Olá a todos vamos dar continuidade a nossa formação e composição corporal chegando ao sexto módulo Espero que até aqui estamos já se passaram cinco módulos aqui de fato essas informações já estejam sendo colocadas né a possibilidade de colocar lá na prática Clínica e de fato construímos raciocínios mais robustos no que diz respeito a resposta Clínica dos nossos pacientes muito bem então dando início a esse módulo 6 eu quero relembrar com vocês o paradigma do crescimento muscular né é um paradigma extremamente ingrato né Nós temos na base desse processo o aporte nutricional e o treinamento físico
isso aí é soberano Vimos a questão da intensidade dos treinamentos Quando pensamos em modificação da composição corporal ou seja realmente um bom planejamento de exercício físico que de fato de fato seja construído baseado em ciência no sentido de promover estímulos em meio a processos de recuperação com a perspectiva de se construir um bom uma boa composição corporal ganhando massa muscular e reduzindo gordura sabemos da importância desse aporte nutricional na base afinal de contas é isso que nós estamos discutindo que esse treinamento físico sem sombra de dúvidas sendo feito de forma adequada vai nos trazer uma
correta ativação muscular e essa correta ativação muscular né aquela Tríade que diz respeito ao dandro muscular ou acúmulo de metabólitos enfim que nós já vimos em módulos anteriores vai gerar respostas hormonais e imunológicas em específico quando nós falamos essas respostas imunológicas a ativação das células satélites E aí Claro você tem o crescimento muscular crescimento muscular é uma ponta de um iceberg né a ponta de um processo por isso que eu comecei a nossa formação em composição corporal falando muito de processo falando que é modificação da composição corporal ela é um processo e não necessariamente um
resultado final ou seja as pessoas não podem ficar focada lá no resultado final e sim nesse processo no dia a dia e esse processo diz respeito justamente esse paradigma do crescimento muscular E aí eu coloco aqui embaixo na base que é o que nós justamente estamos discutindo esse aporte nutricional E aí só fazendo uma analogia com essa pirâmide esse aporte nutricional obviamente ele é construído se eu estou pensando então nessa modificação da composição corporal o correto aporte de carboidratos de proteínas e lipídios bem como o ajuste de micronutrientes então sem sombra de dúvida o que
nós estamos vendo na nossa composição corporal até esse até o final desse curso é justamente como lidar com esses macronutrientes no sentido de proporcionar essas modificações significativas na composição corporal e aí esse módulo eu já comecei a salientar isso no modo anterior nós vamos aqui dar uma uma profundada No que diz respeito ao consumo de proteínas já vimos isso no modo anterior Mas agora nós vamos aprofundar um pouquinho mais no sentido de utilizar proteína como uma ferramenta extremamente relevante nessa obtenção da composição corporal muito bem veja quando nós olhamos para proteína alguns aspectos nós precisamos
então levar em consideração no manejo dessa proteína o primeiro aspecto diz respeito à quantidade né a quantas gramas de proteína por quilograma de peso nós temos que ofertar no sentido de gerar modificações tanto no músculo esquelético quanto no tecido adiposo e nós já vimos no módulo anterior a questão das recomendações quanto a ingestão Total olhando para massa muscular Vimos a importância dessa proteína no gerenciamento do tecido adiposo sem sombra de dúvida isso nós já vimos e percebemos a importância disso o segundo um ponto que nós podemos justamente discutir é pensando no momento né Nós vamos
olhar a relação do momento desse time quanto ao exercício físico ao consumo Próximo exercício físico bem como próximo ao horário de dormir vamos olhar a qualidade dessa proteína né se existe então a depender do perfil de aminoácidos uma diferença Quanto a essa resposta na construção de uma composição corporal ótima e por fim se a velocidade se a cinética né se impacta né Ou seja que tipo de proteína eu vou consumir né Qual o impacto que essa proteína vai ter em relação a sua velocidade de absorção e quando fala qual Impacto se isso vai denunciar digamos
assim resultados mais significativos Quanto a essa velocidade de absorção Então São pontos importantes relevantes que nós vamos passar deixando de forma muito claro obviamente baseado nas evidências no sentido de termos mais segurança de trabalhar com essa proteína com manejo dessa proteína na nossa prática Clínica muito bem então como eu falei que a gente vê piscando na tela justamente os pontos que nós vamos tratar aqui nesse modo saciedade nas refeições Então vamos entender como que essa proteína se ela é aquela impacta ou não no que diz respeito à sociedade e como que a gente pode usar
isso a nosso favor o primeiro ponto que eu acho extremamente importante isso aqui já começa a gente colocando a proteína como uma grande ferramenta nos processos de emagrecimento no sentido de reduzir gordura corporal é que como nós estamos olhando o título desse trabalho cérebro responde as dietas ricas em proteína então se nós olharmos nós temos aqui eu vou chamar atenção dessa caixa verde que é justamente o hipotálamo ou hipotálamo ele é um grande sensor de energia ele justamente tem essa competência Por meio dessa sensibilidade da percepção da nossa energia disponível ingerida ele consegue nos trazer
informações nos fornecer informações Quanto a essa percepção de saciedade muito bem então obviamente que nós temos que explorar essa capacidade que potálamo tem em responder digamos assim a No que diz respeito ao controle da saciedade então o primeiro ponto nós olhamos aqui embaixo no slide é que justamente uma refeição rica em proteína vai estimular então seus hormônios respectivos hormônios intestinais como ressecap y e glp1 que por meio de uma sinalização vagal ou seja nós estamos falando do nervo vago vai sensibilizar o que nós chamamos de núcleo do trato solitário e justamente essa sensibilização do núcleo
trato Solitário vai trazer uma série de informações que vão culminar uma pensamos informações mecanismos que vão de fato auxiliar nesse controle ou no gerenciamento do comportamento alimentar o primeiro ponto é que essa sensibilização vagal ela vai impactar diretamente nesse sistema mesoolímpico de recompensa Então essa sinalização oriunda de uma refeição proteica que por sua vez foi uma assimilação mediada por esses hormônios vai gerar uma espécie de inibição no sentido né de aqui no sistema mesmo Olímpico de recompensa em diminuir a minha motivação para comer e reduzir a minha apetência por aquelas preferências alimentares ou seja nós
estamos dizendo então que uma refeição rica em proteína impacta diretamente no meu sistema de gratificação e recompensa Então você acaba diminuindo sua motivação para comer justamente pela sensibilização desse sistema mesoolímpico de recompensa em outro ponto que a gente pode salientar aqui essa ação no núcleo arqueado do hipotálamo No que diz respeito a clivagem da propio melanocortina nós sabemos que a própria melanocortina ela vai ao ser clivada ela libera ela libera perdão o alfa msh e o alfa msh ele tem uma resposta ele tem uma ação anorexígena ele também é responsável pelo processo de no comportamento
alimentar pelo processo inibitório pela percepção da saciedade justamente porque esse esses neuroses neurotransmissores enfim esse núcleo arqueado perdão do hipotálamo ele vai justamente gerar essa percepção de chegada em energia em meio ao consumo proteico aumentando uma sinalização neuronal de mitor e reduzindo essa essa sinalização de MPK pensando no aspecto de neurônios no núcleo arqueado do hipotálamo muito bem seguindo esse raciocínio ainda essa cck ela também vai gerar esse processo de sensibilização justamente no núcleo arqueado do hipotálamo reduzindo Então as orexinas ou hipocritinas e as anorexinas nós sabemos que elas impactam diretamente também Na minha percepção
de saciedade então lembra quando nós falamos em comportamento anorexígeno ou comportamento orexigênio então o comportamento orexígeno ele diz respeito à busca pelo alimento quando nós estamos falando de um comportamento anorexígeno obviamente eu tenho menos busca uma reduza minha busca pelo alimento então reduzir as orexinas diz respeito a inibir o meu comportamento Vamos pensar assim ou compulsivo não diria nem compulsivo mas de busca pelo alimento então veja que quando eu faço uma refeição rica em proteína nós vamos ter Então essa sensibilização e potaâmica onde basicamente nós vamos ter uma dessa sensibilização em portalermica um aspecto inibitório
no sistema mesoolímpico de recompensa diminuindo então a minha motivação para comer diminuindo a minha busca pelas preferências alimentares aqui embaixo nesse núcleo arqueado nós vamos ver então essa maior percepção de chegada de energia o que por sua vez gera também uma redução no meu comportamento alimentar gerando uma sinalização inibitória E aí claro isso também passa aqui pela redução das orixinas diminuindo a minha busca pelo alimento então dentro dessa dessa perspectiva um resumo dessa perspectiva neuronal né vejamos como a proteína ela é extremamente importante dentro da distribuição das refeições ao longo do dia no sentido de
nos auxiliar a termos Esse controle né alimentar Esse controle da saciedade e-mail a esse processo de restrição de energia Então veja nós vimos lá atrás Quantas refeições nós precisamos fazer vemos ali o número de refeições quanto a síntese proteica e vemos que então mesmo cuidado que eu tenho que ter quanto a síntese proteica eu tenho que ter também quanto ao processo de emagrecimento porque esse controle proteico nas refeições vai me auxiliar a manutenção da dieta a fazer com que o nosso paciente se mantenha dentro da dieta uma vez que obviamente ele está mais saciado claro
que nós vimos lá atrás a resposta que a magnitude da energia ingerida é que impacta sem sombra de dúvida no emagrecimento Mas nós vamos perceber nesse módulo que se eu posso então ter uma um controle energético criando a restrição calórica e dentro dessa ingestão e energia que vai estar em restrição que é o que nós estamos discutindo eu posso ter um melhor manejo da proteína eu vou ter resultados mais interessantes quanto a manutenção dessa massa muscular ou até mesmo ganho de massa muscular eu vou ter respostas mais interessantes na redução do tecido adiposo e sobretudo
na manutenção do meu comportamento alimentar dentro dessa restrição calórica então vejam Esse estudo um estudo randomizado crossover que avaliou situações quanto ao consumo proteico e obviamente o comportamento alimentar que é o que nós estamos discutindo onde considerou uma refeição como a ingestão normal de proteína uma refeição com uma alta ingestão de proteína e também a avaliou uma refeição normal uma refeição alta em proteína é comparou com o hábito de pular o café da manhã e o que que foi analisar isso foi analisado em meio a essas esses desenhos o craven ou seja aquela vontade aquela
potência por alimentos doces ou mesmo para os alimentos salgados né e justamente ativação do sistema de recompensa vamos entender isso então vejamos aqui do lado esquerdo nós temos aqui os aspectos que foram analisados a energia massa total de proteínas alimentos né distribuição de carboidratos e lipídios e olhamos aqui né primeiro a coluna pular o café da manhã afinal de contas eles fizeram essa avaliação Aqui nós temos no meio em gestão normal de proteínas o que eles consideraram em gestão normal de proteína foi uma ingestão de 13 gramas de proteína observem que nós temos a ingestão
calórica de 350 calorias com uma refeição que tinha então em termos de peso 270 gramas e aqui do lado direito a mesma ingestão calórica que o grupo que ingeriu uma quantidade normal de proteína que que é da coluna do meio mas temos 265 gramas da mesma quantidade mesmo em gestão calórica mas quando nós olhamos aqui a quantidade proteica for maior nós estamos falando de 35 gramas um ponto interessante que eu já quero chamar atenção de vocês É aqui embaixo quando a gente olha o perfil de tirosina nós observamos aqui 550 miligramas de tirosina normal de
proteína e 1.340 MG para uma ingestão alta de proteína notem que quando a gente aumenta o consumo proteico obviamente nós estamos aumentando a ingestão de tirosina E por que que eu tô salientando a tirosina porque a tirosina é um aminoácido que vai dar origem a um neurotransmissor que é a dopamina e a dopamina nós vamos dizer que ela tá íntima interligada ao nosso sistema de gratificação e recompensa muito bem então aqui embaixo nós temos aí na distribuição de carboidratos lipídios o fato que ela tem a mesma ingestão energética ou que muda que obviamente é uma
percepção a quantidade total de proteína ingerida Ok claro que aqui se nós temos a mesma quantidade lipídica então aqui eu tenho 57 gramas de carboidrato para 13 de proteína aqui eu vou ter 35 de carboidrato para 35 de proteína muito bem e vamos olhar aqui essa primeiro gráfico a potência ou doces então nós temos aqui na primeira linha pular o café da manhã na segunda linha em gestão com 13 gramas de proteína e na terceira linha 35 gramas de proteína então eu quero chamar atenção de vocês a começar pela linha observem que a resposta quanto
a diminuir a potência por doces obviamente foi maior quando eu consumo mais proteínas 35 gramas de proteína então quando a gente olha aqui essa área sobre a curva Nós estamos vendo que isso é muito mais significativo eu tô passando o mouse aqui do lado direito Onde está piscando em relação a pular o café da manhã em relação a fazer uma refeição café da manhã com pouca proteína e o mais interessante disso é nós olharmos o comportamento dessa curva que nós estamos visualizando aqui que vai no momento zero até o momento 240 isso não estamos falando
desse momento 240 né Nós estamos falando aí basicamente 60 minutos uma hora 120 duas horas nós estamos falando então de quatro horas percebam que esse comportamento de voltar a ter uma pendência por doces digamos assim ele vem ali em torno de 240 minutos estou mostrando que ao longo entre uma refeição e outra e eu vim discutindo no módulo nos módulos anteriores a questão daquele fracionamento naquela janela pensando em síntese proteica em torno de 5 horas a gente percebe que isso também vai ser interessante no controle da saciedade vejam aqui por favor aqui com hábito de
pular o café da manhã não é algo interessante Quando eu olho a questão dessa a potência por doce muitas vezes quando eu pulo essa café da manhã essa primeira refeição eu posso chegar numa segunda refeição com uma maior a petência pelo alimento viciante por aquilo que me motiva para comer né independentemente do consaciável esteja então é importante olharmos para essa perspectiva por essa visão do consumo proteico na resposta cerebral quanto a sociedade e a pendência por sal ela se comporta também da mesma forma Observe então que ao longo de 240 minutos que é o eixo
X do nosso gráfico né de 0 a 240 nós percebemos que 35 gramas então é bem mais interessante do que 13 e bem mais interessante do que pular o hábito do café da manhã e olhamos aqui do lado direito a área sobre a curva é extremamente significativa com o consumo de proteína Então veja o consumo de proteína aumentado veja o que a gente fala que as recomendações já estão chegando até de 2.3 a 3.1 como nós vemos no módulo passado ele é interessante no sentido não só de mitigar os processos de perda de peso numa
restrição calórica Mas também de promover uma resposta de comportamento alimentar mais robusta em meio a restrição de energia então consumir mais proteína traz um benefício olhando por esse Prisma quanto [Música] ao controle da sociedade e aí é um ponto mais interessante desse estudo é que eles avaliaram um marcador na degradação de dopamina que é o ácido e é interessante que esse ácido movanílico em pacientes obesos Ele É extremamente baixo em pacientes deprimidos ele extremamente baixo porque ele é um marcador da degradação da dopamina se eu tenho pouca dopamina eu vou fazer menos ácido vanílico e
eles viram que esses pacientes obesos não é o caso aqui do estudo eu tô só salientando né trazendo informações que esses pacientes obesos quando faziam uma refeição densa copiosa com muito carboidrato proteína lipídios esse ácido aumentava porque por conta dessa neurotransmissão dotaminérgica que era gerada no momento em que o indivíduo consumia esse alimento então nós temos uma relação direto da dopamina com o sistema de gratificação e recompensa E aí eu quero mostrar para vocês que o que nós queremos é uma alta degradação de dopamina ou seja uma alta de ácido porque esse aumento diz respeito
então a uma maior geração integradação de dopamina então observem que a linha vermelha ao longo de 40 minutos aqui nós estamos vendo na tela mostra justamente uma maior né produção de ácido anônínico que vem justamente dessa degradação da dopamina e obviamente a área sobre a curva que a direita também denuncia isso já o hábito de pular o café da manhã observem na linha A o ácido malvanílico extremamente baixo Então veja isso diz respeito à potência por sal apetência por doce diz respeito a esse consumo de proteína porque está intimamente ligado aumento no consumo de tirosina
que por sua vez leva o aumento da dopamina sem contar como nós estamos falando diretamente da própria sinalização vagal mediada pelos hormônios intestinais quando nós temos uma boa uma boa refeição uma refeição rica em proteína Então isso é um ponto extremamente importante porque quando eu penso em dopamina eu tô reforçando essa ideia a dopamina ela está intimamente ligado à Coordenação a libido a motivação atenção foco e claro ao sistema de gratificação e recompensa então preciso me sentir recompensado para que eu não tenha então que buscar o alimento viciante para que de fato até então essa
ativação do meu sistema de gratificação recompensa então eu uso a proteína como uma ferramenta nos que vai sensibilizar esse meu sistema que a gente chama de sistema mesoolímpico de recompensa então sem sombra de dúvida a proteína é uma ferramenta olhando para os macronutrientes extremamente relevante quando Nós pensamos em modificação da composição corporal veja que não é simplesmente olhando para a musculatura nós estamos olhando para o comportamento cerebral e nós já vimos o slide anterior nas pernas lá de anterior não no módulo anterior nos processos de perda de peso como a eficiência maior mesmo em dietas
isocalóricas que é eficiência é maior quando eu aumento como aqueles que eu falei estudo da fase é de 2013 nós temos lá uma mitigação maior na perda de massa muscular e uma maior redução de gordura quando se aumenta o consumo proteico E aí dentro dessa dessa ideia de consumo proteico e Distribuição energética nós vimos que no estudo anterior pular o café da manhã não é uma estratégia muito inteligente quando Nós pensamos no comportamento alimentar E aí só para reforçar essa ideia eu gosto de citar Esse estudo 18 pacientes obesos portadores diabetes tipo 2 e submetidos
a dois padrões né de dieta por sete dias muito bem as dietas eram ISO calóricas Então nós vamos olhar aqui do lado esquerdo nós temos a dieta BD Breakfast diet e a dieta DDD muito bem três refeições e eu quero que vocês prestem atenção comigo o almoço é exatamente idêntico Ok 600 calorias tanto na BD quanto na DD tinha a mesma quantidade calórica mesmo a quantidade de carboidrato mesma quantidade de proteína e de lipídios muito bem a dieta BD tinha 705 calorias no café da manhã e a dieta DD tinha 205 calorias no café da
manhã muito bem no jantar da dieta BD tinha 25 calorias e na dieta DD jantar tinha 700 calorias ou seja só ouve uma inversão estabilizou-se a quantidade no almoço e se modificou a ingestão se inverteu a ingestão café da manhã jantar entre essas dietas por isso que essa aqui chama BD porque é maior quantidade de energia está sendo consumida no café da manhã e essa de baixa chamada de DD porque a maior quantidade de energia está sendo consumida perdão no jantar OK muito bem então vejam Aqui nós temos o comportamento da glicose na dieta DD
Ou seja a dieta que teve maior aporte de energia à noite e o menor a porte de energia pela manhã então a gente vê um comportamento glicêmico aqui menor nós vemos aqui no meio que é o almoço esse comportamento glicêmico Lembrando que as duas dietas tinham então a mesma a mesma quantidade de energética no almoço e aqui à noite amor quantidade de energia uma curva glicêmica mais acentuada vamos olhar aqui para esse meio observem Exatamente isso aqui que o slide está chamando atenção vamos olhar essa curva amarela então a b d Breakfast diet tinha mais
energia pela manhã obviamente era é para ser observar o comportamento glicêmico aumentado pela manhã a gente olha aqui a noite menor oferta de energia obviamente o comportamento glicêmico era para ser menor em relação add mas eu quero chamar atenção aqui no meio Onde está piscando justamente onde nós temos duas refeições exatamente idênticas e percebemos um controle glicêmico completamente diferente com os mesmos alimentos ou seja parece que olhar para o café da manhã seguir um café da manhã fazer a primeira refeição do dia nos auxilia no controle glicêmico das demais refeições ainda Lembrando que essa primeira
refeição se ela for rica em proteína melhor ainda mais uma ferramenta eu tenho então vejamos que essa área sobre a curva da glicose ao longo do dia de fato foi menor Apesar de nós estarmos falando da mesma dieta então eu vejo com muito bom os olhos quando nós realmente executamos a primeira refeição do dia sendo uma boa refeição e sobretudo rica em proteína isso me parece ser muito mais interessante na Perspectiva do controle glicêmico ao longo do dia e sobretudo no comportamento alimentar No que diz respeito a saciedade veja então que esse outro estudo chama
atenção dizendo o seguinte né Essa refeição da manhã é mais eficiente na perda de gordura né E aqui numa intervenção de três meses vamos olhar então essa esse estudo muito bem nós temos o grupo 1 o grupo 2 grupo 1 aqui em azul Grupo 2 em laranja aqui embaixo nós temos uma timeline em relação às refeições café da manhã snack da manhã almoço snack da tarde e jantar muito bem então nós temos no grupo 1 ok 25% da energia aqui no café da manhã 10% no Snack da manhã 35% no almoço mais 10% no Snack
da tarde e vinte por cento finalizando esse grupo aqui no jantar quando nós olhamos então para o grupo 2 o grupo dois ingeriu 15% da energia no café da manhã 5% no Snack da manhã então mostrando que houve uma in de energia menor na parte da manhã em relação ao grupo 1 no almoço a ingestão de energia é exatamente a mesma e aí vai para o snack da tarde então esse grupo ingeriu mais energia no Snack da tarde e mais energia no jantar então nós estamos vendo que houve uma menor ingestão de energia no grupo
2 na parte da manhã e uma maior ingestão energia do grupo dois à noite e aqui assim como no estudo anterior nós estamos observando então que foram injeções com o mesmo valor calórico no almoço e avaliar então a perda em gordura Então veja que o grupo dois perdeu em torno de 4 kg e o grupo ou perdeu algo em torno de 6 kg e 800 então mostrando parece que nós temos uma resposta mais interessante se eu tenho uma distribuição energética que temos que jogue um pouco mais de energia na parte da manhã você fala assim
poxa Marcelo Mas você mostrou lá atrás que a independentemente do número de refeições nós tínhamos aqui uma ingestão uma uma resposta de emagrecimento praticamente Idêntica O que é soberano é em gestão calórica sem sombra de dúvida e a gente vai ver isso ao longo do curso a ingestão calórica o macro grande sempre vai ser soberano sempre um impacto vai ser maior como nós vamos ver isso no emagrecimento no emagrecimento na própria ingestão proteica Total quando a gente pensa na construção de massa muscular enfim a soberania maior Tá quanto a ingestão Total mas existem pequenos detalhes
que talvez possam trazer um benefício a mais principalmente no que diz respeito ao comportamento alimentar como momento da ingestão proteica sobretudo na parte da manhã e o que nós estamos vendo aqui não é uma regra Mas é uma possibilidade de até mesmo quebrar o meu discurso da primeira parte em relação a ingestão de energia obviamente não distante mostrando que a ingestão de energia Total ela é soberana mas que seu preserva um café da manhã e se eu faço um bom porte proteico nesse café da manhã e que seu distribua a proteína de forma adequada eu
posso ter resultados mais interessantes nesse modelo do que necessariamente pular o café da manhã é óbvio que seu Pulo o café da manhã e me mantém restrição energética ao longo do dia é óbvio que eu tô entrando no processo de emagrecimento Óbvio é óbvio que eu vou ter resultado na composição corporal que nós estamos discutindo aqui é o que pode tornar a resposta mais eficiente é sempre igual nós discutimos da proteína em relação a síntese né eu faço de três em três horas fácil de uma hora e uma hora e meia eu faço de 6
em 6 horas nós vimos que parecer um pouco mais interessante né a síntese ela é mais a resposta mais interessante de três a cinco horas então aqui o raciocínio é exatamente o mesmo então quando a gente vê o grupo 1 respondendo mais na perda de peso então isso parece que a iniciar com uma primeira refeição essa morning mil a refeição pela manhã traz um controle glicêmico mais interessante traz uma perspectiva de saciedade maior e parece que ao longo de uma intervenção pode trazer resultados mais robustos ou um pouco mais significativos quanto a perda de gordura
Isso vai ser igual para todo mundo obviamente que não o que nós temos que entender nessa formação é que nós estamos levantando uma série de informações que podem então em meio um arsenal de estratégias trazer mais benefícios para o nosso paciente então ingerir a maior parte das calorias da manhã pode favorecer a perda de peso pode favorecer Ok então sempre importante a gente ter esse bom senso e discernimento na hora de fechar de concluir de construir um plano alimentar mas sobretudo na hora de passar a informação Ok nos vemos então na próxima aula desse módulo