Boa noite. A prova que a gente vai corrigir hoje é a prova do tipo três, prova amarela. Peguei a prova da alerge de domingo. É uma prova atual, concurso com bom salário, banca FGV. E dá pra gente ter uma noção do que que tá sendo cobrado, né? Vai ter gente que vai dizer que tava mais fácil, vai ter gente que vai dizer que tava mais difícil, mas é muito importante que você tenha a sua própria percepção de qual é o nível que você tá e qual é o nível que a prova tá e o que
que você precisa fazer para chegar no nível da prova. Então vamos lá que hoje eu vou aproveitar para te mostrar a minha estratégia para fazer prova. Eu vou rabiscando a prova inteira enquanto eu faço. É o que eu falo para vocês nas aulas ao vivo. E agora eu tenho a oportunidade de mostrar para você o que que eu faço na prova. Vamos lá. Atenção. O texto a seguir se refere às seis próximas questões. Vou aproximar um pouquinho mais. Problemas no Rio de Janeiro. Opa, circulei problemas porque o texto trata de uma perspectiva negativa sobre o
Rio de Janeiro. E aí ele começa: O Rio de Janeiro, com sua mistura de beleza natural, cultura vibrante e complexidade urbana, enfrenta uma série de desafios que afetam o dia a dia de seus moradores. Rio de Janeiro enfrenta desafios durante o dia a dia dos moradores. Isso é o assunto principal já nesse início. E por isso isso aqui tá marcado, né? Ele situa texto no lugar e o que que ele tá dizendo sobre esse lugar, que ele tem desafios no dia a dia, no Rio de Janeiro. Acabou. Nos últimos tempos, três questões têm se destacado.
Tem se destacado por quê? Porque existem outras, mas essas têm destaque, como as principais preocupações da população, violência urbana, transporte público e saúde pública. Aqui eu já sublinhei 1 2 3 porque eu imaginei que fossem ser os três assuntos dos próximos parágrafos, né? Acabou que não era. Ele fala aqui, ó, um violência. A violência continua sendo um dos principais problemas no Rio de Janeiro. Assaltos, tiroteios e conflitos em áreas dominadas pelo tráfico de drogas e pelas milícias criam um cenário de insegurança. Ah, aqui tá escrito viole, né? Um falando de violência. Além disso, a criminalidade
tem impactos diretos na economia local, afetando o turismo, os negócios e a qualidade de vida da população. Ou seja, esse parágrafo aqui fala sobre os efeitos da violência. E aí ele começa, as soluções para isso são, então já entendi aqui que ele vai começar a listar essas soluções, ó, investimento, fortalecimento das políticas sociais, policiamento comunitário, tudo isso são possíveis soluções. Soluções para quê? Paraa violência, onde? No Rio de Janeiro. Então ele começa a elencar investimento em segurança pública, aumentar o número de policiais nas ruas, melhorando o treinamento e a capacitação e fornecendo equipamentos adequados. Focar
em inteligência policial, sublinhei porque achei importante para combater as redes de tráfico e milícias. Beleza? Fortalecimento das políticas sociais. A violência urbana não pode ser combatida apenas com repressão. É essencial investir em educação, cultura e oportunidades de emprego, especialmente nas comunidades mais vulneráveis para reduzir a entrada de jovens no crime. Que que ele tá dizendo nesse parágrafo aqui? que não é só você bater, existem outras coisas que você pode fazer. E aqui, ó, você tem a causa disso aqui, né? Uma causa ou talvez uma explicação. Pode ser uma causa ou uma explicação para quê? pro
fato de você fortalecer as políticas sociais dessa maneira que ele diz aqui. E a terceira solução possível, policiamento comunitário, implementar o policiamento comunitário que promova uma relação de confiança entre os cidadãos e as forças de segurança, incentivando a denúncia de crimes colaborando na prevenção. Beleza? Ação popular, marquei aqui, né? Não de ação popular lá do direito, mas de uma ação que é de todas as pessoas. Boa noite para quem está chegando agora. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Vamos lá. Aí a primeira questão, ou seja, né, que que a gente entendeu sobre o sobre o
texto? É um texto que fala dos problemas do Rio de Janeiro. Aí ele fala de três problemas, depois ele aborda só a violência e fala de três possíveis soluções paraa violência. É isso esse texto. Agora a gente consegue resolver as questões. Um infé-se do segmento. Nos últimos tempos, três questões têm se destacado como as principais preocupações da população: a violência urbana, o transporte público e a saúde pública, que infere-se desse segmento que, ou seja, o que que você consegue entender a partir dessa leitura? Nos últimos tempos, três têm se destacado. Essas preocupações são decorrentes de
pesquisas sociais? Meio esquisito. As três preocupações citadas estão em ordem de importância? Não. Já fiz um xizinho aqui. O autor do texto selecionou, entre outras, as preocupações citadas. É isso, né? Ele selecionou. Por quê? Porque elas têm se destacado. Mas qual é o critério? Qual é a fonte? Qual é a pesquisa? Ele não diz. Ele só dá destaque a elas. Então, eh, essa aqui correta. D. As preocupações citadas estão incluídas no setor econômico e social? Também não. E o desenvolvimento do texto vai ocupar-se somente da mais importante das preocupações? Não, né? Não necessariamente é a
mais importante, é só a que ele escolheu. Ah, sim. Perdão. As preocupações citadas estão incluídas no setor econômico e social. Quais são as preocupações citadas? violência urbana, transporte público e saúde pública. Não, não tem nada aqui no contexto econômico, né? Por mais que depois ele fale sobre por mais que depois ele fale sobre eh como isso afeta a economia, nesse ponto aqui ele ainda não falou sobre nada que é econômico de fato. Beleza? Um. Letra C. Vamos para número dois. Leia o segmento a seguir. Policiamento comunitário. Implementar o policiamento comunitário que promova uma relação de
confiança entre os cidadãos e as forças de segurança. Aí se liga, por que que o implementar tá circulado aqui? Porque se eu vou implementar é porque é alguma coisa que ainda não existe. Então nesse segmento, como em outros do texto, há o emprego de infinitivo, assim como nas frases apresentadas a seguir. Assinale a opção que apresenta a frase em que essa forma verbal mostra sentido passivo. Qual é o infinitivo? Infinitivo é aquele terminado em R. É alguma coisa que termina em R. Cantar, sofrer, sorrir, partir. Alternativa A. Ouviu bater 8 horas. Daí a pouco entrariam
provavelmente Pedro e Paulo. Ouviu bater? Não, isso aqui é um infinitivo impessoal, né? Ouviu bater. Quem ouviu? Quem ouviu, mano? Só ouviu bater, né? Bateu. Letra B. Helena deixou se cativar desse sentimento de abstenção e elevação. Helena deixou-se cativar. Esse cativar aqui tá no infinitivo, né? Passivo. Deixou-se cativar. Ela foi cativada. E exatamente o que a questão tá pedindo. Assinale a opção que apresenta a frase em que essa forma verbal infinitivo mostra sentido passivo. Letra C. A luz batia de chapa no rosto da moça. Félix viu tremerem. Isso aqui não é infinitivo. Passarem também não
é infinitivo. E o próprio somano que fez calar. Foi o som do piano que fez calar, né? É ativo, não é passivo. Então gabarito da questão número dois, letra B. Questão número três. Vou dar um goalizzinho na água aqui. Vou dar uma olhadinha no chat e vamos lá. Claudiane Júnior Bianca, boa noite. O Júnior tem uma dúvida, ó. Tosan, para fazer concurso é melhor primeiro estudar raciocínio lógico ou estudar os outros tipos antes? Como exemplo, substantivo, verbo pronome ou foco mais raciocínio lógico e vou pegando os outros de pouquinho a pouquinho. Cara, ideal é você
ir estudando tudo ao mesmo tempo, né? Porque na tua prova vai cair tudo ao mesmo tempo. Então, se você esperar ficar bom em um para poder começar o outro, vai ser muito difícil você engrenar você pegar o gás. Então, eu recomendo que você faça isso. Começa pelo menos com português e matemático ou português e raciocínio lógico. E aí quando você tiver estudando bem essas duas matérias todos os dias, se organizando bem, aí você tenta incluir mais uma matéria. E se você entrar aqui nas playlists do canal, tem a sessão de estudos perfeita. é o meu
curso gratuito que te ensina a organizar os estudos, vai te ajudar bastante. Vamos lá, questão de número três. Leia o segmento a seguir: focar em inteligência policial para combater as redes de tráfico e milícias. Nesse caso, a preposição de indica tipo. Quem lembra dessa aula que eu dei de preposição? Quem tava nessa aula? Tinha gente nessa aula com certeza. Se você for na aula de preposição, eu falei exatamente sobre isso. Se você tem nervos de aço, esse aço aqui é o material, né? Por mais que você esteja falando no sentido figurado, é o material com
o qual esses nervos aqui são feitos. Você também poderia dizer, veio de carro. O que que esse D tá indicando? O modo como a pessoa veio, né? O meio de transporte veio de carro. Veio de dia. Caraca, dia é o quê? o tempo em que ele veio. Então, as preposições elas têm essa característica, né? Você consegue com uma mesma preposição ter vários valores diferentes, passar várias ideias diferentes. Essa é a grande brincadeira da língua portuguesa numa prova de concurso. Ele brincar com isso aqui, ó, com as possibilidades da língua. Então não adianta só você decorar,
você tem que ter paixão pelo negócio. Você tem que bater o olho e parar e pensar: "Tá, o que que aquilo ali diz? Eu tô numa situação conversando com uma pessoa, eu uso essa palavra por quê? Por que que eu uso de e não uso por? Veio de carro, veio de dia. Por quê? Tem essa curiosidade. Então, já até me perdi aqui. Ah, sim. assinale a frase a seguir em que a preposição de destacada mostra valor de causa. Tinha vindo de importuno a importuno. Esse aqui eu nem consegui identificar qual que era o motivo do
D, mas não me pareceu causa, mas já deixei um pontinho de interrogação aqui e fui pra próxima. Jorge sentiu a pressão de uns dedos de ferro, o material com que o dedo é feito, né? Dedos de ferro, dedos fortes, dedos pesados. Agradecí-lio de joelhos. É a posição em que ele tava, né? Ou o modo como ele tava de joelhos. Agradecí-lhe ou de pé, agradeci de joelhos. Agradeci de bruços. Vai depender da posição. Morri de uma pneumonia. Opa, valor de causa, né? Morri por causa de uma pneumonia. Esse D aqui indica a causa da morte. Por
isso o gabarito dessa questão é letra D. Era o meu gato sultão que brincava a porta da alcova com uma bola de papel. papel é o material do qual essa bola era feita. Então, gabarito letra D. Quatro. O texto pode ser classificado como tipos e gêneros textuais. Questãozinha tranquila. A FGV sempre inventa alguma coisa nesse assunto, então, por mais que você saiba, né, às vezes pode acontecer esse tipo de coisa. Olha o que apareceu aqui. Texto exortativo, mas vamos olhar as outras. normativo, pois traz indicações para que os problemas do rio sejam solucionados. Já risquei
logo. Publicitário, já que traz indicações positivas da natureza do rio a fim de atrair turistas. Risquei didático, visto que procura ensinar aos leitores como identificar os problemas cariocas, também não. E aí fiquei em dúvida entre essas duas aqui. E até agora, né, eu não vi nenhum outro gabarito eh definitivamente correto, mas pera aí, vamos lá. Eu já vi gente falando que o gabarito é letra D e gente falando que o gabarito é letra E. Por que que eu marquei a letra D? Porque eu achei que exortativo, por mais que fosse um texto, que um tipo
de texto que pode existir, se ele se propõe a exortar, se ele se propõe a resolver alguma coisa, né, incitar as pessoas a resolver alguma coisa, se defender dos problemas, ele não tá exatamente exortando as pessoas. Ele é um texto que fala dos principais problemas no Rio de Janeiro. Aí ele fala mais aprofundadamente da violência. Depois ele propõe uma solução para cada um. Só que olha a letra D. Informativo, pois seleciona no noticiário aspectos interessantes de leitura sobre o Rio. É esquisito para caramba. Eu marquei isso porque eu falei: "Não, não é exortativo". Mas agora
pensando em FGV, eu acho que a FGV vai colocar o gabarito dessa questão aqui, ó. Letra E. Tenho quase certeza, porque ela gosta de umas respostas meio esquisita e essa aqui tá meio esquisita. Mas assim, até aqui nesse momento da prova eu tava tranquilo, as três questões eu tava tranquilo que eu tinha acertado. Então essa aqui me deixou tipo um pouco mais caramba. E aí será que eu acertei ou não? Já começou a me deixar em dúvida, mas não me deixei abalar, né? Tinham quatro questões e já tinha feito três e escolhi começar por português
porque é a que tava primeira ali, não tem nada contra português, fui seguindo a ordem da prova e preenchendo o cartão. Questão número cinco. Leia o fragmento a seguir. A violência continua sendo um dos principais problemas no Rio de Janeiro. Assaltos, tiroteios e conflitos em áreas dominadas pelo tráfico de drogas e pelas milícias criam um cenário de insegurança. Além disso, a criminalidade tem impactos diretos na economia local, afetando o turismo, os negócios e a qualidade de vida na população. As opções a seguir analisam corretamente o conteúdo e a estruturação desse fragmento à exceção de uma,
exatamente igual aparece aqui nas nossas questões, aparece na nossa prova. Qual é a que ele não analisa corretamente, né? Se é todo, se é tudo corretamente, à exceção de uma, é porque tem uma que tá incorreta. Essa aqui, eu vi gente dizendo que o gabarito era a letra E, que o gabarito era a letra A. E eu acho que o gabarito pode ser letra B. Vamos aprofundar um pouquinho aqui na doideira. As opções a seguir analisam corretamente o conteúdo de estruturação desse fragmento, a exceção de uma. A a violência é vista como um problema constante
que se apresenta com modelos novos na atualidade. Eu acredito que sim, porque ele fala aqui, ó, a violência continua sendo. Então ele diz que é constante. E aí modelos novos na atualidade, assaltos, tiroteios e conflitos em áreas dominadas pelo tráfico de drogas e pelas milícias. Isso aqui é algo completamente novo. Essas são novas modalidades. Então eu entendo que isso aqui tá correta. Teve gente que entendeu que essa questão tá errada, por assaltos, tiroteios e conflitos não é um modelo novo, é uma coisa antiga. Então teve gente que marcou essa aqui, eu não marquei. Assatos, tiroteis
e conflitos são exemplos que envolvem brigas entre traficantes de drogas e milicianos. Em nenhum momento o texto fala que eles brigam entre eles. Ó, ele diz aqui: "Assaltos, tiroteios e conflitos em áreas dominadas pelo tráfico de drogas e pelas milícias criam cenários de insegurança. Ele não falou em momento nenhum que esses exemplos envolvem brigas entre traficantes de drogas e milicianos. Ninguém disse isso aqui. Então eu marquei essa aqui como incorreta. O turismo de negócios são exemplos da economia local afetados pela violência. Tá certo? Isso é algo que ele fala aqui, ó. Afetando o turismo, os
negócios e a qualidade de vida da população. Tem pactos diretos na economia local. Então, tá correto. Violência é um substantivo abstrato que se materializa por assaltos, tiroteios e conflitos, tá certo? São todos substantivos concretos esses aqui. E letra e, a segurança pública é essencial para mitigar os efeitos negativos da criminalidade sobre a economia e o turismo. Por que que eu marquei isso aqui como correto? Perdão, porque ele fala aqui, ó, os assaltos, chiroteios e conflitos, pá pá pá, criam um cenário de insegurança. Além disso, a criminalidade tem impactos diretos na economia local, afetando o turismo,
os negócios e a qualidade de vida da população. A segurança pública é essencial para mitigar os efeitos negativos da criminalidade, porque ele fala que isso gera um cenário de insegurança e isso aí acaba impactando diretamente a economia local, turismo de negócio. Então, se você tiver segurança, você resolve isso aqui. Pronto. Essa alternativa aqui tá correta. Gabarito para mim a letra B. Tem gente dizendo que é A, tem gente dizendo que é. E aguardemos, pois, questão de número seis. Assinale a opção que apresenta a estruturação e significação observada nos três últimos parágrafos do texto. Cara, os
três últimos parágrafos do texto são esse aqui, ó. As soluções para isso são aí os três, ó. Investimento em segurança pública, fortalecimento das políticas sociais, policiamento comunitário. Que que ele tá fazendo aqui? Evidencia-se a sugestão de soluções para o problema da violência no Rio de Janeiro. Perfeito. Exatamente isso. B. A palavra inicial de cada sugestão é um substantivo concreto. Investimento, fortalecimento e policiamento. Não são substantivos abstratos todos eles. A indicação das sugestões é fundamentada no princípio de autoridade das pesquisas e dos estudos. Não, ele não diz em momento nenhum qual foi o critério para indicar
essas sugestões. E D. Toda sugestão inicial dos três parágrafos é seguida de sua definição. Também não. Olha aqui, ó. A do segundo parágrafo, perdão, ela é seguida pela sua causa. Fortalecimento das políticas sociais. A violência urbana não pode ser combatida apenas com repressão. É essencial investir em educação. Tem uma explicação aqui, não tem logo depois dizendo exatamente o que ela é. Então também não. E a nítido paralelismo estrutural nos três parágrafos finais também não. Por causa dessa aqui. O paralelismo estrutural é quando todo parágrafo segue exatamente a mesma estrutura. E ali não. Você tinha substantivo
abstrato e significado daquilo. Substantivo abstrato, significado daquilo. Só que no segundo ele quebra isso, né? do primeiro pro terceiro é substantivo abstrato e explicação. Exatamente o que a gente viu ali. Então, o gabarito dessa letra A. Vamos adiante. Questão sete. Assinale a opção que apresenta a frase em que a expressão sublinhada está corretamente empregada. Ele quer a correta. Não podemos prender as pessoas que, porventura discordem de nossas opiniões políticas. Essa tá errada porque porventura aqui escreve junto. B. O governo da Ucrânia parece não estar aim terminar a guerra com a Rússia. Esse afim é separado.
Afim junto é parecido. Função afim lá da matemática. Aim junto é parecido. Aim de é com o fim de com o objetivo de errada também. C. A secretaria do curso disse estar no aguardo de instruções da diretoria. Isso aqui era pegadinha, meus amigos. No aguardo é uma parada completamente informal. E eu quis pintar o pavão, né? Letra D. O Congresso, por meio do seu presidente, declarou estar ao par do assunto. Não, tá errado. A par. E eu quis pintar o pavão. E aqui na letra E, ele veio aqui, ó. O secretário do partido esteve a
ponto de ser reeleito. Eu achei que fosse ao ponto D, porque eu fui com tanta certeza nessa aqui que quando chegou aqui eu duvidei. Mas tá certo. A ponto D tá corretíssimo. Gabarito dessa é letra E. Questão de número oito. Todas as palavras sublinhadas nas frases abaixo contém a letra X. Pô, essa aqui foi dada. Assinale a opção que apresenta a palavra em que essa letra deve ser pronunciada como X. Aí ele tem aqui tóxico, fixação, prolixo, taxação e sexualidade. Gabarito dessa aqui, letra D, para ninguém sair dessa prova com zero, né? FGV foi boazinha.
Questão número nove. Todas as frases a seguir mostram palavras de origem inglesa, anglicismos, né, frequentes em nosso vocabulário. Assinale a frase em que o anglicismo empregado tem seu equivalente em língua portuguesa corretamente indicado. No grupo, aquela hora havia muitos participantes online. Online significa abordando o mesmo tema, não significa conectados. O serviço de delivery funciona diariamente em São Paulo. Serviço de alimentação? Não. Delivery significa entrega. Delivery. Mandei um e-mail de agradecimento a todos os participantes do grupo. Email é um correio eletrônico. Exatamente isso. ID electronic. E-mail de correio. É a tradução literal mesmo. Gabarito letra C
D. A música country não agrada a todos os públicos. Música tradicional não. Country é uma parada mais do interior do campo, né? Música country. Os restaurantes cariocas servem drinks variados. Wisks não, né? Drinks é o genérico para qualquer coisa, não só o whisques. Então, mandei meio. Na verdade, drinks por drinks significa bebidas. Essa nove foi praticamente dada também, mas eu tenho certeza que mais gente errou essa do que essa aqui de cima. Certeza, né? É só o meu chute. 10. Leia a frase a seguir: "Perde-se o Brasil, Senhor." Digámolo-lo em uma palavra, porque alguns ministros
de sua majestade não vem cá buscar o nosso bem, vem cá buscar nossos bens. Substantivo. Ã, sobre a palavra sublinhadas na frase, assinala afirmativa correta. As palavras sublinhadas são exemplos de classes gramaticais diferentes. Cara, eu quase marquei essa. Por quê? Bem, falei, pô, bem é advérbio, tá até arriscado aqui depois. Por quê? Por causa desse amiguinho aqui, ó. Olha esse aqui. Olha ele aqui, ó. O nosso bem. O o, galera. Vocês lembram qual é a maldade do o? O é um artigo definido. Ele tem um super poder dentro da língua portuguesa. Ele substantiva as coisas.
Ele é um substantivador, a gente pode chamar assim, para ficar mais fácil de lembrar, né? Uma grande máquina que tu aponta ele e aí vira um substantivo. Porque quando ele faz isso aqui, ó, o nosso bem, ele tá falando o bem. Isso aqui é um substantivo abstrato. E aí depois ele fala aqui, ó, vem cá buscar nossos bens. Quando ele fala buscar nossos bens, aqui bens tem um outro sentido. Por quê? Porque é definição de bens, buscar nossos bens, nosso patrimônio, os bens. Isso aqui é um substantivo concreto. Então, olha como que isso não tem
regra nenhuma. E se você é uma pessoa que só decora a regra, você está eliminado da vida, meu parceiro. Porque esse o aqui, ele é um artigo definido que faz com que esse bem seja um substantivo abstrato quando ele está no singular. Mas quando você passa bens bem para o plural, você transforma ele de substantivo abstrato para substantivo concreto. Você tem o bem, o nosso bem, né? Substantivo abstrato, e os bens. Substantivo concreto. Viagem. Doideira, né? Maneiro demais. Alternativa correta, letra C. O substantivo abstrato, ao ser colocado no plural, torna-se concreto. As palavras sublinhadas são
exemplos de classes gramaticais diferentes? Não. São dois substantivos por causa desse artigo aqui. As palavras sublinhadas mostram as mesmas classes gramaticais e os mesmos significados? Mesmas classes, sim, são substantivos. Mesmos significados, não. Letra C é, o nosso gabarito. E D. A pluralização do termo sublinhado traz consigo uma valorização semântica. Nada a ver, né? No máximo alteração, mas valorização não, porque você muda o significado, muda a semântica, né? Não é valorização, é alteração. E é enquanto o singular se refere a um só objeto, a forma plural se refere à totalidade dos objetos. Falso, né? Porque o
singular se refere a um sentimento, né? O nosso bem, esse substantivo abstrato aqui, ó. Fiz essa anotação aqui pensando em vocês, inclusive. o nosso bem. Eu vou explicar isso aqui lá na aula, exatamente como expliquei aqui. Então é isso. Eu acho que dessa prova aqui eu errei duas questões de português, pelo tanto que eu tenho estudado ultimamente, tá bom? Estudando duas horas de português por semana, pô, tá muito bom, né? E nessa prova como um todo, para quem ficou curioso, eu fiquei com 53 de 80. Eu dei aquela lida de última hora lá. O único
dia que eu realmente fiz questões foi o dia até que eu gravei um real. Tem até um tempo aí foram umas 70 questões. E é isso. Agora vou te mostrar um detalhe sobre a minha prova aqui que eu sempre falo muito e aí agora é um bom momento para mostrar. Primeiro, você vai reparar que todas as minhas questões elas estão rabiscadas. Deixa eu mostrar agora porque não é muito sobre o que está na prova, mas sobre a prova em si. Todas as minhas questões, elas são rabiscadas. Por quê? Na hora que eu vou resolvendo, eu
vou procurando, eu circulo, eu ligo. Então, eu faço isso em dois momentos. Primeiro eu vou rabiscando isso aqui enquanto leio o texto, igual eu faço com vocês nas aulas ao vivo, para entender muito bem esse texto, porque eu leio o texto uma vez só, porque se eu quiser economizar tempo, o que vai acontecer é que quando chegar aqui, eu vou ter que ler de novo. Quando chegar aqui, eu vou ter que ler de novo, porque eu vou ficar lendo o segmento e vou ficar voltando em pedaço do texto e isso quebra a minha interpretação do
texto como um todo. Então é melhor que eu interprete tudo de uma vez e depois saia resolvendo. E aí, acho que eu saí resolvendo logo de cara, eu dei um risco. Então, eu fiz a um, fiz a dois, fiz a três, a quatro eu não fiz na hora. Eu pensei, pensei, pensei quando eu vi que eu ia demorar muito. Não, isso aqui eu escrevi em casa, essa caneta rosa. Você não pode levar a caneta vermelha na prova. Podiam ter eh te expulsado da sala ou recolhido a caneta no máximo, né? Mas não pode. Era caneta
só azul, eu acho, segundo edital. Mas aí chegou lá por azul ou preta. Enfim. Eh, e aí fui resolvendo dois, três. Quando chegou na questão quatro, eu vi que eu tava demorando muito tempo nela, fiquei em dúvida entre essas duas aqui. Eu falei: "Cara, é isso." Fiz uma bolinha aqui e passei pra próxima. Aí aqui eu também fiquei em dúvida. Chegou uma hora que eu comecei a pensar muito, fiquei em dúvida. Marquei uma bolinha. Aí, essa aqui eu fiz. Essa aqui eu também fiquei em dúvida. Pulei aí. Essa eu fiz. Essa eu fiz. Essa eu
fiz. Pronto. Terminei 10 questões. Que que eu fiz? Parei, fiz uma pausa e fui preencher o cartão resposta. Fui preencher, deixei em branco. Acho que eu não sabia. preenchi o meu cartão resposta e aí antes de começar a preencher, eu já levantei a mão e pedi para ir ao banheiro. Porque enquanto eu tava esperando para ir ao banheiro, eu já tava preenchendo o cartão resposta e eu não me desconcentrava, né? Não corria o risco de eu ficar no meio, de chegar no meio de uma questão e ter que parar depois. Acabou que foi isso que
aconteceu, porque eu preenchi as 10 questões, ninguém tinha aparecido ainda. Então eu comecei a resolver raciocínio lógico. E aí quando eu cheguei, acho que é aqui, ó, não, quando eu cheguei aqui, não, alguma outra questão aí alguém me chamou. Enfim. Aí, ó. Essa aqui eu deixei. Aí, essa aí fiz essa aqui direto. Fiz essa aqui direto. Fiz essa aqui. Pulei essa aqui. Fiz essa aqui. Fiz, fiz, fiz, fiz. E até aqui eu tava bem confiante até. Essa aqui eu errei, pô, de bobeirinha. Vocês vão ver amanhã. Eu vou corrigir ela amanhã. Aí passei pra informática
que já tava na ordem aqui, achei que era uma boa. Aí fui, deixei essa em branco, fiz, enfim, fui fazendo isso, né? Deixando algumas em branco, resolvendo outras. E aí quando chegou em 30 questões, eu tinha feito 25, tinha deixado cinco em branco e ainda não tinha dado 1 hora e meia no quadro. Por quê? Eu tinha calculado mais ou menos 3 minutos por questão. Então, para fazer essas 30, eu levaria 90 minutos. Teve cinco que eu não fiz, né? Então, se eu já fiz tudo isso, já preenchi no cartão resposta, ainda tô com menos
de 1 hora e meia, pô, é porque eu tô com um tempo de prova, OK? Posso ficar tranquilo, sendo que eu fiz 30, né? Com 10 eu parei para preencher o cartão resposta das que eu tinha feito. Aí fiz mais 10, parei para preencher o cartão resposta de novo. Aí fiz mais essas 10 de informática, parei para preencher o cartão resposta de novo. Não continuei com legislação específica, porque era a parte mais difícil. Eu sabia que eu ia pior em legislação específica, em direito administrativo e em direito constitucional. Então o que eu fiz foi o
seguinte, eu fui lá para noções de administração para tentar acertar um pouco mais de questões e chegar nas matérias mais difíceis, um pouco mais confiante. Então eu vim, fiz administração, fiz uma, fiz duas, fiz três, fiz quatro. Aí, essa aqui eu deixei em dúvida. Fiz cinco, fiz seis. Ah, essa aqui eu deixei em dúvida. Fiz sete, fiz oito. Então, pô, fiz oito de 10. Isso aqui já era a anotação da questão. E até agora eu tinha feito 33 das 40 da prova. Tava numa média mais ou menos, né? 33 de 40, alguma coisa ali em
torno dos 80% x 2,5 33 x 2,5 eu nem fiz essa conta 5 x 3 15 põe 5 e vai 1. 5 x 3 15 com mais 1 2 x 33 66 5 12 vai 1 825 pô 82,5 por de aproveitamento aqui. Eu tava muito tranquilo nesse momento. Então o que que eu fiz? Parei, terminei aqui, preenchi o cartão resposta, pedi para ir ao banheiro de novo e assim fui, cada 10 minutos, cada 10 questões eu pedia no máximo 15 ali. Mas é isso aqui, eu fiz metade da prova. Nessa hora eu lembro, com certeza,
que eu pedi para ir ao banheiro. Aí levantei, fui me alongando até o banheiro, dei uns pulinhos lá, lavei o rosto, enfim, enrolei para ficar um tempinho ali fora do ambiente de sala de aula e voltei para encarar o específico. Aí eu voltei já na ordem, peguei aqui a legislação específica e fui fazendo, pulando, fazendo, pulando, fazendo, pulando. Aí já era um momento que tava um pouco mais difícil, realmente eu fui já usando tempo. Meu objetivo aqui agora qual era? Marcar tudo que eu sabia, porque aqui não tinha muito o que pensar, como por exemplo,
matemática, que eu posso lembrar como é que se faz. Aqui eu sei, eu não sei. Algumas eu ainda consegui pensar que teve algumas que eu acertei de outros momentos que eu estudei essas matérias há muito tempo atrás, então me veio uma luz aqui. Eu consegui acertar, por exemplo, 10 de 15 em direito administrativo pelo gabarito lá do pessoal do estratégia, 6 de 10 em legislação específica e direito constitucional foi pior 6 de 15, porque aí direito constitucional pegou toda a parte de competências, cara. Direito constitucional e a parte de competências. Basicamente, o direito constitucional diz
quem pode e quem não pode fazer o quê. Ele autoriza ou desautoriza a todo mundo de tudo em termos de órgãos públicos, né? Então tem muita regra e eles podem puxar isso de tudo quanto é lugar. E como eu não estudei nada, eles puxaram bastante para mim. Mas enfim, fui fazendo, fui fazendo, fui fazendo, fui fazendo tudo que dava. A cada 10 ou 15 questões eu ia parando e preenchendo no cartão resposta. foi por matéria. Eu preenchi legislação, preenchi direito administrativo, depois preenchi direito constitucional e assim foi. Na verdade, eu acho até que é, não,
fiz na ordem mesmo, administrativa e depois constitucional. E aí algumas questões que dão mais trabalho, eu fui fazendo desenho para tentar entender a lógica. Se ele é isso, então não é aquilo. Aí outras eu tive que aquele mesmo desenho repetido, atentei de outras formas. Aí, essa aqui era uma questão de análise combinatória que tinha no meio da prova. Vou resolver amanhã. Questão muito boa, inclusive. Mas enfim, todo espaço que tinha na prova, eu aproveitei, ó, resolver a questão de lógica. E aqui depois eu anotei, voltei do banheiro, né, para, perdão, já tinha terminado a prova
toda e aí fui para aquele segundo tempo. Agora é a hora em que eu pego todas as questões que eu não fiz na primeira rodada e eu volto passando tudo. Ó, foram 21 questões que eu deixei para depois. Então eu fiz, foram 80 questões na prova, Claudiane. Então da prova eu fiz nessa primeira passada aquele tanto e aí sobraram 21 questões. Então foram 59, foram 59 que eu fiz e 21 que eu deixei em branco. Aí eu anotei todas elas aqui. Por quê? Porque eu não esqueço nenhuma e eu não preciso ficar buscando na hora
da prova. Eu vou criando uma atividade diferente para mim mesmo na hora da prova para eu não cansar. Então, nesse momento, a minha atividade era ver quais foram no cartão resposta ou na prova, eu não lembro, todas as questões que eu não fiz para ir anotando aqui. Ah, eu fui vendo no cartão resposta, não fiz a quatro, anotava, não preenchia a sete, anotava, não preenchia a 11, anotava. Então, meu progresso tava bem tranquilo aqui. Pelo quadro eu sabia que tinha entre duas e 3 horas, alguma coisa ali, entre 2 e 3 horas de prova e
faltava entre 2 horas e 1 hora meia para acabar. Esse aqui eu não lembro, eu notei errado, mas nesse momento aqui tava faltando entre 2 horas e 1 hora e meia para acabar. Aí foi o momento em que eu fui fazendo a mesma coisa. Que que eu faço aqui agora com essas mais difíceis? Eu vou resolvendo. Você vê que algumas aqui eu pulei, foram as que eu deixei por último, ó. 43, 59, 69. Aí fiz todas. Fiz essa, fiz essa, fiz essa, fiz essa, fiz essa, fiz essa, fiz essa. Aí alguma eu pulava, fazia, aí
voltava na outra. É o momento de ir peneirando aí. Beleza, fiz todas essas. Cheguei aqui, ó, nessa questão eram 18:53 na primeira passada, então pessoal passava, pessoal passava. Eu tô tô olhando o comentário aqui, me confundi. Então, a eram 18:53 quando eu tava nesse ponto, minha aprovei até 8 horas, então tava tranquilo. E aí eu fiz mais essas aqui. Aí essas aqui conforme eu ia fazendo, eu ia preenchendo. E por que que eu vou fazendo e preenchendo, cara? Porque senão eu fico com aquele peso de querer mudar de ideia na cabeça. Então, se eu faço
e preencho, o negócio flui mais leve. Por quê? Fiz, dou uma conferida. É exatamente isso. Tô certo disso? Beleza, já marco no cartão resposta, pum, e sigo pra próxima. Acabou. É uma menos, não é uma que eu ainda tenho que passar o cartão resposta, porque aí na hora de passar pro cartão depois você quer conferir tudo que você fez. E aí você vai tirando das certas e vai marcando nas erradas. É sempre assim, você tá procurando erro, então você erra. A prova começou 15:30 e ia até 8 horas. Podia sair a partir de 18:30, mas
com caderno só a partir de 19:30. Foi exatamente a hora que eu saí, 19:30. Aí aqui, ó, uma anotação sobre outra questão. Aí fiquei aqui, ó, 7 horas da noite, eu tinha essas quatro questões para fazer até 7:30. A 15 era aquela de matemática, que foi essa aqui, ó. Foi uma das últimas que eu fiz e essa eu acertei. Então assim, pô, corri, corri, corri a prova inteira fazendo para no final das contas, essas aqui eram questões que eu entendia que eu ainda tinha como fazer. Aí que que eu faço agora? Agora eu tenho uma
hora para brigar por elas. Questão que eu sei que eu consigo acertar, mas que vai me dar muito trabalho. Não, mas beleza, eu vou ficar ali, vou ficar ali. Deixa eu inclusive ver se eu acertei elas. A 15. Eu sei que eu acertei. Foi essa aqui, ó. Deu maior trabalhando, vocês vão ver amanhã a 43. Deixa eu ver. 43 é a outra. Não, errei. 59. Cadê 59? 59 errei também. E 69. 69. Errei também. Caraca, acertei uma só. Mas é isso, consegui, fiquei mais esse tempo aqui. Essa aqui ainda foi a que eu fiz por
último e quando deu 73, eu acho, foi a hora que eu terminei. Eh, deu tempo de pensar em bastante coisa, deu tempo de, eh, chutar tudo de maneira consciente. Mas, cara, se tem uma coisa que eu gostaria que você levasse pra sua vida dessa aula de hoje, é isso aqui, ó. Não perde tempo com coisa que você não sabe, o que você tá vendo que você travou. Travou, próxima. Porque esse tempo que você fica numa questão travada, ele te cansa e ele te desanima. E se você só, pum, próxima e vai fazendo o que você
sabe, naturalmente você vai ganhando algum nível de confiança ali, porque você vai fazendo, vai avançando na prova. Por mais que avance menos ou mais, aí vai depender de pessoa para pessoa. E cria um método. Esse é o método que eu criei. Você pode copiar, ó. Pum, já fiz. Risca, risca, risca. Ah, fiz cinco, pô. Tá ótimo. Vou preencher essas cinco aqui agora no cartão resposta e aí vou deixar indicado aqui, ó, com círculo, quais são as que eu ainda não fiz. E dá uma primeira passada na tua prova inteira, cara, procurando aquilo que você consegue
acertar enquanto tá descansado, aquilo que você vê que, pô, tá fresco na tua cabeça, tá tranquilo. Depois você preenche tudo isso, cara. Beleza, vai administrando ali, ó. banheiro, corpo, mente. Não deixa a tua prova ser um momento de mero nervosismo. A tua prova é um momento de estratégia. E para fazer prova assim, você precisa treinar a tua habilidade de fazer simulado. Essa é uma aula que ainda vai entrar na escola de concursados, mas tá dentro do meu planejamento, que é te ensinar passo a passo a fazer simulados. Que que você precisa para fazer um bom
simulado? Eh, mesma quantidade de questões da prova e mesmo tempo de prova. Você precisa contar esse tempo, você precisa ter compromisso de levar um negócio a sério, de realmente fazer esse simulado valendo mesmo. É dar o seu melhor ali. E não é dar o seu melhor para ver qual é o seu índice de acertos. o seu índice de acertos. Você vai ver nas questões qual que é o grande negócio de você fazer simulados em casa. É você desenvolver uma estratégia de prova, porque essa estratégia de prova vai te trazer segurança, vai te trazer confiança quando
você tiver lá. Eu tenho certeza que tem um monte de gente que tem potencial para passar, tem tudo que precisa, tem um conhecimento, mas fica na na insegurança, fica ali no, poxa, mas eu não sei, sabe? Falta só uma coisa, falta só decidir, falta só decidir que quer, sabe? Ah, não, eu quero, não, eu eu vou eu vou abrir mão de uma outra coisa que é menos importante do que isso para eu fazer isso, tá ligado? Deixa eu ver se tem alguma coisa aqui que eu não respondi. Não. Beleza. Leandro Pagano Gonçalves. Tamo junto, Leandro.
Beleza. É isso. Ah, tamo junto, galera. Entrem, entrem porque vai ajudar bastante. Pô, a Bianca falou assim: "Gostei desse estilo de fazer a prova. também marcava o cartão resposta, faltando 30 minutos para acabar. Problema disso, a chance de você errar é muito grande. Você vai correr, correr, correr para marcar tudo, marcar, marcar, marcar, marcar, marcar, marcar, naturalmente você vai errar. O que que eu faço na hora de marcar? Tem isso ainda, né? Porque aqui eu não tenho cartão resposta para dizer para vocês. Imagina que eu tenho aqui, ó, 33, 34, 35, 36, 37. Aí a
prova sempre tem aqui dentro a B, C. É até um pouco maior essa bolinha, né? E ela tinha menor. Aí o que que eu faço? Eu pego o meu cartão resposta, a minha prova tá aqui. Aí eu vou lá e eu olho 33. Aí eu olho muito devagar, mano. Muito lerdão assim, ó. 33 C. 33C. E aí eu não marco na hora não. Eu faço só uma bolinha no meio. Ele tá aqui assim, ó. 33C. Eu venho e marco assim, ó. 34B. Aí eu venho dou uma só uma marcadinha. 35 D. Nunca, nunca marca mais
de uma, sabe? É, não. 34, T5, T6. É B, DC. Não, não faz isso porque você vai errar. Vai errar. 36 D. 36 D e 37 E. 37E. Então, primeiro, eu tô nesse momento de conferir e marcar. Conferir e marcar. Segundo, uma caneta decente. Essa compactorzinha aqui, cara, compactor economic, para mim ela é a melhor de todas, porque você faz um circulozão aqui. Aí depois você só vem aqui, ó, tu tchu tchu. E eu pinto cartão resposta rapidinho, que aí que que você faz? Um círculo mais grossinho em volta, vai ajeitando as bordas. A caneta
vai dar uma afundada aqui nessa nesse pedacinho do papel. E aí depois você só vem e preenche aqui com a própria caneta devagarzinho. Molezinha, delicinha, não cansa a mão, não dói. Faz o circulozinho com um pouquinho de força, depois vem e preenche riscando ele na diagonal. Molezinha, ó. Que maravilha. Lepo. E aí depois que já preenchi tudo, mano, aí eu venho, circulo e preenche. E aí esse momento aqui em que eu tô preenchendo, ele não é mais um momento de tensão em que eu tenho que, meu Deus do céu, não posso errar não, mano. Agora
eu tô aqui, ó, comendo mm e fazendo bolatinha aqui, ó. E 34B. Já tá marcado, eu já conferi que se tiver errado eu não tenho como mudar mesmo. Então é isso. 35D. Uhu! 36 de E cara, você vai se surpreender com o quanto isso é relaxante no meio da sua prova. Dá para você encontrar momentos relaxantes ali, tá ligado? Preenche tudo. E agora? Opa. Fazer a terapia do Tossan aqui, ó. Colorir bolinha no cartão resposta no meio da prova. E aí tu vai descansando, pô. Aqui, olha quanto tempo eu fiquei aqui jogando conversa fora, só
preenchendo bolinha. Aí, pronto. Esse tempo aqui de conferir, marcar, pintar tudo bonitinho. Cara, é um tempo que a tua cabeça descansa e tu já vai e tu já vai se recuperando. Mas por que você marca menor a bolinha primeiro? Porque eu só marco a primeira bolinha para dizer depois onde que eu vou vir pintar, só para dizer qual é a resposta da questão. Por exemplo, essa aqui, ó, marcaria assim. Pode ser um X também, alguma coisa assim, ó. Assim. Esse aqui assim. Esse aqui assim. Esse aqui é assim. Por quê? É muita informação de uma
vez. É um processo muito complexo, né? Eu vejo dessa forma. Eu ir lá, olhar aqui, aí marcar aqui e já pintar. O pintar é um bagulho muito sério, demora muito. Tem toda uma outra concentração que é a de não errar enquanto pinta com a concentração de passar para cá, certo? Então eu separo essas duas preocupações. Uma preocupação, ela tá, na verdade eu diminuo essa preocupação, né? Porque ela tá só em um momento, no momento em que eu tô conferindo e marcando aí. Beleza. Essa aqui é essa aqui. E a próxima? A próxima é essa aqui.
É isso mesmo? É, é isso mesmo. E aí marco tranquilão, com calma. Depois eu venho só tchuchu tchu tchu terapia. Só pintar bolinha, irmão. Se se eu ganhasse R$ 1 para cada bolinha dessa que eu já pintei na vida aqui, ó. Pronto. Faz a bolinha, pinta a bolinha, faz a bolinha, pinta a bolinha. Tá tranquilo, pô. Tu não vai errar nada. É só tu fazer onde tu pintou, pô. Pintou o X aqui. A bolinha aqui. Você achou a prova fácil ou difícil ou de boa? Claudiane, eu achei a prova fácil. Eu esperava uma prova muito
mais difícil pelo nível que era. Mas quando veio o resultado da prova, eu entendi. Não, beleza. Eu achei a prova muito fácil porque eu não tinha estudado nada. Então, qualquer coisa que caísse para mim, eu ia chutar o que eu sei, o que eu não sei, ia falar: "Ah, OK." Mas imagina a galera que estudou durante meses e chegou na prova e não caiu nada do que estudou. Pô, acho que a pessoa estudou errado, né? Normalmente a pessoa que tentou algum macete para conseguir estudar mais e menos tempo quis estudar só o que caía. Mas
aí não tem como ele saber isso. Aí ele chega na prova e cai um monte de coisa que ele não estudou, porque ele ficou tentando macetear a banca ao invés de simplesmente aprender tudo que tem para aprender sobre aquele assunto. E aí não importa se a banca tentar uma pegadinha aqui do cantinho da matéria, ó, tu tá pronto? Porque tu foi até aqui, tu foi até aqui, cobrir o máximo da matéria possível, ter uma boa base para depois você ir acrescentando mais matéria em cima, chegar no maior nível que você puder com todas as matérias.
Eu acredito muito nisso, não acredito em atalho, não acredito em caminho curto. Eu acho que a vitória em concurso público é um processo de longo prazo. E se você quiser a minha ajuda para conseguir essa vitória, é escoladeconcursados.com.br. BR, é a minha mentoria. Lá você vai, minha mentoria, né, é a minha escola. Lá você tem a minha mentoria, curso de português, curso de matemática, curso de redação, curso de estratégias de estudo. Tem o grupo no WhatsApp para você tirar dúvidas no dia a dia, para você se manter motivado no dia a dia com os outros
alunos da escola. E uma vez por semana tem uma mentoria comigo ao vivo para organizar os teus estudos paraa semana seguinte, para te ajudar a tirar dúvidas e te ajudar de uma vez por todas a sair da vida que você tá hoje e passar em um concurso público. Que se a vida fosse boa, eu tenho certeza que você não tava aqui. Ã, Claudane, tenho receio nisso mesmo, de estudar e não cair nada. Pô, Claudiane, impossível. Impossível. Quer ver? Ó, ó. Isso aqui tava nas minhas aulas ao vivo. Essa matéria aqui, ó, na questão três. Que
mais? O resto, interpretação de texto. Interpretação de texto. Leitura, pô. Pronúncia de palavras. Conhecimento sobre e-mail. Aqui, ó. Substo aqui também tava na aula. Pronto. Se você tivesse visto só as minhas aulas sem ter feito nenhuma questão a mais em casa nem nada, você já tinha acertado duas da prova. Se você é do tipo que tá sempre resolvendo questões sobre interpretação de texto, sobre a matéria que você já estudou e tá baseando o seu estudo em questões, é impossível não cair nada da sua prova. Só que o que que acontece, né? Olha qual o teu
pensamento. Você pensa assim: "Ah, não, eu tenho medo de não estudar. Eu eu tenho medo de estudar e aí chega na prova e cai o que eu não estudei. Ah, então o que que eu faço? Eu não vou estudar. Eu vou usar esse medo como uma justificativa para eu não estudar. Então, quando chegar a prova que cair as coisas que eu não estudei, eu consigo aplacar o meu medo, porque eu vou falar assim: "Não, mas tudo bem. Não é porque eu estudei e falhei. Não, eu tentei e não consegui. Isso é medo de falhar. Você
foi pelo caminho do menor esforço. Fale assim: "Não, então eu não vou nem estudar, porque aí não estudando tá tranquilo". A minha desculpa é: "Ah, não, mas eu nem estudei." Cara, você precisa assumir o risco de falhar. Pode ser que você falhe, pode ser que você falhe. Não, com certeza você vai falhar. Pode ser no primeiro, pode ser que você passe no primeiro e reprove no segundo. Pode ser que você passe no primeiro, no segundo e reprove no terceiro. Pode ser que você reprove no primeiro e no segundo e passe no terceiro. Mas você só
vai conseguir se você tentar. E uma das coisas que pode acontecer quando você tenta é você conseguir e a outra é falhar. E não adianta, mano, para conseguir uma você tem que encarar a possibilidade da outra. Eu fui para esse concurso da alérgia agora, alguém me perguntou aí se eu tava fazendo para testar ou porque gostei do cargo. As duas coisas, para me testar, porque com a vida que eu tenho hoje, eu não tenho como dedicar uma parte muito grande da minha vida a concurso público, sem abrir mão de outras coisas que são importantes para
mim, como por exemplo as aulas aqui do canal. E ao mesmo tempo, é um cargo muito interessante, tem um salário mais alto que o meu e é no Rio, apesar do meu salário, do meu cargo ter mais benefícios, né? Não sei quais são os benefícios do estado. Então assim, ser chamado, pô, seria maravilhoso. Ao mesmo tempo, eu sei que eu não fiz o suficiente para ser chamado. Então vai daí. Uma opinião pessoal, cara, toda a prova é um ótimo momento para você avaliar a tua postura com os estudos. Eu não estudei. A minha postura com
os estudos é: eu estudo o suficiente para dar boas aulas para vocês, mas não mais a ponto de disputar uma vaga em um concurso, porque eu tenho outros planos. nos momentos, os meus planos são viver disso aqui. Eu amo isso que eu faço, mas isso não me sustenta. O que me sustenta hoje é a justiça. Então eu preciso dar atenção a outras coisas que não estudar para concurso. E você, por que que você não tá dando atenção para concurso? O que que tá acontecendo na tua vida que fez você ter um resultado diferente do que
você esperava nessa prova que você fez? A prova fala muito com você. Caiu uma coisa completamente diferente do que tava no edital. ou caiu exatamente o que tava no edital, mas eu errei. Ou eu não sei nem ver se o que cai na prova tava no edital ou não. Se você não consegue bater o olho na prova e saber se aquilo faz parte do edital ou não, você tá estudando errado. Porque uma das coisas que você precisa é saber exatamente qual é essa matéria. Bateu olho no edital e tá lá classes gramaticais, substantiva, aditiva, advérbio
e verbo. A tua cabeça tem que est passando aí um filme das tuas anotações, de algum material que você já leu, de alguma aula que você assistiu. Você tem que tá esperto com a matéria, porque se tu estuda, mas ela não ficou, você precisa voltar, fazer mais anotações, fazer mais questões. E o momento das questões, ele te diz muita coisa, mas o momento de uma prova, nossa cara, ele diz coisa para caramba. Coisa para caramba. E eu espero que você sinta isso na pele daqui a pouco. Se você ainda não fez a sua prova, que
você faça uma ótima prova, se você está com alguma prova perto e se você está se preparando pro IBGE, tamo junto. Vai vir mais um materialzinho bom pro IBGE e depois a gente conversa sobre isso. Eu tô só antecipando a novidade para vocês. Boa noite, muito obrigado por ter assistido até aqui e amanhã a gente vem com a parte de matemática dessa mesma prova aqui. Tamo junto e até amanhã. M.