O seu português não é fraquinho. Não é fraquinho isso se você acertar pelo menos sete questões. Mas acertar assim não é chutar, acertar com convicção.
Eu preparei 10 questõezinhas aí. Será que você acerta sete dessas 10? [risadas] Saber que acertou a sete, tem que assistir o vídeo inteiro.
>> Ah, tem que assistir. Claro, claro. Você vai fazer, lógico, né?
>> Vai ter que as e dar um like também, né? Vamos ver. Vamos ver se é bom.
Vamos ver se tá bom. Vamos ver se tá legal. Legal.
O meu nome é Álvaro Ferreira. Eu dou uma aula há mais de 30 anos e neste canal eu ajudo você a gabaritar as questões de língua portuguesa para concurso público. [risadas] Sem mais delongas, vamos lá, hein?
Sete questõezinhas, pelo menos, hein? Primeira questãozinha, se liga. Questãozinha de número um.
Naquela tarde, os sinos da igreja ouviu-se, ouviram-se, ouvir-seá, ó, que bonito, ouvir seá, né? Ou se ouvirão. E agora para o vídeo aí, mete X aí.
Então, ó, ouviu-se naquela tarde os sínos da igreja, ouviram-se naquela tarde os sinos da igreja, ouvir-seá naquela tarde os sinos da igreja? Se ouvirão naquela tarde os sinos da igreja. Sai dessa, meu.
Vamos nessa. Vem cá. Chega aí.
Essa questão é de voz passiva, porque é o seguinte, ó. O que acontece, ó? Os sinus da igreja é o sujeito da oração.
Então, quando você fala aqui, ó, os sinos da igreja naquela tarde, vou pôr aqui, ó. Ó, os sinos da igreja. Os sinos da igreja.
Os da igreja. E agora varão? Os sinos da igreja.
Os sinos da igreja foram foram ouvidos. Ouvidos. Tá vendo?
Isso é uma voz passiva. Ó, os sinos da igreja é o sujeito da oração. Ó, sujeito.
Agora, por que que é voz passiva? Porque o sujeito não fez nada. Ó, verbo ser.
Tá vendo? Ó, verbo ser e verbo no particípio. Particípio de verbo do verbo ouvir é ouvido.
Ah, mas por que que é ouvidos? Aí está no plural. Os sinos foram ouvidos.
Particípio. Muito bem. Tá vendo, ó?
Os sinos da igreja foram ouvidos. E agora? Agora eu fui na letra A.
Letra A não pode, porque ó, o sinos não é plural. Então, ó, não é ouvir o Sim os sinos da igreja. Vem comigo, hein?
Quando você fala os sinos da igreja foram ouvidos, é a mesma coisa que falar, ó, ó, vem cá, ouviram-se, ó, ouviram-se. Que que é esse ser aqui, Álvaro? Que que é esse ser?
Partícula passivadora. Ouviram-se os sinos da igreja? É a mesma coisa que falar que os sinos da igreja foram ouvidos.
Por que que ouviram está no plural? Porque o núcleo do sujeito está no plural. Se fosse o sino da igreja, sim, ouviu-se o sino da igreja, mas aqui são os sinos.
Então, os sinos foram ouvidos, ouviram-se os sinos da igreja. Ah, varã, por que que não é a letra C, man? Exatamente.
Podia ser a letra C se fosse no plural. Ouvir se A, não. Ouvir Seão.
Ah, varô, o que que é ouvir Seão? Os sínos da igreja serão serão ouvidos. Tá vendo?
Não, os sinos da igreja serão ouvidos. Aí sim, ouvir Seão. Aí, por que que é ouvir seão?
Porque essa partícula C, ela tá no meio do verbo, mesóclise. Ah, falou: "Então por que que então se ouvirão, né? Não se começa uma frase com pronome oblíquo.
" Veja, não se começa uma frase com oblíquo. Se ouvirão, não ouvirseão naquela tarde os sinos da igreja, mas nesse caso é passado. Então, os sinos da igreja foram ouvidos?
Ouviram-se os da igreja. Ah, então pera aí, Álvar, o que que eu tenho que estudar? Você tem que estudar essa partícula C aqui, ó.
Tá? Então, ouviram-se os da igreja. Os da igreja foram ouvidos.
Voz passiva. Essa aqui, ó, é a voz passiva sintética com a partícula C. E essa frase que eu pus aqui embaixo para vocês também é uma voz passiva, voz passiva analítica.
Ah, não entendi nada. Os sínos da igreja foram ouvidos? É a mesma coisa que dizer que ouviram-se os sinos da igreja.
Certo, galera? Naquela tarde, Clara, a alternativa correta é letra B. Se você acertou, põe aí.
Acertei a número um, Álvaro. Beleza, você vai falando comigo aí. Quero saber quantas você acertou.
Tem que acertar sete, hein. Questãozinha número dois. Conversei com o professor há poucos minutos.
Daqui a 5 minutos eu te ligo. Vamos lá. Conversei com o professor há poucos minutos.
Ah, a a 5 minutos eu te ligo. Para o vídeo. Faz aí, faz aí, faz aí, faz aí.
Vem cá. Ah, varô. Quando é que eu uso o verbo haver?
Ó, o verbo haver é o seguinte, você vai pôr aqui, ó, verbo haver indicando tempo passado. Então, v aqui, ó. Ó, tempo passado.
Como assim, Álvaro? Ó, quanto que eu uso aqui, ó. Eu eu falei com a pessoa há 10 horas, eu falei com a pessoa há 11 meses, eu falei com a pessoa há um ano, tempo passado.
Agora vem cá, para tempo futuro, você só usa a preposição A. Então fala assim, ó. Ah, tá.
A próxima prova será daqui a do meses. Tempo futuro. Tempo futuro.
Então, ó, a prova será daqui a 2 meses, daqui a 30 dias. Vamos para o abraço. Conversei com o professor, já não conversei, já não é passado.
Então, conversei com o professor há poucos minutos. verbo haver indicando o tempo passado. Ah, mas isso foi há muito tempo.
Ah, mas isso foi há 3 minutos. Isso foi há 10 minutos. Isso foi há 2 meses.
Então, daqui a 5 minutos, só é a preposição, tá? Daqui a 5 minutos eu te ligo. Essa foi fácil, hein?
Essa foi fácil. Então, pera aí, varou. Verbo haver.
Verbo haver. indicando tempo passado. A preposiçãozinha A é para indicar tempo futuro.
Legal, galera. Então, alternativa com é letra TR, letra C. Sem chutar, hein?
Acertou, põe aí. Acertei sem chutar, Álvaro. Quero ver, hein.
Questãozinha de número três. Ninguém sabe porque Pedro brigou conosco, mas sabemos que ele não é um mau colega. Mal.
Ma. Por quê? Por quê?
Por quê? Por quê? Por quê?
Por quê? Por quê? Por que, Álvaro?
Uhum. E agora? Vamos lá.
Por que o porquê? Por que o porquê? Galera, vem cá.
Por separado e por junto. Simples assim, ó. Ávora.
O que que é o porquê separado? O porquê ser parado quer dizer por qual motivo? Ah, mas eu por qual motivo?
Veja por qual motivo. E o porquê junto significa pois simples, ó. Como assim, Álvaro?
Ó, ó. Não fui trabalhar pois estava doente. Não fui trabalhar porque eu estava doente.
Agora eu quero saber por qual motivo Pedro brigou conosco. Tá vendo, ó? por Ah, eu achei que era esse porquê separado, Álvaro.
Eu achei que era só em começo de pergunta. Não, senhor. Então, ó, o porquê separar significa por qual motivo.
Então, ninguém sabe por qual motivo. Por qual motivo? Por qual motivo?
Pois não cabe. Tá vendo, ó? Ah, ninguém sabe, pois Pedro brigou conosco.
Não faz sentido nenhum. Tá vendo, ó? Então, o que que é esse porqu no meio da frase?
Por qual motivo? Muito bem. Agora vamos lá.
Beleza, Álvaro. Então, ninguém sabe porque Pedro brigou conosco. Ninguém sabe por qual motivo Pedro brigou conosco.
Mas sabemos que ele não é um mal com U ou com L. Mal com o mal com L. Álvaro mal com o Vem.
Essa é baba, gente. Vem cá. Se você pegar a palavrinha mal, é o contrário da palavra bem.
Ó que facinho, tá? Ele é bem educado, ele é mal educado. Se você pegar a palavra mal, ó, com com a letra o contrário de mal é bom.
Então vem cá. Sabemos que ele é um bem colega ou bom colega? Bom ou bem colega?
Ele não é um mau colega, ele é um bem colega. Não, ele é um bom colega. Ou seja, galera, que mal é esse aqui, ó?
Mal com a letra U. Se liga na parada, hein, cara. Bobeirinha, né?
Acertou sem chutar. Acertou sem chutar. Põe aí até escreve aí.
Escreve aí, ó. Mal com L e mal com U. Fala, escreve para mim a diferença aí.
Porque você escrevendo é bom para você mesmo, tá? Você aprende isso aí. E o por separado, Álvaro?
Porque separado equivale por qual motivo? Até em começo de pergunta, no meio de frase. Legal.
Letra B de bola e pau. Vai anotando seus pontos aí. Você precisa de sete pontos, hein?
Questãozinha de número quatro. Questãozinha de número quatro. Se você propor um acordo, ela aceitará imediatamente.
Se você propõe um acordo, ela aceitará imediatamente. Se você propuser um acordo, ela aceitará imediatamente. Se você propôs o acordo, ela aceitará imediatamente.
É, mas varou. Todas estão certas, mano. Ã ã ã.
Então, todas estão certas. Os cambal. Todas são certas.
É os cambal. Ah, mas Álvaro, se se eu falar, se eu usar a letra B, ah, se você propõe um acordo, ela aceitará. Dá para entender, não?
Dá para entender, claro. Na fala, beleza. Ah, Vô, se você propor um acord, se você propor, é um soco na sua cara, hein?
Propor é o nome do verbo, tá? Ah, se você propôs no passado, ela aceitará. Vem cá, gente.
Quando você fala aqui, ó, ela aceitará, se liga na parada. Isso aqui é um futuro do presente. Se liga.
O verbo no futuro do presente é aqui que vai dizer, tá? Futuro do presente. Então assim, ela aceitará, falará, jogará.
É o futuro do presente. Se eu tenho aqui um futuro do presente, esse verbo aqui tem que estar no futuro do pretérito. Sabia?
Outor, do pretérito, não. Futuro do subjuntivo. Futuro do subjuntivo.
E aí o futuro subjuntivo é o seguinte: se você puser, se você propuser, se você impuser, verbo impor, se você impuser um acordo, ela aceitará. Ah, o verbo é p. Se você puser um acordo, ela aceitará.
Então, o verbo é propor se você propuser. Por que propuser? Porque o futuro do subjuntivo, isso aqui, ó, vai vend, tá?
Se você propuser, pode ser que você propõe ou não, se você propuser, ela aceitará. Como é que chama isso aí, Álvaro? Dois verbos que combinam correlação verbal.
Então, se você propuser um acordo, ela aceitará. Ah, o valor p não é a letra B, não. Se você propõe, ela aceitará?
Não. Se você propõe, ela aceita. é diferente.
Se você propõe, ela aceita. Ah, e se você propôs? Se você props, ela deve ter aceitado.
Mas aí é outro, são outros 500. Futuro do subjuntivo combina com o futuro do presente. Alternativa correta é letra C.
Ai, Álvaro, eu fui porque me suou melhor. Ã ãã ã ã. Tem explicação, hein, galera?
Correlação verbal. Número quatro, letra C e pau. Tudo bem?
A questãozinha número cinco. Estas são as propostas as quais nós mais gostamos? Ah, essas são as propostas que nós mais gostamos.
Essas são as propostas de que nós mais gostamos, as quais mais. E agora, galera? E agora?
Mete o xizão aí. Ah, falei, eu iria no quar assim, né? Não, a gente tem que falar assim.
Essas essas são as propostas que nós mais gostamos. Chega aí, galera. Vamos lá.
Pega esse verbo aqui, ó. Gostamos. Quem gosta gosta de Isso quer dizer que o D tem que estar na frase.
Então aqui, ó, porque nós nós mais nós gostamos das propostas, isso é regência. Então aqui teria que ser um. O D tem que estar na frase, ó.
Então essas são as propostas de que mais gostamos. Ou poderia ser também essas são as propostas das quais mais gostamos. Certo?
Porque o deq é do qual, da qual, dos quais, das quais. Não é a A. Ah, eu achei que era a B.
Não é a B, coisa nenhuma. Você já se ligou. Então, essas são as propostas de que nós mais gostamos ou essas são as propostas das quais nós mais gostamos?
Muito bem. Se ao invés de gostamos aqui, vamos lá. Já, já acertou, já errou, beleza.
Mas vamos lá. Se for assim, essas são as propostas, nós mais concordamos, tá? Vem cá.
Concordamos. Concordamos. Se ao invés de gostamos é concordamos.
Quem concorda concorda com, certo? Quem concorda concorda com. Então, teria que ser essas são as propostas com quê?
Ou com as quais. Ó que lindo, gente. Aí seria essas são as propostas com que nós mais concordamos.
Quem concorda concorda? Essas são as propostas com as quais nós mais concordamos. Legal, né?
Ah, valor e se fosse acreditamos. Acreditamos. Vem cá.
Acreditamos. Estas são as propostas. Nós mais acreditamos.
Quem acredita não acredita em. Então, teria que ser o quê? Essas são as propostas.
em que, ó, tá vendo? Em que nós mais acreditamos ou nas quais nas quais nós mais acreditamos? Mas por que que por que então é letra 100 varô?
De qu? Porque quem gosta quem gosta gosta de alternativa correta é letra C e pau. Põe aí.
Acertei a número cinco sem chutar. Põe aí. Não, sabe o que você vai pôr?
É, eu fui na letra B mesmo, porque a letra B é como a gente fala, sim ou não? Fica esperto, hein? Ah, mas você tem que ficar esperto mesmo no quê?
Academia de português, Prof Álvaro Ferreira. Esse é o meu curso completo, galera. Cursinho, ó, tem um curso de português completo para você.
Eu não sei porque você ainda não olhou lá o link na descrição do vídeo. Dá uma olhada aquele, o curso é vitalícios, você comprou ele agora, você vai ficar com ele para sempre. E eu vou renovando e você continua com o curso lá.
Tem teoria e muitas questões, muitas, mais de 1300, todas elas comentadas em vídeo. Dá uma olhadinha, entra nesse link, ó. Ó, gente, um investimentinho aí, ó, para você passar nas provas, galera.
Você ficar, ó, uá, faixa preta. Muito bem. Questãozinho de número seis.
Tá fazendo as contas até agora? Você acertou quantas? Questãozinha número seis para o vídeo.
Vamos lá. Todos já sabiam resultado, mas não houve surpresa alguma. Ah, eu acho que é essa, né?
Todos já sabiam o resultado, porque não houve surpresa alguma. Todos já sabiam o resultado, embora não houve surpresa alguma. Todos já sabiam o resultado, portanto não houve surpresa alguma.
Meu, e agora, cara? Essa aqui é pai R, hein. Vai, mete X aí, vem comigo.
Todos já sabem o resultado. Não houve surpresa alguma. Não precisa nem da conjunção, ó.
Ó, precisa nem completar. Você fala assim, ó. Ah, todos sabiam, todos já sabiam o resultado.
Não houve surpresa alguma. Todos já sabiam o resultado. Conclusão.
Conclusão. Não houve surpresa alguma. Pera aí.
Não houve surpresa. Certo. Ó, todos já sabiam o resultado.
Conclusão. Conclusão. Tá vendo?
Eu falando conclusão. Todos já sabiam o resultado. Conclusão não surpresa alguma.
Só cabe aí o portanto, porque o portanto é uma conclusão. Mesma que você fala assim, ó. Esse portanto significa a conclusão.
Ó, que que é conclusão, Álvaro? A lógica. Todos já sabiam o resultado.
Lógico. Não houve surpresa alguma. Gente, não pode ser o porquê.
Não tá. Ah, todos já sabem o resultado. Por não houve surpresa.
Ah, todos já sabiam o resultado, mas não houve surpresa. Então essa aqui você vai ter que estudar. Conjunção cai na tua prova.
Então, ó, podia ser todos já sabiam o resultado. Logo, não é surpresa algum. Todos já sabiam o resultado.
Por isso, ó, por isso não houve surpresa alguma. Todos já sabiam o resultado. Então, então não houve surpresa alguma.
Tudo isso é o sinônimo do portanto, ó. Mas aí eu tenho que fazer o quê, Álvaro? Aí você tem que decorar, meu.
Certo? Todos já sabem o resultado. Conclusão, não houve surpresa alguma.
Logo, não houve surpresa alguma. Por isso, não houve surpresa alguma. Então, não houve surpresa alguma.
Portanto, não houve surpresa alguma. Ai, que legal. Posso pôr mais?
Põe mais uma aí para mim, ó. Ponho, ponho assim, ó. Ó, assim, viu, galera?
Se liga. Portanto, logo então assim, por isso, portanto, vou pôr mais uma. Vai, por conseguinte.
Por conseguinte, pode escrever isso aí. Vou pôr uma palavrinha aí, consequentemente, que não é conjunção, tá? consequentemente consequentemente ó con então todos já sabem o resultado consequentemente não sei se vocês perceberam é uma palavra só tá consequentemente.
Legal né? Como é que chama isso aí, Álvaro? Tá vendo essa vírgula, ó?
Orações coordenadas, certo, pessoal? Orações coordenadas. Então, ó, as conjunções coordenativas conclusivas, portanto, logo então assim, por isso, por conseguinte.
E a palavrinha consequentemente também rola aí. Até caberia um e, viu, galera? Mas isso é uma outra aula.
Todos já sabem o resultado e não houve surpresa alguma. Ah, mas esse e não é aditivo aqui não. Mas isso é uma outra aula.
A alternativa correta é letra D de dado e pau. Põe X. Acerta sete aí.
Acerta sete aí. Na frase, todos gostaram da explicação da matéria. Explicação da matéria.
O termo destacado é objeto direto, adjunta adinominal, objeto indireto, complemento nominal. Vai ter que saber isso aí, cara. Isso aí você tem que saber, mano.
Não tem jeito, cara. Vem cá. falou, pega a frase, todos gostaram da explicação, beleza?
Todos é o sujeito, certo? Eu sempre, ah, sujeito por intermédio do verbo, o verbo gostar, quem gostou? Todos, né?
Então, ó, verbo transitivo indireto. Por quê? Porque quem gosta gosta de alguém, quem gosta gosta de alguma coisa.
Então, todos gostaram, ó, da explicação. Objeto indireto. Tá vendo, ó?
Todos gostaram da explicação. Objeto direto é um tapa na tua orelha, seu Ah, objeto indireto. Ah, tem prepos.
Vem cá, galera. Pega a palavra explicação. Se liga.
Tá vendo esse da matéria? Quando você pega o da matéria aqui, ó, quando você fala explicação da matéria, a matéria que explicou ou a matéria que foi explicada? Isso que é legal, você vai ter que saber isso aí.
Então, explicação da matéria quer dizer que a matéria foi explicada. O complemento nominal, que é complemento nominal, tá, galera? O complemento nominal é um termo sempre com preposição e ele está complementando a palavra explicação.
Explicação não é verbo, explicação substantivo. Então fala assim, explicação da matéria é quando a matéria foi explicada. O complemento nominal ele é sempre paciente.
Vai vendo, hein? Aí não entendi. Ó, explicação da matéria.
Da matéria é complemento nominal. Por quê? Porque a matéria foi explicada.
Ah, var. E se fosse explicação do professor, se você puser, ó, vem cá, vamos, vamos pegar aqui, ó, explicação. Olha que interessante isso daí, galera.
A palavra explicação, tá? Explicação substantiva, o nome lá substantiva estrado, tal. Aí você tem explicação da matéria.
Então, explicação da matéria, o da matéria é complemento nominal, porque complemento nominal sofre ação, complemento nominal recebe ação. A matéria foi explicada. Se você pusesse explicação do professor, já não é complemento nominal.
Dá uma olhada. Que lindo. Quando você fala explicação do professor, que o professor não foi explicar, o professor explicou.
Ah, tá. Para Álvaron. Então quando ele age, ele adjunta adominal.
Vai vendo, hein, galera? Tá? E quando recebe, ele é complemento nominal.
Você tem uma aulinha minha aí, hein? A diferença entre adjunta de nominal e complemento nominal. Álvaro, eu não entendi.
Você explicar de novo. Explico rapidinho. O complemento nominal tem preposição, certo?
sem cumprir posição. O cumprimento nominal, ele sempre sofre uma ação. Explicação da matéria quer dizer que a matéria foi explicada.
Se fosse explicação do professor, não seria complemento nominal, seria adjunto adinominal, porque o adjunto adinominal ele faz ação. Então, a explicação do professor quer dizer que o professor explicou. Então, você tem que saber a diferença, ó.
E é muito parecido, né, galera? Alternativa coreta é letra D de dado. E você procura a minha aulinha sobre a diferença entre adjunto de nominal e complemento nominal.
Isso aqui qualquer um erra, hein? Se você acertou, põe para mim. Acertei a número sete, Alvaron.
Alvaron. Eu acertei a sete. Valeu, galera.
Sem chutar, hein? Questãozinha número oito. Embora tivessem condições, olha o embora aí, gente.
Isso cai em qualquer prova, hein? Embora tivessem condições, eles não compraram o imóvel. O termo destacado pode ser substituído corretamente e sem alterar o sentido.
Essa aqui, gente, o concurseiro macaco velho, ele dá risada quando cai uma dessas. Sabe por quê? Ele não vai ler bosta nenhuma.
Ele vai ver que embora, ó que lindo, ele decorou. Vem cá, gente. Embora.
Ó, ainda que é decoreba, tá? E aí eu vou falar para vocês, ó. Ainda que tivessem condições, eles não compraram o imóvel.
Ah, isso aqui, esse aqui é um varão. Ah, ainda que pode ser por mais Q, por mais que vê aí, vê se cabe. Veja, ó.
Por mais que tivessem condições, eles não compraram o imóvel. Ah, tá bom. Embora ainda que por mais que ah, posto que põe aí, ó.
posto que tivessem condições e não tem jeito. Isso aqui é uma conjunção concessiva. Acabou, sem chance.
Então, ó, eu tenho aqui, ó, eles não compraram o imóvel, oração principal. E essa oração que tem a conjunção concessiva é uma oração subordinada, adverbial, concessiva. E aí eu vou ter que Ah, varô, é jaquê?
Jaque é causa. Vem cá, pessoal. Jaque é causal.
Ah, é com tanto o qu, Alvaro? Com tanto que não. Com tanto que é condicional.
Por quê? Porque eu decorei. Condicional.
Logo que logo que não, logo que é temporal, ó. Logo que é temporal. E por que que a letra A?
Porque eu decorei. Embora mesmo Q ainda Q por mais Q possu Q. Cabe até um apesar de que aqui.
Apesar de que, tá? Então você vê, eu tenho que decorar isso. Cai em todas as provas, mesmo que tivessem condições, embora tivessem condições, ainda que tivessem condições, por mais que tivessem condições, posto que tivessem condições, apesar de que tivessem condições, oração subordinada, adverbial, concessiva, mas é muita coisa para decorar, né, Álvaro?
Pois é. Pois é. Vamos decorar as concessivas.
Na verdade, a gente tem que decorar tudo quanto é conjunção, né? Valeu, galera. Então, a alternativa correta é a letra A e pau.
Nove. A aluna estava meio cansada ou meia cansada? Meio cansada ou meia cansada?
Meia ou meia. Meia ou meia. Meia ou meia.
Ah, de ter que resolver bastante questões ou bastantes questões. Bastante ou bastantes. Bastante ou bastantes.
Clássica. Clássica. Mete X aí.
Ah, valeu. Eu tenho certeza que a a primeira é meio, né, mano? meio.
Beleza. Tá. Tá.
Por quê? Vamos lá. Beleza, Álvaro.
Por que meio? Galera, a palavra meia é você vai usar a palavra meia quando quando você for pela metade. Pela metade.
Aí sim. Tá. Então, ó, meia é pela metade.
Então, eu comi meia maçã. Tá vendo? Ó, meia maçã.
Ah, eu quero uma pizza meia calabresa, meia mussarela, meia. Agora é meio e meia, metade da hora. Meio-dia.
Meio meio dia e meia. Então, metade. A palavra meio ela significa um pouco.
Então, você pode ver que ela não vai mudar nunca. A Luna estava meio cansada. Se fosse as alunas, as alunas estavam meio cansadas.
Não muda, certo, gente? Ó, vem cá, ó. Se puser assim, ó, as alunas estavam cansadas, ó, você vê que não mudou nada.
As alunas estavam meio cansadas, nem se tiver no singular, no plural, masculino e feminino, porque meio significa um pouco. É um advérbio. Não é meia coisa nenhuma, porque meia significa metade.
Então, ela não tá meia cansada. Ela não tá metade cansada, ela tá um pouco cansada. Ah, questões.
Ah, é bastante, né, Álvaro? Não, não, não, nanina, não. Ó, vai vendo.
Bastante não, hein? Porque bastante significa muito, tá? Muito ou muita?
Ó, bastante significa muito ou muita. Bastantes significa muitos ou muitas. Existe bastante, sim.
Bastante significa muitos ou muitas. Então assim, ó, a aluna estava meio um pouco cansada de ter que resolver muitas questões bantes. Eu achei que bastante era advérbio.
Ó, aqui não. Bastantes questões significa muitas questões. Vai para plural, Álvaro?
Vai. Quando acompanha substantivo, não é advérbio, é um pronome indefinido. Muitas questões, várias questões, bastantes questões.
Isso cai com força. Alternativa correta, letra A. Iau, será que você já fez sete?
É a última chance de fazer sete pontos, hein? E você vai me falar quantos pontos você fez. Beleza.
Eu quero ver. Eu quero ler depois quantos pontos você fez, hein? Questãozinho número 10.
No trecho, os nossos dois cachorrinhos lindos ainda não melhoraram. Portanto, tivemos que dar outro tipo de remédio a eles. Quais são os dois vocábulos que pertencem à mesma classe gramatical?
Alvarol, o que que é classe gramatical? São as classes de palavras, morfologia, substantivo, adjetivo, artigo, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção, numeral, interjeição. Nós temos 10 classes de palavras, 10 classes gramaticais.
Vamos ver. Não, vamos pegar o não aqui. Os nossos dois cachorrinhos lindos ainda não.
Ah, advérbio de negação. Não é um advérbio de negação. Então, ó, advérbio.
Vamos ver se o que é advérbio também. Já tô vendo que não é, né? Vamos lá.
Os nossos dois cachorros lindos ainda não melhoraram, portanto tivemos que dar. Presta atenção aqui. Ah, o que é o quê?
Olha aqui. Se liga. Tivemos que dar.
Se liga nesse Q. Esse Q não é conjunção não, hein? Esse Q aqui, ó, não é con Presta atenção, hein?
Ah, esse Q não é conjunção, não. Ah, é promo relativo também, não. Quando eu falo assim, ó, tivemos que é uma locução verbal, é uma coisa falar, tivemos de dar.
Então, esse Q tá funcionando como preposição, viu? Ah, eu não sabia, você vai saber, tá bom? Enfim, não é advérbio.
Esse Q aí é uma preposição, não serve. Ah, pera aí, Álvaro. Letra B ainda, né?
Ainda é advérbio, galera. Tá, nem leio nada lá. O ainda é advérbio.
Quando fala assim, ainda não melhoraram, é um advérbio de tempo, tá? Advérbio de tempo. Que que é o ainda, Álvaro?
Até agora. Então, nossos dois cachorrinhos lindos até agora não melhoraram. ainda no melhor advérbio de tempo.
Portanto, portanto, portanto é uma conjunção. Junta duas orações. Conjunção não é a mesma bosta.
Certo? Agora vem cá. Nossos, nossos cachorrinhos.
Dá uma olhar, pessoal. Os cachorrinhos são nossos. Nossos.
Isso aqui é um pronome. É pronome, ó. pronome, pronome possessivo.
Pronome possessivo. Aí tá nossos dois cachorrinhos lindos. Então vamos lá.
Pronome. Pronome pronome possessivo. Meu, minha, seu, suas, nosso, nossa.
Nossos dois casinhos ainda não melhoraram, portanto tivemos que dar outro tipo. Outro tipo. Sabe que esse outro aqui pronome também?
Ah, mas não é a mesma coisa. Um é pronome possessivo e o outro, o outro é um pronome indefinido. Pronome indefinido, mas não importa.
A classe de palavras é pronome nosso, nossa, pronome possessivo e outro outro pronome indefinido. Mas na classe de palavra é pronome, é a mesma classe de palavras, pronome. Então os dois são pronomes.
São 10 classes de palavras, são 10 classes gramaticais. Ah, mas eles não quer mas é pronome demonstrativo, pronome indefinido, pronome pessoal. Pronome é a classe de palavra.
Ah, agora eu fui na D porque os é artigo. Beleza. Os é artigo.
Ó, os cachorrinhos. Os cachorrinhos pronome é artigo. Beleza.
Os cachorrinhos. Agora, será que esse é a artigo? Ó, outro tipo de remédio a eles.
Para eles. Esse a é preposição, galera. Tá vendo, ó?
Então, o os aqui é artigo, só que o a é preposição. Quem dá dá algo a alguém, quem dá dá algo para alguém. Alternativa correta é letra C de de novo, pronome possessivo e pronome indefinido.
Não importa, pronome é pronome, é uma classe de palavras. Alternativa correta é letra C e pau, pau, pau, pau. Você quer uma super aula gratuita?
Como virar faixa preta em português para concurso? Você recebe, é na faixa, tá? Você se inscreve aqui, é na faixa, na faixa mesmo, tá?
Ó, você se inscreve aqui, ó. Tem o link de inscrição na descrição do vídeo. Você vai lá, clica lá, se inscreve e você vai receber essa aulinha, tá?
às 19 horas. Às 19 horas, a de quando você clicar, falou, galera. Você clicou lá, você tá assistindo agora, você clica às 19 horas hoje, tá?
Então, ó, é uma super aula gratuita de como virar faixa preta. Eu explico para você como você estuda e como não se estuda, viu? Tem é como não só só eu explicando para você como não se estuda e você não faz se não não fizer o que eu falar para não fazer já tá bom.
Mas o legal é você saber como é que estuda português para ficar legal. Valeu galera. Na faixa.
Outra coisa na faixa é o seguinte. Toda terça-feira às 3 da tarde, horário de Brasília, você tem um simuladinho de português ao vivo comigo. Ah, não, eu não posso assistir, eu tô trabalhando.
Beleza, fica gravado, tá? Ao vivo é às 3 da tarde na terça-feira. Aí vai ficar terça, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo.
Domingo sai do ar. Ah, mas eu quero assistir depois. Então você se inscreva aí também.
Aí você entra no grupo ou os caras que estão no meu grupo, as pessoas que estão no meus no meu grupo recebem um PDF na segunda-feira. No que ele recebe na segunda, só quem tá no grupo, né? Aí ele tem a semana inteira para fazer o simulado.
Beleza, galera? Isso também é na faixa. Legal.
O que não é na faixa é o curso Academia de Português, né? Aí não pode ser na faixa também, né, galera? Vocês querem muita coisa na faixa, né?
Quer ficar bom em português? Curso completo, teoria e muitas questões. Curso vitalício.
Prova para mim que você ficou até o fim. Você vai me escrever aí. 10 de 10, 8 de 10 até 7 de 10.
Quer dizer que teu português não é fraco, não. Teu português não é fraco, não. Quantas você fez?
Valeu, galera. Beijo do bonitão.