Boa tarde jpr 2023 estande da cônica minolta estamos aqui nessa conversa mais uma vez uma conversa bastante técnica com os físicos aqui né colegas e amigos Marcelo Zago botejo né o presidente da bfm e diretor também da empresa Staff Fernanda Pellegrini Fisica médica também especialista em rádio diagnóstico da empresa rádio de mensagens e o tema que a gente vai abordar aqui um tema bem denso na verdade mas a gente vai fazer um esforço né para deixar a coisa ser bem didática né hoje já faz algum tempo que a modalidade raio-x digital é muito Vista né
no mercado da radiologia médica muitos clientes já usam raio x digital e a gente tá aqui hoje para fazer uma explicação um pouco mais técnica né uma condução desse assunto um pouco mais técnico justamente para explicar qual a diferença de um raio x analógico para um raio x digital Talvez algumas pessoas vão se surpreender um pouco com assunto mas a gente teve coragem de enfrentar esse assunto então gosto sempre de nortear né assim a nossa conversa para as pessoas que também vão ter oportunidade de nos ouvir aqui existem normas técnicas para os fabricantes né E
essas normas técnicas para fabricantes de equipamento eletromédica são normas internacionais ABNT e EC 601 que norteia a fabricação de equipamentos de raio-x de mamografia também e do outro lado né de quem compra e quem usa o equipamento Nós também temos normas bem definidas aqui no Brasil agora não foi reformulada RDC 611 de 2022 que também traz um conjunto né de análises técnicas e inclusive orientações da gente fazer o teste de aceitação depois esse equipamento está instalado então a ideia Nossa aqui é passar para quem tá nos escutando né Qual é a real diferença de um
equipamento digital por um equipamento analógico Então vou começar contigo Marcelo para tu nos explicar aí o que que tá na Norma e para as pessoas entenderem tá E desde já agradeço aí a presença de vocês aqui no nosso espaço Que ótimo eu quero agradecer aqui em nome da bfm o convite aqui para a gente vim conversar esses temas é e a cônica minota né por pela oportunidade aqui da gente falar dessa parte técnica e aplicação aqui da física médica né do controle de radiações vamos lá eu colocaria mais um modelo aí nesse nesses dois que
tá na moda aí que o raio-x digitalizado Né que é o pessoal comprando placa de DDR e instalando equipamento analógico né então isso acaba também gerando alguns problemas né já conhecidos aí do mercado problemas com linhas de grade artefatos né todos esses problemas dessa adaptação né é uma adaptação que é feito no equipamento é para que a gente possa né ter um pouco melhor de desempenho Inclusive a gente tem problemas né com esses equipamentos analógicos que não suportam o desempenho de uma placa digital né Tem aquecimento de tubo né tem essas questões da grade tem
calibrações né e consequentemente por alguma falta de parâmetro que a gente vai conversar hoje sobre o controle automodisposição e tudo mais Acaba tendo acesso de dose né E paramos de imagem não tão adequados né Bom enfim nós tivemos uma atualização de normas aí né da RDC entrou toda a parte digital né o controle da da parte digital na radiologia que nós estávamos ansiosa muito tempo por isso né Nós tínhamos essas equipas já em uso e sem amparo legal né para poder implantar padrões e tal Porque a gente sabe que não é todo o usuário que
tem a consciência né da vida útil do sistema né da necessidade de adequações e calibrações né mas enfim a gente tem Tem essa adaptação esse sistema em uso e vamos lá com relação às diferenças né de um aumento digital pelo aumento analógico não é simplesmente o detector né exatamente o pessoal que vai um pouco mais na parte técnica surpreende que a Radiologia analógica chamada de Radiologia direta né e a digital é chamada indireta né aí a turma da física no primeiro momento deve ser cintilação detector de cintilação né mas justamente não é isso né a
norma ela se remete ao analógico como sendo detector que já forma a imagem né E aí no meio né detecção e a formação da imagem e no sistema digital tu tem um sistema de processamento que olha é uma das grandes evoluções do digital e vem evoluindo são as versões do software acho que os degraus têm aumentado mais o software até que no sistema de detecção E isso tem aumentado muitos padrões né mas eu acho que assim o que a gente tem principal em termos norma técnica que a gente vai olhar são o uso de controle
automático exposição né a Radiologia eu sempre digo é banalizada radiologia convencional por ter se uma baixa dose né Mas eu sempre lembro a todos né um raio x mal feito um raio x convencional mal feito ele gera sobre exposição de uma tomografia o impacto no sistema público de saúde com ressonância magnética né pela má qualidade no Raio X feito já era posteriores exames necessários né E aí a gente tem aquelas aquelas visualizações de situações e realidades né tabela de posição inexistente técnico cada um com uma sua tabela eu faço desse jeito eu faço do outro
né E aquela falta de dispadorização do sistema né que aí a gente vê excesso de dose imagem ruidosa granuladas vezes exatamente a gente não consegue ter um padrão o que justamente um controle automático de Exposição faz né é o que a gente vem já trabalhando na mamografia um grande tempo né hoje uma mamógrafo não pode operar automático de posição Justamente a semelhança dos tecidos são muito muito muito próximas né as densidades então a gente precisa dessa refina né E quando operava se um contratorno mais disposição a gente às vezes fazia 12 posições na paciente para
conseguir aproveitar quatro né e aí assim além da dose né da repetição né de dose no paciente a gente somente uma situação de fluxo de trabalho muito complicada né e o AEC quando veio para mamografia ele facilitou muito esse fluxo de trabalho né até porque no caso da mamografia né Fernanda a gente repetir não é só a radiação mas é a compressão na mama que aí a paciente tem uma uma percepção diferente sobre aquela repetição porque né comprimir a mama quatro vezes já é ruim 12 Era muito pior a gente falou o estresse do paciente
então isso principalmente monografia você perde a colaboração que para o exame da mamografia é fundamental né então você não tem só a questão diagnóstica mas tem a questão colaborativa que é fundamental para uma boa realização por um bom posicionamento então isso influencia muito esse aspecto E aí é interessante que né na sala de raio x esse conceito ele acaba não não sendo aderido né da Necessidade vamos falar assim do controle automático de Exposição porque é muito fácil ali disparar de novo né agora quando tu tem um anteparo digital vamos usar essa palavra aí né mas
vou fazer um papel aqui de tradutor né para quem aí Tá tá em casa nos assistindo então assim o que o Marcelo tá abordando aqui é que não adianta pegar um equipamento velho antigo analógico e simplesmente colocar lá um CR um Dr e querer categorizá-lo como um raio x digital porque o que a norma de sobre né a diferença de um raio-x digital para um raio x analógico é que o raio x digital ele tem que contar com duas tecnologias a primeira delas o controle automático de exposição a segunda delas o dap que é o
dispositivo que mede a quantidade de radiação no equipamento digital então interrompia um pouquinho aqui para fazer uma tradução aí tá mas é nesse caminho que nós vamos na realidade hoje da compra de equipamentos né da implantação desse sistemas a gente vê que o que o medo do uso né pela pela reprovação de qualidade de imagem ela vem do histórico do analógico né porque o tanto mais disposição não é nenhuma novidade eu coloquei até algumas imagens aqui pra gente ilustrar esse aqui ó é um equipamento antigo de 1985 ele já tinha as indicações do controle automático
de posição vários equipamentos já vinham nessa época né normalmente acabamentos importados né E eles não usado por quê tu tinha uma dificuldade com a processadora né ele conseguiu manter um padrão de processamento em firma analógico para que o mesmo esse estando reprodutível né ele não mantinha o mesmo padrão de imagem porque a processadora não acompanhava Claro tinha a variação Então pessoal não dá para usar isso porque é uma imagem não consigo uma hora da boa hora não dá né então isso atrapalha a minha rotina e a outra questão é a questão do posicionamento né que
eu sinto uma falta muito mesmo quem adquire o comamento conhecer a gente tem tem a perda da da Playstation de hoje do raio-x né Hoje o pessoal instala por vezes não tem aquele treinamento em uso do controle automático né o grande problema hoje é que a gente conversando com as Equipe técnica é posicionamento sobre o exemplo que é na mamografia também é isso né o padrão mamário lá tem que colocar sobre a sobe né a maior densidade da mama Exatamente é o mesmo princípio que a Fernanda tem uma experiência maior que eu em mamografia mas
eu canso de chegar em cliente e perguntar tá Amazon Onde está colocando a câmara de ionização e a resposta é quase padrão Fernanda se a mama é grande eu coloco na posição lá da frente é o nome é pequena né E na verdade a posição correta né da da alavanca né nos equipamentos analógicos aí enfim é sempre embaixo da maior densidade e diga que se passagem né gente é por isso que a gente tem a demanda de olhar o exame anterior que quando eu olho o exame anterior eu identifico no exame anterior onde tem uma
massa diferente naquela mama e me dá a chance de eu acertar o lugar certo anterior mas né Tem tem estratégias técnicas que ajudam isso acontecer é o que a gente vê muito é que isso degrada a medida que um passa para o outro né então manter padrão e utilizar corretamente é acaba sendo uma ciência ali da repetição né que na mamografia pela dificuldade técnica já do posicionamento os equipamentos a gente tem impressão de que os equipamentos tiveram que evolui muito mais rápido para serem mais autônomos a construção técnica então ainda que tem a condição do
a EC os equipamentos mais modernos que tem agora o automático né eles favoreceram com que essa condição dessa dependência uma vez que você nem sempre olha o exame anterior ou tem a prática ali de né identificar onde seria a região mais né de intensidade para essa radiação hoje tem um arcabouço muito mais tecnológico para melhorar essa condição isso não aconteceu no Raio X né ficou muito tempo na dependência que o processamento químico era um problema quando instalou os equipamentos que tinham teve uma um ganho né de olha atividade funciona funciona mais ou menos não é
para todas as técnicas mas para os padrões de tórax tal isso funciona bem mas coluna dependendo ali da grade da combinação do filme da velocidade ainda tinha muita dificuldade né mas quando chega o seu híbrido dessa situação Aí complica tudo e aí o que a gente vê é que aí não funciona muito bem então não usa e voltamos Talvez para a idade da pedra no Raio X né do vamos adequara até que enfim ali no painel escolhendo o padrão ali ainda tu tem que ter uma rotina de protocolo né porque às vezes o paciente se
mexe ainda e o paciente da dificuldade posicionamento aí tu vai lá contar milho ali grãozinho pra colocar vê eu perdi a posição volta lá né sendo que tu tendo uma técnica automatizada né com controle automático ó que eu trouxe um exemplo para mostrar para vocês é isso aqui é um exame de articulação moral né posicionamento correto né aqui tá as três posições dos três vai ser ligado Então nas maiores densidades da estrutura do quadril aqui né MS correto 25 né posição incorreta foi lá em 37 o que que é isso no sistema analógico isso aqui
a imagem fica preta exatamente sistemas digitais corrigem evidentemente que a gente não vai ser em consequente em trabalhar com posicionamento correto porque o sistema digital corrige mas era isso que né inabilitava ou dificultava os sistemas analógicos né quando a gente vê que isso hoje é extremamente aplicável onde eu atuo né Eu sou prestador de serviço então eu tenho diferentes caridades e eu tenho clínicas que desempenham dois mil exames mesmo uma máquina de raio x né utilizando o controle automático de posição trabalhando lá fazendo seu tórax com 115 vezes e pessoas com mesmo sistema só que
com não utilizando esse aqui está disponível e que passa muita dificuldade para conseguir essa vontade de bater uma tabela que aí vem toda essa questão de ter uma longa tabela de posição para todos os procedimentos p m g sem contar onde tu pega uma equipe técnica lá de 40 profissionais que não seguem a tabela de posição e não adianta ter uma tabela né Marcelo e não ter alguém supervisionando o uso da tabela Então nesse sentido o dispositivo automático posição ele resolve resolve padroniza a instituição né E aí eu trago também a questão da limitação de
dose ou nível de referência de dose para a realização desarmamento tem na Isso já é não é novo isso é da portaria 453 ainda que tinha lá né as principais né a maior dos mais Radio sensíveis né Então tinha lá a gente faz uma entrevista lá com o técnico para pegar a técnica manual ou então a gente determina lá com a EC né com os acrílicos a referência que a gente usa é a calibração que o fabricante faz Aff pro desempenho então lá como você não tá funcionando legal calibra isso é né tu tem condição
Ah eu quero um pouquinho mais de dose tá tá muito alta dose né então a questão é não tá pau o problema né se existe um problema no uso do e.c é muito tranquilo de resolver o uso né e o desempenho de sala é outro completamente diferente né e é importante assim a gente distinguir né que tanto na mamografia né Fernanda a gente tem sim a opção de desabilitar o AEC porque a gente tem Exposições como por exemplo a magnificação que a gente vai fazendo uma no manual a gente tem numa mamografia Exposições com prótese
que eu também não posso fazer uso do AEC porque né o silicone não tá dentro desse cálculo né da densidade mas todas as outras Exposições vai ser é essencial e no Raio X também todo o comando de equipamento vai eu vou poder desabilitar o EC porque eu tenho um exame fora do book tem um exame de mão de pé né onde eu não faço uso da grade na por isso eu tiro do book né E aí já aproveito para dar mais uma uma palhinha aqui que assim a grade né quando que eu uso o grade
ou quando não uso a grade ela é necessária quando a gente tem uma espessura né acima de 10 alguns livros fala em 13 cm né não vão brigar nesse sentido e tal muito baixo né e fica com ele demais muito superior Então eu fico com 10 e aí nessa exposição quando eu tiro a grade dessa exposição e eu tiro ela porque senão ela vai interferir na qualidade da imagem porque a espessura muito pequena aí eu tenho que desacionar o controle automático de posição porque senão eu tô fazendo a exposição na ponta da mesa com a
placa em cima e o equipamento tá esperando a dose né Mas isso não significa que nas outras Exposições todas desabilitar o Esse é o uso incorreto do equipamento e aí eu vou já entrar aí no nosso próximo tema que assim e isso foi uma experiência que eu passei a ter aqui com a experiência da crônica que a gente acaba tendo uma noção maior aí do território nacional né e eu fiquei muito impressionado com o feetback de vários técnicos de Radiologia né batendo o pé com a gente que não gostavam de usar o AEC que o
IC não era importante enfim E no fim das contas eu acabei achando recentemente um argumento porque daí os applications aqui sofrem com isso a gente envia uma segunda aplicação para o cliente né porque eles ficam expostos a essa discussão técnica né eu não gosto eu uso eu não uso e aí um argumento que eu achei para ajudar os apps aqui da CONE que é o seguinte Se vocês forem olhar o bom Tracker que é a principal bibliografia né de técnicas radiológica melhores práticas né até grande pelo menos a melhor biografia do mundo ocidental né porque
lá na Rússia e na China a gente não sabe o que que eles usam tá mas aqui para nossa prática o bom traga até a sétima Edição ele trazia as tabelas de Exposição com kv e MS e a partir da oitava da oitava edição vocês podem procurar e elas vocês vão ver que o bom traga já traz só o kv e o desenhinho de quais as câmeras de ionização são utilizadas né então é um argumento bem forte para quem tem para quem tá lá na operação do equipamento que gente né Já nem os livros mais
usam tabela de posição você tem que fazer uso do Up do AEC mas eu vou aproveitar para avançar um pouquinho nisso que eu acho que que tem aí um valor em a gente explicar para quem compra o equipamento e também botar um pouco nessa responsabilidade né Fernanda o RT do serviço porque assim não adianta nós físicos chegar lá e apontar no nosso relatório cara não tem o equipamento isso não vai fazer o equipamento dela é uma condição de não operação e também não é papel do Físico ficar parando todos os equipamentos de raio-x do mercado
por conta disso mas aquele RT aquele responsável técnico em serviço aquele médico né que é responsável pela radiologia é papel dele sim entender que quando ele coloca né uma placa Dr ou uma leitora CR no serviço dele ele tem que se atentar a esses dispositivos que vão ajudar ele ok eu ainda vou continuar mais dois anos com esse raio x aqui velho mas ok mas quando o senhor trocar de equipamento Então o senhor por favor faça isso acontecer né lá na ponta então trazer um pouco aliás é o que a RDC 611 faz com muita
prioridade né na atualidade é justamente colocar responsabilidade no serviço inteiro né não são só os testes lá da n90 ou da n92 que vão determinar a qualidade né porque quando a gente vai né Marcelo e Fernanda fazer um teste de controle de qualidade a gente faz um recorte né do estado do equipamento a gente não fica lá dia a dia acompanha que está sendo feito né e a RDC 611 ela coloca no colo responsável técnico e se monitoramento das melhores práticas Enfim então dizer para quem vai comprar e os equipamentos aí no futuro próximo né
que se atente a esta situação ou seja que compare os diferentes fornecedores diferentes propostas que chegam na sua mesa e verifique se todas elas têm controle automático exposição e o dap né para fazer o uso dos anteparos digitais né sexto concorda com isso Marcelo [Música] triste é que mesmo as pessoas que compram hoje né não se dispõe a utilizar né o controle automático exposição então sinceramente os valores são os olhos perto do desempenho que a máquina tem a mais produtividade a gente sabe que a Radiologia pede desempenho né a gente não pode ser o tópico
de também querer fazer o melhor sistema tendo não tendo produtividade né ele ajuda muito na produtividade antes ele era um diferencial né antes sim a gente poderia chamar de um acessório antes da tecnologia digital né hoje ele é uma necessidade Hoje ele é uma realidade né eu tenho uma outra amostragem ainda que é com o sistema CRS né o pessoal não consegue implantar o controle de posição super utiliza as placas né aí ah não tá ficando bom a imagem tá usando aí você tira e desliga o manual mas não vai ser o problema é que
a tua placa tá muito velha a sensibilidade caiu e tal então salsatura né e embora a gente tenha um teste de homogeneidade da placa mas a gente acaba percebendo muito né Marcelo assim o teste de kv de MMA continua tendo reprodutividade que tinha no ano anterior mas eu preciso dar mais dose para conseguir aquela mesma qualidade da imagem claro né então uma coisa que a gente não consegue ainda mensurar o quão a gente tá não vendo vamos falar assim a degradação das placas pelo uso de técnicas incorretas e pela saturação de dose de radiação primária
mas enquanto o quanto a gente está perdendo né nesse sistema que deveria ser o otimizado de qualidade por estar irradiando as placas desnecessariamente E assim a placa desgasta mais e o tubo mais caro de todos né Então essa repetição né essa perda de qualidade que às vezes a repetição pode retornar daqui a 10 dias quando o Clínico lá recebe o exame que acaba não sendo definitivo né porque aquela história né gente se a imagem não tiver boa para o radiologista ele vai dar o laudo da condição que aquela imagem permite ele dá o laudo agora
o Clínico que solicitou aquele exame ele sabe que o paciente tem alguma coisa ele precisa de um laudo indicando Qual é essa patologia Qual é essa doença né que tá ali na imagem esse raio-x não resolveu vamos pedir outro né Então essa repetição às vezes ela não é naquele mesmo exame naquele mesmo momento naquele dia mas ela vai acabar acontecendo né E aí vamos ter um insumo tá para acontecer agora vamos lá vamos para outro lado vamos para o lado do Caprichoso O cara que tem um ACC utiliza o AEC como é que a gente
trabalha aí né peguei dois exemplos aqui ó de dose correta né e dose baixa ok O que que a gente faz para calibrar quem trabalha com indicador de exposição a gente tem o d.i o e.i US né a gente calibra indicadores de posição de acordo com aquela espessura de acrílico que o di Ele sempre vai cair no valor correto né que a gente vai ter sempre aquele tem alguns sistemas de sinaleira verde vermelho amarelo e vermelho né então ou seja pro técnico é Uma tranquilidade de trabalhar correta porque a dose Baixa ela é um indicador
vai dar uma referência de granulação e a dose alta ele vai dar uma saturação que vai começar a perder borda bem grande acertar essa janela eu consigo fazer um joelho com 60 cabeças e 20 ml vezes 80 reais vai ficar boa tu vai ter no máximo Talvez uma queima de borda de pele que a saturação do detector né então mas acho acho que tem que cuidar também essa comparativo né o indicador de posição ele é um descritor ali né um indicador de referência de qualidade de imagem né ele tá associado com o filtro de imagem
também o da P que é um outro requisito do raio-x digital ele é um sistema que tá na saída do colimador né que ele chama de produto dosear justamente porque se tu variar quando uma ação que é um problema grande da radiologia né pessoal Esqueceu que tem que colimar né eu percebi inclusive os sistemas digitais são mais sensíveis a radiação espalhada do que o filme era né então tu tem que trabalhar mais qualidade sugerir que arranca Os botão animador né Vamos trabalhar com animação automática que nem na mão vai botar uma lombar ela vai fechar
em 10 lá e pronto não tem mais então provavelmente no obeso né que vai lá com barrigão lá o pessoal só dá um filhinha lá da iluminação acho que vai cortar né não não tu sabe que lá como é que eu digo sempre o osso não engorda entendeu [Risadas] ele vai fazer essa relação para a gente né ele vai dar com relação a colimação que tu tá usando e a técnica de utilizou aí a gente tem uma referência realmente né mais aproximada do que a gente está utilizando de dose né no exame então esses dois
requisitos eu acho que estão muito bem colocados dentro da Irecê eles são fundamentais eles trazem melhoria é um passo que a norma já deu que data que ano que a norma lembra da CCC é a última edição em 2016 Tá mas mas o ae seja tarde demais tempo né mas a gente tem aí uma uma tecnologia disponível ela é de baixo custo a gente pode falar do do montante do medicamento digital e não é mais um acessório aqui na na cônica né Não é para falar do produto assim em cima mas é uma empresa japonesa
tem um compliance muito né com um olhar muito muito grande nesse assunto e aqui não adianta a gente o comercial pode tentar né solicitar para que a gente entregue sem mas a empresa nunca vai deixar então o produto tem registro com dois AEC Vão dois aí sendo o produto né E aí talvez uma uma dica de ouro que dessa nossa conversa é justamente dizer para quem tá lá fazendo termos de referência né no seu hospital lá que vai botar um pregão na rua né É que assim não precisa descrever o dap e o ae esse
no termo de referência se você está comprando um raio x digital o fornecedor que vencer esse esse pregão ele tem que lhe entregar com o dap com a EC né todo mundo tem né Marcelo todo mundo tem todo tecnologia como eu já mostrei antiga né evoluiu também sensível e tal mas precisa mas todo mundo tem como entregar isso né então a questão é eu acho que a gente atentar né e a gente aqui como tá na na na linha de frente aí da da qualidade da segurança radiológica né A gente achou o tema super interessante
e eu lembro mais uma vez a nossa proteção radiológica começa na análise inicial no Raio X simples né hoje com a normativa existe uma questão da gerência de risco existe a questão da de você ter os níveis de dose de referência né existe não só o padrão de qualidade se o detector responde na eficiência na resolução ou na enfermidade mas existem processos que envolvem que esses dois essas duas condições elas estão totalmente fundamentadas né então como você vai fazer uma gerência de risco seja ela para o paciente operacional se você não sabe quanto é o
teu target ali de processo quanto que você usa né se você quiser fazer uma gerência de uso do teu tubo de raio x né quanto a questão de medir os dapps influencia ou não né então você tem aliado não só questões de qualidade de processo do controle de qualidade mas a questões que podem auxiliar a gestão né da garantia de qualidade ou do risco ou do bom uso da tecnologia que esse sensores né eles podem ter seus indicadores podem ajudar nesses processos né eu vou voltar de novo no tema da RDC 6008 Porque afinal a
bfm Gastou muito tempo também né Marcelo discutindo e sugerindo né a RDC 611 ela não foi feita por uma ou duas entidades foi uma diretoria colegiada CBR todo mundo desenvolveu e ela também traz lá agora um tópico separado sempre teve o treinamento de rádio proteção desde 1998 na portaria mas a RDC 611 ela é inovou trazendo um tópico que ela chama de educação continuada né então é muito importante Quem tá lá na linha de frente aí até eu vou usar aqui o supervisor técnico né que também a RDC traz isso com muita clareza né que
o supervisor técnico agora em vez dele ter um olhar pra tabela à disposição que ele tem um olhar para um treinamento sobre Quais as câmeras do AEC a equipe dele tem que usar e vou citar de novo a literatura aí da oitava edição do bom traga todas elas lá dentro assim como toda a tecnologia vai ter um período de adaptação uma curva de aprendizado que a gente diz né então ou seja vai ter dificuldade Inicial mas como toda nova tecnologia sempre tem uma barreira né ser humano é assim ele tá numa região de conforto isso
mesmo então tu sai da região tirada desconforto mas aqui olha a gente vai implantar esse sistema em dois três meses e tu vai ter segurança por anos de atuação e desempenho né então e assim a gente tem sido muito a atuação da BM foi muito grande na revisão das normas né evidentemente que nem tudo que está no que foi publicado nós estamos de acordo ou consegue resolver tudo existe também a gente entender um pouco do que que é legislar no país um período de implantação e evolução né então tu não pode sair do nada não
tinha controle em digital e aí do período tu vai né evoluir para uma Instância que ninguém consegue atender vai dar um impacto no sistema de saúde o inimigo do bom né exatamente E aí a gente acaba por vezes não acabando não implantando uma Norma né então a física médica tem sido buscada para implantar e descer e a gente não se dá conta que as pessoas não olham paralisação Mas é uma legislação claro que a gente vê e nosso sistema público é investindo que são Nossa grande demanda de exames é onde a gente precisa de desempenho
né E aí onde veio agora contesta isso né então isso é fundamental para a gente evoluir aí em qualidade é que a gente comece a atender né uma enorme existente válida e que todo mundo deve seguir né e o investimento em treinamento né em educação continuada ele é muito baixo né dá trabalho no sentido de ter que reunir de ter que executar aquilo mais em termos financeiros ele é muito pequeno na verdade né diferentes formas né tanto que é um item da RDC mesmo que é o treinamento em equipamento então assim existem situações ele formas
de fazer então acho que hoje falar que é difícil é meio relevante né é meio desconfia né ah não tem todo mundo disponível mas eu acho que hoje tem diferentes formas de isso acontecer E aí cabe todo mundo que tá envolvido né ter a criatividade de fazer isso ser real né lembra que a gente fazia hoje a gente fala em garantia da qualidade não é controle gente ó a gente não fala não é só fazer teste em máquina eu nem te falo em garantia da qualidade a gente tá olhando é para a qualidade da imagem
que vai para lá ó né O que que a gente fazia antes de não garantia de qualidade contava rejeito imagem repetida lá os filme aquele bolo de filme que que a gente faz hoje em digital a gente faz porque caiu muito a repetição de exame né Caiu absurdamente e com a se cai mais ainda fica quase insignificante aí o que que a gente tem tempo pra fazer pra fazer garantia nós vamos olhar as imagens aprovada as que foram laudadas exatos ó lá o doce imagem mas o trabeculado ósseo não ficou legal né a faixa de
gavetada nesse padrão de exame não tá esse posicionamento tá legal chama o técnico ah lá que o olho não tá fazendo Y legal lá do ombro então a gente consegue fazer melhoramentos porque tira essa variação de técnica que isso a gente já superou né não tem mais porque discutir isso né bom vamos caminhando para o final aqui então eu ainda gostaria de fazer mais um fechamento com vocês né que é assim então a gente pode dizer hoje que todos aqueles hospitais e upas que recentemente compraram né equipamentos digitais e que não receberam a esse lá
na ponta podem em tempo hábil ainda solicitar entrega deles em para os seus né as suas entregas que estão vindo por normas É claro é que nem a RDC ela faz afirmações como diz o próprio físico da Anvisa né que que as normas podem né Elas podem permitir proibir e obrigado perfeito ela não sugere nada não ela não é opção Sim ela permite obriga que tu tenha então a norma é então ou seja cabe né a gente e é a gente tem isso ainda institucionalizado no Brasil né a norma não pegou esse item da Norma
não dá para aplicar gente tudo isso dá para aplicar né Essa aqui é mais fácil assim e tem esse artigo aqui vai dar né então nós estamos discutindo o uso de EPI em paciente nós vamos usar né a norma tá pedindo é nós estamos lá agora na sala física discutindo como é que a gente vai fazer isso né nunca foi feito o bom traga também tá lá Tá lá um produtor ele tira para fazer caixa de tora E aí tá na Norma agora vamos aplicar né então não é a gente tapar né para baixo porque
ah por uma facilitação de valor ou recurso entenda que parlamentar que veio que não cabe o recurso pô não então vamos buscar o recurso para trazer uma máquina completa bom gente queria agradecer muito aí Marcel Fernanda a b FM também né Por tá aí disponível para a gente conseguir fazer esse divulgação de conteúdo aqui a cônica tá aberta e vai continuar fazendo eventos desse tipo né porque assim como a RDC traz aí a educação continuada a gente como fornecedor também quer entrar nessa nessa linha aí de melhorar lá na ponta né a qualidade da imagem
que o benefício disso é do paciente né Nós da física médica somos área de apoio né Marcelo a oportunidade aqui é interessante tanto para discutir a tecnologia como para ver a forma de atuação da física médica né o pessoal tem essa cultura do teste né do levantamento radiométrico eu acho que aqui nessa conversa rápida que a gente teve aqui deu para ver o quanto a gente o apoio né que a gente consegue dar mostrar na implantação disso né isso isso é um passo dentro de um programa de um setor de um serviço né que só
traz otimização então assim ó são vivências pessoais Nossa aqui né mas eu também estou representando a instituição e os nossos físicos que atuam no rádio diagnóstico aí e agradecer a oportunidade aí dá uma disposição aí quando eu precisar fundamental né integração entre empresas físicos clientes mas no sentido de desenvolver e mostrar o que a tecnologia tem a favor né se tem um investimento sobre isso Brasileiro né o Xperia no bom uso né Muito obrigado tá maravilhosa a conversa valeu