cara mantém a identidade dele, pezinho no chão, tava agora almoçando com os sócios, né? são sócios de uma de nossas empresas e os caras tão voando, tão voando os sócios da MedCOF tão,
tão voando. A gente comprou essa empresa em 2022, ah, com ebidade de 12 milhões. Ah, no primeiro ano eles fecharam 48 milhões de EBD. Esse ano eles vão fechar 105, ou seja, dobraram de novo. E a gente conversou hoje no almoço falando sobre como vamos dobrar no ano que vem de Novo. Preparatório pra residência, pr residência médica. Exatamente. Então is é um baita business. Então deve dobrar de novo no ano que vem e se dobrar de novo passa de dois de 200 milhões. Ou seja, um é um negócio de de 2 3 bi de real
de valor com os moleques de 30 e poucos anos que a gente comprou em 2022. E aí eu eu conversava. Comprou e eles tm quanto de equity? Eles têm eles têm 75% de equity e com Rollup para as nossas ações. Então esse rollup acontece em evento de liquidez. Agora o que que acontece? A gente tem, a gente tem eh nessa conversa aí a gente falou: "Olha, cara, como é que tá a relação com os sócios? Tão boas, ó, ficam ficar bonzinho. Aí a gente brinca com eles, ó, você é feio." A gente brinca, né? Por
que que a gente fala isso? Porque o o cara quando fica arrogante, ele se acha até bonito. Acha, Porque as meninas começa a dar em cima dele, ele não sabe que é porque ele ganha dinheiro, entendeu? Ele acha que é porque ele é bonito. Então, ou seja, gerir ego faz o cara chegar mais longe. Fé isso aí, cara. E e e o cara ter um ego drive, né? Ele ele ele ele drivar o ego dele faz ele, cara, perder as pessoas que estão do lado, ele perde a identidade dele e às vezes perde até o
negócio inteiro, perde a família, perde tudo. E quais tu acha que são sintomas de que a pessoa tá indo nesse sentido? Quer dizer, se alguém tá dizendo tem o ego, prima, cara. Ó, o primeiro sintoma de um cara que tá com ego tanto, eu já eu já eu participei disso. [risadas] É, eu já tava com ego quase voando. Mas isso qualquer um pode cair, né? Eu caí nessa também. É, em 1999, ali no no auge do nosso crescimento. Eu eu porque tem dois dois sintomas do Dois dois efeitos colaterais do sucesso, né? acomodação ou ego.
Às vezes o cara se acomoda e aí o negócio dele tava crescendo muito, podia crescer mais, parar de crescer. Ou então o cara vai pro ego, aí ele tende às vezes a destruir. Um sintoma do ego é quando o cara não consegue mais recrutar a gente para trabalhar com ele. Vai só no interesse, só na grana. Ele não consegue mais ter essa coisa do companheiro de causa, ele não consegue Mais recrutar, ele não consegue mais montar um time fechado, ele não tem mais isso, porque ninguém suporta mais o cara. E esse esse é um ponto,
não é? Na minha época lá eu tinha 99, eu tinha. Então você que tá insuportável, tá aqui uma dica do Flávio Augusto. Então eu tinha 27 anos, tava a empresa tava super bem, 4 anos a gente já tinha acho que 1000 e poucos funcionários, dezenas de milhares de alunos, ah, já tava ganhando uma boa grana já. E aí eu Comecei a a não ter saco mais para fazer o que eu fazia. Eu comecei a achar que eu era bom demais para poder para fazer aquilo. Ah, aquilo ali e aquele modelo de venda que eu tinha,
sabe? Eu tinha um modelo de venda, ah, tô cansado desse modelo de venda, tem que ficar toda a hora motivando esses caras, tem que ficar toda hora, não é? Aí eu quis trocar tudo, trocar pro processo, aí aparece sempre um consultor nessa hora que te vende um projeto, aí Tu compra o projeto, aí você mergulha, 7 milhões sempre. É. E aí você mergulha, mergulha em cima dessa, desse egoole drive. E na época me custou bastante caro, mas eu eu cheguei a cair em si, recuei e retomamos ali. Uma das coisas que você falou que dos
seus propósitos é tempo de qualidade, o tempo que com as pessoas que você ama. E creio que tu fazer uma discussão aqui sobre equilíbrio entre tempo dedicado ao trabalho, tempo dedicado à vida, à vida Pessoal, social, eh, e quanto que isso é saudável na sua visão, assim, essa cultura do hustle de ter que trabalhar demais, ela tá exagerada ou não? Eu não acredito em equilíbrio. Eu eu acredito que o equilíbrio é uma utopia. Uhum. Então, pessoas que buscam equilíbrio vão se frustrar, porque é impossível equilibrar. Sabe aquela figura? Eu vou explicar isso. Não, galera que
tá ouviu aqui às vezes tem arrepio quando eu falo Isso, mas vamos lá. Já viu aquela aquela aquela imagem do cara do circo rodando um pratinho? Uhum. Já viram assim número? O cara começa a rodar no pratinho, ele pega ali tipo se fosse um taco de sinuca e começa a rodar um prato assim. equilibrando o prato. Aí ele pega aquele prato, bota ali, ele fica rodando, ele vai rodar um segundo prato, um terceiro prato, um décimo prato, um 20o prato, fica igual um louco Correndo de um lado pro outro, porque não pode deixar cair o
prato. Se caiu o prato, quebra o prato, né? Um prato de vidro que cai no chão, vai quebrar. Então o cara fica igual um louco. Issa, esse número no círculo sempre foi usado como metáfora de vida, de você ter que ter uma vida equilibrada, equilibrando os seus pratinhos, né? E essa para mim é uma metáfora que faz muito mal pras pessoas. É. Oória, porque tu nunca vai conseguir equilibrar, cara. Tu é pai, tu É filho, tu é amigo, tu é amante, tu é marido, tu é chefe, tu é empresário. Você tem um monte de prato
para girar a tua vida. Quem quiser dividir certinho o tempo de maneira a ter uma vida equilibrada, vai deixar esses pratin cair no chão. Do que que eu acredito? Eu acredito em em conciliação, não em equilíbrio. O que que é conciliar? Conciliar é um acordo. Então, um uma pessoa, ela tem que ser sempre um gestor de acordos na sua vida. Consigo mesmo, nesse caso, não. Com os seus pares. Uhum. Com teu filho, com a tua mulher. Uhum. Com seus amigos, com as pessoas que você tem. Então você tem que ter um acordo. Então, por exemplo,
o sucesso não está no equilíbrio, ele está no desequilíbrio. Você vai ter que causar algum desequilíbrio na sua vida para produzir Sucesso. Você quer perder peso, você vai ter que ter baixa calórica, você vai ter que promover um desequilíbrio no teu corpo para tu perder peso. Você quer ter sucesso, você vai ter que ter uma dedicação extrema por um tempo para alcançar algum objetivo. E aí as outras partes tê que est acordadas com isso. Uhum. Percebe? Então, por exemplo, eh, desde o início da minha caminhada, eu eu casei muito cedo, eu tinha tinha 20, a
Luciana 17. A gente tinha os nossos acordos, a gente sabia onde a gente queria chegar, sabia o que a gente queria fazer. Ela era sócia. Os R$ 20.000 de cheque especial era 10.000 meu e 10 dela era metade. Ou seja, a gente tinha skin the game, temos uma bilionária na área. Então é, a gente tem um skin the game e e a gente tinha skin the game e a gente trabalhava junto. Agora a gente tinha o nosso acordo, pô. Eu trabalhava 14, 15 Horas por dia, trabalhava bastante, mas esse desequilíbrio que eu produzi por um
tempo na minha vida, assim como na época do concurso, eu gastava 4 horas no ônibus. Pô, isso não é equilibrado, cara. Você ficar 4 horas em pé no ônibus lotado para estudar, para chegar lá, para no final do ano fazer uma prova. Então eu tive que produzir um desequilíbrio para alcançar um determinado resultado. Agora, todo desequilíbrio, ele tem que ser acordado Entre as partes, quando cada parte entende o benefício que terá da colheita dessa, desse plantil que tá sendo feito. Então, pera aí. Nós vamos ralar aqui, nós vamos pagar esse preço aqui, mas depois, cara,
nós vamos aproveitar. Eu, por exemplo, deixei, neguei muito convite para ir à praia de ônibus comer farofa, frango com farofa, com meus amigos. Eles iam paraa praia no Rio de Janeiro e eu não ia, ficava estudando para passar No concurso, não é? Ou eh finais de semana eh de viagens eu não fui porque tinha que bater meta na minha época que eu trabalhava na área de vendas. Tudo bem, eu deixei de ir pra praia de ônibus, mas hoje eu posso pegar meu avião e ir pra praia que eu quiser do mundo. Uhum. Mas eu tive
que antes provocar um desequilíbrio, percebe? Antes eu tive que deixar de ir pra praia de ônibus. Para poder eu ter algum equilíbrio. Então, a conciliação, ela está em você sacrificar alguma coisa por um tempo em acordo com as pessoas, com seus pares, em troca de você atingir algum resultado, sabendo inclusive que não é garantido esse resultado. Tu acha que a nova geração ela tá ela tá assim e eu entendo um pouco comprometimento, eu diria. Eu não gosto de generalizar ferreio geral assim, eh, e muita gente é sempre Eterno insatisfeito. Como é que tu eh vou
mudar a pergunta, então, quais são as três red flags que tu enxerga um colaborador? Tu vê assim, cara, isso aqui vai dar problema. Tá, mas deixa eu ir naquela que eu disordei, [risadas] porque você gosta das perguntas ruim, né? Você me falou aqui, né? Não, eu não fiz nenhuma pergunta difícil ainda. Não, não, não, não tem. Eu não acho que É difícil. Eu eu só fiz pergunta fácil. As per difíceis vem depois. Você não me prometeu pergunta fácil nem difícil. Você falou que era pergunta ruim. Lembra disso? Então sega. Então vamos lá. Vamos na pergunta
ruim então que eu acho na realidade excelente, porque eu acho que as pessoas erram quando generalizam. Ó, tem cara muquirana na nova geração e tem cara muquirana na minha, na tua. Você Tem o quê? 30 e poucos. É. Quem tu acha que é mais velho? Eu acho que acho que os dois tm a mesma idade. Tá bom. Cara, que ofensa mesmo. [risadas] Você tem quantos? Eu tenho 30, ele tem 44. Olha aí, cara. Você tá bem, cara. Eu tenho 50. É o suco. É o suco e o botox. É o suco de botox. [risadas] Não,
mas eu vou te falar, ó, tem um cara muquirana com 50, com 40, mas tem cara brilhante também nessa nova geração. Então eu acho que tem os dois, entendeu? Eu não gosto, ah, essa geração é afolgada, é muito imediatista, cara. Tem cara de 50 anos imediatista também. Eu acho que tem, a gente tem que buscar gente boa, né? Mas ah, que que é o negócio da red flag aí? Quais são as três red flags de um colaborador Para um para um cara, para você mandar o cara embora, alguma coisa do tipo? Ah, tu tá vendo
que vai dar coisa errada, coisa não tá boa, que o cara vai te bom, tu tu já teve quantos, né? Milhares. É. Não, mas é só para entender o aspecto da É tipo aquele cara que tá eterno insatisfeito, que que quer ser promovido amanhã sem ter resultado, sem a coisa crescer. Isso aí, cara, eu Isso é uma coisa que a gente tá aqui com a a graças a Deus, essa câmera aqui tem algum aqui? Não pensei que fosse o cara aqui atrás da câ. Não, essa aqui é a audiência mais qualificada do Brasil. Sem dúvida.
Que espetáculo. Sem dúvida. É. é a mais qualificada, sem dúvida. A gente eh eu queria que tu falasse um pouco sobre isso, porque as pessoas elas eh convivem eh diariamente com diversos colaboradores. As pessoas Estão, o que eu enxergo assim, a galera tá sempre insatisfeita e com pouco comprometimento e assim como tu disseste que não dá para generalizar, ok? Não generalizando. Então vamos aos red flags, o que que tu enxerga? É, eu eu, cara, eu penso que quanto pior tu recrutar, mais trabalho de treinamento tu vai ter depois. Eu acho quanto melhor você recrutar, menos
trabalho você tem depois nesse aspecto. Embora ser humano, cara, é ele É high você é de alta manutenção, né? Você tem que ter alta manutenção o tempo inteiro, eh, com cultura, com com motivação, com visão e por aí vai. Eh, mas assim, eu eu gosto de um tipo de de de empregado assim, de funcionário. É um ambicioso. Eu gosto do cara ambicioso porque eu acho que é muito melhor você cortar um excesso do que empurrar um cara que não quer um jeg, empurrar uma mula. É muito melhor segurar um cavalo louco, selvagem, Do que você
tentar empurrar uma mula empacada, entendeu? Então é assim, eu eu acho que um cara ambicioso que enxerga que na tua empresa ele vai conquistar o o crescimento dele, é um cara que eu gosto de trabalhar, é um tipo de trabalho de segurar cachorro de de segurar cavalo selvagem, é um tipo de trabalho que eu prefiro ter, não é? Então eu acho que que o cara que não é ambicioso, ele vai começar a fazer corpo mole, ele ele vai começar a te dar Desculpas, ele vai começar a não ser muito honesto na na comunicação dele para
poder justificar a ausência de resultados. Então eu acho que um cara muito ambicioso você administra mais a ansiedade dele. Calma cara, você tá indo bem. Não sabe, eu acho que buscar achar esse cara ambicioso para mim evita muito um monte de problema. Deixa eu ver. Tu gosta de Tu gosta de cinema? Gosto. Quem tu acha mais bonita, a Scarletthan ou a Marvel Robby? Eu acho a Scarlett mais bonita. E a a Scarlet ou a Megan Fox? As duas são muito bonitas. Mas por que? Qual qual é a ciência? Não, é só para te tirar do
prumo mesmo. Deixa eu voltar para falar. É, deixa eu falar do do Eu vi. Tu fez uma declaração sobre o Daniel Alves. Aham. Lembra dessa declaração? Sobre ele não deveria estar onde tá? Sim. Ele tava no lugar errado, na hora errada. Isso, exatamente. Tu acha que os homens casados são mais bem-sucedidos que os solteiros? Às vezes não, cara. Às vezes se o se o o problema não é ser casado, né? Eu acho que o cara tem que tá bonzinho, né? Lembra que eu falei bonzinho, é feio, né? O cara tem que tá bonzinho, tem que
Est comportado, porque você casar um divórcio custa muito caro, não é? Um divórcio, dois divórcios, então o cara já ficou pobre. O Fábio Júnior. Fábio Júnior é bom demais, né? Ele deve ser muito bom. Eu não sei qual é o regime de casamento dele, não é? Mas eu diria para você, eu diria para você que que eu acho que o cara cedo, uma coisa positiva, ele começa a construir a vida dele de uma maneira Mais direcionada. E se ele for um cara que se for bem casado e for comportado no casamento dele e focado trabalhando
com a mulher dele, a chance dele ir mais longe é maior. Sim. Agora, casar mal é um péssimo negócio. É um dos péssimos, é um péssimo negócio. A Cristina Junque, que é a decisão mais importante da sua vida. Deixa eu te perguntar uma coisa. O casamento é eu acho que que que a o casamento eu Costumo dizer que é quando você deixa de ser figurante da vida dos seus pais, que antes do seu casamento você ainda é figurante de um filme onde seu pai e sua mãe é o ator principal. E quando você forma a
sua própria família, você deixa de ser um figurante do filme dos seus pais para formar a sua própria família. Agora, eh eh tem que achar a pessoa certa, não é não é uma tarefa simples, né? Ô ô ô, Flávio, tu é um cara brilhante Nos negócios assim, impressionante até. Eh, tu é tão bom pai quanto tu é empresário? Olha, eu eu não sei. Primeiro eu não sei se eu sou tão bom empresário assim como você diz. Fico grato pela teus resultados dizem que tu é, pô. Não sou eu que tô falando. É, não, mas a
gente é muito crítico, né? Eu eu mudaria assim coisas. Eu talvez fizesse coisas diferentes. A gente aprende, né? Ah, eu eu me acho um bom pai, sou muito parceiro dos meus filhos, me dou muito bem com eles. Eles um tem 24, outro tem 22, outro tem 14. Como é que se educa e filhos que sabem que tem tudo garantido toda a vida ever? Como é que se faz isso? Como é que tu consegue? Que eu tô mudando o gancho aqui só para tu, porque tu tá tá muito, é que tu tá muito preparado. Daí eu
tem que ter, eu tô indo da esquerda pra direita aqui para ver se tu B. Mas você se você quer, quer, você tá querendo me derrubar. É isso, cara. Cara, tô querendo que você dê audiência. O importante [risadas] é a audiência. O importante é a audiência. A gente tá joind audiência. Mas pode vir, pode mandar. Não tem problema não. E como é que tu consegue educar filhos eh com um pai bilionário? Vamos lá. durante um tempo na minha vida, isso foi uma isso foi um problema na minha cabeça. Durante um período, eh, eu me perguntava,
cara, eu andei de ônibus, eu andei de trem, eu comi dragão chinês. Quem é do Rio de Janeiro sabe do que eu tô falando, não é? Eu eu eu comi bala balas comenquem no trem. Ah, enfim, eu eu andei pendurado na porta. Meus filhos não nunca andaram de ônibus. Então, durante um tempo, eu me pergunto, pô, será que esses garotos eles vão eles vão entender, eles vão eles vão ser preparados pelo perrengue, como eu fui, Por exemplo, durante um tempo, eh, eu achei que eu precisava simular situações de escassez com eles, tornar às vezes as
coisas um pouco mais difíceis para tentar prepará-los pro mundo real, ou seja, pensamentos que são naturais. E eu já eh eu lido muito com empresários, muitos empresários também eh às vezes esses pensamentos os perseguem por um tempo, porque ninguém quer errar como pai, não é? Você querer errar como empresário, você tem prejuízo Financeiro, mas errar como pai é ruim, né? Então ninguém quer errar. Eu não acredito que um pai queira errar com seu filho, não é? Mas de algum tempo para cá, eu acho que já temos já uns 15 anos mais ou menos, que eu
cheguei num num bom acordo, sabe a coisa do acordo que eu falei, né, na minha cabeça, um bom settlement. Eu tava assim, eu cheguei num bom numa boa conclusão sobre sobre esse assunto e a partir de então eu fiquei muito tranquilo, cara. Eu entendo Que se o empresário trabalhou, ficou rico, cresceu, avançou, é uma bobagem. você ficar preocupado em querer criar situações de escassez com seu filho. O teu o eu penso que o a forma ideal de você lidar com isso é entender que teu filho é um príncipe. É um príncipe. E é assim, é
um príncipe. Como é que é um príncipe? O cara nasceu, é o filho da rainha da Inglaterra. Ele é um príncipe, ele já sabe que um dia ele vai ser rei. Um dia ele vai ser rei. O ideal é que um príncipe seja preparado para ser rei. Ó, ele é príncipe, você é príncipe, você não é plebeu, não é e ponto. Então o ideal é que você que a pessoa entenda e seja preparada para ser para ser um um rei num dia. Então vou dar um exemplo para você. Para mim foi muito importante vender. Talvez
pro meu filho seja mais importante ser um gestor de patrimônio. Para mim foi muito importante construir, talvez seja mais importante para quem Eles querem assumir teus negócios. Tá sentado? Não. Lá em casa ninguém foi preparado para assumir meus negócios, porque meus negócios todos serão vendidos, sem exceção. Todos os negócios que eu crio são criados para serem vendidos. Essa essa é uma pergunta interessante todos. Então, ou seja, por que que eu nunca criei os meus filhos para me sucederem nos meus negócios? Primeiro o seguinte, imagina o seguinte, eu ali Construindo o meu negócio e e meu
filho tem 5 anos de idade, eu criar a expectativa que um dia ele vai me suceder. Primeiro lugar, é o seguinte, as maluquías que eu invento, eu não quero obrigar. Meu filho pode querer ser artista plástico, jogador de futebol, playboy, empresário. Ele vai escolher a vida dele. Não sou eu que vou escolher a vida dele, ele vai escolher a vida dele. Eu posso tentar Dar o melhor para ele, a melhor educação, a melhor referência, o melhor exemplo, mas no final do dia a escolha vai ser dele. Então assim, eh, se ele quer empreender, cria o
negócio dele, vai criar o negócio dele. Posso ajudar ele a criar um negócio, posso ser um baita conselheiro para ele, você entendeu? Ele pode, ele pode, vai crescer aprendendo, me vendo, fazendo negócios, vai, vai crescer sendo, tendo um mastermind particular, aprendendo. E Aí ele vai ter que tomar a decisão dele, então, mas vai criar o negócio dele, porque eu sou um cara que cria o negócio, né? Criei vários negócios, ainda pretendo criar outros. Então, se ele quer ter o negócio dele, ele vai criar o negócio dele. Então, eu não quero impora, o a melhor sucessão
que existe não é assumir o negócio do pai. O melhor sucessão que existe é o cara ter um sucesso grande, é um sucessão, não é? Ele aprender a ter um sucessão, aprender a criar o seu próprio sucesso, a sua própria história, não simplesmente herdar. Segundo ponto é o seguinte, eu não sei se ele vai ser competente. Parecia que será ruim, um cara ruim, competente. Não sei se ele vai ter bala, se ele vai ter a mesma coragem, não sei. Quando ele crescer, eu vejo. Então, todo o negócio que eu crio, ele tem um papel de
ser um criador de riqueza. Então, eh, a partir do momento que eu, Eh, eu lembro que eu aprendi que eu podia trabalhar e ganhar um salário, depois eu podia trabalhar e vender e ganhar uma comissão, depois eu abri um negócio, eu podia ganhar dividendo, até um dia que eu entendi o que era equity. Eu não, eu eu, cara, eu fui aprender o que era equity em 2008. Minha, meu negócio já tinha 13 anos de resistência. Aprende rápido, hein, cara. 13 anos de resistência. Não foi rápido, foi demorado. Imagina o meu Negócio existia há 13 anos.
Eu tive um concorrente sentou na minha frente, me fez uma proposta de 100 milhões de dólares para comprar o negócio em 2008. E aí eu fiquei chocado com a proposta que ele fez na época R$ 200 milhõesais, dólar era dois para um. E e aí eu pensei assim, cara, como é que esse cara tem essa grana? [ __ ] ele tinha um parceiro, um banco suíço, era parceiro dele. Falei: "Cara, que que é isso? Por que que vale a pena para ele Me pagar? Eu eu não tinha eu não entendi o conceito de equity. Para
mim o negócio era um era gerador de caixa só. E aí quando eu entendi que além de ter a capacidade de gerar caixa, eu tinha um negócio que podia colocar 100 milhões de dólar no meu bolso. É como se eu tivesse eh usando um palitó e botasse a mão no bolso assim e achasse 100 milhões de dólares dentro do bolso. Era um dinheiro que eu não sabia que eu tinha, era uma riqueza que eu não Sabia que eu tinha. Eu fiquei fascinado com esse conceito de equity. E a partir de então eu entendi, cara, é
muito melhor você trabalhar para construir equity do que para gerar caixa através de dividendo. Então, para mim, a minha visão de negócio, eu não sou empregado dos meus negócios, eu sou um construtor. Então, eu construo prédio e vendo prédio. Quem constrói prédio e administra o prédio é síndico. Eu não sou síndico, eu sou construtor. Entendeu? Então, dentro do meu conceito, eh, como eu entendo que todas as minhas empresas vão ser vendidas, o papel dos meus filhos é fazer uma sucessão de patrimônio e não de negócio. Então, ou seja, se eu construir 1, 2, 3, 4,
whatever, eh, quantos milhões ou bilhões fo negócio que tem hoje? Tem dois grupos, né? Talvez tenham aí oito empresas ou 10 empresas em cada grupo, mais ou menos, né? Uhum. Deixa, deixa eu te perguntar uma coisa. Tô, deixa eu tô te interrompendo que eu tenho paraas perguntas que eh eh eu tenho uma curiosidade para saber, pô, todo mundo quer ser sócio do Flávio Augusto? Aí tu escolheu, pô, pô, muita gente, pô, eh tu escolheu lá o Joel e o Caio e e tipo e colocou se juntou com eles e acabou dando uma puxada nos caras
violenta, né? Por que que quais são as Características que [ __ ] esses caras aqui são de fé, eu vou vou me juntar com os três, vou fazer negócio, essa energia me contagia, esses caras são bons. Eh, por que que tu escolheu esses caras? Eh, para também tu também deu oportunidade pros caras de darem uma porrada na vida. Uhum. Né? Tu acha que eh net fala um pouco dessa parte de networking que eu acho que a galera quer ouvir bastante, que tu É um cara muito bem relacionado e tu tem acertado, né, nos tuas sociedades,
né? Dificilmente eu não me lembro publicamente, pelo menos depois a gente fala dos erros aqui, mas não me lembro de publicamente tu ter errado num sócio. Eu queria que tu falasse quais são as características eh eh desses sócios que tu, pô, vou vou investir e vou fazer sociedade com esse cara aqui. Especificamente nesse caso, acho que Existe um perfil de sócio ideal para um determinado para cada tipo de negócios, né? Uhum. Eu quando escolho alguém com quem eu vou trabalhar, primeiro tem a questão de valores, questões, enfim, né, que você observa, né? Você não faz
uma parceria da noite pro dia. Por exemplo, Caio e Joel, eu conheço eles há e me relaciono com eles há 7 anos, né? O Caio foi o um autor, um dos autores mais vendidos lá da Buz Editora. E o Joel, Eh, parceiro do Caio, também dentro do nosso networking, a gente começou a se relacionar desde 2017. não é? Então, a gente começa a observar e ter e ter esse eh e ter essa essa relação, né? Então, aí você vai colocando a prova essa questão de valores. Eu penso que competências são importantes numa sociedade. Os valores
é que definem uma uma relação de longo prazo. Eu sou um cara de relação de longo prazo. Vou vou fazer 32 anos de casado. Grande parte Dos meus executivos trabalham comigo há mais de 25 anos. Grande parte, talvez aí 70% dos meus executivos t mais de 20 anos que trabalham comigo. Então sou um cara de relação de longo prazo. Minhas relações são de são de longo prazo quando eu as estabeleço com pessoas que têm valores similares. Quando você tem 1 cm de diferença de valor, hoje daqui a 5 anos são é 1 km já. Daqui
a mais 5 anos já são 1000 km. Então, é como se a coisa vai se bfurcando. Então, eh você ter eh Um tipo de afinidade de valores, vou dar você mais específico, como você vê a vida, como você lida com a tua família, como você lida com o seu casamento, ou seja, você tem eh eh eu certamente não vou fazer sociedade com o cara que trai a mulher dele. Eu não vou fazer sociedade com essa pessoa. Eu não vou ter nenhum tipo de negócio com pessoas que vão pra galera, porque eu não vou pra galera
e eu não quero estar junto com pessoas que vão pra galera do Sexo, droga e rock and roll é um tipo de valor que eu tenho na minha vida. Um exemplo que eu tô te dando para não ficar só na na teoria, não é? Então eu eu vou lidar com a pessoa e vou observar como é a conduta dessa pessoa, como ela valoriza a família dela, como ela lida com com a mulher dele, como ela lida com os filhos dele, qual que importância esse valor tem para essa pessoa. Se for parecido comigo, eu penso que
é algo que dá pra gente se aproximar, dá pra gente Construir alguma coisa de longo prazo. Então isso é um exemplo de valores, né? Eu não faço de negócio com com a área pública. Eu não faço negócio com o governo. Nunca participei de uma licitação. Já recebi 1000 convites. Imagina na área de educação. Quantos convenceu um sócio teu a não entrar na política, inclusive, né? Um sócio meu não entrar. Sim, é verdade. Não, mas ele não tava entrando na polícia. Tá falando do Carlos. Hum. Não, ele não tava entrando. Tava quase, né? Tava. Eu fechado
e tu foi lá e reverteu. Tava quase. É verdade. Verdade. Não fala não. Vamos não. Ele não tava fechado na política. Ele estava, ele estava na área pública, mas, mas era, era um termo, mas era, mas era um cargo técnico, entendeu? Uhum. Eu achei que não foi um bom negócio, Realmente, não é? E na ocasião até me pronunciei publicamente eh na na minha rede social, no antigo Twitter, né? Atualmente o X aposentado, atualmente o nada. Atualmente o nada, não é? Mas assim, eu não faço negócio com esse é um valor que eu tenho, entendeu? Eu
não faço negócio com político, isso é um valor que eu tenho. Então esse esses valores eh quando você identifica pessoas que têm valores similares, a chance de você ter Mais sucesso, mesmo que ele não seja tecnicamente tão bom, é muito maior. Você faria negócio com o Pablo Marçal sendo político? Não. Sendo político, eu não faria negócio com P nem com Pablo, não, porque é o Pablo. Uhum. Mas eu não faço negócio com polí. Só tá falando de valores, que trazer uma polêmica aqui. É, não, mas por político, por Não. Ele se se ele perde as
eleições, quer fazer negócio com você. Eu não tenho nada contra contra o Pablo. Eu gosto dele, inclusive. Acho um cara muito gente boa. Inclusive a a relação que ele tem com a família dele, com a Carol e com os filhos dele são muito muito admirável, inclusive, não é? Mas se o Pablo enquanto político, ele já já não tenho, não tenho, cara. Eu eu eu fui dono de clube de futebol nos Estados Unidos. Cada semana era um Político diferente, chegando em Orlando, querendo conversar comigo. Eu não atendo político, não atendi, nunca atendi político, não falo com
político, não é? Ah, o político quer marcar uma reunião. Eu não atendo político. Ah, o secretário tal quer fazer um negócio. Não me mande proposta. Não me mande proposta. Aliás, é bom que nós temos audiência qualificada. Você diz que tem político assistindo, né? Não me não me mande propostas. Eu não faço negócio, não faço Licitação, não tem interesse em fazer negócio com político, não é? É um valor que eu tenho. Ah, mas por que, Flávio? Não, não é errado fazer nada com político. Tem nada de errado nisso. É que é uma medida de segurança, entendeu?
É uma medida de segurança eu ficar fora da área pública. Eu eu tenho capacidade de fazer negócio somente na área privada, então eu prefiro, é mais seguro, não é? Eh, a chance de você acordar com a Polícia Federal na porta Da sua casa é muito menor, não é? Você tem riscos sempre em qualquer negócio, mas a a sua chance é muito menor. Então eu prefiro administrar. Então, é um valor que eu tenho. Então, eu observo a pessoa nessa questão de valores e procuro e procuro alinhar. Agora, tem a questão técnica no caso específico de Joel
e Caio, no que é um é um um projeto de mídia que nós temos. Nós temos um projeto de mídia que envolve várias plataformas de comunicação e que envolve Também eventos que a gente realiza. Nesse nesses projetos de mídia que a gente realiza, eh eles são pessoas que têm qualificações muito fortes. A gente tá na na Creators Economy e eles têm todas as características para poderem eh eh quando a gente tem a nossa sinergia, né? Eu tenho uma audiência grande e cada um deles também tem. Quando a gente soma isso, a gente vira, a gente
potencializa isso de uma maneira muito forte. Então, a o alinhamento de valores e mais essa Essas capacitações da Creators Economy é que me fizeram tá juntos com o Caio e com o Joel. E tá tá explosivo, né, cara? Esse ano a Turê da Trinca foi assim absurdo. A gente divulgou pouco isso, inclusive em termos de resultados, mas p foram quase 70.000 pessoas nas nas nossas apresentações ao redor do Brasil. A gente a gente rodou 21 capitais lotado, soldout em todos os lugares. Vendemos produto para caramba, mentoria, produto, curso, enfim, foi uma uma turnê Bem bem
interessante. 25 agora já vem um novo um novo formato que a gente já vai lançar. Muito legal, parabéns. Eh, Flávio, que que é mais importante? Competências, resultados individuais ou a capacidade de trabalhar bem em equipe? Mais importante é alguém que entrega excelentes resultados. Os dois, cara. Os dois. Eu acredito que a pessoa precisa ter uma performance individual exemplar, inclusive quando Ela lidera, porque o líder, a melhor forma, não só a melhor forma, a única forma de liderar é através do exemplo. Uhum. Então, se você tem um um desempenho individual bacana, a chance de você replicar
aquele desempenho na tua equipe é maior. Então, eu sempre fui um líder do meu trabalho, liderando, que tinha uma performance individual muito medida e muito exposta, porque eu não era aquele cara só que falava, eu tinha resultado para poder Esse resultado movia, né? Você move, você empurra teu time quando você apresenta resultado. E dois, você manda uma mensagem. A mensagem é o seguinte: "Olha, eu vou crescer com você ou sem você? Eu quero que seja com você, mas se tiver que ser sem você, vai ter vai ser sem você". Então assim, ó, eu não sou
refém. A pior coisa para um líder é quando eles viram um teórico e passa a ser refém da equipe dele. A Equipe percebe na hora. A equipe na hora ela percebe que o cara, o líder é um é um, é um garganta. é um falador, fala muito, faz pouco, entendeu? E aí ele fica refém da equipe dele. Eu acho que quando o líder ele tá realizando, ele tá no campo de batalha e tem um resultado dele ali, cara, o o nível de autoridade que esse líder tem é outro, porque você tem dois tipos de autoridade,
um do cargo, esse vale pouco, e o outro do respeito, Cara, esse vale muito. Se tua equipe te respeitar pelo teu resultado, é bem diferente de quando ela te respeita só porque você tem um título, porque pode mandar ela embora. Ele não não vai te respeitar de verdade, entendeu? E é mais importante execução ou planejamento? Os dois também. Você tem que planejar e tem que executar. Se você planejar não executar, não vai sair do papel. Se você Eh executar sem planejar, você pode fazer bobagem. Tem que ter os dois na medida certa. Não, não, não
dá para Ah, importante é planejar. Não, cara, tem que ser os dois. Tem que planejar e tem que executar. E quanto por cento da energia da empresa? É lógico que pode variar de segmento a segmento. Mas quanto por cento da energia da empresa tem que tá dedicada à área comercial, área de vendas? Eu dedico no mínimo 70% do meu tempo área de vendas. No mínimo, em grande parte das vezes até mais do que isso, porque a razão da existência de qualquer empresa é vender. Não é o cliente a razão da existência da empresa, porque se
você não vende, não tem cliente. A venda vem antes do cliente. Uhum. Se o se o McDonald's Se o McDonald's não vender Big Mac, ele quebra. Se a Tesla Não vender carro, ele ela quebra. Então, eh eh todo o processo da da transacional no mercado, eh o marketing é para vender, tudo é para vender. A venda tá no centro de qualquer empresa, você tem que vender. Aí depois você tem que entregar um bom produto, tem que atender bem o cliente, tudo isso, mas você tem que vender. Eu eu dedico grande parte do meu, no mínimo
70% do meu tempo é venda. Inclusive nesse nesse podcast aqui, eu já tô Vendendo o tempo inteiro. Vai vender. A pessoa tá na merda. Quais são as três características que ela tem que ter para sair da merda? Primeiro, não gostar da merda. Ah, mas como assim, Flávio? Quem gosta? Cara, tem gente que aceita, ó, o ser humano tem uma capacidade antropológica de adaptação. Aliás, a a ele não foi extinto ao longo da vida porque ele teve a capacidade de se adaptar. As espécies que não tiveram a capacidade de se Adaptar, elas foram extintas. Então, a
capacidade de adaptação do nosso cérebro é é o que nos possibilita a gente ter sobrevivido como espécie. Porém, essa mesma capacidade de se adaptar faz com que pessoas se adaptem à merda. Quando você tá num buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. É parar de cavar. Se Se você se você se vou dar um exemplo prático, tu vai ali na beira do rio Tietê ali, cara, vai tá fedido para caramba, Cara. Você não vai aguentar 5 minutos ali, mas tem gente que mora ali do lado. Como é que você não consegue aguentar
5 minutos do lado daquele rio, mas aquela pessoa, ela mora ali do lado? Por quê, cara? Na boa, o cérebro da pessoa adapta o olfato da pessoa, adapta o sentido da pessoa para que ela sobreviva. E como ela acredita que ela não tem alternativa, que esse é o ponto, e aí que tá o trick, aí que tá a armadilha, quando, como ela acredita que aquilo ali É o karma da vida dela, ela, ela não acha que pode mudar, então ela se adapta. E quando ela se adapta, ela se conforma, ela ganha a forma, ela ganha
a mesma forma, ela vai se adaptar àquela realidade. E a partir do momento que ela se adaptou à aquela realidade, pronto, ela já não sai daquela realidade mais. Aquela aquela aquela realidade se torna aceitável, ela se torna tolerável. Ou seja, a capacidade de adaptação que o nosso cérebro tem, que por um lado nos Preservou como espécie, por outro lado faz a gente enxergar que o intolerável é tolerável. com inaceitável, aceitável. Quer que eu te dou outro exemplo? É a mulher que apanha do marido. Ela, mas ele é um bom marido, ele é um bom pai.
Ela não vai na polícia, tapinha não dói. O tapinha não dói e por aí vai, cara. Ela apanha da mulher e às vezes não é um tapinha só, não. É um empurrão, é um soco. Infelizmente a realidade da Agressão, da agressão doméstica. Doméstica é é fato. E as pessoas acham que não tem alternativa, cara. Então, a mulher que acha que não tem alternativa, ela fica refém daquela situação, ela se adapta àquela situação. Isso é muito triste, isso é muito ruim, né? Uma pessoa que se adapta, é como se você sentasse num prego, se você sentasse
nessa cadeira e tivesse um prego, ele gosta. Você vai gostar do prego, amigo? Vai. Ele gosta. Ele gosta do prego, cara. Ele gosta. Tu gosta ou não gosta, cara? Ele tá dizendo que você gosta. Não gosta. Ah, você não gosta do prego. Que que você ia fazer se sentasse no prego ali na no nas nadegas esquerdas? Você até deu uma rebolada agora aqui na cadeira Que eu vi. É bom para se encaixar. Eu ia levantar. Eu ia levantar. Você ia levantar. É. E aí, caramba? E aí você ia levantar e fazer o quê? E deixar
o prego lá. Vamos tirar o prego. Você tirar o prego. Agora imagina uma pessoa, imagina uma pessoa [risadas] que senta no prego e se adapta e aí ela começa a sentar com o outro lado da bunda, entendeu, cara? Para se adaptar Ao prego. Aí aquele negócio começa a infeccionar, ela começa a andar de cadeira de r. Cara, isso é se adaptar, entendeu? Eu penso que a pessoa ela precisa tratar como intolerável o que é intolerável e a gente vive aquilo que a gente tolera. São três características. Essa é a primeira. Pessoal que tá nos assistindo,
segue o canal, clica na clica no sininho, deixa o like, segue todo mundo aqui para nos Ajudar a levar esse conteúdo para cada vez mais pessoas. Me lembra a pergunta que eu vou te outras? São três características. Características do pra pessoa sair da merda hoje. Ela tá na merda. Boa. Boa. Então, a primeira é o seguinte, cara. é tratar o o intolerável como intolerável. A pessoa tem que ter a capacidade, não Basta. Ah, Flávio, mas isso aí é autoajuda? Não, não é autoajuda, cara. Isso não é autoajuda. Isso é neurociência, cara. Isso não é autoajuda.
Você precisa dar um basta. Coisas que são tratadas como como toleráveis não são. Primeiro a pessoa dá um basta. Agora só dar um basta resolve. Não, cara. Aí tu vai ter que buscar a solução. Qual é a solução? tem solução de curto prazo, solução de médio e longo prazo. Então, qual a solução pro cara? Eu costumo dizer, eu costumo falar que o caminho da mudança de vida são as vendas. Não existe no mundo capitalista em que nós vivemos nenhuma ferramenta capaz de gerar receita para uma para um indivíduo ou para uma empresa que não seja
venda. Venda é a única é a única ferramenta que faz uma empresa faturar mais e o indivíduo também. Então a pessoa precisa pensar o seguinte: "Cara, pera aí, eu eu Tô na merda". Grande parte do motivo de alguém tá na merda é a razão financeira. Vendas. O cara tem que desbloquear a cabeça dele com essa história de vendas que ah não gosto de vender. Tem não gosto de vender. Todo mundo vende. O empregado vende, vende o serviço dele em troca do salário. Isso é venda. Funcionário público vende também o serviço dele em troca de salário,
todo mundo tá vendendo alguma coisa. Então, o Cara precisa buscar um outro caminho de vendas para ele gerar receita para ele sair dessa merda. Então, primeiro é não aceitar, tratar como intolerável o que é intolerável. Segundo, buscar um caminho, uma estratégia de curto, médio, longo prazo. E eu recomendo vendas. Vai aprender a vender. Cara, nunca se vendeu tanto na internet. se vende porta a porta, se vende produto de tudo quanto é tipo de cara, eu vendia relógio. Eu lembro que eu tinha 18 anos, comecei a Vender relógio e, cara, comecei a ganhar mais que o
meu pai e minha mãe e eu e eu perguntava, cara, por que que as pessoas trabalham para ganar um salário mínimo? Trabalham 44 horas semana. Eu era um garoto da periferia com 18 anos vendendo relógio, tava ganhando, sei lá, R$ 7.000 no mês, que já era mais do que ganhava meu pai e minha mãe na época. Que que é isso? Entendeu? Então, ou seja, a pessoa precisa aprender. Vendas é uma questão de de liberdades, isso para pra pessoa Sair na Ece, cara, é ficar firme, perseverar, porque o que acontece? Vai ser difícil, gente vai tem
vai ter gente que vai falar mal, vai ter gente que vai e, por exemplo, o cara tá na merda, é engenheiro, tá na merda, aí o cara vai começar a vender um produto, aí alguém vai dizer assim: "Porra, esse cara foi engenheiro, agora virou vendedor e ele se sente mal por isso." Entendeu? As pessoas se levam se guiam muito pelo que pensam as outras pessoas. Mexe com o orgulho da pessoa, mexe com ego, cara. Mas o cara tá na merda, mas tá com ego. Você vê que ego não é só para quem tá tá bem,
você entendeu? Mexe com o ego do cara e o cara se escraviza pela parada, entendeu? Então, meu irmão, não segui pelo pela opinião das pessoas. Não seguir pela opinião das pessoas. As pessoas vão te dar opiniões, você vai ficar querendo agradar as pessoas e vai continuar na merda. As pessoas não vão Te tirar da merda, você que tem que sair da merda sozinho. Fiz pergunta entrevista. Eu fiz uma entrevista aqui, perguntei pra pessoa: "Tu tem problema em servir cafezinho?" Era para uma vaga boa aqui. Ah, mas por quê? Falei: "Porque eu sirvo?" Aí eu já
me já me deixou preocupado essa. Deixa eu só perguntar uma coisa antes. Tu qual é a pessoa mais inteligente que tu já conheceu pessoalmente? Pessoa inteligente? A pessoa mais inteligente é o número um. Caramba, cara. Eu não, eu não vou tentar fugir da tua da tua pergunta não, porque e não vale família, não. Não é porque existem muitas muitos eh muitas aspectos da inteligência, né? Às vezes o cara, eu eu vou te falar assim, o cara academicamente inteligente, isso é uma coisa, o cara academicamente mais inteligente que eu conheço não é o cara mais bem-sucedido
Que eu conheço, não é? Imagina o cara terminar a sua a sua carreira inteira acadêmica com média de 98% de de em todas as suas notas. Cara, é absurdo, não é? Então, você tem a inteligência acadêmica, você tem a inteligência em brilhante, a pessoa que pô, esse cara, meu, cara, é uma sumidade, tem um cara só, cara. É que vai depender da muito da É difícil do aspecto. Essa pergunta é super Difícil, mas depender muito do aspecto, né, cara? Eu vou vou te dar uma resposta que pode parecer uma resposta política. Não tem que ser
uma pessoa, não vai fugir da resposta. Não vou te falar de um nome, mas mas é que assim, são aspectos diferentes. Por por minha avó, por exemplo, ela não pode ser família. É, não pode ser família. Ela não pode ser família. A pessoa É, tem muitos aspectos de inter. Eu até o final vou te dar essa resposta. Fre, vai pensando, vou ficar debulhando aqui nessa resposta. Tu investiu, tu investiu em Bitcoin já? Não. Bitcoin é pirâmide? Não, claro que não. Não é não. Bitcoin não é pirâmide. Bitcoin é uma tecnologia, blockchain é uma é uma
Tecnologia. Eh, e Bitcoin é uma uma pirâmide perfeita uma tese, cara, e é uma tese, não é? É uma tese não lastreada, não é, de reserva de valor e que se ela for uma pirâmide, ela vai se provar se desmoronando a qualquer momento, entendeu? Mas é igual você pensar que você não tem Bitcoin. Vou te responder. Eh, eh, eh, é igual você pensar, o dólar não tá lastreado também. Tá. Hum. Cara, você o que teve aqui, ele falou que os Ah, os navios americanos são o laço do dólar, as empresas americanas são o lastro do
dólar. Então, mas então, o exército americano é o lastro do dólar. Ai, que Batista. Perfeito. Perfeito. Mas eu vou te eu vou te colocar. Quando eu falo lastreado em Valor real, existe hoje uma equivalência de lastro da moeda americana em seja em ouro ou seja em outro tipo de reserva de valor, não é? Mas ela está lastriada na sua credibilidade. A sua credibilidade está relacionada à sua capacidade de empreender, que é tudo isso que você acabou de dizer agora, inclusive a sua força, o tamanho do seu exército. Aí sim, não é? Então, esse mesmo conceito,
se se existe um um inconsciente coletivo que que deposite Confiança no Bitcoin a tal a tal ponto eh eh de ter essa credibilidade, tá lastreado pela mesma credibilidade. Eu não sou investidor de Bitcoin, eu porque eu não acho que comprar eles gostam, eles gostam. O mais velho principalmente o o dinheiro do family office em Bitcoin, não de forma alguma. Acho o dinheiro deles, né? [risadas] Ah, não. Do family office. Eles não têm acesso ao family office, não podem gastar lá. Toma aqui cada um 20 milhões. Não, não, não tem, não tem não. Negativo. Eles tem
que construir o negócio dele. Tem que construir o negócio deles. O que que adianta o cara ter 5 bilhões não poder gastar nada? Mas ele não tem. Quem tem sou eu. Tá, tá me matando já. Mas não é da família. Você já tá Não, não é da família. É meu. Meu e da Luciana. Pode gastar nada não. Negativo. Isso. Não tem cheque especial não. Não tem. Não tem. Eu tinha um cliente que era muitíssimo rico, eles vão construir o negócio deles, cara, que era muitíssimo rico, bilionário, famosíssimo. Aham. Ele me ligou e falou assim, eu
falei, eu liguei para ele e falei: "Pô, o Felipe, coincidência, ele não pagou aqui a parcela do carro e veio levar pro SPC Serasa". Ele falou: "Manda, manda pro SPC Será". Foi pro SPC Serasa. Sim. Daí eu liguei para ele na terceira parcela e falei: "Eh, vai pra busca e apreensão". Aí ele falou: "Manda ele parcelar". Manda ele parcelar. Isso. E não pagou. Não pagou. Voltando para vendas aqui. Mas isso é uma boa coisa pro moleque aprender, entendeu? Ele tem que viver com a realidade, tem que transformar o cap. Chegando em casa, o oficial de
justiça, tipo polícia. É tipo polícia. Pega e leva, mete o mete o reboque e leva. É, é assim que funciona. Como que que se cria um processo de vendas matadoras? É uma pergunta que eu tinha aqui e que também desculpa, deixa eu só para não deixar aberta a história da Bitcoin aqui, só para só para fazer um wapup aqui desse, desse desse tema, né? Eu não invisto em Bitcoin, Fé, porque e eu sou eu eu eu acho que uma carteira de investimento, ela precisa tá equilibrada. E a minha carteira de investimento é focada nos meus
negócios e um financeiro muito conservador. Tá, pera aí. Taxa de uso brasileiro. Pera aí, pera aí, pera aí, [risadas] pera aí, pera aí. Tu tem lá uma [ __ ] de uma grana, então tu tem lá um [ __ ] de um estoque de grana. Então tu tem CDI e Fed Funds, é isso? Ou tu bota tu bota Eurobondo da Vale, do Itaú, tu compra Essas coisas tudo aí? Eu eu estou dolarizado a 2,24 de custo médio, preço médio. Tudo exatamente. Desde 2013 eu, quando eu vi o desequilíbrio fiscal no Brasil, quando o Brasil deixou
o tripé econômico de lado, 2000 e 2014 eu acho, né? Dilma do ali, né? Nova matriz econômica. E aí tu botou esse dinc botou esse Dinheiro em tinha acabado de vender a WAP. não é na ocasião por 500 milhões de dólares e eu me dolarizei. E aí tu botou o dinheiro em Eurobôns? Eu tenho eu tenho eu tenho eh eh um family office que tem uma tem uma estrutura que faz investimento praticamente internacional e até quando eu invisto num Itaú, como você disse, é em dólar, né? Sim. Mas tu tem ações também ou é só
Títulos da fix? Não, não tenho. Só bondes. Só bonds. Só tá trabalho com só títulos. Só trabalhamos com bonds. 7% ao ano. 7% anos em dólar. dólar mais Suzano, dólar mais 7, dólar mais baita produto, dólar mais 7 e meus negócios, só que eu sou extremamente agressivo nos meus negócios, extremamente ousado, agressivo. Então eu acredito que quando Eu tô dentro do jogo, nos negócios, na real, tô dentro do jogo e quando eu vou pro financeiro, eu faço um um head aqui, um equilíbrio e sempre trabalhando com moeda estrangeira. Nesse momento com um ponto tri de
déficit primário, não acho que é uma má ideia, tá? E nos Estados Unidos, como é que tá o déficit? É, mas Estados Unidos é diferente porque lá é o Fed, né, cara? Lá não tem risco, né? Lá tem um risco diferente. Hum. Se estourar lá, estourou todo mundo. Se estourar aqui, lá continua de pé. É uma boa. Por que que os bilionários todos estão vendendo ações nos Estados Unidos? Que que tá acontecendo? Tá esticada, não tá? Não sei. Tô te perguntando. Eu acho, eu acho que tá um pouquinho esticado. Deve ser por isso. Eu não
sei. Eu não vendo ações, não tenho ações. Por Que que Mas eu acho que E tem uma hora de realizar o lucrinho, né? Botar o lucrinho no bolso faz bem também. Por que que o poder seduz mais que o dinheiro? Será? Não sei. Eu acho que eu acho que é não sei se o poder seduz mais que o dinheiro. Não sei. Eu cara, caímos sempre no ego, né? Vamos cair de novo no ego, porque eu não sei, Não sei se poder. Tu faz terapia? Não, nunca fez. Nunca fiz, nunca faria se precisasse, mas até hoje,
bom, a minha mulher é é psicóloga, né? Deve ser, deve ser, é, eu não sei, deve ser sem saber. Se tu saísse do zero hoje, que negócio tu faria para, pô, tô no zero hoje, vai sair na rua ali sem R 1, filho, sem família, que negócio tu começaria hoje? Depende. Posso melhorar a pergunta? Não, deixa eu melhorar um pouquinho, tá bom? Vai. Obrigado. [risadas] A pergunta é: com o conhecimento que eu tenho hoje? Hã? Com o networking que eu tenho hoje? Não, sem network. Conhecimento, senhor. Ah, então, tá vendo? Então, vamos lá. Sem networking.
Sem network, pô. Daí é fácil, então. Sem sem minha rede social. Sem sem a rede social. Sem rede social. Ia sair na rua ali. Flávio Augusto da Silva. CPF 300, 213 142. [risadas] É. Vamos fazer os três cenários com networking. Não vale. Mas é rápido, é bem é bem é só para ilustrar. Com o networking, com a Rede social e com o conhecimento e sem o conhecimento. Quatro cenários. Com networking, você tá querendo o quê? Quanto tempo eu levo para fazer 1 milhão? Uma hora. Mas eu não quero. Quero saber se Não, eu queria saber
se é isso. Quanto tempo lá para fazer 1 milhão? Não, não. Eu quero saber se network saísse na rua. Que negócio tu começaria hoje para ganhar dinheiro e sair da merda. Mas que ganha qual dinheiro? Ah, qualquer dinheiro para se sustentar, para começar uma para se sustentar ou um milhão, sustentar, comprar começar a comprar as coisas, sair da saí da saída do buraco. Tô no SPC. Eu quero saber que negócio tu faria hoje. Eu vou botar 1 milhão porque é um pouco mais longe do que só se sustentar, tá bom? Com networking, uma hora uma
ligação, tá Legal? Sem networking, com o meu Instagram, dois dias, OK? com conhecimento, 3 meses, sem networking, sem conhecimento e e sem a minha rede social. Aí eu teria que passar por um processo de novo de aprender a vender e aí talvez levasse uns 3 anos para fazer. Se eu seguisse o caminho, o mesmo caminho que eu segui, tá? O que eu faria de negócio? Eu faria Educação e faria na internet. Você acha que a educação é o melhor negócio que tem? Não, não é o melhor negócio que tem. Na realidade, eu não acho mesmo.
Você acha que com conhecimento que eu tenho hoje, se eu tiver, se eu voltasse atrás, talvez entrasse na área financeira, criasse um banco ou investiria em size, soft a service, que também você tem LTV longo. Uhum. Sabe? LTV longo, ticket interessante. B tem LTV de 50 anos. LTV de 50 anos, múltiplo de mercado, alto para caramba. Liquidez, né? educação é muito mais duro do que isso. Eh, no Brasil o LTV da da da educação é baixo, então você tem baixíssimo. Então, ou seja, é é um é um setor duro. É que é que eu comecei
nesse setor, aprendi a a trabalhar nesse setor e aprendi a fazer dinheiro nesse setor. Mas é um setor duro. O setor de educação vende muito mais do que entrega. Não, primeiro eu acho que que se você for falar de educação formal é uma calamidade. É ruim. É ruim mesmo. Uhum. Por que que Por que que a educação no Brasil é tão ruim, tão bosta? Mas não é só no Brasil, cara. Eu acho que eu acho assim, a universidade ela é muito boa na área científica, na área de produção Científica. Você consegue na área médica, na
área de tecnologia, você ainda consegue ter alguma coisa produzida na universidade que é muito útil pro mercado. Mas quando você vai pra área de negócios é muito ruim. Em 2024 não faz sentido fazer faculdade de administração. É, se o cara quer arrumar um emprego público, se ele quer arrumar um emprego num banco que é necessário ter, tu não teve formação. Teus filhos t Formação? Tem. Não, não poss eles de casa por causa disso. E eles estão e eles são bons alunos assim ou os caras não tão não estão querendo estudar muito como meu pai o
Flávio Augusto e tal. For Não, não, eles foram bons alunos. Nunca nunca nunca. Porque eu acho que a universidade ela às vezes ela ela cumpre muito um papel pro cara amadurecer, não é? Eu lembro, meu meu filho queria fazer Universidade, eu deixei ele fazer, imagina, vou expulsar ele de casa por causa disso, não tem porquê, não é? Então deixei ele fazer, ele fez, se formou nos Estados Unidos, fez mestrado nos Estados Unidos, depois ele para aprender. Tu tem neto já? Ainda não. Ele casou, meu filho mais velho casou agora em casou em março do ano
que vem. Talvez eu seja a vovô aí ano que vem, quem sabe, não sei. Mas assim, eles estudam, estudaram. Minha, Minha mulher estuda para caramba. Minha mulher já se formou em direito, se formou em se formou em psicologia, fez dois mestrados, enfim, ado estudar. Tem que entrevistar ela que ela é bilionária. Eu estudo também, eu gosto muito de estudar. Eu só não compro muito o caminho formal, não é? O caminho formal eu acho fraco. Eu acho para negócios, né? Para negócios na área de negócios. É, é, por exemplo, eh, um empresário que ganha que fatura
20 Milhões por ano, ele vai fazer o quê? Uma pós-graduação para aumentar para 50 milhões. É complicado isso, entendeu? Então, a a universidade não oferece as ferramentas que ele precisa. Então, é muito mais fácil ele ele pagar um empresário mais bem-sucedido por uma mentoria do que fazer do que ter um diploma, entendeu? Mas quando eu quando eu perguntei se a educação, o mercado de educação vende mais do que entrega, era meio no sentido de que se vende muito e Se as pessoas efetivamente não absorvem aquilo ali. Qual quanto por cento das pessoas assistem os cursos
que compram? É smartfit. Smart fit. 85% dos alunos não vão na academia. Mas é difícil a smartfit, por exemplo, garantir que o cara vai sair de casa para ir pra academia, não é? No fundo, eu costumo dizer, é difícil emagrecer, Flávio. Ah, muito difícil. É mais fácil fazer 1 milhão. [risadas] É muito difícil emagrecer, cara. Eu levei muitos anos para começar a emagrecer. Ainda tem que perder mais 8 kg ainda, mas já perdi 33. Mas é muito difícil. Como é que foi essa jornada aí? Eu vi que teve uma provocação do po Marçal num num
podcast. Ele olhou para posso fazer uma pergunta? Ele falou: "Perguntar o que tu quiser." Tu largou para ele, falou: "Cara, mas tu tá podre de rico, bilionário, por que Diabos tu tá gordo?" Marcel perguntou isso para ti. Tu acha que ali foi o teu estalo para começar a baixar de pele? Não, não foi. Imagina, cara. Imagina. Pablão. É, a gente, sabe como eu emagreci quando começaram a fazer umas figurinhas minhas. Tudo me irritou profundamente, cara. Eu vou te mandar a figurinha que fizeram minha. Aí eu falei: "Agora, agora vocês vão ver Seus É mesmo fdp".
Aí comecei psicopata, né? Não, é muito difícil. É muito difícil. É muito difícil, né? Não é fácil não. Emagrecer é bastante difícil, mas tá tá muito ligado. Você vê e tu acha que quais são os quais são os fatores? Por que que a pessoa não emagrece? Chega em casa, tem bolo. Cara, eu vou te dizer assim, chega em casa tem um bolo de chocolate, Chega lá e desempurra. Você quer ver uma coisa interessante? Se você for na no Rio de Janeiro ou no São Paulo, você vai ver um um nível de obesidade muito maior na
periferia do que do que num num lugar bacana. Por quê? Por que o por que que o pobre é mais é mais gordo? espaguete engorda mais que fila minhão, né, cara? Eu eu eu refleti muito sobre isso, por incrível que pareça. Eh, eu tenho certeza que sim. Eh, pensa o seguinte, cara. Eu gastava 5 horas porque o shape não dá para comprar, né? Não dá para você comprar não, mas mas pro pobre, cara. Mas o o rico não compra o shape também. Pensa o seguinte, o cara que é pobre, ele gasta 5 horas em transporte
público, cara. 5 horas a menos na vida dele. Se o cara trabalha 8 horas por dia, mais 5 horas, daí o 13. e dorme 8 horas, só sobrou 3 horas, só sobraram 3 horas para Ele cuidar da família dele, você entendeu? Então, ou seja, o cara já começa perdendo 5 horas do dia dele, que ele tá parado num ônibus ali se deslocando. Segundo, ele tem pouco acesso à informação. Terceiro, o ambiente não não estimula ele também. Então, a e a alimentação, a alimentação mais barata é extremamente mais calórica, é mais calórica que para o cara
aguentar, Precisa ser mais calórica, é uma macarronada ali, mano. Vai, compra 1 kg de arroz, te alimenta uma semana assim, isso aqui, [ __ ] guarda bem, legal. Carbo hidrata. Mas é isso, cara. Emagrecer não é fácil não. Qual o podcast que tu assiste? Nenhum, só o café com ferro. Agora, quem que você assistiria? Quem que você assistiria? Pararia para assistir alguém Que se a gente convidasse para vir aqui na na nossa bancada. Ah, eu já vi algumas pessoas bacanas aí. Eu gosto muito da Cris Junqueira que você entrevistou aqui. Ela é gente finíssima. Adoro
a Cris, entendeu? Tu acha que ela, eu perguntei para ela se ela achava que ela teve sorte ou competência para fazer os 20 bilhões que ela conquistou? Tu acha que a pessoa precisa de sorte na vida ou não? Silvio Santos Disse que ele ele piamente acreditava que ele teve muita sorte. Ele acreditava, ele fala: "Eu tive sorte. Tu acha que sorte é um componente pra pessoa dar certo na vida ou não? A minha definição de sorte é estatística. Se você sair com um Rolex na Avenida Paulista 11 horas da noite, a probabilidade de você ser
roubado é muito grande. Ou se você sair com Rolex aqui na frente, [risadas] aqui na frente ou na Avenida Avenida Copacabana, no Rio de Janeiro. É te matam. Se você entregar, não te matam. Mas vão te roubar, entendeu? Então, ah, aí eu vou dizer o seguinte, cara. Então, eu saio de Rolex 11 da noite, ah, uma máquina fotográfica pendurada na Avenida da Copacabana. Aí me roubaram. Eu vou dizer que eu fui azarado. Será que isso É azar? Tô invertendo o processo. Eu penso que sorte é uma estatística. Você não pode dizer com 100% de convicção
que você vai abrir uma empresa que ela vai dar certo, mas existe um comportamento, um conhecimento, um bloco de conhecimento, um bloco de noal. A probabilidade de eu abrir um negócio, ele dá certo é muito maior do que um garoto que tá começando a vida dele. Eu já abri várias empresas, Várias coisas. Eu fiz 12 na minha vida. Ou seja, cara, depois de 12, a minha chance de fazer um 13º agora é grande, é muito maior do que quem nunca fez nenhum. Teu maior trade foi o o clube de futebol. Depende. Depende do quê? Dinheiro
financeiro. Qual foi o maior trade? Não, assim, o maior trade financeiramente foi o futebol. Mas tu botou o dinheiro sozinho lá ou tu Levou um pool de investidores comigo? Praticamente foi sozinho. Tive só pequenos investidores depois no estádio, não é? Praticamente o capital inteiro foi meu. Quanto custou o estádio? 138 ou 140 milhões de tu foi lá e pingou 140 ou tu financiou? Como é que foi? Não, financiei. Fiz um fiz um um project finance com BS do Lula. Não, que BND [risadas] não, não foi o DP não. O outro lá, o Goldman Sax baita
baita taxas naquele momento. 2% aí, né, cara? Tu fez o o estágio por 140 e vendeu tudo por quanto? Esse é um e esse eu não posso falar o valor que eu vendi, mas porque eu tenho NDA, né? Mas tem matéria dizendo que eu vendi por mais de R$ 2 bilhões deais, né? Então, mas tu queria vender, tu procurou um banco para vender ou o cara bateu lá, oi, eu quero comprar. Todos os meus negócios são feitos para serem vendidos. OK. Mas tu, mas tu, mas tu incitou isso? Ou seja, em que fase? Pô, tu
poderia, pô, vou vender daqui a 5 anos, né? Eu vendi, eu fiquei 8 anos no negócio. Eu entrei para vender em 7 anos. Minha minha tese era entrar e vender em 7 Anos. Fiquei oito. Teve a pandemia, atrasou um pouquinho. Se não tivesse tido a pandemia, teria vendido. Mas tu tinha um banco contratado procurando um comprador ou o cara bateu lá, oi, eu quero comprar. Tá aqui um. Foi desse jeito. Eu tive três caras batendo dizendo: "Oi, quero comprar". Quem foi o meu advisor foi o BTG Pactual, que inclusive me atendeu lá nos Estados Unidos.
eh, que inclusive eu sou Embaixador do BTG Pactual depois de tantos anos como clientes. Ah, e o e a gente fez um processo de com esses três eh candidatos e vendemos pro dono do Minnesota Vikings da NFL. Ele foi o comprador lá do clube. Vamos fazer algumas perguntas aqui da audiência para prar essa audiência. Sigam o sigam o o canal. Eh, deixaar uma coisa. Eh, eu tenho muitas perguntas, sou criativo, cara. Eh, esse podcast aqui vale 2 milhões. Tu não concorda Comigo? 2 milhões de quê? De reais. Como assim? Eu vi que tu Eu vi
que tu agora o cara pode, o cara pode te contratar por uma hora 2 horas, 2 horas e R 1 milhão deais e tu tem vários clientes na fila. Então, bom, podcast de R 1 milhão dea. R milhão deais. R 1 milhão deais. Conta para nós desse business. E eu Tenho certeza, eu tenho certeza absoluta que 1 milhão é barato para tu ficar 2 horas falando para um cara que tem muitos negócios, um negócio grande. Queria tu falasse um pouco sobre isso, porque vários caras aqui, vários mesmo, muitos t negócios muito grandes e e eu
queria que tu falasse um pouco porque às vezes quando tu tá dentro do negócio, mergulhado no teu negócio, tem coisas que elas pessoas não enxergam. E outra Coisa, o empresário é solitário e ele lida muito com o funcionário, com o executivo dele, é tudo puxar saco, entendeu? Então às vezes ele não tem um cara que chega para ele, fala: "É uma bosta isso aí que você tá falando horrível". Faz isso não, cara. E faz bem para [ __ ] O cara tem um tipo de feedback honesto e com critério, né? Com critério, com visão, né?
Por exemplo, a a primeira pessoa que, enfim, né? Eu eu entrei no Mercado de de mentoria empresarial faz um ano, né? Nós temos hoje 1500 empresários que fazem parte do nosso ecossistema de mentoria. Hoje 1500 empresários. Ticket médio de 200.000 por ano, não é? E esse é um business novo que a gente que a gente criou. É um business que a gente tá crescendo muito. Esse, na minha opinião, é o maior business que nós fizemos até hoje, maior negócio que a gente desenvolveu, que é um negócio de educação empresarial, Porque é aquela história, o empresário
não vai aprender com um professor que ganha R$ 300 a hora aula, entendeu, cara? ele precisa aprender com um cara que já fez, que já que já realizou, que vai ter um olhar pro negócio dele diferente do do que um olhar acadêmico, né? Então esse modelo de educação empresarial, ele ele privilegia o empresário bem-sucedido como professor daquele cara que quer chegar, né? Porque quando você faz o Negócio uma vez, duas, 3, 10, 12, 20 vezes, os negócios eles vão se repetindo. Então, venda é venda, gestão é gestão, tecnologia, logística, parte tributária, 1500 caras pagando 200.000,
são 300 milhões. Hoje hoje a gente tem 300 milhões por ano e a gente tem, exatamente, a gente tem 1500 e a gente deve terminar com 15.000 empresários nesse nesse ecossistema num Tempo, no espaço de tempo entre 2 a 3 anos. Esse é o nosso business plan. É um negócio gigante. Esse é o business com o Caio Carneiro e com o J. Esse é o business da Ment League Society. Não, não. A Conquer é a Conquer é da é da Wiser Educação. Aham. É que é o que são os cursos, né? Uhum. Ali tem é
soft Netflix dos do cursos. É, a gente tem soft skills. Ali a gente tem e educação médica, MedCOF, tá ali CER Educação. Esse é o é o negócio chamado Mentoring League Society. É uma liga de mentorias que nós que nós criamos, né? Então, mas mas como é que funciona isso? Tem vários mentorados e uma parte fica paraa liga. É isso? Nós temos vários mentores que nós Selecionamos e compõe a liga. E aí o cara tem que deixar uma par da receita pro E além dele ter uma parte da receita pra liga, esse cara tem acesso
a equity nesse ecossistema. Ele tem um rollup que que dá ele uma participação nessa liga no evento dependendo do faturamento que ele trouxer para casa na proporcionalidade na proporcionalidade do seu do seu Faturamento ajustado anualmente depois do rollup. Inclusive, ou seja, ele faz ele tem que se manter performando. Tudo muito bem feito, muito bem montado, genial, brincadeira. Bem, bem desenhado aí, né? Bem assessorado, né? Não solta 10 bip da empresa sem Não, não, não. Mas é, cara, mas essa é a vantagem de você ter feito muito, ter errado muitas vezes, ter feito muitas vezes. Qual
foi o pior trade que tu fez? O pior trade que eu fiz foi em 2008, quando eu não tinha essa posição que eu tenho ainda. Eu tava alavancado a termo cinco vezes, não é? Aguardando uma uma já já deu susto, né? Alavancada de cinco a termo de cinco vezes numa posição em cima de Vale para fazer uma uma bela de uma atacada no IPO que a Vale estaria fazendo na França naquele momento. E o Lemon Brothers anunciou que fechou. Ali foi tenso. Ali, ali foram embora 8 milhões de dólares ali em um dia. Isso tu
não tinha vendido ainda companhia? Não tinha vendido a WSAP ainda e eu ainda eu ainda era arrojado no financeiro enquanto eu era arrojado nos negócios. Ô o foram 8 milhões de dólares embora. Fal, por que que tu nunca tu entrou nesse? O Nelson Tanuri é um cara muito Bem sucedido, que ele compra empresas eh na bolsa, vira sócio e ajuda o turn around. E e eu acho que tu ia ser, cara, tu tu ia fazer um estrago assim no mercado brasileiro de uma forma absurda. Por que que tu nunca olhou para isso ou nunca te
seduziu isso? Eh eh porque, por exemplo, tu tem bastante o perfil do Nelson Tanuri, um cara que é bastante brilhante, ele comprou até abril por 200 milhões, da L 50 B. Então foi foi a melhor atacada que ele deu. Tem vários negócios que eu acho que tu faria um estrago e assim muito barato. Tu nunca olhou para isso por quê? Não sei. Talvez por estar ocupado com outra coisa, né? Eu assim sou muito envolvido nos meus projetos, né? Então, por exemplo, um trade interessante foi a recompra da WAP, né? Foi. Você vendeu por 200 que
compra por 80. Eu vendi porque eu vamos dolarizar porque como tem um espaço de tempo eh Grande, não é? A gente quando dolariza, a gente é mais fiel no na percepção. É na percepção. Então eu vendi a Wap 500 milhões de dólares e recompreóes. Mas também teve uma desvalorização do real grande aí nesse período, né? Então é é uma mistura de de de mercado brasileiro com variação cambial. Uhum. Mas aí mas mas a variação cambial te dá a noção exata do do tamanho do trade, né? Sim. Da da da trolha. Vamos para as perguntas dos
caras. Eu posso ficar 3 horas perguntando aqui. Sou uma máquina. Eu sou uma máquina. Eu ia continuar aqui até o Flávio pedir para sair. Não, [risadas] eu preciso sair daqui a pouco. Deixa só ver aqui o horário. Não, eu preciso sair em 10 minutos. Temos 10 minutinhos. Vamos lá. Vamos rapidinho aqui para prestigiar a nossa audiência. Eh, o Diogo Santos, da onde surgiu a ideia de comprar um clube de futebol? Cara, meu filho jogava futebol nos Estados Unidos. Aliás, meu filho chegou a assinar com Benfica na em Portugal. quando morei em Portugal, ele chegou a
assinar, quase quase foi jogador profissional. Eh, graças a Deus, ele ele ele preferi os negócios, né? porque eu acho que que é era mais promissor na minha visão, mas foi a escolha dele. Ah, mas como ele jogava futebol no Estados Unidos e eu fui seu motorista, né, por um tempo. E aí isso me chamou atenção no no mercado americano. Comecei a perceber os números, comecei a estudar os números do mercado americano, trace um paralelo entre a Major League Soccer e MLS com NFL, NBA, peguei o valor, o valor dos clubes ao longo do tempo e
consegui pos americano. É uma loucura. Então, consegui posicionar a MLS onde tava ali. Cara, eu falei, era um time excepcional. Uhum. Um time espetacular. E e a gente conseguiu fazer uma projeçãozinha e foi mais ou menos dentro da projeção. A gente acreditou aí que que um clube pudesse valer perto dos 500 milhões de dólares em 7 anos. E foi mais ou menos isso aí que que acabou valendo mesmo. Muito legal. Eh, Wend Rodrigues fala sobre montar um processo de vendas. Que que eu, cara? Falar rápido sobre isso é difícil. Uma conversa longa, né? Conversa, a
gente tem um curso. Qual tem um curso sobre isso, chama? Vendice, né? Lá do Caio, do Caio Carneiro. Vende @vendice, né, cara? Mas não vende-se lá que por R$ 3.000 você tem o curso inteiro, é muito barato. E cara, e vendas, vendas é um negócio que vai te dar ROY imediato, né? Mas eu em geral eh primeiro é é legal a pergunta do cara porque ele ele ele já enxerga a importância de ter um processo de vendas, porque muitas pessoas acham Que vendas é intuitivo, que vendas é uma parada que, ah, é dom, o cara
fala bem, vai ser bom vendedor. Não, cara, venda é processo, venda é técnica. Então, eh, é bom que o cara já sabe que tem um processo, cara. Qualquer pessoa pode aprender a vender qualquer pessoa, porque, cara, venda é técnica, venda é processo. E é, mas se o se se o Neymar vier aqui nos ensinar a jogar futebol um, duas horas, a gente pagar 1 milhão pra gente, não Vai aprender [ __ ] nenhuma. Olha, você pode aprender a jogar futebol, você não vai ser um Neymar. E você talvez não seja um Neymar das vendas também,
não é? Mas você vai aprender a vender e você vai vender, porque se você não vende nada, é, é horrível, né? Qualquer pessoa pode vender. Nem todo mundo vai ser o Neymar das vendas. Qualquer não pode jogar futebol, mas nem todo mundo vai ser o Neymar do futebol. O melhor vendedor que tu conheceu, quem é? Fora tu, cara. Caio. Muito bom. Caio é um cara, é um cara que se posicionou na internet eh, sem, sem dizer muito sobre ele, né? Mas o Caio dentro do universo da venda direta, ele é uma das maiores estrelas do
mundo, reconhecido mundialmente dentro desse setor. Ele é um carro que liderava 130.000 vendedores. Então, processo de vendas e de recrutamento e gestão de time de vendas é eh o Caio é Um cara bem acima da média. Faltou faltou a pessoa mais inteligente. Vamos mais duas. Como tirar o medo de compra do produto? Medo de compra é sei lá. dinheiro, medo de comprar um produto. Eu acho que tá se referindo ao cliente, né? Se o cliente tá com medo de comprar um produto, como quebrar, quebrado? Cara, é um é um conjunto, cara. Começa Com branding, com
a percepção de marca, percepção de valor, apresentação. Olha, a pessoa tem que ter em mente que quando é um produto vendido assim no tete a tete, o cara não compra o produto, ele compra a pessoa. Uhum. Ele compra a pessoa. Aí, por isso que o processo de vendas é uma técnica. É uma técnica. Entendeu? Assim, ó, eu eu falaria 2 horas aqui numa aula de vendas aqui, mas aí a gente tem 10 minutos só. Não dá pr o Lucas Nico, ele trabalha com Vendas e quer perguntar. Pergunta boa. Ele trabalha com vendas e o que
fazer para seguir na carreira e para evoluir na carreira como vendedor? Pô, meu irmão, compra o vendeum 12 parcelas de R$ 250. Barato, barato. Vai, já vai pagar [ __ ] de 1 milhão. Paga, cara. Vai lá, compra o vende, se vai lá, compra o vende. Pô, eu digo isso, cara. Ah, tá vendendo curso, cara. Eu tenho 700.000 alunos. Ah, meu trabalho é vender curso. Não tem problema nenhum em vender curso. Mas na boa, cara, o conhecimento de vendas é um negócio absurdo. Ele tem, ele tem retorno no dia seguinte. Sabe que o gaúcho, o
gaúcho ele pensa o seguinte: "Eu não vou comprar do do Flávio porque ele vai ganhar dinheiro." Ah, mas tu generaliza também. Não, o gaúcho. Eu conheço bem os gaúchos gaúcho. É sim, sim, sim. Aqui dois Gaúchos. Tem dois gaúchos. Tem um gaúcho ali também. A gente, a gente, o Brasil vive uma ditadura, Flávio. Cara, eu não acho que o Brasil viva uma ditadura, mas não acho que o Brasil está num momento saudável da sua da sua democracia. O chat ETP diz que o Brasil vive uma ditadura. É mesmo? Não é? Pô, são cinco características. É,
Sim. É. Presos políticos temos. Temos. Presos, exilados políticos temos. Uhum. Censura a jornalistas e a pessoas e a adversários políticos. Temos. Ponto três, renúncia ao estado democrático de direito. Temos temos um um um uma situação onde o Devido processo legal tá comprometido. Quinto pilar, falta do devido processo legal. As pessoas não têm acesso aos aos processos. Temos isso ou não temos também? Não fui eu que disse, né? Tá na internet lá no tá no chatt que falou. Olha aí, cara. Interessante, né? Novo novo. Quais são novão? Quais são os pilares de uma ditadura? Mas será
que ele vai ser tirado do ar? Então, não sei, depende. Se ele não colocar um representante eh ameaçado de prisão, provavelmente sim. Nosso negócio aqui passou por eh a gente captou muitos clientes, fez muitos relacionamentos e o mercado financeiro é vibrante dentro do Twitter. Perfeito. Hoje o Twitter tá bloqueado no Brasil. Qual a tua opinião sobre isso? O que Você acha que dá pra sociedade fazer para voltar com essa rede social? Cara, a sociedade não pode fazer nada. Quem pode fazer é o Senado. Uhum. Entendeu? E se o Senado não faz nada, não vai acontecer
nada. E quem pode pressionar o Senado são os eleitores dos senadores. Então, a sociedade pode cobrar o seu senador. Essa essa é a via democrática para paraa coisa pra coisa poder ter Alguma voltar restabelecer um equilíbrio necessário ah pro país, né? O que é bom para todo mundo, bom pro mercado, bom inclusive pros funcionários públicos, né? Porque esse esses empregados públicos que promovem esse desequilíbrio, se um dia o mercado, como no livro A Revolta de Atlas, né? Uhum. Eh, se a se um dia o mercado resolver eh parar de produzir, eles não vão não vão
Receber mais o dinheiro, não vão poder mais comer lagosta, não vão poder mais comer as coisas que eles gostam de comer, não é? Agora eu costumo dizer o seguinte, ah, eu empreendo há 30 anos, cara. Vai fazer ano que vem 30 anos, dia 3 de abril, completo 30 anos que eu empreendo. Gost bastante das datas, né? Eu gosto, eu gosto de ter a a cronologia, né? Mas eu faço 30 anos. Cara, o brasileiro precisa aprender a empreender, apesar do Brasil, não é? Eu não tô dizendo com isso que eu não tô nem aí pra política,
que política não seja importante, não tô dizendo isso. Mas se você quer empreender com sucesso, você tem que aprender a empreender apesar do Brasil. E você tem que aprender a empreender, apesar das pataquadas que esses agentes dos estados fazem para atrapalhar os Negócios. Você tem que aprender a fazer isso e e buscar não se envolver com militância política. Porque quando você se envolve em militância política, você acaba levando a militância política para dentro da do seu negócio. Isso é um assunto tóxico que acaba com a produtividade. Então, o meu papel como empresário é gerar emprego
e gerar riqueza. Ponto. Esse é meu papel como empresário. E se o Brasil, e como eu não vou ficar refém de Ninguém, de nenhum país, inclusive o Brasil, se o Brasil virar aqui uma bagunça, virar uma Venezuela, virar uma ditadura, eu simplesmente faço o que eu já fiz muitas vezes, pulo fora, vou embora, vou para outro país. Eu já morei em sete países. Tu acredita em home office? Eu trabalho em home office desde 2009. Não, tu sim, mas tô dizendo, eu acho que uma empresa consegue sobreviver em home office, mas eu acho Que ela vai
produzir menos. Ela vai produzir menos. Eu acho home office, a produtividade cai, na minha opinião, cai. Mas eu acho assim, dá para trabalhar em home office. Algumas áreas em específico, outras áreas serão péssimas, assim, área de vendas péssima trabalha em home office, mas dá para vender também. Tá otimista com o futuro? Eu estou otimista com o que eu vou realizar. Eu não quero depender de Ninguém, de nenhum presidente, de nenhum presidente do Supremo, de nenhum juiz, de nenhum estado, de nenhum sistema. Eu não quero depender de ninguém. Eu quero, eu acho que o sucesso de
um empresário maior é quando ele conquista a liberdade do sistema. Eu não tenho nenhum problema. Eu gosto do Brasil, amo o Brasil, empreendo no Brasil há 30 anos, mas eu não me custa nada apertar um botão de eject e pego esse negócio todo E vou para outro lugar. Então eu não sou patriota nos meus negócios. Meus negócios têm a função de produzir riqueza. Tu votou no Lula ou no Bolsonar? Flávio Augusto da Silva, uma lenda do empreendedorismo no Brasil hoje no Café com ferre presente. Nós temos presentes brindes aqui. Não brindes. Presentes. Isso. Vocês foram
tão amáveis, foi tão bem recebido aqui. Perguntas. Você me enganou. Você disse que faria perguntas ruins. Você fez perguntas inteligentíssimas. Tu escolheu a Megan Fox como a mais bonita artista do mundo. Então você fez Megan Fox do Transformers. Vamos deixar claro aqui. Você fez perguntas inteligentíssimas, cara. Pô, camisa da Sérgio C. Claro, por a gente montou o podcast porque os outros podcasts são ruins. Obviamente seremos os líderes do Brasil em breve. Espetáculo, hein? Opa. E olha aí que beleza. Você é Sérgio K, cara. Você é top. Sérgio K. Que beleza. E o cara sobrevive no
Brasil. Já é do meu tamanho novo. É. É. Olha aí. Não, do meu tamanho antigo. No final isso aqui. Isso aqui não passava nem no braço. Se fosse do G. É que tu tá de É que tu tá de dieta. Então a gente trouxe uma carne para ti aqui. Um kit aí. Um kit da Minerva. Alô família Queiroz. Você sabe que eu tô churrasqueiro Ultimamente. É pá aí. Agora [risadas] sim. Abre aí. Coletar. Vamos abrir, vamos abrir, vamos abrir. [ __ ] que isso, meu amigo? Olha aí. Brincadeira. Negócio é bom. Isso aí é da
Estância 92, que é a marca top de carnes da Minerva Foods. É espetacular. E outra, para aí, pera aí. Você ainda vai fazer com carne da Minerva F. Não, e é boa a carne. Pera aí. A carne é boa. Boa, boa, boa. Gente, aqui é gaúcha é churrasqueiro. Não tem. Ol, olha só esse assado de tiro aqui. Que beleza. Que espetáculo. Tá geladinho, ó. Tá com gelado. É que funciona a coisa, cara. Não parece a É, não é brinde, é presente, porque Todo mundo chega em casa e assa um churrasquinho. Acita nisso? Depois de 50
anos de idade, eu virei churrasqueiro. Burista maturado. Não é brincadeira que o homem, o homem é uma máquina de vender. Tu nem viu e você já comprou algum produto e por, é claro, uma [risadas] caneca lá do podcast. Olha a caneca. Caneca é muito obrigado. Sabe que eu uso todos, eu fui no Danilo Gentille, eu uso todos os dias a caneca do Danilo Gentille. Eu vou convidar ele para vir aqui. Gente, uma lenda do empreendedorismo no Brasil. Flávio Augusto da Silva, aula de vendas. O cara é um mamá que tem 50 anos só. A aguentar
esse cara mais 30 anos ainda. Tem tá brincadeira 30 anos vou ter que aguentar esse cara na internet. O cara é uma máquina. E com resultados, cara. Com resultados não é assim, gente. Obrigado, Flávio. Obrigado demais. Obado. Valeu, meu querido. Obrigado. Absurdo. Felipe. Obrigado. Mais um recorde de audiência. Por favor, sigam o canal, recomendem esse podcast. Se você é um formador de opinião, se você não é formador de opinião, não assistam. Um beijo a todos, até o próximo. Obrigado pelo gente. Comoerva foods. Valeu. Obrigado, gente. Excelente. Eu não usei as perguntas tinham