A gente vai dar sequência na nossa série. A imagem do filho é a última palavra dessa série. Por sinal, ela é o tema do nosso ano.
Aqui, como nós também lá em Campinas, nós já tivemos várias pregações sobre essa série. E a gente, eu não sei vocês, mas eu sempre me coloco muito sensível. Eu me coloco ali aberto para saber o que Deus ainda quer transformar na minha vida.
E cada pregação ali que a gente foi ouvindo, que eu fui ouvindo, eu ia vendo, cara, eu preciso ajustar isso, eu posso melhorar aqui. Sabe, a gente tem que estar com coração aberto para quando a gente vem ouvir uma palavra, realmente entender que Deus tem muito mais para fazer nas nossas vidas. Deus vai continuar fazendo nas nossas vidas até o nosso último dia de vida.
Nós nunca estaremos pronto. Nós nunca estaremos, eu sou o cara, eu não preciso não. A gente tem sim oportunidade.
A gente tem que dar essa brecha. Eu não sei vocês, mas quantos aqui cresceram conhecendo Deus? Olha, Deus tá vendo.
Deus vai ficar bravo. Deus vai te castigar. Alguém cresceu conhecendo Deus assim?
Levanta a mão só para eu saber. Tá bom. Eu achei que só eu ia ter que fazer terapia.
Isso uso para resolver esse problema. Mas glória a Deus porque hoje acho que com os nossos filhos a gente já não ensina mais que Deus é assim. Nem o homem do saco eu pude usar lá em casa.
Eu tinha medo do homem do saco. Não sei se vocês são dessa época. Eu entreguei minha idade aqui.
Mas quando nós crescemos com esse entendimento que Deus castiga, Deus tá olhando, nós não conseguimos ter uma identidade de filho. Nós não conhecemos o Deus Pai amoroso. E a gente vai num sentido de temor, mas no sentido não de respeito, mas no sentido de medo.
Mas glória a Deus por essa série, por essas palavras, para que ela possa vir e gerar uma transformação em nós, tirar de nós as mentiras e colocar em nós um coração de filho, um filho amado. Nós temos um pai. Aba, pai.
Dando sequência, quando nós não entendemos o nosso papel de filho, sabe? que nós estamos dando brecha pro diabo. Nós vemos lá no começo do Velho Testamento que o diabo vinha tentando destruir o plano.
Ele tentava destruir os primogênitos. Para quê? Para evitar a vinda do Salvador.
Mas glória a Deus, Jesus veio, derrotou Satanás. E hoje Satanás, ele olha para nós e tenta tirar o quê? o nosso relacionamento com Deus, a nossa intimidade.
Nós estamos aqui para ter relacionamento com o Pai. O pai quer ter relacionamento com cada um de nós. E aí ele traz esse espírito, essa identidade de órfão.
Pode ser que você não conheceu o seu pai, pode ser que você não teve um pai amoroso, pode ser que seu pai já faleceu. Mas eu quero te dizer um negócio. Nós temos um pai.
Nós temos um pai. Nós não somos órfãos. Nós não podemos dar brecha para que o inimigo vem tentando fazer nas nossas vidas tirar esse essa identidade de filho e colocar em nós uma identidade de órfão.
Amém. Mas glória a Deus, que essas palavras continuem transformando as nossas vidas. E aí na palavra de hoje, dando sequência, não pode manter.
Pode manter. Eu quero falar com vocês a mentalidade do filho, confiança e obediência. E antes de entrar na palavra, eu queria orar mais uma vez com vocês.
Deus, eu te agradeço por cada vida aqui, Pai, por cada vida, Senhor. E nessa manhã, no poderoso nome de Jesus Cristo, nós cancelamos tudo aquilo que o inimigo tem trazido na mente dos teus filhos. Deus que cai por terra todo pensamento indevido, incorreto.
Deus, aqui não há servo, aqui não há órfãos, e sim aqui há filhos, filhos amados, filhos queridos, que o Senhor escolheu na eternidade. Eles não precisaram nascer para ser escolhidos. Eles foram escolhidos pelo Senhor na eternidade.
O Senhor tem planos maravilhosos. O Senhor tem planos perfeitos para cada um aqui, Senhor. Continua, Pai, falando através de nós que as palavras aqui venham de ti e não do homem.
Tira de nós toda a palavra do homem e coloca em nós aqui como mensageiros aquilo que precisa ser dito. Deus, prepara os corações para encontrar uma terra fértil, gerar rema, gerar fruto, Senhor, em nome de Jesus. Amém, gente.
Amém. Deus é bom em todo tempo. E para falar de confiança e obediência, eu quero falar um pouquinho do medo.
Quantos de nós aqui temos tido medo e este medo tem nos paralisado? Até mesmo quando a gente tem a certeza daquilo que nós estamos ouvindo ou precisamos fazer, é algo direcionado por Deus. A gente confia desconfiando.
Faz sentido? Tô sozinho nessa? Nós temos medo de coisas pequenas, até coisas mais complexas.
E a gente tudo bem ter medo. O problema é quando o medo paralisa. O medo ele não pode nos paralisar.
Por isso que nós precisamos entender de quem nós somos filho. Quando nós entendemos que nós somos filho, ajuda no processo para que a gente possa obedecer e confiar e passar por cima do medo. Porque nós sabemos que o nosso Deus Pai tem algo poderoso, algo maravilhoso nas nossas vidas.
É ele que nos capacita, ele que nos direciona, é ele que nós temos que dar ouvido para saber o que ele tem para nós. Esse é o nosso pai. A gente tem que crer e confiar.
A gente tem que buscar cada vez mais direção no Senhor e entender que nós não somos órfãos, nós somos filho. Filhos amado. Uma das coisas que nós fazemos lá em casa, passos práticos, como é que eu faço?
Como é que eu trago Deus para me ajudar nos meus desafios, nas minhas tomadas de decisões? Primeira coisa, nós oramos. Mas acho que todo mundo faz isso.
E uma das coisas que nos direciona a continuarmos a seguir, a buscar uma direção de Deus, é quando a nossa oração traz confirmação no meu coração e no coração da minha esposa. Se nós sentimos paz, nós damos mais um passo buscando direção. Mas se há ali desentendimento, somente uma pessoa está com paz e o outro não teve a paz que nós buscamos ali, nós já entendemos que não é para seguir por ali.
O nosso Deus não é um Deus de divisão. Então, se eu e minha esposa não estamos sentindo a mesma paz ali, já é um momento para que a gente pare. Não é aqui que o Senhor tem.
E amém. Por mais que às vezes a nossa vontade carnal tá falando alto, o nosso imediatismo tá falando alto, nós temos que entender e confiar. Confia e obedeça.
E aí a gente segue. O Senhor confirmou no nosso coração. Continuamos buscando direção em Deus.
Respostas que venham através da leitura da palavra. Tem irmãos que acabam vindo para orar com a gente e traz uma palavra que é a resposta que nós estamos procurando e eles não têm conhecimento nenhum daquilo que nós estamos orando. Sabe, gente, são passos práticos.
O medo ele não pode nos paralisar. Nós temos que continuar buscando direção no Senhor. Se a gente ficar parado, o medo vai consumindo.
Aí às vezes a vontade da carne vai falando mais alto e a gente acaba fazendo coisas que não deveriam ser feitas. E aí que acontece? Aí a gente começa a buscar Deus.
A gente tem que buscar Deus antes. Deus no começo, em todo tempo. Um pouquinho da minha história para ajudar aqui na palavra.
Eu, final do ano passado, eu completei 17 anos numa empresa que eu trabalho. Eu sou da área de TI e desses 17 anos, por 15 anos, eu trabalhei em soluções para controlar o armazém, local onde a gente recebe os produtos dos nossos clientes. 15 anos foi uma jornada ganhando bagagem, experiência, conhecimento.
Eu virei uma referência nessa área. Eu tinha que participar de reuniões com clientes que eu não precisava estar lá porque não tinha nada da minha área. Mas pela minha experiência, pela minha bagagem, eles sabiam que eu me posicionava, falava além do que era escopo de TI.
Eu era convidado a participar. Não, se o se o quintal, eles me chamam de quintal, meu sobrenome lá, se o quintal não participar, a gente não vai fazer a reunião. buscando direção em Deus, mudar o foco, crescimento, desenvolvimento, sair ali da rotina, eu comecei buscar intensamente uma direção em Deus e e surgiu uma oportunidade há uns 4 anos atrás e eu senti que ainda não era o momento.
Deus foi confirmando. Continuei orando, orando, orando. Depois de 2 anos, surgiu novamente a mesma oportunidade.
E ali Deus foi dando sinais que era o momento de eu dar esse passo de fé. Eu saí de uma área onde eu dominava e fui para uma área que eu não tinha conhecimento nenhum. Eu continuo na minha área de Haiti, mas eu parei de olhar para armazém e comecei a olhar para transportes.
Alguém aqui trabalha com Transportes? Não, eu imaginava que transportes era assim, eu tenho um veículo, eu boto algo dentro, um documento que ele vai do ponto A, ponto B. Isso é o que eu imaginava de transportes.
Resultado, hoje eu entro em algumas reuniões e eu não tô entendendo nada. Tem dois anos que eu tô nessa área, tô evoluindo, mas eu olho, gente, me dá um, começa a dar uma batedeira, me dá um suador. Falo assim: "Gente, que que eu tô fazendo aqui?
Eu era referência, hoje eu não sou nada. começa a vir pensamentos de medo, mas aí eu aquietieto a minha alma, porque eu lembro a minha alma que a minha tomada de decisão não foi pela carne. Foram anos de oração buscando direção no Senhor.
Às vezes a gente ora já pensando que a resposta é para eu já fazer algo amanhã. Existe um processo. Se eu tivesse aceito isso há 4 anos atrás, gente, não ia dar bom, porque aconteceram coisas, foram evoluções que aconteceram e chegou uma equipe junto comigo que dá uma bagagem, dá uma experiência, sabe?
Quando o medo vem, a gente tem que lembrar pra nossa alma, onde tá a nossa alma, a nossa mente, né? Nossa, a nossa mente tem os pensamentos e ali está a nossa alma. Quem nos guia?
Quem nos direciona? Só vai cair um fio da minha cabeça se for da vontade do Pai. Nós temos que entender que o nosso pai é aquele que vai abrir o mar pra gente passar.
E quando ele não abrir esse mar, ele vai fazer que a gente ande sobre as águas. Amém. Gente, eu tenho que entender como como ser humano, como filho, como filho amado pai, que eu tenho que buscar meu natural, eu tenho que trabalhar, eu tenho que procurar me desenvolver.
Aquela reunião que eu entrei, eu não entendi. Eu tenho que buscar entender o que aconteceu para que na próxima eu saiba o que fazer. Eu tenho que continuar orando.
Eu tenho que lembrar que eu tô lá porque eu sou luz e sal naquele lugar. Onde vocês estão, vocês são sal e luz para as vidas que estão ao redor de vocês. E é Deus que vai fazer o sobrenatural.
É ele que vai cuidar de mim. Isso tem que trazer paz paraa minha alma. Isso facilita passar sobre o medo, facilita ter confiança e obediência.
Amém. >> É ele que vai abrir e fechar as portas. Gente, nós precisamos ter muito claro de quem nós somos filho.
Uma vez que nós sabemos de quem nós somos filhos, nós conhecemos a nossa identidade, nossas raízes, nossas histórias e nossas promessas. Isso ajuda a gente a confiar e sermos obedientes. Eu vou falar um pouco para vocês sobre Josué e Calebe para mostrar pessoas, ser humanos e depois eu vou falar de Jesus.
E quando nós olhamos lá em Números, não precisa abrir, depois vocês podem ler em casa, no capítulo, nos capítulos 13 e 14, nós vemos um exemplo claro de quem confiava e obedecia. e de quem não confiava, de quem conhecia Deus como um pai e quem somente sabia que existia um Deus. É a passagem onde Deus tá falando para Moisés escolher ali um representante de cada trio para espiar a terra prometida de Canaã.
Aí ele pede para que o Moisés selecione um de cada tribo e que vá verificar essa terra prometida. E aí quando eles voltam, que que acontece? Tocaram o terror.
Se fosse nos dias de hoje, eles iam falar: "Tá amarrado em nome de Jesus". Mas eles não conheciam Jesus ainda. Jesus estava por vir como homem.
Eles falaram: "A terra era boa, a terra é boa, mas o povo que tá lá, se a gente entrar lá, eles vão acabar com a gente. Mas ali nós vemos Josué e Calebe. Eles foram contra o que os outros disseram.
Lá em Números que a gente vem anotando, 148, nós vemos Josué e Calebe falando: "Se o Senhor Deus nos ajudar, ele fará com que entremos nela e nos dará aquela terra, uma terra boa e rica. " Aqui nós vemos como os filhos do Senhor agem em confiança e obediência. Fala lá que no capítulo 13 que mesmo o Senhor falando que daria a terra, o povo duvidou.
Deus pode estar falando comigo, Deus pode estar falando contigo e você pode estar duvidando. Quantas vezes nós duvidamos? É a nossa mente, é coisa da minha cabeça.
Confia e obedece, busca direção. Quando nós sabemos escutar, obedecer e buscar a direção na fonte, nós temos intimidade com o Pai. Ajuda até quando nós recebemos as profetadas.
O povo de Israel, eles foram escravos por mais de 400 anos. Eles perderam a identidade. Eles não sabiam que era ser o povo de Deus, filhos de Deus.
Eles não conheciam suas promessas, suas a sua história. Josué e Calebe, se a gente olha o contexto, eles estavam na no mesmo contexto de vida que os outros. Não eram diferenciados.
Quando em algumas versões das bíb da de das bíblias, nós vemos que Deus fala para Moisés: "Escolha um príncipe de cada tribo. " Não foi uma escolha qualquer, sabe? O estagiário tava passando pela décima vez de manhã para buscar café.
É você sobe? Não. Quando a gente tem alguma coisa difícil, complicada para ser feita, não é qualquer um que é escolhido.
Foram escolhido pessoas. onde realmente poderiam fazer aquilo que precisava ser feito. Josué e Calebe estavam no mesmo mesmo barco.
O contexto de vida era o mesmo. Todos eram servos. Mas o que muda?
O que muda é a atitude, o entendimento, a confiança e a obediência. Josué e Calebe, eles entendiam. Eles conheciam Deus como Deus Pai.
Eles confiavam. Vamos trazer pro nosso dia. Todos nós vamos no culto de domingo, sentamos aqui nas cadeiras, temos acesso às palavras que são faladas aqui.
Todos nós temos uma Bíblia digital ou de papel. Temos oportunidade de chegar em casa, ler a Bíblia. Alguns leem três capítulos com profundidade.
Alguns querem ler disparado, leem 40 capítulos sem profundidade. Alguns não leem. Alguns oram, outros não oram, outro outros oram pouco.
Vocês estão entendendo que tudo é atitude? Tudo depende da nossa atitude. Que que nós fazemos com aquilo que nós recebemos?
Josué e Calebe tiveram atitude, tiveram entendimento e confiaram o que nós temos feito, qual tem sido a nossa postura daquilo que nós temos nos alimentado, aquilo que nós temos recebido, aquilo que nós temos lido na na Bíblia. A nossa atitude tem que mudar, tem que gerar transformação em nós. Deixa eu te dizer um negócio.
Se você tá vindo na igreja, tá recebendo a palavra, chega em casa, lê a Bíblia e não gera transformação, desculpa, você não é filho, você é um servo. É religiosidade, gente. Não tem como.
Uma vez que nós entregamos nossa vida para Jesus, reconhecemos Jesus como nosso Senhor e Salvador, tem que gerar transformação. A gente não pode vir aqui todo domingo receber palavra, se alimentar, ler a Bíblia e continuar nos mesmos velhos hábitos, coisas que Deus não concorda. Tem que gerar transformação.
E nós temos que estar abertos para aquilo que Deus quer fazer. A gente vê na Bíblia que nós fomos escolhidos lá na eternidade. Como eu orei, você não precisou nascer para que Deus te escolhesse, para que você tivesse um propósito.
Não. Na eternidade Ele já tinha te escolhido e ele tem um plano, um plano paraa sua vida. E às vezes nós temos andado 40 anos no deserto porque nós não temos obedecido e confiado.
O povo de Israel andou por 40 anos no deserto por falta de obediência. A gente sabe a história. Eles poderiam ter feito o caminho saindo do Egito pra terra prometida em 400 km.
daria aproximadamente de 15 a 20 dias descansando à noite. Qual tem sido a nossa caminhada de 40 anos por falta de obediência e confiança no Senhor? A gente tem que orar bastante para que seja feita a vontade dele e não a nossa.
Para que a gente não gaste energia naquilo que ele não tem para nossa vida. Eu não quero andar 40 anos para chegar no propósito que ele tem para mim desde a eternidade. Deus é bom.
Em todo tempo. Ele é bom. Tanto que ele respeita as nossas tomadas de decisão.
Mas eu não quero a minha decisão. Eu não quero a vontade da minha carne. Eu quero sim o que ele tem para mim.
Faz sentido, igreja? Quando a gente olha em Primeiro João 5:19, diz: "O mundo inteiro já no poder do maligno. " Gente, de quem?
Quem tá lá fora? É o coisa ruim. Quem vai mudar?
Você acha que Satanás vai mudar? Você acha que o que tá lá fora vai mudar? A gente vai continuar sofrendo opressão, tentação, tribulação, enfermidades.
Lá não vai mudar. Nós podemos mudar e devemos mudar. A transformação tem que nascer em nós.
Por isso que eu venho falando, a gente tem que estar aberto para transformações. Recebe, recebe o que é dito aqui, recebe o que tá na palavra, se alimenta, que gereformação, gente. Porque aí sim nós vamos lá para fora.
pressão que vem de lá para cá, nós que vamos devolver essa pressão, levar o reino de Deus, levar luz, ser sal e luz para aqueles que precisam lá fora. Amém. Josué e Calebe, eles confiaram, eram homens como nós.
Gerção. Eles deixaram de agir como servos e passaram a agir como filhos. Canaã, gente, não devia ser surpresa se eles conhecessem a história, as promessas.
Abraão, Isaque, Jacó já andavam por Canaã. Jacó, quando ele sai da terra dele para ir se reencontrar com José no Egito, ele sai de Hebron. Hebron depois foi dado para Calebe, região de Canaã.
Lá em Êxito, já em Gênesis 12:7, a gente vê Deus falando para Abraão, essa promessa de tirar o povo dele. A gente precisa entender quem é o nosso pai. Nós precisamos conhecer nosso pai para que possamos conhecer nossas histórias, nossas promessas, conhecer os planos que ele tem para cada um de nós e não andarmos por 40 anos.
Fica fácil quando a gente tem intimidade, porque a gente começa a entender melhor qual é a voz que nós estamos dando ouvido. E nós deixamos de dar ouvido para vozes que não tem nada para acrescentar na nossa vida, a não ser destruição, nos desviar dos caminhos do Senhor e nos gerar uma uma identidade de órfão. Deus é bom, gente.
Todo tempo. Deus é bom. Quantas coisas às vezes Deus tem nos pedido, quais têm sido as nossas jornadas de 40 anos e a gente não tem obedecido, não tem feito o caminho que ele pediu, não tem entregue o que ele pediu.
A gente tem que confiar. Deus é bom em todo tempo. Há uns 12 anos atrás, eu estava num armazém.
Pense num armazém grande, tinha o armazém tem 60. 000 m², cheio de estruturas para armazenar os palets, as caixas. E aí eu eu entendi que eu tinha que dar uma palavra para uma pessoa.
A palavra que eu precisava dar e a pessoa que precisava receber essa palavra eram duas coisas delicadas. Aí eu, como um bom servo, como um bom religioso e não filho, eu agi como um bom religioso. É da minha cabeça, ó.
Fui embora. Fui embora. Eu levei um mês e meio para voltar nesse armazém.
Um mês e meio aquela palavra martelando, eu carregando um peso nas costas. Imagina eu entrando naquele armazém, Deus preparou tudo, falou assim: "Agora você vai fazer, não importa como". Ele deve ter pensado, sabe?
Ele e o cara podia ter passado do meu lado. Não, mas Deus fez eu ver o cara longe num corredor que eu tive que dar um berro. Os vem aqui.
Todo mundo olhou, gente. Que vergonha. Fomos em direção um do outro.
Cheguei lá, falei: "Cara, não sei se faz sentido, mas vou te entregar algo que eu senti de falar para você. Eu entendi que eu precisava falar para você e falei. " Gente, quando a gente confia e obedece é mais fácil.
Eu fiquei um mês e meio com um peso que quando eu entreguei aquela palavra, eu nunca me senti tão leve na minha vida. E tudo que precisava ser dito e para quem precisava receber aquela palavra fazia todo sentido. Portanto, confia e obedece, facilita o processo.
Às vezes você pode ter que falar uma coisa difícil, complicada. Confia. Se é algo que tá vindo do Senhor, confia.
Dá um passo de fé. Amém. E aí nós trazemos Jesus.
Nós não podemos deixar de falar de Jesus para falar de obediência e confiança no Pai. Não tem exemplo maior na Bíblia de que obediência e confiança do que Jesus, dos exemplos que ele acabou passando. E passando três pontos aqui para vocês.
Pode passar o slide, por favor. Mais um, por favor. Ah, perdão.
Volta, volta. Me perdi no slide. Volta mais um.
Foco na obediência. Perdão, galera. Foco na obediência de Cristo.
Para quem tá anando, Filipenses 2 de 5 a 8. Filipenses 2 de 5 a 8. Eu vou ler para vocês.
Tenho entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha. Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos e vivendo a vida comum de um ser humano.
Ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte. Morte de cruz, gente. Obedeceu a Deus até a morte.
Essa passagem, ela descreve a humildade e obediência de Jesus até a morte. Mesmo sabendo do sofrimento que ele passaria da morte, tudo por causa da nossa salvação, ele continuou firme. Quando a gente traz pra nossa realidade, nós moramos num país que nesse ponto nós somos abençoados.
Nós podemos colocar os nossos pés ali fora, parar a primeira pessoa e falar de Jesus. Mas nós temos pessoas levantando a bandeira de Cristo, entregando a sua vida em outros países para que Jesus seja conhecido. Essas vidas estão sendo ceifadas.
São várias vidas que estão sendo entregues por Jesus. E Deus tem nos pedido coisas para fazer coisas, falar coisas, orar por vidas, onde não coloca a nossa vida em risco, coloca às vezes o nosso ego em risco, porque a gente acha que é a gente que vai fazer, é a gente que vai transformar. Não, nós somos um mensageiro.
É o Senhor que age através de nós. E mesmo assim nós não temos feito, nós não estamos entregando e isso não tem custado a nossa vida. Eu paro e pergunto: "Quem seria eu nesses países onde os nossos irmãos são perseguidos e perdem a vida?
" Vocês conseguem entender o tamanho de sacrifício de Jesus, o tamanho da obediência? Essas vidas vão falando, sabendo que é perigoso, que pode morrer. Existe uma condição.
Jesus já sabia o fim, já sabia o sofrimento, o que iria passar. Em Lucas 22:42, a oração de Jesus no Getsêmane. Pai, se queres, afasta de mim este cáli sofrimento.
Todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua. Olha o tamanho da obediência e confiança. Em meio a [música] toda essa angústia, o medo não paralisou Jesus.
Jesus confiou no Senhor. O Getsêmon, pessoal, foi a maior batalha espiritual de Jesus antes da crucificação. Getseman significa prensa de azeite.
Simboliza o local onde Jesus foi esmagado. Extrema pressão espiritual e agonia, mas mostra a humildade, a humanidade e a submissão à vontade de Deus. Nós vemos aqui nesse exemplo máximo de mentalidade de filho alguns aspectos.
A humanidade e agonia. Jesus sofreu, ele diz que teve uma tristeza tão profunda que era uma tristeza de até a morte na alma dele. A palavra diz que ele suou sangue.
Existe um termo técnico científico para isso. Tudo isso para nos salvar. Eu não consigo ter ideia do tamanho de sofrimento dessa dor.
Antes dos meus filhos nascerem, nós passamos por um processo de aborto. Eu também perdi o meu pai. Eu acho que nem nessas duas situações a minha dor, o meu sofrimento chegou próximo do que deve ter sido esse sofrimento.
Nós vemos uma oração de entrega, meu pai. Se possível, faç. Mas faça o quê?
A tua vontade. Quantos de nós temos orado e entregado as nossas vontades na mão do Pai? Quantos de nós temos buscado direção em Deus e confiado em Deus para que a vontade dele seja feita?
Quantas vezes a nossa vontade da carne quer falar mais alto. A gente vê também aqui vencendo a tentação, uma agonia, sabendo que ia morrer. Jesus venceu o medo.
Deus, faça-se a tua vontade. Quantas vezes a nossa vontade humana tem falado mais alto, tem nos vencido. Deixa eu dar mais um testemunho lá em casa.
Você já tem um bom tempo já, quando nós tínhamos algum compromisso, um GPS, um tefilá, encontro dos homens, enquanto das mulheres, um culto e nós tivemos aquele dia difícil. Sim, pastor, tem dias difíceis, bem difíceis também. Somos iguais a vocês.
Sabe quando você chega em casa, você não quer ver ninguém, você não tem força nem para falar, uma tristeza, um desânimo. E o que que nós fazíamos? Essa vontade humana, essa vontade da carne, às vezes falava mais alto e nós não íamos.
Mas glória a Deus que isso mudou na nossa casa. Nós entendemos que nesses momentos Satanás está tentando nos impedir de receber algo que Deus quer nos entregar. Deus vai fazer algo nas nossas vidas.
E nós entendemos que nós sim temos que nos levantar se arrastando, chorando e nós temos que ir e nós estamos indo. E glória a Deus, porque na maioria das vezes nós vimos que realmente Deus tinha algo para nós. Satanás não nos venceu.
E poucas vezes que nós não vimos, nós cremos. que nos planos espirituais algo aconteceu. Nós voltamos já diferente para casa.
Nós cremos nesse Deus Pai. Segundo item, foco na confiança plena da filiação. Aí quem tiver anotando, Romanos 8 de 15 a 16.
Você, pois, vocês não receberam o espírito de escravidão para voltarem a viver com medo, mas receber o espírito de adoção pelo qual chamamos abapai. O próprio espírito dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus. Isso mostra que se nós mantivermos uma mentalidade de escravos, teremos vidas governadas pelo medo.
Agora, quando nós entendemos que nós somos filhos, uma mentalidade de filho, nós teremos vida governada pelo espírito e confiança. Gente, bota numa balança, que que a gente quer seguir? viver com medo ou ser guiado pelo espírito.
Uma vida de confiança, tá na nossa mão. O povo quando saiu do Egito, eles tinham uma mentalidade de servo. Tudo o que eles faziam era por medo de Deus.
Eles não entendiam que era ser filho. Eles eram o povo de Deus, mas eles não entendiam. E nós, nós agimos porque entendemos que somos filhos.
Nós temos que crer, entender que nós somos filhos e nós agimos porque sabemos que nosso Deus Pai tem o melhor para nós em todo momento. Mesmo quando nós não vemos, mesmo quando não é no tempo que nós queremos. Deus é bom.
Em todo tempo, ele é bom. A gente vai amadurecendo, ficando mais velho. A gente entende que não adianta eu receber algo, eu assumir uma posição, porque eu não tô preparado.
Quando eu saí da faculdade, meu meu plano era crescer, crescer, crescer, de estagiário, virar diretor. A forma mais fácil de eu cair é chegar no lugar, eu atropelar o processo e alcançar uma posição que eu não tô preparado. a gente passa por um processo, Deus vai nos capacitando, vai gerando casca, mas a tal da do imediatismo, tenta falar mais alto.
O imediatismo vai contra confiança, obediência. Terceiro e último item, foco na obediência de Cristo. Boa, perfeita e agradável.
E aí, famoso versículo Romanos 12, capítulo 12, versículo 2, perdão. Romanos 12 versículo 2. E não se conforme com este mundo, mas transforme-se pela renovação da sua mente, para que possam experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Lembra que eu falei de transformação no começo da palavra? Aqui nesse trecho fala renovação da mente. A mente tá relacionado com a alma.
Ali é onde nós temos nossos sentimentos, nossos medos, nossas angústias, nossas alegrias. Por isso que o trecho fala: "Transforma, renova a sua mente. " A gente tem que ir transformando a nossa alma.
Nosso espírito tem que ir domando a nossa alma. a gente dou uma alma se alimentando com a palavra, se alimentando de oração, de intimidade com o Senhor, mas nós temos que estar aberto para essa transformação, para viver essa boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Esse é o Deus que nós servimos.
Esse é nosso Deus Pai. Aba, Pai. Você quer uma vida de medo ou alcançar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus?
Gente, isso é perfeito, isso é maravilhoso. A gente não pode só confiar e obedecer quando nós temos o total controle, porque aí não é Deus agindo, é você pela própria força. Confia e obedeça até nas tribulações, até quando você não vê a cura, quando você não vê uma porta se abrindo, quando você não vê o seu filho sendo alcançado, continua de joelhos dobrados no chão, buscando o pai.
O pai tem uma boa, agradável, perfeita vontade. Amém, igreja. >> Amém.
Pedir para que vocês se coloquem de pé. M.