Olá gente Peregrina gente membrosina gente tudinho a Bíblia toda verso verso Gênesis 11:7 vamos ver o que ia ver fará com aquele pessoal que pretende construir uma cidade e uma Mig Down uma torre que chegue até os céus Vamos descer e confundir lá a língua deles para que Não ouça um homem a língua do companheiro dele muito bem uma série de observações interessantes aí primeiro se você assistir aos versos anteriores gravados nos vídeos anteriores e a velha já havia descido isso diz que ia agradecer foi lá e foi olhar o que é que aquele povo
estava fazendo aí o texto Fala de novo descemos é uma questão interessante esse plural porque lá em Gênesis 1 também há um plural façamos o homem e os triniterianos enxergam ali o Delírio e A Miragem da Trindade e uma ou outra pessoa pretende insistir sem domínio nenhum da conjugação dos verbos no capítulo para táxi de um texto politeísta e outros Deuses fazem ali o homem na verdade não é um cortativo do ponto de vista do Imaginário da narrativa é ele rindo dando ordem aos seus funcionários porque o rei não bota a mão na massa nunca
ele dá ordens para que as coisas sejam feitas por exemplo no ciclo de Baal mitos de ugarit Paulo da ordens a cotar vacazes o seu ferreiro para que cotar vacazes construa o Palácio de Baal não vai botar a mão numa única pedra no único lingote de cobre Ele delega essa modalidade discursiva está presente em Gênesis 1 elohimus soberano decide fazer determinada coisa da ordem para que a coisa Seja feita e ali naquele momento ele inclui todo o seu Staff na criação do rei porque Adão Engenho é o rei Na minha opinião obviamente Aqui nós temos
um plural e esse plural envolve tanto e a fé quanto aqueles que ele submete a essa operação de confundir as línguas das pessoas que estão envolvidas na construção da cidade e da Torre Alguém poderia tratar-se de um texto politeísta poderia em tese e a véia poderia estar conversando os demais deuses do céu judaico Panteão de Deuses judaicos em tese seria possível para essa operação o problema dessa interpretação é que na minha avaliação é muito difícil se eu não disser impossível defender uma origem pré-esílica para esse texto o contato dos judeus com a Babilônia se dá
no período exílico pois exílico e nesse momento ainda não está desenvolvido Império algum toda essa narrativa pressupõe um conhecimento se não de primeira mão um conhecimento direto no mínimo um conhecimento detalhado de segunda mão sobre como funcionam as coisas na Mesopotâmia mas pressupõe também a organização Imperial de modo que considero se não impossível tem o ímpeto de dizer impossível muito muito muito muito muito difícil defender uma origem impresílica para esse texto e no pós exílio não há Panteão de Deuses em Jerusalém mais tarde Será identificado ainda um potencial Panteão de deuses numa Comunidade Judaica lá
na ilha de elefantina no Egito o que para mim é uma prova de que o judaísmo sempre foi politeísta apenas o Templo de Jerusalém que inventa essa ideia torta troncha e tola de monolatria mas a monolatria foi instalada e instalada monolatria não me parece incrível que um Escriba vai vincular e a velha um Panteão de Deus na historinha falsa que ele está inventando então a gente precisa considerar que esse plural aí confundamos a língua deles tem a mesma função lá de Gênesis 1 é o soberano estabelecendo ordens para o seu estágio os seus funcionários Os
seres celestes assim como na terra seja o rei seja o sumo sacerdote tem o seu Staff seu conjunto de operadores das coisas eles imaginam no céu assim você tem e a fé o soberano e os seus operadores das coisas os melahemos os demais e no rim no sentido de ser e celestes a serviço da Vontade Divina como Rua por exemplo Então para mim esse texto é um texto monolétrico a formulação verbal se dá pelo corrtativo em que na sua fala você subsume todas as pessoas que estão ouvindo façamos quando você não representa a voz de
todo mundo então é um desejo né o cortativo é a expressão de um desejo de uma ordem aí é uma ordem não é um desejo o texto também é muito curioso do ponto de vista do idiomatismo hebraico porque o hebraico é uma língua muito pobre muito pobre e aí está o verbo chamar chamar não é o verbo entender é o verbo ouvir mas vejam que literalmente o que está dito é que embaralhando e a velha e o seu estado a língua deles do pessoal envolvido na operação de construção da cidade e da Torre eles não
seriam mais capazes de ouvir a voz do seu companheiro óbvio que quando o judeu ouviu essa declaração ele entende que não se trata de não ouvir se trata de não ouvir e não de ouvir mas não entender mas o verbo é o verbo ouvir porque é uma língua muito pobre ao pé da letra O que está dito é que e a Zé falar o seu Staff vamos lá que nós deixamos e confundamos lá a língua deles para que eles não escutem a voz uns dos outros ao pé da letra está para que não Ouçam um
homem a voz do companheiro dele ou seja para que ninguém entenda o que o outro está falando é muito curioso porque se você vai fazer uma interpretação literal não é que nesse texto surgiram as diferentes línguas nesse texto todos os seres humanos se tornaram surdos porque o que está escrito é que não Ouçam um homem a voz do companheiro dele obviamente é apenas um idiomatismo a gente tem que estar atento para isso e nesse momento a gente chega ao núcleo da explicação mitológica e falsa do narrador o narrador precisa resolver um problema os judeus inventam
uma história de origem de todos os povos do império a partir de uma família da tradição Judaica Mas mesmo que se fosse de outra tradição como que de uma família você chega a centenas de povos com línguas diferentes ele precisa de uma explicação mitológica teológica falsa da cabeça dos pés da cabeça a planta dos pés então ele inventa de modo bastante criativo toma as ruínas de Babilônia se não já especificamente as ruínas da própria Babilônia mas ruínas de Babilônia inventa que aquelas ruínas se explicam por ir a ver ter destruído a torre e confundido a
língua das pessoas de modo que hoje Os descendentes daquele povo que tentou Esse empreendimento eventualmente para tomar de assalto os céus são esses homens que hoje estão habitando no império cada um com a sua língua é obviamente uma peça de ficção teológica que pretende dar uma explicação que pretende que o povo acredite como verdadeira assim é a religião as explicações são falsas mas são apresentadas juro por Deus diz o pregador como verdade indiscutível e então o que você acha faz sentido entra na sua cachola essa explicação fica alguma coisa de fora do texto interpretação de
texto não pode ser cobertor curto a interpretação de texto tem que ser aquela coberta lençol cobertor edredom colcha que cobre da cabeça aos pés se a interpretação resolve um pedaço da narrativa mas não explica outro pedaço ela é uma boa candidata a ir para a usina de reciclagem de lixo ela tem que explicar todos os elementos do texto O problema é que lidamos contextos que são muito frequentemente alterados acréscimos de coisas nos textos então às vezes o cobertor está curto porque alguém aumentou um pé no corpo que estava deitado então a exegese tem que nos
dar habilidade para identificar quando o cobertor está curto porque a interpretação é ruim ou quando a interpretação é boa mas está curta porque alguém acrescentou coisas no texto que não estavam no texto quando ele foi escrito logo a interpretação correta do texto não pode explicar o texto inteiro porque alguém acrescentou coisas que não estão na explicação original não é fácil é escolhe o caminho da exegese Escolhe um caminho muito árduo muito difícil e a explicação que eu estou dando é um cobertor curto ou cobre da cabeça aos pés da criatura se você gostou clique no
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