e tem umas coisas bem interessantes aqui na em relação as vértebras torácicas e a gente vai Anatomia de uma vértebra torácica típica né ela tem uma característica bem interessante da você olha essa aberta porque não apareceu um coraçãozinho a vértebra torácica ela tem um formato de coração no corpo da vértebra torácica tem formato de coração esse corpo a gente tem facetas articulares pelas costelas aqui na facetas pelas cabeças dos costados as vértebras torácicas altas tem um processo em uso longo tá então processo diante delas é bem longo se você comparar com uma vértebra torácica baixo
aqui ó vai te bater 11 por exemplo olha que o processo transverso eu não sei se fala espinhoso antes mas o que falar processo transverso processo transverso aqui de ter o seu como é curta é um processo bem curtinho tá aí se eu pego essa vértebra típica aqui ó você vai perceber que o processo espinhoso dela qlon e aponta para baixo o que que é assim né então tem aquelas coisas assim que se aprende E aí mas aí ninguém te conto porque que assim mas eu te conto Quem é que você pegar uma vértebra cervical
típica você sabe que o processo espinhoso da defur Cadú Tá legal Rogério porque causa disso aqui ó aí você consegue entender bem isso porque uma vértebra cervical ela bipartida porque eu tenho ligamento nucal que é um prolongamento dos ligamentos supra-espinal esse aqui ó então é o espessamento do supra-espinhal E aí o que ele vai fazer ele vai separar que os processos espinhosos ele vem cá sem dois dessa forma eu consigo inserir os músculos transversos espinais dessa região cervical em direitos e esquerdos através do processo espinhoso da se vocês perceberem aqui ó eu tenho que você
me espinhais cervicais táxi ao músculos transversos finais original transverso inserção nos espinhosos um de cada lado aqui vocês podem ver também me focado não fica inserido Exatamente no mesmo. eu queria vocês vão ver aqui na região torácica e aqui eu tenho famoso músculo multífido só pensei que a músculos multífidos também ao músculo transverso espinhal ele tem a mesma característica aqui na região cervical ele vai se inserir nos processos espinhosos da mesma forma e que vocês tenham sido espinhais torácicos aqui que esses altos aqui eles fazem dessa forma mas depois do ligamento nucal Eles já começam
a se inserir aqui os processos espinhosos Tá bom olha só aqui eu tenho músculo espinhal torácica não confunde tá o espinal que tem origem no processo espinhoso inserção no processo espinhoso é isso que você tô vendo mesmo origem nos processos espinhosos e inferiores inserção nos processos espinhosos superiores tá bom E esse aqui ó é um músculo chamado semiespinal torácica lá tá então semiespinal é diferente isso que não semiespinal é transverso espinhal Ah eu vou tirar o espinal para vocês verem você Carol espinal e o Grêmio E aí embaixo do CM vocês tem um motivo dos
aqui ó Ah tá bom Por isso que esses músculos são chamados transverso espinais origem e os processos transversos inserção e processos espinhosos a Simão Agora entendi porque que os processos espinhosos das vértebras torácicas são tão curvados para baixo aqui vocês estão vendo esses ventres aqui ó tanto dos MS finesse torácicos quanto os multífidos nessa parte torácica Então como que funciona aqui nessa região torácica é região de eu ter uma a distância entre a origem no processo transverso inserção no espinhoso e dessa forma quando esses músculos puxa os processos espinhosos para baixo eles vão tornar esses
processos espinhosos principalmente mais os mais superiores da região torácica muito anguladas para baixo Então essa angulação inferior aqui nos processos espinhosos torácicos foi dada através principalmente dos músculos semi-espinhal torácicos e multifidus que eles têm uma grande distância e quando eles e eles puxar esses processos espinhosos para baixo tá bom se eu deixar esses músculos transparente só vocês vão perceber que é dessa forma que eles fazem se transformar mento deixando esses processos espinhosos longos e puxo e inclinados para baixo tá essa característica aí do por quê que os processos espinhosos torácicos tem esse formato inclinado para
baixo Comprido tá bom tudo tem uma explicação na vida gente e aqui na vértebra T12 haja uma festa bem interessante aqui ó vértebra de transição Elas têm características do segmento abaixo e o segmento Acima tá então é só vértebra T12 ela tem características de vértebras lombares e de vértebras torácicas Então ela tem lá a fóvea para cabeça da costela e ela tem também aqui ó processo mamilar que é uma coisa que a gente só observa que nas vértebras lombares então aqui a partir de ter 12 a gente já começa a ver processo mamilar bom então
essa vértebra T12 como uma vértebra de transição ela tem características do segmento torácico e do seguimento lombar sempre que você tiver na vértebra de transição isso vai ocorrer que nem o que a gente tem aqui na vértebra ser certinha a vértebra C7 uma vértebra de transição cervico-torácica né ela tem característica de vértebras cervicais com a presença do forame transverso aqui então esse forame transverso que a gente só vem na cervicais é uma exclusividade da cervicais só que ela tem uma característica de vértebras torácicas que a presença no processo espinhoso longo então é a primeira vértebra
de processo espinhoso longa vértebra C7 tanto que a gente usa ela como referência para a palpação dessa transição cervico-torácica Então quando vocês vem aqui uma região de transição ela tem características do segmento acima e do segmento abaixo Tá bom então esse é o caso de sete e ao caso também da vértebra T12 tá bom em até 12 ela tem características do segmento lombar e dor cervical EA vértebra C7 tem características dos segmentos cervical e do segmento torácico Então são características aí das vértebras por regiões