Olá, olá, seja bem-vindo. Nós vamos ter um tempo muito especial juntos agora, um tempo de comunhão, de compartilhar da palavra de Deus, um tempo de edificação mútua. Eu sou o pastor Robson da Ondadura Joinville.
Tenho a alegria de estar com vocês participando desse grupo pequeno, esse tempo especial de comunhão, de alegria, de proximidade. Aliás, você deve ter aí do seu lado algumas pessoas bem especiais para você. começa olhando para essa pessoa, diz: "Olá, buenas noites, good night, o que mais?
" Vamos lá, pessoal da Itália. Eh, e agora como que fala em italiano mesmo? Hum, tá aí uma grande dúvida, né?
Enfim, algo que eu preciso aprender. Pessoal, nós estamos aqui reunidos para esse tempo de comunhão e nessa semana, especificamente, estamos falando sobre um Deus que responde às orações do seu povo. Gente, quero começar fazendo uma pergunta para cada um de vocês.
Quero que você olhe pra pessoa que está do seu lado, que você pergunte para ela o seguinte: o que te faria desistir de orar? O que levaria você a parar de colocar diante de Deus seus pedidos, suas orações? Diz aí, eu quero que você compartilhe nesse momento para nós começarmos esse grupo pequeno de uma forma muito especial, refletindo sobre esse assunto.
É isso aí, pessoal. Vocês percebem que nós já estamos entrando no tema desta semana do culto que foi ministrado, o tema que está relacionado a oração. Já estamos há duas semanas falando sobre oração.
E a minha pergunta para você é: como foi o culto para você? Você participou, pegou o culto domingo e aí você acompanhou a mensagem? Você pode compartilhar nesse momento que chamou a sua atenção.
Você tem a liberdade para fazer isso agora. É bom nós recordarmos aquilo que foi ensinado. De alguma forma, Deus já começou a ministrar o coração daqueles que estão aqui participando desse GP.
E eu sei que muito ainda Deus vai fazer nas nossas vidas durante esse tempo de grupo pequeno. O meu convite agora é para que você acalme seu coração, para que você feche seus olhos, para que você louve ao Senhor, entregando a ele a sua adoração. Nesse momento em que você terá oportunidade de cantar, de entregar ao Senhor a sua música, a sua adoração a ele, faça isso não somente com os lábios, faça isso com a sua mente, com o seu coração, ou seja, com todo o seu ser, de forma completa, íntegra, entregando ao Senhor toda a sua vida, entregando a ele tudo que você está vivendo, entregando a ele o louvor que ele é digno de receber.
Só existe uma pessoa digna de ser adorado na sua vida e essa pessoa é Jesus. Entregue a ele essa adoração nesse momento. Aleluia!
Deus é bom, Deus é santo, Deus é digno de ser exaltado. Aliás, ele habita no meio dos louvores, enquanto o seu povo lhe entrega adoração. Ele está sendo exaltado.
Meu convite agora a você é para lermos o texto da palavra de Deus. Nós estamos estudando Atos, capítulo 12. Hoje, especificamente, nós vamos ler a partir do versículo 6.
Só lembrando um pouquinho, Atos é um livro que narra a trajetória da igreja do Senhor Jesus, seu desenvolvimento, o serviço que essa igreja está prestando ao mundo, a proclamação do Evangelho. E você tem então em Atos essa proclamação acontecendo em Jerusalém, na Judeia, na Samaria e indo até os confins da terra. Capítulo 11 narra a igreja em Antioquia se desenvolvendo de alguma forma já alcançando pessoas de diversas origens com a mensagem do evangelho.
E especificamente no capítulo 12 você volta a ter narrativa de perseguição contra os cristãos. Herodes Agripa foi responsável por perseguir cristãos a fim de que ele conseguisse prestígio político diante dos judeus, dos líderes religiosos judeus que estavam em Jerusalém. Portanto, Atos 12 relata a igreja sendo perseguida pelo pela autoridade romana que governava sobre Jerusalém, tendo aliada a essa autoridade romana líderes religiosos judeus que não concordavam com os seguidores de Cristo, aqueles que eles chamavam da seita do caminho.
Então, essa igreja que estava enfrentando perseguição, teve o primeiro apóstolo morto, Thago. Você tem no capítulo 7 a narrativa da morte de Estevão, primeiro mártir cristão, mas o primeiro apóstolo morto é Tiago, no capítulo 12. Depois disso, Pedro, ele é preso.
E perceba, Tiago, um dos líderes da igreja, um dos referenciais. Agora Pedro, outro líder e referencial que é preso e a expectativa é matar Pedro em breve. Portanto, é uma prisão para nos próximos dias levar a uma execução.
E eu quero que vocês leiam com muita atenção. Atos 12 do versículo 6 até o 17. Começando aqui pela minha direita, cada um de vocês pode ler um dos versículos e depois retornaremos para as nossas perguntas para refletirmos sobre esse texto.
É, meus irmãos, esse texto é muito especial, muito importante nós compreendermos de forma profunda o que ele nos ensina. E a primeira pergunta que eu quero fazer para você é: O que essa história nos ensina sobre orar em tempos difíceis? É necessário entendermos como precisamos desenvolver a nossa oração.
E é agora que você vai pensar, eu preciso orar somente quando tudo está bem. Como eu posso entender a oração nos momentos difíceis que você pode aprender com isso e compartilhar aqui com os seus irmãos? Você tem liberdade nesse momento para fazer isso com muita sinceridade diante de todos.
Pessoal, uma das coisas que nós aprendemos sobre essa oração lá no versículo 5 fala que ela foi uma oração fervorosa. E aqui fervorosa, alguns já relacionam a a altura da voz. Não é sobre isso que o texto está falando.
Ele está falando sobre uma oração incessante, dedicada, esforçada, uma oração perseverante. No meio da perseguição, a igreja se esticou em oração, ou seja, se manteve firme em oração. E você percebe que essa é a fé ou a expressão da fé diante da dificuldade, uma oração que não desiste, uma oração que é persistente.
Então, a oração da fé é a oração que continua mesmo diante dos desafios. É uma oração que não para. Lá no versículo 12 você vai ver essa repetição de que eles continuaram em oração, reunidos naquela casa.
E isso já tinha passado mais de seis dias. Eles estavam reunidos dentro desse período e tempo e ainda perseveravam em oração. Outra coisa que é preciosa também nós entendermos sobre esse texto é que nós não sabemos quando a resposta vem.
Nós oramos sem saber o tempo da resposta. E a oração, ela não depende desse limitador. Eu sei o que Deus vai fazer e quando Deus vai fazer.
Não, eu não sei quando nem exatamente o que Deus vai fazer quando eu oro, mas eu sei que ao orar eu estou me relacionando com Deus. Ao orar eu estou me entregando a ele. Eu estou declarando a minha confiança nele.
Eu estou reconhecendo quem ele é, sua soberania. Portanto, a oração é um ato relacional. É um ato que fala sobre minha comunhão, sobre o meu relacionamento com Deus e a confiança que eu estabeleço nele.
Sabem, irmãos, quando nós chegamos nesse lugar de uma oração com fé, perseverante, uma oração que não depende das respostas do tempo ou da sua vontade de ser estabelecida, quando nós entramos nesse lugar de orar, dizendo: "Seja feita a tua vontade", é aí que nós então entendemos de fato o que é viver a oração. E é interessante que esse texto ele relata Deus respondendo à oração enviando anjos. E a minha pergunta para você é: hoje, nos nossos dias, Deus continua enviando anjos?
Essa pergunta, ela tem muitos desafios. Algumas pessoas até têm uma visão bastante diferente sobre isso. Aliás, fica a dica para você.
Assista o estudo bíblico dessa semana, que você vai ter de forma mais detalhada essa explicação sobre a presença dos anjos ou a atuação dos anjos. Mas de maneira bastante clara, a Bíblia ensina que desde que foram criados os anjos são agentes, instrumentos de Deus que tem o propósito de servir aqueles que Deus criou, de servir a criação. Deus fez esses seres celestiais paraa sua glória.
E através desses seres celestiais, Deus executa serviços que ele deseja. Portanto, anjos, eles são instrumentos de Deus para servir as pessoas, para servir a sociedade, para cumprir os propósitos que Deus estabeleceu, dando ao Senhor a glória que lhe é devida. Anjos cumprem decretos de Deus.
Tanto é que o próprio Pedro, ele reconheceu que foi o Senhor que o livrou da prisão, mesmo que o instrumento tenha sido um anjo. Ou seja, os anjos não devem ser alvo da nossa oração. Os anjos não devem ser adorados por nós, os anjos não devem ser idolatrados por nós, mas eles são servos de Deus que Deus envia a seu tempo, da sua forma, como ele quiser.
Por vezes Deus usa um terremoto para livrar da prisão. Em outras ele usa um anjo, sempre o instrumento que ele quer para a glória do seu nome. E isso acontecia e pode acontecer nos nossos dias, segundo a boa vontade de Deus, porque ele é Senhor sobre a sua criação e permanece governando sobre todas as coisas.
Gente, isso é bom demais, não é? Quando nós entendemos a Bíblia, nós colocamos Deus no centro. Nós tiramos qualquer ser criado desse lugar e reconhecemos a centralidade de Deus na nossa vida, pois é dele que nós dependemos.
Gente, uma outra pergunta para vocês. Qual foi o impacto da resposta de Deus naquele grupo? Ah, agora eu quero que vocês contem qual é a consequência para aquele grupo que estava reunido, orando.
Compartilhe nesse momento. Olha só que legal, eles ficaram admirados. Eles ficaram embasbacados diante daquilo que Deus realizou, que foi libertar Pedro.
Inicialmente eles não acreditaram e de fato a fé deles era limitada. Até interessante, né, que eles estavam orando pro Senhor realizar algo na vida de Pedro. E quando Deus o libertou de forma sobrenatural, chegando ele de madrugada na casa deles, eles então ficaram incrédulos diante daquela realidade.
Tamanha era a glória, a libertação, a intervenção que Deus fez na história deles. Mas o que chama a nossa atenção é que isso gerou testemunho. Pedro testemunhou para aqueles que estavam na casa orando e mais Pedro orientou que os irmãos fossem até Thago e aos outros irmãos testemunharam.
Ou seja, propaguem isso. Deus libertou Pedro da prisão. E aqui, gente, esse Thiago obviamente não é o mesmo Thiago, tá bom?
O Thiago que havia sido crucificado era o apóstolo Thiago. Tá bom? Então aqui fica bem evidente para vocês entenderem que era para avisar para o outro Thago, meio irmão de Jesus.
E diante disso que você percebe, a fé da comunidade ela é fortalecida. A resposta de Deus traz essa capacidade de viver uma edificação, deles experimentarem essa edificação e consequentemente glorificar o nome de Deus. E o meu convite agora para você, para nós encerrarmos essa rodada de perguntas, é que você responda a seguinte pergunta: você já viveu alguma resposta clara de Deus a uma oração sua?
Eu quero que você compartilhe agora uma resposta que Deus deu a alguma de suas orações. E depois desse momento eu convido todos vocês a separarem um tempo de oração. Eu já vou me despedindo aqui de vocês.
Eu estarei com vocês na próxima semana ainda, quando o pastor Gustavo Caipers ainda não terá retornado de sua viagem para a plantação das nossas igrejas lá na Europa. Então, semana que vem ainda estarei com vocês, mas eu quero que vocês hoje ainda respondam a essa pergunta. Você já viveu alguma resposta clara de Deus a uma oração sua?
E depois dediquem-se a orar. Façam esse tempo, um tempo de clamor, de entrega, de rendição diante do Senhor, nem que seja para chorar a suas dores ou para se alegrar com as respostas dele. Vocês têm a liberdade para ter um tempo de oração agora.
Deus abençoe muito cada um de vocês e até a próxima semana. Tchau, tchau.