e aí pessoal beleza pura com todos vocês esse é mais um vídeo de lousa na qual aparece a lousa de fato nós iremos usar novamente a nossa loja virtual que é o nosso queridíssimo em powerpoint e nesse vídeo eu vou explicar para vocês um pouquinho sobre o lúpus eritematoso sistêmico que nada mais é do que uma doença auto-imune responsável por desencadear quadros pró inflamatórios muito intenso para quem não sabe o lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune caracterizada pela criação de anticorpos contra estruturas de cromatina que ficam dispersas na nossa circulação través do mecanismo de
regulatório que acontece no nosso organismo das nossas células t nós passamos aí ativado em fotos b para produzir anticorpos contra a cromatina de células que se degeneram e expulso esta cromatina para a circulação isso pode ser um problema a agravante aí para a vida do indivíduo que possui a doença lúpus eritematoso sistêmico eu vou utilizar uma revisão que foi publicada na noite pra mostrar pra vocês aí como funciona o mecanismo de desenvolvimento do lúpus eritematoso sistêmico que qual a relação dele com o sistema complementa vamos dar uma olhadinha com pessoal vamos dar uma olhadinha que
então nessa figura e foi uma figura publicado um artigo muito interessante da noite reviews immunology para quem quiser estou deixando o link aqui no descritivo do vídeo pra vocês baixar esse artigo é um artigo muito interessante ele traz bastante informação e essa figura ela mostra com clareza de como se discorre o processo da patologia lúpus eritematoso sistêmico no desenvolvimento de uma inflamação crônica tecidual qualquer então como eu falei pra vocês a doença lúpus eritematoso sistêmico é uma doença caracterizada pela produção de anticorpos e g contra o dna ou dna e novella do confrade momentos de
stone que a partir disso vai ocorrer vários eventos que vai desencadear um processo próprio fla matéria em vários tudo porque é um evento sistema essa figura ilustra muito bem isso daqui a gente pode começar falando aqui dos corpos apoteóticos que que é apoteose é a morte celular programada na qual a célula e começa a digerir todos os seus conteúdos intracelulares né de maneira coordenada para que não extravase nada do que está no espaço entre o celular para o espaço extracelular tanta começa a single fã de como se fosse implodindo aos poucos e formando pequenos corpos
nela vai se vai se comendo por dentro e mais formando pequenos fragmentos dessas células que foram digeridas nós chamamos de corpos apoptóticos é e esses corpos apoptóticos eles podem de fato cai na circulação mas algumas células vão gostar das catorze corpos apoptóticos de gerem ele terminou de fazer a digestão e fica por isso mesmo numa condição de doença é do lúpus eritematoso sistêmico a queda de corpos apoptóticos na circulação passa a ser reconhecido por uma e gm auto/re ativa que fica ancorado aqui na célula b nos linfócitos b que é como se fosse aqui um
receptor de célula b se você assistir algumas aulas de música a gente vê que o receptor de célula b quando o anticorpo a grudado na membrana maneira é secretado ele passa a ser um anticorpo somente bom por alguma razão né esse gene alto reativo começa a reconhecer esses corpos apoptóticos esse internalizado pela célula b a partir do momento que ele internalizados em foto de começam a processar-se antígeno aqui associei o mhc de classe 2 está analisada para ser reconhecido pelas células t auxiliares o tse reconhecesse antígeno que complexado mhc de classe 2 mas secretar algumas
se torcidas pra ativar os impostos depois se transformar em duas mostras e começarem secretário um outro de cor que é o igf-1 reconhecer estes corpos apoptóticos certo porque vai ter o dna que vai ter fragmentos de stone o nhc que conheceu aqui uma seqüência a pequena das histonas né que ficam complexados condene aqui só que a célula b já está produzindo se dirigir é pra ele poder cair na circulação e combater esses corpos apoptóticos aqui que ele considera ser um corpo estranho entre aspas bom o ibge vai começar a ser produzido e vai começar a
se ligar com esses corpos apoptóticos né a questão na circulação lembre-se sempre esses corpos apoptose ele se liga são os corpos apoptóticos que contém fragmentos de dna ou o dna complexado com a história então é só dna isolado ou dna complexado com a história ele começa a se ligar com isso aqui e conforme ele vai se ligando né os vigias eles vão se associando você pode observar que a naná partes e aqui nós temos alguns e jesus associados e com eles se associam junto com o antígeno ligado a eles e só um complexo e mule
informação de complexos e burns ativam o sistema complemento então você vê que o seu ele vai se ligar aqui na porção fc do anticorpo e vai ativar outros fatores o complemento que é o c2 e c4 vai produzir c2b o c4 b quando se é um time gaúcho com setores desse 4b isso daqui é uma enzima chamada de ser 3 comportados que vai ativar o c3 c3 c3 a7 ativando c3 b se você tiver muito complexos imune concentrado em um determinado tecido a ativação maciça do c3 ver vai começar a estimular os neutrófilos a secretária
em várias situações nas próximas horas naquele ter sido aqui que vai acontecer vai acontecer uma reação pró-inflamatórias tecidual que vai lesionar aquele tecido aqui por exemplo nós temos o rio mas pode acontecer em qualquer lugar aonde se acumular o complexo de munique por exemplo se isso aqui se acumular nas articulações devido vai ter uma inflamação na articulação só que sem acumular na pele o indivíduo vai ter aqueles ele temas né vermelhidão na pele por decorrência de um processo inflamatório e quanto mais se acumula esses complexos muniz maior será o processo inflamatório no tecido isso pode
acontecer no corpo inteiro no caso do lúpus ele tem um ator sistema já no caso do lúpus discóide isso geralmente só acontece na pele é uma coisa superficial e não sabe muito bem como eu disse porque que esse gm ele tem uma característica ao criativo doenças autoimunes de um modo geral é muito difícil se prevê a etnologia né como é que ela surge mas com o advento sair da ciência cada vez mais está vendo que estudos em animais é que são deficientes por uma enzima chamada de n a z 1 mas são muito mais suscetíveis
a desenvolver lúpus eritematoso sistêmico que animais que não possui deficiência da enzima o que eles alegam é que as enzimas ela participa no processo por totti para degradar com bastante eficiência a cromatina então detonar ao dna e não deixar nenhum fragmento grande sucesso para ser reconhecido por uma higiene então isso daí provavelmente na indivíduos que venham a ter é deficiência da enzima possam se desenvolver a doença lúpus eritematoso sistêmico e tem também outros problemas relacionados com o próprio ecossistema complemento algumas deficiências e um mac ativa cada vez mais cedo e c4 também são indivíduos que
têm mais suscetibilidade em desenvolver lúpus eritematoso sistêmico uma ativação desregulada aqui essa célula bené por reforços texto alternativo também indivíduos podem ter mais probabilidade desenvolver lúpus eritematoso sistêmico de indivíduos que não possuem salas tempo cativo né então são várias hipóteses que estão surgindo aí pra poder explicar como o lúpus eritematoso sistêmico se desenvolve beleza que é e só ficou fácil agora é bom se vocês gostaram não esquece de dar o seu joguinho de compartilhar esse vídeo porque isso ajuda muito na divulgação do nosso material e se você está assistindo e não é escrito no nosso
canal clique aqui o no botão se inscrever além disso não esquece de participar do grupo da página da escola de ciências da vida e no facebook e participar do canal no youtube e da página dos nossos queridos parceiros professor ruy barbosa o diego barros lado medicina resumida e o camarote do canal de biociências como sempre todas as informações estão por exemplo aqui no descritivo deste vídeo beleza pessoal então é só é forte abraço a todos fiquem com deus e até os nossos vídeos se deus quiser