uma noite eu tive um sonho muito lindo sonhei que jesus de nazaré havia fugido do céu é havia rompido réu no espaço e recuando voando feito um passarinho até pousar suavemente pertinho de mim mas ele veio em forma de um menino desses meninos levados que de repente saem a correr alegremente pelos campos floridos brincando e rolando nos cafezais sempre rindo com risos alvos em sons guturais era como se ele jesus pensar se agora não na pesada cruz de um trote mas sim nos versos do imortal poeta à sombra dos laranjais a que saudades que tenho
da aurora da minha vida da minha infância querida que não falta mais e no meu sonho eu entendia que jesus não havia se cansado tô pra pegar aquele seu jeito sério completar e que ele agora não queria que ninguém preste ficasse a lamentar contestado por suas boas pregadas machucados ou a reclamar a ingratidão dos jovens e todos os mistérios na paixão nem da coroa de espinhos ou do seu pobre dilacerado por ação não jesus havia cansado até mesmo de morrer sozinho ele queria agora não pensar naquele dia e que trazia à volta da cintura apenas
um trapo eu queria esquecer aquela imagem triste de amargura esquecer as rochas pesadas das montanhas a sua segunda a jesus neste meu sonho havia também cansado de haver ressuscitado agora todo o seu passado tinha que ficar escondido pra tarde agora o rei dos reis 11 gido queria tão somente ser um menino uma criança e nada mais eis que agora rege sinto ele jesus ali pertinho de mim a olhar pra mim som banda do meu jeito triste solitário de encarar a vida eu e se pede o coração sem perder vida de poeta sofrendo de repente ele
me disse com aquela voz juvenil e estridente de menino me dê aqui a sua bom vem comigo vamos correr no tempo do infinito pense em dois moleques venenosas e arteiros dois bonecos atrevidos pensou então somos nós dois agora disse isso e me ofereceu a mão levando rumo a uma vez melhor da europa então nesta hora me ia romper uma gestora do dia um dia glorioso cheio de paz e de alegria se lá como nós correndo eu e ele demonstrados pelas cercanias entre os verdes campos da minha terra eu me sentia leve feito programa feito pena
flutuava paço d'arcos nem notei que não casado tinha um carro pra trás aquele mesmo cajado que há tempos vinha me ajudando arrastá lo nas minhas pernas pesadas nos anos da idade jesus ia me levando e mostrando coisas deslumbrantes até à florida às matas verdejantes de repente chegamos a uma cidade havia ali um grande parque de diversões sabe ele convidou me a brincar e seus brinquedos de lira subimos nesta rua ondas gigantes carrossel palheiros e pipoqueiros passavam gritando no realejo tocando e aquela manhã festiva me levava assim levava a sonhar com alegria miwa um verdadeiro um
céu e ele de vez em quando parava ele perguntava então você está gostando eu tava eu estava extasiada de contentamento tá cansado ele perguntou de que não há nenhum momento o meu cansaço por carregar a vida havia evaporado como por enquanto eu estava leve leve pra andar ágil não saltar subir sem sentir os montes nenhum ator cativa no meu peito machucado de poeta enfim eu estava agora feliz e eles em vale olhar sim também usar de repente um jeito enigmático fica sério e seu semblante de menino vai se transformando a deformar o rosto quarto tudo
de um corrente e aí ver também com o olhar doce pouso e diz o poeta o céu é todo seu pode entrar e aí então eu acordei [Música] não [Música] [Aplausos]