Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos sobrenaturais aqui todos os dias para vocês. E bom, se por um acaso você caiu de para-quedas aqui, eu também conto relatos mais curtos lá no meu TikTok, no meu Instagram. E essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver algum relato para me enviar, o e-mail também tá aqui embaixo na descrição do vídeo. Lembrando que todos os conteúdos postados aqui estão disponíveis lá no Spotify para você ouvir onde e quando quiser. E
o link também já fica aqui embaixo na descrição. Como vocês sabem, eu não gosto muito de enrolar na introdução, então já vamos pra nossa coletânea de hoje, né, pros relatos. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, caso você ainda não seja inscrito, e de curtir esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma. E se também tiver disponível a opção para você hypar este vídeo, hypa para mim, porque também ajuda demais. E bom, agora sim, recados eh dados, vamos finalmente, né, pros relatos, que é aí uma
coletânia sobre vigias noturnos. E eu espero muito que vocês gostem. Eh, vocês me pedem bastante coletânea com esses temas assim. Então, cá estamos nós. E bom, o primeiro relato da nossa coletânia de hoje, gente, se chama O vigia da Rua. Eh, oi, oi, Lilica. Meu nome é Daniel e eu conheci o seu canal há pouco tempo através de um amigo e aí ele ainda colocou em parênteses que inclusive vai ficar muito feliz se você escolher o meu relato. Bom, ele vai ficar feliz porque tomara que ele veja e você também. Bom, mas enfim, eh, ele
sempre comentou comigo sobre o seu canal e eu passei a assistir e ele também sempre insistiu para eu lhe enviar a minha história. Então, vamos lá. Bom, na minha adolescência é assim, eu nunca fui de acreditar em coisas sobrenaturais e também era muito rebelde. Certa vez eu aprontei na escola isso ali com 16 para 17 anos e acabei levando uma suspensão e os meus pais ficaram furiosos e como forma de me punir fizeram eu arrumar o emprego para eu aprender a dar mais valor a tudo que eu tinha. Eh, nessa época o meu tio era
e é até hoje dono de uma empresa de segurança e foi lá que o meu pai arrumou um trabalho para mim. Bom, meu tio queria aliviar pro meu lado e me pôr ali para fazer alguma coisa leve, até porque eu ainda era menor de idade, inclusive podia até dar um assim um certo problema para ele. Mas o meu pai insistiu que ele me desse ali o pior cargo possível. E foi aí que tudo começou. O trabalho era nada mais nada menos que tomar conta de uma rua. Isso de madrugada. Sim, eu tinha que trabalhar de
madrugada e também estudar no outro dia, cito. Enfim, Leandra, alguns podem achar que foi, sei lá, maldade do meu pai ou exagero, mas eu até que agradeço ele. Foi uma experiência que, de certa forma, foi boa paraa minha vida. Mas enfim, eh, essa rua ela fica em um bairro nobre aqui na cidade e assim no geral, eh, para todo mundo entender, o bairro todo é vigiado durante ali a a noite, madrugada e cada rua tem o seu vigia. Porém, essa rua em questão dava um certo trabalho e era a única que precisava ficar dois vigias
ali, é, num lugarzinho que a gente chamava de guarita, mas não era bem assim uma guarita. tinha uma tapagenzinha só, é, duas cadeiras, mas não tinha, eh, paredes nem nada do tipo. Mas enfim, então para vocês entenderem, né, eu não ficaria sozinha, é sozinho, eu seria mais um acompanhante mesmo, sabe? E logo logo eu descobriria o porquê dessa rua ter que ter ali dois vigias. E bom, para não estender muito, né, nessas ruas ali as casas eram enormes, é, carros luxuosos. cercas elétricas e e um lugar onde ali em teoria nada de ruim deveria acontecer.
Mas bastou a primeira semana para eu perceber que havia algo de errado ali naquele lugar. A princípio, eram coisinhas pequenas assim. E com o tempo eu percebi algo que me chamou atenção. Os moradores mudavam-se com muita frequência. Era algo anormal. Para vocês terem ideia, era coisa assim de que a cada duas ou três semanas, uma nova família ocupava uma uma mansão ali recém abandonada, que parecia às vezes, né, a família ter saído às pressas. Nunca vi despedidas, era só caminhões de mudança, que inclusive era sempre de madrugada. Eh, ou então como eu trabalhava de madrugada,
quando eu chegava, né, na outra madrugada já era uma outra família nas casas. que eram sempre bem disputadas por conta de ser um bairro nobre. E bom, durante as minhas rondas, já perto ali das três da manhã, eu ouvia sons estranhos. E não era só o estalo das árvores ou o vento entre as folhas. Eram barulhos estranhos que às vezes pareciam ser gritos, como se tivessem abafado, sabe, distantes. E às vezes parecia que vinha de dentro das casas, mas lembrando, eh, nunca dentro de uma única casa. Era algo que variava e isso tornava tudo ainda
mais esquisito. Uma vez eu até ouvi o choro de uma criança que durou mais de uma hora. E na madrugada seguinte eu descobri que aquela casa de onde o choro vinha já estava fechada há um certo tempo, o que me causou ainda mais espanto, pois eu tinha certeza de ter escutado o choro da criança. Eu comecei a tentar perguntar alguns moradores que às vezes eu esbarrava ali no início do turno. Alguns me ignoravam, eh, outros até comentavam que não dormiam bem ali, que tinham pesadelos e constantes. Alguns também comentavam sobre as tais vozes e gritos
que eu também escutava da rua, mas eram coisas assim, ninguém nunca entrava muito no assunto. E, bom, constantemente a rua era tomada por gritos de moradores que diziam ter alguém ali dentro de casa. E aí a gente ia olhar e nunca tinha nada. causava todo aquele alvoroço. A rua inteira acordava, mas a gente nunca encontrava ninguém. E era sempre da mesma forma. As casas estavam sempre sem sinal de arrombamento, assim nas portas ou nas janelas. Até que com o passar do tempo eu comecei a ver uma criatura pelas ruas e aí as manifestações, né, já
estavam se intensificando mais. Lembro que era uma silhueta alta, parecia um ser humano, mas com membros finos demais, como se fosse feito de arame coberto de pele. Aquilo caminhava curvado e às vezes eu vi sobre duas patas. E teve vezes também que eu vi sobre quatro patas como se fosse um animal. Eu nunca vi assim muito de perto, era sempre de longe. E ele sempre se movia nas partes mais escuras do bairro ou atravessando ali os jardins. E eu já cheguei a ver também pulando de um telhado para o outro, como se fosse um animal
noturno, mas eu sabia que pelas características não era um animal comum. Até que em uma madrugada aconteceu algo assim terrível. Lembro que uma moça ligou eh pro telefone que ficava ali com a gente, pois disse que tinha alguém no fundo ali do do quintal dela. Entramos pela porta da frente e ao conferir a câmera de segurança da casa, pois, né, e a dona pediu, pois ela tinha certeza que aquilo e saiu de dentro da casa e foi pro quintal dos fundos. Eliandra, pela câmera, eu, o meu colega e a própria moça víamos um homem parado
no quintal dos fundos e ele ficava parado, olhando diretamente pra câmera e não se mexia. Era como se ele tivesse nos observando. Ficamos ali paralisado por alguns minutos, mas alguém tinha que ir até lá. Então, quando criamos coragem para ir até lá e chegamos, não tinha nada. E na câmera, inclusive, o negócio sumiu igual uma névoa. Foi muito estranho. Porém, apesar de não ter visto nada lá fora, eu senti um arrepio e um medo fora do normal. Algo me fez temer pela minha vida, como se que como se o que tivesse ali fosse algo muito
maligno. Naquela madrugada eu decidi chamar esse meu colega ali para conversar, pois ele já tava ali há um bom tempo. Ele me disse que já trabalhava ali há uns do anos. E aí ele conta que nesses dois anos aquilo, aquele lugar sempre foi daquele jeito e que em algumas épocas diminuíam, outra as atividades pioravam, mas nunca parava. Assim como as famílias também nunca paravam ali. Elas nunca ficavam por muito tempo. É como se a rua inteira fosse mal assombrada. Eu perguntei como ele aguentava aquilo há tanto tempo e ele me disse que precisava do dinheiro
para pagar a faculdade e poder mudar de vida e que era algo necessário, pois era um emprego que pagava muito bem. Bom, essa conversa inclusive me deu um certo choque de realidade, o que na época foi muito bom para mim, pois eu era um adolescente muito rebelde e vi o que meu colega passava ali para poder e pagar a faculdade e eu vivia desdenhando da escola cara que os meus pais conseguiam me pagar. Mas enfim, eh eu até tentei pesquisar sobre o passado ali do lugar, mas eu não encontrei nada. Talvez foram terras amaldiçoadas, mas
isso, Leandra, é só assim um achismo da minha parte. Eu mesmo não encontrei nada relacionado ao lugar. Eu trabalhei naquela rua por se meses. Foram seis longos, angustiantes meses que aconteceram muitas coisas, mas as que mais me assustaram foi foram as que eu relatei. Até que meu castigo finalmente acabou. Mas eu só saí também porque o lugar estava mexendo um pouco com a minha cabeça. Eu sempre fui muito assim medroso, então o sobrenatural conseguia brincar muito comigo, diferente do que do meu colega que parecia lidar melhor com a situação. Eu até estava gostando, tava maneiro,
eu tenho o meu próprio dinheiro, não precisar ficar pedindo nada aos meus pais, mas como eu disse, e eu não tava batendo muito bem da cabeça e era trabalhar naquele lugar e ficar presenciando as coisas que eu presenciava. Então, minha mãe decidiu que era melhor eu sair e aí eu acabei arrumando o emprego em um outro lugar, mas durante o dia, pois eu gostei da sensação de ter meu próprio dinheiro. Mas enfim, Li, esse foi o meu relato e eu até tentei pesquisar mais antes de mandar essa história para ver se dessa vez, né, com
avanço aí da tecnologia, eu conseguisse encontrar mais coisas no Google, mas eu não consegui. Então, não faço ideia do porque a rua é daquela forma. E aí, o relato acaba por aqui, ó. Um beijo. É muito obrigado, né, por ter enviado o relato. E é assim, provavelmente deve ter sido alguma coisa há muitos e muitos anos atrás, então não deve ter nem registro do que foi. Às vezes, eh, pode ter sido alguma tragédia, alguma coisa que aconteceu no lugar, ou também pode ter sido alguma maldição. Sei lá, às vezes a pessoa que foi dona daquelas
terras quando faleceu não ficou satisfeita ou satisfeito, né? Às vezes a pessoa também teve que se desfazer das terras e foi algo que, né, não agradou e acabou amaldiçoando a terra, né, amaldiçoando o lugar que depois deve ter se dividido, né, fizeram ali os loteamentos e acabou virando a rua de um bairro. De repente os outros as outras ruas desse bairro também são assim. Mas às vezes nessa as atividades são mais intensas, sabe? Aí, né? Eh, acontece mais coisas e tudo mais. Então, às vezes o lugar todo é meio mal assombrado, mas aonde você trabalhava
às vezes era um pouco pior. Mas de qualquer forma, muito obrigado por ter enviado. E agora a gente vai pro próximo que se chama O Menino da Mangueira. E oi, Leandra, essa história não aconteceu comigo, mas sim com o meu avô. Então, acredito que a história seja realmente verdadeira, pois o meu avô não é um homem de mentir. Ele está vivo até hoje e todas as vezes que eu peço ele para contar essa história, ele sempre conta da mesma forma. Então, por isso eu acho que não seja uma invenção. Bom, vamos lá. Eh, meu vô
é um homem simples, de fala mansa, daqueles que guardam mais silêncio do que palavras. Eh, mais um dia ali quando eu tinha os meus 7 8 anos de idade, ele me contou algo que me assusta um pouco até hoje. E, sinceramente, eu preferia nunca ter eh nunca ter ouvido, já que eu acho uma história bem triste, apesar de ser uma história sobrenatural, também é bem triste. E nesse dia ele contou essa história para mim e também para meus outros primos. Bom, em sua juventude, ele trabalhou como vigia noturno em uma fazenda afastada que era cercada
de mata por todos os lados. O patrão era rígido e sempre mandava dois vigias fazerem a ronda juntos. Na época, o companheiro dele de serviço era um homem que se chama Roberto, inclusive é o nome verdadeiro dele, tá? e não há problema algum em você usar, pois Roberto hoje em dia já é falecido. Bom, Roberto não era uma boa pessoa e meu avô eh diz que ele gostava muito de se impor e de mostrar que tinha autoridade, mesmo que isso significasse machucar os outros. E bom, um dia, eh, perdão, certa noite, algumas crianças pobres ali
entraram na fazenda para roubar umas mangas. Essas crianças não tinham o que comer, segundo o meu avô, eles já conheciam as suas famílias e sabiam da situação financeira. E meu avô até sorriu, né? Eh, viu ali de longe as silhuetas pequenas correndo ali pelos pés de manga e ele não se importava com isso. Dizia e eh que se para matar que se era para matar a fome, que levassem quantas mangas quisessem. Meu avô ficava feliz com isso, mas Roberto não pensava assim. Em uma certa noite, ele resolveu correr atrás das crianças, como se elas fossem
ali criminosos, perigosos. Ele gritava, xingava e conseguiu pegar um dos meninos que devia ter ali uns 9, 10 anos. E aí começou a bater. Bateu com seu cinto, com um pedaço de pau que tava ali do lado. Chutou bastante a criança, socou. O meu avô até correu e tentou impedir, mas quando chegou já era tarde demais. O menino morreu ali mesmo no chão de terra batida, com as mãos ainda sujas ali e da manga que tava comendo alguns minutos antes. A polícia nunca foi chamada e o fazendeiro mandou sumir com o corpo e abafou tudo,
mas o meu avô nunca esqueceu. Ele conta que depois disso passou a ouvir passos, sabe? Como se fosse passos pequenos de criança pela plantação, mesmo durante a madrugada ali durante a noite, quando não tinha ninguém além dele e de Roberto. Cerca de um mês depois estavam os dois ali de novo na vigia. Era uma madrugada, né, e eles estavam sentados perto de um paiol. Estava tudo assim calmo, um completo silêncio. Quando Roberto levantou e começou a dizer: "Você ouviu isso?" E meu avô disse que não. Mas Roberto insistia. Chamaram meu nome? É, é uma voz
de criança, você não tá ouvindo? E meu avô disse que não. Roberto então saiu andando, seguindo a voz que só ele parecia escutar. Meu avô achou que fosse, sei lá, uma brincadeira. Mas Roberto sumiu na escuridão e meu vô achou estranho. Então, depois de alguns minutos, né, visto que Roberto não voltou, ele resolveu ir procurá-lo. Meu avô passou horas andando pela fazenda, chamando pro Roberto, olhou nos galpões perto do curral, olhou ali atrás da casa grande e nada. Até que ao chegar perto da mangueira, onde todo o outro ocorrido aconteceu, que era uma mangueira mais
velha ali do terreno, ele viu uma cena que o deixou traumatizado. Roberto estava pendurado pelos próprios cintos, enforcado e os olhos arregalados de pavor. Mas o que mais gelou o sangue do meu avô foi ver que bem ao lado da árvore estava o menino, aquele mesmo menino que Roberto matou. Nitidamente era o espírito. Estava com os olhos fundos, a mesma roupinha, só que toda suja e com um olhar triste, muito triste. O garoto ficou por alguns segundos olhando diretamente pro meu avô e meu vô ali paralisado, né? com a situação, até que o garotinho virou
fumaça e sumiu com o vento. Isso assustou muito meu avô, que saiu correndo, pedindo por ajuda, socorro, mas não tinha mais o que fazer, pois Roberto já estava morto. Ele conta que a fazenda nunca mais foi a mesma. continuou assim muito próspera, é claro, mas a partir do acontecimento ali desde a morte do garotinho, passou a ser um local mal assombrado onde as pessoas viam coisas de vez em quando. E bom, Li, esse foi o meu relato. Espero muito que goste. É, mais uma vez tenho certeza que este relato é real, pois o meu avô
não gosta de mentiras. Mande um beijo caso você leia, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado o relato. E sabe uma coisa que eu fiquei pensando, gente, que é exatamente, eu acho que é assim que começa, né, as histórias dos lugares assombrados, né? Eh, vocês podem perceber que, tipo, antes não tinha nada, né? Antes era um lugar normal, tranquilo. E aí foi um acontecimento desse que foi desencadeando, né? Porque aí desencadeou a morte do menino. O espírito do menino quis vingança e aí acabou resultando no suicídio do do Roberto. E aí, provavelmente são dois
tipos de aparição que começa a ser visto, porque provavelmente o espírito desse Roberto não vai ficar em paz e aí só vai, né, tipo, uma coisa vai tipo desencadeando a outra. Então, com certeza, muitos lugares eh mal assombrados, né, que a gente vê, deve começar disso aí. E aí eu fico pensando também, né, para que que ele foi fazer isso com o garoto, gente, deixasse ali e pegar umas mangas. Tenho certeza que assim, não fica claro se a fazenda trabalhava com manga. Às vezes não, às vezes era com outra coisa e tipo só tinha manga
plantado ali um pé ou outro mesmo. Mas de qualquer forma, tipo, eu acho que mesmo se se trabalhasse com as mangas, eh, eu tenho certeza que isso, essa quantidade que essas crianças pegaram não ia deixar o dono da fazenda tipo mais pobre e essas mangas também não iam deixar ele mais rico, sabe? Então, acho que é uma questão de compaixão. É. São crianças com fome. Então, cara, é muito pesado, sabe? Eu acho que é você ter o coração muito ruim, você negar tipo uma fruta pra criança com fome, sabe? Para qualquer uma, para qualquer pessoa
adulto e tals com fome, é triste, mas sabe, é uma criança, então eu acho que é ainda mais pesado, sabe? Mas enfim, é, muito obrigada por ter enviado o relato. Nós vamos pro próximo. Deixa eu só beber uma aguinha. O nosso próximo relato, gente, se chama A menina do vestido rosa. E olá, Leandra, você pode me chamar de Jaqueline. Essa história, ela aconteceu com meu irmão Marcos. Eh, inclusive o meu nome não é verdadeiro, mas o nome dele realmente é Marcos. Eu decidi contar e a história com o nome e verdadeiro dele mesmo. Bom, vamos
lá. O meu irmão, ele sempre foi desses caras assim que pegam qualquer bico para pagar as contas. Já fez de tudo, já foi entregador, segurança de evento, motorista. Então assim, ele sempre se virou muito bem. E por um tempo ele estava fazendo plantão como vigia noturno em condomínios da região e normalmente era tranquilo, segundo ele, pois era só ficar ali acordado e garantir que estava tudo em ordem. Mas teve uma noite que ele voltou diferente para casa. chegou pálido, tremendo horrores e olha, demorou dias para falar o que tinha acontecido. Eh, a o pessoal aqui
de casa até achou que fosse, sei lá, algum cansaço porque ele tava agindo muito estranho. Mas aí ele começou a contar e ele estava daquele jeito porque algo mexeu com ele, algo sobrenatural. Bom, na noite em questão, ele estava cobrindo o turno de um colega em um condomínio de classe média alta. Desses que as casas são geminadas, ruas silenciosas, tudo assim, muito chique. Você mal escuta os cachorros latir, ela botou assim. Eu acho que só cachorro de pobre que gosta de latir, porque de rico parece que não. Ai, gente, não aguento. Mas enfim, tudo estava
normal. Até por volta ali de 1 hora da manhã, foi quando a campainha da guarita tocou. Ele então olhou pelas câmeras e viu que tinha uma uma menininha parada do lado de fora. Devia ter ali uns 6 anos, bem branquinha, cabelo loiro, lisinho. E depois ele reparou, né, que ela tinha os olhos azuis e inclusive estavam bem arregalados, pois ela tava muito assustada. E ele e ela usava um vestidinho rosa que parecia até meio antigo pra época. Ela chorava dizendo que estava trancada pelo lado de fora e que queria a mãe. E aí, ela dizia
bem assim segundo o meu irmão: "Ô moço, por favor me ajuda. Eu quero a minha mãe. Me trancaram para fora e eu tô com frio." E aí, meu irmão ficou meio chocado, lógico. Era assim, 1 da manhã e uma criança sozinha na rua, sabe? Só que ele naquele momento ele meio que não se questionou, né? Sabe? Ah, como que essa menina tá aqui uma hora dessa? Como que ninguém notou a falta dela? Como ela saiu? Ele não pensou muito nisso. Ele só pensou mesmo em logo ajudar a menina. Então ele disse, né, que levaria ela
para casa e segurou ali na mão dela e disse que e aí foi onde ela disse que não conseguia entrar porque a porta estava trancada e que ninguém ouvia ela bater. Então ele perguntou onde era a casa dela e com um dedinho ela apontou. E aí os dois caminharam até lá em silêncio e de vez em quando ela tipo fungava, sabe? como se tivesse chorando. Quando chegaram ali na casa, meu irmão tocou a campainha e nada. Tocou de eh tocou de novo e continuou um silêncio. A menina então disse: "Tem uma chave no vaso, mas
é muito alto para eu pegar". Meu irmão então olhou e de fato nesse vaso ali que a menina falou tinha uma chave, era tipo um vaso de plantas que ficava pendurado no alto ali da porta de entrada. Meu irmão então pegou a chave, abriu a porta e entrou chamando, tipo, eh, boa noite, tem alguém em casa? Tinha uma criança aqui do lado de fora, tô entrando para devolver. Só que aí, Leandra, foi aí que tudo deu errado. Do nada, um alarme disparou, as luzes da casa acenderam e uma voz lá dentro começou a gritar: "Quem
tá aí?" "É, quem é você?" Tipo, gritando assim. E a família acordou assustada. E nisso veio um homem que devia ser ali o marido, né? Ele tava com um pedaço de ferro na mão, meio que para se defender. A mulher dele gritando. Aí o cachorro dos dois começou a latir e querer pegar meu irmão. Só que era um cachorrinho daqueles pequenininhos. Foi uma confusão. Meu irmão começou tipo: "Não, não, calma, não é ladrão, eh, eu sou guarda da guarita e tal". começou a falar o nome dele e meu irmão começou a tentar se explicar, né,
eh, contar sobre a menina, só que quando ele se virou para mostrar, ela não estava mais lá. Ela simplesmente sumiu sem barulho, sem falar nada, sem passo. Ela simplesmente evaporou. E aí, Leandra, como o alarme da casa disparou e ninguém desligou, a polícia chegou poucos minutos depois. Eu não mencionei no início, mas o meu irmão não era o único de vigia à noite, já que o condomínio é muito grande. Então, logo apareceu o outro vigia que, diferente do meu irmão, era um vigia fixo no lugar. E aí o meu irmão contou para ele, né, a
situação, né, como tudo aconteceu. E o rapaz meio que ficou branco assim, meio pálido. E aí ele se viu obrigado a contar uma certa história. Meu irmão até fala que ele ficou em silêncio por um tempo, né, todo mundo meio que estranhou a atitude dele. até que ele começou a contar que a descrição do meu irmão batia certinho com a filha dos antigos donos daquela casa, uma menina loirinha de olho azul e que estava sempre com ou um vestido ou qualquer outra roupa de cor rosa, porque era uma cor que ela gostava muito. Eliandra, ela
morreu naquela mesma casa e isso há uns 4 anos atrás, eh, em relação à data do acontecido. Pelo que ele falou, foi um acidente. A menina caiu da sacada enquanto estava brincando de esconde esconde. E os novos moradores obviamente não sabiam disso e meio que tinham acabado de comprar a casa, que inclusive eh havia levado anos pros donos antigos eh conseguir vender por conta da história. E aí o condomínio não, né, o pessoal do condomínio não comentava muito a história, né, pra não espalhar uma má fama em relação ao lugar. Bom, meu irmão nem precisou
eh continuar lá o resto da madrugada ele foi liberado. E um detalhe, a câmera da guarita gravou tudo, menos a menina. E na filmagem aparece o meu irmão abrindo a abrindo o portão sozinho e conversando, tipo, com o vazio, pois não pegou o espírito da menina. E bom, desde aquele dia ele nunca mais aceitou turnos de segurança noturno, nem no nem nem nesse mesmo condomínio, nem em lugar nenhum, pois ele morre de medo de acontecer uma outra situação como essa. Depois desse dia, ele passou a acreditar mais no sobrenatural. Só que, paz, Miliandra, o que
mais assustou ele não foi nem a aparição da menina, mas sim que ele poderia ter se dado muito mal se não fosse o outro vigia, pois as câmeras não poderia o defender, né? E aí ia ficar aquela situação de que ele estava invadindo a casa. Mas outra coisa que ajudou muito ele foi a questão da chave, porque nem o os próprios donos atuais da casa sabiam que tinha uma chave reserva ali. Então, pelo jeito, eles não trocaram as fechaduras depois ali da da compra da casa. Então, foi algo que ajudou a limpar um pouco a
barra dele também. E bom, esse foi o relato. Eu espero muito que você leia. E se você lê, eu vou pedir o meu irmão para assistir junto comigo, porque é uma história e tanta. Ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado o relato. E sabe que eu também fiquei pensando nisso, tipo, se não fosse o rapaz vim e falar e também se não fosse a questão, né, da chave e tudo mais, da câmera dele e conversar sozinho, ele poderia ter se dado tipo muito muito mal. E isso é muito louco, gente, porque já pensou, ele
não ia ter provas eh de que ele não assim de que ele não queria invadir uma casa. Então assim, dá bem que não aconteceu nada, sabe? Ninguém se machucou. Porque já parou para pensar se o cara da casa, por exemplo, e tem uma arma, tipo arma de fogo, o quão trágico poderia ter sido o fim dessa história? Ou então se ele resolve partir para cima, né, do irmão da minha seguidora e aí ele ia querer se defender. Acontece alguma coisa, a gente ia até explicar que fim de porco não é tomada. Já pensou? A pessoa
vai presa. Então assim, muito muito. Eu nunca tinha parado para pensar por esse lado que às vezes essas questões sobrenaturais pode encrencar muito uma pessoa. Então assim, nunca tinha parado para pensar. muito interessante. Mas enfim, muito obrigada eh por ter enviado o relato. E agora a gente vai pro próximo que se chama Meu avô viu o diabo. Oi, Leandra. Eh, meu, deixa eu só ver se pode. Acho que pode. Meu nome é Ana Júlia e eu te sigo há muito tempo e por isso eu decidi mandar este relato para você. Esse relato ele não aconteceu
comigo e sim com o meu avô e com a minha mãe. Então, sem enrolação, é, sem enrolação, vou te contar. Meu avô era caminhoneiro e ficava ali uma, duas semanas fora e muitas dessas vezes ele levava algum filho para ele não viajar sozinho. Eh, e como ele tinha ali cinco eh cinco filhos, ele levava sempre um em cada viagem. Então ele ia para uma cidade de São Paulo e chamou a minha mãe que estava com 16 anos na época. Eh, e obviamente, né, ela aceitou só para poder faltar na escola. A viagem ela durou dois
dias, mas a viagem ali para ir, né, ela durou dois dias, mas eles teriam que ficar por lá umas duas semanas para o meu avô fazer um trabalho, né, que ele tinha que ficar de vigia de madrugada naquele local. Eu vou explicar assim como era o local para você entender melhor. Era um lugar bem grande que eles faziam a coleta de argila e também de pedra e barro. Então meu avô tinha que vigiar, né, para ver se ninguém ia roubar ali as máquinas. Mas o meu avô assim nem ligava em trabalhar, sabe? Ele só chegava
lá, deitava no caminhão e ficava dormindo enquanto a minha mãe ficava tipo num trailer. Então acho que ele ia para carregar o caminhão, né, para fazer essa extração e ao mesmo tempo vigiar também. Acho que era tipo isso. E bom, na segunda noite que eles estavam lá, minha mãe começou a ver vultos e escutar coisas arranhando o tal trailer. E como ela estava sozinha, apenas ficava, né, embaixo da coberta e tremendo de mito. No terceiro dia, minha mãe contou pro meu avô o que havia acontecido na noite passada e meu avô até brincou falando: "Ah,
se o diabo aparecer, eu mando a ele se converter". E riu, né? suando ali com a minha mãe. Porém, a minha mãe ficou foi com mais medo ainda da situação. Então, a noite chegou e minha mãe começou a ver coisas tenebrosas que ela até hoje não consegue falar para ninguém, que quando ela começa a falar, ela já logo começa a chorar. Mas enfim, nessa noite a minha mãe viu um ser que simplesmente atacou ela, mas não era um animal, era tipo uma mulher careca. eh, com a pele preta e ela usava roupas brancas. Minha mãe
fala que ela pegou o pé dela e começou a girar sem parar e atacou na cama, fazendo ela desmaiar de medo. Enquanto isso, o meu avô estava lá bem de boa, dormindo no caminhão. Porém, quando foi 3:30 da manhã, meu avô começou a escutar o alarme de alguma das máquinas tocando. Então, saiu do caminhão, né, com uma lanterna ali na mão para ver o que que estava acontecendo. E agora? Paz, Miliandra. Meu vô viu literalmente o diabo na frente dele. E não tinha só um, não, tá? E sim três. O meu vô obviamente voltou correndo
pro caminhão e fechou a porta e começou a orar. Mas aqueles seres eh correram atrás dele e ele escutava esses seres falando a seguinte frase: "Você não brincou falando que ia mandar a gente se converter? Por que que você tá com medo?" e ficava falando isso. E meu avô lá dentro do caminhão orando e chorando e assim era um abria e fechava o olho. E sempre que ele abria o olho, ele via a cena que, segundo ele, vai assombrar assombrar ele pro resto da vida. Era simplesmente, né, os três demônios assim do vidro olhando fixamente
ali para ele através da janela. E ele fala que foram assim as coisas mais feias que ele poderia ver na vida dele. Meu avô fala que ele começou a gritar, sabe? Eh, eu repreendo em nome de Jesus e eu repreendo todo o mal que me cerca. e ficava repetindo isso várias e várias vezes. E enquanto ele repetia isso, ele resolveu fechar os olhos e continuar ali repetindo e orando. Até que depois de um tempo ele parou as orações e quando ele abriu os olhos novamente não tinha mais nada lá. Então ele pegou o caminhão, foi
de caminhão até o até o trailer que era onde a minha mãe estava. E nesse momento ela já estava acordada de novo, né, que ela havia sofrido um ataque também, mas ela estava acordada e chorando muito de medo, né, ali no trailer. Então eles decidiram pegar todas as coisas e foram embora. Depois disso, meu vô nunca mais brincou com essas coisas e nem foi mais vigia assim de nada durante a madrugada. E foi esse o relato, Li. Espero que tenha entendido tudo e um beijo, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado. E a gente
eh dizem, né, que você não pode de forma alguma ficar falando esse tipo de coisa, né? Ah, se aparecer eu bato, que se aparecer eu faço isso, aquilo, aquilo, outro. Então, realmente dizem que não pode, porque aí realmente aparece. E é óbvio que quando aparecer a gente não vai ter ali uma é como que é? a gente não vai ter uma reação muito boa. Mas aparentemente não foi só porque o seu avô falou alguma coisa, não. Eh, aparentemente tinha alguma coisa ali no lugar, de repente era uma extração ilegal, né, de uma área que, né,
não devia est acontecendo aquilo. Então, às vezes tinha ou tem, né, talvez até hoje algum espírito que protege o lugar. Então, por isso que tava atentando já a sua mãe. E aí eu acho que o que o seu avô falou só foi mais, só foi um combustível a mais para eles atentarem, sabe? Para tipo assim, ah, ele falou do diabo, então vamos tomar essa forma para assustar eles hoje, entendeu? Mas eu acho que o que o que tava ali queria mesmo foi o que eles conseguiram, que era afastar vocês dali e parar o que vocês
estavam fazendo. De repente é alguma coisa assim da natureza, algum espírito que talvez protege ali o lugar. Mas enfim, de qualquer forma, muito obrigada por ter enviado o relato, tá bom? E agora a gente vai pro próximo relato. E bom, gente, o nome do nosso próximo relato se chama O Bod Rodeio. Eh, olá, Leandra. Eu peço por favor que você não revele o meu nome e se aparecer algum outro nome no decorrer do relato, acredito que vai aparecer só mais um, mas já tá trocado, então você pode ler sem nenhum problema. Se aparecer algum nome
de cidade ou algo do tipo que eu acho que talvez seja interessante colocar na história, você também pode ler sem nenhum problema, pois eu vou ter trocado, tá bom? Porque no decorrer da história vocês vão entender porque eu acho melhor trocar. Bom, este relato ele não aconteceu comigo, mas sim com o meu namorado, que aqui vamos chamar ele de Marcelo. E na época que isso aconteceu, eu ainda não conhecia eh o Marcelo. Então, depois que começamos a namorar, que tínhamos mais intimidades, e ele me contou essa história que inclusive eu acho bem chocante até hoje.
Então agora eu vou contar como se fosse o meu namorado Marcelo e ele autorizou eu contar a história, tá? Então não há problema algum. Então vamos lá. Há alguns anos atrás eu trabalhei como vigia noturno em um rodeio no interior de Goiás. Era um evento grande desses que duram assim vários dias, onde tem shows sertanejos, barracas de comida e, é claro, a grande atração que são ali os bois de competição. E cada animal ali, para vocês terem mais ou menos uma ideia, para quem não conhece, podia valer mais até que um carro zero. Por isso
a organização do evento contratava ali segurança em tempo integral para vigiar esse monte de dinheiro, né, gente, que é realmente muito dinheiro. E bom, meu turno, ele começava cedo, por volta ali das 6 horas e eu ia até meia-noite e depois disso outro rapaz assumia. Eu sei que é meio que pouco tempo, mas é porque nessa parte eh da noite ali ainda tinha evento, então eu não só vigiava os animais, como eu ajudava em outras coisas também. Então assim, eram poucas horas de trabalho, mas se trabalhava dobrado, sabe? A a mão de obra era dobrada.
Bom, eu pegava ali o movimento bem quente ainda, que era crianças correndo, gente indo embora bêbada, eh vendedores fechando ali a as barracas, então era bem conturbado. E bom, para vocês entenderem eh melhor, tinha ali a questão da arena. Então, quando algum animal eh de grande porte, os animais mais esperados, como os bois, aí depois também tinha os cavalos, quando eles se apresentavam e as apresentações eh acabavam, eles iam para um lugar que era onde eles iam passar a noite. E é nesse lugar que eu basicamente ficava o tempo todo, que era onde, né, eh,
poderia ali correr o risco dos animais serem roubados ou sei lá, algum doido ir lá e matar. Então era ali que eu ficava. E praticamente do lado ficava um outro espaço que era onde eles guardavam eh guardavam barra usavam o espaço com certos bichos para entreter as crianças. E ele até colocou em parênteses. Inclusive eles faziam bastante dinheiro com isso, porque as crianças pediam às vezes para andar num animalzinho ou outro. Os pais pagavam uma fortuna. E eu ficava assim de boca aberta vendo o quanto eles gastavam com isso. E bom, isso é só para
vocês entenderem que eu ficava ali vigiando tanto esses animais de grande porte, como eu também ficava perto ali aonde ficava esses animais menores que ficavam eh que podiam ficar eh próximo das crianças. E dentre esses animais tinha alguns bods. Guardem bem essa informação. Eu sempre achei esses bichos bem esquisitos. Não tenho nada contra, mas tem um certo tipo de medo. E eles estavam lá. Se eu não me engano, tinha entre quatro, cinco. Eles ficavam ali perto eh daqueles cavalos menores que eu acho que se chama poney, que inclusive era era o que as crianças montavam.
Aí tinha umas galinhas também que as crianças ficavam correndo atrás. era assim, colocado para criança mesmo para entreter. Mas enfim, voltando, em uma noite de sexta-feira, já quase ali perto da meia-noite, apesar da avançada hora, o lugar ainda estava bem lotado, ainda tinha muitas atrações, algo aconteceu e eu nunca vou esquecer. Tinha uma família que tava por ali ainda e nessa família havia uma menininha que devia ter ali uns 6, 7 anos de idade. A família se afastou do local para ir comer alguma coisa e a menina ficou ali próximo a aos animais. Até que
em um dado momento eu escutei uma certa movimentação aonde os bois estavam. Então eu tinha que lá ver, eh, até porque era um boi bem caro que tava ali. Leandra, nisso que eu fui aonde o boi tava, eu escutei uns gritos que só podiam ser grito de criança, mas era um grito em comum, não era tipo uma criança brincando, assustada ali com os animais, não. Era um grito de pavô. E ali num instinto eu decidi correr para ver que gritos eh eram aqueles. E eu vi que não era ali da frente aonde estava o cercadinho,
era em um outro lugar mais afastado e eu fui seguindo os gritos. E um detalhe, eu acho que eu fui a única pessoa que ouviu os gritos, o que não é algo assim incomum e eu não estou ligando isso a nada sobrenatural, porque tinha muito barulho no evento. Então, por eu estar próximo, só eu escutei. Bom, Leandra, quando eu cheguei aonde os gritos estavam, eu vi uma cena simplesmente pavorosa. Um dos bods que era o maior, que inclusive ele era preto e ele tinha os chifres tortos. Eu nunca vou esquecer disso. Ele tinha saído da
área cercada e inclusive eu já tinha percebido que ele se movia meio estranho. Só que Leandra, quando eu cheguei lá, aquela coisa estava em pé. E assim, meio que da cintura para baixo era o bod, mas do tronco para cima ele tava se transformando tipo num ser humano, mas ainda assim continuava com os chifres. E eu lembrei que era aquele tal bod porque o chifre era torto e ele era o único bode com o chifre torto que estava ali. E ele estava com as mãos, eh, tipo assim, que não era cascos, mas realmente era uma
mão, mão de ser humano. E ele tava tipo enforcando a menininha. Eu comecei a gritar e pedir para ele largar ela. Nisso, Leandra, aconteceu algo que assim, eu sei que parece mentira, mas não é. A criatura simplesmente soltou a menininha, que ela já não tava mais gritando naquele momento. Ela tava até meio roxa. Eu achei até que ela já estava morta, inclusive. E o bod, ele foi se transformando em bod de novo, como se aquela cena que eu vi diante dos meus olhos nunca tivesse acontecido. E aí ele voltou, né, pra sua figura normal de
bod e ficou paradinho como se fosse um animal ali em quatro patas, como se nada daquilo tivesse acontecido. E aí colocou um sonço, colocou em caixa alta um sonso. E aí é, eu fui até a menina, né, dei uma sacudida nela, vi que ela estava viva, mas meio desconcertada, e perguntei se ela tava bem. Ela foi assim puxando o ar, foi dizendo que, né, tava tava bem. E aí eu fui e tirei ela dali. Eh, na hora que eu saí com ela da onde a gente tava, que era um lugar um pouco mais escuro, era
um espaço ali do do local que não tava sendo usado, então não tinha iluminação. Eu não mencionei antes, mas é tipo um terreno muito grande que é usado só para eventos. Então, a parte que não é usada, ninguém coloca iluminação, não fica nada. Então, então levei ela para um lugar mais iluminado. Então, a família dela chegou e eu tinha que dar uma explicação. Porém, eu só contei que escutei os gritos e quando cheguei lá ela estava caída e falei que o bod estava perto e que de repente ele fugiu e machucou ela. A menina viu
a mesma coisa que eu vi. Eu não sei se depois em casa ali ela deve, sei lá, ter contado pros pais o que aconteceu. Então, tipo, isso eu não sei dizer. Mas ali na hora ela só assentia com a cabeça, afirmando o que eu tinha falado. O pescoço dela ficou assim meio roxo porque ela era bem branquinha. E eles não me questionaram também, né? Porque acho que se eu fosse o pai da menina ia desconfiar, né, de mim, porque o pescoço dela estava roxo. Mas eles não questionaram. Eu também tentei não dar muito assunto paraa
situação, porque eu também estava um pouco apavorado. Eu só sei que depois disso pegaram a menina e foram embora. Eu guardei o bode de novo no cercado e agradeci a Deus porque eu não seria o vigia que ia passar a madrugada ali, porque de madrugada obviamente não tinha movimento nenhum, então a pessoa ia ficar sozinho com aqueles bichos. Mas essa pessoa não era eu, porque quando dava meu horário eu ia para casa. E bom, Li, eh, depois disso eu decidi sair. Eu larguei o serviço, não fui na noite seguinte porque eu fiquei com certo medo
de acontecer alguma coisa e a culpa cai para cima de mim. Eu nunca vou conseguir achar uma explicação pro que aconteceu naquela noite, o que que aconteceu com aquele bod, por que ele virou metade humano, eh, sei lá, vai saber. Para você ter ideia, até então eu nem acreditava em coisas sobrenaturais. Essa foi inclusive a primeira e última vez que isso me ocorreu. Aí o relato, tipo, ele contando acaba por aqui. E deixa eu ver se ela escreveu mais alguma coisa embaixo. Não, a a seguidora também não botou mais nada. Então, ó, um beijo, muito
obrigado, né, vocês dois, por terem enviado os e o relato, né? E gente, que doideira, né? O animal ali assim, eh, porque vai saber também aonde eles arromavam esses animais para ficar ali pro entretenimento, né? Porque os outros, os bois, os cavalos, provavelmente eram, tinha ali cada um a sua fazendinha própria. Esses animais mais caros assim, né, mais premiados são de fazendas assim de um patamar bem mais alto, inclusive por isso que tinham seguranças, né? E esses animais, animais eles deviam assim catar de qualquer lugar para fazer dinheiro, né? Porque tá ali, eh, ah, vão
aproveitar, né? Então assim, vai saber de onde que vinha esses animais e de repente o bod talvez era utilizado em algum tipo de ritual, né? Vai saber. E tem a questão também que vai saber se não era uma pessoa, uma pessoa muito maldosa que sabe ali, né, virar um animal, porque a gente tá muito acostumado, né, a ver esse tipo de coisa aqui no canal, questão de lobisomen, até de bod mesmo, de pessoas que sabem oração para virar esses animais. Então vai saber também se a pessoa não tá fazendo, não tava fazendo isso para literalmente
conseguir atacar alguém e fazer alguma vítima. Não deve ter feito antes, porque senão alguma pessoa ia ficar desaparecida, vocês iam ficar sabendo, mas eu acho que no dia que ele ia agir você não deixou, graças a Deus, né? E assim, gente, eu sei que as pessoas podem até tipo estranhar e eu já eu vejo às vezes os comentários tipo, ai, esse relato é muito mentira e tals. E assim, eu super acredito, tá? Porque como eu sempre falo, o mundo é muito grande, é muita coisa que a gente não conhece e às vezes a gente é
muito limitado a achar que só existe as religiões que a gente conhece. E não é assim que funciona. Inclusive tem pessoas, as pessoas mais antigas, eh, já comentei várias vezes aqui com vocês que elas cultuavam sim às vezes coisas muito, achava um negócio, não pesquisava nem nada e começava a cultuar, ia descobrindo coisas muito doidas. Então, às vezes a gente fica muito limitado que existe, né, a religião, né, evangélica, católica e as religiões assim de matrizes africanas. E eu sei que, tipo, dentro da do da religião, assim, por exemplo, do da evangélica, existem existem várias
vertentes e tals, mas eh eu tô falando assim que tem essas que a gente mais conhece, né? Tem outras também que eu não citei e tals, mas existem muita coisa assim que às vezes a gente nem sabe que aquela religião existe, que aquele tipo de eh culto existe, sabe? Então tem sim muitas pessoas que sabem magias, que sabem dominar muito bem esse tipo de coisa. Então, por isso eu não duvido que pessoas consigam virar lobisomen, virar bod, eh virar qualquer outro tipo de bicho. Então assim, ficar invisível. Então assim, eu não, is tem uma coisa
que eu não que eu não duvido é desse tipo de coisa. Mas enfim, eh, quero agradecer a cada um de vocês que enviaram ali os, eh, esses relatos de hoje e agradecer também a você que tenha ficado até o final do vídeo. E é isso, gente. Um grande beijo. Tchau, tchau. E eu vejo vocês no próximo vídeo.